A Revista Ultimate Classic Rock fez uma classificação de 12 músicas do John da melhor para a pior.

De todos os membros do Queen, Deacon foi quem escreveu o menor número de músicas.

Mas mesmo escrevendo poucas músicas, algumas das que ele escreveu foram simplesmente as melhores da banda.

Não é interessante como frequentemente os membros mais quietos de uma banda são alguns dos mais talentosos?

  1. In Only Seven Days
    De: Jazz (1978)

O lado B do Reino Unido e da Europa de Don’t Stop Me Now, uma das músicas mais conhecidas do Queen, foi In Only Seven Days. Voltaremos a esse álbum mais tarde…

 

  1. One Year Of Love
    De: A Kind Of Magic (1986)

One Year of Love apareceu no filme Highlander e no 12º álbum de estúdio da banda, A Kind of Magic. O fato mais único, porém, é que a parte do saxofone foi tocada pela mesma pessoa que tocou aquela famosa parte em Careless Whisper, de George Michael, um homem chamado Steve Gregory.

 

10. If You Can’t Beat Them 
De: Jazz (1978)

Aqui está a outra das duas músicas que Deacon escreveu para o Jazz: If You Can’t Beat Them. Queen tocou essa faixa ao vivo em shows mais de 60 vezes, desde antes mesmo de ser lançada oficialmente até o final de 1979.

 

  1. You And I
    De: A Day At The Races (1976)

Por outro lado, aqui está uma música que Queen nunca tocou ao vivo, You and I do álbum A Day at the Races, de 1976.

Nossos álbuns tendem a ser apenas coleções de músicas, na verdade, porque todos nós escrevemos juntos, nós quatro. Freddie [Mercury] e Brian [May] tendem a escrever a maior parte do material. Acho que no novo álbum Day at the Races eles escreveram quatro cada e eu e o Brian escrevemos um, então nunca há um conceito específico para o álbum todo. Depende das músicas que saem quando as criamos individualmente, explicou Deacon em uma entrevista de 1977 com Jim Ladd.

 

  1. Misfire
    De: Sheer Heart Attack (1974)

Misfire, embora tenha menos de dois minutos de duração, foi a primeira música solo escrita por Deacon para um álbum do Queen, aparecendo no terceiro álbum da banda, Sheer Heart Attack. Muitos fãs interpretaram essa música como uma espécie de insinuação sexual sobre ejaculação precoce e, francamente, não encontramos nenhuma informação que prove ou refute que essa era a intenção de Deacon.

 

  1. Need Your Loving Tonight
    De: The Game(1980)

Muito antes de Noel Gallagher pedir aos fãs do Oasis que não olhassem para trás com raiva, Deacon usou essa frase em uma música chamada Need Your Loving Tonight, do álbum The Game de 1980. Aqui, Deacon toca baixo e violão.

 

  1. Who Needs You 
    De: News of the World (1977)

Imagine o Queen, mas como uma banda de estilo latino, tipo flamenco. É meio que isso que Who Needs You é, com um toque de reggae também. Deacon e May tocam guitarras no estilo espanhol aqui, e May toca maracas.

 

  1. Back Chat 
    De: Hot Space (1982)

Aumente o funk para Back Chat de Hot Space, de 1982. Este foi um hit nº 40 na parada de singles do Reino Unido, com um toque no estilo Michael Jackson. A Rolling Stone a descreveu na época como uma música rock-funk quente, com faixas de guitarra tão elegantes quanto uma pista de dança gelada.

 

  1. Spread Your Wings 
    De: News of the World (1977)

As próximas duas músicas de Deacon têm temas semelhantes. Primeiro é Spread Your Wings, que Queen lançou como single em 1978. Chegou ao 34º lugar na parada de singles do Reino Unido.

A música tem a ver com várias experiências pessoais dos últimos anos. Prefiro não falar em detalhes, porque não gosto de explicar músicas. Acho que as pessoas deveriam descobrir por si mesmas. … Nem sempre é fácil, deixa eu te garantir. Você lida com muitas coisas que nem sempre são agradáveis. Claro, dinheiro é maravilhoso, mas não preciso ser muito rico. Só não quero cair de volta em um estado de pobreza, no qual vários músicos relativamente famosos acabaram. Quero tentar guardar algo para o futuro, explicou Deacon em Queen All the Songs: The Story Behind Every Track.

 

  1. I Want to Break Free 
    De: The Works(1984)

Falando em encontrar a própria liberdade, o próximo passo é I Want to Break Free. Segundo relatos, Deacon não queria um solo de guitarra para essa música, por isso o músico canadense Fred Mandel foi chamado para tocar um solo de sintetizador.

 

  1. You’re My Best Friend 
    De: A Night At The Opera(1975)

Roqueiros costumam ter fama de relacionamentos de curta duração, mas não Deacon, que é casado com Veronica Tetzlaff desde janeiro de 1975. Pouco tempo depois do casamento, ele escreveu You’re My Best Friend em homenagem a ela.

 

  1. Another One Bites the Dust
    De: The Game (1980)

Uma das músicas mais famosas do Queen, Another One Bites the Dust, teria sido inspirada em Good Times do Chic, já que Deacon estava no estúdio deles por volta dessa época. Essa faixa não só chegou ao número 1 nos Estados Unidos, como ficou lá por três semanas.

 

Fonte: ultimateclassicrock.com

 

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📍 04/06 – Woodstock Beer – Três Corações – Minas Gerais

📍 05/06 – Torresmo Fest – Betim – Minas Gerais
📍 06/06 – Festival Mundo Asiático – Ribeirão Preto – São Paulo
📍 11/06 – Shopping Park Cidade – São Paulo – São Paulo
📍 12/06 – SOS Pinda – Pindamonhangaba – São Paulo

 

Classical Queen

📍 06/06 – Motor Road – Santo Antônio do Pinhal – São Paulo
📍07/06 – Cervejaria Madalena – Santo André – São Paulo
📍12/06 – Festa Menina Izildinha – Monte Alto – São Paulo

 

Lurex

📍05/06 – Rota 677 Pub Music – Belo Horizonte – Minas Gerais

📍06/06 – Cine Teatro Brasil – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Special Queen

📍05/06 – Refúgio Rock Bar – Pirituba – São Paulo – São Paulo
📍12/06 – Bar do Alemão – Barueri – São Paulo

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Um novo vinho  rosé de um dos nomes mais icônicos da música chega ao mercado, unindo a herança da Provence com o espírito criativo e os padrões intransigentes que definem o Queen há mais de cinco décadas.

O Queen Côtes de Provence Rosé foi idealizado e liderado por Roger Taylor, lendário baterista do Queen.

Desenvolvido em estreita colaboração com a Sony Music, Watermill Wines, Les Caves du Commandeur e Rupert Clevely, o vinho reflete o envolvimento direto de Taylor na criação de um rosé que prioriza qualidade, consistência e prazer genuíno.

Embora o nome Queen tenha reconhecimento global, este não é um exercício de licenciamento. Desde o início, Taylor trabalhou diretamente com a equipe de vinificação, contribuindo para o desenvolvimento do blend e da visão geral, guiado por uma ideia simples: que o rosé deve ser alegre, confiável e feito para ser compartilhado – não complicado ou focado em estilos.

O resultado é um vinho que transporta o espírito duradouro do Queen para um novo patamar, elaborado com a precisão e a expertise de um dos produtores mais respeitados da Provence — escolhido a dedo pela Watermill Wines por sua qualidade excepcional e fruto de uma parceria de confiança que já dura uma década.

Há uma sensação natural de euforia neste vinho — um sentimento que ecoa o espírito de Don’t Stop Me Now frequentemente associado à música do Queen. Ele foi concebido para realçar o momento, em vez de defini-lo; para unir as pessoas, em vez de as manter separadas como algo reservado apenas para ocasiões especiais.

Essa filosofia se estende do próprio líquido ao design. O vinho é lindamente apresentado em uma garrafa exclusiva com formato piramidal, com proporções refinadas, detalhes táteis e um acabamento com uma deslumbrante rolha de vidro, projetada para se destacar tanto na prateleira quanto na mesa.

O Queen Côtes de Provence Rosé oferece uma expressão clara da Provence, com uma “rapsódia” de aromas de morango silvestre e frutas vermelhas maduras. A textura maravilhosamente equilibrada harmoniza a fruta madura e macia com a acidez cítrica fresca, conferindo uma cremosidade sedosa ao paladar médio – uma característica inconfundível de um grande rosé. O vinho é acessível, porém delicadamente complexo.

Fundamental para o projeto é o envolvimento pessoal de Roger Taylor, não apenas como figura de proa, mas como um colaborador ativo no desenvolvimento do vinho.

Roger Taylor disse:

Sempre acreditamos em fazer as coisas da maneira correta, e esse foi o ponto de partida. Passei muito tempo envolvido com o mundo do rosé ao longo dos anos e queria criar algo que fosse consistente, expressivo e genuinamente prazeroso em parceria com bons amigos. Precisava ter essa sensação de alegria – algo que unisse as pessoas. Não se trata de colocar um nome em uma garrafa; trata-se de criar algo com verdadeira integridade.

O vinho rosé Queen Côtes de Provence já está disponível em www.queenwinesofficial.com  ao preço de £18 por garrafa, tornando-o amplamente acessível aos consumidores em todo o Reino Unido desde o lançamento.

 

Fonte: www.queenonline.com

Brian May divulgou em seu Instagram que está disponível a faixa Eternia, a faixa principal do próximo filme Mestres do Universo, que tem data prevista de estreia no Reino Unido em 4 de junho.

O single foi produzido por Brian May com o compositor Daniel Pemberton.

A faixa está disponível nos principais serviços de streaming

AH!!! Aqui está!! Acabei de descobrir que já saiu!!! Nós temos o poder!!! He-Man arrasa!! Valeu, pessoal. – Brian May

 

Informações sobre o filme

Nicholas Galitzine  fará o personagem principal, o Príncipe Adam que quando empunha a espada e invoca o poder de Grayskull, assume a forma do herói He-Man.

Também no elenco do filme estão Camila Mendes como Teela, Idris Elba como Mentor, Allison Brie como Maligna, Morena Baccarin como a Feiticeira e, no papel do vilão Esqueleto, Jared Leto.

Outros personagens de He-Man no filme incluem o Homem-Cabra (Hafthor Bjornsson), Mandíbula (Sam C. Wilson), Roboto (Kristen Wiig), Aríete (Jon Xue Zhang) e, claro, o Rei Randor (James Purefoy) e a Rainha Marlena (Charlotte Riley).

Travis Knight (Kubo e as Cordas Mágicas, Bumblebee) dirige o novo He-Man, e chamou o seu colaborador frequente, Chris Butler, para reescrever o roteiro, originalmente assinado por David Callaham (Homem-Aranha: Através do Aranhaverso).

Criado como uma linha de brinquedos da Mattel que, mais tarde, virou desenho animado, He-Man e os Mestres do Universo já chegou aos cinemas uma vez, em 1987, com Dolph Lundgren como o Príncipe Adam e Frank Langella no papel do Esqueleto. Lundgren terá um papel surpresa no novo filme.

 

Fonte: Queenonline.com e omelete.com.br

Todos sabemos que o YouTube é uma das principais ferramentas para ouvir música no planeta.

Desde a sua versão gratuita até o YouTube Premium, que funciona como uma plataforma de streaming, o “rei dos vídeos” tornou-se vitrine para artistas do Rap ao Rock mundo afora.

A newsletter Stream ‘N Destroy costuma compilar dados frequentes de quem são os maiores artistas no universo digital, e temos uma lista recente das 10 bandas de Rock com mais ouvintes no YouTube.

O recorte é de Março de 2026, e a Audiência Mensal do YouTube soma números deusuários únicos que viram ou ouviram conteúdos de um artistas nos diversos formatos do ecossistema, como vídeos longos, Shorts e conteúdos enviados à plataforma por fãs e criadores.

Se liga no ranking!

As 10 Bandas de Rock que Lideram o YouTube

10 – Panic! At The Disco – 85.2 milhões

09 – Aerosmith – 86.2 milhões

08 – Måneskin – 110 milhões

07 – Rammstein – 112 milhões

06 – Disturbed – 113 milhões

05 – Queen – 146 milhões

04 – Linkin Park – 152 milhões

03 – Arctic Monkeys – 153 milhões

02 – Radiohead – 156 milhões

01 – Ghost – 170 milhões

Fonte: https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/

O usuário @Merplot sempre postava no finado QueenChat excelentes traduções para o inglês de revistas, jornais, fanzines e outras fontes japonesas falando das décadas de 70 e de 80.

Ele juntou isso tudo em um site e divulgou no QueenForum.

www.queeninjapan.com

O site é dedicado a Fanzines de Fã-clubes oficiais e não oficiais, mangás envolvendo o Queen, e materiais promocionais do Japão.

 

Dica de Arnaldo Silveira

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📅19/04 – Torresmo Fest – Linhares – Espírito Santo

📅21/04 – FestRock – São Roque – São Paulo

📅24/04 – Villa 8 BBQ – Arapongas – Paraná

📅 25/04 – PB Shopping – Pato Branco – Paraná
📅 26/04 – Torresmo Fest – Pato Branco – Paraná

 

Classical Queen

📅26/04 – Rock n’ Espeto – Barueri – São Paulo

Opera Queen

📅24/04 – Lambreta Rock Bar – Palmas – Tocantins

📅25/04 – Lambreta Rock Bar – Palmas – Tocantins

 

Projeto Freddie Mercury

📅24/04 – Shopping Eusébio – Eusébio – Ceará

 

Queen Music Tribute

📅25/04 – Teatro Clara Nunes – Diadema – São Paulo

 

Royalty Queen Tributo

📅21/04 – Rock no Eixão – Eixão do Lazer – Brasília – Distrito Federal

 

Special Queen

📅20/04 – Vitão Rock Bar – Carapicuíba – São Paulo

📅24/04 – Dona Bier – Taubaté – São Paulo

📅25/04 – MC Véios da Estrada – Pindamonhangaba – São Paulo

 

 

Thiago Millores

📅22/04 – Aerotown – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

QUEEN II: Críticas
Há delírio febril em Queen II que são tão emocionantes quanto qualquer coisa feita naquela década deslumbrante… como seu melhor álbum, seu relançamento é significativo ***** (5 estrelas) – Record Collector

 

O Queen é absolutamente mestre quando se trata de montar box sets históricos… um sucesso estrondoso… Que emoção! Tive que ouvir os lados A e B dos dois LPs (branco e preto) na íntegra mais algumas vezes só para me deleitar com o brilho autossuficiente do álbum principal. – Analog Planet

 

Clareza cristalina e de tirar o fôlego… é assim que todos os relançamentos deveriam ser feitos. ***** (5 estrelas) – Classic Pop

 

Um enorme salto estilístico. É um verdadeiro tesouro, no geral, um Queen mais roqueiro do que nunca. 9/10 – Classic Rock

 

Mais do que um relançamento padrão… Uma nova mixagem… que deslumbra. **** (4 estrelas) – MOJO

 

O álbum que inventou o Queen como o conhecemos. 8/10 – UNCUT

 

…uma obra-prima britânica, grandiosa e épica. – Variety

 

A Edição de Colecionador é um pacote belíssimo, mostrando a banda atingindo seu auge de forma peculiar. Aprecie o resultado! – Goldmine – The Music Collector’s Magazine

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QUEEN II: O majestoso segundo álbum do Queen, Queen II (1974), remixado, remasterizado e expandido em uma luxuosa caixa com 5 CDs + 2 LPs, a Edição de Colecionador Queen II, com lançamento previsto para 27 de março.

Também lançado em Edição Deluxe com 2 CDs, LP de vinil, LP picture disc de vinil, 1 CD e cassete, todos com uma nova mixagem de 2026.

 

Fonte: queenonline.com

O primeiro trailer do reboot de Highlander finalmente foi mostrado!

Durante a CinemaCon 2026, a Amazon MGM Studios revelou cenas inéditas do longa, que tem Henry Cavill como protagonista e Dave Bautista interpretando o vilão; Russel Crowe também estará no longa.

Highlander Original

Highlander original (1986), estrelado por Christopher Lambert e Sean Connery, retrata o clímax de uma antiga batalha entre guerreiros imortais, desenrolando-se através de histórias entrelaçadas do passado e do presente.

Após ganhar popularidade crescente após seu lançamento, o filme gerou várias sequências, uma série de TV aclamada e uma base de fãs duradoura. Do diretor Russell Mulcahy, o filme foi produzido por Peter S. Davis e William N. Panzer.

O reboot de Highlander circula Hollywood há anos e está finalmente ganhando tração. Chad Stahelski, diretor da franquia John Wick e especialista em filmes de ação, vai comandar o filme. Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) interpretará o vilão.

Cavill não é estranho a Amazon MGM Studios, já que também está trabalhando na adaptação do anime Voltron, desenvolvida por Rawnson Marshall Thurber. Além disso, o ator também está ajudando a Amazon a produzir a adaptação da franquia Warhammer 40,000, em vários estúdios da empresa.

Até o momento, não existem mais informações sobre como será o filme estrelado por Cavill, se será baseado na premissa do longa estrelado por Lambert, ou se contará uma história completamente nova usando a mitologia da franquia como base para a nova aventura. Os personagens, porém, serão os mesmos.

Além de Cavill, o elenco também conta com Russell Crowe, Dave Bautista, Karen Gillan, Marisa Abela, Djimon Hounsou e Max Zhang.

 

Fonte: omelete.com.br

 

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅04/04 – Haras Coronel – Divinópolis – Minas Gerais

📅04/04 – Mercado San Pietro – Sete Lagoas – Minas Gerais

📅11/04 – Torresmo Fest – Vila Velha – Espírito Santo

 

Classical Queen

📅04/04 – Hard Rock – Ciudad del Este – Paraguai
📅04/04 – Kilkenny – Ciudad del Este – Paraguai

📅09/04 – Morrison – São Paulo – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅10/04 – Bar Charles Edward – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅04/04 – Joy Rock Festival – Lagoa da Prata – Minas Gerais

📅05/04 – Shopping do Avião – Contagem – Minas Gerais

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Há dois anos, o filme do concerto Queen Rock Montreal, remasterizado digitalmente, chegou aos cinemas e às salas IMAX. Agora, após remixar o álbum Queen II da banda, Sir Brian May revelou o próximo projeto do grupo.

Em revelação exclusiva ao Daily Express, a lenda da guitarra de 78 anos compartilhou que uma versão remasterizada de Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest será lançada em breve.

Filmado no Népstadion em 27 de julho de 1986, o concerto da Magic Tour foi um dos últimos shows ao vivo de Freddie Mercury com o Queen.

A banda também foi uma das poucas do Ocidente autorizadas a se apresentar atrás da Cortina de Ferro durante a Guerra Fria.

O filme já foi lançado em plataformas físicas, mas agora uma versão totalmente remasterizada (áudio e vídeo) está a caminho.

Sir Brian revelou que sua equipe está atualmente recuperando o som da mixagem estéreo original e que a cinematografia está 10 vezes melhor do que a vista pelos fãs em Queen Rock Montreal. A lenda do rock contou:

Contratamos a equipe de Peter Jackson para nos ajudar a restaurar algumas dessas imagens. A versão original contém algumas cenas de bastidores e interações com o público húngaro fora do palco. É um trabalho belíssimo. Na minha opinião, é provavelmente o melhor registro de uma apresentação ao vivo nossa que existe. Talvez com exceção do Live Aid, que tem seus defeitos, mas é especial.

 

Fonte: www.express.co.uk

 

QUEEN II – DISPONÍVEL
QUEEN II: O majestoso segundo álbum do Queen, Queen II (1974), remixado, remasterizado e expandido em uma luxuosa caixa com 5 CDs + 2 LPs. A Edição de Colecionador de Queen II já está disponível.

Também lançado em Edição Deluxe com 2 CDs, LP de vinil, LP picture disc de vinil, 1 CD e cassete, todos com uma nova mixagem de 2026.

Meu Deus, éramos garotos tão impacientes – Freddie Mercury

Queen II foi um passo vital na longa jornada rumo à explosão de maravilhas que eventualmente nos tornamos – Roger Taylor

Tínhamos o desejo de criar algo extraordinário. E conseguimos. – Brian May

Mais de meio século depois de os ter lançado ao estrelato, o majestoso segundo álbum do Queen, Queen II, foi remixado, remasterizado e expandido para um novo e luxuoso box set.

Considerado por muitos o álbum mais pesado do Queen, Queen II foi lançado originalmente em 1974 e amplamente aclamado como sua primeira verdadeira obra-prima. Com Brian May e Roger Taylor como produtores executivos, o álbum foi mixado de forma impressionante pela equipe de Justin Shirley-Smith, Joshua J Macrae e Kris Fredriksson.

O box de colecionador Queen II, com 5 CDs e 2 LPs, apresenta a mixagem de 2026 do álbum, além de gravações íntimas do Queen em estúdio, takes alternativos e demos inéditos, faixas ao vivo e gravações de programas de rádio.

O box de colecionador Queen II também inclui um livro de 112 páginas com fotografias nunca antes vistas, letras manuscritas, trechos de diários e memorabilia especial, bem como memórias dos membros da banda sobre a composição e gravação do álbum.

Queen II foi o maior salto que já demos, diz Brian May.

Foi quando realmente começamos a fazer música do jeito que queríamos, em vez de sermos forçados a gravá-la. Com o Queen II, eu não conseguia acreditar na quantidade de trabalho que investimos, acrescenta Roger Taylor.

Acho que sentíamos que estávamos desenvolvendo nosso próprio som. Estávamos sendo pioneiros nesse tipo de técnica de multitrack. Isso nos dava uma paleta sonora incrível, efeitos corais grandiosos com apenas três de nós cantando.

Queen II foi aclamado como a obra-prima da banda por muitos fãs ao longo dos anos, entre eles o lendário vocalista do Guns N’ Roses, Axl Rose, que disse sobre o álbum: Com o Queen, tenho o meu favorito: Queen II. Sempre que um novo álbum deles era lançado e trazia todos esses outros tipos de música, no começo eu gostava apenas de uma música ou outra. Mas depois de um tempo ouvindo, isso abria minha mente para muitos estilos diferentes. Isso é algo que eu sempre quis conseguir alcançar.

 

A tarefa de remixar Queen II para esta nova edição ficou a cargo da equipe de confiança formada por Justin Shirley-Smith, Joshua J Macrae e Kris Fredriksson, que trabalharam no relançamento de Queen I, bem como em vários outros lançamentos anteriores da banda, com Brian May e Roger Taylor atuando como produtores executivos.

A ideia era revelar mais da clareza das músicas, diz Justin Shirley-Smith sobre a abordagem deles. Em vez de adicionar algo, queríamos revelar mais do que já estava lá e obter o som desejado.

O esforço que a banda fez para alcançar o que alcançou com a tecnologia que tinham na época foi incrível. Algumas coisas estavam muito à frente do seu tempo. Trabalhar nisso foi como entrar em um mundo de maravilhas, diz Joshua J Macrae

O álbum de estreia autointitulado do Queen, de 1973, estabeleceu a banda como uma das vozes novas mais ousadas e singulares da música. Nem mesmo um processo de gravação conturbado, que resultou em um som com o qual a banda não estava satisfeita (posteriormente corrigido na reedição de 2024), conseguiu mascarar o brilho das canções, nem a ambição da banda por trás delas.

Para o álbum seguinte, gravado mais uma vez no Trident Studios, em Soho, com Roy Thomas Baker, co-produtor de Queen I, o Queen assumiu o controle do próprio destino. Eles já estavam incrivelmente entrosados ​​antes de começarem, com Father To Son e Ogre Battle fazendo parte dos shows ao vivo desde setembro de 1973. O resultado foi um álbum que não apenas descartou o modelo, mas o redesenhou em grande escala.

Lançado originalmente no Reino Unido em 8 de março de 1974, Queen II ainda soa extraordinário hoje. Ousado, corajoso e incrivelmente ambicioso, é a obra de uma banda cuja autoconfiança, visão e habilidade eram incomparáveis. Suas canções variam do intrincado e complexo ao cru e pesado, com vocais que atingem níveis quase operísticos e a lendária orquestra de guitarras de Brian May dando à banda um som único.

Assim como a icônica foto de Mick Rock que estampa a capa – revisitada pela própria banda quase dois anos depois no inovador videoclipe de Bohemian Rhapsody – Queen II é um álbum de sombras e luz.

Em vez dos tradicionais lados um e dois, no estilo extravagante característico do Queen, o álbum é dividido em Lado Branco e Lado Preto. O primeiro é dominado pelas canções de Brian May, incluindo a vibrante Father To Son e a etérea e celestial White Queen (As It Began), com a estridente, porém agridoce, The Loser In The End, de Roger Taylor, encerrando o lado branco.

O Lado Preto é dedicado às complexas incursões musicais de Mercury, desde a estrondosa Ogre Battle e a filigrana refinada de The Fairy Feller’s Masterstroke (inspirada em uma pintura do século XIX do artista excêntrico Richard Dadd) até a fanfarra quase mítica de Seven Seas Of Rhye, que deu à banda seu primeiro single de sucesso no Reino Unido. A peça central do Lado Preto foi The March Of The Black Queen, uma mini-épica em várias partes que, como grande parte de Queen II, apontava para o futuro glorioso do Queen.

A Marcha da Rainha Negra foi definitivamente uma precursora de Bohemian Rhapsody. “A mente de Freddie estava funcionando em um nível diferente, mesmo naquela época. Father To Son, The Fairy Feller’s Masterstroke – você pode ouvir as sementes do que estava por vir nessas músicas, diz Brian May.

Além da nova mixagem de 2026, a Edição de Colecionador de Queen II reformula o álbum em uma escala muito maior.

O CD 2: Queen II – Sessions é um tesouro para os fãs do Queen, apresentando uma versão completamente diferente e 100% inédita de cada música do álbum, na forma de gravações alternativas das sessões originais do Trident, completas com falsos começos, vocais guia, alguns erros e conversas fantásticas entre os quatro membros da banda no estúdio.

Individualmente e em conjunto, o CD Sessions apresenta uma lista de faixas alternativa que mostra como este álbum tão grandioso tomou forma. Algumas músicas, como “Father To Son” e “Some Day One Day”, apresentam vocais guia e seções musicais sutilmente diferentes das versões finais, enquanto outras, como “The Fairy Feller’s Master-Stroke” e “The March Of The Black Queen”, mostram o quarteto empenhado em aperfeiçoar a música que haviam composto.

“Essas gravações alternativas mostram o quanto a banda era dedicada e precisa”, diz Joshua J Macrae, que, junto com Justin Shirley-Smith e Kris Fredriksson, vasculhou dezenas de horas de gravações para encontrar as versões certas para incluir no CD.

O mais interessante é que o CD “Sessions” também inclui versões iniciais de duas músicas: uma versão solo de Brian May para “As It Began”, também conhecida como “White Queen”, de 1969, e duas versões demo solo de “Loser In The End”, de Roger Taylor, que mostram a evolução da música até sua versão final.

“As demos realmente mostram o que Brian e Roger estavam fazendo com as músicas antes do resto da banda se envolver”, diz Justin Shirley-Smith. “É uma visão fascinante de seus processos criativos.”

Essas faixas reveladoras não apenas desvendam o processo criativo da banda na época, mas os trechos de conversa e brincadeiras de estúdio no início e no final das faixas adicionam uma nova dimensão fascinante não só ao Queen II, mas à própria banda. “Essa coisa de estrela pop é demais para mim”, suspira Freddie Mercury em tom de brincadeira em certo momento. “Eu deveria voltar a fazer filmes adultos.” Isso mostra as amizades pessoais e artísticas da vida real que estavam no coração dessa banda lendária.

“Os fãs adoraram as brincadeiras e a interação na reedição do Queen I, e eu diria que provavelmente está ainda melhor aqui”, diz Kris Fredriksson. “Você consegue ouvir como eles se relacionavam, e é realmente fascinante de se ouvir.”

O CD Sessions também apresenta a suave e evocativa “Not For Sale (Polar Bear)”, uma música que a banda trabalhou durante as sessões de Queen II, mas nunca finalizou. “Sabíamos que essa música existia e que havia diferentes takes, mas eles nunca haviam definido uma faixa de acompanhamento definitiva para usar como base”, diz Kris Fredriksson. “Hoje temos tecnologia que não tínhamos há alguns anos, o que nos permitiu extrair o melhor do que eles tocaram e do que Freddie cantou.”

O CD 3: Queen II – Backing Tracks complementa tanto o álbum em si quanto o CD Sessions, oferecendo mixagens das músicas do álbum sem os vocais principais, destacando as performances musicais estelares dos membros da banda.

“As performances deles são absolutamente impressionantes”, diz Justin Shirley-Smith. “É o som de uma banda que tem total domínio de tudo o que está fazendo.”

CD4: Queen II – At The BBC reúne faixas de três sessões distintas que a banda gravou para os DJs da BBC Radio 1 e antigos fãs do Queen, John Peel e Bob Harris, no final de 1973 e início de 1974.

Duas faixas, o futuro lado B “See What A Fool I’ve Been” e uma versão instigante de “Ogre Battle”, foram gravadas para o programa Sounds Of The Seventies de Harris e para o programa de John Peel, respectivamente, em setembro e dezembro de 1973, meses antes do lançamento de Queen II e demonstrando o enorme salto que a banda havia dado em relação ao seu álbum de estreia. Outras duas faixas, “Nevermore” e “White Queen (As It Began)”, foram gravadas para Harris em abril de 1974 e capturam o Queen em plena forma para as gravações da BBC.

O CD At The BBC é complementado pela apresentação da banda no Golders Green Hippodrome em 13 de setembro de 1973, seis meses antes do lançamento de Queen II. Mais uma vez, suas oito faixas apresentam uma banda pronta para conquistar o futuro.

A Edição de Colecionador é complementada pelo CD 5: Queen II Live, uma coletânea das músicas do álbum gravadas em shows no lendário Rainbow Theatre, no norte de Londres, em 31 de março de 1974, e no Hammersmith Odeon, em dezembro do mesmo ano. Os destaques incluem uma versão eletrizante de “Father To Son”, a fantástica e frenética “The Fairy Feller’s Master-Stroke” e o épico yin-yang de “White Queen (As It Began)” e “The March Of The Black Queen”, que revelam todas as facetas da personalidade singular da banda.

“Nosso show inteiro é frenético, entramos, soltamos tudo, nos movimentamos bastante e depois saímos, deixando o público atônito e sem entender o que aconteceu”, disse Brian May em 1974.

A incrível história de Queen II é ainda mais detalhada pelo livro de 112 páginas incluído na Edição de Colecionador. Lançando uma nova luz sobre o álbum e a banda que o criou, a edição inclui uma série de fotografias inéditas da banda, incluindo fotos descartadas da lendária sessão de fotos de Mick Rock para a capa de Queen II. Os fãs do Queen ficarão maravilhados ao ver as letras e partituras manuscritas de Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor para as músicas do álbum, bem como trechos de diários, cartas para amigos e apoiadores e um tesouro de memorabilia, incluindo imagens de anúncios antigos e pôsteres de shows, transformando a Edição de Colecionador de Queen II em uma experiência multidimensional.

Cinquenta e dois anos após seu lançamento original, Queen II permanece o primeiro de muitos grandes ápices da carreira da banda, enviando uma mensagem ao mundo: “É isso que somos e é isso que podemos fazer.”

“Estávamos trilhando o caminho das vozes e da orquestração, e tudo isso era um sonho realizado”, diz Brian May. “Estava em nossas cabeças há tanto tempo, e finalmente conseguimos fazer acontecer.”

“Não acho que o álbum soe como qualquer outro”, diz Roger Taylor. “Criamos uma identidade própria, uma identidade de grupo, e simplesmente fazíamos o que sabíamos fazer.”

QUEEN II: Collector’s Edition 2026 Mix (5 CDs + 2 LPs)

CD1: Queen II – 2026 Mix
1    Procession
2    Father To Son
3    White Queen (As It Began)
4    Some Day One Day
5    The Loser in the End
6    Ogre Battle
7    The Fairy Feller’s Master-Stroke
8    Nevermore
9    The March of the Black Queen
10    Funny How Love Is
11    Seven Seas Of Rhye

CD2: Queen II – Sessions
1    Procession (Stage Intro Tape – April 1973)
2    Father To Son (Takes 4 & 9 – with Guide Vocal)
3    As It Began (Brian’s Studio Demo – October 1969)
4    Some Day One Day (Take 1 – with Guide Vocals)
5    The Loser In The End (Roger’s First Demo)
6    The Loser In The End (Roger’s Second Demo)
7    Ogre Battle (Takes 2 & 6 – with Guide Vocal)
8    The Fairy Feller’s Master-Stroke (Takes 4 & 9)
9    Nevermore (Take 6)
10    The March Of The Black Queen (First Section Takes 3 & 5)
11    The March Of The Black Queen (Second Section Take 1)
12    Funny How Love Is (Take 4)
13    Seven Seas Of Rhye (Takes 4, 5 & 6)
14    I Do Like To Be Beside The Seaside (Take 4)
15    See What A Fool I’ve Been (B-side Version 2026 Mix)
16    Not For Sale (Polar Bear)

CD3: Queen II – Backing Tracks
1    Procession
2    Father To Son
3    White Queen (As It Began)
4    Some Day One Day
5    The Loser in the End
6    Ogre Battle
7    The Fairy Feller’s Master-Stroke
8    Nevermore
9    The March of the Black Queen
10    Funny How Love Is
11    Seven Seas Of Rhye

CD4: Queen II – At The BBC
1    See What a Fool I’ve Been (BBC Session 2, July 1973 – 2011 Mix)
2    Ogre Battle (BBC Session 3, December 1973)
3    Nevermore (BBC Session 4, April 1974)
4    White Queen (As It Began) (BBC Session 4, April 1974)
5    Procession – Intro Tape (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)
6    Father To Son (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)
7    Son And Daughter (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)
8    Guitar Solo (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)
9    Son And Daughter – Reprise (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)
10    Ogre Battle (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)
11    Liar (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)
12    Jailhouse Rock (Live at Golders Green Hippodrome, 13th September 1973)

CD5: Queen II – Live
1    Procession – Intro Tape (Live at the Rainbow, March 1974)
2    Father To Son (Live at the Rainbow, March 1974)
3    Ogre Battle (Live at the Rainbow, March 1974)
4    White Queen (As It Began) (Live at the Hammersmith Odeon, December 1975)
5    The March Of The Black Queen (Live at the Rainbow, March 1974)
6    The Fairy Feller’s Master-Stroke (Live at the Rainbow, March 1974)
7    Seven Seas Of Rhye (Live at the Rainbow, March 1974)
8    See What A Fool I’ve Been (Live at the Rainbow, March 1974)

LP1: Queen II – 2026 Mix (Side White)
1    Procession
2    Father To Son
3    White Queen (As It Began)
4    Some Day One Day
5    The Loser in the End

LP2: Queen II – 2026 Mix (Side Black)
1    Ogre Battle
2    The Fairy Feller’s Master-Stroke
3    Nevermore
4    The March of the Black Queen
5    Funny How Love Is
6    Seven Seas Of Rhye

Additional Formats:

2x CD: Queen II: Deluxe Edition
CD1: Queen II – 2026 Mix
CD2: Queen II – Sessions

1x CD: Queen II – 2026 Mix CD 

1x LP Queen II – 2026 Mix

1x LP Queen II: Picture Disc – 2026 Mix
Queen Online Exclusive

1x Cassette: Queen II – 2026 Mix
Queen Online Exclusive

Disponível também para Download / Streaming / Atmos.

 

Créditos originais do álbum QUEEN II:

FREDDIE MERCURY – VOCAIS, PIANO/CRAVO BRIAN MAY – GUITARRAS, PIANO, VOCAIS, SINO JOHN DEACON – BAIXO, VIOLÃO ROGER TAYLOR – PERCUSSÃO, VOCAIS

PRODUZIDO POR ROY THOMAS BAKER E QUEEN PRODUÇÃO ADICIONAL POR ROBIN GEOFFREY CABLE E QUEEN ENGENHARIA DE SOM POR MIKE STONE NO TRIDENT STUDIOS, LONDRES

FOTOGRAFIA E DIREÇÃO DE ARTE POR MICK ROCK
CONCEITO DA CAPA POR MICK ROCK E QUEEN TIPOGRAFIA POR RIDGEWAY WATT

GERENCIAMENTO POR JACK NELSON

Castanholas virtuosas por Roy Thomas Baker… e ninguém tocou sintetizador… de novo

QUEEN II 2026 Créditos da Edição de Colecionador

PRODUTORES EXECUTIVOS: BRIAN MAY E ROGER TAYLOR

AGÊNCIA DA QUEEN: JIM BEACH E MATILDA BEACH

SUPERVISÃO DE CONTEÚDO: KRIS FREDRIKSSON, JUSTIN SHIRLEY-SMITH E GREG BROOKS

GERENCIAMENTO DE PROJETO: EMMA DONOGHUE

 

Fonte: www.queenonline.com

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅14/03 – Barley’s Pub – Piracicaba – São Paulo
📅15/03 – Festival Degusta Brasil – Ribeirão Preto – São Paulo
📅20/03 – Jump Barbecue – Jundiaí – São Paulo

 

Classical Queen

📅14/03 – Caetano’s Bar – São Paulo – São Paulo

📅14/03 – Manifesto Bar – São Paulo – São Paulo

 

Elisabeth Queen Tribute Band Brazil

📅14/03 – Teatro Marajoára – Lages – Santa Catarina

 

Opera Queen

📅20/03 – Teatro Procópio Ferreira – Guarujá – São Paulo

 

Queen Music Tribute

📅14/03 – Teatro Bor – Vila Mariana – São Paulo – São Paulo

📅20/03 – Teatro Adamastor – Guarulhos – São Paulo

 

Queen Of Magic

📅20/03 – Galpão 17 – Brasília – Distrito Federal

 

Special Queen

📅14/03 – Grainnes Pub – Campinas – São Paulo

📅15/03 – Champions Beer – Ribeirão Preto – São Paulo
📅20/03 – Golden Shopping – São Bernardo do Campo – São Paulo

 

Thiago Millores

📅20/03 – Coordenadas Bar – Botafogo – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Fonte: Instagram das bandas e cantores

QUEEN II: Brian May Unboxing
Antes do lançamento do box set Queen II remixado, remasterizado e expandido, Brian May faz um unboxing exclusivo para revelar os tesouros que ele contém.

 

 

O majestoso segundo álbum do Queen, Queen II (1974), remixado, remasterizado e expandido, será lançado em 27 de março.

A edição de colecionador do Queen II inclui a mixagem de 2026 do álbum, além de áudios exclusivos dos bastidores da gravação do Queen no estúdio, gravações inéditas, demos, faixas ao vivo e gravações de programas de rádio. A caixa também vem com um livro de 112 páginas com fotografias nunca antes vistas, letras manuscritas, trechos de diários e itens especiais.

Pré-venda do Queen II 2026 Mix em https://Queen.lnk.to/QueenII2026Mix

 

Fonte: www.queenonline.com

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅07/03 – Clay Highway – Curitiba – Paraná
📅08/03 – Torresmo Fest – Curitiba – Paraná
📅12/03 – Festival do Burger e Churros – Tatuí – São Paulo
📅13/03 – Torresmo Fest  – Londrina – Paraná

 

Classical Queen

📅07/03 – Teatro Mooca – São Paulo – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅07/03 – Teatro J. Safra – São Paulo – São Paulo

 

 

Lurex

📅07/03 – Beerstock – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅08/03 – Festival Sobre Rodas – Shopping Estação BH – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Queen Of Magic

📅07/03 – Trend’s Rock Bar – Gama – Distrito Federal

📅13/03 – London Street Pub – Brasília – Distrito Federal

Special Queen

📅07/03 – Seven Hands – Cervejaria Artesanal – Americana –São Paulo

📅08/03 – GoPub Brooklin – Brooklin –São Paulo

📅13/03 – Lata Velha – Osasco –São Paulo

 

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Brian May e Roger Taylor recordam processo de composição e gravação de música que se tornou uma das maiores ‘collabs’ da história

Em 1981, Queen e David Bowie eram dois dos maiores nomes em atividade na música. Por uma coincidência geográfica, banda e astro se encontraram na Suíça e protagonizaram uma das “collabs” mais famosas da história: o hit “Under Pressure”.

No entanto, o nascimento da canção não foi tão simples assim. A gravação quase acabou em treta.

O Queen estava em seu estúdio, em Montreux, quando Bowie passou pela cidade e foi convidado pelo empresário Dave Richards a se encontrar com a banda.

O baterista Roger Taylor relembrou esse episódio ao canal oficial do Queen no YouTube, na série “Queen the Greatest” (via Business Insider):

“Bem, acho que o processo foi que estávamos todos bêbados, no estúdio, só por diversão, tocando todo tipo de música antiga. Lembro de algumas músicas antigas do Cream e de tudo o que nos veio à cabeça, e acho que o David disse: ‘Espera aí, por que não compomos uma nossa?’.”

Coube ao baixista John Deacon surgir com o riff de abertura que se tornaria icônico com o sucesso mundial de “Under Pressure”. Porém, Queen e Bowie decidiram fazer uma pausa para lanchar e, no retorno, o músico havia esquecido como tocá-lo.

Enquanto a banda tentava retomar a ideia de Deacon, Brian May percebeu que David Bowie já estava esboçando todo o restante da música e sabia exatamente onde queria chegar com ela, inclusive acrescentando as famosas palmas que também aparecem na abertura.

O guitarrista recorda:

“Naquela época, David estava muito apaixonado por isso, e ele tinha uma visão muito clara na cabeça dele, eu acho.”

David Bowie em tensão com o Queen
A partir daí, Bowie assumiu as rédeas do processo e passou a impor suas decisões também em relação ao direcionamento lírico de “Under Pressure”.

De acordo com Brian May, em condições normais o Queen não teria cedido às vontades de um artista outsider, de fora do grupo, mas todos perceberam, não sem um pouco de vaidade, que o melhor era acatar o caminho escolhido por Bowie.

O guitarrista elaborou a respeito em entrevista à Ultimate Classic Rock:

“David nos disse que queria assumir a faixa, porque sabia do que queria que ela tratasse. Todos recuamos, e David escreveu uma letra que agora se concentrava na parte ‘Under Pressure’. Era incomum para todos nós abrirmos mão do controle daquele jeito, mas, na verdade, David estava tendo um momento genial – porque essa é uma letra muito reveladora.”

Um hit para Bowie chamar de seu
Após a gravação, David Bowie também liderou as sessões de mixagem e fez de “Under Pressure” uma música quase inteiramente sua, apesar de ter sido lançada oficialmente no álbum Hot Space (1982), do Queen.

O single chegou ao topo das paradas no Reino Unido e ao 26º lugar nos Estados Unidos. Bowie incorprou “Under Pressure” a seu repertório ao vivo e a tocou inúmeras vezes, inclusive no show tributo a Freddie Mercury, em 1992, no estádio de Wembley, em Londres, após o cantor ter falecido no ano anterior.

 

Fonte: www.terra.com.br

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅21/02 – Expo Fest – Boituva – São Paulo

📅26/02 – Tivoli Shopping – Santa Bárbara D’Oeste – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend + Lady in Hell

📅21/02 – St. Patrick – Tatuapé – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

📅21/02 – The Rock Bar – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Vocalista: Fabrício Fonseca

 

Queen Vision

📅21/02 – Bar Bukowski – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Special Queen

📅21/02 – Mister Rock Bar – São Paulo –São Paulo

📅27/02 – Vikings Pub – Goiânia –Goiás

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Meu Deus, éramos garotos tão impacientes – Freddie Mercury

Queen II foi um passo vital na longa jornada rumo à explosão de maravilhas que eventualmente nos tornamos – Roger Taylor

Tínhamos o desejo de criar algo extraordinário. E conseguimos. – Brian May

Mais de meio século depois de os ter lançado ao estrelato, o majestoso segundo álbum do Queen, Queen II, foi remixado, remasterizado e expandido para um novo e luxuoso box set.

Considerado por muitos o álbum mais pesado do Queen, Queen II foi lançado originalmente em 1974 e amplamente aclamado como sua primeira verdadeira obra-prima. Com Brian May e Roger Taylor como produtores executivos, o álbum foi mixado de forma impressionante pela equipe de Justin Shirley-Smith, Joshua J Macrae e Kris Fredriksson.

O box de colecionador Queen II contém 5 CDs e 2 LPs, apresenta a mixagem de 2026 do álbum, além de gravações íntimas do Queen em estúdio, takes alternativos e demos inéditos, faixas ao vivo e gravações de programas de rádio. Também inclui um livro de 112 páginas com fotografias nunca antes vistas, letras manuscritas, trechos de diários e memorabilia especial, bem como memórias dos membros da banda sobre a composição e gravação do álbum.

Queen II foi o maior salto que já demos. Foi quando realmente começamos a fazer música do jeito que queríamos, em vez de sermos forçados a gravá-la, diz Brian May.

 

Com o Queen II, eu não conseguia acreditar na quantidade de trabalho que investimos. Acho que sentíamos que estávamos desenvolvendo nosso próprio som. Estávamos sendo pioneiros nesse tipo de técnica de multitrack. Isso nos dava uma paleta sonora incrível, efeitos corais grandiosos com apenas três de nós cantando, acrescenta Roger Taylor.

Pré-encomende o seu aqui.

Queen II foi aclamado como a obra-prima da banda por muitos fãs ao longo dos anos, entre eles o lendário vocalista do Guns N’ Roses, Axl Rose, que disse sobre o álbum:

Com o Queen, tenho o meu favorito: Queen II. Sempre que um novo álbum deles era lançado e trazia todos esses outros tipos de música, no começo eu gostava apenas de uma música ou outra. Mas depois de um tempo ouvindo, isso abria minha mente para muitos estilos diferentes. Isso é algo que eu sempre quis conseguir alcançar.

 

 

A tarefa de remixar Queen II para esta nova edição ficou a cargo da equipe de confiança formada por Justin Shirley-Smith, Joshua J Macrae e Kris Fredriksson, que trabalharam no relançamento de Queen I, bem como em vários outros lançamentos anteriores da banda, com Brian May e Roger Taylor atuando como produtores executivos.

A ideia era revelar mais da clareza das músicas. Em vez de adicionar algo, queríamos revelar mais do que já estava lá e obter o som desejado, diz Justin Shirley-Smith sobre a abordagem deles.

O esforço que a banda fez para alcançar o que alcançou com a tecnologia que tinham na época foi incrível. Algumas coisas estavam muito à frente do seu tempo. Trabalhar nisso foi como entrar em um mundo de maravilhas, diz Joshua J Macrae.

O álbum de estreia autointitulado do Queen, de 1973, estabeleceu a banda como uma das vozes novas mais ousadas e singulares da música. Nem mesmo um processo de gravação conturbado, que resultou em um som com o qual a banda não estava satisfeita (posteriormente corrigido na reedição de 2024), conseguiu mascarar o brilho das canções, nem a ambição da banda por trás delas.

Para o álbum seguinte, gravado mais uma vez no Trident Studios, em Soho, com Roy Thomas Baker, co-produtor de Queen I, o Queen assumiu o controle do próprio destino. Eles já estavam incrivelmente entrosados ​​antes de começarem, com Father To Son e Ogre Battle fazendo parte dos shows ao vivo desde setembro de 1973. O resultado foi um álbum que não apenas descartou o modelo, mas o redesenhou em grande escala.

Eu queria dar tudo de mim – ser indulgente comigo mesmo. Mas a banda toda, em particular, não faz nada pela metade e eu sou muito exigente comigo mesmo. Não há concessões, disse Freddie Mercury na época.

Lançado originalmente no Reino Unido em 8 de março de 1974, Queen II ainda soa extraordinário hoje. Ousado, corajoso e incrivelmente ambicioso, é a obra de uma banda cuja autoconfiança, visão e habilidade eram incomparáveis. Suas canções variam do intrincado e complexo ao cru e pesado, com vocais que atingem níveis quase operísticos e a lendária orquestra de guitarras de Brian May dando à banda um som único.

Assim como a icônica foto de Mick Rock que estampa a capa – revisitada pela própria banda quase dois anos depois no inovador videoclipe de Bohemian Rhapsody – Queen II é um álbum de sombras e luz.

Em vez dos tradicionais lados um e dois, no estilo extravagante característico do Queen, o álbum é dividido em Lado Branco e Lado Preto. O primeiro é dominado pelas canções de Brian May, incluindo a vibrante Father To Son e a etérea e celestial White Queen (As It Began), com a estridente, porém agridoce, The Loser In The End, de Roger Taylor, encerrando o lado branco.

O Lado Preto é dedicado às complexas incursões musicais de Mercury, desde a estrondosa Ogre Battle e a delicada filigrana de The Fairy Feller’s Masterstroke (inspirada em uma pintura do século XIX do artista excêntrico Richard Dadd) até a fanfarra quase mítica de Seven Seas Of Rhye, que deu à banda seu primeiro single de sucesso no Reino Unido. A peça central do Lado Preto era “The March Of The Black Queen”, uma mini-epopeia em várias partes que, como grande parte de Queen II, apontava para o futuro glorioso do Queen.

The March Of The Black Queen foi definitivamente uma precursora de Bohemian Rhapsody. A mente de Freddie estava funcionando em um nível diferente, mesmo naquela época. Father To Son, The Fairy Feller’s Masterstroke – você pode ouvir as sementes do que estava por vir nessas músicas, diz Brian May.

 

Fonte: www.queenonline.com

Em comemoração ao dia dos Namorados que é comemorado no dia 14 de fevereiro em várias partes do mundo, o Queen, através do seu perfil oficial lançou uma playlist no Spotify relacionado ao tema.

 

Veja e salve a playlist abaixo:

 

Fonte: www.queenonline.com

O baterista do Queen, Roger Taylor, compartilhou seu primeiro single solo em cinco anos, a música de protesto Chumps.

Sem poupar nenhum golpe nas letras, a lamentosa Chumps conta com Roger Taylor cantando os vocais principais em meio a pequenas doses de sintetizadores.

Taylor, de 76 anos, compartilhou a música com a legenda simples Preciso dizer algo…, e a própria faixa está repleta de críticas ácidas a uma pessoa no poder que Taylor considera um homem superficial, desprovido de empatia e um desastre ambulante.

Taylor tem um longo histórico de lançamentos de músicas com forte teor político, incluindo Gangsters are Running This World (2019), Dear Mr. Murdoch (1994) e Nazis (1994).

 

Letra e tradução de ‘Chumps’ 

A man of no morality

Um homem sem moral

 

Of no real quality

Sem qualidades reais

 

A shallow man

Um homem superficial

 

A man, devoid of empathy

Um homem desprovido de empatia

 

No trace of sympathy

Nenhum traço de compaixão

 

A callow man

Um homem imaturo

 

A man, with no humanity

Um homem sem humanidade

 

Of endless vanity

De vaidade infinita

 

A swollen man

Um homem arrogante

 

A one-man calamity,  catastrophe

Uma calamidade ambulante, uma catástrofe

 

No trace of sanity, an empty shell

Nenhum traço de sanidade, uma casca vazia

 

We’re drowning in yourself regard

Estamos nos afogando em sua autoestima

 

We’re drowning in your lies

Estamos nos afogando em suas mentiras

 

We drown in your pomposity

Nos afogamos em sua pompa

 

In your atrocities

Em suas atrocidades

 

We drown

Nos afogamos

 

A man, of truthless vanities

Um homem de vaidades sem verdade

 

Of countless fantasies

De inúmeras fantasias

 

A nothing man

Um homem insignificante

 

 

A man, of greed and treachery

Um homem de ganância e traição

 

Of mindless lechery

De lascívia desenfreada

 

No kind of man

Nenhum tipo de homem

 

You men, of no morality

Vocês, homens sem moral

 

Your popularity, an endless mystery

Sua popularidade, um mistério sem fim

 

Fonte: www.hellorayo.co.uk