Freddie Mercury faleceu em 1991, e deixou para trás um legado inegável para a comunidade artística e a cultura pop. Até hoje, os hits do cantor são ouvidos no mundo todo

Assim como muitas outras estrelas, Freddie Mercury brilhou forte e morreu jovem. O artista faleceu devido a uma broncopneumonia causada pela AIDS.

O cantor ganhou uma homenagem recente no filme Bohemian Rhapsody, no qual foi interpretado por Rami Malek, que ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance.

No entanto, uma das partes mais tristes da história de Freddie Mercury foi deixada de fora do filme; confira abaixo!

Preconceito e tristeza

Freddie Mercury, assim como inúmeros homens e mulheres nos anos 80, não foi apenas uma vítima de uma pandemia, mas das falhas e do descaso de um governo que ignorou o sofrimento de seus cidadãos.

A incompetente e cruel resposta inicial do governo britânico e organizações de saúde mundiais à pandemia do HIV ajudou a selar o destino do vocalista do Queen. E nada disso foi mostrado em Bohemian Rhapsody.

Nos anos 80, quando a epidemia de HIV começou a ser sentida nos Estados Unidos e Inglaterra, os governos apenas viraram as costas para aqueles que sofriam.

Obviamente, isso aconteceu pois as primeiras comunidades afetadas já eram estigmatizadas e sofriam com o preconceito da sociedade geral.

Grande parte do público acreditava que as pessoas contraíam HIV como uma espécie de “punição”, já que se envolviam em “comportamentos de risco”. A AIDS não era vista como uma ameaça para “pessoas normais”.

Sendo assim, governos e a sociedade civil deixaram as vítimas do HIV à sua própria sorte. Na época, o preconceito era tão grande, que a doença passou a ser conhecida como GRID, uma sigla que significa “imunodeficiência relacionada aos gays”.

O primeiro caso de HIV reportado no Reino Unido aconteceu em 1981. Em 1985, a então primeira ministra Margaret Thatcher tentou impedir uma campanha para a promoção do sexo seguro e uso de camisinha. Para ela, isso influenciaria os adolescentes a fazerem sexo.

A resposta absurda do governo fez aumentar os números de vítimas fatais da doença e seus desdobramentos. A catástrofe de saúde pública matou mais de 36 milhões de pessoas no mundo todo, um saldo de mortes que se equipara ao da Primeira Guerra Mundial.

Bohemian Rhapsody

Esse preconceito da sociedade e resposta pífia do governo deixou Freddie Mercury e outros homens em uma situação precária.

Sem informações sobre os métodos de contágio e a prevenção, a exposição ao vírus era excessiva e perigosa.

Diagnosticado em 1987, Mercury não viveu para presenciar a criação do coquetel antiretroviral que poderia ter salvado sua vida.

O vocalista do Queen não sofreu apenas com os efeitos do HIV, mas também com a intolerância da sociedade.

Nada disso é mostrado em Bohemian Rhapsody, que cita a homofobia de maneira extremamente sutil — o que pode até ter passado despercebido pelos fãs.

Em 1988, o Reino Unido promulgou uma notória lei anti-gay, que declarava que “o estilo de vida homossexual não deveria ser divulgado na sociedade”. A lei continuou em vigor por mais de 10 anos.

Quando Freddie Mercury morreu em 1991, os outros integrantes do Queen sentiram que era necessária a realização de uma entrevista que explicitou que a morte de Freddie foi culpa do próprio cantor, produto de sua rotina hedonista.

Em Bohemian Rhapsody, o filme também dá a entender que Freddie Mercury foi o culpado por sua morte. Após abandonar a banda para fazer um álbum solo, ele é “seduzido pelo mundo gay”.

Muitos fãs ainda esperam uma cinebiografia de Freddie Mercury que mostre o quanto o cantor sofreu com a homofobia e preconceito da sociedade.

 

Fonte: https://observatoriodocinema.uol.com.br

 

 

O Capital Inicial realizou, na noite deste domingo (3), uma live com show pela internet. A apresentação foi transmitida pelo YouTube e pelo canal de TV pago Multishow.

No Twitter, alguns fãs reagiram. “Meu Deus meu ouvido apodreceu”, disse uma internauta. “Pow Dinho aí não tem como defender”, afirmou outra. “Gosto do Capital demais, mas isso não foi uma boa ideia messssmo”, comentou uma terceira. “Digamos que não foi a melhor performance da música”, apontou mais um.

Veja, abaixo, o trecho em questão da performance de “Bohemian Rhapsody”, do Queen:

Fonte: https://www.queennet.com.br

É considerado um dos melhores shows da carreira do Queen. Foi no Rio de Janeiro, em 1985, há 35 anos, e foi inesquecível!!

O Queen marcou de forma indiscutível a primeira edição do Rock in Rio, no Rio de Janeiro, em janeiro de 1985.

Num festival que teve shows como AC/DC, Iron Maiden ou Gilberto Gil, atraindo um milhão e meio de espectadores, o Queen tocaram por duas vezes, nos dias 11 e a 18 de janeiro, cumprindo na Cidade Maravilhosa duas datas de shows do “The Works”, álbum de 1984 que incluía temas como ‘I Want to Break Free’ e ‘Radio Gaga’.

Na primeira noite estavam na “Cidade do Rock” cerca de 250 mil pessoas, o maior público da história do Queen.

Em 2015, Brian May confessou ter muitas recordações desse espetáculo: “Todos os sons e todas as músicas me marcaram, mas sobretudo ‘Love of My Life‘”. É de arrepiar.

Set List:

Machines (Or Back To Humans)
Tie Your Mother Down
Seven Seas Of Rhye
Keep Yourself Alive
Liar
It’s A Hard Life
Now I’m Here
Is This The World We Created…?
Love Of My Life
Brighton Rock
Hammer To Fall
Bohemian Rhapsody
Radio Ga Ga
I Want To Break Free
We Will Rock You
We Are The Champions
God Save The Queen

 

Fonte: https://www.msn.com

 

Em entrevista ao site www.billboard.com, Roger Taylor citou o cancelamento de uma “turnê sul-americana” este ano. Será que teremos Queen + Adam Lambert no Brasil em 2021?

Embora Roger esteja dando dicas de bateria via Instagram durante a quarentena, ele espera que o Queen + Adam Lambert esteja de volta à estrada no próximo ano. “Tivemos que cancelar nossa turnê de verão e a turnê sul-americana. Basicamente, cruzamos os dedos que tudo foi adiado para o próximo ano – mas isso é uma aposta”, ele admite. “Não sei se haverá shows no próximo ano, mas suspeito que haverá.”

 

Fonte: www.billboard.com

 

Freddie Mercury faleceu em 1991, e deixou para trás um legado inegável para a comunidade artística e a cultura pop. Até hoje, os hits do cantor são ouvidos no mundo todo

O cantor ganhou uma homenagem recente no filme Bohemian Rhapsody, no qual foi interpretado por Rami Malek, que ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance.

Assim como muitas outras estrelas, Freddie Mercury brilhou forte e morreu jovem. O artista faleceu devido a uma broncopneumonia causada pela AIDS.

A vida amorosa de Freddie Mercury já foi tema de várias reportagens e documentários, com grande parte das informações vindas de Peter Freestone, amigo de longa data e o último assistente do cantor.
Peter revelou qual era o tipo de homem que Freddie Mercury não resistia; confira abaixo!

Paixão 

Segundo Peter Freestone, Freddie Mercury tinha uma queda especial por motoqueiros. O icônico vocalista do Queen não resistia a homens que dirigiam motocicletas e usavam roupas de couro.

O assistente também contou que Freddie encontrou um amante no Texas que correspondia a essas exatas características, apelidado de “Barman Vince”.

“Freddie não resistia a motoqueiros. Em Dallas, por exemplo, nós sempre íamos aos bares com uma limusine e ele sempre voltava de moto”, revelou o assistente.

 

O affair entre Freddie e o motociclista barman foi compartilhado também por uma conta no Instagram reservada a imagens do vocalista do Queen.

A história vem junto com uma foto de Freddie Mercury, trajado em couro. O registro foi feito em 1981, em Buenos Aires.

 

Fonte: https://observatoriodocinema

 

A música é um elemento essencial para conectar pessoas e, quando aliada à sétima arte, o sucesso é garantido! Ao longo da história do cinema, diversos filmes atraíram fãs seja contando a vida de astros dos palcos, seja com enredos originais com muito ritmo. Confira a seguir uma lista com títulos do Telecine para você curtir um verdadeiro show sem sair de casa.

Música e cinema são duas artes que, quando unidas, têm um poder imbatível de dar aquela dose extra de ânimo. Através de cinebiografias ou de obras completamente ficcionais, os espectadores apreciam um verdadeiro show sem sair do sofá. O Purepeople se uniu ao Telecine e traz, na lista a seguir, 8 obras disponíveis no streaming do canal, na Cinelist Filmes Que Valem Por Um Show , que são autênticos espetáculos de música. Prepare sua pipoca e vem ver!

1 – Elis (2016)

Com Andreia Horta no papel da cantora, considerada referência na música brasileira até os dias atuais, a produção traz grandes performances da atriz nos vocais. Para o papel, ela fez aulas intensivas de canto por três meses. O resultado foi premiado: a mineira é dona do Kikito de Melhor Atriz pelo Festival de Gramado de 2016 e o longa levou como Melhor Filme.

O filme 'Elis' é um verdadeiro show de música
O filme ‘Elis’ é um verdadeiro show de música

2 – Mary Poppins (1964)

O clássico dos cinemas mostrou, já na década de 60, todo o poder de transformação trazida pela música. Depois que Mary Poppins (Julie Andrews) se torna babá da família do banqueiro George Banks (David Tomlinson), toda a rotina da família se altera positivamente.

O clássico Mary Poppins conquista fãs de todas as idades
O clássico Mary Poppins conquista fãs de todas as idades

3 – Nina (2016)

Inspirado na história de uma das mais marcantes do vozes do soul e R&B dos EUA, Nina Simone. A norte-americana também teve um papel fundamental na batalha pelos direitos civis dos afro-americanos. “Ela é essencial para a história americana, principalmente como mulher”, declarou a intérprete da cantora no longa, Zoe Saldana.

'Nina' traz a história da cantora Nina Simone, referência até hoje na música internacional
‘Nina’ traz a história da cantora Nina Simone, referência até hoje na música internacional

4 – Moulin Rouge! (2001)

Verdadeiros clássicos internacionais, de Elton John a Madonna, são interpretados no longa protagonizado por Nicole Kidman e Ewan McGregor. No famoso Moulin Rouge, o jovem Christian se apaixona pela cortesã Satine, estrela do local. Com dois Oscars e diversos prêmios, a produção é a pedida certa para quem ama musicais com aquele toquezinho de drama.

'Moulin Rouge!' é um clássico para quem ama musicais
‘Moulin Rouge!’ é um clássico para quem ama musicais

5 – Tim Maia (2013)

Baseado na biografia “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta, o longa percorre cinco décadas da trajetória intensa e cheia de personalidade do carioca. Intérprete do “Síndico”, apelido carinhoso dado por Jorge Ben Jor para o amigo, na segunda fase do longa, Babu Santana foi premiado por sua atuação no projeto no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2015.

O filme 'Tim Maia - Não há Nada Igual' dá um show de música
O filme ‘Tim Maia – Não há Nada Igual’ dá um show de música

6 – RocketMan (2019)

Vencedor do Oscar de Melhor Canção Original, o filme apresenta a vida de Elton John desde os primeiros anos de vida até a fama, mostrando também situações difíceis – como sua reabilitação – que o fizeram crescer e se transformar no ícone do pop atual. Taaron Egerton, intérprete do astro, usa sua própria voz no longa e foi aconselhado pelor John a interpretá-lo sem fazer uma cópia extremamente verossímil, criando sua própria versão.

'Rocketman', filme com a história de Elton John, é um espetáculo musical
‘Rocketman’, filme com a história de Elton John, é um espetáculo musical

7 – Bohemian Rhapsody (2018)

A banda que revolucionou o cenário musical na década de 70 também fez história no cinema. O filme que traz a história do Queen, formado por Freddie Mercury (Rami Malek), Brian May (Gwilym Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joe Mazzello), se tornou a cinebiografia mais vista do cinema mundial e levou para casa nada menos que quatro Oscars.

'Bohemian Rhapsody' traz a história do Queen
‘Bohemian Rhapsody’ traz a história do Queen

8 – La La Land (2016)

Vencedor de 6 Oscars, o musical estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling já conquista os fãs de música por se passar em Los Angeles, cidade considerada a capital mundial do entretenimento. A aspirante a atriz Mia e o pianista de jazz Sebastian tentam perseguir seus respectivos sonhos de carreira e, ao mesmo tempo, passam a descobrir mais um sobre o outro, engrenando um romance.

O filme 'La la land' é pura música!
O filme ‘La la land’ é pura música!

9 – Minha Fama de Mau (2017)

Inspirado na autobiografia homônima de Erasmo Carlos, o longa mostra os encontros e desencontros do cantor, vivido por Chay Suede, com outros nomes da música brasileira, como Roberto Carlos (Gabriel Leone) e Tim Maia (Vinicius Alexandre) e Wanderleia (Malu Rodrigues). O tom descontraído e os sucessos da Jovem Guarda embalam a trama!

O filme 'Minha Fama de Mau' traz a trajetória musical de Erasmo Carlos
O filme ‘Minha Fama de Mau’ traz a trajetória musical de Erasmo Carlos

10 – Footloose (2011)

A paixão por dança de Ren (Kenny Wormald) certamente vai te fazer levantar do sofá ou pelo menos ficar batendo o pé enquanto você está com a pipoca na mão. O filme traz a história do jovem, recém-chegado em uma cidade do interior na qual dança e música alta estão duramente proibidas pelo reverendo local. Determinado, o protagonista desafia as regras e acaba vivendo uma história de amor com Ariel (Julianne Hough), filha do autoritário líder.

'Footloose' é a mistura perfeita de humor, romance e música
‘Footloose’ é a mistura perfeita de humor, romance e música

 

Fonte: www.purepeople.com.br/

 

O “Freddie Mercury’s Royal Recipes” é um trabalho único, repleto de tudo o que Freddie adorava comer, além de fotografias autênticas e muitas histórias interessantes, dentro e fora do palco.

O livro foi escrito por Peter “Phoebe” Freestone, assistente pessoal de Freddie de 1980 até sua morte em 1991.

Freddie era um indivíduo extravagante que gostava tanto de comida quanto de música e moda. Poucas pessoas sabem, no entanto, o que ele realmente gostava de comer e beber, ou qual era sua refeição favorita.

Receita de exemplo:

COGUMELOS MARINADOS
Essa entrada simples era a favorita na hora do almoço, quando Freddie tinha apenas alguns convidados e queria lhes dar algo extra!

PREPARAÇÃO:
Aqueça o óleo em uma frigideira grande, adicione o bacon e frite até que a gordura comece a sair do bacon. Adicione os cogumelos e o alho; cozinhe por alguns minutos até que os cogumelos fiquem macios, mexendo a mistura com frequência.

Despeje o vinho e aumente o fogo para que borbulhe, abaixe um pouco o fogo e reduza o líquido até que fique como xarope. Tempere e retire do fogo e deixe a mistura esfriar. Coloque quantidades iguais de alface em pequenos pratos e despeje os cogumelos sobre ela.

 

Fonte: Rodrigo Renald via Grupo de WhatsApp Queen Net

 

Os membros restantes do Queen e o cantor Adam Lambert têm uma mensagem para os trabalhadores na linha de frente da luta com o COVID-19: “Vocês são os campeões”

Nesta foto de arquivo de 28 de setembro de 2019, Adam Lambert, à esquerda, e Brian May, do Queen, se apresentam no Global Citizen Festival em Nova York. Lambert e May, juntamente com o colega de banda Roger Taylor, se reuniram recentemente para gravar uma nova versão do clássico do Queen, "We Are the Champions". "You are the champion" foi lançado no início da sexta-feira em todos os serviços de streaming e download, com receitas provenientes do Fundo de Resposta de Solidariedade COVID-19 da Organização Mundial da Saúde. (Foto de Charles Sykes / Invision / AP, arquivo)
Nesta foto de arquivo de 28 de setembro de 2019, Adam Lambert e Brian May se apresentam no Global Citizen Festival em Nova York. Lambert e May, juntamente com o colega de banda Roger Taylor, se reuniram recentemente para gravar uma nova versão do clássico do Queen, “We Are the Champions”. “You are the champion” foi lançado no início da sexta-feira em todos os serviços de streaming e download, com receitas provenientes do Fundo de Resposta de Solidariedade COVID-19 da Organização Mundial da Saúde. (Foto de Charles Sykes / Invision / AP, arquivo)

LONDRES – Queen e o cantor Adam Lambert têm uma mensagem para os trabalhadores na linha de frente da luta com o COVID-19: “Vocês são os campeões”.

Brian May, Roger Taylor e Lambert recentemente se reuniram virtualmente para gravar uma nova versão do clássico do Queen, “We Are the Champions”.

“Você é o campeão” foi lançado no início da sexta-feira em todos os serviços de streaming e download, com receitas provenientes do Fundo de Resposta de Solidariedade COVID-19 da Organização Mundial da Saúde.

“Eu pensei que esta é uma ótima maneira de usar o legado que temos de fazer algo de bom no mundo”, disse May.

“Sabe, não precisamos mais ganhar dinheiro. Não precisamos ser mais famosos. Precisamos usar o que temos da melhor maneira possível. ”

Para May, o lançamento chega em um momento de grande tristeza. O guitarrista no início desta semana perdeu um amigo que ele comparava como um irmão para ele, para o vírus.

“É o mais próximo que esta doença me chega fisicamente”, disse ele, acrescentando que isso dá um significado real aos números de mortes transmitidas diariamente na televisão.

“Cada uma delas é uma tragédia familiar”, disse May. “Cada uma dessas pessoas perde um ente querido.
“Acho que psicologicamente a raça humana será muito prejudicada.”

Para Taylor, a música também tem significado pessoal, pois sua filha Rory Eleanor Taylor trabalha como médica em um hospital de Londres.

“Ela está no vídeo com seus pequenos cartões, exibindo conselhos sobre isolamento etc.”
O videoclipe mostra cuidadores e trabalhadores da linha de frente de todo o mundo, bem como cenas vazias da cidade e a banda se apresentando em suas casas.

Para a maioria das pessoas, o novo coronavírus causa sintomas leves ou moderados, como febre e tosse, que desaparecem em duas a três semanas. Para alguns, especialmente idosos e pessoas com problemas de saúde existentes, pode causar doenças mais graves ou fatais, incluindo pneumonia.

Lambert, que se juntou à faixa de sua casa em Los Angeles, acha que a música realmente atinge uma nota positiva de que todos estão juntos nisso.

“Existe uma sensação de unidade que está acontecendo em todo o mundo, apesar de ser em um momento negativo e assustador”, disse Lambert. “Acho que todos estamos nos entendendo um pouco mais agora. E está meio que nivelando tudo um pouco. ”

É apenas através da nossa conexão e do nosso amor um pelo outro que vamos superar isso juntos ”, disse ele.

A banda espera que o single de caridade forneça algum consolo depois que a pandemia os forçou a cancelar os 27 shows do Reino Unido e da Europa na sua maior turnê de todos os tempos.
“Foi muito doloroso ter que deixar isso para lá. Remarcamos para o próximo ano e todos estamos cruzando os dedos. Não sabemos, não é? Não sabemos se será apropriado juntar milhares de pessoas em um local, mesmo daqui a 12 meses ”, disse May.
Taylor continua otimista de que a música ao vivo sobreviverá.
“Não acredito que os festivais e a música ao vivo não voltem. Faz parte do nosso … DNA realmente agora. ”
Enquanto isso, Taylor e May permanecem presos em suas respectivas casas no Reino Unido. Como muitos, May está lutando com a perda da liberdade.

“Não fica mais fácil com o passar do tempo. Está piorando. Sinto que tudo pelo que trabalhei na minha vida foi retirado e colocado em algum lugar onde não consigo alcançá-lo ”, disse ele. Nem tudo é ruim, como Taylor observou. “Acho que as pessoas encontraram muitas coisas boas para fazer”, disse ele. “Acho que houve muito mais contato entre famílias e amigos”.

 

Fonte: https://abcnews.go.com/

 

Com o isolamento social, provocado pela pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas estão sem o que fazer em casa. O tédio se tornou uma sensação natural. Por isso, vale tudo para voltar a dar embalo à vida – até mesmo recriar capas de álbuns clássicos.

O chef Tom Browne compilou, para o site da revista Classic Rock, várias dessas recriações que circulam na internet. Há imagens de discos como “In the Court of the Crimson King” (King Crimson), “Queen II” (Queen), “Nevermind” (Nirvana), “The Dark Side Of The Moon” (Pink Floyd), entre outros.
Veja, a seguir, algumas capas recriadas por fãs durante o isolamento:

Queen – “Queen II”

King Crimson – “In The Court Of The Crimson King”

Pink Floyd – “The Dark Side Of The Moon”

Nirvana – “Nevermind”

Bruce Springsteen – “Born To Run”

Rolling Stones – “Let It Bleed”

The Velvet Underground – “The Velvet Underground & Nico”

The Strokes – “Is This It”

Oasis – “Definitely Maybe”

Blur – “Parklife”

David Bowie – “Aladdin Sane”

Fonte: https://whiplash.net

 

Não perca uma Super Live com o músico e escritor Marcelo Severo Facundo, ele falará sobre o álbum “News of the World”

Onde Assistir:

Instagram:  https://www.instagram.com/marcelo_9556/

Facebook:   https://www.facebook.com/marcelo.facundo.758

Facundo lançou ano passado o livro “Masters Queen em Discos e Canções” e uma edição especial em Box Set comemorativo, contendo: Livro “Masters Queen em Discos e Canções”, CD da trilha sonora de “Bohemian Rhapsody” (exclusivo), Camisa Oficial da turnê do Queen de 1975. 

Interessado? Para comprar o livro Clique Aqui e o Box set Clique Aqui

Peter Straker está de volta aos holofotes. O cantor e ator de musicais, um dos melhores amigos de Freddie Mercury (que reciprocamente admirava seus dotes vocais e cênicos), marca seu retorno artístico com um álbum triplo de reedições. Intitulada “This One’s On Me”, mesmo nome do disco produzido pelo cantor do Queen e Roy Thomas Baker (produtor dos melhores discos do grupo) em 1977, a caixa traz ainda o álbum de 1979, “Changeling”, e “Real Natural Man”, de 1980. “Freddie Mercury podia ser brutal no trabalho. Mas não no sentido de cruel, ele apenas sabia muito bem o queria e ia em frente. Era fácil trabalhar com ele, uma alegria”, lembra Peter Straker, hoje com 76 anos.

Famoso astro da cena teatral de Londres, o jamaicano Peter Straker sempre interpretou papéis ousados, alcançando a fama em 1968, quando atuou como Hud na produção original de “Hair”. Confira abaixo sua performance impressionante em dois vídeos da época. O filme gay “Girl/Boy”, de 1972, e os musicais de imenso sucesso “The Rocky Horror Show” e “Tommy” também constam em seu currículo.

Peter Straker e elenco em cena de "Hair" no Shaftesbury Theatre em 1968. Foto: Getty Images
Peter Straker e elenco em cena de “Hair” no Shaftesbury Theatre em 1968. Foto: Getty Images

Seu álbum mais conhecido, “This One’s On Me”, é justamente o que dá nome a esse relançamento triplo e o que melhor reflete a diversidade artística e influências criativas da carreira de cabaré, sows e teatro de Peter. Entre as faixas, há músicas com referências à era de ouro do cinema, como “The Day The Talkies Came” e “Ragtime Piano Joe” e ao show business, como “The Saddest Clown” e “Vamp”. O lançamento inclui ainda os álbuns “Changeling”, produzido por Tim Freese-Greene, “Real Natural Man”, produzido por Reinhold Mack e Mike Allison, e faixas bônus. “This One’s On Me” foi produzido por Freddie Mercury e Roy Thomas Baker. Aqui, Peter Straker faz uma apresentação atual do lançamento, em vídeo.

“Conheci Freddie em um restaurante em Fulham Road, em Londres. Não lembro a data exata, talvez fim de 1974 ou começou de 1975”, lembra Peter, em entrevista ao Fã Clube do Queen. Freddie Mercury acabou produzindo o disco porque… bem, porque Peter pediu. “Para falar a verdade, eu pedi, né?(risos). Tinha visto shows do Queen, e adorado, genuinamente. Então perguntei: ‘Quero fazer um álbum. Você produziria?’ Foi bem bobo assim. E ele me deu a resposta direta”, conta.

O que é surpreendente é que, na resposta, Freddie lembrou que o estilo do Queen não estava muito por cima em termos de prestígio na época, por causa da onda punk. Corria o ano de 1977…

Peter e Freddie Mercury. Foto: Reprodução Twitter
Peter e Freddie Mercury. Foto: Reprodução Twitter

Peter Straker, acostumado à espontaneidade e energia pura dos palcos, já tinha lançado um álbum, “Private Parts”, pela RCA, em 1972. Mas lembra que no estúdio, aprendeu bastante com Freddie Mercury, de um jeito frustrante, às vezes. “Depois dos dois primeiros takes, raramente valia a pena ficar cantando mil vezes a mesma coisa. Era um pouco chato. Não dava para melhorar assim”, recorda. Mas a amizade entre os dois nunca foi abalada por problemas nos trabalhos do álbum. “Ele não era um chefe, um mestre distribuidor de tarefas. Lembrando agora, foi um grande privilégio”, define Peter Straker.

Na bela faixa gospel “Heart Be Still”, um dos destaques do álbum “This One’s On Me”, os dois cantam juntos, com Freddie Mercury humildemente ficando em segundo plano. A gravação original é da cantora americana Lorraine Ellison (1931-1983), da qual Peter e Freddie eram fãs e também conhecida pelo clássica “Stay With Me”.

A amizade de Peter e Freddie Mercury durou mais de 15 anos e, segundo relatos, só enfraqueceu quando o vocalista do Queen piorou de saúde por causa da aids. O cantor do Queen nunca se abriu com o amigo sobre a doença e acabou afastando Peter de sua convivência. Mas por muito tempo foi um grande incentivador de sua carreira, financiando projetos e participando cantando e tocando piano em gravações de Peter que, por sua vez, participou do videoclipe de ” The Great Pretender” e do álbum “Barcelona”, de 1988.

Algumas imagens do making of são hilárias, com Peter, Freddie Mercury e o baterista Roger Taylor se divertindo ao se montar como drags.

Os dois se divertiam muito juntos, como mostram algumas gravações amadoras no YouTube (aqui, entoando “Que Sera Sera).

A caixa, que apresenta os três álbuns com suas capas originais, inclui um livreto ilustrado com as com letras completas, histórias de Peter e Freddie em um ensaio chamado “Freddie & I” e memórias autobiográficas.

Aqui, alguns exemplos da potência vocal e da força de Peter Straker como performer.

 

Fonte: https://reverb.com.br/

 

“Agradecimentos especiais a Brian, Roger e John por não interferirem. Agradecimentos especiais a Mary Austin, Barbara Valentin, por grandes mamas e má conduta. Winnie pela hospedagem e alojamento.

Este álbum é dedicado ao meu gato Jerry – também Tom, Oscar e Tiffany e todos os amantes de gatos em todo o universo – fod*m-se todos os outros.”
Freddie Mercury


“Mr. Bad Guy” é o álbum de estreia na carreira solo de Freddie Mercury; lançado em 1985, durante um período de hiato nas gravações do Queen, o álbum contem onze músicas, todas escritas por ele.

Mercury usou influências da disco music e de dance music para o álbum; isso contrastava com o trabalho tipicamente orientado para o rock do Queen.

O álbum levou quase dois anos para ser gravado, já que Mercury teve que reunir material suficiente enquanto se comprometia com as atividades da banda.

Em 2019 o álbum ganhou uma edição especial, a equipe de som composta por: Justin Shirley-smith, Joshua j Macrae e Kris Fredriksson trouxeram o melhor material original disponível.
Todos oferecem vocais de primeira geração e de primeira qualidade, mostrando o incrível alcance vocal de Freddie Mercury.
Músicas do álbum:
1. Let’s turn it on
2. Made in heaven
3. I was born to love you
4. Foolin’ around
5. Your kind of lover
6. Mr. Bad guy
7. Man made paradise
8. There must be more to life than this
9. Living on my own
10. My love is dangerous
11. Love me like there’s no tomorrow

Com dica de: Rodrigo Renaldy, via Grupo de WhatsApp Queen Net

O cantor Jeff Scott Soto havia trabalhado como um dos cantores do Queen Extravaganza, uma banda de tributo sancionada por Brian May e Roger Taylor . Em uma nova entrevista, Soto, que agora lidera o Sons of Apollo , diz que houve conversas sobre ele se juntar à banda antes de Adam Lambert conseguir.
“Eu não posso entrar nas especificidades e não quero falar nada que levante suposições basicamente. Eu não posso realmente falar nada”, disse ele a Miles Schuman no vídeo abaixo. “Houveram discussões, vamos colocar desta maneira. Houve uma pequena janela de tempo antes de Adam em que houve uma discussão e não passou disso. Então, vou deixar por isso mesmo. Valorizo minha amizade e tudo o que tenho com esses caras, então não vou dizer nada para me dar um tapinha nas costas apenas para que as pessoas digam: ‘Ei, você deveria ter …’ Não é necessário. Mas para responder sua pergunta e ser honesto e sincero, sim, havia um certo ponto a certa altura e isso simplesmente não se transformou em nada. “
Soto não disse mais nada sobre o que aconteceu, mas se ele se juntasse ao Queen, isso significaria que ele havia sido contratado para preencher o espaço de suas duas maiores influências. Ele passou partes de 2006 e 2007 na frente do Journey , cantando material que ficou famoso por Steve Perry .  Soto chamou Perry e Freddie Mercury de”parte do meu DNA. Não estou tentando ser eles – sou tão influenciado pela música deles, pelo que eles deixaram para trás e por seus legados”.
“Essa é uma das razões pelas quais eu pessoalmente pensei que me encaixava tão bem com o Journey”, continuou ele, “porque mesmo que eu não soando como Steve Perry – talvez eu até soasse quando era mais jovem, mas quando comecei a cantar com eles eu era mais velho e firme em termos de entrega, então essas duas bandas eram algo em que eu poderia entrar naturalmente sem tentar imitar e tentar ser uma versão em homenagem a elas. Ambas significam muito o que eu faço como cantor, que era natural que eu pudesse entrar no Journey, e teria sido tão natural entrar no Queen. “
No ano passado, Soto observou que, apesar de ter sido anunciado como membro em tempo integral do Journey, seu breve mandato na banda não é mencionado em sua biografia oficial. “Não há menção, não há atenção dada ao fato de eu estar na banda e fazer essas turnês”, disse ele . “Fui oficialmente membro da banda. E então, para eles agirem como se não existissem ou dizerem que queriam um som característico, e eu deveria ser apenas uma pessoa contratada e apenas levá-los à turnê, e isso me incomoda “.

Fonte: https://ultimateclassicrock.com

Sou depressivo, já passei por fases negras, por isso o isolamento me deixa muito confuso

Brian May deu uma entrevista à ITV News, onde abordou a pandemia da Covid-19 e revelou os seus receios em relação à doença.

Têm sido tempos muito duros para todos”, comenta Brian. “Isto é uma tragédia. Vamos perder muita gente e em seguida posso ser eu – porque sou mais velho, e vulnerável“.

Mas nem tudo é mau. Há coisas boas à nossa espera, isto é só por agora“, acrescentou.

O guitarrista do Queen não escondeu, também, que o isolamento o está afetando. “Sou uma pessoa depressiva, no início foi difícil, em particular à perda de liberdade“, afirmou.

Mas estou lidando com isto, e descobri que há alegrias no isolamento. As pessoas estão se mostrando  mais criativas, e quando sairmos disto haverá grandes lições a aprender“.

Espero que possamos lembrar-nos dessas lições, que possamos trabalhar a partir de casa, que os carros e os aviões possam parar e o ar fique mais limpo“, continuou.

Todas estas coisas que pensamos fazem parte da nossa sociedade e das quais nós não conseguimos livrar, todos os males que a humanidade trouxe ao mundo, não são inevitáveis. Talvez possamos mudar. Talvez precisemos de um novo rumo“.

 

Fonte: https://blitz.pt/

 

Clipe legendado em português da música “Heart Be Still”, de Peter Straker, amigo pessoal de Freddie Mercury.

Agradecimentos a Claudia Falci e David Neto pela tradução.
Legendas: Equipe Queen Net

Para maiores informações sobre o Box Set recém lançado de Peter Straker Clique Aqui

Brian May dedica, de maneira tocante, o micro-concerto a ‘amigo muito querido’ que ele acabou de perder

Brian May, com 72 anos, tem mantido o ânimo dos fãs alto durante a pandemia de corona vírus com uma série de micro-concertos publicados em sua conta no Instagram. A mais recente foi uma música do  clarinista britânico Acker Bilk, Stranger on the Shore. Mas desta vez Brian estava dedicando a música a um “amigo muito querido” que ele acabou de perder para o corona vírus.

May escreveu no post: “Esta é uma música antiga criada em clarinete por Acker Bilk – um grande jazzista da era do ‘Trad Jazz’. Eu sempre achei isso muito melancólico – e eu tentava tocá-la quando aprendi a tocar violão – pegando qualquer coisa dos discos que eu conseguia encontrar.”

“Esta não é a minha melhor performance – mas foi o que saiu hoje à noite. E espero que meu querido velho amigo, a quem dedico este pequeno pedaço, possa ouvi-la, para onde quer ele esteja.”

Ver essa foto no Instagram

 

This is an old tune created on clarinet by Mr Acker Bilk – a great jazzman of the ‘Trad Jazz’ era. I always found it very wistful – and I used to attempt to play it when I was first learning the guitar – picking up anything from records I could find. This is not my best performance – but it’s what came out tonight. And I hope my dear old friend to whom I dedicate this little piece can hear it, where he’s gone. He fought a brave battle against the CoronaVirus but eventually consciously conceded. His family are in unimaginable shock and sadness and I feel a piece of my life has been ripped away too. My pal wasn’t a musician but he spent his life nurturing music and musicians and making great stuff happen. He was decent and considerate – a friend to be proud of. Tonight he rests in peace. Take special care out there, folks. This thing is not going away yet. Bri

Uma publicação compartilhada por Brian Harold May (@brianmayforreal) em

O guitarrista do Queen continuou: “Ele travou uma batalha corajosa contra o Corona Virus, mas acabou por sofrer as consequências. A família dele está em choque e tristeza inimagináveis e sinto que um pedaço da minha vida também foi arrancado. Meu amigo não era músico, mas ele passou a vida alimentando música e músicos e fazendo grandes coisas acontecerem. Ele era decente e atencioso – um amigo para se orgulhar. Esta noite ele descansa em paz.”

May acrescentou: “Tomem cuidado especial por aí, pessoal. Essa coisa ainda não foi embora.” Bri.

Depois de tocar Stranger on the Shore no vídeo, a lenda do Queen disse: “Perdi um amigo muito querido, que era como um irmão para mim esta noite. Então isso é dedicado a ele. Acho que a família dele não está pronta para torná-la pública ainda.”

May continuou: “Todo amor e respeito pelo meu querido amigo, que foi para o próximo lugar. “E eu direi a ele que o verei lá. Para alguém que perdeu um ente querido, te abençoe e eu sinto por você. É isso que essas estatísticas todos os dias realmente significam”.

Ele acrescentou: “Isso significa que alguém perdeu alguém que ama. Então, tudo bem. Chegaremos ao final. Deus abençoe a todos vocês.”

Fonte: https://www.express.co.uk

 

“FELIZ ANIVERSÁRIO DUANE EDDY !!! Lenda e inspiração da guitarra. Aqui está uma foto valiosa de mim e do Sr. Eddy quando ele foi nos ver em turnê, em agosto de 2017. Me deixa melancólico. Parece um mundo perdido. Espero que você tenha um ótimo dia, Duane.” Bri

Duane Eddy é um guitarrista norte-americano. Foi considerado o 64º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Em 1986, venceu um Grammy Award na categoria “Best Rock Instrumental Performance” com a música “Peter Gunn”.

 

Fonte: Instagram Oficial Brian May – @brianmayforreal