Nas margens do Lago Genebra, em Montreux, na Suíça, a escultura em homenagem ao saudoso cantor Freddie Mercury que mostra a importância de se proteger contra o coronavírus.

Freddie Mercury, nas margens do Lago Genebra, em Montreux, Suíça - FABRICE COFFRINI/AFP
Freddie Mercury, nas margens do Lago Genebra, em Montreux, Suíça – FABRICE COFFRINI/AFP

 

Fonte: https://jc.ne10.uol.com.br

 

Apresentação histórica no Hyde Park 2006 fez parte da turnê do disco “In Your Honor”

Fã do Foo Fighters, você acaba de ganhar um baita presente: a banda está transmitindo ao vivo (e deixará em seu canal do YouTube) o incrível show no Hyde Park, em 2006, que contou com participação de ninguém menos que Lemmy Kilmister (Motörhead), além de membros do Queen.

A exibição teve início às 14h no horário de Brasília, e vem acompanhada de um pedido da banda para que todos fiquem em casa (se possível) e lavem as mãos. Com uma estimativa de 100 mil pessoas na plateia, o show é uma ótima pedida para matar a saudade de uma bela aglomeração!

Assista pelo vídeo a seguir e confira o repertório, que teve 16 músicas e inclui clássicos como “Times Like These” — que recentemente ganhou uma versão de quarentena bem aos moldes de “We Are the World” — e “Everlong”.

  1. In Your Honor
  2. All My Life
  3. Best of You
  4. Times Like These
  5. Learn to Fly
  6. Breakout
  7. The One
  8. Shake Your Blood (cover de Probot, com Lemmy Kilmister)
  9. Stacked Actors
  10. My Hero
  11. Generator
  12. DOA
  13. Monkey Wrench
    Bis:
  14. We Will Rock You (cover do Queen, com o Queen)
  15. Tie Your Mother Down (cover do Queen, com o Queen)
  16. Everlong

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

Além dos nomes dos episódios, o seriado contém inúmeras referências a astros do rock da década de 1970

O seriado That 70s Show fez uma grande homenagem à música por meio das narrativas de Eric Forman, Donna Pinciotti, Steven Hyde, Fez, Michael Kelso e Jackie Burkhart ao longo de oito temporadas.

Os adolescente mencionam frequentemente os artistas preferidos deles, vestem camisetas de bandas e vão ao shows dos ídolos. Além disso, Donna trabalha em uma emissora de rádio, enquanto Hyde ganha um emprego do pai em uma loja de discos de vinil.

Led Zeppelin é de longe a banda mais comentada do seriado e é possível ver o logo do grupo nas camisetas e pôsteres nos quartos dos personagens. Mas estrelas do rock como Steven Tyler, do Aerosmith, também já foram citadas. A produção ainda contou com as participações de Ted Nugent, do The Amboy Dukes, Roger Daltrey, do The Who, Gene Simmons, do Kiss, e Alice Cooper.

Além disso, todos os títulos originais dos episódios da quinta temporada possuem nomes de canções do Led Zeppelin. Já os da sexta temporada foram inspirados na discografia do The Who, enquanto a sétima temporada usou as músicas dos Rolling Stones para nomear os episódios. Por fim, a oitava temporada presta homenagem ao Queen.

Com base na lista do site Screen Rant de todas as canções mencionadas nos títulos de That 70s Show, separamos os melhores episódios da série que receberam nomes de músicas. Confira:

“I Can’t Quit You, Babe” – Led Zeppelin

Neste mesmo episódio, o namoro de Jackie e Hyde é descoberto. Donna fica chocada, enquanto Eric aproveita a situação para fazer uma referência aos Beatles e dizer: “Você está separando a banda, Yoko”. (Foto: Reprodução)


“Celebration Day” – Led Zeppelin 

O 25º episódio da quinta temporada recebe o nome de “Celebration Day”, faixa do disco Led Zeppelin III, de 1970. Na série, os adolescente decidem acampar juntos para aproveitarem os últimos momentos da turma antes da formatura deles no colégio e a deportação de Fez dos Estados Unidos.


“The Seeker” – The Who

O 25º episódio da sexta temporada recebe o nome “The Seeker” em homenagem ao single do The Who lançado em 1970. Após Eric abandonar o noivado, Donna é consolada por Hyde em cima da torre d’água e acidentalmente derruba o amigo da plataforma.

Quando Hyde vai para o hospital cuidar dos ferimentos, Kitty descobre que o jovem foi registrado como filho de William Barnett e não Bud, um homem pouco interessado em criar um filho. O personagem, então, precisa tomar a decisão de conhecer ou não o “novo” pai. (Foto: Reprodução)


 “Short and Curlies” – The Rolling Stones

Intitulado de “Short and Curlies”, nome da canção dos Rolling Stones, o 24º episódio da sétima temporada mostra os preparos de Eric para a viagem à África. A narrativa também revela que Jackie mentiu para Hyde e ainda não foi para Chicago.

Após admitir a mentira, Jackie diz que Hyde é a única coisa que impede a viagem dela. Então, o personagem diz claramente que não irá se casar com ela e deseja uma boa viagem. Já Donna prepara um presente especial de despedida para o Eric e se veste de princesa Leia. (Foto: Reprodução)


“Bohemian Rhapsody” – Queen

Um dos maiores hits do Queen, “Bohemian Rhapsody”, dá nome ao primeiro episódio da oitava temporada. A nova narrativa revela que Hyde passou vários dias em Las Vegas e casou com uma stripper após encontrar Jackie e Kelso juntos em Chicago.

Já decide gravar uma fita para Eric e contar sobre as novidades da família. A mãe confessa que experimentou sozinha os baseados que confiscou dos garotos no porão e revelou que o novato Charlie caiu da torre da caixa d’água e morreu. (Foto: Reprodução)


“Fun It” – Queen

Nomeado em homenagem à música “Fun It”, do Queen, o sétimo episódio da oitava temporada mostra o grupo de amigos roubando o palhaço do restaurante Fatso Burguer, um símbolo para a cidade.

Após os moradores se comoveram com o sumiço do palhaço e denunciarem o crime no noticiário local, Red descobre que o objeto está no porão da casa dele e aconselha o grupo a devolvê-lo para não chatear Kitty. Apesar da tentativa, a mãe de Eric encontra a cabeça do palhaço no freezer e fica arrasada. (Foto: Reprodução)


“Love of My Life” – Queen

O penúltimo episódio da oitava temporada recebe o nome de “Love of My Life”, o hit clássico do Queen, lançado no disco  A Night At The Opera, em 1975. No seriado, Hyde descobre que o pai vendeu toda a empresa sem ao menos consultar os funcionários, ou seja o próprio filho. Hyde é consolado pelos amigos com um baseado exótico, que o faz passar mal.

Enquanto o jovem tenta se livrar do vício, Kitty tenta vender a casa dos Forman para se mudar para a Flórida e Fez decide voltar para o país natal. No final, Hyde herda a loja de discos – última propriedade do pai – e Fez decide ficar nos EUA para viver com Jackie. (Foto: Reprodução)

Em novo livro sobre a banda, Brian May conta que o vocalista perdeu pedaços de um membro durante seus últimos anos de vida

Em 1991, o mundo assistiu a luta de Freddie Mercury contra a Aids chegar ao fim trágico. De acordo com Brian May, guitarrista do Queen, essa trajetória foi cercada por momentos dolorosos e uma perda inusitada.

A revelação singular foi feita no prólogo de um novo livro fotográfico sobre a branda, segundo o jornal The Sunday Times. No texto, Brian, que hoje tem 69 anos, conta que o vocalista do Queen perdeu uma parte de seu pé durante o tratamento contra a Aids.

Para o guitarrista, o destino de Freddie teria sido bastante diferente caso ele tivesse cuidado da doença “meses antes”. Brian acredita que, com um diagnóstico e tratamento adiantados, o cantor teria evitado as consequências da doença.

“O problema era o seu pé. Tragicamente, restava muito pouco dele”, explicou  Brian, que costumava dividir quartos com Freddie durante as turnês da banda. O livro que traz a revelação inédita deve ser publicado essa semana no Reino Unido.

O grande vocalista do Queen morreu no dia 24 de novembro de 1991. Freddie tinha 45 anos e foi vítima de uma pneumonia bronquial provocada pela Aids. Sua memória ficou eternizada no mundo da música, junto dos icônicos álbuns da banda britânica.

 

Fontre: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/

 

 

Amanhã – Sábado – Dia 25/04/2020

Live do cantor Andre Abreu relembrando clássicos do Queen e Freddie Mercury

Hora: 21 horas

Onde assistir: Facebook: @andre.abreu.cantor

 

Live Banda Especial Queen

Quando: 25/04/2020 – Sábado – 20 horas

Onde assistir:

Facebook: www.facebook.com/RockEternoOficial

Peter Straker, amigo pessoal de Freddie Mercury, recentemente lançou um Box de Luxo com 3 CDs, chamado “This One’s On Me”, produzido por Freddie Mercury e Roy Thomas Baker

Nós do Queen Net, com a ajuda de alguns amigos de nosso Grupo de WhatsApp, fizemos uma pequena entrevista com Straker, confira abaixo!

 Agradecimentos especial a: Arnaldo Silveira, Fabiano Miguel e Marcelo Facundo

Peter Straker e Freddie Mercury
Peter Straker e Freddie Mercury

Confira a entrevista:

Queen Net: No livro de Jim Hutton “Mercury and Me”, ele afirma q você e Freddie se afastaram, principalmente nos dois últimos anos finais de Freddie. Como era a sua relação com Freddie nesse período?

Peter Straker: Eu estava em uma turnê nacional no Reino Unido realizando o papel-título no Phantom of the Opera original de Ken Hill, bem como gravando um álbum, como resultado, infelizmente, não nos vimos nesse período.

Queen Net: Na faixa “Ragtime Piano Joe”, em alguns pontos lembra “Bring back that Leroy Brown”, e é muito claro a presença do mesmo piano tocado por Freddie nessa mesma época (1977). É possível constatar a presença de Freddie nessa faixa e também ao longe backing vocais no lado B de “Ragtime Piano Joe”, na faixa : ” The saddest clow”. Qual a participação efetiva de Freddie nessas duas faixas, além de produtor?

Peter Straker: Freddie não tocou piano em “Ragtime Piano Joe”, como foi tocado pelo maravilhoso Peter Brewis. No lado B, em “The saddest clow”, sim, foi Freddie junto comigo e a minha banda.

Peter Straker - Freddie Mercury
Peter Straker – Freddie Mercury

Queen Net: Você e Freddie pareciam ter interesses musicais semelhantes e ambos gravaram alguns números que misturavam cabaré e rock. É assim mesmo? Em caso afirmativo, você poderia nos dizer se isso também foi algo que você compartilhou em sua vida privada?

Peter Straker: Sim, suponho que, olhando para trás, tivemos o mesmo gosto eclético nas artes.

Queen Net: Você faz parte de um círculo muito fechado de artistas que pode dizer que Freddie Mercury gravou “backing vocals” para você e até coproduziu um de seus discos. E a experiência de estúdio em seu álbum e também quando você retribuiu o favor, gravando Time e contribuindo com o álbum dele em Barcelona?

Peter Straker, Freddie Mercury e Roger Taylor
Peter Straker, Freddie Mercury e Roger Taylor

Peter Straker: Foi uma experiência fantástica, energizante, inspiradora e onde aprendi bastante durante o processo de gravação. Fiquei encantado por ter me convidado para cantar com outros artistas dos projetos Time e Barcelona e, a propósito, também com a trilha sonora e o vídeo de Great Pretender.

Queen Net: Você e Freddie eram amigos muito próximos. Seus amigos costumam descrevê-lo como uma pessoa muito realista na vida real, mas também alguém que sempre se esforçava para manter o ânimo de todos. Você se lembra de alguma anedota dessa experiência pessoal que você acha que seria legal compartilhar com os fãs?

Peter Straker: Lembro que ele era um grande anfitrião e sua generosidade não tinha limites, ele amava a vida!

Peter Straker
Peter Straker

Queen Net: Como você avalia a participação do Freddie e do Roy Thomas Baker em seu disco? Quem fez o quê no nele?

Peter Straker: Eu perguntei a Freddie se ele iria produzir meu álbum e ele perguntou se ele poderia trazer Roy Thomas Baker como coprodutor. O Queen já estava trabalhando com ele, por isso, como podem imaginar, não foi difícil!

“Foi um prazer absoluto conversar com vocês e gostaria de agradecer a todos no Brasil, não se esqueça se você quiser ouvir mais músicas do CD “This One’s On Me” x 3, produzido pelos lendários Freddie Mercury e Roy Thomas Baker estamos realizando uma competição especial, onde você pode ganhar um box set autografado.”

(Peter Straker)

Para maiores informações sobre o Box Set Clique Aqui

Para comprar acesse: www.cherryred.co.uk/product/peter-straker-this-ones-on-me-3cd-boxset

Sites Oficiais Peter Straker:
www.peterstraker.com
Peter Straker Facebook
Peter Straker Instagram
Peter Straker YouTube Channel
Peter Straker Twitter

Nossos sinceros agradecimentos ao Peter Straker, por ter dedicado um pouco de seu tempo para esta entrevista. E a Archie Carmichael.

 

FREDDIE MERCURY já era um prodígio musical na escola, mas ele também era, em seus próprios mundos, “brilhante” em algo bastante surpreendente – mesmo quando isso o deixou “coberto de sangue”, ele se recusou a sair.

Os fãs já sabem que Freddie era um artista talentoso. O vocalista do Queen estudou arte e design na faculdade e até criou o logotipo icônico da banda. Música e arte já eram paixões do menino no colégio interno da Índia. Seus colegas e amigos, no entanto, lembram que ele também se destacou em algo mais surpreendente. Embora Freddie sempre se referisse à infância em Zanzibar, ele passou a maior parte de seus anos de formação na Índia.

Seus pais o enviaram para morar com parentes desde tenra idade e ele se matriculou na St. Peter’s School, um internato de estilo britânico para meninos, em Panchgani, uma pequena estação nas colinas nos arredores de Bombaim. A área era conhecida por abrigar muitos internatos de prestígio.

Enquanto ele estava lá, Freddie fazia parte de uma banda, a Hectics, formada pelo colega Bruce Murray.

Em uma entrevista recente com os membros originais da banda e outros colegas de escola, eles descreveram uma das outras grandes paixões de Freddie.

O membro da banda Victory Rana disse: “Ele (Freddie) era muito solitário. Mais feliz quando tocava piano ou na escola de arte.

“Mas ele também era um bom esportista – hóquei, atletismo, boxe …”

Bruce Murray acrescentou: “Lembro-me de uma luta de boxe em que Freddie estava realmente sendo massacrado no ringue, e todos nós dizíamos a ele para desistir da luta.

“Mas, não. Freddie insistiu em lutar até o fim, com sangue em todo o rosto. Ele poderia ser muito obstinado.”

O próprio Freddie disse uma vez; “Eu detestava críquete e corridas de longa distância; eu era completamente inútil para ambos. Mas eu podia correr, era bom em hóquei e era brilhante no ringue de boxe.”

Pense na maneira como ele costumava dar saltos no palco.

Nos shows pode-se observar um trabalho de pés de um boxeador – sem mencionar a maneira como ele costumava dar socos no ar, como um boxeador se preparando para lutar. Não é à toa que ele era um nocaute.

Outro membro formado da Hectics, Farang Irani, também lembrou o sucesso local do grupo:

Ele disse: “Tocamos principalmente em eventos escolares, sociais e festas. Tínhamos muitos fãs, especialmente entre as meninas. Elas costumavam ir aos nossos shows e gritar histericamente como se fôssemos os Beatles ou algo assim”.

Embora Rana se lembre, surpreendentemente, Freddie não era o grande showman da época: “Freddie era muito tímido, mas uma vez que começava a tocar piano, ele se tornava uma pessoa completamente diferente. Mas não me lembro dele como sendo qualquer tipo de showman – não nessa idade, pelo menos.

A colega Gita Choksi acrescenta: “o verdadeiro showman do Hectics era na verdade Bruce Murray. Freddie era um ótimo músico, mas era muito introvertido”.

No entanto, Freddie ainda gostava de se exibir às vezes.

O colega de escola Subash Shah diz: “Sim, Freddie era muito tímido. Mas ele também se exibia, e toda sua personalidade se transformava quando ele se apresentava.

“Para dar um exemplo: uma noite, quando adolescentes, estávamos andando em uma praia em Zanzibar. A música estava tocando e Freddie começou espontaneamente a fazer a reviravolta, o movimento de dança popular da época. Foi uma performance tão hipnotizante que a próxima coisa que soubemos foi que um grupo de garotas locais conservadoras, usando burcas, formaram um círculo em torno de Freddie e começaram a dançar com ele.

“Esse era o poder de sua exibição, mesmo naquela época.”

Fonte: https://www.express.co.uk

The Beatles, Queen, Nirvana e Paramore estão entre as melhores bandas de todos os tempos. O Queen ficou nos anos 1976 e 2019

O rock ‘n’ roll abalou o mundo da música e trouxe uma oportunidade para os músicos que procuravam um meio mais agressivo e despretensioso para se expressar. E, desde os primórdios do gênero musical, diversas bandas conquistaram fãs ao redor do mundo com canções espetaculares e atitudes provocativas.

Contudo, segundo a Cleveland, o conceito de estrela do rock mudou ao longo dos anos e é preciso deixar o antigo estereótipo de lado para reconhecer o trabalho de novas gerações de músicos, os quais estão dispostos a dar continuidade a história do rock.

Por isso, o site separou as melhores bandas de cada ano, desde 1969 até 2019. A lista foi feita considerando os números de vendas, conquistas, repercussão e qualidade de música dos artistas.

Confira:

1969 – The Beatles
1970 – Led Zeppelin
1971 – Led Zeppelin
1972 – The Rolling Stones
1973 – Pink Floyd
1974 – The Band
1975 – Led Zeppelin
1976 – Queen 
1977 – Fleetwood Mac
1978 – The Rolling Stones
1979 – The Eagles
1980 – Pink Floyd
1981 – The Rolling Stones
1982 – The Clash
1983 – The Police
1984 – Talking Heads
1985 – The Cure
1986 – R.E.M.
1987- U2
1988 – Guns N’ Roses
1989 – Guns N’ Roses
1990 – Pixies
1991 – Metallica
1992 – Nirvana
1993 – Pearl Jam
1994 – Green Day
1995 – Oasis
1996 – Smashing Pumpkins
1997 – Radiohead
1998 – Beastie Boys
1999 – Rage Against the Machine
2000 – Radiohead
2001 – Linkin Park
2002 – System of a Down
2003 – The White Stripes
2004 – Green Day
2005 – The Killers
2006 – Fall Out Boy
2007 – Foo Fighters
2008 – Coldplay
d009 – Paramore
2010 – Arcade Fire
2011 – Foo Fighters
2012 – The Black Keys
2013 – Vampire Weekend
2014 – Arctic Monkeys
2015 – Alabama Shakes
2016 – The 1975
2017 – Twenty One Pilots
2018 – Panic! at the Disco
2019 – Queen 

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

Freddie Mercury no Royal Ballet foi “muito ousado”, diz o amigo Wayne Sleep

Em 1979, Freddie Mercury colaborou com o Royal Ballet para uma noite de gala especial de caridade. Em vídeo seu amigo Wayne Sleep falou sobre o famoso evento. O dançarino e coreógrafa disse: “Foi um show muito variado e Freddie, sem aviso prévio aparece”.

Sleep continuou: “E ele cantou apenas uma música; derrubou a casa de cabeça para baixo, ele estava cantando! “Ele era muito ousado, ele ousaria fazer qualquer coisa.

“Ele não estava com medo de nada, mas de uma maneira agradável. “O que quer que ele tenha feito, ele deu 150%.”

Freddie Mercury friend on ‘DARING’ Royal Ballet show – ‘He wasn’t frightened of anything’ (Image: GETTY)
Freddie Mercury friend on ‘DARING’ Royal Ballet show – ‘He wasn’t frightened of anything’ (Image: GETTY)
Wayne Sleep (Image: FMO)
Wayne Sleep (Image: FMO)

Sleep continuou: “E ele cantou apenas uma música; colocou a casa abaixo – ele estava cantando! “Ele era muito ousado, ele ousaria fazer qualquer coisa.

Sleep acrescentou: “Então, se ele ia fazer balé, queria os sapatos adequados, queria as meias. “Ele queria o coreógrafo, queria os dançarinos. “Se ele ia fazer isso, ele faria no topo.” Segundo o Dangerous Minds, Freddie disse sobre o evento: “Eles [o Royal Ballet] que me perguntaram.”

Freddie during the Royal Ballet performance (Image: FMO)
Freddie during the Royal Ballet performance (Image: FMO)

Freddie continuou: “Eles realmente pensaram que eu poderia dançar, então me pediram para fazer esse show de caridade. “Então eu percebi como eu poderia dançar. “Aprecio muito a disciplina e a dedicação deles. “Quero dizer, é um tipo diferente de dedicação do que você precisa aplicar ao que estou fazendo.”

Freddie acrescentou: “Eu achei que nunca poderia fazer isso, porque é como aprender os passos de outra pessoa. “Faço as coisas que quero fazer e tudo é de forma livre”. “Eles me fizeram praticar na barra e tudo isso, esticando minhas pernas … tentando fazer as coisas em uma semana que eles fazem há anos. “Foi assassinato. Depois de dois dias, fiquei em agonia. Estava me machucando em lugares que eu não sabia que tinha, querido. ”

Outro amigo revelou como a estrela estava “muito nervosa” por seu videoclipe de Barcelona. O diretor do vídeo, David Mallet, disse: “Freddie estava muito nervoso por estar fazendo uma coisa grande com Montserrat Cabellé. “Eu nunca o vi assim, ele estava literalmente na ponta dos pés. “E então, é claro, eles tomaram uma boa garrafa de vinho tinto juntos. E então, você sabe, eles “voltaram à terra” e companheiros íntimos.”

Fonte: www.express.co.uk
Agradecimento a: Claudia Falci

Brian May tem sido muito ativo nessa quarentena, arrumando diversas programações para passar o tempo e, claro, agradar os fãs do Queen.

Mas dessa vez, ele caprichou de verdade e convidou até o companheiro de banda Roger Taylor para gravar uma versão de “We Are the Champions” para a quarentena. Eventualmente, a canção ganhou seus toques finais por meio de outros dois vídeos, inclusive um brasileiro.

Trata-se de Kuky Sanchez, baixista do Pedra Letícia, que aparece junto a Jeff Scott Soto (Sons of Apollo, ex-Yngwie Malmsteen), Kuky já trabalhou com Jeff Scott Soto no passado, no vídeo postado em seu canal do YouTube.

Os comentários tem rendido muitos elogios, principalmente à voz de Soto — muitos, aliás, comparam o vocalista ao lendário Freddie Mercury.

Vale lembrar que a paixão de Scott Soto pelo Queen não é nenhum segredo. O cara fez parte do tributo oficial da banda, o Queen Extravaganza, que foi sancionado por May e Taylor com o objetivo de manter vivo o legado de Freddie.

Como lembrou a Blabbermouth, o músico já deu entrevistas empolgadíssimo ao falar da sua banda preferida. Ele chegou a dizer que “nunca escolheria os hits” quando perguntado sobre sua música preferida, nomeando canções como “Bicycle Race” e “Good Old-Fashioned Lover Boy” entre as escolhidas.

Ele ainda citou Mercury como sua maior inspiração, ao lado de Steve Perry (Journey). Curiosamente, Jeff substituiu Perry por um período no Journey — pelo visto, ele acaba de realizar seus dois maiores sonhos, ainda que de uma maneira peculiar.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

 

Como forma de agradecimento a todos que gentilmente compraram o Box, pois o feedback foi incrível dos fãs e mídia internacional, por essa reação maravilhosa, a Peter Straker Management e a Cherry Red Records gostaria de anunciar uma competição especial, com o sorteio de uma cópia assinada do Box “This One’s On Me”.

Para participar é muito simples, basta responder as 3 perguntas abaixo e em seguida ir à  página do Facebook oficial, curta a página e compartilhe o link da competição publicamente: https://www.facebook.com/PeterStraker1/ para confirmar sua participação na competição.

Perguntas:

1: Quem produziu o álbum Changeling (1978)?
2: Quem dirigiu o novo vídeo atual do single Heart Be still 2020?
3: Nomeie o single do álbum Real Natural Man? (1980)

Todas as respostas devem ser enviadas para: contest@PeterStraker.com

A competição termina na quinta-feira, 30 de abril de 2020.

E não esqueça, sua inscrição na competição DEVE ser compartilhada publicamente.

Há apenas um Box a ser sorteado e 2 prêmios de vice-campeão – um CD especial “Heart Be Still 2020″ (produzido por Freddie Mercury com seus vocais impressionantes em coro). Este é um CD promocional de edição limitada.

Se você ainda não comprou seu Box, acesse o link: http://cherryred.co/PeterStrakerTOOMDxe para ter mais informações e compra.

 

Agradecimento especial a: Archie Carmichael

 

Todos estamos vivendo momentos difíceis devido ao Coronavírus (COVID-19) e devemos nos proteger.

A Ton Vídeo Foto  está produzindo Máscaras personalizadas de vários artistas, dentre eles o Queen.

Nós iremos sortear 2 pares de máscaras. Serão 2 ganhadores, cada ganhador levará um par de Máscaras. Os modelos serão aleatórios. (Para participar é simples, basta enviar um e-mail para webmaster@queennet.com.br com o Assunto “Máscara Queen”). Em breve divulgaremos o nome dos vencedores.

Abaixo veja como encomendar a sua e veja imagens de alguns modelos disponíveis à venda.

Encomendas na Ton Video Foto:
Ton (Washington Barbosa)
Facebook: www.facebook.com/TonVideoFoto
WhatsApp:( 21) 98766-7399
E-mail: tonvideofoto@gmail.com

   

 

Fonte: www.facebook.com/TonVideoFoto
Agradecimento a: Ton – Washington Barbosa

 

Muito comentado entre fãs em fóruns de discussão, redes sociais, sobre o futuro lançamento do Box Set: “Queen ‎– The Miracle 30th Anniversary”

No momento os projetos do Queen estão voltados ao, já anunciado, lançamento do Box Set dedicado ao 30° aniversário do álbum “The Miracle”.

Ele deve ser lançado este ano, hipoteticamente após o verão, mas obviamente a situação atual dificulta qualquer previsão. Então, nos resta aguardar as notícias oficiais que certamente virão.

 

Fonte: https://queen4everblog.blogspot.com

 

Rudi Dolezal é talvez um nome pouco conhecido pelo público em geral, mas para os fãs do Queen ele não precisa de apresentação. Junto com Hannes Rossacher, por um longo tempo, ele formou uma dupla formidável de diretores que, para a banda, criou com a DoRo Productions vídeos como: de “A Kind Of Magic, The Show Must Go On, One Vision, The Miracle e Innuendo!. Sem esquecer os muitos trabalhos criados para artistas como David Bowie, Rolling Stones, Whitney Houston e Scorpions.

Há algum tempo, Rudi postou em sua conta no Instagram (você pode segui-lo aqui) fotos pessoais e lembranças do passado, ele oferece aos fãs a oportunidade de se aprofundar em muitas histórias relacionadas ao Queen e ao Freddie em particular.

Rudi está trabalhando em um livro dedicado ao cantor, intitulado “My Friend Freddie”,  que deve ser lançado este ano.

Em um vídeo, o diretor austríaco também deu algumas notícias realmente interessantes sobre o material de arquivo do Queen, que permanece inédito até o momento.

A primeira diz a respeito da existência de um filme feito nos bastidores de Budapeste em 1986. O show do Queen, durante a cortina de ferro, foi um dos eventos mais importantes da história do grupo (e da música em geral), porque nunca antes uma algo dessa magnitude fora vista em um país ainda dominado pelo regime soviético. Sabemos praticamente tudo sobre o show, mas Rudi confirmou a existência de outro material retirado dos bastidores do show.

A segunda indicação fornecida pelo diretor é ainda mais maravilhosa, porque aborda um dos temas mais controversos da história do Queen: o show de 1986 no Knebworth Park, o último com Freddie Mercury.

Precisamente devido à importância da performance que encerrou o Live Magic (e, infelizmente, também a carreira ao vivo do Queen), sempre esperamos um lançamento de algo sobre o show.

No entanto, e é uma história bem conhecida, as fitas de vídeo desse show foram perdidas e o que resta são algumas imagens, alguns vídeos amadores de má qualidade (você pode encontrá-los no Youtube) e o único arquivo de áudio, em parte usada para compor o álbum “Live Magic”.

Mas, segundo Dolezal, há outros vídeos na “gaveta”, mesmo que não sejam do show completo.

Não está claro se podem ser músicas gravadas na íntegra ou apenas fragmentos, talvez boas para um documentário. Mas o fato de existir em algum lugar filmagens de qualidade, nos faz esperar por lançamentos futuros…. neste caso, obviamente, descobriremos apenas nos próximos anos.

Abaixo Bohemian Rhapsody e
logo abaixo o show completo (uma das versões disponíveis no Youtube).

Como é de conhecimento dos fãs, e citado na notíca, as imagens que estão disponíveis deste show são de filmagem amadora.

 

Fonte: https://queen4everblog.blogspot.com/

 

A Bandai Tamashii Nations anunciou uma nova action figure S.H. Figuarts de Freddie Mercury, vocalista da banda britânica Queen, para fazer par com a versão do show Live at Wembley Stadium com jaqueta amarela lançada em 2016

O S.H. Figuarts Queen Freddie Mercury Live Aid Version Action Figure captura o músico vestido com calças jeans, camiseta regata branca, cinto preto e tênis imitando o figurino usado na apresentação da banda no histórico concerto Live Aid realizado em 13 de julho de 1985 no Estádio de Wembley em Londres. A action figure vem com duas faces intercambiáveis, três mãos em diferentes posições, microfone com cabo longo e mede aproximadamente 15 cm de altura.

A action figure S.H. Figuarts Queen Freddie Mercury Live Aid Version custa US$59,99 na pré-venda da Entertainment Earth, que aceita encomendas do Brasil.

Fonte: https://blogdebrinquedo.com.br/

22 grandes momentos esquecidos que a rádio nunca passou. Ou como o Queen, atrás dos singles e dos sucessos planetários, foram uma banda capaz de outros feitos que só os fãs mais dedicados saberão reconhecer. Por exemplo: ‘Bohemian Rhapsody’ não era a canção mais longa de Freddie Mercury e companhia…

 

Fonte: https://blitz.pt

 

O Queen foi uma banda britânica de Rock, fundada em 1970 e ativa sob sua formação clássica, até 1991. Sua formação contava com Freddie Mercury (vocais/piano), Brian May(guitarra), John Deacon (contrabaixo) e Roger Taylor (bateria). O grupo é frequentemente citado como um dos expoentes do seu estilo, também sendo um dos recordistas de discos em nível mundial, a banda já vendeu mais de 300 milhões de discos ao redor do mundo. A música da banda também é conhecida por ser altamente eclética, variando entre várias vertentes do Rock.

A banda surgiu a partir do trio Smile, formado por Brian May, Roger Taylor e o baixista Tim Staffel. Com o fim do conjunto, Freddie Mercury e John Deacon juntamente com May e Roger, estabeleceram a formação de um novo grupo em meados de 1970, a escolha do nome da nova banda foi feita por Freddie Mercury, declarando: “É um nome muito forte, universal e imediato”. O primeiro disco foi lançado no ano de 1973, Queen, trazendo ótimas canções como: Keep Yourself Alive, Liar e The Night Comes Down. No ano seguinte lançam o segundo álbum, Queen II, por decisão da gravadora para divulgar a banda, o Queen abriria todos os shows na turnê da banda Glam Rock, Mott The Hoople. Ao longo das apresentações, a atração principal tornou-se cada vez mais desinteressante em detrimento do desempenho positivo do grupo novato. Isso causou a revolta dos integrantes do Mott The Hoople que se queixaram à gravadora, que se recusou a tirá-los e escolher outro conjunto.

Ainda no final de 1974 foi lançado Sheer Heart Attack contando com os sucessos: Killer Queen, Stone Cold Crazy, Now I’m Here e In The Lap Of The Gods. Em 1975 a banda alcançou o sucesso mundial com o seu quarto disco, A Night At The Opera, apresentando a canção Bohemian Rhapsody, que ficaria nove semanas no topo das paradas e projetaria o grupo mundialmente. Esse álbum é considerado o melhor trabalho da carreira do Queen, mesclando influências de Hard Rock, Pop, Rock Progressivo, Heavy Metal e outros gêneros musicais.

No ano de 1976 é lançado A Day At The Races, trazendo os hits: Tie Your Mother Down e Somebody To Love. Em 1977 lançam News Of The World, apresentando para o mundo os mega-hits We Will Rock You e We Are Champions com desempenho extremamente positivo nas paradas. We Are Champions se tornou uma espécie de hino desportivo, político e de outros tipos de organizações. O disco chegou a quarta posição no Reino Unido e no topo das paradas dos EUA. No ano seguinte foi lançado Jazz, disco esse que refletiu a vida pessoal dos membros em suas letras.

Em 1980 lançaram The Game, o álbum trouxe uma grande mudança no som da banda, apresentando um som mais simples e incluindo pela primeira vez o uso de sintetizadores. As canções: Dragon Attack, Another One Bites The Dust, Crazy Little Thing Called Love e Save Me são alguns dos destaques. No ano de 1982 lançam Hot Space, o disco não foi bem nas paradas, com um som um pouco distante do Rock, não obteve a mesma aceitação do projeto anterior. Após a turnê a banda se separou para um momento de férias.

Em 1984 retornam com o álbum The Works, apresentando as músicas: Radio Ga Ga, It’s A Hard Life, I Want To Break Free e Hammer To Fall que se tornariam grandes hits. No ano seguinte a banda se apresentou na primeira edição do Rock In Rio para 300 mil pessoas, a apresentação foi extremamente positiva. Love Of My Life cantada, em grande parte, pelo público foi um dos momentos mais marcantes do festival. Ainda em 1985 eles se apresentaram no Live Aid, a apresentação, ocorrida às 18 horas no estádio Wembley, foi considerada a mais memorável de todo o evento e melhorou a imagem da banda que renovada, retomaria seu ânimo.

Em 1980 lançaram The Game, o álbum trouxe uma grande mudança no som da banda, apresentando um som mais simples e incluindo pela primeira vez o uso de sintetizadores. As canções: Dragon Attack, Another One Bites The Dust, Crazy Little Thing Called Love e Save Me são alguns dos destaques. No ano de 1982 lançam Hot Space, o disco não foi bem nas paradas, com um som um pouco distante do Rock, não obteve a mesma aceitação do projeto anterior. Após a turnê a banda se separou para um momento de férias.

Em 1984 retornam com o álbum The Works, apresentando as músicas: Radio Ga Ga, It’s A Hard Life, I Want To Break Free e Hammer To Fall que se tornariam grandes hits. No ano seguinte a banda se apresentou na primeira edição do Rock In Rio para 300 mil pessoas, a apresentação foi extremamente positiva. Love Of My Life cantada, em grande parte, pelo público foi um dos momentos mais marcantes do festival. Ainda em 1985 eles se apresentaram no Live Aid, a apresentação, ocorrida às 18 horas no estádio Wembley, foi considerada a mais memorável de todo o evento e melhorou a imagem da banda que renovada, retomaria seu ânimo.

No ano de 1986 lançam o disco A Kind Of Magic, Brian May começou a trabalhar em um futuro álbum solo e Freddie fez o mesmo. Entre Abril e Maio de 1987, o vocalista foi diagnosticado com o vírus da Aids, fato que bagunçou todos os planos do artista que, a princípio manteve o quadro em segredo.

Em 1989 lançaram The Miracle, o disco estreou no primeiro lugar nas paradas do Reino Unido. Roger Taylor considerou que: “era o melhor álbum do Queen em dez anos facilmente”. Poucos meses depois do lançamento de The Miracle, Freddie voltou sozinho ao Montreaux Studios para produzir novas músicas. Foi nessa época que o cantor revelou aos seus colegas ser portador da doença, em uma reunião formal. O diagnóstico entristeceu e devastou os demais membros, que estiveram dispostos a trabalhar num futuro álbum, pelo pouco tempo de vida que o cantor ainda poderia ter.

No ano de 1990 o Queen recebeu o Britt Awards por sua contribuição à música britânica, foi a última aparição pública de Freddie. Em 1991 foi lançado Innuendo, com letras mais sérias e reflexivas contando com os sucessos: I’m Going Slightly Mad, Headlong, Don’t Try So Hard, These Are The Days Of Our Lives e The Show Must Go On. No dia 24 de Novembro de 1991, Freddie Mercury faleceu com o diagnóstico de Broncopneumonia.

Em 20 de Abril de 1992, foi realizado o The Freddie Mercury Tribute Concert, um show tributo que reuniu várias bandas e artistas famosos, realizado no estádio de Wembley, em Londres, músicos como: David Bowie, George Michael, Elton John, Tony Iommi, Roger Daltrey, Robert Plant e bandas como Guns N Roses, Def Leppard, Extreme e Metallica juntamente com Brian May, Roger Taylor e John Deacon tocaram os maiores sucessos da banda.

No ano de 1995 a banda lançou o último álbum de inéditas, Made In Heaven, os membros se reuniram para retrabalhar nas últimas canções deixadas por Freddie e procurou em todos os arquivos do Queen por canções para o projeto. As músicas: It’s A Beautiful Day, Made In Heaven, I Was Born To Love You e A Winter’s Tale são alguns dos sucessos.

Em 2005 fundaram o supergrupo Queen+Paul Rodgers(ex- Free, Bad Company) realizando várias turnês em alguns continentes do mundo, lançaram o álbum ao vivo Return Of The Champions em 2005 e o inédito The Cosmos Rocks em 2008.

No ano de 2011 formaram o supergrupo Queen+Adam Lambert. Em 2015, em comemoração aos 30 anos do Rock In Rio, o supergrupo se apresentou no evento para mais de 85 mil pessoas. No ano de 2018 foi lançado o filme Bohemian Rhapsody, um filme de drama biográfico britânico-estadunidense sobre Freddie Mercury, foi a sexta maior bilheteria de 2018.

 

Fonte: https://whiplash.ne

 

Os dois ícones da música tinham personalidades muito diferentes e fortes, e um encontro entre o rebelde punk e o excêntrico astro do rock rendeu um desentendimento e tanto

A década de 70 foi extremamente agitada para a música, onde diferentes gêneros surgiam — como o punk — e outros iam pouco a pouco perdendo o espaço que um dia já tiveram — como o rock. Nesse contexto, dois grupos musicais contrastantes dividiam o mesmo espaço enquanto gravavam seus discos, Queen e Sex Pistols estavam no Wessex Studios, em Londres.

O grupo punk preparava seu primeiro e mais famoso álbum, o Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols, enquanto a banda liderada por Freddie Mercury preparava o álbum News To The World, um dos mais experimentais e populares discos do grupo foi um sucesso de vendas.

O baixista do Sex Pistols, o lendário Sid Vicious (que teve uma precoce morte em decorrência do uso excessivo de drogas) era um grande crítico do rock em geral, vendo o punk como único movimento digno de abrir a mente da população para problemas sociais, como a pobreza e o capitalismo.

Em uma dessas gravações, cruzou com Freddie Mercury pelos corredores de Wessex, e lançou a pergunta em um tom de deboche: “Você é Freddie Mercury, não é? Você está levando o balé para as massas”, fazendo pouco da importância do rock para a sociedade e aludindo a uma declaração de Mercury justamente sobre essa vontade dele.

Em resposta, Freddie não deixou barato, isso pelo menos é o que conta o guitarrista do Queen, Brian May, em uma entrevista dos anos 80. O cantor teria perguntado a Sid “Então você é o Simon Ferocious?”, uma brincadeira com o nome adotado pelo baixista que não gostou nada.

Mercury foi para cima do punk e o pegou pelo colarinho da jaqueta e perguntou para ele “O que você vai fazer?” e ainda zombou do jeito desleixado com o qual Vicious se vestia. Para Freddie, aquela foi uma vitória contra a petulância do rebelde, “acho que sobrevivemos ao teste” completou o artista para seus companheiros do Queen.

 

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br