A revista “Total Guitar magazine” está fazendo uma enquete e precisa da sua ajuda!!
Eles querem saber quem você acha que são os melhores guitarristas de todos os tempos.
Não é à toa que a primeira leva de guitarristas de Rock foi chamada de ‘progressiva’, e é irônico que a era do Rock Clássico tenha se tornado sinônimo de conservadorismo.
Levar a guitarra ao limite era o nome do jogo, com riff após riff abrindo novos caminhos. Com tantas guitarras genuinamente pioneiras, pedimos que você responda à pergunta definitiva: “Quem são os melhores guitarristas de rock clássico de todos os tempos?”
Listamos mais de 30 grandes nomes para você começar. Cada voto conta e você pode votar em quantos guitarristas quiser.
Você pode ter o seu guitarrista favorito que não está na lista, então basta escrever sua sugestão na parte inferior da enquete.
Os vencedores serão os que tiverem mais votos, simples assim. O resultado será divulgado nas próximas semanas e a Total Guitar magazine dirá tudo o que você precisa saber, incluindo como tocar exatamente como eles. Então, em breve você saberá como seus favoritos se saíram.
A enquete traz os guitarristas:
Amanhã 19/04/2020, a banda Queen Tribute Brazil fará mais uma live.
Horário: 19:00 horas
Onde assistir: Facebook, Instagram e Youtube
Facebook: https://www.facebook.com/QueenTributeBrazil
Instagran: https://www.instagram.com/queentributebrazil
Youtube: https://www.youtube.com/c/QUEENTRIBUTEBRAZIL

Fonte: www.cyclingnews.com
Todas as imagens do vídeo foram gravadas de casa para reforçar a importância do isolamento social
Brian May, do Queen, se uniu ao trio musical Kings Daughters para o single “Get Up”, lançado nesta quarta, 15, acompanhado de um videoclipe. O guitarrista toca na música que ele também co-escreveu e produziu. Do valor arrecadado com a canção, 10% serão destinados para a instituição de saúde mental MIND.
O vídeo da música apresenta pessoas de 44 países dançando em casa para incentivar o isolamento e distanciamento social por conta do coronavírus. A esposa de May, Anita Dobson, também está no clipe.
Nas imagens do clipe, também há uma participação especial do comediante britânico Matt Lucas, que recentemente se juntou ao guitarrista para uma versão acústica de “Thank You Baked Potato” para a conscientização sobre a FeedNHS, uma instituição de caridade que visa entregar refeições a 6000 profissionais de saúde em Londres todos os dias.
“Estamos lançando isso no mundo não apenas como uma espécie de incentivo de dança, mas também como um tônico poderoso para pessoas que estão realmente paralisadas com medo, depressão ou ansiedade no momento. Sendo um depressivo, eu definitivamente me identifico”, disse o músico sobre o vídeo.
Brian May continuou: “Eu acho que crianças e adultos de todas as idades sentirão a força do otimismo e gratidão quando cantarem e dançarem ao som de ‘Get Up‘, onde quer que estejam. A música vai unir o mundo na esperança de um futuro melhor.”
Kings Daughters é a vocalista Talia Dean, a guitarrista Isabel Lysell e a baterista Vicky O’Neon.
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br
Nas palavras de Minns, o relacionamento começou enquanto Mercury ainda estava com Mary Austin
Freddie Mercury era extravagante. Além de ser conhecido por seu talento nato como vocalista da banda Queen, ele não escondia de ninguém que amava a vida de famoso. Como forma de provar sua fama e status, dava festas tão grandes que até Jay Gatsby, ficaria com inveja.
Os eventos eram luxusos: as bebidas eram as mais caras, os alimentos mais apetitosos e um alto escalão de celebridades como convidados. E, como sempre, a grande atração era o astro de rock, com seu jeito único e roupas extravagantes.
Muito reservado sobre sua vida pessoal, poucos sabiam sobre sua bissexualidade e segundo a sua própria irmã, Kashimira Bulsara, o astro não contou esse fato nem para sua família.
No entanto, um homem mudou isso na vida do cantor: o executivo da Elektra Records, David Minns. Durante uma dessas festas, os dois trocaram olhares. Poderia não ter ido além disso, um flerte durante a badalação noturna, mas David se tornaria um dos grandes amores da vida do vocalista do Queen.

Segundo a biografia de Minns, “This is Was The real Life”, o relacionamento começou enquanto o astro do rock ainda morava com sua primeira namorada, Mary Austin, em Holland Park.
Eles se conheciam de vista nas festas, Minns dizia que o cantor adorava ser uma estrela, que não queria nada diferente disso. Quando Bohemian Rhapsody, um dos maiores clássicos da banda, foi lançado, ele conseguiu chegar ao patamar que queria.
“Eu o conheci melhor em 1975, quando, depois de três álbuns, o nome do Queen já era conhecido no exterior. Freddie era conhecido, mas ainda não era famoso. Depois do Bohemian Rhapsody, eu o vi se transformar em uma celebridade; eu o vi alcançar suas ambições. Ele mesmo disse em vídeo que ele não sabia cozinhar e que ele seria uma dona de casa inútil, então Freddie decidiu que em seu trabalho seria ser uma estrela”, escreve em sua biografia.

Foi só durante a turnê americana do Queen que eles se aproximaram realmente e começaram um caso. Assim que voltou para Londres, Freddie contou a Mary sobre a sua bissexualidade e naquele momento, a jovem imaingou que ele estava a traindo.
Inclusive, no documentário póstumo sobre a vida do cantor, a ex-namorada lembra com precisão desse dia: “Nunca vou esquecer esse momento. Sendo um pouco ingênua, levei um tempo para perceber a verdade. Depois disso, ele se sentiu bem por finalmente ter me dito que era bissexual. Embora eu me lembre de lhe ter dito na época: ‘Não Freddie, eu não acho que você é bissexual. Eu acho que você é gay”.
Assim que o casal terminou, a estrela do rock, então livre, convidou o novo namorado para morar com ele. Os dois se tornaram inseparáveis e eram vistos em todas as festas trocando carícias e abraçados. Freddie era muito romântico, durante o tempo que passava nas turnês escrevia cartões postais ao seu amado, mensagens nas quais o chamava de “meu querido e precioso querubim”.
“Meu querido e precioso querubim, o menininho me lembra muito de você. Eu tive que mandar para você ver… Eu não posso te dizer o quanto eu sinto sua falta – eu às vezes tenho um ataque e começo a arrancar meu cabelo… Espero que todos os seus planos com o negócio estejam indo bem… De qualquer forma, não demorará muito até eu ver meu querubim novamente. Sinto sua falta e amo você. Freddie” escreveu o vocalista em uma dessas cartas.
Você quebrou meu coração
Apesar de ser o primeiro romance gay de Mercury, em 1977, o caso teve um fim quando Freddie,durante uma de suas apresentações na América do Norte, se envolveu com o chef de cozinha, Joe Fanelli, que mais tarde se tornaria seu companheiro e cozinheiro particular na mansão Garden Lodge.

Desiludido, David não queria mais saber de seu primeiro amor, que foi embora e o deixou de coração partido. Só falou de seu relacionamento com o cantor, anos depois de terem terminado, quando lançou sua biografia em 1998.
Freddie Mercury morreu em 24 de dezembro de 1991, após uma broncopneumonia causada pela AIDS. Seu primeiro amor, David, nunca contraiu HIV, e morreu por conta de um ataque cardíaco em 11 de maio de 2007.
Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br
Peter Straker, estrela de shows e concertos de palco e TV, e confidente de longa data de Freddie Mercury, lançou três obras-primas híbridas de rock/cabaré. Esses álbuns clássicos, muito esgotados e muito procurados, foram lançados originalmente entre 1977 e 1980 e foram produzidos por talentos estelares
Freddie Mercury coproduziu a carreira de Straker, definindo o álbum ‘This One’s On Me’ ao lado de Roy Thomas Baker – que foi o célebre produtor dos álbuns clássicos do Queen: ‘Queen’, ‘Queen II’ ‘Sheer Heart Attack’, ‘Jazz’ e ‘A Night at the opera ‘.
O álbum de 1979 de Straker, “Changeling”, foi o primeiro álbum completo produzido por Tim Friese-Greene, antes de sua aclamada associação com Thomas Dolby e de se tornar o quarto membro de fato do Talk Talk em seus álbuns mais aclamados pela crítica.
Nos controles do ‘Real Natural Man’, dos anos 80, estava Reinhold Mack, cuja carreira inclui créditos como produtor de Queen, The Rolling Stones, The Scorpions, Meatloaf e Deep Purple.
Peter Straker foi aclamado como uma das grandes vozes da cena britânica. Ele é o ator-cantor que gravou com Freddie Mercury (Barcelona, Time), estrelou o notório musical ‘Hair’, no original ‘Phantom of the Opera’ de Ken Hill e que é reconhecido como um dos principais intérpretes virtuosos do livro de songbook de Jacques Brel.
Adepto a papéis pioneiros de gênero, ele alcançou a fama em 1968, quando estrelou como ‘Hud’ na produção original londrina de ‘Hair’. Ele passou a estrelar o filme gay pioneiro ‘Girl / Boy’ em 1972 e interpretou o cobiçado papel de ‘Frank-N-Furter’ em ‘The Rocky Horror Show’. Mais recentemente, ele interpretou a ‘Acid Queen’ no renascimento de Tommy, a ópera rock,, escrito pelo co-fundador e líder da banda de rock The Who Pete Townshend.
Assinando seu contrato original de gravação na RCA em 1972, semanas depois de seu amigo David Bowie, Straker foi chamado de ‘Black Bowie’ em reconhecimento a suas carreiras híbridas semelhantes que se estendiam por filmes, teatro e rock.
Este CD Box Set de luxo contém os três álbuns mais conhecidos de Peter Straker, com destaque para ‘This One’s On Me’; o álbum que melhor reflete a diversidade de interesses artísticos e influências criativas que sustentaram a longa carreira de shows e concertos teatrais de Straker.
Ele contém músicas sobre a era de ouro do cinema, “O dia em que os talkies chegaram” e “Ragtime Piano Joe”; sobre o lado mais sombrio do showbusiness e do desempenho em “The Saddest Clown”, “The Annual Penguin Show” e “Vamp”, bem como os padrões de “Alabama Song” de Bertolt Brecht e Kurt Weill e Jackie de Jacques Brel. Um destaque indiscutível do álbum é “Heart Be Still”, a visão de tirar o fôlego de Straker sobre o single de Lorraine Ellison, de 1967.
Ele é um trovador que narra os vazios de corações partidos, vidas comprometidas e a parte não tão bonita do glamour teatral. Os álbuns de Straker possuem uma sensibilidade poética e a eterna luta por felicidade, sobrevivência e aceitação.
Este conjunto de três discos, precedido pelo single ‘Heart Be Still 2020’, contém todos os três álbuns originais em capas de álbuns de reprodução e inclui um abrangente livreto ilustrado de 48 páginas contendo letras de álbuns completos, as reminiscências de Straker sobre Freddie Mercury em um ensaio chamado ‘ Freddie & I ‘, um livro de memórias autobiográficas completo de sua própria carreira de gravador e uma lista cronológica completa de suas performances em’ Screen, Stage, Concerts! ‘.
Para compara acesse: www.cherryred.co.uk/product/peter-straker-this-ones-on-me-3cd-boxset
Confira lista de músicas:
Disco 1 This One’s On Me (1977) 1. Ada 2. I’ve Been To Hell And Back 3. The Day The Talkies Came 4. Heart Be Still 5. Alabama Song 6. Ragtime Piano Joe 7. Jackie 8. The Annual Penguin Show 9. The Saddest Clown 10. Vamp Produzido por: Roy Thomas Baker Freddie Mercury | Disco 2 Changeling (1978) 1. D-D-D-D-D-Danger 2. Doesn’t Give A Damn 3. Believer 4. Sweet, Sweet Music 5. Legs 6. Star Circus 7. Tear Down The Walls 8. The Fab Samba (A Cautionary Tale) 9. The Black Swan 10. Talk About Me Bonus Track – 11. Queen Of The Self-Service Produzido por: Tim Friese-Greene | Disco 3 Real Natural Man (1980) 1. Late Night Taxi Dancer 2. Nasty 3. Possessed 4. It Ain’t Easy 5. They’ve Got You Dancing 6. Wappem Bappem 7. Illusions, Confusions 8. Melancholy 9. Mrs. Warren 10. Real Natural Man Bonus Tracks 11. Zoo New 12. I Can’t Help It 13. Late Night Taxi Dancer (Single Version) Produzido por: Reinhold Mack Mike Allison Peter Straker |
Confira algumas fotos de Peter Straker com Freddie
Sites Oficiais Peter Straker:
www.peterstraker.com
Peter Straker Facebook
Peter Straker Instagram
Peter Straker YouTube Channel
Peter Straker Twitter
Fonte: www.bossamusic.co.uk
Agradecimento especial a: Archie Carmichael
O clássico We Will Rock You do Queen, originalmente lançado em 7 de outubro de 1977 para o álbum News of the World, ganhou uma nova versão para a campanha #OneMillionClaps para arrecadar fundos para os profissionais de saúde do Reino Unido.
O NHS Charities Together do Reino Unido, que representa, apoia e defende o trabalho das instituições de caridade oficiais do serviço nacional de saúde da Grã-Bretanha, lançou o apelo #OneMillionClaps para levantar fundos urgentemente necessários para apoiar os profissionais de saúde, pois eles arriscam suas vidas em meio à crise do covid-19.
A nova versão de We Will Rock You é lançada com um curta-metragem assinada pelo comediante David Walliams.
A música, uma das mais emblemáticas do Queen e da história do rock, ganhou um coro que canta: “We say, we say thank you!” (Dizemos, agradecemos!).
Ellie Orton, diretora executiva do NHS Charities Together disse: “Como todo mundo, fiquei incrivelmente emocionada com milhões de pessoas que demonstram nosso apoio público ao serviço de saúde nas últimas duas noites de quinta-feira (9). Eu realmente espero que o #OneMillionClaps inspire aqueles que podem fazer uma doação que fará uma diferença real para os incríveis funcionários e voluntários que estão diariamente salvando vidas e lutando contra esse vírus horrível em nosso nome”, concluiu.
We Will Rock You está na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone, elaborada em 2004.
Confira a nova versão:
Show your love for @NHS @NHSEngland with the #OneMillionClaps campaign with @NHSCharities – let’s show them how much we care!#covid19 #clapforcarers #clapfortheNHS #inthistogether pic.twitter.com/ZWu3RiLXdw
— Open (@LifeAtOpen) April 9, 2020
Fonte: www.musicjournal.com.br
Da Grande Praga Inglesa até o novo coronavírus, surtos de doenças inspiraram artistas ao redor do mundo
A atual situação de pandemia causada pelo novo coronavírus é sem precedentes em muitos sentidos. Por outro lado, está longe de ser a primeira doença nessas proporções na história da humanidade — são vários outros exemplos durante a existência da nossa espécie.
Sempre que uma pandemia ocorre, a arte vira um refúgio para muitos. Mais do que isso, constantemente se transforma em súplica ou até mesmo resistência; entre todas as suas formas, a música talvez seja uma das que mais se destaca pelo conteúdo muitas vezes literal e expressivo.
Elton John – “The Last Song” (AIDS, 1992)
Após o mundo perder Freddie Mercury para a AIDS, o parceiro de composições de longa data de Elton John, Bernie Taupin, escreveu a belíssima “The Last Song” que viria a ser a primeira música lançada em benefício de sua fundação contra a doença. A letra se trata de um pai que tenta aceitar a sexualidade do filho, que está em leito de morte por complicações da AIDS.
Elton conta que estava “chorando o tempo todo” enquanto escrevia a música, e descreve como “muito difícil” cantá-la.
Para ver todas Clique Aqui
Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com
Rami Malek, intérprete de Freddie Mercury, revelou que se inspirou no cantor para viver o vilão de 007: Sem Tempo para Morrer.
O astro de 007: Sem Tempo para Morrer falou sobre sua inspiração para a revista Empire.
Freddie Mercury em 007?
“Se eu fosse lá e tentasse fazer uma cópia em carbono de alguém, qual seria a graça ou a diversão para qualquer um. Eu acho que essa é a lição que aprendi com o Sr. Mercury. Se não é original, por que se importar?”, disse Rami Malek.
Rami Malek ganhou o Oscar 2019 de Melhor Ator por Bohemian Rhapsody, onde ele interpreta o cantor Freddie Mercury.
A direção do novo 007 é de Cary Fukunaga. O roteiro fica por conta de Scott Z. Burns e Phoebe Waller-Bridge, que finalizam o trabalho começado por Neal Purvis e Robert Wade.
Abaixo o trailer, Rami aparece, rapidamente, a partir dos 2:00 minutos.
Fonte: https://observatoriodocinema.uol.com.br
À semelhança de Paul McCartney, Brian May afirma que há práticas “medievais” que deverão acabar, para bem da saúde. “Cada vez é mais certo que comer animais não é a coisa mais adequada para a nossa saúde”
Brian May, histórico guitarrista dos Queen, acredita que a atual pandemia de covid-19 pode ser uma oportunidade para reavaliar o tratamento dos animais, defendendo o veganismo como opção.
Em entrevista ao NME, o britânico afirmou: “Se quisermos analisar a questão a fundo, penso que devíamos repensar se devíamos comer animais”.
“Cada vez é mais certo que comer animais não é a coisa mais adequada para a nossa saúde”, diz, referindo-se ao fato de a pandemia ter surgido, ao que tudo indica, num mercado da cidade chinesa de Wuhan, onde se vendem animais vivos.
“Em janeiro aceitei o Desafio Vegan e agora sou vegan há três meses. Foi uma experiência, porque há muito que defendo os direitos dos animais mas me debatia com o fato de, ocasionalmente, ainda os comer”.
“Tornar-me vegan foi apenas uma decisão, não tenho tentado convencer ninguém a fazer o mesmo, mas agora estamos vendo mais consequências de como o fato de comermos animais nos derrubou enquanto espécie. Penso que chegou a hora de reavaliarmos o nosso mundo de forma a não abusarmos de outras espécies”.
Considerando que o veganismo representa o futuro, à semelhança de Paul McCartney, Brian May espera que o Governo da China reconsidere a sua postura. “Convenhamos, é um bocado medieval comer morcegos”, ilustra. “A gripe das aves, a Sars, todas essas doenças que nos afetaram… e porquê? Devido a estas práticas medievais. Eles tem de mudar de atitude. O que aconteceu pode conduzir a uma mudança. Se isto não o fizer, não sei o que fará”.
Fonte: https://blitz.pt
Dueto dos cantores foi lançado apenas em 2014
Freddie Mercury e Michael Jackson, grandes vozes dos anos 1970 e 1980, quase colaboraram em algumas músicas. Os astros chegaram a entrar em estúdio juntos, mas uma lhama impediu a finalização das gravações. O projeto poderia ter resultado em um álbum conjunto do Rei do Pop e o vocalista do Queen.
A dupla gravou algumas demos no estúdio particular de Jackson, em Encino, na Califórnia, mas as faixas nunca foram terminadas. Além da dificuldade de encontrar tempo na agenda dos cantores, Jackson se tornava cada vez mais recluso, na época, e preferia não deixar a residência.
O motivo mais inusitado para o projeto ser abandonado foi a presença de uma lhama, animal de estimação de Jackson, durante as gravações. Mercury ligou para o empresário, Jim “Miami” Beach, e pediu socorro. “Miami, querido, poderia vir aqui? Você precisa me tirar daqui, estou gravando com uma lhama”, disse o vocalista do Queen ao telefone.
A música “There Must Be More to Life Than This”, foi lançada no álbum Mr. Bad Guy (1985), de Mercury, sem a participação de Michael Jackson. Uma versão do dueto foi lançada após a morte do Rei do Pop, e mais de 30 anos após as gravações, em 2014, em uma coletânea do Queen.
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br
O músico se apresentou com a banda pela primeira vez em 2009
Após Adam Lambert assumir o vocal das apresentações do Queen, em 2011, surgiram diversas comparações entre ele e o icônico Freddie Mercury. Em entrevista à Triple M, o músico falou o que pensa sobre o assunto. As informações são do Ultimate Guitar.
O vocalista disse: “Tenho tanta sorte em poder prestar homenagem a [Freddie Mercury] e celebrá-lo como artista, pessoa, compositor e cantor. Acho que me relaciono com algumas das coisas pelas quais ele, obviamente, passou; posso fazer algumas comparações. Espero que, de alguma forma, possa continuar com o espírito dele”.
Ele continuou: “Acho que há certas intenções com as quais essas músicas devem ser cantadas, e tento ir até lá. Fiz muitas perguntas e aprendi muito sobre ele, e realmente tento mantê-lo no vanguarda da minha mente. “Não para imitar, mas fazer por ele, para celebrá-lo.”
Lambert se apresentou com o Queen, formado por Brian May e Roger Taylor, pela primeira vez em 2009, enquanto concorria no American Idol. O músico começou a se apresentar com a banda apenas em 2012. Segundo o vocalista, no início houve nervosismo.
Em entrevista para a Kaaos TV na última sexta, 10, Lambert comentou sobre o assunto: “No começo, eu definitivamente ficava [nervoso]. Sim, absolutamente. E agora estamos há oito anos juntos e não fico nervoso. Isso realmente ajudou minha confiança e me deu uma sensação de realização trabalhando com eles “.
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br
A faixa clássica foi eleita a melhor canção britânica de todos os tempos pelos ouvintes na 5a edição anual da Rádio X com a pesquisa Strongbow
Bohemian Rapsody ficou na primeira posição na pesquisa pelo segundo ano, mantendo a vencedora de 2018, Live Forever do Oasis como segunda colocada. A canção, escrita por Freddie Mercury em 1975, continuou a crescer em popularidade desde que ela emprestou seu nome para o filme do Queen em 2018.
Escute a melhor canção britânica da Rádio X com a playlist Strongbow.
Rádio X perguntou a você o nome da melhor canção britânica de todos os tempos pelo quinto ano consecutivo e Bo Rap (como ela é conhecida pelos fãs), foi para o topo da parada de novo em uma votação com mais de 20.000 votos.
1. Queen – Bohemian Rhapsody
2. Oasis – Live Forever
3. The Stone Roses – I Am The Resurrection
4. Oasis – Slide Away
5. Courteeners – Not Nineteen Forever
6. Oasis – Don’t Look Back In Anger
7. Arctic Monkeys – A Certain Romance
8. David Bowie – Heroes
9. Oasis – Champagne Supernova
10. Sam Fender – Hypersonic Missiles
Agradecimentos a Cláudia Falci
Um vídeo de alguém que não conseguiu, realmente, ficar dentro de quatro paredes durante a pandemia. Com a ajuda de um cabo de vassoura, um fã do Queen recriou aquele célebre momento em que Freddie Mercury interage com a multidão e pede que esta responda em coro
Farto da quarentena e da falta de shows ao vivo, um homem decidiu recriar a icónica performance de Freddie Mercury com o Queen no Live Aid, no telhado da sua própria casa.
Recorrendo a um cabo de vassoura, este homem recriou o momento em que Freddie interage com os fãs, que ficou marcado na história da música.
Veja aqui os vídeos:
‘Day 2746439270 and this is what my husband has resorted to’ ?? pic.twitter.com/iO04P2C4ml
— LADBible (@ladbible) April 11, 2020
Fonte: https://blitz.pt
Hollywood vem sido dominada por uma nova onda de cinebiografias musicais, com Bohemian Rhapsody e Rocketman fazendo sucesso de bilheteria e crítica – respectivamente.
Porém, o filme de Elton John é um trabalho muito superior àquele sobre a ascensão do Queen e Freddie Mercury, e separamos 5 motivos que atestam isso.
Descubra o que é real e o que é ficção em Rocketman
Confira abaixo.
Taron Egerton cantou de verdade
Vamos falar de polêmicas. Rami Malek ganhou um Oscar por seu trabalho como Freddie Mercury, mas é uma vitória contestada por muitos. Afinal, o astro não cantou a maioria de suas cenas, tendo suporte de um dublador e também de gravações de Mercury. Já Taron Egerton cantou todas as suas músicas, e o resultado se mostra em cena.

A direção é criativa e tem conceito
Curiosamente, Dexter Fletcher assina tanto Rocketman quanto (parte de) Bohemian Rhapsody. O diretor foi contratado para finalizar o filme de Queen após a demissão de Bryan Singer, mas aparentemente só tinha olhos para Elton John. A direção de Rocketman tem um conceito de fantasia e musical que o transcendem além dos clichês do gênero, e tornam a história mais dinâmica e envolvente do que a narrativa mais “quadrada” de Bohemian Rhapsody.

Roteiro que não esconde a sujeira
Bohemian Rhapsody conta a trajetória de Freddie Mercury de forma higiênica e limitada por uma censura para 13 anos, enquanto Rocketman é mais arriscado e verídico – auxiliado por sua classificação para maiores. Não que o filme se isente de sua reverência a Elton John, mas Fletcher foca bem mais nos defeitos do cantor aqui do que em Bohemian Rhapsody.

A relação central
Rocketman traz um elo muito forte entre Elton John e Bernie Taupin, que se torna o coração do longa de forma admirável. Bohemian Rhapsody tentou fazer isso com Freddie Mercury e Mary Austin, mas o resultado foi atrapalhado e artificial, enquanto Dexter Fletcher torna esse elemento mais verídico e emocionante aqui – mesmo tratando-se de uma relação de amizade, e não romance.

Rocketman é bem montado
Parece besteira falar disso, mas quando um filme como Bohemian Rhapsody ofende editores ao levar o Oscar de Melhor Montagem… É preciso reconhecer que ao menos isso Rocketman faz de forma superior. Sem falar que é algo que o longa usa a favor da narrativa, que se torna mais rápida e dinâmica no quesito de progressão de história. Nada de diálogos picotados aqui.
Fonte: https://observatoriodocinema.uol.com.br
Eles tinham desejo de trabalhar juntos em um projeto que tinha a expectativa e potencial de se tornar a melhor parceria musical da história.
Ambos estavam no auge de suas carreiras, além de compartilharem um domínio do carisma, confiança, segurança e criativo, como mostrado em seus clipes e shows.
Michael Jackson foi ao show da banda Queen e conheceu Freddie Mercury nos bastidores, junto com os outros integrantes.
“Nos primeiros dias, três, quatro anos atrás, ele costumava assistir nossos shows no The Forum, em Los Angeles, e acho que ele gostava de nós e então eu o conheci”, disse Mercury à jornalista Lisa Robinson em uma entrevista de 1983.
“Ele continuava vindo para nos ver e, em seguida, começamos a conversar e, durante aqueles dias, saímos juntos. Me lembro de sair para jantar com ele.”
A amizade então surgiu entre eles, além da admiração mútua. Rolling Stone documentou em 1983, uma história durante uma das visitas de Michael aos bastidores para ver Queen. Quando um repórter perguntou a Jackson se ele era fã do Queen, ele respondeu: “Sou fã de Freddie Mercury”.
A história continuou dizendo suas interações: “A banda é alegre. Michael é tímido, parado quieto na porta até que Freddie o veja e salte para reuni-lo em um abraço. Freddie convidou Michael. Ele telefonou a semana toda, principalmente sobre a possibilidade de trabalharem juntos.”
“Os dois têm sido amigáveis desde que Michael ouviu o material que o Queen gravou para The Game e insistiu que o single tinha que ser ‘Another One Bites the Dust’”, prosseguiu a história da Rolling Stone, complementando que Jackson disse “Agora ele me escuta, certo, Freddie?”, com Mercury rebatendo: “Certo, irmãozinho”.
“Quando estou conversando com ele, penso: ‘Meu Deus, ele tem 25 anos e eu tenho 37′”, fala Mercury sobre a diferença de idade deles naquela época. “No entanto, ele está no ramo há mais tempo do que eu.”

As estrelas avançaram com a parceria, começando com as músicas do próximo álbum dos Jacksons, de acordo com a Rolling Stone em 1983, no qual, uma história posterior falava que era para o álbum “Hot Space” do Queen. Diferentes fontes disseram que era para ser um álbum de duetos.
Eles começaram trabalhar definitivamente juntos em demos para três faixas: “There Must Be More to Life Than This,” “State of Shock” e “Victory”, em 1983 no estúdio do Michael.
“Eram ótimas músicas, mas o problema era o tempo, pois estávamos muito ocupados naquele período”, recordou Mercury posteriormente.
Mas o tempo não foi o único motivo que atrapalhou.
O representante do Queen, Jim “Miami” Beach, lembra de ter recebido uma ligação frenética de Mercury durante as sessões. “Freddie disse: ‘Você tem que me tirar do estúdio’”, disse Beach no documentário The Great Pretender.
Quando o representante perguntou por que, Mercury dizia aquilo: “Porque estou gravando com uma lhama. Michael está trazendo sua lhama de estimação para o estúdio todos os dias e eu realmente não estou acostumado, já estou cansado e quero sair.”
Outros documentos revelaram que Michael Jackson não estava gostando do uso de cocaína do Freddie em sua casa. O cantor Elton John também afirmou o vício de Mercury em usar drogas, declarando: “Freddie Mercury era capaz de me superar nas festas, o que já quer dizer alguma coisa. Ficávamos acordados por noites, sentados ali às 11 da manhã, ainda voando alto.”

Infelizmente as músicas que trabalharam juntos nunca foram lançadas, mas o trabalho conjunto acabou sendo ouvido.
“State of Shock” foi regravada pelos Jacksons e Mick Jagger e lançada como single em 1984. Mesmo tendo gravado “There Must Be More to Life Than This” como um dueto, Mercury a regravou em uma canção individual para seu único álbum solo, Mr. Bad Guy, lançado em 1985.
Em 2014, mais de três décadas depois, uma versão conjunta foi lançada no álbum de compilação do Queen de 2014, intitulado “Queen Forever”, produzido por William Orbit, que também produziu sucessos de Madonna.
“Quando eu o encontrei pela primeira vez no meu estúdio, me surpreendi com uma grande quantidade de deleites oferecidos pelo maior dos músicos”, disse Orbit sobre Michael, segundo a Rolling Stone.
“Ouvir os vocais de Michael Jackson foi emocionante. Tão vívido, tão bacana e comovente, era como se ele estivesse no estúdio cantando ao vivo. Com o solo vocal de Freddie na mesa de mixagem, minha apreciação por seu presente foi levada a um nível ainda mais alto.”
Após esse mal convívio, a amizade entre eles foram acabando. “Eu acho que ele agora fica em casa. Ele não gosta de sair”, disse Mercury também na entrevista com Robinson.
“Ele diz o que quiser, pode ficar em casa. Tudo o que ele quer, ele simplesmente compra.”
Mercury não gostava desse estilo de vida: “Não sou esse tipo de pessoa. Eu não faria isso. Eu ficaria entediado até a morte. Eu saio todas as noites. Eu odeio ficar em um quarto por muito tempo de qualquer maneira. Eu gosto de ficar andando por aí. Apenas minha abordagem individual”, finalizou.
Fonte: https://observatoriodemusica.uol.com.br
A magia de Freddie Mercury!
A Liga da Justiça Sombria é uma das equipes mais peculiares das HQs recentemente. A nova versão do grupo é liderada pela Mulher-Maravilha e traz vários heróis sobrenaturais em aventuras que lidam com o oculto. Contudo, na mais nova edição, vemos Zatanna criando uma magia poderosa ao conjurar o poder da banda Queen.
Como assim? Bem, em Justice League Dark #21, Zatanna e Constantine precisam deter um vilão sobrenatural. Zatanna, por sua vez, usa seus poderes mágicos ao recitar algumas frases da clássica canção Bohemian Rhapsody, de trás para frente. Ela começa recitando: “Galileo! Very very frightening”.
Logo em seguida, ela faz uma das poses icônicas de Freddie Mercury e eleva seu punho no ar, enquanto grita: “Thunderbolt and Lightning”, conjurando raios e atacando o inimigo com fortes rajadas elétricas. Curiosamente, ela também imita a pose de Freddie na capa do álbum Queen II, que também é usada no clipe de Bohemian Rhapsody.
Confira as cenas da HQ abaixo:


Justice League Dark #21 está à venda nas bancas norte-americanas, sem previsão de lançamento no Brasil.
Fonte: www.legiaodosherois.com.br
Depois de ter ficado na vice-colocação na semana passada, atrás de “C A L M” do 5 Seconds Of Summer, “Future Nostalgia” de Dua Lipa chegou ao topo da parada de álbuns do Reino Unido. A cantora superou o best seller “Divinely Uninspired…” de Lewis Capaldi que subiu do quinto para o segundo posto. Já o disco do quarteto australiano despencou da primeira para a 17ª colocação.
Lipa disse que chegar ao número 1 em sua terra natal é um sonho tornado realidade e agradeceu ao público por todo amor e apoio que estão dando a ela nesses momentos tão difíceis.
De volta ao ranking, top 10 não teve nenhuma estreia, mas vale notar o retorno do “Greatest Hits” do Queen (lançado em 1981) para a área mais nobre da parada, no sétimo lugar. Os britânicos também prestaram homenagem ao grande Bill Withers. O cantor morreu em 30 de março aos 81 anos e apareceu no 10° posto com a compilação “The Ultimate Collection”. Essa foi primeira vez que um disco dele chegou aos 10 mais do Reino Unido.
“It Is What It Is” de Thundercat, na 23ª posição e “Wake Up Sunshine” do All Time Low (28ª) foram as únicas novidades em todo o top 40.
O top 10 ficou assim:
1 – “Future Nostalgia” – Dua Lipa (subiu uma ppsição)
2 – “Divinely Uninspired to a Hellish Extent” – Lewis Capaldi (subiu três posições)
3 – “After Hours” – The Weeknd (subiu uma posição)
4 – “Fine Line” – Harry Styles (subiu cinco posições)
5 – “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?” – Billie Eilish (suiu três posições)
6 – “Insomnia” – Skepta, Chip & Young Adz (caiu três posições)
7 – “Greatest Hits” – Queen (subiu cinco posições)
8 – “No.6 Collaborations Project” – Ed Sheeran (subiu três posições)
9 – “Diamonds” – Elton John (subiu uma posição)
10 – “The Ultimate Collection” – Bill Withers (retorno ao ranking)
Fonte: www.vagalume.com.br
Não só nas músicas, mas também nos discursos, o vocalista do Queen mostrava que sabia usar as palavras
Freddie Mercury sabia muito bem usar as palavras – seja em discursos, frases ou composições. No doloroso “Love of My Life”, que escreveu sobre a namorada Mary Austin, o vocalista do Queen mostrou como podia escrever letras fortes e complexas.
Evidentemente, não se contentando em ser um dos maiores cantores e compositores que já existiram, o músico também poderia discursar com humor épico e extravagante com facilidade durante as entrevistas e marcar as pessoas que ouviam as frases ditas por ele.
Assim, o Grunge listou as 9 frases mais épicas de Freddie Mercury:
“Mudo quando saio do palco. Eu me transformo totalmente nesse ‘showman definitivo’. Digo isso porque é isso que devo ser. Não posso ser o segundo melhor. Prefiro desistir. Sei que tenho que suportar. Sei que tenho que segurar o microfone e ficar de uma certa maneira. E amo isso. ” – Freddie Mercury: Uma biografia íntima
“Nunca amarro meu próprio cadarço, quero dizer, nunca! Simplesmente não é o que se faz no rock and roll.” – Imagens dos bastidores, Houston, 1977
“Eu não vou ser uma estrela pop. Vou ser uma lenda.” – Days of Our Lives, Documentário da BBC
“Seria tão chato ter setenta anos.” – Freddie Mercury: A Kind of Magic
Ao ser questionado se tinha algum hobby: “Sim, faço muito sexo.” – Entrevista com Leiden, 1984
“Eu não espero fazer ossos velhos, e mais, eu realmente não me importo.” – Freddie Mercury: A Kind of Magic
“Sou um homem de extremos. Tenho um lado suave e um lado difícil, sem muito no meio. Se a pessoa certa julgar que posso ser, posso ser muito vulnerável, um bebê, o que é invariavelmente como fico quando pisoteado. Mas às vezes sou duro, e quando sou forte, ninguém pode me pegar.” – Freddie Mercury: Uma biografia íntima
“É realmente surpreendente que tivéssemos tanta confiança, mesmo naqueles dias, quando absolutamente nada estava acontecendo. Suponho que sempre nos divertimos.” – Freddie Mercury: A Kind of Magic
“Não, eu mesmo como artista – sou apenas uma prostituta musical, querido.” – Entrevista em Munique, 1984
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br








