Freddie Mercury certa vez se gabou de seu “enorme apetite sexual” e de como “costumava dormir com qualquer coisa” para satisfazer seus desejos hedonistas. Segundo o jornal The Mirror, o icônico vocalista do Queen ultrapassava os limites quando se tratava de atitudes sexuais e costumava ir a extremos para satisfazer seus desejos.

Depois de cinco anos namorando Mary Austin, Freddie explorou seu lado sexual ainda mais após a separação e não se conteve em encontrar prazer carnal. De acordo com a nova autobiografia “Freddie Mercury: A life, in his own words”, o cantor disse em uma entrevista:

“Eu tive muitos amantes, é claro … homens e mulheres. Tentei relacionamentos em ambos os lados, mas meus negócios nunca parecem durar. Todos eles deram errado.”

Freddie disse que ele chegou a um ponto em sua vida em que estava “vivendo para o sexo” e não estava muito preocupado em poder satisfazer suas outras necessidades. O músico acrescentou: “Meu desejo sexual é enorme. Durmo com homens, mulheres, gatos – você escolhe. Vou dormir com qualquer coisa! Minha cama é tão grande que pode dormir confortavelmente seis. Eu prefiro meu sexo sem nenhum envolvimento e houve momentos em que eu era extremamente promíscuo”.

Freddie também chegou a declarar que o sexo para ele era como um vício: “Eu costumava ser apenas uma velha escória que se levantava todas as manhãs, coçava a cabeça e imaginava quem ele queria transar hoje. Eu apenas vivia para o sexo. Sou uma pessoa muito sexual, mas sou muito mais exigente agora do que costumava ser. Na verdade, não me analisei, mas depois de todos esses anos sinto que não sou um parceiro muito bom para ninguém e acho que é isso que é meu amor. Meu amor é perigoso. Quem quer que o amor deles esteja seguro de qualquer maneira? Você pode imaginar escrever uma música chamada ‘My Love Is Safe’? Nunca venderia”.

 

Fonte: https://observatoriodemusica.uol.com.br/

 

O guitarrista Brian May tem sido um dos rockstars mais ativos na internet durante o período de isolamento social, recomendado pelas autoridades de saúde em meio à pandemia do novo coronavírus. O músico está produzindo uma série de conteúdos para os fãs e, em alguns casos, está até mesmo promovendo interação, convidando esses admiradores para participar.

Nos últimos dias, May ensinou os fãs a tocarem o solo da música “Bohemian Rhapsody” e promoveu uma mega-jam com músicos do porte de Jeff Scott Soto, Marco Minneman, James LoMenzo, Bumblefoot, entre outros. Agora, ele estendeu a diversão ao convidar os fãs para tocarem com ele.

A ideia é que os fãs façam suas performances da música “Hammer to Fall”. “É um desafio! Façam uma jam comigo, ok? Vamos fazer isso! Cantem para mim, toquem para mim, batuquem para mim, dancem para mim se é o que você gosta. Vamos fazer juntos”, afirmou.

Em uma dessas jams, ele reuniu os seguintes fãs: Chris Allan (baterista, Reino Unido), Ally McLachlin (baixista, Reino Unido), Mig Ayesa (vocalista e tecladista, Estados Unidos) e Danny Gomez (guitarrista, Espanha). Veja:

Aqui, May apresenta a mesma música ao lado de Marco Filippini (guitarra), Vittore Savoini (baixo), Christian Bruni (bateria) e Luca Vannuccini (vocal). Ao que tudo indica, todos os fãs reunidos são italianos:

Em outra, ele fez uma versão de “Love Of My Life” com Kerry Ellis no vocal:

 

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Last night live on Instagram – @kerryellis79 —- Bri

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Além de ter reunido outros fãs em jams diferentes, Brian May não está restrito a músicas do Queen. Ele tocou canções como “(You’re So Square) Baby I Don’t Care” (Elvis Presley) e “You’ve Got To Hide Your Love Away” (Beatles). Confira a versão para o clássico de Elvis:

O músico também trocou de instrumento ao fazer uma versão de “Keep Yourself Alive”, de sua banda, no violoncelo. Confira:

Nesta filmagem, ele também fala sobre a técnica de usar os dedos da mão direita, ao invés de palheta, para tocar as cordas da guitarra. Confira:

 

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This is what some people would call noodling. Allowing the fingers to do the walking. I find it therapeutic. Self-isolation has given me an opportunity to do more of this. As the days go by, and the feelings of frustration and confinement become mollified by acceptance, Anita and I have done a lot of talking. We are both feeling that when this CoronaVirus cataclysm is all over, we don’t want everything to go back to how it was in the Old World. Yes, we want health and freedom for everyone – but we have now glimpsed a world free of so many of the abuses that mankind has imposed upon it. Do we really still believe that the destruction, noise, pollution, and encroachment on Nature are all justified ? Might we all have learned how to live more harmoniously with the planet ? As someone once said (approximately) … You might say I’m a dreamer, but I have a feeling I’m not the only one. Bri

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Já no vídeo abaixo, May mostra um pouco do solo criado para a música “Killer Queen”. Veja:

São tantos “experimentos” que o guitarrista chegou a aparecer com um modelo diferente do instrumento. Ao invés de sua tradicional Red Special, de fabricação própria, Brian May gravou um vídeo com uma Fender Stratocaster.

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

Na posição de assistente pessoal e, depois, amante do cantor, o homem foi um dos responsáveis pelos períodos negativos na trajetória do Queen

Para os milhões de fãs de Queen, o filme Bohemian Rhapsody, de 2018, foi uma forma de se aproximar ainda mais de seus ídolos. Quase documental, o longa ilustrou a vida, a obra e o fim de Freddie Mercury, de um um jeito que ninguém esperava.

Ainda que bastante fiel à trajetória do grupo de rock, o filme estrelado por Rami Malek tem alguns pontos distintos da realidade. Nesse sentido, uma das figuras que mais teve suas atitudes criadas por Bryan Singer, o diretor do longa, foi Paul Prenter.

Na posição de assistente pessoal e até empresário de Freddie, Paul realmente não era muito querido pelos fãs e pelos membros do Queen. No filme, inclusive, ele assumiu o posto de vilão, interpretado por Allen Leech.

Uma relação repentina

Ao contrário do que o longa conta, Paul nunca foi indicado ao Queen. Ele, na verdade, conheceu Freddie em 1977, enquanto trabalhava em uma rádio da Irlanda do Norte. A partir daí, segundo o The Belfast Telegraph, eles iniciaram sua relação conturbada.

No começo, tudo parecia bem e a amizade tinha um ar inovador, talvez porque Paul não era uma estrela de rock. Ou talvez porque Freddie gostasse mesmo dele. De qualquer forma, é sabido que, em determinado momento, os dois viraram amantes.

Em 1982, por exemplo, Paul foi o culpado pelo desvio de atenção e pelo mal desempenho de Freddie no álbum Hot Space. Naquela época, até mesmo os integrantes do Queen enxergavam o amigo do vocalista como uma má influência.

Mas não pense que essa influência era tão definitiva para Freddie como o filme mostra. Paul nunca chegou a motivar a separação da banda, muito menos guiou o cantor para dentro do mundo das drogas e das orgias homossexuais.

Um lobo em pele de ovelha

De fato, Paul nunca influenciou o vocalista do Queen a usar drogas de forma desenfreada, mas ele realmente traiu a confiança de Freddie. Na vida real, ao invés de ser demitido por não contar sobre o Live Aid para o cantor, ele foi responsável pelo vazamento de diversas informações pessoais da banda.

Segundo o The Mirror, Freddie apenas demitiu Paul quando ele deu com a língua nos dentes em uma entrevista ao tablóide do The Sun, em 1986. Naquela época, o vocalista do Queen já estava se recuperando da vida festeira que tinha com o amante.

Esse distanciamento das festas, das polêmicas e, de certa forma, das drogas, foi um dos fatores que mais irritou Paul. A relação dos dois estava desmoronando e, com isso, o assistente de Freddie decidiu contar tudo que sabia.

Paul arrumando acessórios de Freddie / Crédito: Divulgação

 

Dessa forma, Paul vazou informações confidenciais tanto do vocalista quando da banda para o The Sun. Tudo foi publicado em uma revista, e não em um programa de televisão, como o filme mostra.

Na publicação, Paul realmente colocou todas as cartas na mesa e expôs a vida de Freddie nos menores detalhes. Ele comentou sobre Jim Hutton, falou sobre o estilo de vida do cantor, revelou outras relações que o vocalista teve e ainda afirmou que dois dos parceiros de Mercury haviam morrido de AIDS.

Uma personalidade teatral

Por mais ou menos influente que fosse na vida de Freddie, Paul Prenter foi um dos principais coadjuvantes da trajetória do Queen. E, ainda que não fosse tão querido quando os outros, recebeu uma homenagem de Brian May, um dos integrantes da banda, em 2018 — segundo o artista, Paul “nem era tão ruim assim”.

Considerado o traidor da história até hoje, Paul foi vítima de complicações da AIDS e morreu em agosto de 1991, três meses antes de Freddie. Ele chegou a tentar se desculpar com seu amado, mas suas tentativas foram ignoradas pelo vocalista.

 

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/

 

 

 

Há cinco décadas, o uso do objeto é uma das marcas registradas do músico na banda

Em uma entrevista para a Premier GuitarBrian May, guitarrista do Queen, explicou a história por trás de uma das marcas registrada da própria carreira: a substituição da palheta por uma moeda de seis centavos.

Questionado sobre quando começou a usar a moeda, o músico respondeu que foi no momento em que ele descobriu que o objeto faria com que ele sentisse mais a ação dos próprios dedos.

“Inicialmente pensei que me daria menos flexibilidade, mas tenho os dois lados da moeda e consigo ter contato total com todas as cordas”. O músico ainda acrescentou que “[a moeda] não desgasta e nem machuca o instrumento”.

“Para mim, isso é o máximo. Além disso, não tem como ficar preso nas cordas como é o caso de muitas palhetas. Com a moeda, isso nunca acontecerá, porque ela é redonda”.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Como não amar essa cover de “I Want To Break Free” forrozada?

Como não amar Júnior Groovador?

O baixista ficou conhecido no Brasil todo por conta de uma versão dançante de “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana, que chamou a atenção de nomes como Jack Black Dave Grohl.

No último Rock In Rio, em um longínquo ano de 2019 onde poderíamos fazer coisas como ir a shows e festivais, ele foi chamado ao palco do Tenacious D para mostrar todo seu rebolado e seu groove na versão do Nirvana, e de lá pra cá nos brindou com vários outros vídeos.

O potiguar publicou um vídeo em sua conta oficial no Instagram onde apresenta uma versão de “I Want To Break Free”, clássico do Queen.

É claro que não faltou dancinha, rebolado, forró e muito groove, e você pode assistir ao vídeo logo abaixo.

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

Músicas do Queen embalam corações há 50 anos. O rumo da banda inglesa de universidade mudou em 1970, quando Freddie Mercury (1946 – 1991) teve o caminho aberto pelo vocalista Tim Staffell, 72  para compor a formação da Smile. Com mudança de nome a pedido do novo frontman, o grupo com título de realeza passou a ser constituído por Freddie na voz, John Deacon, 68, no baixo, Roger Taylor, 70, na bateria, e Brian May, 72, na guitarra. O resto é história e playlists como esta, feita pela Rádio Ibiza.

Não foram apenas os grandes hits do Queen os responsáveis por conquistar legiões de fãs ao redor do mundo. Outras faixas preciosas, distribuídas pelos 15 álbuns de estúdio da banda, também se encontram ao lado de títulos eternos como “Bohemian Rhapsody” e “Don’t Stop Me Now“. Canções como “Sweet Lady“, “Need Your Loving Tonight“, “Keep Passing The Open Windows” e muitas mais fizeram do trabalho do grupo uma trilha sonora atemporal.

CONHEÇA ALGUMAS FAIXAS DA PLAYLIST ‘PÉROLAS DO QUEEN’:

‘Jesus’, de 1973
‘Liar’, de 1973
‘The Loser In The End’, de 1974
‘In The Lap Of The Gods… Revisited’, de 1974
‘Sweet Lady’, de 1975
‘I’m In Love With My Car’, de 1975
‘All Dead, All Dead’, de 1977
‘It’s Late’, de 1977
‘Mustapha’, de 1978
‘Dead On Time’, de 1978

OUÇA A PLAYLIST NO SPOTIFY:

E também no “Deezer“.

 

Fonte: https://reverb.com.br

 

Tim Staffell disse que Freddie o ensinou uma lição importante sobre autoconfiança: “Ele nos dizia que era [uma estrela]”

No início do filme Bohemian Rhapsody, podemos ver as lendas do Queen,  Brian May e Roger Taylor, faziam parte de uma banda chamada Smile, ao lado de Tim Staffell. E, na vida real, Freddie Mercury [conhecido como Farrokh Bulsara] era muito próximo a Tim.

Quando este, por fim, deixou o Smile e foi para outra banda, Freddie entrou no lugar dele e fundou o Queen com os membros restantes do Smile e o baixista John Deacon.

Em nova entrevista à UCRTim disse que não é nada amargo quanto ao sucesso do Queen e revelou que Freddie sempre foi destinado ao estrelato.

“Ele estava sempre nos dizendo que ia ser [uma estrela]”, afirmou o músico de 72 anos. “É uma lição importante sobre confiança, e é um tipo de confiança que eu realmente não possuía (…) Se você não tem essa confiança, é provável que não consiga se sair tão bem quanto Freddie.”

Mencionando sua amizade com FreddieTim disse: “Freddie e eu éramos companheiros constantes. Nos anos 1960, houve uma revolução musical em Londres. Eu tinha uma bolsa para a faculdade e, quando cheguei lá, desperdicei minha bolsa com um baixo e um amplificador.”

“Você pode chamar isso academicamente irresponsável. Freddie também era”, ele continuou, acrescentando: “Estávamos na faculdade porque precisávamos, mas só queríamos nos tornar músicos.”

“Acho que é uma pena que [Smile] tenha acabado. Nunca teríamos escalado as mesmas alturas que o Queen, porque era necessário que Freddie capacitasse o resto da banda para empoderá-los a esse status”, concluiu.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

“Is this a fever / Is this just allergies? / Caught in a lockdown / No escape from the family”. Os 6 minutos do clássico do Queen completamente revistos à luz da pandemia de Covid-19 numa canção de prevenção

Adrian Grimes e Dana Jay Bein são dois fãs do Queen que, em pleno período de isolamento, decidiram adaptar o clássico ‘Bohemian Rhapsody’ para tempos de pandemia.

Esta nova versão – apropriadamente intitulada ‘Coronavirus Rhapsody’ – é tão desopilante quanto certeira, contando com versos como “Is this a fever / Is thist just allergies? / Caught in a lockdown / No escape from the family”.

Veja abaixo:

Fonte: https://blitz.pt

 

Christian Mongiardi, um médico de 38 anos que trabalha no hospital Circolo di Varese, na Itália, vem emocionando muita gente com um vídeo gravado na semana passada e que viralizou neste domingo (29).

Mongiardi aparece tocando o clássico do Queen, Don’t Stop Me Now”. A performance ocorreu depois do final de seu turno na UTI do centro médico, quando junto de dois colegas foi tomar um lanche na cantina e a encontrou fechada. No salão estava um piano e ele resolveu tocar uma música para relaxar.

Segundo relatou o jornal italiano La Repubblica, num primeiro momento Mongiardi não gostou da repercussão do vídeo, mas foi convencido pelos amigos que o registro daria força aos médicos e todas as pessoas que têm parentes e amigos hospitalizados por Covid-19 neste período difícil.

 

Fonte: https://www.radiorock.com.br/

 

“Killer Queen”, de 1974, parece ser sobre mulher empoderada – mas Freddie Mercury a escreveu pensando em uma prostitura

Quando Katy Perry tinha 15 anos, ouviu pela primeira vez “Killer Queen,” música lançada pelo Queen em 1974. Sentiu-se “em câmera lenta”, embasbacada pela mulher forte que Freddie Mercury descreve na faixa: uma rainha assassina, sofisticada, perfumada. Garantia de explodir sua mente.

“[“Killer Queen”] me fez descobrir música, e me ajudou a me descobrir,” disse Katy Perry para Cosmo em 2013. A cantora cresceu em um lar bastante cristão, e só podia ouvir música na casa de amigos.

“A maneira que Freddie Mercury entrega a letra,” continou, “fez eu me sentir uma mulher tão confiante. Existem impressões digitais dele em mim, no geral. Também amo a ideia de uma mulher que reina e tem poder, como a rainha Elizabeth.”

“Killer Queen” realmente fala sobre uma mulher poderosa e dona de si. Os versos do começo são prova: “Ela deixa o Möet et Chandon no criado mudo bonito / ‘Deixe-os comer bolo,’ ela diz / Como Maria Antonieta / Um remédio manipulado / Para Khrushchev e Kennedy / Nenhum convide / Você pode negar / Caviar e cigarros / bem versada na etiqueta / extraordinariamente legal.”

Para Freddie Mercury, porém, todo o apelo dela era sexual. A mulher, como ele explicou, era uma prostituta de luxo. “Era uma menina de alta classe,” explicou. “Essas meninas também podem ser prostitutas. A música fala disso, mas prefiro que cada um interprete como prefira,” disse para New Musical Express em 1974.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

O guitarrista Brian May ensinou seus seguidores no Instagram a tocar o solo da música ‘Bohemian Rhapsody’, do Queen. O vídeo foi publicado por May, em sua rede social, durante o atual período de isolamento social, sugerido para frear a pandemia do novo coronavírus.

Vale destacar que Brian May lançou, na internet, um quadro chamado ‘MicroConcerto’, em que divulga vídeos tocando músicas que os fãs pedem. Muitos seguidores desejavam que ele reproduzisse, de forma detalhista, o solo de ‘Bohemian Rhapsody’ – e assim May o fez.

Para reproduzir o solo, o músico utilizou uma de suas guitarras signature Red Special, junto de um amplificador Vox Mini5 Rhythm, de 5w, gravando com uma câmera de celular iPhone. “Esse Vox é bem pequeno, mas faz muita coisa. Tem um seletor adorável que meio que te leva da década de 1970 até os dias de hoje”, contou.

Assista ao vídeo a seguir:

 

Fonte: https://guitarload.com.br

O cantor de “Rocketman” e o lendário vocalista do Queen se conheceram na década de 1970 e, com o passar dos anos, se tornaram cada vez mais próximos

Na última quarta, 25, Elton John completou 73 anos de idade – e uma verdade sobre o relacionamento entre ele e Freddie Mercury foi revelada.

Uma das maiores fan pages dedicadas ao lendário vocalista do Queen compartilhou uma foto rara dos dois artistas juntos em 1985, além de uma frase de Elton sobre Freddie.

Eles se conheceram na década de 1970 e, com o passar dos anos, se tornaram cada vez mais próximos.
Elton descreve Freddie como uma das pessoas mais divertidas que ele conhecia e diz que se entusiasmava com os múltiplos talentos do cantor.

Ainda, ele teria revelado: “Não há ninguém como Freddie. Ele era maior que a vida. Tão engraçado, tão talentoso.”

“Tão talentoso no que ele queria fazer com os clipes. Usando o balé. Ele tinha uma mente tão incrível (…) Foi maravilhoso passar um tempo com ele”, concluiu.

De acordo com o Mirror, anteriormente, foi relatado que Freddie tinha um apelido atrevido para Elton, enquanto ambos se imaginavam como drag queens.

O falecido vocalista do Queen se referia a Elton como ‘Sharon’, e, em troca, Elton chamava Freddie de ‘Melinda’.

No livro de Elton, O amor é a cura: Sobre vida, perdas e o fim da Aids (2012), o cantor de “Rocketman” detalhou como Freddie se voltou a ele quando estava doente e confiou nele antes de falecer.

Ao Express Online, Elton ainda descreveu Freddie como incrivelmente corajoso” e diz que ficou “arrasado” quando descobriu que Freddie havia morrido, em 1991.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

O baterista queria lançar uma canção própria como lado B de “Bohemian Rhapsody” – e, Brian May, uma dele

Queen queria muito ter “Bohemian Rhapsody”, composição de Freddie Mercury, como single de A Night at the Opera(1975). Tiveram algumas dificuldades pelo tamanho da música (mais de cinco minutos), mas o maior problema foi escolher o Lado B do disco: gerou até briga entre Roger Taylor e Brian May (consequentemente, todo o resto da banda).

Depois de muita insistência, Queen conseguiu “Bohemian Rhapsody” como single. Seria lançado no Lado A de um LP de 7”, azul; o Labo B receberia “The Prophet’s Song”, composição de Brian May. Taylor detestou a decisão.

Fazia algum tempo que o baterista queria uma composição própria como single. No caso, “I’m In Love With My Car,” música escrita e cantada por Taylor. Implorou para Mercury colocá-la com “Bohemian Rhapsody”. Não adiantou.

Tomou, então, uma decisão um tanto infantil: trancou-se em um armário (não era nem um guarda-roupas, mas um desses de louça) e se recusou a sair até os colegas do Queen prometerem que “I’m In Love With My Car” seria o Lado B do single “Bohemian Rhapsody.”

O maior problema veio dos atritos posteriores. O LP rendeu uma quantidade absurda de royalties para Freddie Mercury (por ser autor de “Bohemian Rhapsody”) e Roger Taylor (por ter o Lado B do single – ambas vendiam juntas). Brian May ficou bravo, pois era para uma composição dele estar ali. John Deacon também achava injusto.

Desagrado e tensão foram acumulando e não dissiparam tão cedo. Brian May, uma vez, comparou o Queen a “quatro pintores, cada um tem um pincel, mas só existe uma tela.” Em 1977, a banda brigava durante os shows. Um contrato com a gravadora os obrigava a ficar juntos, apesar da vontade de tocarem músicas diferentes.

Demorou alguns anos para Queen voltar aos trilhos. A mudança começou, realmente, em Hot Space (1982), e completou-se no harmonioso The Works (1984) – o disco que apresentou “I Want to Break Free”e “Radio Ga Ga” ao mundo.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

“Esta é uma coisa bem antiga, estilo John Bonham. Que grande baterista, ele realmente tinha a manha de tocar”, diz Roger no vídeo.

 

Fonte: https://whiplash.net

Freddie Mercury provavelmente teria gostado de “Bohemian Rhapsody”, o filme de 2018 que conta a história do Queen. Não só porque é uma produção aclamada por público e crítica — contando com o Oscar para Rami Malek, ator que o interpretou — mas também porque o cantor, que morreu em 24 de novembro de 1991, adorava cinema. Uma lista com alguns de seus filmes preferidos pode ser um bom guia para você, , maratonar em tempos de quarentena para se proteger do coronavírus. O site “U Discover Music” fez uma lista com produções que tiveram alguma relação com a banda e também os preferidos do vocalista — um guia interessante para os fãs do Queen fazerem uma maratona em dias de confinamento. Há clássicas comédias dos anos 1930 e 1950 e escolhas mais contemporâneas, dentro do gosto refinado do cantor.

A paixão de Freddie por filmes começou na St. Peter Boarding, escola na cidade de Bombaim, na Índia, onde foi estudar aos 8 anos. Na época, ele já gostava de música e começou a ter aulas de piano. E adorava filmes, fazendo de tudo para fugir dos jogos de críquete e ir para os clubes de cinema assistir a clássicos. Já famoso, costumava ocupar seu tempo livre assistindo filmes.

‘O Expresso de Shanghai’ (1932)

Assim como o escritor Ernest Hemingway, Freddie Mercury era um grande fã de Marlene Dietrich (1901-1992), e ele particularmente gostava desse filme em que sua personagem diz a famosa frase — ousadíssima, afinal, eram os anos 1930: “Foi preciso mais de um homem para que meu nome mudasse para Shangai Lily”. Quando o fotógrafo Mick Rock mostrou ao cantor a famosa foto que George Hurrell fez durante as filmagens, a banda se inspirou na pose para a capa do álbum “Queen II” (1974).

Marlene Dietrich e a famosa pose que inspirou a capa do álbum "Queen II". Foto: Reprodução
Marlene Dietrich e a famosa pose que inspirou a capa do álbum “Queen II”. Foto: Reprodução

‘Uma Noite na Ópera’ (1935)

O Queen se inspirou em duas clássicas comédias dos irmãos Marx para dar nome aos álbuns — “A Night At The Opera” e “A Day At The Races”. Quando os integrantes estavam excursionando nos Estados Unidos no final dos anos 70, encontraram Groucho Marx (1890-1977), que havia elogiado a escolha dos nomes dos álbuns. Eles ficaram surpresos quando ele tocou uma música para eles no violão.

Harpo, Chico e Grouxo Marx em uma foto de divulgação de "Uma Noite Na Ópera". Foto: Getty Images
Harpo, Chico e Grouxo Marx em uma foto de divulgação de “Uma Noite Na Ópera”. Foto: Getty Images

‘As Mulheres’ (1939)

Freddie admirava George Cukor (1899-1903), mestre na direção de comédias e importante figura gay na cena de Hollywood dos anos 30 e 40. Em 1979, o apresentador britânico Kenny Everett filmou o cantor em um jardim de Londres, interpretando trechos de “A Dama Das Camélias”. Mas seu título preferido era “As Mulheres”, onde Norma Shearer, uma jovem inocente, perdia o marido para a terrível Joan Crawford (1904-1977).

Joan Crawford e Norma Shearer  em cena de "As Mulheres". Foto: Reprodução
Joan Crawford e Norma Shearer em cena de “As Mulheres”. Foto: Reprodução

‘Quanto Mais Quente Melhor’ (1959)

O baterista Roger Taylor também é apaixonado por cinema e se lembra de ter ficado impressionado quando assistiu a “Psicose”, de Alfred Hitchcock. Ele e Freddie conversavam muito sobre cinema, e Roger garante que o filme favorito do cantor era “Quanto Mais Quente Melhor”, clássico de Billy Wilder (1906-2002), eleito pelo American Film Institute como a melhor comédia de todos os tempos. No filme, Jack Lemmon e Tony Curtis são músicos que se disfarçam de mulheres para enganar mafiosos e acabam se apaixonando pela personagem interpretada por Marilyn Monroe(1926-1962).

Tony Curtis e Jack Lemmon em cena de "Quanto Mais Quente Melhor". Foto: Reprodução
Tony Curtis e Jack Lemmon em cena de “Quanto Mais Quente Melhor”. Foto: Reprodução

‘Imitação da Vida’ (1959)

Em 1991, já muito debilitado pela doença, Freddie costumava se deitar em um sofá para assistir a Lana Turner (1921-1995) em “Imitação da Vida”. O melodrama, do diretor Douglas Sirk, é sobre uma aspirante a atriz e sua amizade com uma pobre mulher negra interpretada por Juanita Moore. “Uma diversão exageradamente brega”, costumava dizer sobre o filme.

Cena de "Imitação da Vida". Foto: Reprodução
Cena de “Imitação da Vida”. Foto: Reprodução

‘Cabaré’ (1972)

“Gosto desse tipo de coisa a la ‘Cabaré’. De fato, uma das minhas primeiras inspirações veio do filme porque eu adoro Liza Minnelli, ela é totalmente ‘uau’. A maneira como canta, a energia e até a forma como as luzes aprimoram todos os movimentos do espetáculo. Eu acho que você pode encontrar semelhanças disso em um show do Queen”, dizia o cantor sobre o longa ambientado na Berlim de 1930, em que Liza interpretava a cantora Sally Bowes.

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‘The Rocky Horror Picture Show’ (1975)

Freddie assistiu ao musical no Royal Court Theatre, em Londres, e depois foi conferir a versão cinematográfica do clássico estrelado por Tim Curry. O cantor adorava a coreografia, a sexualidade fluida e todo aquele visual exagerado. O ator e Freddie tornaram-se amigos e Tim, que adora jardinagem, contou em uma entrevista à revista “House And Garden” que projetou um jardim para ele. “Freddie voltou de uma turnê e me disse que o jardim tinha morrido. Eu perguntei: ‘O quê? Mas você molhou?’ E Freddie disse: ‘Molhar, querido?!?'”.

‘Purple Rain’ (1984)

Mercury costumava comentar como adorava o filme semi-autobiográfico de Prince (1958-2016). E fazia questão que todos assistissem, não importava quantas vezes seguidas. O ex-assistente pessoal Peter Freestone contou certa vez que as sessões de vídeo geralmente aconteciam às duas ou três da manhã depois que ele e os amigos chegavam de alguma noitada. “A fita do Prince era colocada e Freddie tinha o controle exclusivo do controle remoto. Seus convidados eram submetidos ao seu entusiasmo pelo filme repetidas vezes.”

‘Flash Gordon’ (1980)

A trilha sonora que o Queen fez para “Flash Gordon” inclui uma célebre frase gritada por Brian Blessed, que interpreta o Príncipe Vultan na ficção científica. Roger Taylor disse na época: “Nós tínhamos várias propostas para fazer trilhas na época, mas acho que eu e Brian ficamos atraídos por ‘Flash Gordon’ por causa de seu tipo de ficção científica, com conotações dos anos 30”.

‘Highlander’ (1986)

O Queen não demonstrou muito interesse em fazer parte do projeto quando a proposta foi apresentada em 1984. John Deacon lembra que na época o grupo queria descansar, mas que, quando assistiram a um corte de 20 minutos, mudaram de ideia e acharam ótima a aventura estrelada por Christopher Lambert e Sean Connery. O diretor Russell Mulcahy disse em uma entrevista que “estava em um ponto da carreira em que podia pedir alguns favores”. “O Queen havia feito uma ótima trilha para ‘Flash Gordon’, então nós mostramos um rolo com diferentes cenas e eles disseram: ‘Uau!'”, contou. O resultado foi além da expectativa do diretor, que tinha solicitado apenas uma música. Freddie compôs ‘Princes of the Universe’, Brian, ‘Who Wants To Live Forever’, e Roger, ‘It’s A Kind Of Magic’”.

 

Fonte: https://reverb.com.br/

 

Dois dos maiores vocalistas, juntos – não pode dar errado

“Under Pressure” é um dos maiores clássicos do Queen. A voz de Freddie Mercury está inalcançável… Mas algo quase esquecido é que essa música, na verdade, tem dedo de outro artista incrível: David Bowie é co-autor.

Como Far Out explicou em um artigo, Bowie e Mercury se encontraram em 1981, quando Queen gravava Hot Space. Os dois estavam no mesmo estúdio – David para a trilha sonora do filme A Marca da Pantera(1982). Foram juntos para uma sala, e depois de 24 horas regadas a drogas, nasceu o hit.

Quando lançado, foi sucesso absoluto. Deu ao Queen o segundo nº1 nas paradas de sucesso (antes, conseguiram a posição com “Bohemian Rhapsody”) e a Bowie o terceiro (antes, “Space Oddity” e “Ashes to Ashes”).

Bom para eles, melhor para quem ouve:“Under Pressure” tem dois cantores incríveis. Tudo melhora com esta versão de vocais isolados – soa, quase literalmente, como uma luta entre as vozes de Mercury e Bowie. Ambas provam-se mais e mais potentes, cada vez melhores.

Tudo foi direção de Bowie, como explicou Brian May, guitarrista do Queen, ao Ultimate Classic Rock: “Tinha mais experiência nesse método vanguardista de construir vocais. Disse: ‘Todo mundo entra lá sem ideias, notas, e canta a primeira coisa que vier à cabeça.’ Fizemos isso, então compilamos pedacinhos – e ‘Under Pressure’ foi isso, um monte de pensamento aleatório.”

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Usando a sacada de um prédio como palco, uma banda de Mogi das Cruzes emocionou moradores ao usar a música para descontrair e quebrar a monotonia dos dias de quarentena.

Na noite desta sexta-feira (20) eles apresentaram clássicos da banda Queen, enquanto vizinhos interagiam com muita emoção. Um vídeo gravado pela moradora Giovana Lucas mostra o momento do show.

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O prédio fica no bairro do Mogilar. Giovana, que é técnica administrativa, vive em um edifício vizinho ao das apresentações e diz que já tinha ouvido algo na quinta (19), mas que não saiu para olhar.

Na sexta (20), no entanto, ficou surpresa ao ver boa parte dos moradores, de diversos prédios, apreciando das janelas as canções que marcaram época na voz de Freddie Mercury.

“Nossa, foi muito legal! As pessoas cantam junto, pedem mais, as crianças se divertindo. Muita gente interagindo com eles. Foi realmente emocionante”, comenta.

A apresentação lembra o que já foi visto na Itália.

A plateia bate palmas, assovia e canta junto. Mesmo os moradores de outros condomínios dão um jeitinho de assistir ao show, que tem em seu repertório canções como I Want To Break Free, We Are The Champions e Bohemian Rhapsody.

Para Giovana, iniciativas como essa alegram e ajudam a aproximar nos dias em que a distância é essencial.

“A gente fica dentro de casa, vendo as notícias e acaba ficando bem pra baixo, né? Aí do nada você descobre que tem vizinhos super talentosos que resolvem fazem um show na varanda pra alegrar o pessoal”.

Fonte: http://g1.globo.com/

O guitarrista do Queen mandou forças a população italiana que está em isolamento domiciliar

O guitarrista do Queen, Brian May, compartilhou um novo vídeo em sua conta oficial do Instagram e revelou o que Freddie Mercury pensaria sobre o coronavírus.

O vídeo foi divulgado originalmente pelo perfil comunitaqueeniana, uma conta administrada por fãs italianos do Queen. O vídeo mostra um cidadão italiano em isolamento domiciliar imitando a clássica apresentação de Mercury no Live Aid.

Veja o post de Brian May clicando aqui

” Freddie definitivamente daria um sorriso malicioso nessa situação,” acrescenta May.

Iniciativas de cantar e dançar nas varandas das residências italianas têm se repetido por todo o país, como uma alternativa do povo para lidar com o isolamento domiciliar imposto pelo governo para desacelerar as contaminações do coronavírus.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

O guitarrista Brian May, do Queen, removeu de suas redes sociais uma publicação em que criticava o isolamento de idosos, como ele, para tentar reduzir a quantidade de pacientes graves pelo novo coronavírus (Covid-19). May tem 72 anos e acabou sendo contemplado pela medida tomada pelo governo do Reino Unido, na última segunda-feira (16), em que recomenda o distanciamento social, especialmente de pessoas acima de 70 anos, que integram o grupo de risco da doença junto de pacientes crônicos.

Na postagem removid no último domingo, Brian May dizia, em um trecho: “Então todos com mais de 70 serão novamente discriminados? Sua liberdade será cerceada? Ficarão detidos em casa? E por favor, não venham com essa de: ‘é para o seu próprio bem, Bri’. O motivo por trás disso é que querem diminuir a pressão sobre o sistema de saúde britânico, daí pessoas mais novas poderão ser atendidas com prioridade, ou seja, é para o bem dos jovens, portanto nós velhos idiotas somos artigo de segunda importância?”.

Nesta quarta-feira (18), a publicação já não estava mais no ar. Em contrapartida, Brian May fez outra postagem, de tom mais informativo, alertando sobre o risco trazido pela nova pandemia do coronavírus. Ele divulgou um texto que está no ar na plataforma Medium e pontuou comentários na legenda.

“Há tantas informações falsas por aí, com pessoas dizendo que o coronavírus não é uma ameaça. […] Nosso governo falhou em agir prontamente. […] É tarde demais para conter o coronavírus no Reino Unido, mas ainda podemos salvar vidas de nossos entes queridos, fazendo agora o que deveríamos ter feito há 3 semanas”, disse May, inicialmente.

Em seguida, ele sugere o isolamento, minimizando contato social a quase zero. “Quanto menos pessoas você encontrar, maior a chance de salvar você e sua família. […] Leia o artigo que está nessa captura de tela. Levará 30 minutos para você absorver, mas você entenderá o motivo de tomarmos medidas extremas agora. Não confunda isso com pânico. Trata-se apenas de tomar as medidas para nos proteger de um futuro infernal”, afirmou.

O músico pediu para que Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, leia o artigo. “Estou rezando para que Boris leia isso e dispense seus conselheiros. Ações extremas são necessárias. Por favor, políticos, parem de falar da economia, só por um momento. Um milhão de vidas estão em um risco”, pontuou.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

Taylor Hawkins, baterista do FOO FIGHTERS, falou sobre as suas influências musicais da última vez que foi entrevistado pela revista Kerrang

O artigo afirma: “Desde que ele se lembra, a música sempre fez parte da vida de Taylor Hawkins. Crescendo com uma dieta dos BEATLES, BEE GEES e ‘o pop do dia’, assim que começou a tocar bateria aos 10 anos de idade, ele ganhou ingressos para ver o show do QUEEN no recém-construído Irvine Meadows Ampitheater, California, em 11 de setembro de 1982”.

“QUEEN mudou irrevogavelmente a vida de Taylor. Com um setlist coberto de hits, não é difícil ver por que esse impacto foi tão emocional”.

Hawkins falou: “Depois deste show, acho que não dormi por 03 dias, cara… Aquilo mudou tudo em minha vida e nunca mais fui o mesmo. Era o começo da minha obsessão com o rock’n roll e eu sabia que queria estar em uma grande banda de rock depois de ver o QUEEN. Eu estava começando a tocar bateria e o baterista do QUEEN, Roger Taylor, se tornou o meu herói. Me lembro de dizer à minha mãe que tocaria lá em cima do palco um dia”.

O artigo concluiu: “Ao lado do QUEEN, RUSH, THE POLICE, GENESIS e VAN HALEN, foram bandas que começaram a dominar os seus hábitos de escuta quando ele aprendeu a tocar bateria”.

 

Fonte: https://whiplash.net