Brian May, atualmente com 72 anos de idade, fez um indignado post em seu instagram comentando a medida que o governo britânico pensa em adotar nos próximos dias, obrigado pessoas com mais de 70 anos a ficarem isoladas para tentar neutralizar a contaminação do coronavírus.

“É verdade isto? Parece um filme distópico de ficção científica. Então todos com mais de 70 serão novamente discriminados? Sua liberdade será cerceada? Ficarão detidos em casa? E por favor, não venham com esta de ‘é para o seu próprio bem, Bri’. O motivo por trás disto é que querem diminuir a pressão sobre o sistema de saúde britânico, daí pessoas mais novas poderão ser atendidas com prioridade, ou seja, é para o bem dos jovens, portanto nós velhos idiotas somos artigo de segunda importância? Wow. Então, no mês passado estive fazendo 40 mil jovens felizes por noite tocando para eles e no mês que vêm se eu for visto sozinho na rua serei denunciado para as autoridades? Que coisa absurda estamos vivendo. Eles podem mesmo nos retirar de circulação, nos excluir da sociedade? Eles realmente pensaram nisto tudo? Acho que não vou mais poder dizer ‘Estamos todos juntos nesta’. Ou eu entendi errado? OK, meu amigo Nat me deu uma grande ideia. Ele contou que quando Shakespeare ficou em quarentena (Nota do tradutor: por causa da peste bubônica) ele escreveu o Rei Leão!! Então é isto. Vou transformar esta coisa negativa em algo positivo. Se não puder trabalhar em estúdio e nem tocar ao vivo, vou… ESCREVER!!! Bri”.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

O diretor David Mallet relembrou os bastidores de “I Was Born To Love You” no podcast Finding Freddie

Durante o segundo episódio do podcast Finding Freddie, o diretor David Mallet revelou que o cabelo de Freddie Mercury quase pegou fogo durante as gravações de “I Was Born To Love You”, single do álbum Mr Bad Guy.

Do incidente, Mallet revelou: “Lembro que Freddie estava diante desses espelhos, e eu queria que ele tivesse uma auréola.”

“Então, colocamos uma iluminação enorme de jardim acima da cabeça dele. Depois de meia hora, o cabelo começou a soltar fumaça, literalmente”, ele continua. “E lembro-me de gritar: ‘Fred, saia daí antes que pegue fogo!'”

Além disso, Mallet contou que os espelhos bambos foram por acaso. “Freddie cantando e dançando na frente de todos aqueles espelhos em ‘I Was Born To Love You’ foi realmente um acidente de sorte”, disse ele.

“O alto-falante estava perto de um dos espelhos”, continua. “E foi o som do baixo que começou a sacudi-lo. Olhei pela câmera e pensei: ‘Deus, isso parece bom!'”

“Assim, nós colocamos um atleta atrás de cada espelho, chutando-o no ritmo da batida. Felizmente, não quebramos nenhum deles.”

Assista ao clipe abaixo:

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

O vocalista ficou tão irritado com uma apresentação da banda que jogou um ferro de passar e quebrou um dos espelhos dos bastidores

Freddie Mercury era conhecido pelo perfeccionismo para compor músicas e realizar performances, principalmente, ao vivo. E de acordo com David Wigg, entrevistador e amigo do artista, o vocalista do Queen já se irritou com uma apresentação a banda ao ponto de quebrar um espelho nos bastidores.

No último episódio do podcast do Youtube Finding FreddieWigg relembrou o dia em que visitou o cantor após um show em Manchester. O amigo contou que viu Mercury estava extremamente incomodado e foi direto para o camarim.

“Então eu fui no show e, então, eu fui para os bastidores e Mary [Austin] estava lá. E eles estavam rugindo, chamando-o de volta para mais. Ele saiu do lado da plataforma do palco direto para o camarim”.

Ele completou: “[Ele] pegou um ferro [de passar roupas] e jogou em um espelho comprido, o qual usou para se vestir mais cedo. Eu disse: ‘Freddie, Deus! Você obviamente não é supersticioso’ […] E ele disse: ‘Bom, isso quer dizer que eu tenho mais sete anos para viver não é, David? ‘”.

Em seguida, Wigg e Mary perguntaram o que motivou o comportamento agressivo do cantor e ele disse: “Nós não fomos bons o suficiente essa noite. Meu microfone estava estourando e isso é ruim. Nós somos número um e nós temos que ser os melhores”.

Por fim, o amigo elogiou a apresentação e falou que tentou chamar a atenção de Mercury para a multidão, que gritava e chamava por ele. Porém, mesmo assim, ele não ficou satisfeito e disse: “Ah, mas eu sei e eu quero que eles tenham o melhor de nós”.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Recentemente o astro Robbie Williams revelou que recebeu o convite para entrar no lugar de Freddie Mercury no Queen, antes de Adam Lambert, mas o músico de 46 anos não aceitou o pedido de Brian May e Roger Taylor, os musicas ficaram impressionados com seus vocais em uma versão regravada de ‘We Are The Champions’ em 2001 para o filme ‘Coração de Cavaleiro’.

Conhecido por sua irreverencia nos palcos, Robbie ficou com muito receio de entrar no lugar do icônico vocalista da banda e em uma entrevista afirmou: “Embora eu esteja muito confiante aqui no microfone, tenho uma baixa auto-estima. E eu apenas pensei em poupá-los da minha audácia de sequer tentar subir no palco e ser o mesmo escalão de Freddie Mercury. Ele, para mim, é angelical. Ele é divino. Foi assustador demais”

Além da parte psicológica, Robbie não estava muito interessado em dividir seus ganhos.  “Eu também estava fazendo shows em estádios na época. Eu não queria dividir por três, mas essa é outra história“, contou.

Desde 2011, Adam Lambert, um dos concorrentes do ‘American Idol’, está no papel de vocalista do Queen em turnês mundiais e tem todo o apoio de Robbie: “Adam Lambert – se ele não fosse uma pessoa adorável, como ele é – eu ficaria com medo dele por causa de seu talento. Sua voz é absolutamente incrível. E ele é um artista incrível e uma pessoa adorável. Fico realmente satisfeito quando conheço pessoas que me fazem ficar extasiado pelo seu talento e eles são legais”.

 

Fonte: www.revistalofficiel.com.br

 

Apesar do status de deuses para os fãs, artistas pop raramente se encaixam no estereótipo de figuras santas e angelicais. Com um toque de deboche, o artista digital Gedo decidiu reimaginar personalidades da música e do cinema enquanto figuras eclesiásticas. O resultado rendeu uma série divertida — e talvez herege, para alguns — com os famosos ornando auréolas e vestes angelicais, em clara alusão às pinturas do Sagrado Coração de Jesus.

A representação santificada de Freddie Mercury, por exemplo, ganhou uma coroa e um cetro. Já Lana Del Rey aparece segurando um cigarro em sua montagem. Enquanto o coração da cantora aparece cheio de flores, características da imagem de Lana, o de Freddie está envolto em espinhos.

 

Para ver todos Clique Aqui

 

Fonte: https://reverb.com.br/

 

O cantor Robbie Williams revelou que já foi convidado para integrar o Queen em meados de 2001. Em entrevista à rádio SiriusXM com transcrição do Ultimate Classic Rock, o artista conhecido por seus trabalhos na música pop contou que recusou a oportunidade por uma série de fatores: além de não sentir que estava preparado para assumir a vaga de Freddie Mercury, ele destacou que a parte financeira não o atraiu.

O convite foi feito em 2001, quando Robbie Williams estava no auge de sua carreira. Ele havia acabado de lançar seu terceiro álbum solo, “Sing When You’re Winning” (2000), que empilhou 8 discos de platina no Reino Unido – o anterior, “I’ve Been Expecting You” (1998), havia conquistado 10. Hits como “Angels”, “Rock DJ” e “Somethin’ Stupid” já rodavam pelas rádios em todo o mundo.

Inicialmente, Robbie Williams foi chamado para regravar a música “We Are The Champions”, ao lado do Queen, para a trilha sonora do filme “Coração de Cavaleiro”, estrelado por Heath Ledger. A parceria evoluiu para um convite para fazer parte da banda de forma integral – naqueles tempos, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor já pensavam em retomar o Queen em tempo integral, como fizeram ao lado de Paul Rodgers e Adam Lambert anos depois.
O artista pop destacou que não se lembra da maior parte dos detalhes. Porém, destacou que foi incrível estar no mesmo estúdio de gravação que Roger Taylor e Brian May. “Estar na mesma sala que a história real foi algo absolutamente sensacional”, disse.

Apesar da sensação positiva que o Queen trouxe a Robbie Williams, o convite para integrar a banda foi recusado. “Embora eu seja muito confiante diante do microfone, tenho baixa autoestima. Sentia que eu estava poupando o Queen do movimento audacioso que seria me ter tentando atingir o mesmo patamar que Freddie Mercury. Para mim, ele é angelical. É divino. Fiquei assustado demais”, afirmou.
Em seguida, Robbie comentou sobre a questão financeira. “Na época, eu estava fazendo shows em estádios. Não queria ter que dividir em três partes. Porém, isso é outra história”, disse.

O astro pop reforçou que não se arrepende e que o atual vocalista, Adam Lambert, foi a escolha certa. “Se Adam não fosse a pessoa amável que é, eu ficaria com medo dele, tamanho o talento que ele possui. A voz dele é incrível, assim como a performance. E é uma ótima pessoa. Fico muito feliz quando conheço pessoas que têm um talento enorme e, ao mesmo tempo, são legais. É bem melhor do que conhecer talentosos c*zões, porque você passa a odiar o que essas pessoas fazem”, afirmou.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

Os músicos pararam a apresentação para socorrer espectadores que passaram mal ou foram agredidos na plateia

Os shows são momentos únicos de interação entre os músicos e a os fãs. Por meio das performances, os artistas conseguem se aproximar do público e apresentar pessoalmente os conceitos artísticos que inspiraram as canções compostas por eles.

Contudo, nem sempre o espectador encontra um ambiente seguro e harmonioso na plateia. Segundo o site Loudwire, bandas como QueenNirvana e Linkin Park já interromperam apresentações para socorrer fãs que passaram mal ou foram agredidos na plateia.

E, com base na lista do site, nós separamos 7 bandas que pararam shows para salvar espectadores. Confira:

Nirvana

Certa vez, o Nirvana parou a performance de “Jesus Doesn’t Want Me for a Sunbeam” para repreender um assédio sexual na plateia. Kurt Cobain se levantou rapidamente e foi para frente do palco para criticar o comportamento do espectador. Em seguida, o artista retomou o lugar dele e disse: “Tocando o corpo sem consentimento, cara?”. O baixista da banda, Krist Novoselic, também se manifestou e provocou risadas no público ao apontar para o assediador e dizer: “Olhem para ele”.

Chevelle

Durante um show do Chevelle, um fã foi alvo de uma ação da segurança e foi atacado com spray de pimenta. Após perceber o conflito na plateia, o vocalista Pete Loeffler interrompeu a apresentação e disse para a equipe: “Eles só estão se divertindo, cara”.

Linkin Park

Em 2001, Chester Bennington parou uma apresentação do Linkin Park para ajudar um fã que caiu na pista. Ao perceber a queda do espectador, o vocalista disse para o público levantá-lo e explicou que uma das “regras do show” é ajudar qualquer um que cair.

Rage Against the Machine

Zack de la Rocha já interrompeu do Rage Against The Machine para repreender os espectadores que assediaram uma fã. O vocalista disse: “Algumas pessoas acham que, por estarem em um show e por ter mulheres dançando e tentando se divertir, têm o direito tirar as blusas delas quando elas estão tentando se divertir aqui. Isso é besteira para um cara***”.

Queen

A lendário Freddie Mercury precisou parar uma performance do Queen para amparar um fã com mal-estar na plateia. O vocalista pediu para todos se afastarem uns dos outros e fez questão de verificar se o espectador estava confortável no meio do público.

Avenged Sevenfold

Os integrantes do Avenged Sevenfold socorreram uma espectadora que, aparentemente, passava mal durante o show da banda. Depois de identificar a fã, o vocalista pediu para a equipe de bombeiros resgatá-la, além de convidá-la para subir no palco para assistir a performance dos músicos.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

O ex-American Idol participa do grupo icônico de rock desde 2011

Adam Lambert colabora com o Queen como vocalista desde 2011. O artista já fez diversas turnês com a banda e, atualmente, o grupo está viajando pelo mundo com a tour Rhapsody.

Apesar de já estar com a banda por 9 anos, o público não aceitou totalmente a participação de Lambert e criticou a postura do músico nas turnês. As informações são do site Express UK.

Alguns fãs de Freddie Mercury reclamaram da voz e da performance do ex-American Idol por meio do site Blabbermouth. “Estou feliz que as pessoas gostem de Adam. Não suporto o jeito Broadway e o vibrato rápido. Ele de forma alguma representa Freddie Mercury”, disse um perfil.

Outras contas também comentaram como a ‘nova versão’ do Queen parece uma “banda de cover”. Além disso, enfatizaram que Lambertse esforça “demais” para imitar Mercury.

Em entrevista para uma rádio australiana, o artista revelou estar contente de poder entrar no grupo: “Tenho tanta sorte de poder prestar homenagem a [Freddie] e celebrá-lo como artista e como pessoa, como escritor e como cantor”.

Ele completa: “E eu realmente tento mantê-lo na linha de frente da minha mente. Não para imitar, mas fazer isso por ele – meio que, tipo, celebrá-lo”.

Mesmo com as críticas, alguns fãs apoiaram a apresentação de Lambert: “Eu assisti à performance dele no show Fire Fight Australia e fiquei muito impressionado. Ele é extremamente talentoso como cantor e intérprete, ninguém poderia substituir Freddie, mas Adam faz jus aos padrões que ele estabeleceu”.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Shows ocorrem em Novo Hamburgo e Porto Alegre

O grupo God Save The Queen vai retornar ao Rio Grande do Sul para dois shows no mês de junho. A banda-tributo do Queen se apresenta em Novo Hamburgo, no dia 12, às 21h no Teatro Feevale (ERS-239, 2755) e em Porto Alegre, no dia 13, às 21h no Auditório Araújo Vianna (avenida Osvaldo Aranha, 685).

Com vestuários, sons e instrumentos similares aos originais, o grupo passeia por clássicos como “Bohemian Rhapsody”, “Radio Gaga”, “We will Rock You”, “We Are The Champions”, entre outros sucessos. As canções são respeitadas minuciosamente em seus arranjos originais.

Criado em 1998, na cidade de Rosário, na Argentina, God Save The Queen foi eleito pela revista Rolling Stone, em 2011, como o melhor dentre todos os tributos do mundo.

Ingressos
Para o show em Novo Hamburgo, os ingressos estão disponíveis online no site da Uhuu e nas bilheterias do Teatro Feevale ou do Teatro do Bourbon Country (avenida Túlio de Rose, 80). Os valores são R$ 200 (Plateia), R$ 150 (Frisa) e R$ 120 (Balcão Nobre).

Em Porto Alegre, os bilhetes estão disponíveis pelo site do Sympla, na bilheteria do Auditório Araújo Vianna e na loja Verse do Shopping Lindoia (avenida Assis Brasil, 3522) e do Centro Histórico (rua dos Andradas, 1444, Galeria Chaves).

Os ingressos também estão à venda nas lojas Planet Surf nos shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Bourbon Wallig, Barra Shopping Sul e Bourbon Ipiranga.

Confira os valores

Plateia Gold: R$250
Plateia Baixa Central: R$200
Plateia Alta Central: R$170
Plateia Baixa Lateral: R$150
Plateia Alta Lateral: R$120

 

Fonte: www.correiodopovo.com.br/

 

Uma ruazinha discreta localizada no Feltham, um bairro distante cerca de 20 km da região central de Londres, tem tudo para se tornar point turístico. Ao menos para os fãs de Freddie Mercury, já que a tal rua acaba de ser rebatizada como Freddie Mercury Close em homenagem ao cantor morto em 1991. A via pública não tem exatamente nenhuma ligação com Mercury, exceto pelo fato de que os Bulsaras (esse é o sobrenome de família do líder do Queen) fixaram residência em uma outra em seus arredores, a Gladstone Avenue, quando emigraram da Tanzânia para a Inglaterra. Nessa existe apenas uma placa azul indicando que ali viveu um personagem histórico, algo comum no Reino Unido.

Cenas da cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, sobre Mercury e o Queen, foram gravadas na Gladstone Avenue, que costuma ser bastante visitada por turistas que sabem de sua importância para a música. E há ainda outro lugar novo na capital inglesa para relembrar o icônico popstar: o recém-inaugurado Hard Rock Hotel do chiquérrimo Marylebone, outro bairro de lá, tem em seu lobby o piano que ele gostava de tocar quando ainda vivia com os pais, ocasiões em que os Bulsaras se reuniam para ver o então futuro gênio em ação.

(Por Anderson Antunes)

 

Fonte: https://glamurama.uol.com.br/

O guitarrista Brian May, do Queen, fez uma publicação em seu perfil na rede social Instagram debochando da teoria da Terra plana. Além de músico, May é doutor em astrofísica.

Na postagem, o guitarrista divulgou uma imagem em que todo o Sistema Solar é apresentado. Os planetas estão em suas dimensões conhecidas, em formato de esfera, com exceção da Terra, que está plana.

Como era de se esperar, a legenda trouxe deboche por parte de Brian May. “A natureza não é incrível?!!”, brincou o músico.

Veja:

Brian May sempre foi muito curioso com relação ao campo da astronomia. Antes do Queen, graduou-se bacharel em física pela Imperial College London, na Inglaterra, cursando doutorado em seguida. Porém, quando a banda começou a fazer sucesso, em 1974, ele abandonou os estudos.

Em 2006, o guitarrista retomou os estudos, matriculando-se novamente no Imperial College London para concluir o doutorado. De acordo com a Wikipédia, o estudo apresentado por May investigou a velocidade radial através de espectroscopia de absorção e espectroscopia doppler de luz zodiacal por meio de interferômetro Fabry-Pérot.

A partir de então, a carreira acadêmica de Brian May ganhou corpo. Ele segue participando de periódicos científicos, com publicações próprias, além de atuar como pesquisador colaborativo na Agência Espacial Americana, a Nasa.

Fonte: https://whiplash.net/

 

Na carta de despedida, o líder do Nirvana também explicou o que o angustiava tanto, e a relação dele com a fama

No dia 5 de abril de 1994, Kurt Cobain cometeu suicídio. Perto do corpo foi encontrada uma carta, na qual o vocalista do Nirvana explica um pouco sobre os motivos que o levaram a tirar a própria vida.

No texto deixado, o músico menciona Freddie Mercury, líder do Queen que ele já havia demonstrado em outros momentos admirar e ser fã. Parte da carta foi lida por Courtney Love, esposa no velório dele, e teve a gravação tocada no velório, que aconteceu no dia 10 de abril.

Como foi relembrado pelo site Express, em um determinado momento, o ícone do grunge escreveu: “Quando estamos no camarim e as luzes se apagam, e o rugido maníaco da plateia começa, isso não me afeta da forma que afetava Freddie Mercury, que parecia amar e saborear o amor e adoração do público, algo que eu admiro totalmente e invejo.”

“O fato é, eu não posso enganar vocês, nenhum de vocês. Simplesmente não é justo com vocês e nem comigo. O pior crime que eu posso imaginar é enganar as pessoas fingindo que estou me divertindo 100%”, Cobain escreveu.

E continuou a explicar aquilo que mais o agonizava em relação à fama. “Eu tentei tudo que estava ao meu alcance para conseguir gostar disso (e eu juro, Deus, acredite, eu tentei, mas não foi o suficiente)”, acrescentou.

O líder do Nirvana chega até a considerar que, talvez, “isso seja aquelas coisas de narcisistas que apenas apreciam as coisas quando elas se vão”, e que ele precisava “estar levemente dormente para conseguir recuperar o entusismo que eu tinha quando criança”.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Inspirado na clássica guitarra “Old Lady” do guitarrista do Queen, essa edição limitada da Seiko vai “rockar” você! ?

Já faz algum tempo que já falamos neste ZTOP sobre o esforço da Seiko em revitalitalizar sua linha de relógios Seiko 5, tornando-os mais atraentes para uma nova geração de consumidor que se habituou a ver as horas no smartphone:

Dai, o mais novo lançamento da Seiko nessa estratégia é o Seiko 5 Brian May “Red Special” que, como o próprio nome sugere, é uma versão especial da sua linha Sense limitada a 9 mil unidades e desenvolvida em parceria com Brian May, físico nuclear e guitarrista do Queen.

Segundo a Seiko, esse modelo foi inspirado na Red Special (também conhecida como “Old Lady“) que é a guitarra feita pelo próprio artista entre os anos de 1966~67 e que, segundo a lenda…

… foi fabricada em casa com a ajuda de seu pai a partir de itens de prateleira e materiais reciclados (como partes de móveis e peças de motocicleta). Isso porque Brian não tinha dinheiro para comprar uma Fender ou uma Gibson na loja.

Ele também é dono de um modesto Seiko 5 que ele comprou no Japão nos anos 1970, o que pode ter ajudado a aproximar o artista e a empresa.

Como todos os modelos dessa nova linha, a Red Special (modelo SBSA073) é um modelo Sports baseado no  calibre 4R36 com mecanismo de corda automático de 24 rubis de 21.600 vibrações/hora (ou 6 vibrações/segundo) o que lhe proporciona um nível de precisão de -35~+45 segundos/dia dentro de uma faixa de temperatura em torno de 5~35 °C. Já sua correia é de Nylon com estilo militar padrão OTAN (modelo G10):

O toque exclusivo fica por conta do seu dial cujo fundo na cor vermelha que lembra a textura de madeira com um detalhe em preto da posição de dez horas que lembra o contorno da Old Lady.

Fora isso, sua autonomia (com a corda cheia) é de ~41 horas e sua caixa de diâmetro externo de 42,5 mm e 13,4 mm de espessura e sua resistência a água é de até 10 ATM/BAR.

Já sua tampa traseira é transparente, o que permite observar o seu mecanismo funcionando e também ostentará a assinatura de Brian May e o seu número de série, que irá de 0001/9000 até 9000/9000:

Finalmente, a caixa do relógio também terá um formato especial…

… que lembra um estojo de guitarra:

A previsão é que ele chegue no mercado japonês no próximo dia 15 de maio (que em inglês é “May” ?) pela bagatela de 58 mil ienes (~R$ 2.250) + taxas.

Mais informações aqui.

Fonte: https://www.ztop.com.br/

 

Diferente da recente cinebiografia Bohemian Rhapsody, Mr. Bad Guy não causou a separação da lendária banda Queen

A estreia solo de Freddie Mercury é muitas vezes mal compreendida. Lançado em 29 de abril de 1985, Mr. Bad Guy foi visto como uma forma do cantor se afastar do legado que criou com o Queen, mas o disco nunca ameaçou esse trabalho.

Diferente do que foi mostrado na recente cinebiografia Bohemian Rhapsody – que chegou a faturar quase U$1 bilhão de bilheteria -, a decisão de Mercury de seguir carreira solo foi tranquila. No filme, Freddie Mercury é visto como o vilão que quase causou o fim da banda ao decidir gravar seu trabalho solo, mas ele estava apenas satisfazendo desejos que não cabiam no Queen, assim como Roger Taylor, que lançou trabalhos sozinho antes de Mercury assinar um contrato solo – o baterista lançou Fun in Space em 1981 e Strange Frontier três anos depois.

A briga retratada em Bohemian Rhapsody aparece como um incentivo para o cantor deixar o grupo, mas essa nunca foi sua intenção. A dramatização foi pensada puramente na criação do clímax do filme e não na veracidade dos fatos. Segundo fontes próximas ao músico, inclusive Brian May, o álbum veio da vontade do vocalista de trabalhar com faixas mais dançantes, algo que ele deixava de lado no Queen, que focava em suas raízes rock and roll.

Mr. Bad Guy começou a ser gravado em 1983, ano em que o Queen decidiu tirar férias dos grandes palcos – que muitos interpretaram como um hiato na carreira da banda – e focar no disco The Works, lançado em janeiro do ano seguinte. Enquanto trabalhava nos discos, Mercury experimentava os dois mundos: a vida com uma banda e a de artista solo. “Ele costumava ficar irritado ao trabalhar com os outros”, disse o co-produtor do disco, Reinhold Mack, que revelou que isso se devia ao fato de May buscar o som mais roqueiro, porém, segundo Taylor, Mercury sentia a solidão da nova carreira. “Ele me ligava durante as gravações e eu tinha que viajar à Munich para fazer o backing vocal”.

Quando finalizou a gravação do disco, o vocalista já havia voltado para a estrada e estava divulgando The Works. Essa turnê trouxe a banda ao Brasil para duas lendárias apresentações no primeiro Rock in Rio – nos dias 11 e 18 de janeiro de 1985 – unindo, em cada dia, mais de 300.000 pessoas e transmitido para quase 200 milhões de telespectadores no mundo. Hipnotizante, animada e lendária foram palavras usadas para descrever a presença da banda no festival.

Mercury, assim como os outros colegas, estava no auge de sua carreira, que logo em seguida foi celebrada com mais uma apresentação lendária, mas dessa vez em Londres. O Live Aid foi um evento beneficente para ajudar a população da Etiópia que na época passava por uma crise que causou a morte de um milhão de pessoas. Em ambas apresentações, Freddie Mercury e os integrantes da banda estavam em ótima forma, provando ser uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Apesar de não ter alcançado o sucesso dos discos do Queen, Mr. Bad Guy levou diversas faixas às paradas britânicas e mundiais. Dançantes, as músicas trazem o cantor no piano, sintetizador e arranjos. Ele também foi responsável por parte da engenharia de som e por toda a composição. No disco, Freddie Mercury explorou seu talento e mostrou que é um artista completo.

O vocalista estava passando por dificuldades que muitos de nós não conhecemos. Entre vícios e fraquezas causadas pela AIDS que contraiu, Mercury entregou a melhor estreia solo que um grande artista poderia ao mesmo tempo que honrava o grupo com apresentações icônicas e importantíssimas para a história do rock.

Fonte: www.wikimetal.com.br

 

Vídeo reúne cantores famosos soltando a voz no clássico do Led Zeppelin

Os debates sobre quem é o melhor vocalista de Rock de todos os tempos são infinitos. Mas, para ajudar a resolver isso — ou só aumentar a discussão — um usuário do YouTube fez um vídeo compilando vários covers da clássica “Immigrant Song”, do Led Zeppelin.

Entre as vozes que estão na coletânea estão verdadeiras lendas. Freddie MercuryChris Cornell Kurt Cobain são só alguns dos nomes; mas aparecem por lá até os robôs do Cybertronic Spree e alguns participantes de programas de TV.

Claro que a “competição” nem inclui Robert Plant, que é usado apenas como referência. Seria injusto, não é mesmo? Confira a seguir e escolha seu vencedor!

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

A banda se apresentou no AAMI Park, em Melbourne, na última quinta, 20

Na última quinta, 20, Queen + Adam Lambert se apresentaram no AAMI Park, em Melbourne, Austrália, como parte da turnê Rhapsody.

Além do repertório habitual, a banda também fez um cover de “Heartbreak Hotel”, de Elvis Presley, e Brian May compartilhou o momento no Instagram.

Escrito por Tommy Durden e Mae Boren Axton“Heartbreak Hotel” foi uma faixa de sucesso na década de 1950, tendo liderado o ranking da Billboard por sete semanas.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

Neste vídeo do canal Alta Fidelidade, Luiz Felipe Carneiro comenta as notícias da música na semana, no Brasil e no mundo. A partir de 1:50 minutos.

Abaixo Bohemian Rhaspody / Radio Ga Ga

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

Segundo o site Express UK, o ex-baixista foi o único integrante que não falou com o líder da banda

John Deacon foi o único integrante do Queen que não falou com Freddie Mercury durante os últimos dias de vida dele. De acordo com o site Express UK, o ex-baixista não conseguiu ver o amigo porque não tinha estabilidade emocional suficiente para vê-lo.

Brian May e Roger Taylor já mencionaram em diversas entrevistas que Deacon era o integrante mais próximo de Mercury e foi o membro que ficou mais abalado com a doença e morte do cantor.

E, devido o momento de fragilidade física e emocional do líder do Queen, os amigos e parentes do músico estavam proibidos de chorar ou ficarem muito emotivos perto de Mercury.

A ex-namorada do astro do rock, Mary Austin, afirmou que Mercury não suportava causar sofrimento nas outras pessoas por causa da condição dele e, por isso, sempre evitava receber visitas dos amigos que estavam extremamente afetados pela situação, como Deacon.

Após a morte de Mercury em 24 de novembro de 1991, o ex-baixista ainda se apresentou com May e Taylor durante seis anos. Contudo, em 1997, o músico decidiu se afastar da vida pública, da banda e dos integrantes restantes do Queen.

Entre as últimas declarações públicas do artista, Deacon afirmou que não fazia sentido continuar com as apresentações do grupo e que era impossível substituir os vocais ou a performances de Mercury.

“Até onde sabemos, é isso. Não tem sentido continuar. É impossível substituir Freddie”, disse o músico na época.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

O músico começou a colecionar carros desde o início da carreira bem-sucedida do Queen

Freddie Mercury tinha uma pequena coleção pessoal de carros, contudo, não tinha uma habilitação para poder dirigir – mas, tinha um motorista particular.

O músico do Queen tinha 6 carros na coleção. São eles: 1950 Studebaker Champion, Daimler Limousine, Rolls Royce Silver Shadow, Mercedes Benz 420 SEL, Lincoln Town Car e Range Rover V8 Conversível, segundo listado pelo Grand Tornation.

  1. 1950 Studebaker Champion

O modelo mais popular já feito pela empresa americana Studebaker, não é surpresa que Mercury tinha. Feito de 1938 a 1958, o carro vendeu tão bem que salvou a empresa da falência.

  1. Daimler Limousine

Tudo o que o Grand Tornation lista sobre esse carro é que ele foi comprado por Mercury quando o Queen começou a ficar mais famoso e bem-sucedido.

  1. Rolls Royce Silver Shadow

Este Rolls Royce substituiu o Daimler como o carro sofisticado do músico. Obviamente, foi dirigido pelo motorista particular dele, porque ele ainda não tinha habilitação.

  1. Mercedes Benz 420 SEL

O Mercedes foi comprado por Mercury em 1986 e rapidamente tornou-se o carro favorito dele. Foi, portanto, utilizado diariamente. Mais tarde, foi vendido pela Sotheby’s em 1996, mas abandonado pelo novo proprietário.

  1. Lincoln Town Car

Em 1981, o Lincoln Town Car tornou-se o carro americano de luxo preferido do músico.

  1. Range Rover V8 Conversível 

O V8 Range Rover conversível não é um carro particularmente bonito, mas um que certamente chamaria atenção. Especialmente com Freddie nos assentos ao ar livre. Mais tarde foi vendido a Roger Taylor, o baterista do Queen.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

Sabia que dá pra misturar a música de Freddie Mercury com o carnaval do Recife e Olinda? Vai ter até desfile do cover do artista com um grupo de maracatu pelas ruas das cidades irmãs. Assista a reportagem e entenda.