O baterista Steven Adler parece ter deixado alguns sentimentos ruins de lado ao comentar, em entrevista ao jornalista Eddie Trunk transcrita pelo Blabbermouth, como foi tocar com o Guns N’ Roses novamente após tantos anos. Em certas datas da turnê “Not In This Lifetime”, que marcou a volta do guitarrista Slash e do baixista Duff McKagan, Adler fez participações tocando algumas músicas com os antigos colegas.

Em outros momentos, Adler reclamou que deveria ser ele o baterista da turnê ou que suas participações deveriam ser maiores. Porém, o baterista citou uma frase de Freddie Mercury, eterno vocalista do Queen, para refletir seu sentimento atual.

“Como Freddie Mercury disse: ‘um ano de amor é melhor do que uma vida inteira de solidão’. E eu tive 5 anos incríveis. E eles me deixaram fazer alguns shows, algumas músicas, e foi icnrível”, disse o baterista, inicialmente.

Ele completa fazendo a citação novamente: “Apenas poder estar no palco com Slash, Duff e Axl novamente. Não é exatamente o que eu queria, mas como Freddie disse, ‘um ano de amor é melhor do que uma vida inteira de solidão'”.

Em 2017, Steven Adler havia dito ao jornalista Mitch Lafon que ele faria mais do que algumas participações em certos shows do Guns N’ Roses. Ele alegou, na oacsião, que o plano era tocar o álbum “Appetite For Destruction” (1987) na íntegra com os colegas durante a turnê inteira.

Adler diz, porém, que o plano foi deixado de lado e ele foi dispensado após machucar as costas nos ensaios. A informação não foi confirmada ou comentada pelos demais colegas em outras entrevistas. Frank Ferrer segue como o titular da bateria do Guns N’ Roses.

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

O primeiro quarteto que formava a banda não foi apresentado em Bohemian Rhapsody

Brian May compartilhou em seu Instagram uma foto da formação original do Queen, que não foi mostrada em Bohemian Rhapsody.

Na legenda, o guitarrista escreveu: “Bem, aqui está um momento raro! A formação original de um grupo esperançoso chamado QueenRoger TaylorMike GroseBrian May e Freddie BulsaraMike era um baixista de Cornualha [Inglaterra] com um som muito grande, mas as coisas não deram certo com ele e fomos procurar um baixista que compartilhou nossos sonhos. Adivinhe quem encontramos!!!”

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Nesta sexta-feira, 06 de dezembro, o Queen compartilhou em sua conta oficial do Youtube um vídeo que mostra imagens da primeira visita da lendária banda ao Japão, no ano de 1975. Além de imagens no palco, o vídeo mostra bastidores da banda e a reação dos fãs ao ver os ídolos de perto.

 

Fonte: https://whiplash.net/

O músico agradeceu os seguidores do Instagram pelo sucesso da cinebiografia do Queen

Brian May comemorou o aniversário de um ano do lançamento de Bohemian Rhapsody em um post especial no Instagram. O músico compartilhou um vídeo em que chama a atenção dos seguidores para um pequeno detalhe que o encantou na atuação de Rami Malek.

O vídeo compara o show do Live Aid do Queen na vida real e nos cinemas. Malek reproduz os mesmo gestos e expressões de Freddie Mercury na performance “Bohemian Rhapsody” até mesmo o beijo que o cantor manda para a plateia durante a música. E é este pequeno detalhe que fez o guitarrista do Queen se derreter de amores.

“É um endosso maravilhoso do trabalho meticuloso de Rami e da equipe que recriaram o clímax do filme. Notem o beijo bem no final – quem reparou nisso antes do filme sair [dos cinemas]?”, escreveu May na legenda. Assista o momento abaixo:

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O músico ainda agradeceu os seguidores pelo sucesso de bilheteria dos filmes e confessou que não imaginava que o filme faria tanto sucesso nos cinemas.

“Antes e agora… No ano passado, nesta mesma época, Bo Rhap estava nas telas de cinema – este ano, está em nossas televisões. Nenhum de nós tinha ideia que ele ultrapassaria todos os recordes de bilheteria pelo mundo e levaria felicidade para tantas [pessoas].”

O guitarrista ainda disse que fica impressionado com a nova geração que ouve e celebra o Queen. Ele escreveu: “E, 33 anos atrás, em uma tarde ensolarada do Live Aid, quem de nós saberia que esses momentos – essas notas – no velho estádio de Wembley iriam continuar vivos e alcançar uma nova geração, cujo os pais nem estavam nesse dia? E voltando mais ainda… em 1970… Bom, tudo foi um sonho. Foi uma jornada incrível. Obrigada, pessoal”.

Bohemian Rhapsody estreou no dia primeiro de novembro de 2018 e arrecadou mais de US$ 900 milhões em bilheterias. O longa-metragem de Bryan Singer entrou para a lista de 100 filmes mais lucrativos dos cinemas, além de conquistar quatro estatuetas no Oscar.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

O guitarrista Brian May passou pro procedimento cirúrgico em sua perna, realizado na última segunda feira, 02 de dezembro. Brian postou uma foto em seu perfil do Instagram, com o intuito de agradecer e tranquilizar seus fãs e amigos.

“Terminei! Depois de um corte no músculo da panturrilha, estou me sentindo bem! A teoria é que ele libera o excesso de tensão no tendão de Aquiles e me tira de uma situação dolorosa no calcanhar em que estou há muitos meses. Eu tive o problema durante toda a nossa última turnê nos EUA – e, embora a adrenalina me fizesse sentir, minha corrida foi severamente reduzida e houve algumas noites em que eu realmente não conseguia me mexer no palco. (ninguém notou, parece!) Então agora vou ficar tranquilo por um tempo, mas a recuperação total deve acontecer a tempo de voltar à turnê em janeiro – espero que com um bom salto!
Obrigado pelos seus bons desejos, pessoal. Não há motivo para alarme.”

 

Fonte:  https://whiplash.net/

 

Lars von Retriever mostra neste divertido vídeo como soaria “Bohemian Rhapsody” com Donald Trump no vocal – e não pense que é dublagem, é de fato a voz do Presidente dos Estados Unidos! E de quebra, Vladimir Putin, da Rússia, ainda aparece tocando piano, confira.

 

Fonte:  https://whiplash.net/

 

Lady Di não ficou conhecida como a “princesa do povo” à toa. Bela, carismática e à frente de seu tempo, ela se mostrava sempre acessível e fazia questão de deixar claro ao público que era um ser humano como outro qualquer, postura até então surpreendente para um membro da realeza.

Além disso, Diana era amiga de celebridades nada convencionais, como os músicos Elton John e Freddie Mercury. Foi com o líder da banda Queen, inclusive, que ela teve uma atitude que chocou parte da população mais conservadora da Inglaterra.

Conhecido por sua extravagância, Freddie Mercury era amigo íntimo de Lady Di e, certa vez, teve uma ideia nada convencional: sair para se divertir com a princesa em uma boate gay. Para não ser reconhecida, Diana se disfarçou de homem. Vestiu um casaco militar, gorro e óculos escuros para curtir a noite com os amigos.

“Ela poderia ser reconhecida a qualquer momento, mas as pessoas pareciam ignorá-la. E ela amou a experiência”, relatou Freddie Mercury sobre o episódio. Confira no vídeo abaixo:

 

Fonte: https://www.vix.com/pt/

 

O vocalista do Queen morreu em consequência da Aids aos 45 anos, em 1991

Longe dos palcos, Freddie Mercury era uma pessoa reservada e raramente expunha os problemas pessoais. O vocalista do Queen nunca revelou para os amigos e a família que era portador da Aids e HIV positivo, nem mesmo para a mãe, Jer Bulsara.

Em 2012, a mãe do astro do rock, concedeu uma entrevista ao The Telegraph e falou sobre a maneira que o filho separava a vida profissional e a pessoal. Ela disse: “Freddie mantinha uma divisão rigorosa entre o trabalho e toda a vida dele”.

Jer ainda contou que o filho respeitava muito a família e que nunca obrigou os pais ou a irmã a entenderem as escolhas de vida dele, como a profissão, a opção sexual e a doença.

“Nem a sexualidade, nem a doença dele eram discutidas em casa […] Ele nos protegeu ao nunca discutir esses assuntos”, disse a mãe do vocalista do Queen.

E completou: “É bem diferente agora, mas lá atrás teria sido muito difícil para ele nos contar e nós respeitamos os sentimentos dele”

Apesar dos conflitos entre o cantor e a família, a mãe dele disse que nenhum fã jamais iria amar Mercury da mesma forma que ela o amou. Ela também revelou que não precisou da confirmação do filho para saber que ele estava doente.

“Ele nunca precisou dizer nada. Eu sabia que ele estava muito doente”, respondeu Jer ao ser questionada se havia visitado o artista nos últimos dias de vida dele.

Freddie Mercury morreu em consequência de uma pneumonia aos 45 anos, em 1991, muito tempo antes da mãe, que morreu aos 94 anos, em 2016. Na época da morte de Jer, o guitarrista Brian May escreveu um texto no qual revelou detalhes da relação dos dois.

“Jer era uma mãe calorosa e devota para o Freddie e, como Freddie, sempre tinha um forte brilho nos olhos […] Nos momentos privados dos últimos anos, longe da luz dos holofotes, Jer estava sempre com uma xícara de chá pronta para nos receber e nós sempre estávamos dispostos a falar sobre ‘Meu Freddie‘ sem timidez”, contou o músico.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

O que muitos não sabem é que o desenho icônico da banda foi feito por Freddie Mercury

As maiores bandas criadas ao longo das história são facilmente reconhecidas pelas logos. Assim como a capa de disco ou single é um ponto importante para reforçar a identidade de um artista, a logo é uma peça fundamental. Afinal, provavelmente ela que estampará a camiseta dos milhares de fãs reunidos nos estádios dos shows.

Mas o que está por trás dessas identidades icônicas como a logo do Queen? O desenho foi feito por Freddie Mercury, inspirado no Brasão de Armas Britânico. O músico acrescentou na ilustração os signos do zodíaco de cada integrante da banda, Câncer de Brian May; Leão de Roger Taylor e John Deacon; e Virgem de Mercury.

A ave fênix foi inserida para representar o renascimento musical do grupo, uma vez que o Queen era fruto de projetos interiores, como Smile de May e Taylor e o Sour Milk Sea de Mercury.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

Recentemente foi anunciado que o Shaman voltará aos palcos tendo Alírio Netto nos vocais, atualmente vocalista do Queen Extravaganza, em um show que será realizado na Áudio em São Paulo no dia 9 de fevereiro do próximo ano, veja mais detalhes no link a seguir.

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

Há exatos 38 anos, em 1981, Queen e David Bowie atingiam o topo da parada britânica com o single “Under Pressure”.

 

Fonte: https://www.instagram.com/aradiorock/

 

Primeiro candidato da segunda semifinal, Tiago Prado interpretou Who Wants to Live Forever e conquistou boa pontuação na briga por vaga na final.

 

Fonte: www.r7.com

 

A música “Bohemian Rhapsody”, clássico do Queen, conquistou uma marca incrível no Spotify, principal plataforma de streaming de música no mundo. A canção é a primeira do século 20 a atingir 1 bilhão de streams no serviço.

De acordo com o site da revista Forbes, é raro ter uma música lançada antes de 2014 que chegue a esta façanha. A situação é ainda mais rara quando são consideradas as canções do século 20, especialmente de épocas como a década de 1970.

Ainda segundo a publicação, o número se beneficia, especialmente, da popularidade conquistada pelo filme também intitulado “Bohemian Rhapsody”. A cinebiografia, que conta a história do Queen, foi lançada no fim de 2018 e fez enorme sucesso, além de alavancar, novamente, as vendas da banda.

Em julho deste ano, o clipe de “Bohemian Rhapsody” chegou a 1 bilhão de visualizações no YouTube, principal plataforma de streaming de vídeo.

Trata-se de um dos quatro clipes de rock , propriamente dito, a atingir 1 bilhão de visualizações no YouTube. Os outros são: “November Rain” e “Sweet Child O’ Mine” (ambos do Guns N’ Roses) e “Numb” (Linkin Park).

Bandas de sonoridade mais híbrida, como Coldplay e Twenty One Pilots, também já conquistaram 1 bilhão de visualizações com seus clipes no YouTube. O grupo de Chris Martin obteve a marca com “Hymn For The Weekend” e “Paradise”, enquanto o duo americano atingiu o número com “Stressed Out” e “Heathens”.

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

O Queen venceu, na categoria Melhor Trilha Sonora, com Bohemian Rhapsody, o American Music Awards 2019.

Depois de enfrentar uma longa batalha contra a AIDS, num tempo em que a doença ainda era um grande mistério e tabu, Freddie Mercury, o astro da música, ícone inesquecível da maior banda de Rock da história, o grupo Queen, foi vencido por uma broncopneumonia e morreu no dia 24 de novembro de 1991, hoje decorridos 28 anos.

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara (Zanzibar, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi um cantor, pianista e compositor britânico que ficou mundialmente famoso como fundador e vocalista da banda britânica de rock Queen, que ele integrou de 1970 até o ano de sua morte, levando assim 21 anos de sucesso, glória, mas igualmente muita polêmica.

Mercury tornou-se célebre pelo seu poderoso tom de voz e seus desempenhos energéticos que sempre envolviam a plateia, tendo sido considerado pela crítica como um dos maiores artistas de todos os tempos. Como compositor, Mercury criou a maioria dos grandes sucessos do Queen, como “We Are the Champions”, “Love of my Life”, “Killer Queen”, “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love” e “Don’t Stop Me Now”.

Além do seu trabalho na banda, Mercury também lançou vários projetos paralelos, incluindo um álbum solo, Mr. Bad Guy, em 1985, e um disco de ópera ao lado da soprano Montserrat Caballé, Barcelona, em 1988. Mercury morreu vítima de broncopneumonia, acarretada pela AIDS, em 1991, um dia depois de ter assumido a doença publicamente.

Seu trabalho com Queen ainda lhe gera reconhecimento até os dias de hoje: Mercury é citado como principal influência de muitos outros cantores e bandas. Em 2006, ele foi nomeado a maior celebridade africana de todos os tempos e também eleito o maior líder de banda da história em uma votação pública organizada pela MTV americana. Em 2008, ele ficou na décima oitava posição na lista dos “100 Maiores Cantores de Todos os Tempos” da revista Rolling Stone, e no ano seguinte a Classic Rock o nomeou o maior vocalista de rock and roll. Com o Queen, Mercury já vendeu mais de 150 milhões de discos em todo o mundo.

 

Fonte: https://www.meionorte.com

 

Hoje, 24/11/2019, completa-se 28 anos da morte de Freddie Mercury. Saudades eternas de milhares de fãs!! Esteja com Deus Freddie!!!

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Vídeo feito por nosso querido amigo, do grupo de Whatsapp, Silvestre.

 

 

Cantor se apresentou no talk show de James Corden

Adam Lambert esteve recentemente no popular talk show apresentado por James Corden na televisão dos EUA. O cantor, que também se apresenta ao lado do Queen, foi ao show para participar de uma brincadeira e também cantar uma das músicas da primeira parte de “Velvet”, o seu mais recente lançamento.

Primeiro, Lambert participou de um divertido quadro baseado no programa “The Masked Singer” – onde os jurados precisam descobrir quem se esconde por trás da máscara. Apesar de cantar “Somebody To Love” e “Don’t Stop Me Now” os “jurados” não conseguem identificá-lo. Veja:

Em seguida, ele mostrou, em clima intimista, a balada “Closer To You”:

 

 

Fonte: https://www.vagalume.com.br/

 

O cantor Freddie Mercury morreu em 24 de novembro de 1991, mas as histórias que cercaram seus últimos dias seguem repercutindo até hoje. E uma delas foi contada por Peter Freestone, um dos amigos que ficou ao lado do ex-cantor do Queen no período em que ele já estava bastante debilitado.

Em entrevista à Express, Peter relembrou o período difícil que Freddie atravessou em seus últimos dias de vida. Um dos maiores temores de Freddie após descobrir a doença era chegar em um estágio em que ele não pudesse cuidar de si próprio ou decidir seu destino.

“Eu não quero ser um fardo para ninguém. Eu gostaria de sentir que parti sem ser um fardo (para ninguém)”, dizia o cantor.

Segundo Freestone, que morou com Freddie em sua mansão de 1978 até 1991, ele e outros amigos faziam revezamento para ficar ao lado do cantor durante os momentos mais delicados.

“Na última semana, ele já não saia mais da cama e nunca estava sozinho. Nós fazíamos turnos de 12 horas (para acompanha-lo). Eu estava sentado na cama segurando as mãos dele para que, caso ele acordasse, tivesse alguém lá. Nós conversamos sobre amenidades como amizades e fofocas”, declarou Freestone, que acrescentou: “A última vez que o vi foi em 22 de novembro, uma sexta-feira à noite.”.

Naquele dia, o astro do Queen ligou para seu empresário e amigo, Jim Beach, e juntos eles decidiram divulgar um comunicado oficial confirmando as longas suspeitas sobre seu estado de saúde.

“Após a enorme conjectura na imprensa nas últimas duas semanas, quero confirmar que fui diagnosticado como HIV positivo e tenho Aids. Achei correto manter essas informações em sigilo até o momento para proteger a privacidade das pessoas ao meu redor. No entanto, chegou a hora de meus amigos e fãs ao redor do mundo conhecerem a verdade e espero que todos se juntem a mim, meus médicos e todos aqueles em todo o mundo na luta contra esta terrível doença. Minha privacidade sempre foi muito especial para mim e sou famoso pela falta de entrevistas. Por favor, entenda que essa política continuará.”.

Peter explica que, ao contrário do que as pessoas acreditam, Freddie não liberou o comunicado sobre seu estado de saúde um dia antes de morrer. Ele foi divulgado na sexta-feira à noite, mas acabou sendo publicado apenas no sábado pela manhã. E o amigo pessoal do cantor acredita que foi justamente isso que ajudou Freddie a “encontrar paz”.

“Eu nunca tinha visto ele tão relaxado, só (ficou assim) depois que o segredo foi revelado. Não havia mais nada para esconder ou se preocupar. Então ele pôde se preparar. Foi um alívio enorme (para ele) simplesmente deixar aquilo sair”, contou Peter.

Cerca de 24 horas depois, Freddie morreu, mas Peter prefere acreditar que o amigo simplesmente “escolheu partir”.

“Todos sabíamos que não demoraria muito (para ele morrer), mas o médico dele disse que ele poderia ter ficado conosco por mais alguns dias. Eu tendo a sentir que o Freddie decidiu que já tinha passado pelo suficiente e que já era hora de ir em seus próprios termos”, concluiu.

 

Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/

 

O baterista Taylor Hawkins, do Foo Fighters, divulgou mais uma música de seu projeto solo Taylor Hawkins & The Coattail Riders. A faixa, intitulada “Get The Money”, faz parte do álbum também chamado “Get The Money”.

A canção conta com as participações de Duff McKagan (Guns N’ Roses), Joe Walsh (Eagles) e Chrissie Hynde (Pretenders). Ouça a seguir:

Chris Chaney (Jane’s Addiction), Brent Woods e John Lousteau são os nomes que completam a formação do projeto ao lado de Taylor Hawkins.

O disco conta, ainda, com diversas participações especiais, como as de Nancy Wilson (Heart), Perry Farrell (Jane’s Addiction), Roger Taylor (Queen), LeAnn Rimes e outros, além de Dave Grohl e Pat Smear, colegas do baterista no Foo Fighters.

 

Fonte: www.igormiranda.com.br

 

Antes de morrer, em 2016, Jer Bulsara revelou em entrevista qual música do cantor trazia ‘lembranças muito fortes’

Antes de Jer Bulsara, mãe de Freddie Mercury, morrer aos 94 anos, em 2016, ela deu uma entrevista e revelou qual música do Queen era dolorosa ouvir após a morte do cantor.

Segundo ela, ouvir “Bohemian Rhapsody” sempre trazia lembranças muito fortes, principalmente por incluir gritos emocionais que dizem “mãe”.

“Fui às lojas e fiquei muito empolgada. Eles estavam em todas as partes e em todas as lojas, Bohemian Rhapsody, o Queen.”

“Fiquei tão satisfeita comigo mesma comprando o disco número 1 do meu filho. Mas é claro que me dói agora quando ouço a música. Dói mesmo.”

Na mesma entrevista, ela relembrou do dia da morte do filho: “Foi um dia muito triste quando ele morreu [novembro de 1991], mas de acordo com a nossa religião, quando é a hora certa, você não pode evitar”

“Você tem que ir. Deus o amava mais e o queria com Ele, e é isso que eu mantenho em minha mente.”

“Nenhuma mãe quer ver seu filho morrer, mas, ao mesmo tempo, ele fez mais pelo mundo em sua curta vida do que muitas pessoas poderiam fazer em 100 anos”, acrescentou.

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br