Joe Walsh, considerado o 54º melhor guitarrista da história, em enquete da revista norte-americana Rolling Stone. Postou uma foto rara com Brian May

O Hall da Fama do Rock Joe Walsh postou uma foto em sua página oficial no Instagram com outra lenda do Rock, a estrela do Queen Brian May.

Fonte: https://metalheadzone.com

 

O substituto de Freddie Mercury, Adam Lambert que atualmente se apresenta com a banda em turnê, falou sobre seguir os passos do cantor chamando-o de “insubstituível”

Freddie Mercury morreu tragicamente de complicações devido à aids em 1991. Desde 2011 o Queen tem a colaboração contínua com Adam Lambert, que atua no papel de Mercury como vocalista. Durante uma entrevista Lambert se pronunciou sobre assumir a posição de vocalista, dizendo que estava “verdadeiramente grato” pela oportunidade.

“É incrível estar na estrada com o Queen”, disse ele. “Nós nos tornamos uma família e é tudo muito confortável agora. “Eu tenho que parar e me ‘beliscar’ de vez em quando, porque percebo como é loucura fazer parte do Queen e que eles são como uma família para mim, porque esses caras são ícones.”

“Fico realmente agradecido por toda vez que subo ao palco ou sento para uma refeição com eles – seja o que for que aconteça na turnê, paro e digo: ‘Uau!’ “Se alguém tivesse me dito há 10 anos, quando eu fiz o teste para o American Idol com o Bohemian Rhapsody, que mais tarde me tornaria o cantor deles, eu não acreditaria”, riu Lambert.

“Freddie Mercury é um dos meus heróis de todos os tempos, um deus do rock. “Ele é intocável e insubstituível, e é alguém que sinto que tenho o privilégio de honrar toda vez que subo ao palco. “Eu presto homenagem a ele, celebro-o com todos os fãs e com Brian e Roger. Portanto, é uma oportunidade realmente especial ”, disse Lambert.

 

Fonte: www.express.co.uk

 

 

Jornalistas que cobriram festival contam causos dos bastidores. Eles relembram Springsteen tocando Raul, Drake quase desistindo de show, além de exigências e micos de artistas.

Parte do Queen a partir de 15:13

 

Fonte: https://g1.globo.com/podcast/g1-ouviu

 

O Canal Oficial do Queen no Youtube, http://www.youtube.com/queen, chegou a marca de 11 milhões de seguidores!

 

Fonte: http://www.queenonline.com

 

Alírio Netto foi escolhido pelos remanescentes da famosa banda inglesa, o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May, criadores da homenagem.

 

Fonte: https://www.redetv.uol.com.br/

 

O FreddieMeter comemora o primeiro show da banda e fala o quanto sua voz é parecida com a do vocalista do Queen

Google, Queen e o Universal Music Group se uniram para criar o aplicativo FreddieMeter, que determina o quão perto você pode chegar da voz do cantor Freddie Mercury.

O aplicativo é uma colaboração da banda, do Creative Lab do Google e várias gravadoras. Foi projetado para analisar a voz de uma pessoa e comparar a afinação, timbre e melodia à do cantor. No fim, um resultado de 0 a 100 será mostrado na tela.

Segundo o Google, o FreddieMeter usa novos modelos de aprendizado e foi treinado com a voz isolada de Mercury e com a de imitadores. O usuário, que não terá dados armazenados nos servidores, poderá escolher entre as músicas Bohemian Rhapsody, Don’t Stop Me Now, Somebody To Love e We Are The Champions.

O projeto também vai incentivar as pessoas a fazer uma doação ao Mercury Phoenix Trust, organização que luta por causas relacionadas ao HIV em todo o mundo. A instituição foi fundada pelos membros do Queen após a morte do cantor.

 

Fonte: https://olhardigital.com.br/

 

 

 

O baterista do Foo Fighters Taylor Hawkins relembrou o episódio em que ele foi procurado pelo Guns N’Roses. O ano era 1999, e o Foo Fighters estava na tour de divulgação de seu segundo álbum “There Is Nothing Left to Lose”, quando Hawkins recebeu um telefonema de alguém do staff da banda de Axl Rose.

“Axl estava tentando reunir uma nova versão do Guns N ‘Roses, e acho que ele estava procurando pessoas. Eles queriam saber se eu entraria e tentaria ou algo assim. Era meio sobrenatural”, disse Hawkins em entrevista recente para a Classic Rock.

Quase que imediatamente, Hawkins entrou em contato com Roger Taylor, baterista do Queen, para pedir conselhos. Roger Taylor relembrou situação parecida que havia vivido, quando membros do Mott the Hoople estavam montando a banda e o chamaram, porém, ele preferiu ficar no Queen. “Ele não podia imaginar estar no palco, olhando para cima e não vendo Freddie Mercury ou Brian May na frente dele”, disse Hawkins, que completou: “Ele disse: ‘Vejo você e Dave no palco e há algo que você não pode comprar lá. Há algo entre vocês que pode não estar lá com Axl Rose. “E ele estava certo.”

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

Elton John acompanhou Freddie Mercury nos seus últimos dias e na autobiografia que lança agora lembra a fragilidade do vocalista do Queen, mas também os traços de excentricidade que manteve até ao fim

No livro ‘Eu, Elton John’, o cantor de 72 anos, partilha as suas memórias das visitas que fez a Freddie Mercury, pouco tempo antes de este morrer de AIDS, aos 45 anos, em 1991.

Segundo o músico de ‘Rocketman’, o vocalista do Queen manteve, na altura, segredo sobre a doença que sofria, mas os sinais de que o seu estado era grave tornaram-se evidentes para os amigos mais próximos.

“Visitei-o muitas vezes quando ele estava perto de morrer, embora nunca pudesse ficar mais do que uma hora. Era muito perturbador – acho que ele não queria que eu o visse daquela maneira”, recorda Elton John em passagens da sua biografia, citadas pelo jornal ‘Daily Mirror’.

Lembrando o aspeto debilitado do cantor do Queen, detalha que ele “estava muito frágil para conseguir sair da cama, quase cego e o seu corpo coberto de lesões [na pele] de sarcoma.”

No entanto, prossegue Elton John, havia ainda uma réstia daquilo que Freddie Mercury era e representava. “Definitivamente, ainda era o Freddie, mexericando, completamente excessivo. Não conseguia perceber se ele não tinha noção do quão perto estava da morte ou se o sabia perfeitamente bem, mas estava determinado a não deixar que aquilo que lhe tinha acontecido o impedisse de ser ele próprio.”

Conselheiro e amigo nas horas difíceis

Na sua autobiografia, o cantor recorda outros momentos da sua amizade com o vocalista do Queen e de como ele foi um dos que o alertou para o excesso de consumo de drogas – na década de 1980 Elton John estava no auge da sua dependência – e lhe implorou que fizesse uma desintoxicação.O tema da dependência de drogas é amplamente abordado no livro, que contém mais de 300 páginas.

 

Fonte: https://www.wort.lu/pt

 

Em entrevista ao Express Online, Peter Freestone revelou qual era o programa que o cantor não cansava de assistir

Freddie Mercury era conhecido pelas gostos particulares, como os 10 gatos e as inúmeras obras de arte que teve durante a vida. Recentemente, o ex-assistente pessoal do vocalista do QueenPeter Freestone, revelou para a Express Online qual era o programa de TV que o astro do rock não cansava de assistir.

Segundo Freestone, Mercury adorava assistir o programa de televisão britânico Countdown, em que os apresentadores realizavam diversos desafios com palavras e números.

“Quando Freddie estava sozinho com nós, ele usava um agasalho com peças que não combinavam e ficava no sofá assistindo Countdown. […] Ele amava aquele show mais do que qualquer outro. Era tudo sobre palavras. Ele amou palavras por toda a vida. Toda a carreira dele foi construída em volta destas palavras bonitas que ele trabalhou e produziu nas músicas dele.”

Porém, o cantor não mostrava o mesmo interesse pelos números. Freestone diz: “Ele odiava números, ele não era fã dessa parte. Ele sempre dizia: ‘Querido, outras pessoas podem se preocupar com eles”.

O assistente também revelou que Mercury tinha ‘muitas camadas’ e sabia exatamente qual delas mostrar em cada situação. Freestone conta que com os amigos ele era mais relaxado e não se preocupava em fazer poses e gestos, como quando estava na frente dos fãs.

“[Freddie] tinha muitas camadas. Amigos vinham almoçar e, de repente, um Freddie Mercury diferente apareceria. Era mais real e divertido do que você veria com os fãs do lado de fora da porta […] Em público quando ele ria, ele cobria os dentes com os lábios ou cobria com a mão. Mas em casa, ele relaxava”, disse o assistente.

Freestone ainda fala como Mercury era ‘pé no chão’ e não deixava a fama interferir no relacionamento com os amigos e parceiros mais próximos, como a ex-esposa Mary Austin e o namorado Jim Hutton.

“Ele sabia como não se levar muito a sério. Ele deixava a grande persona no palco. Ele era tão pé no chão […] Ele amava divertir os amigos. Ele vestia um agasalho combinando. Lembro que ele costumava checar a mesa da sala de jantar, montada, é claro, por outra pessoa, mas ele podia mexer um copo ou garfo uma polegada e, quando os convidados chegavam, dizia: ‘Querida, eu arrumei a mesa, não é fabuloso?”.

Por fim, ele completa: “Se alguém diz o nome Freddie Mercury para mim, eu ainda penso nele em casa rindo com os amigos. Eu continuo vendo ele. Eu consigo ouvi-lo, aquela risada maravilhosa”.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

Nascido no dia 5 de setembro de 1946, em Zanzibar, Farrokh Bulsara é um dos artistas mais importantes da música do século XX. Como tudo que tem um padrão de qualidade acima da excelência resiste ao teste do tempo, a obra dele continua relevante no no século XXI.

Ah, só pra constar, esse tal Farrokh é, na verdade, o inesquecível Freddie Mercury, um sujeito que dispensa quaisquer apresentações, a ideia é te apresentar 5 curiosidades que talvez você não saiba a respeita da vida e/ou da obra de Freddie.

1. A música de maior sucesso do Queen

Apesar de ser conhecida até mesmo entre a galera que não curte Queen, a música Bohemian Rhapsody não é o grande sucesso da carreira da banda britânica. Segundo os dados da parada norte-americana Billboard Hot 100, essa épica canção ostenta um honroso terceiro lugar no TOP 5 dos hits do quarteto, conforme você confere abaixo:

  1. Another One Bites the Dust
  2. Crazy Little Thing Called Love
  3. Bohemian Rhapsody
  4. We Are The Champions
  5. Body Language

Bohemian Rhapsody pode não ser a canção mais popular do Queen, ou seja, ela não é a música da banda que teve a presença mais marcante na parada de sucesso mais bem conceituada da indústria fonográfica. Uma coisa, porém, é inegável: essa canção é a mais conhecida e emblemática da carreira do grupo. Trata-se de uma obra excêntrica, bem feita e comovente.

2. Uma lhama sabotou parceria de Freddie com Michael Jackson

Durante os efervescentes anos 80, Michael Jackson e Freddie Mercury começaram a trabalhar na gravação de um disco em conjunto. O trabalho, inclusive, chegou a render três faixas demos: There Must Be More to Life Than ThisState of Shock e Victory. Todas elas foram gravadas no estúdio de MJ.

Em um trecho do livro Mercury: An Intimate Biography of Freddie MercuryFreddie contou que as músicas não foram concluídas por conta da agenda das partes envolvidas: “Eram canções incríveis, mas o problema era o tempo – nós dois éramos muito ocupados naquela época”, escreveu.

Além do ouvido absoluto e do talento ímpar, o que mais Freddie Mercury e Michael Jackson tinham em comum? Simples: a excentricidade! E durante uma entrevista concedida em 2013, o guitarrista Brian May revelou que as gravações foram interrompidas porque Mercury não curtiu uma das excentricidades de Michael. Segundo Brian, o empresário Jim ‘Miami’ Beach recebeu a ligação que encerrou a parceria: “Querido, você pode aparecer aqui [no estúdio]? Você precisa me tirar daqui. Eu estou gravando com uma lhama… Pra mim já chega! Quero ir embora”, disse Freddie.

Ouça uma das canções que faria parte do melhor álbum não lançado da música pop:

3. As últimas aparições de Freddie Mercury

A última aparição pública de Mercury foi no dia 18 de fevereiro de 1990, quando o Queen recebeu uma homenagem no Brit Awards, em Londres, sendo condecorado por sua Contribuição à Música BritânicaFreddie estava junto com a banda, mas permaneceu 98% do tempo em silêncio, ou seja, apenas agradeceu e desejou boa noite.

O último show de Freddie Mercury com o Queen aconteceu no dia 9 de agosto 1986, no Knebworth Fest, no Reino Unido. A apresentação encerrou a Magic Tour. Naqueles tempos as turnês já estavam cansando o vocalista, que estava com 40 anos de idade, e seria diagnosticado com o vírus da AIDS no ano seguinte.

Com saúde física cada vez mais debilitada, o músico começou a aparecer em público cada vez mais magro e pálido. Apesar de não reunir condições para se apresentar ao vivo, Freddie continuou trabalhando até o fim: depois de descobrir sua doença, o cantor lançou um disco de ópera e mais dois álbuns com a banda. Com um esforço hercúleo, conseguiu gravar videoclipes com o grupo, sendo que o vídeo de These Are the Days of Our Lives, gravado em maio de 1991, foi o último trabalho de Mercury em frente as câmeras.

 

4. Freddie Mercury e os Dentes Supranumerários

Freddie Mercury não curtia muito o próprio sorriso, por isso, quando era criança, tinha o hábito de cobrir a boca com a mão quando sorria. Acontece, porém, que os dentes – digamos – exagerados não eram por questões de desleixo.

A dentição de um adulto costuma ter 28 dentes (32, considerando os sisos), mas Mercury possuía 36 – incluindo os sisos. Pela quantidade, os dentes traseiros empurram os dianteiros, deixando-os para frente, resultando em uma característica chamada de Dentes Supranumerários. Essa condição aumenta o espaço dentro da boca e, por isso, é considerada uma das razões pelas quais Freddie Mercury tivesse um alcance vocal tão fora do comum.

Do ponto de vista estético, os dentes não agradavam o artista. Apesar dos pesares, se recusou a usar aparelho ou fazer qualquer tratamento estético por medo de que os procedimentos alterassem sua voz.

5. O clipe que mostra luta contra a AIDS

Freddie Mercury levantou o voo solo em 1985, com o disco Mr. Bad Guy. O álbum rolou durante um período de hiato nas gravações do Queen. Uma das faixas do trabalho é a reflexiva Love Me Like There’s No Tomorrow.

34 anos depois, em 2019, a música ganhou um clipe animado que mostra a luta contra a AIDS. Com direção de Esteban Bravo e Beth David, a animação foi realizada em colaboração com a fundação Mercury Phoenix Trust. O roteiro e acompanha um casal homossexual, sendo um deles diagnosticado com HIV, o vírus causador da doença. Segundo os diretores, “é uma história de amor entre dois glóbulos brancos, sendo que um deles foi infectado pelo vírus. Essa perspectiva nos deu uma representação visual mais direta do conflito, nos permitindo explorar as lutas mais sutis que os personagens enfrentam em seu relacionamento”.

A seguir, você confere um trecho livremente traduzido da letra de Love Me Like There’s No Tomorrow:

Me ame como se não houvesse amanhã
Segure-me em seus braços, diga que não é sério
É o nosso último adeus e logo estará tudo acabado
Apenas me ame como se não houvesse amanhã

Agora, dê o play e confira a emocionante animação… e lembre-se de dar um chute no traseiro de qualquer forma de preconceito.

 

Cifra Club homenageia Freddie Mercury

E já que você chegou até aqui, amigo leitor, quero fazer um convite. Que tal dar o play e curtir um cover sensacional que meu amigo Caíco Antunes fez para um dos grandes clássicos da música? Acredite em mim: o cara gravou todas as vozes! Deu um baita trabalho, mas o resultado ficou bem top.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/

 

Peter Freestone disse que algumas das cenas da cinebiografia do astro do rock, apesar de não serem reais, levaram-no às lágrimas

Peter Freestone, ex-assistente pessoal e amigo de Freddie Mercury, revelou que Bohemian Rhapsody o levou às lágrimas. Em entrevista ao Sky News, ele contou que apesar do filme distorcer alguns fatos reais, não foi possível conter as lágrimas ao assisti-lo.

“Aquele poderia ter sido Freddie. Quando nós estávamos filmando isso, eu pude sentir um nó na garganta. E quando eu assisti o filme, eu tinha lágrimas saindo de mim. […] Outra parte que, novamente, não aconteceu como no filme, é quando Freddie conta para a banda que ele tem Aids. Eu chorei nessa também.”

O assistente elogiou a performance de Rami Malek e disse que a produção conseguiu chegar muito perto da realidade ao ponto de criar cenas que facilmente poderiam ter sido vividas por Mercury.

“Talvez não tenha terminado como terminou na vida real, mas tem muita verdade em cada cena. A atuação estava incrível. Rami acreditava em Freddie e ele conseguiu trazer isso”, disse Freestone.

Ele completa: “Tem uma cena em que eles estão no escritório do Jim Beach e Freddie quer se juntar à banda novamente, o que realmente não aconteceu. Eles nunca se separaram para o Freddie voltar […] Mas quando você vê Freddie levantar naquela cena, aquele era o verdadeiro olhar. A atitude e as palavras foram exatamente iguais às que eu conheci de Freddie Mercury“.

Freestone ainda falou que entende a necessidade de mudar alguns fatos para produzir uma narrativa emocionante para o filme, mas que a produção de Bryan Singer poderia ter mostrado um lado mais feliz do vocalista do Queen.

“Eu entendo as objeções das pessoas de mudar algumas coisas e tudo mais. Mas, quando eu olho para o filme, eu não vejo a história, porque eu sei a história. Eu estava nela […] O filme poderia ter mostrado o Freddie um pouco mais feliz. Você não vê ele rindo. Ele amava rir”, conta o assistente.

 

Fonte:  https://rollingstone.uol.com.br/

 

O vocalista dizia que, mesmo que “Deus nos tivesse abandonado”, a banda sempre poderia contar com o apoio do baixista

Todos os quatro integrantes do Queen criaram sucessos internacionais que resistiram ao tempo. No entanto, o baixista John Deacon é pouco reconhecido pelos trabalhos da banda e, até hoje, tende a se afastar dos holofotes.

Mesmo assim, uma vez, o vocalista Freddie Mercury o saudou por “salvar o Queen da ruína” e torná-lo um fenômeno global.

Deacon era muito mais quieto comparado com as outras personalidades da banda, mas estava sob a proteção de Mercury: “Não o subestime, ele tem uma veia de fogo.”

Em 1972, a banda assinou o primeiro contrato importante com a gerência da Trident. Apesar do sucesso inicial significativo do Queen, eles não estavam ganhando quase nada, presos a um acordo extremamente desfavorável.

No passado, Mercury contou: “Tínhamos álbuns mais vendidos, mas ainda estávamos morando em apartamentos miseráveis ​​no porão com cinquenta libras por semana.”

Deacon, então, pediu um adiantamento que acabou sendo recusado.

Assim, em 1975, ele quebrou o contrato com a empresa de administração, abrindo espaço para que o gerente de Elton JohnJohn Reid, assumisse a direção da banda, com Deacon sempre de olho nos assuntos financeiros.

Isso provou ser uma grande oportunidade para o Queen, pois, no mesmo ano, o álbum A Night At The Opera, que incluía “Bohemian Rhapsody”, foi lançado e mudou o destino da banda.

John Deacon cuidou de todos os nossos negócios”, disse Mercury. “Ele sabia tudo o que deveria e não deveria estar acontecendo. “Se Deus nos tivesse abandonado, o resto do grupo não faria nada a menos que John dissesse que estava tudo bem.”

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Provocação do cantor aconteceu em 1983, na mansão de Michael em Encino

Uma história curiosa chegou ao conhecimento do público, o ex-assistente de Freddie Mercury, Peter “Phoebe” Freestone, contou ao jornal Metro UK que o ex-vocalista do Queen tirou sarro de ninguém mais, ninguém menos que Michael Jackson, por dormir no chão de sua mansão.

De acordo com o ex-funcionário de Freddie Mercury, a provocação do cantor aconteceu em 1983, na mansão de Michael em Encino, na Califórnia, durante o tempo em que os dois trabalhavam juntos no estúdio localizado na propriedade.

“Eu e o Freddie passamos oito horas gravando na casa do Michael um dia, eles já tinham trabalhado juntos em três músicas”, contou. “O Michael nunca me tratou de forma diferente da forma como tratava o Freddie. É assim que algumas pessoas são. Eu e o Michael jogamos video-game por meia hora enquanto o Freddie fumava”, revelou.

Depois, Peter ainda relembrou a provocação feita pelo astro do Queen. Ele contou que o chefe tirou sarro de Michael Jackson durante um tour pela mansão. Ele teria ficado chocado ao ver um colchão no chão da sala, no segundo andar do imóvel.

“O Freddie não conseguia ficar com a boca fechada e no meio do chão tinha esse colchão arrumado como cama. Ele perguntou: ‘Você tem dinheiro, por que não compra uma cama?’. E o Michael respondeu: ‘Eu me sinto muito melhor quando estou mais perto da Terra'”, disse.

“O Freddie então retrucou: ‘E não ter uma cama deixa você mais perto? Nós estamos no segundo andar'”, contou o assistente de Mercury. “Era esse o tipo de coisa que acontecia com ele”, relatou Freestone.

Freddie Mercury trabalhou com o eterno Rei do Pop nas gravações de seu álbum solo, “Mr. Bad Guy”, lançado em 1985. Eles gravaram a música There Must Be More to Life Than This, mas acabaram brigando. Isso porque Freddie ficou incomodado com a presença da lhama de estimação do amigo. Enquanto isso, Michael não teria gostado do uso constante de drogas do colega durante as gravações.

 

Fonte: https://odia.ig.com.br/

 

Um tributo à Banda Queen, fundada em meados de 1970, o grupo foi uma banda de rock Britânica, formado por Brian May (guitarra e vocais), Freddie Mercury (vocais e piano), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria e vocais) freqüentemente citado como um dos expoentes do seu estilo, também sendo um dos recordistas de vendas de discos a nível mundial. A música da banda também é conhecida por ser altamente eclética, variando entre várias vertentes do rock.

Queen Experience in Concert traz para os palcos o maior espetáculo Queen das Américas com mais de 30 integrantes, orquestra ao vivo que conta com um dos grandes regentes da nova geração, expressivo, refinado e extremamente musical Maestro Eduardo Pereira também conhecido por reger os espetáculos, Chaplin o Musical, Bravo Pavarotti, A Bela e a Fera, A Bela Adormecida, Rod Hanna in Concert, atuou também nas turnês brasileiras do grupo vocal Il Divo (2016-2017) e acompanhou a turnê do show “Salute to Sinatra” com o cantor Louis Hoover em 2016, entre outros trabalhos. Além da participação especial da Banda “MAGIC QUEEN“, que após anos de estudos, pesquisas e laboratório, buscando a excelência em cada detalhe artístico e musical da banda QUEEN, trouxe de forma protagonista o mais fiel tributo ao QUEEN das Américas. O espetáculo promete embarcar o público numa viagem emotiva, remetendo aos sucessos da banda britânica e chega ao Theatro NET São Paulo em 09 de novembro, localizado na Vila Olímpia.

Produzido com afinco, formatado em 90 minutos, O Queen Experience In Concert encanta por excelência todo seu público, desde os mais experientes que tiveram a oportunidade de vivenciar as décadas dos anos 70 e 80, como aos mais jovens, resultado de gerações e gerações que aprendem a admirar as obras geradas pelo QUEEN, e por que não dizer, hinos dessa que foi uma das maiores bandas de TODOS OS TEMPOS.

Com um requinte de detalhes cenográficos, figurinístico, instrumental e técnicas vocais de época aplicadas, o Queen Experience in Concert, executa as mais belas canções que marcaram épocas e estão presentes até os dias de hoje em nossas memórias e em rádios de todo o mundo, sucessos esses como “Bohemian Rhapsody“, “You’re My Best Friend“, “Love of my life, “We Are the Champions” e muito mais. Esta formação já é considerada um dos melhores tributos Queen da América latina.

A experiência In Concert não traz um simples tributo, mas sim uma imersão musical de altíssima qualidade aliando o rock á música erudita, uma mistura que agrada e muito aos amantes da musicalidade de alto nível e á tempos já faz muito sucesso em formações no meio do Rock In Roll como os dvds do Kiss e Metallica in Concert entre outros. O perfil idêntico vocal e físico do vocalista impressiona a todos fazendo o público reviver momentos especiais de suas vidas, mergulhando em uma experiência nostálgica e única em uma noite mágica.

SERVIÇO
Queen Experience In Concert
09 de Novembro às 22h
Gênero: Musical
Classificação: Livre
Duração: 70
Theatro NET São Paulo
Shopping Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360 – São Paulo – SP

 

Fonte: https://acessocultural.com.br/

 

Em uma entrevista, o cantor revelou o principal motivo para ainda não ter assistido à cinebiografia do amigo Freddie Mercury

Em uma entrevista publicada recentemente pela GQ, Elton John contou o principal motivo por ainda não ter assistido a Bohemian Rhapsody, tão comentada cinebiografia de Freddie Mercury e do Queen.

E a resposta é tão sentimental quanto poderíamos imaginar. O cantor disse: “Eu não consegui assistir. Não consegui por causa da minha proximidade com o Freddie. Eu vi partes do filme, e apesar de achar que Rami Malek estava fantástico, ter sido muito amigo do Freddie me impede de ver.”

Na mesma entrevista, John também opinou sobre o remake de O Rei Leão, lançado este ano, e deixou bem clara a insatisfação que sentiu em relação a todo o projeto, principalmente da parte musical, que ficou marcada como clássica na versão original do filme.

E, sobre Bohemian Rhapsody, os integrantes do Queen ainda não desistiram de rebater toda e qualquer crítica ao filme, mesmo após um ano depois da estreia. Mais recentemente, foi o baterista Roger Taylor que voltou a falar sobre reclamações “superficiais”.

E isso depois de ele mesmo ter apontado alguns detalhes (minúsculos) na cinebiografia que considera não considera certo.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

O músico criou a guitarra elétrica quando ainda era adolescente, junto com o pai nos anos 1960

Brian May compartilhou um vídeo inusitado no Instagram. O músico do Queen apareceu com uma coleção de cerca de 25 guitarras Red Special.

O vídeo postado pelo músico do Queen fazia parte de uma brincadeira proposta por ele. Enquanto tocava apenas os acordes da guitarra, May pedia para o público tentar adivinhar qual música ele estava performando.

“Ok. Um jogo! Quer brincar? Primeiro, preste atenção nos sapatos. Depois ouça a melodia. Qual solo estou fazendo?”, desafiou May.

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A postagem com a brincadeira surpreendeu os usuários por conta das várias guitarras iguais espalhadas pela sala do músico.

Vale lembrar que Brian May tem uma relação especial com a marca do instrumento. O músico criou a guitarra elétrica quando ainda era adolescente, junto com o pai Harold nos anos 1960.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

 

Segundo Peter Freestone, o filme distorceu vários acontecimentos para causar carga dramática

Peter Freestone foi o assistente de Freddie Mercury pelos últimos 12 anos da vida dele, e criticou Bohemian Rhapsody (2018) fortemente sobre como o filme retratou a separação da banda e a gravação de um disco solo de Freddie gravar. As informações são do Express UK.

A produção vencedora de Oscar mostrou muita tensão entre os integrantes do Queen quando Freddie anunciou que faria um álbum solo. Do ponto de vista narrativo, foi aquele o momento de maior solidão e inquietude na vida de Mercury. Em seguida, ele implora para voltar ao grupo para tocar no festival Live Aid em 1985.

“Essa coisa no filme foi um erro muito irritante. No filme é feito um drama enorme sobre o acordo para a gravação solo do Freddie. E, na verdade, o Roger [Taylor] já tinha dois álbuns solo e o Brian [May] tinha um. A questão mesmo era que Freddie ganhou mais dinheiro no disco dele. Ele nunca iria deixar a banda”, disse Freestone.

Freestone ainda apontou mais alguns erros na linha do tempo que Bohemian Rhapsody monta. “O filme faz parecer que o Live Aid foi uma aposta porque a banda não tocava há anos. Mas, eles tinham terminado uma turnê um ou dois meses antes.”

Inclusive, 1985 foi um ano com acontecimentos muito importantes para o Queen. Nos dias 11 e 18 de janeiro foram as apresentações lendárias do Rock in Rio que quebraram recordes, e em abril e maio foi a etapa final da turnê mundial “The Works”, que promoveu o disco de mesmo nome, que contém hits como “Radio Ga Ga” e “I Want to Break Free”.

Claramente o Queen não estava afastado naquela época ou sequer há muito tempo sem praticar, como Peter Freestone apontou.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

A música do Queen ‘Bohemian Rhapsody’ foi indicada na categoria ‘Favourite Soundtrack’, no The American Music Awards 2019

Os vencedores serão indicados por uma votação mundial pelos fãs e a votação já está aberta Aqui. A votação termina dia 20 de novembro de 2019. Vote em: ‘Favourite Soundtrack’

O American Music Awards será transmitido pela rede americana ABC em 24 de novembro.

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Peter Freestone, que trabalhou como assistente pessoal de Freddie Mercury e virou um dos melhores amigos do vocalista do Queen, contou em entrevista ao programa Lorraine que o frontman parou de tomar remédios duas semanas antes de morrer.

“Ele sabia que [a morte] estava vindo, essa é a questão. Ele decidiu duas semanas antes do fim que ele não tomaria mais nenhum remédio que estava mantendo ele vivo”, destacou Freestone. “Ele estava no controle, embora a doença o estivesse matando.”

Na entrevista, o assistente ainda falou sobre a amizade com Mercury e afirmou que ele o “amigo mais gentil que alguém poderia ter”.

“Já disse isso antes e vou dizer para sempre, ele era o amigo mais gentil, generoso e leal que alguém poderia querer ter. Ele faria qualquer coisa por seus amigos, mas a questão é que, do outro lado, seus amigos fariam qualquer coisa por ele”, afirmou.

Freddie Mercury morreu em 1991, aos 45 anos idade, por conta de uma pneumonia acarretada pela AIDS. Freestone, atualmente, realiza palestras falando como se prevenir do vírus do HIV.

“Porque os jovens agora nas escolas [não são ensinados sobre o tema], nunca é mencionado, nunca se fala sobre. Então eles não sabem o que está lá fora e isso ainda mata.”

 

Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/

 

 

 

Segundo Peter Freestone, o vocalista do Queen “se machucou profundamente com duas pessoas” em quem confiava

Após anos e anos de convivência, o assistente pessoal e um dos melhores amigos de Freddie MercuryPeter Freestone, conhecia muito bem a lenda do Queen, e disse que mentira e traição foram as duas coisas que o devastaram mais que tudo.

Durante uma conversa recente com o Express Online para promover a coletânea Never BoringFreestone revelou que o artista “realmente se machucou com duas pessoas” na época em que os dois se conheceram.

O primeiro a magoá-lo foi seu antigo motorista, que havia perdido a habilitação. Contudo, ele não admitiu a verdade: apenas desapareceu e não retornou nenhuma ligação, deixando Mercury perdido e preocupado.

“Quando descobriu, Freddie o chamou e disse: ‘Querido, poderíamos ter encontrado outra coisa para você fazer.’ Mas, como ele não falou a verdade, Freddie o demitiu imediatamente.”

Confiança era tudo para o vocalista do Queen. Mas, já nos últimos momentos do cantor, alguém muito especial o traiu da pior forma possível.

“Freddie descobriu a vida graças ao Paul Prenter”, contou Freestone. “Ele descobriu que não era pecado ser gay, que ele poderia sair, se relacionar.”

Prenter é foi gerente de Freddie de 1977 a 1986. “Paul estava cuidando de toda a banda, mas eles se livraram dele porque ele passava 90% do tempo com Freddie. E Freddie o levou adiante”, continuou.

Em 1986, Mercury já temia que ele pudesse ser HIV positivo e queria limpar sua vida. No entanto, segundo Freestone, “Paul deu o furo da história” ao jornal The Sun em troca de 32 mil libras esterlinas.

As revelações horrendas foram publicadas no dia 4 de maio de 1987, incluindo temas como promiscuidade, solidão e primeiras experiências homossexuais.

Mercury jamais perdoaria, ou mesmo entenderia, a enorme traição de Prenter. “Freddie disse: ‘Por que ele não me pediu o dinheiro? Eu teria lhe dado qualquer coisa.’ Isso o fez duvidar de sua capacidade de confiar e julgar as pessoas”, revelou Freestone.

“Ele se sentiu tão vulnerável e inseguro de si mesmo, com muito medo do que poderia acontecer caso ele descobrisse que estava doente”, concluiu.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/