Homenagem do desenho “The Simpsons” ao Queen no Live Aid. Seria apenas isto?

O cantor de pop rock relembrou a amizade com o vocalista do Queen no livro O amor é a cura: Sobre vida, perdas e o fim da Aids

Elton John revelou qual é a memória mais comovente que tem do amigo Freddie Mercury. O cantor de pop rock relembrou amizade entre ele e o vocalista do Queen  desde os anos 1980 até os últimos dias do astro do rock, que morreu em 1991. Os detalhes foram revelados no livro O amor é a cura: Sobre vida, perdas e o fim da Aids, escrito pelo pianista em 2012.

A publicação mostra como os dois cantores eram amigos íntimos e até  os apelidos especiais com quais se chamavam. O artista explica que cada um tinha um alter ego de drag queen e um nome. Enquanto John era Sharon, Mercury foi batizado de Melina.

John também conta que mesmo no estágio avançado da Aids, Mercury se manteve generoso com os amigos e que durante a vida ele ‘realmente viveu pelos outros’. O astro do rock morreu em novembro, mas antes de partir fez questão de deixar um presente de Natal para John, que considerou o ato como ‘um último testamento de sua generosidade’.

“Eu estava de luto quando um amigo apareceu na minha porta e me entregou algo embrulhado em uma fronha […] Eu abri e dentro tinha uma pintura de um dos meus artistas favoritos, o pintor britânico Henry Scott Tuke. E ali tinha um bilhete de Freddie“, revelou o artista.

Ele completa: “No bilhete de Freddie estava escrito: ‘Querida Sharon, eu pensei que fosse gostar disso. Com amor, Melina. Feliz Natal’. […] Aqui estava um homem lindo morrendo de Aids, que nos seus dias finais, alguma forma, arranjou tempo para encontrar um presente de Natal adorável”.

Apesar do momento triste, John conta que essa é uma das memória mais marcantes que tem com Mercury, pois ela resume toda a personalidade e o caráter que tinha. Ele escreve: “Por mais triste que esse momento tenha sido, penso frequentemente nele quando lembro de Freddie, porque ele captura o caráter daquele homem. Na morte, ele me lembrou do que fazia dele especial em vida.

Por fim, o cantor ainda falou que todas as visitas que fazia ao amigo eram curtas, pois tinha dificuldades de ver a situação que o amigo enfrentava.

“Eu visitei ele muitas vezes quando estava morrendo, mesmo que eu não conseguisse ficar lá muito mais que uma hora […] Foi muito perturbador, eu não achava que ele queria que eu o visse assim. Alguém tão vibrante e tão necessário, alguém que melhoraria com a idade e ganharia cada vez mais força estava morrendo de uma maneira tão horrível e arbitrária.”

Freddie Mercury foi uma voz importante na luta contra Aids e na quebra de rótulos da doença, que frequentemente era associada aos homossexuais e a promiscuidade . Antes de morrer, o cantor revelou para o mundo que era portador do vírus HIV e pediu para que os médicos, amigos e fãs se envolvessem na causa para evitar a morte de mais pessoas.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Faixa foi reproduzida depois de recado contra gritos homofóbicos por parte da torcida

 

Fonte: https://vejasp.abril.com.br/

 

 

 

 

Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta concerto de “Bohemian Rhapsody” na Jeunesse Arena

Trilha sonora do filme sobre Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, será interpretada em versão sinfônica inédita

Após o sucesso do filme “Bohemian Rhapsody”, que mostra a trajetória de Freddie Mercury e seus companheiros da banda Queen, no dia 03 de novembro (domingo) a Orquestra Petrobras Sinfônica leva para o palco da Jeunesse Arena uma versão sinfônica inédita da trilha sonora do longa-metragem. Com regência de Felipe Prazeres e arranjos assinados por Alexandre Caldi e Itamar Assiere, o concerto contará com um conjunto de 46 músicos.

Freddie Mercury e seus companheiros Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudaram o mundo da música ao formar a banda Queen, durante a década de 1970. Narrando a história de um dos principais grupos de rock da época, desde a sua criação até o falecimento de Mercury, o filme “Bohemian Rhapsody” foi um sucesso de público e crítica, sendo vencedor de quatro estatuetas no Oscar.

Na programação, músicas como “Bohemian Rhapsody”, canção escrita por Freddie para o disco “A Night at the Opera” (1975); “Love of my life”, que também integra o mesmo álbum e foi interpretada pela banda na primeira edição do Festival Rock in Rio, sendo lembrada como um dos momentos mais marcantes do evento; “Under Pressure”, que marcou a parceria entre o Queen e David Bowie; “We Are the Champions”, considerada a música de maior sucesso da banda; além de “Don’t Stop Me Now”, “We Will Rock You”, entre outras.

O concerto integra uma série de iniciativas da Petrobras Sinfônica para popularizar a música clássica e renovar o público do gênero.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completa 34 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2019. Uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

Outros apoios e patrocínios: A Petrobras Sinfônica conta ainda com os apoios culturais de: UCI, Consulado da Argentina, Windsor Hotéis, Rádio MEC FM e JLT Brasil.

Programação

Felipe Prazeres, regente
Arranjos: Marcelo Caldi e Itamar Assiere

JOHN RICHARD DEACON
Another one bites the dust

JOHN RICHARD DEACON
I want to break free

FREDDIE MERCURY
Love of my life

BRIAN HAROLD MAY
DAVID ROBERT BOWIE
FREDDIE MERCURY
JOHN RICHARD DEACON
ROGER MEDDOWS TAYLOR
Under Pressure

FREDDIE MERCURY
Crazy Little Thing Called Love

BRIAN HAROLD MAY
We Will Rock You

FREDDIE MERCURY
Don’t stop me now

FREDDIE MERCURY
Somebody to Love

FREDDIE MERCURY
Bohemian Rhapsody

FREDDIE MERCURY
We are the Champions

ROGER MEDDOWS TAYLOR
Radio Gaga

BRIAN HAROLD MAY
FREDDIE MERCURY
JOHN RICHARD DEACON
ROGER MEDDOWS TAYLOR
The Show Must go On

BRIAN HAROLD MAY
Keep yourself alive

BRIAN HAROLD MAY
Now I’m here

BRIAN HAROLD MAY
Who Wants to live forever

Serviço
Data: 03/11
Horário: 18h (domingo)
Local: Jeunesse Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Telefones: (21) 2430-1750
Ingressos: www.eventim.com.br
Cadeira Premier: R$ 260/ R$ 130 (meia)
Cadeira Platinum: R$ 230/ R$ 115 (meia)
Cadeira Gold: R$ 200/ R$ 100 (meia)
Cadeira Especial: R$ 170/ R$ 85 (meia)
Cadeira Nível 01: R$ 140/ R$ 70 (meia)
Camarote: R$ 240/ R$ 120 (meia)
Capacidade: 3.900 lugares
Classificação: livre

 

Em 2018, chegou aos cinemas o filme Bohemian Rhapsody, contando a trajetória da banda Queen e também da vida pessoal de Freddie Mercury.

O longa foi um sucesso de bilheteria e, obviamente, isso abriu as possibilidades para uma sequência.

Agora, um novo filme contando os últimos instantes da vida de Freddie está sendo debatido, mas a ideia não está agradando a todos.

Em entrevista ao site New Musical Express, o empresário e amigo pessoal do músico, Peter Freestone, repudiou a possibilidade de um novo projeto abordando a morte do cantor.

“Eu não gosto da ideia da existência de um ‘Bohemian Rhapsody 2. Independentemente do que coloquem no filme, precisaria mostrar uns 20 minutos ou meia-hora do Freddie morrendo e ninguém precisa disso. Mesmo que já tenham se passado 28 anos, ver isso na minha cara não é algo necessário. E qual pessoa sã precisaria ver algo assim?”

Dirigido por Dexter Fletcher e estrelado por Rami Malek, Bohemian Rhapsody chegou no Brasil em 1º de novembro de 2018, e faturou ao todo US$ 903 milhões em bilheteria.

 

Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/

 

 

Peter Freestone, assistente pessoal que acompanhou Freddie Mercury  desde 1979 até o fim da vida, revelou como o vocalista do Queen teria continuado a carreira de músico se estivesse vivo

Em entrevista exclusiva ao Express Online, ele disse que provavelmente o astro não iria realizar mais turnês com a banda, porque ele não conseguiria manter o nível de performance que tinha quando jovem.

“Eu acho que ele não queria envelhecer. Ele era um astro do rock e dominava o palco. Eu não acho que ele teria continuado […] Freddie teria sentido que estava decepcionando os fãs, porque ele não conseguiria dar o show dele. Ele sempre dizia: ‘Queen nunca será quatro caras que sobem no palco, tocam músicas, e vão embora”, disse Freestone.

O assistente também conta que Mercury nunca desistiria da carreira de músico, apenas da apresentações nos palcos. Falou também que o músico comparava o Queen a outras bandas, como os Rolling Stones.

“Ele ficaria, tipo: ‘Querido, eu vou escrever a música, mas você vai lá e vai performar com outra pessoa’. As pessoas sempre dizem: ‘Olhe para Mick Jagger‘. Bom, ele só dança em um pequeno espaço, ele nunca correu por palcos enormes de estádios […] Apesar disso, tenho certeza que ele continuaria escrevendo música. Isso nunca teria parado”.

E desejo do astro foi realizado pelos integrantes do Queen e Adam Lambert. Desde 2011, o cantor substitui os vocais de Mercury e acompanha Brian May e Roger Taylor em apresentações e na turnê Queen + Adam Lambert. Porém, ele afirmou que não pensa em gravar um disco com os músicos, pois não faria sentido criar novas canções da banda sem o vocalista original.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

 

Considerado o maior festival de verão britânico, o Glastonbury nunca contou com a presença do Queen, e Brian May explicou o motivo em conversa com a BBC Radio 2

“O Michael Eavis tem me insultado frequentemente, e eu não gosto disso. O que mais me chateia é que ele é a favor do abate de texugos, algo que considero uma tragédia e um crime desnecessário contra a natureza. Então, a não ser que as coisas mudem radicalmente, nunca tocaremos no Glastonbury”, disse Brian May.

Michael Eavis é o organizador do evento, e ao contrário de Brian, ele defende o abate de texugos no Reino Unido, prática realizada em determinada época do ano sob alegação de controlar a expansão demográfica do animal, bem como a caça à raposa, tido como um esporte tradicional e contra o qual Brian vem lutando há muitos anos.

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

 

“Bohemian Rhapsody”, “A Kind of Magic”, e “Don’t Stop Me Now” ganharam novos vídeos

Para comemorar a marca de 1 bilhão de visualizações do clipe “Bohemian Rhapsody” no Youtube, o Queen firmou em agosto uma parceria com a Universal Music, a Hollywood Records e o YouTube Music para refazerem alguns dos principais clipes de clássicos da banda – mas, desta vez, com a ajuda de fãs. E, nesta quinta, 24, o grupo divulgou o resultado do projeto.

As músicas “Bohemian Rhapsody”, “A Kind of Magic”, e “Don’t Stop Me Now” ganharam novos vídeos e destacaram as vozes, coreografias e artes dos fãs da banda de rock.

Enquanto em “Bohemian Rhapsody” as participações são de músicos e instrumentistas, “A Kind of Magic” mostra animação de artistas visuais. E, em “Don’t Stop Me Now”, as estrelas são dançarinos que interpretam uma coreografia criada por Polly Bennett, treinador de Rami Malek no longa Bohemian Rhapsody.

Queen anunciou os vídeos com a mensagem: “Nós pedimos. Vocês entregaram. Mais de 120 países, 1822 dançarinos e 10 mil inscrições depois, os campeões chegaram.”

Assista aos clipes:

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

 

Em nova entrevista, Peter Freestone falou sobre a reação impressionante do artista quando descobriu que tinha o vírus HIV em 1987

O icônico Freddie Mercury morreu em 24 de novembro de 1991, quase 24 horas depois de publicar um comunicado oficial que confirmava o grave estado de saúde no qual ele se encontrava.

O vocalista do Queen, bem como seus amigos mais íntimos, já tinha ciência de que estava com o vírus do HIV há mais de quatro anos, conforme revelou Peter Freestone, assistente pessoal do artista pelos últimos 12 anos de sua vida, ao tablóide Express Online.

Durante a entrevista para promover a coletânea Never Boring, que reúne todos os trabalhos solo de Mercury, além de fotos, esboços e anotações inéditas, Freestone falou sobre a maneira inspiradora com a qual seu querido amigo lidou com as notícias de que estava morrendo.

“Quando ele recebeu o diagnóstico, não ficou deprimido. Ele não teve medo. Era um fato que ele iria morrer. Naqueles dias, nada poderia mudar isso. Então ele continuou com a música. Ele compôs muito nos últimos quatro anos, muito mais do que nos anos anteriores”, contou. “Freddie disse: ‘Nunca se arrependa de nada. Você só está perdendo tempo, sendo que não podemos mudar o passado. Faça o que deseja fazer.”

Além disso, Freestone comentou que o cantor, falecido há 28 anos, ficaria surpreso com a dimensão da popularidade do Queen de geração em geração: “Ele dizia que suas músicas eram ‘Como um lenço de papel. Você pega, usa e joga fora. Eu acho que ele estava sendo um pouco irreverente (…) Ele não acreditaria em tudo o que está acontecendo agora.”

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

“Todo mundo tem me perguntado isso”, disse o cantor em entrevista para o NME

Adam Lambert tem sido peça fundamental para manter o perfil de sucesso internacional do Queen com a turnê Queen + Adam Lambert, que circulou o mundo nos últimos anos.

Desde então, muitos admiradores da banda se perguntam sobre o lançamento de um novo disco do Queen com os vocais Lambert.

Durante uma conversa recente com o site NME, o cantor falou: “Todo mundo pergunta isso, mas, honestamente, não discutimos sobre isso. Na verdade, o assunto nunca surgiu.”

Contudo, o fato de “todo mundo pedir isso” pode manter a ideia viva na cabeça de Brian May e Roger Taylor.

Anteriormente, Lambert havia dito que um álbum sem Freddie Mercury não faria muito sentido: “Não seria o Queen, porque, para mim, Queen é o Freddie.”

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

Em 1984, dois anos após a organização Gay Men’s Health Crisis ser formada em Nova York para combater a Aids, Freddie Mercury teve seu primeiro hit solo com Love Kills. A letra da música não alude à doença que o mataria sete anos depois, mas é possível que seu título seja uma referência velada.

“Tudo em relação a Freddie Mercury dizia respeito ao que estava implícito”, diz Martin Aston, autor de Breaking Down The Walls Of Heartache: How Music Came Out (“Derrubando as Barreiras da Dor: Como a Música Saiu do Armário”, em tradução livre).

Love Kills está incluída em Never Boring (“Tedioso Jamais”, em tradução livre), uma nova coletânea que reúne grande parte do que Mercury gravou depois que deixou a banda Queen, incluindo seu único álbum solo, Mr. Bad Guy, de 1985, e sua ambiciosa colaboração com o cantor de ópera Montserrat Caballé, Barcelona, de 1988.

O lançamento oferece uma oportunidade de explorar a identidade e o status complexos de Mercury como um ícone queer, especialmente desde que o filme Bohemian Rhapsody foi acusado de menosprezar ou “higienizar” as relações do cantor com homens.

É impossível saber como Mercury definia sua sexualidade, porque, pelo menos em público, ele nunca abordou isso diretamente. Durante sua vida, o jornal britânico The Sun classificou o cantor como “estrela do rock bissexual” e, nos últimos anos, a mídia frequentemente dizia que ele era gay.

Mas, quando a revista de música NME perguntou a Mercury em 1974: “E aí, você é flexível?” Mercury respondeu: “Você é uma vaca esperta. Vamos colocar desta forma: houve um tempo em que eu era jovem e inexperiente. É uma coisa pela qual os meninos passam. Eu tive a minha dose de brincadeiras de estudante. Não vou elaborar mais.” Em outra ocasião, ele respondeu uma pergunta semelhante, dizendo de brincadeira:” Sou tão gay quanto um narciso, minha querida!”.
No ano passado, o filme ‘Bohemian Rhapsody’, estrelado por Rami Malek, foi acusado de minimizar os relacionamentos de Freddie Mercury com homens

Embora Mercury estivesse morando com Jim Hutton, seu parceiro há seis anos no momento de sua morte, ele deixou a maior parte de sua herança para Mary Austin, com quem namorou por um tempo semelhante nos anos 1970 e de quem permaneceu próximo.

Austin ainda vive na mansão em Londres onde Mercury passou seus últimos anos. Ela raramente dá entrevistas, mas disse ao jornal britânico Daily Mail em 2013 que Mercury falou antes de morrer: “Se as coisas tivessem sido diferentes, você teria sido minha esposa, e essa casa teria sido sua de qualquer maneira”.

Uma nova identidade

A sexualidade de Mercury não é o único aspecto de sua identidade que é complicado. Ele nasceu em 1946 como Farrokh Bulsara, filho de pais indianos parsi, na ilha de Zanzibar, na época um protetorado britânico e hoje parte da Tanzânia.

Frequentou internatos que seguiam o estilo britânico na Índia, onde começou a usar o nome Freddie. Ele adotou o sobrenome Mercury mais tarde, depois que sua família foi para o Reino Unido em 1964 e começou sua carreira musical no oeste de Londres.

“Acho que mudar o nome era parte de ele assumindo essa persona diferente. Isso o ajudou a ser essa pessoa que queria ser. Bulsara ainda estava lá, mas, para o público, ele seria esse personagem diferente, esse deus”, diz Brian May, guitarrista do Queen, em um documentário de 2000.

Este personagem também o ajudou a evitar de alguns dos preconceitos raciais da época. “Não havia espaço para pessoas como ele na indústria da música ocidental, e Freddie sabia disso”, diz Leo Kalyan, cantor e compositor britânico, paquistanês e indiano queer que considera Mercury “o melhor artista de todos os tempos”.

Kalyan diz que Mercury era “inteligente o suficiente para saber que ele basicamente tinha de se disfarçar de homem branco para ter sucesso”, e diz que sua descendência do sul da Ásia ainda não é totalmente compreendida hoje, “porque os sul-asiáticos ainda são deliberadamente ignorados na indústria da música ocidental”.

Atualmente, a sexualidade de Mercury não é ignorada da mesma maneira de antes, mas ainda não existe uma maneira definitiva de descrevê-lo segundo este aspecto.

“Acho que se Freddie estivesse vivendo agora, provavelmente o chamaríamos de ‘queer’ em vez de ‘gay’ ou ‘bissexual’. Não se tratava apenas de sexualidade para ele. Toda sua identidade e a personalidade extravagante que projetava no palco são algumas das principais coisas pelas quais o Queen tornou-se conhecido”, diz Ryan Butcher, editor do site LGBT PinkNews.

Mas, como Mercury nunca se declarou LGBT ou se alinhou publicamente com o movimento de direitos LGBT, pode-se argumentar que seu status como um ícone queer é questionável. “Eu sei que durante toda a sua vida, Fred não pensou que era gay, ou isso não era importante”, disse May em 2008.

No entanto, Aston ressalta que Mercury se tornou famoso na década de 1970, uma época em que artistas raramente falavam abertamente sobre sua sexualidade. “David Bowie se descreveu como bissexual [publicamente], mas ele tinha uma rede de segurança em sua esposa e filho.”

Aston também destaca que Judy Garland é celebrada como um ícone queer “mesmo que ela não tenha ‘ feito declarações sobre qualquer coisa relacionada à homofobia e aceitação de LGBTs”.

Em 1986, quando Mercury e o Queen fizeram sua performance mais icônica no festival Live Aid, havia alguns artistas de sucesso declaradamente gays.

O single mais vendido no Reino Unido naquele ano foi Don’t Leave Me This Way, dos Communards, cujo vocalista Jimmy Somerville tinha orgulho de ser gay e era muito envolvido com o movimento pelos direitos LGBT.

No entanto, o vocalista do Wham!, George Michael, permaneceu no armário, e Boy George, do Culture Club, começou a se tornar famoso alguns anos antes enquanto ao mesmo tempo colocava sua homossexualidade em segundo plano.

“Embora eu tenha dito na época que preferia tomar uma xícara de chá a fazer sexo, minha vida sexual era realmente desenfreada”, disse George ao jornal britânico The Guardian em 2007. “Mas fui educado a pensar que isso era sujo e errado e não deveria ser tornado público.”

O Queen permitiu que Mecury se expressasse com naturalidade, enquanto o nome da banda pode ser visto como uma alusão à sua identidade

A abordagem de Mercury para conciliar sua vida privada com sua personalidade pública como líder de uma banda de rock com uma considerável base de fãs heterossexuais era divertida e sofisticada.

Como ele nunca respondeu aos boatos sobre sua sexualidade, foi fácil para os fãs interpretar seu estilo extravagante e teatral como algo caricato em vez de algo que evidenciava sua natureza queer.

A música solo de Mercury, Living on My Own, originalmente lançada em 1985, mas tornou-se a mais ouvida do Reino Unido dois anos após sua morte ao ser remixada para as boates, é uma expressão cativante de solidão que pinta Mercury como solteiro, mas não necessariamente um “solteiro confirmado”. “Ele era tão caricato que isso era quase um blefe duplo”, acrescenta Aston.

Ryan Butcher vai mais longe, descrevendo Mercury como “quase um agente secreto para a comunidade LGBT, lançando essas pequenas sementes da cultura queer na mentalidade heterossexual”.

Nos anos 1980, Mercury era conhecido por seus coletes brancos e bigodes apertados – sua versão do visual que emergiu do Castro, bairro gay de San Francisco e se tornou popular no mundo gay, mas que era menos familiar para os fãs de música tradicionais.

Pode-se argumentar que Mercury estava efetivamente se escondendo à vista de todos. Certamente, ele não deixou sua fama impedi-lo de visitar locais gays populares de Londres como a boate Heaven e o pub Royal Vauxhall Tavern. A atriz Cleo Rocos escreveu em suas memórias de 2013 que ela, Mercury e o comediante Kenny Everett até conseguiram infiltrar a princesa Diana neste pub com um disfarce.

As pistas que Mercury deu

Talvez uma das maneiras mais ousadas pelas quais Mercury se expressou neste sentido foi no clipe de 1984 do Queen para o single I Want to Break Free, em que ele e seus colegas de banda se vestiram como personagens femininas da novela britânica Coronation Street, uma decisão que prejudicou sua carreira nos Estados Unidos.

“Lembro-me de estar em uma turnê promocional no interior dos Estados Unidos e ver as pessoas ficarem pálidas e dizer: ‘Não, não podemos exibir isso. Não podemos. Você sabe, parece homossexual”, disse May em 2017.

Enquanto isso, nas músicas do Queen, sempre havia pistas sobre a vida privada de Mercury para os fãs que queriam – e tinham o conhecimento da cena gay – localizá-los.

No hit de 1978, Don’t Stop Me Now, Mercury canta que ele quer “tornar você uma mulher supersônica” e “um homem supersônico a partir de você”. No vídeo, ele veste uma camiseta do Mineshaft, um popular bar gay de Nova York da época.

Até o nome da banda, Queen (rainha, em inglês), pode ser visto como uma alusão à identidade de seu vocalista. “É tão óbvio do que se trata o nome ‘Queen’, mas, quando contei à minha mãe há alguns anos, ela não conseguiu acreditar e disse que sempre pensou que significava apenas ‘realeza’ ou ‘majestosa'”, diz Kalyan.

Kalyan diz ainda que a música de Mercury tem elementos de sua descendência sul-asiática, citando o uso da palavra árabe “Bismillah” em Bohemian Rhapsody. “Somente uma pessoa com conhecimento da cultura islâmica saberia essa palavra, que é a primeira palavra do Alcorão [que significa “em Nome de Deus”], e a colocaria em uma música”, diz ele.

Kalyan acrescenta que, entre a comunidade do sul da Ásia, “é muito comum se saber que Freddie era indiano e tinha sido maciçamente inspirado por cantores de Bollywood como Lata Mangeshkar, conhecida por ter uma voz incrível como Freddie”.

O álbum de 1984 ‘Mr. Bad Guy’ foi o único LP solo de Mercury

Mas quando se tratava de sua sexualidade e etnia, Mercury preferiu manter sua privacidade em vez de fazer declarações diretas até o fim de sua vida.

Como aponta Kaylan, “ele não falou sobre ir à escola na Índia ou sobre seu amor por Lata Mangeshkar. Isso não fazia parte da narrativa dele”. Tampouco fazia parte disso sua sexualidade: em 22 de novembro de 1991, após o que chamou de “grandes especulações” na imprensa, Mercury finalmente divulgou uma declaração confirmando que tinha HIV e Aids, mas não mencionou seu relacionamento com Jim Hutton.

Cerca de 24 horas depois, ele morreu. “Pense nisso: uma das maiores estrelas do planeta anuncia que tem Aids e depois morre da doença”, diz Ryan Butcher, para quem isso gerou “um choque cultural que parece quase inimaginável hoje”.

Mercury havia sido diagnosticado com HIV quatro anos antes. Butcher acredita que sua amizade com Diana enquanto vivia com HIV e Aids pode ter sido um fator importante na decisão da princesa de promover uma maior conscientização sobre o vírus e a doença. Mas isso, como tantas coisas com Mercury, é algo que provavelmente nunca saberemos ao certo.

Quase 28 anos após sua morte, Freddie Mercury continua a ser amado. “Ele não era apenas um ícone, mas um tesouro nacional britânico”, diz Aston. Kalyan o chama de “um grande ícone gay” e “um ícone pardo do sul da Ásia na música ocidental”.

Não é possível saber Mercury teria gostado ou não de ser chamado assim, mas não se pode menosprezar o que ele conquistou em sua vida. Em uma época em que a homofobia e o racismo eram muito mais prevalentes do que hoje, ele era um sul-asiático líder de uma banda que lançou um dos singles mais icônicos do rock, Bohemian Rhapsody, e o álbum mais vendido na história no Reino Unido, Queen’s Greatest Hits.

No entanto, também é possível imaginar que a mística que ele cultivou em torno de sua identidade, tenha ele sido forçado a fazer isso ou não, apenas engrandeceu seu status como um dos enigmas mais cativantes do pop.

 

Fonte: https://www.bbc.com
Dica de: Rafael Macedo

 

 

Uma lista com os números de uma parada norte-americana mostra quais são os cinco hits da banda

Bohemian Rhapsody” do Queen é uma das raras músicas que todo mundo conhece. Mesmo aquelas pessoas que não conhecem nada sobre a banda, pelo menos sabem como cantar uma parte da música. No entanto, essa canção não é o maior sucesso da banda segundo os dados da parada norte-americana Billboard Hot 100.

Em uma pequena lista com os cinco sucessos, segundo os números da parada, em quinto lugar fica “Body Language“. A faixa não recebe tanta atenção quanto “Bohemian Rhapsody” ou os outros hits da banda, mas isso não diminui a grandeza dela.

A década de 1980 foi a década das grandes linhas de baixo e este é um dos melhores e mais bem executado exemplo. A banda abandona o estilo costumeiro na música em favor de experimentar novos sons. É um trabalho relativamente contido com algumas letras exageradas e melodias vocais.

Na quarta posição está “We Are The Champions” e é outro exemplo daquelas músicas que todas as pessoas já ouviram pelo menos uma vez na vida, seja um fã de rock clássico, de esportes ou de filmes da Disney. Ainda, é um dos maiores hits para os esportistas. Existem dezenas de hinos esportivos de “Take Me Out to the Ballgame” a “Sweet Caroline“, mas nenhum é tão universalmente amado e bem-sucedido quanto “We Are the Champions“.

Bohemian Rhapsody” não é a música mais popular que o Queen já lançou. Nem sequer é a segunda canção mais popular lançada pela banda. Esta pode ser a mais conhecida do grupo atualmente, principalmente após o filme Bohemian Rhapsody, cujo narra a história das conquistas e excessos de Freddie Mercury e como a banda lidou com isso nos anos 1970. No entanto, certamente não foi a faixa mais popular nas décadas de 1970, 1980 e 1990.

O que há para dizer sobre “Bohemian Rhapsody” que ainda não foi dito? Em termos de apelo popular, é o epítome de todo o gênero de rock progressivo. Por meio de uma produção variada, a música consegue ser comovente, legal, excêntrica, exagerada e simples. É como ouvir três ou quatro músicas diferentes em uma e todas feitas com êxito.

O fato da música ser experimental e encontrar um público tão amplo é o maior elogio ao legado do Queen. Como os Beatles antes deles, a banda conseguiu inovar sem perder a conexão com o homem comum.

Em segundo lugar está “Crazy Little Thing Called Love“, no qual, a banda tenta recriar o passado. A música mostra o grupo em uma busca de canalizar perfeitamente os sons de lendas como Elvis PresleyCarl Perkins e Little Richard. A faixa aperfeiçoou a reminiscência dos anos 50.

Quase quarenta anos após seu lançamento, “Another One Bites the Dust” ainda exala arrogância e atitude como poucas outras, por isso ocupa o primeiro lugar na lista dos maiores hits do Queen na parada da Billboard. Talvez não seja tão icônico quanto “Bohemian Rhapsody“, mas ainda tem um ritmo que agrada todas as idades.

 

Fonte: rollingstone.uol.com.br

 

 

Brian May mostra que a atitude rock and roll ainda existe: em uma postagem no Instagram, o músico de 72 anos botou a boca no trombone e fez duras críticas ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia. Além disso, fez duras críticas ao ex-primeiro-ministro David Cameron, chamando-o de “vaidoso, arrogante e mal recomendado” por permitir que o país fizesse um referendo sobre a questão.

O membro-fundador do Queen veio às redes depois que o primeiro-ministro Boris Johnson anunciou que garantiu um “grande novo acordo” para deixar a União Europeia. O músico admitiu que, apesar dos últimos desenvolvimentos, ele orou por “um milagre que fará com que o Brexit, com ou sem acordo, simplesmente desapareça”. Ele revidou David Cameron por instigar o referendo e insistiu que a votação “nunca deveria ter acontecido”. Em vista de seus dois milhões de seguidores, o compositor compartilhou uma selfie enquanto sorria cansado para a câmera.

E o cansaço deve ser resultado do longo texto publicado: “Estou sonhando com um Natal sem Brexit … me pergunto se sou o único a orar hoje à noite por um milagre que fará com que o Brexit, com ou sem acordo, simplesmente desapareça…? “O legado do vaidoso, arrogante e mal aconselhado David Cameron foi um referendo que nunca deveria ter acontecido. Ele fez o povo deste país votar em uma questão que eles nada sabiam. De uma participação de 70 por cento, 52 por cento votaram em romper com a Europa. São cerca de 37% do eleitorado. E o resultado não foi legalmente vinculativo”, escreveu May.

Mas o guitar hero não parou por aí: “Mas com base nesse resultado frágil, líderes sucessivos, temerosos e famintos por poder, tentaram realizar os desejos desses 37%, fingindo que estavam servindo à democracia e à ‘vontade do povo’. O resultado é este país tentando fazer a jogada mais estúpida que já fez”, continuou. “Neste momento, ainda fazemos parte de uma das alianças mais poderosas do mundo inteiro, um vínculo que nos deu prosperidade e paz nos últimos 40 anos. Mas se o Brexit acontecer, voltaremos no tempo a ser uma ilha muito pequena, fraca em recursos naturais e sozinha em um vasto oceano de economia competitiva”.

Quer mais? May não poupou ninguém: “O Brexit nos deu três anos de miséria e caos, e ainda não há alívio à vista. Só para deixar claro, esse processo não representa a democracia como a conhecemos neste país. Na democracia britânica, elegemos nossos representantes para sentar no Parlamento e, através de um debate decente, tomamos as decisões certas para todos nós. Um referendo não faz parte desse processo democrático. Pesquisas recentes mostraram que, em um segundo referendo, a saída seria apoiada por menos de 37% da população. De onde estou, é desconcertante”.

Finalizando, porque, o show deve continuar, mas a mensagem não, Brian acrescentou: “Não conheço uma única pessoa que pense que o Brexit em oferta é uma boa idéia. Eu daria muito pela chance de me sentar com esses caras na Europa e estabelecer o acordo que David Cameron não conseguiu – para nos manter no poderoso clube internacional, mas entregar o que queremos – o que precisamos. Um acordo para ficar, embora possa ser difícil, oferece muitas chances de benefícios mútuos. Como um casamento. O divórcio é sempre confuso e inútil. Um milagre, por favor. A porta ainda está aberta. OK pessoal – me diga que estou errado!”.

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

 

 

Em nova entrevista, o músico constatou: “Nosso problema é que somos muito populares, e grande parte da mídia odeia isso”

Na última terça, 15, Roger Taylor, baterista do Queen, rebateu os críticos pessimistas em relação à cinebiografia Bohemian Rhapsody, vencedora do Oscar 2018.

Em nova entrevista para a rádio Planet Rock, no Reino Unido, Taylor falou sobre as reações negativas ao filme de Bryan Singer: “Nosso problema é que somos populares demais, e grande parte da mídia simplesmente odeia isso.”

Além disso, o músico acrescentou que, embora algumas críticas fossem realmente “decentes” e construtivas, muitas delas eram “meio zombeteiras e superficiais”, sem objetivo. “Eu pensei comigo: ‘Vocês simplesmente não entenderam, né? Não mexeu com vocês e tudo mais… Mas que se f*da’, na verdade.”

Em seguida, Roger Taylor ressaltou que “revisões ruins geralmente indicam que a obra será bem-sucedida.”

“Acho que as pessoas sabem muito mais do que críticos de cinema”, disse ele. “E a propaganda de boca a boca nas mídias sociais é muito mais poderosa do que a crítica de um cara que provavelmente assiste uns 40 filmes por semana e perdeu a essência e a alegria de ver um filme.”

Estrelada por Rami Malek como o falecido Freddie Mercury, a cinebiografia do QueenBohemian Rhapsody, faturou quase US$ 1 bilhão em todo o mundo desde o seu lançamento, em outubro de 2018.

 

Fonte:  https://rollingstone.uol.com.br

 

 


Em autobiografia, o músico desabafou sobre a dependência química: “Eu não tinha ideia de como viver, mas também não queria morrer”

A nova autobiografia de Elton JohnMe, discorre sobre os altos e baixos de sua vida e carreira musical, especialmente no que diz respeito à sua longa e conturbada batalha contra a dependência de cocaína e álcool.

Em um dos capítulos do livro, John admite que Freddie Mercury, o falecido vocalista do Queen, entre outros amigos, o alertaram inúmeras vezes sobre o uso abusivo de drogas.

Além disso, o músico de 72 anos relatou que o vício atingiu outros patamares no auge da fama, por volta dos anos 1980, e que Mercury confrontou o amigo para que ele procurasse ajuda profissional.

Em suas próprias palavras, John escreveu: “Fui balístico, gritando, dizendo as coisas mais dolorosas que conseguia pensar. Depois, me isolei em uma casa alugada, em Londres, por duas semanas, cheirando cocaína e bebendo uísque.”

“Eu não atendia o telefone. Eu não atendia a porta.”

“Eu não tomava banho, não me vestia. Estava sórdido. Horrível.”

“Percebi que, se eu continuasse daquele jeito por mais alguns dias, teria uma overdose ou um ataque cardíaco”, continuou. “Eu não tinha ideia de como viver, mas não queria morrer.”

Me: Elton John foi lançado na última terça, 15.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

 

 

Este mês a revista ‘Planet Rock’ está trazendo o Queen como sua banda do ano com duas capas diferentes! Além da capa “Band of the Year”, de 8 páginas, com Brian, Roger e Adam falando sobre o seu enorme sucesso em 2019, há uma matéria com outras 12 páginas sobre a produção de ‘A Night At The Opera’ e ‘A Day At The Races’, do biógrafo do Queen Mark Blake.

 

A revista será lançada em 25 de outubro e pode ser encomendada no site: www.planetrock.com
Fonte: www.queenonline.com

 

Trilha sonora do filme sobre Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, será interpretada em versão sinfônica inédita

 

Após o sucesso do filme “Bohemian Rhapsody” (2018), que mostra a trajetória de Freddie Mercury e seus companheiros da banda Queen, no dia 03 de novembro, a Orquestra Petrobras Sinfônica leva para o palco da Jeunesse Arena uma versão sinfônica inédita da trilha sonora do longa-metragem. Com regência de Felipe Prazeres, o concerto contará com um conjunto de 31 músicos. A venda está disponível pelo site Eventin, com preços a partir de R$ 70,00 (meia-entrada, Nível 1).

Freddie Mercury e seus companheiros Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudaram o mundo da música ao formar a banda Queen, durante a década de 1970. Narrando a história de um dos principais grupos de rock da época, desde a sua criação até o falecimento de Mercury, o filme “Bohemian Rhapsody” foi um sucesso de público e crítica, sendo vencedor de quatro estatuetas no Oscar.

Em versão sinfônica, a Orquestra Petrobras apresentará músicas que integram a trilha sonora do longa, como “Bohemian Rhapsody”, canção escrita por Freddie para o disco “A Night at the Opera” (1975); “Love of my life”, que também integra o mesmo álbum e foi interpretada pela banda na primeira edição do Festival Rock in Rio, sendo lembrada como um dos momentos mais marcantes do evento; “Under Pressure”, que marcou a parceria entre o Queen e David Bowie; “We Are the Champions”, considerada a música de maior sucesso da banda; além de “Don’t Stop Me Now”, “We Will Rock You”, entre outras.

Na Jeunesse Arena, a orquestra se apresentará em espaço multiuso dentro dos padrões das principais arenas do mundo, com qualidade acústica única no Rio de Janeiro, conforto para o público e climatização.

SERVIÇO

Bohemian Rapsody

Data: 03/11/2019
Local: Jeunesse Arena
Endereço: Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca
Abertura dos portões: 16h
Horário do evento: 18h
Classificação etária: Livre

Ingressos: a partir de R$ 70,00 (meia-entrada, Nível 1)

Estacionamento disponível no local

Vagas limitadas | Sujeito à lotação

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Jeunesse Arena

Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

 

Agradecimentos a: Ana Beatriz Mauro

 

 

Em 2016, o presidente dos EUA, então candidato, usou a mesma música em campanha – e foi reprimido pela banda

Queen solicitou ao presidente dos EUA, Donald Trump, a retirada de um vídeo do Twitter que tinha como trilha sonora o hit “We Will Rock You,” de 1977, durante a semana passada, de acordo com o Buzzfeed. 

Trumptuitou o vídeo na última quarta, 9, e ele saiu do ar no domingo, 14. O clipe mostrava Trump discursando enquanto a música tocava, completa. Antes de ser deletada, a publicação teve mais de 1,7 milhões de visualizações.

Quando o vídeo foi retirado, um representante do Queen confirmou que o uso da música não foi autorizado, e acrescentou que a banda “já abriu um processo sobre uso não autorizado de uma música do Queen na campanha de Trump.” O pedido de retirada foi feito pela gravadora. Representantes da banda recusaram o contado da Rolling Stone EUA.

Queen se desentendeu com Trump em 2016, também, quando o então candidato entrou no púlpito da Republican National Convention ao som de “We Are the Champions.” Como resposta, a banda publicou um documento por meio de sua gravadora, Sony/ATV Music Publishing, afirmando que não queriam a música deles “associada com qualquer debate político de país algum,” e não queriam que música “fosse usada como um apoio ao Sr. Trump e nenhum dos ideais do partido republicano.”

Na última semana, além de irritar o Queen, Trump também despertou a ira da Propriedade de Prince, quando “Purple Rain” tocou antes de uma aparição de Trump em Minessota. Como resposta, a Propriedade compartilhou um comunicado alegando que os representantes legais de Trump garantiram, antes, que não usariam nenhuma das músicas de Prince, como feito em 2016 – também tocaram “Purple Rain,” e isso gerou o pedido.

Além dos dois, vários outros artistas pediram para Trump parar de usar a música deles em campanha, inclusive R.E.M, Neil Young e Aerosmith.

 

Fonte: www.rollingstone.uol.com.br

 

 

Vocalista do Queen chegou a compôs a música ‘Life is Real’ em homenagem a Lennon em 1982

 

Uma nova biografia de Freddie Mercury conta que ele tinha inseguranças com a própria voz e se sentia frustrado por não se considerar à altura de John Lennon (1940-1980). As revelações constam na biografia ‘Freddie Mercury: A Life, In His Own Words’, obra de Greg Books e Simon Lupton recém-publicada no Reino Unido e reunindo várias falas do músico presentes em entrevistas e depoimentos inéditos, noticia o jornal inglês Daily Mirror.

Os questionamentos de Mercury em relação à sua voz estão inclusive presentes no trecho reunindo suas falas sobre Lennon. Fã do Beatle, o vocalista do Queen mostrou-se bastante abalado com o assassinato do músico na noite de 8 de dezembro de 1980 – vale lembrar que Mercury inclusive cantou a clássica ‘Imagine’ no show londrino dedicado a Lennon realizado no dia seguinte à morte do cantor.

“O John Lennon era maior que a própria vida, um gênio absoluto. Mesmo no início, quando eles eram os Beatles, eu sempre preferi os trabalhos dele”, afirma Mercury em um trecho da biografia. “Eu não consigo explicar. Ele tinha aquela mágica… Para ser honesto, eu jamais me colocaria ao lado do John Lennon. Pois ele foi o maior de todos. Não era uma questão de talento, é apenas uma questão de algumas pessoas serem capazes de fazer coisas que outras não são”, diz.

“E eu não me sinto capacitado para fazer o que o Lennon fez. Ele foi único e é assim que as coisas são. Quando soube da morte dele fiquei chocado”, diz.

Vale lembrar que a admiração de Mercury e seus colegas de Queen por Lennon e os Beatles era tamanha que eles lançaram em 1982, no disco ‘Hot Space’, a canção ‘Life is Real’, composta pelo vocalista como uma homenagem ao ídolo assassinado dois anos antes.

 

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

 

Canal BIS relembra a performance histórica do grupo britânico na primeira edição do festival

Após mais um Rock in Rio chegar ao fim, em uma edição marcada por tributos ao Queen, o canal BIS relembra a performance histórica que o grupo britânico fez em 11 de janeiro de 1985 na primeira edição do festival.

Regendo uma multidão de 300 mil pessoas, Freddie Mercury interpreta grandes sucessos da banda, como Love of My Life, e We Will Rock You, ao lado de Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

Considerado um dos momentos inesquecíveis da história do Rock in Rio, o show será exibido nos dias e horários abaixo e também está disponível por streaming na plataforma Globosat Play.

Dias e horários:

Terça-feira    –   15/10/2019  –  00:45
Quarta-feira  –   16/10/2019  –  5:00
Quarta-feira  –   16/10/2019  –  14:00
Quinta-feira  –   17/10/2019  –  10:15

 

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br