Danilo Gentili utilizou as redes sociais recentemente para fazer uma análise sobre como a sexualidade de Freddie Mercury contribuiu para o sucesso do Queen. Em um post no Twitter, ele reconheceu que pelo fato de ser gay, o cantor conseguiu exprimir o seu carisma que conquistou o mundo.

“Eu tô revendo tudo do Queen aqui. O Freddy Mercury é um dos maiores entertainers que o mundo já viu e ele não teria sido metade do que foi se fosse hétero. Ele só foi foda desse jeito porque era gay. Tem coisas que só a viadagem faz por você e pela humanidade, bicho.”, iniciou o apresentador do The Noite.

O humorista seguiu a sua análise comparando o vocalista com os outros músicos da banda. “Você vê os outros caras do Queen, eram legais também e tal. Chegavam lá, tocavam suas guitarrinhas do jeito hétero deles e tal e boa. Mas foda mesmo era o Freddy.”

“É preciso um grau de viadagem alta pra ser foda daquele jeito. Nenhum hétero consegue incendiar a platéia assim.”, completou Gentili que dividiu opiniões dos seus seguidores e outros fizeram piada comparando ele com Mercury.

 

Fonte: https://observatoriog.bol.uol.com.br

 

Ator também falou dos trejeitos do músico em “Bohemian Rhapsody”

Muito se falou da dentadura que Rami Malek usou para viver Freddie Mercury em Bohemian Rhapsody, ainda mais com as primeiras imagens liberadas do filme.

Agora, o ator falou um pouco sobre as dificuldades de viver o vocalista do Queen, principalmente físicas. Em entrevista ao The Wrap (via Louder Sound), Malek revelou como foi trabalhar com o acessório.

 

Eles começaram sendo muito difíceis de lidar. Nós experimentamos todos os tamanhos diferentes e quando eles entraram pela primeira vez eu me senti muito inseguro, mas imediatamente eu compensei. Fisicamente, comecei a me sentar com mais postura e elegância e pensei: ‘Ah, ele é tão elegante!’ Você o vê cobrindo os lábios e os dentes o tempo todo, e eu nunca consegui pegar o jeito. Mas assim que esses dentes entraram, foi feito. Foram pequenas coisas que foram muito informativas para mim.

 

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

 

Unindo duas paixões, a música e astronomia, o guitarrista Brian May lançará a música “New Horizons” no dia 1º de janeiro de 2019 diretamente da sala de controle da agência espacial Nasa. Este é o primeiro single solo que o músico do Queen lança desde “Why Don’t We Try Again”, de 1998.

A faixa é uma homenagem justamente para a missão “New Horizons”, cuja espaçonave atingirá seu ponto mais distante justamente no Ano Novo. “Esse projeto me deu uma nova energia. Para mim é muito empolgante juntar duas parte da minha vida, a música e astronomia”, afirmou o músico, que também tem um doutorado em astrofísica, para o site NME.

“Todos têm entregado tanta energia para essa missão desde seu lançamento em janeiro de 2006 que eu me sinto dentro do veículo”, afirmou o músico.

 

Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/

 

 

Rami Malek disse que ficou preocupado com o figurino, mas no fim do filme ‘Bohemian Rhapsody’ pediu uma roupa igual para levar para casa

Ao final das filmagens, Malek disse a seu figurinista que queria uma réplica feita de malha em vermelho rubi. “Ele começou a rir porque sabia que desde o começo eu tive dificuldades com essa roupa”, acrescentou o ator. Rami Malek, que é mais conhecido por seu papel na série ‘Mr. Robot’, também disse que se preparou para a transformação física usando dentes falsos, e engordando e emagrecendo para retratar os diferentes estágios da vida de Freddie Mercury.

Freddie Mercury e Rami Malek (Foto: Getty Images / Divulgação)
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Líder do Queen passou a infância em um internato na Índia, onde começou a mostrar seu talento no The Hectics, sua primeira banda

Fonte: https://brasil.elpais.com

Várias fotos de Freddie com os seus gatos mostram uma faceta menos conhecida do ídolo de multidões

Toda a gente gosta de gatos – a Internet prova isso mesmo – e Freddie Mercury não era exceção. O falecido líder dos Queen chegou mesmo a ser descrito, pelo jornal The Telegraph, como “o maior amante de gatos do rock”.

O website Dangerous Minds recuperou algumas histórias da paixão de Mercury pelos felinos, incluindo declarações de Jim Hutton, o seu último parceiro, que diz que o vocalista “tratava os gatos como se fossem seus filhos”.

Freddie e Oscar

Freddie e Oscar

“Se algum deles se magoava enquanto o Freddie estava fora, era um Deus nos acude”, afirmou Hutton. O vocalista teve dez gatos ao longo da sua vida – Tom, Jerry, Tiffany, Delilah, Dorothy, Goliath, Lily, Miko, Oscar e Romeo -, e chegava ao ponto de lhes ligar, por telefone, sempre que estava em digressão.

Freddie e Tiffany

Freddie e Tiffany

Nenhum dos seus gatos mereceu, no entanto, tanto amor quanto Delilah, uma gata de chita que teve com Hutton. “Era a favorita dele, aquela a que fazia mais festinhas”, explicou.

“Quando íamos para a cama, ele trazia a Delilah com ele. Dormia aos pés da cama. Era dependente do Freddie para tudo, até para se proteger de outros gatos”.

Freddie e Delilah

Freddie e Delilah

Tão importante era Delilah que o músico chegou mesmo a dedicar-lhe um tema dos Queen, com o mesmo nome da gata, em “Innuendo” (1991). Tema esse que não foi apreciado por todos os membros da banda: o baterista Roger Taylor, por exemplo, “detestava-a”.

E, antes de morrer, Freddie Mercury confiou ainda a um jornalista que planeava deixar a sua herança “a Mary [Austin, que foi sua namorada] e aos gatos” – os quais “vestiu” num vídeo para ‘These Are the Days of Our Lives’:

Freddie e os gatos

É, amigos, já pode cravar: Bohemian Rhapsody é a maior cinebiografia da história da música.

O filme que conta a história do Queen e seu icônico vocalista, Freddie Mercury, tem sido um dos grandes sucessos do ano nas telonas e agora, segundo a Billboard, os números mostram que ele esmagou recordes de arrecadação obtidos por outros filmes envolvendo a música.

No mundo todo a arrecadação de Bohemian Rhapsody chegou a 608.7 milhões de dólares, sendo 175.7 nos Estados Unidos.

Só para você ter uma ideia, o recorde anterior para uma biografia da música no cinema era de Straight Outta Compton, sobre o lendário grupo de hip hop N.W.A., que arrecadou 161 milhões de dólares nos Estados Unidos e 40 milhões ao redor do globo, somando cerca de 202 milhões no total, ou um terço de Bohemian Rhapsody.

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Após interpretar Freddie Mercury no filme ‘Bohemian Rhapsody’, sobre a banda britânica Queen, Rami Malek foi cotado para encenar o vilão em ‘Bond 25’, longa produzido por Michael Wilson e Barbara Broccoli. Apesar da ideia, o calendário da série ‘Mr. Robot’, em que Malek é protagonista, pode conflitar com as filmagens do longa, segundo a Variety, já que ambas estão previstas para março de 2019. ‘Bond 25’ chega às salas de cinema em 14 de fevereiro de 2020, com o ator Daniel Craig como James Bond.

Fonte: https://www.bemparana.com.br/

Rami Malek confessou, em entrevista ao “The Wrap”, que ficou um pouco ansioso ao usar os figurinos para lá de ousados do seu personagem em “Bohemian Rhapsody”, o lendário vocalista do Queen, Freddie Mercury. “Há um figurino que eu uso no filme sobre o qual estava preocupado, e era o collant de lantejoulas”, brincou. “Eu uso um outro que é como uma fantasia de arlequim, mas o das lantejoulas era pior. Aquele negócio não deixa nada para a imaginação”.

“Não só você está entrando em cena praticamente nu, como também tem que andar com toda a confiança do mundo no palco. Chega um ponto em que você pensa: ‘Quer saber? Eu tenho que fazer isso’. Se eu queria ser Freddie, não poderia ter medo de nada no palco”, comentou ainda. Após superar o medo e filmar a cena, Malek se viu mais apegado ao figurino do que esperou. “Eu pedi para o figurinista fazer uma réplica para mim, mas com lantejoulas vermelhas. Ele riu muito, porque sabia que eu passei por dificuldades com aquele figurino”, disse. Malek já falou anteriormente sobre a forma como a dentadura que usou para emular a aparência de Mercury o ajudou a entrar no personagem, mas revelou ao “The Wrap” que as dietas que teve que fazer para encarná-lo em diferentes partes da vida também foram chave na transformação.

O guitarrista também afirmou que jamais conheceu alguém igual ao cantor e que isso “provavelmente nunca vai acontecer”

Desde o lançamento de Bohemian RhapsodyBrian May vem revelando aos poucos, em cada entrevista concedida, novas curiosidades sobre o processo de produção do longa que já se instaurou como a maior cinebiografia de todos os tempos. Desta vez, o músico conversou com o Louder Sound e revelou uma coisa que ele tem certeza que Freddie Mercury não teria gostado de fazer para o filme.

De acordo com ele, o vocalista “não gostava de repetir coisas. Paciência não era a maior virtude de Freddie. Ele teria achado difícil comparecer todo dia ao set de filmagem. Isso não teria durado muito.”

Além disso, May também expressou sua satisfação com o resultado da produção, afirmando que o longa “nos satisfaz. Nos faz sentir algo. Já assisti centenas de vezes, tanto em partes quanto inteiro, e ainda me pega de jeito. É muito emocional.”

Rebatendo as críticas sobre o filme não representar Freddie da maneira mais precisa, o guitarrista e integrante do Queen diz também que “[O filme] Mostra toda a grandeza, todas as falhas e inseguranças dele. Ele é retratado de forma fiél e não idealizada, mas de forma que seus talentos são celebrados, porque ele com certeza era único”, acrescentando que jamais conheceu alguém igual ao cantor e que isso “provavelmente nunca vai acontecer”.

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

Normalmente, a lista de músicas mais pesquisadas do Google no ano – seja no Brasil ou no mundo – conta apenas com nomes da música pop atual. Já no ranking dos filmes, os heróis de quadrinhos e blockbusters de grandes franquias costumam figurar no top 10.

Em 2018, porém, o Queen conseguiu entrar em listas de músicas e filmes mais pesquisados no Google. O êxito nas buscas da ferramenta se dá pela cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, que chegou aos cinemas no mês de novembro.

Na lista de músicas com letras mais pesquisadas no Brasil em 2018, a clássica “Bohemian Rhapsody” figurou no sexto lugar. O topo ficou com “Era Uma Vez” (Kell Smith), seguida de “Que Tiro Foi Esse” (Jojo Todynho) e “Dona Maria” (Thiago Brava).

A banda também conseguiu, com a cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, a sexta posição na lista de filmes mais buscados na internet brasileira neste ano. Os longas mais pesquisados foram “A Freira” (1°), “Deadpool 2” (2°) e “Pantera Negra” (3°).

O filme “Bohemian Rhapsody” também constou na lista de filmes mais pesquisados em todo o mundo em 2018 – neste ranking, ocupa a 5ª posição. No levantamento global, “Pantera Negra” ocupa o topo, seguido de “Deadpool 2” (2°) e “Venom” (3°).

Veja, abaixo, as listas de músicas e filmes mais pesquisados no Brasil em 2018, bem como a de longas mais buscados mundialmente.

Músicas (letras) mais pesquisadas no Brasil:

1. Era uma Vez
2. Que Tiro Foi Esse
3. Dona Maria
4. Vai Malandra
5. O Sol
6. Bohemian Rhapsody
7. Mostra Tua Força, Brasil
8. Notificação Preferida
9. Mulherão da Porra

Fonte:

Foonte:
10. Ousado Amor

Filmes mais pesquisados no Brasil:

1. A Freira
2. Deadpool 2
3. Pantera Negra
4. Vingadores: Guerra Infinita
5. Venom
6. Bohemian Rhapsody
7. Um Lugar Silencioso
8. Nasce uma Estrela
9. Os Incríveis 2
10. Cinquenta Tons de Liberdade

Filmes mais pesquisados no mundo:

1. Pantera Negra
2. Deadpool 2
3. Venom
4. Vingadores: Guerra Infinita
5. Bohemian Rhapsody
6. Nasce uma Estrela
7. Os Incríveis 2
8. A Freira
9. Um Lugar Silencioso
10. Jurassic World: Reino Ameaçado

O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira (12), os indicados ao 25º SAG Awards, prêmio anual entregue pela entidade e que é considerado uma das prévias do Oscar. Há categorias de TV e de cinema. Veja os indicados abaixo.

Melhor elenco:

  • “Nasce uma estrela”
  • “Pantera negra”
  • “Infiltrado na Klan”
  • “Bohemian Rhapsody”
  • “Podres de ricos”

Melhor ator:

  • Christian Bale, “Vice”
  • Bradley Cooper, “Nasce uma estrela”
  • Rami Malek, “Bohemian Rhapsody”
  • Viggo Mortensen, “Green Book: O Guia”
  • John David Washington, “Infiltrado na Klan”

Fonte: https://g1.globo.com/

Under Pressure em propaganda da Heineken.

Brian May, guitarrista do Queen, segue respondendo às críticas da cinebiografia Bohemian Rhapsody, de Freddie Mercury. Dessa vez, junto das declarações, o músico deu uma notícia importante sobre filme.

Apesar do sucesso nas bilheterias, o filme sofre com comentários de que é superficial, mudou a ordem cronológico de acontecimentos importantes e fatos da vida de Freddie MercuryBrian May segue afirmando que o cantor, se estivesse vivo, teria adorado Bohemian Rhapsody.

“Eu acho que ele teria sentido que era um retrato justo, na verdade. O filme mostra toda a sua grandeza e toda a sua falibilidade e insegurança”, afirmou o guitarrista ao Express.

O membro original do Queen também garantiu que o final do filme exibido estava nos planos iniciais. Além disso, desmentiu que houve a intenção de mostrar a vida da banda sem Freddie Mercury.

“Alguém sem importância disse: ‘Ah, eles vão retratar Freddie morrendo no meio do filme, e então o resto será sobre a vida sem Freddie. Bom, imbecis. É tudo sobre Freddie, e acho que o Live Aid é um bom ponto para terminar o filme”, contou Brian May.

Logo depois, o guitarrista deu a grande notícia: o longa pode ter uma continuação.

“Quem sabe, pode haver uma sequência. Quem sabe pode haver um filme sobre a vida de Freddie entre 1985 e 1991”, declarou o músico, sem dar maiores informações.

Bohemian Rhapsody retrata a rápida ascensão de Freddie Mercury (Rami Malek) e do Queen ao sucesso. A trama ainda pretende explorar a relação do líder com os seus colegas de banda, Brian May (Gwilym Lee), John Deacon (Joseph Mazzello) e Roger Taylor (Ben Hardy).

O elenco ainda conta com participações de Lucy Boynton, Mike Myers e Tom Hollander.

A direção ficou por conta de Bryan Singer. Já o roteiro é assinado por Anthony McCarten, que foi indicado ao Oscar pelos dramas biográficos A Teoria de Tudo e O Destino de uma Nação.

Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br

Em 2016, o ator Sacha Baron Cohen chamou a atenção ao revelar, em entrevista a Howard Stern, que o projeto inicial do filme que se tornaria “Bohemian Rhapsody” era mostrar como o Queen seguiu sem Freddie Mercury, falecido em 1991. Cohen era, inclusive, cotado para assumir o papel do vocalista na produção. No entanto, o guitarrista Brian Maydesmentiu a declaração do intérprete, embora não o tenha citado, em recente bate-papo com a revista Classic Rock.

Na ocasião, Sacha Baron Cohen disse: “Não deveria ter ficado tanto tempo envolvido, pois na primeira reunião, anos atrás, um dos membros da banda disse: ‘esse filme será ótimo, porque o que acontece no meio é excelente’. Perguntei o que seria e ele respondeu: ‘Freddie morre, ué’. Deduzi que seria como ‘Pulp Fiction’, em que o meio é o fim, mas ele disse: ‘não, será normal’. Perguntei o que teria na segunda metade e ele explicou: ‘vamos mostrar como a banda seguiu em frente fazendo sucesso’. Eu falei: ‘cara, ninguém vai querer ver um filme em que o protagonista morre de Aids no meio e a carreira de seu grupo continua'”.

Brian May, por sua vez, destacou que as alegações sobre o projeto inicial do filme são “totalmente mentiras”. O guitarrista afirmou que o plano sempre foi encerrar o longa com o show do Live Aid, de 1985, visto por May como o auge do Queen.

“Há um ponto culminante ali. E sempre foi o caso, desde os primeiros roteiros. Sentimos que aquele era o auge, apesar do que algumas pessoas disseram à imprensa, que ‘sabem da p*rra toda’. Alguém cujo nome não será citado disse: ‘oh, eles vão mostrar Freddie morrendo no meio do filme e todo o resto será sobre a vida sem Freddie’. Totalmente mentira. É tudo sobre Freddie e acho que o Live Aid é um bom ponto para encerrar”, afirmou.

“Quem sabe, talvez o filme ganhe uma sequência”, concluiu May, aos risos e em tom de brincadeira.

O papel de Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody” acabou ficando com Rami Malek após Sacha Baron Cohen ter discordado do viés que o longa-metragem teria. Ele queria que a história mostrasse a vida pessoal de Mercury, com direito a classificação indicativa para maiores de 18 anos, enquanto que o roteiro indicava foco na trajetória profissional do cantor.

Durante a mesma entrevista à Classic Rock, Brian May disse que seria “um desastre” se Sacha Baron Cohen fosse escalado para o papel. “Acho que percebemos bem na hora o tamanho do desastre. E não era difícil perceber isso. Mas, sim, foi um dos problemas que quase tivemos. Acho que estávamos nervosos no começo, quando a seleção começou. É algo difícil de se pensar: alguém fazendo um papel sobre você”, disse.

 



De acordo com o que anunciou a Universal Music Group, “Bohemian Rhapsody” do Queen, se tornou a música gravada no século XX mais ouvida do mundo via streaming. A faixa alcançou a marca de 1,6 bilhão de execuções globalmente contando todos os principais serviços de música online do mundo. Ela também é a faixa de rock clássico mais ouvida do mundo.

O single faz parte do álbum “A Night at the Opera”, lançado pelo grupo de rock britânico em 1975 e voltou à memória popular por conta do filme “Bohemian Rhapsody”, lançado há poucos meses nos cinemas de todo o mundo. A película vem sendo considerada um dos principais lançamentos do ano.

 

O guitarrista da banda e membro fundador, Brian May, falou com o Variety sobre a transformação que a indústria da música sofreu na última década com o advento do streaming. “Então o River of Rock Music se transformou em streaming! Estou muito feliz pelo fato de que a nossa música ainda estar sendo seguida ao máximo”, contou.

Confira agora algumas curiosidades sobre a icônica música:

  • Bohemian Rhapsody foi lançada em 31 de outubro de 1975;
  • A faixa do Queen foi a primeira a chegar no top 10 de mais tocadas nas rádios norte-americanas. No Reino Unido, ela foi a mais tocada de todas por nove semanas consecutivas, o que era um recorde para a época;
  • Bohemian Rhapsody também foi a única música da história a ser a mais tocada no Reino Unido durante dois Natais;
  • Bohemian Rhapsody também é reconhecida como a primeira música a ter um videoclipe promocional transmitido na TV.  A estética do vídeo foi inspirada na capa do álbum “Queen II”. A direção foi de Bruce Gowers, que conseguiu fazer toda a produção em apenas três horas, o que custou no total apenas £3.500. Isso é o equivalente a R$ 17,2 mil de hoje, desconsiderando inflação na moeda britânica e na brasileira.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br

 

 

O guitarrista Brian May falou, em entrevista à revista Classic Rock, sobre “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia do Queen que contou com sua co-produção, junto do baterista Roger Taylor. O músico destacou que o trabalho seguiu o caminho correto após o ator Rami Malek, que interpreta Freddie Mercury, surgir como opção.

“Todos pensamos que seria difícil (achar alguém para interpretar Freddie Mercury). Em alguns momentos, achamos que seria impossível. No entanto, Rami veio e tivemos uma grande sensação de forma imediata”, afirmou, inicialmente.

Em seguida, o entrevistador revelou supor que, se Sacha Baron Cohen – cotado anteriormente para o papel – fosse confirmado, Rami Malek nunca teria sido encontrado. “Quase foi um desastre”, respondeu May. “Acho que percebemos bem na hora o tamanho do desastre. E não era difícil perceber isso. Mas, sim, foi um dos problemas que quase tivemos. Acho que estávamos nervosos no começo, quando a seleção começou. É algo difícil de se pensar: alguém fazendo um papel sobre você”, completou.

O músico falou, ainda, sobre o processo de preparação dos atores para interpretar os integrantes do Queen. “Passei muito tempo com o cara que me interpreta, Gwilym Lee. Então, ele me entendeu. Ele estava pegando meus maneirismos e o que me resume. Quando Freddie e eu estamos no estúdio, confrontando um ao outro, é muito real. Algumas das cenas foram improvisadas, mas eles fizeram com o conhecimento de que nos entendiam de dentro para fora”, afirmou.

O envolvimento de Cohen

O papel de Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody” acabou ficando com Rami Malek após Sacha Baron Cohen ter discordado do viés que o longa-metragem teria: ele queria que a história mostrasse a vida pessoal de Mercury, com direito a classificação indicativa para maiores de 18 anos, enquanto que o roteiro indicava foco na trajetória profissional do cantor.

Em entrevista à Associated Press, Roger Taylor chegou a dizer que Sacha Baron Cohen não levou Freddie Mercury a sério. “Tivemos muitas conversas com Sacha, mas acho que ele nunca levou a sério o suficiente. Ele não levava Freddie a sério. Foi um longo caminho, mas estamos no final”, afirmou.

Em 2016, Sacha Baron Cohen explicou a Howard Stern por que abandonou o elenco do filme. “Não deveria ter ficado tanto tempo envolvido, pois na primeira reunião, anos atrás, um dos membros da banda disse: ‘esse filme será ótimo, porque o que acontece no meio é excelente’. Perguntei o que seria e ele respondeu: ‘Freddie morre, ué’. Deduzi que seria como ‘Pulp Fiction’, em que o meio é o fim, mas ele disse: ‘não, será normal’. Perguntei o que teria na segunda metade e ele explicou: ‘vamos mostrar como a banda seguiu em frente fazendo sucesso’. Eu falei: ‘cara, ninguém vai querer ver um filme em que o protagonista morre de Aids no meio e a carreira de seu grupo continua'”, afirmou.

 

Fonte: https://whiplash.net  /  Grupo  Whatsapp Queen Net – Participe!

Muito se tem falado sobre o Queen com o lançamento de Bohemian Rhapsody, longa sobre a carreira da banda e seu frontman Freddie Mercury. Agora, Axl Rose é mais um a endossar o coro.

O vocalista do Guns N’ Roses deu uma rara entrevista ao portal Atlas (via NME) durante a passagem da banda por Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Quando questionado sobre qual é a maior banda do mundo, Rose revelou:

Para mim, é facil — O Queen é a melhor banda e o Freddie [Mercury] o melhor frontman de todos os tempos. Eles são os maiores pois abraçaram muitos estilos diferentes.

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

O Queen vive um grande momento com sua cinebiografia, Bohemian Rhapsody, que vem quebrando recordes e fazendo sucesso pelos cinemas de todo o mundo. Essa super produção está começando a colher seus frutos, saiu recentemente a lista de indicações ao Globo de Ouro e Bohemian Rhapsody aparece com duas indicações, na categoria ‘Melhor Filme – Drama’ e ‘Melhor Ator de Filme – Drama’ com Rami Malek.

A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 6 de Janeiro de 2019 em Beverly Hills, nos Estados Unidos.

O Globo de Ouro é promovido pela Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood (HFPA, na sigla original) e dá largada à temporada de prêmios.

Confira os concorrentes de Bohemian Rhapsody:

Melhor filme – Drama

  • “Infiltrado na Klan”
  • “Pantera Negra”
  • “Bohemian Rhapsody”
  • “If Beale Street Could Talk”
  • “Nasce uma estrela”

Melhor ator de filme – Drama

  • Bradley Cooper, “Nasce uma estrela”
  • Willem Dafoe, “At Eternity’s Gate”
  • Lucas Hedges, “Boy Erased”
  • Rami Malek, “Bohemian Rhapsody”
  • John David Washington, “Infiltrado na Klan”

Confira a lista de indicações completa neste link: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2018/12/06/globo-de-ouro-2019-anuncia-indicados-da-premiacao-veja-lista.ghtml

Estamos imensamente felizes de poder noticiar essa conquista, vamos torcer para que tudo dê certo e o filme vença os prêmios.

God save the QUEEN!

Fonte: O Globo

Ator diz que gravar a cena do Live Aid é como usar drogas

  Rami Malek, que interpretou Freddie Mercury em Bohemian Rhapsody, lançado em novembro deste ano, revelou que não estava completamente apto para atuar no filme.

“Eu estava mais ou menos preparado. Ninguém consegue preparar você para o que o sentimento [de encenar Freddie] realmente é”, afirmou ao site norte-americano Deadline.

Ele contou que se sente confiante e calmo ao trabalhar em longas gravações, como em Mr. Robot– seriado que lhe rendeu prêmio de melhor ator no Emmy de 2016.

No entanto, disse que foi desafiador retratar Mercury. “Ele é, para alguns, o cantor com maior desempenho na história do rock. Eu disse: ‘Que diabos, eles construíram [até] um palco'”, recorda.

Além disso, Rami Malek expôs que ter gravado a cena do Live Aid, marcada como o clímax da trama, foi como usar drogas.

Fonte: https://emais.estadao.com.br