Bohemian Rhapsody atingiu a marca de biografia musical de maior bilheteria de todos os tempos, deixando Straight Outta Compton(2015) em segundo lugar.

A cinebiografia do Queen já arrecadou US $ 164,4 milhões apenas com as bilheterias norte-americanas. Mundialmente, o longa que conta a história de Freddie Mercury e seus companheiros de banda arrecadou US $ 539 milhões.

Straight Outta Compton faturou US $ 161 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos, mas mundialmente foram “apenas” US $ 201 milhões, em 2015.

Segundo informações da Billboard, se Bohemian Rhapsody ultrapassar Mamma Mia! (US $ 609 milhões arrecadados em 2008), o filme será o segundo maior musical live-action de todos os tempos, ficando atrás apenas do remake de A Bela e a Fera (US $ 1,2 bilhão em 2017).

Johnny & June, filme de 2005 sobre o Johnny Cash, estava em segundo lugar, após perder o posto para Straight Outta Compton. Anteriormente, o topo era de Ray (2004), que manteve o título por um ano. Ray encerrou o reinado de 24 anos do filme biográfico de Loretta Lynn, O Destino Mudou Sua Vida(1980).

 

Fonte: Rolling Stone

O sucesso crescente do Bohemian Rhapsody – o filme Freddie Mercury / Queen que se tornará a maior bilheteria de todos os tempos – provou que o amor do público por Queen continua tão forte quanto sempre. Fãs de longa data e recém-conversos ficarão emocionados ao descobrirem que os membros originais do Queen, Brian May e Roger Taylor, mais uma vez se juntando ao frontman Adam Lambert no vocal principal, voltarão para a América do Norte no ano que vem. Produzido pela Live Nation, a épica arena de 23 shows e turnê do Rhapsody estará pronta de meados de julho até o final de agosto, com uma nova experiência de concerto.

Os ingressos para a turnê Rhapsody estarão à venda para o público em geral a partir de 7 de dezembro no LiveNation.com às 10h, horário local.

Indo sob o cabeçalho do Rhapsody, a turnê de seis semanas vai estrear uma nova produção maior que a vida. O cenógrafo da Stufish Entertainment Architects, Ric Lipson, diz: “A turnê Rhapsody do Queen + Adam Lambert, mais uma vez para eles, expandirá os parâmetros do que uma experiência de música ao vivo pode ser. Este novo show promete ser o mais espetacular deles, uma celebração inovadora e interativa do poder contínuo da música do Queen.

A turnê segue uma aclamada série de 10 shows esgotados no MGM Park Theatre, em Las Vegas, em setembro de 2018, e terá início em 10 de julho na Vancouver Rogers Arena. Os pontos de parada incluem alguns dos locais mais cheios de história nos EUA e no Canadá, incluindo o The Forum em Los Angeles (o último local em que a formação original tocou na América do Norte em 15 de setembro de 1982) e o Madison Square Garden em Nova York. (o site das glórias do passado, incluindo uma performance memorável de Queen + Adam Lambert em 17 de julho de 2014). Ele será encerrado no dia 23 de agosto no Spectrum Center em Charlotte, Carolina do Norte.

Ao anunciar sua turnê do Rhapsody, Roger Taylor disse: “Estamos prontos para a América e desejosos de voltar à sela”.

Adam Lambert disse: “Nós estamos projetando um novo espetáculo visual que irá reformular essas músicas icônicas e estamos empolgados em desvendar isso!” 

Com Brian May acrescentando: “ Esta é uma ótima oportunidade. Nossa última turnê apresentou nossa produção mais ambiciosa de todos os tempos e nos trouxe nossos melhores avisos de todos os tempos. Então decidimos separá-lo e ficar ainda mais ambiciosos! Cuidado, América! “

Desde que Adam Lambert dividiu o palco pela primeira vez com Queen para a final do American Idol de 2009, suas performances dinâmicas revigoraram a banda e encantaram os fãs em todo o mundo. Seu primeiro show completo – começando com a intenção de continuar – emocionou uma multidão de meio milhão de pessoas na capital da Ucrânia, Kiev, em junho de 2012. Desde então, May e os fogos de artifício musicais de Taylor foram combinados com as proezas vocais de Lambert. presença de palco, criando uma combinação explosiva. Mais de 180 shows depois, a parceria provou ser um triunfo comercial e crítico, tocando para casas lotadas em todos os cantos do mundo.

Completando o line-up da turnê estão o colaborador de longa data Spike Edney nos teclados, Neil Fairclough no baixo e Tyler Warren na percussão.

Nunca sabendo descansar sobre os louros, Queen nesta turnê do Rhapsody irá revelar um show no palco como experimental e desafiando as regras como o catálogo repleto de sucessos do Queen. A banda trabalhou com os parceiros criativos da famosa turnê News Of The World 2017 – Ric Lipson, da Stufish Entertainment Architects, responsável pelo design da cenografia; Rob Sinclair em design de iluminação; e Sam Pattinson do Treatment Studio por trás do conteúdo em vídeo – para desenvolver um show imperdível.

Quando Freddie cantou The Show Must Go On, todos esses anos atrás, nem ele poderia ter adivinhado que a música do Queen ainda estaria tomando conta das paradas em 2018. No próximo verão, os estágios da América do Norte serão bem e verdadeiramente embalados novamente. Você não pode deixar de pensar que Freddie ficaria muito feliz.

The Rhapsody Tour – América do Norte 2019

Qua 10 de julho de Vancouver, BC – Rogers Arena
Fri 12 de julho – Tacoma, WA –
Dom de Tacoma Dom 14 de julho – San Jose, CA – SAP Center
Ter 16 de julho – Phoenix, AZ – Talking Stick Resort Arena
Fri 19 de julho – Los Angeles, CA – Fórum
Tue Jul 23 – Dallas, TX – American Airlines Center
Qua 24 de julho – Houston, TX – Toyota Center
Sáb Jul 27 – Detroit, MI – Little Caesars Arena
domingo 28 jul – Toronto, ON – Scotiabank Arena
Ter 30 de julho – Washington – Capital One Arena
Wed 31 de julho – Pittsburgh, PA – Arena PPG Paints
Sáb 03 de agosto – Filadélfia, PA – Centro Wells Fargo
Sun 04 de agosto – Boston, MA – Centro Xfinity
Ter 06 de agosto – Nova York, NY – Madison Square Garden
Sex 09 de agosto – Chicago, IL – United Center
Sáb 10 de agosto – St. Paul, MN – Xcel Energy Center
terça- feira, 13 de agosto – Columbus, OH – Nationwide Arena
Thu 15 de agosto – Nashville, TN – Bridgestone Arena
Sáb 17 de agosto – Ft. Lauderdale, FL – BB & T Center
domingo, 18 de agosto – Tampa, FL – Amalie Arena
Ter 20 de agosto – New Orleans, LA – Smoothie King Center
Qui 22 de agosto – Atlanta, GA – State Farm Arena
Sex 23 de agosto – Charlotte, NC – Spectrum Center

Parceria Twickets

Para esta turnê, o Queen se juntou ao Twickets, o mercado global de ingressos de fãs para fãs, como um lugar seguro para que os fãs comprem ou vendam ingressos de reposição. O Twickets permite que os fãs revendam eticamente bilhetes de eventos que não podem mais usar para outros fãs por não mais do que o valor nominal do ingresso original, ajudando a combater o mercado de ingressos secundários. Para revender ingressos de reposição ou comprar um ingresso de torcedor para fã, visite  http://queen.twickets.live

 

Fonte: Queen Online

A cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, que narra a trajetória do cantor e compositor Freddie Mercury (1946-1991) com ênfase na histórica apresentação de sua banda, o Queen, no festival Live Aid, em 1985, é um sucesso retumbante. Orçado em US$ 52 milhões, o filme lançado no dia 1º de novembro já arrecadou cerca de dez vezes o que custou — até a última quinta-feira, sua bilheteria mundial tinha batido US$ 485 milhões, segundo o site especializado “Box Office Mojo”, sendo US$ 10,5 milhões dos cinemas brasileiros, o décimo maior consumidor do longa fora dos Estados Unidos.

O trunfo do filme alavancou, consequentemente, a busca pelas músicas do Queen em diferentes plataformas, do rádio ao streaming. No Spotify, por exemplo, as reproduções de faixas da banda britânica tiveram um aumento de 267% desde o lançamento do filme. Na Deezer, entre os usuários brasileiros, o Queen ocupa atualmente a segunda posição no ranking trending artists.

Entre os dados da Deezer, chama a atenção ainda um maior apelo entre ouvintes de menos de 18 anos e na faixa que vai dos 18 aos 25 — ou seja, de jovens que nem sequer eram nascidos quando Mercury morreu, há 27 anos. De linguagem familiar, “Bohemian rhapsody”, o filme, tem servido para os pais apresentarem a seus filhos a obra do Queen de maneira mais imersiva — afinal, o jovem está muito mais focado no cinema do que ouvindo música no carro, por exemplo. Os dados encontram reflexo nas escolas, onde a banda britânica surpreendentemente passou a ser assunto em pleno 2018.

Tiago Domingues, de 13 anos, sempre se interessou pelo rock — ele ganhou sua primeira bateria do padrinho aos 4. Seu conhecimento sobre o Queen, porém, era superficial. Depois que viu o filme, tudo mudou: apaixonou-se pelo som do grupo e está ensaiando para tocar “We Are The Champions” na apresentação de fim de ano da School of Rock, onde faz aula de bateria.

Assim que saí, quis relembrar as cenas tocando algumas das músicas na bateria, como “Bohemian rhapsody”. O que mais gostei no filme foi entender o processo de criação das músicas. Vi que sempre pode aparecer um sentimento ou pessoas interesseiras que podem atrapalhar. Nem tudo são flores na vida dos músicos. Eles são pessoas normais — diz o garoto, impressionado pela “levada bem marcante” do baterista Roger Taylor.

Também adepto das baquetas, pratos, bumbos e companhia, Vitorino Charmont, de 10 anos, cresceu ouvindo sua mãe falar sobre outro show histórico do Queen: a apresentação na primeira edição do Rock in Rio, em 1985, quando cerca de 250 mil pessoas cantaram, em coro, “Love of my life”. Fã de bandas da década de 1960 e 1970, o baterista mirim conhecia o Queen antes mesmo da estreia do filme — o que o ajudou quando “Bohemian rhapsody” virou o assunto entre seus colegas de escola. O conhecimento prévio permitiu ao futuro “biólogo ou músico” fazer uma avaliação embasada da cinebiografia:

O filme é muito bom. Ele conta mais a história do Freddie do que a da banda. Gosto das músicas de antigamente por causa do estilo de tocar. Naquela época não usavam tanta computação na música, tinha uma coisa mais limpa. Hoje em dia tem muitos efeitos sonoros.

Alice Holmes, de 17 anos, não tem nada contra efeitos sonoros. Nas suas playlists, reinam Lana Del Rey e bandas de indie rock. De uns tempos para cá, tais artistas millennials foram substituídos pelo velho rock do Queen.

Meu pai me colocava para dormir cantando “Bohemian rhapsody”, fui assistir ao filme com ele. A minha música preferida é “Radio gaga”, porque sempre tem uma interação legal com o público. Eu coleciono algumas coisas da banda: tenho camiseta, meu pai e eu dividimos os CDs e também quero comprar o DVD desse filme, quando sair — diz Alice, que diz adorar o carisma e o estilo de Freddie Mercury.

Replicados pela atuação aclamada do ator Rami Malek, a voz e o charme de um dos maiores astros do rock ainda podem ser admirados no cinema: só na cidade do Rio, 31 salas seguem exibindo “Bohemian rhapsody” nesta semana.

Fonte: O Globo

Em entrevista à revista Classic Rock, o guitarrista Brian May revelou que ele e o baterista Roger Taylor “lutaram” para manter uma cena importante em “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia sobre o Queen. A ideia era manter a atuação daquele momento, mesmo que tenha representado uma verdadeira “crise” na vida real.

O momento citado por Brian May é quando o vocalista Freddie Mercury (no filme, interpretado por Rami Malek) revela a seus colegas que vai trabalhar em dois álbuns solo. A reunião em questão aconteceu de forma bastante semelhante na realidade e “rachou” o Queen por um tempo – o primeiro disco solo é “Mr. Bad Guy”, de 1985, enquanto o segundo, “Barcelona”, foi lançado com a cantora lírica Montserrat Caballé em 1988.

Durante a entrevista, May disse que a cena em questão “é um momento maravilhoso de atuação – e muito daquilo não estava no roteiro”. “Quando eu assisto, sinto que aquilo é tão Freddie. Ele falava baixinho, tragava seu cigarro, não queria sair falando. Eventualmente, ele acabava falando: de uma forma bem direta e seca. Porém, dava para ver a angústia por dentro”, afirmou.

O guitarrista revelou que a cena “quase foi cortada do filme” porque “sempre há uma pressão para deixar as coisas mais curtas”. “Lutamos para que essa cena permanecesse, porque o realismo dela é muito angustiante. Foi um momento difícil para nós. Era como Freddie meio que deixando nossa família”, afirmou.

Por fim, o músico falou sobre o trailer principal de “Bohemian Rhapsody”, onde o ator Gwilym Lee – responsável por dar vida ao próprio Brian May no filme – aparece tocando guitarra com um arco de violino, algo que May nunca fez na vida real. A cena acabou ficando de fora da edição final do longa-metragem, mas chamou a atenção na prévia divulgada meses antes.

“O engraçado é que as pessoas que fazem o trailer trabalham em filmes próprios deles. Muito do que está nos trailers não está no filme. Minha cena com o arco foi feita em meio a algumas cenas experimentais. Não estávamos lá para a filmagem final. Quando vi, eu disse: ‘não, não foi isso que aconteceu’. Vamos fingir que nunca aconteceu, porque é uma coisa de Jimmy Page, não minha. O pessoal do trailer gostou, é o que posso falar, mas, não, isso não será visto no filme”, afirmou.

 

Fonte: Whiplash

 

‘Bohemian Rhapsody’ continua ganhando mais histórias incríveis dos bastidores da produção.

Dessa vez, Rami Malek, ator que encarna Freddie Mercury no filme, revelou em um talk show que quando apareceu caracterizado como o cantor para a irmã de Freddie, Kashmira Cooke, houve um momento bastante bizarro.

“Eu conheci a irmã dele. Ela chegou a me ver como um jovem Freddie, com cabelos longos e dentes, maquiagem, como na década de 1970. Como pode imaginar, foi um momento estranho e bizarro para ela. Mais tarde, foi um momento muito emocional. Em uma nota séria, ela me escreveu um e-mail emocionante. Foi muito poderoso. Receber esse voto de agradecimento das pessoas mais próximas a ele foi o mais importante para mim” declarou Rami Malek.

(Kashmira e Freddie Mercury)

 

(Kashmira, Brian May, Roger Taylor e elenco de Bohemian Rhapsody)

 

(Kashmira e Samuel, seu filho e sobrinho de Mercury)

(Kashmira Cooke)

‘Bohemian Rhapsody’ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

 

Fonte: Cine Pop

Com dedicação há bons resultados. Criticado por muitos quando escolhido para o papel, Rami Malek mostrou para o que veio, mostrou que ter semelhança com Freddie Mercury não era o essencial, tem que saber atuar, tem que saber ser ator de verdade, caracterização é fácil para os profissionais de cinema, mas entrar no papel e fazer bem feito, isso depende somente do ator. Rami soube ser Freddie Mercury, o que é uma tarefa nada fácil, pelo contrário, imagine você ter que interpretar uma figura icônica como Mercury e ter que agradar os milhões de fãs que existem pelo mundo… O sucesso do filme mundialmente é a resposta de que foi um trabalho bem feito. Gwilym Lee, Joe Mazzello e Bem Hardy, que interpretaram os outros integrantes da banda se igualaram ao sucesso de Rami, satisfação define!

Bohemian Rhapsody aos poucos vai deixando as salas de cinema, foi sucesso atrás de sucesso nas bilheterias, novos fãs, novos admiradores, enchemos o peito para dizer que estamos extremamente orgulhosos por isso.

 

God save the QUEEN!

 

(Créditos no vídeo)

‘Bohemian Rhapsody’ já é um dos maiores sucesso de 2018, batendo recorde de bilheterias pelo mundo, e agora conquistou outro título incrível para si: se tornou o filme que aborda homossexualidade com maior bilheteria da história, desbancando o clássico de comédia ‘A Gaiola das Loucas’.

O recorde foi batido após uma nova arrecadação de 15 milhões de dólares na última semana. No total, a obra já soma US$ 127 milhões só nos Estados Unidos e mais de US$ 384 milhões mundialmente desde o lançamento dia 2 de novembro, de acordo com a Variety.

‘A Gaiola das Loucas’ (The Birdcage), tinha o recorde anterior, arrecadou 185 milhões de dólares em 1996.

(A Gaiola das Loucas – 1996)

‘Bohemian Rhapsody’ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

 

Fonte: Cine Pop

Bohemian Rhapsody‘ continua firme e forte nos cinemas, atraindo milhares de pessoas para conferir a biografia de Freddie Mercury.

Novamente rasgando elogios para o filme, o guitarrista da banda Queen, Brian May, está torcendo por uma indicação ao Oscar de Melhor Ator para Rami Malek que encarnou o icônico cantor no filme.

Em entrevista a Press Association, admitiu:

“Ele viveu Freddie ao ponto em que  começamos a pensar nele como Freddie. Ele é fantástico e sem dúvida estará na lista de indicações para um Oscar e vai ser merecido também.”

 

Fonte: https://cinepop.com.br

Hoje, dia 24 de Novembro, completa 27 anos da morte de Freddie Mercury. Aos 45 anos de idade, em 1991, Mercury perdia sua luta contra a AIDS, veio a falecer de pneumonia devido as complicações do vírus HIV. O rei que jamais perderá a sua majestade, Freddie Mercury que se tornou uma lenda, sendo considerado a melhor voz de todos os tempos, alguém jamais se aproximou de sua genialidade musical, um artista único, um ser humano de muitos defeitos, mas de coração enorme, personalidade forte e um verdadeiro homem de atitude.

O filme Bohemian Rhapsody, que retrata a vida de Mercury junto ao Queen, se tornou um sucesso desde sua estreia, e não podia ser diferente. Freddie Mercury é sinônimo de sucesso, de explosão, de triunfo. Nós lamentamos sua perda, nós sentimos fortemente  a sua falta, mas nós temos muito orgulho de sua história, o seu legado jamais será perdido. Obrigado, rei, por tudo que nos proporcionou e nos proporciona até os dias de hoje. God save the Freddi Mercury! Viva!

Freddie Mercury (11)

 

can't you see, i'm mister MERCURY

Freddie Mercury

Mercury enjoying the scenery at the Nagoya Castle, Nagoya, Japan, April 22, 1975

Mr. Mercury Himself! Don't stop me now!

can't you see, i'm mister MERCURY

King Mercury

(Usar mais tarde como referência)

Freddie Mercury Clowning around a bit. He loved jokes, mischief, had a great sense of humor, & was very playful.

freddie mercury & darth vader

Queen

Ator tem sido elogiado mundo afora por sua interpretação de Freddie Mercury

Rami Malek como Freddie Mercury

Brian May é mais um a se rasgar em elogios a Rami Malek.

O guitarrista do Queen falou sobre a interpretação do ator para Freddie Mercury em Bohemian Rhapsody, filme biográfico da banda. Apesar de estar recebendo críticas mornas, é unânime a opinião de que Malek fez um ótimo trabalho.

afora por sua interpretação de Freddie Mercury

Em entrevista à Press Association (via NME), o músico declarou:

Ele é incrível… sem sombra de dúvidas ele estará na lista de indicados ao Oscar e muito bem merecido. Ele encarnou Freddie até o ponto em que nós começamos a pensar nele como o próprio Freddie. Realmente marcante.

Já sobre as críticas ao longa, May disse que o Queen também recebeu resenhas negativas em seus trabalhos, mas que a reação dos fãs do grupo está compensando.

Bohemian Rhapsody estreou em Outubro e tem quebrado recordes de bilheteria ao redor do mundo.

 

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

A cantora transgênero Lanah P., de 59 anos, revelou em recente entrevista ao jornal Daily Star, que namorou o músico Freddie Mercury. Ela afirma que a relação ajudou o vocalista do Queen a conhecer a sua própria sexualidade.

“Ele me viu e disse para um amigo que gostaria de me conhecer. Nos encontramos uma noite em um bar no Soho”, contou a artista à publicação.

Apesar de não ter a sua história com Mercury retratada no filme “Bohemian Rhapsody”, Lanah assegura que o relacionamento foi intenso. “Voltamos a nos ver e coisas mais íntimas passaram a acontecer. Era intenso. Claro que havia muita admiração, tudo a base de muito luxo. Ele era fantástico.“, elogiou.

“Eu estava no meu processo de transição na época, havia começado o meu tratamento de hormônios no ano anterior e eu estava muito surpresa que eu era o tipo dele”, completou.

A cantora afirma ainda ter ganho diamantes do eterno vocalista do Queen, mas manteve a relação dos dois em segredo para não ganhar fama. “Eu acho que abri um pouco os horizontes dele em relação à sua compreensão. Eu o ajudei a explorar a sexualidade dele”, destacou.

Sobre a cinebiografia que conta a história da formação da banda, Lannah criticou. “Eu acho uma imensa besteira. Eles subestimam a inteligência das pessoas quando se leva em conta o que foi a vida dele. É uma imensa hipocrisia”, avaliou.

 

Fonte: https://observatoriog.bol.uol.com.br

 

Guitarrista da banda inglesa amassou o cabo de seu MacBook e usou as redes sociais para registrar a insatisfação com a marca

A fragilidade dos cabos de computadores e celulares não perdoa ninguém. O guitarrista do Queen, Brian May, vivenciou esse problema e usou sua conta no Instagram para desabafar.

“Está é uma das razões para meu amor pela Apple está se transformando em ódio”, escreveu o guitarrista ao postar a foto do conector quebrado do seu MacBook.

A mudança da entrada antiga da Apple para o USB-C nos produtos mais recém lançados pela marca também foi alvo de críticas. Isso teria o obrigado a gastar muito dinheiro com adaptadores para conseguir recarregar seus equipamentos.

Segundo o músico, os novos conectores são piores do que os Mag-Safe, que eram presos no computador por um imã e se soltava facilmente caso algo enroscasse ou puxasse o fio.

A assistência técnica da Apple teria sido acionada na tentativa de resolver o problema, mas nada foi resolvido. “A única coisa que eles querem fazer é vender mais coisas”, disse.

Ao final do textão, May chamou a Apple de “monstro egoísta” e questionou seus seguidores: “eles nos escravizam. É difícil encontrar uma saída. Alguém tem o mesmo sentimento?”.

Mais de 83 mil pessoas curtiram a publicação do guitarrista. Muitos comentários são de usuários da Apple que concordam com os pontos levantados. Outros exaltaram as vantagens de ter um celular Android ou um computador Windows.

 

Fonte: https://noticias.r7.com

 

 

Imagens da performance no Live Aid de 1985 foram colocadas lado a lado

O filme Bohemian Rhapsody, que conta a história do Queen e de seu frontman Freddie Mercury, tem recebido uma enxurrada de elogios desde seu lançamento.

Um dos pontos altos do longa biográfico é a atuação de Rami Malek como o vocalista, tanto na aparência quanto na performance. Para reforçar o talento do ator e o seu esforço, um vídeo que tem rodado a internet compara lado a lado uma das cenas mais icônicas do filme.

O vídeo mostra a reprodução da apresentação da banda no Live Aid de 1985, mais precisamente da música “Radio Ga Ga”, ao lado do vídeo original do show. No vídeo é possível ver que todos os movimentos foram ensaiados para combinar exatamente com os originais, tanto os do frontman quanto do resto da banda.

Nas imagens do filme, inclusive, é possível ver outros ângulos da apresentação, fazendo com que o espectador se sinta no palco do festival.

Bohemian Rhapsody estreou no dia 01 de Outubro e desde então vem quebrando recordes de bilheteria.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

 

Que o filme Bohemian Rhapsody está repleto de referências, todos nós sabemos, mas você conseguiu identificar aquelas mais discretas? A aparição do cantor Adam Lambert por exemplo? Nós resolvemos separar referências do show do Live Aid, onde contou com a presença de renomadas bandas e cantores além do Queen. Se você não identificou, confira a seguir:

1 – David Bowie

(Cena do Filme)
(Imagem Real)

2 – Elton John

(Cena do Filme)

 

(Imagem Real)

David Bowie e Elton John aparecem na mesma cena, encostados enquanto conversam, uma referência importante pelo fato de ambos serem grandes amigos de Freddie Mercury

3 – U2

(Cena do Filme – De baixo para cima: Bono Vox, The Edge, Larry Mullen Jr. e Adam Clayton )

 

(Imagem Real)

4 – Bob Geldof

(Cena do Filme)

 

(Cena Real)

E aí, gostou? Encontrou alguma outra que não encontramo nas cenas do Live Aid? Manda para nós! 😀

 

God save the QUEEN!

“Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury, trouxe seu grande vilão na figura de Paul Prenter (Allen Leech), que no filme é responsável por separar Queen e empurrar o vocalista em um estilo de vida regado a drogas e festas. Não foi bem assim na vida real, mas Prenter era, de fato, uma figura pouco querida pelos outros membros do Queen – e mais tarde vendeu informações sobre Mercury à mídia britânica.

Prenter trabalhava em uma rádio em Belfast, na Irlanda do Norte, quando conheceu Mercury. De acordo com o jornal “The Belfast Telegraph”, ele começou a trabalhar para o cantor em 1977, como seu assistente pessoal, e em certo ponto os dois se tornaram amantes.

O relacionamento de Prenter com os colegas de Mercury era conflituoso, para dizer o mínimo. Em 1982, Roger Tayler e Brian May chegaram a culpar a “influência maligna” de Prenter pelo fraco desempenho do álbum “Hot Space”. O assisttente também era criticado por dar pouca atenção às participações em programas de rádio, que na época eram importantes para estabelecer contato entre artistas e seus fãs.

Ao contrário do que acontece no filme, porém, Prenter não levou Mercury a separar o Queen; tampouco ele foi demitido por não informar o cantor sobre os convites para o Live Aid. Mercury só rompeu com Prenter em 1986, o ano seguinte ao evento. À época, segundo o jornal “The Mirror”, Mercury estava se afastando da sua rotina festeira, o que ampliou os problemas com Prenter, que por sua vez começou a vazar informações confidenciais sobre o patrão e a banda.

Paul Prenter (à direita) na capa do tabloide News of the World, que reproduziu suas declarações sobre Freddie Mercury
Paul Prenter (à direita) na capa do tabloide News of the World, que reproduziu suas declarações sobre Freddie Mercury

A traição mais grave foi uma entrevista de Prenter ao tabloide The Sun — e não a um programa de TV, como no longa. À publicação, ele expôs Mercury e seu parceiro, Jim Hutton, e fez diversos comentários sobre o estilo de vida do patrão, inclusive revelando que dois de seus parceiros anteriores haviam morrido de AIDS.

“É mais provável vê-lo andar na água do que com uma mulher”, disse Prenter. “Quando estávamos em turnê, era um homem diferente a cada noite. Ele ia dormir por volta das 6h, mas raramente sozinho”. Foi a gota d’água que o levou a ser demitido.

Prenter, que morreu vítimas de complicações da AIDS, em 1991, é desde então considerado um “Judas” por fãs do Queen. Isso dificultou até o trabalho do ator Allen Leech, que teve dificuldades para encontrar alguém disposto a falar sobre seu personagem.

“Não conseguia achar ninguém que quisesse falar sobre ele, porque ele é muito vilanizado na comunidade do Queen e entre os fãs”, contou Leech ao jornal “Metro”. “Eu falei com Peter Freestone, que trabalhou ao lado dele para o Queen, e isso foi muito valioso para descobrir como Prenter era”.

 

Fonte: https://entretenimento.uol.com.br

 

 

Fonte: Revista Veja

Filme que conta a trajetória do Queen está atrás de Straight Outta Compton

Depois de arrecadar mais de US $ 15 milhões nas bilheterias norte-americanas na terceira semana de lançamento, Bohemian Rhapsody ficou em segundo lugar na lista de “biografias musicais” de maior bilheteria de todos os tempos.

Apenas Straight Outta Compton, que faturou US $ 161 milhões quando estava em cartaz, em 2015, está à frente de Bohemian Rhapsody. A cinebiografia do Queen já está com um total de arrecadação nos EUA de US $ 127 milhões.

Segundo a VarietyBohemian Rhapsody está atrás de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald e O Grinch nas bilheterias norte-americanas desta semana.

Bohemian Rhapsody ultrapassou o Johnny & June, filme de 2005 sobre o Johnny Cash, que estava em segundo lugar, após perder o posto para Straight Outta Compton. Anteriormente, o topo era de Ray (2004), que manteve o título por um ano. Ray encerrou o reinado de 24 anos do filme biográfico de Loretta LynnO Destino Mudou Sua Vida (1980).

Para o filme que mostra a vida de Freddie Mercury, será difícil chegar ao primeiro lugar nos Estados Unidos. Mas, por outro lado, o longa já dominou o mundo. No exterior, Bohemian Rhapsody fez, até o momento, US $ 256 milhões, o que representa 66% do faturamento total, elevando o valor de arrecandação para US $ 384 milhões. O orçamento da produção foi de US $ 52 milhões.

 

Fontes: https://rollingstone.uol.com.br  |  Whatsapp Queen Net – Participe!!

Ontem Roger Taylor esteve presente no show do Queen Extravaganza, em Guildford, na Inglaterra, fazendo a alegria dos fãs e da banda. Uma verdadeira honra! 

Alírio Neto é o novo vocalista da banda tributo oficial do Queen, um brasileiro que se juntou a eles neste ano, substituindo Marc Martel.

 

Guitarrista ainda diz o que acha que Freddie Mercury pensaria do filme

Bohemian Rhapsody é o nome de um filme lançado recentemente que conta a história do Queen, principalmente sob a perspectiva do vocalista Freddie Mercury.

Lançado no último dia 01 de novembro, o longa foi exibido para críticos de cinema ao redor do mundo e quem falou a respeito foi o guitarrista Brian May, em entrevista para a revista Classic Rock.

Quando perguntado sobre o que sentiu ao assistir ao filme, disse que foi “alegria, terror, tristeza e todas essas grandes emoções”.

Ele ainda falou que já viu Bohemian Rhapsody “centenas de vezes”, tanto em pedaços como em uma unidade só e que mesmo assim se emociona toda vez:

É muito emocionante. É completamente focado no Freddie. Sim, nós estamos lá também, mas a história é sobre o Freddie e a ideia sempre foi essa.

O Freddie é precioso para nós. Uma das grandes revelações logo no início veio quando o roteirista Peter Morgan disse, ‘Esse é um filme sobre família.’ É sobre as coisas que acontecem em uma família – algumas boas, outras ruins, a partida, a procura por independência e o processo de nutrir a família.

É um filme sobre isso, de certa forma, e sobre o talento emergente de Freddie, sua magnífica resiliência e senso de humor.

Brian May ainda foi questionado sobre o que pensa que Freddie Mercury acharia do filme, e disse:

Acho que ele diria que é um ‘fair cop’ [expressão que significa assumir algo de errado quando você é pego em flagrante]. O filme mostra toda sua grandiosidade e sua falibilidade, além da insegurança – o pacote todo.

Eu acho que o filme o retrata de maneira verdadeira e não de forma bajuladora, mas de uma forma que aprecia o seu talento. Porque com certeza absoluta ele era único. Eu nunca conheci ninguém como Freddie em toda minha vida, antes ou depois, e provavelmente nunca mais irá acontecer.

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com