O programa “Hora de Expediente”, da CBN, comentou sobre o filme e sua estreia que lidera as bilheterias. O programa tem a participação de: Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Gustavo Medina.
Fonte: www.cbn.com.br
O filme biográfico do Queen que chegou aos cinemas brasileiros no dia 1º de Novembro, foi um sucesso de bilheteria em sua estreia no Brasil e pelo mundo. Recentemente o guitarrista da banda, Brian May, publicou imensamente orgulhoso em sua rede social uma listagem de países, incluindo Brasil, onde o filme chegou fazendo total sucesso, confira:

“Eu não costumo publicar coisas assim. Mas este é um momento excepcionalmente emocionante. Nosso filme Freddie foi direto para o número 1 no Reino Unido na semana passada, e neste fim de semana ele tocou em 4.000 telas nos EUA, tornando-se facilmente o melhor filme lá. Agora vemos este resumo do resto do mundo. A BOHEMIAN RHAPSODY é o Número Um em todos os territórios em que foi aberto até agora. Incrível. As partes mais interessantes são os comentários à extrema direita se você aumentar o zoom. Um milhão de agradecimentos a todos vocês que correram para vê-lo e riram e choraram e gritaram de alegria conosco, como você nos disse. Estou impressionado com os seus comentários – desde “É o melhor filme que já vi” até “Chorei 50 vezes” … O que sempre quisemos foi que o filme tocasse nas pessoas e as inspirasse. Você está nos dizendo que é isso que faz. Isso é bom o suficiente. Boa noite e bons sonhos todos. Alguns sonhos se tornam realidade. Aqui está esperando que você faça. Mas tenha cuidado com o que você deseja !!! Bri” declarou o guitarrista em seu Instagram pessoal (@brianmayforreal).
A cinebiografia arrecadou R$ 9,6 milhões com mais de 500 mil ingressos vendidos, alcançando o primeiro lugar nas bilheterias em sua estreia no Brasil, ficando a frente do também estreante ‘O Quebra Nozes E Os Quatro Reinos, que faturou R$ 6,1 milhões e teve público de 347 mil pessoas, e a nova versão do terror ‘Halloween’, que rendeu R$ 4,7 milhões e teve 279 mil espectadores (dados retirados entre o dia 1º de Novembro e dia 4).
O longa mostra a trajetória do grupo nas décadas de 1970 e 80, e a relação turbulenta do vocalista Freddie Mercury com os outros músicos durante os quase 20 anos em que esteve à frente do Queen.
No chamado mercado doméstico (Estados Unidos e Canadá), “Bohemian Rhapsody” também liderou na estreia com faturamento de US$ 50 milhões. Ao todo, o filme já acumula uma bilheteria global de mais de US$ 140 milhões.
É sucesso! We are the champions, my friends! God save the QUEEN!
Fonte: Instagram Brian May, e G1
Desde que Freddie Mercury morreu, quase 27 anos atrás, não se via o ídolo tão real. O ator Rami Malek incorpora cada extravagância e sutileza do comportamento de Freddie no filme “Bohemian Rhapsody”. Ele está colecionando elogios dos críticos e já é apontado como candidato ao Oscar em 2019.
O longa mostra a trajetória da banda britânica Queen nas décadas de 1970 e 1980, e a relação turbulenta do vocalista Freddie Mercury com os outros músicos durante os quase 20 anos em que esteve à frente do grupo.
Rami Malek conversou com o Fantástico em Los Angeles, nos Estados Unidos, e contou que pediu para usar uma espécie de “dentadura” com dentes salientes, como os que Freddie Mercury tinha.
Fonte: globo.com
Bohemian Rhapsody, cinebiografia do cantor Freddy Mercury que conta a história da formação do Queen, já chegou aos cinemas e tem agradado os fãs do artista e de sua famosa banda.
Entretanto, nem tudo são flores nessa história. Algumas pessoas reclamaram, com razão, de algumas alterações que o longa fez na história real de Mercury. Devido a isso, listamos todos os fatos da história da banda e seu vocalista que o filme modificou logo abaixo:
O show do Live Aid realizado pelo Queen foi muito importante para Freddy Mercury, pois logo após o evento, o cantor começou uma relação com Jim Hutton e resolveu revelar sua sexualidade para a família. Entretanto, no filme, é exatamente após esse show que Freddy descobre que tem AIDS.
Acontece que no mundo real o cantor só foi saber que possuía o vírus do HIV dois anos depois do show, em 1987 e ele só revelou isso ao público em 1991.
O filme também faz os fãs presumirem que a música Who Wants To Live Forever foi escrita por causa da doença de Mercury, quando na realidade ela foi escrita para o filme Highlander.

Por falar no Live Aid, o evento de fato foi importante para o Queen, mas nem por isso foi tido como um ponto final para a banda. O fato é que depois do evento, o Queen apenas diminuiu o ritmo dos shows que fazia.
Além disso, no filme, ninguém está doando para a causa que buscava ajudar pessoas famintas na Etiópia do Live Aid até que o Queen aparece no palco. Essa história não é real, pois haviam outros artistas tão importantes quanto a banda no evento, como Elton John, Paul McCartney e David Bowie, e eles também foram essenciais para que as doações fossem altas.

Uma das mais significativas mudanças do filme diz respeito ao modo como a banda Queen foi formada. O filme mostra inicialmente um Freddy Mercury tímido, que precisou tomar coragem para se encontrar com Brian May e Roger Taylor, e então ser aceito como vocalista da banda,
Entretanto, muitas fontes dizem que Mercury jamais foi tímido e sempre foi uma pessoa muito confiante. Ele até mesmo já cantava em um grupo antes de se unir aos integrantes do Queen. Mercury também já conhecia May e Taylor antes de fazer qualquer tipo de teste.

Apesar de Bohemian Rhapsody não apagar a sexualidade ambígua de Freddy Mercury, o filme deixa tudo um tanto quanto confuso. Há uma cena, por exemplo, em que Freddy garante ser bissexual, enquanto que Mary chega a dizer que ele é gay.
Depois disso, Freddy só é retratado com parceiros homens, algo que realça a afirmação de Mary. Ainda assim, são poucos os casos românticos mostrados no filme para um artista que era conhecido pelo seu grande apetite sexual.

É verdade que a história do relacionamento entre Freddy Mercury e Mary Austen foi um tanto quanto fiel nas telas do cinema, mas há alguns elementos que o filme modificou em sua história.
O fato é que no filme, o relacionamento dos dois ficou um pouco abalado depois que Mercury começou a ficar famoso, mas segundo alguns relatos de pessoas próximas ao casal, isso não é verdade. O relacionamento dos dois sempre foi bem forte e ela até foi assistente do cantor durante um bom tempo.

Paul Prenter, um dos relacionamentos românticos de Mercury, realmente foi um má influência para o cantor, mas não foi por causa dele que o Queen acabou se separando, nem foi por ele que Mercury resolveu seguir uma carreira solo.
Na realidade, os integrantes da banda decidiram em conjunto diminuir o volume de músicas produzidas e shows a serem feitos. Só depois eles focaram em suas carreiras solos.

Já foi dito que o Live Aid é mostrado quase como um ponto final para a banda, mas a verdade é que o Queen continuou fazendo shows, ainda que em menor escala, e divulgando novas músicas até 1991, ano em que Freddy Mercury morreu. O evento não foi o fim do Queen, como muitos podem imaginar.
Também é interessante deixar claro que Freddy permaneceu até o fim de sua vida ao lado de Jim Hutton, que morreu em 2010. Já Mary Austen continua vivendo na mansão de Freddy, que ele deixou para ela em seu testamento.

Ray Foster, o empresário interpretado por Mike Myers no longa, não é um personagem real. Diversas fontes afirmaram que Foster na verdade é a união de vários empresários que gerenciaram o Queen em seus primeiros dias. Como Foster, muitos deles não acreditavam que o Queen faria sucesso.
Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br
Mary Austin teve uma relação de seis anos com o vocalista do Queen, mas eles foram amigos íntimos até o final. 28 anos depois, ela guarda boa parte de seus milhões — e também de seus segredos

Mary Austin (1951) mora numa das maiores casas de um dos bairros mais caros de Londres, rodeada por muros intransponíveis que atraem todo ano admiradores do mundo inteiro. Mas pouco se sabe sobre ela. Provavelmente, a estreia de Bohemian Rhapsody, o filme sobre a vida de Freddie Mercury e a ascensão ao estrelato da banda Queen, dê algumas pistas. Pois se Austin mora ali, é porque Mercury lhe deixou quase toda a fortuna quando morreu, em 1991.
“Os meses posteriores à morte de Freddie foram os mais solitários e difíceis da minha vida. Tive muitos problemas para aceitar que [ele] tinha ido e tudo o que havia me deixado”
Mary Austin
De Freddie Mercury sabemos muito mais. Mesmo 27 anos após sua morte, seu poder de atração e seu fascínio não diminuíram. Para alguns analistas, até aumentaram. De todos os discos que o Queen vendeu nos Estados Unidos (mais de 32 milhões), metade foi após a morte do vocalista. Para muitos, com seu falecimento nasceu a fascinação pela estrela morta, esse fenômeno que faz com que as vendas de um artista atinjam a estratosfera quando o ídolo se vai. Foi assim com Michael Jackson, George Michael e Whitney Houston. Se Mary Austin, a mulher que Freddie Mercury considerou sua “esposa”, é hoje imensamente rica, isso acontece, em parte, graças a esse poder de fascinação que não cessa — e que se traduz em milhões de dólares de direitos autorais todos os anos. Mas, afinal, como começou essa história?
Segundo o documentário Freddie Mercury: The Untold Story, Freddie e o guitarrista Brian May frequentavam nos anos setenta a butique londrina Biba, centro oficial do movimento Swinging London da década anterior. Eles iam até lá para observar as balconistas, famosas na cidade por sua beleza (Anna Wintour, hoje diretora da Vogue USA e mulher mais poderosa do mundo da moda, trabalhou na butique quando jovem). Uma delas era Mary, que Freddie costumava encontrar na loja antes de começarem a sair.
Freddie e Mary moraram juntos, como um casal, durante seis anos. Mas nunca se casaram. Ele contou a ela que era gay em 1976, embora Mary tenha declarado que havia percebido um comportamento estranho nele durante dois anos. “Sabia que não estava sendo sincero consigo mesmo”, disse ela depois.
Quando o cantor abandonou o apartamento que dividiam em West Kesington (Londres) já transformado em cantor mundialmente famoso e milionário, ele comprou para Austin uma casa ali perto e lhe deu emprego como sua assistente pessoal. Freddie se mudou para uma casa na Stafford Terrace, onde morou antes de mudar para aquele que seria seu último lar, Garden Lodge. Ficava perto do apartamento de Mary. Segundo alguns, de lá ele podia inclusive ver a casa de Mary.

Mary também refez sua vida amorosa. Teve dois filhos com um empresário chamado Piers Cameron. Freddie foi padrinho do primogênito, Richard. O segundo, Jamie, nasceu após a morte do cantor. Mas as vidas de Mary e seus dois filhos (ela acabou se separando de Piers) mudaram radicalmente em 24 de novembro de 1991, dia em que Mercury morreu. Com seu testamento, que se tornaria público em maio de 1992, soube-se que o artista deixara a Mary sua mansão de Garden Lodge, avaliada em 22,5 milhões de euros na época (94,5 milhões de reais pelo câmbio atual), e a metade de sua fortuna (e futuros dividendos por direitos autorais), inicialmente estimada em mais de nove milhões de euros (37,8 milhões de reais). Mas é preciso considerar que os membros vivos do Queen continuam fazendo turnês bem-sucedidas, e há um musical de enorme êxito sobre a banda, We Will Rock You. Só em 2014, por exemplo, estima-se que o grupo tenha faturado mais de 54 milhões de euros (130 milhões de reais) em direitos autorais. Grande parte dessa renda anual vai para Mary.

Para seu companheiro, Jim Hutton, Freddie deixou 560.000 euros (1,3 milhão de reais). A mesma quantia para seu assistente pessoal, Peter Freestone, e para seu cozinheiro, Joe Fanelli. Para sua irmã, deixou os 25% restantes de seu patrimônio. E aos pais, hoje falecidos, outros 25%.
Mary Austin continua morando em Garden Lodge, a casa de Londres onde Freddie Mercury viveu seus últimos anos e faleceu, perto da estação Earl’s Court do metrô. Trata-se de um lugar de peregrinação para milhares de admiradores. Nos anos noventa, os muros que rodeavam a casa se transformaram no maior santuário do rock, sempre cheio de cartas, mensagens e dedicatórias (Mary Austin retirou-as no ano passado, em meio a grande polêmica, devido à pressão dos moradores desse bairro elegante).
É uma mansão em estilo georgiano com 28 aposentos e um grande jardim. Foi a própria Mary que a escolheu para Freddie. Mas o que seria um sonho para qualquer mortal acabou sendo para ela, segundo declarou numa entrevista em 2000, a pior etapa. “Os meses posteriores à morte de Freddie foram os mais solitários e difíceis de minha vida. Tive muitos problemas para aceitar que ele tinha ido embora e tudo o que tinha me deixado.” Tornar-se rica de repente e lidar com uma mansão e todos os empregados não foram seus únicos problemas: como era de se esperar, outros familiares e amigos de Freddie não entenderam por que ela havia ficado com tanto.
A mãe do cantor, Jer Bulsara, que morreu em 2016, concedeu em 2012 (aos 90 anos) uma terna entrevista para o Daily Telegraph indicando que, ao menos de sua parte, não havia nenhum tipo de rancor pela decisão do filho. “Mary era adorável e costumava vir comer na nossa casa”, contou Bulsara à jornalista Angela Levin. “Eu adoraria que se casassem e tivessem uma vida normal, com filhos. Mas, mesmo quando terminaram, eu sabia que [ela] continuava amando meu filho. Foram amigos até o final. Não a vi mais desde que ele morreu.” A pergunta seguinte da jornalista foi óbvia: “A senhora achou correto ele ter deixado para Mary a maior parte da sua herança milionária?” A mãe de Freddie respondeu: “Por que não? Ela era como sua família, e ainda é.”
“Para mim, foi um casamento. Acreditamos um no outro. Todos os meus amantes me perguntaram por que não poderiam substituir Mary. Porque simplesmente é impossível”
Freddie Mercury
Mary tem hoje 68 anos e um dos segredos mais bem guardados do rock: o lugar onde jogou as cinzas do vocalista do Queen. As teorias são várias: as cinzas teriam sido espalhadas no jardim japonês da mansão em Londres, jogadas num lago suíço aonde Freddie ia às vezes em busca de paz, regressado a Zanzibar (onde Freddie nasceu, já que seu pai trabalhava para a britânica Secretaria das Colônias), e por aí vai.
Sobre isso, Mary guarda um silêncio tão férreo quanto os muros que rodeiam a mansão herdada da grande estrela do rock.
Fonte: https://brasil.elpais.com

Rami Malek tem surpreendido o público como Freddie Mercury no filme Bohemian Rhapsody que conta a história do Queen e estreou nessa quinta-feira (1º) no Brasil. Mas há algo em particular que tem deixado todos com uma dúvida: ele realmente canta as músicas?
A resposta é um pouco complicada. Como o próprio Malek revelou, ele está dublando – fazendo o famoso lip sync – , mas não com sua própria voz.
Os vocais que ouvimos em Bohemian Rhapsody são uma mistura da voz de Malek com a de Marc Martel, ex vocalista do tributo Queen Extravaganza, que ficou famoso pela sua semelhança com Freddie Mercury, e que já viralizou algumas vezes por suas versões de Queen no YouTube.

“É uma junção de algumas vozes”, disse Malek em uma entrevista recente. “Mas principalmente é minha esperança e a esperança de todos que nós ouçamos a coisa mais parecida com Freddie quanto possível. Eu acho que esse foi o objetivo para todos nós”, completou.
Na trilha sonora do filme, claro, o vocal misto fica de fora. Ela é composta apenas por gravações originais do Queen, como as icônicas performances ao vivo no Live Aid de 1985 de Bohemian Rhapsody, Hammer to Fall, Crazy Little Thing Called Love, We Will Rock You e We Are the Champions, que você encontra nas plataformas digitais.
Fonte: GQ Brasil
De 1968, quando Brian May e Roger taylor formaram a banda Smile, até 2012, com chegada de Adam Lambert na banda

“Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen e de Freddie Mercury, estreia nesta quinta-feira nos cinemas com direção de Bryan Singer e o ator Rami Malek no papel de Mercury. Antes de assistir ao filme, confira a linha do tempo da banda
1968:
• O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor formaram um grupo chamado Smile, com o vocalista líder Tim Staffell. O primeiro show foi em 26/10.
1970:
• Roger Taylor e Brian May unem forças com Fred Bulsara, antigo vocalista líder da banda Sour Milk Sea. Após considerarem vários nomes, decidem por Queen. Bulsara mudou seu nome para Freddie Mercury. Em fevereiro/1971, o baixista John Deacon juntou-se ao grupo. Eles fizeram alguns shows e ensaiaram juntos durante dois anos, enquanto terminavam a faculdade.
1971:
• Em 08/01, o Queen tocou no The London Marquee pela primeira vez.
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+35 curiosidades sobre o Queen para você saber antes de assistir a “Bohemian Rhapsody”

1972:
• Em 30/06, o Queen começou a gravar no Trident Studios, em Londres, o seu álbum de estreia, que seria lançado no ano seguinte.
1973:
• Trident e EMI assinaram um contrato de gravação com o Queen
• Em julho, foi o lançamento de ‘Queen’, o primeiro álbum da banda
• E a banda embarcou para sua primeira turnê.
• Em 13/09, o Queen apresentou-se no Hipódromo Golden Green, em North London, e o show foi gravado pela BBC. Foi a primeira gravação profissional de um concerto da banda.
1974:
• Fevereiro marcou a apresentação memorável do Queen no lendário canal britânico BBC, no show “Top of The Pops”, tocando ‘Seven Seas of Rhye’. A música tornou-se o primeiro grande sucesso da banda, figurando na lista das Dez Mais.
• A banda lança ‘Queen II’, que alcançou a quinta posição nas paradas britânicas. Eles realizaram uma turnê nos EUA pela primeira vez, fazendo a abertura da banda Mott the Hoople.
• Em novembro, lançaram seu terceiro álbum: ‘Sheer Heart Attack’, apresentando ‘Killer Queen’, outro grande sucesso!
1975:
• O inovador álbum ‘A Night at the Opera’ foi lançado. A primeira canção do álbum (com duração de 5 min e 55 segundos) é ‘Bohemian Rhapsody’, que ocupou a primeira posição na Inglaterra pelo tempo recorde de nove semanas consecutivas. Igualmente bem-sucedido nos EUA, o álbum subiu para as Dez Mais e ganhou rapidamente o disco de platina.
• Para promover ‘Bohemian Rhapsody’, o Queen e o diretor Bruce Gowers fizeram um vídeo promocional da música (que tem o crédito de ser o primeiro videoclipe conceitual deste tipo).
• ‘Bohemian Rhapsody’, foi seguidamente escolhida em todas as principais listas das paradas de sucesso, e denominada como ‘a melhor canção de todos os tempos’ pela Indústria Fonográfica Britânica (BPI).

1976:
• O Queen fez turnê pelos EUA, Japão e Austrália com o álbum ‘A Night at the Opera’.
• Realizaram um concerto gratuito no Hyde Park, em Londres, que quebrou o recorde de público. Foi o show com a maior plateia até então: de 150.000 a 200.000 pessoas.
• Em novembro, lançaram o single ‘Somebody to Love’ e, em dezembro, o quinto álbum de estúdio: ‘A Day At The Races’.
1977:
• Em outubro, o Queen lança seu sexto álbum: ‘News of the World’, que alcança as Dez Mais com a inesquecível canção ‘We Are The Champions’ juntamente com ‘We Will Rock You’.
1978:
• O álbum ‘Jazz’ foi lançado em novembro, com ‘Bicycle Race’/’Fat Bottomed Girls’. Ela foi sucesso internacional, apesar da controvérsia que cercou a estratégia de sua divulgação, com uma corrida de bicicletas com mulheres nuas.

1980:
• Em 30/06, o Queen lançou ‘The Game’. Ele incluía o sucesso estilo rockabilly ‘Crazy Little Thing Called Love”, que tinha sido lançado como single no ano anterior, e a canção estilo disco ‘Another One Bites the Dust’. ‘The Game’ foi o primeiro álbum da banda a conquistar o número um nas paradas americanas.
1981:
• Queen e David Bowie uniram-se no sucesso internacional ‘Under Pressure’, que alcançou o número um na Europa, e fez parte do álbum ‘Hot Space’ (1982), assim como dos ‘Greatest Hits’ (1981) e Greatest Hits III (1999), e uma alternativa ‘Rah Version’ também, no caso de Hits III.
1984:
• O próximo LP do Queen, ‘The Works’ incluiu o single de sucesso internacional ‘Radio Ga Ga’
• Outro sucesso estrondoso, escrito por John Deacon, foi ‘I Want To Break Free’, destacado como um dos vídeos mais conhecidos da banda, no qual todos estão com um visual de drag queens. Um conceito visual proposto por Roger Taylor, talvez surpreendentemente.


1985:
• O Queen encabeçou o primeiro festival Rock in Rio (Rio de Janeiro, Brasil), o maior festival já realizado em todo o mundo. A banda se apresentou em duas noites, abrindo e encerrando o festival (12 e 19/01). A noite de encerramento atraiu um público de mais de 300.000 pessoas, o maior já registrado para um único concerto.
• Em 13/07, o Queen fez história com a sua apresentação que roubou a cena no Live Aid, o concerto beneficente que levantou fundos para aliviar a fome da população etíope.

1986:
• ‘A Kind Of Magic’ marcou o 14º álbum da banda, inspirado e desenvolvido para o filme ‘Highlander’
• ‘The Magic Tour’ foi a última turnê da banda com Freddie Mercury e John Deacon.
1989 – 1991:
• Entre 1989 e 1991, o Queen lançou três álbuns que foram número 1 nas paradas de sucesso do Reino Unido: ‘The Miracle’, ‘Innuendo’ e ‘Greatest Hits II’.

1990:
• Em 18/02, o Queen recebeu o prêmio BRIT pela ‘Notável Contribuição à Música’, no Dominion Theatre, em Londres. Foi a última aparição pública de Freddie com a banda.
1991:
• O último álbum da carreira de Freddie Mercury, ‘Innuendo’, foi lançado em 09/02.
• Em maio/1991 Freddie gravou o último videoclipe com o Queen, para a música “These Are The Days of Our Lives”, que faz parte do álbum ‘Innuendo’. Freddie, Roger e John estavam presentes na gravação, com cenas adicionais de Brian May filmadas algumas semanas depois, e editadas posteriormente no vídeo (já que ele estava fora do país, em turnê promocional de uma rádio). Ao final da música olhando direto para a câmera, Freddie sussurra: “Eu ainda te amo”, e estas são suas últimas palavras em frente às câmeras.
• Em 24/11, Freddie Mercury morreu serenamente em sua casa, acompanhado dos amigos. Ele morreu de broncopneumonia, em decorrência da AIDS. Tinha 45 anos.
• Em dezembro, 10 álbuns do Queen estavam nas 100 Mais do Reino Unido.
Fonte: https://gq.globo.com/ via Grupo Whatsapp Queen Net
Os mais jovens talvez nem saibam exatamente quem foi Freddie Mercury ou nem identifiquem as canções do Queen pelos seus títulos, mas certamente reconhecerão ao menos os trechos mais populares de clássicos do rock como I Want To Break Free, Love of My Life e We Will Rock You, que marcaram a carreira da banda inglesa.
Há ainda outro hit emblemático do grupo, Bohemian Rhapsody, que impulsionou a trajetória daqueles músicos. E é justamente essa canção de estrutura complexa, com características de ópera, que dá nome ao filme, que conta a história da banda formada por Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon.
Naturalmente, devido à popularidade do vocalista, o longa dirigido por Bryan Singer (X-Men: O Filme/2000 e O Retorno de Superman/2006) centra-se na história de Mercury, morto em 1991, aos 45 anos, em decorrência de complicações da Aids. O roteiro, no entanto, só vai até 1985 e não acompanha os detalhes da relação de Mercury com Jim Hutton, seu companheiro até o fim da
vida .
Para interpretar o vocalista, foi escalado o ator Rami Malek, que estrela a série Mr. Robot, exibida no Brasil no canal Space. Malek, que tem fama de tranquilo, foi vítima da fúria de Bryan Singer durante as filmagens. Conhecido por seu temperamento intempestivo, o diretor chegou a arremessar um equipamento elétrico contra o ator.
Singer também chegava atrasado no set e deixava os atores à sua espera, depois que eles passavam horas se maquiando. Mesmo depois de receber uma advertência, continuou a arrumar conflitos e acabou sendo dispensado. Foi substituído por Dexter Fletcher – que dirige Rocketman, cinebiografia de Elton John que estreia em breve -, mas, ainda assim, oficialmente, a direção é de Singer.

Caracterização
Muitíssimo bem caracterizado como Mercury, Malek diz que não quis imitar o cantor: “Queríamos entender por que ele fazia o que fazia. Então, ver todos aqueles artistas, filmes e coreógrafos que o influenciaram foi incrivelmente útil para entendermos seus movimentos e sua forma de apresentação”.
O filme começa mostrando um dos momentos mais gloriosos do Queen, que foi sua participação no histórico show Live Aid, que arrecadava fundos para vítimas da fome na Etiópia. Em seguida, faz um flashback e vai até a infância de Freddie em Zanzibar, na atual Tanzânia, onde ele nasceu.
Graham King, produtor do filme, lembra de outros momentos importantes do longa: “A mudança de Freddie para Londres como imigrante, o preconceito que sofreu, sua timidez e insegurança com relação a sua aparência, o quanto ele lutava em várias batalhas ao mesmo tempo, seu brilho como compositor e músico e como ele encontrou outra família na banda”. Os outros integrantes do Queen são vividos por Ben Hardy, Gwilym Lee e Joseph Mazzello.
Fonte: https://www.correio24horas.com.br

O Queen Net quer acompanhar todos os fãs nesse momento incrível que é poder ver a história de uma das maiores bandas de Rock nas telas de cinema pelo mundo inteiro. Uma produção que aguardamos por tantos anos que finalmente chegou a sua conclusão, estamos imensamente felizes por esse momento e queremos propor uma ideia bacana a todos.
Você que for ao cinema com a família, com os amigos, sozinho, e tirar uma foto com posters, com ingressos, com qualquer coisa que represente o filme, envia pra gente! 😀 Iremos criar um álbum em nosso site e deixar registrado esse momento incrível. E não para por aí… Os fãs ao enviarem suas fotos, estarão automaticamente concorrendo a um CD (Single ‘No One But You / Tie Your Mother Down). Vem com a gente, siga as instruções:
Enviar fotos para o e-mail: webmaster@queennet.com.br
Coloque seu nome completo, sua cidade e o nome do cinema onde assistiu o filme.
God save the QUEEN ??

Não é preciso ser um produtor experiente como Graham King, cujo currículo abrange filmes de Michael Mann, Martin Scorsese e Clint Eastwood, para saber que Queen, uma das bandas mais bem-sucedidas da história, e seu carismático e talentoso líder Freddie Mercury valiam um filme. Mas como foi longo – 9 anos – e árduo o caminho de Bohemian Rhapsody para chegar às telas. No Brasil, o filme estreia nesta quinta-feira (1º). “Primeiro, o problema era escolher qual parte de sua vida contar”, disse King em entrevista ao Estado. “Levou muito tempo para chegar a um roteiro que me deixasse satisfeito.” No fim, foram dois escritores, Peter Morgan (indicado para o Oscar por A Rainha e Frost/Nixon) e Anthony McCarten (de A Teoria de Tudo e O Destino de uma Nação). Depois, a escolha das músicas.
A primeira controvérsia aconteceu com Sacha Baron Cohen, cotado para viver Freddie Mercury, embora King negue que seu nome estaria confirmado. “Eu disse que não ia fechar com nenhum ator sem ter um roteiro ou um diretor”, afirmou. Baron Cohen deu uma entrevista dizendo que tinha sido afastado, porque Brian May, um dos integrantes do Queen, estava querendo controlar o longa. “De repente, virou culpa dele”, contou King.
O produtor acabou encontrando seu Freddie Mercury perfeito em Rami Malek, o ator da série Mr. Robot. “Fiz uma reunião com ele, que estava tão empolgado. Dava para sentir que organicamente havia algo de Freddie nele. Não me importava muito sua aparência, não queria um imitador.” King também não queria um ator branco no papel – Mercuryera de origem pársi e nascido em Zanzibar. A família de Malek vem do Egito. O cineasta Bryan Singer (da série X-Men) ficou tão impressionado com o vídeo do ator recriando uma rara entrevista dada por Mercury, que ligou na hora para seu agente dizendo que queria que fizesse o filme.

Malek deu o sangue pelo papel: enquanto gravava Mr. Robot em Nova York, voava para Londres nas poucas folgas para fazer aulas de movimento, canto e piano. Sua primeira sequência foram os 20 minutos que reproduzem a histórica apresentação do Queen no Live Aid, em 1985, que abre e fecha o filme. “Queríamos que fosse tão autêntico quanto possível”, disse Malek. “Não dava para improvisar, porque está gravado na memória das pessoas. Ensaiei tanto que provavelmente ainda consigo fazer os 20 minutos.” A famosa performance em São Paulo, com Love of My Life, cantada a plenos pulmões pela plateia, serve como introdução e pano de fundo para a cena em que Freddie Mercury revela à sua então noiva, Mary Austin (Lucy Boynton), ser gay. Os dois permaneceram próximos a vida toda. “Mary foi o amor de sua vida”, disse Malek. Para Boynton, falar da relação dos dois é importante. “Somos tão encorajados a rotular tudo. E, quando paramos com isso, permitimos que as pessoas floresçam de maneira mais orgânica, empolgante e real. Por isso, era importante contar a história desse ser humano incrível, que foi capaz de transcender tudo isso sem fazer disso uma bandeira. Freddie apenas era ele mesmo.” A escolha, no entanto, provocou críticas de que o filme poderia estar disfarçando a homossexualidade de Mercury.
Duas semanas antes do fim das filmagens, mais um golpe: o diretor Bryan Singer foi demitido pelo estúdio por estar faltando ao set, oficialmente para cuidar da mãe doente. Dexter Fletcher, que anteriormente tinha sido cotado para a direção, rodou o que faltava. Depois de tantos tropeços, é hora de revelar Bohemian Rhapsody para o mundo, o que deixa o produtor e seus atores nervosos. “Eu sinto o peso de Brian (May) e Roger (Taylor) me darem o direito de filmar suas vidas. Eles foram muito pacientes. Meu medo durante esse tempo todo era que eles me ligassem e dissessem: ‘Quer saber? Vamos deixar pra lá’. Eles não precisam fazer o filme, têm seu legado garantido. E os dois perseveraram. Espero que tenha valido a pena.”

Sabia do show de São Paulo?
Sim, um show icônico. Só de ele dizer: ‘Obrigado, é um momento lindo’… Eram 250 mil pessoas, nem sei como um estádio comporta tanta gente.
Freddie teve uma relação especial com Mary, mas ele também era abertamente gay. Como essa identidade foi importante para ele e sua performance?
Freddie e Mary ficaram juntos por seis anos. Foi uma relação muito íntima. Ele chegou a pedi-la em casamento e logo depois saiu do armário. Acho que a fé e a confiança dela nesse relacionamento fizeram com que Freddie fosse capaz de se abrir de seu jeito e ser verdadeiro com quem era, de maneira muito bonita e profunda, mas não agressiva.
Na época, ele escondeu que era portador do HIV até quase o fim de sua vida, e hoje ele seria forçado a se manifestar, porque teria de ser um exemplo.
Ele é um exemplo porque viveu sob suas próprias regras, e isso demanda coragem, não importa que fase da vida está. Fazer aquilo em que se acredita, não importando as pressões, o que se “deve” fazer, o que te dizem para fazer.
Foi difícil fazer as cenas na frente dos integrantes do Queen?
Já foi difícil fazer na frente da equipe. Muitos deles têm idade suficiente para ter visto ou acompanhado. Daí ter Brian ou Roger vindo ao set, claro, foi um desafio. Mas fomos recebidos com tanto amor. Eles trabalharam muito para contar essa história, assim como Graham, por tantos anos. Eles foram muito calorosos e agradecidos. Tive chance de encontrá-los em Abbey Road antes. Houve um conforto. Não era que eles apareciam do nada no set para julgar minha performance.
Fonte: https://www.terra.com.br/
Confira, no vídeo abaixo, o bate papo dos dubadores do filme Bohemian Rhapsody!!
Fonte: Ícaro Antonio Rosado – via Grupo Whatsapp Queen Net
A banda vencedora do concurso ‘Esse Cover Deu Um Show’, promovido pela Movida Aluguel de Carros, está esta tarde no estádio Allianz Parque, em São Paulo, se preparando para o show de mais tarde, no evento especial para a pré-estreia do filme Bohemian Rhapsody no Brasil. O evento Celebration Experience contará com shows de Frejat, banda Malta e convidados, além da banda cover do Queen vencedora do concurso, Classical Queen.
Antônio Lobato, Julio Cesar Abrileri, Fernando Gamba e Anderson Macedo são os integrantes da banda Classical Queen e eles deixaram uma mensagem para todos nós direto do Allianz Parque nesta tarde, confira:
System Of A Down, Johnny Cash, David Bowie e até o Vitas ganharam “homenagem” em clássico do Queen

Anthony Vincent está de volta e agora o músico foi ousado.
Conhecido por conta do seu canal no YouTube onde regrava canções clássicas ao estilo de várias bandas diferentes, ele resolveu atender inúmeros pedidos e interpretou o clássico “Bohemian Rhapsody”, do Queen, com as características de 42 bandas diferentes.
No vídeo abaixo você pode ver como “Bohemian Rhapsody” foi interpretada aos estilos de nomes como System Of A Down, Ozzy Osbourne, Bad Religion, Kendrick Lamar e até mesmo outros nada óbvios como Johnny Cash, Skrillex e ao estilo de Star Wars.
Divirta-se na sequência.
Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

O que todos sabem, o baixista do Queen, John Deacon, não se envolve publicamente com projetos atuais do Queen, como a parceria da banda com o cantor Adam Lambert. As pessoas vivem se perguntando onde está Deacon, todos os fãs sentem a sua falta e inclusive todos cogitaram a ideia, sem perder a esperança, de que ele estaria presente na divulgação oficial de Bohemian Rhapsody, o filme biográfico do Queen, mas infelizmente ele não esteve presente.
O jornal britânico Daily Mail publicou hoje (27), uma notícia sobre o paradeiro atual de John Deacon:

Descobri que o fato é que esse homem silencioso e inteligente, agora com 67 anos, sempre se esquiva de qualquer coisa que tenha a ver com aparições públicas.
O agente de relações públicas da banda, Phil Symes, disse-me esta semana: ‘Ele está apenas vivendo uma vida particular’.” publicou o tabloide.
John escolheu viver sua vida particular da forma que acha correta para si, nós fãs o apoiamos em sua decisão apesar de sentirmos sua falta, ele fez muito pelo Queen, pela música, e tem todo o direito de viver como desejar.
God save the QUEEN!
Fonte: www.dailymail.co.uk
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