Alírio Netto é um cantor brasileiro que iniciou sua carreira na música ainda muito jovem, integrou bandas de Rock durante sua trajetória, apresentou musicais dentro e fora do Brasil e em 2016 foi escolhido para dar vida a Galileo, o protagonista do musical oficial do Queen em sua versão brasileira, o “We Will Rock You”, o que representou muito bem e foi um sucesso.
Alírio não parou por aí, sempre carregou o Queen em sua vida pessoal e profissional e não foi a toa que chegou a talvez o seu momento mais importante em relação à banda, ele foi escolhido para se tornar o vocalista do tributo oficial, o Queen Extravaganza, função ocupada anteriormente por Marc Martel. A banda ainda conta com o baterista Tyler Warren (também percussionista do Queen + Adam Lambert), o baixista François-Olivier Doyon, o guitarrista Nick Radcliffe e o tecladista Darren Reeves.
A turnê do Queen Extravaganza se inicia no segundo semestre deste ano, e Alírio Netto concedeu uma entrevista exclusiva ao Queen Net que você irá conferir a seguir:

1 – Já conhecia nosso Fã Clube – Queen Net?

Eu já conhecia o fã clube sim, já sigo há algum tempo, antes mesmo do “We Will Rock You”, sempre fanático pelo Queen então sempre gostei de ficar antenado com todos os sites, principalmente os brasileiros. E é muito legal você saber ver que tem muito mais gente tão apaixonado pelo Queen assim como eu, então com certeza eu já seguia sim.

2 – Nos fale como foi a experiência de fazer o Musical “We Will Rock You”?

We Will Rock You pra mim foi um sonho, eu sempre fiz musical no Brasil e fora também, e foi um caminho natural, quando eles fizeram o We Will Rock You, me chamaram para as audições, então peguei o papel de Galileo que era um sonho pra mim, realmente mudou a minha vida esse musical, e através dele como falei conheci minha esposa, tive o primeiro contato com o Brian May e foi o que me levou ao Queen Extravaganza.

3 – Qual foi seu maior desafio ao interpretar Galileo no musical We Will Rock You?
 Pra interpretar um personagem como o Galileo é preciso um preparo físico de atleta! Eram 7 ou 8 sessões por semana, 3 horas de espetáculo e muitas notas agudas! Ele é um menino sonhador que está pronto pra fazer o que for preciso pra salvar o rock n roll, então as cenas exigiam uma energia física muito grande. Mas o prazer de cantar essas músicas era o do mesmo tamanho do desafio. E uma das coisas mais difíceis pra mim também foi dançar, isso foi o mais difícil de todas as coisas, e obviamente as músicas do Queen como cantor sempre são um desafio, mas realmente dançar foi o mais difícil para mim.
4 – Teve algum momento enquanto esteve com o musical que marcou para você? Algum história divertida? Algo que você vai sempre se lembrar?
O We Will Rock You foi especial demais pra mim. Foi onde eu e a minha esposa, Lívia Dabarian, que fazia a Scaramouche, nos conhecemos e nos apaixonamos! Eu pedi ela em casamento no palco, ao final da sessão do musical no dia dos namorados! Tive que pedir a autorização dos gringos responsáveis pelo musical e não foi fácil! O We Will Rock You mudou as nossas vidas.
(Alírio durante o pedido de casamento a Livia Dabarian. Foto: Catharina Figueiredo)
(Foto: Catharina Figueiredo)

5 – Como foi o início de seu interesse pela música?

Meu início na música foi exatamente através do Queen, eu me lembro que eu era bem novo, tinha sete anos e eu vi aquela cena antológica do Freddie Mercury  cantando Love of My Life na frente de milhares de pessoas no Rock in Rio e me apaixonei ali na hora pela música, e como criança eu vislumbrei aquele momento e falei “caramba, que legal isso!”, então me apaixonei na hora pela banda e pela arte também, e gosto de dizer que realmente foi o Freddie Mercury, o Queen que me fez querer viver essa profissão. Aquela paixão que ele gritava ali, fazendo aquelas pessoas cantarem, aquela entrega toda me fez apaixonar pela música e eu agradeço a ele todo dia por ter me dado a oportunidade de estar ali através da música dele e despertar esse artista que há em mim.

6 – Há quanto tempo seu trabalho é focado no Queen, e esta escolha foi por ser fã?

Na verdade eu tenho uma carreira fora das músicas do Queen, eu tenho cinco discos lançados com bandas, eu tive uma banda de rock progressivo chamada “Khallice” e tivemos dois discos com ela, giramos o Brasil umas quatro vezes, chegamos a assinar contrato com uma gravadora americana chamada Magna Carta e até tocamos com Guns n’ Roses e Iron Maiden. Também tive uma outra banda chamada “Age of Artemis”, fizemos o Rock in Rio e tivemos dois discos lançados no Brasil, Europa e Japão. Tive um outro projeto com a banda The Lince, também de rock progressivo, e foram todos esses discos e inglês. E no início do ano passado eu lancei meu primeiro disco solo chamado “João de Deus”, um disco em português que acabei depois lançando outros singles, e estão todos eles disponíveis em toda as plataformas digitais, se alguém tiver interesse em conhecer um pouco mais. E obviamente tudo isso foi uma inspiração através do Queen, me lembro que vi várias entrevistas do Freddie Mercury e aquilo que ele fazia, aquela coisa de entrega além de composição foi o que despertou esse lado de compositor em mim, e uma coisa engraçada que todos os musicais que eu ganhei , nos meus papéis eu sempre cantei músicas do Queen e obviamente isso me abriu um precedente para, pois desde que eu comecei lá com quinze anos sempre fiz cover do Queen e através disso eu fiquei com aquela vontade de estudar canto, tocar piano, todas aquelas coisas que o Freddie Mercury fazia, depois de muito tempo fui migrando para a ópera, depois para o teatro musical, sempre através das músicas do Queen e as músicas deles me ajudou muito a formatar minha técnica e a minha voz, claro guardada as devidas proporções pois o Freddie Mercury é inigualável . E olha que bacana, depois fui para o We Will Rock You, foi o Brian May que escolheu a gente, eu e minha esposa Livia Dabarian, como disse anteriormente a gente se casou depois que eu a pedi em casamento no palco, e por fim veio o Queen Extravaganza, que é algo que veio para mudar minha vida, eles me chamaram quando eu estava em um show em Londres, eu já estava na lista do Brian May, veja que legal, e então eles me chamaram pra conversar sobre o Queen Extravaganza, foi sensacional!

7 – Você tem um talento enorme para a música e todos nós já conhecemos, você entrou para o ramo musical ainda muito jovem, mas esse sempre foi mesmo seu sonho?
Cantar sempre foi o que me trouxe mais prazer e o palco é a minha casa. Comecei a cantar profissionalmente na adolescência e desde então meu foco sempre foi melhorar para alcançar meus objetivos.
Estudei muito e continuo trabalhando para melhorar sempre, ainda mais agora com essa tour que e um sonho sendo realizado.

8 – Qual musica b-side que você mais gosta, e acha que deveria ter sido lançada em algum álbum?

Eu gostaria que eles tivessem lançado os dois duetos com o Michael Jackson, na verdade um foi lançado em um disco, o outro não foi lançado em nenhum se não estou enganado, que foi a música “State of Shock”.

9 – Qual música do Queen você mais gosta na sua voz, qual você mais gosta de cantar?
Uma das minhas musicas preferidas e que eu mal posso esperar pra cantar nessa turnê é “Bohemian Rapsody”. Essa musica fez história no mundo, sendo o primeiro video clip a ser produzido e é a musica mais tocada no mundo inteiro até hoje. Vai ser um momento muito especial do show.
Love of My Life também e muito especial para mim, mas também não posso deixar de falar de The Show Must Go On.
10 – Qual seu álbum e música favoritos?
Eu tenho fases de álbuns do Queen, mas um que eu realmente gosto muito é Innuendo, e The Show Must Go On é uma das músicas que eu mais gosto na vida, ma eu tenho uma queda muito grande pelo A Kind of Magic com Who Wants To Life Forever. É difícil escolher, é difícil falar sobre isso (risos), muda de tempos em tempos, mas se for pra escolher é tipo isso.

11 – E sobre suas apresentações com o espetáculo “Freddie Mercury Revisited”, como foi a receptividade do público? Conte-nos dessa outra grande experiência.

“Freddie Mercury Revisited” foi uma ideia que eu tive com a minha esposa, pra gente revisitar as músicas do Freddie Mercury e voltar elas com um formato que acho que como elas foram concebidas. Hoje nós temos computador, todo tipo de coisa, mas na época no começo do Queen, eu imagino o Freddie ligando pro Brian May, pro Roger Taylor, pra todos eles e falando ‘cara, vem aqui pra casa, vamos fazer um som, traz as violas e a gente vai compondo’… E aí a gente quis criar essa atmosfera de novo nos shows, então nós criamos uma sala, onde tem um sofá, todas essas coisas, onde eu fiz todos os arranjos pra violão, piano e quatro vozes. Nós estreamos o show em Nova York e depois fizemos com a produção do Poladian, que é um cara já muito renomeado no mercado, um produtor muito conhecido, a gente fez no Theatro Municipal do Rio de Janeiro lotado, lotamos também o Teatro Bradesco em São Paulo duas vezes, então realmente foi um sucesso. Obviamente com a minha entrada no Extravaganza, nós tivemos que parar o show, até pra que eu pudesse fazer de maneira correta com os gringos.

12 – Como se sentiu ao ser escolhido para ser o frontman do Queen Extravaganza?

Foi um sonho, eu não imaginava! E eu tava de lua de mel com minha esposa e a gente já estava muito feliz por estarmos na lista do Brian May pro show do Queen em Londres, três dias antes recebi um email do Jim Beach, o empresário do Queen, perguntando se eu não tinha interesse no Queen Extravaganza, aquilo ali pra mim já foi algo impressionante. Então cheguei antes no show, nós fizemos uma reunião, eles me passaram as diretrizes do que eu tinha que fazer, ficamos negociando em torno de dois meses até que eles me anunciaram, foi pra mim um sonho. Sei do tamanho da responsabilidade que é cantar numa banda como o Extravaganza que tinha um frontman, que era considerado quase um Freddie Mercury, o Marc Martel, que era um super cantor, mas eu me sinto pronto, estou disposto a morrer por essas músicas como já disse inúmeras vezes, pois elas forjaram a minha carreira, e assim, Queen é uma das bandas que eu mais amo no mundo, é uma grande honra. E no momento em que eu vi minha foto no site do Queen com o Roger Taylor falando aquelas coisas ali, eu chorei, foi sensacional, eu estou muito honrado e vou fazer meu melhor pra entregar essas músicas como elas devem ser entregues, eu não sou e nem tento chegar perto do que era Freddie Mercury, então respeitando a obra do Queen, eu vou tentar fazer meu melhor, mas também colocar minha digital, porque Freddie Mercury só teve um.

13 – É realização de um sonho? Já caiu em si da responsabilidade por ter sido escolhido pelos membros da banda? É realização de um sonho?

Isso é a coisa mais maluca de todas, porque você ter o carimbo dos caras que fizeram as músicas, eu acho que é a maior recompensa de todas, sem medo de soar piegas ou alguma coisa assim, pra quem é fã do Queen ver o Brian May e o Roger Taylor falando ‘cara, a gente quer você cantando nossas músicas’, eu fiquei acho que uns dez dias assim ‘será que é isso mesmo? Será que eu não vou abrir o olho e ver que foi um sonho?’ até que a ficha caiu. Eu sei que a responsabilidade é grande, mas eu sou um cara muito focado e já estou me preparando desde agora, pra que quando começar, pois são muitos shows, são em torno de cinquenta shows, vamos fazer Estados Unidos, Canadá, Europa, então é bastante coisa, bastante responsabilidade, mas vamos lá, só faz gol de pênalti quem bate!

14 – Se você pudesse escolher um álbum do Queen para apresentar na íntegra com o Queen Extravaganza, qual seria?
Com certeza o “Greatest Hits”, que é o que vamos fazer nessa turnê. Eu amo muitas musicas lado B tanto do Queen quanto da carreira solo do Freddie, mas ver a plateia sendo contagiada por essas musicas que marcaram gerações, não tem preço.
15 – Os fãs do Queen acolheram Marc Martel muito bem no Queen Extravaganza, agora você chegou para substituí-lo, acredita que esse fator será um desafio para você? Quais são suas expectativas nessa nova fase da sua carreira?
Na verdade, o grande desafio proposto aqui, pra mim, pro Adam Lambert, Paul Rodgers, Marc e pra qualquer cantor que estiver em um projeto oficial do Queen, é cantar essas músicas pros fans do Freddie, o insubstituível! Tudo que eu espero é que o público se divirta e que a gente consiga manter essas músicas vivas para todas as próximas gerações e celebrar sempre o maior vocalista e banda de todos os tempos.

16 – Acha possível o Queen Extravaganza vir ao Brasil?

Eu acho possível sim que venha para o Brasil, para a América do Sul, não sei realmente como está isso porque o Queen é uma empresa que tem todo controle sobre todas as ações, tudo aquilo que acontece, mas eu acredito que isso possa ser possível sim e esperamos que sim, eu adoraria, porque imagina eu fazer uma turnê, cantando essas músicas aqui no meu país, pois eu me senti muito acolhido pelo povo brasileiro, todo mundo me dando muita força, a grande maioria das pessoas, claro que não existe unanimidade, mas eu gostaria muito de retribuir esse carinho fazendo uma turnê aqui e na América do Sul também.

17 – Qual conselho você daria para uma pessoa que quer ser um artista, como você, mas tem muitas dificuldades.

Acho que o melhor conselho que eu posso dar é: faça tudo por amor, encontre dentro de você aquilo que faz sentido, aquilo que faz o seu olho brilhar e com certeza você vai tocar as pessoas e aí sim você se torna um artista. Óbvio que você precisa ter muita organização, muito foco pra tudo aquilo que você ta fazendo porque o preço é muito caro, você precisa estar disposto a ouvir muito “não”, muito mais do que “sim”, mas com certeza a recompensa é maravilhosa. O palco é mágico, o palco é um lugar onde você pode tocar todo mundo, então é uma troca de energia muito grande, é um privilégio estar ali, se você entender isso, for se organizar, estude bastante, a não ser que você  realmente queira partir para um outro lado, tipo o que tem tocado muito nas rádios hoje, que não faz muita diferença pra quem gosta de uma banda como o Queen por exemplo, mas se você quiser faze a diferença você precisa ser o primeiro a acordar e o último a dormir pra fazer isso acontecer, pelo menos é assim que eu faço.

Nossos sinceros agradecimentos ao Alirio por nos ceder esta entrevista e desejamos muito sucesso em sua nova empreitada!

Seguem as datas e locais da nova turnê do tributo oficial do Queen, nos Estados Unidos e Canadá.

TOUR DATES
9/6/18 Sacramento, CA Ace of Spades
9/7/18 Riverside, CA Fox Performing Arts Center
9/8/18 Los Angeles, CA The Wiltern
9/11/18 Houston, TX House of Blues – Houston
9/12/18 Dallas, TX House of Blues – Dallas
9/14/18 Louisville, KY The Louisville Palace Theater
9/15/18 Detroit, MI St. Andrews
9/16/18 Grand Rapids, MI 20 Monroe Live
9/18/18 Chicago, IL House of Blues
9/19/18 Madison, WI Orpheum Theater
9/20/18 Carmel, IN Carmel Center for the Performing Arts – The Palladium
9/22/18 Atlantic City, NJ Harrah’s Casino
9/23/18 Norfolk, VA Norva Theater
9/24/18 Red Bank, NJ Count Basie Theatre
9/25/18 Port Chester, NY The Capitol Theatre
9/26/18 Bethlehem, PA Sands Bethlehem Event Center
9/28/18 Westbury, NY Theatre at Westbury
9/29/18 Wallingford, CT Oakdale Theatre
9/30/18 Montclair, NJ The Wellmont Theater
10/3/18 Halifax, NS Rebecca Cohn Auditorium
10/4/18 Moncton, NB Casino New Brunswick
10/6/18 Montreal, QC MTELUS
10/9/18 Ottawa, ON Centrepointe Theatre, Ben Franklin Place
10/11/18 Kitchener, ON Centre in the Square
10/12/18 Toronto, ON Danforth Music Hall
10/13/18 Hamilton, ON FirstOntario Concert Hall
10/16/18 Winnipeg, MB Burton Cummings Theatre
10/18/18 Calgary, ALB Grey Eagle Event Centre
10/19/18 Edmonton, AB Winspear Centre For Music
10/21/18 Surrey, BC Bell Performing Arts Center

 

Fonte: https://www.instagram.com/queennetbrasil/

Adam Lambert, que vem atuando ao vivo com o Queen, deu uma entrevista ao NME sobre esta experiência.

Questionado sobre as canções do Queen que mais luta lhe deram, responde o norte-americano: “Algumas foram difíceis de aprender. A ‘Don’t Stop me Now’ – a letra é enorme. A questão é que o Freddie parecia deslizar em algumas letras… ao ouvir os discos, às vezes pergunto-me: mas o que é que ele está fazendo?”.

Sobre as suas canções favoritas, diz: “Adoro a ‘Another One Bites The Dust’,adoro o baixo. E adoro cantar a ‘Somebody To Love’, adoro a letra e identifico-me com ela. Cantar a ‘Who Wants To Live Forever’ é sempre muito intenso. Foi o Brian que a escreveu, sobre o seu pai, mas claro que me faz pensar no Freddie”.

Sobre os seus companheiros de palco, Adam Lambert revela que Brian May “é um pensador e um homem de sentimentos”. Gosta de analisar o componente das coisas, seja ele emocional ou científico. Concentra-se muitíssimo no sentimento que quer atingir. Não é impulsivo. O Roger é fogoso e impulsivo. É o baterista; é vistoso e glam. Nesse aspeto é muito rock and roll e complementam-se os dois muito bem”, considera. “Têm sido muito abertos e bondosos comigo. Já somos uma família”.

Fonte: http://blitz.sapo.pt

Segundo informações de um editor do Collier, a voz de Rami Malek no filme Bohemian Rhapsody foi uma uma combinação dublada por 3 pessoas diferentes.

Isso aconteceu nas cenas de músicas em que o cantor Freddie Mercury é interpretado.

”Update sobre ‘Bohemian Rhapsody’. A voz de Rami Malek como Freddie Mercury é uma combinação de 3 pessoas. Mal posso esperar para ver o filme”

Bohemian Rhapsody tem previsão de estreia para 01 de novembro de 2018. O roteiro é assinado por Anthony McCarten (A Teoria de Tudo), com direção de Bryan Singer.

 

Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br

10 curiosidades sobre uma das guitarras mais famosas do mundo e que foi construída pelo próprio guitarrista do Queen.

Quase tão icônica como o Queen, a Red Special é a guitarra que Brian May tem usado de forma praticamente exclusiva durante toda a sua carreira. Concebida e construída pelo próprio guitarrista e pelo seu pai, Harold, durante 18 meses, nos anos de 1963 e 64, a Red Special tem uma magia intensa.

Em “Brian May’s Red Special”, a sua história é contada pelo próprio Brian May e escrita pelo autor Simon Bradley que relembra à Louder Sound 10 fatos sobre a guitarra que se destacam no livro. Na entrevista (no player em baixo) Brian May confirma vários desses fatos.

Se desejam descobrir mais detalhes sobre “The Red Special”, podem fazê-lo no site oficial.

  1. Sem dúvida, a peça de mogno que forma o braço é o aspecto mais conhecido da guitarra. Essa peça de madeira fazia parte de uma lareira com cerca de cem ano que andava na garagem da família e que Brian May moldou e refinou com várias ferramentas que o próprio desenvolveu.
  2. O braço de mogno está assente numa resistente peça de carvalho entranhada na guitarra que, por sua vez, serve para aguentar a tensão das cordas e manter a estabilidade. Para a escala, o guitarrista desejava uma peça de ébano, mas acabou por se contentar também com carvalho que o próprio pintou de negro e poliu à mão.
  3. Ao contrário de uma Fender Stratocaster, por exemplo, a guitarra foi concebida de forma a permitir remover o guarda-unhas sem ter que mexer nos componentes electrónicos. Feito a partir de Perspex, mantém-se ainda em bom estado de conservação, ainda que os contornos dos pickups já tenham sido submetidos a restauro, em 1998.
  4. Quanto aos pickups, tratam-se de um trio de Burns Tri-Sonic e são as unidades originais que May instalou quando construiu a guitarra. O guitarrista chegou a tentar construir uns, mas não conseguiu ultrapassar alguns problemas electro-técnicos e acabou por comprar os pickups.
  5. A alavanca de vibrato foi feita a partir do esteio do selim de uma bicicleta, a que Brian associou parte uma agulha de costura da sua mãe.
  6. O estojo de costura da sua mãe foi “assaltado” também para Brian obter os inlays da escala (que na verdade são botões perlados de uma camisa da Sra. May). Cada um foi moldado por Brian May para ser inserido na escala e os mais coloridos foram dispostos em trio no 24º traste.
  7. Por incrível que pareça (e contrariando vários guitar techs que o músico já teve) a escala nunca foi alvo de nenhum re-fret), mantendo os trastes originais que está junto ao nut. Estão bastante desgastados, após cinco décadas de uso intensivo, mas Brian afirma que a forma suave como toca torna a substituição desnecessária.
  8. Quando construiu a guitarra, os trastes foram alvo de complicados cálculos, para definir a sua espessura exata. Na verdade, o guitarrista recorreu a um dos primeiros computadores pessoais  para obter os valores exatos em 100 casas decimais.
  9. A Red Special figura em praticamente todas as canções que o Queen gravou. As exceções são as canções “My Melancholy Blues”, do álbum de 1977 “News Of The World”, e “Crazy Little Thing Called Love”, do álbum de 1980 “The Game”, nas quais Brian May usou uma rara Fender Esquire do seu colega de banda Roger Taylor.
  10. A Red Special é, provavelmente, a guitarra eléctrica mais famosa do mundo e as medidas de segurança aplicadas ao seu redor quando anda em apresentação são bastante… intensas. Por exemplo, durante a apresentação do Queen na América do Sul, em 1981, a guitarra era sempre escoltada por guardas armados!

 

Fonte: https://artesonora.pt

Depois de ontem dar concerto quase esgotado em Lisboa, o guitarrista do Queen passeia  pela cidade e pela Margem Sul

“Sinto-me sortudo por poder ver Lisboa assim e por poder fazer da sua vida por breves momentos. Obrigada por nos receberem pessoal e por nos fazerem sentir tão especiais”. Quem fala assim, no seu Instagram, foi Brian May que, depois de ontem ter atuado na Altice Arena, em Lisboa, parece ter passado a manhã passeando pela cidade.

Segundo as fotos partilhadas no Instagram, o britânico visitou a Basílica da Estrela e o Cristo Rei, deixando-se ainda encantar pelos jacarandás em flor.

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O Queen e Adam Lambert seguem agora para Espanha, onde tocam hoje, 9 de junho, em Madrid.

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt

Está afim de curtir um som do Queen ao vivo? Então confira as agendas das bandas covers Classical Queen e Queen Tribute Brazil. Chamem os amigos e divirtam-se!

 

 

Fonte? Instagran Queen Net

 

1 – Sabia que seu nome de batismo era Farrokh Bulsara? O artista mudou de nome legalmente para Freddie Mercury por volta de 1970, quando a banda Queen se formou.

2 – Apesar de toda a desenvoltura que ele demonstrava no palco, Freddie Mercury era incrivelmente tímido e raramente dava entrevistas.

3 – Seus artistas favoritos eram Jimi Hendrix e Aretha Franklin, e Freddie Mercury era um ávido colecionador de selos.


Freddie Mercury

 

4 – Dizem que certa vez Freddie Mercury ajudou a Princesa Diana se fantasiar de homem para quer ela pudesse sair para a balada com os integrantes do Queen sem ser reconhecida.

5 – Embora Freddie Mercury tenha sido eleito como um dos mais importantes britânicos em uma pesquisa realizada pela BBC — ele ficou na posição 59 de 100 —, o artista não nasceu no Reino Unido, mas em Zanzibar, no litoral da Tanzânia.

6 – Antes de se tornar uma estrela da música, Freddie Mercury trabalhou no Aeroporto de Heathrow, em Londres.


Freddie Mercury

7 – Quando um repórter perguntou a ele sobre o significado da icônica música “Bohemian Rhapsody”, Freddie Mercury respondeu que a letra não tinha significado algum e não passava de uma porção de bobagens reunidas para fazer rima.

8 – Sabia que Kurt Cobain mencionou Freddie Mercury em sua carta de suicídio? Cobain teria escrito que admirava e invejava a habilidade de Mercury de se apresentar diante de seu público e aceitar todo o amor e adoração demonstrados pelos fãs.

Freddie Mercury

9 – Freddie Mercury teve um longo relacionamento amoroso com uma moça chamada Mary Austin nos anos 70 — e foi ela que o artista deixou sua casa e boa parte de sua fortuna, além de torná-la beneficiária dos royalties de suas músicas.

10 – Mercury inclusive escreveu várias músicas sobre Mary — sendo a mais famosa delas “Love of my Life”.

11 – Falando em músicas, Freddie compôs a canção “Crazy Little Thing Called Love” enquanto relaxava na banheira de um hotel.


Freddie Mercury

12 – Freddie Mercury iniciou um relacionamento sério com Jim Hutton em 1985, cinco anos antes de Hutton descobrir que era soropositivo.

13 – Hutton viveu com Mercury até a sua morte, em novembro de 1991, cuidou do artista até o final e estava ao seu lado quando Freddie faleceu.

14 – Mercury optou por não tornar a sua condição pública para proteger as pessoas mais próximas do assédio da imprensa, e só divulgou que tinha HIV por meio de uma nota no dia de sua morte. Os integrantes da banda e os amigos mais chegados sabiam o que artista tinha muito antes de ele falecer.


Freddie Mercury

15 – Uma espécie de planta — com flores amarelas — foi batizada com um nome inspirado no de Freddie Mercury depois de sua morte. Um asteroide também foi nomeado em sua homenagem.

16 – Freddie Mercury e Michael Jackson tentaram trabalhar juntos, mas parece que a parceria acabou caindo por terra porque Jackson insistia em levar sua lhama de estimação para o estúdio de gravação.

17 – Mercury chegou a ter 10 gatos de uma vez e inclusive dedicou um álbum — “Mr. Bad Guy” — e uma música (“Delilah”) aos bichanos.

18 – Freddie Mercury não curtia muito o próprio sorriso, mas se recusou a usar aparelho ou fazer qualquer tratamento estético por medo de que os procedimentos alterassem sua voz.

 Freddie Mercury

O vídeo clipe lançado em 1982 foi o primeiro a ser banido da MTV por conta das cenas de nudez. Uma nova versão foi lançada no site oficial do Queen com as letras acrescentadas.

 

Fonte: https://whiplash.net/

É com muito prazer e satisfação, que estreamos a versão de 20 anos do Queen Net.

O site nasceu de forma tímida, em 1999, idealizados por Alexandre Portela e Bruno Cavalcante. A intenção a princípio era a de fazer um site onde se pudesse expressar todo o amor, carinho e admiração pelo Queen.

Com o tempo o Queen Net foi fazendo amigos, conhecendo pessoas que tinham o Queen como algo em comum… crescendo… Foi quando a partir de  2003 o Queen Net passou a categoria de Portal, contando com a interação com os usuários.

O Queen Net com a ajuda de seus amigos, membros e colaboradores, conta hoje com uma gama de vastas informações: biografia, discografia, composições, cateirinha do fã, reportagens, letras traduzidas, entrevistas, depoimentos, notícias, fotos, filmografia, shows, premiações… E não só do Queen, mas da carreira solo de seus integrantes.

Todos, sem exceção, que tenham amor, carinho e respeito pela banda, estão convidados a fazer parte do Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil.

Agradecemos a todos que, de qualquer forma, sempre apoiaram e ajudaram o Queen Net. Sintam-se a vontade, pois o Queen Net é Nosso – de todos os fãs!

Equipe Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil
Simplesmente… Queen

 


É isso mesmo! Henry Cavill bigodudo cantando uniformizado de herói a música Bohemian Rhapsody, da banda Queen.

Qual a semelhança entre entre Bohemian Rhapsody, cinebiografia de Freddie Mercury, e a história do Superman? A única resposta lógica possível é Henry Cavill bigodudo, quando o ator apareceu em uma série de fotos e vídeos com o uniforme do super-herói e seu bigode cultivado para o filme Missão Impossível – Efeito Fallout (2018).

Pensando nisso, o canal Cinema Blend criou uma paródia intitulada Kryptonian Rhapsody, que mescla o áudio do trailer da cinebiografia estrelada por Rami Malek, com imagens dos filmes O Homem de Aço (2013), Batman Vs Superman – A Origem da Justiça (2016) e Liga da Justiça (2017). Já imaginou, ver o Superman cantando as músicas da banda Queen?

 

Confira a paródia abaixo e compare com o trailer de Bohemian Rhapsody acima. A cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen chega aos cinemas do Brasil dia 1º de novembro.

 

Fonte: http://www.adorocinema.com  Via Whatsapp Queen Net

Assistimos ao trailer de BOHEMIAN RHAPSODY, cinebiografia da banda Queen que chegará aos cinemas esse ano. E aí, o que esperar? Será que Rami Malek, o Mr. Robot, vai conseguir entregar um bom Freddie Mercury? Será que vai ser fiasco ou uma surpresa boa?  (Cinema com Rapadura)

 

Fonte: Cinema com Rapadura no Youtube

Neste vídeo, Luiz Felipe Carneiro “reage” ao trailer do filme do Queen e comenta outras notícias do mundo da música.

 

Fonte: https://whiplash.net

QUEEN EXPERIENCE IN CONCERT

 

Release:

Fundada em meados de 1970, o QUEEN foi uma banda de rock Britânica, formado por Brian May (guitarra e vocais), Freddie Mercury (vocais e piano), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria e vocais). A banda é frequentemente citada como um dos expoentes do seu estilo, também sendo um dos recordistas de vendas de discos a nível mundial. A música da banda também é conhecida por ser altamente eclética, variando entre várias vertentes do rock.

Após dois anos de estudos, pesquisas e laboratório, buscando a excelência em cada detalhe artístico e musical da Banda QUEEN, chega ao cenário musical do Brasil, de forma protagonista, o mais fiel tributo ao QUEEN. Batizada de MAGIC QUEEN, a banda apresenta o tributo QUEEN EXPERIENCE IN CONCERT, um espetáculo que promete embarcar o público numa viagem emotiva, remetendo aos sucessos das décadas de 70 e 80 no auge do sucesso da banda britânica.

Produzido com afinco, formatado em 80 minutos, o QUEEN EXPERIENCE IN CONCERT, encanta por excelência todo seu público, desde os mais experientes que tiveram a oportunidade de vivenciar as décadas dos anos 70 e 80, como as crianças, resultado de gerações e gerações que aprendem a admirar a obra, e por que não dizer, hinos dessa que foi uma das maiores bandas DE TODOS OS TEMPOS.

QUEEN EXPERIENCE IN CONCERT traz aos palcos o maior espetáculo QUEEN das Américas. Com 25 integrantes. Orquestra ao vivo, além da participação especial da banda MAGIC QUEEN, um dos melhores tributos do Brasil.

Serviço:

Blumenau – 21/06/18
 Florianópolis – 22/06/18
Joinville – 23/06/18

 

Agradecimentos a: Hermes Gregorio

‘Cobra Kai’ série original do YouTube Red, uma plataforma Premium do YouTube, recebe Queen na trilha sonora de sua primeira temporada, com a música “I Want It All” que toca ao início do último episódio. A série é uma sequência dos filmes Karatê Kid dos anos 80.

Sinopse: “Trinta anos depois do embate entre Daniel Larusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), a rivalidade desses dois ressurge quando Lawrence decide retomar sua vida por meio do infame dojo Cobra Kai. Enquanto ele busca redenção, o agora bem-sucedido Daniel, por sua vez, tenta superar os desafios de sua vida sem a ajuda do seu mentor, o Sr. Miyagi.”

‘Cobra Kai’ teve uma ótima aceitação pelo público e superou audiência de renomadas séries da Netflix , como ‘13 Reasons Why’, entre outras.

Uma série bem interessante, principalmente aos fãs do velho Karatê Kid, está aprovada. Cobra Kai já teve a sua segunda temporada confirmada para o ano de 2019, torcemos para ter mais Queen em sua trilha sonora =)

Trailer oficial de Cobra Kai:

 

Após a grande repercussão do trailer do filme biográfico do Queen, ‘Bohemian Rhapsody’, que já emocionou a maior parte dos fãs e dos admiradores da banda e causou a ansiedade de todos na semana passada, em seu site oficial o Queen ofereceu recentemente a grande oportunidade para seus fãs fazerem parte do longa de uma forma interessante: cantando a canção Bohemian Rhapsody!

Put Me In Bohemian: “Os fãs do Queen em todo o mundo podem visitar www.putmeinbohemian.com em um dispositivo móvel e gravar sua melhor interpretação de ‘Bohemian Rhapsody’, para ter a chance de ter sua voz incluída no filme.

Uma vez que a gravação for enviada, ela será enviada para a equipe que está trabalhando no filme e, se selecionada, sua voz poderá ser incluída no filme como parte da multidão cantando durante uma cena ao vivo” declarado no site oficial da banda.

E aí, vai querer ficar de fora? Corre para o seu celular e faça sua gravação, não perca essa chance!

Lembrando que ‘Bohemian Rhapsody’ estrelado por Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joe Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor), chega aos cinemas brasileiros no dia 1º de Novembro deste ano.

Fonte: Queen Online

Em comemoração aos 20 anos da banda God Save The Queen, tributo à lendária banda britânica Queen, o grupo fará uma parada em Brasília no dia 17 de junho, como parte de sua turnê internacional. O evento acontecerá no Centro de Convenções, às 20h, com músicas clássicas, como Bohemian Rhapsody, Radio Gaga, We Will Rock You e We Are The Champions.

O grupo apresenta vestuários e instrumentos parecidos com os da banda original. A semelhança física e vocal de Pablo Padín com Freddie Mercury também chama atenção.

Criado em 1998 na Argentina, os integrantes do God Save The Queen procuram ser os mais fiéis possíveis ao grupo britânico, com instrumentos originais, vestuários e cenografias do Queen. O objetivo é dar ao público a sensação de estar vendo e ouvindo a legítima banda ao vivo.

 

Serviço:
God Save The Queen
No dia 17/6 (domingo), às 20h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Salão Master. Ingressos: R$ 80 (poltrona superior), R$ 130 (poltrona especial) e R$ 140 (poltrona vip e vip lateral). Valores referentes à meia-entrada. Pontos de venda: Central de ingressos do Brasília Shopping e site 

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Fonte: https://www.metropoles.com