RESULTADO DA SUPER PROMOÇÃO!

Queremos agradecer a todos que participaram, vocês nos ajudam a fazer esse fã clube crescer, nos divertimos juntos e o mais importante que é poder compartilhar muito Queen independente de qualquer coisa. 

Parabéns aos vencedores que seguiram corretamente todas as instruções, a ordem dos prêmios correspondem a ordem do sorteados:

Sixpence Brian May: Marcelle Carvalho
Single “The Show Must Go On”: Maxmilian Do Valle Ziegelmüller
Revista “Freddie Tribute Genius”: Paty Mercury Bomi Bulsara

Aos vencedores, fiquem atentos na caixa de mensagem de vocês, entraremos em contato em breve para os detalhes de envio.

E a todos nossos seguidores, continuem ligados em nossa página, sigam a gente no Instagram (@queennetbrasil) e fique por dentro do nosso site: www.queennet.com.br

Ainda vem muita coisa boa por aí!!!

GOD SAVE THE QUEEN 

O matemático Art Garfunkel e o astrofísico Brian May não estão sozinhos

 

Brian May (Queen)

O guitarrista do Queen não tem só cabelo de cientista louco. Ele é, efetivamente, um cientista louco. Em 2007, o músico tirou um diploma de doutor em astrofísica pelo Imperial College de Londres – a 8º melhor instituição de ensino superior do mundo, segundo os rankings de 2017, por onde passaram, entre outros, H. G. Wells e Alexander Fleming. Ele havia começado a pesquisa em 1970 – estudando a reflexão da luz do sol por partículas de poeira cósmica –, mas precisou interrompê-la em 1974 para fazer turnês internacionais com a banda. Ao retornar, leu todos os artigos científicos sobre o assunto que foram publicados nos 30 anos que sua matrícula passou trancada. Você pode ler a tese aqui, se quiser.

Greg Graffin (Bad Religion)

Reza a lenda que três acordes são tudo que você precisa para tocar punk. Mas que tal duas graduações, uma em geologia e uma antropologia? Pois esse é só começo do currículo do vocalista do Bad Religion, que em 2009 terminou uma tese de doutorado sobre teoria da evolução e ateísmo, aprovada na Universidade Cornell. No melhor espírito SUPER, ele também colaborou com a divulgação científica: em 2006, lançou um livro intitulado A crença em Deus é boa, má ou irrelevante?, em que discute o assunto polêmico com a ajuda de um de seus colegas acadêmicos – sem experiência nos palcos.

Art Garfunkel (Simon and Garfunkel)

“Hello darkness, my old friend” (olá, escuridão, minha velha amiga) virou a frase favorita dos universitários brasileiros no final de semestre. O que ninguém sabe é que ela é baseada em experiências reais: Art Garfunkel se formou em história da arte da Universidade de Columbia, mas largou o lado humanas da força e completou um mestrado em matemática no começo da década de 1960. Tentou o doutorado, mas não aguentou o tranco – afinal, não é fácil ser uma das pessoas mais famosas do mundo.

“Eu sou preciso. Penso em proporções. Eu faço jogos com os números – imagino que nós já tenhamos feito um oitavo desta entrevista”, afirmou ele a um repórter do Telegraph em 2015. “Na década de 1970, quando eu tinha acabado de me casar e mudar para Connecticut, havia uma escola preparatória por perto e eu dei aulas de matemática lá. Depois de explicar um exercício, eu perguntava se eles tinham alguma dúvida e eles diziam: ‘como eram os Beatles?’”

De fato, o cantor é metódico. Cada livro que ele devorou entre 1968 e 2016 está listado, com mês e ano, em seu site oficial (é ver para crer). A quem acessar o site em busca de sugestões, um aviso: a biblioteca só tem clássicos – Rousseau e Shakespeare dão as caras logo no começo.

Dexter Holland (The Offspring)

Dexter Holland é o doutor mais recente da lista: sua tese de 175 páginas, que fala do vírus HIV, foi aprovada pela banca em maio deste ano. À exemplo de Brian May, ele abandonou o trabalho na década de 1990 para se dedicar à música, e o retomou quase três décadas depois. Sua mãe e seu orientador, que na época ficaram desesperados com a decisão, agora podem respirar fundo: ele deu certo na música na academia. “Eu me interesso por virologia e quero contribuir pelo menos um pouco com o conhecimento sobre o HIV e a AIDS”, afirmou ele à Rolling Stone.

Tom Scholz (Boston)

Tom Scholz é um daqueles caras cuja garagem se parece mais com um parque de diversões. O guitarrista do Boston – uma das bandas que moldou o hard rock da década de 1980 – tem um mestrado em engenharia mecânica pelo MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts. No tempo que passou lá, projetou seus próprios pedais de efeito para a guitarra, mas acabou virando designer de produtos na Polaroid. Da lista, foi o único que conseguiu unir as duas paixões: em 1982 lançou Rockman, uma linha de amplificadores, compressores, fones e outros equipamentos de áudio profissional.

 

Fonte:  https://super.abril.com.br

No dia 26 de Novembro foi realizado o primeiro sorteio em nosso Instagram, os prêmios foram: 1 CD “The Game”, 1 disc picture do Freddie Mercury 7″ e 1 single “A Winter’s Tale”. Três sortudos faturaram esses prêmios e nós agradecemos a todos que participaram.

Os vencedores enviaram pra gente suas fotos com os prêmios, foram eles:

ELIENE (@elieneeni)

 

DANIEL EDER (@danielfbrj)

 

LUCAS ALMEIDA (@lucasac95)

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Credit: Jason LaVeris/FilmMagic

Após a Fox anunciar oficialmente o desligamento de Bryan Singer da direção do filme que abordará a carreira do Queen, Bohemian Rhapsody, o diretor se pronunciou pela primeira vez para esclarecer os motivos de sua saída e os rumores de suas desavenças com Rami Malek, ator que viverá Freddie Mercury no longa.

“Bohemian Rhapsody é um projeto de paixão para mim. Com menos de três semanas de filmagens faltando, eu pedi para que a Fox me desse um tempo para retornar aos EUA e cuidar de um problema de saúde de um de meus pais. Foi uma experiência cansativa, que acabou tendo efeitos em minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não pode acomodar as questões e decidiu romper com meus serviços. A decisão não foi minha e não estava sob meu controle.

Por mais que tivéssemos diferenças criativas no set, Rami e eu conseguimos colocá-las de lado e continuar a trabalhar juntos até o começo do feriado de Ação de Graças. Eu não queria nada mais além de terminar este projeto e ajudar o legado do Queen, mas a Fox não me permitiu, porque eu deveria colocar a minha saúde e a saúde de meus parentes em primeiro lugar.” [via Metro]

Ainda não foi divulgado um novo nome para substituir Singer na direção do filme, a expectativa é que anunciem nos próximos dias, porém a Fox não divulgou detalhes.

 

Fonte: Omelete

Após a informação que as filmagens de Bohemian Rapsody, cinebiografia de Freddie Mercury, foi interrompida por causa de um problema de saúde de Bryan Singer, diretor do filme, no dia 1º de dezembro, veio a confirmação de que ele foi demitido.

Em comunicado feito ao site The Hollywood Reporter, os estúdios Fox disseram que a decisão foi feita baseada em uma crescente briga entre o diretor e o protagonista Rami Malek (Mr. Robot), causado pela ausência de Singer do set.

De acordo com uma fonte interna da produção do filme, Bryan Singer disse ter sofrido de um estresse pós-traumático por conta das tensões e do nervoso que passou no set.

A Fox espera anunciar o próximo diretor em breve, com duas semanas sobrando para filmar o resto do filme.

 

Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br

Durante sua passagem pela Europa, o Queen, que tem acontecido desde Novembro, a banda recebeu uma visita ilustre. Tonny Iommi, guitarrista e co-fundador do Black Sabbath, foi assistir ao show do Queen em sua cidade natal, Birmingham, Inglaterra.

Lá, o músico tirou uma foto com seu colega, também guitarrista, Brian May.

“Noite passada em Birmingham, a cidade natal do Heavy no Rock, eu fui honrado pela visita do meu melhor amigo – o verdadeiro pai do Metal. Deus te abençoe, Tony.” Bri

 

Fonte:  www.wikimetal.com.br

Leo Moracchioli mostra em vídeo uma versão Heavy Metal de “Another One Bites the Dust”, do Queen.

Leo Moracchioli é um músico norueguês especialista em releituras heavy metal de músicas inusitadas como “Despacito”, “Frozen”, Lady Gaga, Sia, Adele e diversas outras. Visite seu canal, “Frog leap Studios”, para mais vídeos:

https://www.youtube.com/user/leolego

 

 

Fonte: https://whiplash.net

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(Variety – VIANNEY LE CAER/INVISION/AP/REX/SHUTTERSTOCK)

Devido a um problema de saúde do diretor Bryan Singer e alguém de sua família, as gravações do filme Bohemian Rhapsody, que abordará a carreira do Queen, foram interrompidas temporariamente.
Ainda não se sabe outros detalhes, um representante do diretor informou apenas que era uma questão “pessoal”.

“Segundo o Hollywood Reporter, Singer não retornou ao trabalho após o feriado americano de Ação de Graças. Com isso, os produtores estão preocupados sobre o futuro do longa e já existem conversas sobre uma possível substituição. O site cita ainda que o diretor teve ausências semelhantes nas filmagens de X-Men: Apocalipse e Superman: o Retono. Informou o site Omelete.

Segundo informações, Singer pretende retomar os trabalhos após as férias de fim de ano. Porém o futuro das gravações, que estão ocorrendo no Reino Unido, seguem incertas.

 

Fontes: BBC; Omelete.

 

Já encontra-se disponível no Shop Oficial do Queen, Queen Online Store, o LP 12” “We Are The Champions / We Will Rock You”, fazendo parte da comemoração dos 40 anos do álbum News of the World.

Comemorando o 40º aniversário do álbum News of the World, esta edição limitada de 12″, traz duas das faixas mais emblemáticas da banda,” We Are The Champions “e” We Will Rock You “.

Criado exclusivamente para RSD Black Friday 2017, 0 lançamento do vinil de 180 gramas traz uma capa exclusiva e as faixas remasterizadas por Bob Ludwig em 2011.

 

Fonte: www.queenonlinestore.com

   Clique Aqui e confira o playlist de Brian fazendo selfie durante a turnê com Adam lambert!!

 

Fonte: www.queenonline.com

O guitarrista Brian May falou, em entrevista à Classic Rock Magazine, sobre como teve início a parceria do Queen com Adam Lambert, entre o fim da década passada e o início de 2010. O músico também arriscou opinar sobre qual seria a opinião de Freddie Mercury, se estivesse vivo, sobre o talento de Lambert.

Inicialmente, May contou que o fim das turnês com Paul Rodgers, no projeto Queen + Paul Rodgers, representaria o fim da banda. “Não saímos procurando cantores que soassem como Freddie, nem fizemos buscas em programas de TV. Apenas ficamos quietos. Mas o destino interveio. Seria um presente de Deus?”, disse.

Brian disse que, em 2009, o mundo já estava dominado não só pelas mídias sociais, mas, também, por programas de talentos na TV. “Comecei a receber mensagens que diziam: ‘há um cara incrível no American Idol que cantou uma de suas músicas na competição, parece que ele vai vencer a temporada’. Procurei no YouTube e havia esse jovem cantando ‘Bohemian Rhapsody’ – Adam Lambert”, afirmou.

May descreveu Lambert como “alguém completamente fora do comum”. “Várias pessoas me disseram: ‘você deveria se juntar a esse cara’ ou ‘ele é o sucessor natural de Freddie’. Então, Roger (Taylor, baterista) e eu fomos convidados para tocar no American Idol com os dois finalistas – sendo Adam um deles. Fomos e fizemos nossa entrada dramática e heroica com esses dois. Foi divertido”, disse.

Embora tenha elogiado o outro competidor – Kris Allen, que acabou em primeiro lugar -, Brian May disse que havia uma química notável entre Adam Lambert e o Queen. “Ele nunca tentou ser Freddie e acho que isso o torna atrativo para nossos fãs, além de ser um cantor extraordináro, de muita presença”, afirmou.

A opinião de Freddie e a reação de alguns

Tendo trabalhado com Freddie Mercury por tantos anos, Brian May é, provavelmente, a melhor pessoa para dizer o que o lendário vocalista pensaria sobre Adam Lambert. E a opinião de Mercury, segundo May, teria um tom de deboche – típico do cantor.

“Sempre penso que Freddie, com um sorriso perverso, diria algo como: ‘eu te odeio, Madam Lambert’, porque mesmo Freddie teria se impressionado com seu alcance e sua habilidade de reinterpretar essas músicas que nós quatro criamos juntos”, afirmou.

May também comentou sobre a rejeição de parte de alguns fãs do Queen, que pensam que os músicos não deveriam seguir suas carreiras. “Há pessoas por aí que pensam ser imperdoável que estejamos em turnê. Acham que deveríamos fazer as malas e ir para casa, como pessoas velhas. Mas é óbvio que não só as pessoas mais velhas, mas pelo menos duas gerações seguintes pelo mundo todo se encaixaram na música do Queen. E eles adoram nos ver ao vivo com esse garoto – que está um pouco mais velho agora, mas ainda é um menino comparado a nós, velhos roqueiros”, disse.

Brian também destacou que a diferença da idade não importa para o Queen. “Temos a mesma ética de trabalho, a mesma alegria em tocar esse material. E nessas grandes arenas que tocamos, tudo o que vejo são rostos felizes. Pessoas que sentem, como nós, que é um privilégio compartilhar desses momentos, muito após Freddie ter ido embora. E, meu Deus, é divertido!”, afirmou.

 

Fonte:  https://whiplash.net

A reedição especial que comemora os 40 anos do lançamento do álbum News Of The World do Queen, chega ao Brasil em formato físico com CD duplo pela Universal Music.

Este foi o sexto álbum de estúdio daquela  que é considerada uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Lançado originalmente em 1977, News of The World apresentou ao mundo da música algumas das canções que se tornariam verdadeiros clássicos do rock como We Will Rock You, We Are The Champions e Spread Your Wings. O estrondoso sucesso comercial na época de seu lançamento rendeu ao Queen certificados de platina em mercados de grande potencial como os dos EUA e Reino Unido, além de alcançar o topo das paradas em todo o mundo.

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon gravaram esta pérola do rock nos estúdios Sarm West e Wessex Studios em Londres.

 

Fonte:  www.musicjournal.com.br

O estudo, dirigido pelo professor Christian Herbst, mostra que a voz do cantor britânico atingia níveis especiais

Freddie Mercury, ex-integrante da banda britânica Queen, é conhecido pelas composições musicais, pelo talento no piano e, principalmente, pela voz inconfundível. As notas emitidas por Mercury viraram tema de pesquisa realizada na República Tcheca. O estudo, dirigido pelo professor Christian Herbst, mostra que a voz de Freddie Mercury atingia níveis especiais.

O pesquisador explica que o segredo estava no vibrato — a oscilação de frequência em torno de uma nota musical — de Mercury. Em entrevista ao NPR Music, Herbst destacou: “Normalmente você consegue cantar em um tom, mas cantores de ópera tentam modular as frequências fundamentais. Geralmente, o vibrato de um cantor de ópera tem uma frequência de 5.5-6 Hz. O de Freddie Mercury era mais alto e mais irregular, e isso cria uma qualidade muito singular“. 

Trajetória de Mercury

Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, foi vocalista da banda de rock Queen de 1970 até 1991 — ano de sua morte. Além do tom de voz peculiar, Freddie é conhecido por diversas composições e sucessos musicais, como as faixas We are the championsLove of my life Bohemian Rhapsody.

 

Fonte: www.uai.com.br

Brian May revelou, em entrevista à Classic Rock Magazine, que o sucesso do álbum “A Night At The Opera” – em especial, da música “Bohemian Rhapsody” – acabou por salvar a carreira do Queen. A faixa foi lançada em 1975, como primeiro single do disco, que também é desse ano.

“Em termos de negócios, estávamos em crise. Fazíamos sucesso, mas estávamos em uma situação de gerenciamento em que não parecia haver luz no fim do túnel. Não estávamos recebendo nossos royalties e, embora dinheiro não seja tudo, não é bom sentir que você está em uma espécie de trabalho escravo”, afirmou.

O bom resultado musical de “A Night At The Opera” só foi obtido graças a John Reid, então novo empresário da banda. “John Reid, que assumiu nossa gestão, disse que cuidaria do lado dos negócios e que nós deveríamos ir embora para fazer o nosso melhor álbum. Mas havia a sensação de que, se não fizesse sucesso, estaríamos no vermelho para sempre. Então, tivemos a sorte de fazer o disco de nossas vidas. E realmente acho isso”, disse Brian May.

O reflexo da competência do Queen naquele período está em “Bohemian Rhapsody”. “Sempre houve uma grande discussão sobre qual seria o primeiro single dos discos do Queen. Ser ou não um sucesso acaba por afetar a percepção e as vendas do álbum, além de interferir no faturamento da banda pelos próximos dois anos. Sempre soubemos que ‘Bohemian Rhapsody’ seria arriscada: poderia ser muito bem recebida ou dispensada de imediato, por ser complexa e longa. Kenny (Everett, DJ da época) topou tocá-la, assim como outros, e tornou-se uma favorita, que pareceu funcionar”, afirmou o guitarrista.

May ainda destacou que “A Night At The Opera”, em termos musicais, é mais semelhante ao segundo álbum da discografia, “Queen II”, do que o terceiro (e antecessor direto de “A Night…”), “Sheer Heart Attack”. “Fizemos ‘Sheer…’ de uma forma comprimida e direta, enquanto ‘A Night…’ era como: ‘essa é a nossa tela, vamos pintar do nosso jeito'”, afirmou.]

 

 

Fonte: https://whiplash.net

O Livro “Sua Majestade, A rainha” está em promoção no site da editora. Está de R$44,90 por R$25,00!!

A trajetória de um ídolo da música após seu despertar no outro plano da vida. A ajuda e a orientação recebida através de espíritos de grande evolução moral, o encontro com seus amigos, seus ídolos e o retorno aos palcos. Uma viagem guiada ao íntimo de um ser humano em fase de reconstrução para a verdadeira vida.

Abaixo você pode ler um capítulo
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Fãs, eles não podem deixar frases ou graffiti na casa do cantor

Mary Austin, o grande amor de Freddie Mercury, recentemente irritou os fãs do cantor prosseguindo com a restauração da casa herdada da estrela.

Após a trágica morte de Freddie Mercury em 24 de novembro de 1991, os fãs da banda transformaram as paredes da casa em um memorial para a glória do líder do Queen. Isso acabou desagradando Mary Austin, que recentemente apagou todos os graffitis. De acordo com Jacky Smith, presidente do Fã Clube Internacional do Queen, “ela está cansada de ver as paredes de sua casa constantemente vandalizadas”.

O muro viraria um túmulo de acordo com os amigos de Mary Austin.

Citado pelo The Sun, um fã do Queen oferece outra versão: “É um dia triste no Garden Lodge. Venho desde 2012 e, pela primeira vez, há plexiglass (tipo de plástico) na minha porta favorita, não há uma inscrição à vista e já não é pintada com seu icônico verde.”

 

Saiba mais sobre o Garden Lodge Clicando Aqui

 

Fonte: http://www.20minutes.fr/
Dica de: David Net0

Guitarrista do Queen despeja a sua raiva contra a pessoa que o denunciou. E em seguida se retrata.

O guitarrista do Queen, Brian May, não gostou nada de ter visto a sua página do Instagram bloqueada e atacou, sem misericórdia, a pessoa que o denunciou, Barbara Kremer, por uso sem autorização de uma foto.

Num post na sua página de rede social, já em funcionamento, May fez um print screen da mensagem que recebera do Instagram por conta da desativação da sua conta.

Primeiro a culpa, ou a razão principal da sua página de Instagram ter sido bloqueada. “Normalmente, sou muito cuidadoso em creditar as fotos de qualquer um – mas neste caso, ao final do dia, devo ter-me esquecido”.

Depois, o motivo da ira. “Em vez de me escrever e dizer: ‘querido Brian, parece ter-se esquecido de me creditar nesta foto’, esta pessoa – Barbara Kremer, é o seu nome – denunciou-me ao Instagram que não só apagou a foto como desativou toda a minha conta”.

Seguidamente, o constrangimento pessoal: a situação “tirou-me 45 minutos do meu tempo que eu não posso pagar porque a ligação não funcionava no meu telefone”.

Nas frases a seguir, May reverter a culpa para cima de Barbara. Eis o que lhe vai na cabeça. “Que ato tão antipático o seu, Barbara! Não apenas está a tirar-me uma fotografia, como está a explorar a minha imagem e a arrecadar dinheiro a partir de mim sem nada mais que a sua licença – e ainda me impede de usar a foto de mim mesmo”.

O episódio leva May a uma perspetiva filosófica mais geral. “Que mundo louco em que vivemos nestes dias. Tudo o que posso dizer é que se se sente violada, eu sinto-me ainda mais violado”.

Para terminar, Brian May aplica o castigo. “Se descobrir que está num dos nossos concertos no futuro, cuidado, porque, logicamente, sentir-me-ei tentado em expulsá-la”.

Barbara Kremer que se cuide, Brian May pode bem passar a ser ele próprio a verificar as listas de pedidos de credeciais de fotógrafos em próximos shows do Queen.

Atualização:
Brian posta nova mensagem

Brian May esclarece suas afirmações anteriores e diz que, em conversa com Barbara (a fotografa), concebeu que tudo foi um mal entendido. Ela se retratou ante a denúncia que fez, e Brian afirmou que se precipitou em reclamar e julgá-la. Por fim, diz que ambos tiveram muito o que aprender, e que lições foram ensinadas, nessa discussão que terminou em conversa.

 

 

 

Fontes: http://radiocomercial.iol.pt/   

               Instagram Oficial do Brian https://www.instagram.com/brianmayforreal/

Brian em um encontro com os fãs de Amsterdã que adquiriram seu novo livro Queen in 3D, em sua passagem pela Holanda com o Queen no dia 13/11/17. 

Fonte: Instagram Queen Net queennetbrasil