“Big Mouth” é uma nova série da Netflix, e olha quem apareceu em uma das cenas… Freddie Mercury! ![]()
Juliana LePine, escultora brasileira que reside no Canadá, mostra no vídeo abaixo o processo de criação de uma peça representando o saudoso Freddie Mercury, vocalista do Queen.
Veja o vídeo no facebook.
https://www.facebook.com/julianalepinesculptures/videos/1707…
Mais informações sobre o trabalho de Juliana podem ser vistos no seu site oficial:
Fonte: https://whiplash.net/
A maior aula de Arena Rock da história nos dois lados de um mesmo single

Hoje (7), ambas as canções completam 40 anos! Ao longo desses 40 anos elas nunca foram deixadas de lado, seja em comerciais de TV, nas rádios, televisão, covers ou eventos no geral. Sem exageros, essas canções, escritas pelo guitarrista Brian May e por Freddie Mercury, são duas das maiores pérolas da história da música.
“We Will Rock You” é simples, muito simples. Os instrumentos tradicionais de uma canção de rock basicamente não aparecem na música (tirando o inesperado solo de May no final). No entanto, a letra alto astral e a contagiante batida imortalizaram a canção.
Por outro lado, “We Are The Champions” se trata de uma balada com um “quê” romântico. O triunfo do refrão foi o que ajudou a música a ficar para a história. Aliás, quem nunca quis cantar a plenos pulmões uma vitória?
Quem fosse fã da banda na época, teria certamente estranhado o par de músicas em seu lançamento. Isso porque não era exatamente o estilo de som pela qual o Queen era conhecido.
O “tum tum tá” que todos conhecemos surgiu com a premissa do estilo conhecido como “arena rock”. Como o próprio nome sugere, as composições desse estilo são pensadas para públicos grandes. Tem uma orientação mais comercial, com refrões pegajosos que tocam em rádios.
O ano de 1977, época em que a música dance dominava as paradas musicais, foi justamente o momento em que a banda lançou o álbum News of the World. Os dois primeiros e principais singles do álbum foram “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, lançados juntos no mesmo dia, três semanas antes do lançamento do álbum. Ambas as músicas se tornaram posteriormente muito recorrentes em eventos esportivos, devido ao ritmo e às melodias simples.
Em entrevista recente à Billboard, Brian May diz que não ficou surpreendido pelo sucesso das canções:
Não acho que Freddie ou eu pensamos nessas músicas desse jeito. Estávamos pensando em nosso público e em como seria passar a ideia de que eles são campeões. Foi aí que as músicas ganharam vida própria. E faz sentido. Em um estádio esportivo, você tem dois times se enfrentando, e sinto que essas músicas possuem um clima condizente. Quando tocamos elas em shows, no entanto, estamos todos no mesmo time. Trata-se de autoconfiança.
No último mês, a Billboard elegeu “We Will Rock You” como a melhor música para atletas. Para comemorar o aniversário, a banda lançou novas versões de ambas as canções.
Um filme sobre começou a ser gravado com previsão de lançamento para o final de 2018.
Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com
Bohemian Rhapsody, a aguardada cinebiografia do lendário Freddie Mercury estrelada por Rami Malek (Mr. Robot), está cada vez mais perto de completar seu elenco. Após fechar contrato com nomes como Lucy Boynton e Mike Myers, a produção do longa escalou Aidan Gillen (Game of Thrones) e Tom Hollander (Taboo) como os empresários da banda Queen.

Segundo o The Hollywood Reporter , Gillen dará vida à John Reid, que gerenciou a banda entre 1975 e 1978. Hollander, por sua vez, interpretará o suíço Jim Beach, que assumiu o posto anteriormente ocupado por Reid e foi responsável por manter o Queen na trilha do sucesso até a morte de Freddie Mercury. O empresário suíço foi instrumental durante os anos de grande estrelato da banda.
Contando com Joe Mazzello como o baixista John Deacon, Ben Hardy como o baterista Roger Taylor e Gwilym Lee como o célebre guitarrista — e produtor do longa — Brian May, a cinebiografia de Mercury terá direção de Bryan Singer (X-Men: Apocalispe) e foi escrita por Justin Haythe (Operação Red Sparrow) e Anthony McCarten (A Teoria de Tudo).
Fonte: https://www.terra.com.br
Uma parte do elenco para o filme biográfico Bohemian Rhapsody, sobre o Queen, já foi anunciada, inclusive imagens dos bastidores envolvendo os atores que irão interpretar os membros da banda foram reveladas, podemos apreciar um pouco do que vem por aí, lembrando que as filmagens se iniciaram no início desse mês de Setembro e tem Bryan Singer na direção.
Trouxemos aqui para relembrar, todos os nomes divulgados até o momento:










Aaron McCusker, conhecido pelo papel de Jamie na versão britânica de Shameless (2007-2013), foi escalado como o cabeleireiro Jim Hutton, namorado de Freddie Mercury nos últimos anos de sua vida, no filme Bohemian Rhapsody.

O roteiro é assinado por Anthony McCarten (A Teoria de Tudo), e o filme terá direção de Bryan Singer. A estreia está marcada para dezembro de 2018.
Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br
Dica de: Tainara Taylor

Um dos maiores nomes do rock, o guitarrista Brian May, do Queen, mesmo não sendo um adepto do veganismo, declarou que as pessoas deveriam ter uma dieta sem carne, ovos e laticínios.
“Acho que dominamos todas as criatura no planeta, e isso não deveria rolar. Todo animal tem direito igual de viver uma boa vida. Não deveríamos abusar deles”, afirmou o músico numa entrevista ao Jonesy’s Jukebox, programa de rádio de Steve Jones, guitarrista do Sex Pistols.
Na transcrição publicada pelo site da Ultimate Guitar, Brian May criticou a criação de animais em grande escala. “Antigamente havia uma espécie de contrato entre homens e animais. Você cuidava do animal e o alimenta. No fim, se alimentava dele. Mas quando se transforma isso em produção em massa, com terríveis condições de vida, perde-se o controle”, comentou.
Ele acrescentou: “Você está comendo animais que tiveram uma vida ruim, foram alimentados com coisas erradas e tiveram estresse em suas vidas. Isso não é bom e, acredito eu, é a origem de grande parte de nossas doenças”.
Brian May, que é vegetariano, pensa em se tornar vegano há algum tempo. Num tuíte de 2015 ele já flertava com o tema, dizendo que é difícil ser adepto do veganismo, mas comer menos carne já seria uma boa ideia para colaborar com um mundo melhor.

Fonte: http://www.radiorock.com.br
Dica de : Tainara Taylor
No final de semana que se deu início a mais uma edição do Rock in Rio no Rio de Janeiro, o jornal O Globo relembrou a primeira delas, lá no ano de 1985, e como o Queen sendo uma das apresentações mais importantes da história do festival, não deixou de ganhar seu destaque nessa lembrança.
“O coro de cerca de 200 mil pessoas que acompanhou Freddie Mercury em “Love of my life” foi memorável — até hoje, vídeos caseiros circulam pelas redes com registros do show de uma das bandas mais populares do planeta no primeiro Rock in Rio”, destacou o jornal.
Você pode conferir a matéria completa no site do O Globo disponível abaixo, e assinantes têm acesso ao acervo com raras digitalizações do jornal impresso com toda a cobertura daquela edição do Rock in Rio, incluindo imagens do show e do anúncio da vinda do Queen para o festival.
Reportagem: https://goo.gl/LQ7D8J
FONTE: http://acervo.oglobo.globo.com

O Queen acaba de dar início a pré venda da edição comemorativa de 40º aniversário do álbum News of The World.
O lançamento oficial se dará apenas no dia 17 de Novembro, mas uma pré venda foi iniciada no site oficial da banda, você pode garantir aqui: www.queenonlinestore.com/Queen/News-Of-The-World/
O álbum que foi lançado em Outubro de 1977 completa 40 anos nesse ano de 2017, e ganha uma versão especial em comemoração. Um box contendo um LP original gravado diretamente da matriz analógica em alta definição sem absolutamente nenhum processo de remasterização, três CDs contendo outtakes e raridades, e um DVD com o documentário “Queen: The American Dream”, um material gravado durante a tour de divulgação do álbum pelos Estados Unidos no ano de 1977. Você também pode adquirir o LP ou o par discos slipmats separadamente.
Confira mais detalhes e o trailer desse lançamento: https://goo.gl/a126j2

FONTE: http://www.queenonline.com/
Brian May debateu a canção “Sheer Heart Attack” durante papo com o Jonesy’s Jukebox em setembro de 2017, em vídeo que foi transcrito pelo Ultimate-Guitar.com, confira:

“‘Sheer Heart Attack’ é uma música de Roger (Taylor, baterista). Ele era o cara da banda que vivia antenado com o que estava rolando no mundo. E ele tinha esta música na cabeça fazia algum tempo, daí ele disse ‘Eu quero ela neste álbum’ (“News of the World”, de 1977). O mundo está tomando um caminho punk, e esta é minha faixa punk'”, conta.
Brian explica que ficou indignado: “Roger e eu nunca concordávamos em quase quase nada. E eu não achava aquilo, na minha cabeça já éramos punks desde o começo (risos). Mas ele sempre era o cara que sabia das coisas. Ele conheceu David Bowie bem antes da gente ouvir falar dele. Ele foi a um show e lembro dele entusiasmado dizendo que o cara era fantástico, ganhava toda a plateia e a carregava debaixo de suas asas, e isto foi na época do ‘The Man Who Sold The World’ (terceiro álbum do Bowie, de 1970).
Veja o vídeo da conversa de Brian May (em inglês sem legenda).
Fonte: https://whiplash.net
ILUSTRAS: Pedro Corrêa
A MUNDO ESTRANHO já falou das origens dos nomes de bandas antes. Mas o assunto é tão inesgotável que resolvemos repetir a dose. Confira como foram batizados 25 grupos superpopulares.
ARCTIC MONKEYS
Alguns fãs especulavam que o nome tinha relação com a guitarra de cor Arctic White do vocalista Alex Turner, usada nos primórdios da banda e depois leiloada para caridade. Mas não. O guitarrista Jamie Cook inventou o nome e nunca disse de onde veio. Alex Turner declarou que a alcunha é tão ruim que as bandas cover geralmente têm nomes melhores. Ele só passou a ficar confortável com o nome depois que o poeta John Cooper Clarke disse que gostava. “É o retrato de um trauma, não?”, disse Clarke. “No Ártico não tem árvores para o macaco escalar e suas mãos estão muito frias para ele descascar sua banana”
COLDPLAY
O primeiro nome da banda era Starfish, enquanto Coldplay pertencia a uma banda de amigos. Quando o Coldplay original resolveu mudar de nome, o Starfish pegou a alcunha para si. O termo é originado de um livro de poemas
OASIS
Vem de um local onde os Beatles tocaram na Inglaterra – o Oasis Leisure Centre. A própria banda já afirmou várias vezes que o nome é horrível. Depois que o grupo acabou e o vocalista Liam Gallagher fundou o Beady Eye, ele logo saiu dizendo: “Oasis e Beady Eye são nomes de m***a”
GREEN DAY
É uma gíria – um dia verde é aquele em que você fuma muita maconha, algo que os integrantes faziam bastante no começo. O vocalista Billie Joe Armstrong escreveu uma música com esse nome e o baterista Tré Cool grafou o termo em sua jaqueta. “Talvez devêssemos chamar a banda assim”, sugeriu ele
QUEEN
Freddie Mercury adotou o nome porque era “forte, universal e imediato”. “Tinha muito potencial visual e era aberto a todo tipo de interpretação”, disse o vocalista. “Eu sabia das conotações gays, mas esse era só um dos lados”
STEELY DAN
Essa banda de jazz rock, famosa nos anos 1970, tirou seu nome do livro Almoço Nu, de William Burroughs. “Steely Dan”, no livro, é o nome de um consolo sexual de borracha. Na cena onde o objeto é apresentado, uma mulher penetra um homem com o item
MOTÖRHEAD
A “banda de rock mais suja do mundo” adotou como nome uma gíria britânica para pessoas viciadas em anfetaminas, drogas que deixam as pessoas hiperativas
RADIOHEAD
A banda tinha o nome de On A Friday. Quando assinaram contrato com a gravadora Parlophone, receberam um ultimato para mudar. Utilizaram o nome da música “Radio Head”, dos Talking Heads, porque era a menos irritante do álbum True Stories
PARAMORE
Era o sobrenome da mãe de um amigo da banda. O grupo o adotou porque gostou do modo como soava. Tempos depois, pesquisaram a palavra e descobriram que podia significar tanto “amante secreto” como “para o amor” – ambas definições que, disseram eles, “representavam bem” o grupo
AC/DC
A irmã de Angus Young costurava os uniformes que ele usava no palco. Na sua máquina de costura, havia um selo que dizia AC/DC, informando que o aparelho trabalhava com correntes alternadas e contínuas. Young achou o nome masculino e ótimo para sua banda
MY CHEMICAL ROMANCE
Vem de “Three Tales of Chemical Romance”, subtítulo do livroEcstasy, de Irvine Welsh. Mikey e Gerard Way, baixista e vocalista, trabalhavam numa livraria e acharam a obra. “[o nome] era muito relevante para o que estava acontecendo em nossas vidas”, disse Gerard em uma entrevista. “Meio sem direção e bêbados o tempo todo. Havia um romance naquilo”
JOY DIVISION
Durante a 2ª Guerra Mundial, “joy division” (“divisão de diversão”) era o nome que os oficiais nazistas davam a grupos de mulheres jovens nos campos de concentração – as quais eram geralmente estupradas. Os pais dos quatro integrantes da banda haviam lutado na 2ª Guerra e os músicos acharam que o nome seria uma forma de representar o peso e a tensão do episódio
GARBAGE
O nome significa “lixo” em inglês. Quando a banda gravava demos para o que seria seu primeiro disco, um amigo foi convidado ao estúdio para conferir o trabalho. “Soa como lixo!”, ele disse. Primeiro, a banda adotou o nome como piada. Depois, acabou se acostumando
RED HOT CHILI PEPPERS
Avaliado pelo vocalista Anthony Kiedis como “uma bênção e uma maldição”, o nome é inspirado em antigas bandas de jazz e blues. “Havia Louis Armstrong com o Hot Five e outras bandas que eram Red Hot isso ou Chili aquilo. Mas ninguém havia sido os Red Hot Chili Peppers”, diz ele em sua autobiografia
THE KILLERS
Em 2001, a banda veterana New Order retomou atividades e lançou o single “Crystal”. No clipe da música, atores imitam os músicos reais como se fossem a banda. O bumbo da bateria traz a inscrição “The Killers” e o grupo de Brandon Flowers resolveu adotar
FOO FIGHTERS
Quando fez o primeiro álbum sozinho, Dave Grohl andava lendo muitos livros sobre OVNIs avistados na 2ª Guerra Mundial e adotou uma gíria usada para eles – “foo fighters”. Em parte, era porque ele queria que parecesse ter mais gente no grupo. Hoje ele diz que é o “nome de banda mais idiota do mundo”
MUSE
Após sofrerem com nomes como Rocket Baby Dolls e Gothic Plague, os integrantes ouviram falar que devia haver uma musa em Teignmouth, sua cidade natal, porque muitas bandas estavam se formando por lá. A inspiração veio daí. O fato de o nome ser curto e ficar bonito em pôsteres também ajudou
THE BEATLES
Há duas explicações. A mais conhecida é que John Lennon juntou a palavra “beat” (batida) com “beetle” (besouro), inspirado pela banda The Crickets. Mas tanto Paul McCartney quanto George Harrison lembram-se de ter tirado o nome do filme O Selvagem, em que Marlon Brando usa a palavra “beetles” como gíria para motociclistas mulheres
IMAGINE DRAGONS
O nome é um anagrama feito a partir das letras de outras palavras. A banda nunca revelou quais palavras são essas, embora os fãs especulem coisas como A Gemini So Grand e Roman’s Big Angie. “Nós só achamos que seria legal manter algo para nós mesmos, porque você, como artista, está sempre se expondo”, disse o vocalista Dan Reynolds
WEEZER
O termo significa “asmático” em português. O vocalista Rivers Cuomo era chamado assim quando pequeno porque tinha a doença respiratória. A banda fez uma reunião para discutir vários nomes, mas ninguém conseguiu achar um melhor que esse
FOSTER THE PEOPLE
Foster é o sobrenome do vocalista Mark e também um verbo em inglês que se traduz para “cuidar”. “Significa cuidar daqueles ao seu redor”, esclareceu o artista sobre a intenção da alcunha. No entanto, a banda só ficou chamada assim porque todo mundo falava errado o nome original – Foster And The People
THE WHITE STRIPES
Quando Jack e Meg se casaram em 1996, ele adotou o sobrenome White dela. Foi a baterista que sugeriu o nome, em parte por causa do sobrenome dos dois, em parte porque era uma alusão aos doces de hortelã que ela gostava quando criança, coloridos com faixas vermelhas e brancas
DURAN DURAN
A banda nunca fez mistério em relação à sua adoração pelo filme cult Barbarella. Até fizeram uma música chamada “Electric Barbarella”! O nome vem do vilão do longa, Dr. Durand-Durand
PIXIES
Joey Santiago, o guitarrista de origem filipina, achou a palavra em um dicionário de inglês. Ele gostou de como soava e também da tradução: “duendes pequenos perniciosos” – embora seja mais usada como sinônimo para “fadas”. No começo, o nome fazia as pessoas acharem que se tratava de uma banda só com mulheres
PINK FLOYD
É uma homenagem a dois blueseiros, Pink Anderson e Floyd Council. No começo, o nome era “The Pink Floyd Sound”. O “sound” foi abandonado rápido, mas o “the” ficou até o começo dos anos 1970
Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br

Mike Myers se juntou ao elenco de Bohemian Rhapsody, cinebiografia que abordará carreira do Queen e de seu vocalista, Freddie Mercury. De acordo com o Deadline, porém, ainda não informações sobre qual será o papel do ator, famoso por interpretar Austin Powers no cinema.
Enquanto Rami Malek faz o papel de Freddie Mercury, Ben Hardy (X-Men: Apocalipse) será Roger Taylor; Gwilym Lee (Jamestown) será Brian May e Joseph Mazzello (A Rede Social) será John Deacon.
A produção deve começar entre setembro e novembro. Bryan Singer vai comandar o longa e Brian May e Roger Taylor serão produtores executivos. O roteirista será Anthony McCarten, de A Teoria de Tudo e a estreia está marcada para 25 de dezembro de 2018.
Fonte: https://m.omelete.uol.com.br
O reality show Popstar da Rede Globo chegou a sua fase final no último domingo (10/09), e Andre Frateschi, um dos participantes finalistas, escolheu a canção do Queen com participação de David Bowie, Under Pressure, para encerrar sua apresentação no programa, a música que o levou a vencer a primeira edição do reality.
Lembrando que Frateschi já havia surpreendido o público e os jurados com sua apresentação cantando a música I Wan To Break Free no programa que foi ao ar no dia 06 de Agosto.
Confira ambas as apresentações a seguir:
I Want to break free: https://globoplay.globo.com/v/6059712/
Under Pressure: https://globoplay.globo.com/v/6138666/
Brian May, lendário guitarrista do Queen, se abriu em entrevista ao Yahoo Movies sobre o filme Bohemian Rhapsody, que retratará a trajetória da banda e de seu vocalista, Freddie Mercury. Como anunciado recentemente, no entanto, o filme se focará em uma parte nada convencional da história.

Trata-se do relacionamento de Freddie Mercury, que mais tarde se assumiria gay, com Mary Austin, com quem o vocalista prosseguiu amizade após desmanchar o namoro. Austin foi a inspiração para a música “Love of My Life”, um dos clássicos do Queen.
“Eles foram amantes por um longo tempo. E mesmo até o fim da vida de Freddie, ela era a pessoa mais próxima dele, mesmo que ele tenha feito essa transição – o que foi muito doloroso, obviamente, para ele e para ela – para um outro mundo. Ela era uma parte enorme da vida de Freddie, e ele sempre buscava a aprovação dela, e queria protegê-la”, conta.
“Isso é algo que sempre esteve em nossas mentes com esse filme. Qual foi a jornada de Freddie? O que ela significou? Por isso demoramos tanto para aprovar um roteiro, porque tinha que contar a história de verdade. E é claro que precisava ser divertido, porque Freddie não ia querer algo entediante por aí, certo? [risos] Tinha que contar a história da forma como aconteceu. Freddie era muito próximo de Mary, e de seus outros amigos, e de nós. Nós fomos a família um do outro, porque o Queen durou mais do que os nossos casamentos”, disse ainda.
Rami Malek (Mr. Robot) vai encarnar Mercury; Ben Hardy (X-Men: Apocalipse) foi escalado para ser o baterista Roger Taylor; Gwilym Lee (The Hollow Crown) encarnará o lendário guitarrista Brian May; e Joe Mazzello (A Rede Social) será John Deacon.
O roteiro é assinado por Anthony McCarten (A Teoria de Tudo), e o filme terá direção de Bryan Singer. A estreia está marcada para dezembro de 2018.
Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br
Saiu um trailer da edição de 40º aniversário do álbum “News Of The World”, que será lançada no dia 17 de novembro, trazendo o disco original em vinil gravado diretamente da matriz analógica em alta definição sem absolutamente nenhum processo de remasterização, além de dois CDs de outtakes e raridades, sendo um dos CDs uma versão alternativa com todas as músicas do álbum original em outros takes.
O trailer mosta cenas inéditas dos bastidores da turnê mundial de 1977, quando a banda foi acompanhada por uma equipe de filmagem com acesso ilimitado, que tinha como objetivo fazer um filme que nunca foi concluído, e que aparece no documentário “The American Dream”, que faz parte do pacote em um DVD bônus da versão deluxe.

Veja o tracklist detalhado do Queen: “News of the World – 40th Anniversary Edition”:
VINYL
Side One
We Will Rock You
We Are The Champions
Sheer Heart Attack
All Dead, All Dead
Spread Your Wings
Fight From The Inside
Side Two
Get Down, Make Love
Sleeping On The Sidewalk
Who Needs You
It’s Late
My Melancholy Blues
CD 1: The Original Album (Bob Ludwig 2011 master)
We Will Rock You
We Are The Champions
Sheer Heart Attack
All Dead, All Dead
Spread Your Wings
Fight From The Inside
Get Down, Make Love
Sleeping On The Sidewalk
Who Needs You
It’s Late
My Melancholy Blues
CD2: News Of The World: Raw Sessions
We Will Rock You (Alternative Version)
We Are The Champions (Alternative Version)
Sheer Heart Attack (Original Rough Mix)
All Dead, All Dead (Original Rough Mix)
Spread Your Wings (Alternative Take)
Fight From The Inside (Demo Vocal Version)
Get Down, Make Love (Early Take)
Sleeping On The Sidewalk (Live in the USA, 1977)
Who Needs You (Acoustic Take)
It’s Late (Alternative Version)
My Melancholy Blues (Original Rough Mix)
CD3: News Of The World: Bonus Tracks
Feelings Feelings (Take 10, July 1977)
We Will Rock You (BBC Session)
We Will Rock You (Fast) (BBC Session)
Spread Your Wings (BBC Session)
It’s Late (BBC Session)
My Melancholy Blues (BBC Session)
We Will Rock You (Backing Track)
We Are The Champions (Backing Track)
Spread Your Wings (Instrumental)
Fight From The Inside (Instrumental)
Get Down, Make Love (Instrumental)
It’s Late (USA Radio Edit 1978)
Sheer Heart Attack (Live in Paris 1979)
We Will Rock You (Live in Tokyo 1982)
My Melancholy Blues (Live in Houston 1977)
Get Down, Make Love (Live in Montreal 1981)
Spread Your Wings (Live in Europe 1979)
We Will Rock You (Live at the MK Bowl 1982)
We Are The Champions (Live at the MK Bowl 1982)
DVD: Queen The American Dream
Fonte: https://whiplash.net
Bohemian Rhapsody nem sempre foi um filme focado no começo da carreira do Queen

Segundo relatos reportados pelo Entertainment Weekly, na época em que o filme foi anunciado (meados de 2010), a morte de Freddie Mercury aconteceria mais ou menos na metade da história do longa. De lá para cá, muita coisa mudou: Sacha Baron Cohen (Borat) saiu do elenco, o filme foi reescrito, Bryan Singer entrou para a direção e Rami Malek assumiu o posto de Mercury.
Singer explicou sua visão sobre o filme para o EW:
“Vamos fazer um filme acessível que celebra a música. Conta a história — claro — a jornada do herói da trajetória de Freddie através da música e de sua vida e fazer isso de forma que muitas pessoas que amam a música possam experienciar o filme, um filme para todas as idades mas que não foge da história.”
Ele ainda afirma que mesmo que se passe antes da morte do cantor, esse acontecimento não será ignorado. “Não estou fugindo dos dilemas de Freddie Mercury e dos dilemas de sua saúde. A ênfase do filme é na música e na jornada que Freddie embarcou com aqueles outros três rapazes talentosos”.
“Não será só sobre a história negra de Freddie, mas falando nesse assunto, isso também será homenageado.”
Para encerrar, Singer diz que vai mostrar esse lado do cantor. “Existe um jeito de fazer isso — sem entrar nos detalhes de como estou fazendo — que foi discutido entre todos os participantes e nós sentimos que será homenageado, mas ao mesmo tempo, é sobre a música”.
O elenco inclui Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Ben Hardy (Roger Taylor), Joe Mazzello (John Deacon) e Lucy Boynton (Mary Austin). O longa vai mostrar os primeiros anos da banda e vai acabar com a histórica apresentação do grupo no Live Aid em 1985.
Bohemian Rhapsody estreia em 25 de dezembro de 2018.
Fonte: https://jovemnerd.com.br
Coletânea relembra álbum lançado em outubro de 1977; edição especial traz icônicos sucessos do grupo britânico, como “We Will Rock You” e “We Are the Champions”

News of the World foi lançado nos primeiros dias de outubro de 1977 e se tornou um dos álbuns mais vendidos do grupo em todos os tempos. O álbum traz em suas duas primeiras músicas dois hinos que atravessaram gerações, We Will Rock You escrita por Brian May e We Are the Champions Mercury, canções monumentais utilizadas em estádios e eventos esportivos até a atualidade. News of the World tem composições de todos os integrantes principais da banda (além de Brian May, Freddie Mercury, John Deacon e Roger Taylor). O álbum foi um divisor de águas no estilo de canções, por sair do proto-punk de Sheer Heart Attack para o funk-rock Get Down, Make Love. O disco também traz o sucesso Spread Your Wings, além de My Melancholy Blues, composto por Freddie Mercury.
O novo pacote inclui o álbum original, além de dois CDs recém-descobertos e raridades dos arquivos da banda, uma das quais é uma versão “alternativa” do álbum inteiro, com remixes feitos pela Raw Sessions. Essa versão deve ser a mais aguardada pelos fãs.
Conduzido a partir de fitas de estúdio multiplista, essa novidade traz versões alternativas nunca ouvidas de cada uma das 11 faixas do álbum. Por exemplo, há o experimento de We Are the Champions com elementos vocais e instrumentos desconhecidos, além de ser colocada em seu comprimento total, sem a edição do disco em 1977.
A versão original do álbum apresenta o mesmo em voz, mas mostra diferenças nos instrumentos. Sheer Heart Attack pode ser ouvida com a introdução de guitarra e com o final não cortado. A outra composição feita pelo baterista Roger Taylor, Fight From the Inside, também é evidenciada com a demonstração vocal feita nos estúdios, além da preparação de todos os integrantes para os shows. A expectativa dos idealizadores é trazer novidades em um mundo permeado de vazamentos digitais e cultura obsessiva de fãs.
O terceiro CD no box, Bonus Tracks, apresenta versões divulgadas anteriormente, mas atualmente difíceis de encontrar, como as faixas cantadas nos espetáculos, programas de rádio ou mixagens alternativas. Está inclusa a sessão final de cinco músicas para a Rádio BBC em outubro de 1977, sete apresentações ao vivo, além de mixagens raras e instrumentais de We Will Rock You, We Are the Champions, Spread Your Wings, Get Down, Make Love e Fight From the Inside. Também neste terceiro disco está contida uma edição de rádio muito pouco ouvida de It’s Late.
Outra característica notável deste box comemorativo de 40 anos é a reedição pura do LP original, direto das fitas analógicas, apresentado em fac-símiles. Também existe uma seleção de três pôsteres e um livro de fotos com 60 páginas, em sua maioria não vistos antes.
O suntuoso pacote é completo com um novo documentário. Queen, the American Dream, tem uma hora de duração e foi criado a partir de material de bastidores filmado durante a turnê do Queen nos Estados Unidos em 1977. São imagens raríssimas dentro e fora do palco, no estúdio de gravação e durante os ensaios, além da passagem da banda por Houston e momentos dos nascimentos de We Will Rock You e We Are the Champions, canções no Hall da Fama do Grammy.
Fonte: https://whiplash.net
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