Se você gosta de curtir os domingos ao ar livre no endereço mais popular da cidade, a Avenida Paulista, vai pirar ainda mais nesse rolê: neste domingo, 16 de julho, a calçada da avenida recebe um tributo especial em celebração aos 70 anos do mestre Freddie Mercury, integrante do grupo Queen.

O evento rola na altura do número 1313, das 13h às 17h, tudo com entrada Catraca Livre!

 

Fonte: https://catracalivre.com.br

Antigo roadie do Queen revelou que a banda britânica gravou várias músicas com o “Camaleão”

Depois que Brian May anunciou que a banda havia gravado várias músicas com David Bowie no início dos anos 80, um antigo roadie confirma.

Peter Hince, que andou na estrada com a banda britânica quando eles lançaram, com Bowie, “Under Pressure”, revelou que há material gravado entre ambos que nunca chegou a ser editado.

Estas revelações fazem parte de um novo livro sobre Bowie, de autoria de Neil Cossar. “Eles tocaram algumas das canções que fizeram juntos e também versões. Foi no estúdio e foi tudo gravado”, afirmou Hince.

As canções que juntam Freddie Mercury e David Bowie são ainda descritas como “cruas, mas boas”, e recorda Roger Taylor, que é um dos maiores fãs de David Bowie, “havia uma admiração mútua”, conta.

“Começaram a tocar umas coisas. Versões, temas próprios. No dia seguinte voltaram e gravaram aquela que viria a ser ‘Under Pressure'”, explica, acrescentando que “houve outras coisas que foram gravadas durante esse período, que nunca foram terminadas ou misturadas. Há um arquivo em algum lugar”.

As razões pelas quais essas canções nunca viram a luz do dia pode ser por questões de direitos autorais. “Pertencem aos herdeiros do David Bowie ou ao Queen? (A ausência de resposta) será um dos motivos pelos quais estas canções nunca viram a luz do dia”, afirma.

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt

Em 13 de julho de 1985 acontecia o Live Aid, um megaevento que reuniu os maiores nomes do rock e do pop, da época, no estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra, e no JFK Stadium, na Filadélfia, Estados Unidos. No mesmo dia, shows em outros países, como Austrália e Alemanha, foram feitos para apoiar a causa.

Mais do que um show transmitido para diversos países, o Live Aid foi uma ação humanitária idealizada pelo cantor, compositor e ativista Bob Geldof, e que reuniu nomes como Queen, Dire Straits e U2, entre tantos outros. Esse Megaevento chamava a atenção do mundo para a fome e a miséria na Etiópia, no continente africano.

O Live Aid marcou uma geração… Considerado por muitos como um símbolo de rebeldia, o rock mostrou toda sua força e seu engajamento em causas sociais. Diante de tamanha força, Phil Collins declarou que, a partir dali,  o 13 de julho deveria ser considerado “O Dia Mundial do Rock”.

Com fonte de: http://radioagencianacional.ebc.com.br

Após a morte do icônico Freddie Mercury, o músico e artista Adam Lambert passou a assumir o posto de vocalista da banda britânica Queen, e, desde então, o grupo começou sua mais recente turnê pelos Estados Unidos.

Segundo a Variety, a banda fechou recentemente uma parceria com o serviço VRTGO, plataforma de realidade virtual da Universal Music, para lançar o “VR The Champions”: uma experiência imersiva na qual os espectadores podem conferir o show da banda em 360 graus, gravado em 2016 no Palau Sant Jord, em Barcelona.

A apresentação em realidade virtual conta com alta qualidade de som e traz os grandes clássicos do Queen, como Radio Ga Ga, We Will Rock You e We Are the Champions.

“Essa é a realização de um sonho. Por meio desta criação única de realidade virtual, fãs de todo o mundo poderão, pela primeira vez, experiementar a emoção e a energia de um show do Queen em suas próprias casas. Muitos de vocês já viram RV, mas não uma RV como esta”, disse Brian May, guitarrista da banda e responsável pelo lançamento da experiência imersiva.

O show do Queen + Adam Lambert pode ser acessado por meio deste link, sob o valor de US$ 9,99. A experiência em vídeo pode ser assistida em sua versão web, em smartphones e através de diversos dispositivos de realidade virtual, como Samsung Gear VR, Oculus Rift, HTC Vive e Owl.

 

Fonte: https://canaltech.com.br

O Green Day está excursionando pelo mundo para divulgar seu último trabalho, o álbum Revolution Radio. Inclusive, caso você esteja desavisado, os caras vêm para o Brasil ainda esse ano!

 Durante sua passagem pela Inglaterra, a câmera que fica posicionada atrás do kit do baterista Tré Cool capturou esse momento impressionante: praticamente todas as 65 mil pessoas presentes cantando a música Bohemian Rhapsody, do Queen, enquanto aguardavam a montagem do palco.

O vídeo ficou tão legal, que a banda resolveu compartilhar em seu canal do youtube e nas redes sociais.

Com esse vídeo não restarão mais dúvidas de que essa é a ‘Whisky a Go Go’ dos ingleses, ganhando o título de melhor música para cantar no karaokê.

 

Fonte: http://virgula.uol.com.br

A Norwegian, companhia aérea da Noruega, fará uma diferente homenagem no aniversário de 71 anos do nascimento de FREDDIE MERCURY. O rosto do líder do QUEEN será colocado em duas aeronaves da companhia, um Boeing 787 Dreamliner e um Boeing 737-800, como parte de uma série de homenagens a “Heróis do Reino Unido” enquanto a companhia expande sua atuação e divulgação na Terra da Rainha.

 

Fonte: https://whiplash.net

Como sabemos, David Bowie colaborou com o Queen em uma canção que se tornou um dos clássicos da banda, “Under Pressure”. E Brian May revelou em conversa com uma rádio de Londres que existem outras coisas gravadas naquelas sessões, dando a entender que existe a possibilidade deste material inédito com David Bowie e Fredeie Mercury vir a ser lançado no futuro. “Nem tudo o que gravamos naquela época foi revelado até hoje”, emenda Brian, que contou ainda que o gênio de Freddie entrou em choque com o de Bowie: “(Eles entraram em atrito) em coisas pequenas, tipo quem chegaria por último no estúdio, então foi maravilhoso e terrível ao mesmo tempo. Mas eu guardei na memória mais os momentos maravilhosos que os terríveis”, disse.

 

Fonte: https://whiplash.net

Banda agitou o público presente, no Teatro Bradesco, ao interpretar vários dos grandes hits do Queen

God Save The Queen faz show de arrasar no Rio de Janeiro - AgNews
God Save The Queen faz show de arrasar no Rio de Janeiro – AgNews

Uma das mais conhecidas bandas que homenageiam o trabalho do Queen, a God Save The Queen fez com que vários fãs fizessem uma verdadeira “viagem ao passado”, durante o show realizado no Teatro Bradesco, localizado no Shopping Village Mall, um dos mais conhecidos do Rio de Janeiro. Com figurinos de arrasar, os músicos agitaram o público presente, enquanto interpretavam os maiores sucessos do grupo que teve Freddie Mercury como vocalista.

Na ocasião, os integrantes da God Save The Queen apresentaram seu mais recente espetáculo, o Don’t Stop Me Now, que só reforça as diversas semelhanças da banda com o Queen, durante um show eletrizante e que costuma colocar todo mundo para se divertir.

God Save The Queen faz show de arrasar no Rio de Janeiro
God Save The Queen faz show de arrasar no Rio de Janeiro

Fonte: http://www.ofuxico.com.br

Freddie Mercury costumava manter seus relacionamentos de maneira privada. Talvez por isso quando olhamos para as fotos do líder do Queen com o seu último namorado, Jim Hutton, você consiga ver tanta intimidade, revelando a beleza verdadeira do amor e da cumplicidade entre os dois.

Freddie começou a sair com o cabeleireiro Jim Hutton no meio dos anos 80, mas o começo do relacionamento foi difícil. Freddie se aproximou de Jim em duas ocasiões em uma boate, mas ambas foram consideradas fracassos. Até que eles se encontraram uma terceira vez, no mesmo lugar, cerca de dois anos da conversa inicial, que a insistência do cantor ganhou Jim.

Jim se mudou para Garden Lodge com Freddie dois anos depois e eles ficaram juntos até a morte do artista em 1991. Freddie Mercury foi diagnosticado com AIDS e chegou a oferecer que o parceiro o deixasse, algo que Jim Hutton declinou. “Eu amo você, Freddie. Não vou a lugar nenhum”, relembrou Jim, em um documentário, sobre o que teria respondido ao cantor.

Freddie Mercury celebrando o amor o namorado Jim Hutton

Fonte: http://virgula.uol.com.br/famosos

Criada em outubro de 2016, com o intuito de tocar muito Classic e Hard Rock, a Atroz Rock Band conta com músicos experientes no cenário do norte do estado do Rio de Janeiro.

Atualmente a banda está preparando um especial ao Queen, apresentando clássicos como; Keep yourself Alive, Somebody to Love, Bohemian Rhapsody, We are the Champions, entre outros sucessos.

É formada por Orlando Pacheco, Bia Quitete e Renata Monteiro nos Vocais, Marcos André na guitarra, Tulio Marco no teclado, João Gabriel no baixo e Carlos Dias na bateria.

No próximo dia 03 de Junho de 2017, acontecerá o Tributo ao Queen no Lord Pub, um Pub situado na cidade de Campos dos Goytacazes, que tem na sua essência o Rock. Nesse dia a banda espera encontrar amigos e principalmente amantes do quarteto britânico que deixou sua marca na história do rock mundial e no coração de todos.

Para ver um vídeo de ensaio da banda Clique Aqui

Facebook:  https://www.facebook.com/AtrozRockBand/

O Teatro GT traz para o interior do Estado de São Paulo “Classical Queen”, recriando uma das maiores bandas de todos os tempos. 03 de junho (sábado), às 21h, no Theatro Municipal.

Sinopse

A banda “Classical Queen” chega ao palco do Theatro Municipal de Paulínia para homenagear um dos maiores grupos musicais da história, o Queen. A apresentação acontece no próximo dia 03 de junho, sábado, às 21h.

Durante o espetáculo, a banda cover promete recriar, tanto musicalmente quanto visualmente, um autêntico show do conjunto inglês. Para isso, os artistas utilizam figurinos e instrumentos que são fiéis aos dos integrantes originais, além ainda de entregar ao público a mesma energia incrível das apresentações da banda britânica.

Misturando rock, música clássica, pop e outros gêneros musicais, a genialidade de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon criou hinos imortais como “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “We Are The Champions” e “I Want to Break Free”. E o Classical Queen vai tirar toda a plateia do chão ao cantar estes clássicos.

Sobre o Classical Queen

Nascido em setembro de 2004, o Classical Queen foi a primeira banda cover do Brasil a entrar no site oficial do “Queen”, somando participações em programas como o MTV Covernation, o MTV Rocka Rolla, e na exposição Let’s Rock na Bienal do Ibirapuera. Isso sem contar apresentações memoráveis em casas noturnas, prefeituras, teatros, cruzeiros e eventos em todo Brasil, com mais de 500 shows realizados ao longo da trajetória.

A formação da banda conta com Antonio Lobato nos vocais, piano e violão; Fernando Gamba na guitarra e backing vocals; Júlio Abrileri no baixo e backing vocals; e Anderson Macedo na bateria e backing vocals.

Ficha Técnica

Elenco: Antonio Lobato, Fernando Gamba, Júlio Abrileri e Anderson Macedo

Duração: 80 minutos

Classificação Etária: Livre

Gênero: Show musical

Serviço:

Paulínia:

03/Junho

Horário: Sábado às 21h 

Theatro Municipal de Paulínia

End: Av. José Lozano Araújo, 1551 – Pq Brasil 500

Informações: 0800 777 8214 – www.teatrogt.com.br

Valores:

Plateia Baixa, Plateia Alta e Camarotes – Inteira: R$ 80,00 | Meia-Entrada: R$ 40,00

Balcão Térreo e Balcão Nível 2 – Inteira: R$ 70,00 | Meia-Entrada: R$ 35,00

Balcão Nível 3 e Mezanino – Inteira: R$ 60,00 | Meia-Entrada: R$ 30,00

Vendas:

Sem Taxas:

Bilheteria do Teatro de Paulínia – Segunda a Sexta das 13h às 17h; Sábado e domingo quando houver evento.

Fifi Trends & Giffts – Paulínia Avenida Prefeito José Lozano Araújo, nº 1515

Com Taxas:

Unioptica (Unidade Centro Barão Geraldo) – Rua Benedito Alves Aranha, nº 70

Livaria Nobel Vinhedo – Avenida Benedito Storani, nº 111

Livraria Nobel Indaiatuba (Polo Shopping) – Alameda Filtros Mann, nº 670

O Bortoletão – Jaguaríuna – Rua Cândido Bueno, nº 545 Centro

Pelo site: www.bilheteriarapida.com

Call Center: 0800 777 821

Regras para Meia-Entrada:

Estudantes (Com Cartão da Instituição Educacional com data de validade ou Boleto – Atestado de Matricula do mês vigente)

Idosos e Terceira Idade (Cartão de Aposentado ou RG para maiores de 60 anos)

Professores Rede Pública (Holerite ou Documento que comprove)

Regras Promocionais:

CLUBE GT – Os sócios do Clube GT tem 50% de desconto mediante cartão.

Clientes Supermercados Pague Menos – 50% de desconto (preço inteiro) mediante apresentação do flyer promocional.

Morador de Paulínia – 50% de desconto mediante comprovante de Residência em seu nome.

Fonte: www.paulinianews.com.br

Na apresentação de seu novo espetáculo, “DON’T STOP ME NOW”, God Save The Queen reuniu os clássicos do Queen num show eletrizante

Na apresentação de seu novo espetáculo, “DON’T STOP ME NOW”, God Save The Queen reuniu os melhores clássicos do Queen num show eletrizante para sua turnê mundial 2017, dia 08 e 09 de junho no Teatro Bradesco às 21h. Clique aqui e compre seu ingresso.

Com vestuários, sons e instrumentos exatamente semelhantes aos originais, durante os 110 minutos do show, passeiam por clássicos como Bohemian Rhapsody, Radio Gaga, We will Rock You, We Are The Champions, entre outros. A banda apresenta músicas de todas as épocas completamente ao vivo. Não tem vozes, coros, ou instrumentos agregados, muito menos qualquer recurso de Play back. As canções são respeitadas minuciosamente em seus arranjos originais, absolutamente ao vivo.

A semelhança física e vocal de Pablo Padín com Freddie Mercury & os demais integrantes da banda God Save The Queen, com o grupo original é sem dúvida a chave do éxito deste famoso quarteto, eleitos em 2011 pela Revista Rolling Stone como o melhor tributo de todos os tributos do mundo.

A banda consegue criar ao público a sensação de estar vendo e ouvindo o Queen ao vivo. Seus integrantes ocupam o mesmo espaço e a mesma formação em cena, exatamente como o grupo inglês apresentava-se nos palcos do mundo, na década mágica de 80, com todos instrumentos originais, vestuarios e cenografías que copiam todos os detalhes da famosa banda de Freddie Mercury.

O Tributo ao Queen no teatro Bradesco

Quando: 08/06 até 09/06
Dias: Quintas e Sextas
Horário: 21
Onde: Teatro Bradesco
Ingressos: R$ 80.00

 

Fonte: www.vadecultura.com.br

Em seu site oficial, o guitarrista Brian May fez críticas ao artigo que a revista “Sunday Times” fez sobre o seu novo livro do Queen, “Queen In 3D”.

Segundo May, a revista teve acesso exclusivo a todos os textos e imagens de “Queen In 3D” e concordou que faria uma reportagem sobre o livro em si. Entretanto, a publicação preferiu destacar “coisas velhas e cansadas” sobre o passado da banda, de acordo com o guitarrista.

O músico descreveu a situação como “um jornalismo péssimo, amador e oportunista”. Ele alega ainda, que usaram apenas duas fotos do livro e deram mais enfoque a imagens que nem ele sabe de onde os editores tiraram.

“A abertura do texto diz: ‘tragédia, deboche e… anões’. Nada disso foi discutido no livro ou na entrevista. Essa mulher (repórter) veio até minha casa, fingiu ser fã do Queen e ia escrever algo legal sobre o livro, então, acabou escrevendo essa coisa ridícula e sensacionalista. Estou com raiva e nojo. Faz tempo que não vejo um jornalismo tão grosseiro e traidor dessa forma. Por favor, ignorem esse lixo – o livro não trata disso”, afirmou May.

Apesar das reclamações sobre a abordagem do artigo, Brian May não negou, em nenhum momento, qualquer declaração oferecida ao “Sunday Times”. Na ocasião, ele deu tristes detalhes sobre os últimos dias de Freddie Mercury.

“Queen In 3D” será lançado hoje, 25 de maio. A obra contém mais de 300 fotos estereoscópicas que documentam a história do Queen. A maior parte das imagens foi feita pelo próprio Brian May.

 

Fonte: https://whiplash.net

Café com Jornal, da Band, Matéria sobre Queen

 

O guitarrista do Queen, Brian May, foi entrevistado pelo portal NME na última terça-feira (23) e falou sobre o atentado terrorista ocorrido em Manchester no dia anterior.

“Eu acordei hoje e vi as notícias sobre Manchester e a primeira coisa que fiz foi escrever no Twitter, só para expressar meu luto e sentimentos com as pessoas. Havia mães que nem sabiam se seu filho estava vivo ou morto. É uma coisa horrorosa. Para mim, é quase impossível imaginar o tipo de ódio que tem que existir em alguém para bombardear crianças”.

 

 

Fonte: https://br.nacaodamusica.com

Brian May afirmou que o vocalista do Queen não gostava de falar sobre a doença mesmo com os amigos mais próximos

Freddie Mercury e Brian May (Foto: Getty Images)

O cantor Brian May falou sobre os últimos meses de vida de seu amigo e colega de Queen, Freddie Mercury (1946-1991) em entrevista ao jornal britânico The Times. De acordo com o músico, Mercury chegou a perder um de seus pés durante seu tratamento contra a Aids. May também disse acreditar que seu amigo poderia estar ainda vivo nos dias de hoje caso já existissem na época os medicamentos utilizados atualmente no combate à doença.

O músico disse que Mercury mostrou o pouco que restava de seu pé esquerdo durante um jantar realizado já no ano de sua morte. “Ele me pediu desculpas por ter me mostrado. Expliquei que só estava chateado por ele estar passando por um sofrimento tão intenso”, disse May.

Freddie Mercury (Foto: Getty Images)
Freddie Mercury (Foto: Getty Images)

O guitarrista do Queen também disse que Mercury evitava falar sobre a doença mesmo com seus amigos mais próximos. “Todos nós já sabíamos que ele tinha Aids, mas ele me falou: ‘Vocês sabem com que estou lidando e não quero falar sobre isso, nem que nossas vidas mudem por causa disso’”, relatou Bryan May.

Brian May (Foto: Getty Images)
Brian May (Foto: Getty Images)

 

 

Fonte:  http://revistamonet.globo.com/Musica

Sim, o rock foi à escola. Melhor dizendo, os roqueiros nem sempre têm sua vida (des) regrada por dias e noites de insônia, ensaios, shows, com sexo, drogas e, claro, rock’n roll, estereótipo que colou graças a algumas aventuras lisérgicas que invariavelmente não terminaram bem.

Mas há bons exemplos dos que acharam um tempo para a caneta, os cadernos e a presença nos bancos acadêmicos.

Isso, certamente, pode ter contribuído para a qualidade do produto que ofereceram às massas. Não é regra, obviamente. Há muita gente que produziu coisas inesquecíveis sem o tal diploma. Os que obtiveram o canudo estão aí com a assinatura em obras cultuadas ao longo do tempo.

Vamos pegar alguns exemplos. Comecemos por Brian May.

Se tem um sujeito que foi longe, este é o guitarrista do Queen. Com facilidade para exatas, graduou-se em Matemática e Física no conceituado Imperial College London. Depois, deu um tempo nos estudos para se dedicar à vitoriosa carreira musical. Uns 30 anos depois, retornou aos bancos escolares até tornar-se PhD em Astrofísica e reitor da Liverpool John Moores University.

Seu colega de banda, Freddie Mercury, também tinha formação. Sua área: Design Gráfico e Artístico pela Ealing Art College, da Inglaterra.

Greg Graffin, frontman da banda punk Bad Religion, é outro caso do gênero. Ele se formou em Antropologia e Geologia pela Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA). Pela mesma instituição, recebeu o título de Mestre em Geologia, além de ser PhD em Zoologia pela Cornell University. Graffin divide a carreira de vocalista de uma banda punk com o trabalho como professor universitário e autor de livros sobre evolução.

Agora, um dos casos mais emblemáticos é o de Bruce Dickinson, do Iron Maiden. O cara é piloto de avião comercial, comanda o Ed Force One (avião que leva o grupo nas turnês mundiais), e ainda atua como ator, roteirista, esgrimista e historiador. Em 2011, foi agraciado com o título de Honoris Causa de doutorado Universidade Queen Mary College, de Londres, pela sua contribuição à indústria musical. Não bastasse a pluralidade de tarefas que consomem tempo e muita energia, ainda sobram algumas horas para caprichar na alquimia. Ou quase isso: Bruce é mestre cervejeiro. É dele a The Trooper, cerveja que leva o nome de umas das músicas da Donzela de Ferro.

Em 2012, o vocalista foi tema de um estudo na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), por meio do artigo intitulado “Testando a ‘Donzela de Ferro’ ou como engrandecer um rock star no mundo inspirado”.

O guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, é outro que recebeu doutorado honorário da Universidade Britânica de Coventry por sua contribuição para o mundo da música popular, segundo nota da instituição. Na explicação, a universidade reconhece o papel de Iommi como um dos pais da música heavy metal e seu status como uma das pessoas mais influentes da indústria”.

E por que não?

O heavy metal, enquanto gênero do rock, já virou disciplina na universidade. O professor Charris Efthimious, da Universidade de Música e Performances Artísticas de Viena, na Áustria (em alemão,Universität für Musik und darstellende Kunst Wien), introduziu a disciplina Hard Rock e Heavy Metal: História da Música e aspectos analíticos do som ‘pesado’ dos anos 70, 80 e 90. Ali são estudadas obras de bandas como Black Sabbath e Iron Maiden. O professor dá sua explicação: as obras de Black Sabbath e Iron Maiden são tão importantes quanto às de autores clássicos como Richard Wagner, Mozart, Beethoven e Sebastian Bach.

Ele reforça a tese de que, assim como os clássicos, Black Sabbath e Iron Maiden foram os precursores de uma nova estética na música em seu tempo.

E há mais gente boa nesse roteiro escolar. Sinal de que frequentar a escola, em meio a acordes pesados e riffs marcantes, não são empecilhos para uma duradoura e vitoriosa carreira no mundo do rock. Ok, garotada? Então, fazer um som é muito bom, mas estudar é show!

 

Fonte: http://blogs.atribuna.com.br/blognroll

Freddie Mercury e Darth Vader, de Tom Callins, 10.08.1980.
Freddie Mercury e Darth Vader, de Tom Callins, 10.08.1980.

Em 10 de agosto de 1980, a banda Queen proporcionou a criação de um dos mais famosos registros iconográficos da galeria do Rock, quando seu vocalista, pianista e homem de frente, Freddie Mercury, apareceu absoluto sobre o grande vilão de Guerras nas Estrelas (Star Wars), Darth Vader, durante show de divulgação do álbum The Game na cidade de Houston, no Texas, EUA.

Freddie, coroado pela crítica como um dos mais extraordinários artistas de todos os tempos, ficou conhecido por sua poderosa voz e desempenho enérgico e dominador dos palcos, além da criação de canções mundialmente aclamadas, como We Are the Champions, Love of my Life e Bohemian Rhapsody. Atualmente, a banda Queen se encontra destacada na mais nobre das galerias do Rock N’ Roll.

 

 

Fonte: www.museudeimagens.com.br

Theresa May e Brian May || Créditos: Getty Images
Theresa May e Brian May || Créditos: Getty Images

Theresa May, a primeira-ministra do Reino Unido, tem um novo adversário ferrenho: Brian May, o guitarrista da banda de rock Queen que, apesar de ter o mesmo sobrenome da nova rival, não é parente dela. Notório defensor dos direitos dos animais, ele não gostou de saber que a política pretende levar adiante a ideia de liberar a caça à raposa na Inglaterra e no País de Gales caso vença as eleições gerais do próximo mês – nesta terça-feira ela voltou a defender o fim da proibição em um discurso.

“Isso muda tudo. As linhas de batalha foram expostas. Esta mulher horrorosa vai trazer de volta os esportes sangrentos, a menos que a consigamos impedir”, Brian postou em seu perfil no Instagram logo após a declaração de May, prometendo fazer campanha contra ela.

Tradição de mais de 300 anos, a caça em que cães matam raposas foi proibida nos dois países em 2005, o que gerou protestos na época. Apesar disso, ainda é permitido por lá atirar nos animais para matá-los, o que em tese reduziria o sofrimento deles.

 

Fonte: http://glamurama.uol.com.br