O baú de preciosidades do Queen parece não ter fim. Sorte dos fãs. Banda que contava com Freddie Mercury (voz e piano), Brian May (guitarra e violão), John Deacon (contrabaixo) e Roger Taylor (bateria e voz), o Queen, que segue com May e Taylor, apresenta o álbum On Air (Universal Music, R$ 47,90, em média).

O lançamento é recheado por dois CDs com 12 músicas cada, todas gravadas ao vivo nos estúdios da rádio britânica BBC, e que abordam o início da carreira do quarteto roqueiro.

 A obra abre com quatro temas registrados em fevereiro de 1973, para divulgar o disco de estreia: My Fairy King, Keep Yourself Alive – uma das primeiras músicas escritas por May após a criação do Queen –, Doing All Right e Liar. Já é possível notar o abuso positivo das melodias de guitarra e dos coros aliados ao vocal de Mercury, marcas registradas do quarteto.

Do mesmo ano a obra ainda pincela outras duas sessões. A do dia 2 de julho conta com temas como See What A Fool I’ve Been e Son And Daughter.

A criatividade da banda fica nítida com o passar dos anos. Em 1974 a banda gravou na rádio Modern Timer Rock’N Roll, Nevermore, White Queen (As it Began) e Now I’m Here, entre outras. O registro aborda passagens do Queen na BBC até 1975.

No Exterior o lançamento é mais caprichado. Além do CD duplo, há edição com três LPs e uma caixa com seis CDs que conta com gravações que vão até os anos 1990, inclusive temas tocados pelo grupo no Brasil, em 1981.

 

Fonte: www.dgabc.com.br

No curioso vídeo abaixo, a letra de Bohemian Rhapsody, do Queen, vira a base para um roteiro completo de um curta-metragem sobre um crime.

Fonte: http://whiplash.net

Parte da matéria do Jornal das 10, da Globo News, em que Freddie aparece. “Mortes de ídolos das décadas de 80 e 90 e, decorrência da Aids chamaram a atenção do mundo para doença.

Músico gravou uma versão da música Seaside Rendezvous 

 Landau faz homenagem aos 25 anos da morte de Freddie Mercury Divulgação
Landau faz homenagem aos 25 anos da morte de Freddie Mercury Divulgação

O músico Landau fez uma homenagem aos 25 anos da morte de Freddie Mercury. Ele gravou uma versão da música Seaside Rendezvous, do Queen: no videoclipe, o artista aparece vestido de mágico e dança pelas ruas. 

Landau contou que a principal inspiração na hora de criar essa versão foi Gene Kelly:

— Enquanto pesquisava as referências tanto para gravar a música quanto para definir o formato do clipe, descobri que Freddie Mercury adorava artistas como Gene Kelly e Fred Astaire, daí não tivemos escolha, o clipe teria que ser algo neste sentido.

O produtor Rogerio Ultrila foi quem teve a ideia de fazer a releitura da música. Ultrila foi idealizador da coletânea Bismillah, em que consta a versão Seaside Rendezvous. A produção musical ficou por conta de Paulo Senomi, que contou com nomes como o maestro Tiago Mineiro no piano e Paulo Garcia no contrabaixo. A atriz Gabi Roncatti atua com o cantor no videoclipe. Confira: 

Fonte: http://entretenimento.r7.com

 

Se Freddie Mercury era a alma, o piloto, do Queen, o guitarrista Brian May era seu motor, alimentando a banda com canções que os elevava para uma estratosfera ocupada apenas por algumas seletas bandas de rock. Ele é um compositor capaz, com sua destreza, de mesclasse elementos de folk, prog, metal e pop clássico, em visões tão grandiosas como ambiciosas.

Abaixo o Top 10 da Team Rock

10) The Prophet’s Song (A Night At The Opera, 1975)

9) Brighton Rock (Sheer Heart Attack, 1974)

8) Dead On Time (Jazz, 1978)

7) Hammer To Fall (The Works, 1984)

6) Fat Bottomed Girls (Jazz, 1978)

5) 39 (A Night At The Opera, 1975)

4) The Show Must Go On (Innuendo, 1991)

3) Keep Yourself Alive (Queen, 1973)

2) We Will Rock You (News Of The World, 1977)

1) Now I’m Here (Sheer Heart Attack, 1974)

Fonte: http://teamrock.com
Dica de: David Neto

 

O líder do Queen morreu em 24 de novembro de 1991, aos 45 anos

Segundo banco de dados do Ecad, Freddie Mercury tem 163 obras e 413 fonogramas atribuídos a ele (Foto: reprodução)
Segundo banco de dados do Ecad, Freddie Mercury tem 163 obras e 413 fonogramas atribuídos a ele (Foto: reprodução)

Há 25 anos o mundo perdia uma das vozes mais emblemáticas do rock. Freddie Mercury, o cantor que levantou a primeira edição do Rock in Rio, em 1985, à frente da banda Queen, morreu em 24 de novembro de 1991, aos 45 anos. Ele, que emocionou multidões com seu tom potente e canções como Love of my life e We will rock you, acaba de receber uma homenagem do Ecad. O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, que centraliza a arrecadação e distribuição dos direitos autorais de execução pública musical, preparou um levantamento inédito sobre a obra do artista que revolucionou o universo musical nos anos 70 e 80.

Freddie Mercury durante a inesquecível apresentação no primeiro Rock in Rio, em 1985 (Foto: Divulgação)
Freddie Mercury durante a inesquecível apresentação no primeiro Rock in Rio, em 1985 (Foto: Divulgação)

Quando se pensa em Freddie Mercury, vêm à mente sua voz com músicas que marcaram a vida de pessoas de diferentes idades e gerações. No entanto, o artista também foi um compositor de sucesso, sozinho ou em parceria com grandes nomes da música mundial, como David Bowie e Little Richard. Bowie foi, inclusive, o cantor que mais gravou canções de Mercury. Além dele, Montserrat Caballé, Michael Bublé, Venio Aires e Paul Rodgers foram os outros cantores que mais gravaram músicas do vocalista do Queen. Entre as obras mais gravadas estão Crazy little thing called love, Bohemian rhapsody, Love of my life, Somebody to love e Under pressure.

 

O Ecad tem em seu banco de dados 163 obras e 413 fonogramas atribuídos a Freddie Mercury. O segmento de rádio é o que representa a maior fonte de rendimentos para os herdeiros dos direitos autorais do artista (30,97%), seguido dos segmentos de show e TV aberta. Entre as músicas mais executadas pelo Queen nos últimos cinco anos, Crazy little thing called love aparece novamente em 1º lugar, seguida por I want to break free.

 

Fonte: http://epoca.globo.com
Dica de: Rafael Macedo

Famoso por suas performances enérgicas e por sua forte presença de palco, além de um poder vocal impressionante, o ex-vocalista da banda Queen é considerado uma lenda da música mundial. 
 
No documentário, inédito na TV, “Freddie Mercury: The Great Pretender”, que o BIS exibe no dia 10/12/2016, às 21h30, o icônico cantor aparece durante seus projetos fora da banda, como artista solo. 
 
 O filme foi ganhador do prêmio Rose D’Or em 2013 e do Emmy Internacional na categoria “Melhor Programa Artístico” no mesmo ano. 


Fonte: http://natelinha.uol.com.br

Líder do Queen deixava todo mundo de queixo caído — e não era só pelo grave excêntrico

Que a voz de Freddie Mercury era de cair o queixo todo mundo já sabe. Mas as performances do líder do Queen nunca ficaram atrás quando o assunto era surpreender. Veja 10 delas imperdíveis para entender a importância do ídolo.

01/ “Bohemian Rhapsody” Show em Budapeste, em 1986
02/“Love of My Life”Show no Rock in Rio, em 18 de janeiro de 1985
03/“We Will Rock You live”Show em Londres, em 1979
04/“Don’t Stop Me Now”Show em Londres, em 1979
05/“Another One Bites The Dust”Show no Japão, em 1985
06/“I Want to Break Free”Lançada em 1984, no álbum “The Works”
07/“The Show Must Go On”Música lançada em 1991, um mês antes de Freddie Mercury morrer
08/“The Great Pretender”Apresentação feita por Freddie Mercury em 1987
09/ “Save Me”Show em Montreal, no Canadá, em 1881
10/“Under Pressure”Show na Inglaterra, em 1986
Fonte: http://entretenimento.r7.com

O mundo perdeu Freddie Mercury há 25 anos, mas o legado que o eterno líder do Queen deixou é imortal. Você é fã? Então veja qual música do Queen mais bem representa sua personalidade.

Clique na imagem abaixo para fazer o Quiz:


Fonte: http://entretenimento.r7.com

Veja abaixo uma prévia do DVD “Queen + Adam Lambert – Live in Japan”, que será lançado no Japão em 20 de dezembro, trazendo uma performance registrada no dia 17 de agosto de 2014 no Summer Sonic, considerado o maior festival de rock do país.

Fonte: http://whiplash.net

Neste vídeo de apenas dois minutos Freddie Mercury parou o mundo

 

Nesta gravação de concerto no Estádio de Wembley estão resumidos os poderes do cantor

“Nunca vi um homem apanhar o mundo inteiro na palma da mão dessa maneira”. Assim descreve Peter Freestone, assistente pessoal de Freddie Mercury (Tanzânia, 1946 – Londres, 1991), tudo o que aconteceu em 12 de julho de 1986 no Estádio de Wembley, em Londres. O concerto acabaria entrando na história da música e da cultura popular: o mundo parou de girar durante três horas e toda uma geração associaria para sempre o líder do Queen a essa jaquetinha amarela, ao bigode e a esse êxtase musical quase religioso.

O mais fascinante daquele espetáculo é que se pode perceber como o cantor estava perfeitamente consciente de que estava fazendo história. Tanto é assim que sequer foi necessária uma canção de verdade para despertar o fervor de 70.000 fiéis: bastou-lhe uma improvisação de apenas 2 minutos. Hoje, mais de 30 anos depois e no 25º aniversário de sua morte, essa improvisação aparentemente inconsequente condensa tudo aquilo que fez de Freddie Mercury uma lenda.

Assim se domina um palco com arrogância e elegância

Era o maior palco construído até então, e ficou pequeno para ele. Mercury passeia como um animal que sabe que conquista imediatamente o terreno em que pisa, e em nenhum momento parece intimidado pela responsabilidade de seduzir 70.000 pessoas. É tão gracioso como cativante. Suas posturas triunfantes enquanto improvisa, a meio caminho entre a ópera e a festa de vilarejo, geraram uma corrente elétrica que fez com que o público não sentisse que estava repetindo cantos tiroleses, mas que fazia parte da história da música.

Sempre cantando como se fosse a última vez na vida

“Não posso ir tão alto, vamos baixar outra vez”, reconhece o cantor no vídeo. Mas em seguida volta a levantar a voz com uma magnitude que não cabia em Wembley. Embora o alcance vocal de Mercury atingisse a estratosfera como poucos cantores masculinos conseguiram, dava a sensação de que seu vigor não nascia da técnica, mas de suas entranhas. O público respondeu com entusiasmo aos seus arrulhos porque Freddie estava levando tudo tão a sério como se fosse a última canção de sua vida.

Líder de massas

O flautista de Hamelin era um amador ao lado de Mercury. Aquela massa devotada tinha pagado 17 euros (cerca de 60 reais) pela entrada, naquele que foi, sem dúvida, o melhor investimento de toda a sua vida. E se deixaram levar pela euforia do Queen. A indumentária de Mercury o faz parecer um líder militar tirado de um sonho e ele segura seu característico microfone com a atitude épica de quem ostenta um cetro. Falta-lhe a coroa, mas ele se encarrega de se comportar como se fosse o rei do mundo. O público estava tão aos seus pés que, se no fim do concerto Freddie propusesse invadir a Polônia, essas 70000 pessoas o teriam seguido sem pensar duas vezes.

Um anfitrião divertido que convida todo mundo para a festa

Terminar seu número com um “que se fodam” e receber uma ovação como resposta é algo que só as verdadeiras estrelas podem se permitir. Mercury colocou Wembley inteiro no bolso e o conseguiu porque a arrogância só é carismática quando nasce da positividade e não da prepotência. O cantor começou sua improvisação com uma espécie de minicachepô na mão, que o faria parecer o bêbado de turno da festa se não fosse sua presença majestosa. Ele é o primeiro a ser surpreendido pela receptividade do público e parece querer testar a obediência de seus fiéis, mas não o faz com superioridade (embora desfrute disso), mas convidando todo mundo para a festa.

Sim, sou extravagante, e se você não gosta, foda-se

A estrambótica energia Mercury sobre o palco provocou muitos comentários sobre sua sexualidade, mas ele não dava importância alguma. Outros artistas teriam sentido vergonha, mas Freddie se deixava levar pela teatralidade e pela grandiloquência, sempre procurando levar adiante o maior espetáculo do mundo. Ele sabia que o problema era dos outros. Se um artista resolve ser prudente e pisa no freio, conseguirá passar despercebido, mas nunca fará história.

Despreocupadamente atraente

Freddie Mercury não era bonito, mas exibia o bigode como poucos. Suas calças justas, seu gosto pelas camisetas regata e o suado com que terminava cada performance era assombrosamente atraente, precisamente porque ele não estava nem um pouco preocupado com isso.

Um minuto e 58 segundos, em que o mundo parou

Pouco antes de sua morte, Mercury lançou The Show Must Go On (O Show Deve Continuar) e tornou-se um credo. Para ele não era uma frase feita, mas um modo de vida. O show continuou, mas não o deixou para trás. Ele passou seus últimos dias obcecado em continuar a compor e a gravar, sentia a necessidade de alimentar seu legado. A verdade é que quando morreu, naquele 24 de novembro de 1991, Freddie Mercury já era muito mais do que um cantor: fazia parte da vida de milhões de pessoas. Recuperar hoje aquele espontâneo e afetivo jogo entre o rei e seus súditos faz com que, durante um minuto e 57 segundos, Freddie Mercury consiga parar o mundo de novo. E isso é o mais próximo que se pode estar da imortalidade.

 

Fonte: http://brasil.elpais.com

Jornal do SBT, 25 anos da morte de Freddie Mercury

Pelo Player Queen Net

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Hoje, quinta-feira (24), a morte de um dos ícones da cultura pop, o lendário cantor Freddie Mercury, completa 25 anos. Famoso por suas performances cheias de energia e por sua presença cativante no palco, o vocalista do Queen faleceu em 1991, aos 45 anos, de broncopneumonia em consequência do vírus da Aids.

A morte prematura de Freddie fez dele um mito. Portador do vírus HIV desde 1985, o cantor, que viveu sua homossexualidade de forma privada, assumiu publicamente a doença apenas horas antes de falecer.

Nascido em 5 de setembro de 1946, em Zanzibar, na Tanzânia, Freddie se mudou aos oito anos para Bombaim (Mumbai), na Índia, onde conheceu Brian May, Roger Taylor e John Deacon, que deram origem a uma da maiores bandas de todos os tempos, o Queen.

Em 1970, o grupo se apresentou pela primeira vez, mas lançou seu primeiro álbum apenas em 1973. O sucesso aconteceu em 1975, com “A night at the opera” e o hit “Bohemian rhapsody”. O disco quebrou recordes e fez o grupo se firmar no mundo do rock’n’roll.

Em março de 1981, o Queen esteve no Brasil pela primeira vez e se apresentou no estádio do Morumbi para mais de 120 mil fãs. A banda voltou ao país em 1985 para participar do Rock in Rio.

Milhares de fãs cantaram “Love of my life” à capela em meio à chuva e à lama, momento que se tornou épico. Um ano antes, em 1984, o grupo se apresentou no Festival de Sanremo, na Itália, com a música “Radio Ga Ga”.

 

Fonte: http://www.opovo.com.br

 

Conforme informamos anteriormente, Brian May cancelou algumas apresentações já agendadas por estar sofrendo de uma doença persistente, que está destruindo sua energia e motivação.

Ele não revelou qual a doença, mas suspeita-se que ele esteja sofrendo de depressão, mal que já sofreu no passado de forma tão intensa que na época ele chegou a pensar em se matar.

Em postagens via twitter, onde costuma ser bastante ativo, Brian agradeceu às mensagens de apoio e informa que vai ficar ausente por um tempo.

 

Fonte: http://whiplash.net

Está disponível em CD e Download o show da banda The Queen Extravaganza –  ‘A Night at The Apollo – Hammersmith Live 2016.

Este é o primeiro lançamento da banda Tributo Oficial do Queen.

Para comprar Clique Aqui

Músicas:

CD1

1. Death on Two Legs (Dedicated to….)
2. Lazing on a Sunday Afternoon
3. I’m in Love with My Car
4. You’re My Best Friend
5.’39
6. Sweet Lady
7. Seaside Rendezvous
8. The Prophet’s Song
9. Love of My Life
10.Good Company
11. Bohemian Rhapsody
12. God Save the Queen

CD2

1. Tie Your Mother Down
2. Seven Seas of Rhye
3. Don’t Stop Me Now
4. Stone Cold Crazy
5. Another Ones Bites The Dust
6. Save Me
7. I Was Born To Love You
8. Under Pressure
9. Fat Bottomed Girls
10. The Show Must Go On
11. Radio Ga Ga
12. Somebody To Love
13. We Will Rock You
14. We Are The Champions

 

Fonte: Queen Online