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Bohemian Rhapsody entrou para a história como uma das principais músicas do rock mundial, e um novo aplicativo promete fazê-lo sentir-se um pouco como Freddie Mercury ao cantá-la para os fãs do Queen. Em parceria com o Google, o app The Bohemian Rhapsody Experience é um app que imerge o usuário na cabeça do cantor, em uma “narrativa visual” embalada pela canção.

A promessa do programa, exclusivo de dispositivos Android, é “oferecer uma viagem através da mente do vocalista Freddie Mercury, criando a sensação de estar no palco com a banda, com elementos visuais e de áudio que respondem aos movimentos do usuário”. Em resumo, é uma tentativa de levar a experiência de consumir música para o terreno da realidade virtual.

O projeto é fruto da colaboração entre times de designers e engenheiros do Google com a própria banda. A ideia é criar um ambiente cheio de animações que tentem representar não só como é ser o Freddie Mercury e cantar para uma plateia enorme, mas de fazer o usuário conhecer um pouco sobre a mente inventiva do astro do rock. Segundo um dos guitarristas do Queen, Brian May, o caráter inovador da música mesmo 40 anos depois de lançada é fruto justamente dessa “imaginação incrível”.

O resultado é um aplicativo para smartphone que pode ser usado com o Google Cardboard ou o Samsung Gear VR se você fizer os ajustes corretos. Mas, mesmo sem um dispositivo de realidade virtual, também é possível experimentar como um vídeo comum em 360 graus.

Para os fãs da lendária banda inglesa Queen, a banda e o Google anunciaram nesta quarta (14) uma nova experiência em realidade virtual, baseada em Bohemian Rhapsody, clássica canção do quarteto liderado por Freddie Mercury.

Em parceria com o Google Play, os integrantes remanescentes do grupo, Roger Taylor e Brian May, lançaram o aplicativo de realidade virtual para cardboard chamado The Bohemian Rhapsody Experience, que pode ser visualizada em dispositivos do próprio Google como o Cardboard, ou outros aparelhos de VR, como o Gear VR da Samsung.

No aplicativo, os usuários têm acesso a uma versão remixada da música acompanhada de uma narrativa visual interativa desenvolvida por animadores e designers. Conforme explica o Google, a experiência oferece uma viagem através da mente do vocalista Freddie Mercury, criando a sensação de estar no palco com a banda, com elementos visuais e de áudio que respondem aos movimentos do usuário.

O conteúdo foi inspirado na iconografia dos álbuns do Queen e em todo o seu simbolismo. Foram usados na experiência elementos como a fênix do logo da banda, o robô que aparece em “News of the World” e os objetos voadores em “Kind the Magic”.

O aplicativo já está disponível para download na Google Play, e para marcar o lançamento da novidade, a banda lançou em seu canal no Youtube um mini documentário sobre como o projeto foi realizado.

 

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Há uma certa pompa na parceria dos remanescentes do Queen, Brian May e Roger Taylor, com Adam Lambert. Deu liga, é inegável. Mas existe uma série de elementos que permitam uma conexão mais forte entre o projeto e o público. Algo que vai além do musical.

Características de Adam Lambert como a própria persona, o estilo vocal e a relação dele com o público se assemelha, guardadas as devidas proporções, com as do insubstituível Freddie Mercury. Além disso, o cantor surgiu em um reality show muito conhecido – “American Idol” –, é americano – ou seja, cria-se uma “afinidade” com os Estados Unidos, que nem sempre deu a popularidade que o Queen merecia – e sua relação com a música pop promoveu a união Queen + Adam Lambert com o público que está ligado ao universo pop – até mesmo pela imprensa especializada neste gênero.

 

A aceitação da parceria Queen + Adam Lambert, no entanto, ofuscou outra tentativa, já passada: Queen + Paul Rodgers. Brian May e Roger Taylor se juntaram ao vocalista, consagrado por trabalhos com o Free e o Bad Company, em 2004. Ficaram juntos até 2009. De acordo com Rodgers, “durou mais que o esperado”, pois “era para ser apenas uma turnê europeia, por diversão”.

Hoje leio muitas críticas em relação à parceria entre Queen e Paul Rodgers, especialmente quando se compara com a atual tentativa, com Adam Lambert. Alguns dos argumentos são justos. O background de Rodgers, mais bluesy, é muito diferente do Queen e toda a sua pegada operística – apesar da clara conexão entre Rodgers e Freddie Mercury, que considerava o vocalista do Free e do Bad Company um de seus favoritos. Outros, no entanto, desmerecem a ousadia dos envolvidos em sair da zona de conforto.

Queen e Paul Rodgers fizeram duas turnês mundiais que renderam bons registros: “Return of the Champions” (2005) e “Live in Ukraine” (2009). Nas tours, obviamente, imperava o repertório do Queen. Mas algumas pérolas da extensa discografia do cantor também apareceram. Algumas faixas clássicas do Queen, na minha visão, caíram muito bem na voz de Rodgers, como “Fat Bottomed Girls” e “I Want It All”. Já as mais performáticas, como “The Show Must Go On”, parecem ter algo faltando. Do lado da banda, sem defeitos: Brian May, Roger Taylor e os demais fazem bonito nas canções de projetos passados do vocalista, como “All Right Now” (Free) e “Feel Like Makin’ Love” (Bad Company).

Um disco de estúdio também foi produzido durante os anos de parceria. “The Cosmos Rocks” tem, inicialmente, uma digestão difícil. Mas o estilo de Rodgers prevaleceu no momento autoral. É divertido ouvir especialmente Brian May em uma proposta mais blues, com a guitarra em um plano principal – e muitos momentos com violões também. E ele se sai bem, assim como Roger Taylor, que não brilha tanto nos backing vocals como costumava nos álbuns do Queen, mas não peca com as baquetas em mãos.

Há um “quê” de incompreensão em relação à parceria Queen + Paul Rodgers. Talvez por ser mais experimental e ousada do que a atual encarnação, com Adam Lambert. No entanto, vale olhar novamente para a proposta com atenção. Até porque, se é difícil imaginar Lambert, Brian May e Roger Taylor com um disco de inéditas hoje em dia, fica ainda mais complicado mentalizar algo tão fino como “The Cosmos Rocks”.

 

Fonte: http://whiplash.net

Após realizar uma série de shows pela europa com a “Summer Festival Tour” em maio/junho, Queen + Adam Lambert retornou aos palcos nessa segunda (12), onde a banda realizou pela primeira vez um show na cidade israelense de Tel Aviv.

Diferentemente dos shows da europa, a setlist trouxe algumas novidades, incluindo “Dragon Attack” e “Keep Yourself Alive”, além disso “The Show Must Go On” também voltou a ser performada. Lambert também trouxe novidades nos figurinos, apresentando vários inéditos, a grande maioria sendo na cor preta.

Queen & Lambert seguirão por grande parte do continente asiático, onde a “Asian Tour” passará por países como Japão, China e Cingapura, onde a banda irá se apresentar no GP de Fórmula 1 do país.

Para ver a galeria de fotos Clique aqui. Confira abaixo vídeos e a setlist completa do show dessa segunda-feira:

Vídeos & Setlist

Seven Seas Of Rhye
Keep Yourself Alive
Hammer To Fall
Stone Cold Crazy
Fat Bottomed Girls
Don’t Stop Me Now
Killer Queen
Somebody To Love (parcial)
Love Of My Life (parcial)
These Are The Days Of Our Lives
(Drum Battle)
Under Pressure
Crazy Little Thing Called Love
Dragon Attack
Another One Bites The Dust 1
I Want It All
(Guitar Solo)
Who Wants To Live Forever 1
The Show Must Go On
Tie Your Mother Down
I Want To Break Free
Bohemian Rhapsody
Radio Gaga
We Will Rock You/We Are The Champions

Fonte: http://glamilybrasil.com

Embora não seja muito fácil de compreender alguns textos, ao que parece o objetivo do usuário da conta do twitter que atende pelo nome すえきち foi criar um sitcom onde duas lendas, o vocalista Freddie Mercury e o ator e instrutor de artes marciais Bruce Lee, são grandes amigos, embora, até onde se saiba, eles nunca se encontraram pessoalmente. Confira abaixo algumas imagens selecionadas e visite o link a seguir para acompanhar as postagens. https://twitter.com/suekichiii

Ambos são bonecos Figura em Ação como publicamos o do Freddie aqui

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Fonte: http://whiplash.net/

 

É 1982. É o histórico show Queen Live at Milton Keynes, na Grã-Bretanha. As músicas mais arrebatadoras de todos os tempos estremecem o público imponente: Love of my life, Bohemian Rhapsody, Somebody to love, We Will Rock You e muitos mais sucessos.

Dias e horários:

Sábado   17/09 às 14:00
Segunda 19/09 às   8:10


Músicas do show:

Flash
The Hero
We Will Rock You (Fast)
Action This Day
Play The Game
Staying Power
Somebody To Love
Now I’m Here
Dragon Attack
Now I’m Here (Reprise)
Love Of My Life
Save Me
Back Chat
Guitar Solo
Under Pressure
Fat Bottomed Girls
Crazy Little Thing Called Love
Bohemian Rhapsody
Tie Your Mother Down
Another One Bites The Dust
Sheer Heart Attack
We Will Rock You
We Are The Champions
God Save The Queen

 

Fonte: TCM

Em comemoração aos 70 anos de nascimento do Freddie Mercury a Bandai homenageou o artista de voz poderosa como uma figura incrível na linha S.H. Figuarts totalmente articulada e e repleta de detalhes e acessórios.

Com 14 centímetros de altura a figura em escala 1:12 possuí mais de 20 pontos de articulação espalhados pelo seu corpo o que é padrão da S.H. Figuarts da Bandai e foi colorido digitalmente durante mais de 300 horas de trabalho.

A figura Freddie Mercury Bandai foi baseado no concerto do Queen Live at Wembley Stadium, em 1986, e foi produzido vestindo a sua icônica jaqueta amarela, camiseta branca, calças brancas com listras coloridas e tênis Adidas. Inclui o característico microfone com cabo longo como acessório.

A peça está muito bem detalhada e retrata o Freddie Mercury perfeitamente, se você é um grande fã da banda Queen esta peça não pode faltar em sua coleção.

Possui
3 Cabeças com faces diferentes
3 pares de mãos
Microfone com pedestal
Microfone

 

Confira o vídeo abaixo:

 

O boneco pode ser encontrado no Mercado Livre, Ebay e Amazon.com

Freddie Mercury completaria 70 anos nesta segunda-feira, 5 de setembro de 2016. Ele nasceu em 5 de setembro de 1946, na Cidade da Pedra, em Zanzibar, uma parte da Tanzânia.

Infelizmente, a trajetória de Freddie Mercury foi interrompida em 24 de novembro de 1991, quando faleceu em decorrência de complicações causadas pelo vírus da Aids. Apesar disso, o trabalho de Mercury em pouco menos de duas décadas com o Queen foi o suficiente para colocar seu nome na história da música.

Em homenagem a Freddie Mercury, foram selecionadas sete curiosidades sobre sua trajetória. Veja:

1) Melhores amigos

Há quem diga que o melhor amigo de Freddie Mercury dentro do Queen era o baixista John Deacon. Algo curioso, visto que Deacon tinha, na banda, uma postura completamente diferente da de Mercury: era discreto e não tinha nenhum perfil de liderança. Os créditos das composições dão noção deste detalhe: as músicas que não eram assinadas somente por Deacon, eram co-escritas por ele e Mercury.

2) Música erudita

A proximidade que Freddie Mercury tinha com a música erudita era evidente. Não só pelas composições do Queen, como também pelo álbum “Barcelona”, lançado por ele em 1988 ao lado da cantora lírica Montserrat Caballé. Mercury dizia que gravar com Caballé era seu sonho de muitos anos atrás. O disco foi concebido após Mercury ter sido convidado a fazer uma música que servisse de tema para os Jogos Olímpicos de 1992, realizados em Barcelona, na Espanha. O cantor morreu antes da realização do evento e, por isso, a canção não se tornou tema da competição, mas foi tocada durante sua cerimônia de abertura.

3) Substituto com aval

A escolha por Paul Rodgers para a versão do Queen “lançada” na década passada não foi por acaso. Freddie Mercury se dizia muito fã de Rodgers. Não precisa ser muito atento para perceber como o cantor do Free e do Bad Company influenciou o astro do Queen, especialmente em presença de palco.


4) Composição era um dos fortes

Compositor de mão cheia, Freddie Mercury é o autor de boa parte dos hits do Queen. Das 17 músicas presentes no disco “Greatest Hits” (1980), 10 são dele. Isso mostra a importância de Mercury nos anos iniciais da banda. Já na segunda etapa, contemplada em “Greatest Hits II” (1991), com músicas lançadas entre 1982 e 1991, Freddie é o autor de de duas e co-autor de quatro. Ele afirmava que gostava de acompanhar o que acontecia não só na música, mas também no cinema e no teatro para inspirar suas composições.

5) Reconhecido pela ciência

Um estudo conduzido pelo Dr. Christian Herbst (Universidade de Viena) descobriu o que todos sabiam: a voz de Freddie Mercury era única. No entanto, a pesquisa trouxe detalhes fundamentais sobre a voz de Freddie. Soube-se, por exemplo, que Mercury era um barítono, mas conseguia facilmente trabalhar como tenor. A pesquisa mostrou, também, que as pregas ventriculares de Mercury vibravam junto com as pregas vocais, algo que a maioria dos seres humanos não conseguiria executar. O vibrato é tão intenso que chegava a 7.04 Hz, enquanto o comum está entre 5.4 e 6.9 Hz, ultrapassando a vibração atingida por Luciano Pavarotti.

6) Tímido? Quem diria…

Freddie Mercury era um performer expansivo, mas tímido fora dos palcos. Era do tipo que dava poucas entrevistas e evitava se envolver em polêmicas. Mesmo sua vida boêmia não era de conhecimento público até sua morte, em decorrência de complicações geradas pelo vírus HIV.

7) Na ativa até pouco antes de morrer

A última aparição pública de Freddie Mercury havia sido em fevereiro de 1990, quando o Queen foi homenageado no Brit Awards. A última música gravada por ele foi “Mother Love”, presente no álbum póstumo “Made In Heaven”, de 1995. O registro foi feito em meados de outubro de 1991. Cada verso era cantado e gravado pelo menos quatro vezes, de forma separada, em função da saúde já debilitada. Ainda assim, Mercury não desistiu e permaneceu trabalhando até quando não conseguiu mais.

 

Fonte: http://whiplash.net

Na semana que se completam 30 anos da morte de Freddie Mercury, vamos repostar algumas publicações para relembrar o nosso querido frontman e celebrar  o seu legado.

 

Freddie Mercury, da infância na África ao estrelato mundial

 

Origens orientais
A antiga ilha de Zanzibar, na costa da Tanzânia Foto: Reprodução
Farrokh Bulsara‌ nasceu no Sultanato de Zanzibar, um arquipélago ao leste da África que na época era um protetorado britânico — e hoje é parte da Tanzânia. Seus pais, Bomi (1908–2003) e Jer Bulsara (1922–), eram indianos da região de Mumbai, seguidores do zoroastrianismo.

 

Infância na Índia

Enquanto o pai trabalhava em Zanzibar, o jovem Farroukh estudou em internatos em Mumbai. Na Índia, aprendeu a tocar piano e ganhou o apelido de Freddie. Além dos astros do rock da época, como Little Richards, uma de suas maiores influências musicais na infância foi a cantora de Bollywood Lata Mangeshkar.

Chegada à Inglaterra

Quando Freddie tinha 17 anos, sua família precisou fugir de Zanzibar, por causa da revolução que atingiu o país em 1964, derrubando o sultanato — e matando milhares de árabes e indianos. Eles foram morar em Feltham, Middlesex, na Inglaterra. Em 2009, uma placa em homenagem a Mercury foi inaugurada.
O logo do Queen
Formado em Artes e Design Gráfico na Ealing Art College, Freddie criou o logo do Queen combinando os signos dos músicos da banda: dois leões (Deacon e Taylor), um caranguejo (câncer, para Brian May) e duas fadas (virgem, para Mercury) em torno da letra Q. No centro uma coroa e, sobre tudo isso, uma fênix. Ufa!
 
 
Queen
Mercury se juntou à banda de Brian May e Roger Taylor em abril de 1970. Ele escolheu o nome Queen, apesar da resistência dos colegas: “É muito régio, obviamente, e soa esplêndido. É um nome forte, muito universal e imediato. Claro que eu estava ciente da conotação gay, mas essa era apenas uma das facetas.”, disse numa entrevista anos depois.
 
 
 
Um novo nome
Farroukh já usava o apelido Freddie e mudou o sobrenome de Bulsara para Mercury logo no início da carreira do Queen — antes ele tinha participado de duas bandas que não deram certo. Mesmo em seu passaporte o nome era Frederick Mercury.
 
 
 
 ‘Love of my life’

Mercury teve um longo relacionamento com Mary Austin nos anos 1970, que terminou apenas quando ele se assumiu gay. Ela foi, no entanto, a melhor amiga dele durante toda a sua vida e ficou com a maior parte de seus bens quando ele morreu. E sim, foi para ela que Mercury compôs ‘Love of my life’.

O companheiro

Em 1985 ele iniciou a relação com o cabeleireiro Jim Hutton, que recebeu diagnóstico de HIV positivo em 1990. Hutton acompanhou Mercury em seus últimos seis anos de vida e estava ao lado de sua cama quando ele morreu. A luta de Freddie contra a doença inspirou a canção ‘The show must go on’, escrita por Brian May.

‘Bohemian Rhapsody’

Mercury ficou amigo do DJ Kenny Everett em 1974. Um ano depois, quando o músico mostrou uma cópia de “Bohemian Rhapsody”, o DJ duvidou que qualquer rádio fosse tocar uma música de mais de 6 minutos. Mas quando ouviu pela primeira vez, teria dito: “essa será número 1 por séculos”.

A maior de todas as festas

Meses depois de descobrir que era HIV positivo, em 1987, Mercury comemorou seu aniversário de 41 anos no Pikes Hotel, em Ibiza, no que a imprensa britânica classificou como “o mais incrível exemplo de excesso já visto naquela ilha do Mediterrâneo”. Foram 700 convidados, 232 copos quebrados e um bolo de 2 metros que reproduzia a letra de “Barcelona”.

A Aids

Durante anos os tablóides britânicos perseguiram Mercury, tentando comprovar que ele tinha Aids. O cantor se recusava a falar sobre sua vida privada. Ele confirmou a doença apenas em 23 de novembro 1991, um dia antes de morrer, em casa, aos 45 anos. A causa oficial da morte foi broncopneumonia resultante da Aids.
 
 
 Zoroastro
O funeral de Mercury foi celebrado por um sacerdote do zoroastrismo. Entre os convidados, apenas a família e amigos próximos. O caixão foi carregado ao som de “Take My Hand, Precious Lord”/”You’ve Got a Friend”, de Aretha Franklin. O corpo foi cremado e as cinzas levadas por Mary Austin, que as enterrou num local nunca revelado.
A estátua
Uma estátua de 3 metros, feita por Irena Sedlecka, foi erguida em Montreux, na Suíça, em novembro de 1996. Na inauguração, estavam presentes o pai de Mercury, Montserrat Caballé, Brian May e Roger Taylor. Fãs visitam o lugar especialmente no 1º fim de semana de setembro, quando acontece o “Freddie Mercury Montreux Memorial Day”.

A réplica

Outra estátua ficou sobre a entrada do Dominion Theatre, em Londres, de 2002 a 2014, enquanto estava em cartaz o espetáculo “We Will Rock You”. A última aparição pública de Mercury foi nesse teatro, em 18 de fevereiro de 1990, quando o Queen recebeu um Brit Awards especial. Essa estátua hoje está no jardim de Roger Taylor.
Fonte: http://oglobo.globo.com