Vocalista, que faria 70 anos, era a alma da banda, famosa por sucessos como ‘Bohemian rapsody’ e ‘We are the champions’. Artista, que brilhou no Rock in Rio, morreu de Aids

Freddie Mercury nasceu Frederick Bulsara, na ilha africana de Zanzibar, próximo à costa da Tânzania, em 5 de setembro de 1946. Filho de um funcionário público da administração britânica, iniciou seus estudos em Bombaim, na Índia, retornando à Inglaterra em 1964, quando começou a estudar desenho no Earling College of Art e conheceu Brian May, Roger Taylor e John Deacon, que deram origem a uma das maiores bandas de todos os tempos, o Queen. Sucesso internacional, fizeram shows em todos os cantos do planeta e venderam milhões de discos ao longo dos 20 anos juntos.

O álbum de estreia surgiu em 1973, mas foi com “A night at the Opera” (1975) e o hit “Bohemian rapsody” que o grupo se firmou na cena do rock’n’roll. O disco quebrou recordes de permanência no primeiro lugar das paradas e o vídeo de promoção foi considerado um marco na indústria fonográfica.

O Queen esteve pela primeira vez no Brasil em março de 1981, lotando o Morumbi com 120 mil fãs no que foi um dos primeiros grandes shows na história do país. Voltaram no primeiro Rock in Rio, em 1985, quando se apresentaram duas vezes, e seu segundo show, em 19 de janeiro, teve um final apoteótico. Ali, naquele momento, parte da história do grupo musical Queen foi escrita. Freddie puxou um coro de dezenas de milhares de fãs que, em uníssono, cantaram “Love of my life”, em meio à chuva e à lama, numa noite inesquecível.

Uma vez, o músico se definiu como a Carmen Miranda do rock: um grande cantor, talentoso e exagerado. No entanto, era muito reservado quando se tratava da vida pessoal, embora sempre tenha deixado subentendida sua homossexualidade. Após muitos relacionamentos, com homens e mulheres, entre as quais se destaca Mary Austin, ele conheceu Jim Hutton em 1985, com quem manteve um relacionamento sério até o fim de sua vida. Jim ficaria ao seu lado durante toda a doença e estava junto dele na cama, quando o cantor faleceu.

Mercury compôs dezenas de canções inesquecíveis, como “We are the champions”, “Love of my life”, “Don’t stop me now”, “Crazy little thing called love”, entre tantas outras. Em 1988, ele gravou ainda o álbum “Barcelona”, com a soprano espanhola Montserrat Caballé.

Seu último disco com o Queen traz a música “The show must go on” (o show tem que continuar). Uma despedida. Em parte da canção ele pergunta “Alguém sabe porque estamos vivendo?/ Eu acho que estou aprendendo/ Eu preciso ser mais forte agora/ Em breve irei virar a esquina/ Lá fora o amanhecer está surgindo/ Mas aqui dentro no escuro estou sofrendo para ser livre/ O show deve continuar”.

Freddie Mercury morreu no dia 24 de novembro de 1991, de broncopneumonia em consequência da Aids, aos 45 anos. Sua morte ocorreu menos de 48 horas após ter admitido que estava com Aids. Até então dizia, através de seu assessor, que sofria de pneumonia. Apesar de saber da doença desde 1985, ele se resguardava da mídia, pois na época havia muita discriminação contra portadores do então chamado “câncer gay”.

Desde sua morte, o Queen buscou outros vocalistas, mas nenhum deles têm o brilho de Freddie Mercury. Ele não era só a voz do Queen, era sua imagem e alma.

O Rei. Freddie Mercury em show do Queen, em Budapeste: em suas apresentações, figurinos recebiam atenção especial
O Rei. Freddie Mercury em show do Queen, em Budapeste: em suas apresentações, figurinos recebiam atenção especial 1986 / Divulgação

Disco é o único a ter superado a marca de 6 milhões de cópias vendidas; veja o top 10

LONDRES — “Greatest hits”, do Queen, é o álbum mais vendido do Reino Unido nos últimos 60 anos, superando “Gold”, do Abba, e “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles.

A lista foi publicada pela Official Charts Company para celebrar o 60º aniversário do primeiro ranking de vendas do país, publicado no dia 22 de julho de 1956, quando “Songs of swingin’ lovers”, de Frank Sinatra, liderou as paradas britânicas. Desde então, cerca de 1.100 álbuns alcançaram o topo, seja em vinil, cassete, CD e download.

Lançado em 1981, “Greatest hits”, do Queen, segue como o único álbum a ter vendido mais de 6 milhões de cópias no Reino Unido e passou incríveis 729 semanas na lista de 100 mais vendidos, enquanto seu sucessor, “Greatest hits II”, aparece na décima posição, com quase 4 milhões de vendas.

O guitarrista da banda, Brian May, descreveu a novidade ao site OfficialCharts.com como “uma grande notícia para se ouvir ao acordar” e que “supera seus sonhos de infância”, enquanto o baterista Roger Taylor reagiu dizendo que a notícia era “incrível, maravilhosa”.

“Gold”, que compila os principais sucessos do Abba, vendeu cerca de 5,2 milhões de álbuns desde seu lançamento, em 1992, enquanto o oitavo álbum dos Beatles, lançado em 1967, é o outro a ter superado a marca de 5 milhões de cópias vendidas. “21”, de Adele (2011) e “(What’s the story) Morning glory?”, do Oasis (1995) aparecem na quarta e na quinta posição da lista, respectivamente. “Thriller”, de Michael Jackson, “The dark side of the Moon”, do Pink Floyd, “Brothers in arms”, do Dire Straits e “Rumours”, do Fleetwood Mac, também aparecem bem ranqueados.

Robbie Williams é o artista que mais vezes aparece no top 60, com quatro discos.

Os dez álbuns mais vendidos da história do Reino Unido:

1. “Greatest hits”, Queen

2. “Gold – Greatest hits”, Abba

3. “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, Beatles

4. “21”, Adele

5. “(What’s the story) Morning glory?”, Oasis

6. “Thriller”, Michael Jackson

7. “The dark side of the Moon”, Pink Floyd

8. “Brothers in arms”, Dire Straits

Publicidade

9. “Bad”, Michael Jackson

10. “Greatest hits II”, Queen

Para consultar a lista os 60 mais vendidos, clique aqui.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com

“Aquarius” é um filme brasileiro dirigido por Kleber Mendonça Filho, que chegou aos cinemas no dia 1º de setembro. Tendo Sônia Braga como protagonista, o longa estreou em décimo lugar no ranking das maiores bilheterias no Brasil até o momento. Ele também concorrerá com 15 filmes para representar o país na cerimônia do Oscar em 2017.

Clara (Sônia Braga) é uma jornalista aposentada e viúva que tem três filhos já adultos. Moradora do Recife, ela vive em um prédio antigo chamado Aquarius. Uma construtora tem a pretenção de construir um empreendimento na área e já adquiriu quase todos os prédios presente ali, menos o dela. Mediante à ameaças e assédios, Clara passará por situações complicadas que a farão ou não mudar de ideia.


Fat Bottomed Girls – Queen

Formado em 1970, o grupo liderado por Freddie Mercury rapidamente se tornou referência em diversos estilos (principalmente o rock) e recordista de vendas de discos. Com diversos hits que fizeram e ainda fazem sucesso mundialmente, a banda lançou seu último disco inédito em 1995, quatro ano após a morte de seu vocalista.

Com uma letra considerada polêmica na época, o single vendeu mais de 250 mil cópias somente no Reino Unido. “Fat Bottomed Girls” foi escrita por Brian May, guitarrista da banda.


Another One Bites The Dust – Queen

Escrita pelo baixista John Deacon, o single integrou o disco “The Game”, de 1980. Foi um dos maiores sucessos do Queen, alcançou ótimo desempenho em diversos países, especialmente nos Estados Unidos.

 

Fonte: http://br.nacaodamusica.com

Chamada ‘A Kind of Magic’, mostra de fotos do líder da banda Queen fica aberta na Inglaterra até novembro

Freddie Mercury (Foto: Divulgação)

Um dos maiores astros da música, Freddie Mercury morreu precocemente em consequência do vírus HIV em 1991, com apenas 45 anos. Se estivesse vivo, Freddie teria completado 70 anos na segunda (5) e, por conta da data, uma exposição em homenagem ao líder da banda Queen foi aberta em Londres.

Intitulada A Kind of Magic: A Celebration of Freddie Mercury’s 70th Birthday, a homenagem pega carona em A Kind of Magic, álbum de enorme sucesso lançado pelo grupo em 1986. Já aberta a visitação na galeria Richard Young, em Kensington, Londres, a mostra permanece no local até o dia 5 de novembro.

Além de imagens, admiradores de Freddie e dos demais integrantes do Queen (Brian May, John Deacon e Roger Taylor) poderão conferir documentos, e curiosidades da vida do artista, famoso pelas festas de arromba e personalidade pra lá de extravagante. No acervo, fotos ainda inéditas – e descobertas recentemente – também poderão ser conferidas pelo público.

Confira algumas das imagens:

Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaquem.globo.com

Sabe quem é Reginald Kenneth Dwight? Sofia Villani Scicolone? E Farrokh Bulsara? Muitas estrelas hoje famosas impulsionaram a carreira com a ajuda de um pseudônimo.

 

Gordon Matthew Thomas Sumner  O roqueiro inglês deve o apelido a um suéter de listras amarelas e pretas que usava quando tocava nos pubs de Newcastle, no início da carreira. Um colega de banda achava que ele se parecia com uma vespa. Conta a lenda que a partir daí Gordon Matthew Thomas Sumner começou a ser chamado Sting (ferrão).
Gordon Matthew Thomas Sumner O roqueiro inglês deve o apelido a um suéter de listras amarelas e pretas que usava quando tocava nos pubs de Newcastle, no início da carreira. Um colega de banda achava que ele se parecia com uma vespa. Conta a lenda que a partir daí Gordon Matthew Thomas Sumner começou a ser chamado Sting (ferrão).

Sofia Villani Scicolone  Ela foi a musa nº 1 dos italianos, uma diva sedutora com cintura de vespa. Antes de fazer carreira no cinema, Sofia Villani Scicolone era modelo, ficando como segunda colocada. no concurso para Miss Roma de 1950. Na ocasião, ela conheceu o produtor Carlo Ponti, com quem casou. Foi ele que lhe deu o nome artístico Sophia Loren.
Sofia Villani Scicolone Ela foi a musa nº 1 dos italianos, uma diva sedutora com cintura de vespa. Antes de fazer carreira no cinema, Sofia Villani Scicolone era modelo, ficando como segunda colocada. no concurso para Miss Roma de 1950. Na ocasião, ela conheceu o produtor Carlo Ponti, com quem casou. Foi ele que lhe deu o nome artístico Sophia Loren.

Carlo Pedersoli  Ao iniciar a carreira no cinema, em 1967, o napoiltano Carlo Pedersoli não quis usar o nome com que havia se tornado famoso na natação. Sob o pseudônimo Bud Spencer, consagrou-se no gênero "western espaguete", ao lado de Terence Hill.
Carlo Pedersoli Ao iniciar a carreira no cinema, em 1967, o napoiltano Carlo Pedersoli não quis usar o nome com que havia se tornado famoso na natação. Sob o pseudônimo Bud Spencer, consagrou-se no gênero “western espaguete”, ao lado de Terence Hill.

Rosemarie Magdalena Albach  Romy foi seu apelido desde criança e Schneider era o sobrenome da mãe. Ela conquistou as telas de cinema nos anos 1950 no papel de Sissi. Seus três casamentos, a morte do filho de 14 anos e a própria morte aos 43 anos contribuíram para que Romy Schneider se tornasse um mito. A filha de pais atores estreou no cinema aos 14 anos ao lado da mãe, que controlou sua carreira até o primeiro casamento.
Rosemarie Magdalena Albach Romy foi seu apelido desde criança e Schneider era o sobrenome da mãe. Ela conquistou as telas de cinema nos anos 1950 no papel de Sissi. Seus três casamentos, a morte do filho de 14 anos e a própria morte aos 43 anos contribuíram para que Romy Schneider se tornasse um mito. A filha de pais atores estreou no cinema aos 14 anos ao lado da mãe, que controlou sua carreira até o primeiro casamento.

Paul David Hewson  Já nos tempos de escola o irlandês Paul David Hewson demonstrava talento para a música. Em referência à loja de aparelhos para surdez "Bonavox" ("boa voz" em latim), no centro de Dublin, os colegas o chamavam "Bono". E o apelido pegou.
Paul David Hewson Já nos tempos de escola o irlandês Paul David Hewson demonstrava talento para a música. Em referência à loja de aparelhos para surdez “Bonavox” (“boa voz” em latim), no centro de Dublin, os colegas o chamavam “Bono”. E o apelido pegou.

Farrokh Bulsara  Freddie Mercury nasceu em 1946 em Zanzibar. Seus pais eram parsis, originários da Índia. Embora tivesse sido batizado Farrokh Bulsara, já desde pequeno era chamado Freddie. O segundo nome vem de uma das primeiras músicas da banda Queen, de 1970: "Mother Mercury, look what they've done to me", diz a letra de "My Fairy King".
Farrokh Bulsara Freddie Mercury nasceu em 1946 em Zanzibar. Seus pais eram parsis, originários da Índia. Embora tivesse sido batizado Farrokh Bulsara, já desde pequeno era chamado Freddie. O segundo nome vem de uma das primeiras músicas da banda Queen, de 1970: “Mother Mercury, look what they’ve done to me”, diz a letra de “My Fairy King”.

Marie Magdelene Dietrich von Losch  Ainda menina, ela adotou o pseudônimo Marlene, a partir da junção de seus dois prenomes. A carreira no cinema e no teatro começou com papéis menores, em 1922. Em 1929 Josef von Sternberg a contratou para seu filme "O Anjo Azul", onde o papel de Lola e a canção "Ich bin von Kopf bis Fuss auf Liebe eingestellt" (Sou feita para amar, da cabeça aos pés) a consagrariam mundialmente.
Marie Magdelene Dietrich von Losch Ainda menina, ela adotou o pseudônimo Marlene, a partir da junção de seus dois prenomes. A carreira no cinema e no teatro começou com papéis menores, em 1922. Em 1929 Josef von Sternberg a contratou para seu filme “O Anjo Azul”, onde o papel de Lola e a canção “Ich bin von Kopf bis Fuss auf Liebe eingestellt” (Sou feita para amar, da cabeça aos pés) a consagrariam mundialmente.

Krishna Pandit Bhanji  O nome original do britânico Ben Kingsley é Krishna Pandit Bhanji. O pai, médico, era queniano de origem indiana, e a mãe, modelo e atriz de origem russa. Ele adotou um nome artístico por sugestão do pai, depois que foi recusado para um papel, aos 19 anos, apesar de ter feito uma boa audição. Com o novo nome, a carreira de ator deslanchou.
Krishna Pandit Bhanji O nome original do britânico Ben Kingsley é Krishna Pandit Bhanji. O pai, médico, era queniano de origem indiana, e a mãe, modelo e atriz de origem russa. Ele adotou um nome artístico por sugestão do pai, depois que foi recusado para um papel, aos 19 anos, apesar de ter feito uma boa audição. Com o novo nome, a carreira de ator deslanchou.

eorgios Kyriacos Panayiotou  Georgios Kyriacos Panayiotou nasceu em Londres. Seu pai, o restaurador cipriota Kyriacos, mudara o nome para Jack Panos ao chegar à Inglaterra, em 1950. A mãe, a inglesa Lesley Harrison, era dançarina. Em 1981 Georgios, agora Michael George, fundou com Andrew Ridgeley a dupla Wham!. A carreira solo começaria em 1987, com um dueto com a cantora de soul americana Aretha Franklin.
eorgios Kyriacos Panayiotou Georgios Kyriacos Panayiotou nasceu em Londres. Seu pai, o restaurador cipriota Kyriacos, mudara o nome para Jack Panos ao chegar à Inglaterra, em 1950. A mãe, a inglesa Lesley Harrison, era dançarina. Em 1981 Georgios, agora Michael George, fundou com Andrew Ridgeley a dupla Wham!. A carreira solo começaria em 1987, com um dueto com a cantora de soul americana Aretha Franklin.

Reginald Kenneth Dwight  Elton John foi batizado Reginald Kenneth Dwight. O nome artístico é a união dos nomes do saxofonista, Elton Dean, e do cantor, John Baldry, da banda Bluesology, com a qual Elton John se apresentou em 1966.
Reginald Kenneth Dwight Elton John foi batizado Reginald Kenneth Dwight. O nome artístico é a união dos nomes do saxofonista, Elton Dean, e do cantor, John Baldry, da banda Bluesology, com a qual Elton John se apresentou em 1966.

Fonte: http://www.dw.com/

Lembramos o antigo e carismático vocalista da banda britânica no dia em que este completaria 70 anos. “Ele tinha um apetite inesgotável”, diziam os amigos. Para o vocalista dos Queen, não havia limites para o prazer

 

Os amigos já sabiam, o meio artístico já suspeitava. Mas o resto do mundo foi apanhado de surpresa: a 23 de Novembro de 1991 Freddie Mercury revelava, por fim, que estava a morrer de sida. Um dia depois, falecia no quarto da sua mansão de Kensington, não resistindo a uma bronco-pneumonia.

Ao longo da maior parte da sua vida, Freddie Mercury vestiu a pele de estrela rock. Fora dos palcos, viveu uma vida de extravagâncias sem limites. A homossexualidade do cantor era conhecida no meio, mas durante sete anos Freddie viveu com uma mulher, Mary Austin, que conheceu ainda antes de os Queen chegarem à ribalta. A ruptura entre os dois dá-se no final dos anos 70, quando Freddie, incapaz de suster o segredo, lhe conta a verdade. Austin manteve-se próxima de Mercury até ao fim da vida deste e herdou a maior parte da fortuna do artista.

A lista de namorados de Freddie era, segundo os amigos, um inventário em permanente actualização. No documentário Freddie’s Loves, exibido na televisão inglesa em 2004, antigos parceiros sexuais puseram a nu pormenores íntimos da vida do cantor. Freddie fazia-se rodear permanentemente de ex-namorados, que praticamente viviam em sua casa e a quem apelidava de nomes femininos como Sophie ou Phoebe. Os quase 30 quartos da mansão de Kensington acolhiam um jardineiro (na verdade, o cabeleireiro Jim Hutton, último namorado de Freddie), assistentes pessoais (creditados mesmo em álbuns dos Queen), um cozinheiro (mais um ex-amante, o americano Joe Vanelli) e figuras pitorescas como um transformista negro (apelidado de Black Bitch) e Peter Straker, um histriónico cantor de musicais (o melhor amigo do cantor). Mary Austin, a namorada «enganada» de Freddie, desempenhava o papel de «enfermeira» e tê-lo-á ajudado, em 1982, a livrar-se da teia do LSD e da heroína. Todos os elementos da «família» tinham uma função e alguns deles acompanharam o cantor no momento da sua morte.

Este apetite «caseiro» (descrito pela imprensa como «reclusão» e que Mercury comparou à abstinência de uma freira) surge imediatamente a seguir à tomada de consciência da doença. Em 1987, Freddie descobre que dois homens com quem mantivera casos amorosos haviam falecido, vítimas de sida. Os jornais não tardam em colocá-lo em papel. Em Mercury & Me, Jim Hutton recorda o momento-chave: «normalmente, Freddie teria ignorado qualquer especulação da imprensa, mas aquilo parecia ter mexido com ele. Quando nos conhecemos, ele já tinha tido a sua dose de vida na alta-roda. Sexo, drogas e rock’n’roll, sempre com uma grande quantidade de estranhos e por uma noite só». As análises clínicas confirmariam o pior.

No início dos anos 80 com a descoberta dos clubes nova-iorquinos e a mudança para Munique, Freddie encontrou uma base para explanar a sua extravagância. «O excesso é parte da minha natureza. Preciso de perigo e excitação», cita o Mirror em 1991. Mas Mercury não conseguia manter uma relação por muito tempo e procurava, sobretudo, companheiros fugazes, a quem agradecia (pagava?) com um relógio Cartier. A vida sexual de Mercury era, de acordo com o próprio, uma roleta-russa: «já tentei os dois lados, homens e mulheres. Mas deu tudo errado. Nos “one-night stands” desempenho um papel. Posso ser um bom amante, mas não sou bom companheiro para ninguém».

O lado selvagem de Mercury era dominante na sua personalidade. «Estou atolado em dinheiro. É vulgar mas maravilhoso. Tudo o que quero da vida é ganhar dinheiro e gastá-lo», cita o Sun. E era imperioso gastá-lo em grande estilo, mesmo que para isso fosse preciso fretar um avião Concorde para atravessar o Atlântico e recrutar um «catering» de cocaína para servir os amigos. Os seus amantes mais duradouros foram agraciados com carros, diamantes e dinheiro. Mas, como nos piores contos de fadas, o lado glamoroso não bastava: «a fama e o sucesso deram-me tudo, excepto uma relação amorosa permanente. Eu devoro as pessoas e pareço destruí-las. Às vezes acordo com suores frios, com medo de morrer sozinho».

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt

O “Asteroid 17473” tem agora um apelido: “Freddiemercury”. Uma homenagem do Minor Planet Center ao lendário cantor que completaria, esta segunda-feira, 70 anos.

É uma “shooting star” ou um asteróide? É Freddie Mercury

No dia em que celebraria 70 anos, Freddie Mercury recebeu uma prenda especial dos cientistas do Minor Planet Center, nos Estados Unidos. A organização da União Astronómica Internacional decidiu eternizar (ainda mais) o nome do lendário vocalista dos Queen, dando-o a um asteróide descoberto em 1991 – ano em que o cantor morreu.

A notícia foi divulgada através de uma mensagem vídeo pelo guitarrista dos Queen, Brian May, durante uma festa em honra do cantor, na Suíça. O ex-companheiro de banda de Freddie Mercury, também doutorado em astrofísica, disse que este asteróide é “apenas um ponto de luz, mas um ponto de luz muito especial”.

O agora “Asteroid 17473 Freddiemercury” viaja entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 500 milhões de quilómetros da Terra. De acordo com May, pode ser visto da Terra, mas só com um poderoso telescópio. A sua órbita, ligeiramente elíptica, nunca se aproxima a menos de 350 milhões de quilómetros da Terra, o que significa que o corpo celeste não representa um perigo iminente para o planeta.

Freddie Mercury junta-se assim a uma longa lista de personalidades que dão nome a corpos celestes. Antes do vocalista dos Queen, Davie Bowie, Frank Zappa, Bruce Springsteen, entre outros, baptizaram outros asteróides.

Fonte: http://rr.sapo.pt

Cantor do Queen faria 70 anos nesta segunda-feira, 5 de setembro

LONDRES — O guitarrista do Queen, Brian May, revelou que um asteróide na órbita de Júpiter recebeu o nome de Freddie Mercury nesta segunda-feira, quando o músico do Queen completaria 70 anos. Segundo May, o asteróide foi descoberto em 1991, ano da morte de Mercury, e ganhou o nome “Asteróide 17473 Freddiemercury.”

May, que tem doutorado em astrofísica pelo Imperial College, Londres, disse que o asteróide é “apenas um ponto de luz, mas é um ponto de luz muito especial”, reconhecendo o talento de Mercury.

Nascido em 5 de setembro de 1946, em Zanzibar, Mercury se tornou um dos maiores astros mundiais do rock a partir dos anos 1970. Com a banda Queen lançou discos de muito sucesso, com hits como “Bohemian Rhapsody” e “We are the champions”, entre 1973 e 1991.

Fonte: http://oglobo.globo.com

Vídeo do Jornal Globo News sobre os 70 Anos de Freddie Mercury

Fonte: Globo News

Freddie nascido em 5 de Setembro de 1946 faria hoje 70 anos. Desejamos toda felicidade ao maior Frontman de todos os tempos!!! Parabéns Freddie!!!

Freddie Mercury nasceu como Farokh Bommi Bulsara, no dia 5 de setembro de 1946, em Zanzibar (atualmente parte da Tanzânia).


Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram persas.

No colégio os colegas começaram a chamá-lo de Freddie, nome que a família acabou adotando.

Dia 24 de novembro de 1991, Freddie morreu em sua casa em Londres, de pneumonia e decorrência da Aids, um dia após ter declarado publicamente que estava com a doença.

Em uma declaração um pouco antes de morrer, Freddie dá a melhor definição de si mesmo: “Você é a ultima pessoa com quem falo…. provavelmente vai ter a melhor entrevista, meu caro. Não quero mudar o mundo. O que mais me importa é a felicidade. quando estou feliz, meu trabalho reflete. No final, os erros e as desculpas são minhas. Gosto de sentir que estou sendo honesto. No que me compete, quero aproveitar a vida, a alegria, a diversão, o Máximo que puder, nos anos que ainda me restam. Pronto, já gravou? Agora, use. Foi o mais perto que cheguei a me emocionar em uma entrevista.”


PARABÉNS FREDDIE

Pesquisadores investigam o segredo do alcance explosivo do vocalista do Queen

Vocalista do Queen tinha um alcance e um controle incomuns da voz
Vocalista do Queen tinha um alcance e um controle incomuns da voz

Qualquer registro de performance da banda Queen, ao vivo ou em estúdio, demonstra que seu vocalista, Freddie Mercury, tinha uma voz excepcional. Os registros de gravações com seus vocais isolados dão a dimensão exata de sua potência vocal:

Para entender o segredo por trás da voz do cantor, pesquisadores da Áustria, República Tcheca e da Suécia se debruçaram sobre registros antigos para analisar seu estilo de cantar e a sua acústica vocal.

O estudo mostra que Freddie Mercury tinha um alcance vocal e era um mestre em técnicas para modular a voz. Ele usava recursos raros, como uma vibração na garganta que normalmente é utilizada apenas por cantores tradicionais da Mongólia.

A voz de Freddie também se caracterizava pela irregularidade no vibrato. O vibrato é quando um músico ou cantor segura uma nota por um tempo. Os vibratos do vocalista do Queen eram rápidos e irregulares:

Gráfico compara a técnica de vibrato de Freddie Mercury e Luciano Pavarotti. Mercury se caracterizava pela irregularidade

As faixas “Bohemian Rhapsody” e “We Are the Champions” são as que melhor demonstram a capacidade do vocalista. Nelas, é possível escutar o tipo de vibrato característico de Freddie:

Quando falava – o que pôde ser constatado ao analisar áudios de entrevistas – o tom de voz de Freddie tinha uma frequência de 117,3 Hz, típica de um cantor barítono. Mas o vocalista conseguia atingir até 37 semitons além de seu tom original.

Para os pesquisadores, Freddie tinha um amplo controle e sabia usar muito bem os recursos vocais que tinha. O sistema de produção de som do vocalista, como eles definiram sua voz, era levado aos seus limites – mas também era utilizado com elegância. Esses atributos, combinados ao vibrato rápido e irregular, ajudaram a criar o personagem que Freddie encarnava quando cantava.

“Eu sou apenas uma prostituta musical”, ele declarou em 1984, em uma frase destacada pelos pesquisadores que analisaram sua voz. Mercury morreu em 1991 devido a complicações da Aids.

 

Fonte: www.nexojornal.com.br

Domingo será de Flash Back no Clara Nunes em Diadema

O grupo Classical Queen recria, nos mínimos detalhes, o visual e som do grupo de Freddie MercuryNo próximo domingo (4/9), quem for ao Teatro Clara Nunes vai reviver o melhor da música dos anos 70, 80 e 90. O show De volta ao passado irá ocorrer no hall do teatro, às 14h, com entrada franca.

A música do evento será comandada pelos DJs Marcelo Santana, Katatau, Marcelo Batman e Marcelo Duran. O grupo Classical Queen fará uma participação especial com um tributo à banda de Freddie Mercury.

Durante o show, a Turma do Passarinho, que reúne professores de dança, ensinarão para o público as coreografias das músicas que marcaram época. Segundo a produtora Show in Flash Back, o objetivo da apresentação é trazer uma atração diferente para o teatro, onde a família possa estar reunida para um momento de lazer.

Serviço
De volta ao passado
Data: 04/09/16, domingo, às 14h.
Local: Hall do Teatro Clara Nunes. Rua Graciosa, 300 – Centro.
Entrada Franca.

 

Fonte: www.reporterdiario.com.br

Um estudo da Universidade de St. Andrews, na Escócia, juntou especialistas em filosofia, antropologia e cinema para descobrir quais são as músicas mais “grudentas” de todos os tempos.

Para realizar o top 20 das músicas que ficam mais marcadas na mente das pessoas, os pesquisadores consideraram cinco elementos básicos: repetição rítmica, previsibilidade, potência melódica, fator surpresa e receptividade do ouvinte.

O pesquisador Bede Williams, destacado pelo NME, revelou que foi baseado nesses elementos que sua equipe criou uma fórmula matemática para explicar o fenômeno de uma “música chicletão”.

A lista das músicas mais viciantes é encabeçada por “We Will Rock You”, do Queen, banda que colocou três hits entre as seis primeiras colocações.

O Top 20 chicletão da Universidade de St. Andrews é este aqui:

1. Queen, “We Will Rock You”
2. Pharrell Williams, “Happy”
3. Queen, “We Are the Champions”
4. The Proclaimers, “I’m Gonna Be (500 Miles)”
5. The Village People, “YMCA”
6. Queen, “Bohemian Rhapsody”
7. Europe, “The Final Countdown”
8. Bon Jovi, “Livin’ on a Prayer”
9. Various artists, “Jingle Bells”
10. Baha Men, “Who Let the Dogs Out?”
11. Psy, “Gangnam Style”
12. Rick Astley, “Never Gonna Give You Up”
13. Journey, “Don’t Stop Believin’”
14. Mark Ronson, “Uptown Funk”
15. Taylor Swift, “Shake It Off”
16. Michael Jackson, “Beat It”
17. Kaiser Chiefs, “Ruby”
18. Cast of The Rocky Horror Show, “The Timewarp”
19. Meghan Trainor, “All About the Bass”
20. Culture Club, “Karma Chameleon”

 

Fonte: www.radiorock.com.br

A polêmica continua, agora com lado do Queen dando sua versão dos acontecimentos

O filme autobiográfico do Queen nem começou a ser filmado, mas já virou uma verdadeira novela mexicana.

Ou britânica, no caso há aproximadamente um mês, o engraçadíssimo ator inglês Sacha Baron Cohen (de Borat, entre outros) iria interpretar Freddie Mercury, mas se afastou do projeto alegando divergências criativas.

Ele disse em entrevista que o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor estavam empenhados em preservar o legado da banda ao querer mostrar apenas o lado mais “simpático” da história, enquanto ele mesmo gostaria de enfatizar o real ambiente de sexo, drogas e rock and roll que circundava a vida de Freddie.

Um mês após Sacha dar sua versão dos acontecimentos, May veio à tona e resolveu contar o seu lado da história em entrevista ao The Daily Mail.

“Sacha se tornou um babaca,” ele diz. “A gente passou um bom tempo trabalhando ideias, mas ele saiu e andou dizendo mentiras sobre o que aconteceu.”

Vale lembrar que as declarações de Cohen foram extremamente fortes. Ele contou e ironizou, em Março, no Howard Stern Show: “Um membro da banda, que não vou dizer quem, disse ‘Esse será um ótimo filme porque tem algo ótimo que acontece no meio’. Eu pergunto ‘O que acontece no meio do filme?’ E ele disse ‘Freddie morre.’” Segundo ele, toda a segunda parte do filme seria sobre a continuação da banda sem o seu vocalista, como se ela quisesse ser o destaque principal.

Tendo sido o responsável pelas declarações ou não, de toda forma, Brian May nega as acusações do ator:

“Por que ele iria embora pra dizer que fomos nós que não queremos fazer um filme mais audacioso? Eu sou lá o tipo de pessoa que se esquiva da verdade? Não mesmo.”

May também defendeu a escolha da equipe por romper com Cohen:“Foi por uma ótima razão, que será visível se você assistir ao que ele fez recentemente,” certamente se referindo, de forma venenosa, à última produção do comediante – Os Irmãos Grimsby.

Em Novembro do ano passado, quando a produção do filme, ainda sem um diretor escalado, foi reativada com a escolha de um novo roteirista, houve rumores de que os produtores sondaram o ator Ben Whishaw para interpretar Mercury no filme. May confirmou o interesse da banda em trazer Whishaw, inclusive chamando-o de “um ator de verdade”, comparado a Sacha.

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com
Dica de David Neto

Freddie Mercury, eterno vocalista do Queen, foi homenageado com uma placa azul na fachada da primeira casa onde morou, em Feltham, zona oeste de Londres. Kashmira Cooke, irmã do cantor e seu colega de banda, Brian May, divulgaram a homenagem nesta quinta, 1.

Publicidade

“Mamãe e eu estamos muito orgulhosas e satisfeitas em honrar o nosso Freddie com uma placa azul. Ele teria ficado muito orgulhoso”, disse Kashmira na inauguração, que rolou nesta manhã e contou com a presença do Secretário de Estado da Cultura, Karen Bradley, e Brian May.

“Foi aqui que eu visitei pela primeira vez Freddie, logo depois que nos conhecemos através de um amigo em comum. Passávamos a maior parte do dia apreciando e analisando em detalhes a maneira que Jimi Hendrix tocava suas canções”, disse May na cerimônia, e finalizou: “É um prazer ajudar a instalar esta pequena lembrança na casa dos pais de Freddie”.

O sobrado pertenceu aos pais de Freddie, que se mudaram para a residência quando migraram de Zanzibar, na Tanzânia, para a cidade inglesa em 1964.

Veja a homenagem:

 

Fonte: http://virgula.uol.com.br

Esta sendo lançando hoje o Box “Messenger Of The Gods: The Singles” e  o CD duplo “Messenger Of The Gods: The Singles”. Ambos trazem uma coletânea da carreira solo de Freddie Mercury.

Freddie Mercury era um homem de muitos talentos, e muitas faces. As músicas que ele compôs com o Queen e para o Queen, lotaram estádios ao redor do mundo, e se assentaram, com direito, na história. Mas ele também embarcou em uma carreira solo, que o levou dos clubes de Munique e Nova York para as grandes casas de ópera do mundo.

Ele era tipo “homem da mídia”, mas manteve sua vida privada longe dos olhos esperançosos da mídia; Mais do que uma vida de estrela do rock, amou o rock, música clássica e ballet.  Possuía uma alma inquieta, um verdadeiro camaleão que se revelou nas suas próprias contradições.

Todas as diferentes facetas desse ícone da música podem ser encontradas em Freddie Mercury: Messenger Of The Gods- The Singles.

O BOX CONTÉM:

BOX EDIÇÃO LIMITADA COM TAMPA DE LEVANTAMENTO RECLINÁVEL.

TRAZ TODOS OS 13 SINGLES SOLOS DE FREDDIE (Individuais ou coletâneas, vinis 7’’)

LIVROS CONTENDO FOTOS, ALGUMAS NÃO DIVULGADAS ANTERIORMENTE, E TEXTOS.

TAMBÉM CONTEM CÓDIGOS PARA DOWNLOADS DE MÚSICAS MP3 (320 KBPS) EM ALTA QUALIDADE.

Músicas do CD:

CD 1
1Living On My Own
2The Great Pretender
3In My Defence
4Love Kills
5Barcelona
6Made In Heaven
7Time
8Love Me Like There’s No Tomorrow
9I Was Born To Love You
10The Golden Boy
11I Can Hear Music
12How Can I Go On
13Living On My Own (Radio Mix)
CD 2
1Goin’ Back
2Let’s Turn It On
3My Love Is Dangerous
4She Blows Hot and Cold
5Living On My Own (Album Mix)
6Stop All The Fighting
7Time (Instrumental)
8Exercises In Free Love
9Exercises In Free Love (Monseratt’s Vocal)
10The Fallen Priest
11Overture Piccante
12Love Kills (Wolf Euro Mix)

Ambos, Box e CD Duplo estão disponíveis na loja Oficial do Queen: www.queenonlinestore.com/Freddie-Mercury

 

Fonte: www.queenonlinestore.com
Dica de: David Neto

Guitarrista do Queen contou que foi muito especial tê-lo nas turnês recentes da banda e que ele é uma pessoa extraordinária

Queen e Adam Lambert durante show em Sydney Foto: Bang Showbiz
Queen e Adam Lambert durante show em Sydney Foto: Bang Showbiz

Brian May se derreteu ao falar da parceria da banda inglesa Queen, da qual ele é guitarrista, com o cantor Adam Lambert. O veterano elogiou o vocalista por ser uma pessoa extraordinária quando eles começaram a fazer a turnê mundial ‘QUEEN + ADAM LAMBERT’.

“Eu me sinto tão privilegiado por ainda podermos fazer isso. Nós passamos metade de nossas vidas criando esse legado de músicas e contando com o público e nós ainda podemos fazer isso ainda hoje. É maravilhoso ter o Adam. Ele é um presente de Deus”, atestou May.

Ao falar em um vídeo para promover a parte européia da turnê, o baterista Roger Taylor acrescentou: “Nós precisamos de um ótimo cantor para apresentar essas canções e esse cara é um ótimo cantor”.

Enquanto isso, Lambert de 34 anos revelou anteriormente que performar com o Queen lhe fez muito bem.

“Isso me deu uma ótima confiança. A reação do público nos shows tem sido incrível e a turnê me deu a chance de me tornar mais conhecido para as pessoas. Eu não falaria de emoções diferentes [em um grupo, comparado ao solo] mas são diferentes maneiras de fazer o show. Com o Queen eu preciso realmente ser exagerado, perto do ridículo, até com fantasias, porque isso é o que a música pede, preciso entrar no personagem. Na minha turnê eu exploro a moda atual e danço, posso demonstrar minha criatividade. Eu cuidei de cada aspecto do show”, disse o vocalista.

 

Fonte: http://emais.estadao.com.br
Dica de: David Neto

A Team Rock, em texto de Chris Chantler, elegeu as dez piores músicas do Queen com o inesquecível Freddie Mercury no vocal, veja a matéria original com comentários em inglês clicando aqui.

Abaixo a lista:

 

10. My Baby Does Me (The Miracle, 1989)

9. Delilah (Innuendo, 1991)

8. Don’t Try Suicide (The Game, 1980)

7. Machines (Back To Humans) (The Works, 1984)

6. Pain Is So Close To Pleasure (A Kind Of Magic, 1986)

5. Body Language (Hot Space, 1982)

4. All God’s People (Innuendo, 1991)

3. My Life Has Been Saved (Made In Heaven, 1995)

2. Rain Must Fall (The Miracle, 1989)

1. Cool Cat (Hot Space, 1982)

Fonte: http://whiplash.net/