Nem sempre o vocalista é o integrante da banda com melhor capacidade de canto. Ele pode ser escolhido também por conta do poder de presença de palco, do carisma ou até pela habilidade de interpretação.

Com isso em mente, a lista abaixo apresenta alguns integrantes de bandas consagradas que cantam tão bem quanto os vocalistas das mesmas:

Brian May e Roger Taylor (Queen): OK, é difícil chegar ao nível de Freddie Mercury. Mas o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor são bons nos vocais. Não à toa, o Queen abusava do estilo operático, pois contava com ótimos cantores no grupo.

 

                                      Brian May:

                                      Roger Taylor:

A lista conta também:

Noel Gallagher (ex-Oasis)
Peter Criss (ex-KISS)
Richie Sambora (ex-Bon Jovi)
David Paich (Toto)
Taylor Hawkins (Foo Fighters)
Duff McKagan (Guns N’ Roses)
Rafael Bittencourt (Angra)
Richie Kotzen (ex-Poison e Mr. Big)

Para ver a matéria completa  Clique Aqui

Fonte: http://whiplash.net

Novamente o Team Rock publica uma lista sobre o Queen, e desta vez a mais comum de todas: os álbuns da banda relacionados do pior para o melhor, em texto assinado por Malcolm Dome, que pode ser visto na íntegra (em inglês) clicando aqui.

15. Made In Heaven (1995)
14. Hot Space (1982)
13. Flash Gordon (1980)
12. The Game (1980)
11. A Kind Of Magic (1986)
10. The Miracle (1989)
9. Inneundo (1991)
8. The Works (1984)
7. News Of The World (1977)
6. Queen II (1974)
5. A Day At The Races (1976)
4. Jazz (1978)
3. Sheer Heart Attack (1974)
2. Queen (1973)
1. A Night At The Opera (1975)

 

Fonte: http://whiplash.net

A animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, está fazendo sucesso em todo o mundo, inclusive no Brasil, onde estreou nesta quinta-feira (25). Produzido pela Illumination Entertainment – a mesma da série “Meu Malvado Favorito”, nele vemos, de maneira irônica obviamente, como os bichos de estimação, mas não só, se comportam quando seus donos não estão em casa.

Para os fãs de música pop, o filme também tem seus atrativos, já que várias canções se fazem presentes em cenas importantes do desenho. Abaixo mostramos cinco delas.

A bela abertura do filme é embalada por “Welcome To New York” (2014) de Taylor Swift

“You’re My Best Friend”, um dos grandes clássicos do Queen, lançado originalmente em 1975, também é usada de forma eficiente na animação.

“We Go Together” do musical Grease (1978) é suada em uma das cenas mais divertidas do desenho. No disco com a trilha sonora, a canção é creditada aos “The Sausage Factory Singers”, ou os “Cantores da Fábrica de Salsichas”.

O momento em que os personagens principais se veem deixando a ilha de Manhattan em direção ao bairro do Brooklyn não poderia ter outra canção de fundo que não “No Sleep ‘Till Brooklyn” de 1986

Uma piada recorrente em “Pets” é a do poodle que só escuta rock pesado quando está sozinho. Na cena pós-créditos a música que se ouve é “Party Hard” de Andrew W.K.

 

Fonte: www.vagalume.com.br

Falsete e voz de cabeça são formas de colocar agudo na voz, mas são técnicas diferentes. O Música Fácil listou três exemplos pra deixar isso claro. Dio, Freddie Mercury e uma polêmica no final.

 

Fonte: http://whiplash.net

A banda paulistana de Heavy Metal Maestra acaba de lançar um tributo oficial ao Queen em homenagem aos 25 anos do falecimento do vocalista Freddie Mercury.

O tributo fará parte de uma coletânea virtual oficial produzida pela Rádio Stay Rock Brazil.

A música em questão é a extraordinária ( We are the champions ) que foi produzida, mixada e masterizada por Neno Fernando no NF-Estúdio em São Paulo, exceto as baterias gravadas no estúdio Genesis em Mogi das Cruzes por Leandro Martins.

A arte da capa ficou a cargo do designer Fernando Castro Olyver.

A formação do Maestra que gravou este tributo é:
– Neno Fernando – Vocais
– José Cardillo – Teclados
– Vandré Nascimento – Guitarras
– Alessandro Landre – Baixo
– Marco Aurélio – Baterias.

Confiram este excelente tributo no link do canal oficial da banda:
http://www.youtube.com/maestraofficial

Ou no vídeo abaixo.

 

Site Oficial:
http://www.maestraofficial.com

Página oficial no Facebook:
http://www.facebook.com/maestraofficial

 

Fonte: http://whiplash.net

Janeiro de 1985. Muitos dos leitores podem não ter acompanhado ao vivo mas algo muito grande estava acontecendo em terras brasileiras: a primeira edição do Rock In Rio, ousado festival que trouxe gigantes nomes do cenário musical para o Brasil. E foi em um dessas noites que o Queen deixou sua incontestável marca.

Talvez tenha sido o coro de mais de 250 mil pessoas cantando juntos “Love Of My Life” ou mesmo a excentricidade do vocalista Freddie Mercury que tenha feito aquela noite tão inesquecível. Talvez seja as duas opções ou ainda mais. Porém a apresentação do Queen naquele ano é considerada um dos maiores momentos do Rock and Roll.

O Queen estava passando por uma ótima fase, colhendo frutos do álbum “The Works”, gerador dos sucessos “I Want To Break Free” e “Radio Ga Ga”. Para a setlist, o grupo passeou pelo grande repertório de canções icônicas como “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, sempre acompanhado com fervor por todos os presentes e claro, o estrelismo de Mercury.

Falando sobre o vocalista, a personalidade marcante do cantor deu muito o que falar na época – que teria menosprezado artistas brasileiros no camarim; mas isso só deixou a apresentação ainda mais memorável. Se os membros pouco se importaram com grandes nomes brasileiros ou até mesmo com a produção do festival, o mesmo não pode ser dito sobre os fãs. A relação com o público quebrou qualquer barreira linguística possível, com Freddie arriscando um “Alô Brasil!” em português. Desde então, aquela noite foi considerada um dos maiores momentos da carreira do Queen, assim como de muitos fãs que tiveram a oportunidade de fazer parte daquilo.

Fonte: http://br.nacaodamusica.com

Um dos conceitos básicos do estudo cientifíco é provar aquilo que já é considerado senso comum. Uma análise feita por pesquisadores austríacos, checos e suecos chegou a um resultado que qualquer fã do bom e velho rock’n’roll já sabe: Freddie Mercury, da lendária banda Queen, tinha uma voz incomparável. As informações são do site norte-americano Consequence of Sound .

Um dos conceitos básicos do estudo cientifíco é provar aquilo que já é considerado senso comum. Uma análise feita por pesquisadores austríacos, checos e suecos chegou a um resultado que qualquer fã do bom e velho rock’n’roll já sabe: Freddie Mercury, da lendária banda Queen, tinha uma voz incomparável. As informações são do site norte-americano Consequence of Sound .

Uma das coisas que o estudo comprovou era que Freddie não tinha uma extensão vocal que atingisse quatro oitavas, porém apresentou que ele era barítono, apesar de ser conhecido como um tenor. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão ao analisar a frequência vocal do cantor em seis entrevistas.

 Freddie Mercury tinha uma extensão vocal alcançada por poucas pessoas Foto: Getty Images
Freddie Mercury tinha uma extensão vocal alcançada por poucas pessoas
Foto: Getty Images

Em outra parte da pesquisa, os estudiosos pediram ao cantor dinamarquês Daniel Zangger-Borch que imitasse a voz de Freddie. A laringe de Daniel foi filmada para que fosse observada como que o vocalista do Queen, na época, alcançava seus famosos grunhidos e vibratos.

Foi descoberto, então, que suas pregas ventriculares vibravam junto com as pregas vocais, algo impensável para a maioria dos humanos. Além disso, as cordas vocais de Mercury vibravam mais rápido do que de outras pessoas. A onda causada pelo vibrato de Freddie era mais intensa do que a do cantor de ópera Luciano Pavarotti.

Fonte: https://musica.terra.com.br

Banda couvert Killer Queen se apresenta neste sábado (27) no Imprensa Food Square (Foto:Ni Lopes/Divulgação)
Banda couvert Killer Queen se apresenta neste sábado (27) no Imprensa Food Square
(Foto:Ni Lopes/Divulgação)

A banda Kiler Quenn, couvert do grupo Queen no Ceará, apresenta um show em tributo ao grupo de Freddie Mercury neste sábado (27), a partir das 20h, no Imprensa Food Square.No repertório não vão faltar sucessos como Love Of My Life, We Are the Champions, Bohemian Rhapsody e We Will Rock You. A entrada é gratuita e não há cobrança de cover artístico.

 

Fonte: http://g1.globo.com/ceara

Propaganda Google Fotos com Dont Stop Me Now

Versão da música “Flash” na propaganda do jogo Clash Royale. O Clash Royale é um videojogo de estratégia.

PS: O YouTube retirou o vídeo do ar, colocamos pelo Player Queen Net.

[flashvideo file=http://www.queennet.com.br/down/frv2015.flv /]

Vídeo Propaganda Canal Bis com Queen

Turnê de tributo terá apresentações em Porto Alegre, Rio e São Paulo

 Há 25 anos sua voz se apagava, porém nascia a lenda.  No dia 24 de novembro de 1991, poucas horas após um comunicado oficial, onde informava que era portador do vírus HIV, Freddie Mercury tornava-se definitivamente um ícone eterno da música mundial.O grupo God Save the Queen nasceu em 1998 e por meio dos anos, converteu-se no show em tributo ao Queen e Freddie Mercury mais importante no mundo, com atuações nos teatros mais representativos e importantes dos cinco continentes.

Com realização da Opus Promoções e Ponto Uno Produções e Eventos, a turnê Queen Forever chega ao Brasil em junho: Porto Alegre (dia 18, no Auditório Araújo Vianna), Rio de Janeiro (dia 22, no Teatro Bradesco Rio) e São Paulo (24 e 25, no Teatro Bradesco).

Neste aniversário tão especial, o grupo prepara um show completamente renovado, com cenário,  iluminação e cenografía impressionantes, além de um setlist que abrange toda a extensa carreira de Freddie Mercury com o Queen e como solista.

Pablo Padín, interpretando Freddie Mercury, impressiona pela voz muito parecida, além da incrível semelhança física com Freddie. Com isso, consegue o que nenhum outro tributo conseguiu: Criar a magia de que o Queen ainda está vivo durante duas horas.

God Save The Queen converteu-se no  espetáculo mais emocionante em sua cidade natal, Rosario (Argentina), no místico  monumento à bandeira, onde realizaram um show para mais de 25.000 pessoas superando todas as expectativas.

Durante o ano de 2016, o grupo levará seu show pela América Latina, destacando apresentações no México, USA, Brasil, Argentina, Chile e Venezuela. Além de sua habitual turnê pela Europa, onde se apresentarão no Reino Unido, Espanha, Portugal, Itália, Suíça, e Rússia, tamanho foi o sucesso de suas apresentações no ano de 2014.

Serviço: God Save The Queen

Programação

18 de junho, sábado, as 21h

Porto Alegre: Auditório Araújo Vianna – Av. Osvaldo Aranha, 685

Ingresso e mais informações: www.oiaraujovianna.com.br

Classificação livre

22 de junho, quarta-feira, as 21h

Rio de Janeiro: Teatro Bradesco Rio – Avenida das Américas, 3900/loja 160 do Shopping VillageMall

Ingresso e mais informações: www.teatrobradescorio.com.br

24 e 25 de junho, sexta-feira e sábado, às 21h

São Paulo: Teatro Bradesco – Rua Palestra Itália, 500/3º piso – Bourbon Shopping São Paulo

Ingresso e mais informações: www.teatrobradesco.com.br 

 

Fonte: http://www.jb.com.br/

Cena de “We Will Rock You'', em cartaz em SP – Foto: Divulgação
Cena de “We Will Rock You”, em cartaz em SP – Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Que o Queen é uma das mais potentes bandas de rock não há como discordar. Logo, um musical com as canções imortalizadas pelo grupo britânico liderado por Freddie Mercury já larga com a vantagem dos hits do grupo que são parte do inconsciente coletivo mundial.

Contudo, para se tornar um espetáculo teatral harmonioso, é preciso que a dramaturgia e as atuações estejam à altura das músicas cantadas no palco. Isso não acontece em “We Will Rock You – O Musical do Queen”, supervisionado pelos integrantes remanescentes da banda Brian May e Roger Taylor.

A produção escrita e dirigida por Ben Elton, em cartaz no Teatro Santander, em São Paulo, aporta no Brasil após ter sido vista por mais de 15 milhões de pessoas em 17 países, desde sua estreia em Londres, em 2012. Parte delas, fãs da banda.

Pensando neste perfil, o musical traz 24 músicas hits como “Radio Gaga”, “I Want to Break Free”, “Love of My Life” e “We Will Rock You”, que entremeiam uma história futurista que se passa daqui a 300 anos (mas que visualmente soa mais aos anos 1980), quando a música autoral não mais existe, estando os jovens mergulhados em produtos de entretenimento pré-fabricados e frias relações virtuais.

Apesar de bem intencionado e desejoso de criticar o “sistema”, o roteiro de Elton, que aqui tem o diretor residente Thiago Jansen de colaborador, tem um quê de “Super Xuxa contra o Baixo Astral”, com uma trama infantil mais para Sessão da Tarde do que para um musical roqueiro.

Conta a história dos jovens Galileo (Alírio Neto) e Scaramouche (Livia Dabarian), que se sentem um peixe fora d’água no mundo completamente globalizado e plugado, encontrando sua turma num submundo onde nostálgicos do rock que jamais chegaram a conhecer tentam fazer música “de verdade” para resistir aos desmandos de Killer Queen (Andrezza Massei, que se destaca).

Se canta muito bem, na hora das cenas dramáticas a maioria do elenco apela para um registro infantilizado. Muitas vezes as vozes faladas soam como dublagens do Disney Channel. A impressão é que a direção está mais preocupada com o show musical do que com o teatro, sendo notado um descuido na direção de atores.

Também chama a atenção as coreografias, assinadas por Philip Comley, mesmo com o palco repleto de artistas, muitas vezes serem estáticas: os dançarinos não saem de suas marcações no palco e pouco se movimentam em cena, o que daria mais exuberância ao musical.

É preciso, contudo, fazer uma importante observação: na parte musical, o espetáculo vai muito bem. As vozes são primorosas e a banda tem som pesado e virtuoso. Os músicos merecem ser citados e aplaudidos: Rodrigo Hyppolito, Thiago Rodrigues, Fernando Biral, Fábio Stamato, Lucas Vianna, Renato Leite, Yara Oliveira, Mario Gaiotto, Cauê Brisolla, Gabriel Lira Ramos, Kiko Woiski, Rubens Barbosa e Abner Paul.

“We Will Rock You” é um musical contraditório, já que reproduz na prática o que confronta em seu discurso. Na medida em que seu enredo tenta criticar ferozmente o aprisionamento da música em fórmulas comerciais, embaladas com laço de fita para venda a um público dormente de sentidos e ávido por consumir o próximo hit veloz, o musical acaba sendo ele próprio mais um exemplo disso.

“We Will Rock You” * *
Avaliação:
Regular

QuandoQuinta e sexta, 21h, sábado, 17h e 21h, domingo, 16h e 20h. 140 min. Até 31/7/2016
Onde: Teatro Santander – Complexo JK – Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo, tel. 11 4003-1022
Quanto: R$ 40 (meia-entrada) a R$ 300
Classificação etária:
Livre

 

Fonte: http://blogdoarcanjo.blogosfera.uol.com.br/

Candidato usou ‘We are the Champions’ em campanha na TV americana. Rolling Stones, Neil Young, R.E.M e Adele também reclamaram com Trump.

O guitarrista do Queen, Brian May, exigiu do virtual candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, que pare de usar suas músicas em sua campanha eleitoral.

Na terça-feira à noite, Trump apareceu na televisão americana, tendo como música de fundo “We are the Champions”, a canção do grupo de rock britânico frequentemente usada como hino esportivo.

Em nota publicada em sua página na Internet, Brian May disse ter recebido “uma avalanche de reclamações” desde então. “Esta não é uma declaração oficial do Queen, mas posso confirmar que nenhum direito de utilização da nossa música foi pedido, ou acordado”, completou.

“Estamos consultando para saber que ação tomar para que isso não seja mais reproduzido. Independentemente das nossas opiniões sobre o programa de Trump, sempre foi contra nossa moral permitir a utilização da música do Queen para fins políticos”, acrescentou na mensagem.

O Queen é a última de uma longa lista de bandas que anunciaram seu repúdio a que sua música seja associada ao magnata americano. Rolling Stones, Neil Young, R.E.M e Adele foram alguns que exigiram que Donald Trump parasse de fazer uso de suas obras.

 

Fontes: Band News  |  www.globo.com

Matéria do programa “Estúdio i” da Globo News sobre o Musical WWRY

 

Vídeo completo da participação do Musical We Will Rock You no Altas Horas deste sábado 21/05/16

PS: O Youtube bloqueou o vídeo, estamos disponibilizando pelo player do Queen Net

[flashvideo file=http://www.alexandreportela.com/download/ahmwwry.flv /]

 

 

 

Dica: Tainara Taylor

Para ativar o patrocínio aos Jogos Rio 2016, comunicação criada pela Lew’Lara\TBWA conta com cobertura inusitada em real time das Olímpiadas, filme para TV e ações digitais que destacam atos de atrevimento.

Detalhe especial é a trilha utilizada, “Don’t Stop Me Now”, um dos sucessos da banda inglesa Queen que ficou mundialmente famosa. A estreia das versões de 60” e 30” acontece nacionalmente em TV aberta e fechada, além da internet.

 

Fonte: http://portaldapropaganda.com.br

Daniela Mercury comenta sobrenome igual ao do cantor da banda Queen (Foto: Ellen Soares/Gshow)
Daniela Mercury comenta sobrenome igual ao do cantor da banda Queen (Foto: Ellen Soares/Gshow)

Seria Daniela Mercury parente do saudoso Freddie Mercury? “Brinco o tempo inteiro que sou prima de Freddie (risos)”, comenta a Rainha do Axé. Quem acha que a jurada do SuperStar adotou o sobrenome como forma de homenagear o vocalista da banda Queen está enganado. Alguns internautas têm até comentado sobre isso nas redes sociais.

Daniela Mercury conta que as pessoas pronunciavam seu sobrenome de forma errada (Foto: Ellen Soares/Gshow e TV Globo)
Daniela Mercury conta que as pessoas pronunciavam seu sobrenome de forma errada (Foto: Ellen Soares/Gshow e TV Globo)

Ao Gshow, a baiana explica que não é bem assim. “Eu não mudei. Meu nome é Mercuri (leia-se Mercúri), de origem italiana. Resolvi ter uma diferença na escrita do nome artístico apenas. As pessoas não me chamavam assim. Fiquei tanto tempo consertando, mas acabei desistindo”, conta a baiana.

Além de Daniela, os familiares da jurada do SuperStar também adotaram o pseudônimo. “A minha família inteira virou Mercury (brinca). Mas isso foi por força do jeito como as pessoas falavam. Não deu para inverter”, declara.

 

Fonte: http://gshow.globo.com
Dica de: Marcos

Queen, a lendária realeza do Rock tem estado em nova fase com o cantor Adam Lambert há 6 anos, realizando shows pelo mundo todo. Pelos lugares aonde passam, as críticas recebidas têm sido positivas por diversos portais de mídia, além dos ingressos esgotados em estádios e arenas.
Embora a ativa da banda tenha sido um sucesso, um assunto comentado por toda parte é sobre Adam substituir o lendário Freddie Mercury, mas o cantor de 34 anos deixa claro em cada entrevista que apenas presta sua homenagem e honra ao seu ídolo. Confira abaixo, trechos de declarações feitas por Adam.

Adam Lambert: “Eu nunca nem pensei nisso (substituír Freddie)! Eu não sou o Freddie, não me atrevo a me comparar com ele. Ele é uma lenda, ele é único! Um homem como ele nasce a cada um milhão de anos! Sinto-me honrado em ser capaz de prestar minhas homenagens à memória de Freddie; ele é um herói pessoal meu, e eu sou profundamente grato pela oportunidade de cantar essas poderosas músicas para os fãs desta banda lendária.”

Ele cita também sua experiência no Queen:

Adam Lambert: “As coisas com o Queen têm sido loucas, eu tenho tanta sorte. Eu sou tão honrado de poder cantar em uma maiores bandas de rock de todos os tempos. Freddie Mercury é pessoalmente um herói pra mim. Como um cantor, ele era inigualável. Eu acho que ele foi um compositor incrível. E em um nível pessoal, no momento em que ele estava, sendo assumido (homossexual), ele tinha que manter algumas coisas privadas. É interessante, porque nós estamos em um tempo diferente na medida em que isso seja uma preocupação. E, de certa maneira, eu gosto disso, eu gosto de que eu possa ser assumido e orgulhoso enquanto celebramos sua música e sua vida.”

Lambert diz que sempre admirou a capacidade de Mercury de ir “ao extremo” sem alienar seu público.

Adam Lambert: “Se Freddie Mercury me deixou uma posição fabulosa para assumir? Claro. É por isso que eu uso coisas fabulosas na turnê. Mas, felizmente, Freddie e eu temos algumas coisas em comum. Nós somos cantores, grandes, altos, mas as nossas vozes são diferentes, assim, encontrar a minha própria voz nas canções foi um desafio interessante. É importante colocar a minha própria marca nelas, sem me afastar muito das originais. A chave é ser consciente da intenção original das músicas. Qual é o núcleo emocional desta canção? Que sentimento quer tentar despertar no ouvinte? Eu tento focar nisso.”

O que muitos não sabem é que Adam Lambert cresceu participando de teatro e musicais, e diz que tinha apenas nove anos quando Mercury morreu de uma doença relacionada à Aids em 1991.

Adam Lambert: “Me apaixonei por rock quando eu ouvi os discos antigos do Queen, e me ocorreu o quanto original eles eram. O que os diferencia de um monte de outras bandas icônicas é a sua diversidade. Há músicas funk, alguns heavy blues-rock, melodias pop, cativantes, músicas do glam-rock, teatrais, peças barrocas de opereta – eles realmente diversificam musicalmente”.

Além do Queen ser referência para diversos temas e tipos de pessoas, quando perguntado sobre a banda também ter importância para cultura gay em desbravar o mundo musical e quebrar paradigmas, ele responde:

Adam Lambert: “Eu aprovo. Mas a coisa engraçada sobre a conexão gay com Freddie é que, apesar do fato de que há um monte de referências veladas à sua sexualidade em suas letras, a maioria das pessoas estavam totalmente perdidas naquele momento. A única coisa que foi descaradamente ligada à comunidade gay foi um dos looks que ele apresentou, como o chapéu preto de couro, óculos de sol e bigode, que era um look fundamental no início dos anos 80 no cenário gay, em Nova York. Mas um monte de coisas que ele estava fazendo na década de 70 não foram consideradas gay, porque o glam rock já havia sido tocado com um monte de convenções de gênero. Pessoas como David Bowie, Lou Reed e Marc Bolan, todos mostravam looks andróginos, fossem eles gays ou não. Para a maioria deles, era apenas um look.”

Adam Lambert: “Às vezes essa ideia de dualidade confunde as pessoas na mídia de hoje. Eles nem sempre conseguem enxergar o fato de que o melodrama pode ser fabulosamente divertido. Mas eu realmente amo artistas que vão por esse caminho, e vão com convicção. Freddie era um mestre nisso. infelizmente, muitas bandas de rock contemporâneas perderam essa habilidade, no entanto, a teatralidade ainda vive com muitos artistas modernos, do sexo feminino com mudanças de figurino, dançarinos, e encenação temática elaborada – que é o que a música pop moderna é, e o Queen ajudou a criar o ambiente para isso.”

Sobre os shows que fizeram juntos nos últimos anos, Adam ressalta:

Adam Lambert: “A ideia desta turnê, realmente, é lembrar ao público do legado desta banda. Mesmo eu sendo um novo vocalista para eles, nós não queríamos fazer uma nova versão do Queen, mas apenas lembrar às pessoas o quanto tudo foi fantástico, sobre eles, em primeiro lugar”

Reviews sobre esses shows têm sido aclamadas para a banda em geral, e elogiando Lambert por “revitalizar a franquia”, colocando sua própria marca sobre as músicas enquanto canaliza a energia e sagacidade natural do saudoso Mercury.

Lembrando que nesse ano de 2016, a banda já está com shows marcados em vários festivais na Europa, como por exemplo o famoso Sweden Rock Festival, ROCK IN RIO LISBOA, entre outros lugares que podem ser vistos abaixo :

20/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Rock in Rio Lisboa, Parque da Bela Vista, Lisboa (Portugal)
22/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Palau Sant Jordi, Barcelona (Espanha)
25/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Steel City Festival 2016, Stadion Linz, Líncia (Áustria)
27/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – RheinEnergie Stadium, Colônia (Alemanha)
29/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Jelling Music Festival, Jelling (Dinamarca)
03/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – City Festival Park Live, Helsinki Kaissaniemi Park, Helsinque (Finlândia)
05/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Song Festival Grounds, Taillinn (Estônia)
09/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Sweden Rock Festival, Sölvesborg (Suécia)
12/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Isle Of Wight Festival 2016, Seaclose Park, Newport, Ilha de Wight (Reino Unido)
15/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Palais 12, Bruxelas (Bélgica)
17/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Rock the Ring 2016, Hilwill (Suíça)
19/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Life Festival, MOSiR Stadium, Oswiecim (Polônia)
21/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Constitutiei Square, Bucareste (Romênia)
23/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Georgi Asparuhov Stadium, Sofia (Bulgária)
25/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Hydrogen Festival, Anfiteatro Camerini Piazzola Sul Brenta, Pádua (Itália)