Box traz 5 DVDs

Sinopse

A série Special Edition reunirá shows emblemáticos dos maiores nomes da música internacional. Abrindo com chave de ouro esta nova série, o Box We Are The Champions traz três concertos que marcaram momentos distintos na trajetória do grupo britânico de rock Queen, um tributo ao inesquecível Freddie Mercury e ainda um DVD com vídeo clipes dos sucessos da carreira solo de um dos maiores vocalistas de todos os tempos.

Descrição do produto e ficha técnica

Faixas:

Disco 1 – We Will Rock You
1. We Will Rock You
2. Let Me Entertain You
3. Play The Game
4. Somebody To Love
5. Killer Queen
6. I’m In Love With My Car
7. Get Down Make Love
8. Save Me
9. Now I’m Here
10. Dragon Attack
11. Love Of My Life
12. Under Pressure
13. Keep Yourself Alive
14. Crazy Little Thing Called Love
15. Jailhouse Rock
16. Bohemian Rhapsody
17. Tie Your Mother Down
18. Another One Bites The Dust
19. Sheer Heart Attack
20. We Will Rock You (Reprise)
21. We Are The Champions
22. God Save The Queen

Disco 2 – Live At The Rainbow
1. Procession
2. Now I’m Here
3. Ogre Battle
4. Father To Son
5. White Queen (As It Began)
6. Flick Of The Wrist
7. In The Lap Of The Gods
8. Killer Queen
9. The March Of The Black Queen
10. Bring Back That Leroy Brown
11. Son And Daughter
12. Keep Yourself Alive
13. Seven Seas Of Rhye
14. Stone Cold Crazy
15. Liar
16. Big Spender
17. Modern Times Rock’n’roll
18. Jailhouse Rock
19. God Save The Queen

Disco 3 – Live At The Bowl
1. Flash
2. The Hero
3. We Will Rock You
4. Action This Day
5. Play The Game
6. Staying Power
7. Somebody To Love
8. Now I’m Here
9. Dragon Attack
10. Love Of My Life
11. Save Me
12. Back Chat
13. Get Down Make Love
14. Under Pressure
15. Fat Bottomed Girls
16. Crazy Little Thing Called Love
17. Bohemian Rhapsody
18. Tie Your Mother Down
19. Another One Bites The Dust
20. Sheer Heart Attack
21. We Will Rock You (Reprise)
22. We Are The Champions
23. God Save The Queen

Disco 4 – Tribute To Freddie Mercury
1. Tie Your Mother Down – Queen, Joe Elliot And Slash
2. I Want It All – Queen, Roger Daltrey And Tony Iommi
3. Las Palabras De Amor – Queen And Zucchero
4. Hammer To Fall – Queen, Gary Cherone And Tony Iommi
5. Stone Cold Crazy – Queen, James Hetfield And Tony Iommi
6. Crazy Little Thing Called Love – Queen And Robert Plant
7. Too Much Love Will Kill You – Brian May
8. Radio Ga Ga – Queen And Paul Young
9. Who Wants To Live Forever – Queen And Seal
10. I Want To Break Free – Queen And Lisa Stansfield
11. Under Pressure – Queen, David Bowie And Annie Lennox
12. All The Young Dudes – Queen, Ian Hunter, David Bowie And Mick Ronson
13. Heroes – Queen, David Bowie And Mick Ronson
14. ’39 – Queen And George Michael
15. These Are The Days Of Our Lives – Queen, George Michael And Lisa Stansfield
16. Somebody To Love – Queen And George Michael
17. Bohemian Rhapsody – Queen, Elton John And Axl Rose
18. The Show Must Go On – Queen, Elton John And Tony Iommi
19. We Will Rock You – Queen And Axl Rose
20. We Are The Champions – Liza Minelli And Cast

Disco 5 – Freddie Mercury Videos
1. Barcelona
2. The Great Pretender
3. I Was Born To Love You
4. Time
5. How Can I Go On
6. Made In Heaven
7. Living On My Own
8. The Golden Boy
9. In My Defense
10. Barcelona (Live Version)
11. The Great Pretender (Extended Version)
12. Living On My Own (1993 Remix

Título: Queen – We Are The Champions – Special Edition
EAN: 7898581832737
Banda: Queen
Estúdio: Coqueiro Verde
Data de lançamento: 13/05/2016
Tipo de mídia: DVD
Quantidade de discos: 5
Região: DVD Região 4 – América do Sul e Oceania
País de produção: Reino Unido
Duração: 414 minutos
Formato de tela: Widescreen
Sistemas de som: Dolby Digital 2.0, 5.1
Preto e Branco/Colorido: Colorido
Idiomas: Inglês
Peso: 450g
Dimensões: 190mm x 135mm x 75mm

 

O valor no site da Livraria da Folha esta por: R$ 64.90

 

Fonte: http://livraria.folha.com.br/

As técnicas vocais usadas por Freddie Mercury ao longo de sua carreira musical foram tema de uma pesquisa conduzida pela Universidade de Viena, na Áustria, com participação de estudiosos tchecos e suecos.

O resultado, publicado na mais recente edição do Logopedics Phoniatrics Vocology, indica que o cantor possuía uma voz descrita como “a força da natureza, com a velocidade de um furacão”.

Suas cordas vocais se moviam mais rápido que as de uma pessoa normal, alcançando um vibrato de 7.04 Hz, acima do comum, que transita entre 5.4 e 6.9.

Por conta desse poder vocal, apesar de ser considerado um tenor, o vocalista do Queen usava técnicas típicas de um barítono, algo jamais registrado na história da música.

O estudo completo (em inglês) pode ser lido neste link:http://www.tandfonline.com/doi/full/10.3109/14015439.2016.1156737

Fonte: http://www.radiorock.com.br/

Jornal da Globo – Nelson Mota 45 Anos do Queen

 

Matéria do Jornal da Globo do dia 31/03/2016 sobre o Musical We Will Rock You.

Dica de: Tainara Taylor

Por fabiana seragusa

A equipe do “Guia” teve acesso exclusivo ao Teatro Santander, que será inaugurado em 24/3 com a estreia de “We Will Rock You” —e também foi a primeira a assistir ao ensaio do espetáculo no local.

As obras estão a todo vapor para deixar o espaço —com capacidade para 1.100 pessoas— pronto, mas já dá para dizer que os assentos da plateia são muito confortáveis, com bom espaço entre as fileiras e também inclinação ideal, fazendo com que a visão seja boa de todos os lugares.

Mesmo enorme, o teatro é aconchegante. Um destaque é que as poltronas da plateia são móveis, então dá para fazer eventos nos quais o público fica em pé —nesse caso, abrigando 2.085 pessoas.

Assim como os funcionários da obra, a equipe e o elenco do musical também correm para acertar os últimos detalhes. E o que impressiona logo de cara é a qualidade do elenco de “We Will Rock You”, que foi escolhido pelos próprios integrantes do Queen —cujas canções guiam a trama. Os artistas cantam muito, e a acústica do local ajuda a criar esse clima de show de rock que se vê em cena.

Elenco escolhido pelo Queen

Brian May e Roger Taylor, que fizeram história ao lado de Freddie Mercury, receberam uma
série de fitas com os ensaios dos atores e da banda que acompanha a peça. Foram os dois que escolheram cada um dos intérpretes, conta a produtora-geral Almali Zraik, responsável por
trazer superproduções como “A Bela e a Fera” e “O Fantasma da Ópera” ao Brasil.

Ela diz que a preocupação da dupla era se encontrariam guitarrista ou baterista como eles queriam. “Eu até disse que estava aberta a trazer gente de fora, caso fosse necessário, mas que acreditava que no Brasil a gente tinha talento pra isso.” Depois de dois dias de audições estava tudo aprovado. “Eles não acreditaram, ficaram super honrados de ver tanta gente tocando tão bem o estilo deles. Disseram que é um dos melhores elencos que já tiveram.”

Escrita pelo comediante Ben Elton em parceria com o pessoal do Queen, a peça estreou em Londres em 2002 e foi vista por mais de 15 milhões de pessoas em 17 países. Brian e Roger, segundo Almali, tinham confirmado presença na estreia, mas como a data foi adiada ficou difícil conciliar as agendas. Mas eles devem vir em algum outro dia da temporada.

Detalhes da peça

A história se passa 300 anos no futuro e mostra um planeta totalmente controlado pela Global Soft, uma empresa que elimina o rock do mundo, acaba com todos os instrumentos musicais e só libera canções enlatadas à população. Todo mundo ouve as mesmas coisas, veste o mesmo tipo de roupa, pensa do mesmo jeito. É tudo programado para que ninguém tenha ideias próprias.

Embalada por 24 sucessos do Queen, a trama acompanha o surgimento de um grupo de rebeldes chamados de Boêmios, que tentam se libertar dessa escravidão mental. Galileo, interpretado por Alirio Netto (entrevista abaixo), escuta vozes e se lembra de trechos de canções estranhas, proibidas no planeta, e busca entender o que está acontecendo. Tem citações bem-humoradas a hits pop como “macarena”, “show das poderosas” e “ritmo ragatanga”.

Nesse processo de descoberta, o rapaz se junta à jovem Scaramouche (Livia Dabarian) e a outros “rebelados” com um objetivo: seguir a lenda que diz que ainda existe um instrumento escondido, o único no mundo, que fica em uma pedra do rock. Eles querem suas personalidades de volta.

No elenco também estão nomes como Andrezza Massei, Fred Silveira, Felipe de Carolis, Nicholas Mais e Thais Piza, num total de 28 atores. A banda, que fica em destaque na parte de cima do palco, conta com Rodrigo Hyppolito (diretor musical assistente e teclados, Thiago Rodrigues (teclados), Mário Gaiotto (bateria), Fábio Stamato (guitarra), Lucas Vianna (guitarra), Renato Leite (baixo) e Yara Oliveira (percussão). A direção é de Uwe Petersen.
Alirio, o protagonista

Conciliando as carreiras de músico e ator, Alirio Netto diz que agora sua vida está perfeita, afinal, ele começou a cantar por causa de Freddie Mercury. Depois de fazer o Judas no musical “Jesus Cristo Superstar”, agora o artista é protagonista nesta superprodução que fala sobre rock e liberdade.

Para se transformar em Galileo, ele precisou cortar os longos cabelos que mantinha desde sempre —mas diz que gostou de como está agora. Em julho, ele deve lançar seu primeiro disco solo, que vai se chamar “João de Deus” e terá dez músicas em português, com participação do saxofonista Milton Guedes e do baixista Felipe Andreoli, entre outros nomes.

Sobre como recebeu a notícia da escalação

“Fiquei emocionado mesmo! Chorei pela conquista. O Queen sempre foi minha banda preferida, virei cantor por causa do Freddie Mercury. Junta isso com o teatro que é outra coisa que amo e a minha vida fica perfeita.”

Escolha feita pelo membros do Queen

“Isso foi o mais incrível de tudo. Você ter o Brian May e o Roger Taylor te escolhendo pra ser o protagonista de uma peça das músicas que eles escreveram. E acho que isso reflete em todas as pessoas do elenco. Claro que, pra gente, além da puta honra, tem o lance da responsa também, o que faz com que a gente trabalhe cada vez mais duro pra entregar esses personagens da maneira mais honesta e da melhor maneira possível.”

Músicas habituais

“Já sou bem familiar com o repertório. Eu tive um show que era só de Queen, inclusive um para voz e piano [feito há dois anos, projeto que ele espera retomar]. Mas, quando você está num musical, numa peça de teatro, existe uma diferença na interpretação, né, porque as músicas servem ao texto. Então você tem que inserir estes textos dentro da história. As músicas são quase todas com a mesma pegada das originais, mas tem algumas alterações de letras, pra entrar no contexto da peça. Então dá uma cara diferente pra tudo o que você já ouviu. É uma boa oportunidade pra qualquer fã do Queen reviver essas músicas de uma outra maneira.”

Cabelo curtinho

“Cortei meu cabelo por causa da peça. Isso é uma coisa que todo ator tem que fazer: se emprestar para o personagem, sair da zona de conforto e migrar para aquilo que ele tem que ser. O ator tem que servir a um propósito maior, que é a peça. Nunca mais deixo ele crescer, só se outro personagem pedir. Cansei de cabelo comprido. E minha namorada adora assim como está.”

Sentido da peça

“Ela reflete um pouco isso que a gente está vivendo hoje, onde as pessoas vivem com a cara no telefone, a internet dominando tudo. Então, nesse futuro, a música tocada com instrumentos de verdade foi banida, só vale música feita por computador.”

Crítica aos enlatados?

“Não somente à música enlatada, mas à ditadura musical imposta por um mercado e a uma geração preguiçosa e sem interesse de conhecer algo diferente daquilo que lhe é dito. O rock sempre foi transgressor e é isso que o torna tão especial e atemporal. Eu, como artista, sou apenas um veículo de comunicação. Meu desejo é que pelo menos as pessoas que venham ao teatro possam de alguma forma sair daqui com a ideia de que qualquer que seja sua forma de pensar sempre existem pelo menos algumas possibilidades distintas daquelas impostas —é isso pode ser interessante até para aqueles que se sentem presos. O rock liberta!”

Teatro Santander – av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2.041, Vila Nova Conceição, tel. 4003-1022. 135 min. Livre. Qui. e sex.: 21h. Sáb.: 17h e 21h. Dom.: 16h e 20h. Ingr.: R$ 40 a R$ 300. Ingr. p/ entretix.com.br.

Fonte: http://blogdoguia.blogfolha.uol.com.br

O Watchmojo.com, o maior canal do Youtube de listas Top 10, trouxe uma coletânea das 10 celebridades mais inteligentes do mundo e o guitarrista do QUEEN, Brian May, ficou em primeiro.

Para essa lista eles contaram qualquer celebridade com um histórico de esperteza maior do que a pessoa comum. Por outro lado, aqueles que obtiveram fama como resultado direto de sua inteligência acabaram ficando de fora, como Bill Gates ou Mark Zuckerberg.

May conseguiu seu PhD na Imperial College London em 2007, ele foi coautor em dois famosos livros de sua área, “Bang!” e “The Cosmic Tourist”, em 2015, ele foi um colaborador do time de ciências da NASA e é um especialista em “Zodiac Dust”.

Fonte: http://whiplash.net


Sacha Baron Cohen abriu o jogo sobre sua saída do filme sobre Freddie Mercury, lendário vocalista do Queen. Confirmando os boatos que da época do anúncio do afastamento, ele revelou que o problema todo foi a diferença entre o que ele queria mostrar e a história que os membros da banda queriam contar. Sacha gostaria de representar o Freddie polêmico, sem limites, intenso dentro e fora dos palcos, protagonista de casos bizarros como festas em que anões circulavam com pratos cheios de cocaína na cabeça; enquanto os músicos planejavam um longa sobre a carreira do cantor, sem sua vida pessoal. Pior, queriam um filme mais sobre a história da banda do que sobre Mercury em si. Palavras do ator em entrevista concedida a Howard Stern:

“Não deveria ter ficado tanto tempo envolvido, pois na primeira reunião, anos atrás, um dos membros da banda virou para mim e disse: ‘Este filme será ótimo, porque o que acontece no meio é excelente’. Perguntei o que seria e ele respondeu: ‘Freddie morre, ué’. Deduzi que seria como Pulp Fiction, em que o fim é o meio e o meio é o fim, mas ele disse: ‘Não, será normal’. Perguntei então o que teria na segunda metade da cinebiografia e ele explicou: ‘Você sabe, vamos mostrar como a banda seguiu em frente fazendo sucesso’. Aí eu falei: Cara, ninguém vai querer ver um filme em que o protagonista morre de AIDS no meio e a carreira de seu grupo continua.”

O mais incrível é que mesmo após essa conversa, ele continuou tentando desenvolver o filme por seis (6) anos! Ao longo desse tempo Peter Morgan (A Rainha, Além da Vida, Rush) escreveu o roteiro e os premiados diretores David Fincher e Tom Hooper se interessaram pelo projeto, mas não embarcaram.

Após Sacha dar o braço a torcer e finalmente desistir da cinebiografia, Brian May – guitarrista e compositor do Queen – declarou que estava aliviado, pois a enorme fama do ator prejudicaria o drama, e começou uma campanha para que Ben Whishaw assumisse o papel. Funcionou e o ator de A Garota Dinamarquesa entrou para o elenco, mas nem assim as ideias saíram do papel. Dexter Fletcher assinou contrato para dirigir e logo mudou de ideia após brigar com o produtor Graham King e agora, 2016, tudo que a cinebio de Freddie Mercury tem é Whishaw, talvez, e um novo roteiro escrito por Anthony McCarten (A Teoria de Tudo).

Ator de Irmão de Espião e Alice Através do Espelho, Baron Cohen revelou ao JoBlo que no momento está preparando um musical chamado The Lesbian. Baseado em fatos reais, contará a história de um bilionário que oferece US$ 65 milhões para o homem que conseguir transformar sua filha lésbica em hétero.

 

Fonte: http://www.adorocinema.com

Show é no Galpão R6, que abre as portas a partir das 22h. Som fica por conta do grupo cover Classical Queen.

Clássicos do rock da banda Queen serão reproduzidos em um show cover na noite desta sexta-feira (4), em Resende , no Sul do Rio de Janeiro. O som fica por conta do grupo Classical Queen, que sobe ao palco do Galpão R6 a partir das 22h.

No repertório estão canções que marcaram época, como “I Want to Break Free”, “Bohemian Rhapasody”, “We Are The Champions”, “We Will Rock You”, “Somebody to Love”, entre outras.

Os ingressos estão no segundo lote e custavam R$ 30 até a publicação desta reportagem. Na bilheteria da casa noturna, o valor subirá para R$ 35. O evento é para maiores de 18 anos, que precisam comprovar a idade com documento de identificação com foto.

Serviço
O quê: show da banda Classical Rock
Quando: 4 de março, a partir das 22h
Quanto: R$ 30 (segundo lote, antecipado); R$ 35 na hora
Quem pode: maiores de 18 anos
Onde: Galpão R6 — Rua do Rosário, nº 1356, no Centro

 

Fonte: http://g1.globo.com/rj

Mamonas-Assassinas-g-20100507E se o Queen incluísse em seu repertório de clássicos, o hit “Robocop Gay” dos Mamonas Assassinas? Bom, com a ajuda da galera do Golpe Baixo, qualquer coisa é possível. Veja o sincronismo da performance da banda.

Dica de: David Neto
Fonte: http://whiplash.net

A produtora CaradiBoi divulgou em suas redes sociais que o musical “We Will Rock You” estreia em São Paulo no dia 9 de março, no Teatro Santander. Construído no complexo empresarial do Grupo WTorre e localizado na avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041, na Vila Olímpia, o teatro tem capacidade para 1.200 espectadores sentados e 1.800 espectadores em outros formatos – os ingressos para o musical ainda não estão à venda.

O personagem principal, Galileo, será interpretado por Alírio Netto (Age of Artemis, HeavyPop, Khallice), que vai dividir a cena com Felipe de Carolis (Toca), Fred Silveira (Khashoggi), Livia Dabarian (Scaramouche), Andrezza Massei (Killer Queen), Nicholas Maia (Brit), Thais Pizza (Ozzy), Letícia Soares (Teacher) e outros 18 atores de apoio – o nome do personagem Galileo é uma referência a uma das mais famosas músicas do Queen, “Bohemian Rhapsody”.

“We Will Rock You” estreou em 2002 em Londres, na Inglaterra, e já foi visto por mais de 15 milhões de pessoas em 17 países. O espetáculo, que é baseado nas músicas do Queen e conta 24 sucessos da história da banda, mostra um grupo de rebeldes que luta em defesa da liberdade de pensamento. O musical foi escrito pelo comediante inglês Ben Elton em parceria com Brian May e Roger Taylor.

Maiores informações: www.facebook.com/wwrybrasil

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Tainara Taylor

Tony Iommi (Black Sabbath) e Brian May (Queen) estiveram presentes em uma cerimônia onde foi inaugurada uma placa comemorativa ao lendário baterista Cozy Powell no dia 7 de janeiro em Cirencester, na Inglaterra. Outros músicos que também estavam no evento são Don Airey (Deep Purple), Neil Murray e Bernie Marsden (Whitesnake).

A cerimônia foi filmada para ser incluída em um documentário sobre a vida de Cozy, “Dance With The Devil – The Cozy Powell Story”, que vêm sendo produzido há vários anos para mostrar a história do baterista que morreu em 5 de abril de 1998 após colidir seu carro a 167 kms/h.

 

 

http://whiplash.net

O The Voice Kids Brasil começou e surpreendeu pela grande quantidade de talentos mirins. Um deles chamou a atenção por ter escolhido uma música muito difícil e marcada pela incrível voz de Freddie Mercury.

João Pedro soltou a voz com “The Show Must Go On”, clássico do Queen, e conquistou todos os técnicos. Após escolher fazer parte do time de Carlinhos Brown, o participante de 11 anos falou sobre a escolha nos bastidores do The Voice Kids: “Escolhi o Brown porque ele tem uma energia muito boa. Já tinha pensado em escolhe-lo, se ele virasse”.

O sergipano João Pedro, de 11 anos, cantou “The Show Must Go On”, clássico do grupo Queen.

 Além de fazer com que Ivete e Carlinhos Brown virassem a cadeira vermelha, Pedro conquistou a simpatia de Brian May, guitarrista do grupo britânico. O músico fez um post em seu site oficial elogiando a performance do garoto.

 

Fontes: http://whiplash.net   |  http://www.opovo.com.br

Uma vaca que foi capturada pela polícia após fugir de um abatedouro na cidade de Nova York, nos EUA, foi adotada por um santuário de animais e recebeu o nome de Freddie Mercury, líder da banda Queen.

Vídeos postados nas redes sociais mostraram a vaca branca e marrom correndo pelas ruas e passando por lojas e restaurantes na última quinta-feira.

Mike Stura, fundador do Skylands Animal Sanctuary & Rescue, em Wantage, Nova Jersey, Mike Stura, recebeu a vaca na sexta pela manhã — data em que ela seria abatida.

Stura afirmou que Freddie terá “uma vida de lazer” na companhia de “amigas vacas”.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br

A Warner Bros. divulgou na madrugada desta terça-feira (19) o novo trailer de “Esquadrão Suicida”. O vídeo foi divulgado em primeira mão durante o especial DC Films Presents: Dawn of the Justice League, que passou no canal norte-americano CW.

No trailer, que conta com a trilha do clássico “Bohemian Rhapsody”, do Queen, podemos ver o tratamento dado aos vilões na prisão, além de ter uma visão melhor dos poderes de cada personagem.

A história mostrada no filme gira em torno de um grupo de vilões da DC que é contratado pelo governo para realizar um trabalho sujo demais para os super-heróis.

No elenco estão Adam Beach (Amarra), Jai Courtney (Capitão Bumerangue), Cara Delevingne (Magia), Joel Kinnaman (Rick Flagg), Karen Fukuhara (Katana), Margot Robbie (Arlequina), Will Smith (Pistoleiro), Adewale Akinnuoye-Agbaje (Crocodilo) e Jay Hernandez (El Diablo), além de Jared Leto (Coringa).

Dirigido por David Ayer, o filme foi rodado em Toronto e tem estreia marcada para o dia 4 de agosto de 2016.

 

Fonte: www.ligadoemserie.com.br

Ben Whishaw, ator de ‘007 contra Spectre’, deve interpretar o cantor. Anthony McCarten, roteirista de ‘A teoria de tudo’, escreveu a cinebiografia.

Ben Whishaw em cena da série 'The hour' e Freddie Mercury, do Queen (Foto: Divulgação)
Ben Whishaw em cena da série ‘The hour’ e Freddie Mercury, do Queen (Foto: Divulgação)

Dois anos após surgirem especulações sobre uma cinebiografia de Freddie Mercury (1946-1991), o site The Tracking Board divulgou nesta quinta-feira (19) que as gravações do filme devem começar em 2016.

O ator inglês Ben Whishaw, protagonista de “Perfume: A história de um assassino” (2006) e intérprete do personagem Q em “007: Operação Skyfall” (2012) e “007 contra Spectre” (2015), deverá interpretar o cantor do Queen.

Originalmente, quem estava escalado para o papel era Sacha Baron Cohen, de “Borat” (2006) e “O ditador” (2012). O humorista, contudo, desistiu em julho de 2013 do trabalho, e o motivo seria uma série de desentendimentos com com integrantes da banda.

O ator e diretor britânico Dexter Fletcher também teria sido confirmado para dirigir o longa. A trama do filme sobre Mercury será reescrita por Anthony McCarten, roteirista de “A teoria de tudo” (2014). O projeto estava inicialmente nas mãos de Peter Morgan, indicado ao Oscar de melhor roteiro por “A rainha” (2006) e “Frost/Nixon” (2008).

Segundo o jornal “The Independent”, o filme vai retratar a história do Queen, tendo como ponto alto o show no Live Aid, em 1985. Hits como “Bohemian rhapsody”, “We will rock you” e “Another one bites the dust” estarão na trilha.

 

Fonte: http://g1.globo.com
Dica de: Ruthênio

Canção mais famosa do Queen completa 40 anos; May fala sobre o processo de criação ao lado de Freddie Mercury.

Queen em apresentação no programa Top of the Pops, da BBC, na década de 1970. (Foto: BBC)
Queen em apresentação no programa Top of the Pops, da BBC, na década de 1970. (Foto: BBC)


Muitos músicos eventualmente se cansam de seus hits, já que passam boa parte da vida tendo que tocá-los em qualquer ocasião. Não é o caso de Brian May.

O guitarrista da banda de rock britânica Queen diz que nunca se cansará de ouvir “Bohemian Rhapsody”, uma das canções de maior sucesso da banda, que completa 40 anos em 31 de outubro.

A canção de seis minutos tem cinco partes – que incluem uma ópera – e ficou três vezes no topo das paradas britânicas, além de ter vendido mais de 6 milhões de cópias em todo o mundo.

Nada mal para uma música que a gravadora chegou a dizer que nunca tocaria no rádio.

Escrita pelo líder da banda, Freddie Mercury (1946-1991), Bohemian Rhapsody foi montada em um meticuloso processo, que levou a tecnologia existente nos anos 1970 ao seu limite. Os “bismillahs” e “scaramouches” sobrepostos durante a parte operática foram superpostos tantas vezes que a fita ficou quase transparente.

Mas a banda nunca perdeu a fé na canção. “Todos nos demos conta de que era algo maravilhoso e deveríamos dar coração e alma nela”, disse May em entrevista à BBC.

Para marcar o 40º aniversário da música, o guitarrista relembrou o processo de escrever a música, a concepção do surpreendente videoclipe e a ressurreição da música em um programa de comédia.

O início
“Não havia demo (gravação bruta da música). Estava tudo na cabeça de Freddie e em muitos pedacinhos de papel que ele usava para fazer suas anotações. E digo anotações literalmente. Ele colocava as notas lá, dó e ré em pequenos blocos.

Freddie tinha a estrutura em sua cabeça e, junto com Roger (Taylor, baterista) e John (Deacon, baixista) gravaram cada parte em uma faixa. Depois começamos a tecê-la.”

A gravação ‘daquele’ solo
“A parte mais pesada era uma grande oportunidade para que nós fôssemos uma banda de rock a todo vapor. Mas aquele riff (refrão de guitarra) veio de Freddie, não de mim. Era algo que ele tocava com a mão esquerda nas oitavas do piano. Então eu tinha isso como guia – e isso é muito difícil de fazer, porque Freddie tocava piano muito bem, mesmo que ele não achasse.

Na verdade, ele achava que era um pianista medíocre e por isso parou de tocar durante a nossa carreira.”

O caminho até tocar no rádio
“Nos disseram que seria difícil vender a música, mas acabou sendo fácil porque Kenny Everett (DJ britânico, que trabalhava na rádio Capital na época) roubou a fita de uma sessão que fizemos para lançar o disco “Night At The Opera” e decidiu tocá-la até cansar.

Isso fez com quem todo mundo prestasse atenção. O resto das emissoras de rádio pensou: “Ai, meu Deus, é melhor entrarmos nessa rápido ou vamos ficar para trás!”.

A criação do videoclipe
“Sei que foi chamado de primeiro videoclipe da história, mas é difícil definir estas coisas. Sei que os Beatles fizeram vídeos em 35mm de algumas músicas – mas o nosso era mais como um minifilme.

Foi filmado com o propósito expresso de mandá-lo para o (programa) Top of the Pops. Era um programa com classe, mas não tinha uma boa reputação entre os músicos. Ninguém gostava, na verdade.

Se a sua música tinha algum significado, ela parecia se esvaziar quando você estava em um estúdio com um bando de garotos e garotas em volta. Mas não podíamos recusar, porque era o único jeito de vender discos.”

Tocando a música nos shows
“Bohemian Rhapsody provavelmente não era a faixa mais difícil (do disco A Night At The Opera) de tocar ao vivo. Se tentássemos tocar “Good Company” ou “The Prophet’s Song”, por exemplo, seria muito mais difícil.

Achávamos que não fazia sentido tentar recriar ao vivo aquela seção enorme de ópera com apenas nós quatro. Então a solução que demos era sair do palco, mudar de roupa (enquanto a seção tocava) e voltar já na parte de rock mais pesado.

A seção da ópera geralmente era um show de luzes ou de vídeo em nossos shows – e eu prefiro isso do que ficar tropeçando nela para fazer algo que não vai ficar igual ao disco. Faz mais sentido para mim encará-la como uma performance de arte.”

Mas o que significa a letra?
“Acho que Freddie gostava do fato de haver tantas interpretações da letra. É uma música bizarra. Acho que está além das análises.

Não estou tentando ser evasivo, só acho que é por isso que gostamos de canções – elas conseguem fazer conosco algo que um texto apenas não consegue.

Tenho minhas próprias ideias e sentimentos sobre Bohemian Rhapsody, mas odeio falar sobre isso e geralmente me recuso.”

O legado
“Não me cansei (da canção). Não dá para reclamar de as pessoas ainda quererem falar sobre ela tantos anos depois.

Ainda gosto de ouvi-la. Se ela toca no rádio, eu aumento o volume e ouço. Mas não faço ‘guitarra aérea’. Já estou muito velho pra isso.”

 

Fonte: http://g1.globo.com/
Dica de: Digão

Apresentações da época foram as primeiras em que a banda tocou “Bohemian Rhapsody” ao vivo

 

O Queen anunciou o lançamento de um show gravado em 1975 em CD, vinil, DVD e Blu-ray, além da edição de luxo. Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975 chegará às lojas no Reino Unido em 20 de novembro, com 19 faixas ao total, incluindo clássicos como “Bohemian Rhapsody”, entre outros.

De acordo com site do semanário britânico NME, aqueles foram os primeiros shows em que “Bohemian Rhapsody”, à propósito, foi tocada ao vivo pelo Queen. A apresentação registrada fez parte da turnê britânica Queen Invite You To A Night At The Opera, que contou com 26 datas em 1975.

Abaixo, assista a uma amostra do filme da banda de Freddie Mercury.

No vídeo acima, o Queen apresenta A Night At The Odeon como possuíndo “o primeiro registro em áudio e vídeo de ‘Bohemian Rhapsody’ da história”, promovendo também o que seria o quadragésimo aniversário da canção – uma das mais emblemáticas canções da banda.

As versões em vídeo de Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975 trazem ainda um curto documentário, de 22 minutos, inédito, com gravações de arquivo de shows e apresentações na televisão nunca vistos. Entre o material exclusivo, está um vídeo raro ao vivo da banda no Budokan, no Japão, em 1975.

Tracklist de Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975
“Now I’m Here”
“Ogre Battle”
“White Queen (As It Began)” 
“Bohemian Rhapsody”
“Killer Queen”
“The March Of The Black Queen”
“Bohemian Rhapsody (Reprise)”
“Bring Back That Leroy Brown”
“Brighton Rock”
“Guitar Solo”
“Son And Daughter”
“Keep Yourself Alive”
“Liar”
“In The Lap Of The Gods… Revisited”
“Big Spender”
“Jailhouse Rock Medley”
“Seven Seas Of Rhye”
“See What A Fool I’ve Been”
“God Save The Queen”

São 7 versões de: CD, LP, DVD, Blu-ray, Box-set. Alguns duplos. Podem ser comprados em uma das lojas oficiais do Queen:

http://queen.shop.bravadousa.com/Dept.aspx?cp=39831_80149

http://www.queenonlinestore.com/Queen/A-Night-At-The-Odeon-Hammersmith-1975/

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br/
Dica de Rodrigo Baillo

O cantor Freddie Mercury, vocalista do Queen, morto em 1991
O cantor Freddie Mercury, vocalista do Queen, morto em 1991

O coro de milhões de pessoas regido por Freddie Mercury cantando “Love of my Life” em 1985 na primeira edição do Rock in Rio entrou para a história do Queen e do festival. Mas uma outra história, a da primeira turnê pela América Latina, em 1981, é bem menos glamourosa e quase não é lembrada pelos brasileiros e argentinos.

 

Reprodução

O livro “A Verdadeira História do Queen – Os bastidores e os segredos de uma das maiores bandas de todos os tempos” (Ed. Seoman – R$58), de Mark Blake, lançado no Brasil neste ano, revela que o grupo via o continente como um lugar exótico ou uma verdadeira selva.

O autor conta que a banda enfrentou diversas dificuldades tanto na Argentina como no Brasil, com promotores locais incapazes de bancar o alto cachê, além de policiais corruptos que exigiam suborno para tudo.

No Brasil, o Queen fez show só no Estádio do Morumbi, mas tentou várias vezes conseguir autorização para tocar no Maracanã. Todas as tentativas foram negadas pelo governador Chagas Freitas. Para tentar convencê-lo, a banda ofereceu em troca doações em dinheiro para obras de caridades da primeira-dama do estado. O governador, no entanto, declarou que o estádio só poderia receber “eventos de relevância desportiva, religiosa ou cultural” (como a visita do Papa e o show do Frank Sinatra, ambos em 1980).

A turnê começou pela Argentina. Freddie Mercury queria reproduzir no continente o mesmo show que fazia na Europa e nos Estados Unidos com as 100 toneladas de equipamentos. Para isso, a banda abriu um escritório em Buenos Aires que ficou responsável por negociar as apresentações na América Latina. Em uma declaração publicada no livro, o fotógrafo da banda, Peter Hince, disse que “as coisas se desenrolaram da maneira costumeira. Você paga a alguém e eles deixam você entrar. Todas as transações eram feitas em dólares norte-americanos, e o escritório do Queen providenciava para estes circulasse em quantidade suficiente”.

Quando finalmente os músicos chegaram na Argentina, eles foram alertados para não usarem drogas. Disseram para a banda: “Bem, isto aqui não é um paraíso para os usuários de drogas. As leis, aqui, são muito severas; e, por favor, não se esqueçam de que este é um país católico”.

 

Reprodução

A apresentação portenha ocorreu no campo do Vélez Sársfield e o Queen teve que trazer a própria grama artificial para cobrir “os preciosos campos dos estádios de futebol da América do Sul”. “Isso era apenas metade do problema”, disse o guitarrista Brian May. “A outra metade foi tentar obter permissão para que parte da plateia pudesse pisar no campo, propriamente dito”.

De acordo com o livro, o Queen ainda tinha apresentações marcadas em Córdoba e Belo Horizonte, mas que foram desmarcadas por “qualquer motivo”. Na ocasião, a Argentina passava por um período de reorganização política após os duros anos da ditadura militar. Por conta disso, pediram para a banda não tocar “Don’t Cry For Me Argentina”. “Havia uma preocupação de que, com uma plateia tão vasta, o evento pudesse assumir um caráter político”, disse Mercury.

No camarim, a banda foi apresentada a vários jogadores de futebol e autoridades. Um deles foi Diego Maradona, que posou para uma antológica foto em que Freddie Mercury aparece mostrando o traseiro para a câmera.

Sufoco no Brasil

Finalmente a vez do Brasil chegou e a banda tinha que transportar as 100 toneladas de equipamento por terra da Argentina até São Paulo “atravessando selvas”. “Ao chegarem à fronteira brasileira, os homens se depararam com oficiais alfandegários que pareciam estar determinados a examinar cada peça do equipamento. De algum modo, um acordo foi estabelecido – presumivelmente envolvendo certa quantidade de dólares norte-americanos”, diz o autor.

Os shows na capital paulista ocorreram nos dias 20 e 21 de março. “Em São Paulo, os guardas costas designados para o Queen havia sido recrutados dentre os membros do tristemente famoso ‘Esquadrão da morte’, uma ramificação extraoficial da polícia brasileira”, escreve o autor. “Eles eram aqueles policiais realmente brutais, capazes de matar pessoas por qualquer motivo banal”, disse Mercury.

Mas os problemas não acabaram por aí. No Morumbi, a iluminação pifou e foi preciso alugar novos spots. Eles perceberam que os spots alugados eram da banda Earth, Wind and Fire porque havia neles pinturas com o logo da banda. “Depois descobriu-se que se tratava de equipamento confiscado à banda homônima na turnê do ano anterior”, revela o autor.

Para também não terem os equipamentos confiscados, os produtores do Queen agiram logo que os shows acabaram. Uma equipe transportou as 100 toneladas direto para o aeroporto e um dos integrantes do staff da banda passou 18 horas montando guarda até que tudo pudesse ser embarcado em uma avião de carga para os Estados Unidos, com escala em Porto Rico.

Embora, de acordo com o relato do livro a turnê tenha sido um caos, o Queen ficou satisfeito com o resultado. Ao todo, o grupo lucrou US$3,5 milhões de dólares com a turnê pela América Latina. Em 1985 eles voltariam ao Brasil para o primeiro Rock in Rio e o resto é história.

 

Fonte: http://musica.uol.com.br

Chegou a vez dos músicos tentarem uma vaga no musical ‘We Will Rock You’, que estreia ano que vem em São Paulo! Lembrando que as inscrições para elenco vão até essa Sexta, 9 de Outubro!

Musical com canções do Queen abre audição em SP

We Will Rock You é um musical de jukebox baseado nas canções da banda Queen e nomeado a partir do single homônimo. O musical foi escrito pelo comediante e autor inglês Ben Elton, em parceria com os membros do Queen Brian May e Roger Taylor.

As inscrições para audição da montagem brasileira já estão abertas em São Paulo. Os interessados devem mandar currículo com dados pessoais, formação, experiência incluindo os 5 últimos trabalhos realizados e 2 fotos recentes para o email audicoes@wwry.com.br! Os ensaios acontecem em Janeiro de 2016 em São Paulo. Veja os perfis de cada personagem:

KILLER QUEEN (Mulher):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Belter com excelente registro grave. Precisa ter um Mi grave com volume e potência. (Mi 2)

GALILEO (Homem):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Um tenor com pegada rock n’ roll que tenha um Dó agudo de voz plena.

SCARAMOUCHE (Mulher):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Excelente atriz cômica com ótimo registro de Belt até o Mi. (Mi 4)

MEAT (Mulher):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Belter com ótima extensão até Mi. (Mi 4)

BRITNEY (Homem):
Voz Soul ou Rock n’ Roll potente e flexível. Tenor ou Baritenor agúdo com pegada rock n’ roll que cante um La agúdo de voz plena.

KHASHOGGI (Homem):
Barítono com agúdos que cante um La agúdo de voz plena e que tenha um excelente falsette rock n’ roll.

POP (Homem):
Ótimo ator cômico com uma boa voz rock n’ roll.

ENSEMBLE e Atores/Cantores (Homens e Mulheres):
Atores e Cantores com excelentes vozes Rock n’ Roll. Com ótima noção de dança.

ENSEMBLE/Bailarinos (Homens):
Excelentes bailarinos com background de Jazz. Com ótimas vozes Rock n’ Roll.

 

Fonte: www.cenamusical.com.br
Dica de: Taynara Taylor

Descritivo
A Queen Bohemian Rhapsody foi produzida em homenagem aos 40 anos da música Bohemian Rhapsody, listada como “a mais importante música de todos os tempos”. O rótulo foi inspirado no escudo da banda, criado pelo próprio Freddie Mercury enquanto cursava design gráfico em Londres. Seguindo fielmente a receita das tradicionais Bohemian Pilsners, é uma cerveja leve, de coloração dourada, com aromas florais e amargura agradável.

Família: Lager
Estilo: Bohemian Pilsner
Volume: 355ml
Teor Alcoólico: 4,7%
Cidade de Origem: Pilsen
País: Rep. Tcheca
Cervejaria: Pivovar Protivín
Coloração: Dourada
Espuma: Média formação e persistência
Aparência: Límpida
Aromas: Notas florais, cereal e leve lúpulo.

Sugestão de Harmonização: Pratos leves da culinária japonesa, como sushis e frutos do mar, saladas, queijos frescos, pratos picantes e condimentados.

A cerveja encontra-se disponível em lojas especializadas, o valor é a partir de R$ 19.99

 

Fonte: www.clubedomalte.com.br
Dica de Digão