O polêmico clipe de “Bicycle Race”, do Queen

Há exatos 37 anos, em 17 de setembro de 1978, o Queen reunia na arena de Wimbledon, na Inglaterra, 65 modelos para gravar o que se tornaria o videoclipe mais polêmico da época, “Bicycle Race”.

Ao longo de todo o dia, as garotas foram filmadas nuas andando de bike, simulando uma corrida como sugere a letra da música, que foi criada por Freddie Mercury inspirado na Tour de France, enquanto produzia o álbum “Jazz”.

Mesmo com uma filmagem que tentou dar um clima artístico ao passeio de bicicleta com as mulheres sem roupas, o vídeo foi censurado em diversas partes do mundo e reeditado para que a campanha promocional do disco fosse levada adiante.

No entanto, o videoclipe editado de “Bycycle Race” conseguiu mostrar um pouco do que a letra da canção contém, um pedido de liberdade dos padrões sociais.

https://www.youtube.com/watch?v=xt0V0_1MS0Q

Fonte: http://www.radiorock.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Rock in Rio: Rihanna e Queen são os artistas mais comentados na internet

Dados do Twitter e Instagram foram levantados de 1º a 16 de setembro.
Foram 114 mil menções a atrações do festival, sendo a maioria do Rio.

Um estudo feito pela Scup by Sprinklr, agência de monitoramento de redes sociais para marcas, divulgado nesta quinta-feira (17), aponta que a cantora Rihanna e o grupo Queen são as atrações do Rock in Rio 2015 mais comentadas na internet.

Os dados, coletados do Twitter e Instagram, mostram quais são os artistas mais mencionados pelo público e de onde são as pessoas que estão falando. No monitoramento, foram coletados 114 mil itens, entre os dias 1º e 16 de setembro, sendo 91,44% do Twitter e 8,56% do Instagram.

Abaixo, veja os dados:

Total de menções coletadas (01/09 – 16/09)
114 mil

Atrações mais comentadas (porcentagem baseada nas menções que comentam alguns dos artistas)
Rihanna – 28,99%
Queen – 25,35%
Katy Perry – 15,91%
Metalica – 6,79%
System of a down – 4,35%
Rod Stewart – 2,77%

Pico de menções
11/09 – 13,375
14/09 – 11,862
15/09 – 12,847

Divisão por sexo
50% – feminino
50% – masculino

Divisão por estado
RJ – 46%
SP – 19,1%
MG – 7,2%
RS – 4,7%
Outros – 23,1%

Fonte: http://g1.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Resenha – Queen Symphonic Tribute

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Estava eu indo seguir o velho ritual de colocar a água pra fazer café no fogo. Ligo o notebook, abro o Spotfy e coloco aleatoriamente uma playlist, e começa a tocar “I Want to Break Free”, se foi coincidência ou provisão do universo para me inspirar, eu não posso dizer, mas que me ajudou muito a escrever essa resenha, certamente. Agora com o café já na xícara que repousa aqui ao lado, eu falarei pra vocês sobre um dos mais belos espetáculos que presenciei nos últimos meses – Queen Symphonic Tribute.
Quando noticiei aqui no Em Cartaz que haveria um tributo ao Queen, na Ópera de Arame, eu já imaginava que seria algo lindo, ainda mais vendo os nomes que cantariam as canções. O elenco foi composto por JesutonTobias CostaJenni Mosello. No coro lírico estavam Márcia KaiserDébora BergamoCristhyan Segala e Paulo Barato. Sem contar com as participações especiais de Marcelo DiasKaren Giraldi e Mônica Bezerra. A fórmula estava devidamente condimentada para que o lendário Queen fosse bem representado. Logo de primeira, a orquestraEruditu Phillarmonic Orchestra regida por Carlos Domingues mostraram um breve compilado de tudo que seria apresentado ali.
Um show emocionante, um espetáculo de arrepiar. O destaque certamente ficou para Jesuton, a jovem inglesa que parou os quarteirões do Rio de Janeiro e bombou no Youtube em 2012, parou também a Ópera de Arame que já estava boquiaberta. Márcia Kaiser é outro nome que marcou a noite, com toda a sua técnica e firmeza a soprano é uma das responsáveis pelo título que dei no início do texto, de “um dos mais belos espetáculos que presenciei nos últimos meses”. E é claro, eu não poderia finalizar esse texto sem citar o nome de uma das maiores promessas do cenário curitibano, Jenni Mosello mostrou presença de palco, desenvoltura e maturidade musical. Se onde Freddie Mercury está, é possível ouvir os ruídos emitidos nessa Terra, certamente ele se orgulhou muito.
E a noite foi assim, regida por um som marcante, emocionante, muita presença de palco. Uma festa, um tributo certamente digno do Queen.

Fonte: http://www.emcartaz.net/

Dica: RobertoMercury 

Queen volta ao Rock in Rio e lembra show de 85: ‘Inesquecível’

Banda volta ao festival 30 anos depois com o cantor Adam Lambert. 
Eles falaram sobre o show de 85 e a expectativa para 2015 ao Fantástico.

Em 1985, pela televisão, o Brasil comemorava o primeiro presidente eleito em 21 anos, se divertia com Sinhozinho Malta e Viúva Porcina, acompanhava uma invasão eletrônica e se emocionava com uma canção. O Queen foi a maior atração do primeiro Rock in Rio, há 30 anos atrás, e agora a banda está de volta.

“Estamos muito felizes de estar aqui mais uma vez”, conta o baterista Roger Taylor.

“A energia que veio do público, fazia você se sentir incrível”, conta o guitarrista Brian May.

“Segundo esses senhores aqui, o público brasileiro é o melhor do mundo”, diz o cantor Adam Lambert.

O americano Adam Lambert é quem assumiu os vocais que foram de Freddie Mercury, um dos maiores ídolos do rock, que morreu em 1991, um dia após divulgar ao mundo que era portador do vírus HIV.

“Nós nunca procuramos ninguém parecido com o Freddie. Na verdade, nunca procuramos ninguém. Esse cara caiu do céu”, conta Brian.

Na verdade, Adam saiu de um reality show da TV americana. Sua performance cantando Queen conquistou todo mundo. “O mundo inteiro mandou mensagem dizendo: ‘Vocês precisam ver esse cara’. E quando a gente foi ver, pensou: ‘Meu deus, esse cara realmente consegue fazer isso’”, lembra Brian.

Poliana Abritta: Como foi ser convidado para cantar com o Queen?
Adam: Foi uma honra. Essa é uma das maiores bandas de rock da história. Suas músicas fazem parte da vida de todos.

Mas como os fãs de Freddie tratam Adam? “Está melhorando. Você ainda vê algumas pessoas com os braços cruzados no meio da plateia. Mas você canta três, quatro, cinco músicas e eles pensam: ‘Ah, tudo bem’. No final estão todos rindo e dançando”, brinca o cantor.

Poliana Abritta: Tem alguma música em especial que quando você canta, conquista o público? Adam:‘Who Wants To Live Forever’ tem muita emoção.

“‘The Show Must Go On’ é incrível. O Freddie nunca teve a chance de cantar essa música no palco e o Adam canta de um jeito tão maravilhoso, o Freddie iria amar”, lembra Brian.

E a música que emocionou os brasileiros em 1985, ‘Love Of My Life’?

“Na verdade, essa é uma coisa especial. Foi o Brasil que meio que descobriu essa música. Se tornou um hino aqui no país”, conta Brian.

“O público tomou conta da música e cantou até o final”, lembra Roger.
Mas será que aqueles concertos foram tão épicos para eles quanto foram para a gente?

“Para a gente também foi inesquecível”, diz Brian.

“Foram dois shows e a plateia parecia que não tinha fim, cantando tão bonito”, lembra Brian.

E energia é o que não falta, para Adam e esses dois garotos com mais de 60 anos. “A gente ainda consegue fazer muita festa”, brinca Brian.

“Eu apenas tento acompanhar o ritmo desse daqui”, afirma Adam.

“O rock n’roll não vai morrer nunca”, diz Roger.

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Caso não consiga ver pelo Player Clique Aqui para assistir o vídeo

Fonte: http://g1.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Queen: As 10 músicas mais ouvidas no Spotify

Popular plataforma de streaming, o Spotify abriga discografias de músicos e bandas do mundo todo. Com quase 2 milhões de seguidores, o QUEEN é uma dos grupos musicais mais populares na plataforma, com sua música mais famosa, “Bohemian Rhapsody”, alcançando quase 100 milhões de execuções.

 

Abaixo, confira a lista das dez músicas mais ouvidas do QUEEN no Spotify.

1º: “Bohemian Rhapsody” – do álbum “A Night at the Opera” (1975)
2º: “Don’t Stop Me Now” – do álbum “Jazz” (1978)
3º: “Another One Bites the Dust” – do álbum “The Game” (1980)
4º: “Under Pressure” – do álbum “Hot Space” (1982)
5º: “We Will Rock You” – do álbum “News of the World” (1977)
6º: “I Want to Break Free” – do álbum “The Works” (1983)
7º: “We Are the Champions” – do álbum “News of the World” (1977)
8º: “Somebody to Love” – do álbum “A Day at the Races” (1976)
9º: “The Show Must Go On” – do álbum “Innuendo” (1991)
10º: “You’re My Best Friend” – do álbum “A Night at the Opera” (1975)

Imagem

 Fonte: http://whiplash.net/

Dica: Roberto Mercury

Análise: Queen sobrevive com altas doses de nostalgia, mas só

Após a morte de Freddie Mercury, Paul Rodgers e Adam Lambert ocuparam o posto de vocalista do grupo

 Quando o perfil oficial do YouTube do Queen atingiu a marca de 1 milhão de assinantes, no ano passado, comemorou com o vídeo intitulado Queen Still Rock You. A marca não se compara a fenômenos pop como Justin Bieber e Taylor Swift, cujas marcas chegam a 12 milhões e 15 milhões, respectivamente, mas é elogiável e diz muito sobre a sobrevivência da banda. 

 O Queen, instituição tanto do rock quanto do pop, conseguiu se manter vivo graças ao público que se mantém fiel a Brian May e Roger Taylor, integrantes originais do grupo outrora formado também por Freddie Mercury (morto em 1991) e John Deacon (baixista aposentado). Não houve uma renovação, contudo. A nova geração, tão ligada no mundo digital – e sabe o que assinar um canal do YouTube significa, de fato –, não é tão interessada em Queen quanto a velha guarda poderia supor. 

 Freddie Mercury  se apresenta com o Queen no primeiro Rock in Rio / Foto: ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

Freddie Mercury  se apresenta com o Queen no primeiro Rock in Rio / Foto: ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

 A culpa de tudo isso recai justamente nos dois integrantes originais da banda. Tão interessados em manter o legado de Mercury vivo na memória de todos, os dois cometeram o pecado mortal da indústria fonográfica dinâmica do século 21: deixaram de olhar para frente.

 Nenhum novo vocalista foi acrescentado à banda, desde que eles decidiram voltar a tocar como Queen, nos anos 2000. Mantiveram o grupo intacto como entidade e criaram o Queen + Alguém. Primeiro, com Paul Rodgers. Depois (e atualmente), o jovem Adam Lambert foi o selecionado.  

Com Rodgers, o grupo lançou o álbum autoral chamado The Cosmos Rocks, em 2008, e deixou clara a ideia de se distanciar o máximo possível daquele Queen grandiloquente. Rodgers é cantor dos bons, mas de estilo oposto ao Mercury. Ponto para May e Taylor. Já Adam Lambert, que deveria rejuvenescer a base de fãs do Queen e não o fez, terá de encarar o palco do Rock in Rio no qual Freddie Mercury foi rei, 30 anos atrás. 

Fonte: http://cultura.estadao.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Queen chega ao Brasil para o Rock in Rio prometendo

honrar memória de Freddie Mercury

‘Eu tinha três anos, mas fiz minhas pesquisas e vi bem como é o publico brasileiro’,

diz Adam Lambert

 

Queen + Adam Lambert. O vocalista americano conheceu o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor em 2009, quando tocaram juntos no programa de TV “American Idol”; três anos depois, eles estariam saindo juntos em turnê – Divulgação

RIO — Brian May tinha 38 anos quando, ao violão, acompanhou Freddie Mercury e 200 mil pessoas ao som de “Love of my life”, no primeiro Rock in Rio, em 1985. Alheio a tudo isso, o pequeno Adam Lambert começava a vida, primeiro em Indianápolis, depois em San Diego, nos EUA. Ele faria 3 anos poucos dias após o festival. Ontem, a ordem dos fatores mudou: Brian May, 68 anos, cabelos totalmente grisalhos, mas com o mesmo corte volumoso de sempre, o baterista Roger Taylor (66 e farta barba de vovô)… e Adam Lambert, um garotão com pinta de astro sertanejo, chegaram juntos para uma entrevista coletiva no Copacabana Palace. Sexta que vem eles serão a principal atração da noite de abertura do Rock in Rio, com o nome Queen + Adam Lambert

— Eu tinha três anos, mas fiz minhas pesquisas e vi bem como é o publico brasileiro — brincou um simpático Adam, que chega com a assustadora missão de ocupar no palco o lugar que foi do vocalista, pianista e compositor Mercury, falecido em 1991, de AIDS.

— Ele não está tentando ser Freddie Mercury, de maneira alguma — assegurou Roger Taylor.

 
 — Não há nada que não possamos fazer com Adam. Algumas coisas, fazemos até melhor — completou Brian May, que sentiu voltarem ali, no Copacabana Palace (onde a banda se hospedou em 1985), memórias dos shows no Rock in Rio. — Foi chocante como o público entendia cada palavra de nossas canções, especialmente “Love of my life”. O Brasil criou algo especial naquela ocasião, que nos deu uma energia extra.

 NASCIDO NA TELEVISÃO

O Queen + Adam Lambert que toca no Rock in Rio e, antes disso, passa por São Paulo (dia 16, no Ginásio do Ibirapuera) e depois por Porto Alegre (dia 21, no Gigantinho) teve sua gênese em 2009. Brian e Roger (que encerravam naquele ano sua parceria em disco e shows, de cinco anos, com o cantor Paul Rodgers) foram convidados para se apresentar no programa de TV “American Idol”, tocando um clássico do Queen, “We are the champions”, com dois competidores nos vocais: Adam Lambert e Kris Allen.

‘Não fico mais tão intimidado. Ao contrário: estou animado com o desafio. Freddie estará presente em cada canção’

– ADAM LAMBERTcantor que vai assumir os vocais do Queen nos shows no Brasil

Kris acabaria vencedor daquela temporada do programa, mas foi Adam quem levou a melhor — a partir de 2012, ele, May e Taylor começaram a fazer shows juntos e, dois anos depois, anunciaram uma turnê do Queen + Adam Lambert com o baixista Neil Fairclough, o tecladista Spikey Edney (músico de apoio do Queen nos anos 1980, que Roger Taylor define como “o cara que lembra tudo o que esquecemos”) e o percussionista Rufus Tiger Taylor (filho de Roger, com quem ele faz duelos nos shows).

— A coisa aconteceu de forma gradual. Naquele momento, no “American Idol”, vimos que poderia ser interessante ter o Adam cantando conosco — contou Brian May. — Depois de um show para uma festa de premiação (em 2011, eles se apresentaram no MTV Europe Awards, em Belfast), uma porta foi aberta, e vimos que a coisa poderia realmente funcionar.

— E aí, quando nos demos conta, estávamos fazendo uma turnê mundial juntos — lembrou Roger Taylor.

A razão de o Queen + Adam Lambert ter chegado ao Brasil uma semana antes dos shows é uma só: uma série de ensaios a fim de preparar um espetáculo à altura da ocasião. Há seis meses eles não tocam juntos.

— Temos que entrar de novo na batida — explicou Adam, artista gay que, em sua primeira visita ao Rio, espera também poder conferir a programação noturna da cidade. — Mas prometo guardar a melhor parte da diversão para o palco, não para fora dele.

Os show brasileiros serão repletos de surpresas. Segundo Brian May, pode ser que eles se desviem dos hits aqui e ali para tocar coisas como “Dragon attack” (música funkeada menos conhecida — mas que Adam Lambert adora — do disco “The game”, de 1980). Já “Love of my life” será apresentada “de uma forma especial que envolve Freddie (Mercury)”. O novo vocalista jura que não sente mais o peso das comparações.

— Não fico mais tão intimidado. Ao contrário: estou animado com o desafio. Freddie estará presente em cada canção. E esses caras aqui ainda arrasam — disse Adam, confessando que sonha em poder um dia “tocar piano e compor como Freddie.”

Ciente de que estará tocando no Brasil para um público que em boa parte não era nascido quando o Queen viveu seu auge, Brian May não se acanha: — A garotada sabe bem quem somos.

— E mesmo que não saiba quem é cada um de nós, eles conhecem as canções — emenda Roger Taylor.

— O show do Queen é uma espécie de evento de família, que une as gerações — opina, por sua vez, Adam Lambert. — Mas, ainda assim, é rock’n’roll.

Antes da entrevista coletiva do trio, a vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina, falou um pouco sobre a importância do Queen para a história do festival.

— Eles foram a primeira banda a ser confirmada para o Rock in Rio. Essa atitude ajudou outras bandas a confirmarem suas participações naquela maluquice — disse. — E, além disso, eles emprestaram todo o equipamento de luz do festival. O Rock in Rio não teria sido o que foi sem o Queen.

Sobre o futuro da banda, Roger Taylor deu algumas pistas. Nada animadoras — embora em tom de brincadeira.

— Não sabemos por quanto tempo mais conseguiremos continuar tocando. Comprem seus ingressos! — disse, para logo ser informado de que eles estavam esgotados.

— Então guardem bem seus ingressos! — recomendou Adam.

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Queen: ‘Adam trouxe uma nova energia’, diz Brian May

Grupo é o primeiro a chegar para o Rock In Rio e pretende ensaiar na cidade para ajustar o show principal da noite de abertura. Foto: Bruno Eduardo.

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Ainda faltam nove dias para o início do Rock In Rio, mas uma das bandas principais dessa edição já está na cidade. É o Queen, que volta ao festival 30 anos depois com o – que eles chamam de projeto – Queen + Adam Lambert.

Sem Freddie Mercury, morto em 1991, os remanescentes da formação original Brian May e Roger Taylor apostam no cantor, revelado numa das edições do programa de calouros americano “American idol”.

“Adam é ótimo, nos trouxe uma nova energia, tem uma voz incrível”, garante May aos fãs mais desconfiados, em uma entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta (10/9), em um hotel na zona sul do Rio. “Ele não é Freddie, mas acontece uma ótima conexão dele com esse repertório”, completa.

O metódico guitarrista explica que não foi amor a primeira vista, mas quase. “Foi um processo gradual. Primeiro nos encontramos no ‘American Idol’, quando tocamos três músicas, e ficamos de olho”, diz Brian May. Até aqui, essa nova formação já fez 67 apresentações dentro da turnê “Don’t Stop Them Now”, em menos de um ano, passando por Estados Unidos, Europa, Ásia e Oceania. E todas com ingressos esgotados, assim como a do Rock In Rio, na noite de abertura, dia 18.

“Vou aproveitar para conhecer a cidade, falar com a alguém que me indique o que fazer, já que é a minha primeira vez no Rio”, diz um animado Lambert ao responder uma repórter sobre trivialidades. “Mas a festa maior será no palco”, crava. “Me sentia intimidado há uns três anos”, admite o cantor. “Mas hoje fico super empolgado, estou muito feliz”.

O simpático vocalista tinha apenas três anos quando o Queen arrebentou na edição de estreia do Rock In Rio, tema recorrente na conversa com os jornalistas. “Ao entrar nessa banda faço minhas pesquisas e vi como foi”, diz Lambert, sem fugir do assunto no qual Brian May se sente muito à vontade.

“Foi um período incrível, as pessoas conheciam e cantavam todas as músicas, especialmente ‘Love Of My Life’. Era uma plateia muito grande fazendo muito barulho”, diz, saudoso. “Nessa época as pessoas não saíam da Inglaterra para tocar aqui, e o Rock In Rio depois se transformou em um fenômeno internacional”, completa, corroborando com a vice-presidente do festival, Roberta Medina, que fez as vezes de apresentadora da coletiva.

O baterista Roger Taylor é mais contido – “Até hoje guardo a imagem do público cantando emocionado”, diz -, mas o simples check in no Copacabana Palace já mexe com May. “Temos muita sorte de, 30 anos depois, com essa idade, podemos voltar aqui e tocar no Rock In Rio. Estamos de novo nesse hotel, que é diferente, da outra vez não ficamos aqui. Esse lugar nos trás muitas lembranças”, comentou. Reza a lenda que Freddie Mercury protagonizou muitas festanças no local.

Na última passagem pelo Rio, em 2009, quando o Queen saiu em turnê com o consagrado vocalista Paul Rodgers, ex-Bad Company e Free, entre outros, a hospedagem era mais modesta. Na ocasião, o show do Rio aconteceu na HSBC Arena e May se lembrou do Rock In Rio ao tocar “Love Of My Life” (veja como foi).

Perguntado sobre o que há de especial no show do próximo dia 18, May disse que “o especial é o show”, e que “os sucessos não vão faltar, mas sempre tocamos uma ou outra música menos conhecida da qual gostamos”, com o aprovo de Adam Lambert.

Já Roger Taylor confirmou que o seu filho, Rufus, toca percussão no show e tem um momento em que ambos duelam, cada qual em uma bateria. Se não houver alterações em relação a outros shows dessa turnê, a banda tem também, na formação, Spike Edney (guitarra e teclados) e Neil Fairclough (baixo).

Antes do Rock In Rio, Queen + Adam Lambert tocam em São Paulo, na quarta, dia 16, no Ginásio do Ibirapuera, com todos os ingressos esgotados. Depois, é a vez de Porto Alegre, no show do dia 21, no Gigantinho, ainda com entradas disponíveis. A turnê segue ainda por Buenos Aires, na Argentina, e Santiago, no Chile.

No Rock In Rio, diariamente a música “Bohemian Rhapsody”, do Queen, será tocada antes do início dos shows, remixada com o tema oficial do festival, e junto com a tradicional explosão de fogos de artifício.

O Rock In Rio acontece na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, nos dias 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro. As atrações principais desse ano no Palco Mundo, o principal, são MetallicaQueen + Adam Lambert, SlipknotSystem Of a Down,Faith No MoreMötley CrüeQueens Of The Stone Age e Mastodon, entre outros.

No Palco Sunset, o secundário, vão tocar, entre outros, KornDeftones e o guitarrista Steve Vai. Todos ingressos estão esgotados. Clique aqui para ver a programação completa.

Fonte: http://www.rockemgeral.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Adam Lambert mostra simpatia e atende fãs na porta de hotel no Rio

O cantor, que está na cidade para se apresentar com o Queen no Rock in Rio, fez muitas selfies. Brian May também atendeu os fãs.

Adam Lambert mostrou toda sua simpatia ao atender vários fãs na porta do hotel Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio, nesta quinta-feira, 10. O cantor, que está na cidade para se apresentar no comando do Queen, na primeira noite de Rock in Rio – na próxima sexta, 18 -, foi falar com um grupo que o aguardava no local, fez muitas selfies e deu muitos autógrafos. Tranquilo, contou apenas com o apoio de um segurança.

Brian May, pianista e veterano da banda, também fez questão de atender os que o aguardavam. Depois do encontro com os fãs, os dois foram almoçar no restaurante do hotel. Adam chamou atenção com as unhas pintadas, uma de suas características mais marcantes desde a época em que participou do “American Idol” e foi vice-campeão.

Queen e Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Queen e Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)

Fonte: http://ego.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

No Rio, Queen diz que Adam Lambert e Freddie Mercury têm ‘semelhanças’

Cantor, Brian May e Roger Taylor deram entrevista e acenaram para fãs.
‘Os dois têm uma voz espetacular’, comparou guitarrista do grupo inglês.

O cantor Adam Lambert e os integrantes da banda Queen, Brian May (guitarrista) e Roger Taylor (baterista), conversaram com jornalistas para falar do show que farão no primeiro dia do Rock in Rio. Na manhã desta quinta-feira (10), eles afirmaram que a expectativa é muito grande para se apresentar no evento 30 anos depois do show histórico em 1985.

Ao ser questionado sobre uma possível comparação entre o vocalista da banda, Freddie Mercury, e Lambert, May afirmou que Adam está desempenhando o papel no vocal muito bem. Segundo ele, Mercury e Lambert são diferentes mas “possuem algumas semelhanças”.”Adam tem um novo espírito, uma nova energia isso é bom. Os dois têm uma conexão com o público muito boa, têm uma voz espetacular, eles são diferentes e ambos são muito bons”, disse May. “Adam não quer substituir Freddie, cada um tem sua característica”, completou Taylor.

O cantor disse que ao subir no palco sente a presença do ex-vocalista do Queen. “Eu acho importante ter o Freddie presente, ele está comigo em toda música em cima do palco. Estar ao lado deles também é muito importante, são originais. É muito animador estar lá no palco e nós vamos arrebentar”, disse Lambert.

Adam Lambert disse que está entusiasmado com sua primeira visita ao Brasil. De acordo com o vocalista, ele pretende sair no Rio. “Eu vou sair na cidade com certeza. Ainda não sei o que vou fazer, mas irei deixar a melhor festa para o palco. Estou animado de estar aqui na cidade. É a primeira vez que venho para o Rio”, contou.

Em entrevista ao G1, Lambert disse que às vezes há fãs do Queen que “enchem o saco dele” durante os shows. “Algumas vezes, tipo duas ou três pessoas tentam tumultuar. Mas lá pela quarta música, eles estão dançando. Tem sido um desafio”, comentou.

Brian May e Roger Taylor, integrantes originais do Queen, e o cantor Adam Lambert (centro), que substitui Freddie Mercury como vocalista, posam para fotos no Copacabana Palace, no Rio. O grupo será a atração principal do Rock in Rio no dia 18 (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
Brian May e Roger Taylor, integrantes originais do Queen, e o cantor Adam Lambert (centro), que substitui Freddie Mercury como vocalista, posam para fotos no Copacabana Palace, no Rio. O grupo será a atração principal do Rock in Rio no dia 18 (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
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Adam Lambert e o Queen posam no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Adam Lambert e o Queen posam no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Fãs do Queen gritam para a banda em hotel no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
Fãs do Queen gritam para a banda em hotel no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Fonte: http://g1.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Adam Lambert e Queen chegam ao Brasil para série de shows

Grupo desembarcou no Rio de Janeiro na quarta-feira, 9, e se apresentará no Rock in Rio no dia 18 de setembro.

Adam Lambert e o grupo Queen desembarcaram no Rio de Janeiro na quarta-feira, 9, para dar início a uma série de shows no Brasil. No dia 18 de setembro, eles encerram o primeiro dia do Rock in Rio. Eles estão hospedados no hotel Copacabana Palace e foram bastante simpáticos na chegada ao local.

O músico Brian May chegou a posar com fãs antes de se dirigir ao hotel. O grupo já participou do festival em 1985, quando o então vocalista Freddie Mercury fez apresentação históricacolocando as cerca de 250 mil pessoas presentes para cantar seus vários clássicos, como “Love of my life” e “We are the champions”.

Agora, quem assume os vocais da banda é Lambert, que iniciou sua carreira no programa de calouros “American Idol”.

No dia 16 de setembro, eles se apresentam em São Paulo. Dia 18 o grupo abre o Rock in Rio e no dia 21 cantam em Porto Alegre.

Adam Lambert e Brian May  (Foto: AgNews)
Adam Lambert (Foto: AgNews)
 Brian May  (Foto: AgNews)
Brian May (Foto: AgNews)
 Adam Lambert e Brian May  (Foto: AgNews)
Adam Lambert  (Foto: AgNews)
 Brian May  (Foto: AgNews)
Brian May conversa com fãs (Foto: AgNews)
 Brian May  (Foto: AgNews)
Brian May na chegada ao hotel (Foto: AgNews)
Dica: Roberto Mercury

Adam Lambert diz que alguns fãs do Queen ‘enchem saco’ dele nos shows

Querem tumultuar, mas depois de quatro músicas conquisto eles, diz ao G1.
Queen no Rock in Rio terá vocalista ‘intenso, louco, engraçado e agressivo’.

Adam Lambert canta com o Queen (Foto: Reprodução/Site oficial)

Adam Lambert (Foto: Reprodução/Site oficial)

Adam Lambert sabia que seria uma missão difícil assumir o microfone que já foi de Freddie Mercury (1946-1991). Mesmo bem recebido pela maioria dos fãs do Queen, atração do primeiro dia do Rock in Rio, o cantor de 33 anos conta que às vezes costuma passar maus bocados.

Acompanhar o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor no projeto Queen + Adam Lambert pode também ser uma dureza. “Algumas vezes, tipo duas ou três pessoas tentam tumultuar”, conta Adam ao G1, em papo por telefone. “Elas querem me encher o saco durante os shows. Mas lá pela quarta música, eles estão dançando. Tem sido um desafio”.

“Eu estou animado, nunca fui para a América do Sul. O Rio é uma cidade animada. A única certeza que tenho é que todos vão cantar”, diz Adam, soltando uma risada contida no fim. “O Queen me permite ser maior do que a vida. No palco com eles, sou intenso, louco, engraçado e agressivo.”

Começo no ‘American Idol’
Adam Mitchel Lambert ficou famoso ao terminar com o segundo lugar no “American Idol”, em 2009. O Queen sempre esteve em seu repertório, voltado para músicas com pegada teatral.

“O programa me botou no mapa, me mostrou ao mundo. Eu sou grato eternamente. Sabia que meu futuro iria ser diferente. Eu não importava em ser primeiro ou segundo. Tinha mais a ver com oportunidade do que com ganhar.”

E existe alguma chance de ele, Brian e Roger gravarem um disco? “Eu não sei. Minha parceria com eles é uma experiência mais ao vivo”, responde. “Com este projeto, eu me tornei uma pessoa mais confiante, estou mais potente”.

Mas o microfone não é de Adam o tempo todo.Um dos momentos mais marcantes dos 30 anos de Rock in Rio, a balada “Love of my life” é cantada por Brian May. “Ele canta muito bem. É um momento lindo”, elogia.

Adam Lambert canta com o Queen (Foto: AP/CTK/Michal Kamaryt)

Adam tinha 10 anos quando ouviu o som “teatral” (palavra usada por ele) do Queen pela primeira vez. Em 2011, cantou com os remanescentes do grupo pela primeira vez durante o MTV Europe Awards, no que seria apenas uma colaboração.

A parceria deu muito certo, após turnê do Queen com outro cantor, o britânico Paul Rodgers, entre 2004 e 2009. Em 2012, fizeram os primeiros shows e depois uma turnê mundial. Agora passam pelo Rock in Rio, na sexta-feira (17); em São Paulo, na quinta (16), com ingressos esgotados; e Porto Alegre, no dia 21.

Carreira solo
Além do Queen, Adam mantém sua carreira solo e lançou recentemente o disco “The Original High”. Mas ele não reclama do excesso de trabalho. “O que posso te dizer é que não é algo chato ter duas carreiras ao mesmo tempo. Sou sortudo por isso”, garante. “Minha carreira solo é bem diferente do Queen, fico mais sensível e emotivo”, compara.

Adam diz que quando está criando canções como “Whataya Want from Me”, “Ghost Town” e “For Your Entertainment” tem como um dos principais objetivos fazer com que elas grudem na cabeça dos ouvintes. “Quero que se lembrem das minhas músicas”, resume.

Adam Lambert canta com o Queen no Rock in Rio (Foto: Divulgação/Site oficial)
Fonte: http://g1.globo.com/
Dica: Roberto Mercury

Canal TCM exibirá o show de 1982 “Queen on Fire – Live at the Bowl” e o canal Multishow  “Queen Live in Rio 1985”. Confira abaixo datas e horários.

Queen on Fire – Live at the Bowl

Canal: TCM
Dia: 07/09/2015 (Somente 1 dia)
Horários:  03:35  e  19:05
Sinopse fornecida pelo canal: É 1982. É o histórico show Queen: live at Milton Keynes, na Grã-Bretanha. As músicas mais arrebatadoras de todos os tempos estremecem com musicas: Love of my life, Bohemian Rhapsody, Somebody to love, We will rock you e muitos mais sucessos.


Queen Live in Rock in Rio

Canal: Multishow
Dias e Horários:
09/09/2015  –  18:00
12/09/2015  –  04:00  e  16:00
14/09/2015  –  06:30  e  14:00
16/09/2015  –  09:00           
Sinopse fornecida pelo canal: Histórico show do Queen realizado em 11 de janeiro de 1985 durante a 1º edição do Rock in Rio. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon desfilaram sucessos e empolgaram uma multidão de 300 mil pessoas.

 

Fonte: www.sky.com.br

Há exatos 69 anos nascia a lenda Freddie Mercury.

Parabéns Freddie!!

PES 2016 é o novo game de futebol da Konami, que volta com gráficos melhorados, elencos atualizados e jogabilidade caprichada. Mas as novidades não param por aí, a trilha sonora do game acaba de ser confirmada com canções de vários gêneros. Isso inclui, é claro, o retorno de “We Will Rock You’, do Queen, uma das músicas mais icônicas de todos os tempos.

PES 2016: trilha sonora traz clássica We Will Rock You (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
PES 2016: trilha sonora traz clássica We Will Rock You (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Agendado para o dia 15 de setembro, com versões para Xbox One, PS4, Xbox 360, PlayStation 3 e PC, o game teve as faixas confirmadas pela própria desenvolvedora. O total é de 13 músicas de artistas e bandas de diferentes estilos.

De todas as canções, o destaque fica para o retorno de “We Will Rock You”. A obra marcou época e se tornou uma espécie de hino em estádios de todo o mundo, graças ao refrão grudento e a voz poderosa de Freddie Mercury. A música já foi trilha oficial do game no passado e deverá trazer boas lembranças aos fãs.

Confira a lista completa das músicas:

Queen – “We Will Rock You”
Joywave – “Somebody New”
Broken Bells – “After the Disco”
Passion Pit – “Lifted Up (1985)”
Asgeir – “In Harmony”
St. Lucia – “Elevate”
Royal Blood – “Figure It Out”
Saint Motel – “My Type (Radio Edit)”
Dillon Francis and Sultan and Ned Shepard – “When We Were Young (featuring The Chain Gang of 1974)”
Clean Bandit – “Rather Be”
Madeon – “You’re On (featuring Kyan)”
Vinyl Theatre – “Shine On”
CTS – “Love the Past, Play the Future”

 

Fonte: www.techtudo.com.br

A PEPSI é patrocinadora oficial do Rock in Rio 2015 e quer levar vocês, fãs de carteirinhas e seus amigos, para ver o ídolo cara a cara


Convide a galera do seu fã-clube a soltar a criatividade no Twitter respondendo a pergunta:

“O QUE PODE SER ÉPICO NO ROCK IN RIO?”.

As melhores respostas irão faturar 4 ingressos.

IMPORTANTE: As respostas devem ser acompanhadas da hashtag #PodeSerÉpicoO fã-clube que tiver mais participantes cadastrados ganhará um par de ingressos.

É simples: os participantes receberão um link para validar sua participação, marcar os amigos e indicar que participa do seu fã-clube. Como eles irão fazer isso? Usando esse código aqui: GMWELIQKTL

 Criamos também um vídeo como homenagem a todos que levam a relação de ídolo e fã muito a sério. Podem compartilhar a vontade: 

Vídeo com a participação super especial de Roberto Mercury

E o link para o site da promoção, no qual vocês encontram o regulamento, é esse aqui: http://bit.ly/1PHwxms

Então, vamos nessa? Quem sabe você não vai curtir esse Rock In Rio épico com a gente?

Boa sorte!

Agradecimentos a: Carol Guimarães

queen hot space

estrelas 2,5

À época da gravação de Hot Space, 10º álbum de estúdio do Queen, a banda não estava bem em termos de relacionamento e decisões criativas (embora este ainda não tenha sido o momento mais trágico desse relacionamento). As brigas haviam começado, por questões ainda não reveladas, no final das turnês de Jazz e já em The Game tomava mais tempo da banda do que era necessário. Em 1980, houve o lançamento de The Game (junho) e Flash Gordon (dezembro), sendo este último o verdadeiro encontro do quarteto com os sintetizadores, utilizados em grande quantidade e estilo, algo que não aconteceria no disco seguinte.

Apesar das turnês na América Latina, Estados Unidos e Japão, o clima geral entre os amigos era de “precisamos dar um tempo“. E 1981, Roger Taylor lançou o seu primeiro álbum solo, Fun in Space, o que aumentou alguns murmúrios na imprensa sobre a crise do Queen. Em entrevistas, os músicos nunca negaram as divergências (até o caso de que John Deacon abandonou uma das sessões de gravação de Hot Space sem nem discutir e deixou um bilhete escrito “fui para Bali por 10 dias” veio à tona) e jamais confirmaram a separação, nem aqui e nem na época de The Works, quando a situação alcançaria o seu ponto mais delicado, até voltar a se normalizar em A Kind of Magic, tendo daí para frente o velho clima de camaradagem entre o quarteto, todos unidos na luta de Mercury contra a AIDS (algo que, até então, só a banda sabia).

Mas apesar de divergirem no campo profissional e rumos dos álbuns, eles continuavam companheiros e aceitavam colocar os egos de lado para continuarem juntos. Então surgiu Hot Space, o álbum que, diz a história, influenciou Michael Jackson a conceber Thriller (1982).

Staying Power Ao Vivo (1982)

O ano de 1981 não teve lançamento de nenhum álbum do Queen, que passou parte do ano em turnê e em duas sessões de gravação de Hot Space. A primeira entre junho e julho e a outra em dezembro. O álbum, no entanto, só ficaria pronto após uma terceira sessão, em março de 1982, dois meses antes do lançamento oficial, que quebrava a linha de rock do Queen e adentrava ao cenário de diversos gêneros populares da época, como dance, funk, disco e new wave. A rigor, Hot Space é um álbum experimental, porque é justamente isso que a banda está fazendo nele. Experimentando. Com letras fortemente sexualizadas, uso de instrumentos de sopro, sintetizadores, bateria eletrônica e peso mínimo de guitarra, o disco acabou sendo o mais odiado, desprezado e esquecido da discografia do Queen. Particularmente, já odiei muito Hot Space e cheguei a avaliá-lo com zero estrela há alguns anos. Hoje, após me livrar de preconceitos, ouvi e reouvi o disco e cheguei à conclusão de que ele não é ruim. É um disco diferente. Regular. Com apenas uma canção brilhante. Mas não ruim.
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LADO A

Começamos aqui com Staying Power, que dá o tom geral do álbum: menos harmonias, mais sintetizadores, mais batidas repetitivas, mais formatos sonoros repetitivos. Os ciclos dessa faixa são longos e dançantes, talvez até mais dançantes que Dancer, a música seguinte, que nem uns sopros de brincadeira possui, para alegrar um pouco os ouvidos… (percebeu alguma coisa no tom dessa frase?). Mas falando sério: tanto Staying Power quanto Dancer são boas canções. A primeira se afasta bastante de tudo o que o Queen já havia produzido, mas Dancer não é tão diferente assim, nem para o Queen nem para o rock mais ousado da época, que misturava batidas em ritmos dançantes a riffs criativos e uma letra despreocupada. Para um ouvinte qualquer que conhecesse apenas essas duas faixas e não o restante do álbum, talvez fosse insanidade a recepção de Hot Space por parte dos fãs. Mas aí esse mesmo ouvinte qualquer vai para a faixa três. E começa a entender o ódio.

Back Chat é uma estranha composição de John Deacon dentro da mistura entre soul, funk, rock e disco. E é uma composição estranha porque em termos de estrutura é bem difícil de se analisar. Além dos ciclos (com a repetição do título), temos pedrões instrumentais e vocais em andamentos sensivelmente diferentes, o que em alguns momentos nos chama a atenção positivamente mas depois enjoa. A bateria eletrônica aqui é um incômodo que poderia ter sido evitado (imagino a raiva de Roger Taylor ao ter que gravar uma coisa dessas) e o uso de sintetizador piora as coisas. Mas, como diz o ditado, se está ruim, pode piorar. E nesse caso, ela piora em níveis inimagináveis com a canção seguinte, a infame…

Body Language. Que atrocidade! Sem guitarra, com três dezenas de repetição da mesma palavra (na forma lírica a faixa até tem semelhanças com outra canção de Mercury,
Get Down, Make Love) e com modulações bem gratuitas entre versos e estrofes, a faixa é, na minha opinião, a pior coisa já gravada pelo Queen e a pior composta por Mercury. E olha que tem uma ou outra música da banda que eu não gosto (são bem poucas) mas nada como essa aqui. E o mais engraçado é que ela alcançou 1º lugar nas paradas canadenses; 11º nos EUA e 25º no Reino Unido! As pessoas realmente gostaram dessa blasfêmia!

E se você achava que só a música era ruim, veja o clipe…

Este lado do disco termina com uma música de Roger Taylor, Action This Day, que tem um terrível saxofone no sinterizador e bateria eletrônica (de novo!), além de pretensiosos blocos tonais cuja intenção era dar maior riqueza às passagens entre as estrofes ou repetições, uma estratégia que funciona até certo ponto, mas o já (mal)dito sax sintético e a estranhíssima produção da faixa não nos deixam curti-la por inteiro sem encontrar algum defeito.
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LADO B

Para mim, o lado B é o que faz o disco ser apenas regular e não ruim (isso, em avaliação recente). Para começar, temos a excelente Put Out the Fire, a faixa antibelicista de Brian May que nos lembra muito algumas obras do Queen em discos como Sheer Heart Attack ou News of the World. Ao lado de Under Pressure, essa é uma das faixas que eu não mudaria se pudesse mexer na produção de Hot Space.

O assassinato de John Lennon, em dezembro de 1980, mobilizou um grande número de colegas de profissão a lhe fazerem homenagens. O Queen também não ficou de fora e foi Mercury quem compôs a faixa Life Is Real (Song for Lennon), uma balada-tributo de forma bastante simples, arranjo simples (até o sintetizador é bem utilizado aqui), com piano, baixo e guitarra em pequenas e boas participações. As linhas harmônicas são fortes e a única coisa que talvez incomode um pouco é a repetição do verso life is real, mas isso faz parte da homenagem porque traz o formato mais comum de composição de Lennon.

Na sequência temos a pouco inspirada Calling All Girls, que tem raízes no filme THX 1138, de George Lucas, e mostra mais uma vez a paixão de Roger Taylor por ficção científica. A letra é inteiramente situada nesse gênero e a “mensagem de amor” é bem colocada nos versos, assim como a criação de um futuro distópico. Porém, comparada à balda de amor que temos logo na sequência, Las Palabras de Amor (The Words of Love), Calling All Girls perde força. Composição de Brian May, Las Palabras de Amor sempre me pareceu estranha por conta de seus versos em espanhol. E não digo que isso atrapalha a minha apreciação da música, que acho muito boa (afinal, é uma balada ao velho estilo Queen que bem conhecemos!), mas os versos em espanhol não me soam bem. E é legal vermos a preocupação da banda em mais uma vez homenagear seus fãs, aqui, os latino-americanos. Eles tinham passado bons (e maus) bocados na turnê pela América Latina, mas a lembrança das partes boas é que ficou e o resultado pode-se de ouvir aqui.

Agora… um momento de revelação. Digam o que disserem. Mandem me queimar nas fogueiras do funk, mas eu simplesmente amo Cool Cat. Juntamente com Under Pressure é a minha favorita do álbum. Acho-a sexy, maravilhosa de se ouvir; gosto muito da execução de John Deacon ao baixo (com um slap — a lateral do polegar batendo nas cordas a fim de gerar sons de percussão — que caiu bem à proposta da faixa) e falsettos elogiáveis de Mercury. Para mim, a canção mais sexy do Queen, na linha do dance e funk mais libidinoso que se multiplicaram ao final dos anos 1970.

E por fim, a gloriosa Under Pressure, em parceria com David Bowie (que também estava em Cool Cat, mas não gostou do resultado e pediu para tirar os seus poucos vocais de fundo da faixa). Só o encontro entre esses gigantes valeria a menção da música como uma das mais icônicas do Queen, com um gancho de baixo viciante e, mais uma vez, o retorno da banda ao seu território dos anos anteriores, com belas harmonias de guitarra e vocais.

Percebam que o lado B tem mais guitarra que o A e é mais parecido com algo típico da banda. O meu maior lamento em termos de faixas produzidas durante esse álbum e que não entraram na versão oficial (apenas como lado B do sigle Under Pressure) é a fenomenal Soul Brother, declaração de amor, amizade e irmandade de Mercury para Brian May. Em 2011, ela foi lançada remasterizada em um EP com outras 4 faixas de Hot Space, mas nunca recebeu lançamento oficial. Infelizmente. Ouçam só essa maravilha.

E aqui ficamos. Eu achei que seria muito penoso escrever sobre esse álbum que eu tanto odiei por muito tempo, mas não foi nada disso. Acho que eu precisava de alguns anos e audições sem preconceito para aceitar a obra. Ainda considero o pior do Queen, mas não é um disco ruim. E encerro aqui. Agora é a vez de vocês.

Aumenta!: Under Pressure
Diminui!: Body Language
Minhas canções favoritas do álbum: Under Pressure e Cool Cat

Hot Space
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 24 de maio de 1982
Gravadora: EMI, Parlophone
Estilo: Funk Rock, Rock, R&B, Dance, Pop Rock, Disco, New wave

Fonte: http://www.planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury

Itaú distribui ingresso para Rock in Rio em caixa eletrônico

Campanha do Itaú para o Rock in Rio: um caixa eletrônico na areia se tornou uma espécie de karaokê no Rio de Janeiro

Campanha do Itaú para o Rock in Rio: um caixa eletrônico na areia se tornou uma espécie de karaokê no Rio de Janeiro

São Paulo – Estar andando pela orla de uma praia no Rio de Janeiro e se deparar com um caixa eletrônico em plena areia já seria algo um tanto quanto inusitado, ainda mais se ele tivesse elementos poucos convencionais como um microfone e uma caixa de som.Foi este o cenário que o Itaú montou para os cariocas em sua última ação.

Diante de uma situação como essa, a curiosidade fica inevitavelmente aguçada. E quem teve a ideia de conferir do que se tratava foi convidado a cantar um clássico do rock, a música “Love of My Life”, da banda britânica Queen.

Quem topou o desafio e soltou a voz ao som desse símbolo do Rock in Rio de 1985 teve mais uma surpresa: o banco presenteou os participantes com ingressos para a próxima edição do festival, que este ano comemora 30 anos.

“A intenção do banco com essa linda ação é promover a cultura de viver a música e reconhecer quem o faz. Mais uma vez, investimos na trilha Love of My Life para dar o protagonismo às pessoas. Acreditamos que a cultura muda o mundo das pessoas, por isso apoiamos o Rock in Rio”, conta Andréa Pinotti, diretora de marketing do Itaú.

A campanha é assinada pela África.

Confira o resultado da ação no vídeo abaixo: 

 

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Dica: Roberto Mercury

 

De Freddie Mercury a Adam Lambert; recontamos

toda a história do Queen em gifs incríveis

PicMonkey Collage

Setembro e outubro será quente para grandes shows! O Brasil receberá os maiores nomes da música mundial, entre eles Queen + Adam Lambert, A-ha, Rod Stewart, Katy Perry, Slipknot, System of a Down, One Republic, Magic!, Faith no More, Empire of The Sun, e mais. Todas essas mega apresentações fazem parte da Your Tour, A Turnê da Sua Vida,  promoção incrível daBudweiser que rolou e levará os fãs vencedores aos shows escolhidos.

Desses astros, um dos mais esperados é sem dúvida o Queen + Adam Lambert, que vem ao país com a turnê Don’t Stop Them Now para tocar aqueles hits que tanto amamos e sabemos cantar de boca cheia: Bohemian RhapsodyWe Will Rock You, I Want To Break Free e tantos outros. Vai ser aquela comoção e lágrimas vão cair, certeza.

Quem é do classic rock, sabe que, antes de Adam Lambert entrar para o grupo, a banda inglesa teve uma história de peso no rock, na música e no comportamento das décadas de 70 e 80, com o inigualável Freddie Mercury e Paul Rodgers. Então, entre no túnel do tempo e relembre em gifs animados a saga de uma das mais importantes bandas da história. É um bom aperitivo para o show:

1. Lá em 1970, Roger Taylor e Brian May formaram a banda Smile, numa época pré-Queen. Foi onde tudo começou!

2. Com o fim do Smile, veio um cara chamado Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, e se juntou a eles. Nascia o Queen.=)

3. Rapidamente eles conquistaram as paradas mundiais com os singles Bohemian RhapsodyWe Will Rock You e We Are The Champions.

Vai dizer que nunca ouviu umas dessas?

4. Em 1985 aconteceu o milagre tão esperado: o Queen veio ao Brasil para tocar no Rock In Rio, o primeiro grande festival do país. Foi muita emoção!

Inesquecível é pouco!

5. No dia 13 de julho do mesmo ano, eles fizeram um de seus maiores shows no Live Aid, na Inglaterra. O festival arrecadou fundos em prol das famílias famintas da Etiópia.

Naquele momento o mundo estava aos pés do Queen, e seu vocalista era o Rei.

6. Então veio o boato que chocou a todos: Freddie tinha contraído o vírus da AIDS. Ele nunca admitiu publicamente ter a doença. Porém, sua condição física foi piorando e ele deixou o nosso plano terrestre em 1991. Um das maiores perdas da música.

Triste =/

7. Com o grupo sem vocalista, o Queen entrou em um hiato indefinido. Em 1992, o filme Wayne’s World (Quanto Mais Idiota, Melhor) homenageou a banda em uma das cenas mais marcantes da década.

Quem lembra?

8. Então, a luz no fim do túnel brilhou! Em 2004, Brian e Roger decidiram que o que é bom não podia ser esquecido e chamaram Paul Rodgers para os vocais, formando o Queen + Paul Rodgers. Eles até vieram ao Brasil em 2008.

9. Em 2010, o jovem Adam Lambert participou do reality American Idol. Na audição ele APAVOROU ao cantar Bohemian Rhapsody à capela e conquistou geral. Ali nascia um astro!

O cara tem ou não tem pinta de rockstar?

10. Brian e Roger não se aguentara e logo chamaram Adam para formar o Queen + Adam Lambert. Juntos se apresentaram ano passado no programa X-Factor para homenagear Freddie Mercury, e agora trazem esse show fantástico ao Brasil.

E você, está preparado para viver essa emoção? 

SERVIÇOS:

Show: Queen + Adam Lambert

Cidade: São Paulo

Data: 16 de setembro, quarta-feira
Local: Ginásio do Ibirapuera (Rua Manuel da Nóbrega, 1361 – Ibirapuera, São Paulo)
Classificação etária 16 anos (Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal)

Ingressos: ESGOTADOS

 

Show: Queen + Adam Lambert

Cidade: Porto Alegre

Data 21 de setembro, segunda-feira
Local: Gigantinho (Avenida Padre Cacique, 891 – Praia de Belas, Porto Alegre)
Classificação estária: 16 anos (Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal)

Ingressos: Livepass

  • Pista Bud Zone – R$480,00
  • Arquibancada (inteira) –R$260,00
  • Arquibancada (meia-entrada) –R$130,00
  • Arquibancada (aposentado) –R$130,00
  • Cadeiras (inteira) –R$380,00

 

Fonte: http://virgula.uol.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Rock in Rio faz leilão de guitarras autografadas para causa ambiental

Queen, Linkin Park, Maroon 5, Motorhead e System of a Down participam. 
Renda será para reflorestar a bacia do Rio Guandu, no estado do RJ.

Lenine apresenta guitarras que serão leiloadas pelo Rock in Rio (Foto: Marcelo Elizardo/G1)

Lenine apresenta guitarras que serão leiloadas pelo Rock in Rio (Foto: Marcelo Elizardo/G1)

O Rock in Rio abre, a partir de quinta-feira (3), um leilão de guitarras autografadas para reflorestar a bacia do Rio Guandu, que abastece de água a Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro. A meta é plantar 9 milhões de árvores na região para amenizar a crise hídrica. Artistas como Linkin Park, Maroon 5, Motorhead, Lenine e Paralamas do Sucesso vão participar do projeto.

O leilão será feito pelo site www.esolidar.com/rockinrio. Entre as atrações desta edição do Rock in Rio, algumas vão autografar a guitarra na frente do fã que arrematá-la em leilão. Os lances inciais variam entre R$ 500 e R$ 1500.

System of Down, Lenine, A-ha, One Republic, De La Tierra, Paralamas do Sucesso e CPM 22 vão fazer isso.  A assinatura será feita no dia do show de cada artista.

Outras bandas já autografaram suas guitarras, que serão entregues pela produção do Rock in Rio a quem der o maior lance: Queen e Adam Lambert, Linkin Park, The Offspring, Limp Bizkit, Maroon 5, Motorhead, David Guetta e Arcade Fire.

“Um festival deste porte, desta dimensão e com essa marca pode entrar dentro de um processo de conscientização para uma visão mais abrangente, mais planetária da vida aqui e agora”, disse Lenine, um dos incentivadores da iniciativa.

A iniciativa tem parceria com a Conservação Internacional e Instituto E. Eles vão divulgar a causa ao público na Cidade do Rock. Produtores das instituições vão fazer um jogo com a plateia em um tablet. A pessoa vai ouvir um trecho de uma música e tentará adivinhar o nome da canção. Se acertar, vai marcar no mapa do Rio Guandu onde uma árvore será plantada com os recursos do leilão de guitarras.

 
Guitarras serão leiloadas pelo Rock in Rio (Foto: Marcelo Elizardo/G1)
Guitarras serão leiloadas pelo Rock in Rio (Foto: Marcelo Elizardo/G1)
Dica: Roberto Mercury