Artistas: Os mais vendáveis da história do rock

Embora o conceito de “álbum” esteja defasado nos dias de hoje, em tempos nem tão distantes assim, os músicos conseguiam rentabilizar os seus recursos apenas com a vendagem de seus respectivos álbuns.

Quando se fala em vendagens de discos, sempre são encontradas algumas discrepâncias ou divergências de informações, geralmente, baseadas em dois métodos distintos. O primeiro leva em consideração os números estimados de vendas, porém sem comprovação dos órgãos responsáveis por medir estes dados. Em contrapartida, o segundo método é baseado apenas em números certificados e comprovados pelos órgãos responsáveis por realizar estas averiguações.

 

Após coletar informações disponibilizadas e divulgadas pelos mais variados órgãos de pesquisa do mundo, chegamos a um consenso quanto às vendagens oficiais dos artistas que representam o gênero e os subgêneros do rock, e o resultado pode ser conferido abaixo:

01 – THE BEATLES (600 milhões de cópias vendidas)
02 – ELVIS PRESLEY (550 milhões de cópias vendidas)
03 – LED ZEPPELIN (350 milhões de cópias vendidas)
04 – QUEEN (300 milhões de cópias vendidas)
05 – ELTON JOHN (250 milhões de cópias vendidas)
06 – PINK FLOYD (250 milhões de cópias vendidas)
07 – AC/DC (200 milhões de cópias vendidas)
08 – ROLLING STONES (200 milhões de cópias vendidas)
09 – AEROSMITH (150 milhões de cópias vendidas)
10 – U2 (150 milhões de cópias vendidas
11 – GENESIS (150 milhões de cópias vendidas)
12 – DAVID BOWIE (140 milhões de cópias vendidas)
13 – BON JOVI (130 milhões de cópias vendidas)
14 – EAGLES (120 milhões de cópias vendidas)
15 – BRUCE SPRINGSTEEN (120 milhões de cópias vendidas)
16 – DIRE STRAITS (120 milhões de cópias vendidas)
17 – RED HOT CHILI PEPPERS (120 milhões de cópias vendidas)
18 – METALLICA (110 milhões de cópias vendidas)
19 – GUNS N’ ROSES (100 milhões de cópias vendidas)
20 – KISS (100 milhões de cópias vendidas)
21 – PAUL MCCARTNEY (100 milhões de cópias vendidas)
22 – THE WHO (100 milhões de cópias vendidas)
23 – SCORPIONS (100 milhões de cópias vendidas)
24 – DEEP PURPLE (100 milhões de cópias vendidas)
25 – STATUS QUO (100 milhões de cópias vendidas)
26 – SANTANA (90 milhões de cópias vendidas)
27 – OZZY OSBOURNE (90 milhões de cópias vendidas)
28 – VAN HALEN (90 milhões de cópias vendidas)
29 – IRON MAIDEN (85 milhões de cópias vendidas)
30 – THE DOORS (80 milhões de cópias vendidas)
31 – R.E.M. (80 milhões de cópias vendidas)
32 – JOURNEY (75 milhões de cópias vendidas)
33 – GREEN DAY (75 milhões de cópias vendidas)
35 – NIRVANA (75 milhões de cópias vendidas)
36 – BOB DYLAN (70 milhões de cópias vendidas)
37 – BLACK SABBATH (70 milhões de cópias vendidas)
38 – FOREIGNER (70 milhões de cópias vendidas)
39 – MEAT LOAF (70 milhões de cópias vendidas)
40 – ROXETTE (70 milhões de cópias vendidas)
41 – BRYAN ADAMS (65 milhões de cópias vendidas)
42 – DEF LEPPARD (65 milhões de cópias vendidas)
43 – THE BEACH BOYS (65 milhões de cópias vendidas)
44 – PEARL JAM (60 milhões de cópias vendidas)
45 – JETHRO TULL (60 milhões de cópias vendidas)
46 – TOM PETTY (60 milhões de cópias vendidas)
47 – RITA LEE (55 milhões de cópias vendidas)
48 – MICHAEL BOLTON (53 milhões de cópias vendidas)
49 – BOB SEGER (51 milhões de cópias vendidas)
50 – LINKIN PARK (50 milhões de cópias vendidas)
51 – COLDPLAY (50 milhões de cópias vendidas)
52 – THE POLICE (50 milhões de cópias vendidas)
53 – OASIS (50 milhões de cópias vendidas)
54 – MOTLEY CRUE (50 milhões de cópias vendidas)
55 – THE MONKEES (50 milhões de cópias vendidas)
56 – JOHNNY CASH (50 milhões de cópias vendidas)
57 – ELECTRIC LIGHT ORCHESTRA (50 milhões de cópias vendidas)
58 – ALICE COOPER (50 milhões de cópias vendidas)
59 – NICKELBACK (50 milhões de cópias vendidas)
60 – INXS (50 milhões de cópias vendidas)
61 – STING (45 milhões de cópias vendidas)
62 – LENNY KRAVITZ (40 milhões de cópias vendidas)
63 – B.B. KING (40 milhões de cópias vendidas)
64 – RUSH (40 milhões de cópias vendidas)
65 – ALANIS MORISSETTE (40 milhões de cópias vendidas)
66 – THE CRANBERRIES (40 milhões de cópias vendidas)
67 – SIMPLE MINDS (35 milhões de cópias vendidas)
68 – THE OFFSPRING (34 milhões de cópias vendidas)
69 – THE CURE (30 milhões de cópias vendidas)
70 – AVRIL LAVIGNE (30 milhões de cópias vendidas)

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Fonte:http://whiplash.net/
Dica:Roberto Mercury

Tumblr reúne ícones da música transformados em emojis

Se você conversa com alguém pela internet, seja pelo computador, pelo tablet ou pelo smartphone, é bem provável que use e abuse dos emojis. A palavra, de origem japonesa, pode ser traduzida como pictograma e define de forma bem precisa estes pequenos ícones que nós usamos para expressar melhor opiniões e sentimentos em um bate-papo.

Recentemente, inúmeras notícias vêm dando conta das atualizações dos principais pacotes de emojis do mundo. Isso acontece de forma relativamente constante, com novidades sendo adicionadas a fim de tornar suas conversas mais interessantes. Mas, apesar das atualizações, sempre fica a sensação de que falta algo.

Pensando nisso, o diretor de arte brasileiro Bruno Leo Ribeiro resolveu transformar alguns dos principais ícones da música mundial em emojis. Ele vem reunindo as suas criações no tumblr Music Emojis, que já conta com algumas imagens com bandas e artistas consagrados.

Confira agora algumas das principais publicações de Ribeiro:

Music Emojis

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

Music Emojis

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

Music Emojis

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

Music Emojis

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

Music Emojis

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

Para ver o projeto completo, acesse musicemojis.tumblr.com.

Fonte: http://canaltech.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Metal Descabaçation: Max Cavalera fala de suas “primeiras vezes”

Fundador do SEPULTURASOULFLY e CAVALERA CONSPIRACY, MAX CAVALERA revela para a revista Metal Hammer como um show do Queen em 1981 mudou sua vida e como três fãs do Motörhead foram os primeiros a simpatizar com o Sepultura.

 

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Qual foi o primeiro disco que você comprou?

“Foi o ‘Live Killers’ do Queen. Eu acho que tinha uns 11 anos de idade na época. Era 1981 e o Queen veio ao Brasil para tocar em São Paulo. Um primo nosso levou a mim e a Igor para o show, e nós adoramos – ficamos pirados! No dia seguinte, eu fui até uma loja para achar qualquer coisa do Queen, e encontrei uma fita cassete de ‘Live Killers’. Igor comprou ‘Alive’, do Kiss também. Essas foram as duas fitas cassete que tínhamos no começo, e nós as ouvíamos sem parar. Alguns anos depois, esse mesmo primo nos apresentou aos RamonesOzzy Osbourne e Accept também. Na verdade, teve uma vez que ele estava tentando fazer com que eu me endireitasse e fosse um bom garoto, então ele me chantageou e disse que se eu cortasse meu cabelo, ele me daria o disco que eu quisesse. Eu queria ‘Ride The Lightning’, do Metallica, e acabei cortando meu cabelo por uma cópia, mas o cabelo cresceu de volta, e eu fiquei com o LP, então valeu a pena. No Brasil, dizemos que ‘se cabelo fosse importante, não cresceria na bunda! ’ Haha! Mas O Queen foi a primeira banda que eu descobri, eu sempre gostei de Queen. Não havia nada que aquela banda não pudesse fazer – eles faziam de tudo! E vê-los no auge em 1981 foi demais. “

Qual foi o primeiro single que você comprou na vida?

“Isso foi depois, e eu acho que foi ‘Haunting The Chapel’, o EP do Slayer. Você tem que tocar os singles a 45 rpm, certo? Mas nós o tocávamos a 33 e o som ficava lento, tipo Venom! Era incrível! Um amigo nosso levantou a lebre, ‘Eu acho que vocês estão tocando errado essa coisa’ e nós mudamos para 45 rpm e ficou ainda melhor. ‘Chemical Warfare’ ainda é uma de minhas canções favoritas de todos os tempos. “

Qual foi o primeiro show que você foi na vida?

“Foi esse do Queen em São Paulo em 1981. Nós não curtíamos música antes daquilo – éramos mais interessados em futebol. Mas aquele show do Queen mudou tudo porque tinha a energia do futebol, mas com algo a mais, que era o rock. Pra mim aquilo era muito empolgante, e aquele show mudou minha vida. No Brasil, naquela época, só havia um show internacional por ano, e depois que o Queen veio, rolou The Police, Van Halen e Kiss. Eu não vi nenhum desses, mas eu vi ao Queen. Eles foram os pioneiros do rock de arena, e Freddie Mercury era o mestre. Ele simplesmente sabia como controlar o show e fazer com que a plateia dissesse o que ele queria. El tinha carisma, voz, ele tinha tudo, cara; foi uma merda quando ele morreu. Eu sempre respeitei muito ao Queen. “

Qual foi o primeiro show que você tocou na vida?

“Na verdade, achamos algumas fotos do primeiro show do Sepultura dia desses, e nós a usamos para fazer um passe na turnê do Cavalera Conspiracy. Eu e Igor com lápis nos olhos, e Igor está com um capacete do Ozzy na cabeça. É uma foto muito engraçada! O show foi em um bar pequeno em Belo Horizonte e só tinha umas 20 pessoas lá. Das 20, três caras estavam com camisetas do Motörhead e eram os únicos que gostaram do que estávamos fazendo. Era apenas barulho na verdade – o Napalm Death ficaria orgulhoso! A minha guitarra estava totalmente desafinada, e o baixista nem apareceu, então era um power trio – eu na guitarra desafinada, Igor na bateria e Wagner Lamounier, nosso primeiro vocalista, na voz. Mas foi o começo, e nós tínhamos essa sensação no palco que nos dava a gana. Depois daquilo, queríamos mais. “

Como foi a primeira turnê do Sepultura?

“Essa foi com o Sodom, em 1989. Nunca tínhamos saído do Brasil antes, e tínhamos acabado de lançar ‘Beneath The Remains’. As pessoas estavam amando aquele disco, e fomos convidados para abrir para o Sodom na turnê europeia deles daquele ano. Eles estavam promovendo ‘Agent Orange’, que havia vendido muito bem na Europa, e os shows estavam lotados. Nós tocamos em lugares excelentes como o Marquee de Londres e o Gibus Club em Paris, muita gente disse que nós superamos em muito o Sodom, mas eu não sei. Eu gostava do Sodom e achava que eles eram uma banda boa, e todos nos demos muito bem – eles eram legais. Foi uma grande experiência como um todo. O momento mais chocante para mim foi chegar de ônibus em Viena e ver todas as camisetas do Sepultura. Nós não acreditávamos que as pessoas estavam usando nossas camisetas, não estávamos acostumados com aquilo, No Brasil, apenas nossos amigos vestiam nossas camisetas – nós não tínhamos um grupo de seguidores ou nada do tipo. Então aquela foi a primeira vez que nós meio que ficamos chocados, entende? Tipo, ‘Wow, isso está mesmo acontecendo, cara! Estamos entrando pra liga profissional agora! ’ Foi um período muito empolgante. “

Fonte: http://whiplash.net/  

Dica: Roberto Mercury

Porco de The Wall e Freddie Mercury inflável são levados a leilão

Moldes e adereços criados pelo artista britânico Rob Harries também estão na lista

 

O grande porco inflável usado por Roger Waters em 1990 no show de The Wall em Berlim foi levado a leilão, assim como peças usadas por Rolling Stones, AC/DC e Queen, segundo informou a BBC. Os itens são do artista britânico Rob Harries, que os desenterrou após mudar o foco da sua obra das figuras infláveis para a argila.

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br/

Dica: Roberto Mercury

 

Matéria do site planocritico.com: Crítica | “Flash Gordon” – Queen

 

queen flash gordon

 

estrelas 4,5

 

Lançado em dezembro de 1980, a aventura de ficção científica Flash Gordon viria, anos depois, a se tornar um dos clássicos cult de space opera. Seu estilo camp e até psicodélico seriam lembrados por anos, e muito desse status também se atribui à música original do Queen, que marcava aqui seu 9º álbum, além da primeira incursão da banda no gênero de trilha sonora cinematográfica.

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=LfmrHTdXgK4

 

É importante salientar que, sendo da geração do final dos anos 90, não pude acompanhar o impacto cultural de Flash Gordon em seu lançamento. Porém, ao escutar a trilha sonora é impossível não se sentir dentro daquele contexto, especialmente em um mundo que começava a ser marcado pelos videogames em fliperamas e uma avalanche de sci fi aventuresca. Uma faixa empolgante como Football Fight captura com perfeição esse estilo de videogame dada sua mistura de efeitos eletrônicos (do teclado) com a guitarra de Brian May e o baixo de John Deacon, resultando no tom apropriado de uma cena de ação que definitivamente reforça que este não é um filme para levarmos a sério — afinal, Flash derrota uma tropa armada do Imperador Ming com nada além de uma bola de futebol.

Porém, ainda que o tom pitoresco camp marque boa parte do trabalho do grupo no filme, Love’s Theme revela-se surpreendentemente complexa na quantidade de sentimentos que promove: é ao mesmo tempo melancólica por acompanhar a súbita saída de Flash, sua namorada Dale e o Dr. Zarkov da Terra para a imensidão do espaço, sensível por demonstrar a beleza dos novos cenários e também onírica para capturar a estranheza e a psicodelia do planeta Mongo, construindo muito bem uma atmosfera palpável e que contribui com as imagens igualmente psicodélicas. Da mesma forma, Ming’s Theme é eficiente ao oferecer uma música ameaçadora ao vilão principal da narrativa, predominantemente através de um teclado eletrônico; assim como seu anel hipnotizador, em The Ring.

Mas quando pensamos em Queen e Flash Gordon, imediatamente nos vem à mente a icônica Flash, uma das poucas faixas do álbum que de fato traz o vocal de Freddie Mercury. É uma canção animada e que diverte pelas interjeições quase onomatopéicas de “Flash!“, além da acertadíssima percussão de piano e baixo que estabelece um bem-vindo clima de suspense, mas que logo é preenchido com uma letra que traz divertidas passagens como “Savior of the universe” e “He’s a miracle!“. A outra canção presente no álbum é The Hero, que encerra a trama com empolgação durante os créditos finais.

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=iVNtNhzDN9k

 

Em uma época em que a música de space opera vinha se reinventando com valores tradicionais e operáticos com John Williams em Star Wars, o Queen se arrisca para criar uma trilha verdadeiramente original e que destoa de praticamente de todo trabalho do tipo daquela época, servindo também como uma pequena viagem sonora para o turbilhão dos anos 80.

Aumenta!: Flash

Diminui!: Arboria

Minha faixa favorita do álbum: Football Fight

Flash Gordon: Original Soundtrack Music

Artista: Queen

País: Reino Unido

Lançamento: 8 de Dezembro de 1980

Gravadora: EMI/Parlophone

Estilo: Trilha Sonora

 

 

Fonte: http://www.planocritico.com/

 

Dica: Roberto Mercury

Orquestra reproduz a música “Bohemian Rhapsody”, do Queen

Não, não é fácil imitar o mestre Freddie Mercury, cantor e fundador da banda de rock Queen. Uma das pessoas que não se deram bem nessa missão foi o rapper e produtor musical Kanye West. O seu cover da música Bohemian Rhapsody, no festival Glastonbury, na Inglaterra, não agradou os fãs da banda.

Confira se você gosta da interpretação de Kanye West.

 No entanto, a versão reproduzida pela Orquestra da Universidade de Indiana (EUA), ficou demais. O vídeo divulgado pela gravadora Virgin Music mostra os músicos tocando o hit “Bohemian Rhapsody“, que está comemorando 40 anos do hit desde o seu lançamento em 1975. Essa canção é uma das mais conhecidas do grupo e já foi considerada uma das melhores de todos os tempos.

Confira a versão da orquestra.

E se você está com saudade do Queen, não pode perder o primeiro dia, 18 de setembro, do Rock in Rio Brasil 2015. O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, fundadores da banda, estão se apresentando com ator, compositor e cantor Adam Lambert.

Dica: Roberto Mercury

Freddie Mercury terá single lançado em seu aniversário

Um novo single de Freddie Mercury será lançado em seu aniversário. A renda será toda revertida para sua fundação, que auxilia vários projetos pelo mundo. Little Freddie Goes To School contará com dois registros feitos durante as sessões de Barcelona. A jam “When This Old Tired Boy Wants To Sing” e uma versão a capela para The Golden Boy”. O lançamento acontece 5 de setembro, em Montreux. Dois dias mais tarde, será disponibilizado ao público.

Fonte: http://www.vandohalen.com.br/

Dica: Roberto Mercury

  • queen albuns ao vivo

Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest

estrelas 5,0

Queen-Hungarian-Rhapsody

Hungarian Rhapsody, show do Queen gravado em Budapeste, Hungria, em 27 de julho de 1986, foi uma das últimas apresentações com a formação original da banda. Parte da Magic Tour, que contou com 26 shows na Europa e foi realizada entre 7 de junho e 9 de agosto de 1986 (última turnê da banda com Mercury e Deacon no palco), a apresentação também se tornou notável pelo local onde aconteceu. O Queen foi uma das poucas bandas de rock a se apresentarem atrás da cortina de ferro (a “cortina ideológica” que dividia os países capitalistas dos países socialistas) e por isso mesmo sua estadia no país do “único idioma que o diabo teme” foi marcada por uma ampla divulgação midiática e por um público de 80.000 pessoas no Estádio Puskás Ferenc, em Budapeste.

Filmado com aparato cinematográfico e dirigido pelo cineasta húngaro János Zsombolyai, o show se enquadra dentro daquilo que nós esperamos do Queen: excelentes performances, excelente repertório e, no caso do trabalho em estúdio, seja no disco, seja no filme, excelente produção. Aqui, mesmo com 4 canções sendo encurtadas no DVD (Tie Your Mother Down, Love of My Life, Tutti Frutti e Crazy Little Thing Called Love), não estamos nem de longe no território de Live Killers ou Live Magic. A edição é muitíssimo bem feita e a ponte entre as canções funciona bem, tanto na imagem quanto no som. Eu fui conferir as canções na íntegra em sua versão de CD e pude comprovar que o encurtamento do DVD não prejudicou a apreciação das faixas. O único elemento ruim na diferença entre uma mídia e outra é que o CD tem 4 canções a mais que o DVD (Another One Bites the Dust, Looks Like It’s Gonna Be a Good Night, (You’re So Square) Baby I Don’t Care e Hello Mary Lou), dentre as quais, Another One Bites the Dust é a ausência mais lamentável, porque sua performance nesse show é sensacional. As outras três ausências não são tão importantes assim.

A tríade de início do disco é executada especialmente para colocar todo mundo para dançar. Primeiro vem One Vision, em uma versão já bastante conhecida de quem ouviu os álbuns ao vivo do Queen, o que não tira o brilho da faixa. Na sequência, a matadora Tie Your Mother Down e uma balada de “coro de estádio”, In the Lap of the Gods… Revisited, ao mesmo tempo contemplativa e animadora. A forma como a banda executa a canção ao vivo mostra um fulgor ainda maior do que a versão de estúdio, especialmente por ser acompanhada por centenas e centenas de vozes, assim como Now I’m Here, Love of My Life, Radio Ga Ga, We Will Rock You e We Are the Champions.

Preparado especialmente para o show, Mercury executa, com May ao violão, a tradicional húngara Tavaszi szél vizet áraszt (O Vento da Primavera Agita as Águas). Ele canta a primeira estrofe na íntegra e depois apenas os versos do meio, enquanto o público entoa a canção. Imagine o quão especial deve ter sido para os milhares de húngaros que estavam assistindo ao show. A melhor banda de rock do mundo, em um momento intimista de seu concerto, resolve cantar uma canção tradicional do país, algo equivalente ao nosso Peixe Vivo. A iniciativa é preciosa e mostra a preocupação da banda em dialogar com o público. Eis aí a grande receita e a justificativa para todo o amor que se tem em relação a eles.

Hungarian Rhapsody é um disco sensacional. Além da remasterização feita para o seu lançamento, em 2012, o público tem, mais uma vez, um grande show para ouvir, sem os incômodos problemas de edição ou interferências de estúdio. Mais um disco para se ter na playlist ou na prateleira, dependendo do tipo de ouvinte que você é. A certeza é que, em qualquer um dos casos, você estará ouvindo um álbum verdadeiramente notável.

Aumenta!: Who Wants to Live Forever

Diminui!:

Minha canção favorita do álbum: Who Wants to Live Forever

Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest

Artista: Queen

País: Reino Unido

Lançamento: 20 de setembro de 2012

Gravadora: Island, Hollywood

Estilo: Rock, Hard Rock

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Live at the Rainbow ’74

estrelas 5,0

Live at the Rainbow 74 queen

Lançado em setembro de 2014 e tendo produção do trio Justin Shirley-Smith, Josh Macrae e Kris Fredriksson, Live at the Rainbow ’74 é a junção de dois registros de turnê: Queen II (gravado em 31 de março de 74) e Sheer Heart Attack (gravado em 19 e 20 de novembro de 74). As apresentações foram feitas no Teatro Rainbow, em Londres, em momentos diferentes de popularidade do Queen (e sim, estamos falando do mesmo ano!).

Alguns bootlegs existiam desse registro e a banda chegou a lançar alguns vídeos do show de novembro em VHS (o chamado Box of Flix, de 1991), mas toda a apresentação jamais fora lançada como álbum antes de 2014. E os fãs do Queen só podem agradecer por isso. Primeiro, porque um disco com a voz de Freddie Mercury, tanto tempo depois de sua morte, ajuda a matar um pouco a saudade. E depois porque mostra dois integrantes da banda, Brian May e Roger Taylor já maduros e com uma visão bem cuidadosa de como deve ser trabalhado um lançamento desse porte. E isso vemos pela magnanimidade do lançamento da obra, em DVD, SD Blu-Ray (não é em alta resolução), Vinil e CD duplo, com ótima remasterização, canções executadas na íntegra (elemento que faria de Live Magic um grande álbum ao vivo, mas naquela ocasião eles saíram picotando tudo) e mixagem inteligente entre as canções, além da sábia decisão em separar os discos pelos concertos de março e novembro.

O Disco 1, que abre com Procession e é seguido de Father To Son, Ogre Battle e Son And Daughter, mostra um Freddie Mercury ainda reticente no trato com a plateia, mas que fica muito à vontade ao final dessa canção e consegue liderar facilmente o público já após o solo de guitarra de May, a reprise Son And Daughter e a incrível execução de White Queen (As It Began), Great King Rat e The Fairy Feller’s Master-Stroke. É impressionante que canções tremendamente complexas são executadas quase com a mesma riqueza e com o mesmo alto rigor do estúdio (o último trio de canções citadas é um exemplo). Somando isso à voz simplesmente marcante e afinadíssima de Mercury, os excelentes vocais de apoio de May e Taylor (que mostra que tem um excelente e verdadeiro falsete) e a execução instrumental do grupo, temos um álbum para ouvir o tempo inteiro no último volume.

Já o Disco 2 é de uma qualidade e vigor de performance que se torna difícil colocar em palavras. Este é definitivamente o meu favorito ao vivo da banda, e compõe com graça o seu par um pouquinho mais humilde gravado alguns meses antes. Neste show de novembro, a banda já havia lançado Sheer Heart Attack então canções como Flick Of The Wrist, Bring Back That Leroy Brown (instrumental com excelente marcação jazzística) e Stone Cold Crazy fazem parte do repertório e levam o público à loucura. O mesmo padrão de execução rigorosa, como no estúdio, é adotado aqui, mas versões aceleradas de algumas cações, maior peso na guitarra, excelentes solos ou arranjos bastante peculiares coroam o espetáculo de maneira a torná-lo inesquecível.

Nós só temos a agradecer aos produtores e a maturidade de May e Taylor (com a bênção de Deacon) em tratar com o máximo respeito possível este show. E nos deixa esperançosos para que eles ainda nos tragam, com essa mesma linha de produção, outros registros ao vivo da banda que nunca foram mas merecem ser lançados, como Hyde Park ’76; Tóquio’ 75 e 85; Copenhague ’78; Buenos Aires ’81 e Stevenage ’86, além do há muito aguardado disco (ou discos) com canções gravadas pela banda mas nunca lançadas oficialmente. E acreditem, além da qualidade desse material existe ser alta, a quantidade é também muito grande. O Queen ainda tem muito para nos entregar…

Aumenta!: Todo o disco.

Diminui!:

Minha canção favorita do álbum: White Queen (As It Began), Great King Rat e The Fairy Feller’s Master-Stroke (DICO UM) e Killer Queen, The March Of The Black Queen e Bring Back That Leroy Brown (DISCO DOIS).

Live at the Rainbow ’74

Artista: Queen

País: Reino Unido

Lançamento: 8 de setembro de 2014

Gravadora: Virgin EMI, Hollywood

Estilo: Rock, Hard Rock

Fonte: http://www.planocritico.com

Dica de: Roberto Mercury

Matéria do site planocritico.com: “Crítica | “Live Killers” e “Live Magic” – Queen

queen ao vivo

Queen: Live Killers

estrelas 4

queen-live-killers

Live Killers, o primeiro álbum ao vivo do Queen, foi lançado em 26 de junho de 1979, resultado da longa turnê de Jazz. O disco é uma espécie de memória viva da década de 1970 para a banda, contendo canções icônicas dos álbuns lançados até aquele momento. Gravado entre janeiro e março de 1979, Live Killers foi mixado na Suíça, com produção do próprio quarteto, que no final de tudo, não ficou contente com o resultado. Apesar disso, o disco foi o maior sucesso ao vivo já lançado pelo Queen, e tem a icônica e sempre reprisada versão de Love of My Life, gravada em 2 de fevereiro de 1979 em um show em Frankfurt, com uma multidão regida por Mercury, cantando a plenos pulmões.

Existem muitas críticas em relação a Live Killers, especialmente vindas do próprio Queen, como já dissemos anteriormente. A maior parte desse descontentamento está nas interferências de estúdio feitas na mixagem, o que levou Brian May a fazer piada com o fato, anos depois: “a única coisa ao vivo em Live Killers é o tambor baixo”. Mas a despeito disso, as 21 faixas do álbum não podem jamais ser deixadas de lado. Não é preciso dizer que a produção acaba perdendo pontos pelas intromissões de uma edição exagerada (os músicos parecem ter agido como crianças com um brinquedo novo quando escolheram o material e resolveram editá-lo), mas mesmo assim, ouvi-lo é um verdadeiro prazer.

Abrindo com uma versão rápida de We Will Rock You, passamos para uma tríade de “canções matadoras” da banda, todas com arranjos vocais e instrumentais marcantes para o palco (destaque absoluto para as execuções de Brian May): Let Me Entertain You, Death on Two Legs (Dedicated To…) e Killer Queen. É curioso que para as faixas que, em sua versão de estúdio, havia camadas e camadas de vocais ou complexas sobreposições instrumentais, a banda resolveu o problema com incursão de solos com os instrumentos em força maior ou arranjos para vocais de apoio que dão um tom interessante às canções, como é o caso de Bicycle Race, Keep Yourself Alive e Tie Your Mother Down.

Os maiores destaques dentre as músicas desse álbum vão para Love of My Life e Brighton Rock, a primeira por sua execução lírica e absolutamente contagiante e a segunda pela explosão vocal e instrumental do grupo, além de um epílogo (servindo de ponte para Bohemian Rhapsody — já com uso de tape para a parte operística, mas com execução questionável — que tem a ótima Mustapha como introdução e seguida de uma excelente versão de Tie Your Mother Down e uma engraçada performance de Sheer Heart Attack) de fazer cair o queixo, os olhos, os ouvidos. É aquele momento de virtuosismo e brincadeiras de cada um dos músicos, em que os ouvimos executar solos, dar gritinhos e cantarolar alguns trechos de canções. Não tem como ouvir uma vez só. Sem sombra de dúvidas é a melhor faixa do disco.

Aumenta!: Love of My Life

Diminui!: Bicycle Race

Minha canção favorita do álbum: Brighton Rock + ponte

Live Killers

Artista: Queen

País: Reino Unido

Lançamento: 26 de junho de 1979

Gravadora: EMI, Parlophone

Estilo: Rock, Hard Rock

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Queen: Live Magic

estrelas 2,5

Live_Magic

Gravado entre julho e agosto de 1986, durante a turnê The Magic Tour, Live Magic foi o segundo álbum ao vivo do Queen, lançado em dezembro de 1986. O disco teve uma novidade interessante na formação de pessoal, com o acréscimo do músico Spike Edney nos vocais de apoio e complementos de teclado, piano e guitarra durante os shows. Mas “grande” novidade aqui não é a positiva adição de um músico fora da banda. A “grande” novidade é [mais um] erro de edição do Queen e do produtor Trip Khalaf ao lançarem um produto final picotado e, na melhor das hipóteses, incompleto.

Enquanto ouvia Live Magic (a segunda versão, com inacreditáveis 2 minutos a mais que a versão em LP – hehehe) eu não pude deixar de pensar no quanto o disco seria maravilhoso se as canções fossem deixadas até o final. Nem que tivéssemos aqui um álbum de uma hora ou até mais de duração. No entanto, canções que definitivamente mereciam ter o seu complemento como Bohemian Rhapsody, A Kind of Magic e Another One Bites the Dust (percebam que não são canções qualquer!) foram impiedosamente cortadas. E de uma forma que não faz sentido algum dentro da progressão das faixas, um erro inadmissível para um álbum do Queen. É quase inacreditável.

De alguma forma, esse disco se parece com Live Killers, não só por ter sido estragado no estúdio mas por manter uma ideia interessante de organização das canções. Essa afirmação, no entanto, se torna um problema quando consideramos a continuidade dessas músicas no show, algo que até poderia ser consertado na edição, mas não foi. De todo modo, à parte o péssimo trabalho de mixagem, a organização é boa. E só para complementar a ideia de semelhanças com ao vivo anterior, vale dizer que Live Killers, mesmo com as interferências, resultou em um bom álbum, o que não é o caso aqui. E é sempre bom dizer que o problema de fato não é a performance do Queen – há algumas falhas no vocal de Mercury, mas não é nada grave – e sim o que eles fizeram com o material gravado na mesa de edição, o bastante para roubar metade da nota do produto final.

E só para não dizer que não existe nada de realmente bom, One Vision, Hammer to Fall e Radio Ga Ga (a minha favorita do disco, mesmo tendo passado por um corte grosseiro) são realmente muito boas ao vivo e receberam atenção o bastante no resultado final de Live Magic para valerem a pena. Alguns amigos já me perguntaram: “você não gosta muito desse álbum por causa da edição?” e a minha resposta é sempre “sim.”. O grande problema é você está curtindo um disco ao vivo e, de repente, a canção ser subitamente cortada e porcamente emendada em uma outra. Como gostar muito e completamente de um disco desses? Afinal de contas, o pacote inteiro é válido, não apenas uma parte dele…

Aumenta!: Hammer to Fall

Diminui!: Friends Will Be Friends

Minha canção favorita do álbum: Radio Ga Ga

Live Magic

Artista: Queen

País: Reino Unido

Lançamento: 1º de dezembro de 1986

Gravadora: EMI, Hollywood

Estilo: Rock, Hard Rock

Fonte: http://www.planocritico.com

Dica de: Roberto Mercury

Com Freddie Mercury, o Queen fez história, lançando hit atrás de hit e inspirando novos musicos até hoje. Agora com Adam Lambert nos vocais, a banda promete emocionar a legião de fãs brasileiros no #RockInRio. #SKYrocks.

Fonte: www.sky.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Brian May participa do novo álbum do Motörhead

Você sabe basicamente o que vai encontrar quando compra um álbum do MOTORHEAD, mas a banda ainda pode trazer algumas surpresas de vez em quando, como seu vindouro LP, “Bad Magic” com uma participação convidada de “Brian May” e um cover de “Sympathy for the Devil”, do ROLLING STONES.

O frontman da banda, Lemmy Kilmister, falou com o Loudwire sobre o álbum e foi até modesto quando comentou sobre o cover dos STONES, dizendo que “detonou”. Quando perguntado por que decidiram fazer essa faixa, ele revelou que veio do wrestler profissional Triple H: “Ele nos pediu para fazer algumas músicas cover para seu programa de TV. Ele tem um canal agora, então gravamos isso e decidimos ficar com ela.”

O envolvimento de May já estava chegando há muito tempo: “Ele subiu no palco conosco há 10 anos e tocou ‘Overkill'”, lembrou Lemmy rindo. “Ele ficou louco. Eu gosto de Brian. Ele fez essa coisa onde vinha correndo a 1.000 km por hora, e caiu de joelhos, como nos filmes. Eu fiquei muito surpreso. Fiquei bem feliz que conseguimos tirar isso dele.”

E como o frontman contou ao A.V. Club, a amizade de May com o guitarrista da banda, Phil Campbell, trouxe o último catalizador para essa aparição: “Eles se falaram pela Internet e ele sempre quis que Brian fizesse algo conosco. Dessa fez Phil fez uma ligação ou talvez só tenha ficado preguiçoso demais para fazer o solo sozinho.”

Fonte: http://whiplash.net/
Dica: Roberto Mercury

Na história do Rock in Rio, foi graças a banda britânica Queen que os outros astros aceitaram pisar no Brasil.
Freddie Mercury, falecido vocalista do Queen
Freddie Mercury, falecido vocalista do Queen

No site oficial do Rock in Rio, a história confirma que, antes do primeiro Rock in Rio, realizado em 1985, o público brasileiro recebia pouquíssimas visitas dos grandes nomes, pois bandas como Iron Maiden, Police e Kiss, além de seus grandes empresários, não sentiam qualquer firmeza na economia brasileira e tinham mito receio de acreditar e investir na vinda dos astros.

O empresário e publicitário Roberto Medina, dono da agência Artplan, decidiu iniciar uma ideia ousada de realizar o primeiro megafestival, com a duração de dez dias. Junto com seus ex sócios Oscar Ornstein e Luiz Oscar Niemeyer, passaram todo o ano de 1984 percorrendo o mundo, tentando a duras penas trazer grandes artistas para o evento. Só para se ter uma ideia da dificuldade, das 70 reuniões iniciais que conseguiram marca, ouviram 70 nãos! Mas, prosseguiram com idealismo e muita garra para vencer.

Roberto Medina conta, no site oficial do megafestival, que o Queen foi o primeiro grupo a fechar contrato, mesmo com o empresário da banda tendo ficado bastante assustado com as promessas dos brasileiros. Era difícil visualizar, dentro da frágil economia do Brasil, “um megafestival que oferecia uma estrutura de 500 mil metros de área, heliportos, lanchonetes, shoppings, cobertura maciça da mídia, três palcos giratórios com 80 metros de boca de cena, nada visto antes parecido”, como conta Medina.

 

Graças a contratação do Queen, que deu o primeiro e tão suado voto de confiança ao Brasil, os ventos começaram a soprar a favor e outras bandas consagradas, como Iron Maiden (o segundo contratado), seguiram a “rainha” e aceitaram vir ao Brasil. Claro, o Queen mereceu receber o cachê mais alto, de US$ 600 mil (equivalentes a US$ 1,3 milhão atuais). Mais do que merecido, já que foram eles que puxaram todas as outras grandes atrações mundiais.

Medina conta que muitos astros internacionais aceitaram tocar até por metade de seus cachês, após a contratação milionária do Queen, que foi quem deu, de fato, a credibilidade para o Rock in Rio acontecer. A famosa fixação de Freddie Mercury por Dom Quixote o levou a presentear Roberto Medina com um fidalgo de La Mancha, assinado por Salvador Dalí, conforme ele próprio conta no site.

Depois do Queen, vieram Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Scorpions, AC/DC e Whitesnake, levando o heavy metal a ser a forte marca do primeiro Rock in Rio. Depois dos metaleiros, os três empresários saíram em busca de astros de outros gêneros musicais. Conseguiram fechar com o Yes Rod Stewart, Nina Hagen, Go-Go’s e B52′, em uma escalação internacional de respeito!

Além da histórica apresentação do Queen, de seu eterno hino do evento com o público cantando Love of My Life em um coral regido por Freddie Mercury, esse primeiro Rock in Rio também teve outros momentos memoráveis.

Há lembranças marcantes do show do Iron Maiden, por exemplo, que fez apresentação única devido a agenda lotada, e quanto todos os outros astros se apresentaram duas vezes.

James Taylor teve a oportunidade de se reerguer, com a carreira nitidamente em declínio. A gratidão do cantor foi tão grande, ao cantar para 250 mil pessoas por noite, que ele até escreveu a canção “Only a Dream in Rio”, como homenagem ao festival e a receptividade que teve na cidade,

Eterno janeiro de 1985. Foram dez noites memoráveis, e que conseguiram a façanha de reunir um público de 1,3 milhão de pessoas, vindas de todas as partes do mundo, e que guardam até hoje na lembrança as “90 Horas de Música e Paz”, um dos slogans do festival, em conformidade com as informações históricas contidas no site oficial do Rock in Rio.


Fonte: http://br.blastingnews.com/
Dica de: Roberto Mercury

Esse é um grande momento na vida do norte-americano Adam Lambert. O cantor de 33 anos já lançou três discos solo de sucesso e vem, desde 2012, se apresentando junto ao Queen, interpretando os vocais de Freddie Mercury, sua maior inspiração.
 
Saiba por que ele é o cara perfeito para assumir o posto de frontman da banda britânica:
 
Lambert ficou conhecido ao participar do American Idol, em 2009, cantando “Bohemian Rapsody” O destino foi certeiro: um cantor iniciante de 26 anos adentrou a sala de audições do reality show e, ao entonar as primeiras notas de um dos maiores clássicos do rock, ganhou a aprovação de todos os jurados, partindo para as próximas etapas da competição.


Na final do programa, ele tocou junto ao Queen
No último episódio daquela edição do reality show, Lambert cantou ao lado do outro finalista, Kris Allen, “We Are The Champions”, com os próprios caras do Queen tocando ao fundo. Lambert acabou ficando em segundo lugar, mas o que era seu estava guardado…


Lambert foi convidado por Roger Taylor e Brian May para assumir os vocais do Queen
Os próprios membros da banda convidaram o cara a cantar no lugar de Freddie Mercury. O baterista Taylor e o guitarrista May ficaram impressionados com a performance de Lambert. “Nós não procurávamos outro vocalista, mas Adam é como um presente de Deus. Ele tem uma habilidade técnica que supera 99,9% dos cantores no mundo. Você vê isso e se pergunta ‘o que aconteceria se abríssemos essa caixa novamente?’”, disse May ao The Telegraph.

A estreia da carreira solo de Lambert também foi um sucesso
O mérito é todo dele. O disco de estreia de Lambert, “For Your Entertainment”, de 2009, emplacou direto nas primeiras posições da Billboard 200 Albums. Esse foi o álbum do primeiro grande single do cara, “Whataya Want From Me”, que ficou em décimo lugar na Billboard Hot 100.

O segundo disco ficou em #1 na Billboard 200 Albums
“Tresspassing”, disco de 2012, repetiu o êxito do primeiro álbum de estúdio de Lambert, mas foi um pouco mais longe, ficando no topo da parada norte-americana. A faixa-título foi composta junto a Pharrell Williams:

Ele já trabalhou com vários nomes de peso
Além do Queen, outros artistas super renomados contribuíram para a carreira do cara: Lady Gaga, Pink, Matt Bellamy, Dr. Luke, Bruno Mars, Pharrell Williams e vários produtores influentes no mainstream.

Lambert honra o legado de Freddie Mercury
Como um grande fã, Lambert sabe da responsabilidade de assumir as performances do eterno líder do Queen e afirma que ficou surpreso quando surgiu o convite. “Claro que as comparações estão lá, mas eu não posso me comparar a Freddie. Ele é como um semi-deus. Os caras diziam ‘ei, você pode fazer isso, confiamos em você’. E eu ficava tipo ‘tem certeza?’. Mas eu tinha coisas em comum com Freddie como artista e como pessoa. Tinha alguma afinidade ali”, disse o cantor ao jornal londrino Evening Standard.

“The Original High”, seu novo álbum solo, também ganhou as paradas
Nesse ano, Lambert provou mais uma vez que tudo o que toca vira ouro –  com ou sem o Queen. “The Original High”, seu terceiro disco de estúdio, foi lançado em junho e chegou às primeiras posições da Billboard 200 Albums. O primeiro single, “Ghost Town”, também entrou para a lista do Hot 100.

O novo disco do cara já está nas lojas e você também pode baixar pelo iTunes. Clique aqui e garanta o seu.

 

Fonte: www.warnermusic.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Transmissão ao vivo do Rock in Rio 2015 na TV e Internet (O show do Queen apenas pela TV)

O Multishow vai transmitir ao vivo todos os shows dos Palcos Sunset e Mundo durante os sete dias de festival.

Que o Rock in Rio 2015 acontece nos dias 18192024, 2526 e 27 de setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, você já sabe. A novidade, porém, é para quem não vai conseguir ir ao festival: o canal Multishow vai transmitir ao vivo o Rock in Rio 2015 na TV e Internet.

A transmissão começará na TV sempre às 15h, com exceção do primeiro dia do festival, 18 de setembro, quando o Multishow chega mais cedo à Cidade do Rock e mostra todos os detalhes da abertura do evento, a partir das 14h.

O Palco Sunset será transmitido ao vivo na TV e na web, enquanto o Palco Mundo será transmitido apenas na TV (Palco que o Queen tocará). Além dos dois palcos principais, o Multishow ainda transmitirá ao vivo o que rola no Palco Street Dance.

Confira abaixo a agenda da transmissão do Rock in Rio 2015 na TV e Internet:

Queen + Adam Lambert

DIA 18/09, A PARTIR DAS 14H
Palco Sunset (TV/WEB) e Palco Mundo (TV) 

DIAS 19, 20, 24, 25, 26 e 27/09, A PARTIR DAS 15H
Palco Sunset (TV/WEB) e Palco Mundo (TV) 

 

Fonte: www.guiadasemana.com.br

Análise Vocal – Adam Lambert x Freddie Mercury

Studio Vocal Márcio Markkx fez a analise vocal de Adam Lambert e de Freddie Mercury.

 

Análise Vocal – Adam Lambert

Alcance Vocal: A2 – A5 ( Lá 2 – Lá 5).

Oitavas: 3 Oitavas.

Voz Plena: A2 – A5 ( Lá 2 – Lá 5).

Oitavas: 3 Oitavas.

Alcance Controlado: A2 – A5 ( Lá 2 – Lá 5).

Oitavas: 3 Oitavas.

Tessitura Vocal: D3 – B4 (Ré 3 – Sí 4).

Oitavas: 1 Oitava e 5 Notas.

Gêneros Musicais: Pop Rock.

Adam Lambert, atualmente, é um modelo de bom performer vocal ao vivo dentre os mais extravagantes nomes masculinos do meio. Sua carreira ganhou maior visibilidade após participar de um famoso Reality Show estadunidense e terminar em segundo lugar mesmo sendo, aparentemente, o favorito da massa. Posteriormente lançou um álbum em 2009 que foi sucesso de vendas nos Estados Unidos da América, parte da Europa e Oceania.

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Timbre e Registros

Seu timbre é comumente demonstrado de forma agressiva e intensa, produzindo um som mais dramático e grandioso por conta de seu repertório de considerável complexidade. Cantando em uma tessitura extremamente alta para um homem de sua idade, Adam ostenta uma voz metálica, vibrante e álgida que se adéqua a sua persona on stage em detrimento de seu natural tom de emissão sem efeitos vocais complexos. Em suas interpretações os Eus Líricos em grande parte das canções são encorporados de forma deveras teatral e emotiva, abrindo margem para sua voz de considerável tamanho brilhar com suas distintivas notas agudas “beltadas”.

Seu registro agudo pleno é extremamente extenso, potente, metálico e descoberto, porém não aparenta ser primorosamente dúctil, já que só é demonstrado em notas da base da quarta e toda a quinta oitava em dinâmicas de F (Forte) em diante e nunca em P, PP, PPP (Piano, Pianíssimo, Molto pianíssimo) – vale ressaltar que sem recorrer ao falsete ou voz de cabeça  (Fazendo uso apenas do registro misto) Adam atravessa praticamente toda a quinta oitava e não adentra a sexta por conta de 2 tons. Falsete e voz de cabeça marcam presença em poucos momentos de seu canto, o que não significa que não poderia desenvolver certa perícia na execução de ornamentos neste registros – em algumas raras ocasiões pode-se conferir que o interprete não demonstra significativo revés com o passaggio – mas mesmo assim são deixados de lado para dar lugar a um som mais característico do rock.

Sua região média é naturalmente quente, delicada, emotiva e mesmo seu repertório e personalidade não explorando tais qualidades com afinco, estas características de seu timbre são perceptíveis em melodias de andamentos mais vagarosos e ralentados. Sua emissão se faz sólida e plástica até por volta de um A agudo acima do centro C, se iniciando em um G# da terceira oitava, tendo é claro predominância do registro de peito em sua emissão enquanto se mantém nesta faixa de notas, a fim de corroborar sua personalidade vocal – que usa do belting boa parte do tempo para evitar, de forma salubre, a passagem da voz para o falsete/voz de cabeça, lhe proporcionando um condicionamento vocal superior ao da média de interpretes Pop em acuidades semelhantes com respeito a seus respectivos tipos vocais e tessituras.

A região grave de sua voz é decentemente emitida, mas por manter-se em tons bastante agudos a maior parte do tempo, Adam tende a ficar ofegante por conta do aumento de ar que as notas graves exigem em sua execução e acaba perdendo significativamente ressonância e estamina quando tem de adentrar a base da terceira oitava.

Histórico Vocal

Ainda de cabelos loiros, na graduação do High School, em 2000, Adam e seus 18 anos já demonstravam grande conforto em performances ao vivo, cantando em uma estética mais contida e com um timbre mais aveludado, rico e quente. Neste período não existem gravações suficiente para traçar um perfil fidedigno de seu canto, apenas uma performance em sua formatura.

Já em 2004 podemos conferir uma performance mais teatral em um DVD de um musical que tornou-se viral depois de seu sucesso, demonstrando o timbre de Adam de forma mais próxima da que o consagrou em 2009. Aqui, seu registro superior já pode ser conferido na costumeira forma metálica e potente que perpetuou as rádios em seu apogeu comercial.

Já em 2009 seu timbre demonstrava estar mais frontal e agressivo. Adam demonstrava maior identidade artística neste período por dispor de maior liberdade e até mesmo necessidade para tal já que competia em um Reality. A agilidade no topo de sua tessitura e alcance marcava presença de forma mais extravagante, assim como o drive nas notas agudas em registro misto, tudo em prol de uma postura mais imponente e segura.

Atualmente sua voz segue a mesma premissa. Seu timbre, habilidades vocais ou cênicas não sofreram alterações significativas neste período de tempo.

Pontos Negativos

Apesar de dispor de um registro misto incrivelmente firme e extenso, o topo de sua extensão no mesmo pode estar sendo exposto com uma questionável técnica de emissão, já que foge em quase uma oitava a faixa de notas de um interprete masculino com uma voz naturalmente aguda, evitando exageradamente o passaggio para um registro mais leve com o “agravante” de uma embocadura que foge ao ideal em um padrão ótimo de emissão de canto (O famoso formante redondo). O posicionamento de sua língua durante a execução das citadas notas agudas é sempre frontal e reto para evidentemente evitar tensão na base da mesma para facilitar a execução do mix em acuidades estratosféricas, porém é perceptível em algumas performances que este posicionamento torna-se levemente exagerado cobrindo até mesmo os dentes inferiores.

Resolução dos Pontos Negativos

Previamente é necessário frisar que cada interprete dispõe de peculiaridades extremamente particulares com respeito a suas habilidades como cantores e que o senso comum em técnica convencional salubre é sim relevante e cientificamente provado e aprovado por profissionais capacitados, mas nem sempre uma afirmação que não está sujeita a exceções. Adam pode não estar sofrendo consequências negativas na execução de boa parte das notas de sua emissão na quinta oitava, mas os extremos e o formante “espalhado” da boca podem ser evitados visando longevidade vocal, adotando uma embocadura mais oval. Um repertório que vise valorizar outras regiões e dinâmicas de sua voz com o decorrer dos anos também pode contribuir para um envelhecimento saudável de suas pregas vocais.

 

Análise Vocal – Freddie Mercury

Freddie Mercury ao vivo em 1982

Alcance Vocal:  F2 – F6 (Fá Dois – Fá Seis).

Oitavas:  4 Oitavas.

Voz Plena:  F2 – A5 (Fá Dois – Lá Cinco).

Oitavas:  3 Oitavas e 2 Notas.

Alcance Controlado:  F2 – D6 (Fá Dois – Ré Seis).

Oitavas:  3 Oitavas e 5 Notas.

Tessitura Vocal:  C3 – A4 (Dó Três – Lá 4).

Oitavas:  1 Oitava e 5 Notas.

Sendo atualmente um dos músicos mais lembrados do fim da segunda metade do século XX, Freddie Mercury tornou-se uma inspiração para interpretes diversos por conta do sucesso alcançado em sua jornada de mais de 20 anos como cantor, compositor e instrumentista – sobretudo em seu tempo de atividade na banda britânica de rock Queen. Sua entrega em performance e sua singular forma de interpretar seu repertório deixou saudade nos corações dos fãs, que viram seu ídolo falecer no ano de 1991 na casa dos 40 anos de idade.


Freddie-mercury-analise vocal

Registros

A região superior da voz de Freddie em seu registro misto era: Vibrante, gélida, metálica e rica. Entre seus contemporâneos era algo apreciado e popular o som do famosos drive, fielmente entoado em praticamente todos os momentos de clímax de suas canções ao vivo com bastante plasticidade até o A4 (Lá 4) acima do centro C (Dó 4) e em estúdio até os limites de seu registro misto (Que abrangia quase todas as notas da quinta oitava no mix head voice e abrangia o famoso dó de peito dos Tenores). No falsete Freddie já alcançou ao vivo um Ré de Soprano (D6) com controle e agilidade considerável para um interprete do sexo masculino; também sendo adepto do whistle register em raras, mas válidas, ocasiões é indiscutível seu virtuosismo em controlar sua grande extensão vocal.

Seu registro médio era escuro, metálico e de grande dimensão. Freddie era um interprete de voz masculina aguda e cantava habitualmente entre um D3 (Ré 3) até um A4 (Lá 4) em voz de peito e presava bastante por um som agressivo e emotivo, o que não o impedia de demonstrar colorações mais delicadas (Principalmente dentre as texturas diversas das gravações de estúdio).

Em estúdio o registro inferior era extenso e bem emitido para um homem que não dispõe de uma voz naturalmente tão grave. Notas da segunda oitava eram comumente executadas entre vocais harmonizados e uníssonos para corroborar o clímax de suas canções, porém já apareceram em linhas melódicas monofônicas sem problemas de soprosidade ou estabilidade com frequência.

Histórico Vocal

Em suas performances ao vivo Freddie sempre demonstrou grande facilidade em entoar canções gravadas em estúdio com fidelidade considerável quando precisava cantar até os limites de sua tessitura. Com seu pedestal pela metade e extravagantes roupas dos anos 70, o vocalista do “Queen” esbanjava estamina ao vivo, se movimentando de forma frenética sem deixar as linhas melódicas serem emitidas com ofegância em meio aos arranjos criados especialmente para performances ao vivo pela banda.

No início dos anos 70 seu repertório requeria uma voz extremamente metálica, com grande facilidade de emissão na região do topo da terceira e parte da quarta oitava em voz de peito, com aptidão também a se estender a notas do topo da quarta oitava em rápidos picos ao vivo a maior parte do tempo e em notas da quinta oitava sustentada em estúdio (Na canção “My Fairy King” podes encontrar um sustentado G5 ligado em glissando a um A5 em registro misto, depois um outro A5 em sustentado). Em canções como “Doing All Right” – de seu álbum debut – a coloração delicada de sua voz também é demonstrada de forma emotiva e delicada com direito até mesmo ao falsete (Registro este pouco utilizado por Freddie para cantar versos claros ou em notas sustentadas, notas estas que também aparece em “Great King Rat” em um A5 e em “My Fairy King”, novamente em sua região média de canto).

Na segunda metade dos anos 70 Freddie Mercury apresentava um timbre levemente mais rico e passa a cantar com uma postura mais adequada e requintada, valorizando sua emissão em performances ao vivo e sua desenvoltura em palco. Mas foi nos anos 80 que sua voz adquiriu o timbre dramático, escuro e rouco, que combinado a seu já famoso vibrato extremamente rápido e fluido, lhe conferiu tanta credibilidade em meio aos fãs de grandes vozes do passado – para muitos fãs este é o apogeu de seu timbre em gravações de estúdio.

Segunda metade dos anos 80, Freddie está próximo de parar de se apresentar em performances ao vivo em decorrência de sua doença. Não existem gravações que demonstrem o deterioramento vocal de Freddie, mesmo nas tardias gravações de estúdio sua voz só era entregue ao público demonstrando um padrão altíssimo de qualidade, e isso inclui o álbum “Made In Heaven” – gravado ao fim de sua vida, próximo ao apogeu de sua debilidade, e lançado após sua morte. O álbum, de forma alguma, demonstra vocais que entregassem facilmente seu estado físico e psicológico (Ouvidos treinados certamente percebem que as terminações de frases estavam ofegantes, o timbre menos rico, o falsete mais fraco e instável e os legatos de difícil acesso, mas estes defeitos técnicos evidentemente foram ocasionados pela doença do vocalista e não por sua conduta em palco).

Sempre exibindo umas musicalidade impar, cantar e tocar ao vivo nunca foi problema aparente em seus dias de glória, as duas funções distintas fluíam com grande facilidade e naturalidade, tendo como destaque o não detrimento de seu canto emotivo por conta dos acordes a serem executados ao piano. Seu senso de ritmo é outra questão a ser relatada, já que em seu período de atuação o retorno eram deveras mais obsoleto que em dias hodiernos, dificultando a execução de um repertório tão diversificado e árduo em meio a um ambiente onde alarido é algo tão comum.

Pontos Negativos

Freddie Mercury foi um interprete que realmente se entregou bastante a suas performances ao vivo, porém evitava algumas notas agudas, colocando interlúdios no lugar de alguns versos cantados, o que lhe conferia mais longevidade vocal em meio a uma agenda extremamente lotada de shows, mas deixava de mostrar a proposta gravada.

 

Fontes:
www.facebook.com/vocalpop

http://studiomarciomarkkx.com.br/analise-vocal-adam-lambert

http://studiomarciomarkkx.com.br/analise-vocal-freddie-mercury

Dica de: Roberto Mercury

Queen, Metallica, Rihanna… veja quais hits do line up não vão faltar.

Evento acontece de 18 a 27 de setembro na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, em uma área com mais de 150.000 metros quadrados.

A 6ª edição do Rock in Rio, festival que comemora 30 anos em 2015, acontece nos dias 181920242526 e 27 de setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, em uma área com mais de 150.000 metros quadrados.

Se você já está com os ingressos na mão, ou se com certeza irá ver em casa, já deve estar ansioso para o evento. E nada como fazer um esquenta para o Rock in Rio ouvindo as principais
bandas do line-up!

Confira abaixo 15 músicas que, sem dúvida, estarão no Rock in Rio 2015:

Queen – Love of My Life (18/09 – 00:00 – Palco Mundo)

A parceria Queen + Adam Lambert faz em seus shows uma versão para ninguém botar defeito de Love of My Life, na voz de Brian May. A apresentação ao vivo ainda conta com uma imagem de Freddie Mercury cantando a música junto, impossível não se emocionar.

OneRepublic – Counting Stars (18/09 – 22:30 – Palco Mundo)

Apesar de muita gente lembrar do OneRepublic pelo seu primeiro single, Apologize, a banda voltou com tudo nos últimos tempos com um hit ainda melhor e animado. Vai ser impossível não cantar Counting Stars.

Homenagem à Cássia Eller – All Star (18/09 – 20:00 – Palco Sunset)

Xis, Nando Reis, Mart’Nália, Marcio Mello, Filipe Catto, Emanuelle Araújo, Arnaldo Antunes, Zelia Duncan, Julia Vargas, Fabio Allman e Tacy de Campos subirão o Palco Sunset para homenagear Cássia Eller. Com certeza teremos o prazer de ouvir All Star na voz de Nando Reis.

Metallica – Enter Sandman (19/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Difícil dizer qual o momento mais esperado do show do Metallica, com tantos hits famosos, podemos dizer que Enter Sandman vai ser um momento histórico, já que eles costumam guardar esse clássico mais para o finzinho do show, para encerrar com chave de ouro.

Korn – Freak On A Leash (19/09 – 20:00 – Palco Sunset)

Uma das atrações mais esperadas do dia 19, dia do metal no RIR, é o Korn. E impossível pensar na banda e não lembrar de Freak On A Leash, que parece ficar ainda mais energizante ao vivo.

Rod Stewart – Da Ya Think I’m Sexy?  (20/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Os hits são muitos, mas Da Ya Think I’m Sexy? com certeza vai ser um momento épico e divertido do show de Rob Stewart.

Elton John – Your Song (20/09 – 22:30 – Palco Mundo)

A última vez que Elton John se apresentou pelo Rock in Rio foi na edição Brasileira de 2011, ele estará de volta agora em 2015 e uma coisa não mudou: a multidão que vão se emocionar ao ouvir Your Song.

System of a Down – Chop Suey (24/09 – 00:00 – Palco Mundo)

O System esteve no RIR de 2011 e voltam mais uma vez pra alegria dos fãs. E, claro, o hit Chop Suey não faltará. Nos resta tentar acompanhar a letra complicada!

Slipknot – Surfacing (25/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Tá aí mais uma banda que esteve no RIR de 2011. É difícil escolher uma música que marca o show do Slipknot, mas Surfacing com certeza foi uma das mais marcantes da outra edição e esperamos que encerre novamente a apresentação!

Faith No More – Epic (25/09 –22:30 – Palco Mundo)

Epic foi (e ainda é!) uma das músicas que marcou a cena do rock por anos e é lembrada até hoje como um grande clássico do rock dos anos 90. Não pode faltar, é claro!

Sam Smith – Surfacing (26/09 – 22:30 – Palco Mundo)

No Brasil pela primeira vez, não vemos a hora de cantar Stay With Me juntinho da voz maravilhosa do Sam Smith!

Lulu Santos – Tempos Modernos (26/09 – 19:00 – Palco Mundo)

Você pode até não ser um grande fã de Lulu Santos, mas quando Tempos Modernos tocar queremos ver você resistir e não cantar esse clássico da música brasileira.

Rihanna – Bitch Better Have My Money (26/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Com tantos sucessos, Rihanna fará com certeza um show de hits famosos. Mas a grande novidade que com certeza não faltará no show é a polêmica Bitch Better Have My Money, que foi pouquíssimo apresentada ao vivo ainda, estamos curiosos!

A-ha – Take On Me (27/09 – 22:30 – Palco Mundo)

O A-ha é uma banda maravilhosa, mas não tem como ficar o show todo ansioso por uma música em especial: Take On Me. E, claro, eles vão deixar este grande momento para o final.

Katy Perry – I Kissed a Girl  (27/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Já tivemos a oportunidade de ver Katy Perry cantando I Kissed a Girl em 2011, mas mesmo com tantos hits lançados de lá para cá, essa música continua sendo uma das mais marcantes de sua carreira e não pode faltar!

 

Fonte: www.guiadasemana.com.br

O vídeo Oficial de “Don’t Stop Me Now” ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações no You Tube!

“Don’t Stop Me Now” é um single lançado em janeiro de 1979. A canção escrita por Freddie Mercury, foi lançada pela primeira vez no álbum Jazz.

Possui uma melodia mais voltada ao rock puro, diferente de outras canções da banda que tinham um caráter mais melancólico e melódico. A sua letra possui um caráter eufórico e poético: o narrador diz nunca querer parar de viver tão intensamente usando várias metáforas. Por ser uma canção extremamente conotativa, há várias formas de interpretação dessas metáforas.

Fonte: www.queenonline.com   |   www.wikipedia.org

Por Tiago Abreu, Fonte: Is This The Real Life?


Uma das canções mais famosas do QUEEN, especialmente em território nacional, é “I Want to Break Free” também é uma das músicas mais incompreendidas da banda. Lançada em 1984, no álbum “The Works”, foi escrita por John Deacon.

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Anteriormente ao disco, a banda estava em turnê do questionado álbum “Hot Space” e, neste período, o grupo estava cansado de digressões. Nesta época, Brian May gravou um disco com EDDIE VAN HALEN, Roger Taylor preparou um segundo disco solo e Freddie Mercury passou a trabalhar em seu futuro primeiro LP solo. John Deacon, por sua vez, foi descansar com sua família.

Em meados de 1983, John Deacon escreveu a canção. A respeito de suas composições, o baixista disse, em uma entrevista no ano anterior, que normalmente escreve canções criando personagens e temas cujas reflexões os permeiam. Assim, é comumente aceito que “I Want to Break Free” trata, simplesmente, de alguém que deseja se libertar de dificuldades. Em entrevista a Globo, no famoso diálogo com Glória Maria, Freddie Mercury diria que “tem a ver com todos. É alguém que tem uma vida difícil e quer se livrar de seus problemas”.

Durante as gravações do álbum, a banda estava em crise, mas decidiram seguir em frente. Para a divulgação do disco, foram lançados quatro singles, cada um escrito por um dos membros: “Radio Ga Ga” (Roger Taylor), “It’s a Hard Life” (Freddie Mercury), “Hammer to Fall” (Brian May) e “I Want to Break Free” (John Deacon).

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Uma curiosidade sobre o single é que ele veio em várias capas distintas. Uma delas tinha a foto dos quatro membros, e outras quatro capas com fotos individuais. Para a divulgação da canção, surgiu a ideia de gravar o seu clipe.

A ideia do videoclipe veio da então namorada de Roger Taylor, Deborah Leng (que aparece no clipe de “Breaktru”), que sugeriu a banda uma paródia da novela Coronation Street, caracterizados como drag queens. Taylor levou a ideia para os demais, que aceitaram em fazer algo bastante humorístico e irônico.

No DVD de clipes da banda, lançado em 2003, Roger disse que ele e o diretor David Mallet chegaram a fingir um namoro na chegada da namorada de David ao local de gravação. Nas cenas, Taylor está vestido como uma jovem estudante. Brian, no mesmo material, diria que praticamente ninguém fora da Inglaterra entenderia que o vídeo se trata de uma paródia escrachadamente humorística.

Nas cenas seguintes, principalmente pensadas por Freddie e David Mallet, os quatro membros estão em um local escuro, juntamente a mineiros. Mais tarde, Freddie surge sob uma série de pessoas, fazendo outra referência, desta vez a uma peça feita pelo Nation Ballet, em que o vocalista surge como Puck, um ser mitológico que faz travessuras.

O clipe da canção foi muito bem recebido no território britânico – onde Coronation Street era exibida – e no território norte-americano, o vídeo chegou a ser recusado em algumas emissoras porque era “impróprio”.

A canção tornou-se um sucesso, e foi tocada no Rock in Rio de 1985, aqui no país. Nesta ocasião, surgiu-se muitos boatos acerca da canção, inclusive reproduzida erroneamente em livros. No entanto, “I Want to Break Free”, no Brasil, foi executada e recebida com êxito.

Mesmo depois de 30 anos correndo pelo mundo, a música ainda é interpretada, por muitos, como apologética ao mundo LGBT, o que não procede.

 

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Kerrang: os 50 álbuns para ouvir antes de morrer

A equipe da Kerrang! trouxe uma lista dos 50 álbuns para ouvir antes de morrer.

Confira abaixo:

 

50: BLINK 182 – “Take Off Your Pants And jacket”

49: LIFETIME – “Hello Bastards”

48: THIRD EYE BLIND – “Third Eye BLind”

47: Rowland S Howard – “Teenage Snuff Film”

46: BLACK SABBATH – “Sabotage”

45: KINGS X – “Gretchen Goes To Nebraska”

44: Jimmy Eat World – “Futures”

43: THE DISTILLERS – “Coral Fang”

42: EXODUS – “Bonded By Blood”

41: PARAMORE – “Paramore”

40: PANTERA – “Far Beyond Driven”

39: YES – “Close To The Edge”

38: DISSECTION – “Reinkaos”

37: PANIC! AT THE DISCO – “A fever You Can’t Sweat Out”

36: BLINK 182 – “Blink 182”

35: AC/DC – “AC/DV Live”

34: FALLOUT OU BOY – “Take This To Your Grave”

33: BLACK SABBATH – “Sabbath Bloody Sabbath”

32: BUSH – “Sixteen Stone”

31: SLIPKNOT – “Vol. 3: (The Subliminar Verses)”

30: MACHINE HEAD – “Burn My Eyes”

29: AC/DC – “Black Ice”

28: METALLICA – “…And Justice For All”

27: REUBEN – “In Nothing We Trust”

26: BLACK SABBATH – “Paranoid”

25: PANTERA – “Cowboys From Hell”

24: NIRVANA – “In Utero”

23: KILLSWITCH ENGAGE – “The End Of Heartache”

22: AC/DC – “Powerage”

21: CONVERGE – “Jane Doe”

20: REFUSED – “The Shape Of Punk To Come”

19: FAITH NO MORE – “Angel Dust”

18: BLINK 182 – “Enema Of The State”

17: SLIPKNOT – “Iowa”

16: BRAND NEW – “The Devil And God Are Raging Inside Me”

15: AVENGED SEVENFOLD – “City Of Evil”

14: AC/DC – “Highway to Hell”

13: PEARL JAM – “Ten”

12: MY CHEMICAL ROMANCE – “Three Cheers For Sweet Revenge”

11: GREEN DAY: “Dookie”

10: IRON MAIDEN – “Number Of The Beast”

09: GUNS N’ ROSES – “Appetite For Destruction”

08: RAGE AGAINST THE MACHINE – “Rage Against The Machine”

07: PANTERA: “Vulgar Display Of Power”

06: SLAYER – “God Hate Us All”

05: METALLICA: Black Album

04: SLIPKNOT – “Slipknot”

03: AC/DC – “Back In Black”

02: NIRVANA – “Nevermind”

01: QUEEN – “Queen II”


Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Em breve será lançado um novo livro sobre o Queen, chamado: “A verdadeira História do Queen”, do autor Mark Blake.

Clique para AmpliarApós 45 anos de uma carreira brilhante, prepare-se…pois a “Rainha” ainda tem muita coisa pra contar. 

Este ano é comemorado os 45 anos da banda e os 30 anos do último show do Queen no Brasil.

A banda se apresentará este ano no Rock in Rio, e inclusive a trilha de divulgação do evento é a música “love of my life”, do Queen.

Em breve…a biografia que finalmente revelará os bastidores e os maiores segredos da banda. Aguarde…

 

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Fonte: http://www.editorajangada.com.br/
Dica de: Roberto Mercury