Originalmente lançado em 2011, o livro “Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock” foi relançado este mês em uma versão revisada e atualizada: “Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock”.

O livro é repleto de fotos da banda fora e dentro do palco de toda sua carreira, dezenas delas inéditas, bem como panfletos, cartazes, ingressos, camisetas, LPs, singles e outras recordações de todo o mundo.

Com mais de 500 fotos e artefatos, conta com contribuições de alguns dos maiores jornalistas de rock da Europa e América do Norte.

Apresenta uma história cronológica da banda com revisões de todos os álbuns de estúdio e ao vivo, datas das turnês completas, discografia. Bem como reflexões sobre a banda e sua música por alguns dos maiores músicos de rock do passado e presente, incluindo Slash, Tommy Lee e Billy Squier.

Este livro é a história visual definitiva para fãs do Queen de todo o mundo!

Sobre o autor: Phil Sutcliffe é jornalista, mora em Londres, escreve sobre rock desde 1974. Já entrevistou grandes nomes do rock como: Paul McCartney, Bruce Springsteen, Nirvana, e Queen. Phil também é o autor de “AC/DC: High-Voltage Rock ‘n’ Roll: The Ultimate Illustrated History”.



Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Autor: Phil Sutcliffe
Páginas: 296 páginas

Editora: Voyageur Press; Rev Upd edition
Data de lançamento: 01 de agosto de 2015
Idioma: Inglês


Abaixo a capa da primeira edição e da nova edição revisada

Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock Lançado em 29 de Abril de 2011
Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Lançado em 29 de Abril de 2011

Queen, Revised and Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock Lançado em 01 de agosto de 2015
Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Lançado em 01 de agosto de 2015

Ambos os livros estão disponíveis na Amazon:

Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Clique Aqui para ver na Amazon (este está disponível na Loja do Queen Net)

Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Clique Aqui para ver na Amazon

 

Fonte: www.amazon.com

Não comprou seu ingresso para ver Queen + Adam Lambert no Rock in Rio? Você tem uma última chance!!

Um novo lote de ingressos para o festival começará a ser vendido, somente pela internet, às 10 horas desta terça-feira 11/08/15, segundo a organização do evento.

Os ingresso esgotaram desde abril, mas alguns compradores que reservaram seus ingressos para pagamento por boleto não efetuaram o pagamento e a compra foi cancelada, por isso há mais ingressos disponíveis.

Os preços serão os mesmos: R$ 350.00 (inteira) e R$ 175.00 (meia-entrada).

Queen + Adam Lambert, Metallica, Rod Stewart e Rihanna estão entre as principais atrações do Rock in Rio que acontece de 18 a 27 de setembro.

Maiores Detalhes:

www.rockinrio.com/rio

www.rockinrio.ingresso.com/hotsite

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Biografia mostra personalidade e determinação de Freddie Mercury

Freddie Mercury – A Biografia
Laura Jackson
Editora: Record

Por Marcos Lauro

Uma das grandes críticas ao atual cenário do rock é a falta de presença de palco, especialmente dos vocalistas. Sim, há grandes nomes, como Matthew Bellamy (Muse) e Jack White entre a nova geração. Mas se olharmos para os anos 1970, 1980, os nomes se multiplicam. E um dos grandes, tido por muita gente como o maior que já existiu no quesito “espetáculo”, é Freddie Mercury.

Laura Jackson, jornalista e autora de diversas biografias, resolveu contar a vida do líder do Queen no livro Freddie Mercury – A Biografia(ed. Record). Em quase 300 páginas, ela narra a história desde o pequeno Farrokh Bulsara, nascido no Zanzibar, até o consagrado Freddie, que encantou multidões por onde se apresentava com sua banda.

Freddie, como personagem, é ótimo. Persistente e determinado, ele tinha um objetivo: ser uma estrela do rock. E batalhou para isso. Quando o Queen já existia, com o nome de Smile e sem Mercury, o cantor já era amigo de Brian May e Roger Taylor. Outros amigos em comum, segundo a biografia, chegavam a achar Freddie Mercury um chato de tanto que ele insistia para entrar no Queen. Enquanto não conseguia, ficava na órbita dos outros integrantes e chegou a montar sua própria banda, que sbriu shows do Smile.

O livro vai fundo nas histórias que até então pareciam lendas. Uma festa com anões entregando cocaína em bandejas? Verdade. A autora entrevista diversos personagens que estiveram em festas do tipo e há até uma foto de Mercury autografando o corpo seminu de uma garçonete. Os excessos, para Freddie Mercury, faziam parte do espetáculo.

O texto não é de fácil leitura. A autora escolheu dar voz a muitos dos entrevistados com citações diretas. Ou seja: você está lendo a história e a biógrafa para seu texto para as respostas dos entrevistados. Isso deixa o texto cansativo e truncado. Curiosamente, conforme o Queen vai avançando em sua trajetória e se tornando uma grande banda, esse tipo de citação vai diminuindo e o texto se torna mais fluido. Talvez Laura tenha se preocupado demais de detalhar como tudo começou e mostrar que ouviu muita gente que viveu esse período. Conforme o Queen foi se tornando popular, a chancela que dá a voz de alguém que esteve lá se torna menos necessária – ninguém que conhece minimamente a cultura pop precisa que alguém explique o contexto de músicas como “Bohemian Rhapsody” ou “We Will Rock You”.

O livro ganha tensão quando narra o fim da vida de Mercury. Promíscuo e bon-vivant, Mercury vai ficando cada vez mais recluso conforme seus amigos vão morrendo de doenças causadas pela AIDS. O livro narra com detalhes o período em que Mercury, já sabendo da sua doença, tenta esconder de tudo e de todos a sua realidade até chegar num ponto em que as manchas na pele e o pouco peso denunciam a síndrome.

Freddie Mercury – A Biografia é para fãs do cantor, mas também para quem quer entender um pouco mais sobre o processo do Queen de se tornar uma das maiores bandas de rock do seu tempo.

 

Aproveite e clique aqui para ouvir as 10 músicas mais populares do Queen no Spotify

 

Fonte:: http://www.billboard.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

A Ultimate Classic Rock listou os álbuns do Queen, do pior para o melhor.

Confira no link a seguir a matéria explicando as escolhas (em inglês) e a lista mais abaixo.

http://ultimateclassicrock.com/queen-albums-worst-to-best/

15 – “Made In Heaven” (1995)
14 – “Hot Space” (1992)
13 – “The Miracle” (1989)
12 – “Flash Gordon” (1981)
11 – “Innuendo” (1991)
10 – “A Kind Of Magic” (1986)
09 – “Queen” (1973)
08 – “The Works” (1984)
07 – “A Day At The Races” (1976)
06 – “Queen II” (1974)
05 – “News Of The World” (1977)
04 – “The Game” (1980)
03 – “Jazz” (1978)
02 – “Sheer Heart Attack” (1974)
01 – “A Night At The Opera” (1975)

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Já imaginou percorrer, com dois amigos, o Brasil em uma turnê inesquecível ao lado de grandes artistas do mundo, como um verdadeiro “Rockstar”? Kate Perry, Queen + Adam Lambert, Rod Stewart, Slipknot, A-ha, System of a Down, OneRepublic, Magic!, Faith no More e Empire of the Sun são os shows que fazem parte da ação.

A marca, que é a cerveja oficial dos maiores shows internacionais, vai proporcionar uma experiência única aos fãs de música

Já imaginou percorrer o Brasil em uma turnê inesquecível, ao lado de grandes artistas do mundo, como um verdadeiro “Rockstar”?  Budweiser, a cerveja oficial dos melhores shows internacionais do País, lança a Your Tour, a turnê da sua vida. O projeto, que vai proporcionar uma experiência única para fãs de música criarem sua própria turnê, nasceu do conceito de que tanto o artista quanto o fã são importantes pra fazer com que um show seja realmente inesquecível. Os vencedores serão anunciados, após sorteio, que acontecerá no dia 3 de setembro.

“Não é apenas o que acontece no palco que faz um show ser memorável. Cada pessoa pode viver cada show do seu jeito e também transformá-lo em algo épico. Queremos reforçar a conexão autêntica e duradora de Budweiser com a música, proporcionando uma experiência que será quase um festival de grandes shows internacionais”, comenta Diana Maranhão, gerente de marketing de Budweiser.

Kate Perry, Queen + Adam Lambert, Rod Stewart, Slipknot, A-ha, System of a Down, OneRepublic, Magic!, Faith no More e Empire of the Sun são os shows que fazem parte da ação.

Para participar e viver a experiência junto com alguns desses artistas, é necessário entrar no site (www.budweiser.com.br), fazer cadastro, escolher três artistas, e nomear dois amigos que viverão junto essa turnê inesquecível, que pode dar direito, ainda, a acesso ao backstage, transporte VIP (para levar aos shows), entre outros ‘mimos’ típicos de um rockstar.  

No site da ação, os cadastrados irão também customizar um pôster, prática comum em todas as grandes turnês.  Uma renomada turma de artistas e agências de design, como Hydro 74, Bicicleta sem freio, Andre Maciel, Fernando Volken, entre outros, de diferentes estilos de arte, foram convidados para criarem as ilustrações inspirados em vários estilos musicais.

Serão 100 pessoas sorteadas, que já terão indicado dois amigos para participar do Your Tour durante o cadastro, totalizando 300 contemplados pelo projeto.

Campanha

Para comunicar a ação para o grande público, a Agência Africa criou uma campanha convidando as pessoas a participarem e criarem a sua própria turnê. São três versões diferentes do filme, divididas por estilos musicais: classic rock, pop e metal, que mostram a experiência da Your Tour pelo ponto de vista dos ganhadores, já que toda produção foi filmada em “point of view”.

Ao todo, foram três dias de filmagens em São Paulo, entre 14 e 16 horas de trabalho por dia e mais de 150 profissionais envolvidos. As cenas foram rodadas dentro do L’Hotel, em uma loja de heavy metal na Rua Augusta, uma casa em Higienópolis, em um show, e finalizado em estúdio. Os filmes contaram com 100 figurantes, sendo que metade deles vive no mundo da música, como Djs, bateristas, vocalistas e produtores.  

A trilha sonora também mereceu cuidado especial. As músicas foram especialmente criadas e produzidas para cada versão de filme, inspiradas em bandas famosas. A produção e as gravações aconteceram em diferentes cidades. Além dos produtores do Big Foote music, em São Paulo e em Nova York, os bateristas foram gravados em Nashville e Boston, os cantores em Los Angeles e no Brooklyn, e os guitarristas e baixistas no Rio de Janeiro e em São Paulo. No total, foram mais de 10 pessoas envolvidas.

O resultado poderá ser conferido em uma completa campanha de comunicação composta por TV, mídia exterior, web e ações específicas para ponto de venda. Toda a campanha foi desenvolvida pela agência, em parceria com a XYZ Live.


Ficha Técnica
Título: Your Tour
Agência: Africa São Paulo Publicidade LTDA
Anunciante: Ambev S.A.
Produto: Budweiser
Duração: 120”
Diretor Geral de Criação: Sergio Gordilho
VP de Criação: Rafael Pitanguy, Eco Moliterno
Diretor de Criação: Matias Menendez, Nicolas Ferrario
Redator: Nicolas Ferrario
Diretor de Arte: Matias Menendez
Produção/agência: Rodrigo Ferrari, Patricia Gaglioni
Atendimento: Carolina Boccia, Heloisa Pupim, Junior Souza, Bruno Barella    
Mídia:  Antonio Arbex, Gabriel Roveri, Thiago Aimi
Planejamento: Daniel Prestes, Ronaldo Pegoraro, Quentin Mahe
Produtora de Imagem: Landia / Movie&Art
Direção: Robert LLauro
Co- Direção: Juliana Curi
Produção:  Carolina Dantas / Sebastian Hall 
Direção de Produção:  Camilla Bastos
Diretor de Fotografia:  Nico Hardy
Diretor de Arte:  Gizele Muller
Montagem: Thiago Gil
Finalizador: Rafael Malavazi / Henrique Gomes
Pós Produção: Tribbo Post
Produtora/som:  Big Foote
Atendimento/som:  Lu Fernandes/Xanna D’Aguiar
Produção/som: Chris Jordão e equipe
Aprovação/cliente: Paula Lindenberg, João Chueiri, Diana Maranhão, Lucas Oliveira
Data da primeira veiculação: 03/08/2015
Produção Digital: Guilherme de Oliveira, Eduardo Furbino, Rafaela Madeira
Produtora Digital: WebCore
Criação digital: Nivea Masumi
Cartazes: Matias Menendez, Fernando Lyra, Bruno Valença, Marcelo Almeida, Daniel Matsumoto
Ilustrações: Bicicleta sem freio, Hydro 74, André Maciel, Piano Fuzz, Nelson Baladan, Mago, Fernando Volken Togni, Marcelo Almeida

 

Fonte: www.portaldapropaganda.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Se o grande vocalista do Queen estivesse vivo, o que ele cantaria sobre a atual situação do Brasil?

Humorista Gustavo Mendes faz paródia de “We Are The Champions”

Gustavo Mendes, atualmente integra o elenco do “talk show” “Agora É Tarde” (Band). Já passou pelos programas “Zorra Total” e “Casseta & Planeta – Vai Fundo!”, ambos da Globo.

Há alguns anos criou a imitação da presidente Dilma Rousseff e faz sucesso na internet e em shows pelo Brasil. Suas participações em vídeos do canal do YouTube Parafernalha somam mais de 21 milhões de visualizações.

 

Fonte: https://www.youtube.com/user/gustavommendes
Dica de: Roberto Mercury

PPCorn: as 5 maiores vozes do Rock – Freddie Mercury não é o 1º

O PPCorn elaborou uma lista com as cinco maiores vozes da história do rock. O critério? Possuir um vocal poderoso, distintivo e inesquecível. Sim, existem muitos e muitos vocalistas que se encaixam nesta categoria, então vamos considerar que as escolhas que estão mais abaixo foram pessoais. Seja como for, para ler a matéria original com comentários em inglês basta acessar o link a seguir.

http://ppcorn.com/us/5-greatest-voices-history-rock-music/

Imagem

5 – Freddie Mercury (Queen)
4 – Steve Perry (Journey)
3 – Brian Johnson (AC/DC)
2 – Tina Turner
1 – Axl Rose (Guns N’ Roses)

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Simplesmente Imperdível!!

Uma banda tributo de fãs do Queen fazendo na íntegra o álbum “A Night at the Ópera”. Contando com a participação especial do Madrigal Ever Dream e suas belíssimas vozes sob a regência da maestrina Arya Medeiros Cappia!…e encerrando a noite o guitarrista Marcio Sanches e sua banda!

Serviço:

Quando: 10 de setembro de 2015 (Quinta-feira) às 20:00
Onde: Manifesto Bar (São Paulo – SP)
Endereço: Rua Iguatemi n°36 Itaim Bibi, 01451010, São Paulo

A Banda:

Aless Scaranto – Voz, violão e guitarra
Roberto Bosniac – Piano, teclados e vocais
Rodrigo Vicentini – Baixo e vocais
André Renato – Guitarras e vocais
Ricardo Burin – Bateria

Maiores Informações:

Página Oficial: www.theroyalqueentribute.com
Facebook: https://www.facebook.com/RoyalQueenTribute
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/412958652226862/
E-mail: contato@theroyalqueentribute.com


Abaixo um pedacinho do que vai rolar dia 10/09…
“Good Company”…Ukalele Solo


E uma pequena amostra da banda


Fotos da banda

 

Agradecimentos a: Aless Scaranto

O jovem produtor Wesley Henriques do Home Studio 7 Gravações, de Itaporanga/PB, está provando no Soundcloud que a zueira não tem mesmo limites. Wesley publicou uma série de “mashups” que misturam clássicos do Rock com Forró.

Confira abaixo uma inusitada versão para “We Are The Champions”, do Queen.

[soundcloud url=”https://api.soundcloud.com/tracks/217043722″ params=”auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&visual=true” width=”100%” height=”450″ iframe=”true” /]

 

Fonte: https://soundcloud.com/
Dica de: Roberto Mercury

O português Andre Antunes resolveu fazer um vídeo sensacional mostrando como seriam as versões de “Get Lucky”, do Daft Punk, se fossem tocadas por alguns dos melhores guitarristas do mundo.

A lista inclui: Carlos Santana, Steve Vai, Kurt Cobain, Angus Young, Slash, Brian May, Mark Knopfler, Joe Satriani, Eddie Van Halen, Tom Morello.

Veja só que show:

 

Fonte: http://uhull.virgula.uol.com.br
Dica de: Digão

Qual será a mais cantada no Rock in Rio? Essa foi a manchete publicada no Portal do G-1, com as supostas canções mais cantaroladas pelo o público.

O cast de atrações que conta desde Rihanna, passando por nomes que fizeram parte da 1ª edição do festival em 1985, como; QUEEN, e Rod Stewart, e posteriormente, por outras edições, METALLICA, FAITH NO MORE, A-HÁ, Elton Jonh, Lulu Santos e Kate Perry. A novidade do Festival é o show da banda de Hard ‘n Heavy Californiana, MOTLEY CRUE, que faz sua última turnê, depois do anúncio sob o encerramento das atividades.

Confiram as canções e vote Clicando Aqui

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Resenha do show da banda “Maestrick” que tocou o álbum Queen II na íntegra.

Por: Kiko / Marcos Imamura

Assim que soube que soube que haveria um show no SESC de São José do Rio Preto, onde moro, em que uma banda tocaria o álbum Queen II na íntegra, é claro que fiquei doido. Além de mais que fã do Queen, o álbum Queen II é o meu preferido e contém a minha música preferida também, The March of the Black Queen. Fui, então, pesquisar quem era a banda que iria tocar. Quando descobri que a Maestrick era local, de S.J. Rio Preto, procurei contato na hora e conversei um pouco pelo facebook com o vocalista, Fábio Caldeira. Cara gente finíssima, já busquei mais informações sobre o show e, de cara, já dei os parabéns pela iniciativa e pela coragem, porque só querer assumir essa responsabilidade já indica muito da capacidade da banda.

O Maestrick é uma banda com trabalho autoral próprio, caindo mais pro rock pesado, mas com um som bem eclético, que passa por ritmos e estilos variados, mesmo dentro de uma mesma música, mas sempre com um cuidado especial com os vocais, como se pode ver nas duas músicas próprias que tocaram no show também (vejam os vídeos no final). Por esse estilo é que o Queen II se encaixa muito bem no perfil da banda.

A banda foi formada aqui na cidade de São José do Rio Preto/SP, no ano de 2006, e é formada por Fabio Caldeira (vocal e piano), Renato “Montanha” Somera (baixo e vocal), Heitor Matos (bateria e percussão) e Paulo Pacheco (guitarra). No show do Queen II, a banda esteve acompanhada de Maurício Lopes (teclados/backing vocals), Dani Castro e Carol Penhavel (backing vocals) e Rubens Silva (guitarra).

Quem tiver interesse em conhecer mais da banda, pode ver o site deles (www.maestrick.com.br) e ver também os dois últimos vídeos aqui deste post, com músicas autorais deles que tocaram no SESC. Também podem ouvir algumas das músicas na página da banda no Soundcloud: https://m.soundcloud.com/powerprog/sets/maestrick-h-u-c-ep

Enfim, como não podia deixar de ser, o show caiu nos ouvidos dos fãs de carteirinha do Queen, alguns porque fiz propaganda, outros por outros meios. Fato é que algumas pessoas me pediram pra gravar o show inteiro, já que não poderiam estar presentes. Depois, o Hélio Lima, do grupo Queen Eternamente, do facebook, me pediu pra escrever uma resenha sobre o show, que é o que estou cumprindo agora com esse post 🙂

No dia do show, estava viajando a trabalho e só cheguei em S.J. Rio Preto quase 20h. Fui pra casa, tomei banho, peguei a câmera e o tripé e fui pro SESC. De cara já fiquei impressionado como estava cheio. Acredito que a maior parte de pessoas que já conhecem e reconhecem o trabalho do Maestrick, além dos fãs do Queen e de rock, claro.

Arrumei tudo bem na frente do palco, mas a organização não me deixou usar o tripé, dizendo que atrapalharia a circulação. Então, desmontei o tripé e filmei tudo com a câmera na mão mesmo (o que justifica tremidas, principalmente nas músicas que curto mais :D).

Antes do show estava ansioso, imaginando se tocariam o álbum todo direto, como no disco. No final, algumas a banda emendou, em outras fez parada entre as músicas. De certo modo, faz sentido ter dado as quebradas para poder falar com o público. Mas, o mais importante foi ter mantido a sequência das músicas do disco no show.

Vale destacar também as ótimas explicações do Fábio (vocalista) sobre o disco, o conceito, a diferença entre os lados, e também sobre as músicas, em especial sobre a Fairy Feller’s Master Stroke, excelente. Isso tudo foi perfeito para o projeto que se pretendia, de tocar o Queen II na íntegra.

Antes de falar um pouco mais de cada música, algumas ressalvas. Primeiro, o show foi foooodaaaaaa. Não tem o que falar dos caras. Como disse, só de topar tocar o Queen II, os caras já merecem aplausos. E o Maestrick deu conta do recado. Veria o show e verei o show quantas vezes puder. No geral, os arranjos muito bem trabalhados, preocupação merecida com os vocais, timbre das guitarras muito bem arranjados à la Brian, o Fábio mandando hiper bem na árdua e dificílima tarefa de ser a voz de Freddie Mercury, e sem contar o super profissionalismo da banda.

Dito isto, minha maior ressalva é: vou fazer comentários e críticas ao show, críticas de um fã fanático pelo Queen, com anos de experiência ouvindo Queen no detalhe, e que, como tal, acha coisas pra criticar mesmo num show excelente como foi esse. Então, ressalto que nada das minhas críticas tira o mérito da banda e do show. São coisas bem pontuais, mas que espero possam ser construtivas pra banda (para as próximas apresentações do mesmo show).

QUEEN II

Procession

O show começou com a gravação de Procession. Tudo bem que o Queen usava o áudio da gravação original para abrir os shows na época. Mas eu teria tocado a música ao vivo no show. Tá certo que não é fácil a orquestração da guitarra, mas, bem ou mal, a banda estava com dois guitarristas, mais o tecladista que podia dar um apoio com teclado ou guitarra. Eu arriscaria e seria um diferencial legal logo de cara.

Father to Son

Logo quando o show mesmo ia começar, entrou por acidente uma música nada a ver e quebrou um pouco a expectativa. Mas acontece. Talvez pelo nervosismo, o primeiro acorde da guitarra já foi desencontrado com a bateria.

Aliás, um aparte ao show. Como fã e também como baterista fanático por Queen, uma coisa que não gosto, e sei que isso é normal mesmo para as bandas tributo ao Queen, é que o cuidado que as bandas têm de tocar as guitarras, pianos, baixos e etc igual ao Queen acaba faltando pra bateria. Parece que a bateria não tem arranjo próprio, mas pra mim tem. Aliás, por isso que gosto tanto do Neil Peart, do Rush. O cara toca um arranjo na bateria. Não é nada aleatório.

Em Father to Son, por exemplo, senti muita falta de a bateria ser como a da gravação. Isso faz falta principalmente nos momentos em que é a bateria que faz a transição entre algumas variações da música.

Ponto alto da música foram os vocais, que ficaram excelentes, e o som das guitarras, e também os solos, que ficaram muito bem encaixados.

White Queen

A música já começou bem demais, com os efeitos na guitarra excelentes, no clima exato da gravação. Ficou perfeito. O uso do teclado para fazer os vocais antes da parte pesada da música também ficou perfeito.

De novo, me dói a bateria não ter sido igual à da gravação. Mas, em White Queen isso não pesou muito.

As improvisações no meio da música ficaram muito boas. A banda sacou bem que a música permitia isso e aproveitou bem para os solos improvisados de guitarra.

E a música terminou perfeita, as it began! 🙂

Some Day One Day

O violão inicial ficou excelente, assim como a guitarra.

Apesar de o estilo ser muito diferente do Freddie, a voz do Fábio coube bem na música também como Brian May.

Pode parecer detalhe, mas o pandeiro tocado pela backing vocal ficou perfeito, principalmente no final da música. Excelente.

Só achei que a finalização da música ficou estranha. Senti falta da volta da música depois da parada. Mas dá pra entender, porque se voltasse, seria difícil também fazer um final da música, no lugar de ir abaixando o som.

The Loser in the End

Confesso que essa é a música que menos curto do disco. Na verdade, confesso que isso é comum pra mim, porque até o final dos anos 70, as músicas do Roger (e olha que eu sou baterista por causa dele) sempre foram as que menos me atraíram nos discos do Queen (tipo Drowse, Fight from the Inside, More of that Jazz), apesar das ótimas exceções tipo Sheer Heart Attack e I’m In Love with My Car.

Mas, voltando ao show, justamente por ser do Roger é que, nessa música, fez falta a bateria ser exatamente como no disco. O início da música, por exemplo, pra mim, não permitia improvisações ou mudanças. Pra mim, tirou a caracterização da música.

Também por ser música do Roger, o vocal ficou prejudicado. Não é culpa do Fábio, mas o timbre e altura da voz do Roger dificultam qualquer um de cantar no estilo parecido.

Apesar de as guitarras estarem como no arranjo do disco, faltou uma cama de som no fundo, um teclado talvez, como se percebe no disco. Acabei sentindo que as guitarras soaram muito em socos, quebrando um pouco a música de um jeito que não tá no disco.

Houve umas falhas da banda no arranjo, como o desencontro da guitarra com a bateria no final, mas nada comprometedor.

Ponto alto foi a banda ter aproveitado bem que o final da música libera pra uma improvisação e fizeram ótimos solos de guitarra.

Ogre Battle

Começo da música excelente, como o Queen fazia ao vivo, mas com um pequeno erro na guitarra, que cortou um pedaço da música. Tirando isso, a música inteira foi boa demais, pesada como deveria!

The Fairy Feller’s Master Stroke

O instrumental e os vocais ficaram fenomenais. As meninas cantando a parte alta da música também ficou excelente! E o ponto alto da música, e um dos melhores do show, foi o trecho só em vocal no meio da música. Excelente ideia da banda e muito bem executada.

Nevermore

Essa eu realmente gostaria que já tivesse efetivamente começado emendada com Fairy Feller’s, sem espera, porque acho que faz parte do “pacote” de Fairy Feller’s. Tirando isso, a música foi muito bem executada. Acho só que os vocais ficaram um pouco sumidos. Podiam ter tido um pouco mais de foco, estarem mais altos, porque são ponto alto desta música pra mim.

The March of the Black Queen

Minha música preferida do Queen. O vídeo está bem mais tremido porque eu estou realmente na curtição da música.

Destaque para o piano perfeito que ficou! Timbre das guitarras perfeito também. Só houve umas falhas de algumas notas nos solos de guitarra.

A parte vocal na parte mais lenta no meio ficou muito boa, principalmente considerando a dificuldade que é de fazer esses vocais.

Outro detalhe muito bom foi a voz do tecladista (Maurício) fazendo a parte do Roger depois que volta o rock pesado. Caiu muito bem.

Enfim, uma bênção ouvir ao vivo minha música preferida tocada neste nível de qualidade.

Funny How Love Is

Nessa ficou perfeita a emenda com March of the Black Queen. Ficou perfeito com as backings cantando. O arranjo ficou muito bom também.

Seven Seas of Rhye

O timbre do teclado soou um pouquinho estranho no começo e houve uns desencontros no arranjo no meio da música. Mas a música ficou muito boa.

No final, como sugestão, acho que seria legal terminar o show com a gravação de “”Oh, I do like to be beside the seaside”, como no final do disco do Queen. Acho que daria um clima bem legal pra encerramento da apresentação, fechando o álbum (ainda mais que começou também com a gravação inicial de Procession).

BÔNUS

Além das músicas do Queen II, o Maestrick deu de lambuja no show mais duas músicas do Queen: Love of My Life e Bohemian Rhapsody.

Love of My Life

Não tinha como ser diferente. A música é linda e com o local lotado e cantando junto, a apresentação ficou ótima. Só o arranjo foi modificado, não sei se por erro ou propositalmente.

Bohemian Rhapsody

O Maestrick encerrou a apresentação da melhor forma possível, com uma ótima rendição de Bohemian Rhapsody. A backing vocal cantando parte da música caiu muito bem também.

Mérito também de terem feito ao vivo a parte da ópera no meio. A minha banda, Bohemian Queen, sempre tocou ao vivo Bohemian Rhapsody na íntegra, inclusive a ópera, e sei muito bem a complexidade que é fazer isso. Claro que ajudou o fato de ter backing vocals, que facilita, mas o trabalho não fica menos complexo. E ainda fizeram o vocal inicial da música. Bom demais.

MÚSICAS AUTORAIS

O Maestrick apresentou no show duas músicas de composição própria, Puzzler e Aquarela. As duas estão no Soundcloud pra quem quiser ouvir.

Puzzler

Essa música é um bom exemplo da complexidade que é o Maestrick. Ao mesmo tempo que a música é pesada, o ritmo soa praticamente regional brasileiro, permitindo a brincadeira até com o público cantando Puzzler.

Aquarela

Os vocais da música são muito bons e a música é cativante. Dá vontade de sair cantando. Os arranjos variados e bem elaborados ao longo da música. Deu pra ver no show também que o público conhece a banda e sabia cantar a música já.


VÍDEOS

Procession + Father to Son + White Queen (primeira parte)

 White Queen (continuação)

 Some Day One Day

 The Loser in the End

 Ogre Battle

 The Fairy Feller’s Master Stroke + Nevermore

 The March of the Black Queen + Funny How Love Is

 Seven Seas of Rhye

 Love of My Life

 Bohemian Rhapsody

Puzzler

 Aquarela

 

 

Fonte: https://pianobranco.wordpress.com
Dica de: Roberto Mercury

Durante os anos em que o QUEEN esteve ativo, em sua formação clássica, algumas canções foram gravadas sem quaisquer participações de Freddie Mercury, seja como vocalista, compositor ou vocal de apoio. Veja e ouça músicas que constam nestes exemplos.

Good Company

A décima faixa do clássico “A Night at the Opera”, gravada pelo trio Brian May, John Deacon e Roger Taylor, foi escrita por Brian. Sua sonoridade, que de certa forma emula a Original Dixieland Jass Band, tornou-se um destaque no estilo de May, o qual se destaca no ukelele.

Fight from the Inside

“Fight from the Inside” foi escrita por Roger Taylor, que a grava quase completamente sozinho, ficando responsável, além da bateria, pelo baixo, guitarra base e vocais. Brian May aparece em alguns momentos, no entanto, não há participação de John Deacon e Freddie Mercury.

More Of That Jazz

De autoria do baterista Roger Taylor, mais uma vez contém sua participação predominante e tocando quase todos os instrumentos. No meio de “More Of That Jazz” ainda há recortes de outras músicas do álbum “Jazz”.

Hijack My Heart

Depois do álbum “Jazz”, o único disco que teria alguma canção sem a participação de Mercury seria “The Miracle”, de 1989. Nele, várias canções a mais foram gravadas, algumas delas destinadas a serem B-sides de singles, outras arquivadas. “Hijack My Heart” foi escrita e gravada por Roger Taylor, músico que, nesta época, também mantinha projetos paralelos.

Sleeping on the Sidewalk

De autoria de Brian May, “Sleeping on the Sidewalk” faz parte do “News of the World” e é outra canção do disco gravada sem Mercury. Brian, John e Roger tocaram o instrumental da faixa ao vivo no estúdio, e mais tarde, May gravou os vocais.

Leaving Home Ain’t Easy

“Leaving Home Ain’t Easy”, do álbum “Jazz”, é outra de Brian May. De condução suave, a balada conteve exclusivamente seus vocais.

Chinese Torture

Uma das poucas faixas instrumentais do Queen, “Chinese Torture” foi gravada pela cozinha da banda, sob a condução de Brian May. O registro ocorreu durante as sessões de “The Miracle”.

Lost Opportunity

Ficando de fora do álbum “Innuendo”, por conta da música “Delilah”, “Lost Opportunity” é um blues rock cantado por Brian May, numa época em que estava sofrendo de depressão. A canção é uma das mais melancólicas desta época.

No-One but You (Only the Good Die Young)

Gravada em 1997 como single da coletânea “Queen Rocks”, “No-One but You (Only the Good Die Young)” foi escrita por Brian e Roger, com a participação de John Deacon. A canção, em homenagem a Freddie, foi uma das últimas de toda a carreira do Queen.

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Multidão na primeira edição do Rock in Rio, em 1985
Multidão na primeira edição do Rock in Rio, em 1985

Relembre alguns dos momentos mais memoráveis de todas as edições do festival

Um divisor de águas. Em qualquer retrospectiva da música brasileira a partir da década de 1980 é obrigatório passar pelo Rock in Rio, o festival que em 1985 abriu as portas da música internacional para uma juventude — de todas as idades — ávida por assistir de perto a seus ídolos.

Desde a sua primeira edição, numa lamacenta Cidade do Rock, passando pelas suas versões internacionais, em Lisboa, Madri ou Las Vegas, o festival já levou vários dos principais nomes do rock, metal, pop, rap, e diversas outras vertentes da música, para perto de seus fãs e se confirmou como um dos principais eventos do gênero no mundo.

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A 45 dias do início da sexta edição da festa em terras cariocas, fizemos um apanhado de alguns dos melhores momentos de suas edições passadas, para você ir se preparando. (Colocamos apenas a parte do Queen, para ver a matéria completa Clique Aqui)


Freddie Mercury comandou o Queen no Rock in Rio, em 1985 - Agência O Globo
Freddie Mercury comandou o Queen no Rock in Rio, em 1985 – Agência O Globo

Brian May está no palco sozinho. Ele aproveita a oportunidade para anunciar que a próxima música seria especial. Logo começa a dedilhar em seu violão os primeiros acordes de “Love of my life” e aparece Freddie Mercury, com o seu figurino sem camisa e calça colante, para, em vez de cantar, reger a multidão de 250 mil pessoas numa Cidade do Rock enlameada. Se havia alguma dúvida sobre o gigantismo do Rock in Rio em 1985, o Queen, neste momento, acabou com as questões. O Rio e o Brasil tinham entrado, em definitivo, na estrada da música pop mundial.

Para ver  a matéria completa Clique Aqui

Fonte: http://oglobo.globo.com

O guitarrista Leslie West (Mountain) revelou que seu novo álbum solo se chamará Soundcheck.

O lançamento ainda não tem data definida. Já estão confirmadas as participações de Brian May e Peter Frampton.




 

 

 

 

Fonte: www.vandohalen.com.br

Quem foi o maior frontman de todos os tempos? Vez por outra sai uma lista com esse questionamento, e quase sempre os mesmos nomes estão lá no topo. E isso já tem um bom tempo que é assim. A Giwise, uma revista online de música do Reino Unido, resolveu  fazer a sua listinha, e eis que as mesmas figurinhas carimbadas aprecem entre os primeiros, mas outros nomes que surgiram nos últimos anos, como o líder do Muse Matt Bellamy, e Julian Casablancas, do The Strokes, despontam como as novidades, e quem sabe, em uma avaliação futura possam figurar entre os maiorais. Isso  o tempo e o trabalho deles quem vai dizer.

A lista da Gigwise elegeu os 100 maiores frontmen de todos os tempos, e eu, até mesmo para não cansar vocês, republico os 50 mais. Ser o cara que vai animar o público, dar a cara a tapa não é nada fácil, até porque ele é o primeiro nome que os críticos de plantão vão apontar na hora do erro. O frontman é aquele cara que canaliza as músicas no palco, um verdadeiro porta-voz junto aos fãs. É quem vai fazer com que a banda entre para a história da música. Eis aqui os 50 mais segundo a publicação britânica. Você concorda ou discorda? Quem devera estar entre os 50 mais em sua opinião?

Os 50  maiores frontmen de todos os tempos

50.Bruce Dickson, Iron Maiden

49.Brian Mlko, Placebo

48.Corey Taylor, Slipknot

47.Samuel T. Herring Future Islands

46.Samuel T. Hering

45.Ian Brown, Stone ORses

44.Bono, U2

43.Josh Homme, Queens Of the Stone Age

42.Mike Patton, Faith No More

41.Damon Albarn, Blur/Gorilaz

Damon Albarn, Blur_Gorilaz

40.Tyler The Creator, Odd Future

39.Pete Doherty, The Libertines

38.Joey Ramone, The Ramones

37.James Murphy, LCD SOundsystem

36.Alex Turner, Arctic Monkeys

35.Davve Grohl, Foo Fighters

34.Julian Casablancas, The Strokes

33.Bryan Ferry, Roxy Music

32.Robert Smith, The Cure

31.Nick cave, The Bad Seeds

Nick cave, The Bad Seeds

30.Henry Rolons, Black Flag

29.Axl Rose, Gnns n’ roses

28.Steven Tyler, Aerosmith

27.Ozzy Osbourne, Black Sabbath

26.Dave Gahan, Depeche Mode

25.John Lydon, Sex Pistols

24.Richard Ashcroft, The Verve

23.Brandon Flowers, The Killers

22.Tohm Yorke, Radiohead

21.Paul Weller, The Jam

Paul Weller, The Jam

20.Chuck D, Public Enemy

19.Zack de la Rocha, Rage Against the Machine

18.Jarvis Cocker, Pulp

17.Marc Bolan T. Rex

16.Roger Daltrey, The Who

15.Keith Flint, The Prodigy

14.David Byrne, The Talking Heads

13.Jack WHite, The White Stripes

12.Lou Reed,Velvet Underground

11.Morrissey, The Smiths

The Smiths

10.Matt Bellamy, Muse

9.Fela Kuti, Africa 70

8.Liam Gallagher, Oasis

7.Iggy Pop, The Stooges

6.Jim Morrison, The Doors

5.Mick Jagger, Rolling Stones

4.Kurt Cobain, Nirvana

3.Robert Plant, Led Zeppelin

2.Joe Summer, The Clash

1.Freddie Mercury, Queen

Freddie Mercury, QUEEN

Fonte: https://miguelmartins.wordpress.com
Dica de: Roberto Mercury
Além desta última matéria, o site traz outras de outros álbuns, para ver todas Cliquei Aqui 
Por: | www.planocritico.com


… E um novo capítulo começou.

Depois de News of the World e Jazz, dois álbuns-ponte entre a fase operística e a fase pop/disco do Queen, a banda finalmente abraçou o novo estágio com um disco que já começa diferente na capa (o quarteto parece ter saído de um ensaio new wave) e segue com diferenças no caráter geral das canções, no uso de sintetizador — pela primeira vez na história banda, agora em seu 8º disco — e na linha musical mais próxima das “faixas de rádio” do início dos anos 1980. Uma avalanche de mudanças que também tinha correspondente no relacionamento entre os músicos, como veremos adiante.

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Brigas e Exílio Fiscal

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Como se sabe, Jazz foi o primeiro álbum do Queen a ser gravado fora do Reino Unido, em estúdios na França e Suíça. A escolha não partiu do grupo e nem foi por uma questão técnica ou estética, mas sim financeira. Devido a altíssima arrecadação, os impostos que eles pagavam no RU eram enormes. Uma forma de driblar isso era gravar fora do país e emendar o período de gravação com a turnê do referido álbum, apenas com eventuais retornos “sociais” à Terra da Rainha. A estratégia funcionou bem para as finanças mas deu o pontapé para uma fase de brigas que quase fizeram com que o Queen acabasse. Várias vezes. E isso continuou com a gravação de The Game (co-produzido por Reinhold Mack) inteiramente realizada em Munique, na Alemanha Ocidental.

As dissenções começaram durante as gravações de Jazz, que de alguma forma isolou os músicos e acirrou brigas em relação ao estilo das canções que deveriam ou não constar no disco. Ainda durante a turnê de Jazz, algo parece ter acontecido entre John Deacon, Brian May e Roger Taylor, algo que fez com que os dois últimos ficassem mais irascíveis em relação a tudo o que o baixista propunha. Existem inúmeras “lendas urbanas do rock” especulando o que aconteceu, mas isso não importa. O que importa é que o já recluso Deacon se tornou ainda mais quieto, mantendo apenas com Freddie Mercury o mesmo relacionamento de antes.

Durante os três últimos álbuns de estúdio da banda, The Miracle (1989), Innuendo (1991) e Made in Heaven (1995), os ânimos se acalmaram, mais por consideração do trio a Freddie Mercury, que já havia anunciado a doença para eles; mas o momento era outro, em todos os sentidos. Todavia, independente do que se especula ou se diz a respeito do relacionamento da banda, eles tiveram uma convivência X de 1970 (quando o Queen foi criado) até meados de 1978. Daí para frente, não só a música mas também a dinâmica interna do grupo mudaria bastante.

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Excesso de Coisas

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No final dos anos 1970 o Queen era A BANDA de rock. Ricos, absurdamente famosos e admirados ao redor do mundo, o quarteto conseguiu colocar de lado as divergências pessoais — apesar de tudo, eles continuavam amigos, é preciso lembrar isso — e trabalhar muito. A gravação de The Game veio em uma onda de excesso de coisas para o grupo, como vocês podem ver no pequeno esquema abaixo, que compreende apenas os eventos entre os anos de 1979 e 1980.

  • jan/mar, 1979 — gravação da turnê europeia de Jazz;
  • abr/mai, 1979 — turnê japonesa de Jazz;
  • jun, 1979 — lançamento de Live Killers (turnê europeia de Jazz);
  • jun/jul, 1979 — gravação de The Game – 1ª parte;
  • jun/jul, 1979 — gravação de Flash Gordon – 1ª parte;
  • nov/dez, 1979 — turnê Crazy (Jazz), pela Grã Bretanha;
  • fev/mai, 1980 — gravação de Flash Gordon – 2ª parte;
  • fev/mai, 1980 — gravação de The Game – 2ª parte;
  • jun, 1980 — lançamento de The Game;
  • jun/set, 1980 — turnê norte americana de The Game;
  • out/nov, 1980 — gravação de Flash Gordon – 3ª parte;
  • nov/dez, 1980 — turnê europeia de The Game;
  • dez, 1980 — lançamento de Flash Gordon.

Com tudo isso em mente, não é de espantar os ânimos à flor da pele — Brian May chegou a sair pelo menos duas vezes do estúdio dizendo que ia abandonar de vez a banda — ou os descontentamentos com composições dos colegas — Roger Taylor xingou John Deacon e Another One Bites the Dust de todos os nomes possíveis, pois não concordava com a presença da faixa no disco –, situações que não impediram The Game ser o álbum mais bem vendido internacionalmente do Queen e tivesse uma recepção geral melhor que a de Jazz. E aqui estava, depois de dois discos-ponte, o Queen efetivamente no pop rock, funk, disco music. Um “Queen para tocar na rádio”. Mas um Queen que continuava sensacional.

LADO A

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Abrindo com Play the Game, composta por Freddie Mercury e com letra que representa muita coisa da visão de amor que o músico tinha à época, um cenário que voltaria a visitar mais ou menos na mesma atmosfera em It’s A Hard Life e You Don’t Fool Me, o disco marca novo território em questão de segundos. A introdução da canção é um conjunto de glissandos descendentes no sintetizador e címbalos tocados em reverso que aumentam de volume e caem em um território bastante familiar para Mercury: o solo de piano com ecos de Death on Two Legs gerando uma ótima balada. A progressão do coro é clichê, mas a execução é perfeita e bem harmonizada, com excelente participação de May e Taylor.

Na sequência temos Dragon Attack, uma lembrança de Brian May dos discos anteriores, investindo em diversas sessões rítmicas e dando oportunidade para John Deacon e Roger Taylor brilharem em seus instrumentos, o que não era muito comum nas canções de May até então. Deacon volta quebrando tudo em uma composição própria, Another One Bites the Dust, a “música da discórdia” do álbum. Para desespero de Roger Taylor, que simplesmente a odiava, a faixa foi um hit imenso e chamou a atenção até de Michael Jackson, que encontrou o Queen no camarim, durante a turnê americana de The Game em Los Angeles e insistiu para que eles a lançassem como single.

A composição da linha do baixo para Another One Bites the Dust foi inspirada em Good Times (1979) de um grupo de disco/black music chamado Chic. Não há sintetizador aqui. As palmas, ruídos e instrumentos foram gravados pelos próprios músicos e tocados em diferentes velocidades, ordem e distorções para gerar a produção incrementada que temos ao final, um dos experimentos mais icônicos do Queen nessa nova fase e o segundo aceno para o futuro Hot Space (o primeiro foi Fun It, curiosamente, uma música de Roger Taylor).

A outra faixa de Deacon em The Game é a quase sessentista Need Your Loving Tonight, um pouquinho de retorno ao passado, com o baixo e a bateria no básico e pequenas quebras e pontes que dão o charme da faixa. Como todas as composições do baixista, é uma música facilmente digerível, simpática e com forte apelo radiofônico.

Este Lado A se encerra com a lendária Crazy Little Thing Called Love. Há várias versões para a origem da canção, todas com alguma pegada de fantasia, mas sempre com duas coisas em comum: Mercury teve a inspiração do nada e ela foi gravada “às pressas”, antes que Brian May chegasse ao estúdio e começasse a querer complicar os arranjos. Posteriormente, o guitarrista gravou as frases da guitarra, com o solinho típico de rock dos anos 50 e início dos 60 — a composição é uma homenagem a Elvis Presley — adicionadas na mixagem. Merecidamente, este se tornou o principal single do disco e uma das canções mais lembradas da banda.

LADO B

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Taylor realmente queria marcar território dentro do rock e nunca deixar os fãs da banda esquecerem qual era a “verdadeira missão” do Queen. Rock it (Prime Jive) é uma prova disso. A música tem vocais de abertura feitos por Mercury e na sequência Taylor assume as estrofes. É uma das harmonias mais simples do Queen e uma canção que se encaixa muito bem em The Game, apesar de olhar “para fora” da proposta-eixo do disco. E quase como um “complemento moderno” para esta abertura do Lado B, temos a provocativa Don’t Try Suicide, de Freddie Mercury, com seus versos de arranjo rock-blues que carrega uma série de especulações sobre quem (e para quem) foi composta.

Mesmo antes de conhecer de verdade a discografia do Queen eu ouvia comentários bastante negativos em relação a Don’t Try Suicide, devido a óbvia provocação da letra. Não quero fazer um julgamento ético-moral do compositor e nem de quem não gosta da faixa pelo que ela diz, mas me pergunto se esses indivíduos levam em consideração o artista que a produziu e o tipo de “mensagem/provocação” que ele quis fazer aqui. Não se trata de uma música que condena o ato do suicídio nem nada disso. É um rock de humor negro.

Sail Away Sweet Sister (To the Sister I Never Had) é uma balada de Brian May com forma simples e modulações tonais no coro e na ponte entre as estrofes, com um rico eixo harmônico e uma letra tocante. É uma das minhas favoritas do disco, tanto pela beleza musical quanto pelo significado da letra, que pode ter duas interpretações, ambas consideradas pelo compositor (a da irmã biológica e a da ‘amiga-irmã’, emulando o maior lamento de uma friend zone da história do rock). A pedido de May, Freddie Mercury toca o piano nesta canção, salientando a sua forma “martelada” de acompanhar baladas, acrescentando bom compasso rítmico à faixa, completado por um excelente coro e pela voz suave de Brian May na liderança.

A penúltima canção do álbum, Coming Soon, é uma das mais fracas de Roger Taylor, apesar de ter uma execução intricada aqui. Talvez por ter sido iniciada durante a gravação de Jazz e terminada a fórceps para The Game, a faixa esteja deslocada aqui. Há alguns bons momentos, mas o todo não é interessante. O sintetizador volta, de maneira breve, durante o coro de agudos meio metálicos. Mas nós nos esquecemos rapidamente dessa pisada em falso quando chegamos à última faixa, Save Me, mais uma balada clássica de Brian May.

Eu tentei achar informações para qual instrumento-base Save Me foi composta, mas não encontrei. Minha curiosidade vem da enorme combinação que o escopo harmônico da faixa tem para guitarra e piano, ambos em execução aqui e ambos em perfeita harmonia. O interessante é que ouvindo às pressas, trata-se de uma música de métrica simples, mas não é não. Tente ouvi-la com atenção (e com headphones) para entender o que eu estou dizendo. As alterações entre a introdução, as pequenas estrofes e o coro são anomalias sensacionais e mostram um domínio pleno de Roger Taylor na bateria e de Brian May na estrutura geral da canção.

Diferente e admirável, The Game marcou a entrada do Queen nos anos 1980. É um álbum que carrega a marca de sua época e que incorpora inúmeros elementos caros à banda, mas completamente metamorfoseados nessa nova fase. Às vezes um fã pode se perguntar: e se a minha banda favorita (ou uma banda que eu admiro muito) mudasse a linha diretiva de sua produção musical mas sem perder a excelência na execução? No caso do Queen, The Game e todos os álbuns posteriores respondem a pergunta. Se alguns deixaram de admirá-los por conta disso, centenas de outros fãs se aproximaram deles justamente por esse novo estilo. E é assim que a música evolui: arriscando e impondo mudanças.

Aumenta!: Crazy Little Thing Called Love e Another One Bites the Dust

Diminui!: Coming Soon

Minhas canções favoritas do álbum: Sail Away Sweet Sister e Save Me

The Game
Artista:
Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 30 de junho de 1980
Gravadora: EMI, Parlophone
Estilo: Rock, Funk, Disco Rock

Por:  | www.planocritico.com


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 Fonte: http://www.planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury

O site Oficial do Queen anunciou que uma amostragem do famoso show “Hammersmith 1975” (recém restaurado), realizado no teatro Hammersmith Odeon, em Londres, em 24 de dezembro de 1975, será exibido no evento Oficial de aniversário do Freddie: “Freddie Mercury Official Birthday Party” deste ano, em Montreux no dia 05 de setembro!

Seria uma prévia de um futuro lançamento oficial do tão aguardado show?

Para maiores informações sobre a “Freddie Mercury Official Birthday Party 2015” Clique Aqui


Sobre o show e algumas curiosidades:

O famoso show foi realizado às vésperas do natal de 1975, em 24/12/1975, no teatro Hammersmith Odeon, em Londres.

Bohemian Rhapsody estava em 1º nas paradas de Singles e o álbum A Night at the opera caminhava ao topo das paradas.

Com a popularidade da banda subindo no Reino Unido, o show foi transmitido ao vivo simultaneamente na TV e Rádio, na TV ‘BBC2’s Old Grey Whistle Test’ e pela ‘Radio One’.

Devido ao grande pedido do público o show foi repetido em 28 de fevereiro de 1976 pela ‘Radio 1’, e o vídeo em 28 de dezembro de 1976 pela BBC2 .

Este é definitivamente o show do Queen mais pirateado, uma vez que desde sua primeira apresentação tem sido retransmitido inúmeras vezes em rádios de todo o mundo e mostrado muitas vezes na TV, é assim por décadas.

Foi neste show que os pais de Brian e Freddie reuniram-se pela primeira vez em um show. Apesar deles terem vivido perto um do outro por mais de 16 anos, de alguma forma nunca haviam se encontrado.

Este show aumentou e muito a popularidade da banda. Logo quatro das músicas apresentadas estariam no top 20 do Reino Unido, um grande feito.


Músicas do show

Now I’m Here
Ogre Battle
White Queen
Medley: Bohemian Rhapsody, Killer Queen, The March Of The Black Queen, Bohemian Rhapsody (reprise)
Bring Back That Leroy Brown
Brighton Rock
Son And Daughter
Keep Yourself Alive
Liar
In The Lap Of The Gods…Revisited
Big Spender
Jailhouse Rock
Seven Seas Of Rhye
See What A Fool I’ve Been
God Save The Queen


   

  Freddie Mercury


Vídeo
Medley: Bohemian Rhapsody, Killer Queen, The March Of The Black Queen, Bohemian Rhapsody (reprise)

 

 

Fontes: www.queenonline.com  |  www.queenlive.ca
Dica de: Digão

Paul McCartney e U2 formam o pódio dos mais ricos da música. Brian (18º), Roger (21º) e John (27º) estão na lista.

O jornal britânico The Sunday Times publicou a lista anual dos músicos mais ricos da região e Paul McCartney aparece com folga na primeira colocação. O ex-beatle e a esposa dele, Nancy Shevell, possuem, segundo a publicação, uma fortuna de 730 milhões de libras, mais de R$ 3,2 bilhões.

O renomado produtor e compositor de musicais Andrew Lloyd-Webber vem logo atrás, com 650 milhões de libras, e em terceiro lugar está um grupo da Irlanda – que não faz parte do Reino Unido e da Grã-Bretanha -, o U2, com 431 milhões de libras.

O top 10 ainda conta com dois membros dos Rolling Stones, Mick Jagger e Keith Richards, um outro beatle, Ringo Starr, e Roger Waters, ex-Pink Floyd.

O jornal também organiza uma compilação dos artistas afortunados com menos de 30 anos. Nesta, a liderança é da cantora Adele: 50 milhões de libras. Os integrantes da boy band One Direction, Niall Horan, Liam Payne, Harry Styles e Louis Tomlinson, além do ex-membro Zayn Malik, também estão bem colocados.

Veja as listas completas:

Mais de 30 anos

1. Sir Paul McCartney & Nancy Shevell (£730m)
2. Lord Lloyd-Webber (£650m)
3. U2 (£431m)
4. Sir Elton John (£270m)
5. Sir Mick Jagger (£225m)
6. Keith Richards (£210m)
7. Michael Flatley (£195m)
8. Ringo Starr (£180m)
8. Sting (£180m)
10. Roger Waters (£160m)
11. Eric Clapton (£155m)
12. Sir Tom Jones (£150m)
12. Sir Tim Rice (£150m)
12. Rod Stewart (£150m)
15. David Bowie and Iman Abdulmajid (£135m)
15. Robbie Williams (£135m)
17. Ozzy and Sharon Osbourne (£130m)
18. Phil Collins (£110m)
18. Brian May (£110m)
18. Charlie Watts (£110m)
21. George Michael (£105m)
21. Roger Taylor (£105m)
23. Jimmy Page (£100m)
23. Robert Plant (£100m)
25. Enya (£90m)
25. David Gilmour (£90m)
27. John Deacon (£85m)
28. Noel and Liam Gallagher (£77m)
29. Nick Mason (£75m)
30. Calvin Harris (£70m)
30. Mark Knopfler (£70m)
30. Pete Townshend (£70m)
33. Gary Barlow (£65m)
33. Engelbert Humperdinck (£65m)
35. Barry Gibb (£60m)
35. John Paul Jones (£60m)
37. Kylie Minogue (£55m)
37. Sir Cliff Richard (£55m)
39. Guy Berryman (£52m)
39. Jonny Buckland (£52m)
39. Will Champion (£52m)
39. Chris Martin (£52m)

Menos de 30 anos

1. Adele (£50m)
2. Niall Horan (£25m)
2. Zayn Malik (£25m)
2. Liam Payne (£25m)
2. Harry Styles (£25m)
2. Louis Tomlinson (£25m)
7. Ed Sheeran (£20m)
8. Ellie Goulding (£13m)
8. Jessie J (£13m)
8. Leona Lewis (£13m)
8. Katie Melua (£13m)
8. Marcus Mumford and Carey Mulligan (£13m)
8. Alex Turner (£13m)
14. Jamie Cook and Katie Downes (£12m)
14. Sam Smith (£12m)
14. Florence Welch (£12m)
17. Matt Helders (£10m)
17. Olly Murs (£10m)
17. Nick O’Malley (£10m)
20. Marvin and Rochelle Humes (£9m)

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br
Dica de: David Neto

Segundo o ‘Daily Mirror’, guitarrista do Queen não queria correr riscos de danificar instrumento que ele construiu há 40 anos

Haja amor por uma guitarra. Brian May, guitarrista do Queen, teria ficado tão preocupado com a integridade da sua que resolveu gastar 10 mil libras (R$ 40 mil) para carregá-la na primeira classe de um voo. Segundo o Daily Mirror, May ia de Los Angeles até Londres, mas não quis correr risco de danificar a “Red Special”, construída por ele mesmo há 40 anos e figura constante na música do Queen. A solução? Desembolsar uma poltrona própria para ela.

“Uma das poucas coisas com as quais Brian é realmente é passional é sua guitarra. Não existe maneira alguma de que ele deixaria ela ser tratada como uma bagagem qualquer”, disse uma fonte ligada a May ao tabloide.

Na ocasião, o britânico não teria como carregar a guitarra consigo, porque ela não conseguiria ser guardada no compartimento específico a bordo. Despachá-la era “impensável”, segundo o jornal.

Atualmente, o Queen faz turnê com o cantor Adam Lambert e se apresentará no Brasil em 3 capitais.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com
Dica de: David Neto