Guitarrista da banda Queen é o mais novo colaborador científico da New Horizons


 Produzida por Brian May, está é a primeira imagem estereoscopica de Plutão


Brian May e Charlie Bolden, administrador da NASA.
(Crédito Joel Kowsky/NASA)


O músico e astrofísico discute as últimas imagens de Plutão com membros da New Horizons


May e membros da New Horizons.
(Crédito Edward Whitman/JHUAPL)


Brian May é reconhecido pelos membros da New Horizons durante visita a NASA.
(Crédito: Joel Kowsky/NASA)

Queen Symphonic Tribute –  Espetáculo sinfônico traz uma coletânea de grandes clássicos da banda Queen. Um verdadeiro encontro da música clássica e do rock em homenagem ao QUEEN, uma das maiores bandas de rock de todos os tempos!

Vídeo Promocional

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Grande e espetacular homenagem ao QUEEN, uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, será reapresentado no charmoso Teatro Ópera de Arame de Curitiba, após grande sucesso de público em 2014, nos dias 4 e 5 de setembro próximo.

O espetáculo conta com a participação de mais de 50 profissionais e artistas, nacionais e internacionais, composto por Orquestra, Coro, Solistas e Banda de Rock, em uma intensa e emocionante homenagem à Banda Inglesa, que há mais de 40 anos lançou seu primeiro álbum.

 “… nunca mais existiu outra banda como o Queen…” (Revista Rolling Stone – Agosto 2014 – Ed. 95)

O espetáculo construído em formato sinfônico, acompanhado por banda de rock, cantores solistas e coro, com direção musical e regência do Maestro Carlos Domingues, segue o conceito dos grandes espetáculos internacionais. Entre as músicas, estão as conhecidas A Kind Of Magic e Bohemian Rhapsody.

Queen Symphonic Tribute é uma produção brasileira que propõe a união do clássico com o rock, em um show que emociona pela vibração e intensidade de uma Orquestra ao vivo.

As músicas do espetáculo serão interpretadas pela cantora inglesa Jesuton, e pelos cantores Tobias Costa, Jennifer Mosello,, Karen Giraldi, Marcelo Dias, Mônica Bezerra, pela soprano Marcia Kaiser, pelo barítono Paulo Barato, pelo Tenor Cristhyan Segala e pela Contralto Débora Bergamo.

O Queen Symphonic Tribute é apresentado pelo Ministério da Cultura e conta com o patrocínio da empresa curitibana Tradener Comercialização de Energia.


Fiquem ligados aos lotes promocionais que já estão disponíveis no DiskIngressos (online e quiosques).

Informações Importantes:

Valores (sem taxa administração da bilheteira):
Inteira: R$ 120,00
Cartão DiskIngressos: R$ 72,00
Clube do Assinante Gazeta do Povo: R$ 72,00
Meia-entrada: R$ 60,00
1º Lote Promocional: R$ 60,00 – válido para compras até 11/08/2015
Vale Cultura: R$ 50,00 (possuidores do Cartão Vale Cultura – limitado a 20% do total de ingressos colocados à venda = 280 cadeiras)

www.diskingressos.com.br

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Dias: 04 e 05 de Setembro de 2015
Horário do Show: 21:00 Hs
Abertura dos Portões: 20:00 Hs
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Facebook Oficial Queen Symphonic: www.facebook.com/queensymphonictribute


Abaixo comentário de Bruno Cavalcante que assistiu ao espetáculo em 2014:

Quem teve o prazer e a oportunidade de estar nos dias 14, 15 e 16 de novembro no Teatro Opera de Arame assistindo o Queen Symphonic, viu que a propaganda que dizia “A Mais Espetacular Produção em Homenagem ao Queen, em Curitiba” cumpriu com 100% do que foi prometido.

Com lotação máxima nos três dias mencionados, foi perceptível a surpresa dos fãs com a qualidade das músicas e arranjos, trazendo um êxtase à todos ao ouvirem os grandes sucessos na voz de cantores altamente qualificados, com a orquestra e demais músicos em plena perfeição e sintonia.

A plateia cantou junto, vibrou, aplaudiu e se levantou muitas vezes para ovacionar os músicos e cantores.

Não é exagero… De fato isso ocorreu. E digo mais! Aqueles que foram assistir sem serem fãs do Queen saíram boquiabertos, sendo que eu tive o prazer de presenciar isso.

Recebi ligações de pessoas que assistiram e me disseram: “agora eu sei porque você é fã do Queen!”. Para quem é fã, ouvir isso das outras pessoas é muito bom.

Aliado a isso, foi possível ver alguns músicos com bigode, em homenagem ao Freddie Mercury, utilizando ainda os famosos microfones com o suporte serrado, idênticos ao que o grandioso vocalista do Queen usava em seus shows.

Lembro ainda que os grandes sucessos foram executados com maestria, tudo na regência do Maestro Carlos Domingues, além das ótimas surpresas com as execuções de “A Kind Of Magic”, “Killer Queen” e “I Want It All”.

A felicidade dos fãs e do publico em geral de terem sidos agraciados com tal evento em Curitiba foi notório ao final, sendo que esperamos que mais vezes possamos ter o imenso prazer de relembrar os grandes sucessos de uma das maiores bandas de Rock de todos os tempos, além de torcer para que tal espetáculo seja levado à outras cidades deste país, frisando que se caso isso aconteça, será sucesso na certa!

Comentário por: Bruno Cavalcante Oliveira


Maiores Informações: www.facebook.com/queensymphonictribute

E-mail: contato@sunsetcultural.com.br

 

Agradecimentos a: Adão, Paulo Berlitz
Com dica de: Roberto Mercury

A segunda edição do Sempre Ouvindo Música, podcast semanal do Music on the Run, com Fagner Morais, Júlia Mariano e Rafael Monteiro, fala sobre Queen!

Se no palco, a banda foi uma das melhores ao vivo, o trabalho em estúdio não é tão bom assim. Por que isso acontece? Hoje, o eles atraem os jovem como fizeram antes? As empreitadas de Brian May desde o meio dos anos 1990 arranham a imagem deles? O quão grande Freedie Mercury foi?

Ouça abaixo ou Clique Aqui para ouvir diretamente do site.

Duração: 54 minutos
Arte da vitrine: Júlia Mariano

Download do arquivo zipado (clique com o botão esquerdo do mouse, fazer download assim mesmo)

Lembrando que você pode baixar o app do Mixcloud para ouvir o podcast. Está disponível para iOS e Android.

LINKS COMENTADOS NO PROGRAMA

[Foto]: Freddie Mercury no palco
[Vídeo]: show do Queen no Rock in Rio
[Vídeo]: show do Queen em Wembley
[Notícia]: novo ao vivo do Queen sai neste ano
[Foto]: Brandon Flowers de bigode
[Foto]: Queen lotando estádio

DÚVIDAS, SUGESTÕES E CRÍTICAS
blogmusicontherun@gmail.com, redes sociais ou comentários abaixo!

Mais informações: http://www.musicontherun.net

 

Fonte: www.musicontherun.net

Astros do festival são ativistas por direitos dos homossexuais; veja frases. Sam Smith desabafou nesta quarta-feira sobre homofobia: ‘Isso me mata’.

Sam Smith, Elton John e Adam Lambert, atrações do Rock in Rio 2015, em setembro  (Foto: Reuters, AP e G1)
Sam Smith, Elton John e Adam Lambert, atrações do Rock in Rio 2015, em setembro (Foto: Reuters, AP e G1)

Três das principais vozes do Rock in Rio 2015 são ouvidas tanto em músicas quanto na luta por direitos dos homossexuais. Sam Smith, Adam Lambert e Elton John costumam falar abertamente sobre a própria homossexualidade e sobre o ativismo da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros). O desabafo de Sam Smith nas redes sociais nesta quarta (29) mostra esta postura dos cantores (veja abaixo).

Elton John é reconhecido há muitos anos pelas lutas por causas ligadas à comunidade gay. Ele já arrecadou R$ 300 milhões para a AIDS Foundation, pela erradicação da doença no mundo. Sam Smith e Adam Lambert, cantor convidado do Queen, seguem estes  passos. Smith acaba de criar uma fundação por direitos LGBT; Lambert tem o mesmo plano.

Veja declarações e saiba mais sobre ações dos cantores por direitos LGBT:

Sam Smith

Sam Smith (Foto: Divulgação)

Sam Smith desabafou contra a homofobia nesta quarta-feira (29) nas redes sociais. Ele elogiou o filme “Holding the man”, adaptação da autobiografia do ator e ativista australiano Timothy Conigrave. “Como homem gay, é difícil me identificar de verdade com um filme. A coisa mais poderosa foi retratar como é crescer sendo gay, e os momentos assustadores e incríveis que tive ao me assumir”.

Ele continuou o desabafo no Twitter: “Fico tão chateado ao pensar nas centenas de milhares de homens e mulheres gays no mundo que passam tanta dificuldade só por querer amar quem eles amam. Isso me deixa tão triste e às vezes culpado por ter essa simples liberdade que outros não têm. Desculpe ser tão profundo, mas isso me mata. Eu não entendo o porquê de mais de nós não fazermos nada a respeito”, escreveu.

O grande vencedor do Grammy de 2015 dedicou os prêmios ao “homem que partiu seu coração” e inspirou o disco de estreia, “In the lonely hour”. “Eu tenho orgulho de ser gay”, ele disse à revista francesa “Têtu”. “Quero me tornar uma voz para jovens gays em dificuldade no mundo”, afirmou. Depois, ele brincou: “Gosto da ideia de que podem haver caras homofóbicos que escutam meu disco e não imaginam que sou gay!”

Adam Lambert

Adam Lambert (Foto: Divulgação)

Adam Lambert foi o primeiro artista abertamente gay a estrear um disco direto no primeiro lugar na parada da “Billboard”, nos EUA. A façanha foi alcançada com “Trespassing”, em 2012, seu segundo álbum do vice-campeão de “American idol”.

O cantor convidado do Queen afirmou ser gay pela primeira vez após a fama à revista “Rolling Stone” em 2009. Mas ele não acha que foi exatamente uma “saída do armário”. “Eu não acho que deve ser uma surpresa para ninguém ouvir que eu sou gay”, disse.

Ele é um dos músicos mais ativos na luta por direitos LGBT, e ganhou a premiação GLAAD, que destaca artistas ativistas. Adam Lambert diz que já trocou ideias com Sam Smith sobre como é ser gay na mídia. “Há uma compreensão entre mim e Sam”, diz à revista “Attitude”. “Mas há poucos de nós no mainstream. Acho que estamos formando um grupinho”.

Elton John

Elton John (Foto: Jean-Sebastien Evrard/AFP)

Em uma época ainda mais difícil para os homossexuais, Elton John não declarou ser gay tão cedo na carreira quanto Sam Smith e Adam Lambert. Em 1976, ano de seu 11º disco, ele disse à revista “Rolling Stone” ser bissexual.

Ele ainda se casou com uma mulher em 1984, e se separou em 1988, antes de dar outra entrevista para a revista se dizendo “confortável em ser gay”. Em 1993, ele iniciou namoro com David Furnish. Eles formariam uma das primeiras uniões civis gays no Reino Unido.

Em 2014, o cantor disse que o Papa Francisco é seu “herói”, depois do anúncio de que os homossexuais eram aceitos na Igreja Católica. Para o britânico, o papa “quer que todo mundo seja incluído no amor de Deus”.

Hoje ativista, ele criou a AIDS Foundation. Ele declarou em 2014 à Sky News que, se Jesus Cristo fosse vivo, apoiaria o casamento gay.  Elton John também se engajou na denúncia à perseguição dos homossexuais na Rússia, enfrentando publicamente Vladimir Putin.

 

Fonte: http://g1.globo.com

Desde os tempos do cinema mudo, quando a música ajudava a expressar os sentimentos do que se via na tela, passando pela transição de 1927, com o primeiro longa metragem falado (o musical “O Cantor de Jazz”), cinema e música sempre tiveram uma relação muito estreita. Muitos anos depois, veio a popularização das trilhas sonoras em discos, que a princípio era um fenômeno mais restrito a filmes musicais – se nos anos 1950 e 1960, Elvis e Beatles acharam na simbiose com os filmes um grande filão a ser explorado, na década de 1970, talvez o caso mais notório seja o estrondoso sucesso dos Bee Gees em sua fase discoteca, na trilha do filme “Os Embalos de Sábado a Noite”. Até o momento em que a coisa se expandiu e chegamos ao ponto onde o casamento era tão perfeito, que tanto a película quanto as músicas se tornaram inesquecíveis e inseparáveis (“Pulp Fiction” e “Quase Famosos” são dois grandes exemplos). E muitas vezes o filme em si não era lá grandes coisas, acabando sendo ofuscado pela seleção de músicas e temas escolhidos para compor sua “Original Soundtrack”. A lista a seguir apresenta justamente isso: alguns filmes que ficaram a desejar, seja por seu resultado final ou mesmo pela falta de sucesso, mas cujas trilhas sonoras valem uma audição cuidadosa.

 

ImagemFLASH GORDON (“Flash Gordon”) – 1980

 O FILME – Uma adaptação para as telonas de um personagem popular dos quadrinhos pode gerar grandes êxitos, mas também podem resultar em filmes decepcionantes. Quando o produtor italiano Dino De Laurentis resolveu levar a história de “Flash Gordon” para o cinema, o projeto levou anos para sair do papel – e antes dele, George Lucas teve a mesma ideia, mas acabou usando apenas como inspiração para “Star Wars”. Quando o filme finalmente foi realizado, o resultado final foi um misto de ficção-comédia-trash que desagradou profundamente a todos, principalmente aos fãs do herói. Anos depois acabou adquirindo uma aura cult, e em 2012 na comédia “Ted” (aquela do urso de pelúcia, do mesmo criador de “Family Guy”), o filme e o ator Sam J. Jones recebem uma homenagem bem peculiar…

A TRILHA – Quando o Queen foi convidado a compor a trilha sonora do filme, o projeto não foi nem de longe uma unanimidade no grupo, que estava mais focado nas gravações do clássico “The Game”. Quem acabou mergulhando de cabeça no projeto foi o guitarrista Brian May, que produziu o álbum junto a Reinhold Mack e foi autor das faixas mais conhecidas do disco (“Flash’s Theme” e “The Hero”), além de responsável por uma bela versão “guitarrística” da Marcha Nupcial. A trilha acabou fazendo muito mais sucesso do que o filme, que mal pagou os gastos da produção. Anos mais tarde o Queen acertaria a mão em cheio em sua nova empreitada cinematográfica, ao trabalhar nas músicas do clássico “Highlander” (1986), mais um caso em que tanto o filme quanto a trilha são clássicos.

 

ImagemCOMBOIO DO TERROR (“Maximum Overdrive”) – 1986

 O FILME – Não é segredo para ninguém que o escritor Stephen King sempre odiou as adaptações de seus livros para o cinema (incluindo-se aí até mesmo os clássicos “Carrie, A Estranha” e “O Iluminado”). Então em 1986, ele resolve se lançar como diretor e fazer sua própria adaptação do conto “Trucks” (a chamada no trailer era o próprio King dizendo “se você quiser algo bem feito, faça você mesmo”). O roteiro? Com a passagem de um cometa próximo à Terra, objetos inanimados passam a criar instintos assassinos e atacar os humanos, desde caixas eletrônicos de bancos, veículos e até uma ponte levadiça (sim, é isso mesmo que você leu…). O resultado? Bem, além de ser um fracasso retumbante de bilheteria e crítica, essa foi a única empreitada de King no cinema. Não precisa dizer mais nada, né?

A TRILHA – Para a trilha sonora, King convidou o AC/DC, citada pelo mesmo como sua banda favorita. E acabou que o álbum “Who Made Who” se tornou a trilha oficial do filme e uma espécie de coletânea do grupo, trazendo três faixas inéditas (a faixa título, e as instrumentais “D. T.” e “Chase The Ace”), sendo o restante composto por clássicos como “You Shook Me All Night Long”, “Hells Bells”, “For Those About To Rock” e “Ride On” (única da fase Bon Scott). Anos luz melhor que o filme, sem sombra de dúvidas…

 

 

 

 

 

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A APARIÇÃO (“The Wraith”) – 1986

 O FILME – Um Charlie Sheen ainda garotão estrela essa trama (?) na qual um jovem volta do mundo dos mortos em um carrão esportivo disposto a se vingar da gangue de rachas automobilísticos responsável por sua morte. Pois é… A sua sobrancelha franzida traduz o que público e crítica acharam do filme…

A TRILHA – Embora no filme possam ser ouvidos diversos clássicos do hard rock oitentista (como “Smokin’ In The Boys Room”, do Mötley Crüe e “Rebel Yell”, de Billy Idol), na trilha oficial nem tudo foi incluído, talvez por conta de direitos autorais. No disco marcam presença Ozzy Osbourne (com “Secret Loser”), Bonnie Tyler (“Matter Of The Heart”), Ian Hunter (ex-Mott The Hoople, com “Wake Up Call”) e o Lion (ex-banda de Doug Aldrich, com “Never Surrender”).

 

 

 

 

 

 

ImagemSHOCKER – 100.000 VOLTS DE TERROR (“Shocker”) – 1989

 O FILME – O diretor Wes Craven alcançou fama mundial com o primeiro filme de Freddy Krueger (“A Hora do Pesadelo”, de 1984) e na década de 1990 faturaria milhões com a série comédia-terror “Pânico”. Tornou-se referência no gênero, mas contabilizou alguns insucessos também. Em 1989, na expectativa de criar um personagem tão bem sucedido quanto Freddy, Craven trouxe a história de um serial killer condenado à morte, que no momento de ser executado na cadeira elétrica tem seu corpo energizado com a descarga elétrica, fazendo com que seu espírito ganhe o poder de se transferir para outros corpos, transformando pessoas inocentes em assassinos brutais. Se não foi de todo um fracasso, ficou longe de ser um grande êxito comercial, frustrando seus planos de criar mais uma franquia de filmes.

A TRILHA – A faixa título foi gravada por Dudes Of Wrath, uma espécie de supergrupo formado por ninguém menos que Paul Stanley (Kiss) e Desmond Child nos vocais, Vivian Campbell (Def Leppard, Dio) e Guy-Mann-Dude (Alice Cooper) nas guitarras, Rudy Sarzo (Quiet Riot, Ozzy Osbourne, Whitesnake) no baixo, Tommy Lee (Mötley Crüe) na bateria, além de Michael Anthony (Van Halen, Chickenfoot) e Kane Roberts (Alice Cooper) nos backing vocals. A trilha tem ainda os alemães do Bonfire com “Sword and Stone” (originalmente uma composição de Paul Stanley, Bruce Kulick e Desmond Child para o Kiss), uma ótima versão do clássico “No More Mr. Nice Guy” de Alice Cooper regravada pelo Megadeth, além de Iggy Pop e Dangerous Toys.

 

 

 

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BILL & TED – DOIS LOUCOS NO TEMPO (“Bill & Ted’s Bogus Journey”) – 1991

 O FILME – Em 1989 a comédia “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (“Bill & Ted’s Excellent Adventure”) trazia um jovem e desconhecido Keanu Reeves (o eterno Neo de “Matrix”) e Alex Winter nos papeis centrais, como dois adolescentes que viajam no tempo com a ajuda de uma cabine telefônica para conseguir concluir um trabalho escolar de História (!!!). Devido à boa bilheteria, ganhou uma sequência dois anos depois, cuja história começa em 2691, quando o cientista De Nemolos se cansa do sistema criado por Bill e Ted para a sociedade viver e envia dois robôs sósias dos adolescentes de volta no tempo para assassiná-los antes que criem o tal sistema (!!!!!!!!!).

A TRILHA – Se o primeiro filme não tinha uma trilha sonora muito atraente, o segundo filme trouxe um discaço: tem Kiss com o clássico “God Gave Rock ‘N’ Roll To You II”, Megadeth com a porrada “Go To Hell”, Primus com “Tommy The Cat”, Faith No More com “Perfect Crime” (o guitarrista Jim Martin, aliás, participa do filme), e ainda Steve Vai (responsável também pelas “vinhetas sonoras” no filme, quando a dupla comemora algo tocando “air guitar”), Richie Kotzen, King’s X, Slaughter, Winger…

 

 

 

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O HOMEM DA CALIFÓRNIA (“Encino Man”) – 1992

 O FILME – Aproveitando a onda do sucesso de “Bill & Ted” e também da adaptação de “Wayne’s World” para o cinema (que, para quem não sabe, originalmente era um quadro do programa humorístico “Saturday Night Live”), a Disney, através de sua subsidiária Hollywood Pictures, busca o filão “comédia para adolescentes com trilha rock and roll”. Surge a história de um homem das cavernas (Brendan Fraser, de “A Múmia”) que é descoberto congelado no quintal da casa de Dave (Sean Astin, de “Os Goonies” e da trilogia “O Senhor dos Anéis”) por seu amigo Stoney (Pauly Shore de… ah, melhor deixar pra lá…). Se o roteiro já prenuncia um abacaxi sem tamanho, tente assistir ao filme e rir se for capaz…

A TRILHA – Ao contrário do filme, a trilha sonora é bem bacana, trazendo Queen (“Stone Cold Crazy”), Vince Neil (“You’re Invited (But Your Friend Can’t Come)”), Infectious Groove (“Feed The Monkey”), Cheap Trick (com uma cover de “Wild Thing”), Scatterbrain (“Mama Said Knock You Out”) e Steve Vai (“Get The Hell Out Of Here”).

 

 

 

 

 

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SUPER MARIO BROS (“Super Mario Bros”) – 1993

 O FILME – Nintendo e Disney (via Hollywood Pictures novamente) produzindo um filme sobre o personagem de videogame mais popular do mundo. A ideia inicial parece ter tudo pra dar certo mas… Se o saudoso Bob Hoskins parecia ser a escolha ideal para interpretar Mario, de quem foi a ideia de escalar John Leguizamo, que não tem nada a ver fisicamente com Luigi, para o papel do irmão do encanador? E Dennis Hopper como Koopa?? Sem falar que o resultado final foi um filme pra lá de esquecível, lembrado por Hoskins como “o pior projeto do qual ele já havia participado”. Já Leguizamo conta que ele e Hoskins passavam a maior parte das filmagens se embebedando para afogar suas frustrações…

A TRIHA – Bem, a trilha sonora não é exatamente uma maravilha, mas com certeza é bem mais divertida do que o filme, misturando Joe Satriani (“Speed Of Light”), Queen e sua clássica “Tie Your Mother Down”, Megadeth (estavam em todas, hein?) com “Breakpoint” (depois relançada na coletânea “Hidden Treasures”) e Extreme (“Where Are You Going?”) com artistas tão diversos quanto Roxette, George Clinton, Divinyls… Vale como curiosidade…

 

ImagemO ÚLTIMO GRANDE HERÓI – (“Last Action Hero”) – 1993

 O FILME – Um exemplo de filme interessante, mas cujo projeto foi mal entendido e mal recebido. Numa espécie de exercício de metalinguagem, o diretor John McTiernan (do primeiro “Duro de Matar”) traz a história de Jack Slater (Arnold Schwarzenegger), um herói de filmes de ação que passa a interagir com o garoto Daniel (Austin O’Brien), que fora transportado para dentro do filme que assiste no cinema, como que em um universo paralelo. Superprodução que mal pagou seus gastos, longe de ser uma obra-prima, sendo um filme diferente que não agradou ao grande público, ficando marcado como um dos grandes fracassos na carreira do ex-governador da Califórnia.

A TRILHA – Com o status de produtor, Arnold escolheu ele próprio as bandas para comporem canções para a trilha sonora. E não é que o cara tem um bom gosto do tamanho do seu físico? O álbum só tem sonzeira: AC/DC com “Big Gun”; Alice In Chains em dose dupla (“What The Hell Have I” e “A Little Bitter”); Megadeth (virando arroz de festa nas trilhas) com “Angry Again”; Queensryche dos bons tempos (com a belíssima “Real World”); Def Leppard (“Two Steps Behind”); Anthrax (“Poison My Eyes”); Aerosmith (com a eterna “Dream On” em versão ao vivo, com orquestra)… Sério candidato a melhor álbum de trilha sonora de todos os tempos… Pelo menos para nós fãs de rock…

 

 

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ARMAGEDDON (“Armageddon”) – 1998

 O FILME – Embora tenha sido um grande sucesso de bilheterias, “Armageddon” é um filme criado pela mesma equipe de “Bad Boys” e “Independence Day” (o diretor Michael Bay, o produtor Jerry Bruckheimer e etc.) – ou seja: há quem goste, mas muita gente também odeia. Aqui novamente os EUA salvam o mundo de uma catástrofe apocalíptica, quando enviam uma equipe ao espaço (liderados por Bruce Willis) para impedir que um asteróide gigantesco venha a colidir com nosso planeta… Foi uma das maiores bilheterias do ano em uma época onde já se temia que a virada do século poderia ser o fim do mundo, haveria um bug do milênio e etc… E ficou esquecido no tempo, assim como essas bobagens…

A TRILHA – A trilha sonora do filme foi composta por ninguém menos que Trevor Rabin (ex-guitarrista do Yes). E para o CD ele recrutou alguns grandes figurões do rock, para nosso deleite. O Aerosmith aparece com quatro músicas (duas inéditas: a melosa “I Don’t Wanna Miss A Thing” e “What Kind Of Love Are You On?”; além da clássica “Sweet Emotion” e a cover de “Come Together”, dos Beatles). Quem marca presença também é o Journey, com “Remember Me” (estreando Steve Augeri nos vocais e Deen Castronovo nas baquetas), além do grande ZZ Top e sua inconfundível “La Grange”. Tem também Jon Bon Jovi (“Mister Big Time”), Bob Seger (“Roll Me Away”) e Patty Smith (“Wish I Were You”).

 

 

 

ImagemDEIXA ROLAR (“Outside Providence”) – 1999

 O FILME – Produzido pelos irmãos Peter e Bobby Farrelly (criadores das comédias “Quem Quer Ficar com Mary?”, “Debi e Lóide” e “Eu, Eu Mesmo e Irene”, entre outras), e baseado em livro do próprio Peter, o filme conta a história de Timothy (Shawn Hatosy), um jovem em idade colegial em 1974, criado apenas pelo pai (Alec Baldwin) após o suicídio de sua mãe, cuja maior diversão é fumar maconha com os amigos. Após bater o carro em uma viatura policial, seu pai o manda para um colégio super rigoroso para ver se o jovem entra na linha. Quando esse parece ser o pior momento de sua vida, ele conhece Jane (Amy Smart), por quem acaba se apaixonando. Ao contrário dos demais projetos dos irmãos, este foi um fracasso retumbante nas bilheterias, sendo lançado direto em DVD em muitos países…

A TRILHA – Se o filme passou despercebido, a trilha sonora merece ser garimpada por quem é fã de um bom e velho rock and roll. Olha só a lista de clássicos: “Won’t Get Fooled Again” (The Who), “Band On The Run” (Paul McCartney & Wings), “Take It Easy” (Eagles), “All Right Now” (Free), “Roundabout” (Yes), “Freebird” (Lynyrd Skynyrd), “Long Train Runnin’” (Doobie Brothers), “No Matter What” (Badfinger), “Do It Again” (Steely Dan)… Um verdadeiro “greatest hits” da época, e um CD ideal para pegar a estrada…

 

 

 

 

ImagemDETROIT ROCK CITY (“Detroit Rock City”) – 1999

 O FILME – O Kiss deveria ser proibido de se aventurar nos filmes. Não bastasse o pavoroso trash “Kiss Meets The Phantom Of The Park”, feito para a TV em 1978, e as frustradas investidas do linguarudo Gene Simmons como ator na década de 1980, o quarteto tentou aproveitar a boa maré da volta da formação clássica e lançou essa comédia, contando a história de quatro jovens fãs do grupo que fazem de tudo para conseguirem ir a um show dos mascarados em Detroit em 1978. Embora a premissa seja simpática, o filme simplesmente não funciona e não tem graça nenhuma… Isso sem mencionar a caricata participação da banda no final…

A TRILHA – Obviamente o CD traz músicas do Kiss: além de “Detroit Rock City”, tem “Shout It Out Loud” e a balada inédita (e dispensável) “Nothing Can Keep Me from You”, composta por encomenda pela mesma Diane Warren que fez “I Don’t Wanna Miss A Thing” para o Aerosmith em “Armageddon”. Tem ainda Van Halen (“Runnin’ With The Devil”), Thin Lizzy (“Jailbreak”), Cheap Trick (“Surrender”), David Bowie (“Rebel Rebel”), Black Sabbath (“Iron Man”) e algumas covers, como a ótima “Cat Scratch Fever” de Ted Nugent, numa versão matadora do Pantera, “Strutter” do Kiss, bem regravada pelas garotas do The Donnas, o Everclear assassinando “The Boys Are Back In Town” do Thin Lizzy, além de versões bizarras de “Highway to Hell” do AC/DC feita por Marilyn Manson e “20th Century Boy” do T-Rex, regravada pelas suecas do Drain STH.

 

 

 

ImagemROCKSTAR (“Rockstar”) – 2001

 O FILME – Inspirado na história de Tim “Ripper” Owens, o vocalista cover que ocupou a vaga deixada pelo original Rob Halford no Judas Priest, “Rockstar” traz a história de Chris “Izzy” Cole (Mark Wahlberg, que antes de ser ator, era conhecido como o cantor de hip hop Marky Mark). Fanático pela banda Steel Dragon e vocalista de uma banda tributo em homenagem a eles, Chris é convidado a integrar a banda que idolatra quando o vocalista original é demitido. Para tentar dar maior credibilidade à história, quem interpreta os músicos são ninguém menos que Zakk Wylde, Jason Bonham e Jeff Pilson (Dokken, Foreigner). Jennifer Anniston (a eterna Rachel do seriado “Friends”) também participa do elenco, interpretando Emily, namorada de Chris. Contando com muitos estereótipos, exageros e piadas sem graça, “Rockstar” é um filme que originalmente tinha tudo pra ser bacana, mas acabou se tornando uma bola fora tremenda e naufragando nas bilheterias…

A TRILHA – Trevor Rabin também é o responsável por esta trilha sonora, reunindo aqui Kiss (“Lick It Up”), Bon Jovi (“Livin’ On a Prayer”), Mötley Crüe (“Wild Side”), Ted Nugent (“Strangehold”) e até INXS (“Devil Inside”). Além disso, a banda fictícia Steel Dragon também marca presença com seis boas músicas, incluindo uma cover de “Long Live Rock ‘n’ Roll” do Rainbow. O único “porém” ficou por conta da faixa título e tema principal do filme, de autoria do Everclear – nada contra a banda, mas seu estilo não tem nada a ver com a temática do filme e nem com o resto da trilha…

 

 

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Não peçam a Miley Cyrus para cantar nenhuma canção de sua fase Hannah Montana. Nem para Madonna entoar ‘Like a Virgin’. Elas não aguentam mais! Veja quais são outros cantora que renegaram os próprios hits

Pode parecer fácil, mas cantar a mesma canção – quase que diariamente – shows deve ser complicado. A repetição por meses, inclusive, acaba gerando asco em alguns artistas – isso mesmo! Vários nomes de peso da indústria musical já declararam odiar seus maiores hits.

O PopQUEM pode não concordar com tudo – afinal, alguns são clássicos e adoraríamos ouvi-los ao vivo em todas as turnês – mas quem sabe é quem canta. E pasmem! A lista tem Madonna, Led Zeppelin e até Queen.
 

Impossível não pensar em Don’t Stop Now como uma das músicas mais marcantes do Queen, mas o guitarrista Brian May simplesmente não era um fã da faixa por acreditar que ela celebrava o estilo de vida “arriscado” de Freddie Mercury na época.

Led Zeppelin (Foto: Reprodução)

A banda Led Zeppelin conseguiu um de seus maiores sucessos com Stairway To Heaven em 1971, mas, muitos anos depois, o vocalista Robert Plant obviamente não aguentava mais. “Teria urticária se tivesse de cantar essa canção em todo show. Escrevi a letra e percebi a importância da faixa na época, mas tantos anos depois, eu não sei. Não é para mim”. Então tá, né?

Hannah Montana (Foto: Reprodução)

Miley Cyrus foi MUITO mais além que outros artistas. Ela não odeia apenas uma faixa, mas TODO o catálogo antes do álbum Bangerz. E ela foi mais longe: pediu que todas as músicas da época de Hannah Montana recebessem tal nome como intérprete principal. Atualmente, Miley só reconhece as músicas de seu mais recente álbum, de 2013.

Sinead O Connor (Foto: Reprodução)

Não faz tanto tempo assim, mas Sinead O’Connor garantiu que não canta mais Nothin’ Compares 2 U. Pois é, a cantora deu a desculpa de que não se identifica mais com a canção. Vale lembrar que este foi o hit que fez com que sua carreira alavancasse e a notícia desapontou muitos fãs. Não é para menos.

Coldplay (Foto: Reprodução)

A banda Coldplay não vai mais sofrer desse mal, por enquanto, até porque o quinteto se separou. Mas o grupo admitiu não gostar de Speed Of Sound, o primeiro single  de X&Y, também um dos maiores hits de seu vasto catálogo. Chris Martin confirmou e, inclusive, nunca a tocou ao vivo.

John Lennon (Foto: Reprodução)

Nem todos os integrantes dos Beatles odiavam a música Let It Be, mas John Lennon sempre deixou claro o seu descontentamento com a faixa. O grupo, inclusive, se separou após o lançamento do álbum do mesmo nome. Posteriormente, Lennon afirmou não ter nada a ver com o processo de composição da canção. Em uma entrevista à Playboy, John comentou que Let It Be não tinha a ver com o grupo.

Madonna (Foto: Reprodução)

Madonna vive uma relação de amor e ódio com algumas de suas canções, na verdade. Até porque ela não deixa, de fato, de cantar as faixas que ela já admitiu não ser muito fã. Em entrevista a uma rádio norte-americana, em 2008, a rainha do pop declarou: “Não tenho certeza se consigo cantar Like a Virgin e Holiday novamente. Não consigo. A não ser que alguém me pague, tipo, 30 milhões de dólares”.

Britney Spears (Foto: Reprodução)

Britney Spears teve um de seus maiores sucessos envolvido em um processo de plágio. A faixa em questão é Sometimes, do álbum …Baby One More Time, que, em 2004, foi considerada pelo compositor Steve Wallace uma cópia. No ano seguinte a cantora foi inocentada do caso, mas, em um de seus shows, ironizou o processo e admitiu não gostar do hit.

 

Fonte: http://revistaquem.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

O porque do rock - Classical Queen - Antonio Lobato

Símbolo de toda uma geração. A mistura da música Clássica com o Rock, das origens pobres a realeza da Inglaterra. Quatro músicos que mudaram a cena do Reino Unido e do mundo para sempre, com canções icônicas e que nos fazem lembrar um mantra ou “uma reza” que nos pega em cheio, acompanhando o som com as mãos e os pés. Freddie Mercury com todo seu antes e pós “Mustache”, que nos deixou mais que saudades e uma vontade de resgatar o bem que o som do Queen faz para a nossa alma.

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Hoje, quem dá as caras por aqui é o Antonio Lobato (Freddie Mercury brasileiro) do “Classical Queen” (Queen Cover) de São Paulo/SP que leva a magia e toda a saudade das atuações de gala do Queen em todos os shows por onde passam.

Abaixo, Antonio Lobato fala de todos os seus Porquês do Rock:

Qual foi o primeiro contato que você teve com o Rock?

Antonio Lobato: Vou citar 2 momentos. O primeiro foi através de uma propaganda de uma escola de idiomas em 1978, cuja trilha sonora era “Now I’m here” do Queen. Lembro-me até hoje da sensação ao ouvir aquele trecho “Down in the city just you and me…”, a energia daquele som era algo contagiante. Depois o contato real e definitivo veio através dos “Beatles”, quando John Lennon foi assassinado em 1980, eu era garoto, e houve um “boom” de tudo que era respeito aos Beatles.

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Como e quando o Lobato se descobriu para a música?

Antonio Lobato: Quando nasci creio que não chorei, mas sim que cantei (rsrsrs). Desde minhas primeiras memórias, com 2 ou 3 anos de idade, já gostava de cantar. Tenho lembranças disso, morava no interior de Minas Gerais, lembro-me que cantava da varanda de minha casa para as vizinhas (rsrsrs). Comecei cedo com esse lance de “serenata” (rsrsrs).

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O que o Lobato sente toda vez que se prepara para um show e empunha seu microfone?

Antonio Lobato: Sempre penso que estou fazendo o que mais amo na vida e o quanto sou grato por isso. Tudo o que quero é levar emoção ao público, tornar aquele momento especial na vida de cada um dos presentes.

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O que significa estar em uma banda cover de renome como o “Classical Queen”, que leva a entidade do Queen ao santíssimo graal nos shows?

Antonio Lobato: Uma grande honra. Sem dúvida um privilégio tocar com músicos competentes e que assim como eu, amam o que estão fazendo. Somos amigos e entre nós não existem “egos”, “estrelas”, somos profissionais, temos um extremo respeito pelo público, não gostamos de fazer nada “mais ou menos” e nunca subimos num palco achando que o jogo está ganho.

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Qual a sua opinião sobre a cena atual do rock e sobre os covers estarem invadindo cada vez mais os lugares com música ao vivo?

Antonio Lobato: A cena atual não só do rock, mas da música em geral, prá mim é extremamente pobre sobre todos os aspectos: letras, arranjos, melodias, harmonia, etc.. A mídia em geral insiste em querer impor ao público músicas sem nenhuma qualidade. Parece-me um acordo de governantes e mídias: “vamos evitar músicas que tenham contestação ou qualquer teor político-social, pão e circo para o povo”, afinal é bem mais fácil conduzir uma massa de alienados. Os covers (falo daqueles que de fato se preocupam com qualidade), têm se tornado cada vez mais profissionais, buscando na medida do possível, recriar os grandes shows das bandas que representam. Isso obviamente reflete no crescente desejo do público de nos assistir. Na contramão desta preocupação em fazer um espetáculo, existe por aí uma discussão idiota sobre covers X autorais, que os covers tiram espaços dos autorais e etc. Ninguém tira algo que você não tem. As orquestras sinfônicas fazem cover, certo? “Bach”, “Bethoven”, “Mozart”, “Wagner”, “Vivaldi” e tantos outros. Apresente ao público um trabalho autoral decente e tenha certeza que não faltarão espaços para se apresentar. Agora, se ficar com “musiquinhas” meia boca e achar que fazem um som revolucionário… Não se deve nunca parar de estudar. Estude, tenha autocrítica, crie algo verdadeiro e depois apresente ao público com preparo, competência e cuidados de uma produção visual, afinal conteúdo com uma bela embalagem ajudam, certo? Tenho amigos com trabalhos próprios de qualidade que estão se apresentando por todo Brasil.

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O que o Lobato do início do “Classical Queen”, diria para o Lobato atualmente?

Antonio Lobato: Está valendo seu esforço, seus estudos e sua personalidade de querer melhorar sempre. Continue assim.

Quais foram os momentos mais marcantes em todos estes anos, e o mais engraçado nos shows do “Classical Queen”?

Antonio Lobato: Foram tantos momentos e lugares. O que mais me encanta é ver o encontro de gerações em alguns de nossos shows, quando acontecem em locais aberto ao público, avós, pais e filhos, curtindo o mesmo som.  Aliás, shows em praças, eventos culturais ao ar livre têm sempre uma “vibe” incrível. “Motorcycle Rock Cruise” nas duas edições em que estivemos 2013 e 2015.
Viajar com “Classical Queen” é diversão garantida, sempre tem piada pronta. Vou citar um dos momentos: Fernando Gamba, nosso Brian May, tem sempre duas guitarras no palco. Num determinado momento do show, ele sai do palco para tirar uma parte do traje que está usando. Houve um show em que ao voltar ao palco e pegar a guitarra, ele pegou justamente a que estava desconectada do cabo (rsrsrs). Demorou alguns segundos prá ele perceber que algo estava errado e que o som não saía (rsrsrs).

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Como você está vendo o mercado de Rock, público e as casas por onde passam?

Antonio Lobato: O Rock envelheceu e não vejo uma renovação consistente acontecer. No Brasil isso é por conta da alienação cultural que governantes e mídias insistem em promover. No mundo isso se dá pela preocupação do mercado em lançar um “produto” que venda rápido ao invés de tratar a música como arte. Sobre público e casas por onde passamos, faço o seguinte resumo: Casas com estrutura profissional e que levam a sério a palavra “qualidade” em toda sua dimensão, funcionários bem treinados, acomodações, serviços, produtos e uma agenda com bandas competentes e profissionais, continuam sempre cheias e faturando alto. O público que curte rock quer espetáculo, quer sair de alma lavada. Quem não gosta de assistir um bom show?

O mercado, em qualquer segmento hoje em dia, encolhe para quem não se preocupa com qualidade, para quem faz tudo de qualquer jeito. Pode até durar um tempo, mas nunca muito.

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Várias décadas da morte do Freddie Mercury, e ele continua um legado que muitas bandas novas não o conseguiram ainda. Como você enxerga tudo isso?

Antonio Lobato: É preciso fazer música como arte e não como “produto”. Quem trabalha com arte tem que ser verdadeiro. Quem vai acreditar em algo que soa tão falso que nem mesmo quem fez, de fato acredita?

Passaram vários vocalistas após a morte de Mercury no Queen. Você enxerga o Queen como a banda de antes ou um projeto do Brian May e Roger Taylor?

Antonio Lobato: Um projeto de Brian e Roger para continuarem tocando, que é o que gostam de fazer.

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E o lance do John Deacon não participar de tudo isso? Qual sua opinião?

Antonio Lobato: Só ele mesmo esclareceria os reais motivos de sua decisão. Substituir Freddie Mercury de fato não é tarefa fácil, tanto por seu talento musical, como pelo ícone que se tornou. Deacon era muito próximo de Freddie, e creio que com sua morte, preferiu não continuar aquilo que nunca mais seria a mesma história.

Qual sua Opinião sobre o “Queen Extravaganza”? E sobre o vocalista Marc Martel?

Antonio Lobato: Marc Martel sem dúvida alguma é talentoso e o “Queen Extravaganza” continua a levar a música do Queen ao público. É a banda tributo oficial que de forma competente apresenta diferentes e interessantes arranjos da obra do Queen.

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Qual a preocupação com a caracterização do “Cover” ao mais fiel possível do original? Sobre os cenários e as vestimentas que vocês utilizam, qual é a pesquisa e a busca sobre os adereços?

Antonio Lobato: Na devida proporção, temos a preocupação em buscar recriar os shows do Queen.
Trazer aquela energia dos shows é o ponto principal. Fazer trajes, adereços de qualidade e usar instrumentos iguais, fazer tudo o mais próximo possível do original. Não dá para simplesmente colar um bigode postiço, uma jaqueta amarela e achar que é cover do Queen. Eu que sempre toquei violão e guitarra, fui estudar piano de forma intensiva para compor devidamente o personagem que me propus a fazer logo que entrei na banda. E continuo estudando piano diariamente, aliás estudar música sempre foi um grande prazer para mim. Busco sempre me aprimorar, o constante estudo ao piano, sempre assisto os mais variados vídeos de shows do Queen com olhar e ouvido atentos, ouço trackings isolados da voz de Freddie Mercury prestando atenção na sua colocação de voz. Quem me assistiu nas primeiras apresentações com o “Classical Queen” e sempre acompanha a banda, percebeu minha evolução na realização este trabalho. Meu timbre de voz é diferente, mas busco uma colocação de voz mais próxima possível e dessa forma, conseguir uma boa performance. Cada show que faço me traz mais aprendizados.

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O que você sente toda vez que canta e brinca com a galera como o Freddie fazia, em algum lugar que o “Classical Queen” esteja tocando? E o que você realmente vê no olhar do público neste momento?

Antonio Lobato: Sinto uma grande honra e uma enorme responsabilidade. Quem me conhece sabe que trabalho sempre no máximo, não me poupo, minha personalidade não permite fazer nada mais ou menos. A recompensa dessa entrega e dessa verdade que busco levar ao público, vejo refletida no olhar das pessoas e em suas emocionadas palavras após o show. É muito gratificante.

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Já conseguiram algum contato com os integrantes originais do Queen, ou mesmo deixar o material do “Classical Queen” para eles?

Antonio Lobato: Não.

Qual sua percepção de servir como um “Remédio” no momento do palco, e do show do “Classical Queen”, onde as pessoas esquecem todos seus problemas em suas vidas e saem anestesiadas e curadas de um show de vocês?

Antonio Lobato: Buscamos como banda, trazer aquela energia pura, aquela intensidade que eram os shows do Queen com Freddie Mercury. Uma espécie de transe coletivo, criar empatia com quem nos assiste, esse é o objetivo. Dar ao público a sensação de estar num show do Queen nos anos 80.
Nossa percepção é de que nossa entrega no palco reflete-se no entusiasmo da platéia e todo carinho que recebemos no pós-show.

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Para a dedicação total ao Cover, vocês tiveram que largar seus empregos ou deu pra conciliar? E qual a posição da família sobre a decisão do cover como estilo de vida?

Antonio Lobato: Viajamos muito. Esse mês de julho, por exemplo, foram 13 shows. Não é fácil conciliar, mas é possível, dois na banda fazem isso. Eu conciliei no início, mas há quase dois anos optei só pela música, o que já era um projeto. Hoje, além dos shows com “Classical Queen”, dou aulas de canto. Nas poucas brechas de agenda da banda, apresento-me no formato voz e violão, “Acoustic Classics of Rock & Roll”. Minha mulher apóia totalmente minha decisão, sabe o quanto sou apaixonado por música, o quanto significa para mim.

Como é estar na estrada, e o que as “highways” deixadas pra traz nos shows estão trazendo para você com o “Classical Queen”?

Antonio Lobato: Vida plena. Música faz parte da minha vida desde sempre, e hoje poder viver dela significa muito, significa que persistir, sonhar e buscar realizar, depende de cada um de nós.
Existe o cansaço físico, claro, mas a alma fica renovada.

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O que você tem escutado no cenário atual ou a “velha guarda” do Rock, ainda faz a sua cabeça?

Antonio Lobato: Das coisas um pouco mais recentes, curto muito “Audioslave”, pena que não durou muito. A velha guarda sempre presente, ouço muito “Whitesnake”, “Beatles”, “Stones”, “Elvis”, “Journey”, “Led Zeppelin”, “Pink Floyd”, “Deep Purple”, “Gleen Hughes”, “Dio”, “Rainbow”, “The Police”, “Van Halen”, “Aerosmith” e “Kiss” entre outros. E Queen, sempre muito Queen (rsrsrs). Adoro jazz, blues, bossa nova e música clássica, ouço pós show para relaxar.

Além do “Classical Queen”, você tem algum outro projeto musical ou algum hobby fora à música?

Antonio Lobato: Projetos sempre são muitos (rsrs).  Além dos shows eventuais voz e violão com clássicos do rock que mencionei, tenho trabalho autoral solo e com a banda “Volúpia” que devo retomar até o final do ano. Também estou trabalhando um projeto de jazz, piano e voz que sonho há tempos realizar.

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Para finalizar, o que você recomenda para os músicos que sonham com essa possibilidade de se dedicar a um instrumento e fazer acontecer levando a magia do original ao público?

Antonio Lobato: Estudar, praticar, ter autocrítica, ser verdadeiro. Palco é um lugar sagrado, seja qual tamanho ou lugar for. Respeite o palco, respeite o público, faça com amor. Outra coisa: deixe essa bobagem de ego, de se achar o máximo prá lá, isso só atrapalha. Ninguém é melhor que ninguém, a diferença está em quem se dedica e do quanto se dedica. Deixar as vaidades de lado é o melhor que se faz. Toque o instrumento que escolher e toque com ele o coração e mente das pessoas.

Vídeos do Classical Queen:

Site oficial: http://www.classicalqueen.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/classical.queen.9

Youtube: Queen Cover Classical Queen Brazil

Contato pra shows: Tel: (11) 99122-0618 – Fernando / (11) 98945-7210 – Júlio

 

Fonte: www.oporquedorock.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Hoje não, FreddiePouca gente discorda: Freddie Mercury é uma das vozes mais marcantes do Rock (se não for a mais). Mas o Queen sempre abriu espaço para que os demais membros (exceto John Deacon) exercitassem seus talentos vocais. E é este exercício que este Combate Rock propõe: músicas em que Mercury não canta ou que tem pouquíssima participação.

Ou Clique Aqui e escute direto no site.

 

Playlist

01 – Modern Times Rock’n’Roll
02 – Some Day One Day
03 – Loser in The End
04 – Tenement Funster
05 – She Makes Me (Stormtrooper in Stiletos)
06 – I’m In Love With My Car
07 – Fight From The Inside
08 – Sleepin on The Sidewalk
09 – Fun It
10 – Rock it (Prime Jive)
11 – Sail Away Sweet Sister
12 – Action This Day
13 – Cosmos Rockin’

 

 

Fonte: http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

A exposição “Mitos do Rock” traz cerca de 40 artes das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Feitas pelo ilustrador Andre Araujo, estará exposta dentro da Estação Pinheiros em São Paulo, rua capri 145, e ficará a partir do dia 29/07/15 até o dia 15/08/15 (o dia inteiro).

Também terá um painel de fotos e o ilustrador fará algumas caricaturas ao vivo para os visitantes!

Serviço:

Quando: De 29/07/15 a 15/08/15
Horário: O dia inteiro
Onde fica: Estação Pinheiros em São Paulo, rua capri 145

Maiores Informações:

Facebook:  https://www.facebook.com/mitosdorockoficial
Instagram:  instagram.com/mitosdorock
E-mail:  arte.andrearaujo@hotmail.com
Telefone: (11) 97322-5232


Abaixo algumas das ilustrações da exposição:

Agradecimentos a: Andre Araujo

Uma inusitada versão em forró de “We Will Rock You”

O jovem produtor Wesley Henriques do Home Studio 7 Gravações, de Itaporanga/PB, está provando no Soundcloud que a zueira não tem mesmo limites. Wesley publicou uma série de “mashups” que misturam clássicos do Rock com Forró. Confira abaixo uma inusitada versão para “We Will Rock You” do QUEEN .

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Fonte: https://soundcloud.com/
Dica de: Roberto Mercury

Foram divulgados ontem, no aplicativo do Rock in Rio, os horários de cada atração no evento.

Os shows começam às 19 horas e a última atração de cada dia entra no palco à meia-noite.

No primeiro dia (18 de setembro), o grande destaque é o Queen + Adam Lambert, que será o último show à meia-noite.

Horário show Rock in Rio do dia 18 de setembro:

Palco Mundo
19h Rock in Rio 30 Anos
21h The Script
22h30 OneRepublic
0h Queen + Adam Lambert

Palco Sunset
15h Dônica e Arthur Verocai
16h30 Ira! + Rappin Hood e Toni Tornado
18h Lenine + Nação Zumbi + Martin Fondse
20h Homenagem a Cássia Eller

Para ver horários de todos os dias Clique Aqui

 

Fonte: http://www.bemparana.com.br

A maior decisão da vida de uma banda é nomear-se. Nomes indisponíveis e ausência de criatividade são apenas alguns dos transtornos enfrentados por quem ainda não possuí uma identidade própria no showbiz.

Mas e as bandas e artistas que hoje são famosos? Será que também tiveram esta dificuldade? É claro que sim.

Na sequência, você irá conferir os vinte piores nomes originais de bandas e artistas famosos.

20. SIMON & GARFUNKEL

Nome original: TOM & JERRY

Paul Simon e Arthur Garfunkel eram apenas dois garotos de 15 anos, quando começaram a compor as próprias canções, no longínquo ano de 1956.

Simon adotou o nome artístico de John Landis (influenciado por sua namorada da época, que chamava-se Sue Landis) e Arthur tornou-se Tom Graph.

Os jovens eram tão ingênuos que se intitularam TOM & JERRY. Na época, não tinham a menor ideia de que poderiam ser processados por direitos autorais, pela Hanna-Barbera.

No início, o duo não alcançou o sucesso imaginado, e os jovens optaram por irem à faculdade. Após se formarem, decidiram quebrar o hiato que cercava a dupla e, por ausência de criatividade, vieram a dar os respectivos nomes para a formalização da marca.

Nascia assim, o mais importante duo folk de todos os tempos, o SIMON & GARFUNKEL.

19. PEARL JAM

Nome original: MOOKIE BLAYLOCK

Em 1990, Seattle teve a oportunidade de conhecer uma nova banda de rock n’ roll. O MOOKIE BLAYLOCK fez seu primeiro show no “Off Ramp Cafe”. A origem do nome é proveniente de um famoso atleta norte-americano de mesmo nome.

Mais tarde, Eddie Vedder afirmou que neste período a banda estava mais preocupada com a concepção de suas canções, do que com a elaboração de um novo nome.

No início, o nome não foi um empecilho, entretanto, quando a banda preparava-se para gravar o debut Ten, a gravadora exigiu que Eddie Vedder e sua trupe escolhessem um novo nome, já que o grupo não poderia utilizar o nome de um famoso jogador da NBA.

Porém, a banda demorou algum tempo até conseguir uma nova nomenclatura. O baixista Jeff Ament queria que o grupo se chamasse Pearl, porém, já havia uma banda de mesmo nome. Eddie Vedder é um grande fã de NEIL YOUNG, e após assistir à um show do cantor, notou que Young transformava as suas canções em verdadeiras “jams”, estendendo-as por mais de quinze minutos.

Pouco tempo depois, Vedder chegou com o nome Jam, juntando a sua ideia com a de Ament, e renomeando a banda para PEARL JAM.

18. RADIOHEAD

Nome original: ON A FRIDAY

Os cinco membros originais do Radiohead ensaiaram pela primeira na escola em que estudavam, a Abingdon School, em Oxfordshire.

No início, a banda só ensaiava nas sextas feiras, por isso a ideia de nomear a si mesma de ON A FRIDAY. Porém, esta nomenclatura dava a entender que o grupo só estava disponível para tocar às sexta-feiras, fazendo com que as casas noturnas da região não os contratassem para shows em outros dias da semana.

Quando a banda alcançou certa notoriedade no circuito underground de Oxford, gravaram algumas demos, incluindo “You”, “Thinking About You” e “Prove Yourself.”

As canções não fizeram sucesso, mas foram suficientemente impactantes para chamar a atenção dos charlatões da gravadora EMI Records, que os contratou rapidamente. Porém, a gravadora sugeriu que a banda trocasse de nome imediatamente.

Como era um grande fã de TALKING HEADS, Thom Yorke escolheu uma música do grupo para batizar a sua banda. A canção escolhida foi “Radio Head”, que está presente no álbum True Stories, lançado em 1986. Nascia aí o Radiohead que todos nós conhecemos.

17. THE CURE

Nome original: THE OBELISK

Ainda no início do ensino médio, Robert Smith reuniu-se com alguns alunos para formar uma banda. O nome escolhido fora THE OBELISK, e após algumas mudanças de formação e trocas constantes de nomenclaturas, a banda estabeleceu-se como THE CURE.

Robert Smith nunca falou abertamente sobre o nome, mas relatos dão conta de que THE CURE era a “cura” para a vida monótona e depressiva de Smith.

16. QUEEN

Nome original: SMILE

Mais benigno do que ofensivo, o nome SMILE surgiu como uma brincadeira do guitarrista Brian May e do vocalista Tim Staffell. Na verdade, Staffell considerava a banda parte de um projeto de faculdade, que também chamava-se Smile. O nome durou dezoito meses, e o grupo conseguiu, inclusive, abrir alguns shows para o guitarrista Jimi Hendrix.

Porém, Staffell decidiu seguir adiante e em seu lugar entrou um sujeito africano chamado Farrokh Bulsara.

Bulsara chamava a si próprio de Freddie Mercury e sem falsa modéstia, proferia a todos a sua volta que seria um rockstar com ou sem o SMILE.

Mercury não gostava do nome e logo sugeriu uma nova nomenclatura, Queen. Na época, a homossexualidade de Freddie era desconhecida, portanto, pelo menos a princípio, o nome não tinha tinha este tipo de conotação. Mais tarde, o vocalista alegou que a escolha do nome deveu-se ao fato de ser algo que soa régio e majestoso. “O glamour faz parte de nós, e nós queríamos chocar, ser ultrajante, isto era ser parte do Queen”, disse Freddie Mercury em entrevista à “Circus”.

15. DEF LEPPARD

Nome original: ATOMIC MASS

Massa atômica é definido, em primeiro lugar, como a massa de um átomo, e depois como uma ideia horrível para nomear uma banda.

O nome inadequado não impediu que alguns jovens de Sheffield (ENG), utilizasse-o por algum tempo, muito embora nunca tenham realizado um show sequer sob essa alcunha.

Eventualmente, o vocalista Joe Elliott falou aos seus colegas que havia projetado, na escola, a arte e logo de uma banda fictícia chamada “Deaf Leopard”.

A banda começou a brincar com o nome, e logo surgiu DEF LEPPARD, um dos nomes, graficamente, mais memoráveis desde LED ZEPPELIN.

14. THE BEACH BOYS

Nome original: THE PENDELTONS

Quando o genial Brian Wilson começou a escrever canções “surfistas” em 1961, ele nunca havia subido em uma prancha de surfe. Nesta época, nomeou o seu projeto de THE PENDELTONS, uma menção à marca de “camisas xadrez” de mesmo nome, que eram febre entre os surfistas da época.

Três meses depois, o selo Candix Records concordou em lançar o primeiro single da banda, a canção “Surfin”. Mas havia um porém, a gravadora odiava o nome do grupo, e logo mudou-o para THE BEACH BOYS.

O nome era genérico, mas banda não tinha outra escolha a não ser aceitá-lo. Mais tarde, Wilson tentou mudar a nomenclatura para BEACH, porém os membros do grupo não concordaram, alegando que estavam destinados a se chamar THE BEACH BOYS para o resto de suas vidas. Bem… melhor do que THE PENDELTONS, certo?

13. GREEN DAY

Nome original: SWEET CHILDREN

Quando o Green Day subiu ao palco do House Of Blues Cleveland, dias antes de sua nomeação ao Hall da Fama do Rock N’ Roll, todos os fãs da banda ficaram confusos com o nome que estampava a pele da bateria: Sweet Children.

Porém, os fãs mais ardorosos sabiam que trava-se do primeiro nome da banda, e que o trio estava utilizando-o para uma noite de celebração, que os fariam lembrar dos primeiros dias do grupo.

Billie Joe Armstrong e Mike Dirnt começaram a fazer shows sob a nomenclatura de SWEET CHILDREN no longínquo ano de 1986, conseguindo, inclusive, um contrato com a Lookout.

Porém, havia uma banda californiana chamada SWEET BABY, cujos integrantes eram amigos de Armstrong, e para evitar confusão, o vocalista preferiu alterar o nome de sua banda, chamando-a de Green Day, em homenagem à dias claros e turvos, onde não havia nada pra fazer, além de fumar maconha. Quer um nome mais punk rock do que esse?

12. THE BLACK CROWES

Nome original: MR. CROWE’S GARDEN

Esta banda de Georgia (USA), liderada pelos irmãos Chris e Rich Robinson uniram a sonoridade do garage rock do THE ANIMALS ao country alternativo que era febre no interior dos Estados Unidos, e formaram o MR. CROWE’S GARDEN, nome supostamente inspirado no livro Johnny Crow’s Garden. No final das contas, a banda acabou tornando-se o THE BLACK CROWES.

Mas o nome poderia ser ainda pior. Segundo o baterista Steve Gorman, o produtor Rick Rubin sugeriu ao grupo que se chamasse “Kobb Kounty Krows”. A banda considerou a sugestão um insulto, e mandou o produtor “se foder”.

11. KISS

Nome original: WICKED LESTER

Dois anos antes do surgimento do nome KISS, Paul Stanley e Gene Simmons tocavam juntos em uma banda que se auto-intitulava WICKED LESTER. Um nome ridículo e completamente genérico.

“As harmonias de nossas canções soavam como ‘Doobie Brothers’, e as guitarras eram inaudíveis, por isso tocávamos com este nome tão sem identidade”, disse Gene Simmons anos mais tarde.

Pouco tempo depois, Stanley e Gene encontraram o baterista Peter Criss, através de um anúncio em um jornal de classificados. Criss disse que sua ex-banda chamava-se Lips, e este nome inspirou Paul Stanley a nomear a sua banda como KISS.

O baterista odiou o nome, mas foi voto vencido, algo comum na história da banda, já que o baterista praticamente não era ouvido ou consultado. Mais tarde, Criss disse que aprendeu a conviver com o nome KISS, alegando que ele soava sexy, e que “isso era legal”.

10. PINK FLOYD

Nome original: SCREAMING ABDABS

“Abdabs Screaming” é uma gíria britânica para uma doença misteriosa que causa delírios e calafrios. Roger Waters, Nick Mason e Richard Wright eram estudantes de arquitetura em Londres quando se juntaram à uma banda chamada Sigma 6, que mais tarde viria a se tornar o SCREAMING ABDABS, que logo foi nomeado como PINK FLOYD. “O pensamento de passar mais um segundo como membro do Pink Floyd, fez Water obter a doença Abdabs Screaming”, brincou um fã mais tarde.

09. BLUE ÖYESTER CULT

Nome original: SOFT WHITE UNDERBELLY

Embora BLUE ÖYESTER CULT seja um nome relativamente grande, quase nada pode ser pior a ter uma banda chamada SOFT WHITE UNDERBELLY, apelido que os membros fundadores – Boc Buck Dharma, Albert e Allen Lanier Bouchard – deram ao grupo.

Mas o empresário Sandy Pearlman sabia que o grupo precisava de um novo nome. Após algumas nomenclaturas temporárias, o empresário chegou à um denominador comum, batizando a banda de BLUE ÖYESTER CULT.

08. DOOBIE BROTHERS

Nome original: PUD

Apresentados um ao outro pelo ícone do psych-rock Skip Spence, o guitarrista Tom Johnston e o baterista John Hartman não demoraram à formar o PUD, nome que fazia referência à mão de uma criança.

Em seguida, preferiram inserir um nome um pouco menos infantil, nascia o DOOBIE BROTHERS.

07. LAMB OF GOD

Nome original: BURN THE PRIEST

EM 2000, o vocalista Randy Blythe alegou que o nome BURN THE PRIEST foi alterado para evitar o “carimbo” do diabo para o destino da banda. O grupo era acusado constantemente de ser satanista, e isto corroborava para arranhar a imagem perante o grande público conservador.

Até que a mudança do line-up em 1999, trouxe a desculpa perfeita para a banda mudar de nomenclatura. O nome escolhido foi LAMB OF GOD, uma alcunha certeira para servir como marreta para atingir o rosto dos detratores conservadores que antes acusavam a banda de ser satanista.

Desde então, o grupo tornou-se um dos mais rentáveis da nova geração do heavy metal.

06. FINGER ELEVEN

Nome original: RAINBOW BUTT MONKEYS

O RAINBOW BUTT MONKEYS era um dos maiores hit-makers do cenário pós-grunge norte-americano, até que os integrantes chegaram a conclusão que só pessoas estúpidas como os personagens do filme “Wayne’s World”, poderiam nomear uma banda sob a alcunha ridícula de RAINBOW BUTT MONKEYS.

Mostrando amadurecimento, os membros do grupo chegaram a um acordo com a gravadora “Mercury”, para a mudança de nome e o lançamento de um novo álbum, nascendo o FINGER ELEVEN.

05. SUGAR RAY

Nome original: THE SHRINKY DINKS

A alcunha THE SHRINKY DINKS surgiu de um forno de brinquedo de mesmo nome. É, a falta de criatividade era latente no início da banda.

Mas a partir da assinatura de contrato com a “Atlantic Records” em 1994, o nome do grupo despertou a ira do fabricante Dinks Milton Bradley, que ameaçou processá-los.

Sem saída, a banda não tinha muito tempo para mudar de nome, escolhendo homenagear o boxeador Sugar Ray Robinson.

04. RED HOT CHILI PEPPERS

Nome original: TONY FLOW AND THE MIRACULOUSLY MAJESTIC MASTERS OF MAYHEM

Anthony Kieds explicou que o nome original era longo de propósito. “Era isso que queríamos, ele soava caótico e majestoso ao mesmo tempo”, disse o vocalista anos mais tarde.

A banda fez dois shows com este nome, em fevereiro de 1983. Os shows ocorreram no Rhythm, em Los Angeles, e Kieds relembra que foi um dos poucos shows dos primórdios da banda em que tocaram sóbrios.

Mais tarde, o nome Red Hot Chili Peppers entrou em pauta, e o resto da história todos nós conhecemos.

03. BLACK SABBATH

Nome original: THE POLKA TULK BLUES BAND

Embora Black Sabbath seja considerado o melhor nome já concedido à uma banda de heavy metal, a escolha não foi imediata.

Quando Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward tocaram pela primeira vez em 1968, eles estavam tocando clássicos do blues e do rockabilly sob a alcunha de THE POLKA TULK BLUES BAND.

Mais tarde descobriram que não eram a única banda inglesa com o mesmo nome, e tiveram que pensar em outra nomenclatura. Eventualmente, Butler salvou a todos quando chegou com o nome BLACK SABBATH.

Sua inspiração é proveniente do filme “Black Sabbath”, de Boris Karloff. Butler passava pela rua, quando viu uma multidão se aglomerando em uma fila quilométrica que culminava na exibição do longa.

O músico pensou: “Bem, se estão fazendo fila pra ver um filme chamado Black Sabbath, esse nome deve ser bom, farão filas pra nos ver também, nem que seja por curiosidade”.

E não é que ele acertou na mosca?

02. CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL

Nome original: THE GOLLIWOGS

Os garotos brancos do CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL nutriam uma paixão incontrolável pela cultura negra norte-americana, em especial pelo soul e pelo blues. O nome original faz menção ao fato do grupo ser formado por garotos brancos de cabelo crespos, que remetiam à fantasmas.

Mas o nome passava a impressão de que o grupo era racista, pois tratava-se de uma auto-afirmação da pele branca. Na época, infelizmente, a segregação racial era parte da cultura mundial, e embora fossem grandes fãs da música negra, os músicos eram severamente criticados pelo público.

Ao contrário de Axl Rose, por exemplo, que foi completamente infeliz em alguns trechos da canção “One In A Million” (1988), ofendendo negros (anos depois, Rose pediu desculpas pela letra, alegando que estava vivendo um período difícil quando a escreveu, mas era tarde demais), os integrantes do CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL estavam longe de apresentar qualquer aspecto racista em suas respectivas posturas, personalidades ou mensagens.

A banda afirmou que sempre odiou esse nome, pois além da conotação racista, era muito pomposo, britânico em excesso. O nome foi ideia do empresário Max Weiss, porém, em 1967, Saul Zaentz comprou a gravadora e exigiu que o grupo trocasse de nome, nascendo aí o CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL.

01. CREED

Nome original: NAKED TODDLER

Porque não basta ser uma das piores bandas de todos os tempos, têm que ter o pior nome original da história também.

Ao lado do Nickelback, o Creed talvez seja a banda mais achincalhada e massacrada pela crítica especializada. As canções insossas que denotam falta de criatividade, também não ajudam a dar algum tipo de credibilidade para o legado da banda.

Porém, o Alter Bridge está aí para provar que não era talento que faltava no Creed, e sim um direcionamento, um foco para compor canções mais consistentes e objetivas.

Por muitos anos a banda tinha vergonha de divulgar o nome original, tanto que o mesmo não aparece em sua biografia do site oficial, já que pode ser interpretado como uma nomenclatura pedófila.

A infeliz ideia veio do talentoso guitarrista Mark Tremonti, que afirmou ter tirado o nome de uma matéria de um jornal, que falava sobre uma criança nua que havia sido sequestrada. Tremonti conseguiu convencer a banda à utilizar o nome.

Em sua biografia, Scott Stapp escreveu: “As nossas fãs odiavam esse nome, algumas até nos chamavam de pedófilos”. O grupo decidiu então trocar de nome, adotando Creed. A princípio, o nome foi inspirado na nomenclatura abreviada do equipamento de som do baixista Brian Marshall.

Anos depois, o grupo negou que tivesse vergonha do seu nome original e até chegou a fazer uma enquete em sua página oficial do Facebook, perguntando se os fãs conheciam o nome original da banda. Dos milhares de fãs que participaram, apenas 600 responderam a enquete corretamente.

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica: Roberto Mercury

Fabio Caldeira, Renato “Montanha” Somera, Heitor Matos e Paulo Pacheco são quatro músicos da cidade de São José do Rio Preto/SP e juntos formam o Maestrick, grupo que lançou em 2011 uma das obras mais significativas da música pesada brasileira contemporânea, o álbum “Unpuzzle!” (Wikimetal Music).

No momento o quarteto prepara-se para entrar em estúdio e iniciar as gravações de seu segundo álbum, ainda sem título, porém já divulgado como sendo duplo e, a exemplo do debute, conceitual.

Considerando a destreza da banda para a criação de discos conceituais, foi que o Sesc Rio Preto convidou o Maestrick para ser uma das atrações do “Rock Conceitual”. O projeto faz parte da programação especial de julho, mês em que se comemora o dia internacional do rock, e tem como objetivo trazer reinterpretações de discos que contribuíram faixa a faixa para o fortalecimento desse estilo de criação.

O Maestrick vai encerrar a programação do projeto no próximo dia 31 de Julho, sexta-feira, com a reinterpretação, ao vivo e na íntegra, do álbum “Queen II”. Considerado um dos mais importantes da discografia do Queen, os dois lados do LP de 1974 são chamados de “White Side” e “Black Side”, respectivamente 1 e 2, com fotos dos membros da banda vestidos de branco ou preto em cada lado da capa. O lado branco traz canções com temas emotivos enquanto que o lado negro versa, quase que inteiramente, sobre a fantasia, explorando temas obscuros.

“Nós estamos extremamente honrados e empolgados com o convite feito pelo Sesc Rio Preto”, declara o vocalista Fabio Caldeira. “É um disco muito especial de uma banda que admiramos muito. Quem conhece a discografia do Queen sabe que eles tinham zelo, dedicação e atenção acima da média em tudo o que faziam. Então para o Maestrick, que também segue essa cartilha, está sendo um desafio absorver todo o contexto das músicas pra poder exteriorizar de forma natural e fazer um trabalho à altura”.

Além dos quatro músicos do Maestrick, estarão acompanhando o grupo nessa apresentação Maurício Lopes (teclados/backing vocals), Dani Castro e Carol Penhavel (backing vocals) e a participação especial do guitarrista e violonista Rubens Silva, da banda Mr. Maze Rockgrass.

O projeto “Rock Conceitual” com o Maestrick reinterpretando o álbum “Queen II” está previsto para iniciar às 21:00 na Comedoria do Sesc Rio Preto (Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 – Chácara Municipal – São José do Rio Preto/SP). A entrada é franca.

Outras informações podem ser obtidas pelo site:

http://www.sescsp.org.br/programacao/67366_QUEEN+II+QUEEN

Entre outras novidades, o vocalista Fabio Caldeira é um dos nomes que irão compartilhar seus conhecimentos no “2º Congresso Brasileiro de Profissionais da Voz Rock”, a ser realizado neste sábado e domingo, em São Paulo. Promovida pelo Conservatório Souza Lima – um dos mais conceituados do País -, o evento busca proporcionar aos vocalistas brasileiros de rock, bem como aos demais profissionais da área, uma compreensão mais abrangente das técnicas vocais.

Participam do congresso profissionais como cantores de rock, professores de técnica vocal e canto, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e educadores físicos. Fabio vai ministrar, no domingo, a palestra “Os Benefícios dos Exercícios Físicos para a Técnica Vocal: Reflexões sobre a Hipertrofia Metabólica”. A palestra será baseada em estudos feitos pelo músico a partir da sua própria experiência e na de outros cantores conhecidos.
Essa será a segunda participação de Fabio no congresso. Ano passado ele fez a palestra “A Técnica Vocal Rock no Heavy Metal Progressivo”.

Outras informações podem ser obtidas pelo site

http://www.souzalima.com.br/home/cb-profissionais-da-voz-rock

Mais Informações:

http://www.maestrick.com.br/

http://www.facebook.com/maestrick

http://www.twitter.com/maestrick

http://www.youtube.com/maestrickofficial

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Canal Bis tem programação especial no Dia dos Pais

Canal exibirá shows do Deep Purple, AC/DC, Iron Maiden e Queen no dia 9 de agosto, a partir das 19 horas.

No Dia dos Pais, o Canal Bis preparou uma programação especial! No dia 9 de agosto, a partir das 19 horas, grandes nomes do rock dominam a tela da TV em apresentações históricas.

E depois de ir ao ar na TV, o especial ficará disponível no Bis Play até o dia 24 de agosto.

Confira:

19h – Deep Purple: Perfect Strangers 1984
1984 marcou o retorno das atividades da banda com sua formação clássica, a Mark II, composta por Ian Gillan, Ritchie Blackmore, Jon Lord, Roger Glover e Ian Paice. Eles gravaram um novo álbum de estúdio, “Perfect Strangers”, e saíram em turnê. Esse show, gravado na Austrália, é o filme-concerto que registra esse momento, um show impressionante com a banda em sua melhor forma e um setlist que mistura faixas do agora cônico álbum “Perfect Strangers”, com favoritas do início dos anos 1970, culminando com “Smoke On The Water” em um final épico.

20h – AC/DC: Live At Donington 1991
Filmado em 35mm, esse registro histórico de duas horas do show que o AC/DC fez na Inglaterra não deixa de fora nenhum clássico da banda.

21h – Iron Maiden: En Vivo Live
O show filmado em 2011 conta com a presença de mais de 50 mil fãs em êxtase no Estádio Nacional, em Santiago do Chile, durante a Round The World In 66 Days, uma perna da turnê The Final Frontier World Tour.

22h – Queen Live In Rock In Rio 1985
Histórico show do Queen realizado durante a 1ª edição do Rock in Rio, em 1985. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon desfilaram sucessos e marcaram a memória de muita gente com a apresentação inesquecível de Love of My Life.

 

Fonte: http://canalbis.globo.com/
Dica de: Roberto Mercury

Rádio ‘Antena 1’ traz a banda Dios Salve a la Reina dia 28/08/2015 a São Paulo e sorteará 2 ingressos

Quer curtir a melhor banda cover do Queen de todos os tempos com a Antena 1 e um acompanhante?

Acesse agora mesmo: www.antena1.com.br e participe da promoção! 

 

Fonte: www.antena1.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Além desta última matéria, o site traz outras de outros álbuns, para ver todas Cliquei Aqui 
Por: | www.planocritico.com


queen jazz

estrelas 5,0

Sétimo álbum de estúdio do Queen, Jazz (1978) é uma provocação sem fim, a começar pelo título. Como se disse tempos depois, era muita petulância uma banda de rock lançar um disco chamado Jazz e não colocar um único jazz nele. Tem até uma canção chamada More of That Jazz, que fecha o disco, mas ela é uma new wave experimental (proto-Hot Space — só que com qualidade — juntamente com Fun It) baseada em ostinatos de vocais deliberadamente não melódicos e montagem-sumário que aparece e some de forma abrupta, apresentando-nos pedaços de Dead On Time, Bicycle Race, Mustapha, If You can’t Beat Them, Dead On Time, Fun It e Fat Bottomed Girls.

Não é de se espantar que um crítico como Dave Marsh tenha se sentido tão bravo e tão “agredido” pela banda que não se fez de rogado em publicar um dos textos mais agressivos que já escreveram sobre o Queen (revista Rolling Stone, fevereiro de 1979). Ele simplesmente comprou e levou a sério toda a provocação musical que o quarteto da rainha fez em Jazz.

Gravado na França e na Suíça, Jazz foi o primeiro disco do Queen realizado fora do Reino Unido, uma medida encontrada pelo contador do grupo para que eles fugissem dos altos impostos de sua terra natal. Contando o período de turnê e os 4 meses de trabalho em estúdio, a banda passou praticamente um ano longe de casa.

O conceito para a capa veio de um grafite visto por Roger Taylor no Muro de Berlim, em 1978.

O conceito para a capa veio de um grafite visto por Roger Taylor no Muro de Berlim, em 1978.

Voltando a trabalhar na produção com Roy Thomas Baker, o Queen seguia de forma mais ambiciosa com a virada de jogo feita em News of the World (1977), quando se afastaram do operístico e abraçaram vertentes próximas ao pop e novidades dos gêneros e questões populares que então chamavam a atenção da cena musical na década. É assim que explicamos, por exemplo, a presença de um funk em Jazz, a canção Fun It, de Roger Taylor; ou o belíssimo tributo de Brian May a Elvis Presley, falecido um ano antes, em um blues de arranjos jazzísticos chamado Dreamers Ball.

A mudança de produção musical permanece aqui, em um nível bem mais alto, mais pomposo, quase flertando com os intricados discos da fase operística. Mas, diferente de
NOTW, a banda não estava mais tão insegura quanto aos novos rumos. Talvez pela presença de Roy Thomas Baker na co-produção ou talvez porque eles eram verdadeiros camaleões, mas o fato é que à exceção de Fun It, que é uma canção muito boa, mas causa algum estranhamento na maioria dos ouvintes, não existem desacertos ou desníveis musicais em Jazz, mesmo se considerarmos a grande “estranheza-surpresa” do álbum, Mustapha, cantada em inglês, árabe e persa e com um arranjo misto de cantos árabes e rock, com direito a longos ciclos executados vocalmente em ritmos “desorientados”. Trata-se de uma faixa curiosíssima, perfeita para abertura do disco, um pequeno eco dos experimentos da banda até
A Day at the Races.

Mas as faixas que mais marcam a presença do Queen fora do Reino Unido e mostram influências do ambiente em que estavam morando ou a gigantesca fama que gozavam nesse momento de sua carreira vem com uma tríade aberta por Fat Bottomed Girls, uma das “músicas de seções” de Brian May, com elementos de rock, um pouco de blues & coro em ritmo intricado, apesar da melodia simples; seguida por Bicycle Race, que gerou polêmica pelo vídeo com as ciclistas nuas no Wimbledon Stadium, um clipe que é quase uma piada pronta:

_ Ei, quer ouvir uma música sobre corrida de bicicletas?

_ Nah, to de boas.

_ Tem mulher pelada no clipe.

_ Quero.

Mercury escreveu a letra enquanto gravavam o disco. Sua inspiração veio após assistir ao Tour de France 1978, e ele aproveitou a ocasião para adicionar um grande número de referências culturais à canção, como os files Tubarão e Star Wars, além de citar o caso Watergate, a Guerra do Vietnã e aos personagens Peter Pan, Frankenstein e Superman. Mas para além da letra interessantíssima, Bicycle Race é uma aula de como unir sessões de diferentes escalas, tempos e estilos; uma verdadeira corrida musical que se tornou, merecidamente, um instantâneo hit.

A “trilogia da estadia no estrangeiro” termina com Don’t Stop Me Now, outra de Mercury, que além de ter uma letra metricamente perfeita, possui bons detalhes de produção (destaque para o coro de arranjos instrumentais de diversas fontes) e se constitui um dos mais queridos piano-rock desde então. E ainda nesse ambiente, é necessário citar a bela e obscura Jealousy, que não só é uma das melhores músicas do disco como também uma das melhores representações do ciúme que já tivemos na história do rock. May usou aqui o mesmo efeito para violão acústico que usara em White Queen, criando vibrações nas cordas que dão um efeito sonoro parecido com o de uma cítara, tornando a balada ainda mais rica e “exótica” musicalmente, indo de encontro ao complexo estado de sentimentos do eu-lírico.

Perceba que o conjunto das faixas de Jazz é perfeitamente digerível por todos os públicos, não só pela enorme variedade de gêneros musicais como também pela qualidade técnica das canções, que, sendo nos vocais de Mercury, Taylor ou May, possuem interpretações inspiradas, bem realizadas e muito bem integradas.

Dentre as mais calmas do disco, por assim dizer, há duas do Lado B para citar, In Only Seven Days, a delicada balada de “fim de verão” de John Deacon, a única das 13 canções sem harmonias vocais do disco. Esta e a outra composição dele para Jazz, If You Can’t Beat Them, possui um um encanto vocal e harmônico impressionantes, tendo a última um dos mais longos solos de guitarra da banda. A outra faixa dentre as “mais calmas do disco” é também uma delicada balada, só que no gênero folk, chamada Leaving Home Ain’t Easy.

A versatilidade de composição, em forma e estilo, já tinha alcançado maturidade em Brian May a essa altura de sua carreira e isso é perceptível não só na diferença gigantesca entre as canções — e não me refiro apenas ao básico mas em toda a concepção das faixas –, basta ouvir à já citada Leaving Home Ain’t Easy e ao originalíssimo rock Dead on Time que porta um dos melhores trabalhos instrumentais de May e uma das definitivas performances de Roger Taylor em estúdio. Sério. Ouçam com atenção a bateria dessa música.

Para muitas pessoas, Jazz dificilmente estará na lista de “grandes álbuns” do Queen (e quero deixar claro, embora creio que já tenha ficado, que eu não sou uma delas). A “concessão” que faço é ao funk de Roger Taylor, que até cito no “Diminui!” abaixo com um grande TALVEZ, mais como olhar crítico geral do que como opinião pessoal.

Acho que o segredo para mergulhar com tudo nesse disco é ouvir de verdade o que Mercury pede em Let Me Entertain You, seu hard rock cíclico com dois tempos pesados e dançantes, dirigidos à plateia e com referência ao próprio estilo da banda, trazendo até uma menção nas entrelinhas a Teo Toriatte, de
A Day at the Races: deixe-se entreter. E impressione-se.

Aumenta!: Don’t Stop Me Now

Diminui!: TALVEZ Fun It, dependendo do ouvinte. Eu, particularmente, adoro a música, mas sei que tem muita gente que a acha a pior do disco.

Minha canção favorita do álbum: Jealousy

Jazz
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 10 de novembro de 1978
Gravadora: EMI, Parlophone
Estilo: Rock

Por: | www.planocritico.com


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Fonte: http://www.planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury

21 anos de comoção do maior ídolo da história do esporte Nacional, quiçá Mundial, “Ayrton Senna da Silva”, “Ayrton Senna do Brasil”.

O respeito e reconhecimento permanecem mais vivos que nunca, com o registro de fãs do piloto pelo mundo afora, através de vídeos de clássicos do Rock que representam todo espírito de idolatria e orgulho.

Os vídeos representam diferentes momentos da trajetória do piloto, como vitórias inesquecíveis, como a lendária ultrapassagem no GP da Europa, o famoso título ‘a maior volta de todos os tempos’, no circuito de Donnington Park, em 1993, quando o Senna ultrapassou 4 carros em apenas 1 volta, largando na 5º posição, em uma corrida tida por muitos especialistas, como um circuito sem ponto de ultrapassagens, que posteriormente, Senna mostrou o contrário, vencendo o GP e marcando a história da história da F-1, mesmo não tendo o melhor carro no momento, supostamente.

Prestígio e reconhecimento que veio em forma de homenagem, com uma estátua do piloto.

A compilação descreve os momentos épicos citados, até o fatídico dia, 1º de maio, acidente que vitimou além do ídolo eterno, “Ayrton Senna”, também teve a perda do Austríaco “Roland Ratzenberg”, no GP de Imola (Itália), conhecido como um dos prêmios mais trágicos da história da F-1.

A compilação de vídeo conta com, desde: BON JOVI, SURVIVOR, AEROSMITH, QUEEN, passando por TINA TURNER, entre outros.

Confiram os vídeos:

“I want it all”, QUEEN

“Who wants to live forever”, QUEEN

“The show must go on”, QUEEN

“Thank you for loving me”, BON JOVI

“I don’ t wanna miss a thing”, AEROSMITH

“Eye of tiger”, SURVIVOR

“We don‘ t need another hero”, TINA TURNER

“Simply the best”, TINA TURNER

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Queen: As 10 melhores composições de Brian May

 

Assim como ocorria nos Beatles, o Queen destacou-se por possuir quatro integrantes que contribuíam individualmente para o processo de composição.

John Deacon, Roger Taylor, Brian May e Freddie Mercury não limitavam-se apenas às suas respectivas funções. Todos os músicos envolvidos compunham e cantavam, podendo-se concluir que um dos melhores compositores da banda era o guitarrista Brian May.

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Apenas Freddie Mercury compôs mais do que Brian May na banda. Ao longo dos anos, o guitarrista concebeu algumas das canções mais emblemáticas e populares do Queen.

Sob essa ótica, o “Ultimate Classic Rock”, concebeu uma lista com aquelas que o portal considera as melhores composições de Brian May.

Confira:

10. HAMMER TO FALL [THE WORKS – 1984]

O álbum The Works (1984), contou com quatro singles de sucesso, cada um deles concebidos por um integrante diferente. “Hammer to Fall” é uma composição de Brian May, e destila musicalidade e uma sonoridade calcada no hard rock, com timbres e riffs que se tornaram características primárias da sonoridade da Red Special de Brian May.

Mas a canção não fica restrita apenas à uma melodia arrebatadora. A letra também expõe as qualidades de compositor de Brian May. Astrofísico, músico e professor, May fala sobre holocausto nuclear que pairava sobre várias gerações na Guerra Fria.

09. WHO WANTS TO LIVE FOREVER [A KIND OF MAGIC – 1986]

O álbum A Kind Of Magic foi a trilha sonora para o filme Highlander, e de todas as composições memoráveis do álbum, nenhuma captura o tema subjacente do filme como a pungente “Who Wants To Live Forever”.

Esta composição de Brian May é exuberante e apresenta um apoio no campo sinfônico, repleto de overdubs nas vozes dos quatro integrantes da banda, que juntos criavam a plataforma perfeita para que a canção chegasse ao climáx, quando Freddie Mercury eleva a sua voz e a canção ganha contornos de rock n’ roll, com Brian May abandonando o teclado por alguns instantes e entoando a sua guitarra com precisão cirúrgica.

08. KEEP YOURSELF ALIVE [QUEEN I – 1973]

Proveniente do álbum de estréia da banda, o primeiro single do Queen não fora um sucesso absoluto no Reino Unido, porém, serviu para mostrar o potencial de Brian May como guitarrista e compositor, além de externar a capacidade da banda para trabalhar todos os meios envolvidos em uma gravação de estúdio, desde as orquestrações “multi-tracks” até overdubs e reverbs.

“Keep Yourself Alive” foi o primeiro passo de Brian May e companhia para mostrar ao mundo do que eram capazes. A forma clássica com que Brian May entoa a sua guitarra nos riffs iniciais são o ponto alto da canção.

07. GOOD COMPANY [A NIGHT AT THE OPERA – 1975]

Com todo respeito à bombástica “The Prophet’s Song” e à folclórica canção científica “39”, a canção de A Night At The Opera que melhor externa os talentos de compositor de Brian May, é a contagiante “Good Company”.

A canção foi escrita em homenagem ao pai de May, e traz uma levada folk contagiante e divertida, com arranjos sendo tocados por um ukelele de seu pai que May carregava desde a infância. “Good Company” têm alguns elementos que à remetem ao jazz de grupos como o Dixieland. As guitarras e todos os seus efeitos meticulosos complementam a canção de forma brilhante.

06. BRIGHTON ROCK [SHEER HEART ATTACK – 1974]

“Brighton Rock” mostrou que Brian May era, de fato, um dos maiores guitar-hero dos anos 70. Sempre preocupada em esculpir épicas canções, nem sempre o Queen deixava espaço suficiente para Brian May demonstrar todo o seu talento como guitarrista.

Esta mágica canção “guitarrística” trazia elementos mágicos e auto-indulgentes, trazia um Brian May mais solto e pronto para mostrar todo o seu talento diante de sua Red Special, extrapolando magistralmente os limites iniciais, e contando com a contribuição espetacular de Roger Taylor no arranjos rítmicos.

 

05. TIE YOUR MOTHER DOWN [A DAY AT THE RACES – 1976]

A letra “humorada” de “Tie Your Mother Down”, provava que May podia ser tão pernicioso quanto Freddie Mercury. A canção traz riffs simples, certeiros e diretos, e fora a primeira canção a ser executada por May e sua banda, após a morte de Freddie Mercury.

A canção encaixou-se espetacularmente bem em sua voz e tornou-se uma de suas canções mais notáveis.

 

04. FLASH’S THEME [FLASH GORDON – 1981]

Embora seja phD em astrofísica e um geek viciado em ciência, foi na composição desta trilha sonora para o filme “Flash Gordon”, que May diz ter se encontrado.

Ele foi o capitão à levar o Queen ao planeta Mongo e derrotar o impiedoso imperador Ming com suas armas musicais.

03. FAT BOTTOMED GIRLS [JAZZ – 1978]

Aqui vemos outro exemplo que vêm coroar um lado insolente de Brian May como como compositor. “Fat Bottomed Girls” apresenta riffs abrasadores e um refrão espetacular.

Embora tenha recebido críticas de mulheres acima do peso, a canção e o seu tom cômico foi um sucesso nas paradas.

 

02. NOW I’M HERE [SHEER HEART ATTACK – 1974]

“Now I’m Here” é uma das composição amadas de Brian May, pois ela contrata, de forma sublime, passagens calmas, explosivas e dramáticas.

Nada mal para uma música que Brian May compôs enquanto estava doente, né?

Sim, a canção têm um processo de composição curioso. May a compôs enquanto estava internado em um hospital, recuperando-se de uma hepatite.

Desde então, a canção se fez presente em boa parte dos shows da banda, e tornou-se um marco por trazer quase todos os elementos que faziam do Queen uma das melhores bandas do mundo.

 

01. WE WILL ROCK YOU [NEWS OF THE WORLD – 1977]

Porque se contentar com apenas uma faixa para coroar o top 10 de composições de May, quando temos duas versões diferentes de “We Will Rock You”.

A versão original é ritmada inteiramente em palmas e vozes em uníssono, que transformavam esta canção d arranjo simples, em uma das mais poderosas já feitas. Um verdadeiro hino, aclamado em estádio do mundo inteiro.

 

A segunda versão é um hard rock envolvente, rápido e pesado, já tendo recebido releituras de inúmeros aristas, como André Matos e Guns N’ Roses. Aqui vemos um rock n’ roll mais tradicional e um excepcional trabalho de guitarra de Brian May.

 

 

Dica de Roberto Mercury

FONTE: http://whiplash.net

A música “We Will Rock You” aparece em 3 novos vídeos! Uma no novo comercial da Pampers “Total Confort o Sono do Bebê Sequinho”, e em dois trailers dos filmes: “Pixels” e “Carrossel – O Filme”.

Confira!! 

Comercial: “Pampers Total Confort o Sono do Bebê Sequinho”


Trailer do Filme: “Pixels”


Trailer do Filme: Carrossel – O Filme

 

Dica de Roberto Mercury

Um grupo de investigadores da Universidade de Cambridge decidiu levar a música até à ciência e explica agora como o estilo musical de eleição pode espelhar o tipo de pensamento de cada pessoa

O estilo de pensamento determina a escolha musical. Ou melhor, o gosto musical explica como o cérebro trabalha. Esta é a conclusão de um recente estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista científica PLoS One.

Para este estudo e de forma a determinar o estilo de pensamento das pessoas, os investigadores britânicos dividiram a personalidade nos dois grupos da teoria da empatia-sistematização, desenvolvida e eternizada por Baron-Cohen.

Conta o CNet que nesta investigação participaram 4.000 voluntários, que definiram a sua personalidade numa aplicação no Facebook e participaram num teste em que tinham que ouvir e avaliar 50 peças musicais compostas por 26 géneros e subgéneros.

Depois de analisarem os traços de personalidade e os gostos musicais apresentados, os investigadores notaram que:

As pessoas com alta pontuação na empatia mostraram uma maior preferência por sonoridades sensuais e reflexivas, que expressassem emoções negativas ou que tivessem mensagens escondidas nas entrelinhas. Aqui incluem-se os estilos rhythm and blues, música eletrónica suave, country, soft rock ou canções mais calmas dos anos 80. Heavy metal e punk não faziam, de todo, parte dos gostos musicais.

Já aquelas que apresentaram maiores níveis na sistematização apresentaram um gosto particular por sonoridades enérgicas, intensas a nível sonoro e com um maior grau de complexidade, fator que fez com que os investigadores incluíssem a música clássica no leque de estilos das pessoas mais sistemáticas. Estes inquiridos mostraram-se amantes de sonoridades mais pesadas, como heavy metal, metal, hard rock e punk. Já sonoridades nacionais, melodias calmas e suaves não pertenciam ao reportório.

Para se ter uma melhor noção dos tipos de música que foram colocados nos testes, os investigadores revelaram as canções preferidas de ambos os grupos. Deste modo, os inquiridos que apresentaram um pensamento mais empático deram pontuações mais altas aos temas ‘Hallelujah’ de Jeff Buckley, ‘Come away with me’ de Norah Jones, ‘All of me’ de Billie Holliday e ‘Crazy little thing called love’ do Queen. Já os que tinham um pensamento mais sistemáticos preferiram ‘Concerto in C’ de Antonio Vivaldi, ‘Etude Opus 65 No 3’ de Alexander Scriabinm ‘God save the Queen de The Sex Pistols e ‘Enter Sandman’ de Metallica.

Para o mentor deste estudo, Jason Rentfrow, a investigação vem provar que a música “é um espelho do eu” e “uma expressão de quem somos emocionalmente, socialmente e cognitivamente”.

 

A Teoria de Baron-Cohen

A teoria da empatia-sistematização defende a existência de um pensamento de empatia – ou feminino e capaz de reconhecer sentimentos alheiros e reagir com as emoções adequadas – e um pensamento sistemático – ou masculino, capaz de responder automaticamente às mais variadas situações e de forma metódica.

Segundo Baron-Cohen, todas as pessoas possuem estes dois tipos de pensamento, mas um deles é mais predominante.

 

Fonte: www.noticiasaominuto.com
Dica de: Roberto Mercury