Brendon Urie é vocalista e guitarrista da banda “Panic! At the Disco”. Ele é um showman!! E foi também o mais ousado ao fazer um cover de “Bohemian Rhapsody” no “Alternative Press Music Awards 2015”, na última quarta-feira.

A escolha valeu a pena. Urie sentou-se em seu piano e cantou as palavras de Freddie Mercury dominando  cada segundo da música.

 

www.cleveland.com
Dica de: Digão

“Um dia, ela simplesmente apareceu na sala dormindo e cantou a música ‘Bycicle Race’ e voltou para a cama”

Gente sonâmbula faz muita coisa esquisita. Tem gente que anda por aí, gente que cozinha, gente que “vê” TV… Mas uma menina chamada Kiwi Isabelle, de apenas 12 anos, faz algo extremamente bizarro: ela toca piano. Pois é, a menina simplesmente levanta, cai com a cara no instrumento, e começa a tocar. Sua família, ao pegá-la no ato, resolveu fazer um vídeo, que começou a despertar diversas teorias pela internet. Clique aqui para ver o vídeo, mas este não é o vídeo em que ela toca Queen, pois não está disponível.

Há quem diga que a menina está possuída pelo espírito de um músico. Já outros, acreditam que ela tenha sofrido abuso de algum professor de música e que essa talvez seja a manifestação de seus sentimentos reprimidos.

Seus pais contam que ela já teve muitos episódios semelhantes. “Um dia, ela simplesmente apareceu na sala, dormindo, cantou a música ‘Bycicle Race’, do Queen, e voltou para a cama”, conta o primo do pai da menina, James Hodgson. “No dia seguinte, ela contou que sonhou que estava em um palco cantando lado a lado com Freddie Mercury”.

Fonte: http://boainformacao.com.br

No programa “Pânico na Band” do último domingo (19/07/ 2015) a música “How Can I Go On” foi tocada em uma matéria.

Já na segunda-feira (20/07/15) no programa do SBT “Máquina da Fama”, o candidato Rick cantou e interpretou Freddie Mercury com a música “The Great Pretender”. Abaixo os dois vídeos.

“How Can I Go On” no programa “Pânico na Band

Rick canta e interpreta Freddie Mercury com a música “The Great Pretender”

Com Dicas de: Tainara Taylor e David neto

No programa “The Late Late Show”, em comemoração ao quinquagésimo programa, Adam Lambert fez uma paródio de “We are the champions” e cantou seu mais recente single “Ghost Town”, de seu terceiro álbum de estúdio.

Adam Lambert foi um dos convidados especiais do The Late Late Show, apresentado pelo comediante James Corden, nisso, em comemoração ao quinquagésimo programa, ele apresentou uma paródia do hino “We Are The Champions” da banda Queen, onde mudou a letra para homenagear James.

Além disso, é claro que ele não deixaria de divulgar a faixa dançante, “Ghost Town”, o primeiro single de seu terceiro álbum em estúdio, intitulado “The Original High”, lançado recentemente e que conseguiu estrear no TOP 3 dos 200 álbuns mais vendidos dos charts da Billboard.

Vale ressaltar que Adam está à frente da lendária banda de Freddie Mercury, onde realizarão uma série de shows pelo Brasil em Setembro deste ano, inclusive no primeiro dia do aniversário de 30 anos do festival Rock In Rio. Mal podemos esperar!


 Assista abaixo os vídeos (paródia de “We Are The Champions” e o single “Ghost Town”)

Paródia de “We Are The Champions”

single “Ghost Town”

 

Fonte: http://sobrepop.com
Dica de: Roberto Mercury

Tendo se passado mais de 23 anos desde a morte de Freddie Mercury, o Queen ainda continua faturando alto.

Dos anos 70 e 80 e até agora eles mais que duplicaram seus ganhos – passando de menos de 22 milhões de libras em 2013 para 48,5 milhões de libras no ano passado.

As turnês esgotadas do Queen, que vêm acontecendo desde 2012 (então com Adam Lambert como vocalista), contribuíram com 16,6 milhões (cerca de 81 milhões de reais), do total dos 48,5 milhões de libras (cerca de 237 milhões de reais).

 

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Uma caixa com toda a discografia do Queen em vinil será lançada em 25 de setembro deste ano
Uma caixa com toda a discografia do Queen em vinil será lançada em 25 de setembro. O box trará os 15 álbuns de estúdio da lendária banda em 18 discos – “Queen II” (1974), “Innuendo” (1991) e “Made In Heaven” (1995) serão lançados como álbuns duplos. Cinco anos foram necessários para se preparar o pacote que no Reino Unido custará cerca de R$ 1.500.

Todo o material foi remasterizado para soar da melhor forma possível em vinil e as capas reproduzirão fielmente as edições originais. Um livro em capa dura com 108 páginas com fotos raras, letras escritas à mão, informações sobre singles e vídeos e muitas informações sobre o quarteto também estarão na caixa.

Para completar, a renomada fábrica “Rega” anunciou que em conjunto com os remanescentes da banda, irá lançar um toca-discos temático especial do grupo.

Abaixo vídeo do trailer Oficial do Box Set. E mais abaixo fotos do Box Set e do toca-discos.

Trailer Oficial “Queen: The Studio Collection”

 


Fotos Box Set “Queen: The Studio Collection”

 


  Fotos Toca-discos: “Queen by Rega Turntable”

   

 

 

Fonte: www.vagalume.com.br

Partindo da premissa de que listas são normalmente polêmicas, tentarei apresentar uma argumentação plausível para justificar os músicos escolhidos.

Elaborar uma lista requer um processamento de dados relativamente simples, entretanto, dificilmente vemos alegações embasadas, fundamentadas, sólidas e convincentes acerca dos escolhidos.

Por isto, apresentarei argumentos, abordarei conceitos técnicos e, por fim, elencarei os dez melhores vocalistas da história do rock.

Por Danilo F. Nascimento


01. FREDDIE MERCURY (QUEEN)

Freddie Mercury é o vocalista definitivo do rock. O músico era performático, e podia cantar qualquer coisa. Hard Rock, Heavy Metal, Soul, Blues, Jazz, Folk, Pop, Opera, não importa a vertente ou gênero, se Mercury fosse o interprete, certamente não desapontaria.

Freddie Mercury tinha uma voz extremamente versátil, capaz de transitar, com a mesma competência, por regiões graves, médias e agudas. Por muito tempo, acreditou-se que Freddie era contratenor, ele tinha um histórico invejável, com a excelente área de 3 oitavas e uma sexta maior, incluindo seu falsete (F1 – D5) Como o falsete não conta como parte da faixa real de uma pessoa, o seu alcance real na voz plena era de três oitavas (F1 – F4).

Mas, na realidade, Freddie, segundo a cantora lírica Montserrat Caballé, era barítono, e não tenor. Sua gama mais grave (abaixo de C2) não faz parte da gama de um tenor. Freddie fora um barítono, que cantou a maior parte de sua carreira na tessitura de um tenor, principalmente nos anos 70. Normalmente mantinha sua voz entre G2 e G3.

Com o decorrer de sua carreira, Freddie permitiu-se transitar com a sua voz entre E2 e F # 3 (uma terça menor abaixo do seu recorde anterior), embora tenha demorado um pouco para chegar à esta marca confortavelmente. Freddie costumava transitar com sua voz de cabeça entre D3 e F # 3, sendo que o seu falsete, normalmente, transitava entre F3 e G3. Seu alcance vocal natural está entre F1 a D5.

A voz do Freddie pode ser dividida em três fases distinta:
– 1972 até 1974 (Predominância de falsetes e voz de cabeça)
– 1975 até 1980 (Predominância de voz mista e voz de cabeça)
– 1980 até 1991 (Predominância de voz de peito e voz mista)

Com o passar dos anos a voz de Freddie tornou-se mais encorpada e dificilmente o vocalista conseguiria cantar boa parte de suas canções (em seus tons originais) nos dias de hoje, em parte pela mudança natural que a voz humana passa ao longo dos anos, e em outra parte pelo fato de Freddie sempre ter exagerado no consumo de álcool e cigarros, fatores determinantes para deteriorar a voz a médio e longo prazo.


02. ROBERT PLANT (LED ZEPPELIN)

Robert Plant está longe de ser o vocalista mais técnico da lista. Entretanto, sem ele, talvez, todos os vocalistas já citados na lista não existiriam. Sua voz aguda e poderosa influenciou praticamente todos os vocalistas de hard rock e heavy metal que vieram depois dele.

Plant cantava com o coração, influenciado por seus cantores de blues favoritos, e imprimindo a sua própria personalidade e interpretação em suas canções. Sua gama vocal é considerável, e sua extensão e tessitura são dignas de nota.

Porém, em 1992, ao participar do tributo ao Freddie Mercury, Plant foi duramente criticado, e estes críticos alegavam que ele não tinha voz para interpretar nenhuma canção de Freddie Mercury. Mais tarde, Plant admitiu que sua performance fora desastrosa e pediu para que Brian May a retirasse do DVD oficial do concerto, a mesma só pode ser encontrada em VHS pirata ou no youtube, é claro.

Sobre as mudanças em sua voz, Plant chegou a declarar ao VH1:

Cantar é como tocar uma guitarra, quanto mais você toca, mais você se torna habilidoso, mais seus dedos se movem mais rapidamente e todo esse tipo de coisa. Minha voz mudou, mas, ocasionalmente, eu ainda posso atingir tons e notas mais altas em canções específicas, mas é claro que não dá pra fazer isto o tempo todo, não sou mais um garotinho [risos].

Até 1973, a voz de Plant era clara, limpa e cristalina. Porém, no final deste mesmo ano, o vocalista danificou seriamente suas pregas vocais, sendo preciso intervenção cirúrgica para que voltasse a cantar. É evidente que sua voz (principalmente ao vivo) nunca mais foi a mesma desde então, mas isso de forma alguma tira o brilho do vocalista que foi e é Robert Plant.

Sua voz é inconfundível, e sobre as técnicas utilizadas, é possível observar que na execução de notas agudas, Plant usufrui de sua voz mista, ora com predominância de TA (Músculo Tireoaritenoídeo) com belting pleno, ora com sinergia de TA (Músculo Tireoaritenoídeo), e CT (Músculo Cricotireóideo) na maioria das vezes com abaixamento do palato mole (voz nasalada e estridente), além do yodel de finalização em algumas oportunidades.

Porém, em algumas outras, Plant utiliza com drive laríngeo (constrição das paredes laríngeas – tecnicamente inadequado).

Com o passar dos anos, Plant adotou uma nova maneira de cantar, e quando se vê na obrigação de cantar algo do Led Zeppelin, sempre o faz em tons mais baixos.

O vocalista é peça importantíssima dentro do hard rock e do heavy metal. Sua voz é originalíssima, tendo sido emulada e até imitada por muitos cantores dos gêneros. Sem ele, provavelmente, os vocalistas desta lista não existiriam. Robert deu identidade ao gênero e tornou-se um ícone cultuado em todo o mundo. E é por essas e outras, que Robert Plant é o segundo melhor vocalista de rock de todos os tempos.


03. RONNIE JAMES DIO (BLACK SABBATH, DIO)

Ronnie James Dio é o melhor cantor de heavy metal de todos os tempos. E isto é fato (há quem discordará)!

O timbre de Ronnie James Dio é uma incógnita. Em muitas oportunidades, sua voz soa como a de um barítono, entretanto, acredito que o vocalista seja tenor, pois alcança notas muito altas (sem a utilização de falsete) para um barítono.

O vocalista desenvolveu um ótimo domínio de sua respiração diafragmática ainda muito cedo, aos 5 anos de idade, quando aprendeu a tocar trompa, instrumento dificílimo e que exige uma respiração primorosa para execução.

A voz de Dio é naturalmente ressonante, e ele canta com um “ligado” impecável, sua dicção é clara e dá pra sentir a consistência de sua vibração orgânica. Geralmente, Dio organiza seu espaço de ressonância para criar um leve rosnado, sem apresentar qualquer resistência à sua respiração. Dá pra notar o quão saudáveis eram suas performances, ele entra e sai de breve momentos de harmonia com entonação impecável, não sendo possível notar qualquer tensão em suas pregas vocais.

As performances arrebatadoras de Dio são proporcionadas por um conjunto de técnicas, e dentre elas é possível citar o drive de epiglote (este drive era a marca registrada de Dio, seu cartão de visita, sendo produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe) e o seu domínio na utilização de sua voz mista (junção de voz de cabeça com voz de peito).

E é por essas e outras que é desse baixinho talentoso, a terceira colocação do meu ranking de melhores vocalistas da história do rock.


04. DAVID COVERDALE (WHITESNAKE)

ImagemOutro grande vocalista da história do rock. Dono de trabalhos e performances primorosas, acima de qualquer suspeita. David Coverdale é barítono e seu alcance pode variar entre F1 e A5.

O vocalista começou a ter as primeiras aulas de canto em 1974, tendo concedido inúmeras entrevistas na época alegando que havia aprendido a cantar com o estômago.

E cantar com o estômago, nada mais é do que cantar com o diafragma. Apoio e sustentação devem ser itens básicos na formação de qualquer cantor que se preze, e sem trabalhar a respiração diafragmática corretamente, é impossível obter resultados satisfatórios em médio prazo. Há de se salientar que, a melhor fase da voz de Coverdale fora em 1987, época em que o vocalista já tinha quase 40 anos de idade, ou seja, sem aprimorar a respiração, o vocalista jamais teria chegado a essa idade cantando como cantava, palavras de Steve Vai, guitarrista do Whitesnake no final dos anos 80.

Coverdale fazia inúmeros vocalizes e exercícios de respiração antes dos shows. Em um deles, para garantir apoio e sustentação, o vocalista respirava tão profundamente quanto possível e empurrava seu estômago para fora, em seguida repetia o exercício de forma ainda mais profunda, e ao expirar, contava os segundos (ou minutos) o mais alto possível, mas é claro, sem berrar ou tencionar a garganta.

O vocalista é conhecido por sua habilidade na utilização dos mais variados tipos de drives, dentre os quais é possível citar o drive creaky voice (que produz um efeito de uma voz estridente e rasgada) e o drive de epiglote (que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe).

Além disto, Coverdale domina com precisão técnicas como belting pleno (Voz mista com predominância de musculatura tireoaritenóidea e selamento glótico pleno, resultando, acusticamente, em notas agudas e encorpadas) e o half belting (voz mista com predominância de músculos cricotireóideos, resultando, acusticamente, em notas agudas e encorpadas, comparadas à típica voz de cabeça).

A partir dos anos 90, Coverdale apresentou um caso grave de infecção crônica e sua voz nunca mais foi a mesma. Porem, em 2004, o vocalista se submeteu a um pequeno procedimento cirúrgico chamado voicelift, processo que rejuvenesce as pregas vocais (o vocalista Steven Tyler também passou pelo mesmo procedimento nos anos 90). O resultado pôde ser visto em 2006, quando realizou uma turnê em que sua voz estava soberba.

Mas, Coverdale descuidou-se no decorrer dos anos e apresentou novos problemas em suas pregas vocais, o que, de forma alguma, denigre tudo o que já fez pela música. E é por sua voz e seu talento acima de qualquer suspeita, que considero Coverdale o quarto melhor vocalista da história do rock.


05. GLENN HUGHES (DEEP PURPLE)

Glenn Hughes é um caso raro. O vocalista é como vinho, quanto mais velho, melhor canta. Talvez seja um dos pouquíssimos vocalistas da história que, hoje, canta melhor do que em sua fase áurea.

Hughes é multi-instrumentista e um cantor talentosíssimo, que domina técnicas oriundas das mais variadas esferas da música. Hughes pode cantar com tranquilidade todas as vertentes do rock, e até fora dele, como soul, folk, jazz, blues e reggae.

Seu timbre pode ser classificado como tenor, e seu alcance pode variar entre D2 e D6. Hughes possuí uma tessitura e uma extensão invejável, e sua respiração diafragmática é perfeita, graças ao trompete que aprendeu a tocar ainda quando criança.

Hughes diz que nunca estudou canto com um professor e sempre cantou de forma intuitiva. O músico cantava em um coral de sua escola, o que lhe deu uma boa base de aprimoramento para o seu talento. O vocalista tem total controle sobre sua voz de peito e de cabeça, além de dominar o belting, falsetes e de quase sempre cantar com a máscara de voz.

Ao utilizar drive, Hughes o faz por meio de drives estruturais, que são os False chords e o drive de epiglote (drive de natureza estrutural que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe, realizado pelo músculo ariepiglótico).

O vocalista canta, ora com abaixamento do palato mole (efeito de estridência e nasalidade), ora com elevação do palato mole (espaçamento laringo-faringeo e enriquecimento dos harmônicos da voz).


 06.ROB HALFORD (JUDAS PRIEST)

Comumente conhecido como “Deus do Metal”, Rob Halford é um exímio cantor, dono de uma versatilidade incalculável, que lhe permite transitar com facilidade por regiões médias, graves e agudas. Suas maiores influências são Ian Gillan, Robert Plant e Freddie Mercury.

Seu timbre pode ser classificado como baixo-tenor, e sua extensão pode variar entre C2 e C♯6. Sua marca registrada são os seus agudos penetrantes, resultado que Halford consegue atingir quando “estica” as suas pregas vocais.

Halford possui um fabuloso espectro de cores e efeitos vocais para escolher. Sua dicção é fácil de entender e seu fraseado é impecável. E é impressionante como a forma de cantar de Halford pode variar, podendo passar por tons altos e ressonantes, passando por tons baixíssimos que só um barítono ou baixo poderia alcançar.

O vocalista costuma cantar com sua laringe elevada, e seu maior problema talvez seja conseguir integrar melhor todas as suas características vocais em unidade sólida. Com esta integração ele poderia incorporar a profundidade e a ressonância de sua natural voz baixa às partes mais altas.

Halford domina técnicas como o half belting (voz mista com predominância de músculos cricotireóideos, resultando, acusticamente, em notas agudas e encorpadas, comparadas à típica voz de cabeça), drive false chords (drive manipulado nas pregas vocais falsas) e drive de epiglote (drive de natureza estrutural que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe, realizado pelo músculo ariepiglótico).


07. IAN GILLAN (DEEP PURPLE)

ImagemPara muitos, o timbre de Ian Gillan é uma incógnita. O vocalista já foi apontado como tenor e até barítono, tornando um pouco difícil a sua classificação real, já que em entrevistas passada Gillan já entrou em contradição, ora alegando que era barítono, ora tenor. Porém, ao levar em consideração a sua voz falada, tenho a impressão de que Gillan é barítono, embora, tenha conseguido realizar performances condizentes com um tenor em algumas oportunidades, assim como Matijevic, que embora seja tenor, há registros que chegam a soar como soprano (classificação de timbre feminino).

Gillan entrou no Deep Purple em 1969, e chamou atenção rapidamente, e devido ao poder de sua voz foi convidado à integrar o elenco do musical “Jesus Christ Superstar”, em 1972.

A voz de Gillan pode ser dividida em dois ciclos: anos 70 e 80, e anos 90 e 00.

Nos anos 70 e 80, Gillan sofria instabilidade nas zonas de passagem, além de utilizar voz de garganta em algumas oportunidades, tensionando-a demasiadamente em alguns momentos. Nos anos 90 e 00, o vocalista apresentou uma voz mais encorpada e volumosa, porém, sem quaisquer resquícios dos registros agudos onipresentes em outrora.

Ao longo dos anos, Gillan desenvolveu um bom apoio na ressonância e na faringe, o que lhe permitiu acomodar habilidades e técnicas vocais imprescindíveis para a sua performance, entre as quais podemos citar o seu “falsete de sino” (aqui Gillan apresenta um tipo de falsete raro e incomum, onde o seu músculo palatoestafilino avança consideravelmente), belting (aqui Gillan posiciona a sua laringe para cima, abrindo a boca e a voz de forma considerável) e máscara de voz (aqui Gillan projeta sua voz para cima, tirando-a da garganta), além é claro, de bom domínio no que tange a sua voz de peito e de cabeça.


08. BRUCE DICKINSON (IRON MAIDEN)

Bruce Dickinson possui uma das maiores vozes do Heavy Metal, de modo geral. O primeiro contato de Dickinson com o rock foi através dos Beatles. O vocalista aprendeu a tocar violão aos 10 anos de idade. Sua banda favorita é o Deep Purple, e Ian Gillan é uma de suas grandes inspirações, segundo ele próprio.

Embora nunca tenha estudado formalmente com um professor, Bruce é um vocalista extremamente técnico e versátil. Sua voz pode variar de suaves rosnados, até a sustentação de tons e notas mais altas. Além disso, sua dicção é facilmente inteligível. Ele consegue cantar as letras de forma ritmicamente intensa sem perder o ‘ligado’ e a dinâmica musical, algo que muitos cantores clássicos lutam para conseguir.

Suas performances trazem intensidade visceral e dramática, ora cantando de forma limpa, ora produzindo uma sonoridade de “irritação” que ocasionalmente colore o som de suas interpretações. O vocalista apresenta algo totalmente diferente de uma prega vocal tensionada, toda a sua laringe e garganta são manipuladas de uma forma que as faz ficarem completamente soltas e livres para responder às interpretações de Dickinson.

Entre as técnicas que mais utiliza, é possível citar o belting pleno (Voz mista com predominância da musculatura tireoaritenóidea e selamento glótico pleno) e o drive false chords (aqui Bruce canaliza o drive em suas “falsas” pregas vocais), além é claro, de sua impostação primorosa, onde o vocalista amplia as ondas de frequência por meio dos ressonadores superiores, realizada pela elevação e sustentação do palato mole com auxílio da abertura das narinas. O vocalista pode ser classificado como tenor, e têm um alcance que poder ir de A1 à B5. É de Bruce Dickinson a oitava colocação.


09. MILJENKO MATIJEVIC (STEELHEART)

Embora seja pouco conhecido no Brasil, Miljenko Matijevic possuí uma das vozes mais apuradas e técnicas da indústria fonográfica. É de Matijevic, os registros vocais mais agudos do hard rock. Mas é claro, levando-se em consideração os registros atingidos sem falsete. Se formos considerar falsetes, Jim Gillette (NITRO) é quem têm os registros vocais mais agudos do gênero. Além dos agudos onipresentes, o vocalista consegue transitar de forma formidável pela região média e até grave. Seu timbre pode ser classificado como tenor, e seu alcance pode variar entre E♭2 e B5.

Matijevic passou a frequentar aulas de canto nos anos 80, com a experiente professora Elizabeth Sabine, responsável por orientar as vozes de Michael Sweet (STRYPER), Axl Rose (GUNS N’ ROSES) e muitos outros. Entretanto, ao contrário de Rose, que praticamente não comparecia às aulas mesmo que as mesmas estivessem sendo custeadas pela gravadora Geffen Records, Sweet e Matijevic levaram as orientações de Sabine a sério, e continuam em excelente forma até os dias de hoje. Matijevic tornou-se uma figura conhecida nos Estados Unidos em 1990, com o lançamento do álbum homônimo de sua banda, o Steelheart.

Entretanto, foi em 2001 que Matijevic tornou-se mundialmente conhecido, ao “emprestar” a sua voz para o personagem Chris “Izzy” Coles (interpretado por Mark Wahlberg), do filme Rock Star. Inicialmente, o longa tinha a intenção de contar a história do Judas Priest, mais precisamente, na fase em que Tim Owens substituiu o ídolo Rob Halford. Entretanto, a direção do filme não obteve sucesso nas negociações com o Priest. Porém, manteve o enredo inicial, fazendo com que o personagem Izzy também substitui-se um ídolo no filme, na banda fictícia Steel Dragon.

Mas antes disso, em 31 de outubro de 1992, Matijevic passou por sérios apuros, quando sofreu um acidente em meio à um concerto realizado em Denver, no Colorado. O vocalista havia subido em uma coluna de suporte que não estava fixa ao chão. Quando o poste cedeu, Matijevic foi abaixo. O vocalista enfrentou o coma durante quase um ano, além de mais dois anos de fisioterapia intensiva, voltando à cantar apenas em 1996. Durante o filme Rock Star há uma cena que faz menção ao acidente de Matievic, quando o personagem Izzy sofre um acidente no palco e fica inconsciente.

O nono lugar vai para Miljenko Matijevic, vocalista que domina com maestria inúmeras técnicas vocais, dentre as quais é possível citar a máscara de voz (aqui as notas mais altas de Matijevic vibram sistematicamente nas regiões do rosto, nariz e cabeça, de forma frontal e esfenoidal, facilitando a projeção que viabiliza o alcance destas notas) e o belting (aqui, Matijevic posiciona a sua laringe um pouco acima do normal, utilizando ampla abertura vocal, o que lhe proporciona um timbre agudo e limpo).


10. MIKE PATTON (FAITH NO MORE)

O dono da décima colocação é um dos cantores mais versáteis da história da música. Embora não seja músico de formação clássica, capaz de ler partituras, Patton é dotado de uma habilidade outiva única e perspicaz.

O vocalista moldou a sua voz por intermédio de suas inúmeras influências musicais, que vão desde o Soul de músicos da Motown até a ópera de Pavarotti e Nicola Vaccai, passando por grupos alternativos como Living Colour e até clássicos como Queen e The Who.

O “Senhor das Mil Vozes” é conhecido pelo seu trabalho à frente do grupo alternativo FAITH NO MORE, mas o vocalista possuí inúmeros outros projetos paralelos onde apresenta toda a sua versatilidade e gama vocal privilegiada. Seu timbre pode ser classificado como barítono, sua voz têm predominância nas regiões médias e graves, e o seu alcance pode variar entre E♭1 e F♯7.

Embora nunca tenha estudado canto formalmente com um professor, Patton domina técnicas como o belting pleno (muito utilizada em teatros de norte-teatros americanos, Patton utiliza com maestria, trazendo a sua voz de peito para registros acima do normal) e voz mista, que, basicamente, é a junção da voz de peito (é a voz mais grave de um individuo, ressoa mais na cavidade torácica com a voz de cabeça até a altura da boca) e voz de cabeça (é a voz mais aguda de um individuo sem a utilização do artificio falsete, ressoa da parte de cima do nariz até as cavidades do rosto).

E é pela sua versatilidade, que o faz ter facilidade de cantar inúmeras vertentes distintas, que é de Mike Patton a décima colocação.


 

 

Fonte: http://whiplash.net

O dia 13 de julho é conhecido como Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu em 1985, organizado por Bob Geldof

A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “Dia Mundial do Rock”. O evento também ficou conhecido por contar com grandes artistas do gênero, como: Queen, Paul McCartney, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Elton John, David Bowie, The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Joan Baez, BB King, Sting, Scorpions, U2, Eric Clapton, Black Sabbath, entre outros.

O objetivo principal do evento era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época.

Então, neste dia tão especial, nada melhor que relembrarmos o que é considerado por muitos críticos a melhor apresentação do Queen de todos os tempos!! Queen no Live Aid!!

Antes, algumas curiosidades sobre a apresentação do Queen no Live Aid:

  • Antes da apresentação do Queen, foi pedido para que o som fosse aumentado.
  • Bob Geldof sugeriu ao Queen que não tentasse apresentar novas músicas ou singles, pois o público não era basicamente do Queen. O Queen concordou e optou por fazer um Medley de 21 minutos com alguns de seus maiores hits. Ao final do evento Freddie e Brian voltaram ao palco para tocar Is this the world we created.
  • A apresentação do Queen foi tão forte que o próximo artista a se apresentar teve de esperar cerca de 20 minutos para entrar ao palco.
  • Após a apresentação do Queen é quase impossível lembrar quem se apresentou antes e depois deles.

Vamos Ao Queen!! E Feliz dia do Rock a Todos!!!

 

 

Parte do texto via https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_mundial_do_rock

O Dia Mundial do Rock será comemorado nesta segunda (13). Mas para alguns fãs e músicos do ritmo, a cultura “rock n’ roller” ocupa espaço e promove emoções na vida deles é todo dia – mesmo quando as luzes do palco se apagam. Esta presença diária é feita por meio de objetos inusitados e raros, autógrafos, coleções de ingressos de shows inesquecíveis e até da lembrança dos “15 minutos de fama” de um fã. Afinal, rock n’ roll é mais que um ritmo, é um estilo de vida.

Queen: Guitarra ‘Special’
 
Dois mil dólares! Este foi o preço pago pela banda Lurex por uma guitarra preciosa. Há 15 anos, a banda mineira faz tributo ao Queen e o instrumento específico e raro chegou para trazer mais legitimidade ao som do grupo.
 
“É uma ‘Red Special’. O projeto desta guitarra foi feito por Brian May juntamente com o pai dele. Apenas uma empresa no mundo tem autorização para fabricá-la”, diz o contrabaixista Fran Lurex.
 
O cabeludo May, hoje com 67 anos, é um dos fundadores do Queen, ao lado de Freddie Mercury (1946-1991) e, além de músico, também era astrofísico.
 
O projeto da guitarra é do final dos anos 1970. A guitarra do Lurex foi comprada na Inglaterra, no evento do fã-clube oficial do Queen. “Tem assinatura. É específica para nós”, justifica o músico mineiro.
 
Mesmo com a denominação de “mundial”, o Dia do Rock é comemorado apenas no Brasil desde meados dos anos 1980. Na época, radialistas paulistas escolheram a data devido a um acontecimento inédito na história.


Facebook banda Lurex: www.facebook.com/LurexQueen


Elvis “namoradeiro”
 
Em uma delas, um alemão amigo dele lhe presenteou com um busto do Elvis, que se assemelha àquelas namoradeiras de barro colocadas em janelas de casas do interior mineiro. Porém, o curioso objeto também pode ser instalado na janela de um carro – e foi esta característica que completou a façanha.
 
“Ele (o alemão) arrumou uns cinco carros antigos e pediu que eu e outros amigos fôssemos dar um rolê pela Savassi com o busto do Elvis na janela de um dos veículos. O molde do busto veio da Alemanha, onde Elvis serviu, entre 1958 e 1960, junto a um contingente de outros soldados mantido pelo exército americano”, lembra Guilly.
 
Desnecessário dizer que todo mundo que estava pela região parou para ver a parada sobre rodas. O alemão se divertia com o sonho realizado. Guilly ria de tudo. Hoje, o “namoradeiro” Elvis ocupa lugar de honra na sala do intérprete.
Celebrado apenas no Brasil, Dia Mundial do estilo surgiu após festival ‘Live Aid’
 
Afinal, de onde veio a explicação para o Dia do Rock? A resposta está no acervo do empresário Cássio Fonseca Boucinhas, dono de uma loja on-line de discos, a CD Point. Ali, ele guarda um box importado com quatro DVDs do festival “Live Aid”, que nesta segunda (13) completa 30 anos de sua realização, que reuniu gente do naipe de Elton John, Paul McCartney e Mick Jagger.
 
Artistas que se reuniram para arrecadar dinheiro para a Etiópia, lembra Fonseca. Foi um marco: nunca havia acontecido mobilização tão grandiosa de famosos em favor de uma causa humanitária.
 
O festival foi idealizado pelo músico Bob Geldof, depois que assistiu uma reportagem sobre a miséria no “continente irmão”. No impulso de “fazer a sua parte”, ele gravou o single “Do They Know It’s Christmas”, ao lado de famosos dos anos 1980. A música arrecadou oito milhões de libras para a causa.
 
O festival veio em seguida e foi realizado simultaneamente em dois estádios de Londres e da Filadélfia (EUA). “Tive vontade de ir, mas, naquele tempo, não tinha condição. É um dos discos mais raros e um dos melhores da minha coleção”, diz o empresário, que na época tinha 17 anos e assistiu apenas a alguns trechos pela TV.
 
Pandora do Keta
 
Quem também entende de show inesquecível é o músico Keta, da banda “It’s Only Rolling Stones”. Em casa, ele guarda uma espécie de “caixa de Pandora” com os ingressos dos shows “top de linha” a que assistiu. “É a minha caixa de relíquias. Já fui a uns dez shows dos Stones. Também tem ingresso do Pink Floyd, Robert Plant e do Grateful Dead”.
 
A mais engraçada das histórias aconteceu em um show do Pink Floyd, nos Estados Unidos, a que assistiria de arquibancada. Porém, tudo mudou com uma leve jogada que levou Keta e mais dois amigos ao “gargarejo”. “Um dos meus amigos mostrou a credencial do Grande Prêmio de Fórmula 1 e o outro, a carteira do PIC e uma credencial para o Show da Xuxa. E entraram! Eu, em um português bravo, gritei que estava com eles e entrei também”, diverte-se.
 
Guns celeste
 
Entrar na área “premium” pode ser difícil, mas convencer um ídolo do rock a usar algo no palco, sem nunca ter falado com ele na vida, é muito mais. O administrador Gabriel Novaes Viegas conseguiu a façanha.
 
Ele conta que, na Copa do Mundo de 2010, estavam vendendo muitas bandeiras do Brasil com símbolos dos times nacionais. Cruzeirense que sempre foi, Gabriel comprou uma versão do time do coração, uma lata de spray, escreveu “Guns N’ Roses”, foi ao show da banda em BH e, bem perto do palco, jogou o “manto sagrado” aos pés do vocalista Axl Rose.
 
“Ele pegou, pôs nas costas e, no outro dia, foi capa de jornal. Me ajoelhei no chão e comecei a agradecer. Sou muito fã. Tenho um Slash tatuado na perna”, diz, sobre o guitarrista da banda.
 
O momento, diz, virou “relíquia que guarda na lembrança”, para contar aos netos, certamente, futuros roqueiros – e cruzeirenses – como ele.
 
Depois do “Live Aid”, os olhares se voltaram para a África com outras mobilizações contra a miséria de lá. No mesmo ano, por exemplo, Michael Jackson, Tina Turner, Bruce Springsteen, entre outros artistas, gravaram outro hit humanitário: “We Are The World”.


Deals Death é uma banda de death metal composta pelo vocalista Olle Ekman, o gutarrista Erik Jacobson, Kammo Olayvar no baixo e pelo baterista Janne Jaloma

A equipe do Metal Interview fez uma entrevista exclusiva com Olle Ekman, também conhecido por substituir o vocalista Enrik Englund, do Amaranthe, na turnê da banda pelos EUA.

Bastante simpático e acessível, o músico nos mostrou a carreira da banda, falou sobre a cena heavy metal no seu país, influências musicais e também demonstrou conhecer alguns esportistas brasileiros, como a família Gracie!

Abaixo a parte em que Freddie é citado:

Metal Interview: Como um cantor de Death Metal, você usa a sua voz de forma bastante específica. Como você costuma manter a voz para suportar todo o show sem desgastar a voz durante as turnês? Teve aulas com um professor, coach ou foi lidando com a música de forma mais independente e experimental? Exitem cantores que te influenciaram ou que você admira, ainda que possuam um estilo diferente?

Olle Ekman: Eu uso bastante apoio de diafragma quando eu canto da mesma forma que qualquer cantor que use bastante volume de voz canta. Eu não tenho problemas vocais durante as turnês e nunca aqueço a voz antes dos shows porque tocar todos os dias é todo o aquecimento que preciso. Eu não tive qualquer aula de canto, mas seria legal tentar também! Chuck Schuldiner é uma grande influência e uma coisa engraçada é que nascemos no mesmo dia! Freddie Mercury é o meu maior herói acima de tudo.

 

Para ver a entrevista completa Clique Aqui

 

Fonte: http://whiplash.net

Em bate papo com Mitch Lafon, Phil Anselmo (Superjoint, Down e Pantera) falou sobre a importância de Brian May (Queen) para o Rock:

“Sem Brian May não haveria Randy Rhoads, Eddie Van Halen e até mesmo o Dimebag”.

Ouça o áudio da entrevista abaixo, em inglês.



 

Fonte: http://whiplash.net

No mês em que se comemora o dia mundial do Rock, teremos muito Queen nos canais de TV a cabo. O Canal TCM exibirá show “Queen on Fire – Live at the Bowl” e o Canal BIS exibirá “Queen Hungarian Rhapsody”, Confira dias e horários

CANAL TCM  –  Queen: Live at Milton Keynes (Queen on Fire – Live at the Bowl)

É 1982. É o histórico show Queen: Live at Milton Keynes, na Grã-Bretanha. As músicas mais arrebatadoras de todos os tempos estremecem o público: Love of my life, Bohemian Rhapsody, Somebody to love, We will rock you e muitos mais sucessos.

Datas e Horários:

              Dia              Horário

Domingo       12/07      02:50
Domingo       19/07      00:05
Domingo       19/07      20:40
Terça-feira     21/07      09:10
Quarta-feira   22/07      04:35

 


CANAL BIS  –  Queen: Hungarian Rhapsody – Live in Budapest

Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest é um filme da banda britânica de rock Queen, gravado em Budapest, Hungria, em meados de 1986. O show é um dos últimos na história da banda. Pertencente à Magic Tour.

Datas e Horários:

        Dia                        Horário

Segunda-feira  13/07       19:30

 

 

 

 

Fonte: www.sky.com.br

Se há uma coisa que Elton John não quer que aconteça, é que os companheiros que compõem o seu staff passem fome durante a preparação dos seus concertos

Esta informação foi agora confirmada, depois de amigos do cantor revelarem que ele andou a distribuir comida, antes de um espetáculo que deu em Londres, em 1985.

No tempo, Elton levou o seu próprio equipamento de cozinha, que incluía a grelha para preparar os hambúrgueres. Uma situação emblemática é então descrita por um repórter que estava presente no espetáculo.

Segundo o jornalista, Elton serviu hambúrgueres aos amigos David Bowie e Freddie Mercury. Todos feitos por ele.

Outro fato interessante também é revelado. O jornalista diz que todos os artistas chegaram ao local do concerto num helicóptero e que após o pouso todos tiveram que esperar que o aparelho parasse por completo. Tudo para evitar que a peruca de Elton John voasse com o vento provocado pela hélice.

 

Fonte:  www.noticiasaominuto.com

Campanha do Itaú para promoção "VIP no Rock in Rio"
Campanha do Itaú para promoção “VIP no Rock in Rio”

São Paulo – Patrocinador master do Rock in Rio pela terceira edição consecutiva, o Itaú lança nesta sexta-feira (10) o filme da promoção “VIP no Rock in Rio”, iniciada no último dia 15.

O banco levará sete pessoas para curtir o maior festival de música e entretenimento do mundo, com direito a várias mordomias e um truckexclusivo.

O filme, criado pela Africa, tem “Love of my life” como música referência, canção executada na primeira edição do Rock in Rio, em 1985, na voz de Freddie Mercury, vocalista do Queen.

A música é cantada por alguns homens embaixo de uma janela em uma espécie de ‘serenata do amor’ inusitada.

“Queremos mostrar como a música transforma a vida das pessoas e, com o filme, vamos colocá-las no clima do festival. Por isso, escolhemos ‘Love of my life’ como tema”, conta Eduardo Tracanella, superintendente de Marketing do ItaúUnibanco.

A gravação do filme foi feita na cidade de Santos, durante uma noite e envolveu mais de 150 figurantes que participaram do coro. A trilha do filme foi cantada por todos ali no set de filmagem.

“Isso garantiu uma energia diferente para o comercial”, explica Tracanella. A veiculação da campanha será até 6 de agosto.

Além de desfrutar do truck e de diversas mordomias, os contemplados da promoção “VIP no Rock in Rio” e seus acompanhantes vão ganhar um “kit do rock” com camiseta, boné e mochila.

Todas as despesas dos ganhadores de fora da cidade do Rio de Janeiro, referentes à logística e hospedagem, serão por conta da promoção.

Veja o vídeo:

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Em resposta ao advogado de Phil Rudd, Juiz citou Queen e Freddie Mercury

WELLINGTON (Reuters) – Phil Rudd, baterista do famoso grupo de rock AC/DC, foi condenado a oito meses de prisão domiciliar por um tribunal da Nova Zelândia, nesta quinta-feira, após ser declarado culpado por acusações de ameaça de morte e posse de drogas.

O australiano, de 61 anos, estava em liberdade sob fiança após ter sido detido em novembro do ano passado, e declarado culpado em abril, sob acusações que têm até 7 anos de prisão como sentença máxima.

A promotoria pediu uma sentença mínima de 18 meses de prisão após Rudd ser acusado de proferir ameaças contra um funcionário encarregado do lançamento de seu álbum solo.

Rudd terá permissão para fazer visitas autorizadas durante o período de prisão, mas sempre será vigiado de forma eletrônica.

O advogado de Rudd disse ao tribunal que seu cliente estava sob muito estresse no momento que cometeu o crime e sob a influência de drogas, e descreveu o incidente como um simples aborrecimento durante uma ligação telefônica. Segundo ele, a condenação poderia resultar na perda de dezenas de milhões de dólares para Rudd em ingressos futuros por não poder viajar com a banda, e pediu a liberdade sem condenação.

“Este ponto não me convence completamente. O Queen substituiu Freddie Mercury e o grupo continua tocando”, disse o juiz, Thomas Ingram, que considerou que o incidente foi mais do que um aborrecimento e que Rudd havia agido sob um alto efeito de drogas.

 

Fonte: http://entretenimento.r7.com

Robbie Williams se apresentou ontem no “Postepay Rock in Rome”, na Itália, em um show que inflamou a multidão de quinze mil fãs.

Robbie fez uma variação de covers surpreendente, que incluiu homenagens até os limites da emoção, de Queen ( We Will Rock You e Bohemian Rhapsody), U2 e Led Zeppelin.

Abaixo vídeo com pequenas partes do show.

 

 

Fonte: http://www.agi.it
Dica de: Digão

Na estreia em 1985, média era de 31 anos; só havia um quarentão no palco. ‘Vovô’ é Brian May (Queen), com 68; Royal Blood é único na média dos 20

Pelo menos na programação do Rock in Rio, os músicos das principais bandas de rock são, em média, 13 anos mais velhos que na estreia, em 1985. Se antes eles tinham trinta, hoje os quarentões dominam geral (veja a comparação abaixo).

O vovô nas bandas de rock do festival é Brian May, do Queen, 68 anos. A maior idade média é do Hollywood Vampires (Alice Cooper, Johnny Depp e Joe Perry): 61.

Há 30 anos, só havia um quarentão roqueiro: Jon Anderson, do Yes. Barão Vermelho e Iron Maiden estavam na faixa dos 20 em 1985.

Nos dias pop do Palco Mundo de 2015 também há dinossauros, mas é mais fácil ver jovens – Sam Smith (23), Rihanna (27), George Sheppard (27) e Katy Perry (30).

No rock, só o Royal Blood tem média abaixo de 30. Também são os únicos iniciantes de fato no rock do Palco Mundo, com apenas um disco lançado. Só para o Royal Blood a vida começa agora…

Rock in Rio idades (Foto: Arte G1)

 

Fonte: http://g1.globo.com

FREDDIE MERCURY

ALICE COOPER

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ANGUS YOUNG

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ART GARFUNKEL

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AXL ROSE

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BILLY GIBBONS

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BONJOVI

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BON SCOTT

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DAVID BOWIE

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BRUCE DICKINSON

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BRIAN WILSON

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DANZIG

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DAVID LEE ROTH

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DEE SNIDER

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DIMEBAG

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DIO

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DYLAN

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EDDIE VAN HALEN

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ELTON JOHN

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FLEA

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ZAPPA

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GEDDY LEE

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GENE SIMMONS

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JIMI HENDRIX

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IGGY POP

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JAMES HETFIELD

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JERRY GARCIA

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JOHN BONHAM

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JOHN FOGERTY

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JOAN JETT

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KEITH RICHARD

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KIRK HAMMETT

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LEMMY KILMISTER

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NEIL YOUNG

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MARC BOLAN

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OZZY

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PAUL STANLEY

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PHIL COLLINS

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PHIL LYNNOTT

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RICK NIELSEN

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ROB HALFORD

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ROGER WATERS

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SLASH

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TOM PETTY

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DAVE MUSTAINE

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TOMMY LEE

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STEVEN TYLER

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ROBERT PLANT

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É triste descobrir que seu pássaro é mais fã de rock’n’roll do que você? Mas no caso da cacatua Snowball é difícil competir!

O pássaro de penas brancas, tornou-se uma sensação na internet com seus movimentos de dança perfeitos, sempre no ritmo da música.

Com seu moicano amarelo, Snowball mostra suas credenciais de rockeiro à batida clássica de “Another One Bites The Dust”…. e ele é muito bom, não?

Achamos Freddie aprovaria!!

 

Fonte: www.joe.co.uk
Dica de: Digão