Dave Grohl monta em seu trono motorizado ao lado de Nate Mendel no 20° aniversário do Blowout no RFK Stadium, em Washington

Fãs de Grohl são geralmente formados por fãs de rock clássicos da década de 70 e 80. Mas o show de sábado incluiu apenas uma versão de “Under Pressure”, com Grohl e o baterista Taylor Hawkins cantando nos papéis de David Bowie e Freddie Mercury.

Fonte: www.washingtonpost.com

Freddie Mercury é inegavelmente uma das figuras mais marcantes da cultura pop no século 20: grande cantor, sucesso fonográfico absoluto, dono de uma presença de palco impressionante, figura espalhafatosa no vestir e agir, gay e vítima da Aids. Os motivos pela busca de um maior conhecimento são muitos e certamente haverá uma boa procura por “Freddie Mercury – A Biografia”, lançado pela editora Record. Mas o livro está à altura da expectativa?

A autora da publicação é Laura Jackson, escritora que há duas décadas vive de desenvolver biografias de astros da indústria cultural – como Jon Bon Jovi, Steve Tyler, Kiefer Sutherland, Mick Jagger… Além de Mercury, escreveu ainda sobre Brian May e o próprio Queen (veja mais no site laurajacksonbooks.com).

Sua experiência é inegável e realmente muitos detalhes sobre o biografado estão colocados ali por meio de entrevistas com dezenas de pessoas próximas a ele. Mas a narrativa da escritora está longe de ser agradável.

Repetição

A biografia de Mercury tem 288 páginas, mas certamente poderia ser mais condensada. A necessidade de incluir opiniões de terceiros sobre o vocalista do Queen é tão presente ao longo de todo o texto, que a ação e os fatos relevantes acabam muitas vezes relegados a um segundo plano.

Um exemplo disso são os inúmeros depoimentos sobre o fato de os amigos não perceberem a bissexualidade de Mercury antes da fama – vale lembrar que o artista foi casado com sua melhor amiga e primeiro amor, Mary Austin. Num primeiro momento, é interessante para o leitor observar que os amigos não sabiam que o artista sentia atração por homens, embora desconfiassem. Mas depois que o recado é dado, não é mais necessário a autora voltar ao assunto tantas vezes – sempre que há voz de um novo entrevistado, aparece um comentário sobre a orientação sexual do biografado.

A biografia também tem seus pontos altos, obviamente. O principal deles é mostrar ao leitor que Mercury era bastante reservado em sua vida particular e como cada passo dado por ele na carreira artística teve como objetivo a fama e o reconhecimento popular. Um homem que trilhou o caminho com energia e criatividade.

Fonte: www.hojeemdia.com.br

O Dia Mundial do Asteroide foi criado em dezembro de 2014, por Brian May, guitarrista do Queen e astrofísico, ao lado do cientista Bill Nye e de Martin Rees, o Astrônomo Real do Reino Unido. Três astronautas, Rusty Schweickhart, Ed Lu e Tom Jones também fazem parte da equipe de fundadores. Em sua declaração de inauguração, o grupo afirma que o objetivo da data é garantir a sobrevivência das gerações futuras.

Em 30 de junho de 1908, um imenso asteroide caiu em cima da Sibéria, gerando um impacto tão poderoso que destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2 mil km².

Para relembrar o chamado Evento de Tunguska e alertar sobre o risco de que algo parecido pode acontecer novamente, cientistas promoveram na terça-feira (30) o primeiro Dia Mundial do Asteroide, com eventos no mundo todo explicando as ameaças que objetos espaciais podem gerar e o que pode ser feito para impedir outro impacto.

“Asteroides são o único desastre natural que nós sabemos como prevenir. Proteger nosso planeta, nossas famílias e comunidades são o objetivo do Dia do Asteroide”, afirma Grigorij Richters, cocriador da efeméride. “Asteroides nos ensinam sobre as origens da vida, mas também podem afetar o futuro de nossa espécie e vida na Terra”.

O chamado Evento de Tunguska devastou uma área de 2 mil km² na Sibéria, em 1908
O chamado Evento de Tunguska devastou uma área de 2 mil km² na Sibéria, em 1908

A maior parte das informações que as pessoas têm sobre asteroides vêm de filmes como Impacto Profundo ou Armageddon, ou por que elas aprenderam na escola que um asteroide causou a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos.

Mas asteroides não são apenas material para ficção científica ou aulas sobre as eras geológicas do planeta. Em janeiro, um asteroide gigantesco passou raspando pela Terra, a 1,2 milhão de quilômetros de nosso planeta. Segundo a Nasa, esta foi a menor distância que qualquer objeto irá passar pela Terra até que o asteroide 1999 AN10 nos visite em 2027. Mas os cientistas alertam que sempre pode haver surpresas.

Em 2013, um asteroide explodiu sobre Chelyabinsk, na Rússia, criando uma bola de fogo mais brilhante do que o Sol e uma explosão tão poderosa quanto 40 bombas atômicas de Hiroshima somadas.

Em 2011, um asteróide explodiu sobre Chelyabinsk gerando um brilho maior do que o Sol
Em 2011, um asteróide explodiu sobre Chelyabinsk gerando um brilho maior do que o Sol

No começo de junho, a Nasa assinou uma acordo com a Administração Nacional de Segurança Nuclear dos Estados Unidos para que a opção nuclear possa ser usada caso astrônomos descubram que um asteroide está em rota de colisão com a Terra. A agência espacial americana monitora apenas 10% dos quase 1 milhão de asteroides no Sistema Solar com potencial para atingir a Terra, segundo a organização que promove o Dia do Asteroide.

A Agência Espacial Europeia (ESA), por sua vez, se encontrou na terça-feira com equipes de emergência da Suíça, Alemanha, Luxemburgo, Romênia, Suécia e Reino Unido para discutir como lidar com a ameaça de asteroides. A ESA também apresentou o projeto de um sistema de “impacto cinético”, que usaria lasers para desviar a trajetória de asteróides.

“Planetas não podem nos atingir, enquanto restos de cometas não conseguem passar por nossa estratosfera. Mas asteroides, que nada mais são do que pedaços de pedra ou metal, chegam aos milhares todos os dias, e são responsáveis por quase todos os 50 mil meteoritos catalogados”, afirma Bob Berman, astrônomo do Slooh, um observatório que disponibiliza online o material registrado por seu telescópio robótico. “Observar os maiores asteroides é fascinante, mas os mais perigosos precisam ser monitorados enquanto as defesas corretas estão sendo preparadas.”

 
A tecnologia da ESA quer usar lasers para desviar asteroides
A tecnologia da ESA quer usar lasers para desviar asteroides

O Dia Mundial do Asteroide foi criado em dezembro de 2014, por Brian May, guitarrista do Queen e astrofísico, ao lado do cientista Bill Nye e de Martin Rees, o Astrônomo Real do Reino Unido. Três astronautas, Rusty Schweickhart, Ed Lu e Tom Jones também fazem parte da equipe de fundadores. Em sua declaração de inauguração, o grupo afirma que o objetivo da data é garantir a sobrevivência das gerações futuras.

Nesse sentido, o grupo também anunciou a Declaração 100X, que pede que a detecção e monitoramento de asteroides sejam melhorados na escala de 100.

“Quanto mais aprendermos sobre o impacto de asteroides, irá ficar mais claro que a raça humana está aqui de passagem”, afirma May. “O Dia do Asteroide e a Declaração 100X são formas do público tomar conhecimento de que podemos ser atingidos a qualquer momento. Uma cidade pode ser apagada apenas porque não sabemos direito o que está lá fora.”

 
A Nasa quer capturar um asteroide para estudos na próxima década
A Nasa quer capturar um asteroide para estudos na próxima década

Mas para entender a ameaça, cientistas precisam saber como os asteroides se comportam. Várias agências espaciais estão planejando missões para estudar asteroides.

A Nasa anunciou em março que planeja enviar uma missão durante a década de 2020 que irá retirar um pedaço da superfície de um asteroide para que ela seja estudada por astronautas. Uma missão similar foi lançada no ano passado pelo Japão.

Os asteroides também são vistos como uma oportunidade de negócios. Um projeto (apoiado por Larry Page e Eric Schimdt, CEO e presidente do Google, respectivamente, e o cineasta James Cameron) quer construir robôs que retirem minerais como platina e ouro dos corpos celestes que passarem próximos da Terra.

 

Fonte: http://info.abril.com.br

Novo vídeo mostra a “reação de Freddie” ao ouvir Zezé Di Camargo cantando “How Can I Go On”.

De astros do rock a estrelas do pop, conheça alguns nomes inusitados da música que você nem imagina, mas são super inteligentes. Confira os “crânios da música”:

Queen
Quem vê o estilo e a pose de roqueiros não imagina que os integrantes do Queen são todos graduados. O guitarrista Brian May é PhD em astronomia, o baterista Roger Taylor tem diploma de biologia, o baixista John Deacon é mestre em eletrônica e o vocalista Freddie Mercury é formado em ilustração e design. Isso explica as letras cabeça da banda.

Tony Iommi
O inventor do heavy metal e lendário guitarrista do Black Sabbath tem muitas lendas associadas a ele, mas uma coisa é fato: ele é doutor honorário da Universidade de Coventry e leciona para alunos de música na mesma instituição.

Art Garfunkel
Mestre do folk rock e membro da dupla Simon and Garfunkel, ele se formou em matemática pela universidade de Columbia e chegou a iniciar seu PhD, tendo que interrompê-lo para seguir uma carreira musical de sucesso.

Greg Graffin
Quem vê o vocalista do Bad Religion com sua postura de punk rock no palco nem imagina que ele é graduado em zoologia, com mestrado em paleontologia e ainda por cima dá aulas na Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Crédito: Fabio Gomes/PressDigital/Estadão Conteúdo

Dexter Holland
Outro astro do punk rock californiano, o frontman do Offpring concluiu a graduação e mestrado em biologia molecular, e só não terminou o doutorado por causa do sucesso de sua banda. Desde que ele ganhou as paradas internacionais, não parou de estudar: se formou como piloto de avião nesse intervalo.

Millo Aukerman
Outro vocalista de punk com carreira acadêmica, Millo Aukerman é membro dos Descendents quando não está ocupado com sua carreira científica. O pioneiro do hardcore melódico é doutor em bioquímica e trabalha como pesquisador de plantas para uma multinacional.

Tom Scholz
O guitarrista e compositor do Boston não sabe só fazer rock. Ele foi admitido no Instituto de Tecnologia de Massachussets e se formou como bacharel e mestre em engenharia mecânica. Ele construiu os equipamentos de seu estúdio, com o qual gravou o primeiro disco do Boston, quando era designer de produtos da Polaroid.

Crédito: Shin Shikuma/UOL

Tom Morello
O guitarrista das bandas de metal alternativo Rage Against The Machine e Audioslave Tom Morello se graduou em ciências sociais pela universidade de Harvard e até hoje é engajado em diversas causas políticas. Ele não sabe fazer barulho apenas com a guitarra.

Neil Peart
Não contente em ser um dos maiores bateristas de todos os tempos, o integrante do power trio de rock progressivo canadense Rush é também um escritor de sucesso. Neil Peart foi autor de cinco livros, tendo lançado o mais recente em 2012. Em 1993, foi escalado para entrevistar na televisão o então primeiro ministro do Canadá Jean Chrétien e surpreendeu a todos com perguntas mais adequadas a um jornalista especializado em política do que a um baterista de rock.

Músicos com QI elevado
Alguns polêmicos, outros nem tanto, muitos artistas têm um intelecto avantajado ainda que sem grandes credenciais acadêmicas. Nomes como a diva latina Shakira, a rainha do pop Madonnae o líder do Ultraje a Rigor Roger Moreira se gabam de possuir um QI acima de 140, pontuação considerada extremamente alta.

André Cáceres,
Rádio UOL

 

Fonte: http://radiouol.blogosfera.uol.com.br/

Há exatos 35 anos, o Queen lançava “The Game”. O oitavo álbum do quarteto foi responsável por uma série de marcos e mudanças para a banda. Para começo, esse era o disco mais simples e direto da banda, até então com suas dez faixas e pouco mais de 35 minutos. 

Foi aqui também que eles finalmente se renderam aos sintetizadores ainda que de forma no geral discreta – nos anos 70 vários discos deles vinham com a mensagem “no synthetizers” na contracapa. 

O álbum também expandiu a paleta sonora da banda – o rock épico e as grandes baladas estavam presentes é claro, mas também o rockabilly, o funk, o hard rock mais cru, o glam rock e outras misturas sonoras.

Ainda que os fãs mais antigos tenham reclamado, essa opção por uma sonoridade mais pop e eclética, lhes abriu as portas do mercado americano – tanto que, ainda hoje, ele é o disco mais popular da banda nos EUA com suas 4 milhões de cópias vendidas.

Para os brasileiros o trabalho também traz boas memórias, já que a “The Game Tour” também passou por aqui em 1981 – a primeira vez que um megashow de uma grande banda pôde ser visto no Brasil.

Nada menos que cinco faixas do álbum saíram como single. Relembre abaixo três deles.

“Crazy Little Thing Called Love”
Lançada um pouco antes do álbum, ainda em 1979, essa homenagem ao rock dos anos 50, composta pelo vocalista Freddie Mercury, se tornou um dos grandes clássicos da banda e presença constante em seus shows. Ela chegou no segundo lugar na parada britânica, mas, bem mais importante, se tornou o primeiro número 1 deles nos EUA.


“Play The Game”
A balada que abre o álbum, uma das mais inspiradas já compostas por Mercury, trazia pela primeira vez os sons de um sintetizador em um disco do grupo. Ainda que ele surja mais como uma brincadeira para se obter alguns efeitos sonoros durante sua parte instrumental – no futuro o instrumentos seria parte fundamental na sonoridade deles.

O clipe da faixa também é importante, já que foi aqui que Mercury passou a usar o bigode que se tornou sua marca registrada. “Play The Game”, não fez muito sucesso nas paradas- n° 14 no Reino Unido e 42 nos EUA, mas se tornou uma canção muito querida pelos fãs da banda.


“Another One Bites The Dust”
A banda enveredou pelo funk e disco music nesta música composta John Deacon. Foi ele quem criou a famosa linha de baixo que não faria feio em um disco do Chic. A faixa explodiu em todo o mundo chegando ao topo da parada americana – curiosamente na Inglaterra ela não foi além do número 7 – e vendendo sete milhões de cópias. 

O sucesso foi tanto, que para o disco seguinte, “Hot Space” de 1982, eles decidiram gravar um número ainda maior de faixas “dançantes”, desa vez com resultados catastróficos. O álbum é considerado o pior da banda e vendeu pouco – ainda que a presença da clássica “Under Pressure” o redima, ao menos um pouco.

Fonte: www.vagalume.com.br

Quando:

Data: 16 de Setembro

Pacote:

Sem ingresso (Bate e volta) R$150,00 a:

–  Saída as 8:00 horas do dia 16 de Setembro  em frente ao shopping Curitiba

–  Retorno: 1:30 horas após o término da apresentação

– Parada na cidade de Registro

Formas de pagamento :

12 vezes pelo PagSeguro ( tabela em anexo)

Depósito Bancário com sinal de 40% do valor total do pacote e restante até 3 dias antes do embarque

Pacote:
 
– Viajem em ônibus Semi-leito
 – Dvd
 – Banheiro

* É extremamente proibido o porte de drogas no interior do veículo

 OBS: Em caso de desistência ressarcimento de 10% do valor total já pago, sendo ele sinal ou inteiro

Maiores Informações:

T.N.T EXCURSÕES E EVENTOS
Site: www.tntexcursoes.com
E-mail: contato@tntexcursoes.com
Fone/Whatsapp: (41) 3045-6644/ 9709-4681 ”Whatsapp”

 

No último final de semana ocorreu o festival britânico de Glastonbury, e uma das principais atrações do evento foi Kanye West.

Como parte de seu set, o rapper resolveu cantar um verdadeiro hino local, o mega hit “Bohemian Rhapsody”, do Queen.

Alternando playback com vocais ao vivo, West não foi lá muito feliz na execução da canção e um vídeo publicado no Facebook mostra uma divertida comparação entre ele e o cantor original de “Bohemian Rhapsody”, o mestre Freddie Mercury.

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com
Com dica de Tainara Taylor


Esta semana fizemos um especial sobre uma das maiores bandas da história do Rock, sem discussões. Falamos sobre o Queen, aproveitando que a banda passará pelo Brasil em Setembro.

Comentamos sobre os sons mais clássicos e contamos histórias da parceria com Adam Lambert, que iniciou-se em 2009. Curiosidades, boas histórias e grandes sons, não faltam neste episódio.

No Orgulho Nacional falamos sobre a mais nova banda da Wikimetal Music, o Brutallian, de São Luís do Maranhão, que nos conta sobre seu novo álbum ‘Blow On The Eye’.

E para a promoção da semana vamos presentear um WikiBrother com o CD ‘Queen Forever’ e o calendário oficial do Queen de 2004 com fotos da Magic Tour.

Promoção: Promoção CD Queen Forever e Calendário do Queen

Escute logo abaixo ou Clique Aqui para ouvir diretamente do site Wikimetal

 

Fontes:  http://whiplash.net   |   http://wikimetal.com.br

No último final de semana o rapper Kanye West fez seu polêmico show do Glastonbury e mandou ver em 30 canções.

Talvez como forma de se aproximar do público britânico, já que um abaixo assinado foi criado para que seu show no evento fosse cancelado, ele incluiu uma performance de “Bohemian Rhapsody”, do Queen, na apresentação.

Misturando playback com vocais ao vivo, West cantou um dos maiores hinos da história da terra onde fazia seu show, e você pode ver como tudo aconteceu logo abaixo.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Ele tem 1,52 m de altura, mas dizem que é muito parecido com o astro do Queen. No palco do Gugu, ele cantou um grande sucesso do cantor para comprovar que é um sósia de verdade. Confira!

 

Fonte: http://entretenimento.r7.com

Na noite do último domingo (21), Gaby Amarantos se apresentou no 19º Cultura Inglesa Festival, realizado no Memorial da América Latina, em São Paulo. A cantora subiu ao palco vestida de Freddie Mercury e levou o público à loucura ao cantar um repertório bastante diferente.

Atualizado:

a cantora paraense misturou seu gingado tecnobrega às canções das divas britânicas. A artista entrou no palco ao som de “Bohemian Rapsody”, do Queen, vestida de rainha. Ao cantar “I Want To Break Free”, explica: “Estou aqui pra homenagear as maiores divas britânicas e pra mim ele [Freddie Mercury] é a maior diva de todas. Viva Freddie Mercury”.

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Em seu perfil do Instagram, a morena comentou a oportunidade. “Ontem encarei um belo desafio no #19CIF. Cantei um repertório completamente novo em homenagem a várias #divasBritânicas (em inglês) para um público misturado num festival de “rock indie”. Priorizei contemplar a diversidade da música brasileira trazendo vários convidados da minha terra Norte/Nordeste e o resultado foi incrível, um mix de #FULERAGY regado a discursos contra a intolerância e distribuição de flores pró-amor e respeito. Foi lindo ver meus amigos sendo tão bem recebidos por um público maravilhoso e de cabeça aberta pra música. Quero agradecer a todos, a banda, técnicos, artistas, a produção, a minha sócia por me convencer a aceitar esse desafio e ao meu amor por me ajudar a realizar esse show e me fazem voltar ao meu “EU”. VALEU!”, desabafou a gata na rede social.

Fãs e seguidores da artista lotaram a página da we de comentários positivos. “Amei o figurino!! Super origina! Não perca as raízes de sua terra, apenas inove”, “Você arrasou ontem mulher, os covers foram ótimos e você estava perfeita!! Parabéns!” e “Que espetáculo de figurino” foram alguns dos recadinhos deixados pelos internautas.

Fonte: http://manaus.jovempanfm.bol.uol.com.br

Ontem a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o casamento de pessoas do mesmo sexo é legal em todos os 50 estados da nação.

Uma série de músicos reagiu de forma bastante empolgada à decisão histórica, mas foi uma dupla de atores que publicou o melhor vídeo a respeito.

Ao som de Queen, os britânicos Ian McKellen (Senhor dos Anéis, X-Men) e Derek Jacobi (O Gladiador, O Discurso do Rei, teatro) celebraram a decisão dos Estados Unidos com um Vine que teve direito a chapéu e chuva de papel picado.

Além de figuras conhecidas do público, ambos são nomes extremamente notáveis na arte em todo mundo e também condecorados, há décadas, como “Sir”, por serviços prestados à arte britânica.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Completando trinta e seis anos neste mês de junho, “Live Killers” foi um divisor de águas na carreira do QUEEN, e é considerado um dos melhores “álbuns ao vivo” de todos os tempos.

O álbum fora gravado em concertos ocorridos entre janeiro e março de 1979, e lançado no dia 22 de junho de 1979. Concebido durante a turnê de divulgação do álbum “Jazz”, lançado em 1978, o álbum – hoje venerado – recebeu críticas mistas da imprensa especializada da época.

O registro recebeu certificado de disco de platina duplo nos Estados Unidos, além de ter atingido o status de ouro no Reino Unido, Áustria, Alemanha e Suíça. Além disso, foi responsável por encerrar um ciclo da banda, já que um ano depois The Game” traria uma roupagem diferente e apresentaria ao mundo um novo Queen.

Ficha técnica

Álbum: Live Killers
Intérprete: Queen
Lançamento: 22 de junho de 1979
Gravadora: EMI / Parlophone (Europa) / Elektra e Hollywood (EUA)
Produtor: Queen

Freddie Mercury: voz e piano
Brian May: guitarra, violão, teclados e backing vocal
Roger Taylor: bateria, percussão, backing vocal e voz solo em “I’m Love With My Car”
John Deacon: baixo e backing vocal

Faixas

CD 1:
1. We Will Rock You (fast version) (May)
2. Let Me Entertain You (Mercury)
3. Death On Two Legs (Dedicated To…) (Mercury)
4. Killer Queen (Mercury)
5. Bicycle Race (Mercury)
6. I’m Love With My Car (Taylor)
7. Get Down, Make Love (Mercury)
8. You’re My Best Friend (Deacon)
9. Now I’m Here (May)
10. Dreamer’s Ball (May)
11. Love Of My Life (Mercury)
12. ’39 (May)
13. Keep Yourself Alive (May)

CD 2:
1. Don’t Stop Me Now (Mercury)
2. Spread Your Wings (Deacon)
3. Brighton Rock (May)
4. Bohemian Rhapsody (Intro: Mustapha) (Mercury)
5. Tie Your Mother Down (May)
6. Sheer Heart Attack (Taylor)
7. We Will Rock You (May)
8. We Are The Champions (Mercury)
9. God Save The Queen (Trad.; arr. May)

Fonte: http://whiplash.net

O Queen são os mais recentes roqueiros no ramo das cervejas. O grupo anunciou que em comemoração aos 40 anos de “Bohemian Rhapsody”, será lançada uma nova bebida.

Eles se juntam agora com Kiss, AC/DC, Motorhead, Pearl Jam e Iron Maiden, citando as recentes bandas que associaram seus nomes com cervejas.

 

 

 

 

 

Fonte: http://whiplash.net

Quem afirma são o baterista e o guitarrista do Queen

Brian May e Roger Taylor acreditam que Adam Lambert poderia ter-se “dado muito bem” com Freddie Mercury. Os membros do Queen dizem que esta poderia ter sido uma boa relação, essencialmente por causa do bom humor de Adam, que é muito parecido com o que o Freddie tinha.

Adam Lambert afirmou que a colaboração com os colegas do Queen tem corrido muito bem, até porque estes aceitam bem o estilo de vida do vocalista, que curiosamente também é parecido com o que Freddie exercia.

Adam começou a colaborar com os membros do Queen há quatro anos e até agora a parceira tem tido um ‘feedback’ positivo.

O vocalista disse que durante as viagens que faz com a banda conversavam sobre tudo, sobre política britânica.

 

Fonte: www.noticiasaominuto.com

O novo álbum do Motorhead, “Bad Magic”, será lançado em 28 de agosto. O 22º trabalho da carreira da banda, sucessor do “Aftershock”, foi inteiramente composto e gravado no NRG Studios de Los Angeles com o produtor Cameron Webb, e além da releitura da clássica “Sympathy For The Devil” dos Rolling Stones, traz a participação especial de Brian May, do Queen, na faixa “The Devil.”

01. Victory Or Die
02. Thunder & Lightning
03. Fire Storm Hotel
04. Shoot Out All Of Your Lights
05. The Devil
06. Electricity
07. Evil Eye
08. Teach Them How To Bleed
09. Till The End
10. Tell Me Who To Kill
11. Choking On Your Screams
12. When The Sky Comes Looking For You
13. Sympathy For The Devil (The Rolling Stones cover)

 

Fonte: http://whiplash.net

O lendário Rob Halford, vocalista do Judas Priest falou a respeito do cantor Adam Lambert, atual vocalista do QUEEN e também artista solo, demonstrando apoio à ele para com a música e representação como pessoa conforme os trechos de entrevistas abaixo:

-Rob Halford : “Esta voz pode fazer muitas coisas e eu vejo isso como um presente. Em primeiro lugar, obrigado a Deus por Adam Lambert. Precisamos de pessoas como ele na música e na comunidade gay. A voz dele pode fazer muitas coisas ótimas.”

O Metal God também fora quem anunciou a performace de Lambert no 21º GLAAD Media Awards em Los Angeles (2010) e cita sua experiência ao encontrar Adam no tapete vermelho.

-Rob Halford : Foi fantástico. Foi realmente fantástico. Eu acho que Adam é um cantor, artista e performer sensacional. Ele tem uma longa carreira a frente dele no show business. Foi um sentimento muito bom. Nós sabemos um pouco um sobre o outro com relação ao que sentimos que temos tentado fazer dentro da comunidade gay. Então, no tapete vermelho foi como o antigo deus encontrando com o novo deus. Os fotógrafos foram à loucura! Nós não podíamos nem nos enxergar por causa dos flashes sendo disparados.

Lambert também conta com o apoio de Halford em relação a ele estar atualmente no Queen.

-Rob Halford: “Sou fã do Queen desde o começo. Assisti shows deles no início da carreira e era incrível. É ótimo vê-lo ainda na estrada. Eles nem precisam mais, já possuem discos de ouro e platina suficientes. Mas mostram amor pela música. Adam Lambert é um cara fenomenal. Só haverá um Freddie Mercury, mas ele está soando extraordinário. A banda está muito forte agora”, disse o lendário Metal God em entrevista.

Guitar Hero Live, próximo game da famosa série da Activision, já possui uma farta lista de músicas confirmadas. Mas isso não quer dizer que ela já esteja finalizada. A companhia anunciou 10 novas canções que estarão presentes no jogo.

Entre elas estão faixas de bandas que são velhas conhecidas da série, como Queen (Tie Your Mother Down), Alice in Chains (Stone), Wolfmother (Sundial) e Weezer (Buddy Holly). Mas a lista também inclui estreantes em Guitar Hero, como Neon Trees (Everybody Talks), Angus & Julia Stone (A Heartbreak) e Catfish and the Bottlemen (Kathleen).

 

Até agora, já foram reveladas 47 das músicas que vão compor a trilha sonora de Guitar Hero Live. A lista inclui faixas que serão parte da campanha principal ou que serão acessíveis através do modo Guitar Hero TV. A expectativa é de que a Activision mostre mais detalhes sobre o jogo durante a E3 2015, assim como explique melhor o que é a Guitar Hero TV. O game será lançado ainda em 2015, para PS4, Xbox One, PS3, Xbox 360, Wii U e iOS.

 

Fonte: http://adrenaline.uol.com.br

Mais uma banda a lançar um interessante aplicativo para smartphones. O Queen lançou nesta semana o app Play the Game para iOS e Android.

O aplicativo traz várias imagens oficiais de arquivo, samples de sucessos e gravações inéditas. A banda também oferece um quiz onde os fãs são convidados a testarem seus conhecimentos sobre o Queen, inclusive com algumas recompensas reais. Há três níveis de conhecimento, novato, apaixonado e expert. Um dos primeiros prêmios, por exemplo, é uma mini-estátua do Freddie Mercury.

O custo é de 3 dólares. (aproximadamente R$ 9.00 reais)

Para Comprar a Versão para Android Clique Aqui

   

 

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br