HARMONIA PERFEITA: O CLÁSSICO E O ROCK´N´ROLL NO QUEEN SYMPHONIC TRIBUTE

“Ingressos já estão à venda para a superprodução em homenagem ao Queen, que será realizada em Curitiba, nos próximos dias 14 e 15 de novembro, na Ópera de Arame. São 50 artistas nacionais e internacionais, que vão apresentar uma coletânea de 16 clássicos antológicos da banda inglesa com nova roupagem. Participações especiais de Ana Cañas e Tiago Iorc”.

 

 Em novembro, Curitiba será palco para uma grande homenagem ao Queen, para junto aos fãs celebrarem as canções imortalizadas por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon em uma superprodução que reunirá 50 artistas, entre nacionais e internacionais. O Queen Symphonic Tribute segue  o conceito dos grandes espetáculos europeus, e vai promover o encontro do rock com a música clássica em um dos cartões-postais da cidade em duas noites inesquecíveis. Com apresentação da Tradener e realização da Sunset Cultural, o evento será realizado nos próximos dias 14 e 15 de novembro, na Ópera de Arame (R: João Gava, 970) às 21horas.

O espetáculo será em formato sinfônico acompanhado por banda de rock, cantores e coro, com arranjos exclusivos do renomado Maycon Ananias sob-regência do maestro Carlos Domingues. Vai unir no mesmo palco, o tradicional trio guitarra-baixo-bateria do rock´n´roll com os acordes de violinos, metais e cordas da Eruditu Phillarmonic Orchestra – formada por músicos da Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Antiqua de Curitiba e Paraná Brass – para um tributo emocionante à banda inglesa.

As canções serão interpretadas pelas cantoras Jennifer Mosello e a inglesa Jesuton, pela soprano Márcia Kaiser, pelo barítono Paulo Barato, pelo tenor Cristhyan Segala, pela contralto Débora Bergamo,dentre outros. Além disso, terá participações especiais  de Ana Cañas, no primeiro dia, sexta (14), e Tiago Iorc, no sábado (15).   

 O Queen representou um marco histórico não só no rock, mas na música em geral. Como eles têm influência da música clássica, da ópera, as melodias ganham uma roupagem nova quando adaptadas para orquestra, coro e banda. O show, com cerca de duas horas de duração, contempla uma coletâneas de 16 clássicos antológicos do quarteto inglês, como “A Kind of Magic”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga”, “I Want to Break Free” e “We Are The Champions”.

Os ingressos já estão disponíveis e custam R$85,00 (meia-entrada) e R$170,00 (inteira) + R$10,00 de acréscimo por bilhete referente à taxa de administração Disk Ingressos. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE).  Assinantes da Gazeta do Povo possuem 50% na compra de até dois bilhetes por titular. Portadores do cartão fidelidade Disk Ingressos possuem 30% na compra de até dois bilhetes por titular. Funcionários do grupo O Boticário possuem 30% de desconto na compra de até 4 bilhetes) ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.  É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro. Os ingressos podem ser adquiridos através do Disk Ingressos (Loja Palladium – de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, –  e quiosques instalados nos shoppings Mueller e Estação – de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h)Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h), na bilheteria do teatro Positivo (de segunda a sexta, das 9h às 21h, e aos sábados, das 9hs às 18hs), na bilheteria do teatro Guaíra (de terça a sábado, das 12h às 21h)  e pelo portal www.diskingressos.com.br.

O Queen Symphonic Tribute conta com apoio cultural do Pátio Batel, Lumen FM e Torriton Beauty & Hair.

SERVIÇO:
Tradener apresenta

QUEEN SYMPHONIC TRIBUTE
Quando: 
de 14 e 15 de novembro de 2014 (Sexta e Sábado)
Local: Ópera de Arame (R: João Gava, 970)
Horários:  Abertura dos portões: 20hs / Início do show: 21hs
Duração do show: 
cerca de 120min

Ingressos
Valores: R$85,00 (meia-entrada) e R$170,00 (inteira) + R$10,00 de acréscimo por bilhete referente à taxa de administração Disk Ingressos.
A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE).
– Portadores do cartão fidelidade Disk Ingressos  possuem 30% na compra de até dois bilhetes por titular.
– Funcionários do grupo O Boticário possuem 30% de desconto na compra de até 4 bilhetes)
***
Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.
É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada da Ópera de Arame.

Forma de Pagamento: Dinheiros e cartões de crédito/débito Visa e Mastercard.

Pontos de Venda: Disk Ingressos (Loja Palladium – de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, –  e quiosques instalados nos shoppings Mueller e Estação – de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h)Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h), na bilheteria do teatro Positivo (de segunda a sexta, das 9h às 21h, e aos sábados, das 9h às 18h), na bilheteria do teatro Guaíra (de terça a sábado, das 12h às 21h)  e pelo portal www.diskingressos.com.br.
**Entrega em domicílio com taxa de entrega.
Classificação etária: 07 anos
Informações p/ o público: (41) 33150808 / www.queensymphonic.com.br
Realização: Sunset Cultural
Apoio Cultural: Pátio Batel, Lumen FM e Torriton Beauty & Hair.

 

Informações para Imprensa:
Evidência Comunicação
Ana Paulla Righetto
41  78127109 / ID: 135*1373
nanarighetto@gmail.com

Queen Symphonic Tribute

A MAIS ESPETACULAR PRODUÇÃO EM HOMENAGEM À BANDA
Um espetáculo intenso e emocionante

União do Clássico & do Rock

Eruditu Philharmonic Orchestra e banda de Rock

Datas14, 15 e 16 de Novembro de 2014

LocalTeatro Ópera de Arame – Curitiba

ProduçãoSunset cultural


Produção

Um Grande Time

Da produção ao arranjo musical tudo foi pensado para você

Paulo Berlitz
Diretor Executivo
Rogério Mendes
Diretor Produção

Maycon Ananias
Diretor Musical e Arranjos

Carlos Domingues
Maestro Regente

 
Fábio Borba
Produtor Executivo


16
Sucessos do Queen
3
Noites de Shows
4500

Lugares
+40
Profissionais Envolvidos

Links e Redes Sociais do Espetáculo

A venda dos ingressos para o espetáculo já estão disponíveis no Disk Ingressos:

www.diskingressos.com.br/busca/queen/

Site e Redes de Relacionamento:

www.queensymphonic.com.br

www.facebook.com/queensymphonictribute

www.instagram.com/queen_symphonic

www.twitter.com.br/queensymphonic

Pontos de venda:

Loja Disk Ingressos Shopping Palladium
Horário: Segunda à sexta de 11h a 23h
Sábado de 10h a 22h
Domingo de 14h a 20h

Quiosque Shopping Estação
Horário: Segunda à sábado de 10h a 22h
Domingo de 14h a 20h

Quiosque Shopping Mueller
Horário: Segunda à sábado de 10h a 22h
Domingo de 14h a 20h

Call Center Disk Ingressos “receba em casa”
(41) 3315-0808
Horário: Segunda à sábado de 9h a 21h
Domingo de 9h a 18h

Bilheteria Teatro Positivo
Horário: Segunda-Feira a sexta-feira: 9h às 21h Sábado: 9h às 18h
Telefone: (41) 3317-3283

Bilheteria Teatro Guaíra
Rua XV de Novembro, 971
Horário: Todos os dias de 10h a 22h


Maiores Informações acesse o Site Oficial do Espetáculo:

www.queensymphonic.com.br


Fonte: www.queensymphonic.com.br
Agradecimentos a: Paulo R. Berlitz e Rogério Mendes

Teatral, bombástico, brilhante: nunca mais existiu outra banda como o Queen ou um frontman como Freddie Mercury

por Mikal Gilmore

Rolling Stone - Edição 95 - 2014
Rolling Stone – Edição 95 – 2014

Foi um renascimento inesperado. No instante em que Freddie Mercury e os outros integrantes do Queen – o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista John Deacon – subiram ao palco do Estádio de Wembley, em Londres, em 13 de julho de 1985 para o histórico show do Live Aid, a banda ganhou o dia. Mercury se posicionou ao piano e tocou a bela e exótica “Bohemian Rhapsody”, com a banda trovejando atrás dele em um andamento majestoso. O público de 72 mil pessoas cantou a letra em uníssono como se tivesse esperado por aquilo a vida inteira. Depois, o vocalista agarrou o pedestal do microfone enquanto os companheiros tocavam “Radio Ga Ga”. A multidão reagiu com um gesto coletivo, batendo palmas acima da cabeça e cerrando os punhos enquanto Mercury os agitava poderosamente. Algumas pessoas acharam assustadora a visão daquele movimento espontâneo da massa, como uma maré humana. Era muita potência, tudo sob o comando de uma banda e uma voz. O fato de o Queen conseguir isso espantou a todos. Naquele momento, a banda parecia já estar chegando ao fim.

Depois do épico A Night at the Opera (1975), o quarteto tinha lançado sucesso atrás de sucesso em formatos estilisticamente diversificados: do pop barroco ao rock pesado, rockabilly e funk. Então, em meados dos anos 1980, o destino havia mudado – em parte porque muitos fãs tinham dificuldade em aceitar a aparente homossexualidade de Mercury. Depois de um erro de julgamento em 1984, quando o Queen decidiu fazer uma série de shows em uma África do Sul marcada pelo apartheid, o grupo parecia ter se tornado uma espécie de pária até em sua Inglaterra natal. Mas, depois do Live Aid – que exemplificou tudo o que era extraordinário no Queen, a abrangência, o virtuosismo, o domínio de palco –, todos só queriam mais. Anos mais tarde, May disse: “Aquilo aconteceu graças ao Freddie. O restante de nós tocou bem, mas ele entrou e levou as coisas para outro nível”.

Hoje, quase 23 anos depois da morte de Freddie Mercury devido a uma broncopneumonia relacionada à aids, o legado do Queen como uma das maiores e mais polêmicas bandas do rock continua inseparável do vocalista. Quando Taylor e May falam sobre os anos com Mercury (Deacon se recusa a comentar), às vezes parece que ainda estão espantados com como aquilo tudo foi maravilhoso – e, ao mesmo tempo, horrível. “Éramos próximos como banda”, afirmou Taylor dias após a morte do cantor. “Só que mesmo assim não sabíamos tudo sobre Freddie.”

Nos primeiros anos do Queen, persistiu a lenda de que a banda tinha passado um ano ou dois mapeando estratagemas antes que qualquer pessoa pudesse ouvir a música deles. Para Mercury, não havia plano B. May, Taylor e Deacon poderiam recorrer à carreira acadêmica, embora o cantor tenha convencido os integrantes de que valia a pena abdicar de qualquer outra carreira.

Quando o quarteto lançou Queen, o álbum de estreia, em julho de 1973, o material já parecia velho para os integrantes. Mercury não tinha paciência para improvisos ou caprichos. Ele acreditava que se você quisesse que as pessoas ouvissem o seu trabalho, tinha que fazê-lo memorável – e que a aparência, como se vestir e se mexer no palco, era igualmente importante. Com as unhas negras, macacões de arlequim e mantos com asas de anjo que acentuavam seus movimentos atléticos e circulantes nos shows, Mercury se banhava de um esplendor andrógino. Esses atributos eram parecidos com o estilo forjado na época por David Bowie, T. Rex, Roxy Music e Mott the Hoople – e isso, para a banda, era preocupante. “Gostávamos do rock glam antes de aparecerem o Sweet e o David Bowie”, May disse na época, “e agora estamos encucados, porque podemos ter chegado tarde demais”.

O tempo passou e, com os dois álbuns seguintes, Queen II e Sheer Heart Attack (ambos de 1974), o Queen evoluiu com sucesso. A banda estabeleceu as bases para o som extravagante e complexo que marcou o primeiro período triunfante do grupo. No palco, Mercury era o ponto focal. A imprensa britânica odiou os maneirismos debochados e teatrais do cantor, mas ele estava construindo um laço poderoso e incomum entre a banda e o público. “O que você precisa entender”, ele disse certa vez a outro cantor, “é que minha voz vem da energia da plateia. Quanto melhor ela for, melhor eu fico.”

Enquanto gravava o quarto disco, A Night at the Opera (1975), Mercury revelou planos para uma faixa épica. O produtor Roy Thomas Baker contou a história sobre a primeira vez em que ouviu “Bohemian Rhapsody”: “Freddie estava sentado no apartamento dele e falou: ‘Tenho uma ideia para uma música’. Então, começou a tocá-la no piano… e, de repente, parou e disse: ‘Queridos, aqui é onde a parte de ópera entra’”. Do trecho de balada na abertura, a música ascendia em uma opereta, virava um rock intenso e voltava para uma balada. Quando “Bohemian Rhapsody” ficou pronta, a banda quis que ela fosse o primeiro single de A Night at the Opera. John Reid, empresário do Queen na época, exigia que a faixa de quase seis minutos de duração fosse editada. Deacon também achava isso, mas Taylor e May compartilhavam da determinação do vocalista. Qualquer dúvida foi eliminada quando Mercury e Taylor tocaram a gravação final para Kenny Everett, radialista da BBC, que ajudou a divulgá-la. Assim, “Bohemian Rhapsody” se tornou o primeiro single do Queen a alcançar o topo da parada britânica. Também chegou ao Top 10 nos Estados Unidos. Mercury não tinha paciência com quem lhe perguntava sobre o significado da música; é possível que a faixa tenha algo que seu criador ainda não estivesse pronto para divulgar. “As letras de Freddie eram veladas”, May afirmou mais tarde. “Mas dava para perceber, mesmo em pequenos vislumbres, que muitos dos pensamentos particulares dele estavam ali.”

Mercury protegia ferozmente a intimidade, porque ele sentia que precisava ser assim. Durante um tempo, ele manteve um relacionamento passional com Mary Austin, uma jovem glamourosa que conheceu no circuito de moda em Londres. “Ele achava que gostava de mulheres”, um conhecido de Mercury dos tempos de colégio disse à biógrafa Lesley-Ann Jones. “Levou um tempo para ele perceber que era gay… eu acho que ele não conseguia enfrentar os sentimentos que isso causava nele internamente.”

Então, na época do lançamento de A Day at the Races (1976), o cantor começou a agir de forma estranha com a namorada, Mary. “Dava para ver que ele se sentia mal com relação a algo”, ela disse no documentário Freddie Mercury, The Untold Story. Finalmente, Mercury conseguiu contar a ela sobre sua nova compreensão de si mesmo. “Foi um alívio ouvir aquilo dele próprio”, afirmou. Mercury continuaria próximo da amiga pelo resto de sua vida, contratando-a como secretária pessoal e conselheira. Até referia-se a ela como esposa. O fato é que, a partir daquele momento, ele não sentiu obrigação de explicar sua sexualidade a ninguém.

Você continua lendo esta matéria na edição 95 da Rolling Stone Brasil, Agosto/2014.

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br


O episódio fala da trajetória dos integrantes do Queen. Jornalistas contam que Freddie Mercury tinha influência direta de Jimmy Hendrix, até mesmo na forma de se comportar. Todos os integrantes da banda tinham autonomia para compor singles de sucesso

Jornalistas e críticos musicais falam da conexão que Freddie Mercury conseguia estabelecer com o público e do início da carreira musical do líder do Queen.

Nascido em Mumbai, onde começou a tocar teclado “por instinto”, ele teve influências de Little Richard como tecladista, Lata Mangeshkar como vocalista e Jimi Hendrix em sua postura no palco.

O episódio passa ainda pelos discos lançados pela banda e conta sobre como os integrantes do Queen se conheceram. O jornalista John Aizlewood comenta ainda a habilidade de compor que todos eles tinham.

Clique Aqui para assistir em nosso Canal no Youtube

Music by  Brian May
SINOPSE
O filme conta a história de Damon Miller (Moritz von Zeddelmann), criador do filme, cuja tarefa é capturar os últimos momentos de vida na Terra antes de colidir com um asteróide.
Enquanto Damon luta para pagar as contas, um novo trabalho vai mudar a sua vida, Damon é introduzido ao Professor Richards (Steve Nallon), astrofísico envolvido na pesquisa perturbadora sobre objetos próximos à Terra. Damon tem um grande interesse em que o perigo representado por asteróides coledindo com a Terra, e acredita ter finalmente descoberto o tema ideal para um documentário.

Seguindo seus instintos ele começa a pesquisar sobre o tema e descobre que a Terra está à beira de um desastre extraterrestre.


Perseguindo pelas autoridades britânicas, eles informam Damon que o mundo vai acabar em menos de três semanas, quando uma série de asteróides vai atacar a Terra. No entanto, um vislumbre de esperança permanece na forma de uma estação espacial em órbita da Terra segredo que pode abrigar até 2.000 pessoas.
Em troca de um ingresso para esta estação espacial, que Damonn tem a tarefa de documentar os momentos finais que antecederam o asteroide, vendo a oportunidade para salvar Ann e seu filho por nascer, a chance de consertar a brecha sua obsessão criou, Damon aceita a missão.
Ao descrever os eventos cataclísmicos através da perspectiva de um indivíduo, o escritor / diretor Grigorij Richter consegue elaborar uma história verdadeiramente humana sobre o amor, a desilusão e a obsessão em face de forças cósmicas esmagadora.
 Estréia do filme: 14 de novembro 2014.

Trilha Sonora

51 Degrees.  trilha Composta e tocada pelo guitarrista Brian May com a equipe de produção no 
                                           Sarm Studios depois de uma sessão de gravação.

Eu fui inspirado pela visão dos ataques, fui honrado com o convite para criar a música para o filme.  Este é um tipo completamente diferente de filme catastrófico. Não há Bruce Willis, que irá salvar a Terra da extinção. Este filme é uma mudança de perspectiva – e agora, quando estamos conscientes de uma alta probabilidade de um ataque do espaço, este é realmente o aviso atual. 
– Dr. Brian May, o compositor de 2014
CREW
BRIAN MAY, CBE
Compositor
Brian May, CBE, tem um PHD em astrofísica do Imperial College , e foi chanceler da Liverpool John Moores University 2008-2013. Ele também tem publicado artigos de investigação no domínio da energia solar Zodiacal nuvem de poeira. Dr. May é mais conhecido como guitarrista e membro fundador da lendária banda de rock Queen .Ele é um ativo defensor dos direitos dos animais e foi nomeado vice-presidente de bem-estar animal caridade a RSPCA , em setembro de 2012.


Fonte: http://wnilsen.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

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Está disponível em 4 formatos (CD, DVD, Blu-ray, LP, Box) o show Queen: Live At The Rainbow ’74”

Domingo 31 de março de 1974 é uma data marcante na história da música e do rock.

Comemorado com o lançamento em vários formatos de uma gravação rara do Queen feita no lendário teatro de Londres “The Rainbow”, poucos dos que foram para o desempenho icônico poderiam prever que o show viria a  tornar, sem dúvida, a melhor e mais bem sucedida banda de rock do mundo, embora muitos possam ter imaginado após este show deslumbrante.

Este lançamento único traz mais de uma dúzia de músicas ao vivo nunca lançadas anteriormente em qualquer álbum oficialmente.

Agora, 40 anos depois, “Queen: Live at the Rainbow ’74”, finalmente é lançado proporcionando um registro inestimável de ‘superstars emergentes’ demonstrando todo seu talento.

O Queen e a Virgin Records estão orgulhosos de anunciar que o “Queen: Live at the Rainbow ’74” será lançado em 08 de setembro de 2014, em uma variedade de formatos (alguns Limitados) e todos recém mixados e masterizados para o mais alto padrão.

Todas os formatos estão disponíveis no Shop Oficial do Queen.

São eles:

[Blu-ray] Live At The Rainbow ’74

[DVD] Live At The Rainbow ’74

[CD] Live At The Rainbow ’74 ( Live at the Rainbow, November ’74)

[CD – Duplo] Live At The Rainbow ’74 (Live at the Rainbow, March ’74  |  Live at the Rainbow, November ’74)

[LP – Duplo] Live At The Rainbow ’74 ( LP 1: Live at the Rainbow, March ’74  |  LP2: Live at the Rainbow, November ’74 )

[Box] Live At The Rainbow ’74 (4LP Box Set)

[Box] Live At The Rainbow ’74 (Super Deluxe Box Set)

[Box] Live At The Rainbow ’74 (Super Deluxe Box Set) + T-Shirt Bund

As edições de luxo são Limitada e trazem:

  • Dois CDs, disco 1 com o show de Março e disco 2 com o show de novembro
  • DVD e SD Blu-Ray do show de novembro com 4 músicas bônus do show de março
  • Livro de capa dura com 60 páginas, trazendo muitas fotos inéditas, e (entre outros itens) dois reviews – um do The Times e outro do Disc and Music Echo.
  • Reproduções dos dois ingressos do show de março (Os originais usado pelos pais do Brian)
  • Reprodução do itinerário da turnê do show de março do promotor Mel Bush, incluindo uma carta instruindo a banda a não “quebrar” o quarto do hotel ou haveria consequências terríveis!
  • Dois broches – reproduções de itens disponíveis no show
  • Reprodução do cartaz do show de março
  • Reprodução de um ensaio fotográfico, de moda, para revista “The Telegraph”, com a banda como modelos
  • Reprodução do acesso ao backstage do show de março.

 


Abaixo a lista  de músicas de ambos os shows e bônus

DVD e SD Blu-RaySHEER HEART ATTACK TOUR
Live at the Rainbow, November ’74Procession
Now I’m Here
Ogre Battle
Father To Son
White Queen (As It Began)
Flick Of The Wrist
In The Lap Of The Gods
Killer Queen
The March Of The Black Queen
Bring Back That Leroy Brown
Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
Keep Yourself Alive
Drum Solo
Keep Yourself Alive (Reprise)
Seven Seas Of Rhye
Stone Cold Crazy
Liar
In The Lap Of The Gods… Revisited
Big Spender
Modern Times Rock ’n’ Roll
Jailhouse Rock
God Save The QueenBONUS TRACKS

QUEEN II TOUR
Live at the Rainbow, March ’74

Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
Modern Times Rock ’n’ Roll

CDs

CD1:
QUEEN II TOUR
Live at the Rainbow, March ’74
Procession
Father To Son
Ogre Battle
Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
White Queen (As It Began)
Great King Rat
The Fairy Feller’s Master-Stroke
Keep Yourself Alive
Drum Solo
Keep Yourself Alive (Reprise)
Seven Seas Of Rhye
Modern Times Rock ’n’ Roll
Jailhouse Rock (Medley)
Stupid Cupid (Medley)
Be Bop A Lula (Medley)
Liar
See What A Fool I’ve Been
CD2:
SHEER HEART ATTACK TOUR
Live at the Rainbow, November ’74Procession
Now I’m Here
Ogre Battle
Father To Son
White Queen (As It Began)
Flick Of The Wrist
In The Lap Of The Gods
Killer Queen
The March Of The Black Queen
Bring Back That Leroy Brown
Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
Keep Yourself Alive
Drum Solo
Keep Yourself Alive (Reprise)
Seven Seas Of Rhye
Stone Cold Crazy
Liar
In The Lap Of The Gods… Revisited
Big Spender
Modern Times Rock ’n’ Roll
Jailhouse Rock
God Save The Queen
Live At The Rainbow ’74 [DVD]
Live At The Rainbow ’74 [Blu-ray]

Live At The Rainbow ’74
(Super Deluxe Box Set) + T-Shirt Bundle Queen
Live At The Rainbow ’74
(Super Deluxe Box Set)

Queen
Live At The Rainbow ’74 (2LP)
Queen
Live At The Rainbow ’74 (1CD)Queen
Live At The Rainbow ’74 (2CD)Queen
Live At The Rainbow ’74 (4LP Box Set)
Queen

Para maiores informações e comprar: www.queenonlinestore.com/Queen/Live-At-The-Rainbow-74

 

 

Fonte: www.queenonline.com (Dica de David Neto)

 

Show Completo “Queen+ Adam Lambert at iHeartRadio” de 16/06/2014.

O show foi privado aos membros dos fãs-clubes do Queen e de Adam Lambert, no teatro do iHeartRadio, em Burbank (CA).

Fonte: (Dica de Roberto Mercury)

Na segunda-feira (16) aconteceu o show íntimo e privado para os membros dos fãs-clubes de Queen e de Adam Lambert, no teatro do iHeartRadio, em Burbank (CA). E, antes do show, durante a madrugada, Brian May foi ao Twitter para agradecer as mensagens de boa sorte recebidas dos fãs. Confiram abaixo o tweet de Brian:

Obrigado pelas mensagens de boa sorte, rapazes. E assim começa. Acho que nunca trabalhamos tão duro em um show. A adrenalina está fluindo. Bri

E a respeito de postar fotos dos equipamentos da banda, Brian twittou:

Na verdade, estou morrendo de vontade de twittar fotos do equipamento, mas iria estragar a surpresa. É uma produção incrível. O véu cai em Chicago!

 

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br (Dica de Roberto Mercury)

Foi lançado na data de 10 de junho de 2014 um novo DVD do Queen, chamado “Queen In The 70s”. Na descrição do DVD, é informado que a compilação foi realizada pelo “Silver and Gold Studios”, que teve como objetivo mostrar os grandes hits da banda nos anos 70, e dar uma dimensão de que a banda não explodiu apenas nos anos 80 com os sucessos conhecidos mundialmente, e provar que desde 1973, ano em que a banda debutou, seus hits já surgiram no primeiro album.

O dvd está a venda no seguinte site: www.cduniverse.com

Fonte: Queenzone.com

Muitos foram surpreendidos em 2004, quando Brian May e Roger Taylor anunciaram que fariam uma turnê do QUEEN com Paul Rodgers nos vocais. Cinco anos após a saída de Rodgers, enquanto se preparam para uma nova turnê com Adam Lambert, May e Taylor admitiram, ainda que diplomaticamente, que a idéia não deu muito certo.

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“Paul tem uma das maiores vozes do rock, mas ele é mais blues e soul, eu deveria ter notado isso antes”, disse Taylor ao Toronto Sun. “Eu diria, com todo o respeito a Paul, que Adam é mais adequado para grande parte do nosso material e que embora tenhamos tido grandes turnês com Paul, acho que Adam está, naturalmente, em casa com a gente”.

Com Rodgers à frente, o Queen embarcou em duas turnês mundiais e lançou um álbum, “The Cosmos Rocks”, em 2008. Eles amigavelmente se separaram um ano depois, quando Rodgers voltou ao BAD COMPANY, coincidindo perfeitamente com a ascensão de Lambert para a fama através do ‘American Idol’. May concorda que os vocais de Lambert e sua presença de palco tem muito mais a ver com o vocalista original, Freddie Mercury.

“Sim, eu acho que os estilos correspondem mais de perto, em certo sentido”, disse May. “Mas nós tivemos um grande momento com Paul, não há dúvida e chegamos a novas fronteiras e eu acho que foi uma boa experiência. Mas Adam é realmente como nós, ele tem muitos, muitos timbres, e podemos explorar isso em algumas dessas turnês que o Queen gosta de fazer”.

Fonte: whiplash.net

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Apesar de ter sido lançado três meses após sua morte, Freddie Mercury assistiu a hoje lendária cena em homenagem ao Queen no filme “Quanto Mais Idiota Melhor”.

Na passagem, Wayne e seus amigos cantam “Bohemian Rhapsody” no carro, com direito a interpretação dramática. “Mike Myers queria que Freddie visse. Ele não estava muito bem, então levei uma fita até sua casa. Assistimos, ele riu e aprovou”, revelou o guitarrista Brian May ao programa australiano Sunday Night.

Fonte: http://www.vandohalen.com.br/(dica de Roberto Mercury)

Depois de incorporar Adam Levine, Lady Gaga e Willie Nelson, o ex-vocalista do SKID ROW Sebastian Bach apresentou-se como ninguém menos que a lendária figura do QUEEN, Freddie Mercury.

A performance, assim como as anteriores, foi ao ar no programa “Sing your face off”, na edição desse sábado. Confira abaixo a performance de Bach, em vídeo:


Fonte: whiplash.net (dica de Roberto Mercury)

O guitarrista Brian May confirmou, em recente entrevista a rádio Wales da BBC, os planos de lançar em breve um disco com material inédito do Queen. Segundo Brian, o álbum tem o nome provisório de “Queen Forever” e trará canções gravadas por Freddie Mercury, que até então são desconhecidas do público.

Desde janeiro, o guitarrista tem dado dicas sobre o trabalho de inéditas e agora May divulgou mais detalhes sobre o projeto. “Nós achamos mais algumas faixas com Freddie cantando e com todos nós tocando que são lindas. As pessoas devem ouvir esse trabalho até o final do ano”, adiantou.

“Vamos colocá-las em um álbum que provavelmente se chamará ‘Queen Forever’. Será uma compilação mas também terá esse material que nunca ninguém no mundo ouviu. Acho que as pessoas vão realmente gostar”, contou.

Quando questionado sobre a data de gravação das canções, Brian disse que a maioria são datadas dos anos 80. “São bem emocionantes. São do tipo, grandes, grandes baladas com uma sonoridade grande e épica. Mas elas não seriam assim se eu não tivesse conseguido restaurá-las”, disse o guitarrista.

Enquanto “Queen Forever” não é lançado, o Queen voltará aos palcos com o cantor Adam Lambert nos vocais. A banda começará sua excursão no dia 19 de junho, em Chicago.

Fonte: http://www.cifraclubnews.com.br/ (dica de Roberto Mercury)

A coisa mais comum no rock ‘n roll são as bandas que prestam tributos às grandes lendas da música, o que é geralmente feito por fãs inspirados. Fugindo da regra, o baterista do Queen, Roger Taylor, cansado das bandas “medonhas” que já viu prestando tributo a banda da qual integrou, resolveu participar da sua própria “banda cover”. Em entrevista ao The Express, Taylor falou mais sobre a ideia inusitada: “Dos tributos do Queen, alguns são muito engraçados e outros nem tanto. Esses medonhos são como pastiches nada sutis de ópera, nada mais do que vestir-se com uma peruca do Brian May e um bigode do Freddie Mercury, esquecendo o fato de que a música é bastante complicada e, na verdade, não é nada fácil de realizar”.

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O Queen Extravaganza, projeto tributo escolhido pelo próprio Queen no programa American Idol, já se apresentou algumas vezes com o guitarrista Brian May, uma delas no próprio programa (ver vídeo abaixo). Taylor já chegou a produzir alguns trabalhos da banda e conta como foi a experiência: “Passei algumas semanas com eles no Canadá ensaiando, mas eles sabem como funciona e isso é bom, eles tem alguns arranjos brilhantes de muita coisa do nosso material antigo e eu tenho a sorte de deixá-los com isso agora”. Taylor ainda não falou sobre quando pretende se unir aos músicos do Queen Extravaganza em um show ao vivo, que estarão em turnê no Reino Unido a partir de setembro. Enquanto isso, o verdadeiro Queen estará em turnê na América ainda nesse ano a partir do mês de junho junto com o cantor Adam Lambert.

Fonte: whiplash.net (dica de Roberto Mercury)

Freddie Mercury vira monstro em anúncio da Transamérica

São Paulo – Para celebrar a diversidade da Rádio Transamérica, a We, agência responsável por toda a comunicação da emissora, decidiu promover uma verdadeira invasão de monstros da música à cidade.

A partir desse mês, os fãs do rock e do soul poderão conferir cartazes que trazem alguns dos maiores nomes da história desses estilos, Freddie Mercury e James Brown, transformados em monstros, por meio de ilustrações que remetem à estética dos cartazes de filmes antigos de terror.

As peças trazem os títulos “Monstros do Rock” e “Monstros do Soul” e estarão expostas em diferentes mídias.

Confira:

Freddie Mercury vira monstro em anúncio da Transamérica

James Brown vira monstro em anúncio da Transamérica

Fonte: exame.abril.com.br (dica de Roberto Mercury)

No final de Abril (28), Brian May, guitarrista do Queen, foi entrevistado via telefone por Damien St John da The Breeze Radio Network. Mais uma vez Brian elogia Adam Lambert, insistindo em afirmar que seu amigo Freddie Mercury teria amado Adam Lambert e suspiraria com as coisas que ele é capaz de fazer. Confira a descrição do dialogo:

Damien St John: Como está a preparação para a turnê norte-americana?
Brian May: Estamos em boa forma. Nós temos que começar bem cedo com esse tipo de coisa, então estivemos falando sobre a produção e o design já há alguns meses. O que falta é deixar nossas mentes e corpos em forma.
Damien: Como você faz isso? Ioga? Porque eu acabei de começar a fazer ioga.
Brian: Bem, ioga é ótimo. Eu não sigo ioga muito bem. Talvez eu devesse. Eu tenho um regime de exercícios que estou voltando a fazer. Acho que estou ocupado demais para fazer ioga. É um problema.
Damien: Se você consegue se alongar, Brian, você consegue fazer ioga.
Brian: Alongamento seria muito bom para mim. Ok, você me convenceu, voltarei a praticar ioga.
Damien: Agora na conferência de imprensa para anunciar sua turnê norte-americana, você disse “Os fãs querem que façamos isso, então faremos mais uma vez”. Essa é a última vez?
Brian: Eu sinto que sim. Nós não poderemos fazer isso para sempre. Nossos corpos não estão os mesmos de quando tínhamos 35 anos. Independente disso, estou animado por ter essa oportunidade. É fantástico termos essa chance. É incrível que a turnê se esgotou quase que instantaneamente. Esses lugares são grandes. É uma turnê do mesmo nível que fizemos com Freddie em 1986. Então é algo grande, e você tem que levar a sério. Nós, felizmente, não somos tão sérios, mas tratamos com seriedade o trabalho, será algo gigante – e especial, acho.
Damien: E Adam Lambert estará junto nos vocais.
Brian: Ele estará.
Damien: E o que mais me impressiona – porque eu sigo sua carreira desde o American Idol…
Brian: É, o American Idol.
Damien: Ele tem controle das músicas – e eu, como fã, acho que Freddie tinha isso, porque ele não cantava só por cantar. Ele dançava, para cima e para baixo. Adam também parece fazer isso.
Brian: Ele faz. Ele é um ótimo artista, com um fantástico instrumento. É uma voz em um bilhão. Eu sei que Freddie suspiraria com as coisas que Adam pode fazer. Freddie foi um dos maiores cantores de todos os tempos, não tem discussão, mas ele teria visto Adam e dito “Meu Deus, esse garoto tem algo”. E Adam é uma pessoa legal de se trabalhar, o que é muito importante. Você não pode viajar pelo mundo com pessoas que não gosta. Nós tivemos muita sorte, principalmente por poder trabalhar com ótimas pessoas.
Damien: Então arrase. Mais uma vez.

Fonte: adamlambertbrasi.com.br (dica de Roberto Mercury)

SOLITARY

 
 
Algumas semanas Sarina Taylor vem postando tweets sobre o filme Britanico Solitary.
Solitary é um filme estrelado por Sarina Potgieter ( Sarina Taylor, esposa de Roger).
Também trabalham  no filme  Anita Dobson (esposa de Brian) e Felix (filho de Roger), a pelicula deve  estrear no dia  30 Setembro 2014 na Inglaterra. Na trilha sonora  temos Roger Taylor.
 Roger Taylor  e Joshua Macrae trabalhando na trilha sonora the Solitary
Sumário
Quando  a party-girl(baladeira) Nora é forçada a voltar para casa com o seu velho  pai, e tudo parece  que a vida não podia ficar pior. Mas dentro de sua casa de infância, os fantasmas de seu passado continuam a assombrá-la, até que o segredo que ela enterrou há tanto tempo é finalmente revelado.”A história de recursos ‘Solitários’ para mim a nível intestinal. Ele se concentra em uma família vivendo vidas nitidamente separadas em uma cidade litorânea na costa sul da Inglaterra. É uma história sincera povoada por personagens que são assombrados por perdas e lembranças dolorosas , mas ainda se apegam à esperança de que eles podem de alguma forma se reconectar e tornar-se uma verdadeira família “. Sasha Krane, Diretor
Ficha técnica
Diretor: Sasha Krane
Escrito por : Katharine Lee McEwan
Estrelado por: Anna Skellern, Sam Hoare, Michael Wildman
Produtor  Executivo : Roger Taylor
Produtora /Produtora Executiva Sarina Taylor
Music by  Roger Taylor
Papeis
Anita Dobson  no papel  de Nurse Mary
  
Sarina Taylor  no papel de Shannon
 
Felix Taylor  no papel de   Gary
 
Fonte: http://wnilsen.blogspot.com.br/ (dica de Roberto Mercury)

O texto abaixo é a tradução livre de uma postagem feita no site/fórum interativo REDDIT por um usuário logado sob a alcunha ‘SexWithTwins’ na noite de ontem, [27 de abril].

O autor [ou autora] do post afirma ter comparecido a um evento social durante o qual interagiu com um ex-funcionário de gravadora ligado ao icônico grupo bretão QUEEN. Certas passagens da conversa citadas por ele não são exatamente precisas, mas há de se levar em consideração que ele possivelmente consumiu certa quantidade de álcool e não é, por profissão, um jornalista.

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O conteúdo da epistola a seguir pode ser de conhecimento de fãs mais ferrenhos da banda, mas fogem ao domínio de admiradores mais casuais de Freddie, John, Brian e Roger.

[…]

“Sem dar maiores informações, e para resumir uma longa história, eu acabo de voltar de uma festa de lançamento de um disco de uma banda para a qual trabalho, e engatei na conversa com um cara das antigas da empresa de licenciamento. Acabou que ele trabalhava para o Queen lá atrás, e ainda tem contato com algumas das pessoas que trabalham com eles hoje em dia. Naturalmente, eu quis perguntar a ele várias coisas, mas não queria aborrecê-lo demais. Então pensei comigo mesmo, ‘O que os fãs gostariam de saber? ’, e daí o indaguei sobre John Deacon.

Nós, megafãs da banda, não gostam lá muito de pensar sobre isso, mas já é uma questão de registro público que Roger e Brian não se davam muito bem com John. Acaba que isso se devia a algo que ocorrera durante a turnê de 1978/1979, e que resultara basicamente em Brian e Roger quererem chutar John para fora do grupo. John havia se interessado em música eletrônica e sequenciamento em MIDI, e queria seguir um direcionamento sonoro mais ‘disco’. Assim como Freddie.

Freddie então dedicou seu tempo para concentrar-se em sua carreira solo [o que acabou tomando quase 5 anos para se concretizar e custou muito dinheiro] e o Queen basicamente deixou de existir. MAS, eles ainda deviam três álbuns à gravadora – e alguns promotores de shows também haviam dito que tomariam as medidas legais cabíveis caso esses discos não fossem promovidos por uma turnê. Então, por Freddie ter permanecido neutro na arenga com John, este só trabalhou nas demos de pré-produção de ‘The Game’/’Flash’/’Hot Space’ com Freddie e um amigo dele, um assistente de produção/tecladista/programador de MIDI chamado Fred Mandel – que ajudara John a gravar uma faixa intitulada ‘Another One Bites The Dust’, que, para o desgosto de Brian e Roger, tornou-se o primeiro single da banda a atingir o #1 das paradas dos EUA. Isso deu a John cacife para trabalhar quase independentemente do resto do grupo. Uma vez que as trilhas fantasmas fossem completadas e fosse a hora de adicionar as guitarras, vocais e bateria, John simplesmente não participava. Ele ia mais para o fim para fazer quaisquer mudanças fossem precisas para as músicas que ele compusera, mas isso se dava sempre nos dias em que Brian e Roger não estavam no estúdio.

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O álbum ‘The works’, com o produtor Reinhold Mack, foi o último disco que eles eram obrigados por contrato a fazer para a EMI, e eles basicamente o fizeram sem John, que gravara a maior parte de ‘I Want To Break Free’ em seu estúdio caseiro. Eles conseguiram criar caso até com isso, porque John descobrira que Brian tinha adicionado um solo de guitarra à faixa e John queria que a música fosse inteiramente composta por instrumentos eletrônicos. Até a bateria nela é uma bateria eletrônica Roland [ou possivelmente Linn]. O acordo sobre o solo de guitarra era que Brian o tocaria através de um controlador MIDI – daí aquele som aloprado ‘dow dow dow dow daaaw’.

Depois de a turnê de ‘The Works’ se encerrar, eles basicamente acabaram com o Queen sem fazer nenhum anúncio coletivo à imprensa. Daí veio o Live Aid, e eles passaram de banda gigante a um dos grupos que mais faturavam em toda a indústria fonográfica. Quando ‘A Kind Of Magic’ e sua turnê se encerraram, John vinha tentando sair do Queen fazia quase 10 anos – mas eles simplesmente não paravam de crescer. Então, ao fim do último show da turnê, John quebrou o braço de seu baixo golpeando-o contra sua pilha de amplificadores, montou na limusine, e desapareceu. Por cinco anos.

Não fosse por Freddie ter adoecido, ‘The Miracle’ e ‘Innuendo’ nunca teriam acontecido. Freddie basicamente pegou John, Brian e Roger e disse, ‘vamos trabalhar juntos até que eu não consiga mais, e vocês vão se dar bem uns com os outros de qualquer jeito’ e eles não tiveram escolha a não ser concordar, pelo bem de seu amigo. É por isso que não vemos nem a cor de John hoje em dia. Quanto ao show-tributo a Freddie Mercury [em 1992], ele efetivamente abriu mão de seu direito de voto na produtora, e só retém os direitos das músicas que ele compôs. Ele ganha quase zero do musical de teatro ‘We Will Rock You’, e, até onde se sabe, nem foi assisti-lo.

Ele não foi convidado para juntar-se ao grupo acrescido de Paul Rodgers, e não está envolvido com a cinebiografia de Freddie, que deveria ter sido feita com Sacha Baron Cohen. Ele simplesmente não foi solicitado.

Fonte: whiplash.net (dica de Roberto Mercury)

A lista a seguir reúne nomes icônicos que quase entraram em outras bandas. Músicos que se consagraram com outros trabalhos que poderiam ter a história cruzada com grupos, inclusive, de estilos diferentes.

Zakk Wylde no Guns N Roses: imagine os poderosos harmônicos artificiais com vibratos (guitarristas entenderão) que tornaram Zakk Wylde notável em seu instrumento em solos de músicas como “Nightrain” e “Sweet Child O Mine”?

Zakk já revelou em algumas entrevistas o que aconteceu na época em que era sondado para entrar na banda. O guitarrista chegou a fazer alguns ensaios com o Guns N Roses e acabou ficando balançado com a possível proposta de entrar para o grupo, que estava sofrendo uma das tentativas de reformulação já em meados de 1995. Wylde havia gravado “Ozzmosis” com Ozzy Osbourne e estava para embarcar em uma longa turnê de divulgação, mas acabou não resolvendo e o Madman optou por contar com Alex Skolnick (Testament, Savatage) provisoriamente e Joe Holmes (Lizzy Borden, David Lee Roth) em definitivo para as seis cordas.

O fato mais curioso é que Zakk Wylde não substituiria Slash. O guitarrista da cartola ainda estava na banda. Ele entraria no lugar de Gilby Clarke. Em uma das entrevistas, Wylde comentou que “seria o Guns sob efeito de esteróides”. O peso era evidente, de acordo com os músicos envolvidos.

Axl Rose nunca deu uma resposta definitiva para Zakk Wylde, que ficou sem Guns e sem Ozzy. Momento para se dedicar mais ainda a seus projetos solo, em especial ao Black Label Society. Mas se, pelo lado do peso, seria inimaginável ter Wylde no GNR, por outro lado, não é tão fora de mão: em termos de escalas e opções melódicas, Zakk tem opções bem semelhantes às de Slash. Basta mudar a distorção e os captadores da guitarra do loirão para chegar a essa conclusão.

Richie Sambora no KISS: um milhão de músicos quase entraram para o KISS, mas talvez o mais famoso seja Richie Sambora. O assunto era algo comentado apenas entre os fãs mais diehards do KISS e do Bon Jovi, mas se tornou um pouco mais público após uma declaração em vídeo de Sambora, com certa dor de cotovelo por ter sido rejeitado na audição.

O guitarrista participou das audições feitas na época em que Ace Frehley deixou a banda, em 1982. Na época, essas audições coincidiam justamente com as gravações do álbum “Creatures Of The Night”, tanto é que alguns dos músicos testados, como Robben Ford, Steve Farris e Vinnie Vincent – o vencedor da vaga – chegaram a participar do disco.

De acordo com Sambora, ele sequer sabia as músicas do repertório da banda, o que incomodou Paul Stanley, Gene Simmons e Eric Carr. “Eu não queria, estava tentando só por ser algo lucrativo”, disse o músico. Seria uma mistura curiosa, visto que as influências de Richie Sambora estão bem orientadas para o blues, enquanto Stanley e Simmons são meio beatlemaníacos, meio zeppelianos. Mas cairia bem pelo menos para os anos 1980, já que o Kiss mergulhou no hair metal da época – estilo em que o músico se destacou no Bon Jovi.

Eric Clapton nos Beatles: os inviáveis conflitos entre os quatro integrantes dos Beatles vieram a findar a banda em 1970. Mas as tretas começaram um pouco antes. Em janeiro de 1969, George Harrison saiu do grupo. John Lennon quis que Eric Clapton, destacado na época principalmente pelo seu trabalho com o Cream, assumisse a vaga.

Clapton não era um completo estranho para os Beatles. Ele participou das gravações justamente de uma música cantada e composta por Harrison, “While My Guitar Gently Weeps”, do White Album, de 1968. Obviamente, Eric impressionou o Fab Four assim como já havia impressionado o mundo.

A proposta não chegou a ser feita, apesar de Lennon afirmar que Clapton sairia do Cream – “todos são solistas no Cream”, disse Lennon, de acordo com entrevistas concedidas pelos ex-Beatles. Paul McCartney, que havia brigado com Harrison na época e foi o catalisador de sua saída, foi o responsável por acalmar os ânimos dos músicos remanescentes.

Por mais que todos fossem solistas no Cream, Eric Clapton com certeza tinha mais liberdade na banda em questão do que teria nos Beatles. Sempre foi clara a liderança de Lennon e McCartney. Duvido muito que Clapton ficaria 100% confortável, mas seria, obviamente, um casamento genial. Dá arrepios de imaginar o que poderia ter saído disso aí.

Slash no Poison: talvez a mais inusitada da lista. O Poison estava começando a ganhar forma quando o guitarrista Matt Smith deixou o grupo, porque ele iria ser pai e preferiu levar uma vida mais “normal”. Em busca de um substituto, apareceram C.C. DeVille (que ficou com a vaga), Steve Silva (do Joe Perry Project) e Slash, que revelou em entrevistas posteriores que odiava a banda.

O guitarrista, que se consagrou anos depois com o Guns N Roses e de fato atingiu uma fama muito maior do que o Poison, não foi efetivado no grupo por questões estéticas. Slash era considerado feio e desleixado para a banda, que inegavelmente tinha um apelo visual muito forte e trabalhava com maquiagem, laquês e toda a pompa oitentista.

Jeff Scott Soto no Queen: não é de hoje que JSS é um cantor muito consagrado no Rock e Metal. Desde sua entrada na banda de Yngwie Malmsteen, no início da década de 1980, o vocalista lança trabalhos incríveis, seja em carreira solo ou com bandas do porte de Talisman, Axel Rudi Pell, W.E.T., Soul Sirkus, entre muitas outras. Trata-se de um workaholic. 

Mas nenhum outro trabalho do cantor teve ou teria a mesma projeção em comparação a uma possível entrada no Queen. Ele chamou a atenção de Brian May no início dos anos 2000, quando começou a fazer participações com o guitarrista, o que gerou uma duradoura amizade. JSS chegou a se apresentar algumas vezes com May e Roger Taylor (veja aqui os caras mandando “Stone Cold Crazy”), além de performances com a banda de Spike Edney, uma espécie de “quinto integrante do Queen” por muitos anos. 

No entanto, a entrada de Jeff Scott Soto não aconteceu justamente pelo cantor não ser muito famoso. De acordo com Brian May, a entrada de Paul Rodgers (Free, Bad Company) garantiria uma projeção muito maior para o novo grupo, que lançou apenas um disco, “The Cosmos Rocks”, em 2008. 

Ele chegou a fazer show com o Brian May e Roger Taylor em convenções. Segundo o próprio, o Brian garantiu que o cogitaria para uma possível reunião, mas acabaram optando pelo Paul Rodgers por ser um cara mais conhecido, que teria impacto maior na mídia. Mas para quem gostaria de conferir como JSS se sairia no grupo, basta ouvir o “Live At The Queen Convention 2003”, em que o cantor realmente mostra que era merecedor da vaga. 

Fonte: cifra.com.br (dica de Roberto Mercury)