John Hollenbeck retorna a suas canções preferidas. Músico transita com desenvoltura por todos os ritmos

Aos 44 anos, o baterista norte-americano John Hollenbeck está no auge de uma carreira diferenciada. Não se pode chamá-lo de baterista de jazz, nem de músico erudito contemporâneo. Mais absurdo ainda é etiquetá-lo como músico popular. Mas o que ele faz que o torna tão diferente?

Hollenbeck transita com desenvoltura em todos os rótulos da música. Passa do improviso para composições escritas refinadas. Isso sem falar nos arranjos, de uma sofisticação sem paralelo. Já trabalhou com o pianista Fred Hersch, nomes ilustres da vanguarda (Meredith Monk) e com expoentes do free (Kenny Wheeler). Encontrou no pianista Gary Versace e no vocalista Theo Bleckmann parceiros chaves de seus projetos da última década. Lidera o Claudia Quintet, um dos mais radicais grupos da música instrumental contemporânea.

E agora lança o CD Songs I Like a Lot, ou as minhas canções preferidas. Aos 16 músicos da Frankfurt Radio Big Band, Hollenbeck acrescenta Bleckmann e Versace. E, como cereja neste bolo refinado, uma convidada inesperada, a cantora Kate McGarry. Kate é convencional, está esteticamente longe do universo de Hollenbeck, mesmo tendo estudado com o saxofonista avant-garde Archie Schepp. Deu-se com venerandos gênios do jazz, como o trompetista Clark Terry e o pianista Hank Jones no início de carreira, nos anos 90. Trocou Los Angeles por Nova York, assinou com a Palmetto e tem feito gravações previsíveis, mas talentosas (a mais recente, de 2012, Girl Talk, pode ser ouvida em streaming no site da Palmetto).

Democrático, Hollenbeck telefonou para os músicos e pediu-lhes listas de suas canções preferidas. Checou com as suas próprias e com os oito clássicos do CD, nos quais imprimiu marca fortíssima. São canções conhecidas, que se transfiguram em arranjos de refinamento superior. Fazem esquecer as matrizes de tanto sucesso popular no passado. E ainda assim arrepiam, tamanho o impacto.

Ele abre com Wichita Lineman, canção que seu pai adorava, composta por Jimmy Webb e lançada em 1968 por Glen Campbell. McGarry é a primeira voz que se ouve. Mas um delicado contraponto de saxes e clarinetas dá o tom inicial. Kate contracena com Theo Bleckmann, que evoca a voz de Campbell. Outro toque de simplicidade é a guitarra evocando o simplório toque da guitarra original no registro de 1968. Em geral, em seus arranjos Hollenbeck captura e isola pequenos motivos da canção original. Usa-os como pontos de partida para as orquestrações.

A segunda surpresa ainda gira em torno de Jimmy Webb: trata-se de The Moon’s a Harsh Mistress, canção de 1974 que usa o mesmo título da novela de ficção científica de Robert Heinlein, de 1966. Foi Bleckmann quem a mostrou a Hollenbeck. O resultado é incrível. A performance dura quase 15 minutos: começa com o piano minimalista de Gary Versace, solitários acordes pairando no ar; depois do primeiro minuto, Kate enuncia a melodia da canção, ainda só com piano. Na altura de 1’48” entram duas flautas sinuosas e as escovas discretíssimas de Hollenbeck. Dali em diante, há um longo interlúdio instrumental, em que as vozes não mais entoam letras, mas juntam-se aos instrumentos como seus iguais, em scats discretíssimos, até um breve solo de saxofone a 3 minutos do fim; só então Kate e Theo retornam para nos lembrar da canção original. Autêntica reinvenção.

Transfiguração mesmo acontece no clássico Man of Constant Sorrow de Bob Dylan. O primeiro minuto e meio dos mais de 11 é preenchido com os metais em uníssono sob uma barragem percussiva meio sombria. Só então se inicia o pulso regular, longe, porém, do clima country do original. Um Hammond saltitante aqui, um sax improvisando acolá – e as vozes de Kate e Theo movimentam-se na melodia tão conhecida. Espaços largos para improvisos instrumentais, acolchoados por uma bateria irrequieta e polirrítmica.

Descrevi duas faixas apenas. Em Bicycle Race, clássico do Queen assinado por Freddie Mercury, Hollenbeck usa uma bike como instrumento de percussão e este é seu único solo no disco inteiro. As demais canções favoritas do baterista incluem Canvas, de 2009, da cantora e compositora britânica pop Imogen Heap; All My Life, possivelmente a mais inusitada inclusão, porque é tema composto pelo grande criador do free jazz, Ornette Coleman; outra inclusão inesperada é FallsLake, do dublê de DJ, eletropunk e compositor japonês Nobukazu Takemura. Hollenbeck arrisca apenas uma composição própria, a lírica Chapel Files, inesperadamente convencional.

 

Fonte: www.estadao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O ator inglês Ben Whishaw, o novo Freddie Mercury no cinema / Foto: Divulgação
O ator inglês Ben Whishaw, o novo Freddie Mercury no cinema / Foto: Divulgação

Quando o ator inglês Ben Whishaw foi anunciado como o substituto de Sacha Baron Cohen no papel de Freddie Mercury no cinema, muita gente ficou sem perguntando quem ele era. De uma hora para outra, todo mundo queria saber quais papeis ele já havia feito e se ele ia dar conta do recado. A gente te mostra alguns dos momentos mais importantes da carreira do ator. Mas adiantamos: ele é bastante talentoso e tem tudo para se dar muito bem na pele do vocalista do Queen.

Whishaw começou a carreira no teatro, onde foi reconhecido como um dos maiores talentos da nova geração. Participou de uma elogiada adaptação do clássico livro “É Isto um Homem“, de Primo Levi, e foi indicado a prêmios importantes por sua atuação como Hamlet, em uma montagem de 2004.

Seu primeiro papel no cinema foi no filme de guerra “The Trench“, de 1999, ao lado de Daniel Craig. Em 2001, participou de “My Brother Tom” e conquistou alguns prêmios britânicos para atores novatos. Interpretou Keith Richards, o lendário guitarrista dos Rolling Stones, no longa “Stoned“, de 2005, que conta a história da morte de Brian Jones, o outro guitarrista da banda.

Um ano depois, conquistou seu primeiro grande papel: viveu Jean-Baptiste Grenouille, o protagonista de “Perfume: A História de um Assassino“. Foi indicado a alguns prêmios europeus e passou a ser chamado para outras produções bem interessantes, como “I’m Not There“, sobre a vida de Bob Dylan, em que aparece como uma versão do poeta Arthur Rimbaud.

Ben Whishaw como Q no último filme de James Bond / Foto: Reprodução
Ben Whishaw como Q no último filme de James Bond / Foto: Reprodução

Mas o grande ano de Whishaw foi 2012. O ator ficou bem mais conhecido principalmente por conta de sua participação em “007: Operação Skyfall“, em que aparece como o inventor Q. Logo em seguida, interpretou vários papeis em “Cloud Atlas“, o grande épico de ficção científica dos irmãos Wachowski.

Na televisão, o ator participou de algumas séries da BBC. Em 2008, gravou “Criminal Justice” e foi indicado a alguns prêmios e ganhou o Emmy de Melhor Ator. Entre 2011 e 2012, participou do drama “The Hours“. Em 2012, viveu o rei Ricardo II na adaptação televisiva da peça de William Shakespeare.

2014 promete ser bastante especial para o ator também. Além de seu papel como Freddie Mercury, ele vai viver o grande escritor americano Herman Melville, autor de “Moby Dick“, no longa “In the Heart of the Sea“.

 

Fonte: http://colheradacultural.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Cantor americano se apresenta com o guitarrista Brian May em festival realizado em setembro Foto: Getty Images
Cantor americano se apresenta com o guitarrista Brian May em festival realizado em setembro Foto: Getty Images

O ano de 2014 será de celebração para os fãs do Queen. Em entrevista ao site canadense Canoe, o baterista Roger Taylor afirmou que um disco com músicas inéditas será lançado em breve e completou: ao lado do guitarrista Brian May, a dupla planeja voltar a excursionar com Adam Lambert, participante do American Idol de 2012 com quem chegaram a tocar em 2012 e no iHeartRadio Music Festival, em setembro.

“Não são demos, mas material que realmente gravamos”, disse o músico de 64 anos, que em novembro lançou seu quinto álbum de estúdio, Fun on Earth, a respeito das canções, incluindo dois duetos de Freddie Mercury com Michael Jackson – que dependem da autorização dos herdeiros do rei do pop para chegarem às lojas.

“Admito que tinha esquecido da maioria delas, porque você trabalha em uma nova canção todos os dias e acaba deixando pra lá. Mas Brian está trabalhando nelas agora e vamos nos reunir no ano novo para saber em que formato as lançaremos”, afirmou.

Novos shows também estão sendo programados. “Adam Lambert atuou fantasticamente bem conosco. Ele é uma força sombria, uma pessoa teatral e que interpreta realmente de forma brilhante nossas canções”, Taylor elogiou. “Sua voz é imbatível. Então acho que trabalharemos juntos no próximo ano, sim.”

 

Fonte: http://musica.terra.com.br

Jacquie Lee foi a primeira a subir ao palco, ela convidou Matthew Schuler, Caroline Pennell, James Wolpert e Cole Vosbury a se juntar a ela para cantar “Bohemian Rhapsody”. Jacquie soube com certeza como montar uma equipe, reunindo um fantástico grupo de vozes. 

Fonte: http://popdust.com
Dica de: Cláudia e Rodrigo

O baixista John Deacon não estará envolvido na cinebiografia do vocalista Freddie Mercury, que está em curso. Segundo o guitarrista Brian May, seu parceiro no Queen, Deacon não tem interesse em participar. “Nós meio que lutamos para que John participasse. Apesar dele ter lido o roteiro e ter dado a sua aprovação, prefere não se envolver no projeto. Ele está vivendo o seu momento e nós respeitamos isso. É uma pena porque gostaríamos de tê-lo de volta.”

Apesar disso, a cinebiografia de Freddie Mercury começou a sair do papel. Enfim, foi escolhido o ator que dará vida a Mercury: o britânico Ben Whishaw, que já trabalhou em “A Viagem”, “Perfume: A história de um assassino”, e recententemente deu vida ao jovem Q em “007: Operação Skyfall”. O ator vinha sendo cotado para o papel desde outubro, e segundo o site Deadline, já assinou o contrato para a produção do filme.

Em julho, Sacha Baron Cohen desistiu de interpretar Freddie Mercury no cinema por discordar do enfoque do roteiro do filme. O ator e comediante queria retratar a vida gay, turbulenta e brilhante do cantor, que morreu em 1991 com apenas 45 anos, em decorrência de complicações causadas pelo HIV. Já Brian May e o baterista Roger Taylor, que estão no controle do longa, querem um filme mais voltado para as famílias, com classificação livre.

 

Fonte: http://portalrockline.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O pop e o rock parecem ser estilos musicais de planetas diferentes em certos momentos. Mas o guitarrista Brian May revelou uma admiração entre dois grandes nomes que representam cada um dos estilos.

Michael Jackson (foto) tinha grande admiração por Freddie Mercury (Getty Images)
Michael Jackson (foto) tinha grande admiração por Freddie Mercury (Getty Images)

Considerado o “rei do pop”, Michael Jackson tinha grande admiração por Freddie Mercury, vocalista do Queen, de acordo com May. O guitarrista falou sobre a relação entre Jackson e Mercury em entrevista recente à Rolling Stone.

“Michael costumava vir nos ver muito. Ele era um grande fã do Queen, especialmente de Freddie, e eles se davam muito bem. Michael ficou impressionado com nosso equipamento de iluminação, não lembro de qual turnê, com luzes móveis. Ele usou algo bem parecido na turnê de Victory”, afirmou May.

De acordo com o guitarrista, Jackson tinha um apreço muito grande pelo rock n roll. “Michael realmente gostava muito de Freddie e meio que o idolatrava. Ele queria ser uma estrela do rock”, disse.

Atualmente, em parceria com o baterista Roger Taylor, May trabalha em duetos inéditos gravados por Michael Jackson e Freddie Mercury, que devem ser lançados em 2014. “A maioria dessas músicas foram gravadas no estúdio de Michael. Eu nunca trabalhei em estúdio com ele pessoalmente”, afirmou o guitarrista.

 

Fonte: http://revista.cifras.com.br

Uma exposição recém-inaugurada em Montreux aborda a presença da famosa banda inglesa “Queen” e as várias canções de sucesso gravadas em estúdios no pequeno vilarejo às margens do lago de Genebra. Além de trajes, instalações de vídeos, instrumentos, a mostra permite também aos fãs de mixar alguns hits cantados por Freddie Mercury.

 

Fonte: www.swissinfo.ch

O guitarrista Brian May falou à Rolling Stone sobre como os caminhos do Queen e Michael Jackson se cruzaram. Junto de Roger Taylor o músico está trabalhando em faixas que o Rei do Pop e Freddie Mercury registraram nos anos 1980. “Ele ia muito aos nossos shows e se impressionava com nosso jogo de luzes. Chegou a usar nossa ideia do grid móvel na turnê Victory. Michael era muito gentil e idolatrava Freddie, queria ser um rockstar”.

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Quadro do programa da Eliana, no SBT, “Fenômenos do YouTube”: Daniel, o Freddie Mercury.

 

Fonte: www.sbt.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O mundo inteiro está ansioso pela volta do Queen com apresentações ao vivo. Os Glamberts em especial, quando há a possibilidade deles se apresentarem novamente com Adam Lambert, o que parece, pode vir a se tornar realidade mais uma vez.

Confira no vídeo abaixo o que Brian May, guitarrista do Queen, revelou recentemente (dia 13/12), com exclusividade, à Rádio Planet Rock, e a respectiva tradução, abaixo:

Liz Barnes: O Queen está se preparando para uma série de shows ao vivo no próximo ano. Brian May revelou, exclusivamente para a Planet Rock, que os planos estão caminhando para trazer a banda de volta com o cantor, Adam Lambert, como vocalista. Não há detalhes sobre onde ou quando, mas isso foi o que nos disse Brian:

Brian May: Eu provavelmente não deveria dizer nada, mas (risos) nós estamos trabalhando para alguma coisa, você sabe, e, é claro, Adam Lambert é um grande vocalista e já sabemos que dá certo, por isso estamos planejando fazer alguns shows com o Adam, eu espero. Então, eu estou animado sobre isso… se isso acontecer.

Liz: E nós vamos deixar você saber assim que tivermos mais detalhes sobre o retorno ao vivo do Queen.

 

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Mercury gravou algumas músicas que nunca foram lançadas. A revelação foi feita por Brian May à revista ‘Mojo’, adiantando que existem mais gravações inéditas de Mercury do que as que a banda inicialmente previa.

“Descobrimos mais coisas nos arquivos do Queen do que poderíamos imaginar”. As gravações em questão, que estão sendo restauradas, são de 1983 e incluem três duetos com Michael Jackson. Um futuro lançamento está sendo planejado por Brian May.

Fonte: www.vidas.xl.pt

Enquanto se aguarda para saber qual será a música N° 1 da parada de natal deste ano, celebramos todas as canções líderes dos  últimos 60 anos!

O Christmas Number 1 é o gráfico que traz a batalha mais esperada do ano, e no domingo, dia 22, será revelado o vencedor da corrida para o Official 2013 Christmas Number 1, ao vivo pela BBC Radio 1.

Quem irá se juntar a lendas pop como;  Beatles, Queen, Sir Cliff, Spice Girls e Mr Blobby?

Enquanto esperamos para ver quem vai estar sentado no topo dos singles oficiais, vamos dar uma olhada em todas aquelas músicas que sabem exatamente como é estar lá. Sim!! É a lista oficial de todos os singles do Official Christmas Number 1 do Reino Unido.

A única música que conseguiu estar por duas vezes no Official Christmas Number 1 é Bohemian Rhapsody do Queen. A primeira vez liderando a parada de Natal de 1975 e voltando ao top 16 anos depois, em 1991, após a morte de Freddie Mercury.

Abaixo a lista de todas as músicas do Official Singles Chart Christmas Number 1s

ANOMÚSICAARTISTA
1952HERE IN MY HEARTAL MARTINO
1953ANSWER MEFRANKIE LAINE
1954LET’S HAVE ANOTHER PARTYWINIFRED ATWELL
1955CHRISTMAS ALPHABETDICKIE VALENTINE
1956JUST WALKIN’ IN THE RAINJOHNNIE RAY
1957MARY’S BOY CHILDHARRY BELAFONTE
1958IT’S ONLY MAKE BELIEVECONWAY TWITTY
1959WHAT DO YOU WANT TO MAKE THOSE EYES AT ME FOR?EMILE FORD & THE CHECKMATES
1960I LOVE YOUCLIFF RICHARD & THE SHADOWS
1961MOON RIVERDANNY WILLIAMS
1962RETURN TO SENDERELVIS PRESLEY
1963I WANT TO HOLD YOUR HANDTHE BEATLES
1964I FEEL FINETHE BEATLES
1965DAY TRIPPER/WE CAN WORK IT OUTTHE BEATLES
1966GREEN, GREEN GRASS OF HOMETOM JONES
1967HELLO, GOODBYETHE BEATLES
1968LILY THE PINKTHE SCAFFOLD
1969TWO LITTLE BOYSROLF HARRIS
1970I HEAR YOU KNOCKINGDAVE EDMUNDS
1971ERNIE (THE FASTEST MILKMAN IN THE WEST)BENNY HILL
1972LONG HAIRED LOVER FROM LIVERPOOLJIMMY OSMOND
1973MERRY XMAS EVERYBODYSLADE
1974LONELY THIS CHRISTMASMUD
1975BOHEMIAN RHAPSODYQUEEN
1976WHEN A CHILD IS BORN (SOLEADO)JOHNNY MATHIS
1977MULL OF KINTYRE/GIRLS’ SCHOOLWINGS
1978MARY’S BOY CHILD – OH MY LORDBONEY M
1979ANOTHER BRICK IN THE WALL (PART 2)PINK FLOYD
1980THERE’S NO ONE QUITE LIKE GRANDMAST WINIFRED’S SCHOOL CHOIR
1981DON’T YOU WANT METHE HUMAN LEAGUE
1982SAVE YOUR LOVERENÉE AND RENATO
1983ONLY YOUTHE FLYING PICKETS
1984DO THEY KNOW IT’S CHRISTMAS?BAND AID
1985MERRY CHRISTMAS EVERYONESHAKIN’ STEVENS
1986REET PETITEJACKIE WILSON
1987ALWAYS ON MY MINDPET SHOP BOYS
1988MISTLETOE AND WINECLIFF RICHARD
1989DO THEY KNOW IT’S CHRISTMAS?BAND AID II
1990SAVIOUR’S DAYCLIFF RICHARD
1991BOHEMIAN RHAPSODY/THESE ARE THE DAYS OF OUR LIVESQUEEN
1992I WILL ALWAYS LOVE YOUWHITNEY HOUSTON
1993MR BLOBBYMR BLOBBY
1994STAY ANOTHER DAYEAST 17
1995EARTH SONGMICHAEL JACKSON
19962 BECOME 1SPICE GIRLS
1997TOO MUCHSPICE GIRLS
1998GOODBYESPICE GIRLS
1999I HAVE A DREAM/SEASONS IN THE SUNWESTLIFE
2000CAN WE FIX IT?BOB THE BUILDER
2001SOMETHIN’ STUPIDROBBIE WILLIAMS & NICOLE KIDMAN
2002SOUND OF THE UNDERGROUNDGIRLS ALOUD
2003MAD WORLDMICHAEL ANDREWS & GARY JULES
2004DO THEY KNOW IT’S CHRISTMAS?BAND AID 20
2005THAT’S MY GOALSHAYNE WARD
2006A MOMENT LIKE THISLEONA LEWIS
2007WHEN YOU BELIEVELEON JACKSON
2008HALLELUJAHALEXANDRA BURKE
2009KILLING IN THE NAMERAGE AGAINST THE MACHINE
2010WHEN WE COLLIDEMATT CARDLE
2011WHEREVER YOU AREMILITARY WIVES WITH GARETH MALONE
2012HE AIN’T HEAVY, HE’S MY BROTHERTHE JUSTICE COLLECTIVE
2013WHO KNOWS? IT’S UP TO YOU!FIND OUT ON 22 DECEMBER 2013

 

Fonte: www.officialcharts.com

Brian May aceitou convite para substituir Sir Patrick Moore, que morreu ano passado

O cientista Brian, poucos sabem ou talvez considerem sem muita importância, mas Brian May não é apenas um guitarrista incrível. O músico que escreveu a história da música pop-rock com o Queen de fato teve uma carreira como professor, como acadêmico (desde que se formou no Imperial College London em 2008) e escreveu dois livros de astrofísica (“Bang! The Complete History of the Universe” e “The Cosmic Tourist: The 100 Most Awe-inspiring Destinations in the Universe”).

Brian May e Sir Patrick Moore
Brian May e Sir Patrick Moore

Mas se a paixão pela música sempre foi muito conhecida, para provar seu amor e seu apoio a astronomia May decidiu tornar-se patrono de um museu, o Museu ‘Herschel Museum of Astronomy’, em Bath no Reino Unido. A notícia foi dada pelo escritório do museu: “O Dr. Brian May aceitou graciosamente o cargo no lugar de seu antecessor Sir Patrick Moore , que morreu no ano passado”. Sir Patrick era amigo de Brian e foi co-autor do primeiro livro do roqueiro.

“Museu rock”. A decisão de May para apoiar o museu criou um grande entusiasmo entre os funcionários, como a curadora Debbie James que disse estar feliz com a escolha de Brian, que o transformará em uma espécie de embaixador do museu no mundo. Há uma forte ligação entre a comunidade científica e a música, o mesmo Herschel chegou à Inglaterra, vindo da Alemanha, como músico, tornando-se um estudante de astronomia mais tarde. “Brian trará uma continuidade entre a música e as estrelas , não há ninguém que possa desempenhar esse papel melhor do que ele”, disse James.

 

Fonte: www.105.ne

Ben Whishaw foi por fim aprovado como ator que fará Freddie Mercury no filme que conta a trajetória do cantor, a ser estreada nos cinemas daqui dois anos. Os dados são da página da internet “Deadline”. O britânico, de 33 anos, já era aprestentado como predileto pelos próprios membros do Queen.

O primeiro ator cotado para o papel foi Sacha Baron Cohen, contudo o comediante teria abandonado o plano para segundo plano devido às contestações criativas com os membros da banda. Haviam feito o convite inicial a Johnny Depp, que não aceitou. A questão com Cohen era de que o ator queria ressaltar a vida íntima do astro da música, o que foi negado pelos ex-companheiros da banda Queen.

O drama se fundamenta na época de iniciação do Queen, até o show no Live Aid, em 1985. Os derradeiros anos de Mercury, que faleceu aos 45 anos, com dificuldades provenientes da Aids, não vão ser mostradas no longa.

O projeto cinematográfico ainda não possui direção determinada, e com roteiro de Peter Mortan, a película vai contar a vida de Mercury, que foi cantor e líder da banda de rock britânica Queen. Vários sucessos da banda, como “Bohemian Rhapsody” e “We Are the Champions” são de autoria dele. Suas apresentações ao vivo eram mitológicas, tornando-se conceito de marca da banda. A simplicidade com que Freddie domava as plateias e as suas improvisadas na voz abrangendo o publico no show tornaram suas turnês um gigantesco sucesso há mais de trinta anos.

Fonte: www.noticiasbr.com.br

Ben Whishaw, um dos mais novos do elenco de "007 - Operação Skyfall", compareceu à pré-estreia do filme em Londres (23/10/12)
Ben Whishaw, um dos mais novos do elenco de “007 – Operação Skyfall”, compareceu à pré-estreia do filme em Londres (23/10/12)

O ator Ben Whishaw, de “Perfume – A História de Um Assassino” e 007: Operação Skyfall”, será Freddie Mercury na cinebiografia do líder do Queen, que morreu em 1991 com apenas 45 anos. Em outubro deste ano, o baterista do grupo, Roger Taylor, havia dito que Wishaw era seu favorito para interpretar o papel após a saída de Sacha Baron Cohen do projeto.

Cohen deixou o projeto alegando “diferenças criativas”. De acordo com o site Deadline, os integrantes do Queen queriam um filme “limpo”, livre para adultos e adolescentes, enquanto Cohen queria um filme mais “pesado”, centrado na homossexualidade de Mercury.

Com roteiro de Peter Morgan, responsável por “A Rainha”, e direção de Dexter Fletcher, o filme retrata a formação do Queen nos anos 70 e termina com o lendário show Live Aid, em julho de 1985, em Londres. O concerto, organizado com o objetivo de arrecadar fundos para a Etiópia, contou com uma plateia de aproximadamente 82 mil pessoas.

Sexualidade do protagonista

Em agosto deste ano, Whishaw enviou um comunicado à imprensa revelando ser gay. “Ben nunca escondeu sua sexualidade, mas como muitos atores, ele prefere não entrar em detalhes sobre esse assunto. Devido à especulação, posso afirmar que Ben e Mark estão casados desde agosto de 2012”, disse o assessor do ator referindo-se ao parceiro de Ben, o músico Mark Bradshaw.

Mercury, que evitava falar sobre sua intimidade, revelou ser bissexual apenas um dia antes de sua morte, em decorrência de complicações causadas pelo HIV. Em uma entrevista de 1974 para o site NME, quando foi questionado diretamente sobre sua sexualidade, Mercury respondeu que “houve uma época em que ele era jovem e desprotegido”, e que teve sua “cota de humilhações escolares”, deixando implícito que ser gay lhe levou a ser discriminado por seus colegas de escola.

007 – Operação Skyfall

No 23º filme da série, Whishaw assumiu o personagem Q, num papel que já foi dos atores Desmond Llewelyn e John Cleese em filmes anteriores do agente James Bond. Q, um especialista em armamentos que concebe um equipamento supersecreto que ajuda o agente 007 a localizar vilões, sempre foi um dos personagens mais queridos pelo público nos filmes da série.

 

Fonte: http://cinema.uol.com.br

De acordo com o Deadline, o ator e diretor Dexter Fletcher foi escalado para dirigir a cinebiografia de Freddie Mercury, líder da banda Queen.

Os trabalhos de Fletcher atrás das câmeras são a comédia britânica Wild Bill e o musical Sunshine on Leith.

O site informa que o diretor já se encontrou com os integrantes remanescentes da banda para discutir os caminhos do filme, que acompanhará a performance do grupo no Live Aid em 1985 e evitará as polêmicas sobre o vocalista.

Ben Whishaw (007 – Operação Skyfall) será o protagonista.

Com roteiro de Peter Morgan (A Rainha), a cinebiografia de Freddie Mercury segue sem previsão de estreia.

 

Fonte: http://intersectnews.com
Dica de: Roberto Mercury

Segundo ‘Independent’, ele vai substituir Sacha Baron Cohen no papel.
Ator é conhecido de filmes como ‘Perfume’ e ‘007: Operação Syfall’.

Ben Whishaw em cena da série 'The hour' e Freddie Mercury, do Queen (Foto: Divulgação)
Ben Whishaw em cena da série ‘The hour’ e Freddie Mercury, do Queen (Foto: Divulgação)

 O ator inglês Ben Whishaw, protagonista de “Perfume: A história de um assassino” (2006) e intérprete do nerd Q em “007: Operação Skyfall” (2012), vai interpretar Freddie Mercury (1946-1991) na cinebiografia do cantor do Queen, informa nesta terça-feira (10) o jornal londrino “The Independent”.

Originalmente, quem estava escalado para o papel era Sacha Baron Cohen, de “Borat” (2006) e “O ditador” (2012). O humorista, contudo, desistiu em julho do trabalho, e o motivo seria uma série de desentendimentos com com integrantes da banda.

De acordo com o “Independent”, Whishaw, de 33 anos, era cotado desde outubro para viver o cantor. Na época, o baterista do Queen, Roger Taylor, citou o nome do ator ao falar sobre o filme. Ele já teria, inclusive, assinado o contrato.

No início de agosto, Whishaw divulgou um comunicado no qual dizia ser casado com o compositor australiano Mark Bradshaw. Mercury morreu em decorrência de Aids e era homossexual.

A abordagem de sua homossexualidade, inclusive, assim como seu envolvimento com drogas estiveram no centro da discordância entre Baron Cohen e os músicos do Queen. O comediante sugeria um retrato sem restrições, já os parceiros do cantor desejavam um tom mais leve

O ator e diretor britânico Dexter Fletcher também teria sido confirmado para dirigir o longa. A trama do filme sobre Mercury vai ser escrita por Peter Morgan, indicado ao Oscar de melhor roteiro por The Queen (2006) e “Frost/Nixon” (2008).

Ainda segundo o jornal, o filme vai retratar a história do Queen, tendo como ponto alto o show no Live Aid, em 1985. Hits como “Bohemian rhapsody”, “We will rock you” e “Another one bites the dust” estarão na trilha.

Fonte: www.g1.com
Dica de : Roberto Mercury

Será que Freddie Mercury seria fã de Lady Gaga? Se a dona dos figurinos mais doidos do pop tivesse feito sucesso enquanto o vocalista do Queen ainda tava vivo, será que ele curtiria o som dela o suficiente pra usar uma camiseta com o seu nome?

A graça de imaginar isso é que Gaga diz ter sido influenciada pelo Queen (tanto que o seu nome artístico veio da música “Radio Ga Ga”). E foi seguindo essa brincadeira de fazer os influenciados serem admirados pelos influenciadores que o artista curitibano Butcher Billy – aquele que transformou ícones da música dos anos 80 em super-heróis e misturou grunge com Street Fighter – montou uma pequena coleção de imagens em que grandes mitos do rock demonstram admiração por alguns dos seus fãs mais ilustres através de camisetas.

Uma série que “inverte o curso natural da hierarquia da cultura pop”, nas palavras do próprio Billy. Confira aí:

Reversed Music 1

Reversed Music 2

Reversed Music 3

Reversed Music 4

Reversed Music 5

Reversed Music 6

Reversed Music 7

Reversed Music 8

Reversed Music 9

Reversed Music 10

Reversed Music 11

Reversed Music 12

 

Fonte: www.judao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Star Bohemian Wars Rhapsody

“Bohemian Rhapsody”, a música mais célebre de toda a discografia do Queen, teve como inspiração o livro “O Estrangeiro”, de Albert Camus. Mas como seria a canção se Freddie Mercury tivesse se baseado no filme “Star Wars”?

Para tentar responder a pergunta, os alunos do curso de programação digital da Universtiy of Advancing Technology, no Arizona, recriaram a música, só que contando a história do clássico dirigido por George Lucas.

O resultado do negócio você confere aqui embaixo

Fonte:  www.noize.com.br


Conheça We Will Rock You, um dos três primeiros jogos da linha Galaparty!

 Existem mais de mil motivos para se jogar um jogo. Dentre esses, talvez um dos mais divertidos seja rir dos seus amigos sem qualquer piedade. Para isso e outras coisas, existe We Will Rock You.

  É muito simples. MESMO.

O que você precisa fazer é entrar no ritmo de “We will rock you” do Queen (batendo nos joelhos ou na mesa duas vezes e uma palma) e memorizar um sinal.

Na sua vez, você deve fazer seu sinal e passar a vez para outro jogador, reproduzindo o sinal dele.

Sinais. Não o filme do Mel Gibson, outros sinais.

O jogo continua até alguém errar, fazendo o sinal errado, fora do ritmo, fazendo um papelão etc. e recebendo sua punição: uma bola imensa e pesada enterrando-o no chão =). E assim até que todas as bolas tenham sido distribuídas e todo mundo  devidamente zoado.

Não entendeu? Se uma imagem vale mais que mil palavras, o vídeo abaixo vale mais que 2.064.000

Em suma, você pode ser esse cara:


O peso da Derrota

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E aí, quem vai ser? Clique aqui pra descolar o seu e descobrir!

Fonte: www.galapagosjogos.com.br


Gostaria de Pedir uma Música – Anote o Refri

 

Com dicas de: Roberto Mercury e Rodrigo

Academia da Voz encerra o ano letivo com um FlashMob durante o almoço no refeitório do UNASP-EC.

Música: Somebody to Love
Letra e Música: Freddie Mercury
Arranjo: Adam Andews e Tim Davis

 

Dica de: Zinho Cunha