O Mountain Studios, em Montreaux, na Suíça, vai virar um museu do Queen. O projeto ganhou o nome de “Queen – The Studio Experience” e vai exibir a relação que a banda teve com a cidade, além de contar mais sobre os álbuns gravados ali entre 1979 e 1996, anos que o estúdio pertenceu a Freddie Mercury e companhia.

Os fãs também encontrarão fotos e objetos pessoais do Queen. A sala de gravação foi mantida como na época, com a exceção da mesa de controle, que foi substituída por uma reprodução que permite que os visitantes façam seu próprio remix das músicas da banda. Também há uma sala chamada “Made In Heaven”, onde Freddie gravou a sua última música.

O museu deve abrir para o público no início de dezembro.

 

Fonte: www.mtv.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Quando começou a cantar, integrantes da banda não o queriam como líder

Roger Taylor, que era baterista da banda Queen na época de Freddie, admite que ele e o guitarrista Brian May tiveram várias reuniões para conversar sobre a possibilidade de o aspirante a estrela entrar na banda Smile, nome anterior da famosa Queen, pois suas habilidades vocais eram bem limitadas.

Ao descrever o líder cantando, ele disse: “Como uma ovelha. Como uma ovelha gritando bem forte. Não era bom. Mas ele era produto de sua energia enorme, um tributo à ideia de que se você acredita muito em alguma coisa, você pode fazer aquilo acontecer. Freddie era obcecado por Hendrix e queria ser uma figura parecida com ele. Ele acreditava em si mesmo e acreditou na gente”.

Porém, o cantor de We Will Rock You se tornou o líder perfeito, quando a banda começou a crescer, desenvolvendo um jeito único de interagir com o público. “Além de ser o líder perfeito, ele foi o catalizador para ligar a banda ao público”, acrescentou Brian.

Vale lembrar que, recentemente, Daniel Radcliffe, que foi cogitado para viver a lenda do rock nos cinemas, negou que substituirá o ator Sacha Baron Cohen no novo filme biográfico sobre o vocalista da banda, insistindo que ele não seria capaz de retratar adequadamente o músico exibicionista.

“Todo mundo que está dizendo na internet que sou completamente errado para o papel está certo. Eu sou completamente errado para o papel”, disse à revista Empire.

Os rumores sobre a possibilidade de Radcliffe interpretar o cantor surgiram depois que o astro de O Ditador, Sacha Baron Cohen, que foi escolhido para viver Mercury em 2010, deixou a produção no início deste ano, em meio a desentendimentos com os membros remanescentes da banda que vão produzir o filme.

 

Fonte: www.ofuxico.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Por: Andre Barcinski  –  http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br

A música pop dos anos 80 é sempre lembrada como uma caricatura: cabelos engraçados, canções ruins e roupas esquisitas de cores berrantes.

Mas duas autobiografias lançadas recentemente mostram um lado mais sombrio do pop oitentista. A primeira é “Le Freak”, de Nile Rodgers, livro espetacular que já citei no blog (leia matéria aqui). A segunda é “In The Pleasure Groove – Love, Death & Duran Duran”, de John Taylor.

Filho único e mimado de uma família classe média de Birmingham, o baixista fundou o Duran Duran em 1978/79, inspirado pela elegância do Roxy Music e pelos grooves do Chic.

Desde o início, a banda sabia o caminho do sucesso. Em vez de penar por anos em clubinhos vagabundos, investiu em roupas caras, criou um visual moderno e um som limpo e dançante, na contramão do punk. Um ano depois do primeiro show, já tinha muitos fãs e um contrato com a EMI.

O Duran Duran foi dos primeiros grupos a perceber o potencial da MTV – inaugurada em 1981 – e tratou de investir em videoclipes caros e sofisticados para a época, muitos dirigidos pelo australiano Russell Mulcahy, que depois ficaria famoso pelo filme “Highlander”.

“Videoclipes, para nós, eram tão importantes quanto o estéreo era para o Pink Floyd”, disse o tecladista Nick Rhodes.

O grupo surgiu numa época de mudanças na indústria musical. Em 1979, as gravadoras sofriam com uma grande queda de vendas, causada pela decadência da discoteca e pela segunda crise do petróleo, que encareceu a matéria-prima para fabricação de vinis.

Gravadoras começaram a enxugar seus “casts”, mantendo só artistas com grande potencial de vendas. Foi o início da “Era Michael Jackson” – contratos milionários, investimentos maciços em publicidade e orçamentos ilimitados para videoclipes, discos e turnês. Foi aí que Madonna, Elton John, Bruce Springsteen, Prince, George Michael e outros viraram superastros. Além do Duran Duran, claro.

Foi também uma época de drogas em excesso – especialmente cocaína – e de fãs em histeria beatlemaníaca, amplificada pelo sucesso da MTV e pela superexposição dos astros. O próprio Taylor foi um dos maiores ídolos “teen” dos anos 80. “Logo descobri uma coisa incrível: meninas de todos os idiomas adoravam tomar drogas comigo!”, escreve o músico.

Taylor vivia uma espiral ininterrupta de cocaína, álcool e festas. Toda manhã, o “tour manager” do Duran Duran mandava colocar debaixo da porta do baixista um aviso com informações sobre o que ocorria no mundo real: “HOJE É SEXTA-FEIRA. VOCÊ ESTÁ EM CHICAGO. HOJE À NOITE TEM SHOW. PASSAGEM DE SOM ÀS 4 DA TARDE.”

O livro é muito engraçado. Não sei se foi o próprio Taylor que escreveu ou se teve ajuda de alguém, mas algumas passagens são hilariantes. Numa das melhores, Taylor descreve uma entrevista para a TV em que chegou ao estúdio chapado depois de uma noite farreando com Freddie Mercury e conseguiu insultar toda a população de Birmingham. Para piorar, ainda levou um pito de Bryan Adams no camarim: “John, tem certeza que você está bem?”

Em outro trecho, o baixista dá uma espinafrada em Sting, narrando um show do Police em 1978, abrindo para o Heartbreakers, grupo de Johnny Thunders, ídolo de Taylor.

Sting: Daqui a pouco teremos aqui no palco o Heartbreakers!

Taylor (na platéia): Yeah!!

Sting: Eles não sabem tocar, vocês sabem, né?

Taylor: Vai se f…, seu babaca!

Sting: É verdade. Eles são caras legais, mas não tocam p… nenhuma!

Mesmo que você não seja fã do Duran Duran, vale a pena ler o livro para entender as engrenagens que moveram o pop dos anos 80, época em que a indústria da música fincou os pés, definitivamente, no “material world”.

 

Fonte: http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Foram conhecidos os nomeados para a 41ª entrega dos Emmy Internacional (2013). O documentário “Freddie Mercury: The Great Pretender” concorre na categoria Melhor programa artístico, abaixo os nomeados:

Melhor programa artístico

Hello?! Orchestra
MBC / SAN Media
Coreia do Sul

Soundtrack
Geronimo BVBA
Bélgica

Multiple Views – La Máquina Loca (The Crazy Machine)
TV UNAM / El Caiman Films / Alebrije
México

Freddie Mercury: The Great Pretender
EMP / Mercury Songs co-production for Eagle Rock Entertainment
Reino Unido

A cerimónia de entrega dos Emmy Internacional 2013 é realizada no dia 25 de novembro, diretamente de Nova Iorque, EUA.


Para ver todas categorias Clique Aqui

 

Fonte: www.zapping-tv.com
Dica de: Roberto Mercury

MTV Europe Music Awards 2011 - Exclusive Getty Backstage BoardsEnquanto vários fãs do Queen ainda não conseguem assimilar a participação de Adam Lambert, Brian May é definitivo: “Ele é extraordinário. Sua voz fala por si, é um registro que só um em um bilhão possui. Adam pode fazer coisas que nunca ouvi alguém fazer antes em toda minha vida”, disse o guitarrista à iHeart Radio.

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Depois de Sacha Baron Cohen desistir e o Harry Potter negar qualquer ligação com o filme…

dominc-580x386Muito bafafá se criou quando foi anunciada a produção de um filme baseado na vida de um dos maiores (se não o maior) frontmen da história da música; afinal, não é todo dia que um ídolo do calibre de Freddie Mercury ganha sua própria cine-biografia.

O projeto inicial contava com Sacha Baron Cohen, o Borat, como vocalista do Queen na telona, mas divergências sobre a classificação indicativa da película fizeram o comediante inglês pular fora do barco. Depois surgiu o rumor de que Daniel Radcliffe seria o bigodudo; o eterno Harry Potter fez questão de afastar qualquer possibilidade de isso acontecer. Então chegamos ao próximo possível intérprete de Freddie: Dominic Cooper.

Cooper é um ator britânico com experiência no rádio e teatro antes de se aventurar na tela grande. Seus trabalhos mais conhecidos são como Howard Stark no filme do Capitão América e como o sósia atormentado do filho de Saddam Hussein no FODÁSTICO Dublê do Diabo, além do musical Mamma Mia, em que pôde mostrar seus dotes vocais.

AINDA é um rumor, direto dos nossos amigos do Latino Review , e ainda não há nada confirmado, mas pelo menos Dominic pode passar por Freddie e sabe cantar.

Se o filme, ainda sem previsão de lançamento, tiver METADE das polêmicas e histórias envolvendo o Queen, já teremos uma baita biografia.

 

Fonte: www.judao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

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O icônico espartilho de Madonna, desenhado por Jean-Paul Gaultier, e um blazer de Brandon Flowers, vocalista da banda The Killers, da Dior, são algumas das peças que mostram a estreita relação entre o rock, o pop e a moda, em uma exposição que estreia nesta sexta-feira em Paris.

Coincidindo com a Semana da Moda, o Hard Rock Café da capital francesa traz uma mostra de vinte peças inesquecíveis da história da música.

Além do espartilho pontudo que enlouqueceu plateias de todo o mundo cantando “Like a Virgin”, em 1990, a jaqueta e calça bordados com flores e incrustações em Swarovski de Madonna estão na exposição.

O casaco preto de Brandon Flowers com plumas nos ombros é o resultado da admiração do cantor de The Killers pelos desenhos de Hedi Slimane para a Maison Dior.

A jaqueta de couro vermelha que Michael Jackson vestia no videoclipe de “Beat It”, cheia de tachas e ombreiras metalizadas, está exposta junto do macacão branco com raios negros que deixava nu o torso de Freddie Mercury durante sua turnê em 1978.

São algumas peças que entraram no imaginário popular e que são também um pouco da história da música, como o macacão puído nos shows do Kiss, que chegou a ser chamuscado por faíscas que saíam da guitarra durante o espetáculo.

O jaqueta marrom usada por John Lennon na capa do álbum “Rubber Soul” (de 1965) testemunha o rumo os Beatles estavam tomando: canções mais maduras que deixavam para trás uma estética mais formal.

Quem não se lembra de Elvis Presley com sua roupa branca, as calças boca de sino, com um cinto de tachas, tão ao estilo de Las Vegas? É a ilustração dos últimos anos de glória de quem tinha conquistado a massa com uma indumentária bem ousada.

Do início da carreira de Elvis, nos anos 50, está a jaqueta que vestiu no célebre filme “Prisioneiro do Rock and Roll” (“Jailhouse Rock”, de 1957), de couro com botões metálicos e seu número de identificação.

O modelo biker que Sid Vicious, dos Sex Pistols, praticamente não tirava do corpo, e os trajes extravagantes que John Lennon fez sob medida, a partir de um quadro do pintor inglês Thomas Gainsborough, bem ao estilo do século XVIII, também estarão expostas.

A exposição “Hard Rock Couture” mostra uma seleção das 77 mil peças que a cadeia americana restaurantes tem no acervo, que começou com uma guitarra doada por Eric Clapton para deixar claro qual era sua cadeira no local.

A exposição traz também as últimas tendências do mundo da música, como apontam os vestidos de ousadíssima Lady Gaga, de Katy Perry – lantejoulas pretas e plumas rosas, e de Shakira. EFE

 

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com
Dica de Roberto Mercury

Dia: 29 novembro 2013
Horário: 18:00 às 21:00

Local: Carioca Club
Tipo de evento: locação
Organizado por: Alive Concerts

Ingressos estão à venda pelos site www.clubedoingresso.com, nas bilheterias da casa e na Die Hard (Loja 312 – Galeria do Rock).

Descrição do evento

GOD SAVE THE QUEEN

Única apresentação em São Paulo

Atendendo a pedidos, a melhor e mais consagrada banda de tributo ao Queen, God Save The Queen, volta à São Paulo para se apresentar dia 29 de novembro no Carioca Club.

Formada na na cidade de Rosário, Argentina, em 1998, God Save The Queen é composta por Pablo Padin (vocal), Francisco Calgaro (guitarra), Ezeguiel Tibaldo (baixo) e Matias Albornoz (bateria).

Em seus shows, o God Save The Queen procura reproduzir com exatidão de detalhes e apurado senso artístico as características que marcaram o Queen durante seus 20 anos de carreira, entre 1971 e 1991.

O cantor Pablo Padin consegue incorporar Freddie Mercury com tanta fidelidade, tanto nos trajes e trejeitos que costuma arrancar lágrimas dos fãs da célebre banda britânica, arrebatando uma legião de fãs saudosos e apreciadores de boa música.

Em sua última apresentação na Europa, obtiveram um êxito de público e crítica tão grande, que o próprio Brian May, guitarrista original do Queen, foi ao encontro deles para elogiar e mostrar sua satisfação com o grupo.

O repertório do God Save The Queen passa pelos maiores sucessos de Mercury e cia, incluindo clássicos como We Will Rock You, Radio Ga Ga, Under Pressure e Love Of My Life, entre outras.

Para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de ver Queen ao vivo, ver God Save The Queen, será sem dúvida, a maior aproximação possível do que foi um show dos lendários do Queen

Os ingressos estão à venda pelos site www.clubedoingresso.com ,nas bilheterias da casa e na Die Hard (Loja 312 – Galeria do Rock).

 

Fonte: www.cariocaclub.com.br
Dica de: Roberto Mercury

HERBERT VIANNA tem motivos para se sentir realizado. O líder d’OS PARALAMAS DO SUCESSO, além de se consagrar como músico, teve o privilégio de conhecer e até trabalhar com alguns de seus ídolos e mestres da guitarra.

HERBERT VIANNA tem motivos para se sentir realizado. O líder d’OS PARALAMAS DO SUCESSO, além de se consagrar como músico, teve o privilégio de conhecer e até trabalhar com alguns de seus ídolos e mestres da guitarra.

BRIAN MAY – Em 1994, OS PARALAMAS estavam na Inglaterra gravando o álbum experimental “Severino”. Para a alegria da banda, eles contaram com a participação do guitarrista BRIAN MAY, ex-QUEEN. O famoso britânico inseriu sua inconfundível guitarra na faixa “El Vampiro Bajo El Sol”. Além de seu característico solo, ele ainda tocou guitarra base e participou de um breve coro que lembra os feitos por sua extinta banda. Conta-se que o clima das gravações foi tão descontraído que o trio brasileiro baixou as calças de BRIAN durante um dos takes. Por influência do ex-QUEEN, HERBERT trocou todo o seu equipamento de palco e adquiriu uma guitarra Red Special igual a de BRIAN (veja “Vamo Batê Lata”). Anos depois, quando HERBERT sofreu o acidente de ultraleve, BRIAN MAY enviou-lhe um telegrama desejando uma boa recuperação.

JIMMY PAGE – Ainda nos anos 90, HERBERT VIANNA passou uma tarde com um dos guitarristas mais aclamados do Rock: JIMMY PAGE, o executor das seis cordas no LED ZEPPELIN. Durante o encontro, a conversa não poderia ser outra senão sobre guitarra. PAGE mostrou a afinação DADGAD usada em “Kashmir” e estranhou quando pegou a guitarra de HERBERT e deparou-se com uma afinação diferente desenvolvida pelo brasileiro na sequência EAEDAE. De acordo com VIANNA, o lendário guitarrista inglês anotou a afinação alternativa. HERBERT possui uma guitarra Gibson de dois braços que foi assinada por JIMMY PAGE naquele dia.

MARK KNOPLER – Em 2000, o líder dos DIRE STRAITS esteve no Brasil divulgando seu álbum solo “Sailing to Philadelphia” e foi entrevistado por HERBERT VIANNA para o Vídeo Show da Rede Globo. Obviamente, a paixão de ambos por guitarras foi o assunto central. KNOPLER é conhecido por seu estilo de tocar sem palheta e o músico deu uma pequena demonstração de seu talento em uma guitarra levada pelo Paralama. HERBERT ainda deu de presente para o ídolo uma craviola, um instrumento brasileiro que a Giannini costumava fabricar. A entrevista está entre os vídeos abaixo.

PARALAMAS – “El Vampiro Bajo El Sol” (com BRIAN MAY)

PARALAMAS – “Whole Lotta Love” (LED ZEPPELIN cover)

HERBERT VIANNA entrevista MARK KNOPFLER

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

 

Fotos por Richard Young
Fotos por Richard Young

Neste documentário “Celebrity Exposed”, de aproximadamente uma hora e meia, o cineasta Don Letts celebra a vida e obra de Richard Young, o mais famoso fotógrafo de celebridades do mundo, revelando as histórias por trás de algumas das fotografias mais conhecidas de todos os tempos.

Nós editamos parte do documentário, deixando uma parte da introdução (que fala do começo de sua carreira), uma parte de como ele se tornou tão respeitado e querido no meio das estrelas, e partes em que Freddie aparece (tendo uma parte especial da festa de seu 39º aniversário, festa que originou o clip de Living on my own).

Ficha técnica:
Celebrity Exposed
Direção:  Don Letts

País:  Grã-Bretanha
Ano: 2011
Duração:  86 min

 

 

Daniel Radcliff, para sempre Harry Potter, negou que irá interpretar Freddie Mercury no cinema. De acordo com informações do jornal britânico Daily Star, o inglês estaria negociando o papel após Sacha Baron Cohen abandonar o projeto, em julho deste ano.

Durante uma entrevista ao podcast da revista Empire, Radcliffe afirmou não haver esta negociação. “Isso é uma daquelas coisas muito engraçadas. O rumor saiu de uma história no Daily Star, e então você vê jornais como o Guardian usando o The Star como fonte e o boato cresce. É algo que eu nunca faria. Sou a pessoa completamente errada para esse papel!”, declarou o ator.

O inglês continou: “É o tipo de coisa que acontece comigo e isso acontece com Emma (Watson) e com o filme de Cinquenta Tons de Cinza. Quando alguém tem centímetros de coluna para preencher, eles só escolhem um de nossos nomes”.

Depois que Cohen deixou o projeto, o roteirista Peter Morgan (A Rainha) chegou a dizer que o filme não seria mais rodado. Por outro lado, o produtor Graham King afirmou que o longa sairá. Baron Cohen estava definido no papel desde 2010.

Atualmente, Radcliffe está em outra cinebiográfia, Kill Your Darlings. O filme é sobre o poeta americano Allen Ginsberg. Ainda sobre os boatos a respeito do filme de Freddie Mercury, o inglês declarou: “Se fosse um rumor sobre interpretar Iggy Pop, eu pensaria que poderia ser divertido. Mas Freddie Mercury? Não. Eu nem sei quem vai ser o diretor”.


Harry Potter das telonas, segundo rumores, ator faria o cantor nos cinemas. Vaga foi aberta após desentendimento entre Queen e Sacha Baron Cohen.

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O ator Daniel Radcliffe, conhecido por ter interpretado o personagem Harry Potter nos cinemas, desmentiu que tenha sido escolhido para dar vida ao cantor Freddie Mercury na cinebiografia do líder do grupo britânico Queen.

Em entrevista à revista “Empire”, Radcliffe disse não “haver verdade nisso de forma alguma”. “Isso é uma daquelas coisas muito, muito engraçadas: surge uma história no ‘Daily Star’ e então você vê jornal como o ‘The Guardian’ usando o ‘Star’ como fonte, e isso cresce e cresce até que ‘Dan Radcliffe está interpretando Freddie Mercury’, o que eu nunca vou fazer”, falou.

No festival Sundance, realizado em janeiro deste ano, Radcliffe divulgou seu novo filme, “Kill Your Darlings”, sobre a juventude do poeta Allen Ginsberg, um dos ícones da Geração Beat. Durante o festival a Sony Pictures comprou os direitos do longa e irá distribui-lo.

 O filme contará a iniciação de Ginsberg, então com 17 anos, no momento em que conhece Lucien Carr (Dane DeHaan), William S. Burroughs (Ben Foster) e Jack Kerouac (Jack Huston), que mudariam sua visão de mundo e seriam seus parceiros na fundação do movimento beatnik.

Em julho, o ator Sacha Baron Cohen, de “Borat”, desistiu de ser Freddie Mercury nos cinemas, após se desentender com os integrantes ainda vivos do Queen.

De acordo com o site Deadline, os antigos colegas de Mercury querem que o longa foque a trajetória da banda e tenha um tom mais leve, enquanto o ator insistia para que o roteiro tivesse o vocalista como personagem principal.

Além disso, Cohen queria que a vida pessoal do cantor, que morreu em 1991, fosse retratada de forma mais adulta, sem qualquer restrição ao seu envolvimento com drogas e sua homossexualidade, o que provavelmente elevaria a classificação indicativa.

 

Fontes:  www.cineclick.com.brhttp://g1.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Sacha Baron Cohen Foto: BangShowBiz / BangShowBiz
Sacha Baron Cohen Foto: BangShowBiz / BangShowBiz

O ator Sacha Baron Cohen teria abandonado a cinebiografia de Freddie Mercury por ser muito engraçado. Há alguns meses, o astro de Os Miseráveis desistiu de protagonizar o filme sobre o vocalista do Queen, em meio a boatos sobre desentendimentos com os membros remanescentes da banda.

No entanto, agora o baterista Roger Taylor admite que, ele e Brian May tiraram o ator do filme, porque temiam que Cohen – que protagonizou Bruno – pudesse transformar o filme em uma comédia com sua atuação. ”Sentimos que Sacha provavelmente não estava certo. Não queríamos que isso fosse uma piada. Queremos que as pessoas fiquem comovidas’‘, disse Roger.

Enquanto isso, o colaborador habitual de Baron Cohen, Dan Mazer, reconheceu que seu amigo provavelmente não era a ”pessoa certa” para o filme.

Ele disse ao jornal The Sun: ”provavelmente não era a pessoa certa. Sacha é muito seguro sobre como ele quer fazer as coisas. Se ele sentiu que não poderia fazer isso de maneira certa, então ele não queria fazer”.

Os comentários seguem as especulações de que Baron Cohen deixou o projeto porque entrou em conflito com os membros remanescentes da banda sobre a direção criativa do filme.

O ator seria a favor de que a vida pessoal do cantor, que morreu de AIDS em 1991, fosse retratada de forma mais adulta, sem qualquer restrição ao seu envolvimento com drogas e sua homossexualidade, enquanto os colegas de banda de Mercury queriam um filme mais familiar.

Daniel Radcliffe, o ator de Harry Potter, tem sido cotado para substituir Baron Cohen no filme. Outro rumor sobre o filme é de que a Sony Pictures e a GK Films estariam de olho no cineasta premiado com o Oscar, Tom Hooper, para supervisionar o filme sobre o icônico cantor do Queen.

O drama biográfico será produzido por Robert De Niro, juntamente com Graham King, Tim Headington e Rosenthal Jane.

No ano passado, Brian May revelou que a produção havia sido adiada devido a contratos sendo resolvidos, mas as filmagens devem começar ainda este ano para um lançamento de 2014.

 

Fonte: http://cinema.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Matchbox cantou ‘Jumpin Jack Flash’ e Ivete entoou ‘Love of my life’. Cazuza ganhou um tributo especial de artistas brasileiros na edição 2013.

Além de Raul Seixas, que teve música cantada por Bruce Springsteen, o Rock in Rio 2013 também teve homenagens a Queen, Beatles, Rolling Stones, AC/DC, Tim Maia e Luiz Gonzaga, entre outros artistas que tiveram suas canções interpretadas pelos astros do festival. Cazuza foi lembrado na voz de Ney Matogrosso, Rogério Flausino, Frejat e Bebel Gilberto, entre outros, em um tributo especial.

Ivete Sangalo
Cover de: Queen
Música: ‘Love of my life’

Leia reportagem do show

 

André Mattos + Viper
Cover de: Queen
Música: ‘We will rock you’

Leia reportagem do show

Para ver todas Clique Aqui

Fonte: http://g1.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

André Matos cantando “We Will Rock You” no Rock in Rio 2013 é noticiado no site Oficial do Brian May

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Para ver mais sobre a apresentação e o vídeo Clique Aqui

 

Fonte: www.brianmay.com
Graças a: Roberto Mercury

Músicos foram as primeiras atrações do palco Sunset deste domingo, último dia da edição 2013 do festival


Este domingo (22), último dia da edição 2013 do Rock in Rio, foi aberto com, show do vocalista André Matos e da banda Viper.

A apresentação foi recheada de faixas do Viper, do Angra e do Shaman (ex-bandas de Matos).

A última música do show foi um cover de “We Will Rock You”, clássico do Queen.

Antes de cantar “We Will Rock You”, André Matos prestou uma homenagem a Freddie e ao Queen: “Nós vamos fazer uma homenagem, àquele que talvez tenha sido o maior ícone do Rock in Rio de todos os tempos!! Em memória ao inesquecível Freddie Mercury!! Em memoria a 1985… Queen.”

 

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen + Adam Lambert + Fun.
iHeartRadio Music Festival
20/09/2013

Set List

Bohemian Rhapsody (short)
Another One Bites The Dust
Crazy Little Thing Called Love
Who Wants To Live Forever
Somebody To Love (with FUN)
Fat Bottomed Girls (with FUN)
Dragon Attack
Bohemian Rhapsody (Reprise)
We Will Rock You
We Are The Champions

Vídeo

Fotos

@ALAlwayz  Back of @iheartradio Music Festival shirt with @Queenwillrock & @adamlambert #Queenbert pic.twitter.com/ge8elI0NH0

@Paulcbond iheart today @QueenWillRock + @AdamLambert pic.twitter.com/A2mf5AGkF8

@adamsmadams: My friend got Adam at M&G :) http://twitpic.com/deehuq

 

iHeartRedCarpet

iHeartinterview

Backstage

Q&A2

iHeartQ&A

iHeartGetty

iHeartAdamSmile

GettyiHeartBriAd

iHeartGetty2

GettyAdam

iHeartScreenCapCurtainCall

 

Fontes: http://robertomercury.blogspot.com.br  |  http://onthemeaningofadamlambert.wordpress.com 
Dica de: Roberto Mercury

Famoso por viver o bruxo Harry Potter, o ator pode ganhar o papel do líder do Queen, morto em 1991, no filme que contará a história da banda

Com a saída de Sacha Baron Cohen do projeto, o ator Daniel Radcliffe, famoso por interpretar Harry Potter, aparece como a principal aposta dos produtores para o papel de Freddie Mercury no filme que contará a história do líder da banda Queen, morto em 1991.

Envolvido com o projeto desde 2010, Sacha decidiu sair em julho deste ano após desentendimentos com Brian May e Roger Taylor, integrantes da banda. A imprensa internacional divulgou que os músicos queriam que o filme tivesse um tom mais leve, para ser assistido por adultos e adolescentes, enquanto o ator queria focar na orientação sexual de Mercury e seu envolvimento com as drogas, fatores que elevariam a classificação indicativa do longa.

De acordo com o Daily Star, o nome de Daniel Radcliffe tem sido apontado como favorito ao papel e, segundo uma fonte da publicação, os produtores estariam dispostos a pagar um alto cachê ao ator para que ele participe das filmagens. “Já foi dito a Daniel que o papel é dele caso queira”, disse o informante.

São dois os fatores que colocaram o “bruxinho” no foco dos produtores: a estatura de Daniel ser próxima a de Freddie Marcury e aos comentários positivos sobre seu desempenho no filme Kill Your Darlings, no qual interpreta o poeta gay Allen Ginsburg e que deve estrear nos Estados Unidos no dia 18 de outubro.

Caso aceite o papel, Daniel Radcliffe precisará fazer algumas aulas de canto, pois a ideia é que não existam dublagens nas cenas musicais do filme, que ainda não tem data de estreia confirmada.

 

Fonte: www.otempo.com.br
Dica de: Roberto Mercury