No programa do dia 24 de julho, Edu Nunes,Marco Zenni, Murilo Gun e Allan Benatticontam com a presença especial de Ivo Holanda no Amigos da Onça. O astro das”Câmeras Escondidas” se transforma em Freddie Mercury no desafio em que os humoristas viram covers de astros do rock. Nesta prova, Edu se passa por Michael Jackson, Zenni homenageia a Banda Kiss, Gun vira Raul Seixas e Allan se fantasia de Elvis. Será que eles vão conseguir uma caixinha de quem estiver passando pelo centro de São Paulo?

Deixar a rua limpa não é fácil. É esta a missão dos Amigos em plena Avenida Paulista. De garis, eles viram seguranças de uma loja de departamentos e precisam manter a ordem no local seguindo tudo o que os outros humoristas mandarem.

Por fim, os Amigos da Onça vão precisar recolher as bandejas de uma praça de alimentação. Quem cumprir o menor número de provas vai pagar um mico daqueles no meio de uma cachorrada

video
play-sharp-fill

 

Fonte: www.sbt.com.br
Dica de: Roberto Mercury

minha lindeza que chegou haha
minha lindeza que chegou haha

Os duetos de Michael Jackson e Freddie Mercury finalmente serão lançados oficialmente

Showmen: Duets featuring Michael Jackson and Freddie Mercury are finally set to be officially released, three decades after they were recorded. The pair are pictured in 1980

Os ex-colegas da banda de Mercury, Brian May e Roger Taylor, estão trabalhando em faixas com os dois astros falecidos e prometeram “algo para a gente ouvir”em dois meses.

O guitarrista May descreveu as sessões deste mês, como: “excitante, desafiador e emocionalmente desgastante. Mas legal”.

 A perspectiva de unir os dois maiores astros do pop, combinando em uma reprise musical é uma perspectiva dar água na boca para os fãs de todo o mundo.

Exciting: The prospect of pop¿s two greatest showmen combining in a musical reprise is a mouth-watering prospect for fans around the world

Todos pensavam que os dois só haviam gravados juntos em 1980 e teria sido a única sessão, mas eles gravaram mais  músicas na casa de Michael Jackson em Encino, Califórnia.

Em 2011, May confirmou o espólio de que Michael Jackson havia dado permissão para ele para renovar o trio de gravações com Taylor e os dois trouxeram o produtor musical William Orbit, que já trabalhou com Madonna e Blur.

Progress: Mercury¿s former bandmates, Brian May and Roger Taylor, are working on tracks featuring the two dead superstars . May is pictured performing on state with Mercury

As faixas são susceptíveis de incluir novos solos de guitarra de May, juntamente com harmonias vocais ao estilo dos Queen.

Escrevendo em seu blog, em resposta a um fã, May, 66 anos, disse: “Existem alguns itens em andamento. Vamos ter algo para a gente ouvir em muitos meses, eu espero. “

Michael Jackson morreu em 2009, aos 50 anos, depois de sofrer uma parada cardíaca ligada a uma overdose de medicamentos. Mercury morreu em 1991 aos 45 anos com uma doença relacionada com a AIDS.

Uma fonte da família Jackson disse acreditar que as gravações pós-Encino resultou na incapacidade de ambos para organizar uma segunda sessão de gravação.

 

Fonte: http://newspressrelease.wordpress.com
Dica de: Roberto Mercury

Ah as fotos da escola! Quem nunca teve uma foto tirada no colégio que o assombrou durante anos? Com certeza isso é mais comum do que imaginamos, os rockeiros abaixo que o digam…

Nos Estados Unidos, é costume das escola fazer o famoso “yearbook” um livro que reúne fotos dos alunos e suas classes no ano corrente. O site Ultimate Classic Rock fez um apanhado dessas fotos de rockeiros famosos e o resultado você vê agora.

Gene Simmons

Layney Staley

Duff Mackgan

Flea

John Bonham

John Lennon

Keith Richards

Mick jagger

Joan Jett

Paul McCartney

Izzi Stradlin

Richie Sambora

Janis Joplin

Frank Zappa

Debbie Harry

Paul Stanley

Jon Bon Jovi

Dee Snider

Jimmy Page

James Hetfield

Bruce Springsteen

Slash

David Bowie

Freddie Mercury

Scott Weiland

Eddie Van Halen

Jim Morrison

Steven Tyler

Axl Rose

Bob Dylan

Jimi Hendrix

Kirk Hammett

 

Fonte: http://revista.cifras.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Depois do desligamento do ator e diretor inglês SACHA BARON COHEN [‘Borat’] da vindoura cinebiografia do finado vocalista do QUEEN, FREDDIE MERCURY, surge agora outro nome apontado como favorito pelos produtores para interpretar o músico bretão.

JOHNNY DEPP – que desde meados da década passada fala com sotaque inglês, apesar de ter nascido na caipirolândia Kentucky- seria a escolha definitiva para a película, e teria o aval tanto da Sony como dos membros remanescentes do grupo, de acordo com o jornalista Tim Nixon, do jornal inglês The Sun.

Sacha Baron Cohen retirou-se do projeto devido a ‘diferenças criativas’ quanto à concepção do roteiro e da abordagem do filme, pondo a perder vários meses de aulas de canto que ele vinha tendo para aperfeiçoes sua caracterização como Mercury.


Site de apostas coloca Johnny Depp como favorito para interpretar Freddie Mercury no cinema

 Após a desistência abrupta de Sacha Baron Cohen do filme biográfico sobre Freddie Mercury, onde o ator ia ser protagonista, o site de apostas online Paddy Power percebeu que o espetáculo tem de continuar e já oferece novas alternativas para o substituto de Cohen.

O grande favorito é o ator galês Michael Sheen, que já tem demonstrado a sua capacidade de interpretação de personagens reais, como David Frost, Tony Blair e Kenneth Williams, noutras biografias. Se se confirmar a probabilidade de 5/1, poderá agora adicionar Mercury à sua lista.

Michael tem, no entanto, competição de peso, com o ator americano Johnny Depp na segunda posição da lista com 6/1 de probabilidade. Ewan McGregor, que demonstrou as suas capacidades vocais em “Moulin Rouge”, surge na terceira posição com 10/1. Acabado de sair do grande sucesso que foi o “Les Miserables”, o ator, cantor e dançarino Hugh Jackman obteve as mesmas probabilidades que Ewan. A completar o top 5, aparece o comediante Jim Carrey com 12/1.

Um porta-voz da Paddy Power afirmou: “Cohen queria liberdade, mas o espetáculo tinha de continuar, e com esta grande mistura de personagens será uma decisão complicada”.

Confere a lista completa em baixo:

5/1 Michael Sheen
6/1 Johnny Depp
10/1 Ewan McGregor
10/1 Hugh Jackman
10/1 James Franco
12/1 Jim Carrey
14/1 Michael Fassbender
16/1 Dominic West
16/1 Andy Serkis
18/1 Daniel Day-Lewis
20/1 Jude Law
20/1 Nicholas Hoult
20/1 Ben Whishaw

 

Fontes: http://playadelnacho.wordpress.com  |  http://palcoprincipal.sapo.pt
Dica de: Roberto Mercury

Decisão foi provocada por desentendimento com membros do Queen.
Filme ainda não tem diretor ou previsão de lançamento.

Sacha Baron Cohen não será mais Freddie Mercury em um filme sobre o ex-vocalista do Queen. E o motivo de sua desistência teria sido justamente um desentendimento com integrantes da banda.

De acordo com o site Deadline, os antigos colegas de Mercury querem que o longa foque a trajetória da banda e tenha um tom mais leve, enquanto o ator insistia para que o roteiro tivesse o vocalista como personagem principal.

Além disso, Cohen queria que a vida pessoal do cantor, que morreu em 1991, fosse retratada de forma mais adulta, sem qualquer restrição ao seu envolvimento com drogas e sua homossexualidade, o que provavelmente elevaria a classificação indicativa.

Ainda segundo o site, os músicos do Queen teriam recusado o roteirista Peter Morgan e David Fincher ou Tom Hooper como diretor, todos indicados pelo ator.

A desistência de Cohen deve atrasar ainda mais o projeto, inicialmente previsto para este ano, mas adiado quando ele foi convidado a participar do musical “Os miseráveis”. A Sony Pictures e da GK Films pretendem agora lançar o filme em 2014, mas ainda não há uma data oficial.

Fonte: http://g1.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Uma recente pesquisa feita na Inglaterra elegeu quais artistas comporiam a Banda dos Sonhos

Resultado?

Vocalista:

Freddie Mercury (Queen)

Guitarrista:

Brian May (Queen)

Baixista:

Paul McCartney (Beatles)

Baterista:

Phil Collins (Genesis)

Tecladista:

Elton John

Meio apelação colocar Elton John como ‘tecladista’! Ele nunca foi tecladista de banda. Sempre foi pianista e teve carreira solo. Mas enfim ele foi de longe o mais votado, até pela falta de tecladistas notáveis em suas bandas… Eu colocaria Richard Wright, do Pink Floyd no Lugar dele.

Minhas outras  escolhas seriam Robert Plant (Led Zeppelin) como vocalista,aliás, se fossem fazer uma apresentação ao vivo, ele seria escolha ideal, pois seria impossível ter Freddie no palco hoje.

E  e Eric Clapton seria meu guitarrista, claro!!! Impossível não ter DEUS na Banda dos Sonhos!!! De qualquer um!!!!

E você, qual seria a sua Banda dos Sonhos?

 

Fonte: http://blogdohomerix.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury


Um dos guitarristas mais notáveis da história do rock completa 66 anos hoje. Brian May é conhecido por seu trabalho com o Queen, mas sua trajetória vai muito além disso.

Além de músico, May é doutor em astrofísica e já lançou, inclusive, um livro na área. A obra, intitulada “Bang! A História Completa do Universo”, foi escrita em parceria com os astrônomos Patrick Moore e Chris Lintott. 

Início

Brian May é filho único e nasceu na área suburbana de Hampton, em Londres, Inglaterra. Desde criança, toca violão e guitarra. Mas o primeiro instrumento que aprendeu a tocar foi um banjolele (mistura de banjo com ukelele).

Durante os tempos de escola, teve a sua primeira experiência com banda. No início da vida adulta, se formou em Matemática e Física pela Imperial College London. 

Apesar da sua grande facilidade com ciências exatas e da natureza, que poderia lhe render um emprego rentável como cientista em diversas áreas, May preferiu se arriscar como músico, por conta de uma insustentável paixão pela arte.

Pré-Queen

Sua primeira banda conduzida de forma profissional foi o Smile. A formação era composta por ele, Tim Staffell (vocalista e baixista) e Roger Taylor (baterista). 

O grupo, que chegou a abrir shows para Jimi Hendrix, tinha um fã que acompanhava os concertos onde quer que acontecessem: Farrokh Bulsara, popularmente conhecido como Freddie Mercury, que também era vocalista de outras bandas.

Staffell deixou o grupo em 1970, abrindo alas para a entrada de Mercury. A primeira exigência do cantor foi mudar o nome da banda para
Queen. No ano seguinte, o baixista John Deacon passou a completar a formação. O resto é história.

Queen

A até então pequena Chrysalis Records foi a primeira gravadora a conceder um contrato ao Queen, que gravou seus primeiros discos com orçamento limitado e conquistou sucesso moderado e progressivo.

A partir de 1975, com o lançamento de “A Night At The Opera”, a banda se tornou o monstro de popularidade que conhecemos hoje. 

 

Em aproximadas duas décadas de atividade, o Queen registrou quatorze discos de estúdio, além do póstumo “Made In Heaven” de 1995. Seus trabalhos atingiram a primeira posição das paradas de diversos países e é estimado que tenham vendido de 150 a 300 milhões de cópias por todo o mundo.

Além de tocar guitarra nos álbuns do Queen, Brian May também fazia vozes de apoio e cantava partes principais esporadicamente, como no primeiro verso de “Who Wants To Live Forever”, a ponte de “I Want It All”, entre outros momentos.  

 

Pós-Queen

O fim do Queen foi decretado após a morte de Freddie Mercury, em 1991. No ano seguinte, a carreira solo de May teve início, com dois discos lançados: “Back To The Light” (1992) e “Another World” (1998).

Em 2004, um tributo ao Queen com o vocalista Paul Rodgers (Free, Bad Company) foi divulgado, contando com Brian May e Roger Taylor dos integrantes originais. O grupo concebeu um disco, lançado em 2008 e intitulado “The Cosmos Rocks”. Atualmente, May e Taylor fazem apresentações esporádicas com o cantor Adam Lambert, no mesmo modelo do projeto anterior. 

Apesar de não ter lançado muitos trabalhos após o fim do Queen, Brian May não deixou de estar na ativa. Participou de concertos especiais e colaborações artísticas de bandas como  Motörhead, Foo Fighters, Genesis, Guns N Roses, Robbie Williams e muitos outros.

Entre suas dezenas de premiações, comumente ligadas à sua contribuição musical à sociedade, Brian May foi condecorado como CBE (Comandante da Ordem do Império Britânico), diretamente pela rainha do Reino Unido, Elizabeth II. 

 

por Igor Miranda

Fonte: http://revista.cifras.com.br
Enviado por: Roberto Mercury

DVD do grupo inglês Queen lançado no Brasil pela Universal Music no início deste ano de 2013, em edição remasterizada em alta definição e com áudio 5.1 surround, Hungarian rhapsody – Queen Live in Budapest está sendo reposto no mercado nacional numa edição tripla que adiciona dois CDs ao DVD original.

Tal como o DVD, os CDs trazem o registro ao vivo integral de uma das apresentações do show da Magic tour – turnê inspirada no 12º álbum de estúdio da banda, A kind of magic (1986) – em gravação ao vivo que totaliza 27 números captados na capital da Hungria em 1986.

Foi a última turnê do Queen com Freddie Mercury (1946 – 1991).

 

Fonte: www.7segundos.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Mercury – A Biografia Definitiva por R$ 29,90

Sinopse:

Freddie Mercury dispensa apresentações. Mas o que há por trás desse mito do rock? Como ele era nos bastidores? Como foi sua infância e por que ele a escondeu tão bem? Freddie era uma figura pouco convencional no meio do showbiz. Carente, inseguro, com uma forte personalidade, fã de ópera, mitologia e astrologia, Farrokh Bulsara, também conhecido como Freddie Mercury, é um figura que merece ser conhecida de perto. Freddie Mercury — A biografia é uma ótima oportunidade para isso.

Características:

I.S.B.N.: 9788576846123
Cód. Barras: 9788576846123
Reduzido: 4623027
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Profundidade: 2,5 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2013
Idioma : Português
Número de Paginas : 490
Tradutor : Fabiana Barúqui

Para mais detalhes sobre Freddie Mercury – A Biografia Definitiva Clique Aqui

Para ver todos livros em promoção Clique Aqui

 

Dica de: Roberto Mercury
Fonte: www.saraiva.com.br

Em entrevista ao seu site oficial, Brian May revelou que segue o mesmo que sempre foi como guitarrista, ou seja, nada de praticar. “A guitarra ainda é minha amiga. Não faço nada de exercícios técnicos com ela, apenas pego e toco o que tenho vontade. Quando uma turnê se aproxima, toco com mais frequência para reacostumar os dedos. É o único tipo de preparação que realmente faço”.

 

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Grêmio Rock – Dia Mundial do Rock

Confira uma matéria exclusiva da Grêmio TV em homenagem ao Dia Mundial do Rock, comemorado dia 13 de julho.
Keep on rockin`

Bohemian Rhapsody aparece a partir de 1:50

Dica de: Jonathan Carniel

 
Eles são fortes, marcantes e imponentes! Não há duvidas que um bigode faz toda a diferença no visual. Eles tem vários estilos e tamanhos mas não é todo homem que consegue preservar um belo bigode. Rockeiros de várias gerações o cultivaram, e tudo bem que eles não são mais tão populares hoje em dia, mas vale a pena lembrar quem são os donos do bigodes mais marcantes do rock.

Veja o top 10!

15 – James Hetfield

14 – Jimi Hendrix

13 – Axl Rose

12 – Os Beatles

11 – Serj Tankian

10 – Dave Ghrol

9 – Carlos Santana

8 – Phil Lynott

7 – Frank Beard

6 – David Crosby

5 – Lemmy Kilmister

4 – Duane Allman

3 – Tommy Iommi

2 – Frank Zappa

1 – Freddie Mercury

Fonte: http://revista.cifras.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Como o dia mundial do rock foi a pouco tempo e nós não fizemos nenhuma menção ou homenagem, estamos aqui hoje com esta lista de esposas dos rockstar que não dão o que falar, mas que dão muito apoio.
5 – Bono Vox e Alison Stewart

O casal que já foi mencionado aqui uma vez, aparece novamente por que são casados a exatos 31 anos e pela descrição e por serem reservados.

4 – Alice Cooper e Sheryl Goddard

A cobiçada por vários roqueiros fãs de Alice Cooper, Sheryl é uma bailarina super discreta que combina demais com o estilo do marido. O casal já esta junto a 37 anos.

3 – Elvis Presley e Priscilla Presley

O casal entra no ranking não pela fofura que eram, por que sabemos que Priscilla não é muito admirada por muitas fãs do Elvis, mas sim por que ela não era famosa quando o rei do rock se apaixonou por ela. Apesar dos altos e baixos e do tempo curto de casamento, Priscilla ainda fala até hoje como se fosse a viúva e ainda é vista como o grande amor da vida ele.

2 – George Harrison e Olivia Harrison

Sim Olivia e não Pattie Boyde, a famosa musa do rock não entrará para lista e dará espaço a companheira de espiritualidade de George e mãe de seu único filho, mulher que ficou com o Beatle após seu sucesso e durante sua doença. Ficaram juntos por 23 anos e após a morte de George ela não se casou mais e se dedica a instituições que deixam o nome de seu marido vivo após gerações.

1 – Freddie Mercury e Mary Austin

Somente quem é fã realmente de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos sabe que antes de assumir sua homossexualidade Freddie teve um relacionamento com Mary Austin, quem ele chamou de alma gêmea mesmo depois da separação. Permaneceram amigos por toda a vida de Freddie, e ela foi a única que permaneceu ao lado dele durante a doença e seus últimos dias. Ele escreveu o clássico Love of my life para Mary.

 “Muitos dos meus amantes me perguntam porque eles não podem substituir Mary, mas é simplesmente impossível. Mary é minha única amiga, e eu não quero mais ninguém. Para mim, é como um casamento. Nós acreditamos um no outro, e é o suficiente para mim.”

Freddie Mercury sobre Mary Austin.

Fonte: http://contato8760.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O vocalista Adam Lambert voltará a se apresentar com o Queen, que conta atualmente com o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor de integrantes originais.

A reunião ocorre para um show único, no evento iHeartRadio Music Festival, a ser realizado nos dias 20 e 21 de setembro em Las Vegas. A data em que Queen e Adam Lambert se apresentam ainda não foi divulgada.

Lambert assume os vocais do grupo esporadicamente desde 2011, em uma parceria que recebeu o nome de Queen + Adam Lambert. A proposta presta homenagem ao vocalista Freddie Mercury, falecido em 24 de novembro de 1991 por complicações geradas pelo vírus HIV.

Assista à performance de “Somebody To Love”, com Queen + Adam Lambert:

 

Fonte: http://revista.cifras.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen – Queen
(lançado em 13 de julho de 1973)

Poucas vezes as estrelas se alinharam da maneira que aconteceu na concepção do Queen. Quatro músicos de fenomenal capacidade, que souberam se reinventar durante toda a carreira – para melhor ou pior, vai do gosto de cada um. Mesmo ainda não mostrando a mesma banda coesa dos trabalhos posteriores, a estreia da banda mostra que o mundo estava diante de algo que se tornaria especial com o passar do tempo. Freddie Mercury, apesar de ser o penúltimo a se juntar, acabaria assumindo a linha de frente, não apenas como um dos maiores frontmen da história, mas também nas composições. Das dez faixas do disco, o vocalista assinou metade sozinho.

As duas que chegariam mais próximo de se tornarem clássicas acabaram sendo “Keep Yourself Alive” e “Liar”. Curiosamente,cada uma abria um lado do disco nos bons tempos do vinil. Uma curiosidade fica com “Doing All Right”, parceria de Brian May com Tim Staffell, integrante do Smile, grupo que viria a gerar o Queen. Outro destaque fica com “Great King Rat”, que contava com muitos elementos que seriam utilizados à exaustão pelas bandas de Heavy Metal, com suas mudanças de andamento e agressividade na guitarra e bateria.

A face elaborada e experimental da banda aparece com força total em “My Fairy King”, composição que criou um mundo paralelo que seria usado em temas posteriores. Aliás, foi através de uma linha dessa faixa que o vocalista adotaria seu nome artísitco. Ao cantar “Mother Mercury, look what they done to me”, Freddie Bulsara saía de cena para dar espaço a Freddie Mercury. A sincronia vocal do cantor com Roger Taylor nesta música é de impressionar. O baterista, diga-se de passagem, deixaria sua primeira marca na voz principal na vinheta “Modern Times Rock ‘n’ Roll”, verdadeira ode ao gênero em menos de um minuto e meio com o pé no acelerador o tempo inteiro.

O encerramento do trabalho traz o início de “Seven Seas Of Rhye”, que só seria finalizada nas sessões do álbum posterior e se tornaria uma das grandes músicas da banda. A recepção ao primeiro lançamento do Queen trouxe opiniões divididas. Enquanto alguns órgãos de imprensa, como a Rolling Stone, exaltaram a audácia sonora do quarteto, outros compraram as experimentações ao que o Led Zeppelin vinha fazendo à época. De qualquer forma, o primeiro passo para a eternidade estava dado e a banda cairia no gosto popular, chegando ao número 24 da parada britânica, além de uma 83ª posição nos Estados Unidos.

Freddie Mercury (vocais, piano)
Brian May (guitarra)
John Deacon (baixo)
Roger Taylor (bateria)

01. Keep Yourself Alive
02. Doing All Right
03. Great King Rat
04. My Fairy King
05. Liar
06. The Night Comes Down
07. Modern Times Rock ‘n’ Roll
08. Son and Daughter
09. Jesus
10. Seven Seas of Rhye (Instrumental)

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em cartaz há 11 anos, em Londres, o musical “We Will Rock You” faz tributo à altura do legado deixado pelo grupo britânico. A coluna Sound conferiu

Assim como a Broadway está para Nova York, Londres também é tradicionalmente conhecida pela cena efervescente de musicais, verdadeiras superproduções. Mesmo para quem não é chegado no gênero, estar na capital inglesa e não assistir a pelo menos um espetáculo parece até uma heresia. A infinidade de opções impressiona e há montagens para todos os gostos, das que revisitam clássicos como “O Fantasma da Ópera”, passando por adaptações contemporâneas (“Mama Mia!” , “O Rei Leão”, “Billy Elliot”) até as que homenageiam a música propriamente dita como “Let It Be” e “We Will Rock You”.

Baseado nos maiores sucessos do Queen, “We Will Rock You” é o espetáculo que está há mais tempo em cartaz no teatro Dominion, em Londres

Após indicações (e ouvir muitos elogios), resolvi conferir o premiado espetáculo que reverencia a obra do lendário Queen, encenado já em várias partes do mundo e em cartaz desde 2002, de segunda a sábado (faça chuva ou faça sol!). O impacto já começa ao adentrar no Teatro Dominion. Uma estátua dourada e ostentosa do ícone Freddie Mercury dá as boas-vindas aos fãs.

Concebido pelo guitarrista Brian May e pelo roteirista Ben Elton, o musical, antes de ser um culto à música do Queen, é uma bela homenagem ao rock. Aliás, a produção trata justamente da “morte” do estilo, de como pode ser depressiva a vida sem esse ritmo.

O cenário de “We Will Rock You” se passa em um futuro meio pós-apocalíptico, invadido pelas máquinas, com câmeras para tudo que é lado, onde a conduta e qualquer passo dado por um cidadão é vigiado por um regime totalitário – uma referência ao “Big Brother” profetizado pelo escritor inglês George Orwell no livro “1984”. Esse lugar, que há muito tempo se chamou Terra, transformou-se no entediante e metódico Gaga World (ou Mundo Gaga), embora os mafiosos defendam e enfiem goela abaixo a mensagem de “lugar feliz e seguro”.

Disciplina militar

Lá, as pessoas assistem os mesmos filmes, vestem o mesmo tipo de roupa, pensam do mesmo jeito e até fazem os mesmos downloads de música. Tudo é padronizado e ai de quem não se enquadrar nas regras do sistema. Se você busca o rock, a situação pode ficar tensa. Instrumentos musicais foram banidos há centenas de anos. O que reina por lá é o autotune, é a música pasteurizada das boy e girl bands.

Os protagonistas Galileo e Scaramouche se juntam aos rebeldes “bohemians”, artistas menosprezados da Gaga Life

Mas tanta repressão acaba estimulando a “Resistência”. Os “Bohemians” são os rebeldes que acreditam que houve uma Idade de Ouro da música, quando era possível formar seus grupos e ter a liberdade de escrever suas próprias canções. Eles chamam esse tempo de Rhapsody.

Mas o preço a pagar por ser “bohemian” pode ser alto. Quando descobertos pelos Ga Ga Cops, policiais da Killer Queen (papel da atriz Brenda Edwards), a grande vilã da história, essas pessoas, consideradas loucas, geralmente vão parar em um manicômio, onde é feita uma espécie de lavagem cerebral e os tais pensamentos “artísticos” são totalmente deletados.

Salvador ou sonhador?

Esse é o caso de Galileo Figaro (interpretado pelo talentoso Oliver Tompsett), um jovem que anseia exprimir sua arte, mas não sabe como. Ele nunca viu um instrumento, não tem ideia do que seja o rock, no entanto, ouve vozes e canções na sua cabeça.

Assim como ele, Scaramouche (Rachael Wooding) é uma garota punk, que também tem dificuldades em se ajustar nessa sociedade fabricada. Por causa desse comportamento de “bad boys”, os dois são perseguidos, chegam a ser torturados, mas conseguem escapar e se juntar aos tais bohemians. Só que antes de ser aceito e proclamado líder do bando, o rapaz será visto com desconfiança pelos rebeldes do bem. Afinal, seria ele um “sonhador”, o herói que esperavam, ou um espião infiltrado dos Ga Ga Cops?

Previsível

Daí, a trama passa a girar em torno do romance açucarado do casal birrento e da busca do mocinho pela tal guitarra elétrica, que “salvará”, ou melhor, ressuscitará o rock das trevas. Tudo bem, contando assim a sinopse parece rasa – um tanto bobinha- e previsível. A sensação é realmente de déja-vu. Contudo, a história ganha charme e vida com a produção caprichada, os efeitos especiais, as coreografias e, claro, a música. Todas as canções de “We Will Rock You” são interpretadas pelo elenco e executadas ao vivo por uma banda que fica ao fundo. E não, infelizmente, o Brian May não estava lá!

Killer Queen é a grande vilã da história futurista

O destaque fica por conta do vozeirão da diva Killer Queen, que consegue imprimir intensidade e emoção com as quais Freddie Mercury imortalizou os sucessos do Queen. O galã também se sai bem na missão de “salvador” do rock (sem soar piegas). Carismático e enérgico, Oliver Tompsett canta e dança praticamente todo o show.

Difícil (e irresistível) não cantar junto hits como “Under Pressure”, “Radio Gaga”, “I Want to Break Free”, “Play the Game”, “A kind of magic”, “I Wanna It All”, “Crazy Little Thing Called Love”, “Another One Bites The Dust” e, obviamente, “We Will Rock You” (para citar algumas). Entretanto, é a opereta “Bohemian Rhapsody” inegavelmente a cereja do bolo, arrancando aplausos calorosos.

O afiado humor britânico também dá as caras. Não faltam alfinetadas as boy bands a artistas como Justin Bieber e tiradas de duplo sentido, que dão leveza e descontração ao musical. Importante destacar é que outros grupos e artistas, além do Queen, são lembrados por sua contribuição à música, incluindo o pop. Rolling Stones, Jimi Hendrix, Beatles, David Bowie, Billie Holiday, Sex Pistols, Clash, The Who, Nirvana, entre tantos outros.

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Uma escultura de um gorila parecido com Freddie Mercury foi retirada da entrada de um centro empresarial em Norwich (Inglaterra). Uma queixa foi apresentada pela Mercury Phoenix Trust, que cuida da imagem do vocalista do Queen falecido em 1991. Segundo a entidade, a escultura viola a lei de direitos autorais.

A empresa responsável pelo gorila, a Wild In Art, disse que a escultura será remodelada, informou a “New Musical Express”.

Um internauta publicou vídeo no YouTube mostrando a remoção da escultura:

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound
Dica de: Roberto Mercury

Phillip Marsden é um artista, escritor e antropologista inglês. Além de toda sua habilidade artística, ele tem um amor pela cultura Rock And Roll. O resultado desta junção? Está disponível abaixo.

Fiquem ligados em seu site oficial para muito mais de sua arte.

http://www.phillipmarsden.com

Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury