Confiram abaixo o comercial criado pela VCCP Londres para promover o 4G da O2.

A produção é da Caviar com direção de Keith Schofield.

 

Fonte: www.updateordie.com
Dica de: Roberto Mercury

Livros novos e seminovos que contam a história de grandes nomes da música

reprodução

No dia 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock. Isto desde que há 28 anos foi organizado o Live Aid, um show simultâneo em quatro países que reuniu grandes nomes da música como Led Zeppelin, Queen, Black Sabbath e muitos outros. O objetivo do festival era abrir os olhos da população mundial sobre a fome na Etiopia.

Após 20 anos uma nova edição foi organizada, o Live 8. Desta vez com o intuito era pressionar os líderes do G8 a perdoarem a dívida dos países pobres e erradicarem a miséria no mundo. O destaque do evento ficou por conta da apresentação do Pink Floyd.

O rock que surgiu nos anos 50 nos Estados Unidos, se espalhou pelo mundo e desde então marcou gerações, simbolizando muitas vezes rebeldia e liberdade de expressão. Seu desdobrando em vertentes é representado por grandes nomes da música que têm histórias de vida marcantes, repletas de altos e baixos.

Confira uma seleção de 10 biografias por até R$ 18 que podem ser compradas online e que contam a trajetória de artistas nacionais e internacionais que ajudaram a construir a história do rock.

Biografia-Sex-Pistols-divulgacaoCrescendo com os Sex Pistols” 
Mick O’Shea e Alan Parker
Editora Madras
(livro seminovo) – R$ 10

 


 

Biografia-Beatles-divulgacaoMagical Mystery Tours – Minha Vida com os Beatles
Tony Bramwell
Editora Seoman
(livro seminovo) – R$ 14,90

 


 

Biografia-Rolling-Stones-divulgacaoMick Jagger e os Rolling Stones
Willi Winkler
Editora Larousse Brasil
(livro seminovo) – R$ 15

 

 


biografia-Pearl-Jam-divulgacaoPearl Jam – Duas Décadas de Sucesso
Camilla Bazzoni de Medeiros
Editora Universo dos Livros
(livro novo) – R$ 15,90

 

 


 

biografia-Nasi-do-Ira-divulgacaoA Ira de Nasi
Alexandre Petillo e Mauro Beting
Editora Belas Letras
(livro novo) – R$ 15,90

 


 

biografia-Freddie-Mercury-divulgacaoFreddie Mercury – Memórias do Homem que o Conhecia Melhor
Peter Freestone
Editora Madras
(livro seminovo) – R$ 13,90

 

 


 

biografia-Raul-Seixas-divulgacao

Raul Seixas Por Ele Mesmo
(livro novo) – R$ 16,90
Sylvio Passos
Editora Martin Claret

 

 


 

biografia-John-Lennon-divulgacaoJohn Lennon – Vida E Obra
Sergio Farias
Editora Emporio do Livro
(livro novo) – R$ 17,50

 

 


 

biografia-Ozzy-Osbourne-divulgacaoConfie Em Mim Eu Sou o Dr Ozzy
Ozzy Osbourne e Chris Ayres
Editora Benvirá
(livro seminovo) – R$ 17,50

 

 


 

biografia-Jimi-Page-divulgacaoLuz e Sombra – Conversas Com Jimmy Page
Brad Tolinski
Editora Globo
(livro seminovo) – R$ 18*

 

*Preços pesquisados em julho de 2013, sujeitos a alterações.

 

Fonte: http://catracalivre.com.br
Dica de: Roberto Mercury

We are the Champions foi tocada hoje – 10/07/2013 – no Programa Jogo Aberto da Band.

Promoção Dia Mundial do Rock: saiba como concorrer a três livros sobre o gênero

Julho é um mês especial para os apaixonados pelo rock: no dia 13, desde 1985, comemora-se o Dia Mundial do Rock. A data foi escolhida por causa da realização do Live Aid, um show beneficente simultâneo apresentado em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton e Black Sabbath. O Live Aid foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países.

E é claro que a Itapema não poderia deixar de comemorar! Se você é fã do gênero, fique ligado na rádio entre os dias 8, segunda-feira, e 12, sexta-feira: a Itapema vai presentear três ouvintes com um livro cada – um livro sobre rock, é claro. O anúncio  será feito no ar, em algum momento do dia ou da noite, e a participação será feita por telefone (através do número 8401-0359). Os ouvintes que telefonarem para a nossa plataforma interativa devem responder à pergunta: para você, qual é o maior clássico do rock de todos os tempos? Os vencedores serão anunciados no ar e em nossas redes sociais. Mas atenção: os ouvintes vão concorrer a livros diferentes em dias diferentes. Portanto, fique ligado na programação e no anúncio dos nossos comunicadores, para saber quando concorrer ao livro que mais lhe interessa!

Conheça os livros que você pode ganhar:

All Access: The Rock’n’roll Photography Of Ken Regan – Ken Regan é um dos mais renomados fotógrafos do mundo da música: desde os anos 60, ele já trabalhou com artistas como os Beatles, Chuck Berry, Johnny Cash, The Doors, Bob Dylan, Eagles, Janis Joplin, Robert Plant, Elvis Presley, Prince, Rolling Stones, U2 e Neil Young. Regan é responsável por mais de 200 capas de revistas como Time, People e Rolling Stone; acompanhou bandas em turnês completas; e fotografou shows lendários – inclusive o Live Aid. O livro All Access reúne quase 300 páginas de fotografias, e conta com prefácio e introdução escritos por Keith Richards e Mick Jagger.

Tesouros do Led Zeppelin – A publicação conta a incrível trajetória de quatro talentosos jovens ingleses em seu caminho para a fama. Escrito por Chris Welch, jornalista que entrevistou os integrantes da banda diversas vezes ao longo dos anos, o livro traz fac-símiles raros de ingressos e programas de shows, além de pôsteres, folhetos e outros documentos, que proporcionam uma viagem no tempo. É a história do rock ao alcance das mãos.

40 Anos do Queen – O livro é uma publicação oficial, aprovada a cada etapa pelos próprios integrantes desta que é uma das maiores bandas de todos os tempos. Mostra a história de um grupo incrivelmente talentoso, que mantém uma base de fãs leais desde o início de sua história. 40 Anos do Queen apresenta a banda não apenas através de palavras e imagens raras, mas também de 30 fac-símiles de souvenirs únicos da coleção particular dos integrantes, e um CD contendo uma entrevista de 1977 com toda a banda. O prefácio foi escrito por Brian May e Roger Taylor.

Não perca esta oportunidade de comemorar o Dia Mundial do Rock com a Itapema!

 

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br
Dica de: Roberto Mercury

No dia 13 de julho, o Bis comemora o Dia do Rock
Programação especial celebra o dia com os maiores nomes do gênero

Propaganda no Youtube

Propaganda no Player QN

[flashvideo file=http://www.queennet.com.br/down/propbis.flv /]

Dia 13 de julho é comemorado o dia do rock e o Canal Bis convidou os maiores nomes do gênero para uma programação especial. A “festa” começa a partir da meia-noite, com o documentário Flight 666, do Iron Maiden, seguido do show “Somewhere Back in Time”. O metal segue com shows de Anthrax e Slayer.

Outros grandes nomes aparecem na programação do Bis para comemorar: Rush, Arctic Monkeys, U2, David Bowie, The Who, Muse, Foo Fighters, Rolling Stones, Pearl Jam e Queen marcam presença, com a exibição de documentários e shows ao longo do dia.

O rock nacional ganha espaço a partir das 19 horas, com shows de Dead Fish e Raimundos. Às 21h10, o Bis Docs “Universo Lobão” vai ao ar. Sempre polêmico e formador de opinião, Lobão conta suas aventuras e sua trajetória na música. Em seguida, o show “Lobão Elétrico” mostra por que ele é considerado um dos maiores nomes do gênero no país.

Para encerrar o dia, o Bis exibe “Celebration Day”, show de reunião do Led Zeppelin gravado em 2007, na O2 Arena, em Londres. O registro será exibido pela primeira vez na TV brasileira no dia do rock e apresenta a reunião da banda, separada desde a morte do baterista John Bonham, em 1980.

Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones, se juntam ao filho de Bonham, Jason, para uma apresentação única em homenagem a Ahmet Ertegun, executivo da indústria da música responsável pela fundação da gravadora Atlatic Records e descoberta do próprio Led Zeppelin.

QUEEN ROCK MONTREAL
Dia Mundial do Rock
Canal BIS
Dia 13/07/13  às  17:30

Dia Mundial do Rock 2013: Show Queen: Rock Montrel: Neste inesquecível encontro em 1981, Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon se encontram para um show que ficou na história. Acompanhe temas como: Bohemian Rhapsody, Somebody to love, Play the Game e We Will Rock You, entre outros.


Confira a programação completa:

00:00 Iron Maiden – Flight 666
02:00 Iron Maiden – Somewhere Back in Time
03:00 Anthrax – Live At Sonisphere
03:30 Slayer – Live At Sonisphere
04:00 Rush – Snakes & Arrows
06:00 Arctic Monkeys – Live At The Apollo
07:00 U2 – From the Sky Down
08:30 David Bowie – Ziggy Stardust Re-Mastered
10:00 Soundgarden
11:00 Muse: A Seaside Rendezvous
12:05 Foo Fighters – Live from Wembley
13:30 Rolling Stones – Shine a Light
15:30 Pearl Jam – Twenty
17:30 Queen – Rock Montreal
19:00 Dead Fish – 20 Anos
19:40 Raimundos – Roda Viva
21:10 Bis Docs – Universo Lobão
22:10 Show Lobão Elétrico
23:00 Led Zeppelin – Celebration Day

 

 

Fonte: http://canalbis.globo.com

Matéria do Blog comissaodorock.blogspot.com.br “Coincidências Musicais – Na direção dos plágios”

No Coincidências Musicais deste post, teremos uma boyband muito famosa, que inclusive já foi citada aqui por plagiar a música Should I Stay Or Should I Go da banda punk The Clash. São os garotos do One Direction, que pelo visto continuaram seguindo na mesma direção no caminho das cópias musicais e compuseram várias músicas parecidas com grandes clássicos do rock.

Nesse primeiro vídeo temos a “suposta” sensação de que o grupo teen copiou a introdução da famosa We Will Rock You, do Queen. Freddie Mercury deve estar se revirando, seja lá onde estiver. Até o título da música é parecido: What Make You…

Para ver a matéria completa Clique Aqui

 

Fonte: http://comissaodorock.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

E se Freddie Mercury estivesse vivo?

Por: http://tenhomaisdiscosqueamigos.virgula.uol.com.br

Hoje estamos estreando aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos! uma nova coluna assinada por Julião Pacheco, que irá tentar imaginar como seria se grandes ídolos da música que nos deixaram ainda estivessem vivos.

Para a primeira edição, Julião resolveu escrever sobre como seria se o mestre Freddie Mercury ainda estivesse vivo e conseguiu uma entrevista exclusiva* com o cara.

Confira e divirta-se logo abaixo!

Texto por Julião Pacheco

Freddie Mercury sempre foi um cara polêmico. Festas regadas a muita bebida, shows para enormes multidões, declarações polêmicas e muitos discos marcaram a carreira do cantor. Aos 67 anos, segue nos vocais do Queen, que completou recentemente 42 anos na ativa e será a principal atração do Rock in Rio. Ele fala com exclusividade ao TMDQA! sobre novas influências, seu passado na banda inglesa, a discussão com Glória Maria, a briga com os irmãos Gallagher e o deputado Marco Feliciano.

TMDQA!: Não acredito que vocês vão voltar ao Brasil! Como será tocar no Rock in Rio depois de 28 anos? Como vai ser o repertório?

Freddie: Aquele show foi inesquecível. Na verdade, toda vez que canto Love of my life, me lembro do público Brasileiro. Vai ser demais, quero fazer todo mundo dançar e cantar bastante, como antigamente. O repertório vai ser o que estamos acostumados a fazer. Queremos que as pessoas que vão nos nossos shows se divirtam. Só não sei se vamos tocar “Bohemian Rhapsody”.

TMDQA!: OI?! Mas eu tenho que ouvir “Bohemian Rhapsody” ao vivo pelo menos uma vez na vida, Freddie!

Freddie: Ok, vamos tocar, só porque você pediu. Mas você vai ter que subir no palco e cantar comigo.

TMDQA!: Obrigado, me sinto muito melhor, mas deixo o convite para a próxima oportunidade… Voltando ao Brasil, além de “Love of my Life”, quais são suas outras lembranças? Você lembra da Gloria Maria?

Freddie: Me contaram da história da Glória, me mostraram o vídeo. Eu não lembrava disso! Acho que ela mereceu, né? (Freddie dá uma bela gargalhada). Também lembro que fizeram uma festa para nos receber que foi um arraso. Muita cerveja gelada e capi… como se chama mesmo?

TMDQA!: Caipirinhas!

Freddie: Isso! Achei docinho e bebi várias. Terminei deitado no corredor do hotel, com o Brian May me acordando. Também gostei muito do ritmo do samba, queria aprender a dançar.

 

TMDQA!: O samba é fantástico. Esse ritmo chegou a te influenciar de alguma forma?

Freddie: Diretamente não, mas acho que o Queen tem muito a ver com a alegria que o samba demonstra.

TMDQA!: E o que te influencia hoje em dia?

Freddie: Muita coisa, ouço muita coisa mesmo. Gosto bastante dessa banda The Lumineers, e também do Passion Pit. Acho o Of Monsters and Men uma banda com muito futuro e sou fã da Brittany Howard, do Alabama Shakes. Quero tocar com ela um dia! Também escuto muita coisa antiga.

TMDQA!: Falando em passado, me conta – como o Queen ainda sobrevive, depois de tantos anos? De onde vem a força para levantar e tocar as mesmas músicas de 40 anos atrás?

Freddie: A música é a minha vida, Julião. Foi no palco, com meus amigos de banda, que me encontrei. Faço isso com tesão, acordo todo dia querendo tocar. Todo mundo briga, todo mundo pode ter discussões, mas somos como irmãos, todos nos conhecemos muito bem. O Queen é como a primeira namorada, sempre tem um lugar no coração. E é por isso que estamos juntos até hoje.

TMDQA!: Como você vê os novos fãs de Queen? Tem muita gente que comprou ingresso e que nem era nascida em 85, no Rock in Rio.

Freddie: Pois é. Acho que é porque a nossa música pode ser muito lúdica. Quando os pais ouvem os nossos discos ao lado dos filhos pequenos, eles acabam se interessando pelas melodias. Acho que é isso.

TMDQA!: Você gosta de Oasis, Freddie? (Mercury solta mais uma gargalhada – recentemente o cantor entrou em uma polêmica com os irmãos Gallagher. Eles disseram que Freddie deveria ter se aposentado nos anos 90).

Freddie: O pior é que eu gosto! Não ligo para o que os outros falam, já passei da idade. No dia que eles fizerem um show para 470 mil pessoas, como fiz no Rock in Rio, eles podem falar alguma coisa. Imagina se todo mundo que recebe uma provocação dos Gallagher entrasse na pilha? Não dá.

TMDQA!: Você deve ter ouvido sobre os recentes protestos que aconteceram por todo Brasil, alguns deles, contra um projeto de lei do deputado Marco Feliciano, que trata da “Cura Gay” (expliquei direitinho sobre o projeto, enquanto Freddie ia  se mostrando inquieto no sofá onde estava sentado). O que você acha disso?

Freddie: Que nojo! Será que posso ligar para o Medina, cancelando minha participação nos shows do Brasil, porque estou doente e preciso de cura? São atitudes como essa que me fazem desanimar as vezes. O Brasil está mais que certo em brigar contra isso. Vou fazer uma surpresinha para esse tal de Feliciano no meu show.

 

* Vale lembrar que isso é uma brincadeira, afinal, Freddie Mercury faleceu em 1991. Somos tão fãs de Queen quanto vocês =)

Julião Pacheco é jornalista e escreve sobre música no Blog do Julião e no Twitter @JuliaoPacheco

 

Fonte: http://tenhomaisdiscosqueamigos.virgula.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

“O amor é a cura – Sobre vida, perdas e o fim da Aids

Ao longo dos anos 1980, Elton John viu amigos e entes queridos perecerem um a um em decorrência da Aids. Em meio a tanta tragédia, ele conheceu Ryan White, um garoto hemofílico discriminado por todos em sua cidade por conta do vírus HIV contraído numa transfusão de sangue. A inspiradora vida de Ryan e seu fim devastador fizeram Elton chegar a duas conclusões importantes: 1ª, sua própria vida estava em crise; 2ª, ele tinha de fazer algo para deter a epidemia de Aids. Desde então, Elton dedicou-se a lutar contra a doença e o terrível estigma que gira em torno dela. Os emocionantes exemplos de amigos como Ryan White, Freddie Mercury, a princesa Diana, Elizabeth Taylor, e muitos outros, inspiraram Elton John a fazer a diferença. O amor é a cura é o relato pessoal dessa história. Nele, o grande artista narra como superou vícios, mudou a própria vida e, com uma determinação férrea, passou a pressionar chefes de Estado, inspirar políticas de saúde pública e colocar-se na linha de frente da luta contra o HIV/Aids.

Sobre o autor:
Sir Elton John é um renomado músico, compositor e intérprete britânico. Suas cinco décadas de carreira incluem diversos recordes de vendas de discos e premiações tanto no cenário musical como no teatro e no cinema. A organização que fundou, a Elton John AIDS Foundation (EJAF), tornou-se uma das principais instituições no combate ao HIV/Aids e já arrecadou mais de 250 milhões de dólares destinados ao financiamento de programas de tratamento e prevenção no mundo todo.

Características:

ISBN: 9788520437131
Autor: Elton John
Número de páginas: 252
Formato: 16 x 23 cm
Ano: 2013
Acabamento: Brochura

 

Fonte: www.manole.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Você também tem o hábito de falar ao telefone enquanto rabisca qualquer coisa num bloco? Normalmente não é nada muito concreto, e só quando termina a ligação nota que surgiram corações, estrelas, bonequinhos e outras coisas aleatórias.

Mas imagine se dessa confusão de rabiscos aparentemente aleatórios emergissem grande obras de arte?

Se acontecesse, talvez seus doodles rendessem um portfólio como o do designer malaio Vince Low. Com um monte de traços rústicos bem utilizados ele recria perfis de celebridades simplesmente perfeitos. Veja o belo trabalho na reprodução de sombras sem usar um degradê sequer, tudo pela sobreposição de riscos.

retratos de vince low

Johnny Depp por Vince Low

Eddie Murphy por Vince Low

Jack Nicholson por Vince Low

Leonardo di Caprio por Vince Low

Mr. Bean por Vince Low

Samuel L. Jackson por Vince Low

Will Smith por Vince Low

Morgan Freeman por Vince Low

Slash por Vince Low

Freddie Mercury por Vince Low

 

Fonte: www.tutoriart.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Grohl juntou-se em palco à banda do seu baterista nos Foo Fighters, os Chevy Metal, e atirou-se ao êxito que, em 1981, reuniu duas das maiores vozes do rock (Freddie Mercury e David Bowie).

Durante o concerto, que juntou Grohl aos Chevy Metal – banda liderada por Taylor Hawkins, baterista dos Foo Fighters – o ex-Nirvana falou: “Esta é a única banda no mundo à qual eu desejaria pertencer, mas o baterista é quem manda!”. E prosseguiu, em tom cômico: “De vez em quando eu recebo um telefonema onde me dizem “OK, podes vir tocar num concerto”. E eles deixam-me tocar na minha banda preferida, os Chevy Metal”.

Taylor Hawkins várias vezes já falou que o Queen é uma de suas banda preferidas. Veja aqui a versão de “Under Pressure”:

[flashvideo file=http://www.queennet.com.br/down/daveunder.flv /]

Além do êxito de 1981 do Queen e de David Bowie, os Chevy Metal “My Sharona”, dos Knack, “Miss You”, dos Rolling Stones, e “Turning Japanese”, dos The Vapors.

Recentemennte, Taylor Hawkins disse à Billboard que a banda estava em estúdio preparando o sucessor de Wasting Light , editado em 2011.

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt
Dica de: Roberto mercury

Uma homenagem a Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, vocalista da lendária banda Queen e umas das maiores vozes da música mundial de todos os tempos.

Neste show especialmente preparado pelo maestro Marconi Araújo e seu pupilo Alirio Netto, a dupla apresenta versões intimistas dos clássicos da banda Queen e da carreira solo de Freedie Mercury. Um concerto para voz e piano que promete emocionar a plateia.

 

Maiores Informações: www.belcantoproducoes.com

 

Fonte: www.belcantoproducoes.com
Dica de: Roberto Mercury

Remix de We Will Rock You, no evento UFC 162, após Luta de Norman Parke Vs Norman Parke, neste sábado 06/07/2013.

[flashvideo file=http://www.queennet.com.br/down/ufc162.flv /]

Atriz abre as apresentações das mulheres em dia de rock

“Eu estou nervosa, é muito frenético”, admitiu Carol Castro antes de se apresentar no ritmo do rock and roll. A última participante a encarar o palco e acompanhada do professor Leandro Azevedo, a atriz suou a camisa e agradou a plateia.

A dupla fechou com chave de ouro ao som da banda britânica Queen e mostrou entrosamento e muita animação.

 

Fonte: http://tvg.globo.com

Vídeo em que o pequeno baterista Moises toca “I Want to Break Free” em apresentação do Cecand (Centro de Cultura e Arte Notre Dame), em 25/06/13, com o professor Pablo.

Moises em 2011, com apenas 5 anos, já havia aparecido por aqui em sua primeira apresentação tocando We Will Rock You durante exibição de alunos da escola Dominante Musical.

 
Dica do Orgulhoso Paizão Carlo
 
O garoto Farrokh Bulsara começou a ser chamado de Freddie por volta dos doze anos, quando montou a banda The Hectis, com a qual fazia versões de Cliff e Little Richard, em eventos escolares na cidade de Bombaim, na Índia, para onde se mudou depois de ter nascido e crescido na Cidade de Pedra de Zanzibar, antiga colônia britânica, hoje parte da Tanzânia (África Oriental) e patrimônio mundial da Unesco.
 


Por volta dos dezoito anos mudou-se para a Inglaterra e formou-se em Design Gráfico, o que lhe possibilitou criar o logotipo do Queen, banda antes chamada de Smile, renomeada também por ele, que achava o nome “esplêndido”, “forte”, “universal”, de cujas “conotações gays” ele era ciente, mas “não se importava”.
 
 
O Queen, como conhecemos, com a entrada de Freddie, foi fundado em 1970 e passou por significativas mudanças sonoras ao longo da carreira. De início, o grupo era recusado pelas gravadoras por se parecer demais com Led Zeppelin, mas aos poucos foi ganhando seu espaço. O primeiro álbum, homônimo, não emplacou muito bem, mas a partir do segundo, “Queen II”, as coisas começaram a mudar, até que finalmente, em 1975, surgiu o disco “A Night at the Opera”, da superexperimental canção Bohemian Rhapsody, só aceita no álbum devido à insistência de Freddie. A canção, é claro, todos sabemos, tornou-se dos principais momentos do rock’n’roll mundial.
 


A partir de 1980, Freddie e seus companheiros decidiram investir na música eletrônica, em canções como Another Ones Bites The Dust (1979) e Under Pressure (com David Bowie, em 1982). A iniciativa afetou um pouco a popularidade do grupo devido ao punk que se fortalecia na Europa, e por isso o Queen decidiu descer para o hemisfério Sul, fazendo shows históricos, como no nosso Rock In Rio, de 1985. Também é deste ano o primeiro dos três discos solos de Freddie Mercury, “Mr. Bad Guy”, trabalho bastante divorciado do rock.
 


Esse divórcio com o rock é que me parece mais curioso. Talvez tenha sido uma atitude “visionária” de Freddie ao dar um basta a um velho estilo que agonizava, mesmo que nos anos 1980 isso possa parecer prematuro, ou talvez, mas espero que não, tenha sido porque Freddie aderia ao “vício gay” da discoteca, ainda que “discoteca” seja um termo forte para o pop que o Queen veio a fazer.
 

 
Fato é que, mesmo com os altos e baixos que a banda sofreu com os flertes com a eletrônica (que na década de 1970 ressaltava sua postura nas capas de discos com o protesto “Sem sintetizadores!”), a importância de Freddie Mercury como “show man” só aumentava. Todos destacavam seu talento como cantor e sua presença de palco. Freddie é daqueles poucos que se tornaram sinônimo de um estilo, ninguém o confunde nem o esquece. Ele coleciona títulos como um dos “100 maiores britânicos”, “o maior cantor de todos os tempos” e “o herói asiático mais influente dos últimos 60 anos”.
 
 
Como homem, com sua vida pessoal, Freddie era quase discreto. Os aspectos de sua sexualidade nunca foram trabalhados de maneira pública. Sabe-se que ele costumava levar homens e mulheres para o quarto durante a carreira, e que teve um relacionamento muito significativo com uma mulher, a quem dedicou a canção Love Of My Life, de 1975. Nos últimos anos de sua vida, contudo, namorava um homem, Jim Hutton, com quem evitava aparecer publicamente em muitos momentos.
 

 
Na carreira, o tema da sexualidade é quase nulo. Talvez o momento mais relevante seja da canção I Want To Break Free, de 1984, que nem composta por Freddie foi, e sim pelo baixista John Deacon. O vídeo da música causou polêmica ao mostrar os moços travestidos, numa clara paródia a uma novela, e chegou a ser banido pela MTV. A canção, grande sucesso em muitos países, se tornou símbolo de luta contra opressão em muitos lugares.
 

 
Há quem defenda que Freddie, com a personalidade e força que tinha nos palcos, deixava claro como ele era, sem discursos ou canções, e sua postura como artista já era suficiente para impor respeito a sua pessoa e, consequentemente às pessoas como ele.
 


 
Para nós, caralhíssimos, a importância de Freddie é clara, como artista e como homem. Neste 28 de junho de 2013, o CdoRock corrige o erro de nunca ter homenageado Freddie Mercury, o roqueiro gay mais famoso do mundo.
 

 

Fonte: www.cdorock.com
Dica de: Roberto Mercury
 

Após seu álbum branco, A Night At The Opera, o Queen lançou o álbum negro chamado A Day At The Races, seu quinto álbum de estúdio, em 1976. A Day At The Races ficou em primeiro lugar no Reino Unido, Japão e Países Baixos. Ganhou ouro e platina nos Estados Unidos, 5º lugar na Billboard e também foi classificado como excelente no Allmusic. Austrália, Canadá, Suíça, Polônia e Alemanha também demonstraram ótima receptividade para o álbum. A banda não mudou a formação, e participaram do álbum Freddie Mercury,Brian May,Roger Taylor,John Deacon e Mike Stone fazendo vocais na faixa Good Old-Fashioned Lover Boy.

Faixas: 1 Tie Your Mother Down – Brian May 2 You Take My Breath Away – Freddie Mercury 3 Long Away – Brian May 4 The Millionaire Waltz – Freddie Mercury 5 You and I – John Deacon 6 Somebody to Love – Freddie Mercury 7 White Man – Brian May 8 Good Old-Fashioned Lover Boy – Freddie Mercury 9 Drowse – Roger Taylor 10 Teo Torriatte – Brian May

Uma das coisas mais impressionantes em A Day At the Races é que ao ouví-lo, nos esquecemos completamente de A Night At The Opera: uma façanha do Queen. Tie Your Mother Down, Somebody To Love e White Man, especialmente White Man são verdadeiras porradas musicais. Você começa a ouvir e pensa Putz, como é que eles conseguiram lançar um disco assim depois de A Night At The Opera? O álbum é perfeito, equilibrado, leve, pesado… divertido!!! Veja a letra de Tie Your Mother Down:

Prenda A Mãe No Porão (Tie Your Mother Down)

Ponha seu vestido de noite, derrube as tranças/ E deixe o coração bater, baby/ Fiquei no ponto, estou firme/

Tem que ser essa noite/ Minha pequena colegial/

Sua mãe diz que você não deve/ Seu pai diz que você não vai/ E eu estou fervendo por dentro/ De maneira alguma eu vou perder esta chance/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Tranque seu pai pra fora de casa/ Eu não preciso dele metendo o nariz onde não é chamado/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Dê-me todo o seu amor esta noite/

“Você é um parasita sujo, saia já da minha casa”/ Isso é tudo que eu sempre ganho da sua família/ De fato, eu acho que nunca ouvi/ Uma única palavrinha civilizada deles/ Eu não dou a mínima/ Vou fazer tudo certinho/ Meu coração vai dar uma mãozinha/ Para dar um basta em tudo isso/ Disparando queixas/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Jogue seu irmãozinho na piscina/ Com um tijolo, é isso aí/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Ou então você não é mais minha amiga/

Sua mamãe e o seu papai/ Irão me atormentar até eu morrer/ Eu não consigo entender isso/ Porque eu sou um cara de paz e amor/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Tranque aquele grande grande grande grande grande grande/ Pai pra fora de casa/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Dê-me todo o seu amor esta noite/ Todo o seu amor esta noite/

The Millionaire Waltz corresponde à Bohemian Rhapsody, White Man a 39 e há uma ligação entre a primeira faixa e a última, Teo Torriatte (uma homenagem aos fãs japoneses) criando a idéia circular dos álbuns do Pink Floyd. O que mais o Queen poderia fazer depois disso?

 

Fonte: http://paintboxtalks.wordpress.com
Dica de: Roberto Mercury

Penso em escrever sobre o Queen há muito tempo aqui na coluna, mas reservava o tema para algum momento pertinente e especial para isso. E bem, em tempos de Marco Feliciano querendo deixar os LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e trangêneros) pra baixo com suas leis preconceituosas, nada melhor do que quer dar muitos motivos para que eles sintam orgulho e continuem a lutar pelos seus direitos. Como sou uma grande defensora do amor e da liberdade, aproveito o texto pra tentar mostrar que o preconceito é algo estúpido e que já não deveria existir em pelo século XXI. Todos somos iguais, não importa a cor, classe, opção sexual ou crença.

O Queen, além de ser uma das melhores bandas que já existiu – e isso nem é questão de gosto pessoal – e um símbolo dos anos 70 e 80, o seu vocalista Freddie Mercury, que morreu por causa do vírus HIV em 1991, era (e é) um dos maiores símbolo da luta contra o preconceito. Sua importancia para a música e pelas lutas sociais ultrapassam décadas, ele tem até uma estátua em sua homenagem na Suíça.
 
A banda foi formada em Londres, no começo dos anos 70 por Freddie, Brian May, John Deacon e Roger Taylor e lançaram quinze discos de estúdio com essa formação. Depois da morte de Freddie, vieram alguns discos ao vivo com participações especiais, mas a banda sempre ficará eternizada pela voz forte e marcante de Freddie. É considerada uma das mais importantes bandas de rock do mundo, vendeu mais de trezentos milhões de discos durante sua carreira e é referência e influência pra muita gente. Colocaram várias músicas no topo das paradas e muitas são hits até hoje, mas aqui, escolhi as cinco acho mais interessante.
 
I Want To Break Free

 Essa música de 1984 é um grito de liberdade. Além disso, o vídeo mostra os integrantes da banda vestidos de mulher, parodiando a novela britânica “Coronation Street”, o que causou na época censura em diversos países.
 
Don’t Stop Me Now

A música começa com voz e piano e vai acelerando até chegar num ponto onde você tem vontade de sair correndo e cantar freneticamente. E tudo isso com Freddie cantando sobre aproveitar a vida intensamente e aproveitar cada minuto é de repensar nossas prioridades na vida.
 
Radio Ga Ga

Radio Ga Ga fala sobre o rádio, sua importância para a comunicação e da chegada da TV, faz referências ao livro “A Guerra dos Mundos” e o vídeo tem cenas de um dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, “Metrópolis”, mas se você acha que isso é papo chato de gente cult, uma informação relevante: foi essa música que inspirou o nome artístico Lady Gaga.
 
Under Pressure

 É muito difícil explicar o que sinto quando escuto essa música. É simplesmente a união de dois dos grandes ídolos, dois artistas maravilhosos e completos, se completando ainda mais. Misturar Queen com David Bowie é como tomar sorvete de banana com nutella (e se você nunca tomou isso na vida, não entendo porque existe).
 
Bohemian Rhapsody

 Talvez a música mais conhecida e importante da banda. Ela é dividida em seis partes: introducão, balada, solo de guitarra, ópera, hard rock e conclusão. Essas mudanças repentinas do andamento da música não eram comuns na época, mas foi repetida por diversas bandas nos anos seguintes até os dias de hoje. Freddie Mercury, Roger Taylor e Brian May cantam respectivamente em tom médio, agudo e grave, e fizeram dessa, uma verdadeira obra de arte.

 
 
Fonte: www.playtv.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Mostrando a força da banda no Reino Unido, os americanos do The Killers levaram cerca de 75 mil pessoas no último sábado para o estadio Wembley, em Londres.

Registrando a turnê ‘Battle Born’, o mega show serviu para a gravação do novo DVD do quarteto, que além das músicas já conhecidas pelo público, trará a inédita ‘Wembley Song’.

A nova música é uma baladinha ao melhor estilo de The Killers de ser e faz uma homenagem a grandes artistas que já se apresentaram por lá. Soa um pouco encomendado pelos diretores do estádio, não é?

Apesar de ser uma gravação amadora, o vídeo está em uma ótima qualidade e da pra ver e ouvir sem problemas.

Wembley Song

Abaixo a Letra
In the borough of Brent the legend is real,
stands a two headed monster
made of 33,000 tons of steel,
and they called her ‘Wembley’.

Whether it’s a hot blooded win or a heartbreaking loss,
those three lions proudly play under the wave of St. George’s cross
out at Wembley.

Day-ooh
Day-oooooh
Day-oooooh
Day-ohh

Pink Floyd, The Animals and Genesis and The Who without the moon.
ELO, INXS, Michael, you left us all to soon,
but you climbed those stairs to Wembley.

The Boss, The Stones, the Man in Black, the bitch is back,
and Fleetwood Mac, Take That, Bon Jovi.
Green Day, I said some shit,
but that was the old me.

U2, Oasis, The Foos, The Eagles, Madonna and Muse.
Metallica, Viva La Vida, AC/DC,GNR,
George Michael stay away from cars…
’66 the winning team.
Freddie Mercury and Queen,
I can still hear Freddie sing…

Day-ooh
Day-oooooh
Day-oooooh
Day-ohh

After tonight you’re gonna put another name on that list!
Mr. Brightside had you scratching your heads
when you heard we were from Vegas?
But you were positive it was Sheffield or Camden,
but that didn’t matter.

The seed was planted,
you took us in like your own,
now we’re bound by tradition.
My… how we’ve grown.
from Dave’s apartment to Wembley…

Singing!

I got soul but I’m not a soldier…
Da da da da da…
And the decade disappeared like a sinking ship,
but we persevere, God gives us hope,
but we still fear what we don’t know.
The devil’s water and the good old days…
Ain’t we all just runaways?

Day-ooh
Day-oooooh
Day-oooooh
Day-ohh

 

onte: http://original-tune.com
Dica de: Roberto Mercury

Ilustração inspirada na música “Bicycle Race” do Queen. A ilustração cita o trecho “I Want to Ride My Bike”, e tem Freddie Mercury como ciclista.

A ilustração virou uma estampa de camiseta, criada por Thiago Rodrigues.

Fonte: http://curitibacyclechic.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A Ultimate Classic Rock publicou lista das 10 melhores duplas de guitarrista e vocalista da história do rock, levando em conta o entrosamento entre ambos, tanto para compor músicas quanto para se apresentar nos palcos.

Freddie e Brian ficaram em oitavo lugar.

Confira a relação, assinada por Spencer Kaufman:

10 – Ozzy Osbourne/Tony Iommi (BLACK SABBATH)
09 – Brian Johnson/Angus Young (AC/DC)
08 – Freddie Mercury/Brian May (QUEEN)
07 – Axl Rose/Slash (GUNS N’ ROSES)
06 – Steven Tyler/Joe Perry (AEROSMITH)
05 – David Lee Roth/Eddie Van Halen (VAN HALEN)
04 – Bono/The Edge (U2)
03 – Roger Daltrey/Pete Townshend (THE WHO)
02 – Robert Plant/Jimmy Page (LED ZEPPELIN)
01 – Mick Jagger/Keith Richards (THE ROLLING STONES)

Fonte: http://escolas12.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury