Você sabe o que Mick Jagger, Freddie Mercury, Ray Charles, Michael Jackson, James Hetfield, Steven Tyler e Björk têm em comum? Aposto que a resposta não é o que você imagina…

Sim, todos eles cantam, são ricos, famosos, muito respeitados e influentes no meio musical. São ícones internacionais que fizeram história, e cada um a seu modo transformou as canções que foram criadas depois de seus trabalhos. Mas isso nós já sabemos. A outra coisa que junta todos estes astros é o fato de que foram alvo de uma brincadeira ao mesmo tempo bonita e nojenta.
O responsável por isso foi Pablo Iranzo, artista gráfico venezuelano que resolveu adicionar gigantescos vômitos coloridos a fotos clássicas de músicos cantando. A série tem um nome bastante adequado, “Epic Pukes” (em bom português vômitos épicos). Demonstrando ser eclético Iranzo não poupou ninguém, colocando na roda desde grandes divas da soul músic até ícones do metal.
O estilo lembra bastante o das vinhetas que a MTV passava em seus primórdios, e a gosma saindo em torrente combina bastante com a expressão dos músicos. Parece a materialização dos sentimentos que estão colocando para fora. De uma olhada e tire suas próprias conclusões.

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Fonte: http://blogs.pop.com.br/
Dica de Roberto Mercury












































Após a desistência abrupta de Sacha Baron Cohen do filme biográfico sobre Freddie Mercury, onde o ator ia ser protagonista, o site de apostas online Paddy Power percebeu que o espetáculo tem de continuar e já oferece novas alternativas para o substituto de Cohen.






























Lá, as pessoas assistem os mesmos filmes, vestem o mesmo tipo de roupa, pensam do mesmo jeito e até fazem os mesmos downloads de música. Tudo é padronizado e ai de quem não se enquadrar nas regras do sistema. Se você busca o rock, a situação pode ficar tensa. Instrumentos musicais foram banidos há centenas de anos. O que reina por lá é o autotune, é a música pasteurizada das boy e girl bands.
Daí, a trama passa a girar em torno do romance açucarado do casal birrento e da busca do mocinho pela tal guitarra elétrica, que “salvará”, ou melhor, ressuscitará o rock das trevas. Tudo bem, contando assim a sinopse parece rasa – um tanto bobinha- e previsível. A sensação é realmente de déja-vu. Contudo, a história ganha charme e vida com a produção caprichada, os efeitos especiais, as coreografias e, claro, a música. Todas as canções de “We Will Rock You” são interpretadas pelo elenco e executadas ao vivo por uma banda que fica ao fundo. E não, infelizmente, o Brian May não estava lá!

