Propaganda do programa
‘A&E Specials’ – do canal A&E
“Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest”
que será exibido neste
Domingo, 16 de Junho às 23 horas.

 


HUNGARIAN RHAPSODY: QUEEN LIVE IN BUDAPEST

Domingo 16 de Junho, às 23h

Prepare-se para desfrutar da joia da coroa do rock britânico como você sempre esperou: de forma inédita e especial para você. Cante junto com o imortal Freddy Mercury seus hits mais memoráveis, veja imagens inéditas de suas turnês e assista na primeira fila a um show inesquecível na Bélgica. Tudo isso e muito mais só para você, que é um verdadeiro fã da Banda Queen.

Três anos antes da queda do Muro de Berlim, no dia 27 de julho de 1986, o Queen fazia seu primeiro show em palcos húngaros e podia se gabar de ser a primeira banda ocidental a realizar um show de estádio em território comunista em tempos de Cortina de Ferro. Remasterizado e lançado em cinemas de todo o mundo em 2012, o show Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest chega à tela do A&E, pela primeira vez, no dia 16/6, domingo, às 23h.

Registrado pelos melhores técnicos do país recrutados pelas autoridades húngaras, o show realizado no estádio Ference Puskas era parte da turnê de divulgação do álbum A Kind of Magic. Durante o espetáculo, além da música-título, a banda tocou Under Pressure, I Want to Break Free e We are the Champions. Mercury ainda interpretou Tavaszi Szel Vizet Araszt, inédita canção em húngaro, pensada especialmente para a ocasião.

A turnê A Magic Tour, encerrada em 9 de agosto de 1986, foi a última em que o Queen pode contar com o vocalista e ídolo Freddie Mercury. Um ano depois, ele foi diagnosticado com o que na época era uma doença desconhecida e fatal, a AIDS. Em 1991, com o sistema imunológico debilitado pela doença, o astro faleceu, vítima de broncopneumonia.

Curiosidade: o disco A Kind of Magic ficou em primeiro lugar entre os mais vendidos da Inglaterra por 63 semanas seguidas e sua turnê deu origem a dois álbuns ao vivo de sucesso, Live At Wembley ´86 e Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budpest.

 

Fonte: www.jardiminforma.com.br  |   http://br.aemusic.tv
Com dica de: Roberto Mercury

Em Rio Branco, mostra de cinema homenageia o rock mundial.
Evento é realizado pelo Sesc Acre. Os filmes serão exibidos do dia 17 a 23 de junho.

Documentário sobre a banda Queen será exibido na sexta-feira (21) (Foto: Site do artista)
Documentário sobre a banda Queen será exibido
na sexta-feira (21) (Foto: Site do artista)

“Sons do Rock” é uma mostra de cinema realizada pelo Serviço Social do Comércio do Acre (Sesc), como uma prévia das comemorações ao Dia do Rock Mundial, 13 de julho. A mostra ocorrerá na sala de cinema do Sesc Centro, do dia 17 a 23 de junho, às 19h.

Por meio de documentários e filmes, o “Sons do Rock” se propõe a mostrar a trajetória do rock, por meio da história de algumas das maiores bandas que atuavam no estilo musical, como: The Doors, Pink Floyd e Queen.

Segundo a técnica de Cinema e Artes Plásticas do Sesc, Nárdia Chaves, é a primeira vez que uma mostra sobre rock é realizada. “A proposta é trazer o conhecimento sobre a história do rock, porque tem toda uma teoria e uma ideologia por trás, e também falar sobre as bandas, como elas surgiram, em que elas influenciaram”, explica a técnica.

Confira programação:

  • Segunda-feira (17): The Doors (1991);
  • Terça-feira (18): Pink Floyd and Syd Barrett Story (2003) e Pink Floyd – The Story of Wish You Were Here (2012);
  • Quarta-feira (19): Botinada – A História do Punk no Brasil (2006);
  • Quinta-feira (20): Control – A História de Ian Curtis (2007);
  • Sexta-feira (21): Queen Documentary – Days of Our Lives (2011);
  • Sábado (22): Heavy Metal: Louder Than Life (2006);
  • Domingo (23): Hype! (1996).

 

Fonte: http://g1.globo.com/ac/acre/

Em entrevista falando sobre o lançamento do novo disco, Mike Inez, do Alice in Chains, fala sobre a morte de Layne Staley: “Foi como perder um irmão”, e cita Freddie

Deve ter sido mais confortável para vocês gravarem agora, já que no disco anterior havia essa questão de ter de lidar com um novo integrante no grupo…

Sim, e não apenas um novo integrante, mas o fato de não ter o Layne ali, sabe? A gente meio que ficou olhando para os lados, “onde está a porra do Layne?”, entende? Foi muito diferente para nós, estar em uma situação de gravação em estúdio sem a presença dele. E não há como substituir o Layne. Nunca pensamos em fazer isso, é impossível. Como você substitui alguém como o Freddie Mercury, por exemplo? O Paul Rodgers foi lá, foi fantástico, mas criou um tipo diferente de som do Queen dependendo de como você escuta as músicas… É uma linha bem delicada em que é preciso transitar.

 

Para ver a entrevista completa Clique Aqui

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br

O Kerrang! Awards é uma premiação anual de música realizada no Reino Unido, fundada pela revista Kerrang!. As performances dos artistas indicados e alguns dos prêmios de mais interesse popular são apresentados em uma cerimônia televisionada.

Brian e Roger estavam presentes, em nome da banda, para receber o prêmio pelos “serviços prestados ao Rock”.

Fonte: www.queenonline.com
Com completo de: http://pt.wikipedia.org
Dica de: napoleon BORN2PARTY Via Twitter @sssuffocated

HUNGARIAN RHAPSODY: QUEEN LIVE IN BUDAPEST

Domingo 16 de Junho, às 23h

Prepare-se para desfrutar da joia da coroa do rock britânico como você sempre esperou: de forma inédita e especial para você. Cante junto com o imortal Freddy Mercury seus hits mais memoráveis, veja imagens inéditas de suas turnês e assista na primeira fila a um show inesquecível na Hungria. Tudo isso e muito mais só para você, que é um verdadeiro fã da Banda Queen.

Três anos antes da queda do Muro de Berlim, no dia 27 de julho de 1986, o Queen fazia seu primeiro show em palcos húngaros e podia se gabar de ser a primeira banda ocidental a realizar um show de estádio em território comunista em tempos de Cortina de Ferro. Remasterizado e lançado em cinemas de todo o mundo em 2012, o show Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest chega à tela do A&E, pela primeira vez, no dia 16/6, domingo, às 23h.

Registrado pelos melhores técnicos do país recrutados pelas autoridades húngaras, o show realizado no estádio Ference Puskas era parte da turnê de divulgação do álbum A Kind of Magic. Durante o espetáculo, além da música-título, a banda tocou Under Pressure, I Want to Break Free e We are the Champions. Mercury ainda interpretou Tavaszi Szel Vizet Araszt, inédita canção em húngaro, pensada especialmente para a ocasião.

A turnê A Magic Tour, encerrada em 9 de agosto de 1986, foi a última em que o Queen pode contar com o vocalista e ídolo Freddie Mercury. Um ano depois, ele foi diagnosticado com o que na época era uma doença desconhecida e fatal, a AIDS. Em 1991, com o sistema imunológico debilitado pela doença, o astro faleceu, vítima de broncopneumonia.

Curiosidade: o disco A Kind of Magic ficou em primeiro lugar entre os mais vendidos da Inglaterra por 63 semanas seguidas e sua turnê deu origem a dois álbuns ao vivo de sucesso, Live At Wembley ´86 e Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budpest.

Atualizado em 14/06/13Veja vídeo da propaganda

 

 

Fonte: www.jardiminforma.com.br  |   http://br.aemusic.tv
Dica de: Roberto Mercury

Edson Benedito Siqueira, 60 anos, casado, pai de 3 filhas, é músico, cantor e compositor, sendo uma grande referência no cenário musical onde suas músicas embalaram as trilhas sonoras das novelas globais e uma legião de fãs no Brasil e exterior. Nascido em Passos, MG  e residindo em São Paulo, esse talentoso intérprete e autor tem muitas histórias pra contar, então vamos embarcar nessa viagem e conhecer um pouco mais sobre o seu trabalho.

Edinho, você começou muito cedo na música, com apenas 10 anos. Foi por vontade própria ou incentivo de alguém?

O motivo inicial foi o amor pela música e a necessidade de trabalhar profissionalmente. O que mais me encantou foi poder fazer o que eu mais gostava e, com isso, poder ajudar a minha família.

No início você tinha a Banda Edinho e seus Brasinhas. Quantos anos tinha nessa época e que estilo de músicas tocavam?

Edinho e seus Brasinhas foi o início da minha carreira. Tocávamos músicas da Jovem Guarda e músicas internacionais, fazendo bailes pela região de Minas e São Paulo.

Estudou música?

Não tive condições de estudar música. Sou autodidata. Os anjos e a vida me ensinaram.

Você tem uma escola de música destinada a crianças carentes na sua cidade?

Recebi do Rotary Club de Passos, representado pelo presidente Audair Plínio Cardoso e do Décimo Segundo Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais, sob o comando do Tenente Coronel Ronaldo Rezende, que tiveram a iniciativa de fundar uma escola de iniciação musical para crianças carentes, levando o meu nome ”ESCOLA DE INICIAÇÃO MUSICAL EDINHO SANTA CRUZ”.

Fiquei muito emocionado, agradecido e honrado pela lembrança. Com certeza, este é um momento ímpar na minha vida, e espero poder contribuir para que muitas crianças tenham a oportunidade de ter o seu primeiro encontro com a música e se verem transformadas, assim como eu fui há muito tempo atrás, quando peguei pela primeira vez num pequeno instrumento musical e descobri essa paixão.

Participou de shows de calouros na TV?Edinho Santa Cruz

Em 1973 participamos do Programa “Brincando com os Galãs”, apresentado por Airton Rodrigues, na extinta TV Tupi, o que nos levou a mudar definitivamente para São Paulo.

Onde se apresentou profissionalmente pela primeira vez?

Franca – SP

A grande projeção da carreira foi no Programa Fantástico (Globo)?

Sim, A grande projeção aconteceu através da primeira apresentação no Fantástico, programa da Rede Globo, em uma superprodução dirigida por Roberto Talma, em 1978. Essa participação deu origem a uma série de convites para outros programas de grande repercussão nacional como Globo de Ouro, Chacrinha, Hebe Camargo, Raul Gil, Flávio Cavalcante, Perdidos na Noite, Silvio Santos, entre outros, e turnês internacionais.

Você tem uma lista extensa de músicas em temas de novelas da Globo. Quais foram?

Sim, tenho alguns temas na Globo e na TV Record, como:Levantar o Astral (tema de abertura de Amor com Amor se Paga), Mais Uma Chance (Champagne), Doce Pecado (A Gata Comeu). Com o pseudônimo de Eddy Benedict : So Long (Bebê A Bordo), Nunca É Tarde Pra Sonhar (Que Rei Sou Eu?), My Brother, My Friend (Barriga de Aluguel) e Shining Moon (O Mapa da Mina).

Edinho Santa Cruz TV Record: Acredite Em Mim, versão de How Deep Is Your Love, (trilha sonora da novela Luz do Sol), Por quê?, tema romântico da novela Ribeirão do Tempo, da Rede Record. Nessa novela é de sua autoria também a música Quem Sou Eu?, tema do protagonista Taumaturgo Ferreira.

Inclusive gravou em espanhol para novelas exibidas no exterior?

Gitana (tema da novela Explode Coração) e Para Ti (novela Rei do Gado da Rede Globo)

A convite do produtor musical Cesar Camargo Mariano, você se apresentou no Festival dos Festivais, onde foi um dos finalistas. Que música apresentou?

Caribe, Calibre, Amor.

Por 4 anos sua banda participou do Programa Domingão do Faustão(Globo). Como conciliava a agenda de shows e viagens?

Infelizmente não tivemos condições de conciliar a agenda de shows com o programa, pois naquela época era realizado totalmente ao vivo, no Rio de Janeiro, e morávamos em São Paulo.

Você gravou um CD Tributo aos Bee Gees. Uma das faixas foi tema de novela da Record?

Sim, com a música Acredite Em Mim, versão de How Deep Is Your Love, trilha sonora da novela Luz do Sol.

E sobre o Tributo ao Freddie Mercury do grupo Queen?Edinho Santa Cruz

Esta música tem um significado especial pra mim. Surgiu através de um sonho que tive com o grupo Queen, e ao me levantar fui direto ao piano, com aquela energia fluindo dentro de mim, e em apenas 40 minutos a música estava concluída. Para minha surpresa, dois dias após vim a saber que aquele dia era exatamente o primeiro aniversário de morte de Freddie Mercury. Gravei Song for Freddie com a participação dos meus amigos do grupo Roupa Nova.

O manager do Queen o convidou para visitar o Mountain Studios na Suíça?

Sim. Tive a honra de ser convidado por Jim Beach, manager do Queen, para assistir o Festival de Jazz de Montreux na Suiça e visitar o Mountain Studios, onde o Queen gravou grandes obras de sua carreira. Lá, fui apresentado ao David Richards, produtor do Queen e de Freddie Mercury.

E o projeto ESC 44 Na Estrada do Rock, onde reviveu o movimento cultural dos anos 60, 70 e 80?

O projeto “Na Estrada do Rock in Concert” foi idealizado em 2007, com a proposta de promover o encontro entre o rock dos anos 60, 70 e 80 com o toque das cordas, madeiras, metais e percussão de orquestra. Nasceu em São Paulo, no Pub “Miller Goddard” e em Embu das Artes, no “Afinal”, que faz parte do complexo “O Garimpo”.

Você gravou um CD com o pseudônimo de Eddy Benedict, onde trazia temas de novelas da TV Record e SBT. Foi um trabalho solo?

Sim. “Por Que?” foi um trabalho solo autoral. So Long, tema de Uma Rosa com Amor, do SBT, e Por quê?, tema romântico da novela Ribeirão do Tempo, da Rede Record.

Edinho Santa CruzTeve uma das suas músicas, que foi um tremendo sucesso na Costa Rica, ficando por um bom tempo em primeiro lugar. Quando se apresentou profissionalmente pela primeira vez no exterior?

A música Você e Eu, versão de You and I (Bee Gees), permaneceu nas paradas de sucesso por 24 semanas, chegando ao primeiro lugar. O sucesso internacional já existe há anos, inclusive com gravações no exterior. O baterista Denny Serafine do Grupo Chicago, fez uma participação com vocês?

Sim. Participou do LP “Flor Incendiária”, gravado nos estúdios da Yamaha em Los Angeles, e do show ao vivo no Hollywood Studios.

O show Na Estrada do Rock in Concert, se apresenta com uma grande orquestra. Quantos músicos no geral fazem parte desse show?

O DVD foi gravado com a participação de 28 músicos mais o maestro.Temos apresentado shows com esta mesma formação, e também com sinfônicas de mais de 50 músicos.

O show está registrado em DVD?

Sim, temos o CD e DVD “Na Estrada do Rock in Concert”, lançado pela Universal Music.

Você fundou a Empresa Edinho Santa Cruz Estúdios e Produções,inclusive conquistado grandes empresas como clientes. Quais as metas da empresa?

Continuar com apresentação de shows em eventos corporativos e produção musical

E a grande produção Musical Brazilian Latin Extravaganza, que foi realizada em comemoração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil?

Foi um grande momento da nossa carreira, onde apresentamos em Miami e Nova York, levando um pouco da nossa rica música brasileira.Edinho Santa Cruz

Gostaria que falasse sobre sua última turnê internacional.

A apresentação mais recente foi na Argentina, a bordo do Navio Splendour of the Seas (Royal Caribbean) que nos rendeu convites para Europa e Estados Unidos.

Edinho…quantos anos de carreira?

Meu irmão Cilinho e eu completamos 50 anos de carreira.

Projetos novos a vista?

Com certeza. Estamos trabalhando na produção do “Na Estrada do Rock in Concert II” e no meu projeto instrumental autoral também com orquestra.

O que os fãs podem esperar de novidades?

Lançamento de novos projetos, além de turnês nacionais e internacionais.

Terminamos por aqui. Arigato

Obrigado pela oportunidade de contar um pouco da minha história. Grande beijo. Sucesso sempre! – Edinho Santa Cruz

Mais informações:
Edinho Santa Cruz Fones: +55(11)5044-2121/+55(11)98222-4442/ +55(35)8816-5525 E-mail: contato@edinhosantacruz.com.br Site: www.edinhosantacruz.com.br English: www.esc44.com

Vídeos com Edinho Santa Cruz e Banda:

Abaixo show completo do DVD de Edinho:

E Aqui Song for Freddie (legendada)

 

Fonte: http://portalmie.com
Dica de: Roberto Mercury

Momentos marcantes no mundo da música não faltam, ainda mais quando falamos de um gênero tão contundente como o rock. Desde Chuck Berry, Little Richard, Elvis, Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin, Pink Floyd, Black Sabbath, até chegar numa das maiores bandas de todos os tempos, Queen, já se teve muita história para contar. Porém, Queen se tornou numa das maiores e não foi por acaso.

Uma banda que contava com um dos maiores vocalistas da música, o lendário Freddie Mercury, que claro, não estava sozinho e muito menos mal acompanhado, afinal, ele fazia parte de uma banda super entrosada e com músicos do mais alto nível que também cantavam. Ou você nunca parou para ouvir Brian May cantar junto com a sua guitarra de som único em todo o mundo? E o baterista Roger Taylor, que também possuía uma voz potente? E John Deacon, o baixista da banda que compôs clássicos como Spread Your Wings e I Want to break free? Esta é uma banda que merece todo respeito do mundo. Queen marcou a história do rock e também a história de um dos maiores festivais de rock de todo o mundo, o Rock in Rio.

LOVE OF MY LIFE

No ano de 1985, na primeira edição do Rock in Rio, Queen era a banda mais esperada das noites. A banda, que estava em seu auge e que tinha em seus shows um dos espetáculos mais notáveis da música, levou milhares de pessoas a acompanhar mais um show épico desta banda que parecia nunca encontrar o topo, sempre continuava avançando em popularidade e chegava cada vez mais perto da perfeição. Queen foi um dos grandes casos da música, daqueles que deve ser estudado. Pois poucas bandas conseguem emocionar o ouvinte profundamente com um som tão belo e tão incomum como Queen fazia constantemente e ainda faz com milhões de pessoas em todas as partes do mundo.

E isto pode ser constatado ao ver a apresentação da música Love of my Life, no Rock in Rio.

Freddie Mercury nem precisou cantar as primeiras frases da música, pois a multidão encheu o Rio de Janeiro com sua voz em uníssono, cantando os versos tão melancólicos e belos entoados por Freddie. E a apresentação do vocalista é algo totalmente à parte. Pois nunca houve um frontman que soubesse explorar tão bem do seu público, ou melhor, Mercury teve o público na mão em todas as suas apresentações. Ele era um vocalista imponente, dominador e com muito vigor.

GRANDES MOMENTOS TAMBÉM EM FESTIVAIS RECENTES

Se Queen dominou a década de 80, hoje em dia, infelizmente já não domina mais. Freddie Mercury já está em outra dimensão e agora nós vemos várias bandas dominando a cena musical com espetáculos também fora do comum. Coldplay é uma delas e isto também pôde ser visto num dos melhores shows acontecidos na última edição do Rock in Rio, em 2011.

Na música Viva la Vida, você pode perceber o entrosamento do público com o vocalista Chris Martin, grande nome da última década na música pop. Coldplay, que em seus primeiros álbuns apresentava uma música mais barroca, algo mais simples e pontual, agora enche seus shows com algo grandioso que faz com que cada apresentação da banda seja algo especial.

E vendo este exemplo, nós percebemos que estamos encarando outra fase dentro da música. Embora a fase das grandes bandas citadas na introdução seja grandiosa e genial, fazendo com que sua música se perpetue através das décadas, hoje também temos bons representantes da música boa e Coldplay está entre eles.

Outros representantes você poderá conferir na edição do Rock in Rio deste ano, que contará com um programação excelente, não deixe de prestigiar as grandes bandas que virão aqui ao Brasil para você tocar.

 

Fonte: http://viajandopelorio.com.br
Dica de: Roberto Mercury

www.QueenTributeBrazil.com

O rock deixou sua marca quando Freddie Mercury e cia. formaram no início dos anos 70 uma das maiores e mais inovadoras bandas de rock de todos os tempos: o QUEEN.
Diversos estilos musicais se incorporavam às suas composições e a cada ano novas surpresas hipnotizavam seu público.

Foi dentro dessa magia que músicos de São Paulo em 2010 formaram o QUEEN TRIBUTE BRAZIL, com integrantes que iniciaram o cover de Queen no Brasil em 1991, onde trazem aos palcos um trabalho com excelência musical e visual  resgatando com fidelidade e emoção clássicos que se eternizaram e que ainda são lembrados como verdadeiros hinos da nação roqueira como bohemian rapsody,

we will rock you, under pressure, radio ga ga, we are the champions, love of my life, crazy litlle thing called love, another one bite the dust, somebody to love, i want to break free, who wants to live forever, don’t stop me now e muitas outras.

Abaixo Bohemian Rhapsody

Confira!!!

www.QueenTributeBrazil.com

Dica de: Roberto Mercury

Eleita recentemente como a melhor banda tributo do mundo pela revista Rolling Stone, a argentina God Save The Queen volta a Curitiba, no próximo dia 23 de junho, para show inédito.

Pablo Padín (voz e piano), Francisco Calgaro (guitarra e teclados), Matías Albornoz (bateria) e Ezequiel Tibaldo (baixo) apresentam o show da turnê 2013, que traz o repertório de um dos concertos mais marcantes da história do Queen, “Live at Wembley 1986”, réplica do último show de Freddie Mercury. Com realização da Seven Entretenimento e Ponto Uno, a apresentação acontece às 20 horas no Teatro Positivo Grande Auditório (R: Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300).

O show, com cerca de duas horas de duração, contempla todos os sucessos, até o número acústico de rock que eles fizeram nesse tour. As versões mais conhecidas, os movimentos e o vestuário mais famoso de Freddie Mercury foram imortalizados nessa gravação.

O vocalista Pablo Padín afirma que o show em Wembley é, para ele, o mais significativo da carreira do grupo inglês. Para fazer jus ao título de melhor banda tributo do Queen, o grupo ensaiou exaustivamente para a nova turnê. A banda teve que rever cada música e recriar todas as versões, para que ficassem exatamente como no show original. Em 15 anos de carreira, o grupo estava acostumados a tocar algumas canções como aparecem nos discos, então tiveram de voltar a ensaiar alguns clássicos.

No repertório, estarão os grandes clássicos do Queen, como “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga”, “I Want to Break Free”, “A Kind of Magic”, “Bohemian Rhapsody” e “We Are The Champions”.

O quarteto chega na cidade para junto aos fãs celebrarem as canções imortalizadas por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon.  A banda é reconhecida mundialmente como uma das mais fiéis ao som e ao visual do Queen. Assistido por mais de 1 milhão de expectadores, o grupo já passou por mais de 40 países com lotações esgotadas.

A banda já foi elogiada por Brian May, guitarrista do Queen, e também por Jer Bulsara, mãe do lendário vocalista Freddie Mercury. A semelhança entre Pablo Padín e Freddie é uma das coisas que mais chamam a atenção no grupo tributo. Os integrantes se preocupam em mostrar no palco o que era uma apresentação da formação original do Queen, reproduzindo vestimentas, trejeitos, instrumentos e o principal: as músicas. O baixista do Deep Purple, Roger Glover, declarou que o “futuro da música” são as bandas como o “God Save The Queen” e outras, que fazem tributo a grandes grupos da época que ele classifica como os “mágicos” anos 70, como o Queen, Led Zeppelin e Pink Floyd.

God Save The Queen formou-se em 1998, na cidade de Rosário, na Argentina. O principal objetivo é fazer uma reprodução precisa do concerto ao vivo doQueen, alcançando seus estilos, sons e a estética original do inesquecível show que o Queen realizou em Buenos Aires no ano de 1981, extasiando mais de 80.000 pessoas.

SERVIÇO:

GOD SAVE THE QUEEN – Show “Live at Wembley 1986”
Quando: 23 de junho de 2013 (Domingo)
Local: Teatro Positivo – Grande Auditório (R. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300)
Horários: Abertura do teatro – 19hs / Início do show: 20hs
Tempo do Espetáculo: aproximadamente 2h

Ingressos

Valores: Plateia Inferior (filas de 01 a 15) – R$ 225,00 (inteira) e R$ 115,00 (meia-entrada) e Plateia Superior (filas de 16 a 28) – R$ 185,00 (inteira) e R$ 95,00 (meia-entrada).

A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE).

Associados do programa de benefícios Teatro Positivo e portadores do cartão fidelidade Disk Ingressos possuem 50% de desconto na compra de até dois bilhetes por titular.

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Dinheiros e cartões de crédito/débito AMEX, MasterCard, Visa, ELO, Maestro e VisaElectron.

Pontos de Venda:

Disk Ingressos (Loja Palladium – de segunda a sexta, das 11hs às 23hs, aos sábados, das 10 às 22 horas, e aos domingos, das 14 às 20hs, –  e quiosques instalados nos shoppings Mueller e Estação – de segunda a sábado, das 10hs às 22hs, e aos domingos, das 14hs às 20hs), Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22hs, e aos domingos, das 9 às 18hs), pelo portal www.diskingressos.com.br , na bilheteria do teatro (de segunda a sexta, das 9 às 21hs, e aos sábados, das 9hs às 18hs).

*** Entrega em domicílio com taxa de entrega.

Classificação etária: livre

Informações p/ o público: (41) 33150808 / 33173107 / www.entreseven.com.br

Realização: Seven Entretenimento e Ponto Uno Produções

 

Fonte: www.paranashop.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Por Fernando Barros, do Blog de Primeira


Killer Queen surpreendeu em noite no Manhattan

O show até era de banda cover. Mas o que o Killer Queen trouxe para o Manhattan no último sábado (8) parece ser o mais próximo que se pode chegar da lendária banda inglesa Queen.

Antes mesmo de o grupo adentrar o palco do local, o já tradicional show dos Garçons Cantores do Manhattan aquecia o público, mandando músicas como “How can I go on’, da carreira solo de Freddie Mercury.

O apogeu veio mesmo com a entrada do Killer Queen. A abertura com “One vision” já dava o recado: os grandes sucessos seriam lembrados, sem esquecer todas as (muitas) fases da banda. E assim seguiu-se com uma versão mais acelerada de “We will rock you” e com ‘Another one bites the dust,’que, com sua levada dançante fez os, até então tímidos, presentes levantaram-se da mesa e agitar junto com a banda.

O cantor até se vestiu de mulher para entrar no clima (Foto: Cortesia)
O cantor até se vestiu de mulher para entrar no clima (Foto: Cortesia)

O clima intimista do local proporcionou uma interação calorosa entre público e banda. Parecia mais uma festa de amigos do que uma apresentação cover. Ítalo Arruda, o Freddie Mercury tupiniquim, foi um show à parte. Não só cantava com maestria os clássicos do Queen, como também reproduzia, com perfeita fidelidade, todos os afetados trejeitos e roupas do vocalista falecido vocalista. Até de mulher o cantor se vestiu. Tudo para recriar a aura festeira e transgressora de “I want to break free”.

A apresentação não deixou o público respirar por pouco mais de duas horas. “Bohemian rhapsody” era uma das mais esperadas e foi cantada em uníssono. O mesmo aconteceu com “Under pressure”, a romântica ‘Love of my life’, a empolgante ‘Don’t stop me now’, a relaxante “Friends will be friends” (que celebrava o clima amistoso do show) e a emocionante “We are the champions”, entre os outros inúmeros clássicos. No bis, “I was born to love you” garantiu o encerramento festivo. E assegurou que o sucesso e a aprovação do Killer Queen não são obra do acaso.

 

Fonte: www.folhape.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Mercury morreu em 1991, mesmo assim em 2013 ele ainda é capaz de fazer 60 mil pessoas cantarem juntas “Bohemian Rhapsody”. Os fãs do Green Day aguardavam a banda para o início do show, que aconteceu no Emirates Stadium em Londres, no início deste mês.

Um vídeo gravado da parte superior da arquibancada mostra o público entusiasmado cantando junto o hit 1975.

 

Fonte: http://entertainment.nbcnews.com

A palavra playback hoje em dia é comumente entendida e diretamente associada a casos de artistas não tocam um instrumento de verdade, ou não cantam de verdade, em cima do palco. Em vez disso, gesticulam como se fosse tudo ao vivo, encenam, mas o que escutamos é uma música e/ou voz pré-gravadas que torna a performance à prova de erros. Ao longo das últimas décadas, alguns casos do gênero, quando artistas movem os lábios, mas não soltam a voz, causaram verdadeiros escândalos. Relembre dez deles.

A lista traz: Justin Bieber, Beyoncé, Milli Vanilli, Ashlee Simpson, 50 Cent, Britney Spears, Whitney Houston, Jennifer Hudson, Queen e Luciano Pavarotti.


Queen – Reza a lenda que a única vez que o Queen não se apresentou realmente ao vivo em cima de um palco (excluindo programas de TV) foi em um show no festival de San Remo em 1984.

 

Para ver todos Clique Aqui

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br

Não era um show do Queen, mas Bohemian Rhapsody conseguiu roubar o show!!!

Os fãs do Green Day cantaram o clássico do Queen enquanto esperavam a banda subir ao palco. O show foi no Emirates Stadium, em Londres.

O site Oficial do Queen agradeceu aos fãs do Green Day: “Fãs do Green Day… nós saudamos vocês“.

Fonte: www.queenonline.com

Nos bastidores do Capital FM Summertime Ball 2013, a estrela de Gangnam falou ao colunista Gordon Smart: “Se não fosse pelo Queen em Wembley eu não seria uma estrela pop. Quando eu estava crescendo eu via Freddie ter todos os fãs na palma da sua mão. Ele é o melhor. “

 

Fonte: www.thesun.co.uk

Planos de parceria com Brian May foram revelados à BBC

 O sul-coreano Psy revelou estar conversando com Brian May a respeito de uma parceria.

Em entrevista à estação BBC Radio 1, o astro de “Gangnam Style” afirmou ter se encontrado com o guitarrista do Queen para falar sobre um dueto.

“Vocês se lembram que eu era e sou um grande fã da banda de rock Queen? Parece que vou tomar um brunch com Brian May amanhã”, disse Psy ao apresentador Scott Mills.

Perguntado se iria trabalhar com o renomado músico britânico, Psy declarou: “Parece que sim. Não sei, amanhã só vou comer, mas estou super animado. A banda foi uma inspiração para mim desde que eu tinha 14, 15 anos – até agora”.

Recentemente, o novo single do sul-coreano, “Gentleman”, entrou no Top 10 em 21 países.

“Estou trabalhando no meu álbum de estreia no momento, para que possamos lançá-lo em setembro no máximo”, revelou o cantor.

Fonte: www.vagalume.com.br

GOD SAVE THE QUEEN – TRIBUTO AO QUEEN
 
O TRIBUTO AO QUEEN QUE MAIS TRIUNFA NO MUNDO APRESENTA SEU NOVO SHOW “AO VIVO WEMBLEY 1986”

Tipos de ingresso:
– Pista
– mesas (somente nos pontos de venda): setor vip (frente ao palco) e pista.
10 cadeiras cada, podendo ser compradas individualmente.

1º Lote:
1º Setor VIP em frente ao palco – Mesas/cadeiras: R$ 80,00 (Por pessoa)
2º Setor – Mesas/cadeiras: R$ 60,00 (Por pessoa)
3º SETOR – Pista (em pé): R$ 30,00

Pontos De Venda Autorizados:
Criciúma: Alcidino (Shopping Della), Delucca Surf Shop (Criciúma Shopping)
Cocal Do Sul: Tigernet Informática
Morro Da Fumaça: Restaurante Do Bolinha
Urussanga: La Bella Boutique
Içara: Mury Surf Shop
Orleans: A Musical Instrumentos Musicais
Forquilhinha: Simone Modas
Araranguá: Marbon Surf Shop
Turvo: Carlessi Esportes
Tubarão: Posto Canário Café

Serviço:
Data: 20 de Junho de 2013
Horario de Abertura: 21:00 horas
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
Contato: contato@minhaentrada.com.br
Maiores informações: www.minhaentrada.com.br

 

Fonte: www.minhaentrada.com.br
Dica de: Roberto Mercury

No verão de 1981, a banda britância Queen estava gravando faixas para seu décimo álbum de estúdio, Hot Space, nos Mountain Studios em Montreux, Suíça. Enquanto isso acontecia, David Bowie agendou um horário no mesmo estúdio para gravar a música-título para o filme Cat People. Depois de um tempo, Bowie parou para ouvir as sessões do Queen e se juntou a eles. A ideia original era adicionar vocais à música “Cool Cat”.

“David chegou em uma noite e estávamos tocando músicas de outros artistas por diversão, só praticando”, diz o baterista do Queen, Roger Taylor, no livro de Mark Blake “Is This the Real Life?: The Untold Story of Freddie Mercury and Queen” (Isso é a vida real?: a história não contada de Freddie Mercury e Queen). “No final, David disse ‘isso é estúpido, por quê não escrevemos uma?'” E então começou uma maratona de 24 horas regadas, de acordo com Blake, a vinho e cocaína. Construída a partir da linha de baixo marcante de John Deacon, a música foi escrita em sua maior parte por Mercury e Bowie. Blake descreve a cena, começando pelas lembranças do guitarrista do Queen:

“Sentimos nosso caminho por uma backing track juntos, como um grupo”, lembra Brian May. “Quando a backing track estava pronta, David disse ‘Ok, vamos para a cabine do microfone separados e cantaremos como achamos que a melodia deveria sair do topo das nossas cabeças – e vamos compilar um vocal com isso’. E foi o que fizemos.” Algumas dessas improvisações, incluindo os vocais memoráveis de Mercury no início da música, ainda estariam na faixa finalizada. Bowie ainda insistiu para que ele e Mercury não ouvissem o que o outro cantou, trocando versos às vegas, o que ajudou a música a ter a sensação de “copiado e colado”.

“Foi muito difícil”, May disse em 2008, “porque você já tinha quatro rapazes precoces e David, que era precoce o suficiente para todos nós. As paixões subiram alto demais. Achei isso bem difícil porque não fiz quase nada do meu jeito. Mas David tinha uma visão real e ele literalmente tomou a música para si”. A música era intitulada originalmente “People on Streets”, mas Bowie queria mudar para “Under Pressure”. Quando chegou a hora de mixar a música nos estúdios Power Station, em New York, Bowie insistiu em estar lá. “Isso não funcionou muito”, Blake cita a frase do engenheiro do Queen, Reinhold Mack. “Passamos o dia inteiro com Bowie dizendo ‘Faça isso, faça aquilo’. No final, chamei Freddie e disse ‘Preciso de ajuda aqui’ e Fred veio como mediador”. Mercury e Bowie discutiram duramente sobre a mixagem final. A certa altura Bowie ameaçou bloquear o lançamento da música, mas foi questionado pelo público em 26 de Outubro de 1981 e eventualmente alcançou o número 1 dos tablóides britânicos Mais tarde a canção foi nomeada a 31ª da lista das 100 melhores músicas dos anos 80 pela VH1. “‘Under Pressure’ é uma música significante para nós”, May disse em 2008, “e isso foi por causa de David e do conteúdo de suas letras. Eu teria achado difícil admitir nos velhos tempos, mas posso admitir isso agora… Mas um dia eu adoraria sentar sozinho e re-remixar a música.”

Depois de ouvir às faixas vocais isoladas acima, você pode ouvir o lançamento do mix oficial de 1981 abaixo:

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Ao lado de convidados, cantora apresentará também clássicos do rock. Atração está marcada para às 23h, no Piano’s Bar Embaixador.

Carina Sandré se apresenta pela quarta edição do projeto "Lugar de Mulher é no Vocal" (Foto: Divulgação)
Carina Sandré se apresenta pela quarta edição
do projeto “Lugar de Mulher é no Vocal”
(Foto: Divulgação)

O rock da banda inglesa “Queen” irá abalar as estruturas do Piano’s Bar Embaixador, em Volta Redonda (RJ), neste sábado (8). O show tributo ao grupo de Freddie Mercury será comandado pela cantora Carina Sandré. Ao lado de convidados, ela apresentará também clássicos do rock de bandas como Deep Purple, The Police e U2. A abertura fica por conta do Le Trouver. A classificação é 18 anos.

A atração começa às 23h, pela quarta edição do projeto “Lugar de Mulher é no Vocal”, que procura mostrar que elas merecem e devem ter espaço no cenário musical. “Desta vez decidi juntar à ele [evento Lugar de Mulher é no Vocal] a homenagem ao Queen, que eu e minha banda fizemos ano passado. Além de um set especialíssimo relembrando o tributo, faremos um set só com clássicos, homenageando o rock, que é uma das influências para o som que fazemos”, contou Carina.

A cantora diz que seu trabalho não é voltado ao rock, mas gosta de fazer homenagens a esse estilo. Quem quiser conferir o show pode adquirir ingressos por R$ 10 (feminino) e R$ 15 (masculino), na bilheteria do Piano’s Bar — Travessa Luiz Antônio Félix, nº 40, Centro.

 

Fonte: http://g1.globo.com
Dica de: Roberto Mercury