Muito pouco se sabe das ultimas horas de Freddie Mercury. Seu padecimento foi cuidadosamente mantido em segredo durante anos. Somente alguns de seus amigos mais próximo, suas amizades e seu noivo Jim Hutton, estiveram com a estrela do Queen nestes momentos tão difíceis.

A doença

Dores severas atingiam seus últimos dias de vida. Hutton comentaria que a ultima vez que Mercury esteve consciente foi na sexta-feira 21 de novembro de 1991. Quando foi a Garden Lodge (suntuosa e extravagante mansão que Freddie adorava).

O Cabeleleiro e jardineiro de profissão se deitou ao lado de Mercury, que disse com um suspiro: “pronto todo mundo saberá”. Se referia a carta onde anunciava oficialmente que estava com AIDS e que seria entregue a imprensa internacional a meia noite. Mercury quis assim porque não queria que a imprensa sensacionalista britânica publicasse primeiro a noticia.

Foi uma especie de vingança depois de os tablóides especularem durante meses o seu estado de saúde.

Suas ultimas palavras

As 10 da noite do dia 23 ele se agitou terrivelmente, pedia seus remédios a gritos:
quatro pírulas analgésicas (o tratamento com AZT e outros medicamentos ele tinha abandonado semanas antes). Hutton e Mercury se deitaram e dormiram abracados. Na madrugada do domingo do dia 24. Mercury pediu que lhe trouxessem alguma fruta. Pegaram fatias de manga e um copo com suco para combater a desidratação crônica que sofria.

Ele comeu a fruta e Jim voltou a dormir. Uns minutos depois as 3 da manhã, Freddie acordou Hutton a golpes. Abria a sua boca desesperado apontando sua garganta e seu rosto demonstrava panico. Hutton não sabia o que fazer. Passaram se mais de 30 minutos até chegar um dos enfermeiros de Freddie chamado Joe. Ambos trataram de acalma-lo, Joe olhou a garganta de Freddie e viu que la tinha um pedaço de manga e que Freddie não tinha nem força para engolir e nem para cuspir, Joe retirou a manga e pouco depois Freddie voltou a dormir. As seis da manhã, Freddie pronunciava suas ultimas palavras: “Pee, pee.”

A chamada da morte

Joe e Jim o levaram ao banheiro carregando-lhe, pois não conseguia mais ficar de pé. Quando voltaram a cama, escutaram um espantoso ruido de um osso quebrando. Mercury se contorceu de dor e começou a ter convulsões. Tentaram acalma-lo, mas foi inútil. Chamaram o médico Gordon Atkinson, que receitou a Freddie uma injeção de morfina, mas ele era alérgico a ela. Atkinson disse que Freddie não passava de segunda feira. Mary, sua herdeira e confidente foi visita-lo pela manhã. Elton John também visitou Freddie. Depois chegou um outro amigo de Freddie, Dave Clark. Freddie nunca estivera tão mal do que agora. Raramente respondia a um estimulo externo. Seus olhos estavam opacos. Clark pegou a mão de Freddie e passou sobre sua gata Deliah.

Mercury queria ir ao banheiro, mas não conseguia dizer mais nada, acabou fazendo em sua cama. Hutton pediu que todos saíssem do quarto pois iria trocar Freddie. Quando Hutton estava lhe trocando, Freddie quis ajudar com suas poucas forças, subu levemente sua perna esquerda. Esse foi seu ultimo esforço.

Hutton comenta que ao sentir que a perna perdeu sua força, percebeu uma das lendas do Rock mundial estava morto.

Jim tomou Freddie em seus braços e o cobriu de beijos. Disse que o via radiante, como se ao final todo mal tivesse desaparecido, voltando a ser aquele que estremeceu o mundo com sua arte, encanto e voz.

Fonte: http://omelhordosclassicos.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

E finalmente, como todos esperavam, Slash e Brian May (Queen) farão um título juntos, que também conta com as cantoras, Kerry Ellis, Shara Nelson (Massive Attack), Sonny Green.

Segundo informações, com a parceria da empresa de artes e entretenimento Artful Badger, esta canção terá como objetivo sensibilizar o público contra o abate de texugos.

Brian May descreve a canção como muito “heavy” e toca a maioria das faixas de guitarra, baixo e piano. A canção não tem data de lançamento, mas vamos mante-los informados.

Confira algumas fotos abaixo:

Fonte: www.axlrosefaclube.com
Dica de: Roberto Mercury

Ao som do piano do maestro Marcelo de Jesus, com novas partituras e releituras, o público assistirá um crossover diferente, quando se junta dois ou mais estilos musicais, só que dessa vez meio ao contrário, juntando o rock com o clássico

O principal objetivo de fazer “A Night at The Opera” foi de levar ao teatro, ao FAO, o público mais jovem (Divulgação/Wesley Andrade)
O principal objetivo de fazer “A Night at The Opera” foi de levar ao teatro, ao FAO, o público mais jovem (Divulgação/Wesley Andrade)

Nem mesmo o Teatro Amazonas foi capaz de comportar o sucesso de público da reapresentação do Recital Bradesco II “A Night at The Opera”, na última quarta-feira (29). Por isso, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura decidiu realizar o espetáculo mais uma vez, agora, no Largo São Sebastião. A Secretaria está avaliando a melhor data para a reapresentação do recital.

Com pessoas na fila de espera desde às 13h do dia da apresentação, o Teatro Amazonas ficou completamente lotado e pelo menos outros 500 espectadores não puderam acompanhar o espetáculo de maior sucesso do XVII Festival Amazonas de Ópera.

De acordo com o secretário de Estado de Cultura, Robério Braga, o sucesso de público tornou indispensável mais uma edição do show com os maiores sucessos de Freddie Mercury e companhia. “O sucesso de mais essa apresentação foi fantástico. Com um público muito maior que o da primeira vez, o Teatro Amazonas lotou e infelizmente muitas pessoas não puderam assistir. Por isso, é justo que a Secretaria realize o recital mais uma vez, em um lugar mais amplo para receber a todos, mesmo fora da programação do Festival”.

Na primeira apresentação realizada no dia 4 de maio, no Teatro da Instalação, apenas as 200 primeiras pessoas conseguiram lugar na plateia.

Ao som do piano do maestro Marcelo de Jesus, com novas partituras e releituras, o público assistirá um crossover diferente, quando se junta dois ou mais estilos musicais, só que dessa vez meio ao contrário, juntando o rock com o clássico. “O festival tem por tradição ser inovador, sempre com peças, repertório e mídias novas. Para tirar o tom elitizado da ópera, que surgiu nos anos 1950, quando saiu das ruas e se aproximou muito da elite”, diz de Jesus.

Mas o principal objetivo de fazer “A Night at The Opera” foi de levar ao teatro, ao FAO, o público mais jovem. E na primeira noite estavam todos lá, misturados ainda a adultos, idosos e até crianças com seus pais músicos.

Entre as canções escolhidas para o recital, destaque para “Radio Ga Ga”, single de 1984 que se tornou sucesso mundial, atingindo o número 1 das paradas em 19 países. Outro campeão de execuções, presente na programação, é “I Want To Break Free”, onde a banda, no vídeoclipe, aparece toda vestida de drag queen. O “Queen” foi formado em 1971.

Repertório

Somebody to love
Don’t stop me now (Humberto Sobrinho)
Save me (Mirian Abad)
Play the game HS (Humberto Sobrinho)
Love of my life (Mirian Abad)
We will rock you  (Humberto Sobrinho)
We are the champions  (Humberto Sobrinho)
Radio ga ga (Mirian Abad)
I want to break free (Mirian Abad)
It’s a hard life (Humberto Sobrinho)
The show must go on (Mirian Abad)
Who wants to live forever (Humberto Sobrinho)
Friends will be friends (Humberto Sobrinho)
Barcelona HS/MA (Humberto Sobrinho / Mirian Abad)
How Can I Go On HS/MA (Humberto Sobrinho / Mirian Abad)
Bohemian rhapsody

 

Fonte: http://acritica.uol.com.br
Dica de: André Vital  via Twiiter @AndreVital_

Mais uma vez com casa cheia o Recital Bradesco II “A Night at The Opera”, realizado no Teatro Amazonas, foi sucesso de público em sua reapresentação na última quarta-feira 29/05/13.

o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, decidiu realizar o espetáculo mais uma vez, agora, no Largo São Sebastião. A Secretaria está avaliando a melhor data para a reapresentação do recital (em breve divulgaremos mais informações).

Abaixo alguns videos:

The Show Must Go On

I Want to Break Free

Bohemian Rhapsody

How Can i Go On

 

Vídeos do Canal no Youtube de Lumara Colares

 

Dica de: André Vital  via Twiiter @AndreVital_

Uma banda formada por jovens de 14 a 17 anos resolveu fazer um cover bastante ousado. Eles disputavam um festival, o FBI – Festival de Bandas Independentes, numa casa de shows na Lapa.

O público delirou quando Bohemian Rhapsody foi tocada de maneira incrível, sem nenhum tipo de playback (até o QUEEN soltava a gravação original na famosa parte da ópera). Mesmo não fazendo um trabalho impecável, o que é praticamente impossível ao vivo, a música fez sucesso e a banda se classificou para a final do festival.

A ‘No Name’, ou ‘A Band With No Name’ (referência à música ‘A Horse With No Name’, do AMERICA), é formada por Rubens Achilles (17 anos – guitarra e voz), Carol Mathias (15 anos – teclados, violão e voz), Lourenço Matheus (16 anos – baixo e voz) e Leo Burity (14 anos, bateria e voz).

Para mais informações, a página da banda no Facebook: www.facebook.com/ABandWithNoNameBR

Confira a performance dos garotos na íntegra:

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Única banda reconhecida pelo site oficial do Queen apresenta-se no Teatro Colinas

O grupo Classical Queen recria, nos mínimos detalhes, o visual e som do grupo de Freddie Mercury
O grupo Classical Queen recria, nos mínimos detalhes, o visual e som do grupo de Freddie Mercury

Para os amantes do rock antigo britânico, chega a São José dos Campos, na próxima quinta-feira (6), um show pra lá do que especial. O Teatro Colinas recebe o grande show do consagrado grupo cover no cenário musical da década de 70: O Queen.

O grupo Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie Mercury, subirá no palco do Teatro Colinas em apresentações únicas nos dias 6 e 13 do mês de junho. Além de se apresentarem no programa do Faustão, da Rede Globo, o Classical Queen fez mais de 80 shows ao redor do Brasil e ainda foi convidado a embalar os participantes do Motorcycle Rock Cruise, cruzeiro marítimo para aqueles que amam o rock’n’roll.

Certamente uma excelente oportunidade para reviver esses grandes clássicos das décadas passadas que revolucionaram o rock mundial e serão eternamente lembrados e atuais.

 SERVIÇO
Classical Queen
Local: Teatro Colinas
Endereço: Av. São João, n°2200 Jardim das Colinas, São José dos Campos
Temporada: Quinta-feira – dias 06/06 e 13/06 (únicas apresentações)
Horário: 20h30
Valor: R$ 50,00 inteira (R$ 25,00 meia)
Duração: 70 minutos
Vendas: Na bilheteria do Teatro e pela internet no www.livepass.com.br
Telefone: (12) 3204-5236

Fonte: www.diariodejacarei.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Por: Rafael Fernandes http://www.geekmusical.com.br/…


O baixo elétrico é um instrumento subestimado na música, em especial no rock. As atenções quase sempre estão nos vocalistas e guitarristas. Ainda mais por conta da mística criada em torno de suas parcerias, como Jagger/Richards, Page/Plant e tantos outros. Até os bateristas tem seu destaque, por conta de craques como Neil Peart (Rush) e líderes como Mike Portnoy – que por anos comandou as ações do Dream Theater. À exceção de alguns nomes, como Steve Harris, a mão de ferro do Iron Maiden, os baixistas acabam – injustamente – deixados um pouco de lado. Para tentar ajudar a minimizar esse fato, pretendo escrever alguns artigos sobre o instrumento. Hoje, escolho três entre minhas gravações de baixo preferidas.

1) Yes – Roundabout

“Roundabout” é um dos clássicos do Yes, do também clássico álbum “Fragile” (1971), o quarto do grupo. A música começa com uma breve peça de violão de Steve Howe. Como em tantas grandes músicas progressivas, é um anti-climax que esconde a porrada que vem a seguir. A canção explode e a primeira coisa que vem à tona é a patada do baixo, bem na nossa cara. É uma gravação de contrabaixo que tem peso, levada suingada e virtuosismo – e soa arejada. Chris Squire dá ainda mais dimensão para seu inseparável Rickenbacker. A linha melódica principal que ele criou gruda na cabeça. Como os outros exemplos a seguir, é uma aula de baixo: saber quando segurar a mão e só dar peso à levada, e quando colorir a música sem exageros. E mostra o quanto são importantes um ótimo arranjo e um instrumentista de primeira: a música é de Jon Anderson e Steve Howe, mas o baixo de Chris Squire é um dos grandes destaques dessa gravação antológica.

 Veja também a gravação isolada do baixo:


2) Queen – Bicycle Race

John Deacon é um dos músicos mais subestimados do rock – ainda vou escrever sobre isso. Ele compôs hits como “I Want To Break Free” e “You’re My Best Friend” e criou riffs marcantes como “Under Pressure” e “Another One Bites The Dust” (esta última ele também compôs). Além disso, tocou linhas de baixo inspiradíssimas. “Bicycle Race”, do disco Jazz (1978), é uma delas. A música é mais um grande momento de Freddie Mercury (também seu autor), cheia de coros e mudanças de andamento, e tem outro solo magistral de Brian May. É quase irresistível ouvir apenas as atuações de Mercury e May. Mas vale à pena prestar atenção no contrabaixo. A música, conduzida pelo piano, ganha força e dimensão com a atuação de John Deacon – que acompanha de forma linda a linha melódica da voz e do piano. Quando a canção ganha peso, Deacon segura a onda e encorpa a base. Note também os detalhes que ele vai incorporando à música: eles fazem toda a diferença.


3) Beatles – I Want You (She’s So Heavy)

Uma grande música de amor de John Lennon (inspirada, claro, em Yoko Ono), do disco Abbey Road (1969). Intensa, dramática e exagerada, como toda grande paixão. A música tem toques de progressivo: dura quase oito minutos, tem diferentes partes, solos de teclado, grandes vocais, dinâmicas diversas, mudanças de andamento e um final abrupto. Mas precisamos notar a atuação de Paul McCartney. Além de compositor lendário e ótimo cantor, é um grande baixista. Em “I Want You (She’s So Heavy)” ele desfila bela variedade de linhas de baixo. No começo, ajuda a segurar o ritmo; flerta com o virtuosismo na parada da música e ainda acha espaço para um clima latino. Dá a tensão necessária, fazendo uma “cama” para o dedilhado de guitarra. Ele vai distribuindo detalhes elegantes e pequenas mudanças do começo ao fim da música.

 Agora é sua vez, geek musical: escolha três de suas gravações de baixo favoritas e me diga quais são!

 

Fonte: www.geekmusical.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A grande voz de Freddie Mercury como você nunca ouviu antes.

Somebody To Love

Bohemian Rhapsody

Don’t Stop Me Now

Play The Game

We Are The Champions

Fonte: http://whiplash.net

A entrevista perdida com Freddie Mercury, em que ele fala sobre os 20 anos do Queen, foi achada e estará no no DVD/Bluray Queen On Fire: Live at the Bowl

Freddie Mercury, que morreu de pneumonia em decorrência da AIDS em 1991, sentou-se com uma equipe de TV alemã em Munique, em 1982, para um bate-papo. Bebendo cerveja e com um cigarro, refletiu sobre como seria o 20º aniversário de sua própria banda, que ele não viveu para ver.

Mercury disse: “Seria bom se as pessoas continuassem comprando nossos registros (daqui há uns 10 anos).”

Durante a entrevista de oito minutos, que será apresentada como um extra adicional ao DVD e traz entrevistas nos bastidores com seus companheiros de banda, Freddie fala também sobre se tornar uma estrela do rock fora dos palcos.

Ele diz: “Egos podem correr soltos se você não manter o pé no chão. É fácil dizer.. Eu sou um grande astro do rock, eu posso tudo.”

Na entrevista perdida, Mercury também fala sobre o “visual teatral” do Queen nos palcos e sobre a indústria da música em 1982.

 

Fonte: www.contactmusic.com

Arquivo Musical – O talento de Freddie Mercury

Programa tenta explicar o segredo do sucesso do cantor e da banda Queen

O Arquivo Musical mostra no próximo dia 8 um especial sobre um dos maiores ícones do rock mundial: Freddie Mercury. O especial “Queen AKA Mercury Rising” tenta explicar o segredo do sucesso, do cantor, e da banda, quatro décadas depois de sua explosão no cenário interncional.

Queen Aka Mercury Rising Freddie Mercury em suas atuações especiais no palco e um alcance vocal extraordinário, alcançou um status lendário como o vocalista do Queen, uma das mais emblemáticas e famosas bandas de rock clássico de todos os tempos. Este programa olha para o sucesso e o talento nato de Freddie Mercury e da banda Queen, quatro décadas depois de sua explosão no cenário do rock internacional.

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Datas e Horários

DiaHorário
08/06/13
08/06 /13

09/06 /13
10/06/13
11/06/13
19:00
21:30

02:00
14:00
09:55

PS: Embora no site do Canal BIS informe que o horário é as 19:00, na grade de programação informa ser às 21:30.

Fonte: http://canalbis.globo.com
Com dica de: Roberto Mercury

Clássicos Bis Queen With Paul Rodgers Live

Clássicos Bis apresenta: Queen With Paul Rodgers Live

A lenda do Queen continua movimentando audiências de todo o mundo com Paul Rodgers, ex-vocalista do Free and Bad Company.

Seus hits passam por clássicos como ‘Crazy Little Thing Called Love’ , ‘I Want to Break Free’, ‘Love of My Life’, ‘We Will Rock You’ e ‘I Want It All’.

Datas e Horários

DiaHorário
02/06/13
03/06/13
04/06/13
05/06/13
21:30
02:00
13:45
10:00

 

 Fonte: http://canalbis.globo.com/

Os roqueiros do Muse prestaram uma homenagem aos seus heróis do Queen, usando anões levando bandejas com pó branco de aparência suspeita

É conhecida a história de que Freddie contratou anões para distribuir cocaína em uma de suas pervertidas festas, durante o auge do sucesso da banda. E o Muse surpreendeu seus convidados com algo similar.

Eles chocaram os convidados com seus “mordomos anões ao estilo Queen”!! Mas os anões traziam apenas inofensivos sorvetes nas bandejas. Brincadeira criada por Dominic Howard, baterista do Muse.

Uma fonte contou: “Foi hilário. Dom é um grande amigo do Roger Taylor, e ele sabe que Roger está cansado de ser perguntado sobre esta história, então eles acharam que seria engraçado.”

 

Fonte: www.star-magazine.co.uk

Existem milhares de álbuns incríveis, do começo ao fim no rico mundo da boa música. Porém são poucos os que têm conteúdo musical atraente e uma capa ou design de qualidade, o que acaba transformando o que poderia ser apenas um belo registro musical em uma obra de arte. Separei 5 discos indispensáveis em vinil para quem curte um bom som.

Grand Funk Railroad – ‘E Pluribus Funk’ (1971) – O álbum de 1971 do até então power-trio americano traz uma capa caprichadíssima em formato de moeda com a efígie dos integrantes da banda. Os créditos desse exímio trabalho  são dos artistas  Terry Knight e Craig Braun.

No conteúdo, faixas clássicas e bem executadas como Footstompin´Music, People let´s Stop the War, Come Tumblin e Loneliness. O disco possui apenas  sete músicas, mas faz jus à máxima de que qualidade não é quantidade. Obra-prima de altíssimo nível. Disco essencial.

Dead Kennedys  – ‘Fresh Fruit for Rotting Vegetables’ (1980) – O bem sucedido disco de estreia da banda americana Dead Kennedys, além de ser indispensável na coleção do bom apreciador do gênero, traz capa simples, sendo o vinil a verdadeira estrela da parte “física” do álbum.

O efeito do disco branco rolando na vitrola é bonito e parece acompanhar o ritmo frenético de faixas clássicas do punk como Kill the Poor, California Über Alles, Holiday in Cambodja, entre outras. Arte por conta de Annie Horwood e Winston Smith.

 Queen – A Day at the Races (1976) –  Este álbum traz uma bela arte de capa de David Costa, e considero como sendo um dos discos mais sensíveis da banda, tanto nas letras,como no instrumental.

Os destaques estão nas faixas do lado A: Tie Your Mother Down, com solo mítico do competente Brian May, a lindíssima You Take My Breath Away e Long Away. Já do lado B a clássica Somebody to Love, (que executada no toca-discos traz uma sensação arrepiante!) e Teo Torriatte (Let Us Cling Together), que traz a magnífica interpretação de Freddie Mercury que canta dois refrões da canção inteiramente em japonês.

 Iron Maiden – ‘Powerslave’ (1984) -As capas do Iron Maiden sempre foram uma obra à parte e este disco, um dos mais importantes álbuns da banda, traz o trabalho do ilustrador Derek Riggs combinando as “pirâmides do Faraó-Deus-Eddie-Horus” com o estilo egípcio da faixa-título, “Powerslave.”

A capa ricamente detalhada parece absorver o conteúdo das letras e a fase de amadurecimento do grupo. Deste disco destaco as faixas do lado A: Aces High e 2 Minutes to Midnight, e as do lado B:  Back in the Village e a “egípcia” Powerslave. Coloque no toca-discos e deixe a sonzera rolar solta.

Supertramp – Even in the Quietest Moments (1977) –  O quinto álbum dos caras traz uma capa sensível e intensa, trabalho dos artistas Mike Doud, Kenneth McGowan e Bob Seidemann.

Não é preciso muito para recomendar um disco de uma banda com o porte do Supertramp, que traz verdadeiras maravilhas musicais em toda a sua obra e neste trabalho não seria diferente. Do lado A destaco a faixa Give a Little Bit, já o lado B pra mim é o melhor do disco, com as faixas Babaji, From Now On e Fool’s Overture.

 

Fonte: http://thatrockmusicblog.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

RELEASEQueen, uma das maiores bandas da história da música ganha releitura em espetáculo musical em São Paulo.

Produzido pela Oito Notas Produções Artísticas, o espetáculo “A Kind of Magic” traz vida a músicas da histórica banda Queen nas vozes de grandes nomes do Teatro Musical Nacional.

A temporada tem estreia no mês de Junho e garante levar o público a uma viagem musical relembrando temas famosos da banda como Bohemian Rapsody, We Are the Champions, Who Wants to Live Forever, We Will Rock You, entre outros.

Imperdível para os fãs do Queen e do gênero vocal rock, “A Kind of Magic” deve ser visto também por todos que apreciam os grandes musicais nos teatros.

A temporada será no Teatro Livraria da Vila JK Iguatemi às sextas feiras as 20h nos meses de junho e julho. Estreia dia 07 de junho de 2013.

MÚSICOS

Sílvio Venosa (piano), Renato Loyola (baixo) e Leticia Veras (bateria).

VOZES

Rebeca Elts, Francine Lobo, Nina Dutra, Felipe Ventura, Tulio Zani, Tinno Zani e Tonanni.

SERVIÇOData: 07/06 a 26/07/2013
Hora: sex às 20h

Local: Teatro Livraria da Vila
Shopping JK Iguatemi – Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 Vila Nova Conceição – São Paulo – SP


Classificação Etária: livre

Ingressos: R$50,00

Venda de ingressos no site ingressorapido
Call Center 4003-1212

Em breve mais informações.

Fontes:

 

Agradecimentos a André Tonanni da Produção Oito Notas
Com dica de Roberto mercury

Clique para AmpliarSim, mais uma lista que irá gerar discussões. A revista Guitar World divulgou sua lista das 50 melhores canções de Rock de todos os tempos (Guitar World’s 50 Greatest Rock Songs of All Time).

E estão tão convictos desta lista que resolveram lançar um livro com a transcrição nota por nota destas 50 canções para guitarra (óbvio). O livro foi elaborado pela famosa editora Hal Leonard, que é especialista em livros didáticos de música.

Provavelmente a ausência mais sentida seja a dos Rolling Stones e sua “Satisfaction”.

Segue a lista das 50 canções (em ordem alfabética):

Ain’t Talkin’ ‘Bout Love – Van Halen
All Along The Watchtower – Jimi Hendrix
All Day And All Of The Night – The Kinks
Aqualung – Jethro Tull
Back In Black – AC/DC
Barracuda – Heart
Beat It – Michael Jackson
Blitzkrieg Bop – Ramones
Bohemian Rhapsody – Queen
Born To Be Wild – Steppenwolf
The Boys Are Back In Town – Thin Lizzy
Carry On Wayward Son – Kansas
Comfortably Numb – Pink Floyd
Crazy Train – Ozzy Osbourne
Cross Road Blues (Crossroads) – Cream
Day Tripper – The Beatles
Detroit Rock City – Kiss
Dr. Feel Good – Mötley Crue
Enter Sandman – Metallica
Free Bird – Lynyrd Skynyrd
Funk #49 – James Gang
Highway To Hell – AC/DC
Hotel California – Eagles
Iron Man – Black Sabbath
Jailhouse Rock – Elvis Presley

Layla – Derek and the Dominoes
Limelight – Rush
Misirlou – Dick Dale
Peace Of Mind – Boston
Photograph – Def Leppard
Plush – Stone Temple Pilots
Pride And Joy – Stevie Ray Vaughan
Purple Haze – Jimi Hendrix
Rock Around The Clock – Bill Haley & His Comets
Run To The Hills – Iron Maiden
School’s Out – Alice Cooper
Smells Like Teen Spirit – Nirvana
Smoke On The Water – Deep Purple
Stairway To Heaven – Led Zeppelin
Suite: Judy Blue Eyes – Crosby, Stills & Nash
Sultans Of Swing – Dire Straits
Surrender – Cheap Trick
Sweet Child O’ Mine – Guns N’ Roses
Tush – ZZ Top
Walk This Way – Aerosmith
Welcome To The Jungle – Guns N’ Roses
Whipping Post – The Allman Brothers Band
Whole Lotta Love – Led Zeppelin
Won’t Get Fooled Again – The Who
You Really Got Me – Van Halen

O livro está disponível na loja online da Guitar World por 35 dólares (cerca de 70 reais)

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Concorra a dez pares de ingressos para o espetáculo Classical Queen no Teatro Anhembi Morumbi, em São Paulo, para o dia 31/05 às 21h30.

O grupo Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor.

O sorteio será realizado dia dias 27, 28 e 29 de maio, às 15h no programa Via Web. Os nomes dos ganhadores estará na lista da bilheteria do  Teatro Anhembi Morumbi.

Serviço:

Classical Queen
Local: Teatro Anhembi Morumbi
Endereço: Rua Dr. Almeida de Lima, 1176- Brás/Mooca
Telefone: 2872-1457
Sexta-feira dia 31/05
Horário: 21h30
Duração: 70 minutos
Gênero: Show/Música

 

Fonte: www.brasil2000.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Análise em Freddie Mercury

Na foto, Freddie usa terno maçônico com tema preto e branco ( remete ao piso das lojas maçônicas)

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara1 (Zanzibar, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi um cantor, pianista e compositor que ficou mundialmente famoso como vocalista da banda britânica de hard rock Queen, que ele integrou de 1970 até o ano de sua morte.( Wikipédia)

Não serei o primeiro a analisar as músicas do Queen. Mas reconheço que muitos blogs negligenciam esta banda, é impressionante a quantidade de mensagem subliminar em suas letras. E o melhor, quem diz isso são os próprios fãs da banda.

Vejamos algumas canções principais:

1-Another One Bites The Dust

Em alguns programas que invertem as músicas pode-se ouvir claramente algumas frases. A própria banda confirmou a existência dessas mensagens invertidas. Nesta primeira se ouve : “It’s Fun to Smoke Marijuana, It’s Fun to Smoke Marijuana” [É divertindo fumar maconha, é divertido fumar maconha] Bem como a frase : “Give some some ACID to the newbie”[dê algum ÁCIDO para o novato]

2- One Vision.

A música invertida diz :
“My Sweet Satan… Yes, we’ve seen Sabbath”[Meu doce Satã… Sim, nós vimos Sabbath]
Bem como : My Sweet Child”[Minha doce criança] / “My Skulled Child”[Minha criança esquelética]

3- Don’t Stop Me Now!

A musica invertida declara : “Who is Me?”[Quem sou eu?]

4- The Invisible Man…

A música invertida diz : You cannot see me” [você não pode me ver]

5-News of The World

A música invertida diz : Keep Fuck, Keep Fuck, Keep Fuck, Keep Fuck’‘.( foda, foda, foda)

Bem como se ouve: look my snake” [olhe minha “cobra”]

6- Fat Bottomed Girls

A música invertida diz :Say Say-Oh we belong to hell, hell, hey hey Oh we belong to hell”
[diga, diga – Oh, nós pertencemos ao inferno, inferno, hey hey! Oh, nós pertencemos ao inferno!]

7- Love of My Life

A música invertida diz :Sweet love, why blowing dark in me much more?”[Doce amor, porque assopra muito mais escuridão em mim?]

8- The Hitman do álbum Innuendo de 1991

A música invertida diz: ‘evil you know satã”.[Mal sabe, Satã]

Bem como : ”Freddie in chains now”.[Freddie acorrentado, agora]

9-Bo Rhap ( cheia de mensagens subliminares) vejamos algumas:

“And I don’t believe the Light” – 2:15 – tempo da inversão- [E eu não acredito na Luz]

“Erase GOD, Erase GOD!” – 1:38 – tempo da inversão-[Apague DEUS, apague DEUS!]

I’m a sad sinner!” – 1:34- tempo da inversão-[Eu sou um pecador triste!]

E para terminar esta postagem, para aqueles que não gostam de músicas invertidas, temos a canção :The March of the Black Queen.

‘Forget your singalongs and your lullabies
Esqueça sua cantoria e suas canções de ninar
-Surrender to the city of the fireflies
Renda-se a cidade dos vagalumes
-Dance with the devil in beat with the band
Dance com o diabo no ritmo da banda
-To hell with all of you hand-in-hand
Para o inferno com toda sua ajuda
-But now it’s time to be gone – (la la la laaa) forever – forever
Mas agora é hora de ir andando – (la la la laaa) pra sempre -pra sempre”


Mais Uma análise em Freddie Mercury

Aqui vemos o cantor Freddie Mercury usando um macacão com o tema preto X branco , porém denotando o raio. Este raio é símbolo da nova era. Muitos cantores fazem alusão a este Raio. Por exemplo, Lady Gaga, KISS, Avril Lavigne, entre outros.
Esta foi foi feita por um jornalista que pretendia criticar os cristãos radicais que não aceitam o casamento gay. Ele pôs Freddie , que era assumidamente bissexual, deitado com a figura daquilo que seria Jesus. Uma blasfêmia!… Ora, todos sabem que Mercury em seus primeiros trabalhos criticou bastante o cristianismo. Suas letras sempre tiveram conotação religiosa, romântica e baladas. Certa vez em uma intrevista, um jornalista perguntou : o que voce acha do céu? -Freddie diz sem medir palavras : Não quero ir pra lá, o inferno é melhor que lá.
Na música ” The March of black Queen ” o cantor diz claramente em sua composição :  Dance com o diabo no ritmo da banda,
Para o inferno com toda sua ajuda,
Mas agora é hora de ir andando – (la la la laaa) pra sempre -pra sempre’ Isso não é subliminar, é explicito.

Terceira Análise em Freddie Mercury : Somebody To Love

Algumas partes de suas canções são bem expressivas :

Na música : i want to break free, ele diz: “Deus sabe, Deus sabe que tenho que me libertar”. Freddie sentia-se aprisionado. É isso mesmo o que a Bíblia diz: Se, pois, o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Ou seja, a condição de todo pecador é de um escravo que necessita de Cristo para libertá-lo.

Veja o que Freddie diz na canção Somebody to Love :

A cada manhã [que] eu me levanto, eu morro um pouco,
Mal consigo permanecer em pé.
(olhe para si mesmo)
Olho no espelho e choro, (e choro)
Senhor, o que está fazendo comigo… (sim, sim)
Eu tenho gastado todos os meus anos acreditando em você,
Mas eu simplesmente não consigo nenhuma ajuda, senhor!
 
É uma espécie de oração que ele faz a Deus. Ele está reclamando de sua solidão. Ele diz ser inútil crer em Deus, pois ele não responde suas preces. Querendo ou não, o cantor influenciou muita gente a desacreditar em Deus. A letra continua :
 
Eu trabalho duro (ele trabalha duro) cada dia da minha vida,
Eu trabalho até que sinto dor nos meus ossos.
No final (no final do dia),
Eu levo para casa meu pagamento ganho com esforço,
Totalmente sozinho.
Eu me abaixo (abaixo) de joelhos (joelhos),
E eu começo a rezar
Até que as lágrimas escorram dos meus olhos.
Senhor – alguém – alguém, ooh alguém
(por favor)
 
Em sua prece Freddie diz que trabalha muito, mas também diz: ele trabalha duro. De quem estaria falando? Dele mesmo ou do amor que tanto queria ter a seu lado? ( um homem). Ele estaria pedindo a Deus um homem para acabar com sua solidão?
 
Mais uma vez o cantor denomina-se de prisioneiro:
 
Eu só preciso sair desta cela de prisão,
Um dia (algum dia) eu vou ser livre, senhor!
 
Será que Freddie era feliz na vida que vivia? Será que lá no fundo ele desejava viver outra forma de vida? Não sabemos, pois certa feita ele disse que não desejava ir para o céu, porque acreditava que o inferno seria melhor .
 
Nesta oração percebe-se :
 
1- um homem insatisfeito com a própria vida ;
2- A solidão de Freddie é apenas o vazio de sua alma, que deveria desejar antes de mais nada, a presença de Deus, única capaz de preencher a solidão existencial;
3- Suas acusações em sua prece podem levar seus ouvintes a incredulidade ( Deus não me responde, então do que vale acreditar nele? )
4- Quando ele diz que trabalha duro, está querendo dizer que é um homem de bem, digno de resposta. Mas a Bíblia diz que ninguém é digno de nada de Deus. Tudo o que podemos receber de suas mãos é sua misericórdia imerecida.


 

 

Fonte: http://mensagemsublime.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Quem nunca brincou com LEGO? Essas pecinhas minusculas, que formam os mais loucos veículos, moradias e vilões, ficavam espalhadas pela casa e deixavam nossos pais muito irritados – pisar em uma dela não é nada agradável.  Pois é, tem gente que até hoje leva a brincadeira a sério!

O que não falta na internet são montagens de gente muito talentosa recriando alguma cena ou personagem do mundo pop em versão LEGO. Separamos as cinco mais legais (além do Homem de Ferro ali de cima, claro) para mostrar para vocês. Confere só:

A Origem, filme de Christopher Nolan com Leonardo DiCaprio, foi recriada em um dos seus melhores momentos – a luta sem gravidade no hotel! Se não assistiram, vale a pena:

O Daft Punk acabou de lançar CD novo, mas essa arte já é um pouco antiga. Não tem problema, ela é sensacional de qualquer forma! Repare nos detalhes, nos capacetes e, principalmente, na caixa com LP’s do lado das pick-ups.

Lendário líder e vocalista do Queen, Freddie Mercury faleceu em 1991, mas seu legado jamais será esquecido. Talvez por isso fizeram essa estátua incrível dele em versão LEGO. O mais impressionante, assim como no Freddie de verdade, é o bigode.

Sad Keanu is Sad é um desses memes memoráveis. Trata-se de um flagra dos paparazzi do ator Keanu Reeves (o Neo, da trilogia Matrix, também conhecido como “o escolhido”) em um momento um tanto quanto… melancólico. Foi usada à exaustão e depois esquecido, mas não por esse artista dos cubinhos.

Até o cult Quentin Tarantino recebeu homenagem no brinquedo mais popular de todos os tempos. A cena mais famosa do filme Cães de Aluguel foi reencenada através de LEGOs. Reparem no detalhe da cor das gravatas!

E aí, o que acharam? Tiveram alguma ideia relacionada à LEGOs para homenagear algum artista ou filme que vocês gostam? Contem para gente através dos comentários! E aproveitem para curtir a nossa fanpage no Facebook!

 

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

No programa Fantástico, da Rede Globo, de ontem 26/05/2013, durante a matéria sobre o “Robô Teotronico” ele tocou e cantou We Are The Champions.

Aqui vídeo em que ele canta 1 minuto e 37 segundos de We are the champions

A voz de cada cantor se encaixa em uma entre sete possíveis classificações, de acordo com seu tom. Como afirma o site Star Singing Lessons, conhecer o seu tipo de voz vai ajudá-lo a determinar quais músicas são apropriadas para você cantar. Se você optar por aquelas fora do seu alcance, precisará da ajuda de um arranjador de música para recodificá-las.

Baixo

O baixo é o mais profundo de todos os níveis de voz, seja masculina ou feminina. Como observa o especialista em voz Aaron Lim, o cantor com nível de voz baixo é mais forte em sua voz baixa, indo entre uma nota Fá um oitavo abaixo do Dó a uma nota Mi logo acima dele. Ele pode mudar de uma voz de peito para uma média em torno de um Lá logo abaixo de um Dó. Também pode fazer a transição para uma voz de cabeça em Ré logo acima do Dó.

Barítono

A voz de barítono, um nível acima do baixo, é a voz masculina mais comum, de acordo com Lim. A gama típica de um barítono é entre um Lá uma oitava abaixo do Dó e um Lá abaixo do Dó. O barítono muda para a voz intermediária entre Lá e Si, logo abaixo do Dó, e se transforma em uma voz de cabeça em Ré ou Mi logo acima de Dó. O desempenho do barítono é mais forte nos tons de médio alcance. Lim cita John Charles Thomas, Leonard Warren e Robert Merrill entre os mais famosos barítonos.

Tenor

Embora o tenor não seja a mais elevada das vozes masculinas, é a mais alta com a qual a maioria das pessoas está familiarizada. O alcance do tenor é entre o Dó uma oitava abaixo e uma oitava acima. Ele faz transições em voz média em torno de Ré e Mi acima de Dó e entra em sua voz de cabeça em Fá sustenido ou Sol acima de Dó. Exemplos de famosos tenores, de acordo com Lopes, são o falecido Luciano Pavarotti, Placido Domingo, Elton John e Stevie Wonder .

Contratenor

O contratenor é a mais elevada de todas as vozes masculinas. É um tipo raro de voz que é semelhante ao contralto de uma mulher. O contratenor pode cantar da faixa Sol abaixo do Dó à série Fá uma oitava acima. Ele pode cantar as notas altas de cabeça com clareza de tom, de acordo com Lim. Os ouvintes tendem a confundi-lo com uma cantora. O falecido Freddie Mercury foi um exemplo desse tipo de vocalista.

Triplo

A voz do triplo é semelhante à da soprano feminina na sua capacidade de atingir notas elevadas. Este é o tipo vocal de um adolescente antes de sua voz começar a se aprofundar. De acordo com Lim, o alcance vocal desse tipo de cantor situa-se entre um Lá abaixo do Dó e do Fá uma oitava acima. Exemplos de proeminentes pré-adolescentes ao longo dos anos com esta faixa incluíram Donny Osmond, o falecido Michael Jackson e a cantora de “He’s Got the Whole World in His Hands” (1958), Lorrie Londres.

Contralto

O contralto é a voz feminina mais baixa de todas e é menos comum entre as vozes femininas que o mezzo-soprano ou soprano. A sua definição é a mesma que a do alto. No entanto, como diz Lim, “contralto” é o termo correto para o tipo de voz, enquanto “alto” é a palavra adequada para a parte que o contralto canta. Seu alcance vocal está entre Mi abaixo de Dó e a segunda nota Sol acima de Dó. Contraltos famosos incluem Tracy Chapman, Toni Braxton e Gladys Knight.

Mezzo Soprano

A mezzo-soprano é o tipo de voz feminina mais comum. Uma mulher com esse nível vocal pode cantar entre Sol abaixo de Dó e Dó mais de duas oitavas acima, da do a ela um alcance de cerca de duas oitavas. Ela faz transições de voz de peito em volta de Mi um pouco acima do Dó para dirigir a voz em torno a Mi uma oitava acima do Dó. Beyonce, Aretha Franklin e Natalie Cole são famosas mezzo-sopranos.

Soprano

 

A soprano é a mais alta das vozes femininas. A cantora soprano pode alcançar as notas mais altas com muita facilidade. De acordo com Lim, seu alcance é entre o La logo abaixo do Dó a Fá ou Sol duas oitavas acima do Dó. Ela se move para fora de sua voz de peito em torno de Mi bemol e entra em sua voz de cabeça em Fá sustenido uma oitava acima de Dó. Cantores soprano famosos incluem Mariah Carey, a falecida estrela da ópera Maria Callas e Charlotte Church.

 

Fonte: www.ehow.com.br
Dica de: Roberto Mercury