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Queen foi uma banda de rock que já vendeu mais de trezentos milhões de cópias no mundo inteiro. Foi uma das mais populares bandas dos anos 70/80. Precursora do rock, a banda tornou-se uma das mais famosas entre o público. A mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo do vocalista Freddie Mercury fizeram o sucesso mundial da banda. Confira mais esta apresentação Queen Live in Japan 1985.

CARACTERÍSTICAS:
País de Produção: Brasil
Idioma do Áudio: Inglês
Ano de Produção: 2013
Duração : 90 min
Tipo de Mídia : Dvd + Cd / Dvd + Cd

Faixas do DVD:

1. Opening
2. Tear It Up
3. Tie Your Mother Down
4. Under Pressure
5. Somebody To Love
6. Killer Queen
7. Seven Seas Of Rhye
8. Keep Yourself Alive
9. Liar
10. Vocal Solo
11. It’s A Hard Life
12. Now I’m Here
13. Is This The World We Created
14. Love Of My Life
15. Another One Bites The Dust
16. Hammer To Fall
17. Crazy Little Thing Called Love
18. Bohemian Rhapsody
19. Radio Gaga
20. I Want To Break Free
21. Jailhouse Rock
22. We Will Rock You
23. We Are The Champions
24. God Save The Queen

Faixas do CD:

1. Tear It Up
2. Tie Your Mother Down
3. Under Pressure
4. Somebody To Love
5. Killer Queen
6. Seven Seas Of Rhye
7. Keep Your Self Alive
8. Liar
9. It’s A Hard Life
10. Now I’m Here
11. Is This The World Created
12. Love Of My Life
13. Another One Bites The Dust
14. Hammer To Fall
15. Crazy Little Thung Called Love
16. Bohemian Rhapsody
17. Radio Ga Ga
18. I Want To Break Free
19. We Will Rock You
20. We Are The Champions

O DVD + CD Live In Japan 1985 – Edição Especial está disponível no site da livraria saraiva pelo preço de R$ 31.90. Para comprar Clique Aqui

O documentário “Freddie Mercury – The Great Pretender”, produziu por Rhys Thomas, venceu o prêmio Rose d’Or Award ARTS 2013!

Rhys Thomas falou:

“Eu estou na lua!! Ganhar o Rose d’Or, que era um sonho antigo, não poderia ser mais emocionante. Isso realmente foi um trabalho de amor para mim, eu queria fazer um documentário que captasse o humor do Freddie, bem como o seu talento e realizações. Pela reação dos fãs e agora o reconhecimento da BAFTA e The Rose d’Or, parece que eu fiz a coisa certa”.

The Great Pretender está disponível em Blu-ray e DVD e tem preço aproximado de R$ 38.00.

Abaixo trailer oficial do documentário:

 

Fonte: www.queenonline.com

Nova propaganda da VISA com a música Don`t Stop Me Now.

Fonte: www.brianmay.com
Dica de: Roberto Mercury

A Capa Domingueira é a nova sessão do Blog ROCK CLUB aonde é filiada aos Grupos do ROCK CLUB no Facebook. A Votação da capa acontece de Terça até Sábado e o vencedor é homenageado com um especial no Domingo. 

Faz trinta e sete anos que saiu o single “Bohemian Rhapsody”, uma ópera rock magistral de seis minutos sobre um rapaz que matou alguém, vendeu sua alma para Belzebu e quer saber se Scaramouche pode fazer o Fandango. É um mito? Uma metáfora para um relacionamento falho de Freddie Mercury? Bem, o seu palpite é bom. Foi um trabalho gigantesco para uma banda prestes a se tornar uma das maiores do mundo – e estes são os fatos. Abaixo 10 coisas que você não sabe sobre essa canção:

1. “Bohemian Rhapsody” ficou nove semanas consecutivas 1º lugar no Reino Unido. É a terceira canção que mais ficou em primeiro lugar no Reino Unido em todos os tempos, atrás de “Cara Mia” de David Whitfield (10 semanas, 1954) e “Rose Marie” de Slim Whitman (11 semanas, 1955).

2. O produtor de “Bohemian Rhapsody”, Roy Thomas Baker foi um dos “infelizes” que tentaram produzir ‘Chinese Democracy’ do GUNS N’ ROSES. Foi chutado por ter dado a ideia de o álbum ser guiado apenas pela guitarra. Na visão de AXL ROSE era errado.

3. Scaramouche é um palhaço (personagem da commedia dell’arte) que sempre consegue se esquivar de situações difíceis que se encontra, geralmente à custa de álguem. “Scaramucia”, nome original, significa escaramuça.

4. Foi introduzida a rádio pelo comediante Kenny Everett. Num primeiro momento, ele pensou que era estranhamente longa, mas teve uma mudança de ideia. Ele complementa: “Ela poderia ser de meia hora de duração, e seria a número um por séculos!”

5. Freddie Mercury tocou no mesmo piano que PAUL MCCARTNEY utilizou para “Hey Jude”.

6. EMI no Reino Unido e Elektra no Reino Unido tentaram cortar pedaços da canção. Como Roger Taylor diz: “Disseram que ela era demasiado longa e não iria funcionar. Podemos pensar, “Bem que poderíamos cortar ela, mas ela não faria qualquer sentido”, não faz muito sentido agora e teria ainda menos sentido então; você iria perder todos os humores diferentes da canção. Por isso, dissemos que não.”

7. A canção foi o bebê do Freddie Mercury. Brian May em 2002 comentou: “Ele sabia exatamente o que estava fazendo… nós só ajudamos ele dar vida a ela.”

8. A ópera levou mais de 70 horas para ser concluída.

9. Freddie escreveu toda a canção – incluindo as composições de harmonias – sobre livros e pedaços de papel de telefone, tornando-se um pouco complicado para os outros membros compreender algumas coisas.

10. Após a primeira execução decisiva na rádio, a EMI percebeu que tinha um hit – porém incomum – em suas mãos. Foi o momento em que eles concordaram em liberar o single completo.

 

Fonte: http://blogrockkclub.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury

Savatage fez uma versão ao vivo da “Bohemian Rhapsody”, da banda britânica Queen, na qual eles tocam inclusive a parte dos corais ao vivo, sem qualquer playback. Confiram abaixo.

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

OBS: No final do post tem uma sugestão de música para ouvir enquanto lê

Quem aí curte arte? Tenho certeza que algum tipo de demonstração artística você admira e até mesmo é adepta, quer ver só? Moda é um tipo de arte, sempre falo por aqui que na moda não existe essa coisa de errar, o que importa é se expressar através das roupas, é deixar elas e os acessórios falarem por você. Por isso nós sempre buscamos inovar, mudar, estamos atrás de tendências e novidades.

 
Faltam o que, 12 dias para o dia dos namorados? Data especial para presentearmos quem a gente ama, e quando pensamos em presentes sempre lembramos das roupas, quase que em primeiro lugar. Mas o que tem a ver uma coisa com a outra? Eu comecei o post falando de arte, desvirtuei e pulei pra moda, e agora estamos conversando sobre o dia dos namorados. Acontece que essa semana recebi um convite do Shopping Diamond Mall (em Belo Horizonte/MG) para ir na inauguração da exposição “Casais inesperados”, uma forma encantadora que o Diamond encontrou para comemorar a data mais romântica do ano, além de conferir as obras de Rogério Fernandes, ainda tem uma promoção que qualquer um vai querer levar pra casa.

 
Tim Maia e Amy Winehouse, quem poderia imaginar?

Rogério Fernandes é um artista completo: muralista, pintor, ilustrador, cenógrafo, escultor e designer. Com tantas habilidades, e talento de sobra, é reconhecido não só nacionalmente, mas também mundo a fora. Me encantei pelos traços bem pop arte, pelas cores fortes, e pelas referências ao cordelismo, estilo que ele não só domina, mas é mestre! E pra comprovar tudo isso, selecionei os meus quadros preferidos da exposição:

Madonna e Elvis Presley
Lampião e Coco Chanel (com direito a perninhas)
Darth Vader e Cindy Lauper
Marlon Brando e Lady Di

Eu quis levar todos os quadros para casa, mas acho que não ia dar muito certo, acho que foi exatamente por isso que o Diamond se preparou, para o caso das pessoas sentirem a mesma vontade que eu, e planejaram uma promoção ótima: a cada R$ 400,00 reais em compras você ganha uma taça de cristal estampada com uma arte do Rogério Fernandes. São 4 modelos para colecionar, olha só:

Agora, se você ainda não está feliz só com as taças, fique sabendo que também vai rolar um sorteio de 10 adegas personalizadas e recheadas com garrafas e mais garrafas de espumante. Pra fechar esse post com chave de ouro, deixei por último a obra mais linda de todas, a minha preferida das preferidas:

David Bowie + Freddie Mercury

Coloquei aqui fotos de apenas 6 artes, mas vou contar que ao todo são 20!! Então, pra conferir o resto é só no Diamond Mall mesmo, fiz isso de propósito pra todas ficarem curiosas #bichamá A exposição vai até o dia 12/06, e está acontecendo no piso L3, próximo a loja Fast Shop, e a promoção também dura até o dia dos namorados, lembrando que são apenas 10 mil taças disponíveis para troca, e que as trocas podem ser realizadas nos pisos L2 e L3 nos stands exclusivos da promoção, que funcionam de segunda a sábado das 10h às 22h, e nos domingos e feriados das 14h as 20h.

Sugestão: Ouça essa música abaixo enquanto lê o post, e entenda o porque do último casal ser tão fantástico!

 

Fonte: www.detudoumtanto.com
Dica de: Roberto Mercury

Centenas de defensores dos animais, liderados pela estrela do rock Brian May, protestaram neste sábado, em Londres, contra um projeto para sacrificar texugos visando combater uma epidemia de tuberculose no gado bovino.

“Detenham o massacre!” – gritavam os manifestantes vestidos de preto e branco.

Um documento proposto por Brian May, guitarrista do grupo Queen, reuniu mais de 235 mil assinaturas e foi entregue na sede do governo britânico para pedir o cancelamento da operação, que começará neste final de semana em duas regiões do sudoeste do país.

“Se o governo não nos escutar hoje, a pressão vai aumentar”, advertiu May.

Segundo o governo, cerca de 35 mil cabeças de gado foram sacrificadas em 2012 devido à tuberculose.

Os texugos são grandes vetores da tuberculose bovina.

 

Fonte: http://noticias.r7.com
Dica de: Roberto Mercury

Muito pouco se sabe das ultimas horas de Freddie Mercury. Seu padecimento foi cuidadosamente mantido em segredo durante anos. Somente alguns de seus amigos mais próximo, suas amizades e seu noivo Jim Hutton, estiveram com a estrela do Queen nestes momentos tão difíceis.

A doença

Dores severas atingiam seus últimos dias de vida. Hutton comentaria que a ultima vez que Mercury esteve consciente foi na sexta-feira 21 de novembro de 1991. Quando foi a Garden Lodge (suntuosa e extravagante mansão que Freddie adorava).

O Cabeleleiro e jardineiro de profissão se deitou ao lado de Mercury, que disse com um suspiro: “pronto todo mundo saberá”. Se referia a carta onde anunciava oficialmente que estava com AIDS e que seria entregue a imprensa internacional a meia noite. Mercury quis assim porque não queria que a imprensa sensacionalista britânica publicasse primeiro a noticia.

Foi uma especie de vingança depois de os tablóides especularem durante meses o seu estado de saúde.

Suas ultimas palavras

As 10 da noite do dia 23 ele se agitou terrivelmente, pedia seus remédios a gritos:
quatro pírulas analgésicas (o tratamento com AZT e outros medicamentos ele tinha abandonado semanas antes). Hutton e Mercury se deitaram e dormiram abracados. Na madrugada do domingo do dia 24. Mercury pediu que lhe trouxessem alguma fruta. Pegaram fatias de manga e um copo com suco para combater a desidratação crônica que sofria.

Ele comeu a fruta e Jim voltou a dormir. Uns minutos depois as 3 da manhã, Freddie acordou Hutton a golpes. Abria a sua boca desesperado apontando sua garganta e seu rosto demonstrava panico. Hutton não sabia o que fazer. Passaram se mais de 30 minutos até chegar um dos enfermeiros de Freddie chamado Joe. Ambos trataram de acalma-lo, Joe olhou a garganta de Freddie e viu que la tinha um pedaço de manga e que Freddie não tinha nem força para engolir e nem para cuspir, Joe retirou a manga e pouco depois Freddie voltou a dormir. As seis da manhã, Freddie pronunciava suas ultimas palavras: “Pee, pee.”

A chamada da morte

Joe e Jim o levaram ao banheiro carregando-lhe, pois não conseguia mais ficar de pé. Quando voltaram a cama, escutaram um espantoso ruido de um osso quebrando. Mercury se contorceu de dor e começou a ter convulsões. Tentaram acalma-lo, mas foi inútil. Chamaram o médico Gordon Atkinson, que receitou a Freddie uma injeção de morfina, mas ele era alérgico a ela. Atkinson disse que Freddie não passava de segunda feira. Mary, sua herdeira e confidente foi visita-lo pela manhã. Elton John também visitou Freddie. Depois chegou um outro amigo de Freddie, Dave Clark. Freddie nunca estivera tão mal do que agora. Raramente respondia a um estimulo externo. Seus olhos estavam opacos. Clark pegou a mão de Freddie e passou sobre sua gata Deliah.

Mercury queria ir ao banheiro, mas não conseguia dizer mais nada, acabou fazendo em sua cama. Hutton pediu que todos saíssem do quarto pois iria trocar Freddie. Quando Hutton estava lhe trocando, Freddie quis ajudar com suas poucas forças, subu levemente sua perna esquerda. Esse foi seu ultimo esforço.

Hutton comenta que ao sentir que a perna perdeu sua força, percebeu uma das lendas do Rock mundial estava morto.

Jim tomou Freddie em seus braços e o cobriu de beijos. Disse que o via radiante, como se ao final todo mal tivesse desaparecido, voltando a ser aquele que estremeceu o mundo com sua arte, encanto e voz.

Fonte: http://omelhordosclassicos.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

E finalmente, como todos esperavam, Slash e Brian May (Queen) farão um título juntos, que também conta com as cantoras, Kerry Ellis, Shara Nelson (Massive Attack), Sonny Green.

Segundo informações, com a parceria da empresa de artes e entretenimento Artful Badger, esta canção terá como objetivo sensibilizar o público contra o abate de texugos.

Brian May descreve a canção como muito “heavy” e toca a maioria das faixas de guitarra, baixo e piano. A canção não tem data de lançamento, mas vamos mante-los informados.

Confira algumas fotos abaixo:

Fonte: www.axlrosefaclube.com
Dica de: Roberto Mercury

Ao som do piano do maestro Marcelo de Jesus, com novas partituras e releituras, o público assistirá um crossover diferente, quando se junta dois ou mais estilos musicais, só que dessa vez meio ao contrário, juntando o rock com o clássico

O principal objetivo de fazer “A Night at The Opera” foi de levar ao teatro, ao FAO, o público mais jovem (Divulgação/Wesley Andrade)
O principal objetivo de fazer “A Night at The Opera” foi de levar ao teatro, ao FAO, o público mais jovem (Divulgação/Wesley Andrade)

Nem mesmo o Teatro Amazonas foi capaz de comportar o sucesso de público da reapresentação do Recital Bradesco II “A Night at The Opera”, na última quarta-feira (29). Por isso, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura decidiu realizar o espetáculo mais uma vez, agora, no Largo São Sebastião. A Secretaria está avaliando a melhor data para a reapresentação do recital.

Com pessoas na fila de espera desde às 13h do dia da apresentação, o Teatro Amazonas ficou completamente lotado e pelo menos outros 500 espectadores não puderam acompanhar o espetáculo de maior sucesso do XVII Festival Amazonas de Ópera.

De acordo com o secretário de Estado de Cultura, Robério Braga, o sucesso de público tornou indispensável mais uma edição do show com os maiores sucessos de Freddie Mercury e companhia. “O sucesso de mais essa apresentação foi fantástico. Com um público muito maior que o da primeira vez, o Teatro Amazonas lotou e infelizmente muitas pessoas não puderam assistir. Por isso, é justo que a Secretaria realize o recital mais uma vez, em um lugar mais amplo para receber a todos, mesmo fora da programação do Festival”.

Na primeira apresentação realizada no dia 4 de maio, no Teatro da Instalação, apenas as 200 primeiras pessoas conseguiram lugar na plateia.

Ao som do piano do maestro Marcelo de Jesus, com novas partituras e releituras, o público assistirá um crossover diferente, quando se junta dois ou mais estilos musicais, só que dessa vez meio ao contrário, juntando o rock com o clássico. “O festival tem por tradição ser inovador, sempre com peças, repertório e mídias novas. Para tirar o tom elitizado da ópera, que surgiu nos anos 1950, quando saiu das ruas e se aproximou muito da elite”, diz de Jesus.

Mas o principal objetivo de fazer “A Night at The Opera” foi de levar ao teatro, ao FAO, o público mais jovem. E na primeira noite estavam todos lá, misturados ainda a adultos, idosos e até crianças com seus pais músicos.

Entre as canções escolhidas para o recital, destaque para “Radio Ga Ga”, single de 1984 que se tornou sucesso mundial, atingindo o número 1 das paradas em 19 países. Outro campeão de execuções, presente na programação, é “I Want To Break Free”, onde a banda, no vídeoclipe, aparece toda vestida de drag queen. O “Queen” foi formado em 1971.

Repertório

Somebody to love
Don’t stop me now (Humberto Sobrinho)
Save me (Mirian Abad)
Play the game HS (Humberto Sobrinho)
Love of my life (Mirian Abad)
We will rock you  (Humberto Sobrinho)
We are the champions  (Humberto Sobrinho)
Radio ga ga (Mirian Abad)
I want to break free (Mirian Abad)
It’s a hard life (Humberto Sobrinho)
The show must go on (Mirian Abad)
Who wants to live forever (Humberto Sobrinho)
Friends will be friends (Humberto Sobrinho)
Barcelona HS/MA (Humberto Sobrinho / Mirian Abad)
How Can I Go On HS/MA (Humberto Sobrinho / Mirian Abad)
Bohemian rhapsody

 

Fonte: http://acritica.uol.com.br
Dica de: André Vital  via Twiiter @AndreVital_

Mais uma vez com casa cheia o Recital Bradesco II “A Night at The Opera”, realizado no Teatro Amazonas, foi sucesso de público em sua reapresentação na última quarta-feira 29/05/13.

o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, decidiu realizar o espetáculo mais uma vez, agora, no Largo São Sebastião. A Secretaria está avaliando a melhor data para a reapresentação do recital (em breve divulgaremos mais informações).

Abaixo alguns videos:

The Show Must Go On

I Want to Break Free

Bohemian Rhapsody

How Can i Go On

 

Vídeos do Canal no Youtube de Lumara Colares

 

Dica de: André Vital  via Twiiter @AndreVital_

Uma banda formada por jovens de 14 a 17 anos resolveu fazer um cover bastante ousado. Eles disputavam um festival, o FBI – Festival de Bandas Independentes, numa casa de shows na Lapa.

O público delirou quando Bohemian Rhapsody foi tocada de maneira incrível, sem nenhum tipo de playback (até o QUEEN soltava a gravação original na famosa parte da ópera). Mesmo não fazendo um trabalho impecável, o que é praticamente impossível ao vivo, a música fez sucesso e a banda se classificou para a final do festival.

A ‘No Name’, ou ‘A Band With No Name’ (referência à música ‘A Horse With No Name’, do AMERICA), é formada por Rubens Achilles (17 anos – guitarra e voz), Carol Mathias (15 anos – teclados, violão e voz), Lourenço Matheus (16 anos – baixo e voz) e Leo Burity (14 anos, bateria e voz).

Para mais informações, a página da banda no Facebook: www.facebook.com/ABandWithNoNameBR

Confira a performance dos garotos na íntegra:

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Única banda reconhecida pelo site oficial do Queen apresenta-se no Teatro Colinas

O grupo Classical Queen recria, nos mínimos detalhes, o visual e som do grupo de Freddie Mercury
O grupo Classical Queen recria, nos mínimos detalhes, o visual e som do grupo de Freddie Mercury

Para os amantes do rock antigo britânico, chega a São José dos Campos, na próxima quinta-feira (6), um show pra lá do que especial. O Teatro Colinas recebe o grande show do consagrado grupo cover no cenário musical da década de 70: O Queen.

O grupo Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie Mercury, subirá no palco do Teatro Colinas em apresentações únicas nos dias 6 e 13 do mês de junho. Além de se apresentarem no programa do Faustão, da Rede Globo, o Classical Queen fez mais de 80 shows ao redor do Brasil e ainda foi convidado a embalar os participantes do Motorcycle Rock Cruise, cruzeiro marítimo para aqueles que amam o rock’n’roll.

Certamente uma excelente oportunidade para reviver esses grandes clássicos das décadas passadas que revolucionaram o rock mundial e serão eternamente lembrados e atuais.

 SERVIÇO
Classical Queen
Local: Teatro Colinas
Endereço: Av. São João, n°2200 Jardim das Colinas, São José dos Campos
Temporada: Quinta-feira – dias 06/06 e 13/06 (únicas apresentações)
Horário: 20h30
Valor: R$ 50,00 inteira (R$ 25,00 meia)
Duração: 70 minutos
Vendas: Na bilheteria do Teatro e pela internet no www.livepass.com.br
Telefone: (12) 3204-5236

Fonte: www.diariodejacarei.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Por: Rafael Fernandes http://www.geekmusical.com.br/…


O baixo elétrico é um instrumento subestimado na música, em especial no rock. As atenções quase sempre estão nos vocalistas e guitarristas. Ainda mais por conta da mística criada em torno de suas parcerias, como Jagger/Richards, Page/Plant e tantos outros. Até os bateristas tem seu destaque, por conta de craques como Neil Peart (Rush) e líderes como Mike Portnoy – que por anos comandou as ações do Dream Theater. À exceção de alguns nomes, como Steve Harris, a mão de ferro do Iron Maiden, os baixistas acabam – injustamente – deixados um pouco de lado. Para tentar ajudar a minimizar esse fato, pretendo escrever alguns artigos sobre o instrumento. Hoje, escolho três entre minhas gravações de baixo preferidas.

1) Yes – Roundabout

“Roundabout” é um dos clássicos do Yes, do também clássico álbum “Fragile” (1971), o quarto do grupo. A música começa com uma breve peça de violão de Steve Howe. Como em tantas grandes músicas progressivas, é um anti-climax que esconde a porrada que vem a seguir. A canção explode e a primeira coisa que vem à tona é a patada do baixo, bem na nossa cara. É uma gravação de contrabaixo que tem peso, levada suingada e virtuosismo – e soa arejada. Chris Squire dá ainda mais dimensão para seu inseparável Rickenbacker. A linha melódica principal que ele criou gruda na cabeça. Como os outros exemplos a seguir, é uma aula de baixo: saber quando segurar a mão e só dar peso à levada, e quando colorir a música sem exageros. E mostra o quanto são importantes um ótimo arranjo e um instrumentista de primeira: a música é de Jon Anderson e Steve Howe, mas o baixo de Chris Squire é um dos grandes destaques dessa gravação antológica.

 Veja também a gravação isolada do baixo:


2) Queen – Bicycle Race

John Deacon é um dos músicos mais subestimados do rock – ainda vou escrever sobre isso. Ele compôs hits como “I Want To Break Free” e “You’re My Best Friend” e criou riffs marcantes como “Under Pressure” e “Another One Bites The Dust” (esta última ele também compôs). Além disso, tocou linhas de baixo inspiradíssimas. “Bicycle Race”, do disco Jazz (1978), é uma delas. A música é mais um grande momento de Freddie Mercury (também seu autor), cheia de coros e mudanças de andamento, e tem outro solo magistral de Brian May. É quase irresistível ouvir apenas as atuações de Mercury e May. Mas vale à pena prestar atenção no contrabaixo. A música, conduzida pelo piano, ganha força e dimensão com a atuação de John Deacon – que acompanha de forma linda a linha melódica da voz e do piano. Quando a canção ganha peso, Deacon segura a onda e encorpa a base. Note também os detalhes que ele vai incorporando à música: eles fazem toda a diferença.


3) Beatles – I Want You (She’s So Heavy)

Uma grande música de amor de John Lennon (inspirada, claro, em Yoko Ono), do disco Abbey Road (1969). Intensa, dramática e exagerada, como toda grande paixão. A música tem toques de progressivo: dura quase oito minutos, tem diferentes partes, solos de teclado, grandes vocais, dinâmicas diversas, mudanças de andamento e um final abrupto. Mas precisamos notar a atuação de Paul McCartney. Além de compositor lendário e ótimo cantor, é um grande baixista. Em “I Want You (She’s So Heavy)” ele desfila bela variedade de linhas de baixo. No começo, ajuda a segurar o ritmo; flerta com o virtuosismo na parada da música e ainda acha espaço para um clima latino. Dá a tensão necessária, fazendo uma “cama” para o dedilhado de guitarra. Ele vai distribuindo detalhes elegantes e pequenas mudanças do começo ao fim da música.

 Agora é sua vez, geek musical: escolha três de suas gravações de baixo favoritas e me diga quais são!

 

Fonte: www.geekmusical.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A grande voz de Freddie Mercury como você nunca ouviu antes.

Somebody To Love

Bohemian Rhapsody

Don’t Stop Me Now

Play The Game

We Are The Champions

Fonte: http://whiplash.net

A entrevista perdida com Freddie Mercury, em que ele fala sobre os 20 anos do Queen, foi achada e estará no no DVD/Bluray Queen On Fire: Live at the Bowl

Freddie Mercury, que morreu de pneumonia em decorrência da AIDS em 1991, sentou-se com uma equipe de TV alemã em Munique, em 1982, para um bate-papo. Bebendo cerveja e com um cigarro, refletiu sobre como seria o 20º aniversário de sua própria banda, que ele não viveu para ver.

Mercury disse: “Seria bom se as pessoas continuassem comprando nossos registros (daqui há uns 10 anos).”

Durante a entrevista de oito minutos, que será apresentada como um extra adicional ao DVD e traz entrevistas nos bastidores com seus companheiros de banda, Freddie fala também sobre se tornar uma estrela do rock fora dos palcos.

Ele diz: “Egos podem correr soltos se você não manter o pé no chão. É fácil dizer.. Eu sou um grande astro do rock, eu posso tudo.”

Na entrevista perdida, Mercury também fala sobre o “visual teatral” do Queen nos palcos e sobre a indústria da música em 1982.

 

Fonte: www.contactmusic.com

Arquivo Musical – O talento de Freddie Mercury

Programa tenta explicar o segredo do sucesso do cantor e da banda Queen

O Arquivo Musical mostra no próximo dia 8 um especial sobre um dos maiores ícones do rock mundial: Freddie Mercury. O especial “Queen AKA Mercury Rising” tenta explicar o segredo do sucesso, do cantor, e da banda, quatro décadas depois de sua explosão no cenário interncional.

Queen Aka Mercury Rising Freddie Mercury em suas atuações especiais no palco e um alcance vocal extraordinário, alcançou um status lendário como o vocalista do Queen, uma das mais emblemáticas e famosas bandas de rock clássico de todos os tempos. Este programa olha para o sucesso e o talento nato de Freddie Mercury e da banda Queen, quatro décadas depois de sua explosão no cenário do rock internacional.

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Datas e Horários

DiaHorário
08/06/13
08/06 /13

09/06 /13
10/06/13
11/06/13
19:00
21:30

02:00
14:00
09:55

PS: Embora no site do Canal BIS informe que o horário é as 19:00, na grade de programação informa ser às 21:30.

Fonte: http://canalbis.globo.com
Com dica de: Roberto Mercury

Clássicos Bis Queen With Paul Rodgers Live

Clássicos Bis apresenta: Queen With Paul Rodgers Live

A lenda do Queen continua movimentando audiências de todo o mundo com Paul Rodgers, ex-vocalista do Free and Bad Company.

Seus hits passam por clássicos como ‘Crazy Little Thing Called Love’ , ‘I Want to Break Free’, ‘Love of My Life’, ‘We Will Rock You’ e ‘I Want It All’.

Datas e Horários

DiaHorário
02/06/13
03/06/13
04/06/13
05/06/13
21:30
02:00
13:45
10:00

 

 Fonte: http://canalbis.globo.com/

Os roqueiros do Muse prestaram uma homenagem aos seus heróis do Queen, usando anões levando bandejas com pó branco de aparência suspeita

É conhecida a história de que Freddie contratou anões para distribuir cocaína em uma de suas pervertidas festas, durante o auge do sucesso da banda. E o Muse surpreendeu seus convidados com algo similar.

Eles chocaram os convidados com seus “mordomos anões ao estilo Queen”!! Mas os anões traziam apenas inofensivos sorvetes nas bandejas. Brincadeira criada por Dominic Howard, baterista do Muse.

Uma fonte contou: “Foi hilário. Dom é um grande amigo do Roger Taylor, e ele sabe que Roger está cansado de ser perguntado sobre esta história, então eles acharam que seria engraçado.”

 

Fonte: www.star-magazine.co.uk

Existem milhares de álbuns incríveis, do começo ao fim no rico mundo da boa música. Porém são poucos os que têm conteúdo musical atraente e uma capa ou design de qualidade, o que acaba transformando o que poderia ser apenas um belo registro musical em uma obra de arte. Separei 5 discos indispensáveis em vinil para quem curte um bom som.

Grand Funk Railroad – ‘E Pluribus Funk’ (1971) – O álbum de 1971 do até então power-trio americano traz uma capa caprichadíssima em formato de moeda com a efígie dos integrantes da banda. Os créditos desse exímio trabalho  são dos artistas  Terry Knight e Craig Braun.

No conteúdo, faixas clássicas e bem executadas como Footstompin´Music, People let´s Stop the War, Come Tumblin e Loneliness. O disco possui apenas  sete músicas, mas faz jus à máxima de que qualidade não é quantidade. Obra-prima de altíssimo nível. Disco essencial.

Dead Kennedys  – ‘Fresh Fruit for Rotting Vegetables’ (1980) – O bem sucedido disco de estreia da banda americana Dead Kennedys, além de ser indispensável na coleção do bom apreciador do gênero, traz capa simples, sendo o vinil a verdadeira estrela da parte “física” do álbum.

O efeito do disco branco rolando na vitrola é bonito e parece acompanhar o ritmo frenético de faixas clássicas do punk como Kill the Poor, California Über Alles, Holiday in Cambodja, entre outras. Arte por conta de Annie Horwood e Winston Smith.

 Queen – A Day at the Races (1976) –  Este álbum traz uma bela arte de capa de David Costa, e considero como sendo um dos discos mais sensíveis da banda, tanto nas letras,como no instrumental.

Os destaques estão nas faixas do lado A: Tie Your Mother Down, com solo mítico do competente Brian May, a lindíssima You Take My Breath Away e Long Away. Já do lado B a clássica Somebody to Love, (que executada no toca-discos traz uma sensação arrepiante!) e Teo Torriatte (Let Us Cling Together), que traz a magnífica interpretação de Freddie Mercury que canta dois refrões da canção inteiramente em japonês.

 Iron Maiden – ‘Powerslave’ (1984) -As capas do Iron Maiden sempre foram uma obra à parte e este disco, um dos mais importantes álbuns da banda, traz o trabalho do ilustrador Derek Riggs combinando as “pirâmides do Faraó-Deus-Eddie-Horus” com o estilo egípcio da faixa-título, “Powerslave.”

A capa ricamente detalhada parece absorver o conteúdo das letras e a fase de amadurecimento do grupo. Deste disco destaco as faixas do lado A: Aces High e 2 Minutes to Midnight, e as do lado B:  Back in the Village e a “egípcia” Powerslave. Coloque no toca-discos e deixe a sonzera rolar solta.

Supertramp – Even in the Quietest Moments (1977) –  O quinto álbum dos caras traz uma capa sensível e intensa, trabalho dos artistas Mike Doud, Kenneth McGowan e Bob Seidemann.

Não é preciso muito para recomendar um disco de uma banda com o porte do Supertramp, que traz verdadeiras maravilhas musicais em toda a sua obra e neste trabalho não seria diferente. Do lado A destaco a faixa Give a Little Bit, já o lado B pra mim é o melhor do disco, com as faixas Babaji, From Now On e Fool’s Overture.

 

Fonte: http://thatrockmusicblog.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury