O Queen vendeu mais de 300 milhões de cópias de LPs e CDs em todo o mundo. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon introduziram inovações às apresentações ao vivo que mudaram a maneira de se fazer um show.

Os espetáculos, dramáticos e elaborados, usavam efeitos especiais, recursos de iluminação e cenografia. Além da interação de Mercury com a plateia.

O grupo vendeu mais de 300 milhões de cópias de LPs, CDs e DVDs em todo o mundo e, mais de 20 anos depois da morte de seu vocalista, ainda conserva popularidade.

Criado em 1971 o Queen é uma das bandas britânicas mais famosas do mundo – e a concorrência é dura. O livro analisa as apresentações como um novo paradigma.

O volume faz parte da coleção, que apresenta quatro bandas que marcaram a história do rock mundial. Cada box set da série traz livro ilustrado e fac-similes de impressos raros.

40 Anos do Queen

Autor: Harry Doherty
Editora: Lafonte
Quanto: R$ 119,00 (preço promocional na livraria da Folha*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090, pelo site da Livraria da Folha  e disponível também em livrarias e outros sites.

Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

 

Fonte: www.boainformacao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O site R7.com está com uma enquete: 

Qual astro da música pode ser considerado o novo Freddie Mercury?

Adam Lambert
Adam Lambert

Lady Gaga
Lady Gaga

justin-bieber
Justin Bieber

Robbie Williams
Robbie Williams

Justin Timberlake
Justin Timberlake
Outras opções da Enquete são:

  • Nenhum deles! Que absurdo!
  • Qualquer um deles. Nem achoque o cara era tanto assim

Para votar Clique Aqui

 

 Fonte: http://entretenimento.r7.com
Dica de: Roberto Mercury


Perguntado sobre o que vem fazendo desde o American Idol…

Adam disse: “Eu praticamente viajei o mundo todo. Passei muito tempo na Ásia e na Escandinávia. Também toquei junto com o Queen e foi uma grande inspiração.

“O Queen foi incrível. Fiquei lisonjeado e apavorado ao mesmo tempo. Eu sei que ninguém se compara a Freddie Mercury, mas eles me fizeram sentir tão à vontade. Eu tive uma explosão.

“Nós ainda mantemos contato. Brian e Roger sempre me enviam e-mail dizendo um “Olá”. Nós deixamos tudo em aberto. Quem sabe algo possa acontecer no futuro.”

 

Fonte: www.brianmay.com

Há 16 anos, Elvis Presley se tornou no artista de maior sucesso póstumo da história da música. Mesmo depois da sua morte, o Rei continuou sendo o Rei, e ele já vendeu mais de um bilhão de álbuns em todo o mundo.

O fenômeno do sucesso póstumo sempre foi comum; as notícias e a cobertura que vem com a morte de um artista provocam uma onda de emoções e carinho no público, que decide prestar uma última homenagem ao cantor ou cantora adquirindo os seus discos.

Assim, decidimos mostrar os artistas que chegaram (ou regressaram) ao número 1 das classificações de vendas depois da sua morte.

Desde que faleceu, em 1977, Elvis Presley já teve 3 discos no número 1. O mais recente foi a coletânea ‘The King’, em 2007.©Reuters
Aaliyah morreu com apenas 22 anos em um acidente de avião, em 2001. Em janeiro do ano seguinte a sua música ‘More than a Woman’ chegava ao nº 1 das classificações.©Divulgação
A inesperada morte de Michael Jackson, em junho de 2009, disparou as vendas de discos do Rei do Pop. Em julho 2 coletâneas dos seus maiores hits já estavam no topo das tabelas: ‘Number Ones’ e ‘The Essential Michael Jackson’.©Reuters
Os Mamonas Assassinas morreram em um trágico acidente de avião em março de 1996. O seu único álbum era até 2010 o 9º disco mais vendido no Brasil.@Divulgação
O rapper Notorious B.I.G. foi assassinado em 1997. As suas músicas ‘Hpynotize’ e ‘Mo Money Mo Problems’ chegaram ao nº 1 das classificações poucos meses depois da sua morte.©Divulgação
Amy Winehouse morreu em julho de 2011 e o seu aclamado disco ‘Back to Black’ estava de volta ao topo das classificações de vendas no mês seguinte.©Reuters
O álbum ‘Sonhador’ de Leandro e Leonardo, foi lançado após a morte de Leandro, vítima de um câncer em 1998. O trabalho chegou a vender mais de 2 milhões de cópias. @Divulgação
A cantora Eva Cassidy morreu de câncer em 1996. Nunca conheceu o sucesso comercial em vida. Desde essa época, já teve 3 álbuns no número 1 das classificações.©Divulgação
A música de Freddie Mercury solo ‘Living on My Own’ chegou no número 1 das classificações 2 anos depois da morte do cantor, em 1991.©Divulgação
A cantora de soul Janis Joplin morreu de overdose em outubro de 1970 e a sua (agora lendária) música ‘Me and Bobby McGee’ chegou ao nº 1 das classificações em março do ano seguinte.©Divulgação
John Lennon foi assassinado em dezembro de 1980. Em fevereiro do ano seguinte, o seu disco ‘Double Fantasy’ estava no número 1.©Divulgação
Jimi Hendrix morreu em setembro de 1970 e em novembro desse ano a sua mítica música ‘Voodoo Child’ chegou no topo das classificações.©Divulgação
 
Fonte: http://pemais.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Lenda! Queen.

          Boa tarde, hoje no Lenda! vou falar sobre Bohemian Rhapsody da banda de rock Queen, tem muita coisa para se falar sobre essa lendária música, mas vamos aos fatos.

          Foi o single que mudou a história dos videoclipes, só depois de Bohemian Rhapsody que ficou popular fazer videoclipe para as músicas, mesmo não sendo o primeiro videoclipe da história, o videoclipe ficou reconhecido como o lançamento da era MTV.

          Segundo Chris Smith, um pianista amigo de Freddie Mercury, Freddie começou a desenvolver Bohemian Rhapsody no fim da década de 1960, Freddie costumava tocar no piano partes de músicas que ele estava escrevendo, sendo que em um de suas peças continha letras que acabaram na versão completa da música, que só foi produzida em 1975.

          Brian May, Freddie Mercury e Roger Taylor cantaram suas partes vocais da música continuamente de 10 a 12 horas por dia, demorou 3 semanas para ser gravada, além de algumas seções exigirem 180 overdubs separados (overdub é uma técnica de gravação em que se adiciona novos sons a uma gravação anteriormente realizada).

          O videoclipe foi gravado em 4 horas, em 10 de novembro de 1975 e custou 4.500 euros. Foi nomeada pelo Guinness Book, como o melhor single britânico de todos os tempos, além de ter sido uma das melhores elaborações de música já criada.

 

Fonte: http://allaroundforyou.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Nicoletta se transformou em Freddie Mercury no programa “Air de Star”, do canal francês M6. O cantor, vestido como o líder do Queen, fez um cover de “I Want to Break Free”.

Nicoletta cantou e dançou sob os olhares divertidos do júri.


 

Fonte:  www.7sur7.be  |  www.m6.fr

A noite de hoje vai trazer o som da realeza. Isto, por que a banda argentina Doctor Queen estará hoje no Bolshoi Pub trazendo a nobreza do rock, com um tributo a banda inglesa Queen. O espetáculo, como de costume, começa a partir das 22h (geralmente mais tarde), mas não tem hora para acabar. O ingresso pode ser adquirido na portaria, mas comprado antecipado, sai sempre mais barato.

O grupo é considerado uma das melhores bandas de tributo do mundo e tem em seu elenco Dr. Queen, assumindo a enorme responsabilidade de estar nos vocais, posição de Freddie Mercury. Na guitarra de Brian May está Alvaro, enquanto John assume o baixo de seu xará, John Deacon, e ainda, Roger, na bateria, como Roger Taylor. A semelhança com os membros originais da banda da terra da rainha é um dos pontos de destaque da apresentação.

Com mais de uma década, o Doctor Queen viaja pelo mundo levando a obra do quarteto britânico. Entre as canções que não podem faltar no repertório estão sucessos como Love of my Life, Bohemian Rhapsody, We are the Champions, Under Pressure e muitas outras.

Queen

A banda inglesa que inspira o Doctor Queen teve seu primeiro álbum lançado em 1973, intitulado apenas Queen. No ano seguinte sairiam os álbuns Queen II e Sheer Heart Attack e em 1975 sua obra prima: A Night at the Opera.

Este disco fez com que a banda alcançasse sucesso estratosférico, pois trazia a obra de arte Bohemina Rhapsody (um rock, com pegada progressiva, que trazia mais de um minuto de opera no meio da música), a belíssima Love of my Life, além de hinos da banda como Death on Two Legs (com uma letra cheia de revolta contra os empresários exploradores), I’m in Love with my Car (de autoria e cantada por Roger Taylor), 39’ (cantada e composta por Brian May) e You are my Best Friend (de John Deacon). Não tinha como não estourar.

A banda, claro, não parou por aí. Em 1976 veio o álbum A Day at the Races com uma pegada semelhante ao seu antecessor. Com grande sucesso, contendo as canções We Will Rock You e We are the Champions, em 1977 veio News of The World, seguido pelo álbum Jazz (1978).

Nos anos 1980, a banda mudou um pouco sua pegada rock e hardrock (com leves influências progressivas) e incorporou ritmos mais pops. The Game (1980) já mostrava um pouco essa mudança, mas Flash Gordon (1980), que foi trilha sonora do filme de mesmo nome, acabou saindo bem “viagem”.

Em 1982 veio o deslize com o Hot Space. Com exceção da música Under Pressure, gravada com David Bowie, o disco foi fracasso de crítica. Com The Works (1984) e A Kind of Magic (1986), este último, trilha do filme Highlander, o grupo se reencontrou.

Após algumas brigas e carreiras solos a banda retornou com The Miracle (1989), mas não fazia shows. Em 1991 o grupo lançou o último trabalho com Freddie ainda vivo, o excepcional Innuendo. O frontman da banda morreu de broncopneumonia, devido a complicações por conta do vírus HIV no dia 24 de novembro daquele ano. Ele só revelou ser portador do vírus um dia antes de seu falecimento.

Em 1995, com sobras de gravações de Freddie Mercury, o grupo lançou o álbum Made in Heaven. A banda retornou a ativa em 2005 com Paul Rodgers nos vocais e em 2008 lançou o disco The Cosmos Rock. O baixista John Deacon não participou da turnê ou do álbum. Ele se aposentou após a gravação do single/clipe do Queen No One But You (música em homenagem a Freddie) para se dedicar apenas a sua família. Além destes trabalhos, o grupo tem uma série de discos ao vivo e coletânea lançados. 

Foto: Divulgação

Doctor Queen no Bolshoi
Onde: Bolshoi Pub
Quando: Hoje, a partir das 22h
Ingressos: R$ 60 (até as 20h do dia do evento, outros valores serão definidos no horário)
Informações: (62) 3241 – 0731

 

Fonte: www.dm.com.br

Rod Stewart: estilo, elegância e humor intactos aos 68 anos

Depois de vencer 15 anos de bloqueio criativo e um câncer na tireoide, Rod Stewart está de volta com um disco de inéditas inspirado, em parte, por sua recente – e imperdível – autobiografia. Sabendo do potencial dos novos projetos – o álbum acaba de estrear no topo das paradas do Reino Unido, depois do veterano ficar por quase três décadas afastado da posição mais privilegiada –, a Billboard foi recebida na mansão do astro em Beverly Hills para um papo sobre a exuberante vida de um dos maiores rock stars em atividade, paternidade e ocasionais reflexões sobre as décadas de carreira.

“O livro é muito pessoal, principalmente a história sobre sêmen e sobre eu ter tido que fazer lavagem estomacal, e tudo mais”, disse sobre o recém-lançado Rod: A Autobiografia, que traz histórias sobre Elton John, Freddie Mercury e até sobre as partes íntimas de Jimi Hendrix.

“Durante muito tempo foi um trabalho duro compor – como se fossem cálculos matemáticos. Eu não curtia o processo, e tinha tantas outras coisas pra fazer, como transar ou beber… Agora é totalmente o oposto, eu amo isso”, contou Rod em outro trecho da matéria de nove páginas, que você confere na íntegra na edição 40º da Billboard Brasil. Já nas bancas!

 

Fonte: www.billboard.br.com
Dica de: Roberto Mercury

 

Pelo Blog: Some Velvet Expression


Sou viciada em fazer playlists, tenho uma para cada humor. Por algum motivo, achei que seria legal compartilhar elas aqui, e pra estrear a nova tag me veio na cabeça a ideia de montar um top músicas deprimentes, todas dentro do gênero rock clássico. Aliás, essas músicas não são apenas músicas, elas foram consolidadas como hinos da fossa, do fundo do poço, da depressão. Espero que gostem. E ah, no final do post coloquei um link pra baixar todas as músicas em uma pasta compacta. 😉
 


10. Layla – Derek and the Dominos

Eric Clapton, Jim Gordon

Let’s make the best of the situation
Before I finally go insane
Please don’t say we’ll never fingd a way
Don’t tell me all my love’s in vain

Layla é uma das músicas românticas mais intensas e sofridas da história do rock, e isso provavelmente se deve ao fato de ser baseada no amor de Clapton pela modelo Pattie Boyd, então esposa de George Harrison (um de seus melhores amigos). Até conseguir finalmente sua amada para si, Clapton teve uma fase de escuridão e compôs mais algumas músicas, como Bell Bottom Blues, presente no mesmo álbum em que Layla (Layla and other assorted love songs).

9. Behind Blue Eyes – The Who
Pete Townshend

No one knows what it’s like, to feel these feelings
Like I do, and I blame you
No one bites back as hard, on their anger
None of my pain or woe, can show through

Mais conhecida pelo cover ruim de Limp Bizkit, Behind Blue Eyes foi escrita para o rock opera Lifehouse, do The Who. É interpretada pelo personagem Jumbo, um homem cheio de ódio no coração e angustiado com a pressão e as tentações que o cercam.

 
8. Total Eclipse of the Heart – Bonnie Tyler
Jim Steinman 

Once upon a time, I was falling in love
But now, I’m only falling apart
There’s nothing I can do
A total eclipse of the heart

Até onde se sabe, a música não foi escrita para ninguém conhecido, já que não foi Bonnie Tyler quem nos presenteou com as letras de Total Eclipse of the Heart. Porém, nota-se que elas são extremamente obscuras, mostrando toda a fossa em que se pode ficar após o término de um relacionamento. Solidão e desespero são as bases que as sustentam e as tornam incríveis.

7. Love of my Life – Queen
Freddie Mercury

Love of my life don’t leave me,
You’ve stolen my love,
And now desert me,
Love of my life, can’t you see?

Sendo uma das mais conhecidas canções de amor dos últimos tempos, Love of my Life foi escrita para Mary Austin, com quem Freddie Mercury teve um relacionamento longo no início dos anos 70. Mesmo após o término do relacionamento romântico, os dois mantiveram uma forte amizade até a morte dele, em 1991. Freddie certa vez afirmou que, apesar de ser homossexual, Mary era, de fato, o amor de sua vida.

6. Comfortably Numb – Pink Floyd
David Gilmour, Roger Waters 

There is no pain, you are receding
A distant ship’s smoke on the horizon
You are only coming through in waves
Your lips move but I can’t hear what you’re saying

Com seu famoso (e diga-se, belíssimo) solo, Comfortably Numb, assim como muitas outras músicas do Pink Floyd, remete às drogas e seus efeitos: solidão, desesperança, entorpecimento emocional, psicológio e físico. É um hino da depressão porque estar numb é estar morto por dentro.

5. Hurt – Johnny Cash
Trent Reznor

And you could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt

Foi originalmente interpretada pelo Nine Inch Nails, porém foi na voz melancólica de Johnny Cash que a música atraiu a atenção da crítica. O mais triste é que Hurt foi o último sucesso de Cash antes de sua morte em 2003, o que torna inevitável o pensamento de que seu fim foi solitário e sombrio.

4. Please Please Please Let Me Get What I Want – The Smiths
Johnny Marr, Morrissey

Haven’t had a dream in a long time
See, the life I’ve had
Can make a good man
Turn bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time

O que eu acho genial nessa música é o equilíbrio entre a tristeza e a esperança. Ao mesmo tempo em que a dor da vida de modo geral é expressa, o “narrador” também implora pelo que quer, mesmo que seja pela primeira vez.

3. Mother – John Lennon
John Lennon

Mother, you had me, but I never had you
I wanted you, you didn’t want me
So I, I just got to tell you
Goodbye, goodbye

Ao contrário do que aparenta, Lennon e sua mãe tinham uma boa relação. O primeiro verso da música nada mais é do que uma forma de homenagear sua progenitora, morta quando ele tinha 17 anos. Já a referência feita ao pai é um reflexo da dor, por ele ter abandonado a família quando John era criança. As últimas frases da letra são “Mama, don’t go” e “Daddy, come home”, demonstrando a tristeza e o descontentamento.

2. Tears in Heaven – Eric Clapton
Eric Clapton, Will Jennings

Would you hold my hand
If I saw you in Heaven?
Would you help me stand
If I saw you in Heaven?
I’ll find my way
Through night and day
‘Cause I know I just can’t stay
Here in Heaven

 Tears in Heaven foi escrita como homenagem ao filho de Eric Clapton, Conor, que morreu aos 4 anos em 1991. Segundo Clapton, a música agiu como um “agente de cura.. E funcionou”. Apesar da perda de um filho ser considerado algo insuperável, hoje em dia a ferida parece estar cicatrizada, e a canção não é mais tocada em shows.

1. Love Will Tear Us Apart – Joy Division
Ian Curtis, Peter Hook, Stephen Morris, Bernard Sumner

You cry out in your sleep
All my failings exposed
And there’s taste in my mouth
As desperation takes hold
Just that something so good
Just can’t function no more
But love, love wil tear us apart, again

O primeiro lugar dessa lista não poderia ser diferente. Ian Curtis foi a voz da depressão no final da década de 70 até 1980, quando cometeu suicídio provavelmente por estar farto do mundo ao seu redor. Love Will Tear Us Apart fala sobre os problemas conjugais de Ian e sua esposa Deborah, e foi lançada um mês após a morte do vocalista. Curtis foi cremado, e a pedido de Deborah, o título do maior sucesso do Joy Division foi gravado na lápide em sua memória.

 

 

Fonte: http://somevelveteexpression.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Três décadas. 30 anos. 360 meses. 262.980 horas. Esse é o tempo que Bruce Willis faz sucesso em Hollywood. Ou melhor: esse é o tempo que o ator alemão criado nos EUA causa medo nos bandidos de plantão. Com uma carreira invejável e um super pai de família, Willis intimida nas telas, mas tem fala mansa fora delas.
Em uma conversa exclusiva, descobrimos o que o homem duro de matar quer da vida além dos 20 milhões de dólares de cachê por cada filme.

Nessa edição, ainda temos um Guia da Copa das Confederações, em que oito seleções disputam o torneio que vai testar o Brasil – dentro e fora de campo – apenas a um ano do início da Copa do Mundo. E mais entrevistas exclusivas e visita aos bastidores de séries como True Blood, Scandal, Longmire, Mike & Molly, Chicago Fire, Falling Skies e NCIS LA.

DEUS SALVE O QUEEN – Os bastidores do último show de Freddie Mercury à frente da banda inglesa, em 1986.

A Revista Monet de junho de 2013 chega às principais bancas e livrarias do país após o dia 26 de maio e também pode ser adquirida pelos assinantes da NET aqui.

Fonte: http://revistamonet.globo.com
Dica de: Roberto Mercury


Em março deste ano Brian May e Kerry Ellis mostraram a nova música “The Kissing Me Song” e convidaram os fãs a enviarem vídeos com “beijos” que fariam parte do videoclipe da música.

Hoje, 23/05/13, o clip foi divulgado. O single será lançado oficialmente em junho, para coincidir com a turnê européia ‘Acoustic and by Candlelight’.

E você ainda pode enviar seu vídeo “com beijo” para o site oficial www.thekissingmesong.com

Fonte: www.brianmay.com  |  www.kerryellis.com  |  www.youtube.com/user/queenofficial  |  www.thekissingmesong.com 

Dica de: Roberto Mercury

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O lendário guitarrista do Queen, Brian May, acredita que o reality show musical “The Voice” não merece nenhuma credibilidade. O músico mostrou sua opinião sobre a atração em um texto publicado em seu site oficial:

“Desculpe, eu odeio ser negativo – mas eu tenho que dizer isso.

Na minha opinião, o ‘The Voice’ é absolutamente o programa mais irritante, estúpido e depressivo na televisão. É também um insulto à música e aos músicos.

Toda vez que eu vejo jovens cantores arrebentando suas entranhas para tentar conquistar a atenção de alguém, que está grosseiramente sentado de costas para o cantor… eu me sinto enojado.

O programa rebaixa o ato de cantar a um nível de um obstáculo estúpido. Isso não é definitivamente o sentido da música.

Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer. A apresentação é tudo que um músico pode oferecer… sua voz, seu som, sua linguagem corporal, sua expressão facial, um contato visual íntimo. É totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato. Para mim, isso não faz o menor sentido. É totalmente venenoso para o crescimento de jovens músicos.

Eu odeio ver o ótimo Tom Jones preso nesse cenário, que parece depravar todos a perderem sua dignidade.

Eu espero que esse programa tenha uma morte natural em breve.”

O “The Voice” foi lançado originalmente na Holanda e atualmente tem edições em diversos países, inclusive no Brasil. Na atração, os jurados selecionam os candidatos de costas e apenas se viram para os competidores caso aprovem sua performance.

 

Fonte: www.cifraclubnews.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em nota a Secretaria de Cultura do Amazonas informou que o recital God Save The Queen, que seria realizado dia 28/05/13, será realizado no dia 29/05/13 a partir das 20hrs no Teatro Amazonas.


Sobre o recital:
Após a alta procura e a fila que se formou no Teatro da Instalação, na Zona Centro-Sul de Manaus, na noite da sexta-feira (3), o espetáculo ganhou uma nova data – 29/05/13 – no Teatro Amazonas. Novamente a entrada será gratuita e tem início marcado para as 20hrs.

O recital ‘A Night at The Opera’ traz 12 canções imortalizadas pelo Queen e na carreira solo de seu vocalista, Freddie Mercury. Hits como ‘Radio Ga Ga’, ‘We Are The Champions’, ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘You´re My Best Friend’ fazem parte do repertório apresentado pelos músicos Marcelo de Jesus (piano), Andrio Dias (bateria e percussão), Bárbara Soares (violino elétrico) e Adriana Vilekova (cello elétrico). Os cantores Humberto Sobrinho e Mirian Abad dividem os vocais, juntamente ao Madrigal da Casa de Música Ivete Ibiapina. O nome do recital faz referência a um dos discos mais importantes da banda, lançado em 1975.

Para ver alguns vídeos da apresentação do dia 3 Clique Aqui
Dica de: André Vital via Twitter @AndreVital_

SOBRE O EVENTO

É incontestável. O Doctor Queen é uma das melhores bandas tributo do mundo. E vai dar a honra de toda a sua graça e competência – com exclusividade – para o público do Bolshoi. Serão duas noitadas de pura festa, com todas as londrinas cores e sons históricos de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor passados a limpo, exatamente como se deve. Há mais de uma década, o Doctor Queen encanta públicos de várias partes do mundo, gregos ou troianos, graças à semelhança e qualidade em relação ao quarteto britânico. Você não vai se arrepender de vir ao Bolshoi, para ouvir, como se estivesse num show de rock da banda original, sucessos como Under Pressure, Love Of My Life, Bohemian Rhapsody e outros grandes clássicos revividos pelos hermanos. ‘We Are The Champions’ … E merecemos, sim, esse presente! Em dose dupla.

FICHA TÉCNICA

Integrantes?

  • Dr. Queen (voz) Alvaro (guitarra) John (baixo) Roger (bateria)

INGRESSOS

  • Lojas Frans Café
  • 3942-1314
  • 3215-1590
  • 3092-8756
  • Pagamento apenas em dinheiro

RESERVA DE MESA

  • Apenas pelo fone 3241-0731
  • A reserva não inclui o valor do ingresso.
  • Todas as reservas expiram às 22 horas.

MAIS INFORMAÇÕES

 

Dica de: Roberto Mercury

Por Doctor Roberthttp://whiplash.net/autores/doctorrobert.html


Aproveitando da recente visita de sir Paul McCartney em nosso país e o relançamento de seu histórico álbum “Wings Over America”, de 1976, este colaborador do Whiplash.net (que por um acaso nasceu naquele mesmo ano) vem humildemente listar algumas sugestões de grandes álbuns lançados também em 1976 – em ordem aleatória, não de preferência ou cronológica. A maioria deles é tida como clássicos pelos fãs dos artistas envolvidos e são conhecidos do grande público, mas mesmo para estes, sempre “vale a pena ouvir de novo”.

Paul McCartney and Wings – Wings Over America

Por que ouvir? – Sir Paul provou que havia vida após os Beatles, superou a depressão do rompimento do grupo, lançou álbuns clássicos (“McCartney”, “Band On The Run”) e saiu fazendo shows pelo mundo afora. O registro da turnê de 1976 mostra uma banda extremamente entrosada, executando uma grande leva de canções clássicas tanto dos Fab Four quanto dos álbuns solos de Paul e dos gravados com os Wings. Impossível não gostar.

Melhores momentos: dentre muitos, a antológica abertura com “Venus and Mars/Rockshow” e “Jet”, o set acústico com “Bluebird”, “I’ve Just Seen a Face”, “Blackbird” e “Yesterday”, além das clássicas “Maybe I’m Amazed”, “Live and Let Die” e “Band On The Run”.

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Queen – A Day at the Races

Por que ouvir? – Se não é o melhor trabalho do Queen, é um registro da fase áurea do grupo, ainda esbanjando criatividade e com aquele ímpeto e arrogância de querer dominar o mundo. Assim como em seu trabalho anterior (“A Night At The Opera” – guardadas as devidas proporções, claro), o quarteto faz de tudo um pouco: hard rock, gospel, baladas, valsa, etc.

Melhores momentos: o rockão rasgado de “Tie Your Mother Down”, a intrincada “The Millionaire Waltz”, a singela “Long Away”, o peso de “White Man” e a mais do que clássica “Somebody To Love”.

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Rush – “2112” e “All The World’s a Stage”

Por que ouvir? – Poderíamos simplesmente dizer “porque é o Rush, cara!”, mas não é só isso: é o Rush explodindo e aparecendo para o mundo, saindo do underground e caminhando rumo ao estrelato. “2112” foi responsável por isso, introduzindo de vez o Rush entre os fãs de hard rock e de rock progressivo, e “All The World’s a Stage” era o retrato ao vivo desta fase, demonstrando que aqueles três rapazes do Canadá conseguiam sim reproduzir ao vivo tudo o que criavam em estúdio.

Melhores momentos: Em “2112”, além da faixa título, “A Passage to Bangkok” rapidamente se tornou uma das favoritas entre os rushmaníacos. Já em “All The World’s a Stage”, impossível não se render a “Bastille Day”, que abre o play arrebentando tudo, a apoteótica “By-Tor and The Snow Dog”, a pesadona “What You’re Doing”… e claro, “2112” e ainda o solo do Professor Neil Peart.

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Aerosmith – “Rocks”

Por que ouvir? – O Aerosmith disputava com o Kiss na década de 1970 o título de maior banda do hard rock norte-americano, tendo ambas estourado um ano antes – estes com “Toys In the Attic”, aqueles com “Alive!”. Aqui o quinteto de Boston alia sua criatividade com peso, sem perder a energia característica do grupo, sendo tratado pelos críticos como “uma cria raivosa dos Rolling Stones”. “Rocks” disputa até hoje com “Toys In The Attic” o posto de álbum favorito entre os fãs das antigas. Se duvida, pergunte ao Slash…

Melhores momentos: “Back In The Saddle”, com Joe Perry com um baixo de 6 cordas “grunhindo” em suas mãos; a velocidade contagiante de “Rats In The Cellar”; “Last Child”, grande contribuição de Brad Whitford, assim como a pesada “Nobody’s Fault”.

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Kiss – “Destroyer” e “Rock And Roll Over”

Por que ouvir? – São duas facetas bem distintas de uma banda no topo do mundo. O Kiss ganhou exposição mundial com “Alive!” um ano antes, e agora podia contar com dinheiro e bons recursos em suas gravações. Se em “Destroyer” trouxeram Bob Ezrin (Alice Cooper, Pink Floyd) para uma produção mais elaborada, aventurado-se por estilos diversos e até mesmo incompreendidos por muitos fãs, em “Rock and Roll Over”, lançado no mesmo ano, víamos o Kiss voltando às origens de seu rock básico e direto, sendo produzidos por Eddie Kramer, muito conhecido por trabalhar com um certo Jimi Hendrix.

Melhores momentos: são dois discos para serem ouvidos “de cabo a rabo” (apesar de “Beth”), mas se é pra destacar algumas, em “Destroyer” ficamos com as óbvias “Detroit Rock City”, “King Of The Night Time World”, “God Of Thunder”, “Shout It Out Loud” e “Do You Love Me”, e em “Rock and Roll Over” temos “I Want You”, “Makin’ Love”, “Hard Luck Woman”, “Calling Dr. Love”, “Take Me”, “Ladies Room”…

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Genesis – “A Trick Of The Tail”

Por que ouvir? – Porque registra um momento crítico na carreira do grupo, sobrevivendo de maneira brilhante à saída repentina de seu carismático frontman Peter Gabriel, “promovendo” o baterista Phil Collins ao posto. Ou seja: mesmo com o baque, a qualidade do trabalho do agora quarteto foi mantida, com excelentes temas, arranjos virtuosos e uma produção esmerada, em um dos melhores registros do Genesis.

Melhores momentos: a insana faixa de abertura “Dance On a Volcano”; a melodiosa faixa título; “Mad Man Moon”, com um inspiradíssimo Tony Banks nos teclados, e a fantástica instrumental “Los Endos”, que ao vivo era precedida sempre de um dueto de bateria por Phil Collins e Chester Thompson.

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Thin Lizzy – “Jailbreak” e “Johnny The Fox”

Por que ouvir? – O Thin Lizzy infelizmente nunca foi tão reconhecido como deveria. Donos de grandes músicas, temperadas com as famosas “guitarras gêmeas” que fariam escola no heavy metal anos depois, e contando ainda com um letrista fantástico como Phil Lynott, o Lizzy atingiu seu ápice em 1976, e os dois álbuns lançados naquele ano comprovam a qualidade de seu trabalho. Saindo em uma grande turnê norte-americana no ano seguinte, Lynott adoeceu, a excursão foi abortada, e o Lizzy caiu em esquecimento para a grande massa, infelizmente…

Melhores momentos: em “Jailbreak”, destacamos a faixa título com seu clima soturno, a pesada “Emerald”, o hino “The Boys Are Back In Town”, seu maior hit; já em “Johnny The Fox”, a poética “Don’t Believe a Word” merece audição cuidadosa, assim como a pesada “Massacre” (as duas regravadas, respectivamente, por Def Leppard e Iron Maiden”), além da funkeada “Johnny The Fox Meets Jimmy The Weed” (impossível não notar a semelhança de seus primeiros acordes de guitarra com “Snowblind”, do disco solo de 1978 de Ace Frehley, do Kiss).

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Led Zeppelin – “Presence” e “The Song Remains The Same”

Por que ouvir? – Bem, muitos realmente podem contestar a inclusão de “Presence” nesta lista, por não ser um dos melhores trabalhos do Led. Mas ainda assim, encontramos momentos brilhantes, e convenhamos, um Led Zeppelin menor ainda é maior do que muita coisa que ouvimos por aí. Já “The Song Remains The Same” dispensa maiores apresentações e justificativas: o primeiro duplo ao vivo do grupo, que acompanhou o lançamento do filme nos cinemas (ambos gravados em 1973, mas só lançados então).

Melhores momentos: em “Presence” são obrigatórias a galopante “Achilles Last Stand” e a ótima “Nobody’s Fault But Mine”, além de “For Your Life”. Já em “The Song Remains The Same”, os clássicos atemporais “Rock and Roll”, “Stairway to Heaven” e “Whole Lotta Love” dividem espaço com as (extremamente) estendidas versões de “No Quarter” e “Dazed and Confused” (que ocupava um lado inteiro no vinil). Na versão expandida lançada recentemente, os fãs ainda ganharam registros do quilate de “The Ocean”, “Since I’ve Been Lovin’ You”, “Over The Hills and Far Away” e “Black Dog”.

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Peter Frampton – “Frampton Comes Alive”

Por que ouvir? – O simples argumento de ser o disco ao vivo mais vendido de todos os tempos já valeria pelo menos para ouvir de curiosidade (na época, chegou até a ser vendido pelos correios nos EUA, uma novidade!). Mas seria subestimar um grande trabalho, com Peter Frampton desfilando ótimas músicas e belos solos de guitarra.

Melhores momentos: mesmo que você não suporte mais ouvir, “Baby I Love Your Way” é um dos maiores destaques, assim como a contagiante “Show Me The Way”. Destaque também para a abertura com “Something’s Happening” e para a surpreendente versão de “Jumpin’ Jack Flash”, dos Stones.

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Rainbow – “Rising”

Por que ouvir? – Em 1976, o Deep Purple não existia mais: após a debandada de Richie Blackmore, muitas divergências internas levaram Jon Lord a jogar a toalha após a turnê de “Come Taste The Band”, e logo em seguida o guitarrista Tommy Bolin veio a falecer de overdose. O novo grupo de Blackmore, que já tinha obtido reconhecimento com o primeiro álbum um ano antes, aqui presenteia os fãs com uma obra-prima do rock pesado. Todos dão um show, seja o mago das guitarras, seja Ronnie James Dio com seu vocal poderoso, seja Cozy Powell demolindo sua bateria. Para muitos, foi o primeiro pilar do chamado Power Metal, com suas músicas velozes e arranjos sinfônicos.

Melhores momentos: A abertura com “Tarot Woman” já é de tirar o fôlego, que ainda consegue ser ofuscada pelas brilhantes “Stargazer”, gravada junto à Orquestra Filarmônica de Munique (e com performances antológicas de Dio, Powell e Blackmore), e pela veloz “A Light In The Black”, com seus solos dobrados de guitarra e teclado e com sua bateria de dois bumbos, que se tornariam clichê décadas depois no heavy melódico…

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Scorpions – “Virgin Killer”

Por que ouvir? – Para aqueles que acham que os “vovôs” do metal alemão são apenas a banda que fez “Still Loving You” e “Wind Of Change”, que tal descobrir um grupo vigoroso, com canções esbanjando energia? “Virgin Killer” serviu de passaporte para o Scorpions fora da Europa, em uma época em que ainda contavam com os préstimos do virtuoso Uli John Roth. Não se atenha à polêmica sobre a capa original (que trazia uma garotinha nua), coloque o álbum pra tocar e aumente o som!

Melhores momentos: “Pictured Life” abrindo o disco a todo vapor, ritmo que é mantido em “Catch Your Train” (resgatada anos mais tarde no álbum acústico do grupo). Há ainda a divertida “Hell Cat”, cantada por Roth, “Backstage Queen” e “Polar Nights”.

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AC/DC – “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”

Por que ouvir? – Porque AC/DC é sinônimo de rock do bom, sem firulas, simples e direto. Foi aqui que os australianos começaram a aparecer para o mundo, conseguindo seus primeiros sucessos. E ainda tínhamos aqui a crueza original no som do grupo, além do saudoso e carismático Bon Scott nos microfones.

Melhores momentos: sem dúvida o grande destaque é a faixa título, ainda hoje uma das favoritas dos fãs. Mas ainda há “Squealer”, “Problem Child”, “Ride On”… e a versão original australiana trazia “Jailbreak” encerrando o play, faixa que até então havia sido lançada apenas como single.

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Eagles – “Hotel California”

Por que ouvir? – Para derrubar o preconceito que a grande maioria da nação roqueira tem com o grupo, por conta da faixa título que tocou à exaustão, chegando inclusive a ser apelidada de “Motel California” por ser melosa demais para seus detratores. Um disco com boas músicas executadas por instrumentistas extremamente competentes.

Melhores momentos: obviamente a faixa título, com um show à parte dos guitarristas Don Felder e Joe Walsh; “Life In The Fast Lane”, sobre a agitada vida de um casal moderno – cujo título veio de uma frase de um fornecedor de drogas do grupo, e cujo riff de guitarra surgiu espontaneamente enquanto Joe Walsh aquecia no estúdio, esperando para gravar; e ainda a épica “The Last Resort”, versando sobre o declínio da sociedade e fechando o disco com chave de ouro.

Estes são alguns dos grandes momentos do rock em 1976. E você leitor, sugere mais algum?
Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Dica de vídeo enviado por Roberto Mercury

Queen Acoustic Medley – Shelly Moreira

“Minha homenagem aos caras que me fizeram ser um apaixonado por Música quando eu era ainda garoto.Muito Obrigado Queen!!!”
Shelly Moreira

 

Fonte: www.youtube.com/user/shellymoreira

Conheça as fotografias mais icônicas envolvendo celebridades

Todo mundo adora tirar fotos do seu dia-a-dia, seus amigos, sua família, colegas de trabalho, e com as estrelas não poderia ser diferente. Eles também gostam de serem fotografados em momentos de descontração, a única diferença é que os amigos deles também são grandes personalidades.

Confira abaixo algumas das mais lendárias imagens já registradas de famosos:

Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis, and Johnny Cash: (Foto: .)
Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash
Freddie Mercury e Darth Vader (Foto: .)
Freddie Mercury e Darth Vader 
Elizabeth Taylor, Liza Minelli, Michael Jackson e Whitney Houston (Foto: .)
Elizabeth Taylor, Liza Minelli, Michael Jackson e Whitney Houston

 

Jeff Goldblum, Jane Lynch e Zooey Deschanel (Foto: .)
Jeff Goldblum, Jane Lynch e Zooey Deschanel
Arnold Schwarzenegger e Shaquille O’Neal (Foto: .)
Arnold Schwarzenegger e Shaquille O’Neal
Joseph Gordon-Levitt e Anne Hathaway: (Foto: .)
Joseph Gordon-Levitt e Anne Hathaway
Paul Rudd e Paul McCartney (Foto: .)
Paul Rudd e Paul McCartney
Hunter S. Thompson, Johnny Depp, John Cusack, and a blow-up doll (Foto: .)
Hunter S. Thompson, John Cusack, Johnny Deep e um boneca inflavel
Albert Einstein and Charlie Chaplin (Foto: .)
Albert Einstein and Charlie Chaplin
Tina Fey, Sarah Silverman, Annie Leibovitz e Amy Poehler (Foto: .)
Tina Fey, Sarah Silverman, Annie Leibovitz e Amy Poehler
Justin Timberlake e Ryan Gosling (Foto: .)
Justin Timberlake e Ryan Gosling
Jay-Z; Rashida Jones; Kanye West; Justin Bieber; Kid Cudi; Tyler, The Creator; e Aziz Ansari (Foto: .)
Jay-Z; Rashida Jones; Kanye West; Justin Bieber; Kid Cudi; Tyler, The Creator; e Aziz Ansari


Com qual famoso você gostaria de tirar uma foto?

 

Fonte: http://uc.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Evento aconteceu neste final de semana no ginásio Cenecista, no Poço.

Freddie Mercury foi um dos personagen do encontro de cosplay em Maceió

Freddie Mercury foi um dos personagen do encontro de cosplay em Maceió
Freddie Mercury foi um dos personagen do encontro de cosplay em Maceió

 

Fonte: http://g1.globo.com/al/alagoa
Dica de: Roberto Mercury

Tom Hanks adere ao bigode Freddie Mercury. Confira o melhor estilo para cada rosto

Hair stylist afirma que o bigode de Brad Pitt e Cauã Reymond é tendência entre os jovens. Veja ainda os estilos mais emblemáticos, que ficaram conhecidos no mundo com ícones como Charles Chaplin, Salvador Dalí e Tom Selleck

Tom Hanks assumiu um bigode vistoso para interpretar Mike McAlary no filme Lucky Guy.  Não são poucos os ícones do cinema e da música que em algum momento chamaram atenção por adotarem o estilo que, à primeira vista, pode parecer estranho.

Segundo a hair stylist e barbeira Karen Yamauchi, do ateliê Romeo – The Grooming Room,  na Vila Olímpia, em São Paulo, não existem restrições aos homens que sentem vontade de seguir a tendência do ator do filme Náufrago. No entanto, ela reconhece que a moda do moustache, em seus mais variados formatos, é para aqueles que imprimem atitude.

“Não é todo mundo que usa porque é preciso sustentar um estilo, pois para quem vê passa uma identidade muito forte. É mais comum, por exemplo, pessoas ligadas à moda usarem”, considerou a profissional, que confessou não ser muito fã do atual look “chevron” de Tom Hanks.

Quem tem o rosto mais arredondado, a dica é usar um bigode mais comprido para dar  harmonia. “Esse tipo de rosto combina com tudo, uma dica é deixar as costeletas em forma de quadrado e o bigode mais reto. Cavanhaques triangulares combinam bem com esse tipo de rosto, pois ajudam a afinar suas feições. O Ideal é deixar os pelos das bochechas bem aparados e o bigode e cavanhaque um pouco maiores”, explicou Yamauchi.

Para os homens com rostos mais quadrados, é válida a sugestão de apostar em desenhos redondos para suavizar o traço marcante. “Quem tem esse tipo de rosto deve evitar costeletas e barbas muito fartas que aumentam a parte superior do rosto. A dica é apostar nos bigodes e nos cavanhaques”, falou a barbeira.

Já os triangulares pedem bigodes arredondados. “Podem ajudar a disfarçar os queixos finos e pontiagudos dando a ilusão de que essa região é maior”, observou.

Entre os bigodes mais emblemáticos da história, é possível citar os de Charles Chaplin, Albert Einsten e Salvador Dalí. Mas o que está em voga é o chamado painter´s brush, ou pencil moustache,  no qual o bigode se apresenta mais aparado. “Os mais velhos usam bastante o estilo chevron, que é o do Freddie Mercury. Agora os joven estão usando os bigodes mais curtos, como o do Cauã Reymond e Brad Pitt. É um estilo mais romântico, conquistador. Segue a linha Clark Gable, mais cafajeste”, exemplificou Yamauchi.

Para os cuidados, é importante sempre higienizar com shampoo e aparar as extremidades quando necessário e de acordo com cada estilo.

Estilo Freddie Mercury: caracterizado com pelos fartos

Estilo Clark Gable: caracterizado com pelos curtos em desenhos arredondados

Charlie Chaplin

Albert Einsten

Mazzaropi


Che Guevara


George Clooney

Sean Connery


Antonio Fagundes

 

Fonte: http://caras.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury