RELEASEQueen, uma das maiores bandas da história da música ganha releitura em espetáculo musical em São Paulo.

Produzido pela Oito Notas Produções Artísticas, o espetáculo “A Kind of Magic” traz vida a músicas da histórica banda Queen nas vozes de grandes nomes do Teatro Musical Nacional.

A temporada tem estreia no mês de Junho e garante levar o público a uma viagem musical relembrando temas famosos da banda como Bohemian Rapsody, We Are the Champions, Who Wants to Live Forever, We Will Rock You, entre outros.

Imperdível para os fãs do Queen e do gênero vocal rock, “A Kind of Magic” deve ser visto também por todos que apreciam os grandes musicais nos teatros.

A temporada será no Teatro Livraria da Vila JK Iguatemi às sextas feiras as 20h nos meses de junho e julho. Estreia dia 07 de junho de 2013.

MÚSICOS

Sílvio Venosa (piano), Renato Loyola (baixo) e Leticia Veras (bateria).

VOZES

Rebeca Elts, Francine Lobo, Nina Dutra, Felipe Ventura, Tulio Zani, Tinno Zani e Tonanni.

SERVIÇOData: 07/06 a 26/07/2013
Hora: sex às 20h

Local: Teatro Livraria da Vila
Shopping JK Iguatemi – Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 Vila Nova Conceição – São Paulo – SP


Classificação Etária: livre

Ingressos: R$50,00

Venda de ingressos no site ingressorapido
Call Center 4003-1212

Em breve mais informações.

Fontes:

 

Agradecimentos a André Tonanni da Produção Oito Notas
Com dica de Roberto mercury

Clique para AmpliarSim, mais uma lista que irá gerar discussões. A revista Guitar World divulgou sua lista das 50 melhores canções de Rock de todos os tempos (Guitar World’s 50 Greatest Rock Songs of All Time).

E estão tão convictos desta lista que resolveram lançar um livro com a transcrição nota por nota destas 50 canções para guitarra (óbvio). O livro foi elaborado pela famosa editora Hal Leonard, que é especialista em livros didáticos de música.

Provavelmente a ausência mais sentida seja a dos Rolling Stones e sua “Satisfaction”.

Segue a lista das 50 canções (em ordem alfabética):

Ain’t Talkin’ ‘Bout Love – Van Halen
All Along The Watchtower – Jimi Hendrix
All Day And All Of The Night – The Kinks
Aqualung – Jethro Tull
Back In Black – AC/DC
Barracuda – Heart
Beat It – Michael Jackson
Blitzkrieg Bop – Ramones
Bohemian Rhapsody – Queen
Born To Be Wild – Steppenwolf
The Boys Are Back In Town – Thin Lizzy
Carry On Wayward Son – Kansas
Comfortably Numb – Pink Floyd
Crazy Train – Ozzy Osbourne
Cross Road Blues (Crossroads) – Cream
Day Tripper – The Beatles
Detroit Rock City – Kiss
Dr. Feel Good – Mötley Crue
Enter Sandman – Metallica
Free Bird – Lynyrd Skynyrd
Funk #49 – James Gang
Highway To Hell – AC/DC
Hotel California – Eagles
Iron Man – Black Sabbath
Jailhouse Rock – Elvis Presley

Layla – Derek and the Dominoes
Limelight – Rush
Misirlou – Dick Dale
Peace Of Mind – Boston
Photograph – Def Leppard
Plush – Stone Temple Pilots
Pride And Joy – Stevie Ray Vaughan
Purple Haze – Jimi Hendrix
Rock Around The Clock – Bill Haley & His Comets
Run To The Hills – Iron Maiden
School’s Out – Alice Cooper
Smells Like Teen Spirit – Nirvana
Smoke On The Water – Deep Purple
Stairway To Heaven – Led Zeppelin
Suite: Judy Blue Eyes – Crosby, Stills & Nash
Sultans Of Swing – Dire Straits
Surrender – Cheap Trick
Sweet Child O’ Mine – Guns N’ Roses
Tush – ZZ Top
Walk This Way – Aerosmith
Welcome To The Jungle – Guns N’ Roses
Whipping Post – The Allman Brothers Band
Whole Lotta Love – Led Zeppelin
Won’t Get Fooled Again – The Who
You Really Got Me – Van Halen

O livro está disponível na loja online da Guitar World por 35 dólares (cerca de 70 reais)

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Concorra a dez pares de ingressos para o espetáculo Classical Queen no Teatro Anhembi Morumbi, em São Paulo, para o dia 31/05 às 21h30.

O grupo Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor.

O sorteio será realizado dia dias 27, 28 e 29 de maio, às 15h no programa Via Web. Os nomes dos ganhadores estará na lista da bilheteria do  Teatro Anhembi Morumbi.

Serviço:

Classical Queen
Local: Teatro Anhembi Morumbi
Endereço: Rua Dr. Almeida de Lima, 1176- Brás/Mooca
Telefone: 2872-1457
Sexta-feira dia 31/05
Horário: 21h30
Duração: 70 minutos
Gênero: Show/Música

 

Fonte: www.brasil2000.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Análise em Freddie Mercury

Na foto, Freddie usa terno maçônico com tema preto e branco ( remete ao piso das lojas maçônicas)

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara1 (Zanzibar, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi um cantor, pianista e compositor que ficou mundialmente famoso como vocalista da banda britânica de hard rock Queen, que ele integrou de 1970 até o ano de sua morte.( Wikipédia)

Não serei o primeiro a analisar as músicas do Queen. Mas reconheço que muitos blogs negligenciam esta banda, é impressionante a quantidade de mensagem subliminar em suas letras. E o melhor, quem diz isso são os próprios fãs da banda.

Vejamos algumas canções principais:

1-Another One Bites The Dust

Em alguns programas que invertem as músicas pode-se ouvir claramente algumas frases. A própria banda confirmou a existência dessas mensagens invertidas. Nesta primeira se ouve : “It’s Fun to Smoke Marijuana, It’s Fun to Smoke Marijuana” [É divertindo fumar maconha, é divertido fumar maconha] Bem como a frase : “Give some some ACID to the newbie”[dê algum ÁCIDO para o novato]

2- One Vision.

A música invertida diz :
“My Sweet Satan… Yes, we’ve seen Sabbath”[Meu doce Satã… Sim, nós vimos Sabbath]
Bem como : My Sweet Child”[Minha doce criança] / “My Skulled Child”[Minha criança esquelética]

3- Don’t Stop Me Now!

A musica invertida declara : “Who is Me?”[Quem sou eu?]

4- The Invisible Man…

A música invertida diz : You cannot see me” [você não pode me ver]

5-News of The World

A música invertida diz : Keep Fuck, Keep Fuck, Keep Fuck, Keep Fuck’‘.( foda, foda, foda)

Bem como se ouve: look my snake” [olhe minha “cobra”]

6- Fat Bottomed Girls

A música invertida diz :Say Say-Oh we belong to hell, hell, hey hey Oh we belong to hell”
[diga, diga – Oh, nós pertencemos ao inferno, inferno, hey hey! Oh, nós pertencemos ao inferno!]

7- Love of My Life

A música invertida diz :Sweet love, why blowing dark in me much more?”[Doce amor, porque assopra muito mais escuridão em mim?]

8- The Hitman do álbum Innuendo de 1991

A música invertida diz: ‘evil you know satã”.[Mal sabe, Satã]

Bem como : ”Freddie in chains now”.[Freddie acorrentado, agora]

9-Bo Rhap ( cheia de mensagens subliminares) vejamos algumas:

“And I don’t believe the Light” – 2:15 – tempo da inversão- [E eu não acredito na Luz]

“Erase GOD, Erase GOD!” – 1:38 – tempo da inversão-[Apague DEUS, apague DEUS!]

I’m a sad sinner!” – 1:34- tempo da inversão-[Eu sou um pecador triste!]

E para terminar esta postagem, para aqueles que não gostam de músicas invertidas, temos a canção :The March of the Black Queen.

‘Forget your singalongs and your lullabies
Esqueça sua cantoria e suas canções de ninar
-Surrender to the city of the fireflies
Renda-se a cidade dos vagalumes
-Dance with the devil in beat with the band
Dance com o diabo no ritmo da banda
-To hell with all of you hand-in-hand
Para o inferno com toda sua ajuda
-But now it’s time to be gone – (la la la laaa) forever – forever
Mas agora é hora de ir andando – (la la la laaa) pra sempre -pra sempre”


Mais Uma análise em Freddie Mercury

Aqui vemos o cantor Freddie Mercury usando um macacão com o tema preto X branco , porém denotando o raio. Este raio é símbolo da nova era. Muitos cantores fazem alusão a este Raio. Por exemplo, Lady Gaga, KISS, Avril Lavigne, entre outros.
Esta foi foi feita por um jornalista que pretendia criticar os cristãos radicais que não aceitam o casamento gay. Ele pôs Freddie , que era assumidamente bissexual, deitado com a figura daquilo que seria Jesus. Uma blasfêmia!… Ora, todos sabem que Mercury em seus primeiros trabalhos criticou bastante o cristianismo. Suas letras sempre tiveram conotação religiosa, romântica e baladas. Certa vez em uma intrevista, um jornalista perguntou : o que voce acha do céu? -Freddie diz sem medir palavras : Não quero ir pra lá, o inferno é melhor que lá.
Na música ” The March of black Queen ” o cantor diz claramente em sua composição :  Dance com o diabo no ritmo da banda,
Para o inferno com toda sua ajuda,
Mas agora é hora de ir andando – (la la la laaa) pra sempre -pra sempre’ Isso não é subliminar, é explicito.

Terceira Análise em Freddie Mercury : Somebody To Love

Algumas partes de suas canções são bem expressivas :

Na música : i want to break free, ele diz: “Deus sabe, Deus sabe que tenho que me libertar”. Freddie sentia-se aprisionado. É isso mesmo o que a Bíblia diz: Se, pois, o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Ou seja, a condição de todo pecador é de um escravo que necessita de Cristo para libertá-lo.

Veja o que Freddie diz na canção Somebody to Love :

A cada manhã [que] eu me levanto, eu morro um pouco,
Mal consigo permanecer em pé.
(olhe para si mesmo)
Olho no espelho e choro, (e choro)
Senhor, o que está fazendo comigo… (sim, sim)
Eu tenho gastado todos os meus anos acreditando em você,
Mas eu simplesmente não consigo nenhuma ajuda, senhor!
 
É uma espécie de oração que ele faz a Deus. Ele está reclamando de sua solidão. Ele diz ser inútil crer em Deus, pois ele não responde suas preces. Querendo ou não, o cantor influenciou muita gente a desacreditar em Deus. A letra continua :
 
Eu trabalho duro (ele trabalha duro) cada dia da minha vida,
Eu trabalho até que sinto dor nos meus ossos.
No final (no final do dia),
Eu levo para casa meu pagamento ganho com esforço,
Totalmente sozinho.
Eu me abaixo (abaixo) de joelhos (joelhos),
E eu começo a rezar
Até que as lágrimas escorram dos meus olhos.
Senhor – alguém – alguém, ooh alguém
(por favor)
 
Em sua prece Freddie diz que trabalha muito, mas também diz: ele trabalha duro. De quem estaria falando? Dele mesmo ou do amor que tanto queria ter a seu lado? ( um homem). Ele estaria pedindo a Deus um homem para acabar com sua solidão?
 
Mais uma vez o cantor denomina-se de prisioneiro:
 
Eu só preciso sair desta cela de prisão,
Um dia (algum dia) eu vou ser livre, senhor!
 
Será que Freddie era feliz na vida que vivia? Será que lá no fundo ele desejava viver outra forma de vida? Não sabemos, pois certa feita ele disse que não desejava ir para o céu, porque acreditava que o inferno seria melhor .
 
Nesta oração percebe-se :
 
1- um homem insatisfeito com a própria vida ;
2- A solidão de Freddie é apenas o vazio de sua alma, que deveria desejar antes de mais nada, a presença de Deus, única capaz de preencher a solidão existencial;
3- Suas acusações em sua prece podem levar seus ouvintes a incredulidade ( Deus não me responde, então do que vale acreditar nele? )
4- Quando ele diz que trabalha duro, está querendo dizer que é um homem de bem, digno de resposta. Mas a Bíblia diz que ninguém é digno de nada de Deus. Tudo o que podemos receber de suas mãos é sua misericórdia imerecida.


 

 

Fonte: http://mensagemsublime.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Quem nunca brincou com LEGO? Essas pecinhas minusculas, que formam os mais loucos veículos, moradias e vilões, ficavam espalhadas pela casa e deixavam nossos pais muito irritados – pisar em uma dela não é nada agradável.  Pois é, tem gente que até hoje leva a brincadeira a sério!

O que não falta na internet são montagens de gente muito talentosa recriando alguma cena ou personagem do mundo pop em versão LEGO. Separamos as cinco mais legais (além do Homem de Ferro ali de cima, claro) para mostrar para vocês. Confere só:

A Origem, filme de Christopher Nolan com Leonardo DiCaprio, foi recriada em um dos seus melhores momentos – a luta sem gravidade no hotel! Se não assistiram, vale a pena:

O Daft Punk acabou de lançar CD novo, mas essa arte já é um pouco antiga. Não tem problema, ela é sensacional de qualquer forma! Repare nos detalhes, nos capacetes e, principalmente, na caixa com LP’s do lado das pick-ups.

Lendário líder e vocalista do Queen, Freddie Mercury faleceu em 1991, mas seu legado jamais será esquecido. Talvez por isso fizeram essa estátua incrível dele em versão LEGO. O mais impressionante, assim como no Freddie de verdade, é o bigode.

Sad Keanu is Sad é um desses memes memoráveis. Trata-se de um flagra dos paparazzi do ator Keanu Reeves (o Neo, da trilogia Matrix, também conhecido como “o escolhido”) em um momento um tanto quanto… melancólico. Foi usada à exaustão e depois esquecido, mas não por esse artista dos cubinhos.

Até o cult Quentin Tarantino recebeu homenagem no brinquedo mais popular de todos os tempos. A cena mais famosa do filme Cães de Aluguel foi reencenada através de LEGOs. Reparem no detalhe da cor das gravatas!

E aí, o que acharam? Tiveram alguma ideia relacionada à LEGOs para homenagear algum artista ou filme que vocês gostam? Contem para gente através dos comentários! E aproveitem para curtir a nossa fanpage no Facebook!

 

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

No programa Fantástico, da Rede Globo, de ontem 26/05/2013, durante a matéria sobre o “Robô Teotronico” ele tocou e cantou We Are The Champions.

Aqui vídeo em que ele canta 1 minuto e 37 segundos de We are the champions

A voz de cada cantor se encaixa em uma entre sete possíveis classificações, de acordo com seu tom. Como afirma o site Star Singing Lessons, conhecer o seu tipo de voz vai ajudá-lo a determinar quais músicas são apropriadas para você cantar. Se você optar por aquelas fora do seu alcance, precisará da ajuda de um arranjador de música para recodificá-las.

Baixo

O baixo é o mais profundo de todos os níveis de voz, seja masculina ou feminina. Como observa o especialista em voz Aaron Lim, o cantor com nível de voz baixo é mais forte em sua voz baixa, indo entre uma nota Fá um oitavo abaixo do Dó a uma nota Mi logo acima dele. Ele pode mudar de uma voz de peito para uma média em torno de um Lá logo abaixo de um Dó. Também pode fazer a transição para uma voz de cabeça em Ré logo acima do Dó.

Barítono

A voz de barítono, um nível acima do baixo, é a voz masculina mais comum, de acordo com Lim. A gama típica de um barítono é entre um Lá uma oitava abaixo do Dó e um Lá abaixo do Dó. O barítono muda para a voz intermediária entre Lá e Si, logo abaixo do Dó, e se transforma em uma voz de cabeça em Ré ou Mi logo acima de Dó. O desempenho do barítono é mais forte nos tons de médio alcance. Lim cita John Charles Thomas, Leonard Warren e Robert Merrill entre os mais famosos barítonos.

Tenor

Embora o tenor não seja a mais elevada das vozes masculinas, é a mais alta com a qual a maioria das pessoas está familiarizada. O alcance do tenor é entre o Dó uma oitava abaixo e uma oitava acima. Ele faz transições em voz média em torno de Ré e Mi acima de Dó e entra em sua voz de cabeça em Fá sustenido ou Sol acima de Dó. Exemplos de famosos tenores, de acordo com Lopes, são o falecido Luciano Pavarotti, Placido Domingo, Elton John e Stevie Wonder .

Contratenor

O contratenor é a mais elevada de todas as vozes masculinas. É um tipo raro de voz que é semelhante ao contralto de uma mulher. O contratenor pode cantar da faixa Sol abaixo do Dó à série Fá uma oitava acima. Ele pode cantar as notas altas de cabeça com clareza de tom, de acordo com Lim. Os ouvintes tendem a confundi-lo com uma cantora. O falecido Freddie Mercury foi um exemplo desse tipo de vocalista.

Triplo

A voz do triplo é semelhante à da soprano feminina na sua capacidade de atingir notas elevadas. Este é o tipo vocal de um adolescente antes de sua voz começar a se aprofundar. De acordo com Lim, o alcance vocal desse tipo de cantor situa-se entre um Lá abaixo do Dó e do Fá uma oitava acima. Exemplos de proeminentes pré-adolescentes ao longo dos anos com esta faixa incluíram Donny Osmond, o falecido Michael Jackson e a cantora de “He’s Got the Whole World in His Hands” (1958), Lorrie Londres.

Contralto

O contralto é a voz feminina mais baixa de todas e é menos comum entre as vozes femininas que o mezzo-soprano ou soprano. A sua definição é a mesma que a do alto. No entanto, como diz Lim, “contralto” é o termo correto para o tipo de voz, enquanto “alto” é a palavra adequada para a parte que o contralto canta. Seu alcance vocal está entre Mi abaixo de Dó e a segunda nota Sol acima de Dó. Contraltos famosos incluem Tracy Chapman, Toni Braxton e Gladys Knight.

Mezzo Soprano

A mezzo-soprano é o tipo de voz feminina mais comum. Uma mulher com esse nível vocal pode cantar entre Sol abaixo de Dó e Dó mais de duas oitavas acima, da do a ela um alcance de cerca de duas oitavas. Ela faz transições de voz de peito em volta de Mi um pouco acima do Dó para dirigir a voz em torno a Mi uma oitava acima do Dó. Beyonce, Aretha Franklin e Natalie Cole são famosas mezzo-sopranos.

Soprano

 

A soprano é a mais alta das vozes femininas. A cantora soprano pode alcançar as notas mais altas com muita facilidade. De acordo com Lim, seu alcance é entre o La logo abaixo do Dó a Fá ou Sol duas oitavas acima do Dó. Ela se move para fora de sua voz de peito em torno de Mi bemol e entra em sua voz de cabeça em Fá sustenido uma oitava acima de Dó. Cantores soprano famosos incluem Mariah Carey, a falecida estrela da ópera Maria Callas e Charlotte Church.

 

Fonte: www.ehow.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O Queen vendeu mais de 300 milhões de cópias de LPs e CDs em todo o mundo. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon introduziram inovações às apresentações ao vivo que mudaram a maneira de se fazer um show.

Os espetáculos, dramáticos e elaborados, usavam efeitos especiais, recursos de iluminação e cenografia. Além da interação de Mercury com a plateia.

O grupo vendeu mais de 300 milhões de cópias de LPs, CDs e DVDs em todo o mundo e, mais de 20 anos depois da morte de seu vocalista, ainda conserva popularidade.

Criado em 1971 o Queen é uma das bandas britânicas mais famosas do mundo – e a concorrência é dura. O livro analisa as apresentações como um novo paradigma.

O volume faz parte da coleção, que apresenta quatro bandas que marcaram a história do rock mundial. Cada box set da série traz livro ilustrado e fac-similes de impressos raros.

40 Anos do Queen

Autor: Harry Doherty
Editora: Lafonte
Quanto: R$ 119,00 (preço promocional na livraria da Folha*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090, pelo site da Livraria da Folha  e disponível também em livrarias e outros sites.

Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

 

Fonte: www.boainformacao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O site R7.com está com uma enquete: 

Qual astro da música pode ser considerado o novo Freddie Mercury?

Adam Lambert
Adam Lambert

Lady Gaga
Lady Gaga

justin-bieber
Justin Bieber

Robbie Williams
Robbie Williams

Justin Timberlake
Justin Timberlake
Outras opções da Enquete são:

  • Nenhum deles! Que absurdo!
  • Qualquer um deles. Nem achoque o cara era tanto assim

Para votar Clique Aqui

 

 Fonte: http://entretenimento.r7.com
Dica de: Roberto Mercury


Perguntado sobre o que vem fazendo desde o American Idol…

Adam disse: “Eu praticamente viajei o mundo todo. Passei muito tempo na Ásia e na Escandinávia. Também toquei junto com o Queen e foi uma grande inspiração.

“O Queen foi incrível. Fiquei lisonjeado e apavorado ao mesmo tempo. Eu sei que ninguém se compara a Freddie Mercury, mas eles me fizeram sentir tão à vontade. Eu tive uma explosão.

“Nós ainda mantemos contato. Brian e Roger sempre me enviam e-mail dizendo um “Olá”. Nós deixamos tudo em aberto. Quem sabe algo possa acontecer no futuro.”

 

Fonte: www.brianmay.com

Há 16 anos, Elvis Presley se tornou no artista de maior sucesso póstumo da história da música. Mesmo depois da sua morte, o Rei continuou sendo o Rei, e ele já vendeu mais de um bilhão de álbuns em todo o mundo.

O fenômeno do sucesso póstumo sempre foi comum; as notícias e a cobertura que vem com a morte de um artista provocam uma onda de emoções e carinho no público, que decide prestar uma última homenagem ao cantor ou cantora adquirindo os seus discos.

Assim, decidimos mostrar os artistas que chegaram (ou regressaram) ao número 1 das classificações de vendas depois da sua morte.

Desde que faleceu, em 1977, Elvis Presley já teve 3 discos no número 1. O mais recente foi a coletânea ‘The King’, em 2007.©Reuters
Aaliyah morreu com apenas 22 anos em um acidente de avião, em 2001. Em janeiro do ano seguinte a sua música ‘More than a Woman’ chegava ao nº 1 das classificações.©Divulgação
A inesperada morte de Michael Jackson, em junho de 2009, disparou as vendas de discos do Rei do Pop. Em julho 2 coletâneas dos seus maiores hits já estavam no topo das tabelas: ‘Number Ones’ e ‘The Essential Michael Jackson’.©Reuters
Os Mamonas Assassinas morreram em um trágico acidente de avião em março de 1996. O seu único álbum era até 2010 o 9º disco mais vendido no Brasil.@Divulgação
O rapper Notorious B.I.G. foi assassinado em 1997. As suas músicas ‘Hpynotize’ e ‘Mo Money Mo Problems’ chegaram ao nº 1 das classificações poucos meses depois da sua morte.©Divulgação
Amy Winehouse morreu em julho de 2011 e o seu aclamado disco ‘Back to Black’ estava de volta ao topo das classificações de vendas no mês seguinte.©Reuters
O álbum ‘Sonhador’ de Leandro e Leonardo, foi lançado após a morte de Leandro, vítima de um câncer em 1998. O trabalho chegou a vender mais de 2 milhões de cópias. @Divulgação
A cantora Eva Cassidy morreu de câncer em 1996. Nunca conheceu o sucesso comercial em vida. Desde essa época, já teve 3 álbuns no número 1 das classificações.©Divulgação
A música de Freddie Mercury solo ‘Living on My Own’ chegou no número 1 das classificações 2 anos depois da morte do cantor, em 1991.©Divulgação
A cantora de soul Janis Joplin morreu de overdose em outubro de 1970 e a sua (agora lendária) música ‘Me and Bobby McGee’ chegou ao nº 1 das classificações em março do ano seguinte.©Divulgação
John Lennon foi assassinado em dezembro de 1980. Em fevereiro do ano seguinte, o seu disco ‘Double Fantasy’ estava no número 1.©Divulgação
Jimi Hendrix morreu em setembro de 1970 e em novembro desse ano a sua mítica música ‘Voodoo Child’ chegou no topo das classificações.©Divulgação
 
Fonte: http://pemais.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Lenda! Queen.

          Boa tarde, hoje no Lenda! vou falar sobre Bohemian Rhapsody da banda de rock Queen, tem muita coisa para se falar sobre essa lendária música, mas vamos aos fatos.

          Foi o single que mudou a história dos videoclipes, só depois de Bohemian Rhapsody que ficou popular fazer videoclipe para as músicas, mesmo não sendo o primeiro videoclipe da história, o videoclipe ficou reconhecido como o lançamento da era MTV.

          Segundo Chris Smith, um pianista amigo de Freddie Mercury, Freddie começou a desenvolver Bohemian Rhapsody no fim da década de 1960, Freddie costumava tocar no piano partes de músicas que ele estava escrevendo, sendo que em um de suas peças continha letras que acabaram na versão completa da música, que só foi produzida em 1975.

          Brian May, Freddie Mercury e Roger Taylor cantaram suas partes vocais da música continuamente de 10 a 12 horas por dia, demorou 3 semanas para ser gravada, além de algumas seções exigirem 180 overdubs separados (overdub é uma técnica de gravação em que se adiciona novos sons a uma gravação anteriormente realizada).

          O videoclipe foi gravado em 4 horas, em 10 de novembro de 1975 e custou 4.500 euros. Foi nomeada pelo Guinness Book, como o melhor single britânico de todos os tempos, além de ter sido uma das melhores elaborações de música já criada.

 

Fonte: http://allaroundforyou.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Nicoletta se transformou em Freddie Mercury no programa “Air de Star”, do canal francês M6. O cantor, vestido como o líder do Queen, fez um cover de “I Want to Break Free”.

Nicoletta cantou e dançou sob os olhares divertidos do júri.


 

Fonte:  www.7sur7.be  |  www.m6.fr

A noite de hoje vai trazer o som da realeza. Isto, por que a banda argentina Doctor Queen estará hoje no Bolshoi Pub trazendo a nobreza do rock, com um tributo a banda inglesa Queen. O espetáculo, como de costume, começa a partir das 22h (geralmente mais tarde), mas não tem hora para acabar. O ingresso pode ser adquirido na portaria, mas comprado antecipado, sai sempre mais barato.

O grupo é considerado uma das melhores bandas de tributo do mundo e tem em seu elenco Dr. Queen, assumindo a enorme responsabilidade de estar nos vocais, posição de Freddie Mercury. Na guitarra de Brian May está Alvaro, enquanto John assume o baixo de seu xará, John Deacon, e ainda, Roger, na bateria, como Roger Taylor. A semelhança com os membros originais da banda da terra da rainha é um dos pontos de destaque da apresentação.

Com mais de uma década, o Doctor Queen viaja pelo mundo levando a obra do quarteto britânico. Entre as canções que não podem faltar no repertório estão sucessos como Love of my Life, Bohemian Rhapsody, We are the Champions, Under Pressure e muitas outras.

Queen

A banda inglesa que inspira o Doctor Queen teve seu primeiro álbum lançado em 1973, intitulado apenas Queen. No ano seguinte sairiam os álbuns Queen II e Sheer Heart Attack e em 1975 sua obra prima: A Night at the Opera.

Este disco fez com que a banda alcançasse sucesso estratosférico, pois trazia a obra de arte Bohemina Rhapsody (um rock, com pegada progressiva, que trazia mais de um minuto de opera no meio da música), a belíssima Love of my Life, além de hinos da banda como Death on Two Legs (com uma letra cheia de revolta contra os empresários exploradores), I’m in Love with my Car (de autoria e cantada por Roger Taylor), 39’ (cantada e composta por Brian May) e You are my Best Friend (de John Deacon). Não tinha como não estourar.

A banda, claro, não parou por aí. Em 1976 veio o álbum A Day at the Races com uma pegada semelhante ao seu antecessor. Com grande sucesso, contendo as canções We Will Rock You e We are the Champions, em 1977 veio News of The World, seguido pelo álbum Jazz (1978).

Nos anos 1980, a banda mudou um pouco sua pegada rock e hardrock (com leves influências progressivas) e incorporou ritmos mais pops. The Game (1980) já mostrava um pouco essa mudança, mas Flash Gordon (1980), que foi trilha sonora do filme de mesmo nome, acabou saindo bem “viagem”.

Em 1982 veio o deslize com o Hot Space. Com exceção da música Under Pressure, gravada com David Bowie, o disco foi fracasso de crítica. Com The Works (1984) e A Kind of Magic (1986), este último, trilha do filme Highlander, o grupo se reencontrou.

Após algumas brigas e carreiras solos a banda retornou com The Miracle (1989), mas não fazia shows. Em 1991 o grupo lançou o último trabalho com Freddie ainda vivo, o excepcional Innuendo. O frontman da banda morreu de broncopneumonia, devido a complicações por conta do vírus HIV no dia 24 de novembro daquele ano. Ele só revelou ser portador do vírus um dia antes de seu falecimento.

Em 1995, com sobras de gravações de Freddie Mercury, o grupo lançou o álbum Made in Heaven. A banda retornou a ativa em 2005 com Paul Rodgers nos vocais e em 2008 lançou o disco The Cosmos Rock. O baixista John Deacon não participou da turnê ou do álbum. Ele se aposentou após a gravação do single/clipe do Queen No One But You (música em homenagem a Freddie) para se dedicar apenas a sua família. Além destes trabalhos, o grupo tem uma série de discos ao vivo e coletânea lançados. 

Foto: Divulgação

Doctor Queen no Bolshoi
Onde: Bolshoi Pub
Quando: Hoje, a partir das 22h
Ingressos: R$ 60 (até as 20h do dia do evento, outros valores serão definidos no horário)
Informações: (62) 3241 – 0731

 

Fonte: www.dm.com.br

Rod Stewart: estilo, elegância e humor intactos aos 68 anos

Depois de vencer 15 anos de bloqueio criativo e um câncer na tireoide, Rod Stewart está de volta com um disco de inéditas inspirado, em parte, por sua recente – e imperdível – autobiografia. Sabendo do potencial dos novos projetos – o álbum acaba de estrear no topo das paradas do Reino Unido, depois do veterano ficar por quase três décadas afastado da posição mais privilegiada –, a Billboard foi recebida na mansão do astro em Beverly Hills para um papo sobre a exuberante vida de um dos maiores rock stars em atividade, paternidade e ocasionais reflexões sobre as décadas de carreira.

“O livro é muito pessoal, principalmente a história sobre sêmen e sobre eu ter tido que fazer lavagem estomacal, e tudo mais”, disse sobre o recém-lançado Rod: A Autobiografia, que traz histórias sobre Elton John, Freddie Mercury e até sobre as partes íntimas de Jimi Hendrix.

“Durante muito tempo foi um trabalho duro compor – como se fossem cálculos matemáticos. Eu não curtia o processo, e tinha tantas outras coisas pra fazer, como transar ou beber… Agora é totalmente o oposto, eu amo isso”, contou Rod em outro trecho da matéria de nove páginas, que você confere na íntegra na edição 40º da Billboard Brasil. Já nas bancas!

 

Fonte: www.billboard.br.com
Dica de: Roberto Mercury

 

Pelo Blog: Some Velvet Expression


Sou viciada em fazer playlists, tenho uma para cada humor. Por algum motivo, achei que seria legal compartilhar elas aqui, e pra estrear a nova tag me veio na cabeça a ideia de montar um top músicas deprimentes, todas dentro do gênero rock clássico. Aliás, essas músicas não são apenas músicas, elas foram consolidadas como hinos da fossa, do fundo do poço, da depressão. Espero que gostem. E ah, no final do post coloquei um link pra baixar todas as músicas em uma pasta compacta. 😉
 


10. Layla – Derek and the Dominos

Eric Clapton, Jim Gordon

Let’s make the best of the situation
Before I finally go insane
Please don’t say we’ll never fingd a way
Don’t tell me all my love’s in vain

Layla é uma das músicas românticas mais intensas e sofridas da história do rock, e isso provavelmente se deve ao fato de ser baseada no amor de Clapton pela modelo Pattie Boyd, então esposa de George Harrison (um de seus melhores amigos). Até conseguir finalmente sua amada para si, Clapton teve uma fase de escuridão e compôs mais algumas músicas, como Bell Bottom Blues, presente no mesmo álbum em que Layla (Layla and other assorted love songs).

9. Behind Blue Eyes – The Who
Pete Townshend

No one knows what it’s like, to feel these feelings
Like I do, and I blame you
No one bites back as hard, on their anger
None of my pain or woe, can show through

Mais conhecida pelo cover ruim de Limp Bizkit, Behind Blue Eyes foi escrita para o rock opera Lifehouse, do The Who. É interpretada pelo personagem Jumbo, um homem cheio de ódio no coração e angustiado com a pressão e as tentações que o cercam.

 
8. Total Eclipse of the Heart – Bonnie Tyler
Jim Steinman 

Once upon a time, I was falling in love
But now, I’m only falling apart
There’s nothing I can do
A total eclipse of the heart

Até onde se sabe, a música não foi escrita para ninguém conhecido, já que não foi Bonnie Tyler quem nos presenteou com as letras de Total Eclipse of the Heart. Porém, nota-se que elas são extremamente obscuras, mostrando toda a fossa em que se pode ficar após o término de um relacionamento. Solidão e desespero são as bases que as sustentam e as tornam incríveis.

7. Love of my Life – Queen
Freddie Mercury

Love of my life don’t leave me,
You’ve stolen my love,
And now desert me,
Love of my life, can’t you see?

Sendo uma das mais conhecidas canções de amor dos últimos tempos, Love of my Life foi escrita para Mary Austin, com quem Freddie Mercury teve um relacionamento longo no início dos anos 70. Mesmo após o término do relacionamento romântico, os dois mantiveram uma forte amizade até a morte dele, em 1991. Freddie certa vez afirmou que, apesar de ser homossexual, Mary era, de fato, o amor de sua vida.

6. Comfortably Numb – Pink Floyd
David Gilmour, Roger Waters 

There is no pain, you are receding
A distant ship’s smoke on the horizon
You are only coming through in waves
Your lips move but I can’t hear what you’re saying

Com seu famoso (e diga-se, belíssimo) solo, Comfortably Numb, assim como muitas outras músicas do Pink Floyd, remete às drogas e seus efeitos: solidão, desesperança, entorpecimento emocional, psicológio e físico. É um hino da depressão porque estar numb é estar morto por dentro.

5. Hurt – Johnny Cash
Trent Reznor

And you could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt

Foi originalmente interpretada pelo Nine Inch Nails, porém foi na voz melancólica de Johnny Cash que a música atraiu a atenção da crítica. O mais triste é que Hurt foi o último sucesso de Cash antes de sua morte em 2003, o que torna inevitável o pensamento de que seu fim foi solitário e sombrio.

4. Please Please Please Let Me Get What I Want – The Smiths
Johnny Marr, Morrissey

Haven’t had a dream in a long time
See, the life I’ve had
Can make a good man
Turn bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time

O que eu acho genial nessa música é o equilíbrio entre a tristeza e a esperança. Ao mesmo tempo em que a dor da vida de modo geral é expressa, o “narrador” também implora pelo que quer, mesmo que seja pela primeira vez.

3. Mother – John Lennon
John Lennon

Mother, you had me, but I never had you
I wanted you, you didn’t want me
So I, I just got to tell you
Goodbye, goodbye

Ao contrário do que aparenta, Lennon e sua mãe tinham uma boa relação. O primeiro verso da música nada mais é do que uma forma de homenagear sua progenitora, morta quando ele tinha 17 anos. Já a referência feita ao pai é um reflexo da dor, por ele ter abandonado a família quando John era criança. As últimas frases da letra são “Mama, don’t go” e “Daddy, come home”, demonstrando a tristeza e o descontentamento.

2. Tears in Heaven – Eric Clapton
Eric Clapton, Will Jennings

Would you hold my hand
If I saw you in Heaven?
Would you help me stand
If I saw you in Heaven?
I’ll find my way
Through night and day
‘Cause I know I just can’t stay
Here in Heaven

 Tears in Heaven foi escrita como homenagem ao filho de Eric Clapton, Conor, que morreu aos 4 anos em 1991. Segundo Clapton, a música agiu como um “agente de cura.. E funcionou”. Apesar da perda de um filho ser considerado algo insuperável, hoje em dia a ferida parece estar cicatrizada, e a canção não é mais tocada em shows.

1. Love Will Tear Us Apart – Joy Division
Ian Curtis, Peter Hook, Stephen Morris, Bernard Sumner

You cry out in your sleep
All my failings exposed
And there’s taste in my mouth
As desperation takes hold
Just that something so good
Just can’t function no more
But love, love wil tear us apart, again

O primeiro lugar dessa lista não poderia ser diferente. Ian Curtis foi a voz da depressão no final da década de 70 até 1980, quando cometeu suicídio provavelmente por estar farto do mundo ao seu redor. Love Will Tear Us Apart fala sobre os problemas conjugais de Ian e sua esposa Deborah, e foi lançada um mês após a morte do vocalista. Curtis foi cremado, e a pedido de Deborah, o título do maior sucesso do Joy Division foi gravado na lápide em sua memória.

 

 

Fonte: http://somevelveteexpression.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Três décadas. 30 anos. 360 meses. 262.980 horas. Esse é o tempo que Bruce Willis faz sucesso em Hollywood. Ou melhor: esse é o tempo que o ator alemão criado nos EUA causa medo nos bandidos de plantão. Com uma carreira invejável e um super pai de família, Willis intimida nas telas, mas tem fala mansa fora delas.
Em uma conversa exclusiva, descobrimos o que o homem duro de matar quer da vida além dos 20 milhões de dólares de cachê por cada filme.

Nessa edição, ainda temos um Guia da Copa das Confederações, em que oito seleções disputam o torneio que vai testar o Brasil – dentro e fora de campo – apenas a um ano do início da Copa do Mundo. E mais entrevistas exclusivas e visita aos bastidores de séries como True Blood, Scandal, Longmire, Mike & Molly, Chicago Fire, Falling Skies e NCIS LA.

DEUS SALVE O QUEEN – Os bastidores do último show de Freddie Mercury à frente da banda inglesa, em 1986.

A Revista Monet de junho de 2013 chega às principais bancas e livrarias do país após o dia 26 de maio e também pode ser adquirida pelos assinantes da NET aqui.

Fonte: http://revistamonet.globo.com
Dica de: Roberto Mercury


Em março deste ano Brian May e Kerry Ellis mostraram a nova música “The Kissing Me Song” e convidaram os fãs a enviarem vídeos com “beijos” que fariam parte do videoclipe da música.

Hoje, 23/05/13, o clip foi divulgado. O single será lançado oficialmente em junho, para coincidir com a turnê européia ‘Acoustic and by Candlelight’.

E você ainda pode enviar seu vídeo “com beijo” para o site oficial www.thekissingmesong.com

Fonte: www.brianmay.com  |  www.kerryellis.com  |  www.youtube.com/user/queenofficial  |  www.thekissingmesong.com 

Dica de: Roberto Mercury

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O lendário guitarrista do Queen, Brian May, acredita que o reality show musical “The Voice” não merece nenhuma credibilidade. O músico mostrou sua opinião sobre a atração em um texto publicado em seu site oficial:

“Desculpe, eu odeio ser negativo – mas eu tenho que dizer isso.

Na minha opinião, o ‘The Voice’ é absolutamente o programa mais irritante, estúpido e depressivo na televisão. É também um insulto à música e aos músicos.

Toda vez que eu vejo jovens cantores arrebentando suas entranhas para tentar conquistar a atenção de alguém, que está grosseiramente sentado de costas para o cantor… eu me sinto enojado.

O programa rebaixa o ato de cantar a um nível de um obstáculo estúpido. Isso não é definitivamente o sentido da música.

Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer. A apresentação é tudo que um músico pode oferecer… sua voz, seu som, sua linguagem corporal, sua expressão facial, um contato visual íntimo. É totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato. Para mim, isso não faz o menor sentido. É totalmente venenoso para o crescimento de jovens músicos.

Eu odeio ver o ótimo Tom Jones preso nesse cenário, que parece depravar todos a perderem sua dignidade.

Eu espero que esse programa tenha uma morte natural em breve.”

O “The Voice” foi lançado originalmente na Holanda e atualmente tem edições em diversos países, inclusive no Brasil. Na atração, os jurados selecionam os candidatos de costas e apenas se viram para os competidores caso aprovem sua performance.

 

Fonte: www.cifraclubnews.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em nota a Secretaria de Cultura do Amazonas informou que o recital God Save The Queen, que seria realizado dia 28/05/13, será realizado no dia 29/05/13 a partir das 20hrs no Teatro Amazonas.


Sobre o recital:
Após a alta procura e a fila que se formou no Teatro da Instalação, na Zona Centro-Sul de Manaus, na noite da sexta-feira (3), o espetáculo ganhou uma nova data – 29/05/13 – no Teatro Amazonas. Novamente a entrada será gratuita e tem início marcado para as 20hrs.

O recital ‘A Night at The Opera’ traz 12 canções imortalizadas pelo Queen e na carreira solo de seu vocalista, Freddie Mercury. Hits como ‘Radio Ga Ga’, ‘We Are The Champions’, ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘You´re My Best Friend’ fazem parte do repertório apresentado pelos músicos Marcelo de Jesus (piano), Andrio Dias (bateria e percussão), Bárbara Soares (violino elétrico) e Adriana Vilekova (cello elétrico). Os cantores Humberto Sobrinho e Mirian Abad dividem os vocais, juntamente ao Madrigal da Casa de Música Ivete Ibiapina. O nome do recital faz referência a um dos discos mais importantes da banda, lançado em 1975.

Para ver alguns vídeos da apresentação do dia 3 Clique Aqui
Dica de: André Vital via Twitter @AndreVital_