Qualquer resposta a essa pergunta certamente vai gerar controvérsias. Primeiro é preciso adotar um critério claro: os maiores shows de rock são aqueles que tiveram mais gente assistindo, independentemente de terem pago ou não para ver o espetáculo. Mesmo assim, logo surge uma dúvida: os festivais, que reúnem uma seqüência de shows em vários dias, entram nessa disputa ou não? A maneira mais justa de resolver a questão é levar os festivais em conta, mas desde que seja possível estimar o público que havia em cada um dos dias do evento, e não apenas a platéia total. Por causa desse critério, os shows do primeiro Rock in Rio, realizado em 1985, acabaram excluídos da lista, pois não foram encontradas informações confiáveis sobre o público presente em cada dia do megaconcerto no Rio de Janeiro.

A audiência de mais de 1 milhão e 300 mil pessoas em dez dias de shows, porém, garante ao Rock in Rio 1 o título de maior festival de rock já realizado no Brasil. A falta de números precisos sobre o público dos grandes concertos, aliás, é o principal obstáculo para fechar a lista, já que muitas vezes a platéia é superestimada ou reduzida ao gosto do freguês – ou, no caso, dos fãs de determinadas bandas. Por isso, qualquer relação dos maiores shows de rock sempre estará sujeita a contestações. Ainda assim, a gente apresenta abaixo a lista mais confiável que pudemos reunir. E você, caro leitor, concorda com ela ou não?
Os dez mais  (Brasil recebeu quatro dos espetáculos que atraíram grandes multidões)

Rod Stewart – 1994

Na festa da passagem de ano entre 1994 e 1995, o roqueiro inglês Rod Stewart se apresentou para mais de 3,5 milhões de pessoas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O show consta no Guinness Book, o livro dos recordes, como o maior concerto de rock gratuito

Ilha de Wight Pop Festival – 1970

O 3º Ilha de Wight Pop Festival juntou 250 mil pessoas na fazenda East Afton, na Inglaterra. Grupos como The Doors e The Who tocaram no evento, que ficou famoso por apresentar um dos últimos shows de Jimi Hendrix, morto logo após

Simon e Garfunkel – 1981

Cerca de 500 mil pessoas se reuniram no Central Park, em Nova York, para assistir ao histórico show que marcou o reencontro dessa dupla de rock/folk. O sucesso do concerto gratuito acabou gerando o álbum duplo The Concert in Central Park

Rock in Rio 3 – 2001

Uma das noites da terceira edição desse festival no Rio de Janeiro atraiu um público de cerca de 250 mil pessoas. No palco, Rob Halford, Queens of the Stone Age, Ira e Ultraje a Rigor, Pavilhão 9 e, como grande destaque, os veteranos metaleiros ingleses do Iron Maiden

Woodstock – 1969

O festival mais famoso da história reuniu mais de 500 mil pessoas numa fazenda em Bethel, Nova York. Esse público permaneceu mais ou menos estável durante três dias. Participaram do evento Janis Joplin, Jimi Hendrix e The Who, entre outros astros do rock

Paul McCartney – 1990

O ex-Beatle levou mais de 180 mil pessoas ao estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Graças a essa impressionante marca, o show de Paul McCartney aparece no Guinness Book como o maior concerto com público pagante realizado por um único roqueiro

The Wall – 1990

Esse megaconcerto ao ar livre aconteceu em Berlim, na Alemanha, um ano após cair o muro que dividia a cidade. Ele foi organizado pelo músico inglês Roger Waters, ex-Pink Floyd. Mais de 300 mil pessoas viram Bryan Adams, Cyndi Lauper, Scorpions…

U2 – 1997

Em um ano da aclamada megaturnê Popmart, a mais grandiosa da banda irlandesa, o U2 realizou nada menos que 100 shows. No maior de todos eles, na cidade Reggio Emilia, na Itália, o grupo tocou para uma multidão de 150 mil pagantes

Rolling Stones – 1969

Os Rolling Stones se apresentaram para 250 mil pessoas no Hyde Park, em Londres. O show gratuito marcou a estréia do guitarrista Mick Taylor, que tinha acabado de entrar para a banda, substituindo Brian Jones, que morreu poucos dias antes do concerto

Queen – 1981

Na época, o Queen era uma das bandas mais populares do mundo. Quando o grupo do inglês Freddie Mercury subiu ao palco do Morumbi, em São Paulo, mais de 130 mil pessoas vibraram com músicas como “We Will Rock You” e “Love of My Life”.

 

Fonte: www.portalinvest.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Documento proposto por Brian May foi entregue ao governo britânico. País quer sacrificar animais para conter epidemia de tuberculose no gado.

O guitarrista do Queen, Brian May, liderou um protesto contra o sacrifício de texugos, no centro de Londres, no sábado (1º). Ao lado dele, um mascote do animal participou da manifestação (Foto: Dylan Martinez/Reuters)
O guitarrista do Queen, Brian May, liderou um protesto contra o sacrifício de texugos, no centro de Londres, no sábado (1º). Ao lado dele, um mascote do animal participou da manifestação (Foto: Dylan Martinez/Reuters)

Centenas de defensores dos animais, liderados pelo guitarrista do grupo de rock Queen, Brian May, protestaram em Londres, no fim de semana, contra um projeto do governo para sacrificar texugos. O objetivo do país é tentar combater uma epidemia de tuberculose no gado bovino, e os texugos são considerados os grandes vetores da doença.

 “Detenham o massacre!”, gritavam os manifestantes vestidos de branco e preto.

Um documento proposto por May reuniu mais de 235 mil assinaturas e foi entregue na sede do governo britânico para pedir o cancelamento da operação, que será feita em dois condados do sudoeste inglês. Os fazendeiros locais serão autorizados a matar os texugos.

“Se o governo não nos escutar hoje, a pressão vai aumentar”, advertiu o guitarrista.

Segundo o governo britânico, cerca de 35 mil cabeças de gado foram sacrificadas em 2012 por causa da tuberculose.

Fazendeiros de dois condados ingleses serão autorizados pelo governo britânico a matar texugos. Para conter medida, May reuniu mais de 235 mil assinaturas em abaixo-assinado (Foto: Dylan Martinez/Reuters)

Fazendeiros de dois condados ingleses serão autorizados pelo governo britânico a matar texugos. Para conter medida, May reuniu mais de 235 mil assinaturas em abaixo-assinado (Foto: Dylan Martinez/Reuters)

 

Fonte: http://g1.globo.com

Formato: Documentário
Sinopse:
É considerado o deus do rock e suas interpretações lhe valeram um lugar na história da música moderna. Como o lendário vocalista da banda “Queen”, compôs e interpretou canções como “Bohemian Rhapsody”, “Killer Queen” e “We Are the Champions” e sua voz excepcional foi o ingrediente principal para o sucesso de sua banda. Seu verdadeiro nome era Farrokh Bulsara, e nasceu na Índia. Conheça este grande homem da música, que no final de 1991 morreu tragicamente de AIDS.

DiaHorários
10/06/13
10/06/13
10/06/13
06:00
09:00
17:00

 

 

 

Fonte: http://canalbio.com
Fonte: Dica de: Roberto Mercury

Recentemente, foi divulgado nas redes sociais que Brian May convidou Slash para gravar uma música: “Badger Swagger” vai servir para ajudar na luta contra a “matança” dos texugos. Essa luta começou quando o governo inglês autorizou a caça desse animal, dizendo que eles eram responsáveis por tuberculose bovina.

A música foi produzida e criada pela “Artful Badger” e contou com as participações de: Brian May, Slash, Shara Nelson, Kerry Ellis, Sir David Attenborough, Sonny Green,  Sam & The Womp.

 

Links Oficiais:

Assine a petição contra a matança: www.getoffmybadger.com

Twitter: ‪https://twitter.com/ArtfulBadgerUK

‬Facebook: ‪http://facebook.com/artfulbadgeruk

 

Fontes: www.brianmay.com  |  www.slashonlinebrasil.com

Um pouco mais da grande voz de Freddie Mercury como você nunca ouviu antes.

Love of My Life
The Show Must Go On
Killer Queen
I Want it All
Under Pressure

Para ver a parte 1 Clique Aqui

Fonte: www.whiplash.net

“É como um sonho, realmente”, diz Brian sobre os sucessos do Queen

Mesmo próximo ao lançamento de uma nova coletânea de sucessos do Queen chamada “Icon”, previsto para 11/06/13, Brian olha pra trás com espanto por todas as coisas que ele e seus amigos foram capazes de realizar.

“Eu levanto algumas manhãs e penso: ‘Meu Deus, como isso aconteceu?‘”, Disse Brian a Alex Belfield em uma recente entrevista. “Porque nós éramos apenas garotos – e não parece que foi há muito tempo – tínhamos sonhos e idéias de que poderíamos fazer algo que ninguém nunca tinha feito, sair e conquistar o mundo. E de alguma forma aconteceu. Onde quer que eu vá, da Mongólia ao Timbuktu, as pessoas conhecem nossas músicas. É incrível. Eu me sinto muito, muito feliz. É como uma espécie de sonho, realmente.“

“Icon” traz um único disco que oferece um olhar único da variada carreira do Queen, desde a suas origens com “Stone Cold Crazy”, passando por suas incursões ao estilo de música operística como “Bohemian Rhapsody”, ao pop elegante de “The Show Must Go On”. Hits conhecidos como “We Will Rock You”, “Another One Bites the Dust” e “We are the Champions” estão juntos a músicas favoritas dos fãs como “I’m In Love With My Car” e “I Want it All.”

O Queen foi criado por Brian May, Freddie Mercury, Roger Taylor e John Deacon, em 1970. Eles continuaram como um quarteto até a morte de Mercury em 1991, por complicações decorrente da Aids. Deacon desde então também se aposentou, enquanto May e Taylor participaram de uma série apresentações com vocalistas convidados, com destaque para Paul Rodgers e Adam Lambert.

O Queen entrou para o Rock and Roll Hall of Fame in 2001.

“É ótimo fazer parte da vida das pessoas”, acrescenta May, “e muitas de nossas músicas têm ido além de apenas ser um registro ou faixa. Elas fazem realmente parte da vida das pessoas – como ‘Rock You’ e ‘Champions’ fazem parte da vida de esportitas. Isso é uma coisa incrível, sentir que você é uma espécie de soldado na vida das pessoas, em alguns aspectos. É um grande privilégio.“

Músicas
1. Stone Cold Crazy
2. Tie Your Mother Down
3. Fat Bottomed Girls
4. Another One Bites the Dust
5. We Will Rock You
6. We Are the Champions
7. Radio Ga Ga
8. Bohemian Rhapsody
9. I’m in Love With My Car
10. I Want It All
11. The Show Must Go On

O CD está disponível em pré-venda na amazon.com e custa US 6.99 dólares, aproximadamente R$ 15.00 reais.

 

Fonte: http://somethingelsereviews.com

Brian May lidera protesto contra a matança de texugos na Inglaterra em frente a órgão ambiental do governo
Brian May lidera protesto contra a matança de texugos na Inglaterra em frente a órgão ambiental do governo

Depois do governo de Londres montar projeto para sacrificar texugos, o guitarrista do Queen, Brian May, saiu em defesa dos animais e fez uma música para promover sua campanha. A decisão da liderança londrina é uma epidemia de tuberculose no gado bovino.

A música “Badger Swagger”, composta por Rob Cass, terá participação de Slash, ex-Guns N’ Roses, Shara Nelson do Massive Attack e Sir David Attenborough.

Em comunicado em seu site, o compositor disse que esta é a melhor forma de protestar. “Essa é minha humilde contribuição para acabar com a matança desnecessária de texugos. Conheci a equipe do ‘Artful Badger’ há alguns meses e decidi que a melhor forma de ajudar é fazendo o que fazemos de melhor, música”.

 

Fonte: www.midiamax.com

De Freddie Mercury expondo corpos suados em “Body Language”, de 1982, até David Bowie, cujo vídeo de “The Next Day” foi tirado do YouTube (por poucas horas) pelo conteúdo que desagradou a igreja católica. O videoclipe, como forma de transformar versos e harmonia em algo visual, às vezes pode ser levado a extremos e não ser muito bem recebido. Mesmo que como forma de arte deva ser respeitado, o clipe ainda enfrenta resistência quando ousa – seja chocando ao escancarar sexo e drogas na tela, seja na mensagem dura em um momento difícil para o país. Selecionamos alguns vídeos censurados que vão de Rihanna até Marilyn Manson.

Lembre-se que muitos deles só podem ser vistos por pessoas maiores de 18 anos, então, tire as crianças da sala.

Freddie Mercury levava o seu Queen a se aventurar pela disco music com a sensual canção “Body Language”, lançada em 1982, no disco Hot Space. Mas o clipe criado para exemplificar esse funk pré-disco, cheio de corpos pouco cobertos e com Mercury gemendo, foi vetado pela MTV.

Para ver todos Clique Aqui

 

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br

Os anos passam, e Thriller, de Michael Jackson, permanece no topo da lista de álbuns mais vendidos de todos os tempos. Porém, quais são os outros álbuns recordistas? A aferição é complicada devido ao pouco contato entre os mercados europeu, norte-americano e de demais países, mas com base no livro The 100 Best Selling Albuns, série de volumes divididos por décadas (da década de 50 até os anos 00), e também em dados da RIAA (Recording Industry Association of America), listamos os três discos mais vendidos de cada década e algumas outras curiosidades.

Michael Jackson - Galeria Discos

Anos 50
Eis a década em que os discos de vinil começam a frequentar de forma intensa o cotidiano das pessoas. Entre os 100 discos mais vendidos dos anos 50 existem dez álbuns de Frank Sinatra, seis de Harry Belafonte, Johnny Mathis, Mitch Miller & The Gang e Mantovani, mas os três discos mais vendidos dos anos 50 são: 1) Elvis’ Christmas Album, Elvis Presley (1957)
2) My Fair Lady, Trilha Sonora da Peça (1956)
3) Kind of Blue, Miles Davis (1959)
Anos 50 - Galeria Discos
Anos 60
Essa é a década em que o rock domina as paradas e promove uma mudança cultural intensa na sociedade. Dos 100 álbuns mais vendidos da década de 60, 13 são dos Beatles. Bob Dylan aparece com seis discos recordistas seguido por Monkees e Elvis Presley. O Top Ten é dividido apenas entre Beatles, Led Zeppelin e Monkees. Os três discos mais vendidos são: 1) The Beatles (o Álbum Branco), The Beatles (1968)
2) Led Zeppelin 2, Led Zeppelin (1967)
3) Abbey Road, The Beatles (1969)Anos 60 - Galeria Discos
Anos 70 O rock and roll continuou dominando as paradas na década 70. O grande campeão de vendas do período é o Led Zeppelin, que colocou seis discos entre os 60 mais vendidos. O Pink Floyd cravou quatro, incluindo o primeiro lugar: 1) The Wall, Pink Floyd (1979)
2) Led Zeppelin IV, Led Zeppelin (1971)
3) Rumors, Fleetwood Mac (1977)

Anos 70 - Galeria Discos

Anos 80
Eis a década do recorde. Michael Jackson vendeu mais de 30 milhões de cópias do álbum Thriller (e, hoje, soma mais de 100 milhões de cópias vendidas do disco), mas quem mais aparece no Top 100 é Madonna, que colocou quatro álbuns no ranking (o primeiro deles, Like a Virgin, aparece em 16º lugar). Já que sabemos quem é o campeão, vamos aos demais posicionados: 1) Thriller, Michael Jackson (1982)
2) Back in Black, AC/DC (1980)
3) Born In The U.S.A., Bruce Springsteen (1984)Anos 80 - Galeria Discos
Anos 90
Na década do grunge, do metal e do britpop, quem dominou as parados foram as mulheres e o pop. Metallica aparece em 12º lugar com seu Black Album, enquanto Pearl Jam surge em 18º (Ten) e Nirvana em 29º (Nevermind). À frente deles, Britney Spears em 10º (Baby One More Time), Backstreet Boys em 8º (Backstreet Boys) e Garth Brooks em 5º, 6º e 9º (respectivamente No Fencer, Ropin’ The Wind e Double Live). As campeãs foram: 1) Come On Over, Shania Twain (1997)
2) The Bodyguard, Whitney Houston (1992)
3) Jagged Little Pill, Alanis Morissette (1996)Anos 90 - Galeria Discos
Anos 00
A primeira década do século 21 consagrou o fenômeno das reedições colocando no topo do ranking uma coletânea dos Beatles (grupo que havia encerrado as atividades 30 anos antes). Apesar de não aparecer entre os três primeiros, um dos maiores vendedores deste período foi Eminem, com três álbuns entre os 50 mais vendidos da década (The Marshall Mathers LP em 4º, The Eminem Show em 5º e Encore em 41º). Os três mais vendidos foram: 1) 1, The Beatles (2000)
2) No Strings Attached, ‘N Sync (2000)
3) Come Away With Me, Norah Jones (2002)Anos 00 - Galeria Discos
Década de 2010
Com apenas três anos completos desta década é possível destacar já Adele como um dos principais nomes do período (e de todos os tempos). 21, segundo disco da cantora, já soma vendas mundiais de impressionantes 25 milhões de cópias – contra 6 milhões da segunda colocada, Lady Gaga. Confira os três discos mais vendidos nestes três anos: 1) 21, Adele (2011)
2) Born This Way, Lady Gaga (2011)
3) Mylo Xyloto, Coldplay (2011)Anos 10 - Galeria Discos
Os mais vendidos do Reino Unido
O público britânico é bastante particular e colocou duas coletâneas do Queen no Top 10 de todos os tempos do Reino Unido. Oasis aparece em 4º com (What’s the Story) Morning Glory?, mas já está prestes a ceder a posição para 21, da Adele. Confira os três discos mais vendidos no Reino Unidos em todos os tempos: 1) Greatest Hits, Queen (1991)
2) Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, The Beatles (1967)
3) ABBA Gold: Greatest Hits, ABBA (1992)Reino Unido - Galeria Discos
Os discos mais vendidos em todo o mundo
Não é segredo que Michael Jackson lidere o ranking de discos mais vendidos em todo o mundo. Thriller, lançado em 1983, soma mais de 65 milhões de cópias certificadas (e vendas estimadas de 110 milhões, embora a RIAA não confirme esse número). Michael ainda aparece na 4ª posição com Bad (1987) – acrescente mais 45 milhões de discos vendidos na conta do Rei do Pop. The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, e Back in Black, do AC/DC, já venderam, cada um, mais de 50 milhões de cópias. Eis os três discos mais vendidos no mundo em todos os tempos: 1) Thriller, Michael Jackson (1983)
2) Back in Black, AC/DC (1980)
3) The Dark Side of the Moon, Pink Floyd (1973)Mundo - Galeria Discos

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br

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Queen foi uma banda de rock que já vendeu mais de trezentos milhões de cópias no mundo inteiro. Foi uma das mais populares bandas dos anos 70/80. Precursora do rock, a banda tornou-se uma das mais famosas entre o público. A mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo do vocalista Freddie Mercury fizeram o sucesso mundial da banda. Confira mais esta apresentação Queen Live in Japan 1985.

CARACTERÍSTICAS:
País de Produção: Brasil
Idioma do Áudio: Inglês
Ano de Produção: 2013
Duração : 90 min
Tipo de Mídia : Dvd + Cd / Dvd + Cd

Faixas do DVD:

1. Opening
2. Tear It Up
3. Tie Your Mother Down
4. Under Pressure
5. Somebody To Love
6. Killer Queen
7. Seven Seas Of Rhye
8. Keep Yourself Alive
9. Liar
10. Vocal Solo
11. It’s A Hard Life
12. Now I’m Here
13. Is This The World We Created
14. Love Of My Life
15. Another One Bites The Dust
16. Hammer To Fall
17. Crazy Little Thing Called Love
18. Bohemian Rhapsody
19. Radio Gaga
20. I Want To Break Free
21. Jailhouse Rock
22. We Will Rock You
23. We Are The Champions
24. God Save The Queen

Faixas do CD:

1. Tear It Up
2. Tie Your Mother Down
3. Under Pressure
4. Somebody To Love
5. Killer Queen
6. Seven Seas Of Rhye
7. Keep Your Self Alive
8. Liar
9. It’s A Hard Life
10. Now I’m Here
11. Is This The World Created
12. Love Of My Life
13. Another One Bites The Dust
14. Hammer To Fall
15. Crazy Little Thung Called Love
16. Bohemian Rhapsody
17. Radio Ga Ga
18. I Want To Break Free
19. We Will Rock You
20. We Are The Champions

O DVD + CD Live In Japan 1985 – Edição Especial está disponível no site da livraria saraiva pelo preço de R$ 31.90. Para comprar Clique Aqui

O documentário “Freddie Mercury – The Great Pretender”, produziu por Rhys Thomas, venceu o prêmio Rose d’Or Award ARTS 2013!

Rhys Thomas falou:

“Eu estou na lua!! Ganhar o Rose d’Or, que era um sonho antigo, não poderia ser mais emocionante. Isso realmente foi um trabalho de amor para mim, eu queria fazer um documentário que captasse o humor do Freddie, bem como o seu talento e realizações. Pela reação dos fãs e agora o reconhecimento da BAFTA e The Rose d’Or, parece que eu fiz a coisa certa”.

The Great Pretender está disponível em Blu-ray e DVD e tem preço aproximado de R$ 38.00.

Abaixo trailer oficial do documentário:

 

Fonte: www.queenonline.com

Nova propaganda da VISA com a música Don`t Stop Me Now.

Fonte: www.brianmay.com
Dica de: Roberto Mercury

A Capa Domingueira é a nova sessão do Blog ROCK CLUB aonde é filiada aos Grupos do ROCK CLUB no Facebook. A Votação da capa acontece de Terça até Sábado e o vencedor é homenageado com um especial no Domingo. 

Faz trinta e sete anos que saiu o single “Bohemian Rhapsody”, uma ópera rock magistral de seis minutos sobre um rapaz que matou alguém, vendeu sua alma para Belzebu e quer saber se Scaramouche pode fazer o Fandango. É um mito? Uma metáfora para um relacionamento falho de Freddie Mercury? Bem, o seu palpite é bom. Foi um trabalho gigantesco para uma banda prestes a se tornar uma das maiores do mundo – e estes são os fatos. Abaixo 10 coisas que você não sabe sobre essa canção:

1. “Bohemian Rhapsody” ficou nove semanas consecutivas 1º lugar no Reino Unido. É a terceira canção que mais ficou em primeiro lugar no Reino Unido em todos os tempos, atrás de “Cara Mia” de David Whitfield (10 semanas, 1954) e “Rose Marie” de Slim Whitman (11 semanas, 1955).

2. O produtor de “Bohemian Rhapsody”, Roy Thomas Baker foi um dos “infelizes” que tentaram produzir ‘Chinese Democracy’ do GUNS N’ ROSES. Foi chutado por ter dado a ideia de o álbum ser guiado apenas pela guitarra. Na visão de AXL ROSE era errado.

3. Scaramouche é um palhaço (personagem da commedia dell’arte) que sempre consegue se esquivar de situações difíceis que se encontra, geralmente à custa de álguem. “Scaramucia”, nome original, significa escaramuça.

4. Foi introduzida a rádio pelo comediante Kenny Everett. Num primeiro momento, ele pensou que era estranhamente longa, mas teve uma mudança de ideia. Ele complementa: “Ela poderia ser de meia hora de duração, e seria a número um por séculos!”

5. Freddie Mercury tocou no mesmo piano que PAUL MCCARTNEY utilizou para “Hey Jude”.

6. EMI no Reino Unido e Elektra no Reino Unido tentaram cortar pedaços da canção. Como Roger Taylor diz: “Disseram que ela era demasiado longa e não iria funcionar. Podemos pensar, “Bem que poderíamos cortar ela, mas ela não faria qualquer sentido”, não faz muito sentido agora e teria ainda menos sentido então; você iria perder todos os humores diferentes da canção. Por isso, dissemos que não.”

7. A canção foi o bebê do Freddie Mercury. Brian May em 2002 comentou: “Ele sabia exatamente o que estava fazendo… nós só ajudamos ele dar vida a ela.”

8. A ópera levou mais de 70 horas para ser concluída.

9. Freddie escreveu toda a canção – incluindo as composições de harmonias – sobre livros e pedaços de papel de telefone, tornando-se um pouco complicado para os outros membros compreender algumas coisas.

10. Após a primeira execução decisiva na rádio, a EMI percebeu que tinha um hit – porém incomum – em suas mãos. Foi o momento em que eles concordaram em liberar o single completo.

 

Fonte: http://blogrockkclub.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury

Savatage fez uma versão ao vivo da “Bohemian Rhapsody”, da banda britânica Queen, na qual eles tocam inclusive a parte dos corais ao vivo, sem qualquer playback. Confiram abaixo.

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury