SOBRE O EVENTO

É incontestável. O Doctor Queen é uma das melhores bandas tributo do mundo. E vai dar a honra de toda a sua graça e competência – com exclusividade – para o público do Bolshoi. Serão duas noitadas de pura festa, com todas as londrinas cores e sons históricos de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor passados a limpo, exatamente como se deve. Há mais de uma década, o Doctor Queen encanta públicos de várias partes do mundo, gregos ou troianos, graças à semelhança e qualidade em relação ao quarteto britânico. Você não vai se arrepender de vir ao Bolshoi, para ouvir, como se estivesse num show de rock da banda original, sucessos como Under Pressure, Love Of My Life, Bohemian Rhapsody e outros grandes clássicos revividos pelos hermanos. ‘We Are The Champions’ … E merecemos, sim, esse presente! Em dose dupla.

FICHA TÉCNICA

Integrantes?

  • Dr. Queen (voz) Alvaro (guitarra) John (baixo) Roger (bateria)

INGRESSOS

  • Lojas Frans Café
  • 3942-1314
  • 3215-1590
  • 3092-8756
  • Pagamento apenas em dinheiro

RESERVA DE MESA

  • Apenas pelo fone 3241-0731
  • A reserva não inclui o valor do ingresso.
  • Todas as reservas expiram às 22 horas.

MAIS INFORMAÇÕES

 

Dica de: Roberto Mercury

Por Doctor Roberthttp://whiplash.net/autores/doctorrobert.html


Aproveitando da recente visita de sir Paul McCartney em nosso país e o relançamento de seu histórico álbum “Wings Over America”, de 1976, este colaborador do Whiplash.net (que por um acaso nasceu naquele mesmo ano) vem humildemente listar algumas sugestões de grandes álbuns lançados também em 1976 – em ordem aleatória, não de preferência ou cronológica. A maioria deles é tida como clássicos pelos fãs dos artistas envolvidos e são conhecidos do grande público, mas mesmo para estes, sempre “vale a pena ouvir de novo”.

Paul McCartney and Wings – Wings Over America

Por que ouvir? – Sir Paul provou que havia vida após os Beatles, superou a depressão do rompimento do grupo, lançou álbuns clássicos (“McCartney”, “Band On The Run”) e saiu fazendo shows pelo mundo afora. O registro da turnê de 1976 mostra uma banda extremamente entrosada, executando uma grande leva de canções clássicas tanto dos Fab Four quanto dos álbuns solos de Paul e dos gravados com os Wings. Impossível não gostar.

Melhores momentos: dentre muitos, a antológica abertura com “Venus and Mars/Rockshow” e “Jet”, o set acústico com “Bluebird”, “I’ve Just Seen a Face”, “Blackbird” e “Yesterday”, além das clássicas “Maybe I’m Amazed”, “Live and Let Die” e “Band On The Run”.

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Queen – A Day at the Races

Por que ouvir? – Se não é o melhor trabalho do Queen, é um registro da fase áurea do grupo, ainda esbanjando criatividade e com aquele ímpeto e arrogância de querer dominar o mundo. Assim como em seu trabalho anterior (“A Night At The Opera” – guardadas as devidas proporções, claro), o quarteto faz de tudo um pouco: hard rock, gospel, baladas, valsa, etc.

Melhores momentos: o rockão rasgado de “Tie Your Mother Down”, a intrincada “The Millionaire Waltz”, a singela “Long Away”, o peso de “White Man” e a mais do que clássica “Somebody To Love”.

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Rush – “2112” e “All The World’s a Stage”

Por que ouvir? – Poderíamos simplesmente dizer “porque é o Rush, cara!”, mas não é só isso: é o Rush explodindo e aparecendo para o mundo, saindo do underground e caminhando rumo ao estrelato. “2112” foi responsável por isso, introduzindo de vez o Rush entre os fãs de hard rock e de rock progressivo, e “All The World’s a Stage” era o retrato ao vivo desta fase, demonstrando que aqueles três rapazes do Canadá conseguiam sim reproduzir ao vivo tudo o que criavam em estúdio.

Melhores momentos: Em “2112”, além da faixa título, “A Passage to Bangkok” rapidamente se tornou uma das favoritas entre os rushmaníacos. Já em “All The World’s a Stage”, impossível não se render a “Bastille Day”, que abre o play arrebentando tudo, a apoteótica “By-Tor and The Snow Dog”, a pesadona “What You’re Doing”… e claro, “2112” e ainda o solo do Professor Neil Peart.

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Aerosmith – “Rocks”

Por que ouvir? – O Aerosmith disputava com o Kiss na década de 1970 o título de maior banda do hard rock norte-americano, tendo ambas estourado um ano antes – estes com “Toys In the Attic”, aqueles com “Alive!”. Aqui o quinteto de Boston alia sua criatividade com peso, sem perder a energia característica do grupo, sendo tratado pelos críticos como “uma cria raivosa dos Rolling Stones”. “Rocks” disputa até hoje com “Toys In The Attic” o posto de álbum favorito entre os fãs das antigas. Se duvida, pergunte ao Slash…

Melhores momentos: “Back In The Saddle”, com Joe Perry com um baixo de 6 cordas “grunhindo” em suas mãos; a velocidade contagiante de “Rats In The Cellar”; “Last Child”, grande contribuição de Brad Whitford, assim como a pesada “Nobody’s Fault”.

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Kiss – “Destroyer” e “Rock And Roll Over”

Por que ouvir? – São duas facetas bem distintas de uma banda no topo do mundo. O Kiss ganhou exposição mundial com “Alive!” um ano antes, e agora podia contar com dinheiro e bons recursos em suas gravações. Se em “Destroyer” trouxeram Bob Ezrin (Alice Cooper, Pink Floyd) para uma produção mais elaborada, aventurado-se por estilos diversos e até mesmo incompreendidos por muitos fãs, em “Rock and Roll Over”, lançado no mesmo ano, víamos o Kiss voltando às origens de seu rock básico e direto, sendo produzidos por Eddie Kramer, muito conhecido por trabalhar com um certo Jimi Hendrix.

Melhores momentos: são dois discos para serem ouvidos “de cabo a rabo” (apesar de “Beth”), mas se é pra destacar algumas, em “Destroyer” ficamos com as óbvias “Detroit Rock City”, “King Of The Night Time World”, “God Of Thunder”, “Shout It Out Loud” e “Do You Love Me”, e em “Rock and Roll Over” temos “I Want You”, “Makin’ Love”, “Hard Luck Woman”, “Calling Dr. Love”, “Take Me”, “Ladies Room”…

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Genesis – “A Trick Of The Tail”

Por que ouvir? – Porque registra um momento crítico na carreira do grupo, sobrevivendo de maneira brilhante à saída repentina de seu carismático frontman Peter Gabriel, “promovendo” o baterista Phil Collins ao posto. Ou seja: mesmo com o baque, a qualidade do trabalho do agora quarteto foi mantida, com excelentes temas, arranjos virtuosos e uma produção esmerada, em um dos melhores registros do Genesis.

Melhores momentos: a insana faixa de abertura “Dance On a Volcano”; a melodiosa faixa título; “Mad Man Moon”, com um inspiradíssimo Tony Banks nos teclados, e a fantástica instrumental “Los Endos”, que ao vivo era precedida sempre de um dueto de bateria por Phil Collins e Chester Thompson.

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Thin Lizzy – “Jailbreak” e “Johnny The Fox”

Por que ouvir? – O Thin Lizzy infelizmente nunca foi tão reconhecido como deveria. Donos de grandes músicas, temperadas com as famosas “guitarras gêmeas” que fariam escola no heavy metal anos depois, e contando ainda com um letrista fantástico como Phil Lynott, o Lizzy atingiu seu ápice em 1976, e os dois álbuns lançados naquele ano comprovam a qualidade de seu trabalho. Saindo em uma grande turnê norte-americana no ano seguinte, Lynott adoeceu, a excursão foi abortada, e o Lizzy caiu em esquecimento para a grande massa, infelizmente…

Melhores momentos: em “Jailbreak”, destacamos a faixa título com seu clima soturno, a pesada “Emerald”, o hino “The Boys Are Back In Town”, seu maior hit; já em “Johnny The Fox”, a poética “Don’t Believe a Word” merece audição cuidadosa, assim como a pesada “Massacre” (as duas regravadas, respectivamente, por Def Leppard e Iron Maiden”), além da funkeada “Johnny The Fox Meets Jimmy The Weed” (impossível não notar a semelhança de seus primeiros acordes de guitarra com “Snowblind”, do disco solo de 1978 de Ace Frehley, do Kiss).

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Led Zeppelin – “Presence” e “The Song Remains The Same”

Por que ouvir? – Bem, muitos realmente podem contestar a inclusão de “Presence” nesta lista, por não ser um dos melhores trabalhos do Led. Mas ainda assim, encontramos momentos brilhantes, e convenhamos, um Led Zeppelin menor ainda é maior do que muita coisa que ouvimos por aí. Já “The Song Remains The Same” dispensa maiores apresentações e justificativas: o primeiro duplo ao vivo do grupo, que acompanhou o lançamento do filme nos cinemas (ambos gravados em 1973, mas só lançados então).

Melhores momentos: em “Presence” são obrigatórias a galopante “Achilles Last Stand” e a ótima “Nobody’s Fault But Mine”, além de “For Your Life”. Já em “The Song Remains The Same”, os clássicos atemporais “Rock and Roll”, “Stairway to Heaven” e “Whole Lotta Love” dividem espaço com as (extremamente) estendidas versões de “No Quarter” e “Dazed and Confused” (que ocupava um lado inteiro no vinil). Na versão expandida lançada recentemente, os fãs ainda ganharam registros do quilate de “The Ocean”, “Since I’ve Been Lovin’ You”, “Over The Hills and Far Away” e “Black Dog”.

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Peter Frampton – “Frampton Comes Alive”

Por que ouvir? – O simples argumento de ser o disco ao vivo mais vendido de todos os tempos já valeria pelo menos para ouvir de curiosidade (na época, chegou até a ser vendido pelos correios nos EUA, uma novidade!). Mas seria subestimar um grande trabalho, com Peter Frampton desfilando ótimas músicas e belos solos de guitarra.

Melhores momentos: mesmo que você não suporte mais ouvir, “Baby I Love Your Way” é um dos maiores destaques, assim como a contagiante “Show Me The Way”. Destaque também para a abertura com “Something’s Happening” e para a surpreendente versão de “Jumpin’ Jack Flash”, dos Stones.

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Rainbow – “Rising”

Por que ouvir? – Em 1976, o Deep Purple não existia mais: após a debandada de Richie Blackmore, muitas divergências internas levaram Jon Lord a jogar a toalha após a turnê de “Come Taste The Band”, e logo em seguida o guitarrista Tommy Bolin veio a falecer de overdose. O novo grupo de Blackmore, que já tinha obtido reconhecimento com o primeiro álbum um ano antes, aqui presenteia os fãs com uma obra-prima do rock pesado. Todos dão um show, seja o mago das guitarras, seja Ronnie James Dio com seu vocal poderoso, seja Cozy Powell demolindo sua bateria. Para muitos, foi o primeiro pilar do chamado Power Metal, com suas músicas velozes e arranjos sinfônicos.

Melhores momentos: A abertura com “Tarot Woman” já é de tirar o fôlego, que ainda consegue ser ofuscada pelas brilhantes “Stargazer”, gravada junto à Orquestra Filarmônica de Munique (e com performances antológicas de Dio, Powell e Blackmore), e pela veloz “A Light In The Black”, com seus solos dobrados de guitarra e teclado e com sua bateria de dois bumbos, que se tornariam clichê décadas depois no heavy melódico…

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Scorpions – “Virgin Killer”

Por que ouvir? – Para aqueles que acham que os “vovôs” do metal alemão são apenas a banda que fez “Still Loving You” e “Wind Of Change”, que tal descobrir um grupo vigoroso, com canções esbanjando energia? “Virgin Killer” serviu de passaporte para o Scorpions fora da Europa, em uma época em que ainda contavam com os préstimos do virtuoso Uli John Roth. Não se atenha à polêmica sobre a capa original (que trazia uma garotinha nua), coloque o álbum pra tocar e aumente o som!

Melhores momentos: “Pictured Life” abrindo o disco a todo vapor, ritmo que é mantido em “Catch Your Train” (resgatada anos mais tarde no álbum acústico do grupo). Há ainda a divertida “Hell Cat”, cantada por Roth, “Backstage Queen” e “Polar Nights”.

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AC/DC – “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”

Por que ouvir? – Porque AC/DC é sinônimo de rock do bom, sem firulas, simples e direto. Foi aqui que os australianos começaram a aparecer para o mundo, conseguindo seus primeiros sucessos. E ainda tínhamos aqui a crueza original no som do grupo, além do saudoso e carismático Bon Scott nos microfones.

Melhores momentos: sem dúvida o grande destaque é a faixa título, ainda hoje uma das favoritas dos fãs. Mas ainda há “Squealer”, “Problem Child”, “Ride On”… e a versão original australiana trazia “Jailbreak” encerrando o play, faixa que até então havia sido lançada apenas como single.

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Eagles – “Hotel California”

Por que ouvir? – Para derrubar o preconceito que a grande maioria da nação roqueira tem com o grupo, por conta da faixa título que tocou à exaustão, chegando inclusive a ser apelidada de “Motel California” por ser melosa demais para seus detratores. Um disco com boas músicas executadas por instrumentistas extremamente competentes.

Melhores momentos: obviamente a faixa título, com um show à parte dos guitarristas Don Felder e Joe Walsh; “Life In The Fast Lane”, sobre a agitada vida de um casal moderno – cujo título veio de uma frase de um fornecedor de drogas do grupo, e cujo riff de guitarra surgiu espontaneamente enquanto Joe Walsh aquecia no estúdio, esperando para gravar; e ainda a épica “The Last Resort”, versando sobre o declínio da sociedade e fechando o disco com chave de ouro.

Estes são alguns dos grandes momentos do rock em 1976. E você leitor, sugere mais algum?
Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Dica de vídeo enviado por Roberto Mercury

Queen Acoustic Medley – Shelly Moreira

“Minha homenagem aos caras que me fizeram ser um apaixonado por Música quando eu era ainda garoto.Muito Obrigado Queen!!!”
Shelly Moreira

 

Fonte: www.youtube.com/user/shellymoreira

Conheça as fotografias mais icônicas envolvendo celebridades

Todo mundo adora tirar fotos do seu dia-a-dia, seus amigos, sua família, colegas de trabalho, e com as estrelas não poderia ser diferente. Eles também gostam de serem fotografados em momentos de descontração, a única diferença é que os amigos deles também são grandes personalidades.

Confira abaixo algumas das mais lendárias imagens já registradas de famosos:

Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis, and Johnny Cash: (Foto: .)
Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash
Freddie Mercury e Darth Vader (Foto: .)
Freddie Mercury e Darth Vader 
Elizabeth Taylor, Liza Minelli, Michael Jackson e Whitney Houston (Foto: .)
Elizabeth Taylor, Liza Minelli, Michael Jackson e Whitney Houston

 

Jeff Goldblum, Jane Lynch e Zooey Deschanel (Foto: .)
Jeff Goldblum, Jane Lynch e Zooey Deschanel
Arnold Schwarzenegger e Shaquille O’Neal (Foto: .)
Arnold Schwarzenegger e Shaquille O’Neal
Joseph Gordon-Levitt e Anne Hathaway: (Foto: .)
Joseph Gordon-Levitt e Anne Hathaway
Paul Rudd e Paul McCartney (Foto: .)
Paul Rudd e Paul McCartney
Hunter S. Thompson, Johnny Depp, John Cusack, and a blow-up doll (Foto: .)
Hunter S. Thompson, John Cusack, Johnny Deep e um boneca inflavel
Albert Einstein and Charlie Chaplin (Foto: .)
Albert Einstein and Charlie Chaplin
Tina Fey, Sarah Silverman, Annie Leibovitz e Amy Poehler (Foto: .)
Tina Fey, Sarah Silverman, Annie Leibovitz e Amy Poehler
Justin Timberlake e Ryan Gosling (Foto: .)
Justin Timberlake e Ryan Gosling
Jay-Z; Rashida Jones; Kanye West; Justin Bieber; Kid Cudi; Tyler, The Creator; e Aziz Ansari (Foto: .)
Jay-Z; Rashida Jones; Kanye West; Justin Bieber; Kid Cudi; Tyler, The Creator; e Aziz Ansari


Com qual famoso você gostaria de tirar uma foto?

 

Fonte: http://uc.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Evento aconteceu neste final de semana no ginásio Cenecista, no Poço.

Freddie Mercury foi um dos personagen do encontro de cosplay em Maceió

Freddie Mercury foi um dos personagen do encontro de cosplay em Maceió
Freddie Mercury foi um dos personagen do encontro de cosplay em Maceió

 

Fonte: http://g1.globo.com/al/alagoa
Dica de: Roberto Mercury

Tom Hanks adere ao bigode Freddie Mercury. Confira o melhor estilo para cada rosto

Hair stylist afirma que o bigode de Brad Pitt e Cauã Reymond é tendência entre os jovens. Veja ainda os estilos mais emblemáticos, que ficaram conhecidos no mundo com ícones como Charles Chaplin, Salvador Dalí e Tom Selleck

Tom Hanks assumiu um bigode vistoso para interpretar Mike McAlary no filme Lucky Guy.  Não são poucos os ícones do cinema e da música que em algum momento chamaram atenção por adotarem o estilo que, à primeira vista, pode parecer estranho.

Segundo a hair stylist e barbeira Karen Yamauchi, do ateliê Romeo – The Grooming Room,  na Vila Olímpia, em São Paulo, não existem restrições aos homens que sentem vontade de seguir a tendência do ator do filme Náufrago. No entanto, ela reconhece que a moda do moustache, em seus mais variados formatos, é para aqueles que imprimem atitude.

“Não é todo mundo que usa porque é preciso sustentar um estilo, pois para quem vê passa uma identidade muito forte. É mais comum, por exemplo, pessoas ligadas à moda usarem”, considerou a profissional, que confessou não ser muito fã do atual look “chevron” de Tom Hanks.

Quem tem o rosto mais arredondado, a dica é usar um bigode mais comprido para dar  harmonia. “Esse tipo de rosto combina com tudo, uma dica é deixar as costeletas em forma de quadrado e o bigode mais reto. Cavanhaques triangulares combinam bem com esse tipo de rosto, pois ajudam a afinar suas feições. O Ideal é deixar os pelos das bochechas bem aparados e o bigode e cavanhaque um pouco maiores”, explicou Yamauchi.

Para os homens com rostos mais quadrados, é válida a sugestão de apostar em desenhos redondos para suavizar o traço marcante. “Quem tem esse tipo de rosto deve evitar costeletas e barbas muito fartas que aumentam a parte superior do rosto. A dica é apostar nos bigodes e nos cavanhaques”, falou a barbeira.

Já os triangulares pedem bigodes arredondados. “Podem ajudar a disfarçar os queixos finos e pontiagudos dando a ilusão de que essa região é maior”, observou.

Entre os bigodes mais emblemáticos da história, é possível citar os de Charles Chaplin, Albert Einsten e Salvador Dalí. Mas o que está em voga é o chamado painter´s brush, ou pencil moustache,  no qual o bigode se apresenta mais aparado. “Os mais velhos usam bastante o estilo chevron, que é o do Freddie Mercury. Agora os joven estão usando os bigodes mais curtos, como o do Cauã Reymond e Brad Pitt. É um estilo mais romântico, conquistador. Segue a linha Clark Gable, mais cafajeste”, exemplificou Yamauchi.

Para os cuidados, é importante sempre higienizar com shampoo e aparar as extremidades quando necessário e de acordo com cada estilo.

Estilo Freddie Mercury: caracterizado com pelos fartos

Estilo Clark Gable: caracterizado com pelos curtos em desenhos arredondados

Charlie Chaplin

Albert Einsten

Mazzaropi


Che Guevara


George Clooney

Sean Connery


Antonio Fagundes

 

Fonte: http://caras.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O final de semana está chegando e você já sabe: Rock N’ Roll de qualidade é na KISS FM! Fique ligado na nossa programação:

– Sábado: às 15h vamos falar sobre vocalistas em carreira solo;

– Domingo: às 15h vamos relembrar a carreira do Queen no Lendas do Rock, falando do início da carreira, até os dias de hoje!

Tudo isso e muito mais!

Para ouvir a kiss FM Online Clique Aqui

 

Fonte: www.facebook.com/radiokissfm
Dica de: Roberto mercury

O site Classic FM pergunta: Nós vimos o quão alto os grandes compositores da história são, mas onde é que Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon se encaixam entre eles?

Há apenas uma maneira de descobrir: o infográfico da altura dos grandes compositores! É o milagre que você estava esperando …

Confira a imagem onde o Queen está ao lado de grandes nomes imponentes como Mozart, Beethoven e Rachmaninov abaixo. Para ver outros infográfico Clique Aqui.

Fonte: www.queenonline.com


“The Pirate Swing” é um projeto da banda de Jiri Sevcik, que reune 13 dos melhores músicos da República Tcheca.

O repertório da banda é variado e de diferentes gêneros, incluindo Michael Jackson, Madonna, The Police, Bon Jovi, Nirvana, Oasis, Coldplay, Rolling Stones e … Queen.

A banda chamou a atenção do público e da mídia após um concerto transmitido pelo principal canal da República Tcheca. O sucesso internacional veio com uma apresentação na festa comemorativa do aniversário de Freddie Mercury, em Montreux, na Suíça, onde eles tocaram um exclusivo Medley com 80 minutos de “músicas-do-Queen-rearranjadas-para-dançar”.

Em 05 de setembro de 2012, com a aprovação Oficial do Queen, “The Pirate Swing” lançou um álbum de estúdio com seus próprios arranjos das canções do Queen: “We Will Swing You!”!! O escritório do Queen solicitou 14 cópias do álbum!

O álbum está disponível no site da Amazon em MP3, embora ao tentar comprar informa que não pode ser feito para o Brasil.


 Abaixo um pouco de cada música do Álbum:

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E aqui, parte da apresentação de 2012 em Montreux,
no final comentário de Jacky Smith, presidente do Fã Clube Oficial do Queen

 

Para mais informações acesse o site oficial: www.pirateswingband.com

 Fonte: www.queenonline.com

Banda argentina cover dos ingleses apresenta-se em Criciúma dia 20 de junho

dia 20 de junho será a vez de God Save The Queen, bem conceituada pela revista Rolling Stone. A banda argentina cover do grupo inglês Quenn se apresentará no Siso’s Hall, em Criciúma.

Os artistas estiveram em Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e países como Argentina, Chile, Venezuela, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Inglaterra e Austrália. O tributo apresenta uma réplica do último show ao vivo de Freddie Mercury, o Live at Wembley 1986.

O espetáculo que os covers promovem tem as roupas, repertório e instrumentos semelhantes aos originais ao show de Wembley durante os 120 minutos do show. Estão no repertório clássicos como Bohemian Rhapsody, Radio Gaga, We Will Rock You, We Are The Champions, entre outras músicas. Um dos aspectos que chama a atenção na banda é a semelhança física e vocal de Pablo Padín, vocalista, com Freddie Mercury, e dos demais integrantes da banda com o quarteto londrino.

Ingressos de mesas/cadeiras e pista em Criciúma na Ótica Alcidino.

Vendas online e em outras cidades no site: www.minhaentrada.com.br

 

Fonte: www.engeplus.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Votem na minha camiseta inspirada no nosso querido Freddie Mercury!

http://cami.st/d/60732

Pra votar precisa se cadastrar no site.

Taynah Quirino

 

Enviado por: Taynah Quirino

Antes do YouTube, existia a MTV. Mas antes de tudo, existia a censura. Foi o que aconteceu nesta semana com o novo clipe de David Bowie, “The Next Day”.

O videoclipe é lindo e esperto, conta com participação dos atores Marion Cotillard e Gary Oldman, usa imagens religiosas e significações polêmicas.

Resultado: “The Next Day” foi censurado pelo YouTube, que voltou atrás pouco horas depois.

Bowie, no entanto, não está sozinho nessa. Madonna, Duran Duran, MIA, Michael Jackson, Nine Inch Nails, Rammestein, Marilyn Manson, Erykah Badu e Björk, por exemplo, já sofreram disso.

Confira 10 videoclipes censurados depois do pulo!

Madonna – “Justify My Love”: o clipe de 1990 foi censurado pela MTV americana por motivos de: cenas de bissexualidade, sadomasoquismo, androginia, além de atos sexuais explícitos. Dá pra dizer que Madonna é rainha do pop e também da censura? Por causa da censura na TV (e como não tinha Youtube na época), a cantora resolveu vender um VHS nos supermercados e bancas só com o clipe, na íntegra, por um preço que não chegava a dois dólares. Sim, foi sucesso de vendas.

Além de “Justify My Love”, outros videoclipes da cantora que enfrentaram problemas foram: “What it Feels Like For a Girl”, “American Life”, “Erotica” e até “Sorry”, que teve algumas partes retiradas da versão “limpa”.

Marilyn Manson – “(s)AINT”: receitinha simples para a censura certa – com cenas de masturbação e cheirando cocaína em cima da Bíblia! Hahaha! A direção artística fodástica da italiana Asia Argento foi censurada lindamente por todo mundo: da TV à gravadora, que não achou a ousadia de Marilyn tão legal.

Björk – “Pagan Poetry”: aqui temos Björk com mutilação na pele, pagando peitinho e em cenas de sexo distorcidas. Tudo a ver com o tema da música, mas nada legal para a TV no início dos anos 2000.

Duran Duran – “Girls on Film”: em 1981, o Duran Duran colocou mulheres para lutarem na lama sensualmente, inclusive, mais para o final, tirando a roupa e exibindo os seios. MTV não curtiu e pediu pra cortar tudo. O clipe foi censurado, claro.

Queen – “Body Language”: lançado em 1982, o videoclipe da música do disco “Hot Space” tinha Freddie Mercury gemendo e corpos seminus. Resultado: censura!

MIA – “Born Free”: em 2010, a cantora britânica lançou um videoclipe para criticar o abuso da força militar em locais de guerra. Ele mostra cenas de violência chocantes, sexo e drogas. “Born Free” foi banido do YouTube dos Estados Unidos e Reino Unido.

Nine Inch Nails – “Closer”: é um clipe feito para chocar. E acredite: a versão original, com cerca de dois minutos a mais que a de cima, é bem, mas bem mais pesada. Censura na certa pra Trent Reznor e companhia!

Erykah Badu – Window Seat: em 2010, a incrível Erykah Badu fez um clipe com a seguinte história. Ela anda pelas ruas, começa a tirar as peças de roupa, fica totalmente nua e finge levar um tiro no mesmo local em que o ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, foi assassinado. Qual a dúvida da censura? Para ser exibido, o clipe precisou ser reeditado completamente.

Michael Jackson – “Black and White”: em 1991, MJ lançou um de seus videoclipes mais lembrados e uma de suas músicas mais legais. O clipe, no entanto, foi censurado porque, ao final, mostra cenas de violência e vandalismo, com MJ quebrando carros, vitrines e tudo mais que vinha pela frente. Na época, o cantor precisou retirar o clipe do ar, lançar uma versão censurada e ainda teve de pedir desculpas para o público.

Rammstein – Pussy: em 2009, a banda alemã pegou pesado naquele que provavelmente é o principal motivo de censura na história: sexo. Não é uma ou duas ou três cenas de sexo. É praticamente um pornô mais do que explícito para ilustrar a letra que diz: “você tem uma vagina, eu tenho um pênis, vamos fazer a Terra tremer”. Para você ter uma ideia, o videoclipe, hoje, é encontrado na íntegra e sem censura em sites de pornografia na internet e só! Hahahaha!

 

Fonte: www.tribunahoje.com

Reviver os melhores momentos de Brian May, Roger Taylor, John Deacon e Freddie Mercury, ícones do rock dos anos 70 a 90. Esse é o Tributo a Queen, realizado pela banda brasiliense Drag Queen, que acontece na quarta-feira (15/05), no projeto Capital do Rock. Nas picapes, DJ Maraskin, com o melhor do rock’n’roll.

Mulheres COM NOME NA LISTA entram DE GRAÇA até 22h.

Drag Queen

A Drag Queen é formada por integrantes de bandas ligadas à essência do rock de todas as décadas: Denis Oliveira, da Let it Beatles (voz); Raphael Luiz, da Breakdown (bateria); Diogo Dawes, da The One Hit Wonders (guitarra); Rafael Cambraia, da Let’s Grohl (baixo); e Paulo Thirso, da Maverick 79 (teclado).

Drag Queen – Crazy Little Thing Called Love (Queen)

 

*PREÇOS do CAPITAL DO ROCK*

Com nome na lista (até 22h): GRÁTIS (mulheres) e R$ 13 (homens)
Sem nome na lista ou após 22h: R$ 13 (mulheres) e R$ 18 (homens)

 

Fonte:  www.homemdamarreta.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sobe ao palco do Teatro Anhembi Morumbi nos dias 17 e 31 de maio, o grupo sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie.

Certamente uma excelente oportunidade para reviver esses grandes clássicos das décadas passadas que revolucionaram o rock mundial e serão eternamente lembrados e atuais.

Descrição:

 Bandas covers fazem shows de Queen e The Beatles  no Teatro Anhembi Morumbi

Maio será o mês da música na zona leste da capital paulista

 Para os amantes do rock antigo britânico, as Sextas Feiras do mês de maio serão bastante especiais. Isso porque o Teatro Anhembi Morumbi, localizado na região da Zona Leste da capital, contará com grandes shows de consagrados grupos  covers de ícones clássicos no cenário musical das décadas de 60 e 70: The Beatles e Queen.

 No começo do mês em apenas duas apresentações, nos dias 10 e 24 de maio, será a vez do grupo musical The Beetles Return, que recria com grande fidelidade um dos maiores fenômenos da história da música: The Beatles. Dos figurinos aos instrumentos usados, o grupo de Paul McCartney é relembrado aos mínimos detalhes, sem claro, deixar de tocar os grandes clássicos da banda da década de 1960, como I Want To Hold Your Hand, Here Comes The Sun e Hey Jude. Viajando por todo o país, o grupo se destaca por seu show envolvente, que consegue refazer a atmosfera da década de 60, conquistando novos fãs a cada apresentação.

 Já nos dias 17 e 31 de maio sobe ao palco o grupo  Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie Mercury. Além de se apresentarem no programa do Faustão, da Rede Globo, o Classical Queen fez mais de 80 shows ao redor do Brasil e ainda foi convidado a embalar os participantes do Motorcycle Rock Cruise, cruzeiro marítimo para aqueles que amam o rock’n’roll .

 Certamente uma excelente oportunidade para reviver esses grandes clássicos das décadas passadas que revolucionaram o rock mundial e serão eternamente lembrados e atuais.

Serviço:

Classical Queen
Local: Teatro Anhembi Morumbi
Endereço: Rua Dr. Almeida de Lima, 1176- Brás/Mooca
Telefone: 2872-1457 ou 2872-1458
Temporada: Sextas Feiras  dias 17/05 e 31/05 (únicas apresentações)
Horário: 21h30
Valor: R$ 40,00 inteira (R$20,00 meia)
Duração: 70 minutos
Gênero: Show/Música
Estacionamento: Parceria com estacionamento no valor de R$ 12,00
Esquina com a Rua Frei Gaspar x Rua Dr Almeida Lima, 1134 (Pare BEM)
Quantidade de lugares: 750
Censura: 14 anos

Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br

 

Fonte: www.teatroanhembimorumbi.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Fotógrafo lança livro do Led Zeppelin: “você não pode se achar da banda”

Neal Preston lança ebook com mais de 100 imagens inéditas da banda e fala sobre o distanciamento necessário no trabalho de fotógrafo

Neal Preston
Neal Preston

De cara, o nome “Neal Preston” pode não despertar nenhuma reação entusiasmada entre os fãs de rock. Procurar seu nome no Google resultará em fotos de Led Zeppelin, The Who, Pink Floyd, Bruce Springsteen, Elton John, Queen e quase nenhuma dele mesmo. Foi através de suas lentes que estes e outros nomes de uma lista incontável tiveram os auges de suas carreiras registrados em milhares de fotos que se tornaram tão lendárias quanto os próprios músicos.

 Aos 61 anos, o fotógrafo norte-americano lança Led Zeppelin: Sound and The Fury, um e-book disponível na loja virtual iTunes com mais de 100 fotos inéditas do grupo britânico. São 312 páginas com imagens jamais publicadas, relatos do autor, entrevistas e áudios sobre momentos marcantes na história do quarteto, e claro, do fotógrafo.

 Descontraído e cheio de simpatia Preston conversou com o Terra por telefone sobre sua vida na estrada com bandas icônicas e não teve receio ao reagir quando a reportagem revelou que “nem havia nascido” quando o fotógrafo veio ao Brasil com o Queen, em 1981: “vá se foder”.

  Leia a entrevista:  

 Terra – É um jeito diferente de se lançar um livro, sendo que é um ebook.

Neal Preston – Você gostou?

No ebook, é possível ver as fotos e comentários do autor sobre momentos marcantes Foto: Neal Preston

 Claro. É bom ver material inédito do Led Zeppelin em 2013. Como foi para você vasculhar esse material e reviver essas memórias e sensações?

Bom. São duas perguntas aí. Sobre as fotos, demorou um pouco porque tem muito material aqui. É um processo em que você precisa editar muita coisa. Eu sei quais fotos não foram publicadas e você precisa mostrar para os fãs algo inédito e separar algo para o futuro. Isso é algo interessante de se ter um livro digital. Podemos fazer atualizações e adicionar coisas novas. É divertido, porque você fica muitos anos sem olhar para as fotos. Quando olhamos para trás, sempre notamos algo que não vimos antes. Quando você vê as prévias, já repara em coisas que não tinha notado. É um processo divertido. Sobre as coisas que escrevo, são minhas memórias. Sempre fui um escritor frustrado. Grande parte dos meus amigos são escritores. Eu sempre quis escrever. Antes do livro, poucas coisas minhas foram publicadas, mas sempre foi divertido. Eu amo escrever e gostaria de ter escrito mais durante minha vida.

 É um jeito diferente de se expressar quando se trabalha tanto com imagens.

Eu tenho muito orgulho das coisas que escrevo. Eu acho que é OK. Se eu não achasse, te diria que é uma droga.

Capa do ebook com mais de 100 imagens inéditas do Led Zeppelin Foto: Divulgação Eu sou o oposto. Escrevo no trabalho, mas sou um fotógrafo frustrado.

Quer saber de uma coisa? Quando eu saio de férias, não levo minha câmera. Eu fico enjoado dela. É como ir ao escritório nas suas férias. Quando você vai em um show nas horas vagas, você não quer escrever, não é?

 Por aí…

Posso te perguntar quantos anos você tem?

Claro. Tenho 28 anos.

Eu estava na América do Sul com o Queen na turnê de 1981.

Eu não havia nem nascido.

Bom…vá se f**der (risos).

 Como foram suas passagens pelo Brasil?

Estive com eles no Rio de Janeiro e São Paulo, mas também estive no Rock in Rio e fui com o Bruce Springsteen. Shows incríveis. Você perdeu. Estive até no Chile, com o New Kids on the Block.

Algumas fotos bem memoráveis foram com o Queen. Quais são suas favoritas?

Bem, a famosa com Freddie Mercury em Wembley. Ele inclinado e o público ao fundo. Essa ficou bem conhecida. Adorava trabalhar com o Queen. Isso sim era uma festa.

 Como era seu relacionamento com as bandas? É difícil trabalhar com astros do rock? Como estabelecia os limites profissionais e de amizade?

É uma questão interessante. A resposta é…não é fácil. Você sabe, estou lá para fazer um trabalho, e isso é o mais importante. Estar na estrada com Led Zeppelin, The Who, Queen ou Fleetwood Mac pode ser excitante, mas eu não estou lá para fazer festa, você não pode se achar da banda. Eu preciso fazer o trabalho e dar as fotos que eles precisam. Isso tem que ser prioridade. Toda banda tem uma personalidade diferente. Você precisa ser um camaleão. Não sei se a palavra serve em português…

 Você precisa ser flexível.

Exato. A maior parte do tempo é bom senso. Quando eu entro na festa? E olha que não era tanto quanto você pensa. Quando fico calado? Quando tiro fotos? Quando guardo a câmera? Não existe manual de instrução para isso. É algo que se desenvolve ao longo do caminho.

“Você não pode andar por aí achando que é o quinto integrante do Led Zeppelin ou do Queen”
Neal Preston (sobre os limites de se trabalhar com bandas)

Como você sabia quando estava no local como fotógrafo ou como amigo? Como determinava seus acessos?

Com Led Zeppelin eu tinha acesso total. Eu podia ir onde quiser. Mas isso não quer dizer que você fotografa tudo o que vê. Às vezes sim, mas de vez em quando isso quer dizer que você pode tirar algumas fotos, mas elas ficarão em sua gaveta por um bom tempo. Você precisa ter um cérebro e usá-lo. Bom senso. É a parte mais importante desse trabalho, é mais importante inclusive do que tirar as fotos. Você não vai ser contratado se já não for um bom fotógrafo. Você precisa saber como vai se comportar. Você não pode andar por aí achando que é o quinto integrante do Led Zeppelin ou do Queen. Se você lidar assim com as coisas, rapidamente estará sozinho em breve. Eu tive meus momentos que não tenho orgulho. (risos)

 Quais são suas fotos favoritas?

Certamente Jimmy Page tomando aquela garrafa de Jack Daniels, sabe? Sabe de qual estou falando?

Jimmy Page no backstage de um dos shows do Led Zeppelin Foto: Neal Preston Jimmy Page no backstage de um dos shows do Led Zeppelin Foto: Neal Preston

 Sim.

Essa foto ficou tão famosa e até hoje eu não acredito.

 Estava falando sobre ela esses dias. Para mim, essa foto é uma das maiores imagens que representam o espírito de backstage do Led Zeppelin. Confere?

(risos) É verdade. Se você tivesse tirado a foto, não faria diferença alguma. Ela ficou tão popular que é algo inacreditável para mim.

 Só essa?

Tem também uma do Robert Plant segurando uma pomba branca. Foi um momento bonito. Freddie Mercury em Wembley. Bruce Springsteen, também em Wembley, com o público. São fotos que trazem emoção para quem as vê. Se as pessoas encontram algum sentimento nessas imagens, quer dizer eu fiz meu trabalho direito.

 Em retrato de Neal Preston, Freddie Mercury se apresenta com o Queen no Estádio Wembley Foto: Neal Preston Em retrato de Neal Preston, Freddie Mercury se apresenta com o Queen no Estádio Wembley Foto: Neal Preston

 Falamos de alguns êxitos de sua carreira, mas tem algum momento que você perdeu? Alguma foto que se culpa por não ter tirado?

 Sim! Pra c******! Com o Led Zeppelin. Eu ia fazer uma foto deles para a capa da Rolling Stone. Era uma matéria do Cameron Crowe. A primeira capa deles para a revista. Eu os juntei no Hotel Plaza para uma sessão de fotos. A câmera quebrou e o filme simplesmente saiu. Meu coração ficou aos pedaços. E quer saber? Meu coração ainda está aos pedaços.

 Até hoje?

Completamente. Eu poderia me matar até hoje por causa disso.

 Então a foto para a capa não foi tirada?

Eles pegaram duas fotos de show. Uma do Jimmy e uma do Robert e as juntaram em uma imagem só. Era pra ser uma foto do grupo todo. Oh Deus, ainda me sinto triste por causa disso. Obrigado por fazer me lembrar desse episódio horrível. (risos)

 Desculpe-me.

Isso acontece. Você aprende com isso. Você precisa ter backup. Você precisa ir com duas câmeras para fotografar um acontecimento como esse. Você não vai aprender isso na escola, você aprende errando.

 Nessas excursões, você tinha noção que estava registrando parte da história da música?

Não. Não haveria uma forma de eu perceber isso. Eu estava tão preocupado com o meu trabalho que não conseguiria reparar isso. Quando comecei não havia “fotografia musical”. Era fotografia. Eu não tinha noção que fazia parte de um grupo que estava trilhando um caminho novo e criando um gênero de fotografia na música. Havia muitos fotógrafos que já trabalhavam com as gravadoras, mas a gente não tinha essa capacidade de compreender o que estava acontecendo. Estávamos trabalhando. E muito. Era algo que não refletíamos.

Bruce Springsteen no Estádio Wembley Foto: Neal Preston 

 Vocês – músicos e fotógrafos – não conversavam entre si sobre o que estava acontecendo?
Lembro-me que estávamos em Madison, Wisconsin, perto de Milwaukee e Chicago, em uma turnê com Emerson, Lake & Palmer. Greg Lake, o baixista e vocalista, grande amigo meu, ficou muito bêbado. Muito bêbado. Estávamos em um hotel e ele subiu em uma mesa de centro e começou a gritar como eu era importante e o material que eu tinha seria lembrado para sempre depois de todos morrermos. Eu olhei para aquilo e pensei: “ele está completamente louco” (risos). Talvez tivesse um pouco de verdade naquilo. Eu não sei. Foi a primeira vez que alguém disse para mim que o que eu fazia era importante.

 Qual é a importância de um fotógrafo musical hoje em dia? Acredita que ajudou a moldar o gênero? Agora todas as bandas andam com um fotógrafo a tiracolo.
As fotos que fiz de todas as bandas, mas principalmente do Led Zeppelin, ajudaram a criar o legado desses grupos e a registrar suas histórias. Algumas fotos são mais importantes do que outras, assim como algumas músicas são mais importantes do que outras. Tudo está ligado. O Zeppelin não aparecia muito na TV, sendo assim, suas fotos ganharam um valor muito grande. É como se você justificasse tudo o que fiz e ainda faço. Para os fãs que amam o Zeppelin, eles podem olhar esse livro e ver fotos inéditas que eles nunca veriam a não ser que estivessem em minha casa jantando. Há um número enorme de fotos do Led Zeppelin para serem vistas ao redor de todo o mundo, mas como vamos juntar todas elas? Eu sou um dos poucos que possui um acervo tão grande. Isso é algo que eu queria fazer aos fãs do Led Zeppelin que queriam ver essas fotos e jamais teriam a chance.

 “Tire essa porra da sua cara e aproveite”
             Neal Preston sobre fotografar shows com celulares

 Como se sente abrindo esse acervo?

A parte importante é receber uma ligação ou um e-mail de alguém dizendo que ficou emocionado ao ver uma foto. Quando os fãs sentem algo, é isso que me deixa feliz. O que eu deveria fazer? Morrer e deixar todas as fotos na minha sepultura? Acho que não é a coisa certa a se fazer.

 Acha que seria egoísmo?

A tecnologia evoluiu. Esse formato me proporcionou um jeito diferente de lançar um livro. Se eu tivesse feito um livro tradicional, ele teria 20 kg e custaria US$ 200. Agora podemos vender algo a um preço acessível e dividir coisas que as pessoas não veriam.

 Para encerrar: a fotografia se expandiu. Hoje todos têm câmeras de alta qualidade nos bolsos e lentes profissionais nas lojas. O que você sente quando vê o público em shows com aquelas dezenas de celulares fotografando e filmando as bandas?

Eu não tenho um problema com isso. Você pode ter uma câmera, mas não significa que você é um fotógrafo. Eu posso comprar uma lousa e giz, mas não serei um professor. Você vê todos os pais em jogos de beisebol de seus filhos – vocês devem ter ligas de futebol por aí – filmando e tirando fotos, mas ninguém está assistindo. Todos estão preocupados em tirar uma foto de um show de rock, em vez de ter a sensação de estar em um. Você está perdendo o momento. Quem somos nós para dizer que essas pessoas não devem fazer isso? Todos têm uma câmera, mas eles não são fotógrafos. Tire essa porra da sua cara e aproveite.

 

Fonte: http://musica.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Documentário Completo – Almanaque – Freddie Mercury, exibido pelo canal Globo News hoje, 12/05/13.

Ser chamado de um dos maiores astros do rock nunca agradou Freddie Mercury. Ele desprezava a fama e a vida de celebridade, e queria simplesmente ser músico. O Queen vendeu mais de 300 milhões de álbuns. No primeiro Rock in Rio, em 1985, os brasileiros entoaram a música do astro: ‘Love of My Life’.

Tinha uma voz única e uma postura atrevida, misturada com movimentos clássicos de dança herdados da amizade com o bailarino Rudolf Nureyev. Um gigante no palco, e um mistério fora dele. A vida pessoal de Freddie Mercury era tão fascinante quanto a trajetória musical, e existem dezenas de biografias escritas por pessoas próximas e jornalistas.

Lesley-Ann Jones, autora do livro “Freddie Mercury- a biografia definitiva”, conta que detalhes da vida pessoal do astro do rock. Ela trabalhava para tablóides britânicos e testemunhou a explosão do Queen. A proximidade com a banda virou um detalhe na construção do livro.

Era preciso refazer os passos de Freddie Mercury, de um garoto chamado Farrokh Bulsara, nascido em Zanzibar, no leste da África. Uma criança que, com 9 anos, foi colocada sozinha em um navio rumo à Índia para estudar.

“A educação rígida, a solidão e a distância dos pais tiveram grande impacto na personalidade dele. Os pais dele não tinham escolha, não havia instituições de ensino de qualidade para meninos naquela época em Zanzibar. As cartas que ele escrevia eram de partir o coração. Eu fiquei muito triste quando as li”, conta Lesley-Ann.

Aos 16 anos, voltou para Zanzibar, mas ficou apenas dois anos, até que a revolução fez a família se mudar para a Inglaterra e deixar as origens para trás.

O talento era maior do que qualquer polêmica sexual, mas os pais de Freddie Mercury queriam que ele tivesse um emprego estável. O sonho, que estava na música, se concretizou em Londres.

Completo no Player do Queen Net

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No Youtube

Parte 1

Parte 2

Fonte: www.g1.com
Com dica de: Roberto Mercury

Um dos mais notáveis conjuntos vocais da Inglaterra na atualidade estreia no Brasil no dia 21 de maio, terça-feira, The King’s Singers é a terceira atração do ano da Série O Globo / Dell’Arte Concertos Internacionais 2013.

O conjunto inglês The King’s Singers ganhou o planeta com seus concertos, gravações e obras educacionais e se tornou um dos conjuntos vocais mais famosos nos dias de hoje. Em suas apresentações, o grupo se notabilizou pela divulgação tanto de compositores com prestígio já firmado, quanto de jovens promissores. Sua maneira de cantar é instantaneamente reconhecida pela entonação, pela articulação impecável dos textos e pelos tempos incisivos. Grandes comunicadores, eles também levam ao público as sutilezas do humor tipicamente britânico. Sua discografia abrange cerca de 150 registros, que lhes valeram uma série quase infindável de prêmios. Além de concertos e gravações, o conjunto está sempre envolvido em numerosos “workshops” e “masterclasses”.

No dia 21 de maio terça-feira, The King’s Singers estreia finalmente no Brasil como a terceira atração do ano da Série O Globo / Dell’Arte Concertos Internacionais 2013, que celebra este ano sua 20ª edição. A programação da apresentação carioca inclui desde compositores clássicos como Zoltán Kodály, Jean Sibelius e Camille Saint-Saëns até compositores contemporâneos como John Lennon e Paul McCartney, Jason Mraz, Ira Gershwin e Freddie Mercury.

A Série O GLOBO / Dell’Arte Concertos Internacionais 2013 faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais.

Um dos conjuntos mais famosos do mundo, The King’s Singers têm uma congestionada agenda de concertos e gravações, além de trabalhos de mídia e educacionais que cobrem todo o globo. Eles divulgam a obra tanto de compositores consagrados quanto de jovens valores. Mas seja qual for o programa — de Tomkins e Takemitsu a Bach ou Bublé — eles são imediatamente reconhecidos por sua entonação límpida, impecável estilo vocal, perfeita articulação do texto e “timing” incisivo.

Além da excelência vocal, The King’s Singers é um grupo que traz artistas cênicos consumados, que levam à cena aquele humor tipicamente britânico.

Na temporada de 2012, o grupo se apresentou nas mais afamadas salas de concertos, entre elas a Ópera de Sydney, Carnegie Hall e Philharmonie de Berlim, entre muitas outras. Dentre os países que visitaram, destacam-se a Austrália, Nova Zelândia, França, Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Bulgária, Hungria, Itália, Emirados Árabes Unidos, Suíça e Finlândia.

A ampla discografia de The King’s Singers engloba cerca de cento e cinquenta gravações, que lhes renderam muitos prêmios e aclamações da crítica. O álbum Simple Gifts on Signum conquistou um Grammy em 2009. Sempre antenados com a nova música coral, eles encomendaram cerca de duzentas obras a alguns dos mais notáveis compositores contemporâneos,  como Richard Rodney Bennett, Berio, Maxwell Davies, Ligeti, Lukaszewski, Penderecki, Rutter, Takemitsu e Tavener.

High Flight, o último álbum do conjunto vocal, inclui obras que eles encomendaram recentemente a Eric Whitacre e Bob Chilcott. Ele foi gravado nos Estados Unidos com o não menos famoso coro do Concordia College e lançado no outono de 2011 pelo selo Signum, para o qual também gravaram recentemente Swimming Over London, que traz, ao lado de peças famosas do grupo, novas canções e arranjos, além da primeira gravação mundial da música para as vésperas de Pachelbel, com Charivari Agréabel. Já em dezembro de 2011, o grupo lançou um DVD com repertório natalino.

The King’s Singers possuem uma história extraordinária de participação na TV. Favoritos do Mormon Tabernacle Choir, o grupo se apresentou ao lado deles nas Olimpíadas de Inverno e no Concerto de Natal de 2008, transmitidas para cadeia pública PBS, que abrange todos os Estados Unidos, além de ter sido lançado em DVD. Depois de sua apresentação televisada no BBC Proms de 2008, no Royal Albert Hall de Londres – também lançada em DVD, que recebeu um “Midem International Classical Award” em janeiro de 2010 – eles voltaram a se apresentar na BBC.

Além de seus concertos com casa lotada pelo mundo a fora, The King’s Singers compartilha sua arte através de numerosos “workshops” e “masterclasses”, e da publicação de enorme quantidade de músicas. Eles têm, atualmente, cerca de dois milhões de itens em circulação através de seu editor, Hal Leonard. Seus arranjos são cantados em todo o mundo por coros de estudantes secundaristas e universitários, e por conjuntos, tanto profissionais quanto amadores.

The King’s Singers

  • David Hurley, contratenor
  • Timothy Wayne-Wright, contratenor
  • Paul Phoenix, tenor
  • Christopher Bruerton, barítono
  • Christopher Gabbitas, barítono
  • Jonathan Howard, baixo

Programa

  • Thomas Morley:  Hard by a crystal fountain
  • John Wilbye:  Weep, weep mine eyes
  • Thomas Morley:  I love, alas, I love thee
  • John Wilbye:  Draw on, sweet night
  • Thomas Morley:  Now is the month of Maying
  • Camille Saint-Saëns:  Romance du Soir
  • Edward Bairstow:  Music, when soft voices die
  • Camille Saint-Saëns:  Sérénade d’hiver
  • Arthur Sullivan:  The Long Day Closes
  • Veljo Tormis: Pärismaalase Lauluke
  • Jean Sibelius:  Rakastava
  • Veljo Tormis:  Ratas
  • Zoltán Kodály:  Esti dal
  • Paul Drayton Masterpiece
  • Lennon and McCartney Penny Lane (arr.: Bill Ives)
  • Jason Mraz I’m Yours (arr.: Philip Lawson)
  • Harold Arlen/Ira Gershwin It’s a New World
  • Freddie Mercury Rendez-vous (arr.:Seaside)

Serviço

Dia: 21 de maio de 2013 (terça-feira)
Hora: 20h30
Local: Theatro Municipal
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Vendas: Theatro Municipal
www.ingresso.com

Tel: 4002-0019
Classificação etária: 10 anos

Preço:
Frisa/Camarote                          R$ 2.100,00
Plateia e Balcão Nobre                 R$ 350,00
Balcão Superior                          R$ 180,00
Galeria                                       R$ 80,00

Descontos:
Idosos/Estudantes                           50%
Clientes Bradesco Seguros                30%
Assinante O Globo                            30%
Site Dell’Arte                                    30%


 

Fonte: www.midiorama.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Foto divulgada hoje, 10/05/13, pelo site oficial do Queen (www.queenonline.com) de Ben, Brian e Roger, em Nova Iorque.

Eles estão na cidade para supervisionar e fazer audições para o lançamento da versão norte-americana do Musical “We Will Rock You”, que estréia no final deste ano.

www.queenonline.com