O final de semana está chegando e você já sabe: Rock N’ Roll de qualidade é na KISS FM! Fique ligado na nossa programação:

– Sábado: às 15h vamos falar sobre vocalistas em carreira solo;

– Domingo: às 15h vamos relembrar a carreira do Queen no Lendas do Rock, falando do início da carreira, até os dias de hoje!

Tudo isso e muito mais!

Para ouvir a kiss FM Online Clique Aqui

 

Fonte: www.facebook.com/radiokissfm
Dica de: Roberto mercury

O site Classic FM pergunta: Nós vimos o quão alto os grandes compositores da história são, mas onde é que Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon se encaixam entre eles?

Há apenas uma maneira de descobrir: o infográfico da altura dos grandes compositores! É o milagre que você estava esperando …

Confira a imagem onde o Queen está ao lado de grandes nomes imponentes como Mozart, Beethoven e Rachmaninov abaixo. Para ver outros infográfico Clique Aqui.

Fonte: www.queenonline.com


“The Pirate Swing” é um projeto da banda de Jiri Sevcik, que reune 13 dos melhores músicos da República Tcheca.

O repertório da banda é variado e de diferentes gêneros, incluindo Michael Jackson, Madonna, The Police, Bon Jovi, Nirvana, Oasis, Coldplay, Rolling Stones e … Queen.

A banda chamou a atenção do público e da mídia após um concerto transmitido pelo principal canal da República Tcheca. O sucesso internacional veio com uma apresentação na festa comemorativa do aniversário de Freddie Mercury, em Montreux, na Suíça, onde eles tocaram um exclusivo Medley com 80 minutos de “músicas-do-Queen-rearranjadas-para-dançar”.

Em 05 de setembro de 2012, com a aprovação Oficial do Queen, “The Pirate Swing” lançou um álbum de estúdio com seus próprios arranjos das canções do Queen: “We Will Swing You!”!! O escritório do Queen solicitou 14 cópias do álbum!

O álbum está disponível no site da Amazon em MP3, embora ao tentar comprar informa que não pode ser feito para o Brasil.


 Abaixo um pouco de cada música do Álbum:

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E aqui, parte da apresentação de 2012 em Montreux,
no final comentário de Jacky Smith, presidente do Fã Clube Oficial do Queen

 

Para mais informações acesse o site oficial: www.pirateswingband.com

 Fonte: www.queenonline.com

Banda argentina cover dos ingleses apresenta-se em Criciúma dia 20 de junho

dia 20 de junho será a vez de God Save The Queen, bem conceituada pela revista Rolling Stone. A banda argentina cover do grupo inglês Quenn se apresentará no Siso’s Hall, em Criciúma.

Os artistas estiveram em Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e países como Argentina, Chile, Venezuela, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Inglaterra e Austrália. O tributo apresenta uma réplica do último show ao vivo de Freddie Mercury, o Live at Wembley 1986.

O espetáculo que os covers promovem tem as roupas, repertório e instrumentos semelhantes aos originais ao show de Wembley durante os 120 minutos do show. Estão no repertório clássicos como Bohemian Rhapsody, Radio Gaga, We Will Rock You, We Are The Champions, entre outras músicas. Um dos aspectos que chama a atenção na banda é a semelhança física e vocal de Pablo Padín, vocalista, com Freddie Mercury, e dos demais integrantes da banda com o quarteto londrino.

Ingressos de mesas/cadeiras e pista em Criciúma na Ótica Alcidino.

Vendas online e em outras cidades no site: www.minhaentrada.com.br

 

Fonte: www.engeplus.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Votem na minha camiseta inspirada no nosso querido Freddie Mercury!

http://cami.st/d/60732

Pra votar precisa se cadastrar no site.

Taynah Quirino

 

Enviado por: Taynah Quirino

Antes do YouTube, existia a MTV. Mas antes de tudo, existia a censura. Foi o que aconteceu nesta semana com o novo clipe de David Bowie, “The Next Day”.

O videoclipe é lindo e esperto, conta com participação dos atores Marion Cotillard e Gary Oldman, usa imagens religiosas e significações polêmicas.

Resultado: “The Next Day” foi censurado pelo YouTube, que voltou atrás pouco horas depois.

Bowie, no entanto, não está sozinho nessa. Madonna, Duran Duran, MIA, Michael Jackson, Nine Inch Nails, Rammestein, Marilyn Manson, Erykah Badu e Björk, por exemplo, já sofreram disso.

Confira 10 videoclipes censurados depois do pulo!

Madonna – “Justify My Love”: o clipe de 1990 foi censurado pela MTV americana por motivos de: cenas de bissexualidade, sadomasoquismo, androginia, além de atos sexuais explícitos. Dá pra dizer que Madonna é rainha do pop e também da censura? Por causa da censura na TV (e como não tinha Youtube na época), a cantora resolveu vender um VHS nos supermercados e bancas só com o clipe, na íntegra, por um preço que não chegava a dois dólares. Sim, foi sucesso de vendas.

Além de “Justify My Love”, outros videoclipes da cantora que enfrentaram problemas foram: “What it Feels Like For a Girl”, “American Life”, “Erotica” e até “Sorry”, que teve algumas partes retiradas da versão “limpa”.

Marilyn Manson – “(s)AINT”: receitinha simples para a censura certa – com cenas de masturbação e cheirando cocaína em cima da Bíblia! Hahaha! A direção artística fodástica da italiana Asia Argento foi censurada lindamente por todo mundo: da TV à gravadora, que não achou a ousadia de Marilyn tão legal.

Björk – “Pagan Poetry”: aqui temos Björk com mutilação na pele, pagando peitinho e em cenas de sexo distorcidas. Tudo a ver com o tema da música, mas nada legal para a TV no início dos anos 2000.

Duran Duran – “Girls on Film”: em 1981, o Duran Duran colocou mulheres para lutarem na lama sensualmente, inclusive, mais para o final, tirando a roupa e exibindo os seios. MTV não curtiu e pediu pra cortar tudo. O clipe foi censurado, claro.

Queen – “Body Language”: lançado em 1982, o videoclipe da música do disco “Hot Space” tinha Freddie Mercury gemendo e corpos seminus. Resultado: censura!

MIA – “Born Free”: em 2010, a cantora britânica lançou um videoclipe para criticar o abuso da força militar em locais de guerra. Ele mostra cenas de violência chocantes, sexo e drogas. “Born Free” foi banido do YouTube dos Estados Unidos e Reino Unido.

Nine Inch Nails – “Closer”: é um clipe feito para chocar. E acredite: a versão original, com cerca de dois minutos a mais que a de cima, é bem, mas bem mais pesada. Censura na certa pra Trent Reznor e companhia!

Erykah Badu – Window Seat: em 2010, a incrível Erykah Badu fez um clipe com a seguinte história. Ela anda pelas ruas, começa a tirar as peças de roupa, fica totalmente nua e finge levar um tiro no mesmo local em que o ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, foi assassinado. Qual a dúvida da censura? Para ser exibido, o clipe precisou ser reeditado completamente.

Michael Jackson – “Black and White”: em 1991, MJ lançou um de seus videoclipes mais lembrados e uma de suas músicas mais legais. O clipe, no entanto, foi censurado porque, ao final, mostra cenas de violência e vandalismo, com MJ quebrando carros, vitrines e tudo mais que vinha pela frente. Na época, o cantor precisou retirar o clipe do ar, lançar uma versão censurada e ainda teve de pedir desculpas para o público.

Rammstein – Pussy: em 2009, a banda alemã pegou pesado naquele que provavelmente é o principal motivo de censura na história: sexo. Não é uma ou duas ou três cenas de sexo. É praticamente um pornô mais do que explícito para ilustrar a letra que diz: “você tem uma vagina, eu tenho um pênis, vamos fazer a Terra tremer”. Para você ter uma ideia, o videoclipe, hoje, é encontrado na íntegra e sem censura em sites de pornografia na internet e só! Hahahaha!

 

Fonte: www.tribunahoje.com

Reviver os melhores momentos de Brian May, Roger Taylor, John Deacon e Freddie Mercury, ícones do rock dos anos 70 a 90. Esse é o Tributo a Queen, realizado pela banda brasiliense Drag Queen, que acontece na quarta-feira (15/05), no projeto Capital do Rock. Nas picapes, DJ Maraskin, com o melhor do rock’n’roll.

Mulheres COM NOME NA LISTA entram DE GRAÇA até 22h.

Drag Queen

A Drag Queen é formada por integrantes de bandas ligadas à essência do rock de todas as décadas: Denis Oliveira, da Let it Beatles (voz); Raphael Luiz, da Breakdown (bateria); Diogo Dawes, da The One Hit Wonders (guitarra); Rafael Cambraia, da Let’s Grohl (baixo); e Paulo Thirso, da Maverick 79 (teclado).

Drag Queen – Crazy Little Thing Called Love (Queen)

 

*PREÇOS do CAPITAL DO ROCK*

Com nome na lista (até 22h): GRÁTIS (mulheres) e R$ 13 (homens)
Sem nome na lista ou após 22h: R$ 13 (mulheres) e R$ 18 (homens)

 

Fonte:  www.homemdamarreta.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sobe ao palco do Teatro Anhembi Morumbi nos dias 17 e 31 de maio, o grupo sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie.

Certamente uma excelente oportunidade para reviver esses grandes clássicos das décadas passadas que revolucionaram o rock mundial e serão eternamente lembrados e atuais.

Descrição:

 Bandas covers fazem shows de Queen e The Beatles  no Teatro Anhembi Morumbi

Maio será o mês da música na zona leste da capital paulista

 Para os amantes do rock antigo britânico, as Sextas Feiras do mês de maio serão bastante especiais. Isso porque o Teatro Anhembi Morumbi, localizado na região da Zona Leste da capital, contará com grandes shows de consagrados grupos  covers de ícones clássicos no cenário musical das décadas de 60 e 70: The Beatles e Queen.

 No começo do mês em apenas duas apresentações, nos dias 10 e 24 de maio, será a vez do grupo musical The Beetles Return, que recria com grande fidelidade um dos maiores fenômenos da história da música: The Beatles. Dos figurinos aos instrumentos usados, o grupo de Paul McCartney é relembrado aos mínimos detalhes, sem claro, deixar de tocar os grandes clássicos da banda da década de 1960, como I Want To Hold Your Hand, Here Comes The Sun e Hey Jude. Viajando por todo o país, o grupo se destaca por seu show envolvente, que consegue refazer a atmosfera da década de 60, conquistando novos fãs a cada apresentação.

 Já nos dias 17 e 31 de maio sobe ao palco o grupo  Classical Queen, única banda brasileira que está listada no site do Queen como cover oficial, sendo capaz de recriar aos mínimos detalhes o visual e som do grupo de Freddie Mercury. Além de se apresentarem no programa do Faustão, da Rede Globo, o Classical Queen fez mais de 80 shows ao redor do Brasil e ainda foi convidado a embalar os participantes do Motorcycle Rock Cruise, cruzeiro marítimo para aqueles que amam o rock’n’roll .

 Certamente uma excelente oportunidade para reviver esses grandes clássicos das décadas passadas que revolucionaram o rock mundial e serão eternamente lembrados e atuais.

Serviço:

Classical Queen
Local: Teatro Anhembi Morumbi
Endereço: Rua Dr. Almeida de Lima, 1176- Brás/Mooca
Telefone: 2872-1457 ou 2872-1458
Temporada: Sextas Feiras  dias 17/05 e 31/05 (únicas apresentações)
Horário: 21h30
Valor: R$ 40,00 inteira (R$20,00 meia)
Duração: 70 minutos
Gênero: Show/Música
Estacionamento: Parceria com estacionamento no valor de R$ 12,00
Esquina com a Rua Frei Gaspar x Rua Dr Almeida Lima, 1134 (Pare BEM)
Quantidade de lugares: 750
Censura: 14 anos

Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br

 

Fonte: www.teatroanhembimorumbi.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Fotógrafo lança livro do Led Zeppelin: “você não pode se achar da banda”

Neal Preston lança ebook com mais de 100 imagens inéditas da banda e fala sobre o distanciamento necessário no trabalho de fotógrafo

Neal Preston
Neal Preston

De cara, o nome “Neal Preston” pode não despertar nenhuma reação entusiasmada entre os fãs de rock. Procurar seu nome no Google resultará em fotos de Led Zeppelin, The Who, Pink Floyd, Bruce Springsteen, Elton John, Queen e quase nenhuma dele mesmo. Foi através de suas lentes que estes e outros nomes de uma lista incontável tiveram os auges de suas carreiras registrados em milhares de fotos que se tornaram tão lendárias quanto os próprios músicos.

 Aos 61 anos, o fotógrafo norte-americano lança Led Zeppelin: Sound and The Fury, um e-book disponível na loja virtual iTunes com mais de 100 fotos inéditas do grupo britânico. São 312 páginas com imagens jamais publicadas, relatos do autor, entrevistas e áudios sobre momentos marcantes na história do quarteto, e claro, do fotógrafo.

 Descontraído e cheio de simpatia Preston conversou com o Terra por telefone sobre sua vida na estrada com bandas icônicas e não teve receio ao reagir quando a reportagem revelou que “nem havia nascido” quando o fotógrafo veio ao Brasil com o Queen, em 1981: “vá se foder”.

  Leia a entrevista:  

 Terra – É um jeito diferente de se lançar um livro, sendo que é um ebook.

Neal Preston – Você gostou?

No ebook, é possível ver as fotos e comentários do autor sobre momentos marcantes Foto: Neal Preston

 Claro. É bom ver material inédito do Led Zeppelin em 2013. Como foi para você vasculhar esse material e reviver essas memórias e sensações?

Bom. São duas perguntas aí. Sobre as fotos, demorou um pouco porque tem muito material aqui. É um processo em que você precisa editar muita coisa. Eu sei quais fotos não foram publicadas e você precisa mostrar para os fãs algo inédito e separar algo para o futuro. Isso é algo interessante de se ter um livro digital. Podemos fazer atualizações e adicionar coisas novas. É divertido, porque você fica muitos anos sem olhar para as fotos. Quando olhamos para trás, sempre notamos algo que não vimos antes. Quando você vê as prévias, já repara em coisas que não tinha notado. É um processo divertido. Sobre as coisas que escrevo, são minhas memórias. Sempre fui um escritor frustrado. Grande parte dos meus amigos são escritores. Eu sempre quis escrever. Antes do livro, poucas coisas minhas foram publicadas, mas sempre foi divertido. Eu amo escrever e gostaria de ter escrito mais durante minha vida.

 É um jeito diferente de se expressar quando se trabalha tanto com imagens.

Eu tenho muito orgulho das coisas que escrevo. Eu acho que é OK. Se eu não achasse, te diria que é uma droga.

Capa do ebook com mais de 100 imagens inéditas do Led Zeppelin Foto: Divulgação Eu sou o oposto. Escrevo no trabalho, mas sou um fotógrafo frustrado.

Quer saber de uma coisa? Quando eu saio de férias, não levo minha câmera. Eu fico enjoado dela. É como ir ao escritório nas suas férias. Quando você vai em um show nas horas vagas, você não quer escrever, não é?

 Por aí…

Posso te perguntar quantos anos você tem?

Claro. Tenho 28 anos.

Eu estava na América do Sul com o Queen na turnê de 1981.

Eu não havia nem nascido.

Bom…vá se f**der (risos).

 Como foram suas passagens pelo Brasil?

Estive com eles no Rio de Janeiro e São Paulo, mas também estive no Rock in Rio e fui com o Bruce Springsteen. Shows incríveis. Você perdeu. Estive até no Chile, com o New Kids on the Block.

Algumas fotos bem memoráveis foram com o Queen. Quais são suas favoritas?

Bem, a famosa com Freddie Mercury em Wembley. Ele inclinado e o público ao fundo. Essa ficou bem conhecida. Adorava trabalhar com o Queen. Isso sim era uma festa.

 Como era seu relacionamento com as bandas? É difícil trabalhar com astros do rock? Como estabelecia os limites profissionais e de amizade?

É uma questão interessante. A resposta é…não é fácil. Você sabe, estou lá para fazer um trabalho, e isso é o mais importante. Estar na estrada com Led Zeppelin, The Who, Queen ou Fleetwood Mac pode ser excitante, mas eu não estou lá para fazer festa, você não pode se achar da banda. Eu preciso fazer o trabalho e dar as fotos que eles precisam. Isso tem que ser prioridade. Toda banda tem uma personalidade diferente. Você precisa ser um camaleão. Não sei se a palavra serve em português…

 Você precisa ser flexível.

Exato. A maior parte do tempo é bom senso. Quando eu entro na festa? E olha que não era tanto quanto você pensa. Quando fico calado? Quando tiro fotos? Quando guardo a câmera? Não existe manual de instrução para isso. É algo que se desenvolve ao longo do caminho.

“Você não pode andar por aí achando que é o quinto integrante do Led Zeppelin ou do Queen”
Neal Preston (sobre os limites de se trabalhar com bandas)

Como você sabia quando estava no local como fotógrafo ou como amigo? Como determinava seus acessos?

Com Led Zeppelin eu tinha acesso total. Eu podia ir onde quiser. Mas isso não quer dizer que você fotografa tudo o que vê. Às vezes sim, mas de vez em quando isso quer dizer que você pode tirar algumas fotos, mas elas ficarão em sua gaveta por um bom tempo. Você precisa ter um cérebro e usá-lo. Bom senso. É a parte mais importante desse trabalho, é mais importante inclusive do que tirar as fotos. Você não vai ser contratado se já não for um bom fotógrafo. Você precisa saber como vai se comportar. Você não pode andar por aí achando que é o quinto integrante do Led Zeppelin ou do Queen. Se você lidar assim com as coisas, rapidamente estará sozinho em breve. Eu tive meus momentos que não tenho orgulho. (risos)

 Quais são suas fotos favoritas?

Certamente Jimmy Page tomando aquela garrafa de Jack Daniels, sabe? Sabe de qual estou falando?

Jimmy Page no backstage de um dos shows do Led Zeppelin Foto: Neal Preston Jimmy Page no backstage de um dos shows do Led Zeppelin Foto: Neal Preston

 Sim.

Essa foto ficou tão famosa e até hoje eu não acredito.

 Estava falando sobre ela esses dias. Para mim, essa foto é uma das maiores imagens que representam o espírito de backstage do Led Zeppelin. Confere?

(risos) É verdade. Se você tivesse tirado a foto, não faria diferença alguma. Ela ficou tão popular que é algo inacreditável para mim.

 Só essa?

Tem também uma do Robert Plant segurando uma pomba branca. Foi um momento bonito. Freddie Mercury em Wembley. Bruce Springsteen, também em Wembley, com o público. São fotos que trazem emoção para quem as vê. Se as pessoas encontram algum sentimento nessas imagens, quer dizer eu fiz meu trabalho direito.

 Em retrato de Neal Preston, Freddie Mercury se apresenta com o Queen no Estádio Wembley Foto: Neal Preston Em retrato de Neal Preston, Freddie Mercury se apresenta com o Queen no Estádio Wembley Foto: Neal Preston

 Falamos de alguns êxitos de sua carreira, mas tem algum momento que você perdeu? Alguma foto que se culpa por não ter tirado?

 Sim! Pra c******! Com o Led Zeppelin. Eu ia fazer uma foto deles para a capa da Rolling Stone. Era uma matéria do Cameron Crowe. A primeira capa deles para a revista. Eu os juntei no Hotel Plaza para uma sessão de fotos. A câmera quebrou e o filme simplesmente saiu. Meu coração ficou aos pedaços. E quer saber? Meu coração ainda está aos pedaços.

 Até hoje?

Completamente. Eu poderia me matar até hoje por causa disso.

 Então a foto para a capa não foi tirada?

Eles pegaram duas fotos de show. Uma do Jimmy e uma do Robert e as juntaram em uma imagem só. Era pra ser uma foto do grupo todo. Oh Deus, ainda me sinto triste por causa disso. Obrigado por fazer me lembrar desse episódio horrível. (risos)

 Desculpe-me.

Isso acontece. Você aprende com isso. Você precisa ter backup. Você precisa ir com duas câmeras para fotografar um acontecimento como esse. Você não vai aprender isso na escola, você aprende errando.

 Nessas excursões, você tinha noção que estava registrando parte da história da música?

Não. Não haveria uma forma de eu perceber isso. Eu estava tão preocupado com o meu trabalho que não conseguiria reparar isso. Quando comecei não havia “fotografia musical”. Era fotografia. Eu não tinha noção que fazia parte de um grupo que estava trilhando um caminho novo e criando um gênero de fotografia na música. Havia muitos fotógrafos que já trabalhavam com as gravadoras, mas a gente não tinha essa capacidade de compreender o que estava acontecendo. Estávamos trabalhando. E muito. Era algo que não refletíamos.

Bruce Springsteen no Estádio Wembley Foto: Neal Preston 

 Vocês – músicos e fotógrafos – não conversavam entre si sobre o que estava acontecendo?
Lembro-me que estávamos em Madison, Wisconsin, perto de Milwaukee e Chicago, em uma turnê com Emerson, Lake & Palmer. Greg Lake, o baixista e vocalista, grande amigo meu, ficou muito bêbado. Muito bêbado. Estávamos em um hotel e ele subiu em uma mesa de centro e começou a gritar como eu era importante e o material que eu tinha seria lembrado para sempre depois de todos morrermos. Eu olhei para aquilo e pensei: “ele está completamente louco” (risos). Talvez tivesse um pouco de verdade naquilo. Eu não sei. Foi a primeira vez que alguém disse para mim que o que eu fazia era importante.

 Qual é a importância de um fotógrafo musical hoje em dia? Acredita que ajudou a moldar o gênero? Agora todas as bandas andam com um fotógrafo a tiracolo.
As fotos que fiz de todas as bandas, mas principalmente do Led Zeppelin, ajudaram a criar o legado desses grupos e a registrar suas histórias. Algumas fotos são mais importantes do que outras, assim como algumas músicas são mais importantes do que outras. Tudo está ligado. O Zeppelin não aparecia muito na TV, sendo assim, suas fotos ganharam um valor muito grande. É como se você justificasse tudo o que fiz e ainda faço. Para os fãs que amam o Zeppelin, eles podem olhar esse livro e ver fotos inéditas que eles nunca veriam a não ser que estivessem em minha casa jantando. Há um número enorme de fotos do Led Zeppelin para serem vistas ao redor de todo o mundo, mas como vamos juntar todas elas? Eu sou um dos poucos que possui um acervo tão grande. Isso é algo que eu queria fazer aos fãs do Led Zeppelin que queriam ver essas fotos e jamais teriam a chance.

 “Tire essa porra da sua cara e aproveite”
             Neal Preston sobre fotografar shows com celulares

 Como se sente abrindo esse acervo?

A parte importante é receber uma ligação ou um e-mail de alguém dizendo que ficou emocionado ao ver uma foto. Quando os fãs sentem algo, é isso que me deixa feliz. O que eu deveria fazer? Morrer e deixar todas as fotos na minha sepultura? Acho que não é a coisa certa a se fazer.

 Acha que seria egoísmo?

A tecnologia evoluiu. Esse formato me proporcionou um jeito diferente de lançar um livro. Se eu tivesse feito um livro tradicional, ele teria 20 kg e custaria US$ 200. Agora podemos vender algo a um preço acessível e dividir coisas que as pessoas não veriam.

 Para encerrar: a fotografia se expandiu. Hoje todos têm câmeras de alta qualidade nos bolsos e lentes profissionais nas lojas. O que você sente quando vê o público em shows com aquelas dezenas de celulares fotografando e filmando as bandas?

Eu não tenho um problema com isso. Você pode ter uma câmera, mas não significa que você é um fotógrafo. Eu posso comprar uma lousa e giz, mas não serei um professor. Você vê todos os pais em jogos de beisebol de seus filhos – vocês devem ter ligas de futebol por aí – filmando e tirando fotos, mas ninguém está assistindo. Todos estão preocupados em tirar uma foto de um show de rock, em vez de ter a sensação de estar em um. Você está perdendo o momento. Quem somos nós para dizer que essas pessoas não devem fazer isso? Todos têm uma câmera, mas eles não são fotógrafos. Tire essa porra da sua cara e aproveite.

 

Fonte: http://musica.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Documentário Completo – Almanaque – Freddie Mercury, exibido pelo canal Globo News hoje, 12/05/13.

Ser chamado de um dos maiores astros do rock nunca agradou Freddie Mercury. Ele desprezava a fama e a vida de celebridade, e queria simplesmente ser músico. O Queen vendeu mais de 300 milhões de álbuns. No primeiro Rock in Rio, em 1985, os brasileiros entoaram a música do astro: ‘Love of My Life’.

Tinha uma voz única e uma postura atrevida, misturada com movimentos clássicos de dança herdados da amizade com o bailarino Rudolf Nureyev. Um gigante no palco, e um mistério fora dele. A vida pessoal de Freddie Mercury era tão fascinante quanto a trajetória musical, e existem dezenas de biografias escritas por pessoas próximas e jornalistas.

Lesley-Ann Jones, autora do livro “Freddie Mercury- a biografia definitiva”, conta que detalhes da vida pessoal do astro do rock. Ela trabalhava para tablóides britânicos e testemunhou a explosão do Queen. A proximidade com a banda virou um detalhe na construção do livro.

Era preciso refazer os passos de Freddie Mercury, de um garoto chamado Farrokh Bulsara, nascido em Zanzibar, no leste da África. Uma criança que, com 9 anos, foi colocada sozinha em um navio rumo à Índia para estudar.

“A educação rígida, a solidão e a distância dos pais tiveram grande impacto na personalidade dele. Os pais dele não tinham escolha, não havia instituições de ensino de qualidade para meninos naquela época em Zanzibar. As cartas que ele escrevia eram de partir o coração. Eu fiquei muito triste quando as li”, conta Lesley-Ann.

Aos 16 anos, voltou para Zanzibar, mas ficou apenas dois anos, até que a revolução fez a família se mudar para a Inglaterra e deixar as origens para trás.

O talento era maior do que qualquer polêmica sexual, mas os pais de Freddie Mercury queriam que ele tivesse um emprego estável. O sonho, que estava na música, se concretizou em Londres.

Completo no Player do Queen Net

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No Youtube

Parte 1

Parte 2

Fonte: www.g1.com
Com dica de: Roberto Mercury

Um dos mais notáveis conjuntos vocais da Inglaterra na atualidade estreia no Brasil no dia 21 de maio, terça-feira, The King’s Singers é a terceira atração do ano da Série O Globo / Dell’Arte Concertos Internacionais 2013.

O conjunto inglês The King’s Singers ganhou o planeta com seus concertos, gravações e obras educacionais e se tornou um dos conjuntos vocais mais famosos nos dias de hoje. Em suas apresentações, o grupo se notabilizou pela divulgação tanto de compositores com prestígio já firmado, quanto de jovens promissores. Sua maneira de cantar é instantaneamente reconhecida pela entonação, pela articulação impecável dos textos e pelos tempos incisivos. Grandes comunicadores, eles também levam ao público as sutilezas do humor tipicamente britânico. Sua discografia abrange cerca de 150 registros, que lhes valeram uma série quase infindável de prêmios. Além de concertos e gravações, o conjunto está sempre envolvido em numerosos “workshops” e “masterclasses”.

No dia 21 de maio terça-feira, The King’s Singers estreia finalmente no Brasil como a terceira atração do ano da Série O Globo / Dell’Arte Concertos Internacionais 2013, que celebra este ano sua 20ª edição. A programação da apresentação carioca inclui desde compositores clássicos como Zoltán Kodály, Jean Sibelius e Camille Saint-Saëns até compositores contemporâneos como John Lennon e Paul McCartney, Jason Mraz, Ira Gershwin e Freddie Mercury.

A Série O GLOBO / Dell’Arte Concertos Internacionais 2013 faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais.

Um dos conjuntos mais famosos do mundo, The King’s Singers têm uma congestionada agenda de concertos e gravações, além de trabalhos de mídia e educacionais que cobrem todo o globo. Eles divulgam a obra tanto de compositores consagrados quanto de jovens valores. Mas seja qual for o programa — de Tomkins e Takemitsu a Bach ou Bublé — eles são imediatamente reconhecidos por sua entonação límpida, impecável estilo vocal, perfeita articulação do texto e “timing” incisivo.

Além da excelência vocal, The King’s Singers é um grupo que traz artistas cênicos consumados, que levam à cena aquele humor tipicamente britânico.

Na temporada de 2012, o grupo se apresentou nas mais afamadas salas de concertos, entre elas a Ópera de Sydney, Carnegie Hall e Philharmonie de Berlim, entre muitas outras. Dentre os países que visitaram, destacam-se a Austrália, Nova Zelândia, França, Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Bulgária, Hungria, Itália, Emirados Árabes Unidos, Suíça e Finlândia.

A ampla discografia de The King’s Singers engloba cerca de cento e cinquenta gravações, que lhes renderam muitos prêmios e aclamações da crítica. O álbum Simple Gifts on Signum conquistou um Grammy em 2009. Sempre antenados com a nova música coral, eles encomendaram cerca de duzentas obras a alguns dos mais notáveis compositores contemporâneos,  como Richard Rodney Bennett, Berio, Maxwell Davies, Ligeti, Lukaszewski, Penderecki, Rutter, Takemitsu e Tavener.

High Flight, o último álbum do conjunto vocal, inclui obras que eles encomendaram recentemente a Eric Whitacre e Bob Chilcott. Ele foi gravado nos Estados Unidos com o não menos famoso coro do Concordia College e lançado no outono de 2011 pelo selo Signum, para o qual também gravaram recentemente Swimming Over London, que traz, ao lado de peças famosas do grupo, novas canções e arranjos, além da primeira gravação mundial da música para as vésperas de Pachelbel, com Charivari Agréabel. Já em dezembro de 2011, o grupo lançou um DVD com repertório natalino.

The King’s Singers possuem uma história extraordinária de participação na TV. Favoritos do Mormon Tabernacle Choir, o grupo se apresentou ao lado deles nas Olimpíadas de Inverno e no Concerto de Natal de 2008, transmitidas para cadeia pública PBS, que abrange todos os Estados Unidos, além de ter sido lançado em DVD. Depois de sua apresentação televisada no BBC Proms de 2008, no Royal Albert Hall de Londres – também lançada em DVD, que recebeu um “Midem International Classical Award” em janeiro de 2010 – eles voltaram a se apresentar na BBC.

Além de seus concertos com casa lotada pelo mundo a fora, The King’s Singers compartilha sua arte através de numerosos “workshops” e “masterclasses”, e da publicação de enorme quantidade de músicas. Eles têm, atualmente, cerca de dois milhões de itens em circulação através de seu editor, Hal Leonard. Seus arranjos são cantados em todo o mundo por coros de estudantes secundaristas e universitários, e por conjuntos, tanto profissionais quanto amadores.

The King’s Singers

  • David Hurley, contratenor
  • Timothy Wayne-Wright, contratenor
  • Paul Phoenix, tenor
  • Christopher Bruerton, barítono
  • Christopher Gabbitas, barítono
  • Jonathan Howard, baixo

Programa

  • Thomas Morley:  Hard by a crystal fountain
  • John Wilbye:  Weep, weep mine eyes
  • Thomas Morley:  I love, alas, I love thee
  • John Wilbye:  Draw on, sweet night
  • Thomas Morley:  Now is the month of Maying
  • Camille Saint-Saëns:  Romance du Soir
  • Edward Bairstow:  Music, when soft voices die
  • Camille Saint-Saëns:  Sérénade d’hiver
  • Arthur Sullivan:  The Long Day Closes
  • Veljo Tormis: Pärismaalase Lauluke
  • Jean Sibelius:  Rakastava
  • Veljo Tormis:  Ratas
  • Zoltán Kodály:  Esti dal
  • Paul Drayton Masterpiece
  • Lennon and McCartney Penny Lane (arr.: Bill Ives)
  • Jason Mraz I’m Yours (arr.: Philip Lawson)
  • Harold Arlen/Ira Gershwin It’s a New World
  • Freddie Mercury Rendez-vous (arr.:Seaside)

Serviço

Dia: 21 de maio de 2013 (terça-feira)
Hora: 20h30
Local: Theatro Municipal
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Vendas: Theatro Municipal
www.ingresso.com

Tel: 4002-0019
Classificação etária: 10 anos

Preço:
Frisa/Camarote                          R$ 2.100,00
Plateia e Balcão Nobre                 R$ 350,00
Balcão Superior                          R$ 180,00
Galeria                                       R$ 80,00

Descontos:
Idosos/Estudantes                           50%
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Assinante O Globo                            30%
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Fonte: www.midiorama.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Foto divulgada hoje, 10/05/13, pelo site oficial do Queen (www.queenonline.com) de Ben, Brian e Roger, em Nova Iorque.

Eles estão na cidade para supervisionar e fazer audições para o lançamento da versão norte-americana do Musical “We Will Rock You”, que estréia no final deste ano.

www.queenonline.com

Almanaque conversa com autora de ‘Freddie Mercury: a biografia definitiva’

A vida pessoal de Freddie Mercury era tão fascinante quanto a trajetória musical. Existem dezenas de biografias escritas por pessoas próximas e por jornalistas. Uma delas foi escrita por Lesley-Ann Jones, com quem o Almanaque conversa.

Tudo bem, a gente sabe que esta coisa de listas é absolutamente subjetiva – e que cravar que determinado artista/banda é “o melhor” ou “o maior” sempre acaba causando algum tipo de injustiça, tem sempre um esquecido que vai inflamar a fúria dos fãs. Mas vamos combinar que, lá no fundo, todo mundo gosta de listas. Listas são divertidas.

E sabendo disso, Absolute Radio, da Inglaterra, promoveu entre seus ouvintes uma pesquisa para saber quem é o maior ícone musical das últimas cinco décadas. Um painel de especialistas liderado por James Curran, juiz da premiação de música britânica Mercury Prize, escolheu uma lista pré-selecionada de 100 grupos e/ou músicos que, mais tarde, os fãs podiam votar online. E o resultado final da votação popular foi liberado esta semana.

Deixando para trás nomes lendários como The Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd e David Bowie, quem faturou o título foi o Queen, liderado pelo sempre saudoso Freddie Mercury. “A pesquisa foi a respeito da celebração de artistas únicos que se destacaram em nossas listas de reprodução no rádio ao longo das décadas”, afirma Curran. “E o Queen provou mais uma vez que se trata de uma das bandas inglesas mais icônicas ao liderar uma lista com nomes tão destacados no mundo da música”.

Confira abaixo a lista com as 20 primeiras posições da pesquisa:

  1. Queen
  2. David Bowie
  3. Beatles
  4. Pink Floyd
  5. Led Zeppelin
  6. Oasis
  7. Bruce Springsteen
  8. Rolling Stones
  9. Foo Fighters
  10. Paul Weller (The Jam)
  11. Bon Jovi
  12. AC/DC
  13. Elvis Presley
  14. John Lennon
  15. The Smiths
  16. Bob Dylan
  17. Jimi Hendrix
  18. Guns ‘n Roses
  19. Michael Jackson
  20. Depeche Mode

 

Fonte: www.judao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Vestígios Indeléveis V – Freddie Mercury e Oscar Wilde
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury

Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.
 
Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury e Oscar Wilde
 
Para melhor entendimento no quanto se embasa esse tema – por correlações numéricas – nesse tipo de comparação entre Freddie Mercury e Oscar Wilde, que visa apenas instruir em termos de boas interpretações (gerais) conforme indicam os ‘vestígios indeléveis’ (determinados pelos 144 números); nesse sentido, seria preciso também conferir as informações dadas anteriormente.
De acordo com o próprio sistema de pesquisa contido em ‘Penas Irrevogáveis’ e já aplicado (com êxito) sobre o tema de Adler (em correlação ao mapa de J.S. Bach); o número 35 serve para caracterizar os “enganos” (erros) cometidos numa vida anterior; sendo que o 36 vale para indicar sublimações nesse sentido; como se segue em função deste caso (acentuando as considerações mais relevantes):
Vênus (de F. M.): 134 – 35 = 99; 99 (de O. W.) = casa VI (da saúde) e também como complemento do nome: O’Flahertie 99 (consoantes: 64; vogais: 35).
O número de Vênus (134) de Freddie Mercury, conforme sua relação com o 99, expresso nos dados que definem Oscar Wilde, se qualifica como o mais importante (fator da série) elo de – possível – correspondência entre esses dois personagens (célebres em épocas distintas); até mesmo diante de outras configurações (lógicas); as quais por esse mesmo motivo relevante, devem servir mais pela sustentação dessa – suposta – ligação de ordem cármica (ou existencial); consideradas assim apenas por suspeita.
Como reforço desse vestígio o MC de F. M.: 135 – 36 = 99. Neste caso, a expectativa (em função da atualidade) seria no sentido de possibilitar a sublimação do 99 por intermédio do fator Credulidade (135).
No entanto esse número ainda se expressa na atualidade de modo sugestivo:
Farrokh (nome) 77 + 22 Saturno = 99
Casa IX 140 + 103 Saturno = 243 (99)
Lua 136 + 107 Quiron = 243 (99)
Para maior relevância no quanto isso poderia fundamentar (como principal significado deste caso), esse tipo de indício dado pelo número 134, caracteriza também em termos numéricos, os demais tipos de correlações (especiais) sobre esse sentido:
99 = casa IV 53 + 46 Vênus;
99 = casa III 36 + 63 Mercúrio.
Esses fatores numéricos (do mapa de Oscar Wilde) com Vênus (46) na casa II em Libra, portanto muito forte (por essas condições), determina ótimas possibilidades de se obter recursos materiais através da Popularidade; o Mercúrio (63) na casa III em Escorpião, pelo próprio entrelaçamento processual desses fatores, concede grande impulso nesse sentido de realização, cujo tipo de entendimento sobre essa correlação – em termos de uma boa análise –, requer certa atenção (com pausas durante as observações).
Isso ainda se acentua – mesmo apenas com funções complementares sobre essa trama de ordem existencial –, por causa da casa VI e o nome intermediário (O’Flahertie) de Oscar Wilde, que se expressam em razão do número 99 (Maturidade). Em síntese, isso qualifica um tipo de conexão (existencial) das duas personalidades; cuja lógica se conclui pela consulta e comparação dos fatos num sentido de ordens biográficas; como também em função da lei que define cada exata aproximação (correlação) entre termos ‘análogos e homólogos’.    
De forma prática o número 99 (Maturidade) serve também para qualificar a “velhice”, a qual deve ser incluída no enredo conforme as informações biográficas dos dois, que aliás se aproximam – sob o ponto de vista analítico – num certo sentido genérico. Pois, em considerações gerais (desse estudo) a arte (indicada por Vênus), apesar de sua influência definida por distintas classificações – sob tipos de expressões pessoais –, ainda assim, determina a principal qualidade – ou interesse – dos mesmos (praticada com sucesso).
Sobre isso, bastaria integrar os fatos históricos, Oscar Wilde, primeiro se identificou em razão da estética (Vênus), liderando por esse motivo um tipo de movimento dessa ordem, antes de se consagrar na literatura. Freddie Mercury, por ocasião de sua época, se expressou – principalmente – em função de sua musicalidade; com grande sucesso de interesse mundial.
Oscar Wilde, embora tenha publicado vários contos (e peças), “O Retrato de Dorian Gray”, seria o seu único romance, o qual se difundiu conforme autêntica obra prima da literatura (mundial);  cuja trama desse livro – além de outras considerações relevantes – aborda também os “percalços da velhice”, num sentido de ordem extrema (como descreveu), no quanto poderia significar essa fase natural da existência humana; sob um exato tipo de protesto pela sua rejeição.
Acontece também que, conforme se identifica, sua obra em termos cármicos (responsabilidade sobre o uso da palavra), implicou – necessariamente – num certo tipo de influência nefasta (geral); provavelmente por causa de sua extensão (repercussão), assim qualificada pelo próprio interesse (classificado como indolência espiritual humana), sob considerações de ordens coletivas.
Curiosamente, o fator da “velhice” (99), que tanto lhe incomodava (psicologicamente), também se originara de uma exata transgressão anterior, conforme seu próprio nome intermediário: “O’Flahertie” = 99 (consoantes: 64; vogais: 35); expresso como um tipo real de suspeita, a qual em termos analíticos, muito mais configurada por denúncia (em razão de seu prosseguir de ordens existências); ou seja, pelo fato de incluir nesses termos numéricos o número 35 (exato determinante das infrações irrevogáveis: carma). Em contradição, o 99 resulta numa sublimação de Mercúrio, por causa do número 36 (incluso: 63 + 36).
No mapa de Freddie Mercury, esse processo (repetitivo) se reflete em função do planeta Vênus (134 Imunidade) num aspecto de conjunção com Júpiter (129 Prudência), na casa III em Libra. Nisso se encontra uma mensagem (esclarecedora) prescrita como alerta (129) em razão da própria Imunidade (134).
Nessa comparação dos dois mapas (e nomes), se encontram vários outras correlações nesse sentido, as quais embasam esse – presumido – tipo de suspeita, como por exemplo:
Casa II (de F. M.): 122 – 35 = 87 Júpiter e Casa V (de O. W.)
Lua (de F. M.): 136 – 35 = 101; 101 (de O. W.) = nome: Wilde 55 + 46 Vênus; como também, 101 = Marte 14 + Júpiter 87, e 101 = total do nome: 48 + casa IV 53.
ASC (de F. M): 88 – 35 = 53 Casa IV (de O. W.)
Casa IV (de F. M.) 141 – 36 = 105 Casa XII (de O. W.); como sublimação.
Casa VII (de F. M.) 94 – 35 = 59 MC (de O. W.)
Casa VIII (de F. M.) 128 – 35 = 93 Casa XI (de O. W.)
Casa IX 140 (de F. M.) 140 – 35 = 105 Casa XII (de O. W.)
MC (de F. M.) 135 – 36 = 99 Casa VI e o nome: O’Flahertie (de O. W.)
Casa XII (de F. M.) 98 – 35 = 63 Mercúrio (de O. W.)
Freddie Mercury (Farrokh Bulsara)
05/09/ 1946 – 5: 10 AM – Zanzibar – Tanzânia

Oscar Wilde (Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde)
16/10/1854 – 3: 00 AM – Dublin – Ireland
 
Pela técnica do número -B- (númerobalança) por curiosidade ainda pode se constatar o seguinte:
 
Mercúrio 17 -B-: 161161 / 77 = (2093) que reduzido = 77 (nomes: Wills de O.W. e Farrokh de F. M.); 161161 / 11 (14651) ou 107 (Sol de O. W.) ; 161161 / 13 = (12397) ou 13 (Plutão de O. W.).
Vênus 134 -B-: 134134 / 143 = (938) ou 74, equivalente ao nome Bulsara e ao Urano (de O. W.); 134134 / 77 = (1742) ou 14 Marte (de O. W.).
 
Existem várias outras relações nesse sentido, mas vale indicar mais uma sobre o número 99 (casa VI de O. W.) -B-: 243243 / 91 = (2673) ou 81 nodo norte (de F. M.) e Saturno (de O. W.); 243243 / 77 = (3159) ou 135 MC (de F. M.).
 
 
Nota: A Tabela do Zodíaco relativa aos 144 números se encontra (por enquanto) com exclusividade no livro: ‘Teoria dos 144 números’, pelo fato de ainda estar sendo definida em postagens em razão de cada signo sob o título: Graus do Zodíaco.
 
(continua)
 
Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).

Fonte: http://alinguagemdacruz.blogspot.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Crazy Little Thing Called Love foi tocada, novamente, no Programa do Jô, de ontem – 08-05-2013. Ela também foi tocada no último dia 24/04/13, para ver Clique Aqui!

No Youtube

Player Queen Net

[flashvideo file=http://queennet.com.br/down/Output_cltc08-05-13.flv /]

O CD Precession, lançado em 2012, trata-se de um disco de heavy metal com pitadas de metal moderno, com linhas de vocais guturais e melódicos. É composto por oito faixas próprias – a maioria das letras e músicas são de autoria dos guitarristas Diego Bittencourt e Zeka Junior – e uma de cover da música Innuendo, do Queen (que seria a mais sombria da banda de Freddie Mercury, mais ao estilo heavy metal).

Uma das três cópias da jaqueta de couro branco vestida por W. AXL ROSE na era ‘Paradise City’ do GUNS N’ ROSES, originalmente de propriedade do designer de merchandise do grupo, foi vendida por US$ 5350 [cerca de 1070 reais pelo câmbio de hoje] no Ebay.A frente da jaqueta tem um bordado da formação original do grupo, tal como na capa estadunidense do álbum ‘Appetite For Destruction’ de 1987. As costas da jaqueta ostentam o clássico logo com o fundo de uma bala. Rose vestiu uma das cópias da jaqueta no vídeo de ‘Paradise City’, nas cenas gravadas de um show da banda no Giants Stadium em Nova Jérsei com o Aerosmith. Ele também trajou a mesma peça no tributo a Freddie Mercury, em 1992, no estádio de Wembley.

A jaqueta de Rose foi a primeira confeccionada. Outra cópia está em exibição no Hard Rock Casino em Las Vegas. A que foi vendida recentemente foi dada ao estilista que concebeu e confeccionou o merchandise da primeira turnê grande do GN’R.

Fonte: http://whiplash.net

Por: Raphael Chermont


1991. Um ano que se tornaria inesquecível para os fãs de Queen, Freddie e do bom e velho rock’n roll. Porquê? Primeiro, o Queen completaria 20 anos de estrada, unificada como nunca e surpreendente como sempre. Segundo, a trágica morte de Freddie Mercury, uma das vozes mais reverenciadas do mundo, falecendo vítima da Aids, assumida em público apenas 24 horas antes de sua morte. Terceiro, a ressurreição do ‘velho Queen’ com o lançamento do 14º álbum de estúdio entitulado de ‘Innuendo’, com músicas que lembrariam as canções do grupo na década de 70, em um último disco feito com Freddie Mercury vivo.

Vamos por partes. Em 1989, o Queen mal tinha terminado o seu 13º álbum ‘The Miracle’ e já se preparia para construir Innuendo. Sempre comento isso com meus amigos ‘queenianos’, mas acredito que Freddie, vendo sua situação complicadíssima de saúde em decorrência da Aids, reuniu Brian, Roger e John e deve ter dito mais ou menos assim: ‘ Meus amigos, a coisa não está boa pro meu lado. Este álbum poderá ser o último feito comigo e com vocês juntos. Vocês sabem o que devemos fazer. Este álbum, definitivamente, será o melhor álbum feito pela banda. Vamos dar o melhor de cada um de nós. Nós somos os campeões, não somos? Não temos tempo a perder, quero o melhor do Queen neste álbum, pois o show deve continuar.’ Lembrando que isso é uma hipótese criada por mim, não aconteceu. Mas imagino, por causa da tamanha obra prima que o Queen criou. Eles realmente não tinham tempo a perder. A saúde de Freddie decaía pouco a pouco. ”The Miracle” acabara de ser lançado e o grupo já se reunira para gravar ”Innuendo”, entre 1989 e o decorrer do ano de 1990. Durante esse tempo, a mídia consumia muito Freddie e a banda com perguntas sobre a saúde do cantor pois era notável suas mudanças físicas. Freddie estava cada vez mais debilitado e abatido. É bom lembrar que o Queen não realizou shows depois da mágica turnê de 1986, devido principalmente a saúde de Freddie. Apesar de toda pressão da mídia e apreensão dos fãs desconfiados, a banda estava mais unida do que nunca. A exemplo do álbum anterior, todos os créditos das músicas eram atribuídas ao grupo, e não mais somente ao autor real de cada canção criada. Legal né? Bom, por mais que este seja um álbum em que os fãs recebam como um disco muito triste, pois realmente é o último com a presença de Freddie vivo, este álbum é surpreendente. É mesmo impossível não se emocionar com algumas canções, quem realmente é fã não irá resistir em se arrepiar, se emocionar e viver cada canção, cada suspiro de Freddie. Mas vamos pensar o quanto Freddie batalhou para dar-nos este presente, este álbum fantástico e recheado de tesouros musicais para os admiradores do rock. Convido vocês a desfrutarem junto comigo um dos melhores álbuns que o Queen já fez, faixa por faixa.

”Innuendo” – O disco começa com a canção título do álbum e começa também com o tarol de Roger Taylor vibrando. 1,2,3,4. Boom! Ao mesmo tempo em que escrevo aqui, coloco o disco em reprodução e ouço cada faixa que resenho, para sentir totalmente o ”feeling” do momento. Difícil descrever em palavras o que sinto ao ouvir essa canção, mas ela é exatamente um ”boom”, uma explosão de sonoridade. Lembram que eu disse que o Queen tinha voltado a ser o grupo da década de 70? Então, ta aí. E não só isso. Roger Taylor, em uma entrevista, disse que esta canção ainda serviu de homenagem à lendária banda ”Led Zeppelin” e sua canção ”Kashimir”. Ou seja, juntando tudo isso, tinha tudo pra dar certo. E deu. Muitos fãs dizem que esta é uma das melhores, se não, a melhor música do Queen de todos os tempos. E eu, me incluo nesse grupo.

”I’m Going Slightly Mad” – Segunda canção e uma canção bem maluquinha. Afinal, o próprio título da canção diz tudo. Ela traz um ar meio psicodélico, com Freddie cantando em uma voz bem suave, e um fundo sonoro com vozes bem delirantes. É um estilo de música bem criativo que o Queen costumava idealizar, e é isso que faz o álbum ser especial. O solo de guitarra de Brian May também é louco. Até o baixo de John Deacon pira. Vocês já viram o videoclipe dessa música? É loucura total. Infelizmente a gente consegue reparar no clipe um Freddie Mercury bem magro e debilitado. Roger Taylor, alguns anos depois, havia comentado sobre Freddie e suas condições físicas neste clipe. Roger disse que Freddie não conseguia quase caminhar, de tanta fraqueza que se encontrava. É triste, mas Freddie se divertia mesmo assim. E mostrava o quanto estava disposto a dizer aos fãs que o show deve continuar.

”Headlong”– É uma das minhas preferidas do álbum. Esta canção faria parte do primeiro álbum solo de Brian May, escrita por ele, mas quando ele ouviu Freddie cantando ela, não pensou duas vezes e decidiu coloca-la no álbum do grupo. Brian May sempre foi um potente criador de canções do Queen, e nessa ele estava bem criativo. Engraçado, o refrão da música, com os 4 membros do grupo cantando, me lembra um rock da década de 60. Aliás, toda canção é bem estilo vintage. É um rock melódico sim, mas com muitas guitarras, baixos e baterias. O videoclipe também é estimulante, ver o quarteto em ação naquele estúdio das filmagens é de levantar qualquer um. O fã que estiver por algum motivo desanimado, é só colocar a música no ouvido que já fica bem ligado. A canção te agita facilmente. Energia incrível. É Queen!

”I Can’t Live With You” – Outra canção feita por Brian que faria parte do álbum solo dele, mas que preferiu colocar nesse álbum. É bom lembrar que mesmo que as faixas de ”Innuendo” tenha os créditos no nome ”Queen”, algumas canções podem ter sido escritas totalmente por apenas um membro do grupo, como exemplo em ”Headlong” e ”I Can’t Live With You” de Brian May. Vamos a música em pauta. Ela possui uma harmonia bem fácil, as guitarras são até nervosinhas, mas não foge de um rock n roll melódico como o Queen sempre gostou de fazer. A música se torna chiclete rapidinho, pois é fácil decorar o refrão e ele vai ficar na sua cabeça facilmente se você deixar. Ou nem precisa deixar, escute-a e comprove o que estou dizendo.

”Don’t Try So Hard” – A letra da canção diz para não se esforçar demais. Mas a melodia que o Queen criou foi o contrário dessa mensagem, pois encontramos nela uma suavidade deliciosa de se escutar. Freddie caprichou no vocal com seu falsete perfeito, e os efeitos sonoros no fundo dão à canção um toque romântico, apesar da música não apresentar uma história de amor ou coisa do tipo. Parece uma música de desabafo de Freddie, como muitas que estão no álbum. O solo de Brian é muito simples, mas é algo fenomenal. Gosto muito dessa música, pois como disse lá trás, é um álbum que junta o Queen clássico e claro, um Queen da década de 90, e essa música também possui esse ”feeling” clássico.

”Ride The Wild Wind” – Essa é uma das músicas mais envolventes também do álbum, dizendo em respeito ao ritmo. A bateria de Roger surge bem rápida, e se estende assim até o final. No fundo, sons de carros em velocidade. Essa na verdade é uma música feita unicamente por Roger Taylor que contou com a colaboração de todos posteriormente. O som é pesado, é um rock bem progressivo, hard. O Queen na verdade nunca teve um gênero que definia a banda. O Queen conseguiu em sua história criar seu próprio estilo musical misturando rock, ópera, hard, progressivo, pop e por aí vai. E é isso que os deixa estarem entre as melhores bandas de rock de todos os tempos.

”All God’s People” – Ta aí um pouquinho do que Freddie gostava. O seu gosto pela ópera com um toquinho de rock n’ roll. Não há dúvidas que essa canção é de total autoria de Freddie, é a cara dele. E ele fez grandes canções sem o Queen com esse estilo, como ”Barcelona” e ”How Can I Go On”. É uma canção que mostra a grande versatilidade que era Freddie, dono da maior voz de todos os tempos( na minha opinião).

”These Are The Days Of Our Lives” – Agora, começa a arrepiar. Pois é, quando chega uma canção como essa não tem jeito. Lembro de quando eu a escutei pela primeira vez, eu tinha 14 anos e não conseguia decifrar a emoção espontânea de ter descoberto uma música dessa interpretação, como só o Queen conseguia fazer. É por essas e outras que me orgulho da banda que sou fã. O que posso dizer? A letra é divina, cada trecho corresponde a um pedaço poético nunca feito antes por ninguém, e isso só o Queen podia fazer. Quem nunca vivenciou as frases que estão na canção? Quem nunca sentiu saudades de algo, de alguém? Esta é uma daquelas canções que devemos fechar os olhos e ir com a correnteza da canção. Freddie conseguiu, em seus últimos suspiros, emocionar tanto em uma canção romântica como fez em ”Love of My Life”. Ou até mais. O videoclipe da canção é triste, não há duvidas da grande fragilidade física e de saúde que Freddie se encontrava. E como disse Brian, o Freddie de algum modo realmente pôde se despedir neste vídeo dizendo no final da canção ”I still love you”. Mesmo que a canção tenha servido como uma luva a Freddie e sua situação na época, a composição real é de Roger em homenagem a seu pai. Emocionante canção. Pra não ficar um fã chato, resumo tudo o que disse em uma palavra: perfeição!

”Delilah” – Quer saber? Delilah não empolga mesmo e não merece o álbum ”Innuendo”. Se você curte ou possui uma Delilah em casa, perdão. Vamos lá, para quem não sabe Delilah era o nome de uma gata de Freddie Mercury. Como um dos seus ”últimos pedidos” e querendo homenagear sua querida gatinha, ele compôs unicamente essa canção. Roger Taylor ficou pirado quando soube que realmente a música faria parte do álbum. Mas Freddie insistiu, insistiu, e não tinha jeito. O ritmo é bem simples, com direito a ‘miaus’ no fundo da canção. Mas foi uma boa tática para a música que virá depois..

”The Hitman” – Aí sim. Da calminha ”Delilah” à poderosa e nervosa ” Hitman”, que surpreende desde o inicio com a voz turbinada de Freddie, alcançando um timbre poderosíssimo. É um hard rock pra ninguém colocar defeito. Essa é uma música que também me leva ao Queen clássico. Foi um excelente trabalho de Brian May, que idealizou a canção e contou com o resto do grupo para finaliza-la. É tão envolvente quanto ”Headlong”. E um rock desses nos anos 90 foi pra colocar moral em qualquer um. Aprovadíssimo!

”Bijou” – Se você se arrepiou em ”These Are The Days Of Our Lives”, você vai se arrepiar também nessa canção. Eu a ouvi pela primeira vez ao vivo, no show do Queen + Paul Rodgers em 2008. Lembro-me de Brian May conduzindo a canção com suas guitarras. Eu, na época, pensava ser apenas mais um solo de Brian, como ”Last Horizon”, pois eu ainda não tinha escutado ”Bijou”. Pois bem, eis que surge no meio da canção Freddie Mercury em um telão com sua voz arrepiante. Foi impossível não se arrepiar. A canção transmite isso. Essa emoção de poder viajar ao som da guitarra de Brian May ao encontro da voz de Freddie, em um refrão poético, lindo, que repito, só o Queen consegue fazer. Não tem pra ninguém.

”The Show Must Go On” – Prepare-se. Agora, chegou o grande momento. Sim, se você não se arrepiou até agora, game-over. Neste momento, você está prestes a ouvir um dos maiores hinos do Queen. Uma música de uma imensidão de sentimentos. Se você já escutou e sabe do que estou falando, você há de concordar comigo. Não é fácil sentir essa música? Não tem jeito, o Queen neste álbum conseguiu reunir todos seus melhores elementos que o fizeram ser uma das melhores bandas de rock do mundo. Sim, os acontecimentos com Freddie Mercury contribuíram de certa forma para um grande produto que foi o álbum. Em especial a esta canção, Freddie sugeriu que eles escrevessem uma música narrando sua luta contra a doença. Brian tomou papel e caneta e fez. Mas, a saúde de Freddie se encontrava de mal a pior e Brian já não contava mais com a gravação de Freddie para a canção. Mas Freddie não aceitara sua condição, e disse que faria a gravação de qualquer maneira. E fez. Se você ouvir a canção, nem parece que ele estava totalmente esgotado, tamanho é o poder de voz que existe lá. A letra retrata tudo que Freddie passava. E é impossível, realmente impossível observar e não se surpreender com cada trecho da canção. É lindo demais. É Queen. Essa canção pra mim está um nível absoluto que poucas canções conseguem chegar. É só colocar o fone de ouvido e receber essa transmissão de palavras de esperança, de luta, de não desistir nunca. Obrigado Freddie. Obrigado Brian. Obrigado Roger. Obrigado John. O show deve continuar.

1. “Innuendo”
2. “I’m Going Slightly Mad”
3. “Headlong”
4. “I Can’t Live with You”
5. “Don’t Try So Hard”
6. “Ride the Wild Wind”
7. “All God’s People”
8. “These Are the Days of Our Lives”
9. “Delilah”
10. “The Hitman”
11. “Bijou”
12. “The Show Must Go On”

Gravadora: Hollywood Records
Produção: Queen e David Richards

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury