Você acha que as músicas antigas são melhores que as atuais?

O poder do passado.

A Memória afetiva.

 

Todos sabemos que a nostalgia é um poderoso motor financeiro e cultural para a música.

Mas afirmar a frase acima, está correto? Ok, podemos dizer que é uma combinação de fatores.

As músicas antigas que ouvimos hoje no geral são músicas que o tempo selecionou para nós. Também sabemos que existem muitas músicas ruins feita por artistas clássicos que amamos, mas essas não sobreviveram ao teste do tempo.

Outro ponto é que hoje em dia é muito mais fácil e mais barato fazer e publicar música, que por consequência aumenta a quantidade de música boa e ruim. Porém a maioria é de baixa qualidade, devido ao formato que a indústria musical adotou nos últimos anos.

Claro que ainda existem pessoas que preferem consumir música através da mídia física, mas não podemos negar que a esmagadora maioria consome através dos serviços de streaming.

Isso significa que todos têm acesso à tudo, a qualquer momento. Décadas atrás, na época do LP, quando se comprava um disco (que não era barato) as pessoas tentavam aproveitar o máximo possível do que adquiriam, ou seja, se sentavam durante 40 minutos para ouvir o Álbum do início ao fim, e prestando muita atenção.

Isso permitia que os artistas fizessem obras mais complexas e profundas, pois sabiam que seriam ouvidos com atenção.

Não estamos querendo dizer que o stream é uma coisa objetivamente ruim. Tudo tem prós e contras. Mas hoje as músicas são extremamente formuladas para serem vendidas às massas.

 

Ou será que é apenas uma ilusão?

Será que Bohemian Rhapsody faria sucesso hoje, com seus 6 minutos de duração, supostamente sendo lançada hoje em dia?

Hoje é muito mais fácil publicar músicas, e portanto estão disponíveis em maior quantidade para um maior número de pessoas.

Também pensamos que as músicas boas são boas. Não importa quando foram feitas.

Melhores ou piores são apenas opiniões pessoais distintas, apenas pontos de vista … bom ou ruim, assim como certo e errado, são questões muito subjetivas …

 

Como eram as produções?

Acreditamos que antigamente os músicos e pessoas envolvidas na indústria da música se dedicavam exclusivamente aos seus instrumentos, gravações, técnicas e estudos.

Essa dedicação exclusiva à música e técnicas de gravação fazem muita diferença … e resultam também num refinamento de gosto pessoal, observação, requinte … e não estamos nem entrando no quesito conteúdo e mensagem das músicas.

É importante dizer também que não estamos generalizando, obviamente, hoje em dia milhões de músicos são extremamente dedicados, mas com certeza com o avanço da tecnologia tudo se tornou mais fácil.

Pense que antigamente pra se gravar um Álbum você tinha que ter muito tempo de estudo e experiência, pois lembre-se que estamos falando de uma época analógica.

Hoje em dia na era digital, com algumas semanas de tutoriais no YouTube você já consegue gravar, mixar, masterizar um Álbum inteiro em seu notebook de dentro do seu quarto.

 

Antigamente você realmente precisava ser bom !!

Não havia auto tune para consertar um cantor desafinado, efeitos tinham que ser produzidos muitas vezes em estúdios e localizações diferentes

Talento não é mais o quesito obrigatório …

O público e as gerações também mudaram e refletem a realidade do presente e das novas gerações …

 

 

Quantidade, e não qualidade.

O virtuosismo, os solos de guitarra, as narrativas complexas estão quase desaparecendo da música popular, e caso queira músicas com essas características, com certeza nao as encontrará nas paradas de sucesso ou nas rádios populares.

A nostalgia tem o poder de filtrar tudo o que é negativo em nossa memória e registrar lembranças positivas. Talvez a música antiga não seja melhor, mas remeta você à uma época livre de preocupações.

E é claro que cada geração considera as músicas da sua juventude melhores que as atuais.

Com a explosão da indústria fonográfica, criou-se uma demanda muito grande por músicas, e essa sede foi tão grande que o tempo entre o início da composição e o lançamento de Álbuns tornou-se cada vez menor. Ora, compor uma canção de qualidade é trabalhoso, e é trabalho para poucos.

 

Vejam Face It Alone …

No dia de seu lançamento digital, tornou-se a música mais baixada do mundo por cinco dias consecutivos e alcançou o primeiro lugar nas paradas de download do iTunes em 21 países.

E quanto às notícias recentes do suposto interesse da Sony no catálogo musical do Queen, é significativo ver quem tem valor para a Sony – artistas que morreram, ou são as velhas glórias.

 

 

Vejam abaixo –

* KISS : 300 milhões de dólares, eles só fazem turnê.

* Cyndi Lauper : Valor não revelado, apenas discos, apenas turnês.

* Rod Stewart : US$ 100 milhões, apenas turnê.

* Cher : Valor não revelado, apenas turnê.

* Phil Collins, Genesis : US$ 300 milhões, aposentado.

* Sting : US$ 300 milhões, apenas turnê.

* David Bowie : US$ 250 milhões, falecido.

 

E por que a música do Queen é tão atual comparada à outras Bandas ?

Cada vez que ouvimos o Queen, não podemos deixar de sentir um aperto no coração, voltando no tempo com memórias, e com músicas que parecem ter sido compostas ontem, e ao invés disso tem pelo menos quarenta anos …

Se ouvirmos o Queen dos anos setenta, apesar de terem completado o seu cinquentenário destas canções, tem algo que nos faz recuar à esses anos e mergulhar nesse estilo, sem considerar música datada.

Todos nós sabemos … a voz, o estilo, os instrumentos, os arranjos, as idéias musicais, elementos que afinal todas as Bandas têm, mas o Queen consegue ter outros de maior qualidade, ou pelo menos misturá-los de uma maneira diferente …

Mágica ? Valor ? Inspiração ou entusiasmo poético e artístico ? Gênios ?

Ou sorte que todos se encontraram na hora certa, e com a mesma ideia de fazer música ?

 

Fontes  –

Xataka.com

Queen Recension

Quora.pt

 

Agradecimento especial à amiga Jova Pacheco Zevallos pela dica.

Gary Holt já rodou o mundo tocando ao lado de grandes nomes do rock e metal, seja com o Exodus, banda que o recrutou em 1982, quando tinha apenas 17 anos, ou mais tarde ao juntar-se ao Slayer em 2011. Com esse curriculum, não é fácil impressioná-lo, mas isso ocorreu ao se encontrar com uma lenda, que não só esbanjou simpatia, mas até o tietou.

Ele relatou o ocorrido em um post no Instagram, dizendo: “Às vezes quando você encontra seus heróis, eles não desapontam. Brian May é O cara mais legal que já encontrei em anos, e ele pediu para assistir do lado do palco. Tipo, sério, ele realmente pediu. E depois, vê-lo tirando fotos DE MIM? Eu tive que tirar um tempo para perceber a grandeza desse momento. Épico”.

Além do seu incontestável talento, Brian May é conhecido pela sua humildade, que surpreende até mesmo outros rock stars. Em conversa com a Classic Rock ele foi questionado sobre ter sido escolhido um dos maiores guitarristas de todos os tempos em uma votação da revista Total Guitar. “Eu não poderia concordar. Estou realmente lisonjeado, e significa muito pra mim que muitas pessoas votaram, pois significa que gostam do meu trabalho. Portanto, fico muito grato. Mas eu acredito nisso? Não, quero dizer, olhe para alguém como Al Di Meola. Não há como eu aspirar a fazer um centésimo do que ele faz. Yngwie Malmsteen, várias pessoas. Então, sim, agradeço, mas me faz sorrir”, respondeu.

Dizem ser melhor não conhecer seus ídolos, mas às vezes vale a pena.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

Divulgação semanal de shows das bandas cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Semana de 10 a 16 de junho de 2024.

 

Bohemian Rock

14/06 – Jimy Rocker – Campinas – São Paulo

15/06 – Leda – Várzea Paulista – São Paulo

16/06 – Torresmo Fest – Rondonópolis – Mato Grosso

 

 

Classical Queen

15/06 – Old Home Cervejaria – Guarulhos – São Paulo

 

 

Projeto Freddie Mercury/Freddie Mercury Cover

15/06 – Floresta Bar – Fortaleza – Ceará

 

Lurex

14/06 – Jack Rock Bar – Belo Horizonte – Minas Gerais

15/06 – Festival de Inverno  – Parque das mangabeiras– Belo Horizonte – Minas Gerais

                 

 

 

Queen Experience

14/06 – Teatro Municipal Lulu Benencase – Americana – São Paulo

15/06 – Teatro Ouro Verde – Londrina – Paraná

 

 

Queen Of Magic

14/06 – Galpão 17 – Brasília – Distrito Federal

 

 

Special Queen Cover

14/06 – Estação Atibaia – Atibaia – São Paulo

15/06 – Lord Lion – Votuporanga – São Paulo

 

 

Thiago Milores

14/06 – Rock ‘N’ Beer – São Gonçalo – Rio de Janeiro

 

Fontes: Redes Sociais das bandas

Banda ainda possui 52 milhões de ouvintes mensais no Spotify e recorde do Guinness pela permanência no ranking

A venda de catálogos musicais é uma prática antiga desde o início da indústria musical, mas o valor que bandas clássicas são capazes de alcançar quando seu material muda de mãos ainda surpreende. Desde 2016, essa prática se tornou um grande negócio, despertando interesse de investidores em busca de retornos sustentáveis.

Muitos desses catálogos são de artistas estabelecidos, com histórico de sucesso e renda há anos. Nomes como David Bowie, Bruce Springsteen e Whitney Houston se tornaram alvo de grandes gravadoras e fundos de investimento, que competem para adquirir os direitos da música dessas grandes figuras. O mais recente alvo é o catálogo do Queen, que a Sony Music está negociando adquirir por US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,2 bilhões).

Caso o acordo se concretize, irá cobrir todas as músicas e a propriedade intelectual relacionada a banda, como direitos de logotipos, videoclipes, produtos, publicações e outras oportunidades de negócios. Esse acordo se soma a outras transações recentes, como a venda do catálogo de Justin Timberlake por cerca de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 528 milhões) e de Bruce Springsteen por cerca de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,6 bilhões). Outros artistas, como Bob Dylan, Sting e Shakira, também seguiram esse caminho.

Os direitos musicais são considerados investimentos atrativos, pois continuam gerando receita ao longo das décadas. Além das vendas de música, há oportunidades em licenciamento para filmes, televisão e produtos, garantindo fluxos de receita estáveis.

Com clássicos incontestáveis como “Bohemian Rhapsody”“Another One Bites the Dust” e “We Are the Champions”, o catálogo do Queen é especialmente cobiçado. De acordo com uma análise recente do jornal americano The Wall Street Journal, um catálogo de música que já valeu cerca de US$ 40 mil (aproximadamente R$ 211 mil) pode custar atualmente entre US$ 4 milhões e US$ 40 milhões (aproximadamente R$ 21,1 milhões e R$ 211 milhões). Se a transação se concretizar por US$ 1 bilhão, será o maior acordo desse tipo já realizado, superando a aquisição do catálogo de Bruce Springsteen pela Sony Music.

A popularidade contínua do Queen é inegável, com milhões de ouvintes mensais no Spotify e um legado que se mantém forte desde a década de 1970. O sucesso da cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, há cinco anos, premiada com um Oscar, reacendeu o interesse pela banda, impulsionando ainda mais suas vendas e reproduções.

Com 52 milhões de ouvintes mensais no Spotify, Queen se tornou o mais popular dos artistas clássicos de rock e pop. Desde 2005, segundo o Guinness Book of Records, os álbuns do Queen passaram um total de 1.322 semanas (vinte e seis anos) nas paradas de álbuns do Reino Unido, uma conquista única.

Fonte: https://oglobo.globo.com

 

A extraordinária resposta da EMI à Indústria Fonográfica Britânica por não premiar o Queen em 1986.

 

1986!

O ano em que a indústria se esqueceu do Queen.

É sabido que a indústria, a crítica e as revistas e meios de comunicação especializados de qualquer disciplina muitas vezes ficam de um lado, e os fãs e consumidores finais do outro.

 

Assim, no mundo da música, muitos artistas e grupos foram ignorados (se não difamados) em algum momento das suas carreiras.

 

Quase todos os grandes sofreram na carne as chicotadas ou a mais absoluta indiferença do júri ou do perito de plantão em alguma ocasião.

E, claro, o Queen não poderia ser menos nesta seção …

O Queen é agora um grupo lendário, muito mais importante do que pareceu durante toda a sua carreira. Isto, em parte, se deveu à uma indústria musical que nem sempre foi justa em suas avaliações, mas que finalmente teve que ceder ao talento da Banda e à genialidade de Freddie Mercury.

 

Um daqueles anos em que Rainha não foi convenientemente premiada pela Indústria foi, incompreensivelmente … 1986 !!

Naquele ano lendário, o Queen lançou o famoso Álbum A Kind Of Magic, que alcançou o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido.

Suas canções moldaram a trilha sonora do filme de Russell Mulcahy – Highlander – O Guerreiro Imortal – interpretado por Christopher Lambert e hoje considerado um clássico dos chamados “ filmes de locadora ”.

Por ocasião da publicação deste Álbum de estúdio, o grupo embarcou numa turnê espetacular – Magic Tour -, que deixou na história concertos colossais e massivos como os de Wembley, Budapeste ou Knebworth Park.

Para encerrar o glorioso ano de 1986, o Queen lançou Live Magic, seu segundo Álbum ao vivo.

Mesmo assim, a Indústria Fonográfica Britânica (também conhecida pela sigla BPI) esqueceu-se do Queen nos seus prémios anuais …

Por esta razão, e para compensar a Banda, a EMI incluiu um anúncio nas principais publicações britânicas onde foram divulgados os feitos da Banda durante o ano de 1986.

O anúncio afirmava o seguinte –

1 – O Queen vendeu 1.774.991 Álbuns somente na Grã-Bretanha.

2 – A Kind Of Magic entrou nas paradas britânicas em primeiro lugar e permaneceu entre os cinco mais vendidos por 13 semanas consecutivas.

3 – O fã britânico número 1.828.375 comprou um exemplar de Greatest Hits, e o Álbum continuou entre os cem mais vendidos ao longo do ano, posição em que permaneceu por 268 semanas.

4 – O Queen se apresentou duas noites com ingressos esgotados no Estádio de Wembley, uma noite no St. James Park em Newcastle, uma noite no Manchester Maine Road e uma noite em Knebworth para um total de 400.000 pessoas, um recorde de público na Grã-Bretanha.

5 – Queen Live at Wembley ’86, dirigido por Gavin Taylor, foi o primeiro vídeo estéreo transmitido simultaneamente em redes independentes de televisão e rádio independentes via satélite no dia 25 de Outubro.

6 – O 675º concerto do Queen foi o maior a ser realizado num estádio oriental no dia 27 de Julho, em Budapeste, filmado com 17 câmeras 35mm pela agência estatal húngara Malfim.

7 – Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest, dirigido por Janos Zsombolyai, foi o primeiro concerto completo que estreou num país oriental, no National Congress Hall em Budapeste, no dia 12 de Dezembro.

8 – O Queen lançou o primeiro vídeo single da Grã-Bretanha, que alcançou o primeiro lugar nas paradas de vídeo em 27 de Outubro.

9 – A turnê do Queen pela Europa foi testemunhada por mais de um milhão de pessoas em Junho, Julho e Agosto, durante 26 shows, arrecadando onze milhões de libras.

10 – Os leitores do Daily Mirror elegeram o Queen como a melhor Banda de 1986, com 50% mais votos do que qualquer outra Banda.

11 – Os leitores do Daily Mirror elegeram Freddie Mercury como o melhor cantor masculino de 1986.

12 – O vídeo EP de Freddie Mercury entrou nas paradas de vídeo britânicas em primeiro lugar em 21 de julho.

13 – O Queen realizou sua primeira convenção de fãs em três dias em Great Yarmouth, no dia 25 de Abril.

14 – A Rainha comemorou 28 festas pós shows.

15 – O Queen doou o dinheiro arrecadado com seu show no campo de futebol de Newcastle para o fundo de ajuda às crianças.

16 – Richard Gray trabalhou 918 horas em designs para o Queen e recebeu o prêmio Daily Express de Melhor Capa de Álbum.

17 – O Queen lançou Live Magic em 1º de Dezembro e vendeu mais de 400 mil cópias antes do Natal, sem um single.

18 – Os sucessos do Queen foram lançados em nada menos que 53 coletâneas em 23 países ao redor do mundo.

19 – Freddie Mercury completou quarenta anos, relativamente jovem para tantos feitos e conquistas.

20 – Queen recusou-se a proibir a exibição de seus vídeos na televisão britânica.

21 – A Queen Films teve cinco vídeos entre os vinte e cinco mais vendidos no dia 08 de Novembro.

22 – Os leitores do Sun votaram em Freddie Mercury como o melhor cantor masculino do ano.

23 – Os ouvintes da Capital Radio elegeram o Queen como o melhor grupo do ano.

24 – Mary Turner descreveu o Queen como uma instituição nacional.

( Mary Turner é apresentadora da Rádio americana Westwood One ‘Off The Record’. )

25 – We Will Rock You do Queen entrou mais uma vez na lista dos dez melhores vídeos da Music Week de Julho. Lá ele permaneceu o resto do ano.

26 – Queen’s Greatest Flix permaneceu entre os trinta melhores vídeos da lista da Music Week ao longo do ano. Totalizaram 115 semanas consecutivas desde que foi número um no Reino Unido.

27 – Live in Rio, do Queen, ficou entre os trinta melhores vídeos da Music Week ao longo do ano. Eles totalizaram 80 semanas consecutivas desde sua estreia no primeiro lugar em 20 de Maio de 1985.

28 – No British Video Awards, no dia 16 de Outubro, o Queen ganhou o prêmio de melhor videoclipe por Live In Rio.

29 – A Shell adotou I Want To Break Free como tema principal de uma campanha publicitária nacional de rádio e televisão.

30 – Hannes Rossacher e Rudi Dolezal quase terminaram a pós-produção de seu gigantesco vídeo do Queen, Magic Years (A Visual Anthology em 1986). Foi lançado no início de 1987.

 

Quase nada, amigos…

– No entanto, o Queen novamente não conseguirá ganhar o Prêmio da Indústria Fonográfica Britânica.

Obrigado Brian, John, Freddie e Roger …

Nós da EMI amamos vocês !!

 

Via A Queen Of Magic – 11/05/2024 – Por Alejandro Arbelo

Primeiramente queremos agradecer à todos os seguidores que nos fizeram chegar até aqui, se não fossem vocês, não estaríamos completando 25 anos de existência.

Nosso MUITO OBRIGADO!

No dia 16 de maio de 2024, o Queen Net completou 25 anos de vida e para comemorar a data realizamos três lives com alguns dos nossos amigos e colaboradores destes 25 anos.

 

Primeira Live: Cláudia Falci, Vera de Luca e Bruno Cavalcante.

 

Segunda Live: Cláudia Falci, Sheila Pauka, Arnaldo Silveira e Bruno Cavalcante.

 

Segunda Live: Cláudia Falci, Hudson Resende e Bruno Cavalcante.

 

Quem somos nós:

O Queen Net nasceu de forma tímida, em 1999.

Idealizado por Alexandre Portela e Bruno Cavalcante, a intenção a princípio era fazer um site onde pudesse ser expressado todo o amor, carinho e admiração pelo Queen – a maior banda de rock de todos os tempos.

Com o tempo, fomos fazendo amigos, conhecendo pessoas que tinham o Queen como algo em comum… Crescendo…

Em 2003 passamos a categoria de Portal, contando com a interação com os usuários e muitos fãs que antes se sentiam isolados por não terem por perto outros fãs com quem compartilhar sua paixão e apreço pela banda, se conheceram e formaram grandes amizades, sejam elas virtuais ou mesmo pessoais.

Atualmente a equipe é composta por três pessoas: Alexandre Portela, Bruno Cavalcante Oliveira, Claudia Falci.

Procuramos sempre trazer para o fã uma gama grande de informações, não só sobre a banda, mas também sobre a carreira solo de seus integrantes.

E neste ano de 2024, chegamos aos 25 anos de existência.

 

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Divulgação semanal de shows das bandas cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Semana de 01 a 07 de junho de 2024.

Bohemian Rock

01/06 – Maverick Festival – São Pedro – São Paulo

02/06 – Torresmo Fest – Brasília – Distrito Federal

06/06 – Torresmo Fest – Brasília – Distrito Federal

07/06 – The Roots – Franca – São Paulo

 

Lurex

01/06 – LuasTock – São Thiago – Minas Gerais

 

Queen Experience

07/06 – Teatro Municipal Trianon – Campos dos Goytacazes – Rio de Janeiro

 

 

Queen Of Magic

07/06 – Welcome To The Champions – Brasília – Distrito Federal

 

Queen Tribute Brazil

08/06 – Sesi Itu – Itu – São Paulo

08/06 – Festival Volume – Imperatriz – Maranhão

 

 

Special Queen Cover

01/06 – Go Pub – São Paulo – São Paulo

02/06 – Estação Atibaia – Atibaia – São Paulo

07/06 – Praça Padre Calixto – Iperó – São Paulo

 

O Gongo, ou Tam Tam Chinês

De Roger Taylor!

Nos últimos segundos do clipe de Bohemian Rhapsody, Roger aparece sem camisa tocando o Gongo chinês (ou Tam Tam), onde também aparece a marca da Rank Organisation, conhecida no Reino Unido por ser a Empresa que produzia e distribuía as produções cinematográficas britânicas na época.

 

The Gongman ( também conhecido como o homem com o peito nú com o gongo) é uma marca comercial da The Rank Organisation.

 

Foi usada como introdução à todos os filmes de J. Arthur Rank, muitos dos quais foram filmados em seus Pinewood Studios.

 

Do final de 75 ao final de 82, Roger usava um enorme gongo que tinha que ser transportado ao redor do mundo, ser limpo, embalado, movido, desempacotado e montado em todos os shows, apenas para ser tocado uma vez no final de Bohemian Rhapsody e durante White Man ou Ogre Battle.

 

Por um momento é uma música, é um grande caso de vôo , disse Roger.

 

Hoje em dia, o Queen não se preocupa mais com o gongo, sendo talvez um enfeite no jardim dos fundos de Roger, juntando musgo.

 

Nota –

O som dos gongos é usado para afastar os maus espíritos, para alertar sobre possíveis perigos, para curar os enfermos ou para invocar os espíritos dos mortos.

 

Nada realmente importa para mim …

Qualquer caminho que o vento sopre …

Nothing really matters to me …

Anyway the wind blows …

– Bohemian Rhapsody

Veja o gongo no final.

 

Curiosidade !

Roger Waters, do Pink Floyd ateava fogo no seu gongo. Você pode ver na foto abaixo, em Earls Court, em 18 de Maio de 1973.

Foto de David Warner Ellis.

 

Fontes –
– Magnifico ! The A to Z of Queen
Por Mark Blake

Inspirações Admiráveis!

INNUENDO E JJ GRANDVILLE

Jean Ignace Isidore Gérard, mais conhecido pelo pseudônimo de Jean-Jacques ou J. J. Grandville, foi um caricaturista francês.

Ele forneceu ilustrações para várias obras-padrão, tais como Dom Quixote, As Viagens de Gulliver e Robinson Crusoé, além de sua obra Un Autre Monde (Another World), inspiradora para Innuendo de 1991, e peças alternativas para a maioria dos lançamentos de singles subsequentes como a faixa-titulo do Álbum –  I’m Going Slightly Mad, These Are The Days Of Our Lives  e The Show Must Go On.

O single Headlong também contou com um dos personagens de Grandville nas costas da capa e como base para o lançamento de um disco de imagens.

Quanto à Innuendo, uma ilustração chamada Le Jongleur des Mondes (O malabarista dos mundos) foi escolhida para ser a capa do Álbum.

Foi ideia de Roger usar as ilustrações e contou com a ajuda de Richard Gray, para adaptar as imagens ao disco.

 

História de Un Autre Monde

Em Un Autre Monde, o Dr. Puff, um vigarista azarado, encontra uma dúzia de músicos de ferro fundido. Ele os reconhece imediatamente como a mais moderna das invenções – uma orquestra à vapor.

Ele decide, então, realizar um concerto, enquanto ele busca espalhar sua nova religião – o Neo-Paganismo – por diferentes universos.

Toda a construção de Un Autre Monde foi uma sátira à França do seu tempo, e uma viagem pelos mundos psicodélicos de Grandville.

O artista francês satirizou a sociedade para expor verdades …

Annie Renonciat (professora na École Normale Supérieure de Lyon) descreveu o paradoxo de seu trabalho como  … seres fictícios, mentiras vestidas de verdade

Com suas inversões oníricas e seu elenco caleidoscópico de objetos antropomórficos, animais e plantas, o mundo do artista francês J. J. Grandville é ao mesmo tempo encantador e inquietante.

Seguem abaixo das fotos, as definições musicais, com as obras de J.J. Grandville que aparecem em Innuendo, na ordem –

 

1️) Le Jongleur des Mondes

 

 

 

 

 

 

 

 

O Malabarista, de Outro Mundo.

O malabarista é o Universo.

No topo de um planeta bastante grande, um malabarista-equilibrista demonstrou à todos, alguns exercícios de habilidade. Nunca um malabarista mostrou tanta destreza e flexibilidade. Tanto na frente quanto atrás dele, ele jogava bolas e as pegava com as mãos, e às vezes elas congelavam imóveis na ponta do nariz.

E essas bolas não eram nem mais nem menos que universos inteiros.

Foi assim que Able (Hahblle – um dos três viajantes para outros mundos) aplicou a grande lei do equilíbrio dos mundos.   (Innuendo)

 

2) Melodie pour 200 Trombones 

         

Uma paródia do uso excessivo de metais na música contemporânea. Retrata duas longas filas de trombonistas, esta primeira à esquerda tendo um slide tão longo que requer um alçapão.
A legenda instrui que a peça seja tocada com fogo, fortíssimo, repetida 300 vezes, depois mais alto ainda. (A música perdendo sua alma).

 

3) Le Volvace 

                   

Representa a cólera, e como ela, em 1833, passa e se nutre do mundo.

É uma imagem antropomórfica de uma criatura marinha.

Le Volvace também representa um cogumelo alucinógeno por isso I’m Going Slightly Mad.

 

4) Le Dr. Puff 

   

Retrata uma oficleide ( instrumento musical ) que deu errado, conforme descrito por Grandville –

Um acidente marcou o fim do concerto. Durante os fogos de artifício em Ré, onde terminava numa melodia doce e sonhadora, um oficleide, sobrecarregado de harmonia, explodiu subitamente como uma bomba, lançando os pretos, os brancos, os  grupetti  de sustenidos, colcheias e semicolcheias. As nuvens de fumaça musical e as chamas da melodia se dispersaram no ar.

Muitos diletantes tiveram suas orelhas estouradas, enquanto outros foram feridos pelos estilhaços das claves de Fá e Sol.

Foram tomadas medidas para garantir que tal acidente não volte a acontecer. (A perfeição musical).

 

5)  Mlle Tender et M. Tunnel 

         

Um concerto de corneta à vapor e soprano.

No Steam Concert, Mlle. Tender atinge um A ultra-agudo perfeito durante seu dueto com Monsieur Tunnel. (Novamente, a perfeição musical).

 

6)  L’Amour 

               

O Cupido.

Ou o vôo do Cupido foi muito rápido, ou o vaso estava muito cheio, algumas gotas do líquido que ele continha escaparam e por acaso, todas pousaram em Hahblle.

▪️Nota – Hahblle – um dos viajantes para outros mundos. (Romantismo musical).

 

7) Grand Festival du Docteur Puff 

       

Grande Festival do Dr Puff.

O primeiro concerto humano-mecânico do incomparável Dr Puff.

Graças à esta admirável invenção,  resfriados, perda de voz e bronquite não existem mais.

A voz dos tenores, baixos, barítonos, sopranos, contraltos, está à salvo de qualquer acidente.

Os instrumentos movidos à vapor produzem efeitos de surpreendente precisão, e os bons compositores da época encontraram finalmente intérpretes à altura das suas melodias. (Simboliza o homem aperfeiçoado).

 

8) Concert A La Vapeur  (Concerto à vapor)

             

A imagem mostra máquinas à vapor que tocam música.

Aqui, Grandville articula a ansiedade que as pessoas sentiram durante a industrialização.

Será que o trabalho deles será o próximo a desaparecer?

Estes músicos mecânicos são parcialmente vaporizados – isto talvez seja uma alusão à natureza tênue dos avanços tecnológicos.  (Novamente, a música perdendo sua alma).

 

Headlong e JJ Grandville

                    

 

 

Fontes –

Blog Sezgin Yazar

Wikipedia

Flickr

Vanderbilt University

 

▪️Nota – Postagem e pesquisa feita em parceria com Sheila Pauka.

Universo Queen

 

Cláudia Falci

QueenNet – Fã Clube do Brasil

Queen Eternamente

 

A Ballantine’s quer estreitar os seus laços com o mundo da música

Em 2023 a Ballantine’s lançou uma coleção chamada ‘True Music Icons”, uma seleção limitada de garrafas Finest, que pretendem homenagear as melhores bandas de todos os tempos.

E a primeira a chegar foi a True Music Icons: Queen. Uma edição inspirada no caráter inabalável da lendária banda britânica que partilha com a Ballantine’s o espírito e o objetivo de se manter fiel às suas raízes e celebrar identidade.

Considerada uma das bandas mais lendárias de todos os tempos, o Queen vendeu mais de 300 milhões de discos, conquistando o afeto e a admiração de milhões de fãs em todo o mundo.

Esta edição apresenta o inconfundível brasão idealizado inicialmente por Freddie Mercury que adorna a icônica capa do Greatest Hits II da banda, uma garrafa com um design de legado duradouro ligado à visão artística da banda. 

O produto ainda encontra-se disponível e o valor em média é de R$ 120.00.

Aqui dica de algumas lojas

Brian May e Andrea Bocelli na Toscana

O tenor italiano Andrea Bocelli adicionou uma nova lista de artistas ao seu tão aguardado concerto de verão –

ANDREA BOCELLI 30: THE CELEBRATION!

O evento, que já conta com uma programação repleta de estrelas, incluindo Ed Sheeran, Shania Twain, Jon Batiste, Russell Crowe e outros, agora também incluirá BRIAN MAY, Eros Ramazzotti, Elisa e a estrela do tênis Jannik Sinner.

O evento de três dias, que homenageará o 30º aniversário de Bocelli na música, está marcado para –

▪️2a feira – 15 de Julho.
▪️4a feira – 17 de Julho.
▪️6a feira – 19 de Julho ( boatos sugerem que Brian se apresentará neste dia, por ser seu aniversário de 77 anos ).

E acontecerá em Lajatico, no Teatro del Silenzio (Teatro do Silêncio), na Toscana. Lajatico é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Pisa, e terra natal de Bocelli.

Esta série de concertos apresentará o extenso repertório de Bocelli ao lado de duetos cativantes com outros artistas, criando uma experiência inesquecível para todos os presentes.

O Teatro del Silenzio (Teatro do Silêncio) é um anfiteatro natural na cidade natal de Andrea com uma paisagem de beleza incomparável, que ganha vida apenas uma vez à cada verão.

A cenografia é como um relógio de sol que fica no epicentro do lago, protegido pelo muro de pedra. Abraça e estrutura o terreno circundante sob o céu noturno, orientando o público e os performers.

Andrea Bocelli 30: The Celebration, o filme concerto, será produzido pela Mercury Studios, Maverick, Impact Productions e CITYSOUND & Events, e será gravado para um filme-concerto que será distribuído mundialmente por Sam Wrench, o mesmo que dirige Taylor Swift – The Eras Tour.

Como uma das vozes mais reconhecidas na indústria do entretenimento e reverenciada pelos fãs internacionalmente, Andrea Bocelli entretém o público há 30 anos, contando com quase 90 milhões de discos vendidos em todo o mundo.

▪️Clique aqui para ingressos.

 

▪️Nota –

O Teatro do Silêncio é um anfiteatro natural criado no esplêndido cenário da serra Lajatico, criado pela vontade de Alberto Bartalini e do Maestro Andrea Bocelli.

Uma pequena joia paisagística do interior de Volterra, no coração da Toscana.

Dica de Arnaldo Silveira e Bruno Cavalcante
Grupo e site QueenNet – Fã Clube do Brasil

Fonte –
Página Queen

 

Via Universo Queen

 

Jean-Michel Jarre e o seu convidado especial, Sir Brian May, inauguraram a sétima edição do Festival STARMUS com o espetacular concerto Bridge from the Future, em Bratislava, capital da Eslováquia, no dia 12 de maio. Tendo como cenário a icônica Ponte SNP e o edifício Aupark Tower, Jarre, pioneiro da música eletrônica e eventos ao ar livre de grande escala, apresentou uma instalação futurística com iluminação arquitetônica sincronizada, lasers, balé com 400 drones (inédito em concertos do Jarre) e fogos de artifício.

Vamos celebrar a nossa casa, aquele pontinho azul no espaço, disse Jean-Michel Jarre ao cumprimentar as 100.000 pessoas que assistiram ao concerto, convidando-as para uma viagem à Ponte do Futuro, como soou o título de seu concerto. A multidão foi calculada com base em fotografias aéreas tiradas por questões de segurança e incluiu as pessoas que estavam no castelo, em ambas as margens do Rio Danúbio e, claro, as pessoas que estavam na estrada da cidade. A área dentro da cerca acomodou 45.000 pessoas.

O cenário gigante composto por duas torres de 35 metros de altura, o mais alto já construído na Eslováquia, tornou-se palco para um concerto de duas horas que entrou para a história do país. Jean-Michel Jarre estava acompanhado por Claude Samard Polikar (bateria, percussão eletrônica, teclados, sintetizadores e vocal) e pela Adiescar Chase (violino elétrico, guitarras, teclados, didjeridu e vocal), que também colaborou com Jarre no remix da faixa Synthy Sisters, do álbum Oxymore, lançado em 2022.

Pela primeira vez, drones luminosos foram usados em um concerto de Jean-Michel Jarre|Foto: Ali Alsawaf

 

Durante a tarde, enquanto o público ia chegando vindo de todas as partes da cidade, uma nova composição intitulada Blue Dot in Space era executada nos auto-falantes. A música foi composta especialmente por Jean-Michel Jarre para este evento, onde sons reais das estrelas foram entrelaçados na paisagem sonora. Assim, o público foi convidado a considerar a nossa posição na Terra dentro do cosmos, e o futuro do nosso planeta natal, refletindo o tema da edição deste ano do festival.

O concerto, que incluiu 19 músicas de sua carreira, também contou com um novo arranjo da New World Symphony do compositor tcheco Antonín Dvořák, marcando uma colaboração histórica entre Jarre e Brian May, incorporando elementos da cultura eslovaca. Rendez-Vous 2 recebeu o título de Rendez-Vous Bratislava com a participação de trombonistas da Orquestra Filarmônica Eslovaca, do Coral Filarmônico Eslovaco e de Brian May, que finalizou a música junto com uma espetacular queima de fogos.

Outros destaques da noite, foram a eufórica Glory, onde o público também cantou junto, e o bis, em que finalmente apareceu a famosa harpa laser. Jarre renomeou a música The Time Machine para Bratislava Time, com Brian May retornando ao palco para um final de noite apoteótico. Oxygene 8 foi tocada nos ensaios, mas foi retirada do tracklist em um curto espaço de tempo, por isso ainda estava listada nos créditos finais da transmissão ao vivo.

A ambiciosa produção, meticulosamente desenhada pelo próprio Jarre, envolveu uma equipe de mais de 100 pessoas. A instalação incluiu centenas de quilômetros de cabos, 21 telas de LED, 150 projetores e mais de 170 toneladas de equipamentos. Preocupada com sua responsabilidade ambiental, a produção do show se comprometeu com esforços de preservação florestal para compensar sua pegada de carbono.

Os fogos de artifício encantaram o púbico presente|Foto: Ali Alsawaf

Os organizadores, incluindo a Produtora “Vivien”, foram bastante elogiados pelo bom desenrolar de um grande evento de massas, como há muito tempo não se via na cidade. Os produtores pensaram até nas pessoas que decidiram assistir ao concerto de um mirante do Castelo de Bratislava. Apesar da grande distância e do palco estar posicionado no sentido oposto, elas também puderam desfrutar dos efeitos de luzes, fogos de artifício e dos drones luminosos, graças aos alto-falantes que foram colocados no castelo. Quem estava na praça “Hlavné námestie” também acompanhou o concerto através de um telão.

O concerto em Bratislava representou o culminar da visão artística de Jarre, meticulosamente aperfeiçoada desde que foi o pioneiro no conceito de eventos ao ar livre em grande escala, abrangendo cidades inteiras. Com este espetáculo em Bratislava, ele continua a superar-se, mostrando como aproveita habilmente a mais recente tecnologia para ultrapassar os limites da performance e do entretenimento ao vivo. Este evento não só simboliza o espírito inovador de Jarre, mas também sublinha a ligação inseparável entre ciência, tecnologia e arte, um princípio fundamental do Festival STARMUS.

O show foi transmitido ao vivo no canal oficial de Jean-Michel Jarre no YouTube e televisionado para algumas emissoras de TV, como a rede de TV nacional eslovaca RTVS,  a Nitro TV da Alemanha e a TV5 Monde Europe (que transmitiu também para o Brasil, às 23 horas do mesmo dia).

TRACKLIST:

THE OPENING
EPICA + OXYGENE 4
OXYGENE 2
WEB SPINNER
EQUINOXE 4
EQUINOXE 7
FALLING DOWN
INDUSTRIAL REVOLUTION 2
THE ARCHITECT
ZERO GRAVITY (remix)
RENDEZ-VOUS BRATISLAVA (Rendez-Vous 2)
NEW WORLD SYMPHONY
BRIAN MAY SOLO
AZIMUTH
EXIT
HERBALIZER
OXYGENE 19
GLORY
RENDEZ-VOUS 4
STARDUST
BRATISLAVA TIME (The Time Machine)

 

Acesse o site abaixo e veja as maravilhosas fotos do Evento.

 

Fonte: http://www.jarrefan.com.br/

 

No último dia 15 de maio, o Offspring ganhou um reforço especial durante show no festival Starmus VII, realizado em Bratislava, Eslováquia.

Brian May, guitarrista do Queen, subiu ao palco durante a parte final da execução da música Gone Away.

Realizado na Tipos Arena, o concerto fez parte do evento denominado Sonic Universe, realizado após a cerimônia de entrega da Medalha Stephen Hawking.

Criada pelo próprio físico teórico e cosmólogo, a homenagem é destinada àqueles que contribuem para a popularização da ciência mediante obras que envolvam o campo artístico.

Vale lembrar que Dexter Holland, vocalista da banda punk, é PhD em Biologia Molecular.

Já Brian May possui um pós-doutorado em astrofísica.

 

Offspring e Gone Away

Escrita de forma individual por Dexter, Gone Away está presente no quarto álbum do Offspring, Ixnay on the Hombre (1997).

Foi a primeira música do grupo a alcançar o número 1 na parada Hot Mainstream Rock Tracks, da Billboard.

 

Fonte: igormiranda.com.br

Significado de UNDER PRESSURE, a música de Queen e David Bowie.

As colaborações são muito comuns no mundo da música, e no rock and roll não é diferente.

Quem ouve toda a genialidade desta música nem imagina que essa colaboração ocorreu em meio à diferenças criativas entre as duas potências da música britânica.

Para que ambas as estrelas tivessem destaque (Bowie e Mercury),foram necessárias muitas discussões e ajustes.

Lançada nos anos 80, a letra de Under Pressure aborda os desafios de viver sempre sob pressão. No entanto, apesar de ter sido criada há mais de 40 anos, a sua mensagem ainda hoje é muito relevante. Sua história é cheia de reviravoltas emocionantes, com técnicas de composição bastante inusitadas e muita inventividade.

O ano era 1981 e o Queen estava em Montreux, na Suíça, gravando seu décimo Álbum, Hot Space. Esta também era a cidade onde David Bowie morava na época.

O músico, assumindo seu personagem de The Thin White Duke, estava gravando uma faixa para o filme A Marca da Pantera.

Ao chegar lá, Freddie Mercury e companhia pediram ao Rock Chameleon que emprestasse sua voz para a faixa Cool Cat. Porém, ele não gostou do resultado.

Então, o próprio Duque sugeriu a criação de uma faixa nova e totalmente original. No início, foi intitulado Feel Like e depois mudou para People On The Streets. Mais tarde, o nome mudou novamente para Under Pressure, tal como conhecemos hoje.

Bowie sugeriu que cada integrante da Banda fosse até a cabine e gravasse uma ideia de como poderia ser a melodia, apenas o que viesse à cabeça. À partir disso, ele e Freddie Mercury gravariam os vocais.

Os vocais foram construídos num jeito inovador, vindo de Bowie, porque ele tinha experiência com esse método avant-garde de construir vocais.

E foi isso que os músicos fizeram …

Todas as improvisações, incluindo o inesquecível staccato de Mercury desde a introdução, foram incluídas na versão final de Under Pressure.

David Bowie insistiu ainda que ele e Freddie Mercury não ouvissem o que cada um estava cantando e preenchessem cegamente os vocais um do outro. Rumores dizem que Bowie, mesmo assim, escutava Freddie atrás da porta.

Portanto, o resultado da música parece uma colisão.

O cantor ainda fez questão de supervisionar a mixagem da música. Esteve com o produtor Reinhold Mack durante todo o processo e, nos minutos finais, mudou o título para Under Pressure.

Bebidas, rock and roll e muitos problemas.

Ao longo do processo criativo de Under Pressure, os membros do Queen e David Bowie consumiram muitas bebidas, principalmente vinho.

Sem falar nas divergências …

Uma delas ocorreu entre Bowie e John Deacon, pois Bowie não gostou de algumas notas de baixo sugeridas pelo baixista.

Embora a composição da letra de Under Pressure tenha ficado inteiramente à cargo de Freddie Mercury, também houve uma disputa pelos vocais. Afinal, os dois cantores já eram grandes astros do rock e queriam ser apreciados.

É por isso que podemos perceber a sobreposição de vozes na versão final.

Interpretação da letra

O significado de Under Pressure explora poderosamente os desafios e tensões da vida moderna. As pressões da sociedade ou que nos impomos são alguns dos temas abordados na música.

A expressão Sob Pressão demonstra aquela força avassaladora que pode destruir edifícios, separar famílias e deixar pessoas desabrigadas. Estas são consequências da ansiedade e da pressão que sentimos quando vivemos em sociedade.

 

Deixe-me sair

Não saber o que vai acontecer em nossas vidas e as incertezas da vida moderna são assustadoras.

Portanto, o refrão de Under Pressure explora esse terror que todos nós já experimentamos em algum momento.

Às vezes, temos vontade de gritar “deixe-me sair!”, para fugir das cobranças, injustiças e dúvidas. Mas o que nos resta é orar, para que amanhã seja melhor.

Esperança no amor

Under Pressure também é uma música sobre esperança no amor. Além do mais, também sugere que o amor é a chave para superar a pressão do mundo.

Porque porque porque ?

Amor amor amor amor amor

Assim, além de protestar sobre os problemas do mundo, a colaboração entre Queen e David Bowie também traz uma linda mensagem aos nossos corações.

O legado de Under Pressure

Quando foi lançada, alcançou o primeiro lugar nas paradas britânicas. Um feito que só havia sido alcançado pela Banda cinco anos antes, com Bohemian Rhapsody.

Além da inovação melódica e do trabalho vocal, o significado de Under Pressure marcou uma geração que viveu à sombra de um novo medo – a epidemia de AIDS.

Foi também um período em que as pessoas começaram a refletir sobre a exploração laboral e as dificuldades de uma vida muito conturbada. Portanto, falar sobre a pressão fez com que o público se identificasse com a letra.

 

Vídeo oficial da música

 

Under Pressure no Tributo à Freddie Mercury

Via

Letras.com

Por Rafaela Damasceno

27 de Abril de 2024, às 12h

Matéria gentilmente enviada à mim pela amiga Jova Pacheco Zevallos .

Créditos pertencentes à ela.

Obrigada, minha amiga!

 

Inaugurando uma nova seção no nosso site, iremos divulgar semanalmente a agenda de shows das bandas cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

 

Semana de 24 a 31 de maio de 2024.

 

Bohemian Rock

24/05 – Mega Burguer – Sorocaba – São Paulo

26/05 – Torresmo Fest – Presidente Prudente – São Paulo

29/05 – Clube 9 de Julho – Sorocaba – São Paulo

30/05 – Mambucaba Moto Fest – Angra dos Reis – Rio de Janeiro

31/05 – Shopping Pinda – Pindamonhangaba – São Paulo

 

 

 

Classical Queen

24/05 – Republic Pub – São Paulo – São Paulo

25/05 – Clube Elite Itaquerense – São Paulo – São Paulo

29/05 – Festival Santo Beer – Poços de Caldas – Minas Gerais

30/05 – ZN Highway – São Paulo – São Paulo

 

 

 

Elvis Balbo & Queen Legend

24/05 – Bar Charles Edward – São Paulo – São Paulo

 

 

Lurex

24/05 – Underground Black Pub – Belo Horizonte – Minas Gerais

25/05 – Mister Rock Bar – Belo Horizonte – Minas Gerais

25/05 – Hope Pub Betim – Betim – Minas Gerais

 

Queen Experience

25/05 – Vibra – São Paulo – São Paulo

26/05 – Palácio Popular da Cultura – Campo Grande – Mato Grosso do Sul

 

 

Queen Music Tribute

25/05 – Praça Pádua Sales – Amparo – São Paulo

31/05 – Teatro Gazeta – São Paulo – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

24/05 – Praça Rui Barbosa – Olímpia – São Paulo

25/05 – Teatro Municipal de Marília – Marília – São Paulo

 

 

‘Queen Rock Montreal’ está disponível para transmissão no Disney +.

No dia 15 de maio, foi disponibilizado pela plataforma de streaming Disney +, o show Queen Rock Montreal.

Reveja (ou veja) o Queen em 1981 como nunca antes, com visuais remasterizados digitalmente e áudio DTS:X. A parceria da IMAX e da DTS com a Disney+ dá vida ao show épico do Queen, estabelecendo um novo padrão para streaming de shows.

E também está disponível para compra Queen Rock Montreal em vinil, CD, Blu-ray e 4K.

Clique aqui para comprar.

 

 

Fonte: www.queenonline.com

O Queen Net nasceu de forma tímida, em 1999.

Idealizado por Alexandre Portela e Bruno Cavalcante, a intenção a princípio era fazer um site onde pudesse ser expressado todo o amor, carinho e admiração pelo Queen – a maior banda de rock de todos os tempos.

Com o tempo, fomos fazendo amigos, conhecendo pessoas que tinham o Queen como algo em comum… Crescendo…

Em 2003 passamos a categoria de Portal, contando com a interação com os usuários e muitos fãs que antes se sentiam isolados por não terem por perto outros fãs com quem compartilhar sua paixão e apreço pela banda, se conheceram e formaram grandes amizades, sejam elas virtuais ou mesmo pessoais.

Atualmente a equipe é composta por três pessoas: Alexandre Portela, Bruno Cavalcante Oliveira, Claudia Falci.

Procuramos sempre trazer para o fã uma gama grande de informações, não só sobre a banda, mas também sobre a carreira solo de seus integrantes.

E neste ano de 2024, chegamos aos 25 anos de existência.

E para comemorar a data, vamos fazer três lives, nos dias 16, 23 e 30 de maio, sempre as 20:30 no nosso perfil do Instagram.

A primeira, do dia 16 de maio terá a participação de Bruno Cavalcante, Cláudia Falci e Milene Durão, que por muito tempo ajudou o Queen Net, com traduções de matérias e participação em diferentes eventos.

Assistam a live pelo link:

@queennetbrasil ou https://www.instagram.com/queennetbrasil/

Esperamos todos lá!

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