Globo News – Almanaque – Freddie Mercury
A Biografia de um Mito, que transformou o Rock!!
Domingo, 11/05/2013 ás 00:05
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RECITAL BRADESCO III – GOD SAVE THE QUEEN
No dia 3 de maio, o FAO realizará um verdadeiro show com 23 canções do “Queen”, no Teatro da Instalação, com violino elétrico, bateria, percussão e piano. Entre as músicas estão: Somebody to love, Don’t stop me now, Save me, Play the game, Love of my life, We will rock you, We are the champions, Radio ga ga, I want to break free, It’s a hard life, The show must go on, Who wants to live forever, Friends will be friends, Barcelona, How Can I Go On, Bohemian rhapsody, God save the Queen, para citar alguns clássicos do rock.
03 de Maio (Sexta-feira) – 22h – Teatro da Instalação
Solistas: Mirian Abad / Humberto Sobrinho
MADRIGAL DA CASA DE MÚSICA IVETE IBIAPINA
Violino Elétrico – Barbara Soares
Violoncelo Elétrico – Adriana Velikova
Bateria / Percussão – Andrio Dias
Piano – Marcelo de Jesus
Enviado por: André Vital Via Twitter @AndreVital_ e Dani Bivar @bivar_dani
Complemento de: g1.globo.com/am
Ingressos estão à venda; temporada vai até agosto
Depois de uma temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo “Rock In Rio – O Musical”, estreia em São Paulo. A peça será encenada no Teatro Alfa, em Santo Amaro, entre 7 de junho e 4 de agosto, e os ingressos já estão à venda, nesse endereço.
A história se desenvolve em torno do par romântico Alef (Hugo Bonemer), um jovem que há quinze anos perdeu a fala, e Sofia (Yasmim Gomlevksy), filha do empresário Orlando Tepedino (Guilherme Leme), que decide fazer um festival de rock nos anos da transição política brasileira, em meados da década de 1980. O pano de fundo é o Rock In Rio – todas as quatro edições realizadas no Brasil – e a situação do País, nos respectivos períodos. Clique aqui para ler a crítica completa e veja abaixo o serviço completo da temporada paulistana:
Rock in Rio – O Musical
Teatro Alfa: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro
De 7/6 a 4/8, de agosto, sextas, às 21h30; sábados, às 16h e 20h; e domingo, às 15h e 19h
Preços: sexta: R$ 40 (balcão 2), R$ 70 (balcão 1), R$ 120 (plateia) e R$ 140 (vip); sábados e domingos: R$ 60 (balcão 2), R$ 110 (balcão 1), R$ 160 (plateia) e R$ 180 (vip)
Informações e vendas: 5693-4000/0300 789 3377 ou http://rcknr.io/GUNSZS7
Fonte: www.rockemgeral.com.br
Dica de: Roberto Mercury
O site Lifehack publicou uma lista de 30 canções, com os respectivos vídeos, capazes de levantar o astral de qualquer pessoa. Nem todas são rocks. Mas consideramos a lista interessante. Visite o site para comentários (em inglês) sobre cada uma.
30. Stronger (What Doesn’t Kill You) – Kelly Clarkson
29. Don’t Stop Believing – Journey
28. Ain’t No Mountain High Enough – Marvin Gaye & Tammi Terrell
27. Save the World – Swedish House Mafia
26. Skyscraper – Demi Lovato
25. Get up Stand up – Bob Marley
24. You’re Beautiful – James Blunt
23. It’s My Life – Bon Jovi
22. Beautiful – Christina Aguilera
21. Tubthumping – Chumbawumba
20. Where is the Love? – Black Eyed Peas
19. You Gotta Be – Des Ree
18. We are the Champions – Queen
17. Not Afraid – Eminem
16. Walking on Sunshine – Katrina and the Waves
15. Harder, Better, Faster – Daft Punk
14. Human – The Killers
13. Lust For Life – Iggy Pop
12. Remember the Name – Fort Minor
11. What a Feeling – Irene Cara
10. Imagine – John Lennon
9. Perfect Day – Lou Reed
8. Teardrop – Massive Attack
7. Don’t Worry be Happy – Bobby McFerrin
6. Always Look on the Bright Side of Life – Monty Python
5. Here Comes the Sun – The Beatles
4. Beautiful Day – U2
3. Lovely Day – Bill Withers
2. Stand By Me ~ Ben E. King
1. What a Wonderful World – Louis Armstrong
Para ver todos os vídeos Clique Aqui
Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury
DVD traz show do Queen de 1982, Caixa é dupla, com 170 minutos de duração
Finalmente será lançado, em DVD/Blu-ray, o vídeo “Queen On Fire: Live At The Bowl”, no dia 21 de maio. O vídeo traz o registro do show do Queen realizado no dia 5 de junho de 1982, no Milton Keynes Bowl, na Inglaterra, como parte da turnê do álbum “Hot Space”, lançado no mesmo ano. O DVD é duplo, com cerca de 170 minutos de duração e, além do show em si, traz muitas imagens de bastidores, incluindo entrevistas, cenas de bastidores e de outras apresentações do mesmo período, no Japão e na Áustria. Veja abaixo a lista completa das faixas, sendo que o lançamento no Brasil deve acontecer também, em data ainda a ser definida:
Disco 1
Flash’
1- The Hero
2- We Will Rock You (Fast)
3- Action This Day
4- Play The Game
5- Staying Power
6- Somebody To Love
7- Now I’m Here
8- Dragon Attack
9- Now I’m Here (Reprise)
10- Love Of My Life
11- Save Me
12- Back Chat
13- Get Down Make Love
14- Guitar Solo
15- Under Pressure
16- Fat Bottomed Girls
17- Crazy Little Thing Called Love
18- Bohemian Rhapsody
19- Tie Your Mother Down
20- Another One Bites The Dust
21- Sheer Heart Attack
22- We Will Rock You
23- We Are The Champions
24- God Save The Queen
Disco 2
1- Entrevistas com Brian May e Roger Taylor no dia do show e cenas de bastidores
2- Entrevista com Freddie Mercury gravada em Munique durante a turnê europeia do álbum “Hot Space”
3- Entrevista com Brian May e Roger Taylor, gravadas em Munique
4- Trechos de outros shows da turnê:
Seibu Stadium, Tokyo, Japan – November 3, 1982
Flash / The Hero
Now I’m Here
mpromptu
Put Out The Fire
Dragon Attack
Now I’m Here (Reprise)
Crazy Little Thing Called Love
Teo Torriatte, só tocada no Japão
Stadthalle, Vienna, Austria – May 12, 1982
Another One Bites The Dust
We Will Rock You
We Are The Champions
God Save The Queen
5- Galeria de fotos
Fonte: www.rockemgeral.com.br
Dica de: Roberto Mercury
O cantor sul-coreano PSY vai participar do novo disco do lendário guitarrista Brian May, do Queen. A informação foi anunciada pelo próprio PSY, no programa de rádio coreano “BaeChul soo’s Music Camp”, da MBC FM4U.
“Brian May vai lançar um novo disco de releituras e ele confiou a mim o remix de uma das canções que estarão no álbum”, disse o astro do k-pop.
Quando questionado sobre como se sentiu quando recebeu o convite de May, PSY comentou que se sentiu extremamente honrado. “Eu chorei muito. Me perguntei se eu estava preparado para fazer isso”, disse PSY.
Ainda não há previsão de lançamento para o novo disco do guitarrista. Enquanto isso, o novo vídeo de PSY, da música “Gentleman“, continua quebrando recordes de visualizações no YouTube e conta com mais de 200 milhões de acessos.
Fonte: www.cifraclubnews.com.br
Dica de: Roberto Mercury
O Festival de Montreux, que acontecerá entre os dias 4 e 21 de julho, na Suíça, terá a presença das cantoras brasileiras Gal Costa, Claudia Leitte e Tulipa Ruiz. Elas vão cantar no dia 12 de julho. Esse será o primeiro festival de Montreux desde a morte do seu fundador e diretor, Claude Nobs, após sofrer um acidente de esqui em janeiro deste ano.
Leonard Cohen abrirá a 47ª edição do evento. Além dele, Prince e Marcus Miller também estão na programação. Em 2013 a edição será ampliada, com a inclusão de um terceiro espaço para shows, chamado “Lab”. Outros destaques incluem Sting, Kraftwerk, Diana Krall e Joe Cocker.
Para fãs do blues, a noite de 11 de julho reunirá Bonnie Raitt, Ben Harper e Charlie Musselwhite. Já no dia 19, quem toca é Brian May (ex-Queen) e o Deep Purple.
Fonte: www.achebelem.com.br
Dica de: Roberto Mercury
O homossexualismo é uma questão muito debatida, porém, de forma independente das escolhas de cada um, devemos reconhecer que isto não impede ou atrasa a genialidade. Por isso, veja a seguir a lista dos 50 gays mais poderosos do mundo:
Nos dias atuais a questão do homossexualismo no Brasil vem sendo muito debatida, questionada e ainda, um fator de discussão entre muitas pessoas, devido as frases polêmicas de Marco Feliciano. Entretanto, de forma independente das opiniões, crenças ou conceitos pré-estabelecidos, é importante ressaltar que a intimidade, isto é, a opção sexual de uma pessoa, não faz dela um indivíduo melhor ou pior do que ninguém, visto que ela não se torna menos apta de desenvolver tarefas e assim contribuir para um mundo melhor e mais novo.
Neste diapasão, conheça a seguir os 50 gays mais poderosos do mundo e prepare-se para se surpreender com tamanha genialidade destas pessoas:
Freddie Mercury é considerado uma personalidade poderosa

O roqueiro vocalista da banda Queen é ainda relembrado pela juventude devido seus arranjos geniais e concertos fora do comum. Freddie é um dos homossexuais mais importantes da história, de modo que o Queen ainda tem milhares de álbuns vendidos por ano no mundo inteiro.
Ele também tinha sua opção sexual assumida assim como Rob Halford da banda Judas Priest, Cazuza, Renato Russo, David Bowie, Michael Stipe do R.E.M e outros músicos de grande destaque na mídia.
Para ver a lista completa Clique Aqui
Fonte: www.mundodastribos.com
Dica de: Roberto Mercury
Brian May admite romance com Freddie Mercury em 1983
O caso entre os dois aconteceu durante a gravação de The Works, mas o músico nega ser gay
Uma revelação bombástica pegou o mundo da música de surpresa nesta semana. Brian May (65), guitarrista da lendária banda inglesa Queen, afirmou em entrevista para a BBC de Londres que teve uma breve relação amorosa com ninguém menos que seu falecido companheiro de banda, o vocalista Freddie Mercury (1946-1991).
Brian, que havia dito anteriormente que não sabia da homossexualidade do cantor até pouco tempo antes da sua morte, adimitiu que o romance ocorreu enquanto a banda gravava The Works em 83. Segundo o guitarrista, os dois haviam ficado muito próximos durante a turnê do álbum Hot Space e que tudo aconteceu naturalmente: “Freddie e eu compartilhávamos as mesmas fantasias, os mesmos sonhos, as mesmas confissões. Havia algo mágico que nos conectava. Fiquei confuso no início pois, embora sempre tivera um grande carinho por ele, jamais imaginei que a afeição iria tomar contornos de paixão e erotismo. Entretanto, quando vimos, estávamos envolvidos”, revela May à jornalista Jane Corbin.
“Foram dias bizarros e lindos. Ele e eu dormíamos juntos quase todas as noite e trocávamos olhares enquanto trabalhávamos no estúdio. John e Roger [N. do E. – John Deacon e Roger Taylor, baixista e baterista do Queen, respectivamente] perceberam um certo clima e até brincavam, mas certamente não desconfiaram da história de amor que disfrutávamos”, continua o músico, que também explicou o motivo da romance ter durado tão pouco tempo: “Um dia, tentei fazer uma surpresa para Freddie entrando no camarim vestindo apenas uma cueca de couro, mas me deparei com ele realizando uma festinha com outros amigos, que estavam nus. Fiquei muito magoado e decidi colocar um ponto final em tudo aquilo, mas isso não afetou nossa relação profissional”, conta, emocionado.
Apesar do que houve, Brian May afirma que não é homossexual: “foi apenas um momento, onde as circunstâncias conspiraram para aquilo acontecer. Sempre tive certeza da minha masculinidade”.
Os demais integrantes da banda não quiseram se pronunciar a respeito do caso.
Fonte: http://erre7.com
Dica de: Roberto Mercury
Pioneiro do grafite e da arte pop no país, Alex Vallauri ganha mostra no MAM
Kitsch. Alex Vallauri acreditava no poder do brega e chegou à estética estridente que o consagrou como pioneiro do grafite e da arte pop do país com um foco: extrair do mundo ao redor altas doses de exagero e quebrar tabus usando todas as cores.
“O kitsch é uma atitude. Transcende o meu gosto. É uma postura ingênua diante da estética fria das cidades”, escreveu o artista em 1978, nove anos antes de morrer em decorrência da Aids. “Por outro lado, vejo como necessidade acumular suvenires e objetos inúteis.”
Na retrospectiva dedicada a Vallauri, que o Museu de Arte Moderna abre hoje em São Paulo, está uma coleção vertiginosa desses suvenires, como estênceis, máscaras e gravuras que traduzem o olhar ácido que lançou sobre a vida contemporânea.

Quando morreu, aos 37 anos, Vallauri já tinha conquistado certa fama, grafitando muros de Nova York e espalhando por São Paulo suas botas de salto alto, araras e telefones. Com isso, virou o que alguns críticos chamam de um “artista do povo”.
Mas Vallauri trilhou uma rota indireta para estar próximo do público, primeiro dominando a técnica para depois adotar ícones que sintetizam sua obra, como frangos assados, esqueletos e botas.
MARILYN DE WARHOL
Filho de italianos nascido na Eritreia, então parte da Etiópia ocupada pela Itália, Vallauri se mudou para Buenos Aires, Santos e, por fim, São Paulo. Ele, que se dizia um “afro-italiano, meio portenho, meio brasileiro”, teve uma “vida ‘on the road'”.
Mas antes de invadir as ruas, estudou gravura em Estocolmo, na que era então a escola mais renomada do gênero. Em Nova York, conheceu Keith Haring, Jean Michel Basquiat e Andy Warhol, no olho do furacão da arte pop.
“Estava achando que a vida era uma luta sem objetivos”, escreveu numa carta. “Aí, de repente, vi as Marilyns de Warhol, com seus sorrisos cansados a me olhar.”
Warhol, aliás, adorou uma das primeiras versões que Vallauri fez das colunas gregas com frangos ou perus assados, um tema que viria a repetir à exaustão em sua obra.

Era a síntese do que sua prima, Beatriz Rota-Rossi, chamava de “visão cheia de ternura do que se considera a ‘breguice’ de um povo” e seu “profundo desprezo pela hipocrisia burguesa” –motor de obras mais políticas, como a boca fechada por alfinete que fez durante a ditadura ou araras em prol das Diretas Já.
“Ele rompeu com a sacralização da arte”, diz João Spinelli, curador da mostra no MAM. “Trabalhava com essa estética cafona. Transformou o kitsch de forma erudita.”
De fato, se Vallauri soube como ninguém construir uma versão nacional do pop, sua obra está também ancorada na técnica da gravura e numa tradição expressionista que contrasta com a irreverência de tudo o que fez.
Isso fica claro, por exemplo, nas gravuras que estão agora no MAM. Numa delas, Vallauri retratou a cantora Madonna no chão, lambendo o salto de uma mulher, com a mesma dramaticidade e o pendor para a escuridão de um expressionista declarado, como Oswaldo Goeldi.
Freddie Mercury, vocalista do Queen, aparece noutra gravura que exacerba os contrastes entre fundo e figura.
Vallauri constrói aqui uma silhueta forte, mas de virilidade dúbia, como as mulheres que retratou ao longo da carreira, algo entre “femme fatale” e prostituta barata.
É a estética do porto de Santos, com mulheres de “tiaras de strass, bocas pintadas de vermelho vivo, olhos carregados de maquiagem, blusas de malha sintética com estampa de pantera”, como descreve sua prima.
RAINHA DO FRANGO
Essa mesma estampa de pantera acabou mais tarde dominando uma de suas obras mais célebres. Depois de participar três vezes da Bienal de São Paulo, Vallauri chegou à edição de 1985 com a grande instalação “Festa na Casa da Rainha do Frango Assado”.
Era a sala de uma casa com móveis e eletrodomésticos cobertos de pintas de onça e a imagem da dona dessa casa e seu vestido estampado com coxinhas de frango.
“Essa é a rainha do frango assado, uma mulher de classe média paulistana, cafona, irreverente”, descreve Spinelli, que remontou a instalação no MAM. “Era uma coisa dúbia, ao mesmo tempo graciosa e um tanto satírica.”

LEGADO
IMPACTO NO GRAFITE
Baixo Ribeiro, curador:
“Vallauri tinha uma causa política, porque a ocupação da rua era política, mas não tinha uma mensagem engajada, era subjetiva. Ele foi um pioneiro dessa visão do espaço público como suporte para arte.”
Stephan Doitschinoff, artista plástico:
“O que eu acho interessante é que ele usa essa narrativa da arte de rua, que coloca a arte no espaço público, mas ele usou a estética da gravura, do carimbo e não a linguagem do grafite. Ele lutava na narrativa da arte de rua, mas não tinha a estética do grafite. Era o imaginário da gravura e essa coisa tradicional, dos anos 1960. É meio kitsch.”
Rodrigo Brandão, artista do grupo Bijari:
“Foi a primeira pessoa que tornou clara a prática de ir para a rua. Eu me encantei com essa imagem pop. Ele deixou um legado muito grande, tinha esse frescor que contaminou todos nós.”
Daniel Melim, artista:
“Ele foi um dos caras que começou isso [o estêncil] no Brasil. É uma escola que veio dele. Ele pegou o finalzinho da ditadura, então sair na rua e colocar a bota, o frango assado, o jacarezinho da Lacoste pedindo Diretas Já tem a ver com isso tudo. É uma estética legal com conteúdo.”
ALEX VALLAURI
QUANDO abre nesta terça-feira (16), às 20h; de ter. a dom., 10h às 17h30; até 23/6
ONDE MAM (pq. Ibirapuera, portão 3; tel. 0/xx/11/5085-1300)
QUANTO R$ 6
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury
JIMI HENDRIX ganhou apertado de Freddie Mercury, do QUEEN, sobre quem seria o músico que os fãs mais gostariam de ver em uma performance de holograma no Coachella Music and Arts Festival 2013. A pesquisa foi feita pelo site Ranker.com com músicos já falecidos. Mais de 1200 pessoas votaram nesta lista até abril. A variedade da lista pós-morte é tão diferenciada quanto às atrações ao vivo da Califórnia.
Segue o top 10 de artistas holográficos.
1) JIMI HENDRIX
2) FREDDIE MERCURY
3) BOB MARLEY
4) JOHN LENNON
5) JOHNNY CASH
6) JIM MORRISON
7) ELVIS PRESLEY
8) KURT COBAIN
9) WOLFGANG AMADEUS MOZART
10) THE BEATLES
Há algo que os ingleses não são bons? Eles tem um país bonito e com uma excelente história (Crônicas Saxônicas me ensinou essa história), são conhecidos por suas excelentes comédias e seus notórios pubs, podem até não ter criado o futebol, mas são responsáveis pelo soberbo esporte que ele é hoje, são elegantes e as inglesas são bem bonitas, eles tem Sherlock Holmes e até James Bond. E não contentes em ser um dos poucos países ainda com uma rainha, eles tem o Queen.
Em minha busca incessante por novos sons, “descobri” essa banda que, aparentemente, o mundo inteiro já conhece. “Queen” sempre esteve presente nas perigosas estradas da vida e eu que fui tolo por nunca ter tirado uns minutos para ouvi-los.
Talvez por intermédio dos deuses, aos poucos fui assistindo videos no Youtube de shows deles. O começo foi “Bohemian Rhapsody”, claro. Depois de uma boa quantidade de videos, tomei vergonha na cara, fui até uma locadora aqui perto de casa, a Pirate Bay, e aluguei uma semente com 35 das principais músicas da banda. Desde então, a arcada dentária peculiar do Freddie Mercury não para de falar coisas bonitas em meus ouvidos.

Me surpreendi ao descobrir que a autoria de algumas músicas que já tinha ouvido em qualquer outro lugar, era deles. “Another one bites the dust” está em Homem de Ferro 2, por exemplo. Tenho certeza que “Under Pressure” é usada em algum comercial. “Crazy Little Thing Called Love” já foi tocada em alguma novela na Globo e colocaria minha mão direita no fogo se estiver errado.
Conheci outras músicas muito boas, também. Recebi olhares tortos por ficar cantando “Made in Heaven” no ônibus e “I want it all” é uma musica interessante para se ouvir enquanto está fazendo supino.
Pearl Jam ainda é minha maior descoberta por conta própria, mas Freddie Mercury, seu bigode e o restante dos integrantes do Queen continuarão por algum tempo em minhas playlists. Feito um bardo em busca de aventuras, minha busca por boas bandas continua.
Ouvir Queen se mostrou uma ótima experiência. Se você é tolo como eu fui e nunca parou para ouvir essa banda gostosa, você deve fazer isso. Confie em mim, você vai querer Freddie Mercury cantando com sua voz sedosa em seu ouvido.

Me pergunto a quantidade de boas bandas que estão por aí e eu nem sei da existência delas. Creio que gordos devam pensar algo parecido com isso em relação a comida ou “Jeferson’s” devem pensar algo parecido em relação á tráfico de drogas ou peixes devem pensar algo parecido em relação a água ou até a galera que faz cosplay deve pensar algo parecido em relação a deixar os outros com vergonha.
I want it all
Fonte: http://besteirasecafeina.com.br
Dica de: Roberto Mercury
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