
“Roger está mais bonito que a minha namorada”
“Por favor, parem de aprovar meu comentário, minha namorada está realmente chateada”
Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

“Roger está mais bonito que a minha namorada”
“Por favor, parem de aprovar meu comentário, minha namorada está realmente chateada”
Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury
É curioso como o nome “Freddie Mercury” se transformou praticamente num sinônimo de “gay”
Basta ouvi-lo para que muita gente pense na hora: gay. E isto apesar do falecido vocalista do Queen jamais ter saído oficialmente do armário. Mas sua postura exuberante no palco e, claro, sua morte por Aids, contribuíram para cristalizá-lo como um paradigma dos homossexuais.
Ouça o nome “Cazuza” e aposto que, além de “gay”, virão à sua cabeça palavras como “louco” ou “descontrolado”. Dá para entender: o falecido vocalista do Barão Vermelho fazia pouquíssimo segredo de sua vida particular, protagonizava escândalos homéricos e agonizou em frente às câmeras durante quase dois anos.
O mesmo não acontece com Renato Russo. O falecido vocalista do Legião Urbana não escondia sua preferencia sexual por rapazes e, como seus dois colegas ilustres, também morreu em decorrência da Aids. Mas “gay” não é um termo que costuma ser automaticamente associado a ele.
Talvez porque Renato não se encaixasse no estereótipo da “bicha louca”. Não desmunhecava, não dava bandeira, não se vestia de mulher. Aliás, não transpirava nenhuma sensualidade –foi um dos cantores brasileiros menos sensuais de todos os tempos.
Era muito feio, é verdade. E, pior, parecia sentir-se feio. Seus figurinos de cena tampouco ajudavam: costumava se apresentar usando uma camisa folgada de mangas compridas, praticamente um pijama.
Suas letras também não falam de sexo. Muitas falam de amor, é verdade, quase todos amores não correspondidos. Mas o sexo não fazia parte de seu repertório.
No entanto, no final da vida, não tinha o menor problema em se assumir. Dava entrevistas onde falava de sua orientação com a maior naturalidade. Era até ativista: seu primeiro disco solo, “The Stonewall Celebration Concert”, comemorava os 25 anos do levante num bar em Nova York que marca o início do movimento em prol dos direitos dos LGBT.
Mas lembro a surpresa que foi a notícia de sua morte. Ninguém sabia que ele estava internado. Ao contrário de Cazuza, Renato jamais escancarou sua doença ao mundo. Morreu como levou sua vida amorosa: com a máxima discrição possível.
Sua obra sobreviveu e o Legião Urbana é, de longe, o mais bem-sucedido grupo do rock brasileiro de todos os tempos, com mais de 20 milhões de discos vendidos. As canções de Renato Russo continuam embalando a garotada. O show da banda com Wagner Moura nos vocais, no ano passado, foi uma catarse coletiva.
Fonte: http://f5.folha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Secretaria de Cultura marcou reapresentação para 28 de maio, as 20h.
Recital lotou Teatro da Instalação na sexta-feira (3).
A Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas (SEC) informou, por meio de nota, que o recital ‘Queen – A Night at The Opera’ será reapresentado no dia 28 de maio, desta vez no Teatro Amazonas. A decisão se deu após a alta procura e a fila que se formou no Teatro da Instalação, na Zona Centro-Sul de Manaus, na noite da sexta-feira (3), quando foi realizada a apresentação. O espetáculo faz parte da programação do VXII Festival Amazonas de Ópera (FAO).
Segundo a SEC, o recital terá novamente entrada gratuita e início marcado para as 20h. A pasta frisou ainda que o local da apresentação não pôde ser trocado antes do evento na sexta-feira. “Não havia como fazer o evento no Teatro Amazonas, em razão da montagem de cenários da próxima ópera, ‘Parsifal’, que já ocupa o TA”, informou a nota.
O recital ‘A Night at The Opera’ traz 12 canções imortalizadas pelo Queen e na carreira solo de seu vocalista, Freddie Mercury. Hits como ‘Radio Ga Ga’, ‘We Are The Champions’, ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘You´re My Best Friend’ fazem parte do repertório apresentado pelos músicos Marcelo de Jesus (piano), Andrio Dias (bateria e percussão), Bárbara Soares (violino elétrico) e Adriana Vilekova (cello elétrico). Os cantores Humberto Sobrinho e Mirian Abad dividem os vocais, juntamente ao Madrigal da Casa de Música Ivete Ibiapina. O nome do recital faz referência a um dos discos mais importantes da banda, lançado em 1975.
Fonte: http://g1.globo.com
Dica de: Roberto Mercury
Sucesso de Freddie Mercury na versão Bossa Nova por Lorena Pimentel, no Programa Raul Gil “Mulheres que Brilham”, do dia 04/05/2013.
Fonte: www.lorenapimentel.com/blog
Dica de: Roberto Mercury
Especial Queen no festival Amazonas de opera, realizado ontem dia 03/05/13, com Humberto Sobrinho (ex hangar, e atualmente no glory opera e Achillea).
Somebody to love
Bohemian Rhapsody
Fonte: Youtube de Lucas Rafael Marinho Peixoto
Dica de: Lucas Rafael via Twitter @lucasrafaelmp
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(NEW YORK) – Um dos maiores ídolos musicais de Katy Perry foi Freddie Mercury, lendário vocalista da banda Queen. Agora a banda, e uma de suas músicas, inspiraram Katy para o nome de seu novo perfume.
Na quinta-feira katy comentou em seu twitter que tinha “algo muito emocionante a revelar”, ela anunciou que estava trabalhando em sua terceira fragrância por mais de um ano e tinha acabado de assistir ao “lançamento elegante” de seu perfume chamado, Killer Queen. Mostrando uma imagem do novo frasco do perfume, ela acrescentou: “Mal posso esperar para compartilhar a essêecia real!”. O frasco parece uma “jóia multifacetada”, com uma coroa de ouro em cima.
A música “Killer Queen” é de 1974, do álbum Sheer Heart Attack.

Fonte: www.eastidahonews.com
Fonte: http://www.capitalfm.com
‘Quero ser ouvido por todos, não por quem gosta de hype’, diz Tom Chaplin
Nos últimos 16 anos, o Keane sempre disse ser uma banda “sem medo de ser brega”. A definição é de Tom Chaplin, vocalista do grupo britânico. Não precisava ser tão direto: uma vasculhada nos versos do Keane comprova que muitos deles são encharcados com água, açúcar e lágrimas. Do primeiro hit “Somewhere only we know” às canções de “Strangeland”, lançado no ano passado, a banda vai direto ao assunto: romances e pequenas variações do tema.
Em entrevista por telefone ao G1, Tom Chaplin mantém a coerência. Ele fala sobre sua paixão por Michael Jackson, comenta o fato de o Keane ter lançado seus cinco trabalhos direto no topo das paradas britânicas e relembra o começo da banda, quando tocavam basicamente covers de U2, Radiohead e Blur. Abaixo trecho em que cita Freddie:
G1 – Há várias influências para o Keane. Mas como tentar criar algo único para a banda e não uma música que pareça com U2, por exemplo?
Tom Chaplin – O melhor de ter uma banda é poder juntar várias referências. Eu sou um grande fã de Freddie Mercury e Michael Jackson mas tenho certeza que não há tanto deles no Keane. Nossa forma de escrever canções tem mais a ver com John Lennon, um cara único, porque ele pensa a música de uma forma que também pensamos.
Para ver a entrevista Clique Aqui
Fonte: www.g1.com
Aproveitando o momento do lançamento da cinebiografia de Renato Russo (“Somos Tão Jovens), Cine Set traz uma lista de músicos ter suas vidas retratadas nos cinemas.

Biografias sempre fizeram bastante sucesso no cinema, e os estúdios as encaram como projetos que valem a pena serem desenvolvidos, não apenas pelo fato de histórias interessantes estarem sendo contadas, mas também porque quando lançado, o filme já terá de cara uma estimativa enorme de público, no caso os admiradores do personagem escolhido.
Em breve vai chegar aos cinemas Somos Tão Jovens, uma biografia sobre o líder da Legião Urbana, Renato Russo que, pelo menos a princípio, mostra-se como uma das maiores bilheterias em potencial do cinema brasileiro em 2013. E se tivermos como base os sucessos obtidos com Gonzaga – De Pai Para Filho (2012), Dois Filhos de Francisco (2005) e Cazuza – O Tempo Não Para (2004), podemos concluir que o público daqui se interessa em conhecer a vida íntima de seus ídolos musicais.
Aproveitando o gancho, reuni o nome de dez artistas da música, de diferentes nacionalidades, estilos e épocas, que, se fossem levados ao cinema para terem as suas histórias de vida contadas, teriam potencial para se tornarem grandes filmes.
Abaixo a lista, e espero o seu comentário para lembrar de outros nomes que também seriam interessantes.
Amy Winehouse
A cantora britânica foi, sem dúvida, um dos maiores nomes da música pop dos anos 2000, e o seu estilo que misturava jazz (Frank) e soul (Back To Black), conquistou fãs ao redor do mundo, fazendo com que apenas aos 25 anos, Amy já fosse considerada uma das maiores cantoras da história.
Porém, depois do estrondoso sucesso do seu segundo disco, o uso abusivo de drogas, e a sua conturbada vida pessoal, acabaram ganhando mais espaço na mídia do que as suas músicas, e o mundo pôde observar através da imprensa o declínio desta talentosa artista. Como se não bastasse, a morte da cantora aos 27 anos, de certa maneira foi vista como mística, visto que outros nomes importantes da música, como Jim Morrison, Janis Joplin e Kurt Cobain morreram com a mesma idade.
Sobrenaturalidades a parte, Amy é um personagem bastante interessante, e com certeza um filme sobre a sua vida chamaria a atenção do mundo inteiro.

David Bowie
O Camaleão do Rock!
Que me desculpem os fãs dos demais nomes citados na lista, mas se tivesse que escolher apenas um nome, esse seria o de David Bowie.
O maior artista pop de todos os tempos passou toda a sua carreira interessado em experimentar, buscar algo diferente do que já fez, tendo a reinvenção quase como uma filosofia de vida.
O cantor ator iniciou a sua carreira desde os anos 60, mas nos anos 70 e 80 mostrou que era um artista único, através da sua música, seus alter egos, e por sua respeitável carreira de ator.
Até hoje Bowie é um nome respeitadíssimo, e teria material de sobra para sustentar uma bela biografia.
Freddie Mercury
O vocalista do Queen é considerado por muitos o maior front man da história, e uma das vozes mais impressionantes do rock mundial.
Junto com o Queen, Mercury lotou estádios e mais estádios durante a sua carreira, e se tornou uma referência máxima do gênero, tanto que mesmo após a sua morte, a sua banda ainda faz turnês grandiosas ao redor do mundo até hoje.
Um projeto de fazer a biografia de Freddie já está em andamento, e Sacha Baron Cohen irá interpretar o cantor, em um projeto que desde já chama a atenção do mundo inteiro, pois além de podermos conhecer detalhes da vida do astro, é uma ótima oportunidade para vermos o ator britânico em um papel bastante desafiador.
Herbert Vianna
Nome fundamental para compreender o rock brasileiro, Herbert Vianna é o líder de uma das bandas mais relevantes do Brasil, que tem a sua história interligada com a de toda uma geração.
Além do apelo musical, uma possível biografia do cantor teria um personagem com muita história pra contar, mostrando um líder de uma banda de rock diferente do convencional, com todos os seus romances famosos, polêmicas com outros músicos, e o seu grave acidente que matou a sua esposa e o deixou paraplégico.
Apesar de o cantor já ser protagonista de um documentário, Herbert de Perto (2006), uma ficção com grande distribuição tem potencial para se tornar um trabalho com enorme apelo em todo o Brasil.
Jimi Hendrix
A lenda do rock, tido por muitos especialistas como o maior guitarrista de todos os tempos é a barbada da lista.
Hendrix teria material para uma trilogia, tamanhas são as histórias que especulam-se acerca da sua figura. Só sobre o Festival de Woodstock já há vários trabalhos.
Mas os fãs de Jimi podem ficar tranquilos, pois uma biografia sobre o músico já está a caminho, e ele será vivido pelo também cantor Andre 3000, do Outkast.
Além disso, um outro projeto está para acontecer, e nele Jimi Hendrix é um dos personagens da trama. Para este projeto, o ator cotado para assumir o papel éSeu Jorge.
Keith Richards
Mick Jagger é o líder dos Rolling Stones, a figura mais relevante da banda, é quem toma as decisões e tem a voz mais forte para definir os caminhos seguidos pelo grupo, e é quem tem a história mais interessante para ser contada, certo?
Errado!
Para todas essas perguntas, a resposta seria Keith Richards.
Dono de um temperamento forte, e de um talento ainda mais acentuado, Richards teve uma vida de extremos, sendo o líder de uma das maiores bandas de rock do mundo, e envolvendo-se de maneira voraz com drogas, em especial heroína, fazendo com que o seu nome estivesse sempre envolvido em polêmicas.
Ou seja, história é o que não ia faltar.
Michael Jackson
Nem sei como nunca pensaram nisso antes, visto que fazer um filme sobre o Rei do Pop é garantia de sucesso.
Refiro-me a ficções, claro, pois o que não falta são documentários de todos os tipos dissecando a vida de Michael Jackson investigando a sua infância sofrida, reprimida por um pai autoritário e agressivo, o seu sucesso com o Jackson Five, o êxito monstruoso da sua carreira solo, e as polêmicas com o seu “embranquecimento”, e a sua suposta pedofilia.
Apesar de tudo isso ser um prato cheio para uma biografia e tanto, todas essas polêmicas poderiam atrapalhar o desenvolvimento do projeto, fazendo com que possíveis interesses de produtores e estúdios pudessem interferir de maneira negativa no filme, querendo ou abafar, ou explorar de maneira exagerada a conturbada vida pessoal de Jackson.
Milli Vanilli
A maior farsa da história da música pode até não ser muito conhecida nos dias de hoje, mas foi um escândalo gigantesco do início dos anos 90.
Pra quem não conhece a história, no final dos anos 80 o produtor musical Frank Farian fez um grande estardalhaço ao lançar uma dupla que misturava reggae com dance music, o Milli Vanilli, formada por Fab Morvan e Rob Pilatus.
A dupla fez muito sucesso no mundo inteiro, e em 1990 a banda ganhou o Grammy de Melhor Novo Artista do ano. Porém, meses depois, depois de muitas dúvidas que pairavam no ar, o produtor veio a público admitir que Morvan e Pilatus não eram os intérpretes do Milli Vanilli, mas sim outros cantores que apenas cederam as suas vozes para a dupla.
Com isso, o grupo teve que devolver o seu Grammy, e caiu no ostracismo após o acontecido.
Essa seria uma ótima chance de vermos um filme, que além de contar essa incrível história, poderia revelar bastidores do, às vezes, nem tão criativo universo das gravadoras.
Stevie Wonder
Um dos artistas mais talentosos e completos da história da música, Stevie Wonder foi, talvez, um dos primeiros sucessos mirins de grande reconhecimento, ainda em 1963, quando tinha apenas 13 anos.
Cego desde nascença após complicações em seu parto prematuro, o cantor éreconhecido pela sua voz potente, e também por ser um grande instrumentista, visto que é ele quem toca todos os instrumentos em suas músicas.
Se Ray (2004) foi um filme de grande destaque, e rendeu um Oscar a Jamie Foxx, uma biografia de Stevie Wonder teria até mais potencial e alcance perante o público, devido ao estilo inconfundível do seu intérprete, que se conecta de maneira marcante com o seu público até hoje.
Tim Maia
Outro nome obrigatório.
Uma das figuras mais “peculiares” da música brasileira, mas certamente uma das mais brilhantes.
O maior nome do soul brasileiro passou por momentos completamente distintos em sua carreira, indo desde uma fase obscura, com envolvimento com crimes e drogas, até a chegada em uma doutrina intitulada Cultura Racional, época em que, para muitos especialistas, ele teve o melhor momento de sua carreira. Ele ainda passou por um retorno ao seu estilo antigo de vida, além de bancar diversas brigas com gravadoras.
Ano passado uma peça de teatro sobre a vida do cantor fez sucesso em todo o Brasil, em um trabalho que teve Tim Maia interpretado pelo ator Tiago Abravanel, mostrando que fazer um filme sobre o cantor é um tiro certeiro para contar ao mundo todas as histórias deste gênio da música brasileira.
Fonte: http://blogs.d24am.com
Dica de: Roberto Mercury
Além de outras óperas e concertos, o recital ‘God Save The Queen’, somente com músicas da banda Queen, está na programação deste mês de maio.
Manaus – O XVII Festival Amazonas de Ópera é a ‘vedete’ da programação cultural do mês de maio, promovida pelo Governo do Amazonas por meio da Secretaria de Estado da Cultura.
Na primeira semana do mês, por exemplo, outras récitas de ‘Um Baile de Máscaras’ e ‘Aventuras da Raposa Astuta’, mais os recitais, concertos e vesperais do Festival Amazonas de Ópera, com destaque para o Recital Bradesco ‘God Save The Queen’, que acontece no próximo dia 3, às 22h, no Teatro da Instalação, somente com músicas da banda Queen.
No decorrer do mês acontece ainda uma Vesperal Lírica (uma pocket ópera) de ‘La Traviata’, no Centro Estadual de Convivência do Idoso, dia 11, além do Concerto do Dia das Mães, no Teatro da Instalação, dia 12, às 11h. Isso sem falar na ópera montada ‘Parsifal’, de Richard Wagner, com estreia no dia 16, às 18h, e a ópera ao ar livre ‘O Morcego’, de Johann Strauss Filho, dia 26, às 19h, no Largo São Sebastião.
A programação cultural de maio ressalta ainda a participação dos cantores João Bezerra, Aldir Jander, Nunes Filho, Katia Maria e Leninha, a princesa do bolero nas sextas dançantes, sempre às 20h, no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola.
No mais, projetos de arte e circo invadem a agenda cultural. Serão, além da programação da ópera, 39 os eventos que fazem parte da programação promovida pela Secretaria de Estado da Cultura para o mês de maio.
Todos os eventos são gratuitos (exceto os do XVII Festival Amazonas de Ópera) e a agenda completa pode ser conferida no página da secretaria no Facebook: www.facebook.com/culturadoamazonas.
SERVIÇO
O quê: Recital Bradesco “God Save The Queen”
Quando: Amanhã, às 22h
Onde: Teatro da Instalação (Rua Frei José Inocentes, 445, Centro)
Informações: (92)3232-7797
Fonte: http://www.d24am.com
Dica de: Roberto Mercury
O vocalista das bandas ACHILLEA e GLORY OPERA foi convidado a participar do recital idealizado pelo maestro Marcelo de Jesus em homenagem ao QUEEN. Humberto Sobrinho e a soprano Mirian Abad serão solistas no espetáculo que contará com 17 músicas da banda inglesa executadas com arranjos especialmente criados para essa apresentação.
O Recital Bradesco III – “A Night at the Opera” acontece na sexta-feira dia 03 de maio às 22h (horário local) no Teatro da Instalação em Manaus – AM e faz parte da programação do XVII Festival Amazonas de Ópera (FAO), que é promovido pela Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas.

Em entrevista para o caderno Platéia do Jornal Amazonas em Tempo, Humberto Sobrinho afirma “Freddie Mercury é uma grande referência para mim. Ele foi um gênio cuja maior característica era a qualidade de interpretação. Um bom cantor não é julgado pela voz mas pela forma como coloca a sua voz nas músicas. E esse é o foco dos meus estudos hoje.”
Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury
Por Murilo Viana http://blogs.diariodonordeste.com.br
Como todos sabem, ontem, 1º de maio, foi o Dia do Trabalho. Nós, do Blog Rock Nordeste, resolvermos botar a cabeça para funcionar, tentando lembrar algumas músicas que façam referência ao tema.
Veja a lista bem eclética de 10 músicas que nós preparamos.
Working Men – Rush
A pegada de Geddy Lee e cia. com uma letra mais realista impossível: “Eu acordo às sete, vou para o trabalho às nove, eu não tenho tempo para viver. Sim, eu estou trabalhando o tempo todo”.
Machines (or ‘Back to Humans’) – Queen
Freddie Mercury canta o mundo funcional das máquinas e clama a voltar dos humanos: “Isto é um mundo de máquinas. Não me diga que eu não tenho alma. Quando as máquinas assumem o controle, não há lugar para você e eu“.
Música de Trabalho – Legião Urbana
Quando se fala em trabalho e rock nacional, nada mais melancólico do que Renato Russo cantando os versos desta música: “Sem trabalho eu não sou nada. Não sinto o meu valor, não tenho identidade.”
Working Class Hero – John Lennon
Melancólica mesmo, aliás, é esta música de John Lennon: “ Quando eles te torturam e te machucam por 20 anos e, em seguida, eles esperam que você escolha uma profissão. Quando você não pode realmente ter uma função, você está cheio de medo.”
You Never Give Me Your Money – The Beatles
Há quem diga que esta canção do quarteto de Liverpool trata das dificuldades financeiras passadas pela banda com relação à gravadora Apple: “Você nunca me deu o seu dinheiro. Você só me deu os seus papeis engraçados.”
The Working Man – Creedence Clearwater Revival
A música, repleta de frases de guitarra, guarda palavras que podem ser o desejo de muitos: “Não me leve na sexta, Senhor, porque é quando eu recebo pagamento. Deixe-me morrer no sábado à noite, antes que o domingo chegue à minha cabeça“.
Maggie’s Farm – Bob Dylan
Em ritmo rock n’roll dançante, Dylan canta: “Eu não vou mais trabalhar na fazenda da Maggie. Não, eu não vou mais trabalhar na fazenda da Maggie“.
Money – Pink Floyd
O clássido do álbum “Dark Side of the Moon” também tem suas verdades sobre trabalho: “Dinheiro, assim eles dizem, é a raiz de todo o mal hoje. Mas se voce pede um aumento, não é surpresa que eles não estejam dando“.
Jacqueline – Franz Ferdinand
De fato, nada mais verdadeiro do que o refrão: “É sempre melhor no feriado, muito melhor no feriado. É por isso que nós só trabalhamos quando precisamos de dinheiro.”
I’m a Designer – Queens of the Stone Age
As guitarras dissonantes da banda de Josh Homme compõem a música que parece criticar a “high society”: “O que é real para nós é fama e fortuna. Todo o resto parece trabalho.”
E você? Qual música colocaria na nossa lista?
Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br
Dica de: Roberto Mercury
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