O cantor sul-coreano PSY vai participar do novo disco do lendário guitarrista Brian May, do Queen. A informação foi anunciada pelo próprio PSY, no programa de rádio coreano “BaeChul soo’s Music Camp”, da MBC FM4U.

“Brian May vai lançar um novo disco de releituras e ele confiou a mim o remix de uma das canções que estarão no álbum”, disse o astro do k-pop.

Quando questionado sobre como se sentiu quando recebeu o convite de May, PSY comentou que se sentiu extremamente honrado. “Eu chorei muito. Me perguntei se eu estava preparado para fazer isso”, disse PSY.

Ainda não há previsão de lançamento para o novo disco do guitarrista. Enquanto isso, o novo vídeo de PSY, da música “Gentleman“, continua quebrando recordes de visualizações no YouTube e conta com mais de 200 milhões de acessos.

Fonte: www.cifraclubnews.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O Festival de Montreux, que acontecerá entre os dias 4 e 21 de julho, na Suíça, terá a presença das cantoras brasileiras Gal Costa, Claudia Leitte e Tulipa Ruiz. Elas vão cantar no dia 12 de julho. Esse será o primeiro festival de Montreux desde a morte do seu fundador e diretor, Claude Nobs, após sofrer um acidente de esqui em janeiro deste ano.

Leonard Cohen abrirá a 47ª edição do evento. Além dele, Prince e Marcus Miller também estão na programação. Em 2013 a edição será ampliada, com a inclusão de um terceiro espaço para shows, chamado “Lab”. Outros destaques incluem Sting, Kraftwerk, Diana Krall e Joe Cocker.

Para fãs do blues, a noite de 11 de julho reunirá Bonnie Raitt, Ben Harper e Charlie Musselwhite. Já no dia 19, quem toca é Brian May (ex-Queen) e o Deep Purple.

Fonte: www.achebelem.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O homossexualismo é uma questão muito debatida, porém, de forma independente das escolhas de cada um, devemos reconhecer que isto não impede ou atrasa a genialidade. Por isso, veja a seguir a lista dos 50 gays mais poderosos do mundo:

Nos dias atuais a questão do homossexualismo no Brasil vem sendo muito debatida, questionada e ainda, um fator de discussão entre muitas pessoas, devido as frases polêmicas de Marco Feliciano. Entretanto, de forma independente das opiniões, crenças ou conceitos pré-estabelecidos, é importante ressaltar que a intimidade, isto é, a opção sexual de uma pessoa, não faz dela um indivíduo melhor ou pior do que ninguém, visto que ela não se torna menos apta de desenvolver tarefas e assim contribuir para um mundo melhor e mais novo.

Neste diapasão, conheça a seguir os 50 gays mais poderosos do mundo e prepare-se para se surpreender com tamanha genialidade destas pessoas:

Freddie Mercury é considerado uma personalidade poderosa

O roqueiro vocalista da banda Queen é ainda relembrado pela juventude devido seus arranjos geniais e concertos fora do comum. Freddie é um dos homossexuais mais importantes da história, de modo que o Queen ainda tem milhares de álbuns vendidos por ano no mundo inteiro.

Ele também tinha sua opção sexual assumida assim como Rob Halford da banda Judas Priest, Cazuza, Renato Russo, David Bowie, Michael Stipe do R.E.M e outros músicos de grande destaque na mídia.

Para ver a lista completa Clique Aqui

 

Fonte: www.mundodastribos.com
Dica de: Roberto Mercury

Brian May admite romance com Freddie Mercury em 1983

O caso entre os dois aconteceu durante a gravação de The Works, mas o músico nega ser gay
Uma revelação bombástica pegou o mundo da música de surpresa nesta semana. Brian May (65), guitarrista da lendária banda inglesa Queen, afirmou em entrevista para a BBC de Londres que teve uma breve relação amorosa com ninguém menos que seu falecido companheiro de banda, o vocalista Freddie Mercury (1946-1991).

Brian, que havia dito anteriormente que não sabia da homossexualidade do cantor até pouco tempo antes da sua morte, adimitiu que o romance ocorreu enquanto a banda gravava The Works em 83. Segundo o guitarrista, os dois haviam ficado muito próximos durante a turnê do álbum Hot Space e que tudo aconteceu naturalmente: “Freddie e eu compartilhávamos as mesmas fantasias, os mesmos sonhos, as mesmas confissões. Havia algo mágico que nos conectava. Fiquei confuso no início pois, embora sempre tivera um grande carinho por ele, jamais imaginei que a afeição iria tomar contornos de paixão e erotismo. Entretanto, quando vimos, estávamos envolvidos”, revela May à jornalista Jane Corbin.

“Foram dias bizarros e lindos. Ele e eu dormíamos juntos quase todas as noite e trocávamos olhares enquanto trabalhávamos no estúdio. John e Roger [N. do E. – John Deacon e Roger Taylor, baixista e baterista do Queen, respectivamente] perceberam um certo clima e até brincavam, mas certamente não desconfiaram da história de amor que disfrutávamos”, continua o músico, que também explicou o motivo da romance ter durado tão pouco tempo: “Um dia, tentei fazer uma surpresa para Freddie entrando no camarim vestindo apenas uma cueca de couro, mas me deparei com ele realizando uma festinha com outros amigos, que estavam nus. Fiquei muito magoado e decidi colocar um ponto final em tudo aquilo, mas isso não afetou nossa relação profissional”, conta, emocionado.

Apesar do que houve, Brian May afirma que não é homossexual: “foi apenas um momento, onde as circunstâncias conspiraram para aquilo acontecer. Sempre tive certeza da minha masculinidade”.

Os demais integrantes da banda não quiseram se pronunciar a respeito do caso.

Fonte: http://erre7.com
Dica de: Roberto Mercury

Pioneiro do grafite e da arte pop no país, Alex Vallauri ganha mostra no MAM

Kitsch. Alex Vallauri acreditava no poder do brega e chegou à estética estridente que o consagrou como pioneiro do grafite e da arte pop do país com um foco: extrair do mundo ao redor altas doses de exagero e quebrar tabus usando todas as cores.

“O kitsch é uma atitude. Transcende o meu gosto. É uma postura ingênua diante da estética fria das cidades”, escreveu o artista em 1978, nove anos antes de morrer em decorrência da Aids. “Por outro lado, vejo como necessidade acumular suvenires e objetos inúteis.”

Na retrospectiva dedicada a Vallauri, que o Museu de Arte Moderna abre hoje em São Paulo, está uma coleção vertiginosa desses suvenires, como estênceis, máscaras e gravuras que traduzem o olhar ácido que lançou sobre a vida contemporânea.

O grafiteiro Alex Vallauri prepara um de seus trabalhos
Divulgação: O grafiteiro Alex Vallauri prepara um de seus trabalhos

Quando morreu, aos 37 anos, Vallauri já tinha conquistado certa fama, grafitando muros de Nova York e espalhando por São Paulo suas botas de salto alto, araras e telefones. Com isso, virou o que alguns críticos chamam de um “artista do povo”.

Mas Vallauri trilhou uma rota indireta para estar próximo do público, primeiro dominando a técnica para depois adotar ícones que sintetizam sua obra, como frangos assados, esqueletos e botas.

MARILYN DE WARHOL

Filho de italianos nascido na Eritreia, então parte da Etiópia ocupada pela Itália, Vallauri se mudou para Buenos Aires, Santos e, por fim, São Paulo. Ele, que se dizia um “afro-italiano, meio portenho, meio brasileiro”, teve uma “vida ‘on the road'”.

Mas antes de invadir as ruas, estudou gravura em Estocolmo, na que era então a escola mais renomada do gênero. Em Nova York, conheceu Keith Haring, Jean Michel Basquiat e Andy Warhol, no olho do furacão da arte pop.

“Estava achando que a vida era uma luta sem objetivos”, escreveu numa carta. “Aí, de repente, vi as Marilyns de Warhol, com seus sorrisos cansados a me olhar.”

Warhol, aliás, adorou uma das primeiras versões que Vallauri fez das colunas gregas com frangos ou perus assados, um tema que viria a repetir à exaustão em sua obra.

Coluna com Peru Assado', dos anos 1980, que está no MAM
Divulgação: ‘Coluna com Peru Assado’, dos anos 1980, que está no MAM

Era a síntese do que sua prima, Beatriz Rota-Rossi, chamava de “visão cheia de ternura do que se considera a ‘breguice’ de um povo” e seu “profundo desprezo pela hipocrisia burguesa” –motor de obras mais políticas, como a boca fechada por alfinete que fez durante a ditadura ou araras em prol das Diretas Já.

“Ele rompeu com a sacralização da arte”, diz João Spinelli, curador da mostra no MAM. “Trabalhava com essa estética cafona. Transformou o kitsch de forma erudita.”

De fato, se Vallauri soube como ninguém construir uma versão nacional do pop, sua obra está também ancorada na técnica da gravura e numa tradição expressionista que contrasta com a irreverência de tudo o que fez.

Isso fica claro, por exemplo, nas gravuras que estão agora no MAM. Numa delas, Vallauri retratou a cantora Madonna no chão, lambendo o salto de uma mulher, com a mesma dramaticidade e o pendor para a escuridão de um expressionista declarado, como Oswaldo Goeldi.

Freddie Mercury, vocalista do Queen, aparece noutra gravura que exacerba os contrastes entre fundo e figura.

Vallauri constrói aqui uma silhueta forte, mas de virilidade dúbia, como as mulheres que retratou ao longo da carreira, algo entre “femme fatale” e prostituta barata.

É a estética do porto de Santos, com mulheres de “tiaras de strass, bocas pintadas de vermelho vivo, olhos carregados de maquiagem, blusas de malha sintética com estampa de pantera”, como descreve sua prima.

RAINHA DO FRANGO

Essa mesma estampa de pantera acabou mais tarde dominando uma de suas obras mais célebres. Depois de participar três vezes da Bienal de São Paulo, Vallauri chegou à edição de 1985 com a grande instalação “Festa na Casa da Rainha do Frango Assado”.

Era a sala de uma casa com móveis e eletrodomésticos cobertos de pintas de onça e a imagem da dona dessa casa e seu vestido estampado com coxinhas de frango.

“Essa é a rainha do frango assado, uma mulher de classe média paulistana, cafona, irreverente”, descreve Spinelli, que remontou a instalação no MAM. “Era uma coisa dúbia, ao mesmo tempo graciosa e um tanto satírica.”

Gravura em que Alex Vallauri retratou Freddie Mercury
Divulgação: Gravura em que Alex Vallauri retratou Freddie Mercury

LEGADO
IMPACTO NO GRAFITE

Baixo Ribeiro, curador:
“Vallauri tinha uma causa política, porque a ocupação da rua era política, mas não tinha uma mensagem engajada, era subjetiva. Ele foi um pioneiro dessa visão do espaço público como suporte para arte.”

Stephan Doitschinoff, artista plástico:
“O que eu acho interessante é que ele usa essa narrativa da arte de rua, que coloca a arte no espaço público, mas ele usou a estética da gravura, do carimbo e não a linguagem do grafite. Ele lutava na narrativa da arte de rua, mas não tinha a estética do grafite. Era o imaginário da gravura e essa coisa tradicional, dos anos 1960. É meio kitsch.”

Rodrigo Brandão, artista do grupo Bijari:
“Foi a primeira pessoa que tornou clara a prática de ir para a rua. Eu me encantei com essa imagem pop. Ele deixou um legado muito grande, tinha esse frescor que contaminou todos nós.”

Daniel Melim, artista:
“Ele foi um dos caras que começou isso [o estêncil] no Brasil. É uma escola que veio dele. Ele pegou o finalzinho da ditadura, então sair na rua e colocar a bota, o frango assado, o jacarezinho da Lacoste pedindo Diretas Já tem a ver com isso tudo. É uma estética legal com conteúdo.”

ALEX VALLAURI
QUANDO abre nesta terça-feira (16), às 20h; de ter. a dom., 10h às 17h30; até 23/6
ONDE MAM (pq. Ibirapuera, portão 3; tel. 0/xx/11/5085-1300)
QUANTO R$ 6

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

JIMI HENDRIX ganhou apertado de Freddie Mercury, do QUEEN, sobre quem seria o músico que os fãs mais gostariam de ver em uma performance de holograma no Coachella Music and Arts Festival 2013. A pesquisa foi feita pelo site Ranker.com com músicos já falecidos. Mais de 1200 pessoas votaram nesta lista até abril. A variedade da lista pós-morte é tão diferenciada quanto às atrações ao vivo da Califórnia.

Segue o top 10 de artistas holográficos.

1) JIMI HENDRIX
2) FREDDIE MERCURY
3) BOB MARLEY
4) JOHN LENNON
5) JOHNNY CASH
6) JIM MORRISON
7) ELVIS PRESLEY
8) KURT COBAIN
9) WOLFGANG AMADEUS MOZART
10) THE BEATLES

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Há algo que os ingleses não são bons? Eles tem um país bonito e com uma excelente história (Crônicas Saxônicas me ensinou essa história), são conhecidos por suas excelentes comédias e seus notórios pubs, podem até não ter criado o futebol, mas são responsáveis pelo soberbo esporte que ele é hoje, são elegantes e as inglesas são bem bonitas, eles tem Sherlock Holmes e até James Bond. E não contentes em ser um dos poucos países ainda com uma rainha, eles tem o Queen.

Em minha busca incessante por novos sons, “descobri” essa banda que, aparentemente, o mundo inteiro já conhece. “Queen” sempre esteve presente nas perigosas estradas da vida e eu que fui tolo por nunca ter tirado uns minutos para ouvi-los.

Talvez por intermédio dos deuses, aos poucos fui assistindo videos no Youtube de shows deles. O começo foi “Bohemian Rhapsody”, claro. Depois de uma boa quantidade de videos, tomei vergonha na cara, fui até uma locadora aqui perto de casa, a Pirate Bay, e aluguei uma semente com 35 das principais músicas da banda. Desde então, a arcada dentária peculiar do Freddie Mercury não para de falar coisas bonitas em meus ouvidos.

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Me surpreendi ao descobrir que a autoria de algumas músicas que já tinha ouvido em qualquer outro lugar, era deles. “Another one bites the dust” está em Homem de Ferro 2, por exemplo. Tenho certeza que “Under Pressure” é usada em algum comercial. “Crazy Little Thing Called Love” já foi tocada em alguma novela na Globo e colocaria minha mão direita no fogo se estiver errado.

Conheci outras músicas  muito boas, também. Recebi olhares tortos por ficar cantando “Made in Heaven” no ônibus e “I want it all” é uma musica interessante para se ouvir enquanto está fazendo supino.

Pearl Jam ainda é minha maior descoberta por conta própria, mas Freddie Mercury, seu bigode e o restante dos integrantes do Queen continuarão por algum tempo em minhas playlists. Feito um bardo em busca de aventuras, minha busca por boas bandas continua.

Ouvir Queen se mostrou uma ótima experiência. Se você é tolo como eu fui e nunca parou para ouvir essa banda gostosa, você deve fazer isso. Confie em mim, você vai querer Freddie Mercury cantando com sua voz sedosa em seu ouvido.

não me olha assim, cara

 

Me pergunto a quantidade de boas bandas que estão por aí e eu nem sei da existência delas. Creio que gordos devam pensar algo parecido com isso em relação a comida ou “Jeferson’s” devem pensar algo parecido em relação á tráfico de drogas ou peixes devem pensar algo parecido em relação a água ou até a galera que faz cosplay deve pensar algo parecido em relação a deixar os outros com vergonha.

          I want it all

Fonte: http://besteirasecafeina.com.br
Dica de: Roberto Mercury

 

 

Uma lista que, a princípio, parece não dizer muita coisa, mas que, analisada mais a fundo, diz muito. Os quarenta artistas abaixo são os mais curtidos no Facebook dentro daquilo que chamamos de “rock”, e que abrange do pop rock até o heavy metal.

Esses números vindos da maior rede social do planeta devem ser levados a sério porque, em primeiro lugar, mostram a popularidade dos artistas. E, em um segundo momento, revelam a dedicação dos fãs, que se dão ao trabalho de procurar as páginas oficiais de seus ídolos na rede, curtir e acompanhar de perto o que eles estão fazendo.

É claro que trata-se apenas de um recorte da sociedade, mas um recorte significativo, já que o Facebook conta com mais de 1 bilhão de usuários em um planeta com aproximadamente 7 bilhões de pessoas. A lista não indica necessariamente as maiores bandas de rock do mundo, mas certamente identifica quais são as maiores bandas de rock do mundo virtual.

Abaixo, a lista com os 40 artistas de rock mais curtidos no Facebook (os dados foram colhidos às 12h do dia 09/04/2013 e são da rede, não meus, então reclamações e ‘mimimis’ devem ser enviados diretamente para Mark Zuckerberg, ok?):

40 Megadeth – 5.945.338
39 Oasis – 6.682.586
38 Pantera – 6.721.992
37 Pearl Jam – 6.985.120
36 Black Sabbath – 7.004.519
35 Bullet For My Valentine – 7.372.454
34 Ozzy Osbourne – 8.235.945
33 Led Zeppelin – 8.335.349
32 Kiss – 8.362.399
31 Iron Maiden – 8.539.946
30 Foo Fighters – 8.642.799
29 Disturbed – 9.247.667
28 30 Seconds to Mars – 9.478.134
27 Aerosmith – 9.637.531
26 Radiohead – 9.898.204
25 Slash – 9.996.303
24 My Chemical Romance – 10.245.387
23 Korn – 10.520.642
22 John Lennon – 10.757.850
21 The Doors – 12.074.301
20 The Rolling Stones – 12.756.137
19 Avenged Sevenfold – 13.196.423
18 U2 – 13.826.499
17 Slipknot – 13.944.570
16 Muse – 14.962.329
15 System of a Down – 15.877.907
14 Nickelback – 15.937.587
13 Queen – 18.564.820
12 Evanescence – 18.833.940
11 Maroon 5 – 19.292.991
10 Nirvana – 19.700.289
9 Bon Jovi – 20.682.007
8 Guns N’ Roses – 20.989.922
7 Pink Floyd – 21.784.135
6 AC/DC – 23.420.000
5 Coldplay – 25.883.038
4 Green Day – 28.988.827
3 Metallica – 29.844.955
2 The Beatles – 32.492.614
1 Linkin Park – 51.376.680

 

Fonte: www.collectorsroom.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Um dos fundadores da banda de rock Queen, Brian May é um guitarrista talentoso, um compositor prolífico e também é produtor musical. Juntamente com a banda Queen, ele se apresentou em inúmeros shows nos anos 80, e compôs hits tais que “We Will Rock You” e “I Want It All”. Ele também estava envolvido na produção do musical “We Will Rock You” ainda em cartaz em Londres, no teatro Dominion, com recorde de audiência.

Brian recentemente concluiu seu doutorado em Astrofísica na universidade Imperial College em Londres, que havia abandonado para se juntar ao Queen na década de 1970. Em 2006, Brian recebeu um prêmio de honra da Rainha da Inglaterra (CBE) por serviços prestados à música e seu trabalho com instituições de caridade.

Brian May aceitou se tornar patrono da ABC após ter sido um dos juízes em um de nossos eventos, o “Riffathon”, com Jimmy Page, que tinha como objetivo identificar talentos entre jovens guitarristas do Reino Unido.

Desde que se tornou patrono da ABC, Brian fez uma série de doações de objetos exclusivos para nos ajudar com a arrecadação de fundos.

FACEBOOK: https://www.facebook.com/ABCTrust
TWITTER: http://twitter.com/abctrustuk
YOUTUBE: http://www.youtube.com/user/abctrust
VIMEO: https://vimeo.com/abctrustuk

 

Fonte: http://www.abctrust.org.ukDica de: Roberto Mercury

“Se a música fosse uma mulher de carne e osso ela se chamaria Hilkelia”.
Thomas Roth (jurado do programa Astros e proprietário das gravadoras Lua Nova e Lua Music).

Vídeo com a apresentação (início 13min)

[flashvideo file=http://webcast.sambatech.com.br/80245F/origin1/account/37/2/2013-04-09/video/77c8ff84d02d346da0b4b8b55a128e7c/astros_0804a.mp4 /]

Fonte: http://www.sbt.com.br/astros
Dica de: Roberto Mercury

O Fall Out Boy divulgou a canção Young Volcanos, terceira extraída do novo álbum da banda, chamado Save Rock & Roll. Anteriormente, o grupo já havia lançado os singles de My Songs Know You Did In the Dark (Light ‘Em Up) e Phoenix.

O vídeo mostra uma animação com crânios em chamas e imagens de celebridades como Kanye West, Kurt Cobain e Freddie Mercury.

Já o disco, que conta com a participação de Courtney Love e Elton John, foi lançado no dia 15 de abril.

Confira abaixo:

 

Fonte: www.dropmusic.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Comediante fez trocadilho com o nome da rede e os dos cantores Daniela Mercury e Freddie Mercury, assumidamente homossexuais

Clique para Ampliar, Ler ou Comentar
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Mais uma piada do comediante Rafinha Bastos virou confusão. Só que, desta vez, com uma empresa. Um trocadilho com os nomes dos cantores Daniela Mercury e Freddie Mercury e o da rede de hotéis Mercure gerou uma troca de farpas pelo Twitter.

No microblog, o artista escreveu: “Daniela Mercury e Fredd Mercury tinham algo em comum. Ae, funcionários do hotel Mercure… Estamos de olho!”.

Ele fazia referência a uma declaração feita por Daniela Mercury, na última terça-feira, à sua nova companheira por meio do aplicativo de fotos Instagram e ao fato de o cantor estrangeiro também ser homossexual. Em resposta, a empresa respondeu: “Aqui respeitamos a diversidade”. Rafinha postou no Facebook, então, uma lista das reclamações de clientes sobre os serviços do hotel. A “briga virtual” teve bastante repercussão nas redes sociais.

Em nota, o Mercure afirmou que apenas reagiu à mensagem de Rafinha Bastos. “O posicionamento se deu de forma neutra e de acordo com os valores da marca no Brasil e no mundo”, escreveu. “O fato de ele ser um humorista conhecido não o diferencia de nossos hóspedes e de qualquer outra pessoa que tenha alguma dúvida ou questionamento sobre os hotéis Mercure. Foi justamente esta premissa que norteou nossa atuação no caso”.

Essa não é a primeira vez que as declarações do comediante viram notícia. Conhecido por seu humor politicamente incorreto, Rafinha chegou a ser demitido do programa CQC, da Rede Bandeirantes, por fazer uma piada envolvendo o bebê da cantora Wanessa Camargo. Em outro caso, o artista foi acusado de fazer apologia ao estupro. “Mulheres feias deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo um favor, uma caridade”, disse.

Procurada, a Mercure ainda não se manifestou sobre o caso.

 

Clique e veja os mais de 600 Comentários no Facebook
Clique e veja os mais de 600 Comentários no Facebook

São quase 700 na conta Oficial dele, Clique Aqui para ver ou comentar!!

 

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

Por:   Via  www.misturaurbana.com



Que eles fazem falta, todo mundo já sabe.

Mas o que seria deles hoje? A galera do Buzzfeed soltou uma matéria muito massa com imagens que ilustram como seriam/estariam Kurt Cobain, 2Pac, Freddie Mercury, Amy Winehouse, Notorious BIG, Aaliyah, Jimi Hendrix, Sid Vicious, Lisa “Left Eye” Lopes, Jerry Garcia, Ol´Dirty Bastard e John Lennon nos dias de hoje, caso não tivessem morrido.

Confira…

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Fonte: http://misturaurbana.com
Dica de: Roberto Mercury

 O humorista Rafinha Bastos, 36, bem que tentou fazer graça com o assunto da semana –a divulgação de que Daniela Mercury está casada com uma mulher–, mas se deu mal.

“Daniela Mercury e Fred Mercury (sic) tinham algo em comum”, escreveu no Twitter, em referência ao cantor, morto em 1991, que era gay. “Aê, funcionários do hotel Mercure… estamos de olho!”

Pouco depois da postagem, o Twitter oficial da rede de hotéis se manifestou sobre o assunto.

“Rafinha Bastos, aqui respeitamos a diversidade”, respondeu a conta, antes de mandar uma piscadinha de olho em forma de emoticon.

“Hoteis Mercure 1 x 0 Rafinha Bastos”, constatou uma seguidora.

A postagem acabou repercutindo também em outras redes sociais.

Rafinha Bastos leva fora após fazer piada com Daniela, Freddie e hotel
Rafinha Bastos leva fora após fazer piada com Daniela, Freddie e hotel

 

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

No programa Agora É Tarde, da Band, desta quarta-feira, Danilo Gentili entrevistou Rubens da Silva paiva, que fez fotos de famosos se transformando em ídolos do rock.

Eles foram clicados para a mostra “We Love Rock & Roll”, Freddie foi um dos exibidos no programa.

 

O MIS – Museu da Imagem e do Som, de São Paulo, fará um Especial para  comemorar
O Dia Internacional do Rock: “It´s Only Rock and Roll”
de 12 a 14 de julho de 2013

Release  

MIS realiza programação especial para comemorar o Dia Internacional do Rock

Preparado até mesmo para uma possível guitarra espatifada no chão, o Museu da Imagem e do Som promove o It´s Only Rock and Roll: três dias inteiros dedicados à atividades diversas em homenagem ao Dia do Rock    

Entre os dias 12 e 14 de julho, o MIS, Instituição da Secretaria de Estado da Cultura, será ocupado pelo It´s Only Rock and Roll, evento composto por atividades variadas e um repertório musical preparado especialmente para celebrar o dia internacional do rock.

Nesses três dias, o público poderá conferir o I Festival de Bandas Cover do MIS, além de um Cinematographo (programa mensal do MIS com o objetivo de resgatar a atmosfera dos primórdios do cinema, em que as projeções de filmes mudos eram acompanhadas por trilha sonora executada ao vivo) que exibirá a animação Fantasia, da Disney, sonorizada ao vivo pela banda Mr. Kurk.

Com inscrições abertas até dia 30 de abril no site www.mis-sp.org.br, o I Festival de Bandas Cover do MIS será realizado por meio de convocatória. Ao todo, seis bandas serão selecionadas para apresentação no Auditório MIS e premiação de R$1.500,00 cada. Além disso, após as apresentações, um júri escolherá a banda vencedora, que será laureada com mais R$1.000 e 40 horas disponíveis no estúdio do MIS.

O Cinematographo, que acontece no dia 14 de julho, trará um dos grandes clássicos dos estúdios Walt Disney Pictures, o filme Fantasia de 1940, denovo para a grande tela, só que, desta vez, sonorizado ao vivo pela banda Mr. Kurk, composta pelos músicos João Kurk (vocais, guitarra e gaita), Henrique Lima (vocais, guitarra e violão), Douglas Coronel (vocais e teclados), Ed Carvalho (vocais e contrabaixo) e Jorge Anielo (vocais e baterias).

Com longa experiência de palco, os integrantes da banda apresentam com competência o melhor do rock internacional. Muito conhecida nos famosos bares de rock de São Paulo, a Mr. Kurk diz ter o compromisso de tocar os sucessos sempre com os arranjos originais, agradando desde os fãs do rei do rock, Elvis Presley, até os fãs dos reis do punk rock, The Ramones.

Serviço

It´s Only Rock and Roll – 12, 13 e 14 de julho de 2013
Acesse o Edital aqui –> http://goo.gl/vQIHR

Ingressos:

SHOW: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia)| por show
Cinematographo: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia)
A venda na recepção do MIS e por meio do site da ingressorapido.com

Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

Informações para a imprensa – MIS:
Clarissa Janini | clarissa.janini@mis-sp.org.br | (11) 2117 4777, r 312
Renata Forato |renata.forato@mis-sp.org.br  | (11) 2117 4777, r 310

Informações para a imprensa – Secretaria de Estado da Cultura:
Giulianna Correa | gcorreia@sp.gov.br | (11) 2627.8164
Renata Beltrão | rmbeltrao@sp.gov.br | (11) 2627.8164

 

Fonte e Maiores Informações: www.mis-sp.org.br
Via: Bárbara Piai – barbarapiai@mis-sp.org.br

I Want to Break Free foi tocada no quadro “Passou na TV” no programa Agora É Tarde, da Band,  desta terça-feira 02/04/2013

A Virgin Media, que se prepara para lançar uma emissora televisiva chamada Vintage TV, questionou 2 mil ingleses sobre com qual lenda da música eles gostariam de passar 15 minutos. Para a maioria dos entrevistados, a resposta foi a banda Queen. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon estão no topo da lista, seguidos de perto por outras lendas, como David Bowie, Stevie Wonder, Fleetwood Mac. Oasis, dos briguentos irmãos Gallagher, completam os cinco mais citados.

Uma curiosidade é justamente a ausência dos Beatles na lista, e a presença de Bryan Adams, Joy Division e a banda punk The Undertones como outros citados. Outros nomes gigantes da música, como Black Sabbath e Led Zeppelin, também são ausências sentidas.

E você, já pensou que lenda gostaria de ter na sua frente? Veja, abaixo, os escolhidos dos britânicos:

1 – Queen
2 – David Bowie
3 – Stevie Wonder
4 – Fleetwood Mac
5 – Oasis
6 – Bryan Adams
7 – ELO
8 – Joy Division
9 – Don Mclean
10 – The Undertones

 

Fonte: http://rollingstone.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Eu sei, o horário é ingrato, mas é para isso que existe o botão “REC”, não é mesmo? Amanhã, quarta-feira, às 16h, o canal BIS reprisa o documentário “Video Killed the Radio Star” sobre o diretor australiano Russel Mulcahy. Para quem se interesse pela história dos videoclipes, é imperdível.

Cinéfilos conhecem o australiano Mulcahy da série de filmes “Highlander”. Meu filme predileto dele é “Razorback”, um terror trash sobre javalis gigantes que atacam moradores do deserto australiano. Gostei tanto que vi duas sessões seguidas no saudoso Cine Marrocos, em São Paulo.

Antes de ficar famoso com “Highlander”, Mulcahy foi um requisitado diretor de videoclipes. No início dos anos 80, só dava ele: dirigiu uma penca de clipes – ele calcula mais de 400 – para Duran Duran, Elton John, Billy Joel e Rolling Stones, e fez clássicos absolutos dos primórdios da MTV, como “Bette Davis’ Eyes’ (Kim Carnes), “True” (Spandau Ballet), “Total Eclipe of the Heart” (Bonnie Tyler), “The War Song” (Culture Club), “Turning Japanese” (The Vapors), entre outros.

O primeiro videoclipe exibido na MTV, em 1981, foi “Video Killed the Radio Star”, do Buggles, dirigido por Mulcahy.

O programa é divertido demais. Mulcahy é uma figuraça e fala sem rodeios sobre os problemas que teve nas filmagens. Conta que Rod Stewart estava tão bêbado nas filmagens de “Young Turks” que se trancou no camarim e só saiu quando Mulcahy concordou que ele filmasse de óculos escuros, para esconder a ressaca.

Quando fez o clipe de Kim Carnes, “Bette Davis’ Eyes”, Mulcahy atraiu a atenção de muita gente de cinema e publicidade. Ele conta que, um dia, sua secretária lhe deu um recado: “Russel, Steven Spielberg ligou para você, eu disse que você estava ocupado e que ele deveria ligar depois!”

Às vezes, o estilo ousado de Mulcahy não batia com a preferência dos artistas. O diretor, que era amigo íntimo de Elton John e Freddie Mercury e gostava de “apimentar” os clipes com imagens de homens musculosos com pouca roupa, conta que sempre dava um jeito de incluir “uma pitada de tensão homoerótica” em seus vídeos. Mas quando Bonnie Tyler viu uma cena de “Total Eclipse of the Heart” em que vários rapazes sem camisa são atingidos por jatos d’água, chamou Mulcahy de “pervertido”. “Daí, um ano depois, ela me liga e pede para eu dirigir seu novo clipe”, diz Mulcahy. “Mandei ela se foder!”.

Mulcahy conta também como um acidente quase decapitou Stevie Nicks, do Fleetwood Mac, durante as filmagens do clipe de “Gypsy”, e outro acidente quase afogou Simon Le Bon, do Duran Duran, nas filmagens de “Wild Boys”. Le Bon diz que não lembra ter passado tanto perigo assim, mas depois pensa bem e diz: “Mas eu estava tão chapado naqueles dias que não me lembro muita coisa.”

Os clipes de Russel Mulcahy trazem um futurismo que hoje parece ridículo e cafona, mas que nos anos 80 era a coisa mais moderna e inovadora que havia na TV. Vale muito a pena ver o documentário e lembrar.

Um detalhe: é muito engraçado ver como o canal Bis traduziu para o português o nome de seu concorrente, a MTV: “canal de música”.

Dias e Horários:

DiaHorário
Quarta-Feira 03/04/201316:00
Quinta-feira 04/04/20138:00
Segunda-feira 08/04/20134:00

 

 Fonte: http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury