A rede de cinema Cinemark exibe o show “Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest 86”, do Queen, em 27 complexos da Rede.

A partir do dia 06 de novembro de 2012, os fãs do Queen poderão assistir ao show, gravado em 1986 em Budapeste, a partir das 21h e 10 de novembro, às 23h55. Os ingressos poderão ser adquiridos no site da Cinemark.

Os fãs do Queen terão a chance de assistir ao um memorável show da banda para 80 mil pessoas, gravado em Budapeste, na Hungria, além de um documentário especial de 25 minutos. O filme será exibido pela primeira vez nas telonas, em alta definição e som surround 5.1.

Serviço

Queen Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest 86

6/11 (terça-feira), às 21h
10/11 (sábado), às 23h55m

R$40 (inteira)
R$ 20 (meia)

SÃO PAULO

Shopping Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Moraes, 2564

Shopping Market Place – Av. Chucri Zaidan, 920

Shopping Iguatemi – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232

Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970

Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646

COTIA

Shopping Granja Viana – Rod. Raposo Tavares, 23600

GUARULHOS

Internacional Shopping de Guarulhos – Rod. Pres. Dutra, 397/650

CAMPINAS

Shopping Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777, Suc C

RIBEIRÃO PRETO

Novo Shopping – Av. Presidente Kennedy, 1500

SANTOS

Praiamar Shopping – Rua Alexandre Martins, 80

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Shopping Colinas – Av. São João, 2200

RIO DE JANEIRO

Shopping Downtown – Av. das Américas, 500

Botafogo Praia Shopping – Praia do Botafogo, 400

VITÓRIA

Shopping Vitória – Av. Américo Buaiz, 200

BELO HORIZONTE

Shopping Pátio Savassi – Av.  do Contorno, 6061

UBERLÂNDIA

Shopping Uberlândia – Av. Paulo Gracindo, 15

BRASÍLIA

Pier 21 – Setor dos Clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Lote 40

CAMPO GRANDE

Shopping Campo Grande – Av. Afonso Pena, 4909

GOIÂNIA

Flamboyant Shopping – Av. Jamel Cecílio, 3300

NATAL

Midway Mall – Av. Bernardo Vieira, 3775

ARACAJU

Shopping Jardins – Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215

SALVADOR

Shopping Salvador – Avenida Tancredo Neves, 2915

PALMAS

Shopping Capim Dourado – Avenida JK esquina com NS 05 Quadra 107 Norte

MANAUS

Studio 5 Festival Mall – Av. General Rodrigo Otávio, 2134

CURITIBA

Shopping Muller – Av. Cândido Abreu, 127

FLORIANÓPOLIS

Floripa Shopping – Rod. SC 401, 3116

PORTO ALEGRE

Barra Shopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300

 

Fonte: http://blogs.artinfo.com
Dica de: Roberto Mercury

Estreou hoje, 09/10/12, o programa Contos do Rock, no canal Multishow. O programa traz artistas, músicos e empresários para relembrar, de forma descontraída, casos curiosos do rock e os perrengues e as saias-justas que já viveram em suas carreiras.

No primeiro programa Amin Khader, ex-cooordenador de camarim dos festivais Rock In Rio 1, 2 e 3, lembra do esforço fora do comum para agradar o maior astro do evento, Freddie Mercury.

httpv://www.youtube.com/watch?v=hxniZb7ATEE

A banda Classical Queen se apresenta tocando os maiores sucessos da maior banda de rock de todos os tempos!

Serviço:
Data: Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012
Horário: 23:30
Endereço:  Rua Tocantins, 3456 – Centro 15500-000 Votuporanga
Telefone:  (17) 3423-3866
Website:  www.toteneventos.com.br

 

Fonte: www.toteneventos.com.br  | www.classicalqueen.com.br
Com dica de: Roberto Mercury

Aos 10 anos, Bernardo Simões é um típico menino do Rio. Adora surfar nas ondas de Itacoatiara, em Niterói, onde mora, e é fã de Freddie Mercury. “Gosto muito de rock clássico e gosto muito do Queen”
Assim que Avenida Brasil estreou, um menino chamou a atenção do público. Era Bernardo Simões, 10 anos, que na trama de João Emanuel Carneiro (42) interpretava o Batata, o papel de Cauã Reymond (32) quando criança. A participação de Bernardo só durou alguns capítulos, mas até hoje o menino é parado nas ruas e ainda ouve brincadeiras do tipo. ‘Esse aí pegou a Rita!’. O ator mirim se diverte com a situação e diz que está focado nos testes que tem feito para conquistar um papel porque deseja voltar logo para a televisão. Comunicativo e muito bem articulado, ele diz que se inspira em Cauã como ator. Surpreendentemente, para uma criança de sua idade, é fã de Freddie Mercury (1946-1991) e adora rock clássico. Leia a seguir a entrevista com Bernardo Simões que conversou com CARAS Online na Praia da Itacoatiara, em Niterói, próximo a sua casa, enquanto aproveitava o dia de sol para surfar.

Abaixo parte em que ele cita Queen e Freddie

– Quem são seus ídolos?

– Gosto muito de rock clássico e gosto muito do Queen. Infelizmente meu ídolo já morreu e nem tive chance de conhecer ele, que era o Freddie Mercury, gosto muito da voz dele.

 

Para ler a matéria completa Clique Aqui

 

Fonte: http://caras.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Artistas, músicos e empresários relembram, de forma descontraída, casos curiosos do rock nacional e os perrengues e as saias-justas que já viveram em suas carreiras, no programa “Contos do Rock”, que estreia nessa terça (9/10), às 22h, no Multishow.

“Vendo um documentário sobre punk rock, vi que, nos extras, grandes histórias de bastidores tinham ficado de fora. Pensei: puxa, o melhor está ali! Então reuni nossos contos e sugeri o programa que foi aceito de cara pelo canal”, conta Daniel Ferro, diretor e produtor do programa.

A linguagem visual do programa é inspirada na literatura de cordel. As vinhetas que separam os contos são animações, que dão a ideia de um livro.

Serão 13 episódio durante a temporada. Em cada um deles, haverá 9 contos, de dois minutos e meio.

O primeiro conto do primeiro episódio: “Legião Urbana Sempre Vence”, com Dado Villa-Lobos (ex-guitarrista do grupo), relembra o dia em que os integrantes da banda invadiram a sede da gravadora e picharam todas as paredes como retaliação de um álbum que iria ser prensado sem o aval deles.

“Eles passaram por cima da gente, e a gente resolveu passar por cima deles e deixar nosso recado pichado nas paredes da gravadora… Legião em guerra!”, conta Dado.

Também farão parte do primeiro episódio os depoimentos de:

— Di Ferrero (vocalista do NX Zero), falando sobre uma experiência ruim com comida de camarim;
— Charles Gavin (ex-baterista do Titãs), contando o perrengue que passaram depois que fãs revoltados acharam que eles eram impostores num programa do Chacrinha;

— Amin Khader, ex-cooordenador de camarim dos festivais Rock In Rio 1, 2 e 3, lembra do esforço fora do comum para agradar o maior astro do evento, Freddie Mercury.

Iggor Cavalera, Lucas Silveira (do Fresno), Arnaldo Brandão (ex-integrante do Hanoi Hanoi), Tico Santa Cruz (do Detonautas) e Rogério Flausino (do Jota Quest) também darão seus testemunhos.

Para Daniel Ferro, há 15 anos inserido no mundo do rock, as histórias são uma forma de manter o gênero vivo. “Não quero levantar bandeira para o rock, pretendo apenas poder compartilhar de histórias que circulam (boas histórias!) e levar para o público”, afirma.

 

Fonte: www.tribunadabahia.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Quem tiver o propósito de conhecer as mais belas praias do mundo, deve se dirigir a um só destino: Zanzibar!


Se nunca ouviu falar neste nome, saiba que se trata de duas ilhas que compõem o Arquipélago de Zanzibar, próximo à costa leste da Tanzânia, na África, e que constituem um estado semi-autônomo. Em swahili, dialeto local, chamam-se Unguja (onde fica a capital) ou Zanzibar e Pemba, estando separadas do continente pelo Canal de Zanzibar. A visita à parte antiga de Zanzibar que se chama Cidade de Pedra ou Mji Mkongwe é um local considerado patrimônio da humanidade pela Unesco.


Berço do cantor e compositor Freddie Mercury, foi visitada a primeira vez por Vasco da Gama, em 1499, tendo dominado o território por duzentos anos. No século XVII, o sultanato de Omã tomou Zanzibar que passou a ser um entreposto comercial do oceano Índico Ocidental, vendendo escravos e marfim no mundo árabe, Índia e através do Oceano Atlântico. No século XIX, acabou o tráfico de escravos e Zanzibar tornou-se protetorado britânico, até 1963, quando se tornou uma monarquia constitucional. Ao cabo de uma revolução, uniu-se à Tanganica, para formar a Tanzânia. Apesar dessa união, mantém seu próprio presidente, formando um governo insular.As costas paradisíacas de Zanzibar são exóticas até no nome. Escarpas de coral abrigam praias de águas tranquilas, totalmente cristalinas, com abundante vida marinha e areias cor de neve. Coqueiros altos e majestosos pandanus servem de apoio e sombra às redes e pássaros diversos saltam entre as folhas verdes e frutos pendentes disponíveis, num alegre e contínuo rebuliço.


A mais remota das praias chama-se Mangapwani sendo a menos visitada e mais tranquila, com suas areias douradas, salpicadas com palmeiras e pinheiros – positivamente, a imagem de um paraíso perdido. A península de Nungwi é a mais popular de todas, com lagoas de corais e o aquário de tartarugas. Há uma ativa indústria de construção de barcos na região.Todo tipo de atividade esportiva pode ser encontrado em Zanzibar, desde safaris com golfinhos em Kizimkazi, na Baía Menai, zona de conservação de espécies marinhas, aulas de mergulho, windsurf, kitesurf, equitação e muito mais.

Unguja e Pemba são consideradas como os locais com a maior e melhor variedade de vida marinha do mundo e o sonho de todos os mergulhadores, de todos os níveis. As águas além de transparentes são quentes.

A ilha de Mnemba que faz parte do atol de corais, é um pedaço do céu, na parte norte de Zanzibar. Milhas e milhas de um mar onde os azuis, verdes e turquesas se entrelaçam de acordo com a incidência do sol nas águas de superfície brilhante, numa paz e quietude total.A ilha é pequenina, o que ressalta ainda mais a ideia de ser privativa. Não mais que vinte hóspedes são admitidos de cada vez.


Cada um tem sua própria cama e ombrelone na praia, debaixo do qual as massagens relaxantes deixam o resto do mundo para trás. Bebidas exóticas são saboreadas enquanto você curte a leitura de um dos incontáveis livros disponíveis na biblioteca, gozando da brisa que balança as palmas dos coqueiros e admirando a dança dos golfinhos e sutis aparições das tartarugas marinhas que habitam a área. Enfim, ver para crer que este lugar efetivamente existe pois nenhuma descrição, por mais detalhada que seja, fará juz ao que a Tanzânia reserva para o viajante.

Fonte: www.amantesdavida.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Prepare-se para mais um espetáculo de megalomania. Essa frase meio que define o som do Muse desde seu Showbiz, de 1999; um espetáculo de letras melodramáticas, vocais chorosos, melodias com um apelo pop absurdo e orquestrações exageradas. Uma mania de grandeza que só fez crescer a cada disco; e acabou dividindo o mundo entre os que amam e os que simplesmente abominam/ignoram o grupo britânico.

Pretensão e mania de grandeza são características que sempre me incomodaram em uma banda, mas alguma coisa no caso Muse me fez repensar essa minha postura. Parece que criticar a banda de Matthew Bellamy está ficando chato. Mais que isso, está perdendo o sentido. Você começa a ver as coisas de um modo diferente quando percebe que elas não têm que ser como você quer (falo isso como fã daquele Muse de Hysteria e Hypermusic). Elas são como são, e você é que deve tentar entender e aceitar, ou então dar de ombros e ignorar tudo.
Black Holes and Revelations (2006) foi um sucesso comercial, e sua qualidade e repercussão geraram uma expectativa exacerbada para o que viria a seguir. The Resistance (2009) não chegou a ser um fiasco mas, sinceramente, ficou bem aquém do que se esperava. Usando os mesmos ingredientes que fizeram de Black Holes um sucesso, mas em doses totalmente descontroladas, a banda dividiu opiniões entre os fãs, pra variar.

The 2nd Law, por sua vez, é a consequência óbvia do disco de 2009. Mesma pegada, algumas arestas aparadas e aí está ele, pronto pra você amar ou odiar. O disco trás referências explícitas a Queen, Radiohead e U2 (como de costume), e a adoção de elementos do dubstep — presentes em várias faixas da tracklist, como Madness, Follow Me e The 2nd Law: Unsustainable.

Supremacy e Survival sugam tudo o que podem do pop/rock sinfônico gracioso de Freddie Mercury e cia. Já Animals emula os riffs, a cadência e até os vocais afetados da banda de Thom Yorke. Panic Station é uma mistura descarada de Another One Bites the Dust, do Queen, com Suicide Blondes, do INXS.


Mas tudo isso é apenas mais do mesmo. As únicas surpresas reais de 2nd Law são Save Me e Liquid State, ambas escritas e cantadas pelo baixista Chris Wolstenholme (algo inédito na discografia da banda). A primeira chama atenção por substituir as rajadas de guitarra e efeitos eletrônicos por um instrumental mais suave e uma atmosfera onírica de dream pop. A segunda remonta ao som pesado e sem muitos floreios da época do Origin of Symmetry (2001) e Absolution (2003). As duas canções funcionam muito bem juntas, porém destoam de todo o resto — o que pode acabar desagradando alguns ouvidos.

O duo The 2nd Law: Unsustainable e The 2nd Law: Isolated System fecha o disco com belos arranjos orquestrais, batidas dançantes e um pouco de experimentalismo ao estilo Muse. Elas seguem a cartilha das Exogenesis do Resistance, mas trazem uma pegada eletrônica mais forte, deixando claro qual caminho o Muse quer trilhar daqui pra frente.

Longe de ser o melhor álbum da banda, The 2nd Law não impressiona mas também não decepciona. Ele obtém sucesso naquilo a que se propõe: ser mais um espetáculo suntuoso de megalomania, pequenos plágios e auto-referências. Não gostou? Sinto muito xará, Muse é isso mesmo.

The 2nd Law [2012]

Nota:8.3
Origem:Teignmouth, Inglaterra
Estilos:Alternative, Electronic, Pop/Rock
Selo:Helium-3 / Warner Bros.
Duração:53m35s
Artistas Similares:Coldplay, dredg, Kashmir, Keane, Radiohead

[Faixas]
1. Supremacy
2. Madness
3. Panic Station
4. Prelude
5. Survival
6. Follow Me
7. Animals
8. Explorers
9. Big Freeze
10. Save Me
11. Liquid State
12. The 2nd Law: Unsustainable
13. The 2nd Law: Isolated System

Abaixo vídeo de Panic Station

httpv://www.youtube.com/watch?v=bUY6YOCqoAI

 

Fonte: http://coisamoderna.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O Blog F5, da Folha, informou que Eduardo Sterblitch desfilará de Freddie Mercury Prateado ano que vem pela Mocidade Independente de Padre Miguel.

Ao final de uma pequena entrevista o Blog informou: “No ano que vem, ele vai desfilar em um carro da Mocidade Independente de Padre Miguel caracterizado como o personagem Freddie Mercury Prateado.”

Como informamos no dia 06/09/2012: Freddie Mercury será homenageado no enredo da Mocidade. Para ler a matéria Clique aqui

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br

No programa Pânico na Band deste domingo, 07/10/2012, o humorista Ceará apareceu durante a transmissão do jogo Argentina e Brasil na Globo, e foi tocada We Are the Champions, versão cantada por Robbie Williams para o filme A Knight’s Tale.

httpv://www.youtube.com/watch?v=BMnB4kYwJwU

Por Thiago Araújo
COLABORAÇÃO PARA A SUPERINTERESSANTE

Recentemente, um cientista australiano deu a uma mosca o sugestivo nome de Scaptia beyonceae. Soou familiar? É que a nova “rainha das moscas” é uma homenagem a uma certa cantora pop. Nós do Superlistas achamos o nome inusitado e descobrimos que este não foi o primeiro cientista engraçadinho a homenagear sua celebridade preferida na hora de batizar uma nova espécie. Então, preparamos uma lista com os mais divertidos nomes científicos inspirados em gente famosa.

11. Bumbum de ouro
Scaptia beyonceae é uma mosca raríssima, considerada uma praga em algumas regiões da Austrália. A espécie foi descoberta há décadas, mas ainda não tinha nome. Há duas semanas, Bryan Lessard se inspirou na diva da música pop Beyoncé para batizar o bicho.


Foto: Bryan Lessard/CSIRO e Reprodução/Youtube

O cientista explicou que achou o nome adequado porque o abdômen-inferior da mosca é dourado – parecido com uma roupa que a cantora usa no clipe Bootylicious, do grupo Destiny’s Child, do qual fazia parte. Além do mais, 1981, o ano em que a mosca foi descoberta, também é o ano em que Beyoncé nasceu.


Bryan Lessard posa com suas beyonceae. No detalhe, o abdômen-inferior dourado (Foto: CSIRO)

Apesar da explicação, os fãs da cantora acham que parecido mesmo é o bumbum dourado da mosca, igual ao de Beyoncé.

10, 9 e 8. Os Trilobitas do Rock
Você certamente não se lembra dos Trilobitas, animais marinhos extintos na era Paleozoica, mas vai reconhecer facilmente o nome de duas de suas espécimes-tipo: Aegrotocatellus jaggeri e Perirehaedulus richards são homenagens aos músicos Mick Jagger e Keith Richards, os dinossauros do rock da banda Rolling Stones.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

Segundo nossa amiga Wikipédia, esses animais, que parecem uma mistura de larvas com centopeias, tinham um apurado sentido de visão e trocavam de exoesqueleto várias vezes ao longo da vida. Ah! Também tem um exemplar da ordem dos trilobitas que homenageia Marilyn Monroe. É a Norasaphus monroeae.

7, 6 e 5. Besouros blockbusters

Foto: DEDOC Abril

Tão difícil quanto escrever o nome do ator-governador sem consultar o Google é digitar o nome da sua contrapartida no reino animal: Agra schwarzeneggeri. Segundo os cientistas que descobriram a espécie, o besouro ganhou a alcunha científica porque é metidinho a forte e faz pose de fisiculturista, assim como o nosso exterminador favorito.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

Ainda na mesma família estão Agra katewinsletae e Agra liv, homenagens às atrizes sempre finas Kate Winslet e Liv Tyler, mundialmente conhecidas por seus papéis em filmes-catástrofe Titanic e Armaggedon. Um show de graça e leveza (só que não).


Foto: Wikicommons

4, 3 e 2. Na água, no ar e no seu colchão: um trio de reis
Nosso primeiro rei pertence à ordem dos Isópodes, um grupo de crustáceos que podem viver no mar, em água doce ou ainda na Terra, parentes dos famosos tatuzinhos de jardim. Cirolana mercuryi pode ser encontrado nos recifes de corais da costa da ilha de Bawe, em Zanzibar na Tanzânia, ali no leste Africano. E quem é o tanzaniano mais famoso de todos tempos? Freddie Mercury, que nasceu no arquipélago em 1946, quando ainda ele era um protetorado da Inglaterra.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

James Brown pode ser o grande rei do funk americano, mas no mundo animal ele virou um simples ácaro. Pequeno no tamanho, ostentador no nome: Funkotriplogynium iagobadius. Nesse caso, os cientistas foram além do inconfundível ‘funk’ no início do nome da espécie. Iagoe e badius são os correspondentes em latim para o nome James e a cor marrom (“brown”). Engenhoso.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

No auge da inspiração científica, pesquisadores fãs de Elvis Presley levaram muito a sério alguns versos do sucesso All Shook Up. Na música, o rei do rock diz que “está se coçando”, se sentiu “como um animal selvagem” e que fica “todo arrepiado” quando está apaixonado. Não sei vocês, mas eu ficaria igualzinho perto de uma vespa assassina, dessas que atacam até mesmo as parentes abelhas. Preseucoila imallshookupis é o nome da espécie que faz essa tensa homenagem.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

1. O incrível fungo da fenda do Biquíni
Confessamos a trapaça: a homenagem mais divertida da lista não está no reino animal. E nem no vegetal. Spongiforma squarepantsii (sim, com dois “i” no final) ganhou esse nome porque assim como o Bob Esponja, essa espécie de fungo incha e desincha com a passagem de água.


Bob e seus amigos se divertem com a homenagem: #todasesponjascomemora (Foto: Tom Bruns/Berkley e Nickelodeon)

Em entrevista ao Guardian, o grupo de pesquisadores revelou que os editores da revista científica Mycologia onde foi publicado o estudo rejeitaram o nome porque ele não era sério o suficiente. Um dos cientistas ainda completou: “Precisamos de um pouco de frivolidade nessa ciência meio sem imaginação que amamos”. Nós concordamos.

 

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas
Dica de: Roberto Mercury

Em Outubro a Bullet volta para mais um #role #pesado no coração da Augusta, tendo nesta edição como banda homenageada os ingleses do Queen. A banda de rock britânica composta por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor surgiu em 1971 e vendeu mais de 300 milhões de cópias de seus álbuns no mundo inteiro. Se você gosta do bom e velho rock and roll, aqui é o seu lugar.
 

 

LINE UP:
Luca
Adan Stokinger
Julia Bueno
Felix vs Moicas
e convidados

DATA: 13/10/12
HORÁRIO: 23h
LOCAL: Fordiesel Club
ENDEREÇO: Rua Augusta, 822
Obrigatória a apresentação de RG Original ou CNH na entrada (Somente maiores de 18 anos)

SERVIÇO:
R$10 entrada ou R$25 consuma (lista) – listabullet@hotmail.com
R$15 entrada ou R$35 consuma (porta)

~ Chapelaria por R$5
~ Aniversariantes de Outubro com nome na lista são VIP (Com direito a 1 acompanhante)

Dica de: Roberto Mercury

Atualizado em:10/10/2012

Olá amigos,

Sou designer e nas horas vagas fico fazendo meus projetos particulares, aqueles que a gente sonha, mas que dificilmente sai do computador.

Este (fotos) foi com a temática rock n’roll, pra falar a verdade muito mais Queen que qualquer outra coisa.

Acima da cabeceira da cama tem todas as capas dos LP lançados pela banda emolduradas , além de um painel com uma TV e um home teather pra viajar nos shows e documentários do Queen. Também pensei num quadro bem apresentável e logo abaixo deste um móvel com um aparelho para reproduzir os LPs, sem contar que para fazer as leituras (que são muitas) pensei até num chaise long “Le Corbusier” com uma imagem bem inspiradora ao fundo, nosso eterno Freddie Mercury. Enfim… Eu acredito que a ideia “Quarto Queen” atendeu bem às expetativas. O que acham?

Foram adicionadas mais 15 fotos, imagens com diferentes ângulos e diferentes perspectivas, acredito que agora esteja bem melhor que a primeira idéia.

Os comentários dos fãs Queen Net me ajudaram muito!!

 

 Clique nas imagens para ampliá-las


Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner   Leia Mais em: http://www.queennet.com.br/06/10/2012/quarto-queen-um-projeto-para-o-futuro/?preview=true&preview_id=20263&preview_nonce=a4ea2803e5
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
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Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner

 

Guilherme Tetzner se formou na escola SENAC – Unidade Limeira, no curso Designer de Interiores. O projeto foi elaborado no programa Google Sketchup.

Grande abraço galera. God Save The Queen!

O DVD/Blu-ray Freddie Mercury: The Great Pretender obteve grande venda em sua primeira semana disponível nos Estados Unidos. Os números garantiram a quarta posição na parada geral. Nas próximas semanas o documentário, parte principal da produção, será exibido aos fãs ingleses através da BBC.

 

 

 

 

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Crítico musical Fabian Chacur e o cantor Ricky Vallen participam do quadro ‘Inesquecíveis’

O fim de semana começa muito bem. Ronnie Von recebe, nesta sexta-feira (5), o crítico musical Fabian Chacur e o cantor Ricky Vallen. Eles participam do quadro ‘Inesquecíveis’ para falar sobre a carreira do cantor e compositor Freddie Mercury. Ricky Vallen foi vencedor do concurso de calouros no programa Raul Gil, em 2004. Seguiu gravando álbuns e colocando suas músicas nas trilhas sonoras de novelas, a última foi a canção ‘Sei lá!’, da novela Ti-ti-ti, da Rede Globo.

Com a interrupção do horário político, o ‘Todo Seu’ volta ao ser exibido às 22h20.

 

Fonte: www.panoramabrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O guitarrista do Queen, Brian May, fará uma pequena turnê de shows acústicos em Novembro com a participação especial da vocalista Kerry Ellis.

Apelidado de ‘Born Free tour’, a série de datas levará a dupla a todo o Reino Unido.

Todo o dinheiro arrecadado nas apresentações serão doados à ‘Fundação Born Free’, que trabalha para ajudar a proteger os animais em extinção.

Confira as datas e locais da turnê:

05/11 – Bury St Edmunds, Reino Unido
06/11 – Leamington Spa, Reino Unido
07/11 – Corby, Reino Unido
09/11 – Tunbridge Wells, no Reino Unido
10/11 – Brighton, Reino Unido
11/11 – Londres, Reino Unido
12/11 – St. Albans, Reino Unido
15/11 – Crawley, Reino Unido
16/11 – Portsmouth, Reino Unido
17/11 – Salisbury, Reino Unido
19/11 – High Wycombe, Reino Unido

Fonte: http://whiplash.net

O grande enigma chamado Freddie Mercury

 

CAROLINE SULLIVAN
DO “GUARDIAN”

Em novembro de 1991, dias antes de morrer, Freddie Mercury teve uma reunião com seu empresário para discutir a melhor maneira de revelar ao mundo que tinha Aids. Quando eles chegaram a um acordo sobre os termos do anúncio público que seria feito, o cantor de 45 anos começou a perguntar-se como seria lembrado. “Você pode fazer o que quiser com minha música, mas não me torne desinteressante”, ele pediu.

Seu desejo foi realizado. Vinte e um anos mais tarde, Mercury ainda é o astro de rock dos astros do rock, exercendo magnetismo suficiente para conquistar novos fãs jovens demais para se recordarem dele. Um filme biográfico sobre ele está em preparação. Será estrelado por Sacha Baron Cohen, o ator britânico que interpretou “Borat”, “Bruno” e, mais recentemente, ” O Ditador”.

Brian May (à esq.), Roger Taylor (acima), Freddie Mercury (ao centro) e John Deacon, da banda inglesa Queen
Brian May (à esq.), Roger Taylor (acima), Freddie Mercury (ao centro) e John Deacon, da banda inglesa Queen

Em outubro vai estreia um novo documentário da BBC, “The Great Pretender”, que relata seus últimos cinco anos de vida. Além disso, acaba de ser relançado seu último álbum solo, “Barcelona”, um disco semioperístico que ele gravou com a mezzo-soprano catalã Montserrat Caballé.

No programa da BBC, cujo título é derivado de um single solo de Mercury, de 1987, o cantor é tudo, menos desinteressante. Arredio, exasperador e carismático, sim, mas jamais maçante. Seu lado hedonista, que culminou com uma festa notória de 39 anos em Munique, foi documentado: Mercury é o centro das atenções, enquanto homens vestidos de mulher andam em torno dele e um convidado dança nu.

Isso pode soar relativamente moderado, mas parece que as cenas de libertinagem explícita aconteceram longe das câmeras. O ex-empresário John Reid se recordou do dia como “os últimos dias de Berlim, o último hurra”, depois do qual Mercury acomodou-se em algo que se aproximava de uma vida tranquila. Mas também o vemos com os nervos em frangalhos diante da ideia de trabalhar com Montserrat Caballé, cuja voz ele considerava “a melhor do mundo”.

Há também novas entrevistas com Caballé, com integrantes do Queen e uma série de amigos. Todos concordam em relação a um ponto: Freddie Mercury era um homem meticuloso e generoso cuja vida privada estava totalmente fechada a qualquer pessoa que não fizesse parte de seu círculo íntimo. Para alguém que vendeu algo como 150 milhões de álbuns, ele era notavelmente difícil de conhecer e entender.

GRANDE TRUNFO

Rhys Thomas, o diretor de “The Great Pretender”, diz que essa impenetrabilidade era o grande trunfo de Mercury. “Ele tinha muitas camadas. Era difícil de ser captado.” Thomas cita como exemplo o pouco caso com que Mercury tratou sua doença. “Ele falou ao Queen sobre a doença e depois nunca mais a mencionou. Dois dias antes de ele morrer, Jim Beach (o empresário da banda) foi à casa dele. Freddie tinha parado de tomar seus remédios e tinha ficado cego; ele estava realmente mal. Mas a única coisa da qual quis falar foi sobre a música.”

Freddie Mercury (à dir.) e o guitarrista Brian May durante apresentação do Queen no primeiro Rock in Rio
Freddie Mercury (à dir.) e o guitarrista Brian May durante apresentação do Queen no primeiro Rock in Rio

“[O guitarrista] Brian May estava prestes a lançar um single solo, e Jim estava dizendo que ele devia adiar o lançamento. Mas Freddie falou: ‘Diga a ele para lançar o single. Eu posso morrer a qualquer momento, e que publicidade melhor que essa ele poderia ter?’.” (May realmente lançou o disco, 15 dias depois de Mercury morrer. Chegou ao sexto lugar nas paradas.)

Mercury, cujo nome de nascimento era Farrokh Bulsara, era um artista intensamente físico que dominava cada centímetro do palco. Diante de 70 mil fãs, em estádios em todo o mundo, o cantor intrinsecamente tímido perdia qualquer traço de inibição.

Sacha Baron Cohen não terá um trabalho fácil: ele pode se parecer fisicamente com Mercury –embora seja 18cm mais alto que o cantor, que media 1,74m–, mas será que consegue comandar uma plateia como fazia Freddie? Rhys Thomas ri: “Falei com ele na semana passada e ele está realmente adorando a ideia. Está até tentando aprender a cantar como Freddie, está ensaiando as canções.”

É uma prova de espírito esportivo por parte de Baron Cohen: a voz de Freddie Mercury era uma força da natureza, com o poder de um furacão. Fato interessante, porém, é que ela não era sua voz “real”, ou, pelo menos, é o que diz Montserrat Caballé. Falando ao telefone de Barcelona, ela revela: “Ele tinha voz de barítono. Propus a ele certo dia ‘vamos fazer um pequeno duo de barítono e soprano’, e ele disse ‘não, não, meus fãs só me conhecem como cantor de rock e não vão reconhecer minha voz se eu cantar como barítono’. Então não o convenci a fazer aquilo.”

Mas ele poderia ter acabado por concordar. Caballé acredita que, se Mercury tivesse vivido, teria mergulhado mais fundo na música clássica que o cativou mais e mais em seus últimos anos de vida. “Falávamos em fazer alguma coisa juntos, algo mais clássico. Também falamos em gravar ‘O Fantasma da Ópera’, do qual ele gostava muito. É uma coisa comovente. Eu sabia que ele estava de cama, muito fraco, e quis lhe fazer uma surpresa, gravando ‘o Fantasma’. Telefonei para ele, pus o som perto do telefone e toquei o disco. Ele ficou muito feliz. Falou ‘obrigado, Montsy, eu queria muito ouvir isso’. E essa foi a última vez que falei com ele.”

O letrista Tim Rice, que co-escreveu duas faixas do álbum “Barcelona”, diz que, mesmo assim, Freddie Mercury nunca teria abandonado a banda Queen, que chegou a nº 1 em 1989 com o álbum “The Miracle”, repetindo o feito com “Innuendo” em fevereiro de 1991. “Ele teria continuado a trabalhar com o Queen, mas também estávamos falando em fazer um musical juntos”, diz Rice. “O trágico é que Freddie, se tivesse vivido, poderia ter se tornado um grande compositor de trabalhos teatrais ou até mesmo de ópera. Ele sempre queria aprender mais sobre a música.”

Peter Freestone, que foi assistente pessoal de Mercury durante muito tempo e hoje trabalha como ativista anti-Aids em Praga, concorda. Mesmo quando Freddie Mercury adoeceu, ele viveu para a música. “[Depois de contrair o HIV] ele jamais passou tempo falando comigo, perguntando-se onde ele teria pegado o vírus, em que país, que cidade. Era um fato, estava acontecendo. Ele sabia que ia morrer, então por que perder tempo lamentando o fato? Mas havia uma coisa que ele lamentou no final: que ele ainda tinha música para criar.”

BENEFÍCIOS ADICIONAIS

O estilo de vida luxuoso, a casa em Kensington mobiliada com antiguidades japonesas, a riqueza –tudo isso não passava de benefícios adicionais. O consenso é que Mercury teria voltado a cantar com o Queen e, ao mesmo tempo, formado uma carreira paralela na música clássica.

O cantor Freddie Mercury durante apresentação da banda Queen, em Sydney, na Austrália, em 1985
O cantor Freddie Mercury durante apresentação da banda Queen, em Sydney, na Austrália, em 1985

Os últimos quatro anos de sua vida foram marcados por uma explosão de criatividade sem precedentes, que incluiu não apenas o projeto “Barcelona” e dois álbuns de sucessos, mas também a gravação de várias faixas para “Made in Heaven”, álbum concluído postumamente e lançado em 1995. “Acho que ele não teve ambições que ficaram sem se realizar”, diz Freestone. “Ele se considerava uma pessoa de sorte por ter podido fazer o que fez.”

“Barcelona” foi um dos trabalhos que lhe deu mais orgulho –mas o que ele teria pensado da versão relançada, que substitui os arranjos originais de Mercury, com teclado, por uma orquestra de 80 instrumentos? “Ele teria adorado, teria ficado assombrado. Com a orquestra, os clímaces são muito mais genuínos. O mais perto que eu o vi chegar de chorar foi quando Monteserrat gravou as primeiras faixas vocais para a canção ‘Barcelona’. Havia lágrimas em seus olhos.”

Mas por que ainda há tanto interesse por Freddie Mercury? Seria o fato de ele ser tão avesso à publicidade, como diz Rhys Thomas? Com Mercury, a cortina subiu e depois desceu, e nenhum de nós ficou sabendo mais sobre sua vida real. Ele não viveu até a era da internet; logo, nunca teve a oportunidade de estragar a aura de mistério que o cercava, tuitando e compartilhando tudo. Os roqueiros do século 21 estão nas mãos de seus fãs, são obrigados a expor suas vidas ao escrutínio público. Com Mercury, havia uma senhoril ausência de detalhes.

“Se ele estivesse vivo hoje, iam querer que fosse para ‘Dancing with the Stars’, ‘The X-Factor’ ou sei lá que outros programas”, diz Freestone. “Ele odiaria isso. Hoje em dia as vidas das pessoas são livros abertos. Existe alguma coisa sobre Lady Gaga que não saibamos? Mas a música do Queen é atemporal. Ontem eu saí e assisti a uma banda fazendo covers do Queen, e não havia uma única pessoa na plateia que poderia ter visto Freddie ao vivo –todas eram jovens demais. Mas todos estavam dançando e cantando a letra. Freddie Mercury era enigmático. Tudo o que ele fazia suscitava perguntas que ele não respondia.”

Enquanto isso, os herdeiros de Mercury não param de enriquecer. O musical “We Will Rock You”, baseado nas canções do Queen, comemorou seu 10º aniversário este ano e tem produções sendo encenadas em todo o mundo. E o próprio Queen continua a fazer turnês, com outros cantores no lugar de Mercury. Ironicamente, diz Freestone, o próprio Freddie Mercury talvez ficasse consternado com o fato de o Queen continuar existindo. “Ele odiava a ideia de bandas voltarem juntas. Nada disso!”

Tradução de CLARA ALLAIN.


Fonte: www.folha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Classical Queen em São Carlos – SP

Sexta-Feira – 05/10/12


Classical Queen no Blackmore Rock Bar – SP

Sábado 06/10/2012


Maiores informações: www.classicalqueen.com.br

Com dica de: Roberto Mercury

Ontem, 29/09/2012, aconteceu o ‘Miss Brasil 2012’, e o Desfile de Gala foi ao som da “I Want it All”.

A música começa a partir dos 0:40 segundos e segue até o fim da apresentação das Misses.

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Fonte: www.band.com.br
Enviado por: Fábio Moysés

Show ‘Na Estrada do Rock’ é no próximo sábado (6) no Theatro Pedro II. Músicas do especial fazem parte de DVD gravado ao vivo.

Edinho Santa Cruz e banda se apresentam no Theatro Pedro II (Foto: Fábio Nunes/ Divulgação)
Edinho Santa Cruz e banda se apresentam no Theatro Pedro II (Foto: Fábio Nunes/ Divulgação)

Edinho Santa Cruz e banda revivem clássicos do rock em uma apresentação no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP), no próximo sábado (6). O show “Na Estrada do Rock In Concert” está marcado para as 21h e traz canções que datam desde a década de 1960.

Sucessos de Beatles, Pink Floyd, Dire Straits, Queen, entre outras bandas, estão no repertório do grupo, que registrou o trabalho homônimo ao show em um DVD ao vivo. Edinho sobe ao palco acompanhado de Cillinho (teclados, piano acústico e voz), Glenio Salerno (bateria e voz) e Sandro de Lunna (baixo, violão e voz).

Serviço
O Theatro Pedro II fica na Rua Álvares Cabral, 370, no Centro de Ribeirão Preto.
Ingressos custam R$ 50 para balcão simples e galeria e R$ 70 para plateia, frisa e balcão nobre.
O show é recomendado para maiores de 12 anos.
Informações pelo telefone (16)3977-8111.

 

Fonte: www.g1.com

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara (Stone Town, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi um músico, cantor e compositor britânico, mais conhecido por ter sido vocalista da banda britânica de rock Queen.

É considerado pelos críticos e por diversas votações populares como um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.

Como compositor, Mercury compôs vários sucessos para o Queen, tais como “Bohemian Rhapsody”, “We Are the Champions” e “Love Of My Life”.

Além de seu trabalho com o Queen, Freddie lançou alguns trabalhos em carreira solo, e também, ocasionalmente, atuou como produtor e músico convidado (piano ou voz) para outros artistas.

Ele faleceu de broncopneumonia, causada pela AIDS, em 24 de novembro de 1991, apenas um dia depois de reconhecer publicamente que tinha a doença.

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Fonte:www.celebridadeartpaper.com
Dica de: Roberto Mercury