O Blog F5, da Folha, informou que Eduardo Sterblitch desfilará de Freddie Mercury Prateado ano que vem pela Mocidade Independente de Padre Miguel.

Ao final de uma pequena entrevista o Blog informou: “No ano que vem, ele vai desfilar em um carro da Mocidade Independente de Padre Miguel caracterizado como o personagem Freddie Mercury Prateado.”

Como informamos no dia 06/09/2012: Freddie Mercury será homenageado no enredo da Mocidade. Para ler a matéria Clique aqui

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br

No programa Pânico na Band deste domingo, 07/10/2012, o humorista Ceará apareceu durante a transmissão do jogo Argentina e Brasil na Globo, e foi tocada We Are the Champions, versão cantada por Robbie Williams para o filme A Knight’s Tale.

httpv://www.youtube.com/watch?v=BMnB4kYwJwU

Por Thiago Araújo
COLABORAÇÃO PARA A SUPERINTERESSANTE

Recentemente, um cientista australiano deu a uma mosca o sugestivo nome de Scaptia beyonceae. Soou familiar? É que a nova “rainha das moscas” é uma homenagem a uma certa cantora pop. Nós do Superlistas achamos o nome inusitado e descobrimos que este não foi o primeiro cientista engraçadinho a homenagear sua celebridade preferida na hora de batizar uma nova espécie. Então, preparamos uma lista com os mais divertidos nomes científicos inspirados em gente famosa.

11. Bumbum de ouro
Scaptia beyonceae é uma mosca raríssima, considerada uma praga em algumas regiões da Austrália. A espécie foi descoberta há décadas, mas ainda não tinha nome. Há duas semanas, Bryan Lessard se inspirou na diva da música pop Beyoncé para batizar o bicho.


Foto: Bryan Lessard/CSIRO e Reprodução/Youtube

O cientista explicou que achou o nome adequado porque o abdômen-inferior da mosca é dourado – parecido com uma roupa que a cantora usa no clipe Bootylicious, do grupo Destiny’s Child, do qual fazia parte. Além do mais, 1981, o ano em que a mosca foi descoberta, também é o ano em que Beyoncé nasceu.


Bryan Lessard posa com suas beyonceae. No detalhe, o abdômen-inferior dourado (Foto: CSIRO)

Apesar da explicação, os fãs da cantora acham que parecido mesmo é o bumbum dourado da mosca, igual ao de Beyoncé.

10, 9 e 8. Os Trilobitas do Rock
Você certamente não se lembra dos Trilobitas, animais marinhos extintos na era Paleozoica, mas vai reconhecer facilmente o nome de duas de suas espécimes-tipo: Aegrotocatellus jaggeri e Perirehaedulus richards são homenagens aos músicos Mick Jagger e Keith Richards, os dinossauros do rock da banda Rolling Stones.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

Segundo nossa amiga Wikipédia, esses animais, que parecem uma mistura de larvas com centopeias, tinham um apurado sentido de visão e trocavam de exoesqueleto várias vezes ao longo da vida. Ah! Também tem um exemplar da ordem dos trilobitas que homenageia Marilyn Monroe. É a Norasaphus monroeae.

7, 6 e 5. Besouros blockbusters

Foto: DEDOC Abril

Tão difícil quanto escrever o nome do ator-governador sem consultar o Google é digitar o nome da sua contrapartida no reino animal: Agra schwarzeneggeri. Segundo os cientistas que descobriram a espécie, o besouro ganhou a alcunha científica porque é metidinho a forte e faz pose de fisiculturista, assim como o nosso exterminador favorito.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

Ainda na mesma família estão Agra katewinsletae e Agra liv, homenagens às atrizes sempre finas Kate Winslet e Liv Tyler, mundialmente conhecidas por seus papéis em filmes-catástrofe Titanic e Armaggedon. Um show de graça e leveza (só que não).


Foto: Wikicommons

4, 3 e 2. Na água, no ar e no seu colchão: um trio de reis
Nosso primeiro rei pertence à ordem dos Isópodes, um grupo de crustáceos que podem viver no mar, em água doce ou ainda na Terra, parentes dos famosos tatuzinhos de jardim. Cirolana mercuryi pode ser encontrado nos recifes de corais da costa da ilha de Bawe, em Zanzibar na Tanzânia, ali no leste Africano. E quem é o tanzaniano mais famoso de todos tempos? Freddie Mercury, que nasceu no arquipélago em 1946, quando ainda ele era um protetorado da Inglaterra.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

James Brown pode ser o grande rei do funk americano, mas no mundo animal ele virou um simples ácaro. Pequeno no tamanho, ostentador no nome: Funkotriplogynium iagobadius. Nesse caso, os cientistas foram além do inconfundível ‘funk’ no início do nome da espécie. Iagoe e badius são os correspondentes em latim para o nome James e a cor marrom (“brown”). Engenhoso.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

No auge da inspiração científica, pesquisadores fãs de Elvis Presley levaram muito a sério alguns versos do sucesso All Shook Up. Na música, o rei do rock diz que “está se coçando”, se sentiu “como um animal selvagem” e que fica “todo arrepiado” quando está apaixonado. Não sei vocês, mas eu ficaria igualzinho perto de uma vespa assassina, dessas que atacam até mesmo as parentes abelhas. Preseucoila imallshookupis é o nome da espécie que faz essa tensa homenagem.


Foto: Wikicommons/DEDOC Abril

1. O incrível fungo da fenda do Biquíni
Confessamos a trapaça: a homenagem mais divertida da lista não está no reino animal. E nem no vegetal. Spongiforma squarepantsii (sim, com dois “i” no final) ganhou esse nome porque assim como o Bob Esponja, essa espécie de fungo incha e desincha com a passagem de água.


Bob e seus amigos se divertem com a homenagem: #todasesponjascomemora (Foto: Tom Bruns/Berkley e Nickelodeon)

Em entrevista ao Guardian, o grupo de pesquisadores revelou que os editores da revista científica Mycologia onde foi publicado o estudo rejeitaram o nome porque ele não era sério o suficiente. Um dos cientistas ainda completou: “Precisamos de um pouco de frivolidade nessa ciência meio sem imaginação que amamos”. Nós concordamos.

 

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas
Dica de: Roberto Mercury

Em Outubro a Bullet volta para mais um #role #pesado no coração da Augusta, tendo nesta edição como banda homenageada os ingleses do Queen. A banda de rock britânica composta por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor surgiu em 1971 e vendeu mais de 300 milhões de cópias de seus álbuns no mundo inteiro. Se você gosta do bom e velho rock and roll, aqui é o seu lugar.
 

 

LINE UP:
Luca
Adan Stokinger
Julia Bueno
Felix vs Moicas
e convidados

DATA: 13/10/12
HORÁRIO: 23h
LOCAL: Fordiesel Club
ENDEREÇO: Rua Augusta, 822
Obrigatória a apresentação de RG Original ou CNH na entrada (Somente maiores de 18 anos)

SERVIÇO:
R$10 entrada ou R$25 consuma (lista) – listabullet@hotmail.com
R$15 entrada ou R$35 consuma (porta)

~ Chapelaria por R$5
~ Aniversariantes de Outubro com nome na lista são VIP (Com direito a 1 acompanhante)

Dica de: Roberto Mercury

Atualizado em:10/10/2012

Olá amigos,

Sou designer e nas horas vagas fico fazendo meus projetos particulares, aqueles que a gente sonha, mas que dificilmente sai do computador.

Este (fotos) foi com a temática rock n’roll, pra falar a verdade muito mais Queen que qualquer outra coisa.

Acima da cabeceira da cama tem todas as capas dos LP lançados pela banda emolduradas , além de um painel com uma TV e um home teather pra viajar nos shows e documentários do Queen. Também pensei num quadro bem apresentável e logo abaixo deste um móvel com um aparelho para reproduzir os LPs, sem contar que para fazer as leituras (que são muitas) pensei até num chaise long “Le Corbusier” com uma imagem bem inspiradora ao fundo, nosso eterno Freddie Mercury. Enfim… Eu acredito que a ideia “Quarto Queen” atendeu bem às expetativas. O que acham?

Foram adicionadas mais 15 fotos, imagens com diferentes ângulos e diferentes perspectivas, acredito que agora esteja bem melhor que a primeira idéia.

Os comentários dos fãs Queen Net me ajudaram muito!!

 

 Clique nas imagens para ampliá-las


Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner   Leia Mais em: http://www.queennet.com.br/06/10/2012/quarto-queen-um-projeto-para-o-futuro/?preview=true&preview_id=20263&preview_nonce=a4ea2803e5
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner
Projeto Quarto Queen: Um projeto para o futuro - Por: Guilherme Tetzner

 

Guilherme Tetzner se formou na escola SENAC – Unidade Limeira, no curso Designer de Interiores. O projeto foi elaborado no programa Google Sketchup.

Grande abraço galera. God Save The Queen!

O DVD/Blu-ray Freddie Mercury: The Great Pretender obteve grande venda em sua primeira semana disponível nos Estados Unidos. Os números garantiram a quarta posição na parada geral. Nas próximas semanas o documentário, parte principal da produção, será exibido aos fãs ingleses através da BBC.

 

 

 

 

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Crítico musical Fabian Chacur e o cantor Ricky Vallen participam do quadro ‘Inesquecíveis’

O fim de semana começa muito bem. Ronnie Von recebe, nesta sexta-feira (5), o crítico musical Fabian Chacur e o cantor Ricky Vallen. Eles participam do quadro ‘Inesquecíveis’ para falar sobre a carreira do cantor e compositor Freddie Mercury. Ricky Vallen foi vencedor do concurso de calouros no programa Raul Gil, em 2004. Seguiu gravando álbuns e colocando suas músicas nas trilhas sonoras de novelas, a última foi a canção ‘Sei lá!’, da novela Ti-ti-ti, da Rede Globo.

Com a interrupção do horário político, o ‘Todo Seu’ volta ao ser exibido às 22h20.

 

Fonte: www.panoramabrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O guitarrista do Queen, Brian May, fará uma pequena turnê de shows acústicos em Novembro com a participação especial da vocalista Kerry Ellis.

Apelidado de ‘Born Free tour’, a série de datas levará a dupla a todo o Reino Unido.

Todo o dinheiro arrecadado nas apresentações serão doados à ‘Fundação Born Free’, que trabalha para ajudar a proteger os animais em extinção.

Confira as datas e locais da turnê:

05/11 – Bury St Edmunds, Reino Unido
06/11 – Leamington Spa, Reino Unido
07/11 – Corby, Reino Unido
09/11 – Tunbridge Wells, no Reino Unido
10/11 – Brighton, Reino Unido
11/11 – Londres, Reino Unido
12/11 – St. Albans, Reino Unido
15/11 – Crawley, Reino Unido
16/11 – Portsmouth, Reino Unido
17/11 – Salisbury, Reino Unido
19/11 – High Wycombe, Reino Unido

Fonte: http://whiplash.net

O grande enigma chamado Freddie Mercury

 

CAROLINE SULLIVAN
DO “GUARDIAN”

Em novembro de 1991, dias antes de morrer, Freddie Mercury teve uma reunião com seu empresário para discutir a melhor maneira de revelar ao mundo que tinha Aids. Quando eles chegaram a um acordo sobre os termos do anúncio público que seria feito, o cantor de 45 anos começou a perguntar-se como seria lembrado. “Você pode fazer o que quiser com minha música, mas não me torne desinteressante”, ele pediu.

Seu desejo foi realizado. Vinte e um anos mais tarde, Mercury ainda é o astro de rock dos astros do rock, exercendo magnetismo suficiente para conquistar novos fãs jovens demais para se recordarem dele. Um filme biográfico sobre ele está em preparação. Será estrelado por Sacha Baron Cohen, o ator britânico que interpretou “Borat”, “Bruno” e, mais recentemente, ” O Ditador”.

Brian May (à esq.), Roger Taylor (acima), Freddie Mercury (ao centro) e John Deacon, da banda inglesa Queen
Brian May (à esq.), Roger Taylor (acima), Freddie Mercury (ao centro) e John Deacon, da banda inglesa Queen

Em outubro vai estreia um novo documentário da BBC, “The Great Pretender”, que relata seus últimos cinco anos de vida. Além disso, acaba de ser relançado seu último álbum solo, “Barcelona”, um disco semioperístico que ele gravou com a mezzo-soprano catalã Montserrat Caballé.

No programa da BBC, cujo título é derivado de um single solo de Mercury, de 1987, o cantor é tudo, menos desinteressante. Arredio, exasperador e carismático, sim, mas jamais maçante. Seu lado hedonista, que culminou com uma festa notória de 39 anos em Munique, foi documentado: Mercury é o centro das atenções, enquanto homens vestidos de mulher andam em torno dele e um convidado dança nu.

Isso pode soar relativamente moderado, mas parece que as cenas de libertinagem explícita aconteceram longe das câmeras. O ex-empresário John Reid se recordou do dia como “os últimos dias de Berlim, o último hurra”, depois do qual Mercury acomodou-se em algo que se aproximava de uma vida tranquila. Mas também o vemos com os nervos em frangalhos diante da ideia de trabalhar com Montserrat Caballé, cuja voz ele considerava “a melhor do mundo”.

Há também novas entrevistas com Caballé, com integrantes do Queen e uma série de amigos. Todos concordam em relação a um ponto: Freddie Mercury era um homem meticuloso e generoso cuja vida privada estava totalmente fechada a qualquer pessoa que não fizesse parte de seu círculo íntimo. Para alguém que vendeu algo como 150 milhões de álbuns, ele era notavelmente difícil de conhecer e entender.

GRANDE TRUNFO

Rhys Thomas, o diretor de “The Great Pretender”, diz que essa impenetrabilidade era o grande trunfo de Mercury. “Ele tinha muitas camadas. Era difícil de ser captado.” Thomas cita como exemplo o pouco caso com que Mercury tratou sua doença. “Ele falou ao Queen sobre a doença e depois nunca mais a mencionou. Dois dias antes de ele morrer, Jim Beach (o empresário da banda) foi à casa dele. Freddie tinha parado de tomar seus remédios e tinha ficado cego; ele estava realmente mal. Mas a única coisa da qual quis falar foi sobre a música.”

Freddie Mercury (à dir.) e o guitarrista Brian May durante apresentação do Queen no primeiro Rock in Rio
Freddie Mercury (à dir.) e o guitarrista Brian May durante apresentação do Queen no primeiro Rock in Rio

“[O guitarrista] Brian May estava prestes a lançar um single solo, e Jim estava dizendo que ele devia adiar o lançamento. Mas Freddie falou: ‘Diga a ele para lançar o single. Eu posso morrer a qualquer momento, e que publicidade melhor que essa ele poderia ter?’.” (May realmente lançou o disco, 15 dias depois de Mercury morrer. Chegou ao sexto lugar nas paradas.)

Mercury, cujo nome de nascimento era Farrokh Bulsara, era um artista intensamente físico que dominava cada centímetro do palco. Diante de 70 mil fãs, em estádios em todo o mundo, o cantor intrinsecamente tímido perdia qualquer traço de inibição.

Sacha Baron Cohen não terá um trabalho fácil: ele pode se parecer fisicamente com Mercury –embora seja 18cm mais alto que o cantor, que media 1,74m–, mas será que consegue comandar uma plateia como fazia Freddie? Rhys Thomas ri: “Falei com ele na semana passada e ele está realmente adorando a ideia. Está até tentando aprender a cantar como Freddie, está ensaiando as canções.”

É uma prova de espírito esportivo por parte de Baron Cohen: a voz de Freddie Mercury era uma força da natureza, com o poder de um furacão. Fato interessante, porém, é que ela não era sua voz “real”, ou, pelo menos, é o que diz Montserrat Caballé. Falando ao telefone de Barcelona, ela revela: “Ele tinha voz de barítono. Propus a ele certo dia ‘vamos fazer um pequeno duo de barítono e soprano’, e ele disse ‘não, não, meus fãs só me conhecem como cantor de rock e não vão reconhecer minha voz se eu cantar como barítono’. Então não o convenci a fazer aquilo.”

Mas ele poderia ter acabado por concordar. Caballé acredita que, se Mercury tivesse vivido, teria mergulhado mais fundo na música clássica que o cativou mais e mais em seus últimos anos de vida. “Falávamos em fazer alguma coisa juntos, algo mais clássico. Também falamos em gravar ‘O Fantasma da Ópera’, do qual ele gostava muito. É uma coisa comovente. Eu sabia que ele estava de cama, muito fraco, e quis lhe fazer uma surpresa, gravando ‘o Fantasma’. Telefonei para ele, pus o som perto do telefone e toquei o disco. Ele ficou muito feliz. Falou ‘obrigado, Montsy, eu queria muito ouvir isso’. E essa foi a última vez que falei com ele.”

O letrista Tim Rice, que co-escreveu duas faixas do álbum “Barcelona”, diz que, mesmo assim, Freddie Mercury nunca teria abandonado a banda Queen, que chegou a nº 1 em 1989 com o álbum “The Miracle”, repetindo o feito com “Innuendo” em fevereiro de 1991. “Ele teria continuado a trabalhar com o Queen, mas também estávamos falando em fazer um musical juntos”, diz Rice. “O trágico é que Freddie, se tivesse vivido, poderia ter se tornado um grande compositor de trabalhos teatrais ou até mesmo de ópera. Ele sempre queria aprender mais sobre a música.”

Peter Freestone, que foi assistente pessoal de Mercury durante muito tempo e hoje trabalha como ativista anti-Aids em Praga, concorda. Mesmo quando Freddie Mercury adoeceu, ele viveu para a música. “[Depois de contrair o HIV] ele jamais passou tempo falando comigo, perguntando-se onde ele teria pegado o vírus, em que país, que cidade. Era um fato, estava acontecendo. Ele sabia que ia morrer, então por que perder tempo lamentando o fato? Mas havia uma coisa que ele lamentou no final: que ele ainda tinha música para criar.”

BENEFÍCIOS ADICIONAIS

O estilo de vida luxuoso, a casa em Kensington mobiliada com antiguidades japonesas, a riqueza –tudo isso não passava de benefícios adicionais. O consenso é que Mercury teria voltado a cantar com o Queen e, ao mesmo tempo, formado uma carreira paralela na música clássica.

O cantor Freddie Mercury durante apresentação da banda Queen, em Sydney, na Austrália, em 1985
O cantor Freddie Mercury durante apresentação da banda Queen, em Sydney, na Austrália, em 1985

Os últimos quatro anos de sua vida foram marcados por uma explosão de criatividade sem precedentes, que incluiu não apenas o projeto “Barcelona” e dois álbuns de sucessos, mas também a gravação de várias faixas para “Made in Heaven”, álbum concluído postumamente e lançado em 1995. “Acho que ele não teve ambições que ficaram sem se realizar”, diz Freestone. “Ele se considerava uma pessoa de sorte por ter podido fazer o que fez.”

“Barcelona” foi um dos trabalhos que lhe deu mais orgulho –mas o que ele teria pensado da versão relançada, que substitui os arranjos originais de Mercury, com teclado, por uma orquestra de 80 instrumentos? “Ele teria adorado, teria ficado assombrado. Com a orquestra, os clímaces são muito mais genuínos. O mais perto que eu o vi chegar de chorar foi quando Monteserrat gravou as primeiras faixas vocais para a canção ‘Barcelona’. Havia lágrimas em seus olhos.”

Mas por que ainda há tanto interesse por Freddie Mercury? Seria o fato de ele ser tão avesso à publicidade, como diz Rhys Thomas? Com Mercury, a cortina subiu e depois desceu, e nenhum de nós ficou sabendo mais sobre sua vida real. Ele não viveu até a era da internet; logo, nunca teve a oportunidade de estragar a aura de mistério que o cercava, tuitando e compartilhando tudo. Os roqueiros do século 21 estão nas mãos de seus fãs, são obrigados a expor suas vidas ao escrutínio público. Com Mercury, havia uma senhoril ausência de detalhes.

“Se ele estivesse vivo hoje, iam querer que fosse para ‘Dancing with the Stars’, ‘The X-Factor’ ou sei lá que outros programas”, diz Freestone. “Ele odiaria isso. Hoje em dia as vidas das pessoas são livros abertos. Existe alguma coisa sobre Lady Gaga que não saibamos? Mas a música do Queen é atemporal. Ontem eu saí e assisti a uma banda fazendo covers do Queen, e não havia uma única pessoa na plateia que poderia ter visto Freddie ao vivo –todas eram jovens demais. Mas todos estavam dançando e cantando a letra. Freddie Mercury era enigmático. Tudo o que ele fazia suscitava perguntas que ele não respondia.”

Enquanto isso, os herdeiros de Mercury não param de enriquecer. O musical “We Will Rock You”, baseado nas canções do Queen, comemorou seu 10º aniversário este ano e tem produções sendo encenadas em todo o mundo. E o próprio Queen continua a fazer turnês, com outros cantores no lugar de Mercury. Ironicamente, diz Freestone, o próprio Freddie Mercury talvez ficasse consternado com o fato de o Queen continuar existindo. “Ele odiava a ideia de bandas voltarem juntas. Nada disso!”

Tradução de CLARA ALLAIN.


Fonte: www.folha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Classical Queen em São Carlos – SP

Sexta-Feira – 05/10/12


Classical Queen no Blackmore Rock Bar – SP

Sábado 06/10/2012


Maiores informações: www.classicalqueen.com.br

Com dica de: Roberto Mercury

Ontem, 29/09/2012, aconteceu o ‘Miss Brasil 2012’, e o Desfile de Gala foi ao som da “I Want it All”.

A música começa a partir dos 0:40 segundos e segue até o fim da apresentação das Misses.

[flashvideo file=http://webcast.sambatech.com.br/802E76/origin1/account/65/8/2012-09-29/video/362c379e920dea333c2107bb805b16fc/MISSGALA.mxfMISSGALA.1.mp4 /]

Fonte: www.band.com.br
Enviado por: Fábio Moysés

Show ‘Na Estrada do Rock’ é no próximo sábado (6) no Theatro Pedro II. Músicas do especial fazem parte de DVD gravado ao vivo.

Edinho Santa Cruz e banda se apresentam no Theatro Pedro II (Foto: Fábio Nunes/ Divulgação)
Edinho Santa Cruz e banda se apresentam no Theatro Pedro II (Foto: Fábio Nunes/ Divulgação)

Edinho Santa Cruz e banda revivem clássicos do rock em uma apresentação no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP), no próximo sábado (6). O show “Na Estrada do Rock In Concert” está marcado para as 21h e traz canções que datam desde a década de 1960.

Sucessos de Beatles, Pink Floyd, Dire Straits, Queen, entre outras bandas, estão no repertório do grupo, que registrou o trabalho homônimo ao show em um DVD ao vivo. Edinho sobe ao palco acompanhado de Cillinho (teclados, piano acústico e voz), Glenio Salerno (bateria e voz) e Sandro de Lunna (baixo, violão e voz).

Serviço
O Theatro Pedro II fica na Rua Álvares Cabral, 370, no Centro de Ribeirão Preto.
Ingressos custam R$ 50 para balcão simples e galeria e R$ 70 para plateia, frisa e balcão nobre.
O show é recomendado para maiores de 12 anos.
Informações pelo telefone (16)3977-8111.

 

Fonte: www.g1.com

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara (Stone Town, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi um músico, cantor e compositor britânico, mais conhecido por ter sido vocalista da banda britânica de rock Queen.

É considerado pelos críticos e por diversas votações populares como um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.

Como compositor, Mercury compôs vários sucessos para o Queen, tais como “Bohemian Rhapsody”, “We Are the Champions” e “Love Of My Life”.

Além de seu trabalho com o Queen, Freddie lançou alguns trabalhos em carreira solo, e também, ocasionalmente, atuou como produtor e músico convidado (piano ou voz) para outros artistas.

Ele faleceu de broncopneumonia, causada pela AIDS, em 24 de novembro de 1991, apenas um dia depois de reconhecer publicamente que tinha a doença.

Clique para Ampliar
Clique para Ampliar

Fonte:www.celebridadeartpaper.com
Dica de: Roberto Mercury

Tendo recentemente comemorado seu aniversário de 10 anos, e com mais de 4.000 apresentações para um público de mais de 6,4 milhões, somente em Londres, o espetáculo “WE WILL ROCK YOU” vai lançar uma edição de aniversário. A versão original do álbum superou as vendas de platina.

Para quem não recorda, no dia 14 de maio de 2002, um musical ou “teatro de rock” baseado nas canções da banda de rock britânica Queen, intitulado de We Will Rock You, estreou no DOMINION THEATRE no West End de Londres. O musical foi escrito pelo comediante e autor inglês BEN ELTON em colaboração com BRIAN MAY e ROGER TAYLOR. O Espetáculo foi, desde então, apresentado em Barcelona, Espanha; Melbourne, Austrália, Amsterdã, Países Baixos e Las Vegas, Nevada, Estados Unidos da América, além de um show no Japão.

Agora 10 anos depois será lançada uma edição de 10 anos de aniversário esta nova edição vem especialmente redesenhada para marcar a data e agora contém um disco bônus com 11 faixas anteriormente indisponíveis incluindo performances do QUEEN.

O “We Will Rock You 10th Anniversary Edition” special 2CD será lançado dia 15 de outubro via EMI Records.

Tracklisting:

CD 1 Original album

1. Innuendo (2012 – Remaster)
2. Radio Ga Ga (2012 – Remaster)
3. I Want To Break Free (2012 – Remaster)
4. Somebody To Love (2012 – Remaster)
5. Killer Queen (2012 – Remaster)
6. Play The Game (2012 – Remaster)
7. Under Pressure (2012 – Remaster)
8. A Kind Of Magic (2012 – Remaster)
9. I Want It All (2012 – Remaster)
10. Headlong (2012 – Remaster)
11. No-One But You (Only The Good Die Young) [2012 – Remaster]
12. Ogre Battle (Instrumental) [2012 – Remaster]
13. One Vision (2012 – Remaster)
14. Who Wants To Live Forever (2012 – Remaster)
15. Flash (2012 – Remaster)
16. Seven Seas Of Rhye (2012 – Remaster)
17. Don’t Stop Me Now (2012 – Remaster)
18. Another One Bites The Dust (2012 – Remaster)
19. Hammer To Fall (2012 – Remaster)
20. These Are The Days Of Our Lives (2012 – Remaster)
21. We Will Rock You (2012 – Remaster)
22. We Are The Champions (2012 – Remaster)
23. We Will Rock You (Fast Version) [Instrumental] [2012 – Remaster]
24. Bohemian Rhapsody (2012 – Remaster)

CD 2 Bonus Disc

1. Another One Bites The Dust 2003 remix Queen + Annie Crummer (Annie played Killer Queen in Australian Production)
2. Sólo Por Ti (No-One But You) (Short Version) Queen + Eva Maria Cortes (Eva Maria played Meat in the Spanish production) (in Spanish)
3. Sin Control (Headlong) The Spanish Cast (in Spanish)
4. Algo Loco Es El Amor (Crazy Little Thing Called Love) The Spanish Cast (in Spanish)
5. Killer Queen – The German Cast (in German)
6. Play The Game – The German Cast (in German)
7. Bohemian Rhapsody (‘Party At The Palace’ Live at Buckingham Palace, 2002) Queen + The London Cast
8. Radio Ga Ga [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] The German Cast (in English)
9. Somebody To Love [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] The German Cast (in English)
10. We Will Rock You [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] Queen + The German Cast (in English)
11. We Are The Champions [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] Queen + The German Cast (in English)

Fonte: http://whiplash.net

Um dos maiores nomes do heavy metal nacional, André Matos passa por Belo Horizonte neste sábado (29) numa turnê comemorativa dos 25 anos da banda Viper. Além disso, ele acaba de colocar no mercado seu terceiro álbum solo, “Turn of the Lights”. Confira, na íntegra, a conversa do roqueiro com o Hoje em Dia.

Abaixo trecho da entrevista em que Andreé cita Queen e Freddie.

Quais são suas principais inspirações?

Música erudita! (risos) – E também os clássicos do Metal, como Judas Priest, Iron Maiden, Black Sabbath, Deep Purple… Com o tempo, se aprende a ouvir de tudo e prestar atenção a qualquer coisa que tenha qualidade. Sou um grande fã de Peter Gabriel e Kate Bush, por exemplo. E, como não poderia deixar de ser, considero o Queen a banda mais completa de rock de todos os tempos – e Freddie Mercury, o vocalista preferido.

para ler e entrevista completa Clique Aqui

Fonte: www.hojeemdia.com.br


Com praticamente trinta anos de carreira, Jeff Scott Soto vem a Goiânia divulgar seu novo disco, Damage Control. Ao longo desse tempo, já esteve – e está – envolvido em vários projetos, como a épica banda progressiva Trans Siberian Orchestra e a novata W.E.T.. Ficou famoso ao tocar ao lado de Yngwie Malmsteen nos anos 80, foi compositor e vocalista da banda imaginária Steel Dragon, do filme RockStar e foi membro da Talisman, até a dissolução da mesma em 2007 após a morte de Marcel Jacob. Influenciado por Freddie Mercury e Steve Perry, Jeff Scott Soto é conhecido hoje como uma das vozes mais marcantes do rock’n roll.

Por José Abrão
Fotos: José Jair Bazán

Pra começar, você já fez vários tributos a seus ídolos, como Dio, Iron Maiden, Freddie Mercury, Ozzy. Qual teve o maior impacto na sua carreira e na sua vida?

Jeff Scott Soto: Bom, a maior parte dos tributos são sessões que eu sou contratado para fazer, não é exatamente porque eles são meus ídolos e influência. Dos que você disse, quem foi uma enorme influência foi Freddie Mercury, é claro. O que eu posso dizer, ele e a Queen foram uma das minhas maiores inspirações e influências quando eu era criança e adolescente, naturalmente esse foi o maior impacto em comparação aos outros caras. Eu amo Aerosmith e Ozzy e todas as coisas que eu gravei tributos, mas no âmbito de impacto e influência, é definitivamente Freddie Mercury.

Já que você mencionou o Queen, eu gostaria de saber, como o Queen Extravaganza aconteceu? Como você se envolveu no projeto?

JSS: Eu sabia dessa ideia que o Roger(Taylor, baterista do Queen) e o Brian(May, guitarrista do Queen) falavam a anos e que demorou um tempo pra acontecer porque ambos estavam ocupados com suas próprias coisas, assim como outras relacionadas ao Queen e essa era uma ideia que não era tão prioritária na época. Então finalmente o Roger quis fazer, mas o Brian estava muito ocupado então resolveram se dividir: Roger ia tomar conta do Queen Extravaganza enquanto o Brian se concentrava no musical e em outros assuntos do Queen. E então no começo, há uns três anos atrás, eu sabia dessa ideia, nós a discutimos, ensaiamos algumas coisas e algumas ideias sobre o que eles queriam fazer, quando o Roger assumiu o projeto e botou o pé no acelerador e fez acontecer. Ele me ligou e me perguntou se eu estaria interessado em fazer parte disso e é claro que eu disse sim.

Da última vez que você esteve no Brasil você tinha acabado de sair de uma turnê com a Trans Siberian Orchestra. Como foi? Digo, é enorme!
JSS: Eu faço turnê com eles todo ano, já estou indo pra minha quinta turnê, recomeçamos no mês que vem. Desde 2008, que foi quando eu fiz pela primeira vez. Nós fazemos duas turnês separadas, a Winter Tour (Turnê de Inverno), que são dos álbuns relacionados ao Natal e a Spring Tour (Turnê de Primavera) que são sobre os álbuns não relacionados a temas natalinos. Há muita coisa acontecendo com a TSO, eles estão expandindo para coisas novas, novas histórias, novas produções o tempo todo. Eu sou parte da família TSO agora e tenho certeza de que farei muito projetos diferentes com eles no futuro.

Você tem – e tinha – vários projetos. É uma coisa de workaholic ou você se sente limitado com um projeto só?

JSS: Infelizmente, uma banda só não paga as contas. Eu vejo o que eu faço e não é porque não estou comprometido com um único projeto. É claro, eu adoraria estar comprometido com um projeto só. Mas eu tenho que me sustentar, pra começo de conversa, e se quero fazer da música meu ganha pão, então tenho que me envolver em várias coisas que me permitam isso. Mas neste ponto da minha carreira eu cheguei em um patamar em que eu posso escolher os projetos dos quais eu quero fazer parte, posso dizer sim e não. Eu fiz coisas no passado que eu provavelmente diria não agora e tudo o que eu faço agora foram projetos dos quais eu escolhi fazer parte. Não é workaholic, desde que eu agende tudo direitinho, dá pra fazer tudo.

Você é um fã do Steve Perry, do Journey e você teve a chance de ser o vocalista do Journey por um tempo. Como você se sentiu?

JSS: Foi uma ótima experiência. Eu acho que Steve Perry e Freddie Mercury foram os vocalistas que mais causaram impacto na minha vida. Eu sabia todas as letras de todas as músicas do Journey e por isso nem precisei pensar na escolha de me juntar a eles, eu sabia que eu podia assumir aquela posição. Foi ruim que não continuamos, mas tudo acontece por uma razão e estou feliz por não estar mais com eles.

Para o seu novo álbum, o Damage Control, de onde você tirou sua inspiração?

JSS: Eu queria que ele fosse rock’n roll de novo. Meu último álbum, o Beautiful Mess, era mais pop e tinha uma base mais de R&B e um som mais soul, o que era algo que eu queria fazer há muito tempo. Com minha carreira solo eu gosto de misturar e fazer coisas que eu não faria com nenhum outro grupo. Com o Talisman eu não faria muitas das coisas que faço na minha carreira solo, por isso é minha carreira solo: eu posso me expressar como um artista solo. Quando chegou a hora de fazer esse novo disco eu não queria fazer nada além de um álbum de hard rock, por isso fui inspirado a pegar pesado. Até mesmo no próximo álbum eu quero ficar mais pesado.

Você já está compondo para o próximo álbum?

JSS: Estou começando a juntar algumas ideias, provavelmente não vou voltar para o estúdio até o verão do ano que vem, mas estou juntando ideias agora pra depois falar “ok, essa turnê acabou”, não quero correr com as coisas para o estúdio, quero ir juntando tudo aos poucos pra estar preparado quando chegar lá, para ter uma variedade de material do qual escolher.

Você tem dois músicos brasileiros na banda, o Edu e o BJ, como você os conheceu e como eles se tornaram parte da sua banda?

JSS: Eles faziam parte da banda de apoio quando eu vim pra São Paulo pela primeira vez em 2001. Eu vim sozinho, o produtor que me trouxe disse que não podia trazer minha banda completa, mas disse que eu podia confiar nesses caras pra fazerem meus shows e nos tornamos muito amigos naqueles poucos shows que fizemos e toda vez que eu vinha ao Brasil a banda da qual eles faziam parte, a Tempestt, abria os meus shows porque éramos grandes amigos e eu os acho muito talentosos. Aí em 2008 eu fiz uma turnê em que eu apresentei o Tempestt para o público europeu sabe, Jeff Scott Soto Apresenta: Tempestt. Fizemos umas 3 ou 4 semanas de shows e eles tocavam metade do set list e depois eu fazia a outra metade com eles. Porque eu queria que as pessoas vissem e conhecessem essa banda e foi aí que eu percebi que eu realmente queria esses dois caras na minha banda, não só pelas suas personalidades, mas sua técnica era tudo o que eu precisava para completar o meu line-up.

Você gosta daqui? Tem alguma banda brasileira com a qual você gostaria de se envolver?

JSS: Eu realmente não conheço o cenário musical brasileiro. Eu conheço Sepultura, Angra e Shaaman, sabe. São três das poucas que eu conheço. Não me interesso muito pela música cultural, como samba, mas também conheço pouco das bandas de hard rock daqui. E quando estou aqui, estamos sempre trabalhando muito e não tenho tempo pra relaxar e conhecer. Nos meus dias de folga eu apago pra estar pronto para a próxima parada para que os shows fiquem bons. Talvez algum dia eu tenha a chance de experimentar melhor.

E que tal vir para o Brasil e realizar um projeto aqui?

JSS: Na verdade, eu vou gastar mais tempo produzindo meu próximo álbum, gastar mais tempo compondo com os caras e outros músicos locais que eu conheci enquanto gravava o Damage Control. Eu fiquei tão satisfeito que realmente gostaria de tirar um tempo e vir passar um tempo com eles e trabalharmos juntos para ver se temos uma nova vibe, uma nova experiência. E como você disse, acho que vou ter que vir pra cá passar uns dias.

Sobre os fãs do Malmsteen e do Talisman, eles podem ter alguma esperança de uma turnê ou um álbum?

JSS: Fãs do Malmsteen: muito improvável. Eu trabalhei com o Yingwie há trinta anos atrás, foi um trabalho clássico e não tenho desejo de revisitá-lo. Quanto ao Talisman, há sempre a chance de fazermos uma turnê de reunião ou uma turnê tributo, mas não faríamos outro álbum, ou não faríamos um álbum nos chamando de Talisman sem o Marcel(Jacob), não me interessaria. Ele era a espinha dorsal da Talisman, era a grande mente por trás da banda, o líder, tanto em composição quanto em fazendo as coisas acontecerem e seria estranho usar o nome Talisman. Eu preferiria gravar algo que soa como Talisman e lançar com o meu nome. Usar o nome Talisman seria uma eploração.

E quando você volta para o Brasil?

JSS: Bem, parece que eu venho aqui todo ano e sempre tenho uma boa desculpa ou uma boa razão para vir aqui, então direi 2013. Mas uma coisa eu prometo, já disse isso em outras oportunidades: meu último DVD ao vivo foi em 2009, em Madri, e eu acho que o próximo tem que ser feito no Brasil, temos que fazer um DVD ao vivo no Brasil, se pudermos bancar, se pudermos fazer acontecer, eu gostaria de gravar músicas em cidades diferentes, como algumas bandas já fizeram. Já fiz muitos ao vivo de um show só, mas seria legal conseguir pegar de cidades diferentes, atmosferas diferentes, vibes diferentes, palcos e noites diferentes. A mágica acontece em vários lugares diferentes, às vezes não dá pra pegar isso só em um show. Se eu fizer em várias cidades posso falar “música tal em tal cidade ficou incrível!” e montar isso com vários lugares. Acho que isso seria um pacote bacana pra se fazer no Brasil.

Fonte: www.paralelomundi.com
Dica de: Roberto Mercury

F. MERCURY & M. CABALLÉ
BARCELONA
Gravadora: Universal
Preço médio: R$ 25.00

ÓTIMO

O cantor Freddie Mercury sempre disse que não tinha limites em sua vida, especialmente artísticos. Quando lançou o pouco inspirado Mr. Nice Bad Guy, em 1985, o seu primeiro álbum solo, ficou irado com as críticas negativas, entre elas a de que abusava da autoindulgência e de fugir do estilo grandioso de sua banda apelando para a música pop comum e seu brilho. A resposta veio dois anos depois, seguindo o conselho do amigo David Bowie: surpreenda com algo diferente. A música Barcelona, compacto que vendeu muito em 1987, tinha toda a megalomania que caracterizava Mercury, mas com um verniz erudito. A associação com a soprano espanhola Montserrat Caballé foi um sucesso ao unir rock e ópera de forma inusitada. Vinte e cinco anos depois, o álbum Barcelona, ganha uma reedição comemorativa bem simplesinha, com apenas uma faixa bônus. Ainda causa certa estranheza ouvir a potente voz de Mercury e as firulas de Caballé – aparentemente há uma incompatibilidade de estilos. Uma segunda audição ameniza o impacto e mostra coisas interessantes como The Golden Boy, The Fallen Priest e Overture Piccante.

 

Fonte: www.estadao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Na ocasião, a colaboração entre Freddie Mercury e a soprano catalã Montserrat Caballé — saiba mais aqui — não foi exatamente uma surpresa para os fãs do Queen. Ao longo de sua discografia, o quarteto inglês flertou várias vezes com elementos de ópera. Vejamos alguns exemplos

Em seus quase sete minutos (!) de duração, a épica “Innuendo”, faixa-título do último álbum do Queen lançado em vida por Freddie Mercury, em 1991, é pura ambição. Além da letra de rara sensibilidade, o (inusitado) arranjo, tal qual uma peça sinfônica, apresenta vários “movimentos”: rock, música flamenca e um trecho com intrincados vocais com clara influência operística. Devido ao estado de saúde do vocalista, a banda aparece no vídeo através de imagens de outros clipes — em especial, da excelente “Breakthru” —, submetidas a efeitos de computação gráfica:

httpv://www.youtube.com/watch?v=eKClwkbDO1o

A introdução de “It’s a Hard Life”, de The Works [1984], cita a ópera Pagliacci* — mais precisamente, a ária “Vesti La Giubba” —, do italiano Ruggero Leoncavallo. Embora não tenha obtido o mesmo destaque de outras faixas do mesmo álbum, como “Radio Ga Ga” e “I Want To Break Free”, trata-se, sem dúvida, de uma das mais belas canções do Queen — a letra é simplesmente magnífica —, a despeito de toda a afetação de Freddie Mercury no vídeo. Por sinal, a julgar pela indumentária dos integrantes da banda, a ação do clipe se passa no tempo de Luís XV:

* Curiosamente, os Titãs citaram a mesma ópera na faixa “Ridi Pagliaccio”, do CD Domingo, de 1995 (“Ridi Pagliaccio / ridi di che? / Ridi Pagliaccio / Ridi di me”).

httpv://www.youtube.com/watch?v=uHP-qgzUVLM

Naturalmente, não poderíamos esquecer da clássica “Bohemian Rhapsody” — faixa do álbum sintomaticamente intitulado… A Night At The Opera [1975] —, que permanece impactante até os dias atuais. E que dispensa comentários:

httpv://www.youtube.com/watch?v=fJ9rUzIMcZQ

 

Fonte: http://tomneto.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A gente vive num momento de alta tecnologia, que possibilita a qualquer pessoa cantar bem.

Afinal de contas, é só jogar um efeito na voz, consertar as partes desafinadas e pronto, nasceu um cantor. Até em apresentação ao vivo os cantores produzidos em estúdio podem cantar bem.

Maas, essa mesma tecnologia permitiu que a gente pudesse ouvir grandes cantores, como Freddie Mercury, David Bowie, John Lennon e Paul McCartney, soltando a voz de verdade.

O site britânico NME fez uma listinha bem bacana, com alguns vídeos que andam circulando na internet, de grandes músicas e artistas que tiveram a voz separada do resto dos instrumentais.

Essas versões acapella são imperdíveis. Confira:

Queen e David Bowie – Under Pressure
Esse é um dos áudios mais impressionantes, de arrepiar mesmo. Toda a magia da voz de Freddie Mercury, e o David Bowie também não fica para trás. INCRÍVEL.

httpv://www.youtube.com/watch?v=uMQb9LCNGxs

Beatles – Don’t let me down
Aqui a gente ouve John Lennon a plenos pulmões e sir Paul fazendo os backing vocals.

httpv://www.youtube.com/watch?v=X_1b0nZONes

Michael Jackson – Billie Jean
Os maravilhosos “soluços” do rei do pop, aqui claro e limpo.

httpv://www.youtube.com/watch?v=S9mkIySejJQ

Nirvana – Smells Like Teen Spirit
Kurt Cobain vive nesse áudio, gente. (o vocal começa nos 38 segundos)

httpv://www.youtube.com/watch?v=GmUR7sjcuzQ

Rolling Stones – Gimme Shelter
A voz do Mick Jagger com alma negra e uns backing vocals lindos de mulher.

httpv://www.youtube.com/watch?v=y5rUKbI3Y-M

The Ronettes – Baby I Love You
O grupo feminino que foi sensação nos anos sessenta, aqui só os vocais da líder Ronnie Spector.

httpv://www.youtube.com/watch?v=zM4wLjD6Clg

 

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/hype
Dica de: Roberto Mercury