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Tendo recentemente comemorado seu aniversário de 10 anos, e com mais de 4.000 apresentações para um público de mais de 6,4 milhões, somente em Londres, o espetáculo “WE WILL ROCK YOU” vai lançar uma edição de aniversário. A versão original do álbum superou as vendas de platina.
Para quem não recorda, no dia 14 de maio de 2002, um musical ou “teatro de rock” baseado nas canções da banda de rock britânica Queen, intitulado de We Will Rock You, estreou no DOMINION THEATRE no West End de Londres. O musical foi escrito pelo comediante e autor inglês BEN ELTON em colaboração com BRIAN MAY e ROGER TAYLOR. O Espetáculo foi, desde então, apresentado em Barcelona, Espanha; Melbourne, Austrália, Amsterdã, Países Baixos e Las Vegas, Nevada, Estados Unidos da América, além de um show no Japão.
Agora 10 anos depois será lançada uma edição de 10 anos de aniversário esta nova edição vem especialmente redesenhada para marcar a data e agora contém um disco bônus com 11 faixas anteriormente indisponíveis incluindo performances do QUEEN.
O “We Will Rock You 10th Anniversary Edition” special 2CD será lançado dia 15 de outubro via EMI Records.
Tracklisting:
CD 1 Original album
1. Innuendo (2012 – Remaster)
2. Radio Ga Ga (2012 – Remaster)
3. I Want To Break Free (2012 – Remaster)
4. Somebody To Love (2012 – Remaster)
5. Killer Queen (2012 – Remaster)
6. Play The Game (2012 – Remaster)
7. Under Pressure (2012 – Remaster)
8. A Kind Of Magic (2012 – Remaster)
9. I Want It All (2012 – Remaster)
10. Headlong (2012 – Remaster)
11. No-One But You (Only The Good Die Young) [2012 – Remaster]
12. Ogre Battle (Instrumental) [2012 – Remaster]
13. One Vision (2012 – Remaster)
14. Who Wants To Live Forever (2012 – Remaster)
15. Flash (2012 – Remaster)
16. Seven Seas Of Rhye (2012 – Remaster)
17. Don’t Stop Me Now (2012 – Remaster)
18. Another One Bites The Dust (2012 – Remaster)
19. Hammer To Fall (2012 – Remaster)
20. These Are The Days Of Our Lives (2012 – Remaster)
21. We Will Rock You (2012 – Remaster)
22. We Are The Champions (2012 – Remaster)
23. We Will Rock You (Fast Version) [Instrumental] [2012 – Remaster]
24. Bohemian Rhapsody (2012 – Remaster)
CD 2 Bonus Disc
1. Another One Bites The Dust 2003 remix Queen + Annie Crummer (Annie played Killer Queen in Australian Production)
2. Sólo Por Ti (No-One But You) (Short Version) Queen + Eva Maria Cortes (Eva Maria played Meat in the Spanish production) (in Spanish)
3. Sin Control (Headlong) The Spanish Cast (in Spanish)
4. Algo Loco Es El Amor (Crazy Little Thing Called Love) The Spanish Cast (in Spanish)
5. Killer Queen – The German Cast (in German)
6. Play The Game – The German Cast (in German)
7. Bohemian Rhapsody (‘Party At The Palace’ Live at Buckingham Palace, 2002) Queen + The London Cast
8. Radio Ga Ga [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] The German Cast (in English)
9. Somebody To Love [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] The German Cast (in English)
10. We Will Rock You [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] Queen + The German Cast (in English)
11. We Are The Champions [“Wetten Das” German TV Live Performance, 2004] Queen + The German Cast (in English)
Fonte: http://whiplash.net
Um dos maiores nomes do heavy metal nacional, André Matos passa por Belo Horizonte neste sábado (29) numa turnê comemorativa dos 25 anos da banda Viper. Além disso, ele acaba de colocar no mercado seu terceiro álbum solo, “Turn of the Lights”. Confira, na íntegra, a conversa do roqueiro com o Hoje em Dia.
Abaixo trecho da entrevista em que Andreé cita Queen e Freddie.
Quais são suas principais inspirações?
Música erudita! (risos) – E também os clássicos do Metal, como Judas Priest, Iron Maiden, Black Sabbath, Deep Purple… Com o tempo, se aprende a ouvir de tudo e prestar atenção a qualquer coisa que tenha qualidade. Sou um grande fã de Peter Gabriel e Kate Bush, por exemplo. E, como não poderia deixar de ser, considero o Queen a banda mais completa de rock de todos os tempos – e Freddie Mercury, o vocalista preferido.
para ler e entrevista completa Clique Aqui
Fonte: www.hojeemdia.com.br

Com praticamente trinta anos de carreira, Jeff Scott Soto vem a Goiânia divulgar seu novo disco, Damage Control. Ao longo desse tempo, já esteve – e está – envolvido em vários projetos, como a épica banda progressiva Trans Siberian Orchestra e a novata W.E.T.. Ficou famoso ao tocar ao lado de Yngwie Malmsteen nos anos 80, foi compositor e vocalista da banda imaginária Steel Dragon, do filme RockStar e foi membro da Talisman, até a dissolução da mesma em 2007 após a morte de Marcel Jacob. Influenciado por Freddie Mercury e Steve Perry, Jeff Scott Soto é conhecido hoje como uma das vozes mais marcantes do rock’n roll.
Por José Abrão
Fotos: José Jair Bazán
Pra começar, você já fez vários tributos a seus ídolos, como Dio, Iron Maiden, Freddie Mercury, Ozzy. Qual teve o maior impacto na sua carreira e na sua vida?
Jeff Scott Soto: Bom, a maior parte dos tributos são sessões que eu sou contratado para fazer, não é exatamente porque eles são meus ídolos e influência. Dos que você disse, quem foi uma enorme influência foi Freddie Mercury, é claro. O que eu posso dizer, ele e a Queen foram uma das minhas maiores inspirações e influências quando eu era criança e adolescente, naturalmente esse foi o maior impacto em comparação aos outros caras. Eu amo Aerosmith e Ozzy e todas as coisas que eu gravei tributos, mas no âmbito de impacto e influência, é definitivamente Freddie Mercury.
Já que você mencionou o Queen, eu gostaria de saber, como o Queen Extravaganza aconteceu? Como você se envolveu no projeto?
JSS: Eu sabia dessa ideia que o Roger(Taylor, baterista do Queen) e o Brian(May, guitarrista do Queen) falavam a anos e que demorou um tempo pra acontecer porque ambos estavam ocupados com suas próprias coisas, assim como outras relacionadas ao Queen e essa era uma ideia que não era tão prioritária na época. Então finalmente o Roger quis fazer, mas o Brian estava muito ocupado então resolveram se dividir: Roger ia tomar conta do Queen Extravaganza enquanto o Brian se concentrava no musical e em outros assuntos do Queen. E então no começo, há uns três anos atrás, eu sabia dessa ideia, nós a discutimos, ensaiamos algumas coisas e algumas ideias sobre o que eles queriam fazer, quando o Roger assumiu o projeto e botou o pé no acelerador e fez acontecer. Ele me ligou e me perguntou se eu estaria interessado em fazer parte disso e é claro que eu disse sim.
Da última vez que você esteve no Brasil você tinha acabado de sair de uma turnê com a Trans Siberian Orchestra. Como foi? Digo, é enorme!
JSS: Eu faço turnê com eles todo ano, já estou indo pra minha quinta turnê, recomeçamos no mês que vem. Desde 2008, que foi quando eu fiz pela primeira vez. Nós fazemos duas turnês separadas, a Winter Tour (Turnê de Inverno), que são dos álbuns relacionados ao Natal e a Spring Tour (Turnê de Primavera) que são sobre os álbuns não relacionados a temas natalinos. Há muita coisa acontecendo com a TSO, eles estão expandindo para coisas novas, novas histórias, novas produções o tempo todo. Eu sou parte da família TSO agora e tenho certeza de que farei muito projetos diferentes com eles no futuro.
Você tem – e tinha – vários projetos. É uma coisa de workaholic ou você se sente limitado com um projeto só?
JSS: Infelizmente, uma banda só não paga as contas. Eu vejo o que eu faço e não é porque não estou comprometido com um único projeto. É claro, eu adoraria estar comprometido com um projeto só. Mas eu tenho que me sustentar, pra começo de conversa, e se quero fazer da música meu ganha pão, então tenho que me envolver em várias coisas que me permitam isso. Mas neste ponto da minha carreira eu cheguei em um patamar em que eu posso escolher os projetos dos quais eu quero fazer parte, posso dizer sim e não. Eu fiz coisas no passado que eu provavelmente diria não agora e tudo o que eu faço agora foram projetos dos quais eu escolhi fazer parte. Não é workaholic, desde que eu agende tudo direitinho, dá pra fazer tudo.
Você é um fã do Steve Perry, do Journey e você teve a chance de ser o vocalista do Journey por um tempo. Como você se sentiu?
JSS: Foi uma ótima experiência. Eu acho que Steve Perry e Freddie Mercury foram os vocalistas que mais causaram impacto na minha vida. Eu sabia todas as letras de todas as músicas do Journey e por isso nem precisei pensar na escolha de me juntar a eles, eu sabia que eu podia assumir aquela posição. Foi ruim que não continuamos, mas tudo acontece por uma razão e estou feliz por não estar mais com eles.
Para o seu novo álbum, o Damage Control, de onde você tirou sua inspiração?
JSS: Eu queria que ele fosse rock’n roll de novo. Meu último álbum, o Beautiful Mess, era mais pop e tinha uma base mais de R&B e um som mais soul, o que era algo que eu queria fazer há muito tempo. Com minha carreira solo eu gosto de misturar e fazer coisas que eu não faria com nenhum outro grupo. Com o Talisman eu não faria muitas das coisas que faço na minha carreira solo, por isso é minha carreira solo: eu posso me expressar como um artista solo. Quando chegou a hora de fazer esse novo disco eu não queria fazer nada além de um álbum de hard rock, por isso fui inspirado a pegar pesado. Até mesmo no próximo álbum eu quero ficar mais pesado.
Você já está compondo para o próximo álbum?
JSS: Estou começando a juntar algumas ideias, provavelmente não vou voltar para o estúdio até o verão do ano que vem, mas estou juntando ideias agora pra depois falar “ok, essa turnê acabou”, não quero correr com as coisas para o estúdio, quero ir juntando tudo aos poucos pra estar preparado quando chegar lá, para ter uma variedade de material do qual escolher.
Você tem dois músicos brasileiros na banda, o Edu e o BJ, como você os conheceu e como eles se tornaram parte da sua banda?
JSS: Eles faziam parte da banda de apoio quando eu vim pra São Paulo pela primeira vez em 2001. Eu vim sozinho, o produtor que me trouxe disse que não podia trazer minha banda completa, mas disse que eu podia confiar nesses caras pra fazerem meus shows e nos tornamos muito amigos naqueles poucos shows que fizemos e toda vez que eu vinha ao Brasil a banda da qual eles faziam parte, a Tempestt, abria os meus shows porque éramos grandes amigos e eu os acho muito talentosos. Aí em 2008 eu fiz uma turnê em que eu apresentei o Tempestt para o público europeu sabe, Jeff Scott Soto Apresenta: Tempestt. Fizemos umas 3 ou 4 semanas de shows e eles tocavam metade do set list e depois eu fazia a outra metade com eles. Porque eu queria que as pessoas vissem e conhecessem essa banda e foi aí que eu percebi que eu realmente queria esses dois caras na minha banda, não só pelas suas personalidades, mas sua técnica era tudo o que eu precisava para completar o meu line-up.
Você gosta daqui? Tem alguma banda brasileira com a qual você gostaria de se envolver?
JSS: Eu realmente não conheço o cenário musical brasileiro. Eu conheço Sepultura, Angra e Shaaman, sabe. São três das poucas que eu conheço. Não me interesso muito pela música cultural, como samba, mas também conheço pouco das bandas de hard rock daqui. E quando estou aqui, estamos sempre trabalhando muito e não tenho tempo pra relaxar e conhecer. Nos meus dias de folga eu apago pra estar pronto para a próxima parada para que os shows fiquem bons. Talvez algum dia eu tenha a chance de experimentar melhor.
E que tal vir para o Brasil e realizar um projeto aqui?
JSS: Na verdade, eu vou gastar mais tempo produzindo meu próximo álbum, gastar mais tempo compondo com os caras e outros músicos locais que eu conheci enquanto gravava o Damage Control. Eu fiquei tão satisfeito que realmente gostaria de tirar um tempo e vir passar um tempo com eles e trabalharmos juntos para ver se temos uma nova vibe, uma nova experiência. E como você disse, acho que vou ter que vir pra cá passar uns dias.
Sobre os fãs do Malmsteen e do Talisman, eles podem ter alguma esperança de uma turnê ou um álbum?
JSS: Fãs do Malmsteen: muito improvável. Eu trabalhei com o Yingwie há trinta anos atrás, foi um trabalho clássico e não tenho desejo de revisitá-lo. Quanto ao Talisman, há sempre a chance de fazermos uma turnê de reunião ou uma turnê tributo, mas não faríamos outro álbum, ou não faríamos um álbum nos chamando de Talisman sem o Marcel(Jacob), não me interessaria. Ele era a espinha dorsal da Talisman, era a grande mente por trás da banda, o líder, tanto em composição quanto em fazendo as coisas acontecerem e seria estranho usar o nome Talisman. Eu preferiria gravar algo que soa como Talisman e lançar com o meu nome. Usar o nome Talisman seria uma eploração.
E quando você volta para o Brasil?
JSS: Bem, parece que eu venho aqui todo ano e sempre tenho uma boa desculpa ou uma boa razão para vir aqui, então direi 2013. Mas uma coisa eu prometo, já disse isso em outras oportunidades: meu último DVD ao vivo foi em 2009, em Madri, e eu acho que o próximo tem que ser feito no Brasil, temos que fazer um DVD ao vivo no Brasil, se pudermos bancar, se pudermos fazer acontecer, eu gostaria de gravar músicas em cidades diferentes, como algumas bandas já fizeram. Já fiz muitos ao vivo de um show só, mas seria legal conseguir pegar de cidades diferentes, atmosferas diferentes, vibes diferentes, palcos e noites diferentes. A mágica acontece em vários lugares diferentes, às vezes não dá pra pegar isso só em um show. Se eu fizer em várias cidades posso falar “música tal em tal cidade ficou incrível!” e montar isso com vários lugares. Acho que isso seria um pacote bacana pra se fazer no Brasil.

Fonte: www.paralelomundi.com
Dica de: Roberto Mercury
F. MERCURY & M. CABALLÉ
BARCELONA
Gravadora: Universal
Preço médio: R$ 25.00
ÓTIMO
O cantor Freddie Mercury sempre disse que não tinha limites em sua vida, especialmente artísticos. Quando lançou o pouco inspirado Mr. Nice Bad Guy, em 1985, o seu primeiro álbum solo, ficou irado com as críticas negativas, entre elas a de que abusava da autoindulgência e de fugir do estilo grandioso de sua banda apelando para a música pop comum e seu brilho. A resposta veio dois anos depois, seguindo o conselho do amigo David Bowie: surpreenda com algo diferente. A música Barcelona, compacto que vendeu muito em 1987, tinha toda a megalomania que caracterizava Mercury, mas com um verniz erudito. A associação com a soprano espanhola Montserrat Caballé foi um sucesso ao unir rock e ópera de forma inusitada. Vinte e cinco anos depois, o álbum Barcelona, ganha uma reedição comemorativa bem simplesinha, com apenas uma faixa bônus. Ainda causa certa estranheza ouvir a potente voz de Mercury e as firulas de Caballé – aparentemente há uma incompatibilidade de estilos. Uma segunda audição ameniza o impacto e mostra coisas interessantes como The Golden Boy, The Fallen Priest e Overture Piccante.
Fonte: www.estadao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Na ocasião, a colaboração entre Freddie Mercury e a soprano catalã Montserrat Caballé — saiba mais aqui — não foi exatamente uma surpresa para os fãs do Queen. Ao longo de sua discografia, o quarteto inglês flertou várias vezes com elementos de ópera. Vejamos alguns exemplos
Em seus quase sete minutos (!) de duração, a épica “Innuendo”, faixa-título do último álbum do Queen lançado em vida por Freddie Mercury, em 1991, é pura ambição. Além da letra de rara sensibilidade, o (inusitado) arranjo, tal qual uma peça sinfônica, apresenta vários “movimentos”: rock, música flamenca e um trecho com intrincados vocais com clara influência operística. Devido ao estado de saúde do vocalista, a banda aparece no vídeo através de imagens de outros clipes — em especial, da excelente “Breakthru” —, submetidas a efeitos de computação gráfica:
httpv://www.youtube.com/watch?v=eKClwkbDO1o
A introdução de “It’s a Hard Life”, de The Works [1984], cita a ópera Pagliacci* — mais precisamente, a ária “Vesti La Giubba” —, do italiano Ruggero Leoncavallo. Embora não tenha obtido o mesmo destaque de outras faixas do mesmo álbum, como “Radio Ga Ga” e “I Want To Break Free”, trata-se, sem dúvida, de uma das mais belas canções do Queen — a letra é simplesmente magnífica —, a despeito de toda a afetação de Freddie Mercury no vídeo. Por sinal, a julgar pela indumentária dos integrantes da banda, a ação do clipe se passa no tempo de Luís XV:
* Curiosamente, os Titãs citaram a mesma ópera na faixa “Ridi Pagliaccio”, do CD Domingo, de 1995 (“Ridi Pagliaccio / ridi di che? / Ridi Pagliaccio / Ridi di me”).
httpv://www.youtube.com/watch?v=uHP-qgzUVLM
Naturalmente, não poderíamos esquecer da clássica “Bohemian Rhapsody” — faixa do álbum sintomaticamente intitulado… A Night At The Opera [1975] —, que permanece impactante até os dias atuais. E que dispensa comentários:
httpv://www.youtube.com/watch?v=fJ9rUzIMcZQ
Fonte: http://tomneto.
Dica de: Roberto Mercury
A gente vive num momento de alta tecnologia, que possibilita a qualquer pessoa cantar bem.
Afinal de contas, é só jogar um efeito na voz, consertar as partes desafinadas e pronto, nasceu um cantor. Até em apresentação ao vivo os cantores produzidos em estúdio podem cantar bem.
Maas, essa mesma tecnologia permitiu que a gente pudesse ouvir grandes cantores, como Freddie Mercury, David Bowie, John Lennon e Paul McCartney, soltando a voz de verdade.
O site britânico NME fez uma listinha bem bacana, com alguns vídeos que andam circulando na internet, de grandes músicas e artistas que tiveram a voz separada do resto dos instrumentais.
Essas versões acapella são imperdíveis. Confira:
Queen e David Bowie – Under Pressure
Esse é um dos áudios mais impressionantes, de arrepiar mesmo. Toda a magia da voz de Freddie Mercury, e o David Bowie também não fica para trás. INCRÍVEL.
httpv://www.youtube.com/watch?v=uMQb9LCNGxs
Beatles – Don’t let me down
Aqui a gente ouve John Lennon a plenos pulmões e sir Paul fazendo os backing vocals.
httpv://www.youtube.com/watch?v=X_1b0nZONes
Michael Jackson – Billie Jean
Os maravilhosos “soluços” do rei do pop, aqui claro e limpo.
httpv://www.youtube.com/watch?v=S9mkIySejJQ
Nirvana – Smells Like Teen Spirit
Kurt Cobain vive nesse áudio, gente. (o vocal começa nos 38 segundos)
httpv://www.youtube.com/watch?v=GmUR7sjcuzQ
Rolling Stones – Gimme Shelter
A voz do Mick Jagger com alma negra e uns backing vocals lindos de mulher.
httpv://www.youtube.com/watch?v=y5rUKbI3Y-M
The Ronettes – Baby I Love You
O grupo feminino que foi sensação nos anos sessenta, aqui só os vocais da líder Ronnie Spector.
httpv://www.youtube.com/watch?v=zM4wLjD6Clg
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/hype
Dica de: Roberto Mercury
Após 7 anos sem lançar discos, The Darkness abrem shows de Lady Gaga
Banda foi escolhida pessoalmente pela cantora; eles tocam em no Rio e em SP em novembro
Escolhidos por Lady Gaga pessoalmente para abrir sua turnê, os ingleses da banda The Darkness – que ressuscitaram o glam rock e os gritinhos das mais excessivas óperas rock – estão de volta. Eles chegam pela primeira vez ao Brasil nesse bonde da turnê Born This Way Ball, em 9 de novembro (Parque dos Atletas, Rio) e 11 de novembro (Estádio do Morumbi, SP). Primeiro, toca a DJ Lady Starlight. Depois, o Darkness faz show de meia hora no aquecimento, tocando de I Believe in a Thing Called Love e Love on the Rocks with No Ice, até Permission To Land e a novíssima Nothin’s Gonna Stop Us (do disco Hot Cakes, que a EMI acaba de lançar no Brasil).
O grupo vem de Lowestoft, Suffolk, Inglaterra, e esteve separado alguns anos. Reuniu-se de novo no ano passado. Justin Hawkins, o cantor e líder flamboyant do Darkness, falou ao Estado sobre a experiência (a banda ainda é formada pelo irmão de Justin, o guitarrista Dan, e Frankie Poullain, baixo, e Ed Graham, bateria).
Mas o show dela é legal?
É bacana de ver, tem os fogos de artifício, os dançarinos. Assisti ao show dela toda noite, mais de 20 vezes. Então deve ser muito bom.
Tem muito a ver com vocês também, o lance da teatralidade, não?
Em algum momento da nossa carreira, a teatralidade foi muito importante. Mas toda a coisa sobre ter uma banda é saber experimentar em mais de uma direção, não ficar preso a uma única forma de atuar. Houve um momento em que mudamos, por achar que estava ficando mais teatro do que música. Esse nosso novo disco é diferente, queremos que seja visto como uma coleção de canções com um conceito. Mas eu entendo também o lance da superteatralidade.
O que mais influenciou o Darkness em sua carreira?
Eu e Dan (Hawkins) crescemos ouvindo as primeiras coisas do Queen. Nossa família era louca pela banda, pelo Freddie Mercury. E também por jazz. Mas a gente também adorava ouvir o hard rock da época, AC/DC, Aerosmith. Claro, não mencionei David Bowie and the Spiders from Mars porque seria demasiado clichê. Mas é um dos meus álbuns favoritos. Entretanto, nós nunca mencionamos esse disco como influência.
Quando vocês lançaram seu primeiro disco, houve um hit monumental, I Believe in a Thing Called Love. Você acha que o sucesso daquela música aprisionou vocês em uma imagem?
Foi maior do que nós esperávamos. Aquele disco vendeu um milhão de cópias, virou sucesso na MTV, nas rádios, em todo lugar. E nós vivíamos uma sensação oposta, tínhamos um sentimento de banda punk. Sabe, aquela coisa de “i don’t give a shit?”. Não nos importava se fizesse sucesso ou não. Foi uma contradição. O que aconteceu agora é que retomamos aquele sentimento, com mais maturidade. Você tem que liberar a si mesmo, tem que acreditar de verdade no que canta.
Vocês gravaram, nesse disco novo, Street Spirit (Fade Out), canção do Radiohead. É um tributo ou uma ironia?
Gravamos por que nós amamos o Radiohead. Quando eu tinha 19 anos, meu pai me copiou um CD do Radiohead, era uma época em que todo mundo tinha uma cópia daquele disco, e eu achei brilhante. Depois, saiu OK Computer e eu fiquei ainda mais fã do grupo. Com a gravação, queríamos demonstrar nossa admiração pela banda.
E o Brasil? Qual é o seu nível de conhecimento do Brasil?
Muito pequeno. Não sou muito bom em geografia. Sou um cara de uma cidadezinha, sou do interior. Quer dizer, vivi em Londres um tempo, mas sou interiorano. É excitante para mim ir tocar aí porque nós sabemos que temos fortes seguidores, fãs muito dedicados no Brasil.
THE DARKNESS
Abertura do show de Lady Gaga. Estádio do Morumbi. Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1. Dia 9/11, 22h30. R$ 180/ R$ 750.
Abaixo a banda tocando Tie your mother down
httpv://www.youtube.com/watch?v=DdbEgpF5CMI
Fonte: www.estadao.com.br
Sexta-feira, 28 de setembro, o Rota 85 apresenta as bandas Seu Madruga e Lurex. Sucessos do AC/DC e Queen, a partir das 23h30.
Seu Madruga
Especializada no rock do AC/DC, a Seu Madruga apresenta com fidelidade os arranjos dos clássicos da fase Bon Scott (1º vocalista) à Brian Johnson (atual).
Lurex
A Lurex celebra a banda do talentoso e carismático vocalista Freddie Mercury. No palco, Reinaldo Amand (voz/teclado), Renato Amand (bateria/voz), Francisco Rocha (baixo/voz) e Fillipe Glauss (guitarra/violão/voz).
| Local Rota 85 Endereço | Telefone (31) 3491 3850 |
| Data 28/09/2012 | Horário 23h30 |
| Preço R$20 (Masculino) / R$18 (Feminino) | Vendas No local |
Fonte: www.soubh.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Canal Biography HD (Bio.HD) passará em outubro o documentário “Queen – Days of Our Lives”.

Esta é a inspiradora, às vezes trágica e honesta história de quatro amigos de escola que conquistaram o mundo da música vendendo a supreendenre quantidade de 300 milhões de discos. Realizado em total colaboração durante a comemoração de seu 40º aniversário, este especial conta com material de arquivo nunca visto.
Datas e Horários:
Terça-feira 09/10/2012 às 20:00
Quarta-feira 10/10/20 às 12 0:00
Quarta-feira 10/10/2012 às 11:00
Abaixo Trailer Oficial do Documentário
httpv://www.youtube.com/watch?v=KVs7cjybOPk
História da banda é contada através de sua discografia

Os fãs do Queen já têm bastante coisa para ler nesse fim de semana. Isso porque está no ar o nosso especial dedicado à banda. Nele os fãs, e os que gostariam de conhecer mais o trabalho de Mercury, May, Deacon e Taylor, poderão conhecer mais a fundo a discografia do quarteto e saber um pouco mais sobre as razões deles ainda hoje serem um dos grupos mais populares do planeta.
Formado no início dos anos 70 o Queen ganhou as paradas de sucesso do planeta a partir de 1974 quando lançaram Killer Queen. Dali para frente foram muitos álbuns e singles de sucesso e alguns dos maiores shows do planeta – a apresentação deles no Morumbi em 1981 entrou para o Guiness Book.
O grupo permanceu ativo até 1991 ano em que o vocalista Freddie Mercury morreu vítima do vírus HIV. Para saber mais sobre o grupo não deixem então de conferir o nosso especial.
Curtiu especial do Vagalume dedicado ao Queen? Comente e diga quem mais você gostaria de ver ganhando homenagem semelhante.
Especial Queen
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Foi Elvis Costello que uma vez se referiu ao Queen como uma banda que fazia “esperanto rock”. Brincando ou não ele acertou na mosca. Afinal existem pouquíssimos artistas com tamanho apelo em tantos países e entre tantas faixas etárias e de público. Fatores para explicar esse sucesso estrondoso e consistente são vários. Primeiro está na própria estrutura da banda. Ainda que Freddie Mercury fosse a figura central o papel dos outros três era de fundamental importância. Afinal o timbre de guitarra de Brian May é um dos mais distinguívreis que se nota em toda a história do rock e o mesmo pode ser dito da pegada do baterista Roger Taylor. Por último o grupo tinha em John Deacon seu outro trunfo. O baixista, de longe o mais discreto do quarteto, quase sempre chegava para as gravações dos discos com uma ou duas canções, só que essas quase semrpe se tornavam singles de enorme sucesso – o maior hit da banda nos EUA, Another One Bites The Dust, é dele.
Em um grupo onde todos compunham havia sempre a certeza de que se um deles não estivesse muito inspirado sempre haveria alguém para supri-los com material de qualidade.Mas isso não era tudo, desde o começo o Queen buscou a grandiosidade, daí que eles foram pioneiros não só em fazer shows em estádios, como também em compor para esses espaços. Os quatro também tinham um talento incomum para equilibrar material mais simples para tocar nas rádios e canções mais densas – e em muitos casos fizerma essas duas coisas ao mesmo tempo, vide Bohemian Rhapsody.
Em um grupo onde todos compunham havia sempre a certeza de que se um deles não estivesse muito inspirado sempre haveria alguém para supri-los com material de qualidade.Mas isso não era tudo, desde o começo o Queen buscou a grandiosidade, daí que eles foram pioneiros não só em fazer shows em estádios, como também em compor para esses espaços. Os quatro também tinham um talento incomum para equilibrar material mais simples para tocar nas rádios e canções mais densas – e em muitos casos fizerma essas duas coisas ao mesmo tempo, vide Bohemian Rhapsody.
Aí nos lembramos que a banda também foi uma das primeiras a ver como os clipes poderiam se tornar importantes ou a se aventurar fora do eixo “Europa-EUA” fazendo shows na América do Sul (e também na África do Sul ainda dominada pelo Apartheid, pelo que foram muito criticados).
Em uma banda onde tudo era grandioso e excessivo era natural que isso fosse se refletir na vida de sesu integrantes. May e Deacon ainda souberam manter o pé no chão. O guitarrista especialmente é uma figura interessante. Do tipo que se sente meio culpado por ter tanto dinheiro, ele sempre dividiu sua paixão entre a música e a astronomia. Hoje ele é PHD em astrofísica e Chanceler da John Moores University em Liverpool.
Já Roger Taylor sempre curtiu a vida de rockstar gastando bastante em mansões, carros de luxo e aproveitando o que a vida tem de melhor. E finalmente tínhamos Freddie Mercury uma figura fascinante e com talento inimaginável. Capaz de atingir notas que poucos, ou nenhum, de seus colegas conseguiam, dono de um carisma inesgotável capaz de hipnotizar plateias de 200 mil pessoas, o cantor e painista também gostava de esbanjar e de viver como se não houvesse amanhã. Infelizmente ele acabou se deparando com o vírus HIV em um época em que a AIDS ainda não podia ser controlada como atualmente.
Sua morte aos 45 anos além de deixar uma lacuna enorme no mundo do rock fez com que o Queen como conhecemos deixasse de existir, ainda que May e Taylor tentem manter a chama viva. Nesse especial o Vagalume disseca toda a discografia da banda, com dados curiosos e dando dicas dos melhores álbuns para quem quer conhecer mais essa grande banda. Esperamos que vocês gostem!
Queen II – 1974
Mesmo sem conter nenhum grande sucesso foi esse álbum que definitivamente marcou a chegada da banda. Provavelmente o álbum mais pesado feito pelo quarteto, “Queen II” ganha o carimbo de icônico já pela capa, com a famosa foto do grupo no fundo preto – inspirada em uma série de retratos da atriz Marlene Dietrich (busquem por queen + marlene dietrich no Google e vejam as semelhanças).
Felizmente o recheio aqui é tão bom quanto a embalagem. “Queen II” é ividido em duas metades. A primeira mais hard foi composta por May, com exceção de The Loser In The End de Roger Taylor. A segunda mais “viajandona” é o domínio de Mercury.
O destaque fica para Seven Seas Of Rhye que aqui aparece em sua versão completa e definitiva – uma espécie de “preview” foi gravada no disco anterior. O single chegou no décimo lugar da parada inglesa e ajudou a colocar o álbum no top 5 britânico. Daqui pra frente o quarteto só iria crescer mais e mais.
Sheer Heart Attack – 1974
Foi com este terceiro álbum que o Queen começou a escalada que os tornaria uma das maiores bandas de todos os tempos. O álbum segue na mistura de rock pesado – o terreno de Brian May e Roger Taylor com os devaneios artísticos de Mercury, mas aqui o grupo se preocupou em ser mais direto e conciso, o que facilitou na aceitação do trabalho pelo grande público.
“Sheer Heart Attack” traz o primeiro grande hit single da banda Killer Queen que meio que resume a banda com vocais operísticos, solo de guitarra intrincado e a letra repleta de citações à alta aristocracia.
O disco também marca a estreia do baixista John Deacon como compositor na curtinha e simpática Misfire e ainda tem outro grande hit do grupo Now I’m Here com sua mistura rpecisa de peso e apelo pop.
A Night At The Opera – 1975
Não só o melhor trabalho da banda, como um dos álbuns fundamentais da história do rock, “A Night At The Opera” é daqueles discos obrigatórios em qualquer discoteca de música pop.
Foi neste quarto álbum que aquilo chamamos “som do Queen” se cristalizou, e isso se deu porque todos os quatro integrantes estavam inspiradíssimos e ainda contaram com o talento do produtor Roy Thomas Baker para ajudar a materializar suas ideias pra lá de complicadas. May por exemplo fez a épica The Prophet’s Song e a bela ’39. Além disso foi dele a ideia de adaptar o hino nacional britânico em versão que dali por diante passou a ser executada ao final dos shows da banda enquanto o grupo recebia os últimos aplausos e se despedia.
Deacon novamente fez apenas uma música, mas nesse caso a tal canção era You’re My Best Friend, seguramente uma das melhores de toda a banda. Taylor escreveu sua ode ao automóvel I’m In Love With My Car e Mercury…
Bem, se tem um disco do Queen que é cara do seu vocalista esse é “A Night In The Opera”.
Mercury pinta e borda nesse álbum, seja na pesada e vingativa Death On Two Legs ou nas nostálgicas Seaside Rendezvous e Lazing On A Sunday Afternoon com seu clima de music hall.
Ah sim, ele também entregou Love Of My Life, uma daquelas baladas que já nascem clássicas e principalmente Bohemian Rhapsody a canção definitiva da banda e uma das favoritas do público inglês, que costuma elegê-la a “melhor música de todos os tempos”. Uma composição pra lá de intricada, com diversas mudanças de tempo e estilo, incluindo um trecho operístico, diz-se que a fita master ficou quase transparente com a quantidade de overdubs que foram necessários para se ter o take definitivo.
O esforço foi mais do que compensado com o estouro imediato da música. O Queen se tornou mega e passou a fazer shows cada vez mais gigantes. Igualmente importante é o vídeo da música. Gravado para ser exibido no “Top of The Pops” já que o grupo não poderia estar presente nos estúdios da BBC, ele fez acender uma luz na cabeça de toda a indústria que de repente percebeu que esses clipes poderiam levar os artistas para qualquer canto do planeta de forma rápida e barata. Em resumo, foi esse clipe que tornou possível o surgimento da MTV seis anos mais tarde.
A Day at the Races – 1976
Espécie de “disco-irmão” do anterior ainda que menos inspirado, “A Day…” também tem seu nome tirado de um filme estrelado pelos “Irmãos Marx” e uma ilustração semelhante a de “A Night At The Opera”. a diferença cruxial estava nos créditos de produtor. Esse foi o primeiro trabalho da banda sem contar com a presença de Roy Thomas Baker.
Álbum de poucos hits, “A Day…” traz ao menos um clássico incontestável – Somebody To Love, belíssima balada de inflexão gospel e um punhadod e canções menores mas bastante simpáticas como o semi-hit Good Old Fashioned Lover Boy, a hevy Tie Your Mother Down – uma das melhores composições de May e You And I, a única composição de John Deacon que novamente mostra enorme talento e sensibilidade como autor.
O disco chegou no top 5 americano e no primeiro lugar da parada britânica e japonesa, mantendo assim o bom momento comercial pelo qual eles passavam.
News Of The World – 1977
Estamos em 1977 e o movimento punk corre solto no Reino Unido pregando uma volta aos valores básicos do rock e contagiando milhares de jovens e jornalistas culturais por toda a ilha. Um dos alvos favoritos deles são os chamados “dinossauros”, as mega bandas que se distanciaram de seu público e agora vivem de forma decadente em mansões milionárias.
Desnecessário dizer que o Queen era uma das vítimas favoritas deles. Há até a história do encontro de Sid Vicious dos Sex Pistols com Freddie Mercury. Isso porque os dois eram contratados da EMI e estavam gravando ao mesmo tempo. O encontro parece ter sido hilário e rolou mais ou menos nesses termos. Sid: “então é você é o cara que está querendo levar o balé para as massas? Freddie: Ah Senhor Ferocious, nós estamos fazendo o nosso melhor.”
De qualquer forma “News Of The World” mostra que o punk também teve impacto no Queen que fez aqui um disco mais roqueiro e direto que seus antecessores.
Não a toa esse é o disco da banda em que as composições de Mercury aparecem mais discretamente – ainda que o maior hit dele, o eterno hino de competições esportivas We Are The Champions seja dele.
O show aqui é mais dividido e todos têm sua chance de brilhar. Brian May manda ver uma série de riffs marcantes e ainda fez outro daqueles hinos imortais que tinham tudo para dar errado. Afinal quem pensaria que uma música composta basicamente de um loop de tambores e palmas com um vocal falado (isso foi antes do surgimento do rap) viraria um hit? Mas We Will Rock You está aí para provar que na música pop o imprevisível também conta.
Roger Taylor por sua vez confirma seu talento em Fight From The Inside composta e executada – tirando o solo de guitarra – por ele.
Finalmente Deacon, sempre ele, trouxe para o trabalho mais uma canção antológica, a belíssima Spread Your Wings, outra eterna favorita dos fãs.
Jazz – 1978
Se quisermos saber quando o estilo de vida exagerado de Freddie Mercury e dos outros integrantes começou a interferir no trabalho da banda podemos citar o ano de 1978 como marco zero.
Seguramente o menos inspirado álbum da fase clássica da banda, “Jazz” acaba se salvando por conta de seus bons singles – Fat Bottomed Girls e principalmente Don’t Stop Me Now que ganhou relevo nos últimos anos ao se tornar uma espécie de hino ao prazer e à liberdade.
De resto foram as excentricidades da banda que chamaram mais a atenção do público e imprensa. Seja a corrida com centenas de corredoras nuas organizada para promover o compacto com Bicycle Race ou principalmente a festa de lançamento do álbum com direito a hermafroditas, anões servindo cocaína, strippers, luta de mulheres em um ringue cheio de fígados de boi e mais toda uma série de bizarrices que a mente humana é capaz de conceber.
The Game – 1980
Um novo som para uma nova década. Assim é “The Game”, com suas canções enxutas e de grande apelo comercial. A surpresa já começava com Play The Game com a presença nada discreta de um sintetizador. Isso porque era costume do grupo colocar um anúncio de “no synthetizers” em suas contra-capas. Para alguns fãs mais radicais esse foi o momento em que o grupo começou a decair. Outros tantos enxergaram a mudança como a evolução natural de uma banda que definitivamente não queria ficar no passado.Alheio a isso o grande público abraçou como nunca o disco. “The Game” se deu particularmente bem nos EUA onde eles nunca venderam de forma consistente.
“The Game” é o único trabalho deles que chegou no topo das paradas por lá, graças aos singles Crazy Little Thing Called Love (uma homenagem ao rock dos anos 50 feita por Mercury) e mais ainda por Another One Bites The Dust, um funk inspirado no som do Chicde autoria de John Deacon.O quarteto também ampliou sua base de ação e levou a turnê do álbum para a América do Sul, que ainda era um terreno a ser desbravado pelos grandes astros. Mais de 260 mil ingressos foram vendidos para os dois shows do grupo no Morumbi nos dias 20 e 21 de março de 1981, um recorde mundial naquele momento. Em troca o grupo fez aqueles que até hoje são consideradas as melhores apresentações de um artista estrangeiro no Brasil.
Flash Gordon – 1980
Havia uma grande expectativa com essa nova versão para o cinema do clássico personagem dos quadrinhos. Tudo fazia crer que teríamos um grande blockbuster regado a efeitos especiais de primeira linha, atores de prestígio nos papéis de coadjuvante e um roteiro que não faria o público de bobo.
Para compor a trilha os produtores chamaram uma das bandas mais populares do momento, o Queen naturalmente. O material foi composto e gravado simultaneamente a “The Game” e traz em sua maioria faixas instrumentais. As exceções são o tema principal Flash e a pouco lembrada, mas boa The Hero.
Infelizmente tirando a trilha todo o resto da empreitada deu errado. O filme resultou em uma tremenda bomba que mal se pagou apesar de toda estratégia de marketing criada pelo estúdio.
Hot Space – 1982
Outro disco em que quase nada funcionou e considerado o maior equívoco da carreira da banda. Felizes com o sucesso de Another One Bites The Dust a banda tenta recriar o sucesso carregando nos timbres sintéticos e nos arranjos típicos dos anos 80. Obviamente não funcionou e o álbum selou o fim da lua de mel entre a banda e o público americano.
Por incrível que pareça um dos motivos que especialistas indicam para essa súbita queda de popularidade da banda foi a decisão de Freddie Mercury assumir o visual gay clássico com o bigode e as camisetas justas que teria lhes custado uam enorme parte de sua base de fãs mais conservadora.
Mas então tudo aqui é fracasso e tristeza? Não, porque a faixa que encerra o álbum é under preassure a fundamental parceria da banda com David Bowie que foi para o topo das paradas inglesas apesar de mal ter alcançado o top 30 americano.
The Works – 1984
Sentindo a pressão pelo fracasso de “Hot Space” o Queen resolve trabalhar com mais afinco em mais um disco onde todos parecem dar o melhor de si.
Apesar da maioria das músicas serem de Mercury ou May quem realmente fez a diferença nesse disco foram os outros integrantes. Taylor fez a sua melhor composição e a banda pareceu concordar ao escolher Radio Ga Ga como o primeiro compacto do grupo. Deacon por sua vez fez o outro grande hit do álbum. A divertidíssima I Want To Break Free que deu origem ao famoso vídeo com eles vestidos de mulher (o que novamente, não pegou bem com o público americano).
Cientes de que a América não estava mais de braços abertos, o grupo então volta a sua atenção para o resto do mundo. A turnê passa pela Europa, Japão, Austrália e também pelo Brasil, com dois shows antológicos dentro do primeiro Rock in Rio em janeiro de 1985.
A nota triste fica por conta das apresentações feitas no Hotel Sun City em uma África do Sul que ainda sofria com o regime segregacionsita do Apartheid. Ao se apresentar por lá, a banda atraiu a ira muita gente, entre músicos e veículos de imprensa e ainda quebrou o boicote cultural que a ONU havia imposto ao país.
O grupo remediaria um pouco a situação ao particiaprem em 13 de julho de 1985 do “Live Aid”, o festival feito para arrecadar dinheiro para as vítimas da fome na Etiópia.
Acostumados a tocar para grandes multidões, o grupo tomou conta do estádio de Wembley e entregou os 15 minutos mais marcantes de toda a maratona de shows que rolaram naquele dia. A apresentação já figurou várias vezes no topo das listas de melhores shows já feitos na Inglaterra.
A Kind Of Magic – 1986
Esse álbum predominantemente pop foi o último feito por Freddie antes de se tornar portador do HIV. Curiosamente ele tem várias músicas feitas para a trilha de “Highlander” que contava a história das lutas de guerreiros imoratais através da história.
O álbum emplacou uma série de hits na Inglaterra e também no Brasil como One Vision (feita após o Live Aid), Who Wants To Live Forever, Friends Will Be Friends e a faixa título.
O álbum foi promovido com uma turnê europeia de escalas monumentais. Foram apenas 26 shows que foram vistas por quase um milhão de pessoas, incluindo aí mais um show histórico, desta vez em Budapeste em uma época em que a Hungria era ainda um país comunista.
O que ninguém jamais poderia imaginar é que aquela seria a última turnê feita pela banda e hoje é impossível não sentir certa tristeza ao vermos o vídeo do show de Wembley com Mercury negando veementemente os boatos que o grupo iria se separar dizendo que o Queen só acabaria no dia em que algum deles estivesse morto.
The Miracle – 1989
Em 1987 Freddie Mercury se descobriu soropositivo. Ainda que a AIDS só tenha se manifestado três anos depois a notícia obviamente abalou seus colegas de banda. O cantor de qualquer forma decidiu não tornar pública a sua condição, fechou-se de vez com a imprensa e pôs-se a trabalhar o tanto quanto lhe fosse possível.
Se em momentos de crise a melhor (única?) coisa a se fazer é ficar unido o álbum “The Miracle” comprova a tese, a começar pela capa em que os quatro integrantes aparecem como um só. Os créditos também tinham uma novidade: Pela primeira vez um disco da banda teve créditos coletivos.
Mesmo sem ter algum clássico incontestável, com a possível exceção de I Want It All, esse é considerado o melhor disco da banda nos anos 80 ao lado de “The Game”.
Bastante ecletico e fácil de se ouvir, o álbum costuma agradar bastante os fãs mais devotos, ainda que costume passar meio batido pelos ouvintes casuais.
Innuendo – 1991
O último disco lançado pela banda com Freddie Mercury ainda vivo foi recebido com certa frieza pela crítica quando saiu. Algo que de resto foi algo comum com a banda, que nunca teve seus méritos reconhecidos imediatamente pela imprensa.Gravado por um Mercury já fortemente debilitado, mas que insistiu para trabalhar até onde fosse possível, o trabalho é naturalmente melancólico e também muito bonito.
A primeira coisa que se nota é um abandono da sonoridade mais pop dos anos 80 e um retorno ao hard rock com tinturas progressivas que os caracterizava no começo de carreira.A faixa título é puro Led Zepellin em sua homenagem ao clássico Kashmir. A primeira metade segue com canções mais pesadas ainda que momentos de maior sutilia também surjam.
O antigo lado b começa mais experimental, com o clima africanizado de All God’s People – uma canção que tem suas origens no projeto “Barcelona”, que juntou Mercury à cantora de ópera Montserrat Caballé. Na sequência entra These Are The Days Of Our Lives. Praticamente uma carta de despedida escrita por Roger Taylor é curioso ver que na época praticamente ninguém percebeu isso. Mas bastava ver o clipe da música, o derradeiro gravado pelo vocalista, para perceber que havia algo de errado com Mercury – o vídeo foi filmado em preto e branco para tentar disfarçar um pouco suas más condições físicas.
O disco termina com The Show Must Go On escrita por Brian May como homenagem pela força de seu amigo em sua luta para continuar produzindo. Não deixa de ser um belo final para a saga dessa grande banda.
Made In Heaven – 1995
Freddie Mercury morreu no dia 24 de novembro de 1991 um dia após ele ter tornado pública sua condição. Como era de se esperar um forte clima de comoção foi instaurado em diversos cantos do planeta.
Como também é comum nesses casos, as vendas da banda dispararam. O caso mais dramático pode ser visto nos Estados Unidos onde a banda viu sua popularidade atingir picos jamais vistos – calcula-se que mais da metade da venda de álbuns da banda na América tenha acontecido após a morte do cantor. Em 1992 Bohemian Rhapsody chegou ao segundo lugar da Billboard, após ter sido usada no filme “Wayne’s World”.
Em abril de 1992 um grande concerto em sua homenagem foi realizado no Estadio de Wembley. A maior parte do show foi dedicado ao que já foi chamado de maior karaokê do planeta com os três integrantes sobreviventes recebendo uma série de astros de primeiríssima grandeza para assumir o posto de Freddie. estiveram lá Axl Rose, George Michael, David Bowie, Annie Lenox, Robert Plant, Roger Daltrey e muito outros.
Finalmente em 1995 foi lançado “Made In Heaven” em que a banda completou os registros finais deixados por Mercury e deixou com a cara da banda algumas canções registradas por ele em sua carreira solo.
John Deacon desde então abandonou a carreira musical – ainda que tenha se reunido aos seus velhos colegas em duas ocasiões enquanto Taylor e May decidiram manter o nome da banda vivo.
Primeiro eles se juntaram a Paul Rodgers, o ex-vocalista do Free e Bad Company para turnês bem sucedidas e um álbum nem tão bem sucedido assim.
Os dois fizeram recentemente meia dúzia de shows com Adam Lambert assumindo os vocais e espera-se que ano que vem o trio saia em turnê mundial. Para quem considera tal coisa algo próximo de uma heresia, recomenda-se uma olhadinha nos vídeos do show para ver que Lambert se sai mais do que bem nessa nada simples empreitada.
Discos ao vivo e coletâneas
Enquanto esteve na ativa o Queen lançou dois álbuns ao vivo. “Live Killers” de 1979 foi gravado durante a turnê europeia feita para promover o álbum “Jazz” e traz um ótimo resumo da banda durante a década de 70.
“Live Magic” de 1986 em compensação não reflete o que foram os shows finais da banda com várias canções editadas para que pudessem entrar no vinil. a situação foi remediada anos depois com “Live at Wembley ’86” que, aqui sim, traz a banda em toda sua glória.
Os dois álbuns ao vivo lançados postumamente também são recomendáveis. “Queen on Fire – Live at the Bowl” tem um show da turnê de “The Game” de 1981 com a banda no auge de seu sucesso na América e “Queen Rock Montreal” flagra os quatro na tour de “Hot Space” do ano seguinte.
Se tudo o que você quer ter da banda é um disco então sem pensar escolha o primeiro “Greates Hits” do grupo lançado em 1982 com dezessete faixas que resumem primorosamente a carreira da banda em sua melhor fase.
O segundo volume, lançado pouco antes da morte de Freddie, também é recomendado por trazer as melhores faixas de discos que nem sempre são bons por inteiro, especialmente para o fã mais casual.
DVDs
Desde o começo o Queen sempre se preocupou com sua imagem, tanto que eles são das bandas que mais fizeram clipes antes disso tornar-se padrão. Todos eles estão em “Greatest Video Hits 1”. Só não espere grandes delírios ou produções. Nos anos 70 os clipes no geral resumiam-se à banda tocando e pouco mais que isso.
Já nos anos 80 com a chegada da MTV tudo mudou e o grupo pôde soltar sua imaginação em clipes pra lá de inventivos e muito divertidos. Confira em “Greatest Video Hits 2”.
Para quem quer ver a banda em seu habitat natural, o palco, existem várias opções entre lançamentos oficiais e “oficiosos” (até os shows de São Paulo de 1981 podem ser encontrados nos grandes magazines). Entre esses as melhores opções são “Queen on Fire – Live at the Bowl” – com show de 1981 e recomendado para quem gosta mais dos primóridos do grupo ou “Queen at Wembley” com apresentação de 1986 para quem curte mais a banda em sua fase mais pop.
Fonte: www.vagalume.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Dica de: Roberto Mercury
O início de setembro viu nossos Angry Birds assumirem o manto de ser “Freddie por um dia”. Em resumo, isso significa que o nosso amado Pássaro Amarelo teve o privilégio de vestir-se como a lenda do rock Freddie Mercury, tudo em nome de uma boa causa .
Impressionante, não? Nós temos um monte de camisetas azuis super legais para dar de presente, com o “Freddie Bird” se …
Nós queremos ouvir qual é a sua memória favorita de Freddie Mercury. Tudo que você tem a fazer é twittar seus pensamentos para nós com #freddiemercurymemories. Você pode realmente twittar qualquer coisa… Uma homenagem, uma memória, uma canção favorita ou performance.
Enquanto estamos no espírito de homenagear Freddie Mercury, estamos competindo!
O Concurso se encerra no domingo, 23 de setembro as 12PM GMT. Trabalhos serão julgados e vamos escolher 10 vencedores.
Você quer comprar camisetas agora mesmo? Então vá até a nossa loja – Uma parte dos rendimentos arrecadados vão para caridade.
Link para a Loja: http://shop.angrybirds.com/eu/view-by/new/freddie-mercury-limited-edition-t-shirt.html
Fonte: http://liveinformationnews.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Queen ‘Hungarian Rhapsody – Live in Budapest’ será lançado em DVD, Blu-ray e edições de luxo em 05 de novembro de 2012.

“Hungarian Rhapsody: Queen Live In Budapest” é um show imperdível e agora chega disponível nas versões: ‘DVD’, ‘Blu-Ray’, ‘DVD e 2CDs Deluxe Edition’ e ‘2CDs e Blu-ray Deluxe Edition’ e Dowload Digital, em 05 de novembro de 2012 em todo o mundo.
Originalmente filmado em 1986, este filme concerto memorável foi re-masterizado em alta definição e excelente qualidade de som surround 5.1.
Também estão inclusos no DVD e Blu-ray um novo documentário de 25 minutos, intitulado “A Magic Year “. Usando imagens de arquivo de ensaios, entrevistas com a banda no estúdio e na estrada durante a ‘Magic Tour’ – algumas nunca foram vistas antes – esta característica fascinante foram adicionadas para esta nova versão.
O show teve um público de 80.000 fãs e inclui sucessos como: Bohemian Rhapsody, Crazy Little Thing Called Love, I Want To Break Free e We Are The Champions.
Lançamento: 5 de Novembro de 2012
Duração: 118 minutos
Formatos: DVD, Blu-ray, Deluxe Edition: 2CD and DVD e Deluxe Edition: 2CD e Blu-ray / Download Digital (Áudio).
Lista de Músicas DVD e Blu Ray:
1. One Vision
2. Tie Your Mother Down
3. In The Lap Of The Gods
4. Seven Seas Of Rhye
5. Tear It Up
6. A Kind Of Magic
7. Under Pressure
8. Who Wants To Live Forever
9. I Want To Break Free
10. Guitar Solo
11. Now I’m Here
12. Love Of My Life
13. Tavaszi Szél Vizet Áraszt
14. Is This The World We Created…?
15. Tutti Frutti
16. Bohemian Rhapsody
17. Hammer To Fall
18. Crazy Little Thing Called Love
19. Radio Ga Ga
20. We Will Rock You
21. Friends Will Be Friends
22. We Are The Champions
Extras:
Documentário ‘A Magic Year’
Deluxe Package CD / Download Digital
Músicas CD 1:
1. One Vision
2. Tie Your Mother Down
3. In The Lap Of The Gods… Revisited
4. Seven Seas Of Rhye
5. Tear It Up
6. A Kind Of Magic
7. Under Pressure
8. Another One Bites The Dust
9. Who Wants To Live Forever
10. I Want To Break Free
11. Looks Like It’s Gonna Be A Good Night – Improv
12. Guitar Solo
13. Now I’m Here
Músicas CD 2:
1. Love Of My Life
2. Tavaszi Szel Vizet Araszt
3. Is This The World We Created…?
4. (You’re So Square) Baby I Don’t Care
5. Hello Mary Lou (Goodbye Heart)
6. Tutti Frutti
7. Bohemian Rhapsody
8. Hammer To Fall
9. Crazy Little Thing Called Love
10. Radio Ga Ga
11. We Will Rock You
12. Friends Will Be Friends
13. We Are The Champions
14. God Save The Queen

Fonte: www.queenonline.com
Nesta quinta-feira, dia 20/09, às 23h00, acontece mais uma transmissão do #YTCineJoia. Dessa vez, você acompanha o show dos argentinos do God Save the Queen, uma das mais reconhecidas banda-tributo do Queen.
httpv://www.youtube.com/watch?v=tKudwp3iXxE
A apresentação poderá ser acompanhada nos canais do +AoVivo:
www.orkut.com.br/aovivo
www.youtube.com.br/AoVivo
plus.google.com/+AoVivo/
Usando a hashtag #YTCineJoia, é possível conversar com outros fãs durante a transmissão e falar a sua opinião sobre o show.
Não deixem de acompanhar!
Fonte: http://blog.orkut.com
Dica de: Roberto Mercury
Apontada como a melhor e mais consagrada banda de tributo ao Queen, God Save the Queen retorna à cidade com show marcado no Cine Joia, dia 20 de setembro, quinta-feira. Os ingressos já estão à venda e custam R$ 50,00 (meia-entrada) e R$ 100,00 (inteira).
God Save the Queen foi formada na Argentina no final dos anos 90 e acumula shows memoráveis por diversos países. As apresentações buscam reproduzir com exatidão de detalhes e apurado senso artístico as características mais marcantes do Queen, durante os 20 anos de carreira.
Pablo Padin é o vocalista e incorpora o mito Freddie Mercury com maestria nos trajes e trejeitos de tal forma que costuma arrancar lágrimas dos fás. Francisco Calgaro (guitarra), Ezeguiel Tibaldo (baixo) e Matias Albornoz (bateria) completam a banda.
O repertório do God Save The Queen passa pelos maiores sucessos da banda, incluindo clássicos como “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga”, “Under Pressure” e “Love Of My Life”.
God Save the Queen @ Cine Joia
Quinta-feira, 20 de setembro
Abertura da bilheteria: 20h
Abertura da casa: 21h
Horário previsto do show: 23h
Valores:
R$ 100,00 inteira/ R$ 50,00 meia-entrada

Fonte: http://cinejoia.tv
Dica de: Roberto Mercury
Bob Marley, Freddie Mercury e outros cantores foram representados; trabalho foi divulgado por agência de publicidade italiana
Uma agência de publicidade italianachamada TBWA fez uma campanha criativa contra a pirataria musical e usou 6.500 CD’s para criar imagens de Bob Marley, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimi Hendrix, Michael Jackson, James Brown e Freddie Mercury.
Os dois artistas contratados para fazer as esculturas foram Mirco Pagano, de 29 anos e Moreno De Turco, de 25 anos. Ao todo, eles gastaram 200 horas para terminar o projeto. Os CDs utilizados foram dos própríos músicos que tiveram suas imagens recriadas pelos disquinhos; confira o resultado final do trabalho.








Fonte: http://musica.br.msn.com

Esta maravilhosa homenagem a Freddie foi feita por um talentoso grupo de artistas gráficos de Natal. O mural está em uma parede do departamento da Universidade Federal de Belas Artes.
A pintura demorou dois dias para ser concluída e foi feita durante o intervalo da faculdade.
Parabéns aos artistas Flávio Augusto, Israel Nóbrega, Fernando de Paiva e Renan Ramalho e seu amigo Marcelo Melo pelo envio das fotos.

Fonte: www.freddieforaday.com
Dica de: Roberto mercury
O Canal GNT exibiu e exibirá, no programa GNT.Doc, um documentário chamado “Queen: A Banda”.

Através de imagens de arquivo e entrevistas com Brian May, o documentário retrata a ascensão de uma das maiores bandas de rock mundiais desde o início até o fim com a morte do vocalista Freddie Mercury, em 1991.
O documentário será reprisado nas datas:
Quinta-feira 27/09/2012 às 23:15 (PS: A grade de programação do canal GNT não consta que o documentário será reprisado hoje. Esta data de reapresentação informada aqui no site – 27/09/2012 – constava na grade de programação da Sky, porém não aparece mais. Mas postamos no youtube o documentário na integra, que pode ser assistido abaixo).
Abaixo você pode conferir o documentário na íntegra.
Parte 1
Parte 2
parte 3
parte 4
Parte 5
Fonte: http://globotv.globo.com
Com dica de: Roberto Mercury
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Ao som de Queen, Claro comemora conquistas em campanha de ano novo
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