Após 7 anos sem lançar discos, The Darkness abrem shows de Lady Gaga
Banda foi escolhida pessoalmente pela cantora; eles tocam em no Rio e em SP em novembro

Escolhidos por Lady Gaga pessoalmente para abrir sua turnê, os ingleses da banda The Darkness – que ressuscitaram o glam rock e os gritinhos das mais excessivas óperas rock – estão de volta. Eles chegam pela primeira vez ao Brasil nesse bonde da turnê Born This Way Ball, em 9 de novembro (Parque dos Atletas, Rio) e 11 de novembro (Estádio do Morumbi, SP). Primeiro, toca a DJ Lady Starlight. Depois, o Darkness faz show de meia hora no aquecimento, tocando de I Believe in a Thing Called Love e Love on the Rocks with No Ice, até Permission To Land e a novíssima Nothin’s Gonna Stop Us (do disco Hot Cakes, que a EMI acaba de lançar no Brasil).

O grupo vem de Lowestoft, Suffolk, Inglaterra, e esteve separado alguns anos. Reuniu-se de novo no ano passado. Justin Hawkins, o cantor e líder flamboyant do Darkness, falou ao Estado sobre a experiência (a banda ainda é formada pelo irmão de Justin, o guitarrista Dan, e Frankie Poullain, baixo, e Ed Graham, bateria).

Mas o show dela é legal?

É bacana de ver, tem os fogos de artifício, os dançarinos. Assisti ao show dela toda noite, mais de 20 vezes. Então deve ser muito bom.

Tem muito a ver com vocês também, o lance da teatralidade, não?

Em algum momento da nossa carreira, a teatralidade foi muito importante. Mas toda a coisa sobre ter uma banda é saber experimentar em mais de uma direção, não ficar preso a uma única forma de atuar. Houve um momento em que mudamos, por achar que estava ficando mais teatro do que música. Esse nosso novo disco é diferente, queremos que seja visto como uma coleção de canções com um conceito. Mas eu entendo também o lance da superteatralidade.

O que mais influenciou o Darkness em sua carreira?

Eu e Dan (Hawkins) crescemos ouvindo as primeiras coisas do Queen. Nossa família era louca pela banda, pelo Freddie Mercury. E também por jazz. Mas a gente também adorava ouvir o hard rock da época, AC/DC, Aerosmith. Claro, não mencionei David Bowie and the Spiders from Mars porque seria demasiado clichê. Mas é um dos meus álbuns favoritos. Entretanto, nós nunca mencionamos esse disco como influência.

Quando vocês lançaram seu primeiro disco, houve um hit monumental, I Believe in a Thing Called Love. Você acha que o sucesso daquela música aprisionou vocês em uma imagem?

Foi maior do que nós esperávamos. Aquele disco vendeu um milhão de cópias, virou sucesso na MTV, nas rádios, em todo lugar. E nós vivíamos uma sensação oposta, tínhamos um sentimento de banda punk. Sabe, aquela coisa de “i don’t give a shit?”. Não nos importava se fizesse sucesso ou não. Foi uma contradição. O que aconteceu agora é que retomamos aquele sentimento, com mais maturidade. Você tem que liberar a si mesmo, tem que acreditar de verdade no que canta.

Vocês gravaram, nesse disco novo, Street Spirit (Fade Out), canção do Radiohead. É um tributo ou uma ironia?

Gravamos por que nós amamos o Radiohead. Quando eu tinha 19 anos, meu pai me copiou um CD do Radiohead, era uma época em que todo mundo tinha uma cópia daquele disco, e eu achei brilhante. Depois, saiu OK Computer e eu fiquei ainda mais fã do grupo. Com a gravação, queríamos demonstrar nossa admiração pela banda.

E o Brasil? Qual é o seu nível de conhecimento do Brasil?

Muito pequeno. Não sou muito bom em geografia. Sou um cara de uma cidadezinha, sou do interior. Quer dizer, vivi em Londres um tempo, mas sou interiorano. É excitante para mim ir tocar aí porque nós sabemos que temos fortes seguidores, fãs muito dedicados no Brasil.

THE DARKNESS
Abertura do show de Lady Gaga. Estádio do Morumbi. Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1. Dia 9/11, 22h30. R$ 180/ R$ 750.


Abaixo a banda tocando Tie your mother down

httpv://www.youtube.com/watch?v=DdbEgpF5CMI

 

 

Fonte: www.estadao.com.br

Sexta-feira, 28 de setembro, o Rota 85 apresenta as bandas Seu Madruga e Lurex. Sucessos do AC/DC e Queen, a partir das 23h30.

Seu Madruga
Especializada no rock do AC/DC, a Seu Madruga apresenta com fidelidade os arranjos dos clássicos da fase Bon Scott (1º vocalista) à Brian Johnson (atual).

Lurex
A Lurex celebra a banda do talentoso e carismático vocalista Freddie Mercury. No palco, Reinaldo Amand (voz/teclado), Renato Amand (bateria/voz), Francisco Rocha (baixo/voz) e Fillipe Glauss (guitarra/violão/voz).


Local
Rota 85

Endereço
Av. Guarapari, 85. Santa Amélia,

Telefone
(31) 3491 3850
Data
28/09/2012
Horário
23h30
Preço
R$20 (Masculino) / R$18 (Feminino)
Vendas
No local

 

Fonte: www.soubh.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Canal Biography HD (Bio.HD) passará em outubro o documentário “Queen – Days of Our Lives”.

Esta é a inspiradora, às vezes trágica e honesta história de quatro amigos de escola que conquistaram o mundo da música vendendo a supreendenre quantidade de 300 milhões de discos. Realizado em total colaboração durante a comemoração de seu 40º aniversário, este especial conta com material de arquivo nunca visto.

Datas e Horários:

Terça-feira  09/10/2012 às 20:00

Quarta-feira 10/10/20 às 12 0:00

Quarta-feira 10/10/2012 às 11:00

Abaixo Trailer Oficial do Documentário

httpv://www.youtube.com/watch?v=KVs7cjybOPk

História da banda é contada através de sua discografia

O Queen em 1974. A foto virou a capa de Queen II
O Queen em 1974. A foto virou a capa de Queen II

Os fãs do Queen já têm bastante coisa para ler nesse fim de semana. Isso porque está no ar o nosso especial dedicado à banda. Nele os fãs, e os que gostariam de conhecer mais o trabalho de Mercury, May, Deacon e Taylor, poderão conhecer mais a fundo a discografia do quarteto e saber um pouco mais sobre as razões deles ainda hoje serem um dos grupos mais populares do planeta.

Formado no início dos anos 70 o Queen ganhou as paradas de sucesso do planeta a partir de 1974 quando lançaram Killer Queen. Dali para frente foram muitos álbuns e singles de sucesso e alguns dos maiores shows do planeta – a apresentação deles no Morumbi em 1981 entrou para o Guiness Book.

O grupo permanceu ativo até 1991 ano em que o vocalista Freddie Mercury morreu vítima do vírus HIV. Para saber mais sobre o grupo não deixem então de conferir o nosso especial.

Curtiu especial do Vagalume dedicado ao Queen? Comente e diga quem mais você gostaria de ver ganhando homenagem semelhante.

Especial Queen
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Foi Elvis Costello que uma vez se referiu ao Queen como uma banda que fazia “esperanto rock”. Brincando ou não ele acertou na mosca. Afinal existem pouquíssimos artistas com tamanho apelo em tantos países e entre tantas faixas etárias e de público. Fatores para explicar esse sucesso estrondoso e consistente são vários. Primeiro está na própria estrutura da banda. Ainda que Freddie Mercury fosse a figura central o papel dos outros três era de fundamental importância. Afinal o timbre de guitarra de Brian May é um dos mais distinguívreis que se nota em toda a história do rock e o mesmo pode ser dito da pegada do baterista Roger Taylor. Por último o grupo tinha em John Deacon seu outro trunfo. O baixista, de longe o mais discreto do quarteto, quase sempre chegava para as gravações dos discos com uma ou duas canções, só que essas quase semrpe se tornavam singles de enorme sucesso – o maior hit da banda nos EUA, Another One Bites The Dust, é dele.
Em um grupo onde todos compunham havia sempre a certeza de que se um deles não estivesse muito inspirado sempre haveria alguém para supri-los com material de qualidade.Mas isso não era tudo, desde o começo o Queen buscou a grandiosidade, daí que eles foram pioneiros não só em fazer shows em estádios, como também em compor para esses espaços. Os quatro também tinham um talento incomum para equilibrar material mais simples para tocar nas rádios e canções mais densas – e em muitos casos fizerma essas duas coisas ao mesmo tempo, vide Bohemian Rhapsody.

Aí nos lembramos que a banda também foi uma das primeiras a ver como os clipes poderiam se tornar importantes ou a se aventurar fora do eixo “Europa-EUA” fazendo shows na América do Sul (e também na África do Sul ainda dominada pelo Apartheid, pelo que foram muito criticados).

Em uma banda onde tudo era grandioso e excessivo era natural que isso fosse se refletir na vida de sesu integrantes. May e Deacon ainda souberam manter o pé no chão. O guitarrista especialmente é uma figura interessante. Do tipo que se sente meio culpado por ter tanto dinheiro, ele sempre dividiu sua paixão entre a música e a astronomia. Hoje ele é PHD em astrofísica e Chanceler da John Moores University em Liverpool.

Já Roger Taylor sempre curtiu a vida de rockstar gastando bastante em mansões, carros de luxo e aproveitando o que a vida tem de melhor. E finalmente tínhamos Freddie Mercury uma figura fascinante e com talento inimaginável. Capaz de atingir notas que poucos, ou nenhum, de seus colegas conseguiam, dono de um carisma inesgotável capaz de hipnotizar plateias de 200 mil pessoas, o cantor e painista também gostava de esbanjar e de viver como se não houvesse amanhã. Infelizmente ele acabou se deparando com o vírus HIV em um época em que a AIDS ainda não podia ser controlada como atualmente.

Sua morte aos 45 anos além de deixar uma lacuna enorme no mundo do rock fez com que o Queen como conhecemos deixasse de existir, ainda que May e Taylor tentem manter a chama viva. Nesse especial o Vagalume disseca toda a discografia da banda, com dados curiosos e dando dicas dos melhores álbuns para quem quer conhecer mais essa grande banda. Esperamos que vocês gostem!

Queen II – 1974

Queen letrasMesmo sem conter nenhum grande sucesso foi esse álbum que definitivamente marcou a chegada da banda. Provavelmente o álbum mais pesado feito pelo quarteto, “Queen II” ganha o carimbo de icônico já pela capa, com a famosa foto do grupo no fundo preto – inspirada em uma série de retratos da atriz Marlene Dietrich (busquem por queen + marlene dietrich no Google e vejam as semelhanças).

Felizmente o recheio aqui é tão bom quanto a embalagem. “Queen II” é ividido em duas metades. A primeira mais hard foi composta por May, com exceção de The Loser In The End de Roger Taylor. A segunda mais “viajandona” é o domínio de Mercury.

O destaque fica para Seven Seas Of Rhye que aqui aparece em sua versão completa e definitiva – uma espécie de “preview” foi gravada no disco anterior. O single chegou no décimo lugar da parada inglesa e ajudou a colocar o álbum no top 5 britânico. Daqui pra frente o quarteto só iria crescer mais e mais.

Sheer Heart Attack – 1974

Foi com este terceiro álbum que o Queen começou a escalada que os tornaria uma das maiores bandas de todos os tempos. O álbum segue na mistura de rock pesado – o terreno de Brian May e Roger Taylor com os devaneios artísticos de Mercury, mas aqui o grupo se preocupou em ser mais direto e conciso, o que facilitou na aceitação do trabalho pelo grande público.

“Sheer Heart Attack” traz o primeiro grande hit single da banda Killer Queen que meio que resume a banda com vocais operísticos, solo de guitarra intrincado e a letra repleta de citações à alta aristocracia.

O disco também marca a estreia do baixista John Deacon como compositor na curtinha e simpática Misfire e ainda tem outro grande hit do grupo Now I’m Here com sua mistura rpecisa de peso e apelo pop.

A Night At The Opera – 1975

Queen letrasNão só o melhor trabalho da banda, como um dos álbuns fundamentais da história do rock, “A Night At The Opera” é daqueles discos obrigatórios em qualquer discoteca de música pop.

Foi neste quarto álbum que aquilo chamamos “som do Queen” se cristalizou, e isso se deu porque todos os quatro integrantes estavam inspiradíssimos e ainda contaram com o talento do produtor Roy Thomas Baker para ajudar a materializar suas ideias pra lá de complicadas. May por exemplo fez a épica The Prophet’s Song e a bela ’39. Além disso foi dele a ideia de adaptar o hino nacional britânico em versão que dali por diante passou a ser executada ao final dos shows da banda enquanto o grupo recebia os últimos aplausos e se despedia.

Deacon novamente fez apenas uma música, mas nesse caso a tal canção era You’re My Best Friend, seguramente uma das melhores de toda a banda. Taylor escreveu sua ode ao automóvel I’m In Love With My Car e Mercury…
Bem, se tem um disco do Queen que é cara do seu vocalista esse é “A Night In The Opera”.

Mercury pinta e borda nesse álbum, seja na pesada e vingativa Death On Two Legs ou nas nostálgicas Seaside Rendezvous e Lazing On A Sunday Afternoon com seu clima de music hall.

Ah sim, ele também entregou Love Of My Life, uma daquelas baladas que já nascem clássicas e principalmente Bohemian Rhapsody a canção definitiva da banda e uma das favoritas do público inglês, que costuma elegê-la a “melhor música de todos os tempos”. Uma composição pra lá de intricada, com diversas mudanças de tempo e estilo, incluindo um trecho operístico, diz-se que a fita master ficou quase transparente com a quantidade de overdubs que foram necessários para se ter o take definitivo.

O esforço foi mais do que compensado com o estouro imediato da música. O Queen se tornou mega e passou a fazer shows cada vez mais gigantes. Igualmente importante é o vídeo da música. Gravado para ser exibido no “Top of The Pops” já que o grupo não poderia estar presente nos estúdios da BBC, ele fez acender uma luz na cabeça de toda a indústria que de repente percebeu que esses clipes poderiam levar os artistas para qualquer canto do planeta de forma rápida e barata. Em resumo, foi esse clipe que tornou possível o surgimento da MTV seis anos mais tarde.

A Day at the Races – 1976

Espécie de “disco-irmão” do anterior ainda que menos inspirado, “A Day…” também tem seu nome tirado de um filme estrelado pelos “Irmãos Marx” e uma ilustração semelhante a de “A Night At The Opera”. a diferença cruxial estava nos créditos de produtor. Esse foi o primeiro trabalho da banda sem contar com a presença de Roy Thomas Baker.

Álbum de poucos hits, “A Day…” traz ao menos um clássico incontestável – Somebody To Love, belíssima balada de inflexão gospel e um punhadod e canções menores mas bastante simpáticas como o semi-hit Good Old Fashioned Lover Boy, a hevy Tie Your Mother Down – uma das melhores composições de May e You And I, a única composição de John Deacon que novamente mostra enorme talento e sensibilidade como autor.

O disco chegou no top 5 americano e no primeiro lugar da parada britânica e japonesa, mantendo assim o bom momento comercial pelo qual eles passavam.

News Of The World – 1977

Queen letrasEstamos em 1977 e o movimento punk corre solto no Reino Unido pregando uma volta aos valores básicos do rock e contagiando milhares de jovens e jornalistas culturais por toda a ilha. Um dos alvos favoritos deles são os chamados “dinossauros”, as mega bandas que se distanciaram de seu público e agora vivem de forma decadente em mansões milionárias.

Desnecessário dizer que o Queen era uma das vítimas favoritas deles. Há até a história do encontro de Sid Vicious dos Sex Pistols com Freddie Mercury. Isso porque os dois eram contratados da EMI e estavam gravando ao mesmo tempo. O encontro parece ter sido hilário e rolou mais ou menos nesses termos. Sid: “então é você é o cara que está querendo levar o balé para as massas? Freddie: Ah Senhor Ferocious, nós estamos fazendo o nosso melhor.”

De qualquer forma “News Of The World” mostra que o punk também teve impacto no Queen que fez aqui um disco mais roqueiro e direto que seus antecessores.

Não a toa esse é o disco da banda em que as composições de Mercury aparecem mais discretamente – ainda que o maior hit dele, o eterno hino de competições esportivas We Are The Champions seja dele.

O show aqui é mais dividido e todos têm sua chance de brilhar. Brian May manda ver uma série de riffs marcantes e ainda fez outro daqueles hinos imortais que tinham tudo para dar errado. Afinal quem pensaria que uma música composta basicamente de um loop de tambores e palmas com um vocal falado (isso foi antes do surgimento do rap) viraria um hit? Mas We Will Rock You está aí para provar que na música pop o imprevisível também conta.
Roger Taylor por sua vez confirma seu talento em Fight From The Inside composta e executada – tirando o solo de guitarra – por ele.
Finalmente Deacon, sempre ele, trouxe para o trabalho mais uma canção antológica, a belíssima Spread Your Wings, outra eterna favorita dos fãs.

Jazz – 1978

Se quisermos saber quando o estilo de vida exagerado de Freddie Mercury e dos outros integrantes começou a interferir no trabalho da banda podemos citar o ano de 1978 como marco zero.

Seguramente o menos inspirado álbum da fase clássica da banda, “Jazz” acaba se salvando por conta de seus bons singles – Fat Bottomed Girls e principalmente Don’t Stop Me Now que ganhou relevo nos últimos anos ao se tornar uma espécie de hino ao prazer e à liberdade.

De resto foram as excentricidades da banda que chamaram mais a atenção do público e imprensa. Seja a corrida com centenas de corredoras nuas organizada para promover o compacto com Bicycle Race ou principalmente a festa de lançamento do álbum com direito a hermafroditas, anões servindo cocaína, strippers, luta de mulheres em um ringue cheio de fígados de boi e mais toda uma série de bizarrices que a mente humana é capaz de conceber.

The Game – 1980

Queen letrasUm novo som para uma nova década. Assim é “The Game”, com suas canções enxutas e de grande apelo comercial. A surpresa já começava com Play The Game com a presença nada discreta de um sintetizador. Isso porque era costume do grupo colocar um anúncio de “no synthetizers” em suas contra-capas. Para alguns fãs mais radicais esse foi o momento em que o grupo começou a decair. Outros tantos enxergaram a mudança como a evolução natural de uma banda que definitivamente não queria ficar no passado.
Alheio a isso o grande público abraçou como nunca o disco. “The Game” se deu particularmente bem nos EUA onde eles nunca venderam de forma consistente.
“The Game” é o único trabalho deles que chegou no topo das paradas por lá, graças aos singles Crazy Little Thing Called Love (uma homenagem ao rock dos anos 50 feita por Mercury) e mais ainda por Another One Bites The Dust, um funk inspirado no som do Chicde autoria de John Deacon.O quarteto também ampliou sua base de ação e levou a turnê do álbum para a América do Sul, que ainda era um terreno a ser desbravado pelos grandes astros. Mais de 260 mil ingressos foram vendidos para os dois shows do grupo no Morumbi nos dias 20 e 21 de março de 1981, um recorde mundial naquele momento. Em troca o grupo fez aqueles que até hoje são consideradas as melhores apresentações de um artista estrangeiro no Brasil.

Flash Gordon – 1980

Havia uma grande expectativa com essa nova versão para o cinema do clássico personagem dos quadrinhos. Tudo fazia crer que teríamos um grande blockbuster regado a efeitos especiais de primeira linha, atores de prestígio nos papéis de coadjuvante e um roteiro que não faria o público de bobo.

Para compor a trilha os produtores chamaram uma das bandas mais populares do momento, o Queen naturalmente. O material foi composto e gravado simultaneamente a “The Game” e traz em sua maioria faixas instrumentais. As exceções são o tema principal Flash e a pouco lembrada, mas boa The Hero.

Infelizmente tirando a trilha todo o resto da empreitada deu errado. O filme resultou em uma tremenda bomba que mal se pagou apesar de toda estratégia de marketing criada pelo estúdio.

Hot Space – 1982

Queen letrasOutro disco em que quase nada funcionou e considerado o maior equívoco da carreira da banda. Felizes com o sucesso de Another One Bites The Dust a banda tenta recriar o sucesso carregando nos timbres sintéticos e nos arranjos típicos dos anos 80. Obviamente não funcionou e o álbum selou o fim da lua de mel entre a banda e o público americano.

Por incrível que pareça um dos motivos que especialistas indicam para essa súbita queda de popularidade da banda foi a decisão de Freddie Mercury assumir o visual gay clássico com o bigode e as camisetas justas que teria lhes custado uam enorme parte de sua base de fãs mais conservadora.

Mas então tudo aqui é fracasso e tristeza? Não, porque a faixa que encerra o álbum é under preassure a fundamental parceria da banda com David Bowie que foi para o topo das paradas inglesas apesar de mal ter alcançado o top 30 americano.

The Works – 1984

Sentindo a pressão pelo fracasso de “Hot Space” o Queen resolve trabalhar com mais afinco em mais um disco onde todos parecem dar o melhor de si.

Apesar da maioria das músicas serem de Mercury ou May quem realmente fez a diferença nesse disco foram os outros integrantes. Taylor fez a sua melhor composição e a banda pareceu concordar ao escolher Radio Ga Ga como o primeiro compacto do grupo. Deacon por sua vez fez o outro grande hit do álbum. A divertidíssima I Want To Break Free que deu origem ao famoso vídeo com eles vestidos de mulher (o que novamente, não pegou bem com o público americano).

Cientes de que a América não estava mais de braços abertos, o grupo então volta a sua atenção para o resto do mundo. A turnê passa pela Europa, Japão, Austrália e também pelo Brasil, com dois shows antológicos dentro do primeiro Rock in Rio em janeiro de 1985.

A nota triste fica por conta das apresentações feitas no Hotel Sun City em uma África do Sul que ainda sofria com o regime segregacionsita do Apartheid. Ao se apresentar por lá, a banda atraiu a ira muita gente, entre músicos e veículos de imprensa e ainda quebrou o boicote cultural que a ONU havia imposto ao país.

O grupo remediaria um pouco a situação ao particiaprem em 13 de julho de 1985 do “Live Aid”, o festival feito para arrecadar dinheiro para as vítimas da fome na Etiópia.
Acostumados a tocar para grandes multidões, o grupo tomou conta do estádio de Wembley e entregou os 15 minutos mais marcantes de toda a maratona de shows que rolaram naquele dia. A apresentação já figurou várias vezes no topo das listas de melhores shows já feitos na Inglaterra.

A Kind Of Magic – 1986

Queen letrasEsse álbum predominantemente pop foi o último feito por Freddie antes de se tornar portador do HIV. Curiosamente ele tem várias músicas feitas para a trilha de “Highlander” que contava a história das lutas de guerreiros imoratais através da história.

O álbum emplacou uma série de hits na Inglaterra e também no Brasil como One Vision (feita após o Live Aid), Who Wants To Live Forever, Friends Will Be Friends e a faixa título.

O álbum foi promovido com uma turnê europeia de escalas monumentais. Foram apenas 26 shows que foram vistas por quase um milhão de pessoas, incluindo aí mais um show histórico, desta vez em Budapeste em uma época em que a Hungria era ainda um país comunista.

O que ninguém jamais poderia imaginar é que aquela seria a última turnê feita pela banda e hoje é impossível não sentir certa tristeza ao vermos o vídeo do show de Wembley com Mercury negando veementemente os boatos que o grupo iria se separar dizendo que o Queen só acabaria no dia em que algum deles estivesse morto.

The Miracle – 1989

Em 1987 Freddie Mercury se descobriu soropositivo. Ainda que a AIDS só tenha se manifestado três anos depois a notícia obviamente abalou seus colegas de banda. O cantor de qualquer forma decidiu não tornar pública a sua condição, fechou-se de vez com a imprensa e pôs-se a trabalhar o tanto quanto lhe fosse possível.

Se em momentos de crise a melhor (única?) coisa a se fazer é ficar unido o álbum “The Miracle” comprova a tese, a começar pela capa em que os quatro integrantes aparecem como um só. Os créditos também tinham uma novidade: Pela primeira vez um disco da banda teve créditos coletivos.

Mesmo sem ter algum clássico incontestável, com a possível exceção de I Want It All, esse é considerado o melhor disco da banda nos anos 80 ao lado de “The Game”.

Bastante ecletico e fácil de se ouvir, o álbum costuma agradar bastante os fãs mais devotos, ainda que costume passar meio batido pelos ouvintes casuais.

Innuendo – 1991

Queen letrasO último disco lançado pela banda com Freddie Mercury ainda vivo foi recebido com certa frieza pela crítica quando saiu. Algo que de resto foi algo comum com a banda, que nunca teve seus méritos reconhecidos imediatamente pela imprensa.
Gravado por um Mercury já fortemente debilitado, mas que insistiu para trabalhar até onde fosse possível, o trabalho é naturalmente melancólico e também muito bonito.
A primeira coisa que se nota é um abandono da sonoridade mais pop dos anos 80 e um retorno ao hard rock com tinturas progressivas que os caracterizava no começo de carreira.A faixa título é puro Led Zepellin em sua homenagem ao clássico Kashmir. A primeira metade segue com canções mais pesadas ainda que momentos de maior sutilia também surjam.

O antigo lado b começa mais experimental, com o clima africanizado de All God’s People – uma canção que tem suas origens no projeto “Barcelona”, que juntou Mercury à cantora de ópera Montserrat Caballé. Na sequência entra These Are The Days Of Our Lives. Praticamente uma carta de despedida escrita por Roger Taylor é curioso ver que na época praticamente ninguém percebeu isso. Mas bastava ver o clipe da música, o derradeiro gravado pelo vocalista, para perceber que havia algo de errado com Mercury – o vídeo foi filmado em preto e branco para tentar disfarçar um pouco suas más condições físicas.

O disco termina com The Show Must Go On escrita por Brian May como homenagem pela força de seu amigo em sua luta para continuar produzindo. Não deixa de ser um belo final para a saga dessa grande banda.

Made In Heaven – 1995

Freddie Mercury morreu no dia 24 de novembro de 1991 um dia após ele ter tornado pública sua condição. Como era de se esperar um forte clima de comoção foi instaurado em diversos cantos do planeta.

Como também é comum nesses casos, as vendas da banda dispararam. O caso mais dramático pode ser visto nos Estados Unidos onde a banda viu sua popularidade atingir picos jamais vistos – calcula-se que mais da metade da venda de álbuns da banda na América tenha acontecido após a morte do cantor. Em 1992 Bohemian Rhapsody chegou ao segundo lugar da Billboard, após ter sido usada no filme “Wayne’s World”.

Em abril de 1992 um grande concerto em sua homenagem foi realizado no Estadio de Wembley. A maior parte do show foi dedicado ao que já foi chamado de maior karaokê do planeta com os três integrantes sobreviventes recebendo uma série de astros de primeiríssima grandeza para assumir o posto de Freddie. estiveram lá Axl Rose, George Michael, David Bowie, Annie Lenox, Robert Plant, Roger Daltrey e muito outros.
Finalmente em 1995 foi lançado “Made In Heaven” em que a banda completou os registros finais deixados por Mercury e deixou com a cara da banda algumas canções registradas por ele em sua carreira solo.

John Deacon desde então abandonou a carreira musical – ainda que tenha se reunido aos seus velhos colegas em duas ocasiões enquanto Taylor e May decidiram manter o nome da banda vivo.

Primeiro eles se juntaram a Paul Rodgers, o ex-vocalista do Free e Bad Company para turnês bem sucedidas e um álbum nem tão bem sucedido assim.
Os dois fizeram recentemente meia dúzia de shows com Adam Lambert assumindo os vocais e espera-se que ano que vem o trio saia em turnê mundial. Para quem considera tal coisa algo próximo de uma heresia, recomenda-se uma olhadinha nos vídeos do show para ver que Lambert se sai mais do que bem nessa nada simples empreitada.

Discos ao vivo e coletâneas

Queen letrasEnquanto esteve na ativa o Queen lançou dois álbuns ao vivo. “Live Killers” de 1979 foi gravado durante a turnê europeia feita para promover o álbum “Jazz” e traz um ótimo resumo da banda durante a década de 70.

“Live Magic” de 1986 em compensação não reflete o que foram os shows finais da banda com várias canções editadas para que pudessem entrar no vinil. a situação foi remediada anos depois com “Live at Wembley ’86” que, aqui sim, traz a banda em toda sua glória.
Os dois álbuns ao vivo lançados postumamente também são recomendáveis. “Queen on Fire – Live at the Bowl” tem um show da turnê de “The Game” de 1981 com a banda no auge de seu sucesso na América e “Queen Rock Montreal” flagra os quatro na tour de “Hot Space” do ano seguinte.

Se tudo o que você quer ter da banda é um disco então sem pensar escolha o primeiro “Greates Hits” do grupo lançado em 1982 com dezessete faixas que resumem primorosamente a carreira da banda em sua melhor fase.
O segundo volume, lançado pouco antes da morte de Freddie, também é recomendado por trazer as melhores faixas de discos que nem sempre são bons por inteiro, especialmente para o fã mais casual.

DVDs

Desde o começo o Queen sempre se preocupou com sua imagem, tanto que eles são das bandas que mais fizeram clipes antes disso tornar-se padrão. Todos eles estão em “Greatest Video Hits 1”. Só não espere grandes delírios ou produções. Nos anos 70 os clipes no geral resumiam-se à banda tocando e pouco mais que isso.

Já nos anos 80 com a chegada da MTV tudo mudou e o grupo pôde soltar sua imaginação em clipes pra lá de inventivos e muito divertidos. Confira em “Greatest Video Hits 2”.

Para quem quer ver a banda em seu habitat natural, o palco, existem várias opções entre lançamentos oficiais e “oficiosos” (até os shows de São Paulo de 1981 podem ser encontrados nos grandes magazines). Entre esses as melhores opções são “Queen on Fire – Live at the Bowl” – com show de 1981 e recomendado para quem gosta mais dos primóridos do grupo ou “Queen at Wembley” com apresentação de 1986 para quem curte mais a banda em sua fase mais pop.

Fonte: www.vagalume.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O início de setembro viu nossos Angry Birds assumirem o manto de ser “Freddie por um dia”. Em resumo, isso significa que o nosso amado Pássaro Amarelo teve o privilégio de vestir-se como a lenda do rock Freddie Mercury, tudo em nome de uma boa causa .

Impressionante, não? Nós temos um monte de camisetas azuis super legais para dar de presente, com o “Freddie Bird” se …

Nós queremos ouvir qual é a sua memória favorita de Freddie Mercury. Tudo que você tem a fazer é twittar seus pensamentos para nós com #freddiemercurymemories. Você pode realmente twittar qualquer coisa… Uma homenagem, uma memória, uma canção favorita ou performance.
Enquanto estamos no espírito de homenagear Freddie Mercury, estamos competindo!

O Concurso se encerra no domingo, 23 de setembro as 12PM GMT. Trabalhos serão julgados e vamos escolher 10 vencedores.

Você quer comprar camisetas agora mesmo? Então vá até a nossa loja – Uma parte dos rendimentos arrecadados vão para caridade.

Link para a Loja: http://shop.angrybirds.com/eu/view-by/new/freddie-mercury-limited-edition-t-shirt.html

 

Fonte: http://liveinformationnews.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen ‘Hungarian Rhapsody – Live in Budapest’ será lançado em DVD, Blu-ray e edições de luxo em 05 de novembro de 2012.

“Hungarian Rhapsody: Queen Live In Budapest” é um show imperdível e agora chega disponível nas versões: ‘DVD’, ‘Blu-Ray’, ‘DVD e 2CDs Deluxe Edition’ e ‘2CDs e Blu-ray Deluxe Edition’ e Dowload Digital, em 05 de novembro de 2012 em todo o mundo.

Originalmente filmado em 1986, este filme concerto memorável foi re-masterizado em alta definição e excelente qualidade de som surround 5.1.

Também estão inclusos no DVD e Blu-ray um novo documentário de 25 minutos, intitulado “A Magic Year “. Usando imagens de arquivo de ensaios, entrevistas com a banda no estúdio e na estrada durante a ‘Magic Tour’ – algumas nunca foram vistas antes – esta característica fascinante foram adicionadas para esta nova versão.

O show teve um público de 80.000 fãs e inclui sucessos como: Bohemian Rhapsody, Crazy Little Thing Called Love, I Want To Break Free e We Are The Champions.

Lançamento: 5 de Novembro de 2012
Duração: 118 minutos
Formatos: DVD,  Blu-ray, Deluxe Edition: 2CD and DVD e Deluxe Edition: 2CD e Blu-ray  /  Download Digital (Áudio).

 


Lista de Músicas DVD e Blu Ray:

1. One Vision
2. Tie Your Mother Down
3. In The Lap Of The Gods
4. Seven Seas Of Rhye
5. Tear It Up
6. A Kind Of Magic
7. Under Pressure
8. Who Wants To Live Forever
9. I Want To Break Free
10. Guitar Solo
11. Now I’m Here
12. Love Of My Life
13. Tavaszi Szél Vizet Áraszt
14. Is This The World We Created…?
15. Tutti Frutti
16. Bohemian Rhapsody
17. Hammer To Fall
18. Crazy Little Thing Called Love
19. Radio Ga Ga
20. We Will Rock You
21. Friends Will Be Friends
22. We Are The Champions

Extras:

Documentário ‘A Magic Year’

Deluxe Package CD / Download Digital

Músicas CD 1:

1. One Vision
2. Tie Your Mother Down
3. In The Lap Of The Gods… Revisited
4. Seven Seas Of Rhye
5. Tear It Up
6. A Kind Of Magic
7. Under Pressure
8. Another One Bites The Dust
9. Who Wants To Live Forever
10. I Want To Break Free
11. Looks Like It’s Gonna Be A Good Night – Improv
12. Guitar Solo
13. Now I’m Here

Músicas CD 2:

1. Love Of My Life
2. Tavaszi Szel Vizet Araszt
3. Is This The World We Created…?
4. (You’re So Square) Baby I Don’t Care
5. Hello Mary Lou (Goodbye Heart)
6. Tutti Frutti
7. Bohemian Rhapsody
8. Hammer To Fall
9. Crazy Little Thing Called Love
10. Radio Ga Ga
11. We Will Rock You
12. Friends Will Be Friends
13. We Are The Champions
14. God Save The Queen

 

Fonte: www.queenonline.com

Nesta quinta-feira, dia 20/09, às 23h00, acontece mais uma transmissão do #YTCineJoia. Dessa vez, você acompanha o show dos argentinos do God Save the Queen, uma das mais reconhecidas banda-tributo do Queen.

httpv://www.youtube.com/watch?v=tKudwp3iXxE

A apresentação poderá ser acompanhada nos canais do +AoVivo:
www.orkut.com.br/aovivo
www.youtube.com.br/AoVivo
plus.google.com/+AoVivo/

Usando a hashtag #YTCineJoia, é possível conversar com outros fãs durante a transmissão e falar a sua opinião sobre o show.

Não deixem de acompanhar!

Fonte: http://blog.orkut.com
Dica de: Roberto Mercury

Apontada como a melhor e mais consagrada banda de tributo ao Queen, God Save the Queen retorna à cidade com show marcado no Cine Joia, dia 20 de setembro, quinta-feira. Os ingressos já estão à venda e custam R$ 50,00 (meia-entrada) e R$ 100,00 (inteira).

God Save the Queen foi formada na Argentina no final dos anos 90 e acumula shows memoráveis por diversos países. As apresentações buscam reproduzir com exatidão de detalhes e apurado senso artístico as características mais marcantes do Queen, durante os 20 anos de carreira.

Pablo Padin é o vocalista e incorpora o mito Freddie Mercury com maestria nos trajes e trejeitos de tal forma que costuma arrancar lágrimas dos fás. Francisco Calgaro (guitarra), Ezeguiel Tibaldo (baixo) e Matias Albornoz (bateria) completam a banda.

O repertório do God Save The Queen passa pelos maiores sucessos da banda, incluindo clássicos como “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga”, “Under Pressure” e “Love Of My Life”.

God Save the Queen @ Cine Joia
Quinta-feira, 20 de setembro
Abertura da bilheteria: 20h
Abertura da casa: 21h
Horário previsto do show: 23h

Valores:
R$ 100,00 inteira/ R$ 50,00 meia-entrada

 

Fonte: http://cinejoia.tv
Dica de: Roberto Mercury

Bob Marley, Freddie Mercury e outros cantores foram representados; trabalho foi divulgado por agência de publicidade italiana

Uma agência de publicidade italianachamada TBWA fez uma campanha criativa contra a pirataria musical e usou 6.500 CD’s para criar imagens de Bob Marley, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimi Hendrix, Michael Jackson, James Brown e Freddie Mercury.

Os dois artistas contratados para fazer as esculturas foram Mirco Pagano, de 29 anos e Moreno De Turco, de 25 anos. Ao todo, eles gastaram 200 horas para terminar o projeto. Os CDs utilizados foram dos própríos músicos que tiveram suas imagens recriadas pelos disquinhos; confira o resultado final do trabalho.


Fonte: http://musica.br.msn.com

Esta maravilhosa homenagem a Freddie foi feita por um talentoso grupo de artistas gráficos de Natal. O mural está em uma parede do departamento da Universidade Federal de Belas Artes.

A pintura demorou dois dias para ser concluída e foi feita durante o intervalo da faculdade.

Parabéns aos artistas Flávio Augusto, Israel Nóbrega, Fernando de Paiva e Renan Ramalho  e seu amigo Marcelo Melo pelo envio das fotos.

 

 

Fonte: www.freddieforaday.com
Dica de: Roberto mercury

O Canal GNT exibiu e exibirá, no programa GNT.Doc, um documentário chamado “Queen: A Banda”.

Através de imagens de arquivo e entrevistas com Brian May, o documentário retrata a ascensão de uma das maiores bandas de rock mundiais desde o início até o fim com a morte do vocalista Freddie Mercury, em 1991.

O documentário será reprisado nas datas:

Quinta-feira 27/09/2012 às 23:15 (PS: A grade de programação do canal GNT não consta que o documentário será reprisado hoje. Esta data de reapresentação informada aqui no site – 27/09/2012 – constava na grade de programação da Sky, porém não aparece mais. Mas postamos no youtube o documentário na integra, que pode ser assistido abaixo).


Abaixo você pode conferir o documentário na íntegra.

Parte 1

Parte 2

parte 3

parte 4

Parte 5

 

 

Fonte: http://globotv.globo.com
Com dica de: Roberto Mercury

Show com a banda Classical Queen em Campo Grande/MS dia 15/09/2012, no Círculo Militar.

 

Maiores informações: www.classicalqueen.com.br

O site da ‘Caras’ está com uma pesquisa para saber”Qual música interpretada por Freddie Mercury o leitor prefere. As opções são:

Bohemian Rhapsody
Crazy Little Thing Called Love
Don’t Stop Me Now
I Want To Break Free
Love Of My Life
Radio Ga Ga
Save Me
Somebody To Love
We Are The Champions

Clique Aqui para Votar!!

O resultado parcial está assim:

Love Of My Life 29 %
We Are The Champions 16 %
I Want To Break Free 15 %
Bohemian Rhapsody 12 %
We Will Rock You 7 %
Crazy Little Thing Called Love 6 %
Somebody To Love 5 %
Don’t Stop Me Now 5 %
Radio Ga Ga 5 %

 

 

Fonte: http://caras.uol.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

 

Em entrevista ao Telegraph, Jer Bulsara, 89 anos, relembrou o falecimento de seu filho, Freddie Mercury, em novembro de 1991. “Foi um dia muito triste, mas de acordo com a nossa religião, quando é a hora, não há o que fazer. Deus o amava e precisava dele ao seu lado. É o que prefiro pensar. Nenhuma mãe quer ver o filho morrer. Mas fico feliz que ele tenha feito mais pelo mundo em sua curta existência que muitos fazem em cem anos”.

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em matéria do Fantástico de hoje (09/09/2012), sobre um casal que vendeu tudo e viaja pelo mundo sempre renovando seu amor, “Crazy Little Thing Called Love” é tocada no final quando o casal se casa pela ’24 vez’, no Brasil.

httpv://www.youtube.com/watch?v=AwYZ9aQyRBc

No programa Pânico na Band deste domingo (09/09/2012), o quadro  “Jornal do Boris” encerrou com a música I Want to Break Free.

Esta é a segunda vez que o quadro encerra com música do Queen, a outra foi Bohemian Rhapsody.