Quem tiver o propósito de conhecer as mais belas praias do mundo, deve se dirigir a um só destino: Zanzibar!

Se nunca ouviu falar neste nome, saiba que se trata de duas ilhas que compõem o Arquipélago de Zanzibar, próximo à costa leste da Tanzânia, na África, e que constituem um estado semi-autônomo. Em swahili, dialeto local, chamam-se Unguja (onde fica a capital) ou Zanzibar e Pemba, estando separadas do continente pelo Canal de Zanzibar. A visita à parte antiga de Zanzibar que se chama Cidade de Pedra ou Mji Mkongwe é um local considerado patrimônio da humanidade pela Unesco.

Berço do cantor e compositor Freddie Mercury, foi visitada a primeira vez por Vasco da Gama, em 1499, tendo dominado o território por duzentos anos. No século XVII, o sultanato de Omã tomou Zanzibar que passou a ser um entreposto comercial do oceano Índico Ocidental, vendendo escravos e marfim no mundo árabe, Índia e através do Oceano Atlântico. No século XIX, acabou o tráfico de escravos e Zanzibar tornou-se protetorado britânico, até 1963, quando se tornou uma monarquia constitucional. Ao cabo de uma revolução, uniu-se à Tanganica, para formar a Tanzânia. Apesar dessa união, mantém seu próprio presidente, formando um governo insular.As costas paradisíacas de Zanzibar são exóticas até no nome. Escarpas de coral abrigam praias de águas tranquilas, totalmente cristalinas, com abundante vida marinha e areias cor de neve. Coqueiros altos e majestosos pandanus servem de apoio e sombra às redes e pássaros diversos saltam entre as folhas verdes e frutos pendentes disponíveis, num alegre e contínuo rebuliço.


A mais remota das praias chama-se Mangapwani sendo a menos visitada e mais tranquila, com suas areias douradas, salpicadas com palmeiras e pinheiros – positivamente, a imagem de um paraíso perdido. A península de Nungwi é a mais popular de todas, com lagoas de corais e o aquário de tartarugas. Há uma ativa indústria de construção de barcos na região.Todo tipo de atividade esportiva pode ser encontrado em Zanzibar, desde safaris com golfinhos em Kizimkazi, na Baía Menai, zona de conservação de espécies marinhas, aulas de mergulho, windsurf, kitesurf, equitação e muito mais.
Unguja e Pemba são consideradas como os locais com a maior e melhor variedade de vida marinha do mundo e o sonho de todos os mergulhadores, de todos os níveis. As águas além de transparentes são quentes.
A ilha de Mnemba que faz parte do atol de corais, é um pedaço do céu, na parte norte de Zanzibar. Milhas e milhas de um mar onde os azuis, verdes e turquesas se entrelaçam de acordo com a incidência do sol nas águas de superfície brilhante, numa paz e quietude total.A ilha é pequenina, o que ressalta ainda mais a ideia de ser privativa. Não mais que vinte hóspedes são admitidos de cada vez.


Cada um tem sua própria cama e ombrelone na praia, debaixo do qual as massagens relaxantes deixam o resto do mundo para trás. Bebidas exóticas são saboreadas enquanto você curte a leitura de um dos incontáveis livros disponíveis na biblioteca, gozando da brisa que balança as palmas dos coqueiros e admirando a dança dos golfinhos e sutis aparições das tartarugas marinhas que habitam a área. Enfim, ver para crer que este lugar efetivamente existe pois nenhuma descrição, por mais detalhada que seja, fará juz ao que a Tanzânia reserva para o viajante.


Fonte: www.amantesdavida.com.br
Dica de: Roberto Mercury






Pretensão e mania de grandeza são características que sempre me incomodaram em uma banda, mas alguma coisa no caso Muse me fez repensar essa minha postura. Parece que criticar a banda de Matthew Bellamy está ficando chato. Mais que isso, está perdendo o sentido. Você começa a ver as coisas de um modo diferente quando percebe que elas não têm que ser como você quer (falo isso como fã daquele Muse de Hysteria e Hypermusic). Elas são como são, e você é que deve tentar entender e aceitar, ou então dar de ombros e ignorar tudo.
O Blog 









Em Outubro a Bullet volta para mais um #role #pesado no coração da Augusta, tendo nesta edição como banda homenageada os ingleses do Queen. A banda de rock britânica composta por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor surgiu em 1971 e vendeu mais de 300 milhões de cópias de seus álbuns no mundo inteiro. Se você gosta do bom e velho rock and roll, aqui é o seu lugar.














O DVD/Blu-ray Freddie Mercury: The Great Pretender obteve grande venda em sua primeira semana disponível nos Estados Unidos. Os números garantiram a quarta posição na parada geral. Nas próximas semanas o documentário, parte principal da produção, será exibido aos fãs ingleses através da BBC.
O guitarrista do Queen, Brian May, fará uma pequena turnê de shows acústicos em Novembro com a participação especial da vocalista Kerry Ellis.








Tendo recentemente comemorado seu aniversário de 10 anos, e com mais de 4.000 apresentações para um público de mais de 6,4 milhões, somente em Londres, o espetáculo “WE WILL ROCK YOU” vai lançar uma edição de aniversário. A versão original do álbum superou as vendas de platina.
Um dos maiores nomes do heavy metal nacional, André Matos passa por Belo Horizonte neste sábado (29) numa turnê comemorativa dos 25 anos da banda Viper. Além disso, ele acaba de colocar no mercado seu terceiro álbum solo, “Turn of the Lights”. Confira, na íntegra, a conversa do roqueiro com o Hoje em Dia.
Você é um fã do Steve Perry, do Journey e você teve a chance de ser o vocalista do Journey por um tempo. Como você se sentiu?
Você gosta daqui? Tem alguma banda brasileira com a qual você gostaria de se envolver? 
O cantor Freddie Mercury sempre disse que não tinha limites em sua vida, especialmente artísticos. Quando lançou o pouco inspirado Mr. Nice Bad Guy, em 1985, o seu primeiro álbum solo, ficou irado com as críticas negativas, entre elas a de que abusava da autoindulgência e de fugir do estilo grandioso de sua banda apelando para a música pop comum e seu brilho. A resposta veio dois anos depois, seguindo o conselho do amigo David Bowie: surpreenda com algo diferente. A música Barcelona, compacto que vendeu muito em 1987, tinha toda a megalomania que caracterizava Mercury, mas com um verniz erudito. A associação com a soprano espanhola Montserrat Caballé foi um sucesso ao unir rock e ópera de forma inusitada. Vinte e cinco anos depois, o álbum Barcelona, ganha uma reedição comemorativa bem simplesinha, com apenas uma faixa bônus. Ainda causa certa estranheza ouvir a potente voz de Mercury e as firulas de Caballé – aparentemente há uma incompatibilidade de estilos. Uma segunda audição ameniza o impacto e mostra coisas interessantes como The Golden Boy, The Fallen Priest e Overture Piccante.

