A Revista Kerrang! de Londres, publicou em sua recente edição de Julho, uma review sobre o último Show de Adam Lambert & Queen em Londres, ocorrido em 14 de Julho no HMV Hammersmith Apollo. Confira:

Queen e Adam Lambert
Hammersmith Apollo, 14/07/12
As lendas do rock e o ídolo pop, produzem um ”tipo de magia” na maior parte do show
O QUEEN JÁ FOI campeão. Mas desde a morte do cantor Freddie Mercury, há mais de 20 anos, uma das maiores exportações da Grã-Bretanha tem arrastado suas coroas em um inchado “West End” musical, com colaborações duvidosas e músicas sem inspiração. Esta é a opinião dos pessimistas, pelo menos. O amor ao Queen ainda é claramente abundante, com todos, desde o ”O Homem de Ferro” Tommy Iommi, ao meteorologista Michael Fish assistindo a esta série de shows no “Hammersmith Apollo”. Para os críticos a nomeação do vice-campeão do “American Idol” parece ter sido, tipo, “a última gota d’ água”. É um pouco como Mat Cardle na frente do “Aerosmith”, certo? Imagine isso.
Primeiro, os altos e baixos não ficaram menores do que trabalhar com a boyband de terceiro nível, “5ive” (que fez um cover de “We Will Rock You”, em 2000) e todo mundo sabe que Freddie Mercury é insubstituível. Mas as pessoas se esquecem que Freddie particularmente não gostava de rock, e destacou-se em um gênero tradicionalmente machista pela sua teatralidade. Portanto, a fama de ”estranho” de Lambert combinado com as similares habilidades de falseto e costumeira extravagância, faz dele um candidato mais adequado do que o seu precedente, o arrogante Paul Rogers. Esta noite, as poderosas contribuições de Adam funcionam melhor nas divertidas (“Fat Bottomed Girls”) e tristes (“Somebody To Love”) das obras dos roqueiros e transforma em incríveis os primeiros 50 minutos do show. Então as coisas vão de um Queen “arrasador” a um Queen “enche linguiça”, com um solo de baixo, tambores e a guitarra de Brian May, cujas madeixas prateadas faz parecer que ele está usando uma peruca de tribunal. Desnecessário dizer, filas duplas no toalete.
Entretanto, ele está perdoado por causa do que vem a seguir, um culminante clímax dos maiores hinos do rock: “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. Mais emocionante no entanto, é o momento em que passado e presente se alinham, onde Adam intercala frases com Freddie, que toca piano (em um telão) em “Bohemian Rhapsody”. E Adam enfatiza porque o Queen deve continuar. “Isto é história”, diz ele, agitando os braços, “e estes…”, e ele aponta para Brian May e para o baterista Roger Taylor “…são os professores de rock”. Ele está certo, e é por essa razão que, energizados por um vocalista aparentemente improvável, o show deve continuar.
Tradução: Graça Vilar
Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury





A organização dos Jogos Olímpicos pode ter escolhido barulhos muito sem graça para trilha oficial das competições, como a tenebrosa Survival, do Muse, ou a chatice utópica de Theme for Velodrome, do Chemical Brothers. Mas os londrinos não estão nem aí para decisões oficiais (inclusive, em grande parte, para a realização das próprias Olimpíadas). Por isso mesmo, quem cria o clima de festa nas ruas da cidade é a banda Queen. Bem melhor, não?

Apesar disso, 1989 raiou otimista para o Queen. Seu disco estava finalizado, Freddie apesar de doente, estava mostrando uma incrível capacidade vocal e vontade de fazer música, e a banda estava mais unida que nunca (uma prova disso foi a decisão da banda assinar como Queen para todas as composições do disco). Chegando em Maio, a banda resolveu lançar seu primeiro single pro disco (divulgando o ainda não lançado The Miracle, que havia mudado de nome cerca de 3 semanas antes do lançamento),
– Senhores e senhoras, boa tarde. Com a recente gravação para o nosso novo disco, e o lançamento do single I Want It All, que está ocorrendo hoje, bem como o novo videoclipe, estamos seguros do que vamos fazer nos próximos meses. Nos sentimos mais que prontos para voltar aos palcos além de, é claro, sentirmos falta dos shows e a interação com o público. Alguma pergunta?
















Freddie Mercury era apaixonado por gatos, ele tinha 9: Tom, Jerry, Oscar, Tiffany, Dalila, Golias, Miko, Romeo, e Lily. Durante as turnês ele ligava pra casa e pedia para “falar” com os gatos. Sua preferida era Delilah, que até ganhou uma música. Vale lembrar que seu primeiro álbum solo “Mr Bad Guy” foi dedicado aos seus gatos e às pessoas que amam os felinos.







Guitarrista do Queen, Brian May visita C.T. do São Paulo Futebol Clube O Lendário guitarrista da banda inglesa Queen, Brian May visitou o CT do São Paulo futebol clube na manhã desta quarta-feira, o São Paulo recebeu a visita do guitarrista do Queen com muita surpresa. De férias no Brasil, o guitarrista esteve no CT da Barra Funda para conhecer jogadores, como o goleiro Rogério Ceni, o atacante Luis Fabiano e o treinador interino Milton Cruz – responsável pelo convite ao guitarrista inglês – com quem almoçou após as atividades do dia.



