A Revista Kerrang! de Londres, publicou em sua recente edição de Julho, uma review sobre o último Show de Adam Lambert & Queen em Londres, ocorrido em 14 de Julho no HMV Hammersmith Apollo. Confira:

Queen e Adam Lambert

Hammersmith Apollo, 14/07/12

As lendas do rock e o ídolo pop, produzem um ”tipo de magia” na maior parte do show

O QUEEN JÁ FOI campeão. Mas desde a morte do cantor Freddie Mercury, há mais de 20 anos, uma das maiores exportações da Grã-Bretanha tem arrastado suas coroas em um inchado “West End” musical, com colaborações duvidosas e músicas sem inspiração. Esta é a opinião dos pessimistas, pelo menos. O amor ao Queen ainda é claramente abundante, com todos, desde o ”O Homem de Ferro” Tommy Iommi, ao meteorologista Michael Fish assistindo a esta série de shows no “Hammersmith Apollo”. Para os críticos a nomeação do vice-campeão do “American Idol” parece ter sido, tipo, “a última gota d’ água”. É um pouco como Mat Cardle na frente do “Aerosmith”, certo? Imagine isso.

Primeiro, os altos e baixos não ficaram menores do que trabalhar com a boyband de terceiro nível, “5ive” (que fez um cover de “We Will Rock You”, em 2000) e todo mundo sabe que Freddie Mercury é insubstituível. Mas as pessoas se esquecem que Freddie particularmente não gostava de rock, e destacou-se em um gênero tradicionalmente machista pela sua teatralidade. Portanto, a fama de ”estranho” de Lambert combinado com as similares habilidades de falseto e costumeira extravagância, faz dele um candidato mais adequado do que o seu precedente, o arrogante Paul Rogers. Esta noite, as poderosas contribuições de Adam funcionam melhor nas divertidas (“Fat Bottomed Girls”) e tristes (“Somebody To Love”) das obras dos roqueiros e transforma em incríveis os primeiros 50 minutos do show. Então as coisas vão de um Queen “arrasador” a um Queen “enche linguiça”, com um solo de baixo, tambores e a guitarra de Brian May, cujas madeixas prateadas faz parecer que ele está usando uma peruca de tribunal. Desnecessário dizer, filas duplas no toalete.

Entretanto, ele está perdoado por causa do que vem a seguir, um culminante clímax dos maiores hinos do rock: “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. Mais emocionante no entanto, é o momento em que passado e presente se alinham, onde Adam intercala frases com Freddie, que toca piano (em um telão) em “Bohemian Rhapsody”. E Adam enfatiza porque o Queen deve continuar. “Isto é história”, diz ele, agitando os braços, “e estes…”, e ele aponta para Brian May e para o baterista Roger Taylor “…são os professores de rock”. Ele está certo, e é por essa razão que, energizados por um vocalista aparentemente improvável, o show deve continuar.

Tradução: Graça Vilar

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A organização dos Jogos Olímpicos pode ter escolhido barulhos muito sem graça para trilha oficial das competições, como a tenebrosa Survival, do Muse, ou a chatice utópica de Theme for Velodrome, do Chemical Brothers. Mas os londrinos não estão nem aí para decisões oficiais (inclusive, em grande parte, para a realização das próprias Olimpíadas). Por isso mesmo, quem cria o clima de festa nas ruas da cidade é a banda Queen. Bem melhor, não?

Em qualquer pub, nas festas de bairro ou na Vila Olímpica (onde uma apresentação é preparada sob a trilha sonora de “Don’t Stop Me Now”), a preferência pelo grupo de Freddie Mercury (1946-1991) é notória. Outra imagem fácil na cidade-sede dos Jogos é de ciclistas passeando ao som — uns até cantarolando — de “Bicycle Ride”. À noite em Stratford, perto do Parque Olímpico, o som da moda é “Under Pressure”. Faz sentido.

A voz de Mercury não é uma novidade nas Olimpíadas. Em 1992, nos Jogos de Barcelona, foi usada como hino uma música gravada por ele cinco anos antes ao lado de Montserrat Caballé, levando o nome da cidade espanhola. “Queen é a única banda realmente feliz que o britânicos têm para mostrar”, me diz um amigo indiano que viveu em Londres por muitos anos. Não sei vocês, mas eu troco um Queen pela felicidade de dez Michels Telós.

 

Fonte: http://br.esportes.yahoo.com/blogs/london-calling
Dica de: Roberto Mercury

“Bohemian Rhapsody” é uma canção composta em 1975 por Freddie Mercury, integrante da banda britânica Queen, e incluída no seu álbum A Night at the Opera. Esta canção não possui refrão, e consiste de três partes principais: um segmento de balada que acaba com um solo de guitarra, uma passagem operística e uma seção de hard rock. Nela, Freddie Mercury, Roger Taylor e Brian May cantam respectivamente nas tessituras média, aguda e grave. May toca a guitarra, Taylor toca bateria, tímpano e gongo, e John Deacon toca o baixo elétrico.

Quando foi lançada como single, “Bohemian Rhapsody” se tornou um sucesso comercial, ficando no topo da UK Singles Chart por nove semanas e vendendo mais de um milhão de cópias até o fim de janeiro de 1976. Ela alcançou o topo das listas em diversos outros mercados, incluindo Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Holanda.
O single foi acompanhado de um vídeo promocional, inovador para a época, e popularizou o uso de videoclipes para lançamento de singles , além de ter sido considerado o marco inicial da “era da MTV”.Apesar de a reação crítica ter sido inicialmente dividida, particularmente nos Estados Unidos,”Bohemian Rhapsody” continua sendo uma das músicas mais populares do Queen.. A revista Rolling Stone a colocou na 163° posição da sua lista “The 500 Greatest Songs of All Time”, e considerou o seu solo de guitarra como o 20° melhor solo de todos os tempos.

História e gravação

Freddie Mercury escreveu a maior parte de “Bohemian Rhapsody” em sua casa, em Holland Road, Kensington, no oeste de Londres. O produtor da música, Roy Thomas Baker, relatou como Mercury tocou para ele o início da seção balada: “Ele tocou o início no piano, e então parou e disse, ‘E é aqui que a parte da ópera começa!’ E então fomos jantar”. O guitarrista Brian May disse que a banda considerou o projeto de Mercury para a música “intrigante e original, e que merecia ser trabalhado.”

Grande parte do material do Queen, de acordo com May, era escrito no estúdio, mas essa música já “estava na mente de Freddie” antes de eles começarem. A musicóloga Sheila Whiteley sugeriu que “o título se baseia fortemente na ideologia do rock contemporâneo, no individualismo do mundo boêmio do artista, com a rapsódia afirmando os ideais românticos do art rock.” Comentando sobre seu boemismo, Judith Peraino disse que “Mercury queria… [que essa música] fosse uma zombaria, algo fora do normal nas músicas de rock, e ela realmente segue uma certa lógica operística: coros de muitas vozes se alternam em solos melódicos, as emoções são excessivas, e o enredo é confuso”.

De acordo com Chris Smith (um pianista amigo de Mercury), Mercury começou a desenvolver “Bohemian Rhapsody” no fim da década de 1960. Mercury costumava tocar no piano partes de músicas que ele estava escrevendo, e uma de suas peças, conhecida como “The Cowboy Song”, continha letras que acabaram na versão completa que foi produzida anos depois, em 1975, especificamente “Mama… just killed a man.”

As gravações começaram no Rockfield Studios, próximo de Monmouth, em 24 de agosto de 1975, depois de três semanas de ensaio em Herefordshire. Durante a produção da música foram usados outros quatro estúdios (Roundhouse, SARM, Scorpion e Wessex). De acordo com alguns membros da banda, Mercury preparou a música mentalmente em antecedência, e dirigiu a banda durante a produção. Mercury usou um piano Bechstein, no qual ele tocou no vídeo promocional e no tour pelo Reino Unido. Devido à natureza elaborada da música, ela foi gravada em várias seções, e a junção foi realizada usando a batida da bateria para manter todas as faixas sincronizadas.

May, Mercury e Taylor alegadamente cantaram suas partes vocais continuamente de 10 a 12 horas por dia. Toda a peça demorou três semanas para ser gravada, e algumas seções exigiram 180 overdubs separados. Já que os estúdios da época ofereciam fitas analógicas com apenas 24 canais, foi necessário que os três gravassem a si mesmos muitas vezes e então juntassem tudo em sucessivas submixagens. No fim foram usadas fitas de até oitava geração. As várias seções de fita contendo as submixagens desejadas tiveram que ser cortadas com gilete e então montadas na sequência correta usando fita adesiva. Foi o single mais caro já produzido e uma das gravações mais elaboradas na história da música popular.

Composição e análise

A música consiste de seis seções: introdução, balada, solo de guitarra, ópera, hard rock e conclusão. Este formato, com mudanças abruptas de estilo, tom e andamento, era incomum em músicas de rock. Uma versão embriônica desse estilo já havia sido utilizada pela banda em “My Fairy King” e “The March of the Black Queen”.

Introdução (0:00–0:49)

A música começa com um coral a capella em quatro partes em si bemol maior – uma gravações em multicanais inteiramente de Mercury, apesar de o vídeo mostrar os quatro membros cantando esta seção. A letra questiona se a vida é “real” ou “apenas fantasia” antes de concluir que “não pode haver escapatória da realidade”.

Após 14 segundos, o piano entra, e a voz de Mercury se alterna com outras partes vocais. O narrador se apresenta como “apenas um pobre garoto”, mas declara que “não precisa de simpatia” porque ele “vem fácil, vai fácil”; um efeito cromático em “vem fácil, vai fácil” destaca a atmosfera onírica. O fim desta seção é marcado pela entrada do baixo e a familiar parte do piano em si bemol maior.

Balada (0:49–2:36)

O piano começa a parte em si bemol maior junto com a entrada do baixo de Deacon, marcando o início dessa seção. Depois de ser tocada duas vezes, a voz de Mercury entra. Durante o curso da seção, os vocais evoluem de uma harmonia suavemente cantada para uma apaixonada performance solo de Mercury. O narrador explica para sua mãe que ele havia “acabado de matar um homem,” com “uma arma contra sua cabeça” e, ao fazê-lo, jogou sua vida fora. Essa seção “confessional”, comentou Whiteley, é uma “afirmativa da carinhosa e vivificante força do feminino e da necessidade de absolvição.” A linha cromática do baixo faz uma modulação para mi bemol maior,o que sustenta o clima de desespero.É nessa altura (1:19) que a bateria de Taylor entra (apresentando o ritmo 1-1-2 de “We Will Rock You” em formato de balada), e o narrador faz a segunda de diversas invocações por sua mãe no novo tom, reutilizando o tema original. O narrador explica seu arrependimento por “fazê-la chorar” e pede à sua mãe que “continue como se nada importasse” para ele. Uma breve variação descendente do piano conecta com duas repetições da parte em si bemol maior, introduzindo o segundo verso.

Enquanto a balada prossegue em seu segundo verso, o narrador mostra quão cansado e abatido ele está por suas ações (enquanto May entra na guitarra e imita a tessitura superior do piano aos 1:50). May imita outro objeto de percussão (uma bell tree) durante a linha “sends shivers down my spine”. O narrador dá adeus ao mundo, anunciando que ele tem que ir, e se prepara para “encarar a verdade”, admitindo que “Eu não quero morrer / Algumas vezes eu gostaria de nem ter nascido”. Nesse momento começa o solo de guitarra, que eventualmente passa por uma modulação com uma rápida série de notas descendentes, que levam a tonalidade para lá maior, marcando o início da seção “ópera”.

Solo de guitarra (2:36–3:03)

Enquanto Mercury canta a linha ascendente “Algumas vezes eu gostaria de nem ter nascido “, o volume de som aumenta, chegando ao solo de guitarra tocado e composto por May, que serve como uma ponte entre a balada e a ópera. A intensidade continua a crescer, mas assim que a nova tonalidade é estabelecida a banda emudece abruptamente aos 3:03, exceto pelo piano.

O produtor Baker lembrou que o solo de May foi feito em apenas uma faixa, ao invés de gravar faixas múltiplas. May afirmou que queria compor “uma pequena melodia que seria uma contrapartida da melodia principal; eu não queria apenas tocar a melodia”. O guitarrista disse que seu melhor material provém dessa forma de trabalho, na qual ele pensa na melodia antes de tocá-la: “os dedos tendem a ser previsíveis, a não ser que estejam sendo controlados pelo cérebro.”

Ópera (3:03–4:07)

Uma rápida série de mudanças rítmicas e harmônicas introduzem uma seção intermédia pseudo-operística, que contém a maior parte dos elaborados vocais, representando a descida do narrador ao inferno. Apesar de o pulso básico da música ser mantido, a dinâmica varia muito de compasso para compasso, desde apenas a voz de Mercury acompanhada pelo piano, até um coro de várias vozes apoiados pela bateria, baixo, piano e tímpano. De acordo com Roger Taylor, a sua voz combinada com as de May e Mercury criou um amplo alcance vocal: “Brian podia alcançar notas muito baixas, Freddie tinha uma voz poderosa nas notas médias, e eu era bom com as notas altas.” A banda quis criar “uma parede de som, que começa baixa e vai até o alto.”A banda usou o efeito de sinos para as expressões “Magnifico” e “Let me go”. Além disso, em “Let me go”, Taylor, cantando a parte mais alta, continua por um tempo após o “coro” ter parado de cantar.

Referências líricas nesta passagem incluem Scaramouche, o fandango, Galileo Galilei, o Figaro, e Bismillah, enquanto facções rivais lutam pela alma do narrador. Peraino chamou a sequência tanto de “um julgamento em quadrinhos” e “um rito de passagem… um coro acusa, outro defende, enquanto o herói apresenta a si mesmo como pacífico e astuto.” A introdução da música é lembrada em “I’m just a poor boy, nobody loves me”. A seção conclui com um tratamento completo de coral na frase “Beelzebub has a devil put aside for me!”, num bloco em si bemol maior. Usando a tecnologia de 24 faixas disponível na época, a seção “ópera” demorou cerca de três semanas para ser finalizada.

Hard rock/Heavy metal (4:07–4:56)

A seção operística leva a um agressivo interlúdio musical hard rock/heavy metal, com um riff de guitarra escrito por Mercury. Aos 4:15, Mercury canta palavras raivosas dirigidas a um “você” não especificado, acusando-o(a) de traição e abuso e insistindo que ele(a) “não pode fazer isso comigo” – o que poderia ser interpretado como um flashback para certos eventos que levaram à seção de balada (“acabei de matar um homem”). A guitarra toca três passagens ascendentes, e Mercury novamente executa uma parte em si bemol maior, enquanto a música se aproxima do final com um ritardando.

Conclusão (4:56–5:55)

Depois de May tocar algumas notas, a música retorna ao tempo e forma da introdução, inicialmente em mi bemol maior, antes de rapidamente mudar para dó menor, e logo entra em uma série de modulações curtas, voltando ao dó menor em tempo para a seção “nothing really matters” final. Uma guitarra acompanha o coro “ooh, ooh yeah, ooh yeah”. Uma melodia é tocada por um amplificador criado por John Deacon, carinhosamente apelidado de “Deacy Amp”. A linha de Mercury “Nothing really matters…” aparece novamente, “embalado por leves arpejos de piano, sugerindo tanto a resignação (tonalidades menores) quanto um novo sentido de liberdade no amplo leque vocal.” Depois que a linha “nothing really matters” é repetida várias vezes, a música finalmente acaba em mi bemol maior. A última parte da letra, cantada calmamente, “Anyway the wind blows” é seguida pela batida de um gongo, que marca o fim da música.

 

Fonte: http://biographyrock.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Hoje, 26/07/12, Roger completa 63 anos!!!

Parabéns Roger!!!

Parte 1

Bom, antes que os fãs de Queen me xinguem pelo título, obviamente, como fã da banda, sei que nunca houve a turnê do The Miracle devido ao fato do Freddie Mercury ter contraído AIDS. Então, É UMA HISTÓRIA FICTÍCIA. E eu resolvi criar essa história porque, além de ser fã da banda, sou mega fã do The Miracle em especial, acho um grande disco, o melhor deles nos anos 80. Foi onde eles recuperaram a sonoridade pesada. Então vamos lá.


Era mais ou menos meio de 1989. O Queen estava reunido novamente em função de seu novo disco, o até o momento denominado The Invisible Man. Há 3 anos que a banda não lançava nada de novo, seu último disco havia sido o A Kind Of Magic, de 1986, que teve uma turnê de proporções gigantescas comparada ao resto. Apenas shows em estádios, um jogo de luzes como nunca visto antes, e ainda assim, nada que chegasse aos pés de turnês anteriores da banda, musicalmente falando. Freddie se sentia cansado demais para continuar nesse ritmo, por isso o Queen havia decidido parar com shows. Seu último concerto para sempre havia sido no Knebworth Park, em 9 de Agosto de 1986.

Depois disso o Queen deu um tempo. Freddie Mercury, como sempre, fez MUITA festa, regravou The Great Pretender, um sucesso do The Platters, descobriu que tinha a maldita doença e realizou seu sonho de lançar um disco de ópera com Montserrat Caballe, sua cantora lírica preferida. Enquanto isso, outro membro do Queen que se manteve ativo na música foi Roger Taylor, que fundou sua banda, o The Cross, e lançou um disco, Shove It, em 1988. Brian May estava passando por problemas, então se manteve afastado da música. A morte de seu pai, combinada com o diagnóstico da doença de Freddie e o divórcio recente tiveram um efeito quase devastador em sua vida.


Apesar disso, 1989 raiou otimista para o Queen. Seu disco estava finalizado, Freddie apesar de doente, estava mostrando uma incrível capacidade vocal e vontade de fazer música, e a banda estava mais unida que nunca (uma prova disso foi a decisão da banda assinar como Queen para todas as composições do disco). Chegando em Maio, a banda resolveu lançar seu primeiro single pro disco (divulgando o ainda não lançado The Miracle, que havia mudado de nome cerca de 3 semanas antes do lançamento), I Want It All.

Com a gravação do videoclipe para a música, a banda sentiu que não havia perdido o jeito: estavam incríveis no clipe. Ali surgiu a ideia de voltarem atrás e fazerem uma turnê, mesmo que pequena, para divulgar o novo material e registrá-lo ao vivo. No dia do lançamento de I Want It All, o Queen convocou uma entrevista coletiva com a imprensa.

 

Parte 2

Chegou o dia 2 de Maio. Enquanto o mais novo single do Queen chegava nas lojas, a banda repentinamente convocou uma entrevista coletiva para a imprensa (o que pegou a própria imprensa de surpresa, já que devido à reclusão dos membros da banda, em especial Freddie, dava asas aos tablóides sensacionalistas, que já especulavam quanto ao estado de saúde de Mercury), na própria Garden Lodge, mansão de Freddie Mercury. Brian May começou falando:
– Senhores e senhoras, boa tarde. Com a recente gravação para o nosso novo disco, e o lançamento do single I Want It All, que está ocorrendo hoje, bem como o novo videoclipe, estamos seguros do que vamos fazer nos próximos meses. Nos sentimos mais que prontos para voltar aos palcos além de, é claro, sentirmos falta dos shows e a interação com o público. Alguma pergunta?

– Sr. Brian, aqui. Meu nome é Josh Harrison, do jornal The Sun. Tenho uma pergunta para a banda, mas em especial Freddie Mercury. Então essa volta aos palcos será o que? Apenas algumas datas ou uma turnê mesmo?

– Certamente se chamará The Miracle World Tour. Isso mesmo, estaremos voltando à América do Norte com algumas datas, outras no Brasil, e algumas na Europa. Não sei se chegará a 30 datas, mas provavelmente será uma turnê do tamanho da Magic Tour em datas. Mas apenas em datas, em matéria de equipamentos será algo COMPLETAMENTE diferente. Mas voltando ao assunto, porque a pergunta foi “em especial para mim”? – Freddie disse

– Bom, é que eu gostaria de saber de você em pessoa se está em condições para essa turnê. Ultimamente você anda parecendo mais magro que o normal, com uma aparência meio doente. Gostaria de saber se está tudo bem.

Freddie, com seu senso de humor característico, como em outras entrevistas já o demonstrou, respondeu:

– My darling, I’m 42 years old, almost 43. For an old faggot like me, is very decadent be an old fat faggot. This is the reason for my thin appearence. I can ensure to you that I’m in very well condition to tour again.

– Hm, então OK. – respondeu o jornalista – Tenho mais uma pergunta para a banda. Já podem me adiantar como serão os shows, em matéria de setlist, equipamentos?

Roger Taylor tomou a frente para responder a pergunta:

– Bom, ainda não sabemos exatamente o que pode acontecer. Mas nos anos 70 o Queen foi uma banda muito mais inovadora e diferente que nos anos 80, pretendemos ser de novo com essa turnê. Tocar setlists diferentes, mais músicas, tocar músicas que nunca foram tocadas ao vivo antes. E apesar de toda essa pretensão, a ideia é manter a simplicidade, quanto à palco. Vai ser algo bem mais simples que a Magic Tour, nada daquelas loucuras de novo. Mas sim, podem esperar por outro Queen nessa turnê, nada do Queen acomodado e comum das duas últimas turnês.

Depois disso se seguiram algumas perguntas sobre o disco novo e informações do tipo, e outro jornalista pegou o microfone para fazer uma das últimas perguntas:

– Sou Michael Moore, do jornal Daily Mirror. Gostaria de saber se a banda já pensou em alguns lugares para agendar os shows da turnê.

– Bom, ainda não fizemos o esquema certo da turnê, mas acredito que alguns lugares como o Estádio de Wembley, o Fórum de Montreal, o Madison Square Garden e o Estádio do Morumbi são paradas certas da nossa The Miracle Tour. – respondeu o baixista John Deacon

– Então é isso. O Queen agradece pelas presenças dos senhores e senhoras aqui na Garden Lodge e dá por encerrada a entrevista coletiva. Muito obrigado e tenham um bom dia. – Terminou Freddie Mercury

Agora era uma questão de tempo. Em duas semanas o Queen terminou de agendar a turnê. Seriam mais ou menos 30 datas, dessa vez sem tantas viagens, para poupar Freddie. A turnê começaria em 22 de Maio, dia do lançamento do The Miracle, no Estádio de Wembley. Aconteceriam mais 4 shows em Wembley e, de lá, o Queen partiria pro Hammersmith Odeon, onde faria 3 shows. Seria algo muito mais leve que qualquer turnê que o Queen já havia feito. A intenção era fazer essas 30 datas entre Maio e Novembro, onde seria lançado o último single, The Miracle. Havia tempo suficiente, por isso a banda tocaria no máximo 3 shows por semana. Agora seria esperar por essa turnê histórica, que seria, de fato, a última e, talvez a melhor, do Queen.

 

 

 

 

Fonte: http://natadorock.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Com exceção das bandas instrumentais e algumas orquestras, todas outras possuem um vocalista, que na maioria das vezes é também o front man, o cara que representa a banda, o primeiro a ser reconhecido e lembrado pelo público e, normalmente é o mais carismático do grupo.

No rock, existem vários estilos de vocalistas, aqueles mais participativos com as plateias durante os shows, outros mais introspectivos que se preocupam somente em executar seu trabalho da melhor maneira possível.

A função do cantor é implementar sua voz sobre as melodias, tornando a canção algo completo. Além disso, é através de sua voz que a banda passa sua mensagem com letras, refrãos e passagens marcantes.

Na história do Rock, existiram diversos vocalistas marcantes, mas abaixo listo os MEUS preferidos, destaco os meus, justamente porque é na minha opinião e, como já disse em outras oportunidades, não sou músico e na minha visão como leigo, música é muito mais que exuberância, pirotecnia e virtuosismo, passa muito mais por feeling, talento e competência, aliado claro a uma boa técnica.


Segue a lista:

Steven Tyler
Um dos ‘Toxic Twins’ do Aerosmith, ao lado de Joe Perry, conserva sua voz desde os anos 70, tendo como característica poderosos agudos e um timbre único, com uma potência difícil de ser alcançada.
Sobreviveu aos abusos das quatro décadas de carreira – chegou a declarar que todo dinheiro que ganhou nos anos 70 foi parar no seu nariz – tendo conseguido reconhecimento na década de 70, indo quase ao ostracismo em meados dos anos 80 e retornando com grande sucesso comercial nos anos 90 até os dias de hoje. Sua banda é constantemente definida como a maior banda da América.
Além de grande cantor, Tyler é multi-instrumentista e compôs a maioria das músicas do Aerosmith. Ao lado da banda, conquistou fãs fiéis, com carisma e competência, sendo que seus shows são sempre esgotados, sejam em estádios, ginásios ou festivais. Alcançaram status de banda clássica de rock, devido a longevidade, sucesso e toda mística necessária para eternizar uma banda de rock n’ roll.
Ouça: Dream On, do primeiro disco, homônimo, de 1973.
Chris Cornell
Cantor e principal compositor do Soundgarden e Audioslave, além de ter participado do projeto Temple of the Do.
Como vocalista, possui um timbre único e um alcance impressionante, cantando desde canções mais líricas e melosas, até os mais potentes petardos. Além da voz impressionante, é um ótimo letrista, fugindo do senso comum da maioria dos compositores de língua inglesa.
Emergiu da onda grunge no final dos anos 80, com o Soundgarden, lançando ótimos discos, como Ultramega OK, Louder than love, Badmotorfinger e Superunknown. A banda possuía forte influência de rock clássico da década de 70, principalmente Led Zeppelin e de heavy metal. A banda foi a primeira das bandas de Seatle tidas como grunge a ganhar reconhecimento fora da cidade, porém foi com o lançamento de Nevermind, do Nirvana, em 1991, que a coisa se tornou mega.
Com o final do Soundgarden em 1997, lançou alguns discos solo, com apelo mais pop e teve boa aceitação comercial, alcançando vendas satisfatórias.
Já em 2001, juntou-se aos integrantes remanescentes do Rage Against the Machine e formou o Audioslave, grande banda da década, em que lançou três discos, todos recheados de ótimas músicas, com pegada, swing, energia e lirismo. Porém, a banda encerrou as atividades em 2007, devido a divergências musicais.
No intervalo de 2007 até aqui, lançou outro álbum solo e saiu em turnê. E anunciou no final de 2009, o retorno do Soundgarden.
Como a maioria dos grandes músicos da era grunge, passou meio desapercebido na época, no entanto hoje é considerado o grande cantor do rock mundial atualmente. Com o passar dos anos, parece não ter perdido em nada a qualidade da voz, pelo contrário, parece ter amadurecido e encaixa a mesma em qualquer melodia com a mesma ou até maior precisão do início da carreira.
Ouça: Outshined, do álbum Badmotorfinger, de 1991.

Robert Plant
Cantor inglês, conhecido por ter participado da formação de uma das maiores bandas em todos os tempos, o Led Zeppelin, se caracteriza pelos potentes agudos, mas executou vários timbres durante a diversificada carreira da banda.
É presença garantida em qualquer lista de maiores vocalistas da história do rock, com uma voz das mais belas, cantava baladas, rocks e blues com a mesma emoção, de forma visceral, dando o toque final às canções do Led Zeppelin, ele consegue dar às músicas exatamente o timbre que elas necessitavam, por isso essa engrenagem da banda funcionava tão bem, aliás todas as peças dessa engrenagem poderiam ser os melhores em cada instrumento que ocupam.
Ouça: Dancing Days, do álbum Houses of the Holy, de 1973.


Freddie Mercury
Pseudônimo artístico de Farrokh Bulsara, vocalista da banda britânica Queen, formada em 1971. Freddy é, sem sombra de dúvida, o vocalista mais carismático e performático da história do rock, transformando o Queen numa das maiores bandas da história, tendo sido presença constante nos maiores festivais de música do mundo durante a maior parte de sua carreira. Desde o início, Freddy parecia ter o dom para criar canções que conquistassem multidões e fossem comercialmente utilizáveis em diversas situações, sendo que não foi por acaso que a banda compôs “We Will Rock You” e “We Are the Campions”, canções executadas até hoje em eventos esportivos.
A banda com sua formação original durou vinte anos, desde sua formação em 1971 até a morte de Freddy em decorrência do vírus da Aids em 1991. Ao todo foram 15 discos de estúdio lançados, além de compilações e registros ao vivo. A discografia da banda é marcada pela criatividade de todos os integrantes, principalmente do vocalista, tido como o gestor da banda, sendo que, salvo em algumas escorregadas, fizeram ótimas canções e alcançaram a condição de uma das maiores bandas da história.
Como cantor, Freddy possuía, além do timbre pessoal, uma voz bela e versátil, capaz de cantar rocks avassaladores ou baladas emocionantes. Parece que o mesmo nasceu para dominar plateias, tamanha sua desenvoltura perante as multidões ao redor do mundo, com sua personalidade bissexual e agindo muitas vezes de espalhafatosa ganhava a todos e comandava o show, sendo que era considerado a própria ‘’rainha’ nos shows da banda.
Se arriscou em carreira solo, em meados dos anos 80, porém sem o mesmo brilho que obteve ao lado de seus companheiros de banda.
Ouça: Another One Bites the Dust, do disco The Game, de 1980.

Paul Rodgers
Tá aí um cara que o tempo foi ingrato, Paul Rodgers tem uma das melhores vozes da música mundial e provavelmente, hoje em dia, pouca gente o conhece. Foi vocalista de duas das melhores bandas de rock dos anos 60 e 70, Free (dos sucessos ‘All Right Now’) e Bad Company (‘Feel Like Makin’ Love) e possuía um timbre límpido e doce que transformava qualquer melodia em canções tocantes ou petardos sensacionais.
Ele se manteve no Free de 1968 a 1973, quando saiu para montar o Bad Company, de onde saiu no início da década de 80, quando partiu para uma bem sucedida carreira solo, com turnês bem sucedidas, sempre calcadas nos sucessos de suas antigas bandas. Formou ainda nos anos 80, uma banda chamada The Firm ao lado de ninguém menos que Jimy Page (ex Led Zeppelin). Além disso, gravou um disco e fez uma turnê mundial ao lado dos integrantes do Queen, batizado de Queen + Paul Rodger, para deixar claro que era uma fusão dos dois e não uma troca.
Ouça: Shooting Star, do Bad Company, presente no disco Straight Shooter, de 1975.


Scott Weiland
Vocalista Americano, problemático e talentoso do Stone Temple Piltos e Velvet Revolver. Scott, ao meu ver, é muito subestimado devido a comparações indevidas no início da carreira ao estilo de Eddie Vedder (Pearl Jam).
O Stone Temple Pilots ficou famoso mundialmente com o hit ‘Plush’ em 1992, em plena explosão da onda grunge. A canção estava presente no disco do mesmo ano chamado Core, que realmente seguia a estética do estilo em evidência na época. Porém no decorrer da carreira, a banda se mostrou muito talentosa e original, se reinventando a cada disco, mostrando influências de rock clássico, hard rock, pop e até bossa nova, se tornando uma das bandas mais criativas da década.
Scott sempre teve problemas com drogas, sendo inclusive preso em algumas ocasiões. De qualquer forma, sua voz parece ter resistido bem ao decorrer dos anos e o que mais impressiona são os diferentes tons de voz impostos pelo vocalista, com vozes extremamente agressivas em certas canções e vocais totalmente doces e românticos em outras.
O Stone Temple Pilots encerrou as atividades em 2003, retornando em 2008, após os integrantes se envolverem em outros projetos. Nesse intervalo, Scott assumiu os vocais do Velvet Revolver, ótima banda composta pelos ex-integrantes do Guns N’ Roses, sendo que com eles, gravou dois discos, sendo o primeiro, ‘Contraband’, excelente. Na banda, o vocalista novamente mostrou toda sua versatilidade em canções rápidas e pesadas e em baladas melodiosas.
Além da carreira nas bandas citadas, Scott têm dois discos solos lançados.
Ouça: Sour Girl, do Stone Temple Pilots, presente no disco nº 4, de 1999 e Sucker Train Blues, do Velvet Revolver, do disco Contraband, de 2004.

E essa é minha lista dos caras que, de uma forma ou de outra, habitam nosso imaginários e são nossos heróis quando estão no palco, diante da banda pela qual a gente é apaixonado pelo som. São os cartões de visitas das bandas e, muitas vezes, essenciais para o sucesso ou não das mesmas.

 

Fonte: http://rockideologia.blogspot.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Jogos de música já foram febre no universo gamer, mas a grande moda já passou. Porém, o que nunca sai do topo são os jogos inspirados no clássico karaokê. Afinal, é muito complicado utilizar um instrumento de plástico para tocar notas imaginárias na tela, mas pegar um microfone e cantar todo mundo sabe, ainda que algumas pessoas sejam um pouquinho desafinadas. Mas isso tudo faz parte da diversão, claro.

5 – SingStar Queen

Outro da série SingStar, mas desta vez temático sobre uma determinada banda. Existem alguns títulos da série neste estilo, mas o de maior destaque é realmente SingStar Queen, sobre o lendário grupo de Brian May, Roger Taylor, John Deacon e Freddie Mercury. Com mais de 20 músicas, os fãs são presenteados com os maiores hits e clipes que rolam ao fundo.

SingStar Queen (Foto: Divulgação) (Foto: SingStar Queen (Foto: Divulgação))

No setlist, sucessos como “Another One Bites the Dust”, “Bicycle Race”, “Bohemian Rhapsody”, “I Want It All”, “I Want to Break Free”, “Somebody to Love”, “Under Pressure”, “We are the Champions”, “We Will Rock You”, “Who Wants to Live Forever”, entre outros.

Para ver a mateéria completa Clique Aqui

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em evento sobre a doença, cantor diz ter tido “sorte” por sobreviver aos anos 1980 e 1990

Elton John na conferência em Washington
Elton John na conferência em Washington

Em um discurso forte nesta segunda-feira (23) na 19ª Conferência Internacional sobre a Aids, em Washington (EUA), Elton John impressionou o público ao lembrar seu vício em drogas, a prática de sexo sem proteção e que, por conta disso, não deveria estar vivo hoje.

“Eu devia estar morto, sete palmos debaixo da terra num caixão de madeira”, disse ele. “Eu devia ter contraído HIV nos anos 1980 e morrido nos 1990, assim como (o vocalista do Queen) Freddie Mercury, como (o ator) Rock Hudson. Todo dia me pergunto, ‘como sobrevivi?’.”

O cantor britânico confessou que sua vida era uma “bagunça”, estava “no fundo do poço” e por pouco não morreu. Disse, no entanto, ter tido sorte: contou que está sóbrio há 22 anos e que foi resgatado do vício pela família e pessoas que se importavam com ele.

Realizada nos EUA pela primeira vez desde 1990, a Conferência Internacional sobre a Aids reúne a cada dois anos os maiores especialistas do mundo sobre a doença.

Em seu pronunciamento, Elton John – que lidera esta semana a parada britânica pela primeira vez em 22 anos – também condenou a discriminação que existe ainda hoje contra os homossexuais. Segundo ele, a vergonha e o estigma estão “matando as pessoas em todo o mundo agora mesmo”.

Ouça músicas e aprenda letras de Elton John

“Há algumas pessoas que olham os doentes e buscam razões para culpá-las”, afirmou. “Precisamos é de mais amor para os que estão vivos.”

 

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A banda norte-americana Foxy Shazam colocou na roda mais um clipe do seu quarto álbum, The Church of Rock and Roll, lançado em 24 de janeiro passado.

O vídeo de “Holy Touch” mostra o grupo em apuros após embarcar, literalmente, em uma furada. Como de praxe, a música é grudenta como todas do Foxy Shazam e se equilibra em momentos que lembram o Queen e em outros em que parece uma faixa do The Darkness.

Diversão garantida no player abaixo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kgBKS4JCsec]

 

 

 

Fonte: http://collectorsroom.blogspot.com.br
Dica: Roberto Mercury

Grupo argentino que faz tributo ao Queen realiza show em Rio Grande

O Dr. Queen, que faz um dos mais reconhecidos tributos à banda britânica Queen no mundo, realiza turnê pelo Sul em agosto. Entre as cidades que receberão o grupo está Rio Grande, o show será no dia 2 de agosto, às 21h, no Teatro Municipal. A turnê inclui ainda as cidades de Caxias do Sul – dia 3, Santa Cruz – dia 4 e Porto Alegre no dia 5 de agosto.

A banda que é composta por George Busetto – o Dr. Queen (vocal e piano), Alvaro Navarro Kahn (guitarra, vocais e piano), Gus Dicun (baixo e vocais) e Eze Taylor (bateria e vocais) estreou em 2000, com o nome de ONE no lotado Teatro Coliseo Podesta, em La Plata, Argentina. Na época as pessoas não podiam acreditar que estavam ouvindo um som e poder de voz tão semelhante ao do cantor Freddie Mercury – da banda de rock britânica Queen – e até mesmo a incrível semelhança física, figurinos, gestos e movimentos. Com o passar dos anos, com diversos shows em teatros e estádios a banda tornou-se cada vez mais popular em toda Argentina, até que uma nota no canal de TV mais importante do país, o Canal 13, nomeou o cantor George Busetto como “Doctor Queen”, unindo a profissão dele com a semelhança à Freddie e música que executava, dando nome definitivo ao grupo. No passado o então médico cantarolava músicas do Queen, sua paixão desde os 20 anos, em um hospital público da cidade como forma de curar a alma das pessoas.

Até o momento a Dr. Queen já realizou mais de 470 shows ao vivo, tendo passado por vários países na América e Europa, sempre com grande sucesso, a ponto de, em 2009, na Suíça, a convite do Memorial Day, o grupo foi eleito pela NED como a melhor banda tributo de todos os tempos.

Nos shows estão todos os grandes clássicos do Queen original, como Bohemian Rhapsody, Somebody To Love, Killer Queen, Love Of My Life, We Are The Champions, Crazy Little Thing Called Love e muitos outros.

O grupo já realizou versões do Queen acompanhado por grandes coros, dançarinos e outros artistas, enriquecendo o espetáculo. O final característico de cada apresentação traz Jorge Busetto com a capa e a coroa – como Freddie usava – mostrando toda força do magnífico Queen.

Os ingressos custam R$ 70, a inteira, R$ 35, a meia entrada e a promocional R$ 50, mais 1 kg de alimento não-perecível e podem ser encontrados na bilheteria do Teatro Municipal.

Mais informações com Caio Lopes pelo telefone (53) 8435.3861.


Dica: Roberto Mercury

O Portal Kultura da Rússia realizou recentemente esta entrevista com Brian May, onde ele fala mais uma vez sobre a “incrível” parceria com Adam Lambert. Confira os trechos em que Adam é citado:

Locutor: Não faz muito tempo você veio a Rússia com este show e o vocalista do Queen era Adam Lambert. Você tem planos de sair em turnê mundial com ele?

Brian: Tudo é possível. Esse cara é incrível! Adam é cheio de energia, ele é um profissional inacreditável. Ele tem uma tremenda voz, não existem muitos cantores por aí hoje em dia que possam ser comparados à Adam. Seu imenso alcance vocal não é somente para alcançar notas ilimitadas, graças a isso Adam pode facilmente se expressar. Às vezes, em nossos ensaios, eu era inundado com emoções. Quando eu o ouvi cantar pela primeira vez ”Who Wants To Live Forever”, eu fiquei realmente chocado. Inadvertidamente, eu não estava preparado para tão incrível interpretação desta música. Eu realmente tive muito prazer em nossa parceria com Adam.

Locutor: Como você começou essa parceria com Adam? Por que você o escolheu?

Brian: Me parece que algumas coisas são predeterminadas, planejadas pelo próprio destino. Assim que Adam apareceu no American Idol, eu e Roger começamos a receber ligações telefônicas e mensagens de texto dizendo algo como ”Vocês deveriam prestar atenção neste cara. ”Ele é incrível! Ele é como Freddie! Ele é a única pessoa capaz de cantar as músicas de Freddie”, e assim por diante. Claro que ficamos intrigados. E então, nós recebemos uma ligação dos organizadores do programa (American Idol) perguntando se gostaríamos de tocar com os dois finalistas, e foi isso o que nós (eu e Roger) fizemos felizmente. Enquanto apresentávamos aquele pequeno set, nós descobrimos que, de fato, Adam era fenomenal. Então, no MTV Awards em Belfast, nós apresentamos juntos ”The Show Must Go On”, ”We Will Rock You”, We Are The Champions”, e mais uma vez, Adam foi fantástico! E então, logo após aquele evento, recebemos uma oferta dos produtores Russos para fazer um show e nós não hesitamos.

 

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Apaixonado por gatos, Freddie Mercury fez uma música para sua preferida, Delilah (na foto com ele)
Você sabia que hoje, dia 20/07, é comemorado o Dia Internacional do Amigo?
E quem disse que a amizade precisa se restringir às relações humanas? Pessoas que convivem com animais de estimação sabem bem como cães, gatos, pássaros e outros pets demonstram o verdadeiro sentimento de carinho,   fidelidade e companheirismo. Portanto, nada mais justo do que celebrar a data   demonstrando todo o seu afeto ao seu bichinho de estimação.
Eles nos amam pelo que somos e demonstram isso todos os dias. Não é à toa que conservam há milênios o posto de “melhor amigo do homem”. Para homenagear àqueles que sempre manifestam uma alegria incontida aos nos receber todos os dias, selecionamos casos de fidelidade animal que entraram para a história.
Cão passa 8 horas em frente ao trabalho do tutor
Todos os dias, há quatro anos, a rotina do cãozinho Wang Cai é sempre a mesma: ele passa 8 horas de seu dia em frente à escadaria do banco Minsheng, na China, onde seu tutor trabalha, e não sai dali por nada.

Sempre ao seu lado: amizade rendeu estatua e filme
A história de lealdade entre um cão e seu tutor, do cãozinho Wang Cai,  que se repete na China, lembra a do cão Hachiko, do emocionante filme “Sempre ao seu lado“, estrelado por Richard Gere. Todas as manhãs Hachiko acompanhava seu dono no percurso de casa à estação de trem, voltando no final da tarde para acompanhá-lo na volta para a casa.
Família adota cão que lutou ao lado de soldado morto
Melhor amigo do soldado britânico Conrad Lewis em plena guerra do Afeganistão, o vira-lata Peg viveu uma aventura até conseguir ser adotado pela família após a morte do militar.  O resgate se transformou em um plano ambicioso. Dentro de um saco, Peg viajou no helicóptero militar até chegar a Cabul, capital do Afeganistão.  Após inúmeras autorizações negadas, Peg embarcou para Grã-Bretanha, onde ficou em quarentena, até conseguir ser entregue à família do soldado.
Gato de rua “escreve livro” em Londres
Desde que entrou para a vida do músico sem-teto James Bowen, o gato vira-lata Bob se transformou em seu companheiro inseparável, nas ruas de Londres. Repleta de reviravoltas, a vida de Bob foi transformada no livro A Street Cat Called Bob (em tradução livre, “Um gato de rua chamado Bob”). A dupla conquistou uma legião de fãs com suas apresentações musicais na entrada da estação Angel do metrô londrino, nos trens e nos ônibus da capital britânica. Bob até  ganhou um cartão especial, do governo local, que dá direito a viajar de graça pelo metrô e pelos ônibus de Londres. Segundo a imprensa britânica, a obra tem de tudo para se transformar em filme de sucesso.
Cachorro faz vigília no túmulo do dono
Um cachorro causou comoção na China. Após a morte de seu tutor, Lao Pan, de 68 anos, ele permaneceu por mais de um mês ao lado do túmulo, no cemitério do vilarejo de Panjiatun. Os vizinhos sentiram falta do animal após a morte de seu tutor. Passaram-se sete dias até os moradores localizarem o cachorro, que ficou sem comida durante todo o período.


Compramos um zoológico : caso real vira filme

Baseado em uma história real, o filme narra a trajetória de um homem que fez o impensável, e reativou um zoológico abandonado, onde foi morar com toda a sua família.

Curiosidades:  celebridades e seus gatos de estimação

Freddie Mercury era apaixonado por gatos, ele tinha 9:  Tom, Jerry, Oscar, Tiffany, Dalila, Golias, Miko, Romeo, e Lily. Durante as turnês ele ligava pra casa e pedia para “falar” com os gatos. Sua preferida era Delilah, que até ganhou uma música. Vale lembrar que seu primeiro álbum solo “Mr Bad Guy” foi dedicado aos seus gatos e às pessoas que amam os felinos.

Vivien Leigh era outra que era apaixonada por gatos, teve vários durante sua vida, quase todos siameses.

Os gatos entraram “na partilha” durante o divórcio de Dita Von Teese (na foto) e Marilyn Manson. Eles brigaram na justiça pela guarda dos gatos Lily e Aleister,  mas no fim cada um ficou com o seu – Lily era de Manson e Aleister de Dita. Ela tem mais dois gatos o Herman e o Edgar.


Dica: Roberto Mercury
Uma das tradições dos Jogos Olímpicos que foram se firmando com o tempo são as músicas compostas especialmente para uma edição do evento. Desde o já clássico Hino Olímpico até o rock da banda Muse em Londres 2012, diversas canções, interpretes e estilos já embalaram os recordes, as superações e os momentos de glória dos atletas olímpicos. Neste artigo, vamos não só sobre as letras oficiais mas também das músicas que foram um grande sucesso até fora dos cinco anéis. MONTREAL 1976
A canção da Olimpíada realizada na parte francesa do Canadá foi “Bienvenue à Montréal”, na voz do cantor de Quebec René Simard, que na época tinha apenas 15 anos de idade.MOSCOU 1980
Acompanhando o popular ursinho Misha estavam “Stadium of my Dreams” de Muslim Magomayev.LOS ANGELES 1984
Após 52 anos os Jogos Olímpicos voltaram aos Estados Unidos e à terra do cinema. Os americanos encomendaram a música oficial aos maestro John Williams, que compôs “Olympic Fanfarre and Theme”. O brasileiro Sérgio Mendes também compôs uma música especial para o evento: “Olympia”.

SEUL 1988
A diva americana Whitney Houston, que faleceu este ano, interpretou “One Moment in Time” que é erroneamente creditada como a canção de Seul 1988. O tema oficial é “Hand in Hand”, composta por Giovanni Giorgio Moroder e Tom Whitlock e interpretada pelo grupo Koreana. Apesar de ter feito sucesso em diversos países, acabou suplantada pela canção de Whitney, que a interpretou na cerimônia de abertura.

BARCELONA 1992
Os Jogos de 1992 na Espanha contaram com duas músicas que se tornaram hits: Freddie Mercury compôs e dividiu o vocal com Montserrat Caballé em “Barcelona”. A morte do cantor alguns meses antes das Olimpíadas impediu que o dueto cantasse na cerimônia de abertura. A outra canção foi “Amigos para Siempre”, composta por Jose Carreras e cantada por ele junto com Sarah Brightman na cerimônia de encerramento.

ATLANTA 1996
Celine Dion com “The Power of the Dream” e a cubana Gloria Estefan com “Reach” foram as vozes oficiais dos Jogos Olímpicos do Centenário em 1996 em Atlanta, Geórgia, EUA. Reach foi a canção oficial e interpretada na cerimônia de encerramento, enquanto Celine Dion acompanhada por David Foster e o Coral do Centenário finalizou a cerimônia de abertura. Assim como doze anos antes em Los Angeles, o maestro John William compôs um tema especialmente para Atlanta: Summon the Heroes.

SYDNEY 2000
A britânica Olivia Newton-John foi a voz dos Jogos Olímpicos do Novo Milênio, realizados no ano 2000 em Sydney, na Austrália. “Dare to Dream” foi interpretada na abertura em parceria com o cantor australiano John Farnham. Já “The Flame”, na voz de Tina Arena, antecedeu o acendimento da pira olímpica no Estádio Austrália.

ATENAS 2004
Depois de um atraso de oito anos, os Jogos Olímpicos voltaram para casa. Música grega para comemorar? Não. A islandesa Björk foi a interprete de “Oceania”, tema oficial de Atenas 2004.

PEQUIM 2008
Sarah Brightman retornou dezesseis anos depois após Barcelona 1992 para interpretar uma canção olímpica. Desta vez a parceria foi com o chinês Liu Huan em “You and Me”.

LONDRES 2012
Na terra de Paul McCartney, U2 e etc., a banda de indie rock Muse é quem foi escolhida pelo Comitê Organizador para gravar a canção oficial dos Jogos Olímpicos de 2012: Survival (Sobrevivência). Confira a letra.

Sobrevivência (Muse)

CorridaA corrida da vidaE eu vou vencerSim, vou vencerE acenderei o rastilhoE nunca perdereiE escolho sobreviverNão importa o que será preciso Você não vai pegar o primeiro lugarE manterei o passoE revelarei minha forçaPara toda a raça humanaSim, estou preparadoPara permanecer vivoE não vou perdoarA vingança é minhaE não vou me renderPorque eu escolho ter sucessoSim, eu vou vencerCorridaÉ uma corridaMas eu vou vencerSim, vou vencerE acenderei o rastilhoE nunca perdereiE escolho sobreviverNão importa o que será preciso Você não vai pegar o primeiro lugarPorque manterei o passoE revelarei minha forçaPara toda a raça humanaSim, eu vou vencerSim, eu vou vencer

Resumindo…
…as canções oficiais dos Jogos Olímpicos de Verão

1976: Bienvenue à Montréal (René Simard)
1980: Stadium of my Dreams
1984: Olympic Fanfarre and Theme (John Williams)
1988: Hand in Hand (Koreana)
1992: Barcelona (Freddie Mercury e Montserrat Caballé)
1996: Reach (Gloria Estefan)
2000: Dare to Dream (Olivia Newton-John e John Farnham)
2004: Oceania (Björk)
2008: You and Me (Sarah Brightman e Liu Huan)
2012: Survival (Muse)

JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO E DA JUVENTUDE
Os Jogos Olímpicos de Inverno e os recém criados Jogos Olímpicos da Juventude também possuem canções criadas especialmente para eles.

Jogos Olímpicos de Inverno
1980: Give It All You Got (Chuck Mangione)
1988: Can You Feel It (David Foster)
1994: Fire in your heart (Sissel e Plácido Domingo)
1998: When Children Rule the World (Andrew Lloid Weber)
2002: Call of the Champions (John Williams)
2006: Because We Believe (Andrea Bocelli)
2010: One Dream (Sarah McLachlam)

Jogos Olímpios da Juventude
2010: Everyone (Jessica Mauboy, Steve Appleton, Jody WIlliams, Tabitha Nauser & Sean Kingston)
2012: This is your Time (EMA)

Dica: Roberto Mercury

Dia do Amigo

Hoje, dia 20 de Julho, as redes sociais estão inquietas com gente mandando recados, imagens e vídeos para seus miguxos ou dando indiretas sobre a falsidade e ausência de pessoas próximas.

Isso tudo porque hoje é o Dia do Amigo, uma data que segundo a Wikipedia foi criada por um Argentino para comemorar a chegada do homem à Lua em 20 de Julho de 1969, mas que na verdade desde 2011 deveria ser comemorada em 30 de Julho. Poisé.

Como você pode imaginar, nós aqui do TMDQA! preferimos os discos, mas listamos aqui 10 amizades, parcerias ou camaradagens que rolaram no Rock e que nos trouxeram tantas boas músicas, discos e momentos inesquecíveis.

Além disso, ao final da matéria, também listamos alguns “muy amigos” que não deram tão certo assim.

Divirta-se!

Temple Of The Dog

Temple Of The Dog

Temple Of The Dog foi uma banda formada com integrantes dos gigantes Pearl Jam eSoundgarden em homenagem a um amigo em comum desses músicos, o vocalista da banda Mother Love Bone, Andrew Wood, que faleceu em 1990 devido a uma overdose de heroína.

Montar uma banda com amigos para homenagear um outro? Amizade em dobro!

Josh Homme e Dave Grohl

Josh  Homme e Dave Grohl

Josh Homme (Queens Of The Stone Age, Kyuss) e Dave Grohl (Foo Fighters, Nirvana, milhões de projetos) tornaram-se amigos e começaram a participar de vários projetos em que se metiam.

Teve o Them Crooked Vultures, o álbum Songs For The Deaf do QOTSA onde Grohl tocou bateria, performance no VMA com o Eagles Of Death Metal e o próprio QOTSA.

Enfim, juntos os dois queridinhos do rock fizeram muita coisa boa. Que a amizade continue por vários anos!

Queen e David Bowie

Queen e David Bowie

Em 1982 o Queen lançou um disco chamado Hot Space que trazia a música “Under Pressure”, colaboração de Freddie Mercury e sua trupe com o camaleão do rock.

Tendo sido lançada como single um ano antes, a música tornou-se um dos maiores hits da carreira da banda, entrando em seu disco de maiores sucessos e tendo sido executada em todos os shows do grupo entre 1982 e 1986.

O canal de televisão VH1 colocou a canção na posição de número 31 em sua lista de 100 melhores músicas dos anos 80.

 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=CnTFNsmToHg]

Iggy Pop e David Bowie

Iggy Pop e David Bowie

David Bowie era um cara de muitos amigos, e para Iggy Pop ele foi muito mais que isso.

Depois dos seus dois primeiros discos de estúdio, o Stooges estava prestes a terminar e seus integrantes tinham problemas com drogas, além de lidarem com o fato desses álbuns não terem sido exatamente um grande sucesso comercial.

Foi aí que surgiu David Bowie na vida de Iggy e as coisas começaram a mudar. Pop se mudou para Londres e com uma reunião do Stooges, gravou Raw Power, disco produzido por ele mesmo e seu novo amigo Bowie e mixado também por ambos, já que a primeira mix do trabalho ficou por conta de Pop, mas a gravadora pediu para que ela fosse refeita, e a responsabilidade ficou com Bowie. A faixa de abertura, “Search And Destroy”, saiu com a mixagem original.

O resultado foi um dos discos mais importantes da história do rock, que chegou a ser citado por gente como Kurt Cobain como seu disco preferido.

 

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Dica: Roberto Mercury
Chegará nas lojas no próximo dia 28 de agosto o DVD duplo Greatest Video Hits, trazendo nada mais nada menos que 33 clipes gravados pelo Queen durante toda a sua carreira.
Chegará nas lojas no próximo dia 28 de agosto o DVD duplo Greatest Video Hits, trazendo nada mais nada menos que 33 clipes gravados pelo Queen durante toda a sua carreira.

 

Será a primeira vez que a maioria dos vídeos mais importantes e conhecidos da banda serão reunidos em um único lançamento. Todos os clipes foram restaurados visualmente e remixados em DTS Surround. Além disso, todas as faixas presentes no DVD contam com comentários adicionais de Brian May e Roger Taylor.

O primeiro DVD é dedicado totalmente à década de 1970 e inicia com o clássico vídeo de “Bohemian Rhapsody”. Já o segundo disco cobre o período entre os álbuns Hot Space (1982) e The Miracle (1989), com destaque para o icônico clipe de “I Want to Break Free”.

Não há ainda a informação se esse DVD será lançado também no Brasil. Por enquanto, foi divulgado que ele estará disponível apenas na América do Norte.

Confira abaixo o tracklist completo de Greatest Video Hits:

DVD 1

Bohemian Rhapsody
Another One Bites to Dust
Killer Queen
Fat Bottomed Girls
Bicycle Race
You’re My Best Friend
Don’t Stop Me Now
Save Me
Crazy Little Thing Called Love
Somebody to Love
Spread Your Wings
Play the Game
Flash
Tie Your Mother Down
We Will Rock You
We Are the Champions

DVD 2

A Kind of Magic
I Want It All
Radio Ga Ga
I Want to Break Free
Breakthru
Under Pressure
Scandal
Who Wants to Live Forever
The Miracle
It’s a Hard Life
The Invisible Man
Las Palabras de Amor
Friends Will Be Friends
Body Language
Hammer to Fall
Princes of the Universe
One Vision

 

Fonte: http://collectorsroom.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Brian May planeja show para defender direitos dos animais - Getty Images
Brian May planeja show para defender direitos dos animais - Getty Images

Brian May se prepara para mostrar sua paixão pela vida selvagem com uma grande comemoração de reconhecimento e apoio aos apoiadores dos direitos dos animais. O guitarrista do Queen é um grande militante dos direitos dos bichos e pretende dar visibilidade às questões dos defensores dos animais durante o show Wildlife Rocks.

A iniciativa faz parte da organização Save Me, fundada pela lenda do rock e que pretende celebrar a vida selvagem no planeta e levantar recursos para as entidades que trabalham pela preservação da natureza. Recentemente, o músico transformou sua propriedade em um refúgio para animais feridos, criando um santuário para bichos como corujas e ursos.  A apresentação deverá ocorrer no Reino Unido.

 Dica: Roberto Mercury

As ações da marca da vinícola Concha y Toro são realizadas em parceria com a empresa Karicaturando, que criou 15 caricaturas de grandes nomes internacionais da música, como Freddie Mercury, Amy Winehouse, Elvis Presley, entre outros

As homenagens ao Dia Mundial do Rock, comemorado na última sexta-feira (13) ainda não acabaram. Pelo menos não para a marca chilena de vinhos Casillero Del Diablo, que ainda vem lembrando a data em ações na sua fanpage brasileira no Facebook.

As ações da marca da vinícola Concha y Toro são realizadas em parceria com a empresa Karicaturando, que criou 15 caricaturas de grandes nomes internacionais da música, como Freddie Mercury, Amy Winehouse, Elvis Presley, entre outros.

Além das 15 imagens na sua fanpage, a marca de vinhos também divulgou uma montagem que reúne as 15 imagens em uma só e colocou a frase “Todo mundo tem um amigo que lembra o…”, para que os fãs marcassem seus amigos.

 

Fonte: www.administradores.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Guitarrista do Queen, Brian May visita C.T. do São Paulo Futebol Clube O Lendário guitarrista da banda inglesa Queen, Brian May visitou o CT do São Paulo futebol clube na manhã desta quarta-feira, o São Paulo recebeu a visita do guitarrista do Queen com muita surpresa. De férias no Brasil, o guitarrista esteve no CT da Barra Funda para conhecer jogadores, como o goleiro Rogério Ceni, o atacante Luis Fabiano e o treinador interino Milton Cruz – responsável pelo convite ao guitarrista inglês – com quem almoçou após as atividades do dia.

 

 

Fonte: http://extra-mqd.blogspot.com.br
Dica: Roberto Mercury

Hoje, 19/07/2012, Brian completa 65 anos. parabens Brian!!!!!

Brian agradeceu as mensagens que tem recebido de felicitações or seu aniversário.

Obrigado por dizer isso, Chiara, de tal maneira bonita …

E muito obrigado a todos vocês pelas mensagens gentis.

com amor

Bri

X”

 

**Thu 19 Jul 12**
HAPPY BIRTHDAY TO ME? !

Thank you for saying it, Chiara, in such a beautiful way …

And many thanks to you all for the kind messages.

With love

Bri
X

Happy Birthday to Me


 

www.brianmay.com
Dica de: Eneida

4Music: “O vocalista Freddie Mercury faleceu tragicamente em 1991 e desde então parece que a banda perdeu seu brilho. Agora, com os vocais de Lambert, está re-energizada para 2012. Adam Lambert se encaixa facilmente no vazio deixado por Freddie Mercury. Ninguém pode substituir Freddie, mas a presença de Adam no palco é eletrizante e ele possui uma das melhores vozes masculinas da nossa geração. O que é mais impressionante é como Adam Lambert se conecta com as músicas, apesar de não ter escrito sequer uma nota delas. Queen criou algumas das melhores músicas de todos os tempos e Brian May e Roger Taylor ainda agradam multidões com suas habilidades musicais. O dínamo real da noite foi Adam Lambert. Sua união com a banda pode ser apenas temporária, mas pela primeira vez em 21 anos, parece que o Queen está de volta ao seu apogeu. (Nota: 5)”

Digital Spy: “Lambert, que foi escolhido pessoalmente por May para substituir o falecido Freddie Mercury, usava botas de plataforma e uma jaqueta de couro adornada com correntes de prata, e ele abriu com ‘Seven Seas de Rhye’. Mais tarde, ele cantou uma seleção das músicas mais marcantes da banda, que foram bem recebidas pela multidão, incluindo ‘Bohemian Rhapsody’, ‘We Are The Champions’, ‘Radio Ga Ga’ e ‘Who Wants To Live Forever’. Perguntado se ele gostaria de gravar uma música com o grupo, ele revela: ‘Definitivamente, eu não iria me opor, se a oportunidade aparecesse. Eu acho que seria divertido’.”

Idolator: “Adam Lambert ‘é um campeão’ cantando com o Queen em Londres. Adam Lambert fez uma performance ‘matadora’ em Kiev como o feroz frontman do Queen, e como a própria canção da banda de rock diz, ‘o show deve continuar’. E assim foi, ontem à noite (11 de Julho) no Hammersmith Apollo em Londres, onde Lambert foi capaz, mais uma vez, de canalizar Freddie Mercury enquanto continuava sendo verdadeira e extravagantemente ele mesmo. Depois de ostentar um casaco peludo vermelho para ‘Dragon Attack’, Adam realizou o resto do show em um conjunto todo preto, dançando em volta do palco com os pés descalços, enquanto a multidão gritava. ‘Grande show em Londres!’, o cantor de ‘Trespassing’ twittou após o show, que encerrou com uma performance de ‘We Are The Champions’.”

PopCrush: Adam Lambert assumiu o papel de Freddie Mercury no concerto do Queen, no Hammersmith Apollo em Londres ontem, competentemente, cantando os maiores e clássicos sucessos da banda de rock. Vídeos de fãs surgiram no YouTube, dando aos espectadores um gostinho do show ao vivo. Para ‘Dragon Attack’, Lambert usava um casaco peludo vermelho e brilhante. No momento em que ele cantou ‘Another One Bites the Dust’, ele estava descalço em um conjunto de couro preto. Ninguém pode igualar o carisma de Mercury, mas tudo indica que o desempenho de Lambert foi muito bem recebido.

Tradução: Graça Vilar
Fonte: www.adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury