Na última semana, o Spotify divulgou os números de cada artista em 2025.
E o Queen ficou com:
165 milhões de ouvintes
151 milhões de horas
2,6 bilhões de streams
184 países
Ver essa foto no Instagram
Fonte: www.queenonline.com
Na última semana, o Spotify divulgou os números de cada artista em 2025.
E o Queen ficou com:
165 milhões de ouvintes
151 milhões de horas
2,6 bilhões de streams
184 países
Fonte: www.queenonline.com
Apesar de o guitarrista saber de seu legado e importância na banda, ele revelou que preferia ser lembrado por outra missão de sua vida
O Queen marcou diversas gerações e continua aumentando seu legado entre os mais jovens. E é impossível pensar em nomes como Freddie Mercury e Brian May e não associá-los com a banda. Apesar de o guitarrista saber disso, ele revelou que preferia ser lembrado por outra missão de sua vida. Descubra:
Brian May e sua luta contra a crueldade animal
Uma vez, em entrevista ao ‘The Sunday Times’, o compositor de 78 anos declarou: “Quando eu me for, as pessoas, sem sombra de dúvidas, vão lembrar de mim pelo Queen, mas eu preferiria ficar na memória delas pela minha tentativa de mudar o jeito que a humanidade trata os animais”.
Caso você não conheça este lado do famoso, vale ressaltar que, além de seu envolvimento na luta contra a crueldade animal – divulgando notícias em suas redes sociais e comparecendo a eventos da causa – ele faz sua parte em sua casa. Isso porque ele transformou sua fazenda em um santuário. Lá, abriga porcos-espinhos, filhotes de texugo, corujas, cães, além de diversas outras espécies. Ademais, ele se declara totalmente contra a caça desde 2009, quando fundou a organização sem fins lucrativos, Save Me Trust.
Fonte: https://www.terra.com.br
Para celebrar o 50º aniversário do início da épica trajetória de 9 semanas de Bohemian Rhapsody no topo das paradas do Reino Unido, o Queen The Greatest convida você a desfrutar da experiência em 360 graus desta canção icônica. Usando um smartphone, tablet, computador ou headset de realidade virtual, você pode explorar uma ampla gama de recursos visuais que celebram a obra-prima do Queen, incluindo um vídeo exclusivo e fotos raras.
Fonte: www.queenonline.com
A pesquisa, encomendada pela Sky antes do lançamento de Greatest Basslines, convidou 2.000 fãs de música a votarem nos linhas de baixo mais memoráveis de todos os tempos. Queen ficou com quatro das 10 primeiras posições, com Another One Bites the Dust em primeiro lugar, seguido por Billie Jean, de Michael Jackson, e Under Pressure, do Queen.
O baixista do Queen, John Deacon, também foi eleito o maior baixista de todos os tempos.
As linhas de baixo são o coração de tantas faixas icônicas… Greatest Basslines é uma celebração daqueles grooves que moldaram a história da música, então não é surpresa ver John Deacon, do Queen, liderando essa carga. Outro morde o caminho. Isso mostra o quão profundamente as linhas de baixo ressoam. Peter Hook (New Order / Joy Division)
Leia a matéria original abaixo:
Queen dominate Sky Arts ‘greatest basslines’ poll – ATV Today
O Queen reina supremo…
O Queen liderou uma nova pesquisa nacional sobre as linhas de baixo mais icônicas do Reino Unido, enquanto a Sky Arts se prepara para lançar uma série documental em três partes celebrando os heróis desconhecidos da seção rítmica. Ingressos para a turnê no Reino Unido
A pesquisa, encomendada pela Sky antes do lançamento de Greatest Basslines, pediu a 2.000 fãs de música que votassem nos grooves mais memoráveis de todos os tempos. O Queen conquistou quatro dos 10 primeiros lugares, com Another One Bites the Dust em primeiro lugar, seguido por Billie Jean, de Michael Jackson, e Under Pressure, do Queen. O baixista do Queen, John Deacon, também foi eleito o maior baixista de todos os tempos.
Outros clássicos no topo da lista incluem The Chain, do Fleetwood Mac, Come Together, dos Beatles, e Stand by Me, de Ben E. King. A lista das 30 melhores abrange gerações e gêneros, desde Good Times do Chic e Love Will Tear Us Apart do Joy Division até With or Without You do U2, refletindo a amplitude de faixas definidas por riffs de baixo marcantes.
O lendário baixista Peter Hook (Joy Division, New Order), que tem participação de destaque na série, disse:
As linhas de baixo são a essência de tantas faixas icônicas… ‘Greatest Basslines’ é uma celebração desses grooves que moldaram a história da música, então não é surpresa ver John Deacon, do Queen, liderando a lista. Mais um que se rende. Isso mostra o quanto as linhas de baixo são importantes.
A pesquisa também revela uma mudança na percepção pública do instrumento: 47% dos entrevistados disseram que os baixistas são os membros mais legais de qualquer banda, enquanto 63% acham que o baixo continua subestimado na música popular.
Um ritmo memorável (56%) e a capacidade de conduzir toda a música (51%) foram as qualidades mais citadas que tornam uma linha de baixo icônica.
Greatest Basslines, produzido pela Sony Music Vision, vai explorar as histórias por trás dessas faixas, apresentando entrevistas com músicos, produtores e fãs. Cada episódio é apresentado por um baixista diferente, oferecendo uma perspectiva pessoal sobre a influência do instrumento em diferentes épocas e gêneros musicais.
A série estreia dia 28 de novembro, às 21h, no Sky Arts.
Fontes: queenonline.com e www.atvtoday.co.uk
Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.
Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.
Nesta semana teremos shows de:
Bohemian Rock
📅29/11 – Pianos Bar Embaixador – Volta Redonda – Rio de Janeiro

Classical Queen
📅29/11 – Show de Prêmios Beneficente – Porto Ferreira – São Paulo

Lurex
📅29/11 – Iron Rock Pub – Contagem – Minas Gerais
📅30/11 – Encontro de Carros – Brumadinho – Minas Gerais

Projeto Freddie Mercury & Queen Tribute Brazil
📅29/11 – Snake Bar – Fortaleza – Ceará

Special Queen
📅29/11 – Natal Luz – Garulhos – São Paulo

Thiago Millores
📅29/11 – TT Garage – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Fonte: Instagram das bandas e cantores
A possibilidade de ver a formação original do Queen novamente no palco – ainda que virtualmente – deixou de ser mera especulação. Em entrevista à Big Issue, Brian May e Roger Taylor comentaram pela primeira vez, de forma aberta, sobre a ideia de um espetáculo imersivo com hologramas inspirado no formato do bem-sucedido ABBA Voyage.
A conversa surgiu quando ambos foram questionados sobre a chance de uma reunião da formação clássica, incluindo o falecido Freddie Mercury e John Deacon, que se aposentou em 1997. May reconheceu que, embora a ausência física seja definitiva, a tecnologia atual abre portas para uma experiência mais próxima da antiga química do quarteto.
“Freddie ainda está vivo através da música que ouvimos o tempo todo. De certa forma, John ainda está conosco da mesma maneira, mas agora temos muito mais oportunidades. Quero dizer, experiências imersivas, como o The Sphere em Las Vegas, permitirão que as pessoas vivenciem de forma muito próxima o que era para nós quando éramos Freddie, John, Brian e Roger. E isso me atrai muito”, afirmou o guitarrista.
May já experimenta pequenos momentos de “reencontro” com Mercury nos shows atuais em “Love of My Life”, quando o vocalista aparece em vídeo no final da música. Segundo ele, isso seria apenas o começo do que um espetáculo totalmente holográfico poderia alcançar:
“É algo bem simples, mas é uma forma de envolver o Freddie, e acho que podemos levar isso muito mais longe. Não seria apenas reproduzir imagens antigas ou algo do tipo. Seria criar o Queen como se estivéssemos criando-o hoje. Estou muito entusiasmado com a ideia de podermos ser o Queen original novamente.”
Roger Taylor, por sua vez, admitiu que, embora tenha gostado de assistir ao ABBA Voyage, alguns aspectos da experiência ainda deixaram um pouco a desejar: “Não achei as projeções tão convincentes. Acredito que a tecnologia evoluiu muito desde o início do show do ABBA, e acho que ainda há muito que pode ser feito.”
O Queen foi eleito o grupo de rock mais tocado do século 21 no Reino Unido em outubro deste ano. No mês anterior, May havia comentado que o Queen trabalhou em novas músicas com Adam Lambert, embora não haja nenhuma confirmação de lançamento.
Com o avanço das experiências imersivas e a vontade declarada de May de revisitar o espírito do Queen clássico, a possibilidade de um show holográfico não parece mais tão distante.
Fonte: https://whiplash.net
Acho que Bohemian Rhapsody sempre estará lá. É verdadeiramente imortal, e isso é uma ótima sensação, diz Brian May
Nesta edição especial de Queen The Greatest, para celebrar o 50º aniversário de Bohemian Rhapsody, comemoramos o papel que essa música desempenhou em algumas das performances ao vivo mais icônicas do Queen. Apresentando um show de cada uma das últimas cinco décadas, podemos desfrutar mais uma vez da recepção calorosa que sempre acolhe aqueles acordes de piano iniciais tão característicos.
Fonte: www.queenonline.com
Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.
Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.
Nesta semana teremos shows de:
Bohemian Rock
📅21/11 – Torresmo Fest – Nova Iguaçu – Rio de Janeiro
📅22/11 – Clube das Bandeiras – Oswaldo Cruz – São Paulo
📅28/11 – Lord Pub – Campos dos Goytacazes – Rio de Janeiro

Classical Queen
📅22/11 – Beer Rock – Caçapava – São Paulo

Lurex
📅21/11 – 1 Rota 677 Pub – Belo Horizonte – Minas Gerais
📅22/11 – Festival Aprecie no Shopping do Avião – Contagem – Minas Gerais
📅23/11 – Festival da Jabuticaba – Sabará – Minas Gerais

Projeto Freddie Mercury & Queen Tribute Brazil
📅22/11 – Rapadura Rock – Quixeré – Ceará

Queen Legend
📅21/11 – Teatro Palace Casino – Poços de Caldas – Minas Gerais
📅22/11 – Theatro Capitólio – Varginha – Minas Gerais
Special Queen
📅21/11 – Master Rock Pub – Batatais – São Paulo

Fonte: Instagram das bandas e cantores
Com o clássico álbum de 1975 do Queen relançado em vinil cristalino de edição limitada – e sua música mais famosa celebrando meio século – Brian May e Roger Taylor nos levam aos bastidores em uma série de vídeos exclusiva, lançada ao longo de novembro.
Queríamos que fosse eclético, queríamos estilos diferentes. Tínhamos coisas como ‘Seaside Rendezvous’, que foi muito divertida. Mas também tínhamos essa música monumentalmente longa, ‘The Prophet’s Song’. Brian se divertiu muito com essa. Roger Taylor
Tenho uma grande insegurança em relação a mim mesmo como compositor, e com ‘The Prophet’s Song’, eu estava no limite. Eu conseguia ouvir algo na minha cabeça, mas não conseguia compreender totalmente. Lembro-me de lutar com todas as diferentes partes – como cada refrão termina de uma maneira diferente e para onde a música vai – mas foi um desafio maravilhoso fazer o Freddie fazer aquelas partes canônicas, que ele faz no meio da música. O Freddie me apoiou muito nessas experimentações. Brian May.
Dando continuidade às comemorações do 50º aniversário de Bohemian Rhapsody e Uma Noite na Ópera, a série Queen The Greatest segue com as memórias de Brian May e Roger Taylor sobre a evolução musical da banda ao longo de seus três primeiros álbuns, que pavimentaram o caminho para Uma Noite na Ópera, e como a obra-prima de seis minutos do Queen silenciou seus críticos, tornando-se o próximo single da banda e um hino para todas as épocas.
Veja os episódios anteriores aqui:
Queen The Greatest Special – ‘O Caminho para Bohemian Rhapsody’ (Episódio 1)
Queen The Greatest Special – Episódio 2: ‘O caminho para A Night At The Opera – Part 1’
LLANTRISANT, País de Gales, 17 de novembro de 2025 /PRNewswire/ — A história do rock and roll está prestes a ser imortalizada quando a Royal Mint revelar uma moeda do Reino Unido para celebrar um dos maiores showmen de todos os tempos, Freddie Mercury – uma homenagem extraordinária ao ícone do rock cuja voz e carisma definiram gerações.

A moeda colecionável captura o desempenho médio de Mercury no auge de seus poderes, mostrando o vocalista extravagante em pleno fluxo com sua assinatura inscrita ao lado de seu retrato. Os detalhes intrincados do design contam a história do extraordinário talento de Mercury através de elementos de design cuidadosamente elaborados.
O lendário alcance vocal de quatro oitavas de Freddie é representado por uma pauta musical que corre ao redor da borda da moeda, abrangendo desde o baixo até as notas agudas. O design da borda da braçadeira cravejada inspira-se em sua icônica roupa de performance Live Aid, um tributo adequado ao que muitos consideram a maior performance de rock de todos os tempos. Uma seleção das moedas também apresentará cores, dando vida à icônica jaqueta amarela de Freddie no design da moeda e capturando a energia vibrante que o tornou uma presença de palco tão magnética.
Esta celebração ocorre em um momento particularmente pungente, comemorando o 40º aniversário da performance do Queen no Live Aid em julho de 1985 e também o 40 º aniversário do primeiro álbum de estúdio solo de Freddie, “Mr. Bad Guy”, lançado no mesmo ano, lembrando os fãs de sua versatilidade como membro do Queen e artista solo que ultrapassou os limites criativos ao longo de sua carreira.
Em um momento especial que encerrou o ciclo de criação da moeda, a irmã de Freddie Mercury, Kashmira Bulsara, visitou a Casa da Moeda Real para cunhar a primeira moeda, fazendo dela parte integrante desse tributo histórico ao legado de seu irmão.
Rebecca Morgan, Diretora de Moedas Comemorativas da Casa da Moeda Real, disse: “Ter a Kashmira nos visitando para cunhar a primeira moeda de Freddie Mercury foi incrivelmente comovente e tornou este projeto ainda mais especial. Freddie Mercury não era apenas um músico; ele era uma força da natureza que transformava cada estágio em que pisava. Esta moeda captura essa energia elétrica e celebra um ícone verdadeiramente global, cuja influência continua a inspirar gerações. O nível de detalhe neste design, desde a sua assinatura até à pauta musical que representa o seu incrível alcance vocal, torna esta uma das nossas peças comemorativas mais especiais.”
Kashmira Bulsara, irmã de Freddie Mercury, comentou: “Bater a primeira moeda na Casa da Moeda Real foi um momento tão emocionante e orgulhoso para mim. Freddie teria ficado absolutamente encantado em se ver honrado dessa maneira e em saber que sua família fazia parte de dar vida a esse tributo.”
Kashmira acrescentou: “Ele sempre teve tanto respeito pelas tradições e instituições britânicas, e ter a Casa da Moeda Real celebrando seu legado com uma arte tão bonita significaria o mundo para ele. A moeda captura perfeitamente sua paixão e a alegria que ele trouxe a milhões através de sua música.”
A moeda colecionável de Freddie Mercury continua a tradição da Royal Mint de celebrar os ícones culturais britânicos que deixaram uma marca indelével no cenário mundial. Desde seus primeiros dias com o Queen até suas últimas apresentações, o legado de Mercury como um dos maiores artistas da Grã-Bretanha está agora preservado para sempre em uma moeda oficial do Reino Unido.
Em uma homenagem adequada ao legado filantrópico de Mercury, a Casa da Moeda Real também presenteará uma versão especial à prova de ouro da moeda ao Mercury Phoenix Trust, a instituição de caridade contra a AIDS fundada em sua memória. A instituição de caridade leiloará esta peça única nos próximos meses, dando continuidade à missão da Mercury de apoiar as pessoas afetadas pelo HIV e pela AIDS.
Freddie Mercury é o mais recente artista musical a fazer parte da série de moedas “Music Legends” da Royal Mint, celebrando o maior cantor e compositor da história britânica. Mercury segue David Bowie, George Michael, Shirley Bassey e Paul McCartney ao serem homenageados com sua própria moeda do Reino Unido. A série de moedas Music Legends provou ser extremamente popular entre colecionadores e fãs de música, entregando quase meio milhão de moedas a entusiastas em 108 países ao redor do mundo.
A coleção está disponível a partir das 9h do dia 18 de novembro, com preços a partir de GBP 18,50. Para mais informações e para comprar na The Royal Mint, visite o seguinte site. Uma seleção das moedas também estará disponível para compra na loja Freddie Mercury através do seguinte link.
Fonte: https://bluestudio.estadao.com.br
Descubra por que “Don’t Stop Me Now”, do Queen, é considerada a música que deixa as pessoas mais felizes
A presença marcante da canção “Don’t Stop Me Now”, do Queen, em listas de músicas que estimulam o bom humor tem despertado a atenção de especialistas e curiosos sobre o impacto da música no bem-estar. Ao analisar a popularidade desse hit criado em 1978, observa-se que diversos fatores contribuem para a percepção de felicidade atribuída à faixa. O ritmo acelerado, a melodia otimista e a letra envolvente colaboram para transformar a experiência de escutá-la em um momento de energia positiva.
O sucesso da música está diretamente relacionado ao efeito que ela provoca em quem escuta. Estudos sobre a relação entre música e emoções indicam que determinadas composições conseguem ativar áreas do cérebro responsáveis por sensações de prazer e satisfação. “Don’t Stop Me Now” figura com frequência no topo de rankings relacionados ao estímulo do bom humor, o que demonstra seu alcance e influência no cotidiano de diferentes gerações.
Quais fatores contribuem para o sentimento de felicidade ao ouvir “Don’t Stop Me Now”?
Há uma combinação de elementos que faz com que a música do Queen seja repetidamente citada como capaz de elevar o ânimo. A canção possui um arranjo instrumental vibrante, com batidas empolgantes e solos envolventes de guitarra. Além disso, o vocal marcante de Freddie Mercury transmite intensidade e liberdade, reforçando a atmosfera de euforia.
O refrão contagiante, aliado à letra que fala sobre aproveitar o momento e celebrar a vida, aproxima a música de experiências pessoais alegres. Esse conjunto facilita a identificação do ouvinte com a mensagem e permite que se crie uma associação imediata entre o som e sensações agradáveis.
Como a música “Don’t Stop Me Now” foi reconhecida cientificamente como estimulante do bom humor?
A escolha de “Don’t Stop Me Now” como faixa associada à felicidade não é apenas resultado da popularidade popular. Pesquisadores de universidades renomadas fizeram análises considerando critérios como tempo da música, escalas musicais e ritmo, relacionando esses dados ao impacto emocional gerado nas pessoas. Estudos apontaram que músicas em tons maiores, com batidas rápidas e letras positivas, aumentam a produção de dopamina, hormônio ligado ao prazer e à motivação.
Fonte: https://www.terra.com.br
Bruce Dickinson presenciou a cena nos bastidores logo depois do Iron Maiden fazer sua estreia no Brasil
As apresentações do Queen na primeira edição do Rock in Rio, em 1985, entraram para a história da música. No entanto, nem tudo correu bem por completo. Freddie Mercury se irritou depois do show, graças a um detalhe que foi mal recebido pelo público.
Curiosamente, a história foi contada por Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, no podcast Psycho Schizo Espresso (via Rock and Roll Garage), em 2021. A banda de heavy metal fez sua estreia no Brasil no festival e tocou em apenas uma noite, a primeira das duas nas quais o Queen se apresentou.
Bruce se lembra da revolta causada quando Mercury apareceu com a peruca e os seios falsos usados no clipe de “I Want to Break Free”. O cantor contou:
“Duas ou três das músicas deles não foram bem aceitas pelo público. Então, quando eles começaram a cantar ‘I Want to Break Free’, eles não gostaram muito de Freddie se vestindo com roupas femininas, mas Freddie obviamente não entendeu o que estava errado.”
Dickinson aponta para o fato de que o Brasil estava saindo do período da ditadura militar, iniciada em 1964. Com isso, manifestações sexuais explícitas ainda não eram tão bem recebidas pelo público brasileiro e, para alguns, a música do Queen representava um hino de liberdade. Bruce concluiu:
“Quando o Queen saiu do palco, Freddie imediatamente caiu em prantos. Ele simplesmente não tinha ideia do motivo da reação do público. Alguém rapidamente lhe explicou que ‘I Want to Break Free’ era considerada uma música de liberdade por lá [especialmente no contexto pós-ditadura]. Ele ficou muito chateado.”
Fonte: https://igormiranda.com.br
O álbum de estreia solo de Freddie Mercury, “Mr. Bad Guy”, terá uma edição especial de 40º aniversário lançada em dezembro. O trabalho, que marcou a primeira incursão solo do vocalista do Queen, será relançado em vinil para celebrar a data.
Lançado originalmente no final de abril de 1985, “Mr. Bad Guy” representou a saída de Mercury das composições do Queen. O álbum combinou sua escrita com um som vibrante e inspirado no pop, focado na dança.
Quarenta anos após seu lançamento inicial, a nova edição de “Mr. Bad Guy” estará disponível em vinil verde translúcido de 180g a partir de 5 de dezembro. Uma versão em LP picture disc também será lançada, exclusiva.
Na época do lançamento original, Mercury comentou sobre o álbum: “Eu tinha muitas ideias ansiosas para serem expressas e havia muitos territórios musicais que eu queria explorar, o que eu realmente não conseguia fazer dentro do Queen”.
“Mr. Bad Guy” revelou um lado distinto do cantor, com uma sonoridade mais dançante que já havia sido sugerida no álbum “Hot Space” do Queen. O projeto foi uma declaração de apreço à cena clubber e uma oportunidade para Freddie mostrar mais de si mesmo.
As gravações de “Mr. Bad Guy” ocorreram ao longo de vários meses no Musicland Studio, em Munique. A produção foi conduzida por Mercury e Reinhold Mack, que já colaboravam com o Queen desde o álbum “The Game”, de 1980.
Fonte: https://disconecta.com.br
Com o clássico álbum de 1975 do Queen relançado em vinil cristalino de edição limitada – e sua música mais famosa celebrando meio século – Brian May e Roger Taylor nos levam aos bastidores em uma série de vídeos exclusiva lançada ao longo de novembro.
“É como comprar um carro novo e ver o que você pode fazer com ele.” Brian May
“Na verdade, acho que Queen II foi a primeira vez que nos foi permitida uma certa liberdade no estúdio, enquanto que com o primeiro álbum não tínhamos essa liberdade.” Roger Taylor
Agora, enquanto o clássico quarto álbum celebra seu 50º aniversário com um novo relançamento comemorativo em vinil transparente, o episódio desta semana de Queen The Greatest traz novas entrevistas exclusivas nas quais Brian May e Roger Taylor relembram como as primeiras experiências da banda em estúdio moldaram sua identidade.
Fonte: www.queenonline.com
Veja o primeiro episódio abaixo:
Queen The Greatest Special – ‘O Caminho para Bohemian Rhapsody’ (Episódio 1)
No universo do rock, Queené que chega mais próximo de um consenso. Pegue as grandes publicações de música, por exemplo, e encontrará o quarteto britânico sempre entre os melhores. Uma história bem escrita por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacone que agora inspira novas linhas na pena da Montblanc.
A casa alemã anunciou o lançamento da Montblanc Great Characters Homage to Queen, linha de cinco designs em homenagem à banda. O objetivo é homenagear a genialidade e a personalidade vibrante do grupo que mudou a história do rock.
O lançamento dá sequência à série Great Characters, de tributos prestados pela Montblanc a grandes personalidades. Linhas anteriores já incluíram tributos a outros artistas da música, como Elvis Presley, Miles Davise os Beatles, mas não somente. Atletas como Muhammad Ali, atores como James Dean e inclusive grandes pensadores como Albert Einstein já nomearam outras coleções.

Cada instrumento da coleção Great Characters Homage to Queen se concentra em homenagear um capítulo da história do grupo. A começar pela Special Edition, envolta em resina azul-escura e detalhes banhados a ouro. O tributo aqui remete imediatamente à capa da coletânea Greatest Hits II (1991), que inclui, aliás, hits absolutos como Under Pressure e I Want to Break Free.

No corpo da caneta, os instrumentos da banda estão inscritos em relevo. O desenho inclui até o microfone de Freddie Mercury, cujo pedestal, aliás, inspira também o clipe da peça. Já a silhueta superior da tampa evoca a coroa que o rockstar usava em cena. A pena, toda em ouro 14 quilates, por outro lado, evoca o brasão da banda, com suas referências astrológicas e a fênix da imortalidade.
A linha ainda inclui a Limited Edition 1975. Limitado a 1.975 peças, o design faz relação a A Night at the Opera, lançado – isso mesmo – em 1975. Seu corpo em laca preta e branca remete ao famoso figurino de arlequim de Freddie Mercury.

Great Characters Homage to Queen – Limited Edition 1975
Já a Limited Edition 95 imortaliza a energia do Live Aid. Nela, portanto, seis títulos de músicas são inscritos em ouro, uma referência ao line-up do Queen no icônico festival de julho de 1985.

A Limited Edition 30, por sua vez, é uma homenagem a Made in Heaven, de 1995, único disco lançado pelo grupo com o nome original Queen após a morte de Freddie Mercury, em 1991. Seu desenho combina ouro branco, com detalhes em safira e laca azul. A linha se completa com a Limited Edition 8, em laca carmim, diamantes e ouro — homenagem única direta à personalidade e ao talento de Mercury.
Os modelos Montblanc Great Characters Homage to Queen Special Edition e Limited Edition 1975 estão disponíveis a partir de novembro de 2025 em boutiques Montblanc no site da marca.
Fonte: www.seudinheiro.com
Sempre acreditei em ‘Bohemian Rhapsody’ desde o início. Lembro-me de ter pensado, na primeira vez que Fred nos apresentou a ideia que tinha para a música, ‘Oh, isto é algo especial.’ E era mesmo. Roger Taylor
Bohemian Rhapsody celebrou dia 31 de outubro o seu 50º aniversário.
A canção, que passou nove semanas consecutivas em 1º lugar na tabela de singles do Reino Unido no seu lançamento original, também está a ser relançada hoje em vinil azul transparente de 7 polegadas e em vinil azul transparente de 12 polegadas. Está disponível exclusivamente em picture disc de 12 polegadas e em cassete azul, com venda direta ao consumidor.
1975 foi um ano crucial para o Queen.
A Night At The Opera e Bohemian Rhapsody os impulsionaram a novos patamares comerciais e artísticos, consolidando seu status como uma das bandas mais visionárias que a Grã-Bretanha já produziu. Artistas tão diversos quanto Foo Fighters e Brian Wilson, dos Beach Boys, elogiaram seu brilho multifacetado, com este último descrevendo Bohemian Rhapsody como “uma realização e a resposta a uma prece adolescente por música artística”.
O single continua sendo votado como o melhor de todos os tempos, tendo recentemente alcançado o topo da parada popular do Hall da Fama das 300 melhores rádios do Reino Unido, escolhida pelos ouvintes da Gold Radio.
Bohemian Rhapsody permaneceu nove semanas consecutivas em primeiro lugar no Reino Unido, um recorde, selando a ascensão do Queen à grandeza, enquanto seu videoclipe é inegavelmente a música mais influente da história. Vídeo histórico.
Após ser relançado em 1991, depois da morte de Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody alcançou novamente o primeiro lugar no Reino Unido. Em 2004, foi incluído no Grammy Hall of Fame e, em 2022, o single foi selecionado para preservação no Registro Nacional de Gravações da Biblioteca do Congresso dos EUA.
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Encomende Bohemian Rhapsody: https://Queen.lnk.to/BoRhap50th
Encomende A Night at the Opera: https://Queen.lnk.to/ANightAtTheOpera
Linha completa de produtos: https://queenonlinestore.com/
Os ícones do rock Queen estão celebrando o 50º aniversário de seu monumental álbum multiplatina de 1975, A Night At The Opera, e do lendário single certificado Diamante, Bohemian Rhapsody, com luxuosas reedições em vinil.
Lançado originalmente em novembro de 1975 e com a formação clássica de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, A Night At The Opera foi a maior declaração artística do Queen e o álbum de maior sucesso até então, alcançando o primeiro lugar em cinco países, incluindo o Reino Unido.
Celebrando 50 anos desde seu lançamento original, A Night At The Opera foi relançado em vinil cristalino com selos dourados em 18 de outubro no Reino Unido (como parte do National Album Day) e em 17 de outubro no resto do mundo.
Ambos os relançamentos serão lançados pela Universal em todo o mundo, exceto nos EUA, onde serão lançados pela Hollywood Records.
A Night At The Opera foi um álbum extremamente importante para nós. Ele nos abriu as portas para o mundo, diz o guitarrista do Queen, Sir Brian May.
Estávamos no auge da nossa confiança. Parecia que não havia nada que não pudéssemos fazer, e isso transparece no álbum, acrescenta o baterista Roger Taylor.
O Queen gravou A Night At The Opera com o produtor Roy Thomas Baker em vários estúdios, incluindo o lendário Rockfield Studios, no sul do País de Gales. O álbum foi criado em um contexto de mudanças, com a banda tendo recentemente se libertado de um contrato de gerenciamento financeiramente debilitante e assinado com John Reid, empresário de Elton John.
Como resultado, uma nova sensação de liberdade permeia A Night At The Opera . Construindo sobre as ambiciosas bases musicais estabelecidas por seus três primeiros álbuns (Queen I, de 1973, e Queen II e Sheer Heart Attack, de 1974), este é o som de uma banda livre de expectativas ou limites.
Nós realmente sentíamos que podíamos tentar qualquer coisa naquele momento. Como compositores, estávamos nos desafiando e competindo uns com os outros da melhor maneira possível, lembra o guitarrista Brian May.
Nós realmente sentíamos que podíamos tentar qualquer coisa naquele momento. Como compositores, estávamos nos desafiando e competindo uns com os outros da melhor maneira possível, lembra o guitarrista Brian May.
Nós realmente sentíamos que podíamos tentar qualquer coisa naquele momento, lembra o guitarrista Brian May.
A Night At The Opera contém um universo musical inteiro em suas 12 canções, abrangendo praticamente todos os estilos imagináveis, do hard rock visceral e com toques de glam rock da faixa de abertura, Death On Two Legs, ao hino vibrante e jovial de Roger Taylor, I’m In Love With My Car, da emocionante e sincera Love Of My Life, de Freddie Mercury, ao folk nostálgico e inspirado em ficção científica de ’39, de Brian May.
Em outros momentos, eles evocam o pop-rock perfeito de You’re My Best Friend, de John Deacon, a homenagem irreverente de Mercury a Noel Coward em Seaside Rendezvous e a encantadora canção Good Company, de May, com sua banda de jazz de um homem só, além dos riffs divertidos de Sweet Lady, do guitarrista, e sua impressionante e épica faixa de oito minutos, The Prophet’s Song, com múltiplas camadas.
Se alguma canção define a ambição que impulsionou A Night At The Opera, é Bohemian Rhapsody. Esta fusão deslumbrante de balada existencial, potência do hard rock e grandiosidade operística, concebida por Mercury e meticulosamente construída pela banda, é mais do que apenas a canção mais conhecida do Queen; tornou-se um hino para todas as gerações subsequentes que se deixaram envolver por sua majestade.
Em seu lançamento original, A Night At The Opera deu ao Queen seu primeiro álbum número 1 no Reino Unido e liderou as paradas em cinco países. Alcançou o 4º lugar nos EUA, onde recebeu certificação de platina tripla por vendas superiores a três milhões de cópias.
Foi realmente um álbum divisor de águas para nós. Graças em grande parte a Bohemian Rhapsody, as pessoas sabiam quem éramos – não apenas no Reino Unido, mas na América, Austrália, em todos os lugares, diz Sir Brian May hoje.
É um álbum tão eclético. É louco, é maravilhoso e tem um pouco de tudo, acrescenta Roger Taylor.
Fonte: www.queenonline.com
Duelo vocal entre cantor e público do estádio de Wembley entrou para a história da música popular; show foi eleito o maior da história do rock em estudo formal
A apresentação do Queen durante o Live Aid, em 1985, se tornou um dos eventos mais emblemáticos da carreira da banda e da história do rock. No momento principal, Freddie Mercury improvisou um duelo vocal com o público. E nenhum envolvido esperava que isso acontecesse.
Em entrevista de 2023 ao The Guardian (via Guitar Player), o guitarrista Brian May relembrou o momento. Entre o final de “Radio Ga Ga” e o início de “Hammer to Fall”, o público estava batendo palmas a pedidos de Freddie, que então desafiou a plateia a acompanhar seus vocais.
May ficou atônito. Ele disse:
“Não tínhamos a menor ideia que isso ia acontecer. Não foi planejado. Sempre ficou a cargo de Freddie, se ele queria fazer algo, e ele se sentiu confiante o suficiente naquele momento. Freddie tinha uma aptidão, precisa ser dito – ele conseguia se conectar. Ele se conectava com todo mundo. Assim que ele fez o ‘Ay yo”, era história – o estádio implodiu. Eu lembro de olhar pro Roger [Taylor, baterista do Queen] pensando: ‘Parece que funcionou!”
Ouvido mais recentemente pela Guitar World, o também músico Bob Geldof, organizador do Live Aid, destacou a importância do trecho de improviso para o grupo conquistar a plateia. Afinal de contas, aquelas pessoas não estavam ali para ver o Queen.
“Foi diferente porque não era um público do Queen. Todos aqueles ingressos para o Live Aid foram vendidos antes de sermos anunciados no show. E mesmo assim eles reagiram daquela forma. Ver isso acontecer me deu um arrepio na espinha.”
O show do Queen no Live Aid ajudou a revitalizar o grupo após um período de declínio. Em 2005, uma pesquisa feita pelo Channel 4 britânico elegeu a apresentação como a maior da história do rock. As vendas de discos aumentaram e o grupo lançou em 1986 o álbum A Kind of Magic, com regravações das canções compostas para o filme Highlander — O Guerreiro Imortal.
Naquele mesmo ano, o quarteto completo pelo baixista John Deacon realizou sua última turnê com Freddie Mercury. O cantor viria a falecer em 1991 de complicações relacionadas a Aids.
A proposta ao Queen
Como citado, o Queen não fazia parte do Live Aid quando a programação inicial foi anunciada. Bob Geldof não tinha certeza se a banda tinha o mesmo apelo popular de antes. Após convencimento por parte do promotor Harvey Goldsmith, o criador do evento decidiu recrutar o grupo.
O problema era que o Queen estava recém-saído de uma turnê mundial cansativa — com direito a uma passagem pelo Rock in Rio no início daquele ano — e não tinham interesse na proposta. Mesmo assim, o empresário do quarteto, Jim Beach, concordou em sondar os integrantes quanto ao interesse.
Bob ficou na espera por uma resposta até um dia seu telefone tocar. Era Freddie, querendo saber da ideia.
Geldof lembrou:
“Eu disse: ‘Escute, Fred. Honestamente, se houve um dia um palco construído especialmente para você, é esse’. Ele falou: ‘O que você quer dizer com isso?’ E eu respondi: ‘Bem, meu querido, o mundo!’ Houve uma pausa e ele disse: ‘Acho que sei o que você quer dizer’.”
Fonte: https://rollingstone.com.br/
Greatest Hits Radio – ‘A História de Bohemian Rhapsody’
Eleita como a música nº 1 no Top 500
A Greatest Hits Radio vai explorar esta canção tão amada no seu 50º aniversário em A História de Bohemian Rhapsody, narrado por Claire Sturgess e com entrevistas exclusivas com Brian May e Roger Taylor.
O programa revela como as sementes para esta faixa icônica foram plantadas já no primeiro álbum da banda, graças à música My Fairy King; como gravar no icônico estúdio Rockfields ajudou a fortalecer os laços da banda e por que Kenny Everett foi fundamental para o seu sucesso.
A dupla também discute o videoclipe inovador, filmado nos estúdios Elstree pela Unidade de Vídeo Esportivo de Transmissão Externa da BBC por £8.000 (R$ 56.571,36 aproximadamente)
O documentário já está disponível para ouvir exclusivamente no aplicativo Rayo.
Mais de 21.000 votos de ouvintes foram contabilizados, e as 500 músicas mais votadas deste ano foram tocadas na Greatest Hits Radio a partir de segunda-feira, 27 de outubro, culminando com a apresentação da música número um às 17h no programa Drivetime Show de Simon Mayo, na sexta-feira, 31 de outubro.
O documentário será transmitido na Greatest Hits Radio no domingo, 2 de novembro, às 13h (horário de Brasília)
Fonte: www.queenonline.com
Em homenagem ao 50º aniversário de Bohemian Rhapsody, Brian May e Roger Taylor colaboraram com a Soundwaves Art e o artista Tim Wakefield para lançar uma coleção especial e limitada de obras de arte criadas a partir das ondas sonoras originais da música.
As obras foram assinadas à mão por Brian e Roger na Inglaterra, em outubro de 2025, e os lucros serão destinados à Nordoff Robbins, a maior instituição de caridade independente de musicoterapia do Reino Unido. Essa instituição utiliza o poder da música para enriquecer a vida de pessoas com doenças terminais, deficiências e sentimentos de isolamento.
A obra também inclui uma letra manuscrita de Brian e Roger, adicionada digitalmente a cada peça. Apenas 50 impressões assinadas e 6 originais disponíveis.
Clique aqui para mais informações e para fazer seu pedido.

Fonte: www.queenonline.com
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