Vídeos

Seven Seas of Rhye – Keep Yourself Alive – We Will Rock You (Fast)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0ctkOl3GrzI]

I Want to break Free

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=UJ0_KWw-AyY]

We Will Rock You – We Are the Champions

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dzmAf2muySk]

Bohemian Rhapsody

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=s-XLuzYeVjo]

’39

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eVHUobjv1Ss]

Somebody To Love – Love of My Life

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bfsb6dedrFw]

I Want it All

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KdRipqYJ6y8]

Under Pressure

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=cYZTFgM-Wz4]

Don’t Stop Me Now

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_JF__doQY7U]

Fat Bottomed Girls

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KeLcutvBcy0]

Radio Ga Ga

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Tz-pXQNNBcg]

Crazy Little Thing Called Love

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=o-nsWF6d3ds]

Another One Bites the Dust

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=V2e9mwTjCNI]

The Show Must Go On

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5a6kzuhnEvs]

Who Wants to Live Forever

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ra7jAPak9I8]

 

Fonte: www.brianmay.com

Oba! Comercial da Renault com música do Queen.

O novo filme da montadora Renault que fala que “No Brasil, um Renault é comprado a cada três minutos” traz um clássico do Queen em parceria com David Bowie.

O nome da música é “Under Preassure” e faz parte do álbum “Hot Space”, de 1981. Pra mim, uma das melhores músicas do Queen. Com a voz do David Bowie então… ficou maravilhosa. Dá aquela saudade dos anos 80.

É possível que alguns de “menos idade” digam que esta música do comercial da Renault é “Ice Ice Baby” do rapper Vanila Ice, outro clássico, só que de 1990. Mas não é não. Ice Ice Baby só usa um sampler da base de “Under Preassure”.

Curta, mas ouça no volume alto.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4j-h_11tl4Y]

 

Fonte: www.musicopeia.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Fotos e vídeos do primeiro show Queen + Adam Lambert em Hammersmith Apollo, em 11/07/2012.

 

Vídeos

Keep Yourself Alive

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=aRtxeLwDYeE]

A Kind of Magic

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5vrZ8nEjBxI]

These Are The Days Of Our Lives

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LZNxEAGE4_w]

Brian Guitar Solo

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8CmnU3Py5YY]

I Want to Break Free

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FHjTYw9kirM&feature=youtu.be]

The Show Must Go On / Love of My Life

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=C_kTE0gWXKQ]

Somebody to Love

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nhOMfZ8Ay3k]

Bohemian Rhapsody

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=j85abr2fK-Q]

Agradecimentos

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-NThIXUhopc]

Fonte: www.brianmay.com

Na semana do rock, tiramos nossos colaboradores pra uma série de listas roqueiras que vão te colocar no clima do #Iloverocknroll.

Nesta quarta, o wannabe viajante Gabriel Prehn Britto manda o “top 8 cidades do rock”.

Alguns lugares ao redor do mundo estão diretamente ligados a bandas, músicas e lendas urbanas do rock and roll.

Escolha a sua história favorita. Se for capaz.

1. Kingsland, Arkansas, Estados Unidos. Uma cidade com apenas 2,8 km2 e 447 habitantes (em 2010). E mesmo com essa população minúscula, foi capaz de produzir Johnny Cash, que nasceu lá em 1932.

2. Gillsburg, Mississippi, Estados Unidos. Foi em uma floresta a 8 km desta cidade que caiu o avião do Lynyrd Skynyrd, em 1977, matando boa parte da banda.

3. Ramstein-Miesenbach, Alemanha. Em 1988, um acidente durante um show aéreo matou 70 pessoas nessa cidade. Em 1994, seis malucos alemães se inspiraram nesse nome e formaram o Rammstein, com um “M” a mais.

4. Dartford, Inglaterra. Outra cidade que mandou bem na hora de produzir habitantes e participar da vida deles (e do rock): foi lá que nasceram, se conheceram, ficaram amigos e se reencontraram anos depois Mick Jagger e Keith Richards.

5. Nijmegen, Holanda. Fica perto da Alemanha e é considerada a cidade mais antiga dos Países Baixos (dizem que existe desde o século I). Mas o importante mesmo é que em 1953 e 1955, nasceram lá Alex e Eddie Van Halen.

6. Ancara, Turquia. Opa! Turquia no rock? Sim, a capital turca (que não é Istambul, como você imaginava) é a cidade natal de John Graham Mellor, mais conhecido como Joe Strummer, vocalista do The Clash.

7. Stone Town, Zanzibar, Tanzânia. Essa cidade, que também tem o nome de Mji Mkongwe e mistura arquitetura árabe, persa, hindu e europeia, viu nascer ninguém menos que Freddie Mercury.

8. Lafayette, Indiana, Estados Unidos. Uma cidade fundamental: é o berço de Axl Rose e, segundo dizem, é a própria Paradise City, where the grass is green and the girls are pretty. Essa segunda parte não é garantida, mas Axl disse que o refrão se refere a toda a região do Meio-Oeste dos EUA, justamente onde fica Lafayette.

@gabebritto é wannabe viajante (com preferência escancarada para destinos diferentes do normal) e blogueiro dono do gabrielquerviajar.com.br.

Fonte: http://noize.virgula.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Gilberto Gil sobe ao palco com sul-africanos no Festival de Montreux

Gilberto Gil apresentou na noite desta terça-feira (10), no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, alegres músicas de inspiração africana, apesar das suas alusões à pobreza, à escravidão e a uma dolorosa reconciliação.

O espetáculo Viramundo, com a participação dos músicos sul-africanos Vusi Mahlasela (guitarra) e Paul Hanmer (piano), funciona como uma espécie de trailer para um documentário ainda inédito sobre o cantor e compositor baiano.

As quase duas horas de apresentação dele no Auditório Miles Davis, em Lausanne, tiveram também a participação da orquestra suíça Lausanne Sinfonietta e dos músicos brasileiros Gustavo Di Dalva e Sérgio Chiavazzoli.

“Somos africanos no Brasil, especialmente quando se trata da música. Já somos muito africanos no Brasil”, disse Gil à Reuters, horas antes do show, no chalé do fundador do festival, Claude Nobs.

“O que cantamos, nossos temas, temos muitas coisas em comum, como a situação de Apartheid, a fome, a pobreza, a submissão, a humilhação, a exploração, tudo isso. Os escravos negros no Brasil passaram pela mesma coisa que as tribos precisaram passar quando trabalhavam nas minas de ouro da África do Sul.”

Apresentando canções como Ba Kae, Lamento Sertanejo e Raça Humana, Gil e Mahlasela fizeram o show de abertura da noite, antes da cantora norte-americana Melody Gardot. Essa foi a décima participação de Gil no festival de Montreux, um dos mais prestigiosos do mundo.

Desta vez, ele chegou mais cedo à Suíça, e no fim de semana passado foi a um estúdio local para gravar dez músicas para a trilha do documentário Viramundo – Uma Viagem com Gilberto Gil, que acompanha uma turnê dele pelo Hemisfério Sul, passando por Brasil, África do Sul e Austrália, além de abordar questões raciais.

O filme de 95 minutos, dirigido por Pierre-Yves Borgeaud, tem estreia prevista para 2013 na Suíça, França e Bélgica. Borgeaud já havia abordado um tema semelhante no seu Retorno a Gorée, com o cantor senegalês Youssou N’Dour.

Gil, que completou 70 anos em junho, disse que provavelmente a trilha sonora do documentário será lançada como um produto independente, daí a necessidade das gravações em estúdio.

No chalé de Nob, o músico encontrou alguns objetos que o fizeram recordar parte dos seus 50 anos de carreira, caso de um quimono vermelho e florido que pertenceu a Freddie Mercury, e que está protegido por um vidro.

“Estive a primeira vez aqui em Montreux quando o Queen (banda à qual Mercury era vocalista) estava gravando seu segundo álbum, em 1978. Eles contrataram um estúdio nas montanhas durante todo o festival, e ficaram gravando aqui. Uma noite, nós dois fomos ao mesmo restaurante e trocamos um aperto de mãos.”

A turnê europeia de Gil começou por Londres e já passou por Bruxelas. Ainda há etapas previstas na França, Itália, Alemanha e Espanha.

 

Fonte: www.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A Island Records está em orgulhosa em anunciar o lançamento da edição especial de aniversário de 25 anos do clássico álbum Barcelona de Freddie Mercury e Montserrat Caballé em 03 de setembro de 2012. 25 anos após o lançamento original do single, o trabalho mais audacioso de Freddie Mercury, gravado em colaboração com a soprano de ópera espanhola Montserrat Caballé, terá um re-lançamento especial, desta vez em um completamente novo retrabalhado e regravado orquestrado trabalho. A versão especial de aniversário de Barcelona – The Special Edition será lançado em 3 de setembro de 2012, chegando em torno do que seria o aniversário de 66 do cantor.

O álbum Barcelona original, nome da cidade espanhola que iria sediar as Olimpíadas em 1992 e para os quais Mercury tinha sido convidado a escrever a canção tema, tornou-se o último trabalho solo que Mercury completou. O título também foi uma homenagem à cidade natal de sua amada parceira de gravação Montserrat Caballé com quem Freddie se cativou e tinha planejado cantar em conjunto a canção-título na cerimônia de abertura do Jogos Olímpicos de 1992. Infelizmente Mercury faleceu oito meses antes que isto pudesse acontecer.

Mas o álbum deu a Mercury, postumamente, um recorde de vendas e alta posição nas paradas quando a música Barcelona foi escolhida pela BBC TV como sua música-tema para a sua cobertura das Olimpíadas.

Uma das colaborações musicais mais audaciosos e inovadores da década de 1980, Barcelona foi para Freddie a personificação de sua fantasia de longa data de combinar rock e ópera e realizar seu sonho de colaborar com a mulher que cuja voz o encantou desde a primeira vez que ele a ouviu. Após mostrar sua vontade de gravar com ela a Jim Beach, que prontamente marcou uma primeira reunião entre os astros no hotel Ritz, em Barcelona, Freddie levou consigo o pianista/arranjador, Mike Moran, juntamente com uma gravação demo que tinha preparado para Montserrat intitulada Exercises in Free Love, que Freddie tinha cantado em falsete imitando sua voz. No momento em que ouviu, Montserrat adorou e perguntou: “Eu poderia cantá-la no próximo domingo no meu recital no Covent Garden?” Eles ensaiaram e então, assim, o álbum Barcelona nasceu.

Agora, completando o círculo entre o primeiro encontro entre Freddie e Montserrat, esta nova edição traz para o álbum, pela primeira vez, como uma faixa extra a performance original de Freddie para Exercises in Free Love, que Montserrat ouviu no jardim do Ritz e formou a semente da sua colaboração.

A edição especial de Barcelona estará no centro de uma onda nova de interesse no trabalho do cantor que morreu em Novembro de 1991 cujo aniversario, em sua memória, está marcado todos os anos como o Freddie For A Day, um dia de angariação de fundos contra o HIV/AIDS

A versão especial recriada do álbum Barcelona está sendo saudada como a versão que Mercury queria fazer na época: com uma orquestra sinfônica completa. Mercury gravou seu álbum original quase inteiramente nos teclados. Esta edição especial de 2012 substitui os arranjos sintetizados de Mercury e de seu co-escritor e produtos Mike Moran por uma completa partitura orquestral sinfônica realizado pela FILMharmonic Orchestra, Praga, uma das mais procuradas orquestras de pós-gravação da Europa Central, com os principais membros das orquestras checas (Czech Philharmonic, Prague Symphony).

O convocado para transcrever e re-orquestrar as faixas de Mercury e Montserrat Caballé incluídas no álbum original foi o arranjador e diretor musical Stuart Morley, cuja ligação com o Queen e Mercury se inicia com seu papel no musical de sucesso da banda, We Will Rock You. Morley é o cerne desta nova edição especial do álbum, ao lado do engenheiro de som do Queen, Kris Fredriksson, Morley é também seu produtor.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=k1Umy0azDV0]

Além da pontuação orquestral realizada pela Prague FILMharmonic Orchestra, outros instrumentos ao vivos foram adicionados pela primeira vez. Naoko Kikuchi, um dos poucos tocadores de koto no mundo ocidental, voou especialmente para Londres para adicionar o antigo instrumento oriental em La Japonaise. Rufus Taylor, filho de Roger Taylor, substituiu as baterias sintetizadas em The Golden Boy e How Can I Go On, com percussão ao vivo. How Can I Go On também tem um novo solo de violino do clássico violinista David Garrett junto ao baixo original de John Deacon.

Barcelona – The Special Edition é finalmente o álbum que deveria ter sido. O mundo, sem dúvida, vai redescobrir e se apaixonar por tudo novamente. A única desvantagem é que o visionário por trás desta obra-prima não está, infelizmente, mais ao nosso lado para ouvir tudo isso também.

O álbum estará disponível em CD & CD Deluxe, vinil e formatos digitais, incluindo áudio bônus e DVD de extras. Veja lista de faixas:

  • CD & Deluxe CD e Digital
BARCELONA – THE SPECIAL EDITION
NOVO ÁLBUM ORQUESTRADO
  1. Barcelona
  2. La Japonaise
  3. The Fallen Priest
  4. Ensueno
  5. The Golden Boy
  6. Guide Me Home
  7. How Can I Go On
  8. Exercises In Free Love
  9. Overture Piccante
Bonus Track

10. How Can I Go On feat. David Garrett

  • DELUXE ALBUM – 3 CDs & 1 DVD
Disco 1 – Barcelona – The Special Edition – Novo álbum orquestrado:
  1. Barcelona
  2. La Japonaise
  3. The Fallen Priest
  4. Ensueno
  5. The Golden Boy
  6. Guide Me Home
  7. How Can I Go On
  8. Exercises In Free Love
  9. Overture Piccante
Bonus Track

10. How Can I Go On Feat. David Garrett

Disco 2: The Best of the Rarities & Session Out-takes:

  1. Exercises In Free Love (1987 B-side)
  2. Barcelona (Early Version: Freddie’s Demo Vocal)
  3. La Japonaise (Early Version: Freddie’s Demo Vocal)
  4. Rachmaninov’s Revenge (The Fallen Priest) (Later Version: Freddie’s Demo Vocal)
  5. Ensueno – Monsterrat’s Live Takes
  6. The Golden Boy (Early Version: Freddie’s Demo Vocal)
  7. Guide Me Home/How Can I Go On (Alternative Versions)
  8. How Can I Go On (Alternative Piano Version)

Disco 3 – DVD:

  1. Ku Club Ibiza Performance – Barcelona
  2. La Nit Barcelona Performance:
  • Barcelona (5m46s)
  • How Can I Go On (3m58s)
  • The Golden Boy (5m58s)

3. Barcelona – Classic Video (4m25s)
4. Barcelona – The Special Edition (EPK)
5. Barcelona – 2012 edit by Rhys Thomas (4m49s)

Disco 4 – Barcelona – The Special Edition (Versão orquestral do álbum)

BARCELONA – The Special Edition Créditos

Orquestrações por Stuart Morley.
Baseado nos arranjos originais de Mike Moran e Freddie Mercury.
FILMharmonic Orchestra, Praga
Conduzido por Adam Klemens.
Contratante Musical: Petr Pycha.
Exceto Exercises In Free Love conduzida por Stuart Morley.
Produzido por Kris Fredriksson e Stuart Morley.
Produção original por Freddie Mercury, Mike Moran e David Richards, exceto Exercises In Free Love, produzida originalmente por Mike Moran.
Todas as músicas escritas e compostas por Freddie Mercury e Mike Moran, exceto as letras de Ensueño, escritas por Montserrat Caballé e as letras de The Fallen Priest e The Golden Boy, escritas por Tim Rice.

Barcelona – The Special Edition chega ao mesmo tempo, teremos o lançamento do novo e importante documentário The Great Pretender e do recém-criado livro ilustrado Freddie Mercury: The Great Pretender – A Life in Pictures. O livro também inclui um CD adicional com uma rara entrevista por Mary Turner em que Freddie candidamente discute sua vida de estrelato.

Freddie Mercury
Freddie For A Day
QueenOnline
Brian May

Fonte: http://queenbrasil71.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Mercury - The Great Pretender
Freddie Mercury - The Great Pretender

A gravadora Eagle Rock Entertainment anunciou para 25 de Setembro o lançamento do DVD e Blu-ray de Freddie Mercury, “The Great Pretender”.

Criado pela mesma equipe do excelente documentário “Days Of Our Lives” do Queen, “The Great Pretender” vem em um formato similar, apresentando um insight cativante para dentro do assunto em questão e mostrando imagens inéditas ou raramente vistas, pela primeira vez em alta-definição.

Produzido e dirigido pelo fã e expert em Queen, Rhys Thomas, dessa vez o diretor focou a atenção ao arquivo de Freddie, ido até 1976 em busca de algumas pedras preciosas vintage, que revelam mais do que já se revelou antes a história particular da vida e carreira do vocalista, e inclusive de projetos solo que Freddie teve fora do Queen.

O extenso arquivo de imagens vem de entrevistas raras, shows, filmagens de videoclipes e material particular, muitos deles apresentados pela primeira vez, além de novas contribuições de imagens vindas de seus companheiros de Queen, Roger Taylor (bateria) e Brian May (guitarra), do manager do Queen, Jim Beach, da soprano Montserrat Caballé, dos compositores David Arnold e Mike Moran, do letrista Tim Rice, do comediante e fã Matt Lucas e muitos mais. Delas, aparece um homem muito diferente do extravagante personagem de palco.

Entre os tesouros que já podem ser antecipados que estarão presentes no DVD, há pela primeira vez Freddie e Rod Stewart cantando em uma demo da música “Take Another Piece Of My Heart” de 1984, que não foi lançada, pedaços da também inédita parceria com Michael Jackson, “There Must Be More To Life Than This” e Freddie com o Royal Ballet em 1979 – nunca visto na íntegra antes.

As pesquisas de Rhys o fizeram achar inclusive a primeira aparição do Queen na TV, além da entrevista antiga de Freddie de 1976 e uma outra inédita também de 76 dada para a NBC nos EUA.

O diretor também encontrou 10 rolos de filmagem do aniversário de 39 anos de Freddie no clube de Mrs. Henderson’s em Munique,em 1985. Originalmente filmada para o vídeo de “Living On My Own” e prontamente banida pela gravadora por causa do tema de “festa do contrário”, há muito para se ver de Freddie e seus amigos indo com tudo para ajudar o vocalista a celebrar seu último aniversário antes dos 40 anos.

Além de tudo isso, “The Great Pretender” possui muitos ottakes das filmagens dos clipes de “I Want To Break Free”, “One Vision”, “Days Of Our Lives”, “I Want It All”, “A Kind Of Magic”, “Princes Of The Universe”, “Living On My Own”, “Born To Love You”, “Great Pretender”, “Made In Heaven” e “Who Wants To Live Forever”.

De bônus, está incluída a parte: “Freddie Mercury Goes Solo” e uma entrevista com Montserrat Caballé.

Coincidindo com o lançamento do DVD “The Great Pretender”, haverá o lançamento do álbum “Barcelona: Special Edition” de Freddie com Montserrat Caballé que traz o álbum re-gravado com uma orquestra de 80 integrantes e um novo livro, “The Great Preteneder” também em Setembro.

O filme terá uma noite de estréia especial no dia 06 de Setembro.

 

Fonte: http://radardorock.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Vejam algumas das músicas com influências britânicas que irão embalar as Olimpíadas

 partir do momento que a sede das Olimpíadas é escolhida, as mentes criativas da ginástica começam a esboçar o que pode vir a ser uma performance no solo para empolgar o público local. Envolver o público durante uma série de solo funciona como um “quinto elemento” que, em um esporte subjetivo como é a ginástica, pode vir a influenciar positivamente os juízes.

Escolher uma trilha que seja familiar ao público e que o motive a aplaudir, sorrir e se manifestar durante a apresentação é certamente a meta de todas as ginastas. Como não poderia deixar de ser, a influência britânica que vêm invadindo o mundo há décadas agora vai também invadir os tablados em Londres. Vejamos algumas trilhas do repertório olímpico que foram influenciadas pela terra da rainha:
Lauren Mitchell (Austrália)
Música: Besame Mucho Remix + voz de Freddie Mercury
Freddie Mercury e Lauren Mitchell
Freddie Mercury e Lauren Mitchell
Esta versão do tema mexicano “Besame Mucho” foi acrescida da voz de ninguém mais niguém menos que Freddie Mercury, vocalista da banda de rock inglesa Queen que foi dominante no cenário mundial entre os anos 70 e 80 e ainda é até hoje reverenciada pelo mundo a fora. O poder vocal de Mercury figura entre os melhores da história, neste remix ele  funciona como mais um instrumento que junto a melodia enriquece a base harmônica e adere agressividade ao clássico. A idéia da mescla foi sem dúvida genial e vai gerar um entusiasmo nostálgico aos britânicos, sem contar que o efeito da música ao vivo é sensacional. Assista.
Sandra Izbasa (Romênia)
Música: Shine on You Crazy Diamond
Artista: Pink Floyd
Pink Floyd e Sandra Izbasa
Gravada em 1975, esta canção é na verdade uma composição em nove partes distribuídas em duas músicas no álbum “Wish You Were Here” que foi #1 de vendas na Inglaterra. Uma canção-tributo para um dos fundadores do Pink Floyd (Syd Barrett) que vai ter bastante apelo com o público inglês pelo estilo de rock psicodélico com toque de Blues que vira uma poesia musical inebriante e sedutora. Assista.
Beth Tweddle (Inglaterra)
Música: Live and Let Die (Trilha do filme “007 – Viva e Deixe Morrer”)
Artista: Paul McCartney & Wings
Paul McCartney e Beth Tweddle
Paul McCartney e Beth Tweddle
Uma ginasta britânica ao som de uma música composta por uma lenda britânica que é trilha de um filme de um dos maiores ícones britânicos. Estamos falando de Beth Tweddle ao som de Paul McCartney (ex-Beatles) que é trilha de filme do James Bond. Não poderia ter mais a cara da Inglaterra e não poderia ser mais apropriado. Essa canção de 1973 é uma das mais famosas trilhas de James Bond que deixará o público, que já iria torcer por ela, de pé e pedindo bis. Vai ser um momento marcante para Beth sem dúvida. Assista.
Viktoria Komova (Rússia)
Música: You Know I’m No Good/We Will Rock You/The Show Must Go On
Artista: Amy Winehouse/Queen
Amy Winehouse e Viktoria Komova
Amy Winehouse e Viktoria Komova
As três canções podem ser consideradas clássicos modernos da música britânica. Todas chegaram ao Top20 das paradas inglesas e fazem parte de álbuns #1 aclamados pela crítica. O Jazz envolvente de Amy introduz os famosos aplausos de “We Will Rock You” que por sua vez abre alas ao poderoso e dramático solo de guitarra de Brian May que vai levar o público ao delírio antes de se reencontrar com o jazz de Amy em uma finalização suave e confiante. Se era a melhor escolha ou não, fica a critério de cada um, mas que foi uma das escolhas mais interessantes, isso sem sombra de dúvida. Assista.
Vale lembrar que Daiane dos Santos deixou escapar em entrevistas no começo do ano que pretendia também fazer uso de uma trilha com inspiração inglesa. Alguém arrisca um palpite ou tem uma sugestão de música? E você, que música britânica você acredita que daria uma bela trilha de solo?

 

Fonte: www.gymblogbrazil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

 

No programa “Quem Fica em Pé”, da Band, exibido nesta segunda – 09/07/2012, uma das perguntas foi ” Ele foi o lider e vocalista da banda inglesa Queen”.

Porém o programa errou ao escrever o nome de Freddie como “Freddy”. A produção deveria ir pro buraco.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=mrI9Hf1-Kio]

Os fãs do Rock podem comemorar: O Multishow HD prepara uma programação especial para homenagear o Dia do Rock, celebrado em 13 de julho. No próprio dia 13/07, o canal leva ao ar 24 horas de apresentações com nomes importantes do rock.

O show do Queen que passará não foi informado. O horário é 19:30

Abaixo a programação completa do dia 13/07 e logo abaixo datas e horários de reprises do Queen.

Programação especial 13/07

00:00 – Iron Maiden: Somewhere Back in Time
01:00 – Motorhead
02:35 – Alice in Chains – Live at Sonisphere Festival
03:05 – The Smashing Pumpkins – Live from Tower Theatre
04:40 – Pearl Jam – Austin City Limits
05:35 – Pixies – Live At The Paradise In Boston
07:10 – David Bowie – Ziggy Stardust
08:40 – The Who At Kilburn 1977
09:50 – Iggy and the Stooges – Escaped Maniacs
11:00 – The Killers – Live at Royal Albert Hall
12:30 – Arcade Fire – Live At Oxegen Festival
13:05 – Foo Fighters
14:25 – Arctic Monkeys – Live At The Apollo
15:25 – Eric Clapton- Sessions for Robert J.
17:05 – U2 360 Live From Los Angeles
18:05 – The Rolling Stones: Ladies & Gentlemen
19:30 – Queen
20:30 – Kaiser Chiefs – Live At Isle Of Wight
21:00 – Skank Ao Vivo No Rock In Rio 4
22:05 – Frejat Ao Vivo No Rock In Rio 4
23:00 – Beady Eye – Live At Isle Of Wight
23:30 – Anthrax – Live At Sonisphere


Reprises show do Queen

14/07    16:40    Multishow HD
15/07    04:00    Multishow HD
16/07    09:00    Multishow HD

Um lado que as pessoas passaram a conhecer cada vez mais de Brian May é o de defensor dos animais. E é assim que ele se apresenta, em entrevista ao Sunday Times, direto de seu refúgio natural. “Quando eu morrer, não há dúvidas que serei lembrado pelo Queen. Mas acharia muito melhor que fosse citado como um defensor das criaturas amigas. Levei uma vida tão louca que ver os selvagens hoje em dia traz uma sensação de tranquilidade”.

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

“A Tua Cara Não Me É Estranha” é um programa de imitações, teve duas séries onde cada concorrente, de forma individual, imitava todas as semanas um artista. Dia 8 de Julho de 2012, iniciou-se uma nova série, esta feita com “DUETOS”.

Vanessa & FF formam uma das 6 duplas. Em sua apresentação (08-07-2012) cantaram “Barcelona”  de Freddie Mercury & Montserrat Caballé.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZIhcXekbz5Q]

Fonte: www.youtube.com/user/CanalOficialTVI
Dica de: Roberto Mercury

Abaixo algumas fotos e vídeos do show realizado no dia 07/07/2012 no Rock In Wroclaw Festival, na Polônia.

Vídeos

Abertura

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=v9KIIyYe2CY]

Who Wants to Live Forever

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lIIEjuII8V8]

The Show Must Go On

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0a0h5muKI0I]

Bohemian Rhapsody

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=AjYGSeXYksQ]

Another One Bites the Dust

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=MYtMv58Ivso]

A Kind of Magic

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oU9e1JzEVdk]

These Are the Days of Our Lives

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Pq82GK9MAgE]

Dragon Attack

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=UigtKweBQjo]

Radio Gaga

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bxs5fnnECsM]

Love of My life

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=q1RF3jWG9kw]

Under Pressure

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wg7zDiGsOt8]

I Want to break Free

[youtubehttp://www.youtube.com/watch?v=C0JgYsPbs3g]

I Want it All

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=7bTsz9P7FxY]

We Will Rock You

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=HqkKFhE4LaE]

Don’t Stop Me Now

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Lo9wxDroCG4]

Fat Bottomed Girls

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tnNnIoTJyJw]

Somebody to Love

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=3O3Co2rXxTo]

We Are the Champions

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=yKRDX9knuy4]


Fotos




 

Fonte: www.brianmay.com

Para quem ainda não conhece, o Queen’s Day é um evento já em sua 6ª. Edição, em homenagem a banda inglesa Queen através de apresentações de bandas e artistas nacionais e internacionais.

É uma oportunidade única para os fãs curtirem um dia dedicado a sua banda favorita.

A última edição do Queen’s Day aconteceu em 2006, no Teatro Santa Cruz, com o tema “The Golden Boy” foi todo em homenagem a Freddie Mercury, desde o Set List ao figurino eram referencias ao vocalista do Queen.

A abertura ficou por conta do tenor Gilberto Chaves e da Soprano Tatiana Aguiar interpretando as canções Barcelona, Guide me Home e How Can I Go On, emocionando a platéia.

As bandas Bohemian Queen do Rio de Janeiro, Lurex de Belo Horizonte, Queen Cover de São Paulo, a dupla Ahimsa, Edinho Santa Cruz, Marcio Sanches e seus convidados pra lá de especiais, realizaram um show repleto de homenagens a Freddie Mercury em comemoração ao seu 60º aniversário.

A edição de 2012 será realizada no dia 1º de dezembro, das 16h00 às 21h00, no Carioca Club, localizado na R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo, SP,

A data foi escolhida por ser o Dia Mundial de Luta contra a AIDS, um movimento global de conscientização e prevenção da AIDS.

Os fãs do Queen que comparecerem ao Queen’s Day contribuirão com a Instituição Lar Amor ao Próximo (LAP).

O público deverá levar no dia do evento 1(uma) lata de leite em pó que será doada para a Instituição em troca de desconto no valor do Ingresso.

Para a Equipe Queen’s Day, a arrecadação das latas de leite é uma pequena forma de nos unirmos em prol de uma causa tão significativa para os fãs do Queen, exercendo assim a cidadania e ajudando crianças portadoras do vírus da AIDS.

Este ano o Queen’s Day retornará ao palco a dupla AHIMSA, Marcio Sanches e Convidados e, fazendo o seu debut no  Queen’s Day, teremos a banda Argentina Dr. Queen.

Os ingressos começarão a ser vendidos dia 15/07 e os fãs podem encontrar maiores informações sobre tudo o que foi dito no site do Queen’s Day.

Contato com a Equipe para informações complementares através do e-mail: contato@queensday.com.br

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Por (Doctor Robert) http://whiplash.net

Eis que a nova encarnação do “Queen +” resolve fazer seu “debut” durante as cerimônias de encerramento da Eurocopa sediada pela Ucrânia e pela Polônia, com direito a transmissão ao vivo para as TVs locais, o que hoje em dia significa garantia de disseminação por todo o mundo via internet, seja no You Tube (onde pode ser encontrado o show na íntegra) ou em servidores de download, através de uma simples pesquisa no Google.

A marca “Queen +”, que teima em surgir de tempos em tempos com alguém diferente nos vocais, já foi tema de calorosas discussões de fãs desde que o saudoso Freddie Mercury partiu para outro plano. A primeira delas, vista com muita simpatia, foi justamente no tributo ao finado vocalista, no estádio de Wembley em 1992, quando vários convidados ilustríssimos se revezavam durante a apresentação (Joe Elliot, Roger Daltrey, David Bowie, James Hetfield, Elton John, Axl Rose, entre outros). Depois disso, algumas apresentações em ocasiões especiais junto a Elton John, executando apenas uma ou outra música, e em outros momentos com Jeff Scott Soto. Não satisfeitos, Brian May e Roger Taylor resolvem tempos depois juntar forças a Paul Rodgers, simplesmente um dos cantores favoritos de Freddie e um dos maiores vocalistas do rock setentista (se você não sabe disso, provavelmente é por que nunca ouviu falar de Free e Bad Company, ok?), projeto que rendeu dois lançamentos ao vivo (um deles, inclusive, gravado na Ucrânia) e um álbum de estúdio (o mediano “Cosmos Rock”). Pois bem. Se as situações acima já foram alvo de críticas e mais críticas por todo o planeta, o que dizer quando Brian e Roger anunciam que irão trabalhar junto a Adam Lambert?

Quem? Sim, para a maioria de nós um mero desconhecido, mas o cara fez um tremendo sucesso nos EUA no show de calouros “American Idol”. Não que isso seja algo considerável no currículo para ter seu nome vinculado a uma das maiores bandas da história, mas pelo menos por lá surgiu grande expectativa, afinal Lambert ganhou fama por ter um bom alcance vocal, além de ser uma figura extravagante e ser assumidamente gay. Isso já foi o suficiente para alguns o apontarem como o substituto de Freddie Mercury. Mas como substituir alguém considerado insubstituível???

Como bom fã de Queen (o original, e não do “Queen +”), munido de muita boa vontade e uma grande dose de curiosidade, este que vos escreve resolve assistir à apresentação e tirar suas próprias conclusões. E o resultado foi um verdadeiro misto de surpresas e decepções.

Primeiramente: sim, Adam Lambert canta bem, mas JAMAIS deve ser comparado a Freddie, seja por seu timbre, seu alcance, seu talento, seja o que for. Ele é meramente um intérprete que Brian e Roger acharam para cantar os maiores sucessos do Queen. Além disso, Lambert demonstrou uma presença de palco muito fraca – tudo bem que ele deveria estar muito nervoso, afinal estrear assim, para um público gigantesco e “calçando os sapatos” de um dos maiores cantores que o rock já viu, não deve ser nem um pouco confortável, ok? Sem falar na total falta de carisma e da espontaneidade forçada, dignas de um Jorge Vercilo da vida (para quem não conhece, um dos seres mais forçados que a música brasileira já produziu nos últimos tempos, mas isso já são outros quinhentos…).

O início do show chegou a empolgar quando, após um rápido playback do tema de “Flash Gordon”, a banda apresentou um medley que resgatou clássicos como “Seven Seas Of Rhye” e “Keep Yourself Alive”. Porém, na versão rápida de “We Will Rock You”, ficou nítida a falta de entrosamento dos músicos, com alguns erros bobos. Sim, erros. Erros que ainda se repetiram durante “Fat Bottomed Girls” e “Don’t Stop Me Now”, com algumas atravessadas catastróficas. E aí já era possível notar um certo desconforto na fisionomia de Brian May… nem de longe era possível se lembrar daquela banda que tocava medleys extremamente intrincados, com intensas variações de ritmos nos anos 1970. Mas nada que um pouco mais de ensaios não possam melhorar, afinal ninguém discute a qualidade dos instrumentistas ali presentes.

Segue o show e se “I Want It All” soa melhor, mas ainda um pouco travada e contida, e até que dá para se animar um pouco quando “Under Pressure” é cantada em dueto entre Lambert e Roger Taylor, onde Rufus, filho de Roger, assume as baquetas, e Brian May nos apresenta uma nova versão de sua guitarra Red Special com dois braços. Taylor ainda continua no microfone para entoar sua composição “A Kind Of Magic”, soando bem mais sincero e honesto do que o novo vocalista, assim como em “These Are The Days Of Our Lives”. Dispensável dizer que a bela “Who Wants To Live Forever” ficou tão saborosa quanto uma jarra de Tang sem gelo com a interpretação do vocalista…

Na sequência, Brian May pega seu violão de 12 cordas e seu banquinho para chamar a plateia para cantar junto a ele e Freddie Mercury (via telão) a eterna “Love Of My Life”, que ainda veio acompanhada de um tecladinho bem breguinha de fundo. Após brincar com o público, perguntando se tinha alguém da Itália ou da Espanha presente (afinal a final da Eurocopa disputada pelas duas seleções seria no dia seguinte), presenciamos mais um dueto, desta vez entre Brian e Roger, em “’39”.

Uma grata surpresa foi a inclusão no repertório de “Dragon Attack”, do álbum “The Game”, que teve direito a solo de baixo (ô saudade do discreto John Deacon), bateria e guitarra e o diabo a quatro. Adam volta ao palco e o que vem a seguir é uma verdadeira coletânea de maiores sucessos: “I Want To Break Free”, “Another One Bites The Dust”, “Radio GaGa”, “Somebody To Love”, e “Crazy Little Thing Called Love”, todas elas executadas de forma correta. Após “The Show Must Go On”, chegamos àquele que sempre foi o ápice dos concertos do Queen, “Bohemian Rhapsody”. E foi aí que a coisa degringolou novamente, com Adam Lambert mostrando na parte pesada da música o quão irritante ele e seus agudos podem ser.

Na volta para o bis, o inconfundível riff de “Tie Your Mother Down” e em seguida, o encerramento que não poderia ser diferente, com a execução da dobradinha “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, seguindo o à risca como sempre os shows do Queen se encerram. Terminada a experiência, vêm à cabeça uma série de perguntas sobre como será o futuro desta nova investida, se é que ela realmente terá futuro…

E sobre o show em si, fica uma sensação de que estamos vendo uma banda cover, é inegável. Pior ainda: em alguns momentos, temos a nítida impressão de que estamos ouvindo alguma versão para um musical dos teatros da Broadway dos clássicos do Queen – teriam Brian e Roger se empolgado tanto assim com o sucesso do musical “We Will Rock You”? A conclusão final é de que os velhos parceiros de Freddie parecem satisfeitos e coniventes com o fato. Quanto a Adam Lambert, o que vier é lucro, afinal o rapaz está tendo a chance de sua vida de tornar seu nome conhecido pelo mundo… E quem seria doido de recusar tal proposta?

Setlist:
01. Flash (intro)
02. Seven Seas Of Rhye
03. Keep Yourself Alive
04. We Will Rock You (Fast)
05. Fat Bottomed Girls
06. Don’t Stop Me Now
07. Under Pressure (Roger/Adam duet)
08. I Want It All
09. Who Wants To Live Forever
10. A Kind Of Magic (Roger)
11. These Are Days Of Our Lives (Roger)
12. Love Of My Life (Brian)
13. 39 (Brian)
14. Dragon Attack
15. Drum Battle / Guitar Solo
16. I Want To Break Free
17. Another One Bites The Dust
18. Radio Ga Ga
19. Somebody To Love
20. Crazy Little Thing Called Love
21. The Show Must Go On
22. Bohemian Rhapsody
Encore:
23. Tie Your Mother Down (Brian)
24. We Will Rock You
25. We Are The Champions

Músicos:
Brian May – guitarra, vocais
Roger Taylor – bateria, vocais
Adam Lambert – vocais
Rufus Tiger Taylor – bateria e percussão
Neil Fairclough – baixo
Spike Edney – teclados

Para Ver o Show Completo Clique Aqui

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Um videoclipe de uma música chamada “Miss Me”, da banda Grandphone Vancouver, é uma deliciosa surpresa e tem tudo para se tornar um dos melhores virais do ano. O vídeo é recheado de referências pops e homenageia bandas e artistas como A-HA, passando por Queen, Michael Jackson, OK Go, Bob Dylan e mais alguns Ícones pops. Há! Vale ressaltar ainda que “Miss Me” é uma canção bastante agradável aos ouvidos.

Grandphone Vancouver é uma banda de um homem só: o baiano Fernando Ventura, que canta e toca teclado/piano. Fernando ainda foi quem dirigiu e ajudou na produção do vídeo, gravado em apenas um dia na rua Marciel Pinheiro, em Campina Grande, das 7h às 19h.

O vídeo surgiu da necessidade de entregar seu trabalho de conclusão de curso de Arte e Mídia na Universidade de Campina Grande, na Paraíba.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=p3XP4oR0-DU]

 

Fonte: www.sedentario.org
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Por Um Dia 2012 – daqui há 2 meses!! Já começou a contagem regressiva…

Taylor Hawkins, grande amigo de Brian e Roger, começou usando uma imagem do Freddie, Mr. Bad Guy, na bateria.

 

Fonte: www.queenonline.com

Um, diz-se, é o melhor amigo do homem; o outro – mais fugidio – também não lhe é indiferente. Ambos são temática recorrente na história do pop/rock (e sim, também incluímos um vídeo de gatinhos).

The Cure “Lovecats” (1983)

Por entre garrafas que batem e não quebram, desenha-se um cenário onde gatos são modelo a seguir por aqueles que se alistam e põem a mão no fogo pelo amor. A atitude cabarética não é à toa: os Cure são melodramáticos e acreditam que encenar a coisa não é crime. Num clássico instantâneo, Robert Smith recomenda ao homem e à mulher comuns alguma da chico-esperteza dos felinos como forma de ultrapassar barreiras.

Elvis Presley “Hound Dog” (1956)

O movimento de ancas que deixou tanta mulher maluca é, nesta canção, especialmente representante. Fica para a história o vídeo onde a operação-charme de Elvis Presley assume posição – e choca muita gente pelo caminho. Este cão de caça que chora servirá certamente de metáfora para as fraquezas de amor – um canino com problemas sentimentais por resolver.

Pink Floyd “Dogs” (1977)

Num disco conceptual, dedicado exclusivamente aos animais, os Pink Floyd materializam em “Dogs” uma crítica ao abuso do poder dos homens de negócio. Com mais de 17 minutos, o segundo tema de Animals, é uma extensa tela onde são exploradas as mais distintas sensações – mais ou menos surrealistas. Mas o que fica é a intensidade da viagem.

Belle & Sebastian “Dog On Wheels” (1997)

Parece quase obrigatório que os Belle & Sebastian, indie darlings como os conhecemos, tivessem uma canção sobre cães (ou gatos já agora). Na voz de Stuart Murdoch, os cães são confidentes de segredos, prazeres e muito mais. Por entre lalalas e sopros, os Belle & Sebastian colocam o cão em cima de rodas e fazem-no ver a Primavera, o que é uma excelente metáfora para a liberdade.

Queen “Cool Cat” (1982)

A versatilidade dos Queen permitiu-lhes aventurar-se por uma série de terrenos – em “Cool Cat”, a história de um gato demasiado cool para este planeta, Freddie Mercury dá voz a uma coisa que é funk mas é jazz, que é soul mas é sabe-se lá o quê. Sabe-se que é uma canção light (elogio) em que Freddie Mercury saca dos argumentos vocais para fazer desta uma canção que parece conter um pedaço da vida de cada um.

The Kinks “Phenomenal Cat” (1968) [alerta vídeo de gatinhos]

Flautas preparam o caminho. Há lalalas pelo caminho. Tudo porque há muito,muito tempo, na terra dos rapazes idiotas, havia um gato que adorava rebolar todo o dia. O gato, fenomenal, chegou mesmo a ir a Hong Kong, onde descobriu o segredo da vida. E os Kinks terão sido os privilegiados com tal descoberta.

The Who “Dogs” (1968)

“Dogs” tem de ser uma das canções mais inesperadas e bizarras pelas mãos dos The Who. Por entre declarações apaixonadas à cerveja (diz-se a certa altura “Não havia nada na minha vida maior que a cerveja”), traça-se um cenário amoroso em redor de corridas de cães. Num sábado à noite como outro qualquer, numa pista de corridas, celebra-se o amor de inspiração canina.

The Coasters “Three Cool Cats” (1956)

Apesar de ter sido mais reconhecida na voz dos Beatles, “Three Cool Cats” é uma canção da autoria dos Coasters, uma banda formada em Los Angeles por Carl Gardner em 1955. Tratando-se ou não de gatos reais, os três elementos-alvo da canção têm, nas vozes dos Coasters, muita pinta. Dependendo da imaginação de cada um, os gatos, na canção, acabam apaixonados e com fortes hipóteses de serem correspondidos.

Nick Drake “Black Eyed Dog” (1974)

Pouco antes da sua morte, em 1974, Nick Drake gravou uma canção que intitulou “Black Eyed Dog”, numa referência a Winston Churchill quando este descrevia a depressão como um cão negro. Acústica e delicada como sempre, é o espelho da alma do cantor britânico que deixou o mundo desapontado com a atenção dada à sua música e um belíssimo retrato da sua existência.

David Bowie “Diamond Dogs” (1974)

Em disco temático, David Bowie, em 1974, voltava a encarnar um pouco da personagem de Ziggy Stardust. Com isso em mente, lançou um single pouco convencional – mas acentuadamente rock – onde atira o epíteto de Cães Diamante a um grupo de temíveis criaturas sem identidade. Jogos de poder e de sedução, identidade ocultada e escondida – não fosse ele o camaleão.

Fonte: http://blitz.sapo.pt/

Matéria escrita em português de Portugal

A vida de Freddy Mercury contada em livro polémico
A vida de Freddy Mercury contada em livro polémico

A estrela de rock Freddie Mercury “só conseguia satisfazer as suas necessidades sexuais com homens”. A revelação é feita por Lesley-Ann Jones, autora da biografia ‘Mercury: An Intimate Biography of Freddy Mercury’ e uma das melhores amigas do cantor, que acrescenta, contudo, que os dois grandes amores da vida de Mercury eram mulheres.

Ainda segundo informações avançadas pelo site americano ‘The Hollywood Reporter’, o livro (com 350 páginas) faz outras revelações sobre a estrela rock, nomeadamente mais pormenores das suas relações amorosas e amizades. Sendo este um contributo para o filme biográfico sobre Freddie Mercury, considera a editora do livro, Simon & Schuster.

CINCO COISAS QUE AINDA NÃO SABE SOBRE A VIDA DE FREDDIE MERCURY:

1. Mercury e Michael Jackson eram grandes amigos. As visitas à mansão, na California, do Rei da Pop eram frequentes. Mas também era comum que Michael Jackson assistisse a espectáculos dos Queen. Segundo o livro de Lesley-Ann Jones, Mercury afirmou: “Podia ter entrado em ‘Thriller’. Aquilo que eu perdi!”. Ainda assim, trabalharam juntos. Compuseram pelo menos três faixas: “There Must Be More to Life Than This”; ‘Victory,’ que se destacou em ‘The Jackson 5‘; e ‘State of Shock’, que se tornou num dueto entre Mickael Jackson e Mick Jagger (por impossibilidade de Freddie Mercury). Mais tarde, Mercury desentendeu-se com Jackson, devido ao consumo excessivo de cocaína na sala de estar do Rei da Pop.

2. David Bowie questionou Freddie: “porque não compomos uma canção?”. Consequentemente, criaram ‘Under Pressure’, faixa que foi intitulada, ao início, de ‘People on Streets’. Só que, entretanto, um problema na mesa de mistura danificou a música gravada. Bowie ainda a quis refazer, mas sem sucesso. Até que, mais tarde, em Outubro de 1981, Bowie acabou por lançá-la no seu primeiro single em conjunto com outro artista. A música ficou em 29º nos tops norte-americanos, mas viria a ser este o segundo tema de sucesso para os Queen, colocando-os pela segunda vez no número um do top de vendas britânico.

3. Sobre Mercury, Elton John disse: “He could out-party me” [“Ele divertia-se mais do que eu”]. Além disso, refere que foram várias as noites que passaram acordados até as 11h00, cheios de energia. “Para mim, ele é como uma dessas últimas grandes divas de Hollywood. Ele foi um percussor do rock.”

4. Na década de 1980, Freddie Mercury falou de Manhattan como “a cidade do pecado”, acrescentado ser “necessário sair na altura certa”. Ficar mais um dia torna-se-ia hipnótico. “É como tropeçar em tudo às oito ou nove da manhã todos os dias, levando injecções na garganta para que possa continuar a cantar”. Com o videoclip “I Want to Break Free”, “a América Central sentiu que Freddie poderia ser gay, e a América Central era muito importante”, refere Brian Southall, director da EMI Records, no livro de Lesley-Ann Jones.

5. Dois ou três anos após a formação da banda, Mercury revelou que não estava a funcionar. Contudo: “Algo dentro de nós fez-nos manter juntos e assim aprendemos com as nossas boas e más experiências”. Os colegas de banda, Brian May e Roger Taylor, recordam-se de Mercury como o pacificador e “um grande diplomata”.

Fonte: www.cmjornal.xl.pt