Abaixo algumas fotos e vídeos do show realizado no dia 07/07/2012 no Rock In Wroclaw Festival, na Polônia.

Vídeos

Abertura

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=v9KIIyYe2CY]

Who Wants to Live Forever

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lIIEjuII8V8]

The Show Must Go On

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0a0h5muKI0I]

Bohemian Rhapsody

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=AjYGSeXYksQ]

Another One Bites the Dust

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=MYtMv58Ivso]

A Kind of Magic

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oU9e1JzEVdk]

These Are the Days of Our Lives

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Pq82GK9MAgE]

Dragon Attack

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=UigtKweBQjo]

Radio Gaga

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bxs5fnnECsM]

Love of My life

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=q1RF3jWG9kw]

Under Pressure

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wg7zDiGsOt8]

I Want to break Free

[youtubehttp://www.youtube.com/watch?v=C0JgYsPbs3g]

I Want it All

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=7bTsz9P7FxY]

We Will Rock You

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=HqkKFhE4LaE]

Don’t Stop Me Now

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Lo9wxDroCG4]

Fat Bottomed Girls

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tnNnIoTJyJw]

Somebody to Love

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=3O3Co2rXxTo]

We Are the Champions

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=yKRDX9knuy4]


Fotos




 

Fonte: www.brianmay.com

Para quem ainda não conhece, o Queen’s Day é um evento já em sua 6ª. Edição, em homenagem a banda inglesa Queen através de apresentações de bandas e artistas nacionais e internacionais.

É uma oportunidade única para os fãs curtirem um dia dedicado a sua banda favorita.

A última edição do Queen’s Day aconteceu em 2006, no Teatro Santa Cruz, com o tema “The Golden Boy” foi todo em homenagem a Freddie Mercury, desde o Set List ao figurino eram referencias ao vocalista do Queen.

A abertura ficou por conta do tenor Gilberto Chaves e da Soprano Tatiana Aguiar interpretando as canções Barcelona, Guide me Home e How Can I Go On, emocionando a platéia.

As bandas Bohemian Queen do Rio de Janeiro, Lurex de Belo Horizonte, Queen Cover de São Paulo, a dupla Ahimsa, Edinho Santa Cruz, Marcio Sanches e seus convidados pra lá de especiais, realizaram um show repleto de homenagens a Freddie Mercury em comemoração ao seu 60º aniversário.

A edição de 2012 será realizada no dia 1º de dezembro, das 16h00 às 21h00, no Carioca Club, localizado na R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo, SP,

A data foi escolhida por ser o Dia Mundial de Luta contra a AIDS, um movimento global de conscientização e prevenção da AIDS.

Os fãs do Queen que comparecerem ao Queen’s Day contribuirão com a Instituição Lar Amor ao Próximo (LAP).

O público deverá levar no dia do evento 1(uma) lata de leite em pó que será doada para a Instituição em troca de desconto no valor do Ingresso.

Para a Equipe Queen’s Day, a arrecadação das latas de leite é uma pequena forma de nos unirmos em prol de uma causa tão significativa para os fãs do Queen, exercendo assim a cidadania e ajudando crianças portadoras do vírus da AIDS.

Este ano o Queen’s Day retornará ao palco a dupla AHIMSA, Marcio Sanches e Convidados e, fazendo o seu debut no  Queen’s Day, teremos a banda Argentina Dr. Queen.

Os ingressos começarão a ser vendidos dia 15/07 e os fãs podem encontrar maiores informações sobre tudo o que foi dito no site do Queen’s Day.

Contato com a Equipe para informações complementares através do e-mail: contato@queensday.com.br

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Por (Doctor Robert) http://whiplash.net

Eis que a nova encarnação do “Queen +” resolve fazer seu “debut” durante as cerimônias de encerramento da Eurocopa sediada pela Ucrânia e pela Polônia, com direito a transmissão ao vivo para as TVs locais, o que hoje em dia significa garantia de disseminação por todo o mundo via internet, seja no You Tube (onde pode ser encontrado o show na íntegra) ou em servidores de download, através de uma simples pesquisa no Google.

A marca “Queen +”, que teima em surgir de tempos em tempos com alguém diferente nos vocais, já foi tema de calorosas discussões de fãs desde que o saudoso Freddie Mercury partiu para outro plano. A primeira delas, vista com muita simpatia, foi justamente no tributo ao finado vocalista, no estádio de Wembley em 1992, quando vários convidados ilustríssimos se revezavam durante a apresentação (Joe Elliot, Roger Daltrey, David Bowie, James Hetfield, Elton John, Axl Rose, entre outros). Depois disso, algumas apresentações em ocasiões especiais junto a Elton John, executando apenas uma ou outra música, e em outros momentos com Jeff Scott Soto. Não satisfeitos, Brian May e Roger Taylor resolvem tempos depois juntar forças a Paul Rodgers, simplesmente um dos cantores favoritos de Freddie e um dos maiores vocalistas do rock setentista (se você não sabe disso, provavelmente é por que nunca ouviu falar de Free e Bad Company, ok?), projeto que rendeu dois lançamentos ao vivo (um deles, inclusive, gravado na Ucrânia) e um álbum de estúdio (o mediano “Cosmos Rock”). Pois bem. Se as situações acima já foram alvo de críticas e mais críticas por todo o planeta, o que dizer quando Brian e Roger anunciam que irão trabalhar junto a Adam Lambert?

Quem? Sim, para a maioria de nós um mero desconhecido, mas o cara fez um tremendo sucesso nos EUA no show de calouros “American Idol”. Não que isso seja algo considerável no currículo para ter seu nome vinculado a uma das maiores bandas da história, mas pelo menos por lá surgiu grande expectativa, afinal Lambert ganhou fama por ter um bom alcance vocal, além de ser uma figura extravagante e ser assumidamente gay. Isso já foi o suficiente para alguns o apontarem como o substituto de Freddie Mercury. Mas como substituir alguém considerado insubstituível???

Como bom fã de Queen (o original, e não do “Queen +”), munido de muita boa vontade e uma grande dose de curiosidade, este que vos escreve resolve assistir à apresentação e tirar suas próprias conclusões. E o resultado foi um verdadeiro misto de surpresas e decepções.

Primeiramente: sim, Adam Lambert canta bem, mas JAMAIS deve ser comparado a Freddie, seja por seu timbre, seu alcance, seu talento, seja o que for. Ele é meramente um intérprete que Brian e Roger acharam para cantar os maiores sucessos do Queen. Além disso, Lambert demonstrou uma presença de palco muito fraca – tudo bem que ele deveria estar muito nervoso, afinal estrear assim, para um público gigantesco e “calçando os sapatos” de um dos maiores cantores que o rock já viu, não deve ser nem um pouco confortável, ok? Sem falar na total falta de carisma e da espontaneidade forçada, dignas de um Jorge Vercilo da vida (para quem não conhece, um dos seres mais forçados que a música brasileira já produziu nos últimos tempos, mas isso já são outros quinhentos…).

O início do show chegou a empolgar quando, após um rápido playback do tema de “Flash Gordon”, a banda apresentou um medley que resgatou clássicos como “Seven Seas Of Rhye” e “Keep Yourself Alive”. Porém, na versão rápida de “We Will Rock You”, ficou nítida a falta de entrosamento dos músicos, com alguns erros bobos. Sim, erros. Erros que ainda se repetiram durante “Fat Bottomed Girls” e “Don’t Stop Me Now”, com algumas atravessadas catastróficas. E aí já era possível notar um certo desconforto na fisionomia de Brian May… nem de longe era possível se lembrar daquela banda que tocava medleys extremamente intrincados, com intensas variações de ritmos nos anos 1970. Mas nada que um pouco mais de ensaios não possam melhorar, afinal ninguém discute a qualidade dos instrumentistas ali presentes.

Segue o show e se “I Want It All” soa melhor, mas ainda um pouco travada e contida, e até que dá para se animar um pouco quando “Under Pressure” é cantada em dueto entre Lambert e Roger Taylor, onde Rufus, filho de Roger, assume as baquetas, e Brian May nos apresenta uma nova versão de sua guitarra Red Special com dois braços. Taylor ainda continua no microfone para entoar sua composição “A Kind Of Magic”, soando bem mais sincero e honesto do que o novo vocalista, assim como em “These Are The Days Of Our Lives”. Dispensável dizer que a bela “Who Wants To Live Forever” ficou tão saborosa quanto uma jarra de Tang sem gelo com a interpretação do vocalista…

Na sequência, Brian May pega seu violão de 12 cordas e seu banquinho para chamar a plateia para cantar junto a ele e Freddie Mercury (via telão) a eterna “Love Of My Life”, que ainda veio acompanhada de um tecladinho bem breguinha de fundo. Após brincar com o público, perguntando se tinha alguém da Itália ou da Espanha presente (afinal a final da Eurocopa disputada pelas duas seleções seria no dia seguinte), presenciamos mais um dueto, desta vez entre Brian e Roger, em “’39”.

Uma grata surpresa foi a inclusão no repertório de “Dragon Attack”, do álbum “The Game”, que teve direito a solo de baixo (ô saudade do discreto John Deacon), bateria e guitarra e o diabo a quatro. Adam volta ao palco e o que vem a seguir é uma verdadeira coletânea de maiores sucessos: “I Want To Break Free”, “Another One Bites The Dust”, “Radio GaGa”, “Somebody To Love”, e “Crazy Little Thing Called Love”, todas elas executadas de forma correta. Após “The Show Must Go On”, chegamos àquele que sempre foi o ápice dos concertos do Queen, “Bohemian Rhapsody”. E foi aí que a coisa degringolou novamente, com Adam Lambert mostrando na parte pesada da música o quão irritante ele e seus agudos podem ser.

Na volta para o bis, o inconfundível riff de “Tie Your Mother Down” e em seguida, o encerramento que não poderia ser diferente, com a execução da dobradinha “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, seguindo o à risca como sempre os shows do Queen se encerram. Terminada a experiência, vêm à cabeça uma série de perguntas sobre como será o futuro desta nova investida, se é que ela realmente terá futuro…

E sobre o show em si, fica uma sensação de que estamos vendo uma banda cover, é inegável. Pior ainda: em alguns momentos, temos a nítida impressão de que estamos ouvindo alguma versão para um musical dos teatros da Broadway dos clássicos do Queen – teriam Brian e Roger se empolgado tanto assim com o sucesso do musical “We Will Rock You”? A conclusão final é de que os velhos parceiros de Freddie parecem satisfeitos e coniventes com o fato. Quanto a Adam Lambert, o que vier é lucro, afinal o rapaz está tendo a chance de sua vida de tornar seu nome conhecido pelo mundo… E quem seria doido de recusar tal proposta?

Setlist:
01. Flash (intro)
02. Seven Seas Of Rhye
03. Keep Yourself Alive
04. We Will Rock You (Fast)
05. Fat Bottomed Girls
06. Don’t Stop Me Now
07. Under Pressure (Roger/Adam duet)
08. I Want It All
09. Who Wants To Live Forever
10. A Kind Of Magic (Roger)
11. These Are Days Of Our Lives (Roger)
12. Love Of My Life (Brian)
13. 39 (Brian)
14. Dragon Attack
15. Drum Battle / Guitar Solo
16. I Want To Break Free
17. Another One Bites The Dust
18. Radio Ga Ga
19. Somebody To Love
20. Crazy Little Thing Called Love
21. The Show Must Go On
22. Bohemian Rhapsody
Encore:
23. Tie Your Mother Down (Brian)
24. We Will Rock You
25. We Are The Champions

Músicos:
Brian May – guitarra, vocais
Roger Taylor – bateria, vocais
Adam Lambert – vocais
Rufus Tiger Taylor – bateria e percussão
Neil Fairclough – baixo
Spike Edney – teclados

Para Ver o Show Completo Clique Aqui

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Um videoclipe de uma música chamada “Miss Me”, da banda Grandphone Vancouver, é uma deliciosa surpresa e tem tudo para se tornar um dos melhores virais do ano. O vídeo é recheado de referências pops e homenageia bandas e artistas como A-HA, passando por Queen, Michael Jackson, OK Go, Bob Dylan e mais alguns Ícones pops. Há! Vale ressaltar ainda que “Miss Me” é uma canção bastante agradável aos ouvidos.

Grandphone Vancouver é uma banda de um homem só: o baiano Fernando Ventura, que canta e toca teclado/piano. Fernando ainda foi quem dirigiu e ajudou na produção do vídeo, gravado em apenas um dia na rua Marciel Pinheiro, em Campina Grande, das 7h às 19h.

O vídeo surgiu da necessidade de entregar seu trabalho de conclusão de curso de Arte e Mídia na Universidade de Campina Grande, na Paraíba.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=p3XP4oR0-DU]

 

Fonte: www.sedentario.org
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Por Um Dia 2012 – daqui há 2 meses!! Já começou a contagem regressiva…

Taylor Hawkins, grande amigo de Brian e Roger, começou usando uma imagem do Freddie, Mr. Bad Guy, na bateria.

 

Fonte: www.queenonline.com

Um, diz-se, é o melhor amigo do homem; o outro – mais fugidio – também não lhe é indiferente. Ambos são temática recorrente na história do pop/rock (e sim, também incluímos um vídeo de gatinhos).

The Cure “Lovecats” (1983)

Por entre garrafas que batem e não quebram, desenha-se um cenário onde gatos são modelo a seguir por aqueles que se alistam e põem a mão no fogo pelo amor. A atitude cabarética não é à toa: os Cure são melodramáticos e acreditam que encenar a coisa não é crime. Num clássico instantâneo, Robert Smith recomenda ao homem e à mulher comuns alguma da chico-esperteza dos felinos como forma de ultrapassar barreiras.

Elvis Presley “Hound Dog” (1956)

O movimento de ancas que deixou tanta mulher maluca é, nesta canção, especialmente representante. Fica para a história o vídeo onde a operação-charme de Elvis Presley assume posição – e choca muita gente pelo caminho. Este cão de caça que chora servirá certamente de metáfora para as fraquezas de amor – um canino com problemas sentimentais por resolver.

Pink Floyd “Dogs” (1977)

Num disco conceptual, dedicado exclusivamente aos animais, os Pink Floyd materializam em “Dogs” uma crítica ao abuso do poder dos homens de negócio. Com mais de 17 minutos, o segundo tema de Animals, é uma extensa tela onde são exploradas as mais distintas sensações – mais ou menos surrealistas. Mas o que fica é a intensidade da viagem.

Belle & Sebastian “Dog On Wheels” (1997)

Parece quase obrigatório que os Belle & Sebastian, indie darlings como os conhecemos, tivessem uma canção sobre cães (ou gatos já agora). Na voz de Stuart Murdoch, os cães são confidentes de segredos, prazeres e muito mais. Por entre lalalas e sopros, os Belle & Sebastian colocam o cão em cima de rodas e fazem-no ver a Primavera, o que é uma excelente metáfora para a liberdade.

Queen “Cool Cat” (1982)

A versatilidade dos Queen permitiu-lhes aventurar-se por uma série de terrenos – em “Cool Cat”, a história de um gato demasiado cool para este planeta, Freddie Mercury dá voz a uma coisa que é funk mas é jazz, que é soul mas é sabe-se lá o quê. Sabe-se que é uma canção light (elogio) em que Freddie Mercury saca dos argumentos vocais para fazer desta uma canção que parece conter um pedaço da vida de cada um.

The Kinks “Phenomenal Cat” (1968) [alerta vídeo de gatinhos]

Flautas preparam o caminho. Há lalalas pelo caminho. Tudo porque há muito,muito tempo, na terra dos rapazes idiotas, havia um gato que adorava rebolar todo o dia. O gato, fenomenal, chegou mesmo a ir a Hong Kong, onde descobriu o segredo da vida. E os Kinks terão sido os privilegiados com tal descoberta.

The Who “Dogs” (1968)

“Dogs” tem de ser uma das canções mais inesperadas e bizarras pelas mãos dos The Who. Por entre declarações apaixonadas à cerveja (diz-se a certa altura “Não havia nada na minha vida maior que a cerveja”), traça-se um cenário amoroso em redor de corridas de cães. Num sábado à noite como outro qualquer, numa pista de corridas, celebra-se o amor de inspiração canina.

The Coasters “Three Cool Cats” (1956)

Apesar de ter sido mais reconhecida na voz dos Beatles, “Three Cool Cats” é uma canção da autoria dos Coasters, uma banda formada em Los Angeles por Carl Gardner em 1955. Tratando-se ou não de gatos reais, os três elementos-alvo da canção têm, nas vozes dos Coasters, muita pinta. Dependendo da imaginação de cada um, os gatos, na canção, acabam apaixonados e com fortes hipóteses de serem correspondidos.

Nick Drake “Black Eyed Dog” (1974)

Pouco antes da sua morte, em 1974, Nick Drake gravou uma canção que intitulou “Black Eyed Dog”, numa referência a Winston Churchill quando este descrevia a depressão como um cão negro. Acústica e delicada como sempre, é o espelho da alma do cantor britânico que deixou o mundo desapontado com a atenção dada à sua música e um belíssimo retrato da sua existência.

David Bowie “Diamond Dogs” (1974)

Em disco temático, David Bowie, em 1974, voltava a encarnar um pouco da personagem de Ziggy Stardust. Com isso em mente, lançou um single pouco convencional – mas acentuadamente rock – onde atira o epíteto de Cães Diamante a um grupo de temíveis criaturas sem identidade. Jogos de poder e de sedução, identidade ocultada e escondida – não fosse ele o camaleão.

Fonte: http://blitz.sapo.pt/

Matéria escrita em português de Portugal

A vida de Freddy Mercury contada em livro polémico
A vida de Freddy Mercury contada em livro polémico

A estrela de rock Freddie Mercury “só conseguia satisfazer as suas necessidades sexuais com homens”. A revelação é feita por Lesley-Ann Jones, autora da biografia ‘Mercury: An Intimate Biography of Freddy Mercury’ e uma das melhores amigas do cantor, que acrescenta, contudo, que os dois grandes amores da vida de Mercury eram mulheres.

Ainda segundo informações avançadas pelo site americano ‘The Hollywood Reporter’, o livro (com 350 páginas) faz outras revelações sobre a estrela rock, nomeadamente mais pormenores das suas relações amorosas e amizades. Sendo este um contributo para o filme biográfico sobre Freddie Mercury, considera a editora do livro, Simon & Schuster.

CINCO COISAS QUE AINDA NÃO SABE SOBRE A VIDA DE FREDDIE MERCURY:

1. Mercury e Michael Jackson eram grandes amigos. As visitas à mansão, na California, do Rei da Pop eram frequentes. Mas também era comum que Michael Jackson assistisse a espectáculos dos Queen. Segundo o livro de Lesley-Ann Jones, Mercury afirmou: “Podia ter entrado em ‘Thriller’. Aquilo que eu perdi!”. Ainda assim, trabalharam juntos. Compuseram pelo menos três faixas: “There Must Be More to Life Than This”; ‘Victory,’ que se destacou em ‘The Jackson 5‘; e ‘State of Shock’, que se tornou num dueto entre Mickael Jackson e Mick Jagger (por impossibilidade de Freddie Mercury). Mais tarde, Mercury desentendeu-se com Jackson, devido ao consumo excessivo de cocaína na sala de estar do Rei da Pop.

2. David Bowie questionou Freddie: “porque não compomos uma canção?”. Consequentemente, criaram ‘Under Pressure’, faixa que foi intitulada, ao início, de ‘People on Streets’. Só que, entretanto, um problema na mesa de mistura danificou a música gravada. Bowie ainda a quis refazer, mas sem sucesso. Até que, mais tarde, em Outubro de 1981, Bowie acabou por lançá-la no seu primeiro single em conjunto com outro artista. A música ficou em 29º nos tops norte-americanos, mas viria a ser este o segundo tema de sucesso para os Queen, colocando-os pela segunda vez no número um do top de vendas britânico.

3. Sobre Mercury, Elton John disse: “He could out-party me” [“Ele divertia-se mais do que eu”]. Além disso, refere que foram várias as noites que passaram acordados até as 11h00, cheios de energia. “Para mim, ele é como uma dessas últimas grandes divas de Hollywood. Ele foi um percussor do rock.”

4. Na década de 1980, Freddie Mercury falou de Manhattan como “a cidade do pecado”, acrescentado ser “necessário sair na altura certa”. Ficar mais um dia torna-se-ia hipnótico. “É como tropeçar em tudo às oito ou nove da manhã todos os dias, levando injecções na garganta para que possa continuar a cantar”. Com o videoclip “I Want to Break Free”, “a América Central sentiu que Freddie poderia ser gay, e a América Central era muito importante”, refere Brian Southall, director da EMI Records, no livro de Lesley-Ann Jones.

5. Dois ou três anos após a formação da banda, Mercury revelou que não estava a funcionar. Contudo: “Algo dentro de nós fez-nos manter juntos e assim aprendemos com as nossas boas e más experiências”. Os colegas de banda, Brian May e Roger Taylor, recordam-se de Mercury como o pacificador e “um grande diplomata”.

Fonte: www.cmjornal.xl.pt

O fotógrafo canadense David Eger criou uma série de reproduções de fotos icônicas estreladas por personagens de Star Wars. Entre diversos momentos eternizados na história da fotografia, como a tomada de Iwo Jima e a cena do beijo entre o marinheiro e a enfermeira ao final da segunda guerra, pinturas como a Mona Lisa e cartazes de filmes como O Poderoso Chefão, muitas delas foram capas de discos famosas.

Encontramos Darth Vader, Boba Fett e os clones ilustrando algumas reproduções de capas clássicas de discos de rock e as mostramos aqui.

Abbey Road (THE BEATLES)
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Abbey Road (THE BEATLES) – outra versão
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Queen II (QUEEN)
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Queen II (QUEEN) – outra versão
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With The Beatles (THE BEATLES)
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With The Beatles (THE BEATLES) – outra versão
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Let It Be (THE BEATLES)
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Who Made Who (AC/DC)
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Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Adivinhar quem é a estrela da música que ganhou versão fofinha é parte da diversão.  Para saber quem é quem, vale apostar nas dicas que estão no figurino e nas características físicas dos cantores estampadas pela Hits Kids ‘n Teens nas suas novas almofadas. Do bigodão do Freddie Mercury ao conjunto vermelho que Michael Jackson usou no clipe de Thriller, tudo é pista pra descobrir quem é quem. E aí? Já adivinhou todas?

Fonte: www.geekids.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em matéria sobre o clube carioca Vasco, a música ‘Barcelona’ foi tocada em um comparativo pelo estilo de jogo diferente do time espanhol Barcelona. Matéria exibida no dia  04/07/2012.

Abaixo o vídeo completo da matéria

Tributos oficiais das bandas se apresentam no próximo dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock, na Via Funchal

São Paulo, julho de 2012 – A Kiss FM (102,1 MHz), única rádio paulistana com programação rock’n’roll, completa 11 anos de transmissão em São Paulo. Para comemorar, a emissora promove o Kiss Classic Rock Festival, em homenagem a quatro bandas clássicas: Pink Floyd, U2, Queen e Kiss. O tributo ficará a cargo dos grupos The End Pink Floyd (Argentina), U2 Zen Garden (Itália), Destroyer Kiss (Brasil) e God Save The Queen (Argentina). A apresentação será na Via Funchal, no próximo dia 13 de julho – aniversário da Kiss FM e Dia Mundial do Rock.

As quatro bandas convidadas pela Kiss FM são reconhecidas em todo o mundo. Segundo a diretora-geral da Kiss FM, Taís Abreu, trazer ao Brasil alguns desses grupos é uma maneira de homenagear não só os clássicos do rock, mas também os ouvintes da emissora. “O show reúne os melhores tributos de algumas das bandas mais pedidas na nossa programação. Será uma festa feita para quem é realmente fã do classic rock”, afirma.

As bandas

A abertura do espetáculo ficará a cargo da banda brasileira Destroyer Kiss, que há 28 anos viaja a América Latina vestindo fantasias e utilizam maquiagem teatral, além de interpretar, assim, os personagens do Kiss. Os figurinos são baseados na turnê Kiss Destroyer 1976, obedecendo todos os padrões estabelecidos pelo conjunto original. Reconhecida oficialmente como sendo a única banda tributo na América do Sul, o grupo nacional sobe ao palco para tocar grandes hits. “Deuce”, “Detroit Rock City”, “Black Diamond”, “Shout It Out Loud” e “Rock n´Roll All Night” farão parte do repertório. O Destroyer Kiss é formado por Fabio Stanley (Paul Stanley), Tutú Simmons (Gene Simmons), Paulinho Frehley (Ace Frehley) e Léo Criss (Peter Criss).

A segunda banda a se apresentar será o The End Pink Floyd, que toca clássicos da banda britânica há mais de 20 anos. No repertório, músicas símbolo do rock progressivo, como “The Dark Side of the Moon”, “Time”, “Comfortably Numb” e “Another brick in the Wall”. O conjunto é formado por Gorgui Moffatt (vocal), Charly Kleppe (teclados e guitarra), Hernán Simó (teclados e piano), Matias Dietrich (guitarra), Alejandro Peraz Sarmenti (bateria e percussão), Juan Folatti (baixo), Mariano Romano (guitarra), Alejandra Peralta (vocais), Martin Lopez Camelo (sax), Guilhermo Beade (programação) e Eugenio Tripar (vídeos e efeitos especiais).

Em seguida é a vez do U2 Zen Garden. Formado em 1999 pelo vocalista Zeno Sala – sósia de Bono Vox – e por músicos selecionados na Itália, o grupo é o primeiro tributo internacional do U2. Em seus mais de dez anos de carreira, já superou a marca de mil shows em turnês pela Europa e América Latina. Canções como “Bullet the blue sky”, “Gone”, “All I want is you” e With or without you” são algumas das apresentadas ao vivo pelo grupo.

Quem fecha a noite é o God Save the Queen, grupo com mais de 13 anos de carreira e considerado um dos melhores tributos ao Queen. O vocalista Pablo Padin, com sua fiel performance como Freedie Mercury, é um dos destaques da banda. Também fazem parte da banda Francisco Calgaro (guitarra), Ezeguiel Tibaldo (baixo) e Matias Albornoz (bateria). Para o show da Kiss FM, vão apresentar hits como “Bohemian Rapsody”, “We Will Rock You” e “Love of My Life”, entre outros.

SERVIÇO:

Kiss Classic Rock Festival – 11º Aniversário da Kiss FM
The End Pink Floyd, U2 Zen Garden, God Save The Queen e Destroyer Kiss
Quando: 13 de julho (sexta-feira), a partir das 21h
Onde: Via Funchal – Rua Funchal, 65, Vila Olímpia, São Paulo – SP
Ingressos: R$ 130 (pista) e R$ 250 (pista Premium). À venda no local ou pela internet (viafunchal.showare.com.br). Camarote e mezanino estão com ingressos esgotados.

Mais informações: 11 3016-5999 / 11 3846-2300 / www.kissfm.com.br

Classificação etária: 14 anos

Sobre a Kiss FM

Inaugurada em 13 de julho de 2001, Dia Mundial do Rock, a Kiss FM (www.kissfm.com.br) foi a primeira emissora brasileira a adotar o conceito classic rock já consagrado por rádios norte-americanas, europeias e canadenses. Com programação 100% rock’n’roll, conquistou um público fiel e segmentado. Em 2011, consolidou-se em São Paulo como a segunda maior emissora de público adulto e qualificado, atingindo picos de 96 mil ouvintes por minuto.

Hoje, a Kiss FM está presente em São Paulo (102,1 MHz), Campinas (107,9 MHz), Litoral Paulista (90,1 MHz) e Distrito Federal (102,3 MHz). Além da programação no dial, a Kiss FM investe na interação com o público em diferentes plataformas, como redes sociais, smartphones, tablets e também por meio de sua rede social, o site Nação Roqueira (www.kissfm.com.br/nacaoroqueira), enciclopédia online do rock com conteúdo feito pelos usuários.

Mais informações para a imprensa:

MISASI COMUNICAÇÃO
André Vanes – andre@misasi.com.br
Tel: + 55 11 3046-9571 / 9573
R. Brás Melilo, 70 – Vila Nova Conceição
São Paulo/SP – CEP: 04537-100

 

Fonte: www.inteligemcia.com.br

Se você não viveu fora do planeta Terra nos últimos 40 anos, com certeza conhece o Queen, ok? Uma das maiores bandas da história do rock, e até hoje também uma das maiores influências para diversos artistas do gênero (e fora dele). Dentre eles estão seus conterrâneos do Muse, o talentoso power trio formado por Matthew Bellamy, Chris Wolstenholme e Dominic Howard. Mas as similaridades entre os dois grupos vão muito além da origem britânica.

A começar pelos próprios nomes das bandas. Tanto Queen quanto Muse são substantivos femininos curtos, simples, fáceis de serem lembrados, e com mais de uma interpretação. Se Queen (rainha) soava provocativo no sentido de “gay”, uma citação ao visual andrógino e glam do começo da década de 1970, ao mesmo tempo remete à sensação de poder, especialmente levando-se em conta que a Inglaterra vive no regime monárquico, tendo justamente uma rainha no trono. Já Muse, além de musa, pode ser traduzido também como verbo “meditar” ou “refletir”, dando uma dica de que as composições do grupo tenderiam a fugir do convencional.

Ainda falando sobre as origens dos dois grupos, ambas as bandas foram formadas e tocavam em ambientes universitários – no caso do Queen, o quarteto estudava em faculdades como o Imperial College, Ealing Art College e Chelsea College; já no Muse, o trio passou pela Teignmouth Community College e pela Coombeshead College. Talvez isso explique muita coisa no estilo das composições e letras complexas de ambas as bandas, com inspirações literárias, cinematográficas e artísticas em geral, culminando inclusive em álbuns conceituais (“Queen II” e “The Resistance”, por exemplo, embora muitos também encaixem na categoria “A Night At The Opera”, do primeiro, e “Black Holes and Revelations, do segundo).

E ainda no início da carreira, ambos sofreram injustamente com as comparações que enfrentavam. Se o Queen nos anos 1970 era acusado por alguns críticos mal-humorados de ser uma imitação mal feita do Led Zeppelin, o Muse não passava de uma cópia mais nervosa do Radiohead para a mídia da segunda metade dos anos 1990. Em ambos os casos, a influência é inegável, mas tanto o Queen quanto o Muse logo foram desenvolvendo seu estilo pessoal, deixando para trás tais comparações.

Outro ponto comum foi o fato de não terem passado muito tempo abrindo shows para grandes bandas. Ambas seguiram o caminho tradicional de todo grupo em suas duas primeiras turnês, mas logo na terceira já eram headliners. O Queen acompanhou extensamente o Mott The Hoople (aquela de “All The Young Dudes”), já o Muse acompanhou o Red Hot Chili Peppers e o Foo Fighters. Isso sem falar na atitude “arrogante” adotada em muitas entrevistas, onde jamais negaram a vontade de “dominar o mundo”, de tornar-se a maior banda do planeta (apesar de o Queen ter sido muito mais atrevido neste quesito em seus primórdios).

Se nas entrevistas pode-se ver muito desta atitude, a autoconfiança gerada na crença desta possibilidade de vir a serem os maiores ajudou e muito ambas nos palcos. Falar sobre o domínio que Freddie Mercury e cia. exerciam sobre a plateia em seus shows é desnecessário, basta assistir a qualquer vídeo ao vivo do Queen. A presença de palco, especialmente do vocalista, atingiu níveis jamais alcançados por qualquer outro artista do gênero, conseguindo contagiar desde aqueles na grade até o último espectador no fundo do estádio. E o Muse parece trilhar o mesmo caminho: embora esteja limitado de certa maneira pela guitarra ou pelo piano, Matthew Bellamy coloca no bolso qualquer público, de qualquer tamanho – quem já assistiu a alguma apresentação ao vivo do Muse é testemunha; muitos críticos brasileiros, inclusive, chegaram a comentar que o Muse roubou a cena nos shows em que vieram como convidados do U2 aqui no Brasil.

E a diversidade musical? Não dá para se rotular nenhuma das duas bandas como pertencentes a um estilo definido, entre os tantos que a mídia costuma usar. Vejamos o Queen: sua música tem um pouco de Hard Rock, Art Rock, Heavy Metal (já ouviu “Son and Daughter” e “Stone Cold Crazy”?), um forte flerte com o pop, pitadas de rock progressivo, blues, folk, ópera, música erudita… Já o Muse incorpora elementos tão diversos como o rock alternativo, sons eletrônicos, e também tem um grande acento pop, passeando ainda pelo Hard Rock (“Stockholm Syndrome” é uma porrada na orelha), rock progressivo (“Knights of Cydonia”), pela música erudita, ópera… e por aí vai. Ou seja, ambas apostam naquilo que os fãs do rock mais simplista amam odiar: um som extremamente esmerado e trabalhado. E curiosamente, ambas têm um grande hit com forte influência de black music: em “Another One Bites The Dust”, do Queen, é impossível não se lembrar do Chic, já “Supermassive Black Hole” do Muse tem uma levada suingada e vocais em falsete totalmente à la Prince.

Se você quiser também um guitarrista que foge do trivial, não irá se desapontar. Brian May dispensa qualquer apresentação, mas para quem não sabe, vamos lá: o mestre da guitarra construiu seu próprio instrumento com a ajuda do pai ainda adolescente (sua famosa “Red Special”). Desde os primeiros álbuns, seus arranjos sempre se destacaram por fugir do lugar comum, especialmente no que diz respeito às guitarras gravadas em sobreposição ou camadas, gerando em alguns casos o que ficou conhecido como “orquestrações de guitarras”. Brian relata em entrevistas que sua inspiração veio ao assistir às sessões de gravações do Genesis, quando Steve Hackett usou do artifício na parte final de “The Musical Box”. Já Matthew Bellamy do Muse é claramente inspirado por Tom Morello, do Rage Against The Machine, especialmente no que envolve efeitos e pedais. Se não construiu seu instrumento, Matt não deixa de ser peculiar na escolha de seus instrumentos, utilizando modelos especialmente customizados e construídos para ele pelo luthier Hugh Manson, como por exemplo guitarras que emulam “pick-ups” de DJ, e uma outra “double-neck”, onde um dos braços é “fretless” (sem trastes). E ambos têm um estilo inconfundível de solar e odeiam se repetir ao vivo, normalmente improvisando um pouco em cima de suas gravações de estúdio. E Matt não esconde suas influências: vide seu solo totalmente “Brian May” em “Guiding Light” (do álbum “The Resistance”).

Por fim, ambas as bandas têm uma grande ligação com o cinema: o Queen se envolveu no ramo em diversas ocasiões, compondo a trilha sonora do tosco “Flash Gordon”, de 1980, escrevendo diversas canções para “Highlander”, em 1986, além de ter “One Vision” na trilha sonora de “Águia de Fogo”. Isso sem falar que após a morte de Freddie Mercury diversas canções da banda pipocaram em várias trilhas sonoras diferentes, como “Wayne’s World”, “O Homem da Califórnia” e até em “Super Mario Bros”. Já o Muse teve um grande catalisador em seu sucesso com a inclusão de “Supermassive Black Hole” na trilha sonora de “Crepúsculo” e, a partir de então, tornou-se figura constante na saga do vampiro Edward que fazem as adolescentes suspirarem, contribuindo com as canções “I Belong To You” e “Neutron Star Collision” nas sequências “Lua Nova” e “Eclipse”.

Não, o propósito desta matéria não é dizer que o Muse é o novo Queen. E nem muito menos comparar uma banda à outra, e nem seus músicos. Afinal ainda falta muito para o trio de Teignmouth chegar ao patamar do quarteto de Freddie Mercury. Mas que eles pretendem seguir essa trilha, não dá para negar…

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

 BRIAN MAY E  ZEMFIRA ‘LIFE IS REAL’

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2EaKo0S7y-0]

Abertura + Seven Seas of Rhye + keep your self alive

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jlwTaxXALcY]

A kind of magic + These are the days of our lives

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=UB_R0Uple6k]

Love of my life

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=o15v2e8fYj0]

Dragon Attack

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ptHqm6LoXtQ]

Roger Taylor Drum Solo

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kq3RIxbsRCU]

Another one bites the dust

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LIFqDHBadC4]

Show must go on

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=zJ46L-aORDw]

Bohemian Rhapsody

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=N-AnIqXJUt8]

We are the champions

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1ytUuJGuXAA]

 

Fonte: www.brianmay.com

Hoje, 03/06/2012, acontece o segundo show do Queen + Adam Lambert, em Moscou, no The Olympic Arena.

O site do Brian informou que não será transmitido online.

 

Fonte: www.brianmay.com

Show teve grandes hits como We will rock you Love of my life eBohemian Rhapsody

O Queen está de volta. Como prometido, a banda deu início à sua turnê na Europa neste fim de semana, com o cantor Adam Lambert nos vocais. O primeiro show do retorno ocorreu na Ucrânia, durante as comemorações da Eurocopa. O Queen subiu ao palco junto ao cantor Elton John, em apresentação com fundos revertidos à Fundação Elena Pinchuk, que trabalha na luta conta a Aids.

Apesar do novo vocalista, é claro que Freddie Mercury foi lembrado durante o show, principalmente no momento em que foi tocada a ópera rock Bohemian Rhapsody. O eterno líder do Queen apareceu no telão, ao piano, e soltando a voz durante a canção.

Para quem não sabe, Adam Lambert ficou famoso após participar do programa de calouros American idol. Ele não chegou a ganhar a competição – ficando em segundo lugar – mas acabou fazendo mais sucesso do que vencedor. Coincidência ou não, ele cantou Bohemian Rhapsody em uma de suas primeiras apresentações no programa.

A turnê do Queen segue agora para Moscou, no dia 3 de julho e depois parte para dois shows no Reino Unido.

Confira o setlist completo do show:

1- Flash (intro)
2- Seven seas Of Rhye
3- Keep yourself alive
4- We will rock you
5- Fat bottomed girls
6- Don’t stop me now
7- Under pressure
8- I want it all
9- Who wants to live forever
10- A kind of magic
11- These are days of our lives
12- Love of my life
13- 39
14- Dragon attack
15- I want to break free
16- Another one bites the dust
17- Radio Ga Ga
18- Somebody to love
19- Crazy little thing called love
20- The show must go on
21- Bohemian Rhapsody

Bis
22- Tie your mother down
23- We will rock you
24- We are the champions

Para ver o show completo Clique Aqui

 

Fonte: www.divirta-se.uai.com.br

Nesta data, 02 de julho de 1971, o Queen tocou no Surrey College, Inglaterra. Foi a primeira apresentação da banda com a presença de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

 

Fonte: http://recordandonet.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Elton John organizou este show para tornar público e realçar os crescentes casos de AIDS na Ucrânia, em conjunto com a Eurocopa 2012 – cuja final acontecerá amanhã – com milhares de pessoas presentes na Maidan Nezalojnosti (Independence Square) para desfrutar deste show gratuito. Adam Lambert & Queen se apresentaram após a performance de Elton John. A parte do Queen começou com um documentário sobre a banda, enfatizando Freddie Mercury que perdeu a sua vida vítima de AIDS aos 45 anos em 1991.

Contando com o documentário, o show durou aproximadamente 3 horas, e o setlist foi composto por 23 músicas, sendo que 18 foram interpretadas por Adam, solo ou dueto com Brian May, Roger Taylor e o vencedor do The X Factor Ukraine Victor Romanchenko: Seven Seas of Rhye, Keep Yourself Alive, We Will Rock You, Fat Bottomed Girls, Don’t Stop Me Now, Under Pressure, I Want It All, Who Wants To Live Forever, A Kind Of Magic, These Are the Days Of Our Lives, Love Of My Life, ’39, Dragon Attack, I Want To Break Free, Another One Bites The Dust, Radio Ga Ga, Somebody To Love, Crazy Little Thing Called Love, The Show Must Go On, Bohemian Rhapsody, Tie Your Mother Down, We Will Rock You e We Are The Champions.  Confira abaixo o show completo.

 

Show Completo
Infelizmente o youtube está bloqueando o Brasil, deixaremos o link caso desbloquem.
Caso encontremos em outro site colocaremos.
 

 


 

Fonte: www.adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury