Brian May nasceu em 19 de julho de 1947 em Hampton, Inglaterra, filho único de Ruth e Harold May, seus pais se conheceram durante a segunda guerra mundial. Ruth servia ao setor de saúde da W.R.A.F Woman Real Air Feminine. Harold May era navegador dos aviões que faziam a defesa de Malta. Quando a segunda guerra mundial acabou, Harold e Ruth se casaram e foram morar em Feltham, Middlesex, onde Brian nasceu. A Europa ainda estava em fase de reconstrução, e não havia muita riqueza. Harold arrumou um emprego no Ministério da Aviação, onde trabalhava como desenhista eletrônico, ele se esforçou para construir tudo que a sua família não podia comprar, e isto foi desde a mobília, TV, toca-discos e até mesmo rádio.

Brian May
Brian May

Aos 5 anos de idade Brian Harold começou a aprender piano, pois seus pais perceberam que ele possuía talento para a música, porém ele abandonou as aulas, por detestá-las. Quando completou 6 anos, ele começou a tocar Ukulele (Guitarra Havaiana). O primeiro violão que Brian ganhou foi em seu aniversário de 7 anos, e assim ele não parou mais.

Segundo Ruth, Harold sempre criava algo com Brian, como maquetes, jogos e outras coisas. Por volta de 1958, Brian viu seus amigos comprando guitarras elétricas das marcas Gibson e Fender, mas ele não tinha dinheiro para comprar. Foi nesse contexto que Brian e seu pai Harold, tiveram uma grande idea: construir uma guitarra elétrica artesanalmente, de acordo com os desejos de Brian, que já sabia muito bem o que queria. Em 1963, eles deram início ao projeto em um dormitório de casa, que acabou virando uma oficina. Um dos problemas foi achar a madeira certa, certo dia um amigo de Brian lhe deu uma chaminé feita de mogno, e ele foi esculpindo-a, porém ele percebeu que as coisas não estavam indo bem, então ele nervoso, jogou seu projeto pela janela. Mas ele não desistiu, e reiniciou a construção. Brian usou o material que achou na caixa de botões de sua mãe como trastes. Para construir o corpo da guitarra, que é oco nas laterais, ele utilizou compensado revestido de mogno. A ponte foi fabricada à mão com alguns componentes de uma motocicleta. Quando finalmente eles terminaram a construção da obra prima, eles a chamaram de Red Special, porque o design do corpo foi idealizado pelo próprio Brian, que não gostava dos modelos de sua época. Quando Brian levou sua guitarra para a escola, e mostrou-a para um amigo, este amigo ficou tão impressionado, quis trocar a guitarra dele de marca pela Red Special.

Red Special
Red Special

Mas Brian não parou por ai, em 1965 ele entrou para o Imperial College of Science and Technology, para seguir o curso de física e astronomia, três anos depois ele se formou, e deu inicio ao doutorado em astronomia infravermelha.

Brian ficou conhecido por ser o guitarrista, compositor e ocasionalmente vocalista da banda de rock inglesa Queen, ele também foi considerado 26º guitarrista de todos os tempos, de acordo com a revista americana Rolling Stone.

Em 2007, ele concluiu sua tese de doutorado em astrofísica, no Imperial College London, Londres.

Brian May
Brian May

Sabemos que a história de Brian, não é a mais comovente, mas escrevemos sobre esta história, pelo exemplo de perseverança. Construir uma guitarra naquela época parecia ser algo impossível, mas ele acreditou, e foi até o fim para realizar seu o grande sonho. Até hoje Brain usa a Red Special.

Agora nos lembramos da frase do filme: A Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), que diz: “Nunca deixe que alguém te diga que não pode fazer algo. Nem mesmo eu. Se você tem um sonho, tem que protegê-lo. As pessoas que não podem fazer por si mesmas, dirão que você não consegue. Se quer alguma coisa, vá e lute por ela. Ponto final”.

As dificuldades que apareceram na vida de Brian, o fizeram crescer, temos de aprender com as dificuldades, lembrar que nada é impossível a quem crer. E se… Brian tivesse desistido? Ele não seria o 26º maior guitarrista de todos os tempos! Portanto lembre-se disto: Nunca desista de seus sonhos, tudo que é fácil demais, não vale nada, mas o que conseguimos com muita dificuldade vale muito! Vá em busca de seus sonhos!

 

Fonte: http://kzion.wordpress.com/
Dica de: Roberto Mercury

Is this the real life? Is this just fantasy? Foi o que pensamos quando vimos este vídeo de cabeças robóticas cantando Bohemian Rhapsody, nossa música favorita do Queen. As máquinas foram criadas no centro de robótica do Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia, para entreterem idosos em casas de repouso através de música.

Será que vovôs e vovós gostariam de ouvir essa performance? Confira o vídeo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-E86tKslWaM]

Galileo, galileeeoo

Achamos surpreendente a capacidade de interpretação dos robôs e nos divertimos bastante com a coreografia deles. Afinal, as cabeças piscam, tem expressão e até passam uma sensação de desespero condizente com a música. E você, o que achou?

Por: Débora Nogueira (http://colunas.revistagalileu.globo.com/buzz)

 

Fonte: http://colunas.revistagalileu.globo.com/buzz
Dica de: Roberto Mercury

A Ray-Ban de John Lennon, Jude Law, Madonna, Tom Cruise, Amy Winehouse e outros milhares e milhares de fãs de ontem e de hoje comemora 75 anos nesta sexta-feira. Glamurama, que também é fã, montou uma galeria pra mostrar os heróis e heroínas que adotaram a marca. Personagens icônicos, celebridades e muito mais! Quer ver? Então corra pra nossa galeria!

 

Ray-Ban comemora 75 anos hoje, com fãs de todos os tempos e pra lá de estilosos. A eterna diva Amy Winehouse era uma das adeptas à marca. E estilo ela tinha de sobra!

Os óculos Ray-Ban também estiveram presentes em diversos momentos da sétima arte, como no filme hit dos anos 80 “Clube dos Cinco”

O ícone do rock Freddie Mercury usava – e muito – óculos Ray-Ban, olha só!

E outro rockstar peso-pesado também não tirava os seus óculos – eis John Lennon

Jude Law fica ainda mais charmoso com seus Ray-Ban. Suspiros…

Os “Homens de Preto” não tiravam seus óculos Ray-Ban…

O boom dos óculos Ray-Ban aconteceu mesmo nos anos 80. Na série “Miami Vice”, o modelo Wayfarer roubava a cena

Em 1983, Tom Cruise arrancava gritinho das mulheres com seus óculos em “Negócio Arriscado”

Os matadores de “Cães de Aluguel” não dispensavam seus óculos Ray-Ban. Medo…

O clube do bolinha de “Se Beber Não Case” e seus respectivos Ray-Bans

E como não se lembrar de Madonna em “Procura-se Susan desesperadamente”? O filme, aliás, foi uma referência fashion na época

Não tem como não ligar os óculos Ray-Ban com o piscopata doidão – olha a redundância! – imortalizado por Robert De Niro em “Taxi Driver”

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A Ray-Ban nunca esteve tão em alta como depois do clássico “Top Gun”, mais uma vez com Tom Cruise como muso

Até os vampiros de “Crepúsculo” usam Ray-Ban, tá? Afinal, quem não tem colírio… Vai aderir?

 

Fonte: http://glamurama.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Assim como a maioria das pessoas, os famosos pelo mundo possuem as mais variadas religiões. O ator Richard Gere, por exemplo, é um notório budista, que passa temporadas em templos vivendo como monje e defende os ideais da milenar prática de fé.

Confira detalhes sobre a fé de algumas personalidades bastante conhecidas, incluindo cabalistas, cientologistas, católicos, judeus e islamitas.

15- Richard Gere

O ator Richard Gere teve seu primeiro contato com o budismo em 1978, em uma viagem ao Nepal, e, de lá para cá, tem se tornado o maior porta-voz da religião em Hollywood.

Além de seguir suas práticas há décadas, o astro também se tornou um notório defensor da independência do Tibet, território chinês que há anos luta para ser livre, chegou a ser banido do Oscar de 1993 por suas posições contra a China e pediu boicote das Olimpíadas realizadas no país em 2008.

14- Ben Stiller

Apesar de não falar muito sobre o fato de ser judeu, o ator Ben Stiller já fez um filme em que interpretou um rabino – ‘Tenha Fé’, de 2000 – e, durante a cerimônia de entrega do Oscar de 2010, na qual apresentou a entrega do prêmio de melhor maquiagem fantasiado de ‘Avatar’, falou palavras em hebraico como se fossem parte da língua nativa dos habitantes do planeta retratado no filme.

13- Bob Marley

O músico que popularizou o reggae foi também o responsável por tornar conhecida no mundo a religião rastafari, de origem jamaicana.

Mais de 10% da população do país caribenho se diz seguidora de seus preceitos, que incluem o uso sacramentado da maconha. Seus membros acreditam que Hailê Salassiê I, imperador da Etiópia, é a encarnação de Deus na Terra.

12- Cat Stevens

Um dos maiores nomes da música pop da década de 1970, Cat Stevens se converteu ao islamismo em dezembro de 1977, adotou o nome Yusuf Islam e, após um show de despedida em 1979, ficou mais de cinco anos sem aparecer em público, vivendo apenas de seus milionários rendimentos com direitos autorais. Em 1995, voltou a lançar um disco de inéditas, o que não fazia desde 1978.

11- Freddie Mercury

O eterno vocalista do Queen, Freddie Mercury, morto em 1991, foi criado no zoroastrianismo, uma religião que foi a principal na região onde hoje é o Irã, mas que, atualmente, tem pouco mais de 100 mil seguidores no mundo. De fé monoteísta – seu Deus é Ahura Mazda -, ela foi criada no ano de 600 A.C pelo profeta Zoroaster.

10- Gene Simmons

Nascido em Haifa com o nome de Chaim Witz, o linguarudo do Kiss, Gene Simmons, não fala muito sobre sua religião, mas é um notório defensor do sionismo. No mês passado, criticou a postura do presidente Barack Obama de propor Israel de devolver os territórios anexados pelo país na Guerra dos Sete Dias em 1967.

09- Gwyneth Paltrow

No final da década de 2000, Gwyneth Paltrow teve depressão pós-parto após ter seu segundo filho. Encorajada por Madonna a seguir a cabala, a atriz se tornou grande adepta da prática mística judaica.

08- John Travolta

O ator John Travolta se converteu à cientologia em 1975, religião criada pelo autor de ficção Ron Hubbard que se baseia na lógica de o ser humano ser imortal.

Em 2009, o astro se envolveu em polêmica quando seu filho Jett morreu de convulsão, após o ator supostamente ter recusado a ele uma transfusão de sangue que contrariaria as normas de sua fé.

07- Kirstie Alley

A atriz Kirstie Alley se envolveu com a cientologia quando fez um tratamento para deixar seu vício em cocaína em um programa reabilitação afiliado à religião – o Narconon – e acabou convertida a ela. Em 2007, doou US$ 5 milhões à Igreja da Cientologia, até hoje bastante controversa, principalmente por negar tratamentos médicos tradicionais e por supostamente exigir muitas doações de seus seguidores.

06- Julliete Lewis

Assim como Kirtstie Alley, a atriz e cantora Julliete Lewis credita ao centro de reabilitação ligado à cientologia o fato de ter conseguido se livrar das drogas, quando tinha 22 anos – hoje ela tem 37. Desde então, se juntou à Igreja da Cientologia e se tornou completamente anti-drogas – o que também inclui remédios como antidepressivos, vistos como pseudociência pela religião.

05- Katie Holmes

Criada no catolicismo romano, Katie Holmes começou a se envolver com a cientologia assim que começou a sair com Tom Cruise. Desde então, despediu seu empresário de longa data, contratou Jessica Rodriguez, vinda de uma família tradicional no grupo religioso, e se tornou porta-voz da nova fé.

04- Natalie Portman

Apesar de não ser muito praticante do judaísmo, a atriz Natalie Portman, nascida em Israel com o nome Natalie Hershlag, costuma afirmar que uma de suas prioridades na vida é criar seus filhos como judeus.

03- Tom Cruise

Tom Cruise conheceu a cientologia em 1990 através de sua primeira mulher, Mimi Rogers, e se tornou um de seus maiores porta-vozes desde então, chegando a fazer lobby na Europa para que ela se tornasse oficialmente uma religião, como é considerada nos EUA desde 1994. Segundo ele, a cientologia o ajudou a superar a dislexia, problema que o afeta profissionalmente como ator.

02- Bob Dylan

Apesar de ter nascido judeu e ter vivido em uma pequena comunidade de imigrantes da religião vindos da Europa, Bob Dylan se converteu ao cristianismo em 1978, logo após se divorciar de sua primeira mulher.

01- Madonna

Por meio da atriz Sandra Bernhard, Madonna começou a se envolver com a cabala, área mística da religião judaica que investiga a natureza divina, em 1997. Seu sétimo álbum, ‘Ray of Light’, lançado no ano seguinte, refletiu essa mudança de fé da cantora, que, desde então, se tornou porta-voz da prática religiosa.

 

Fonte: http://dongnoticias.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Apresentação de Lorena Pimentel, no programa Raul Gil, do SBT, “Mulheres que brilham” cantando I was born to love you, no dia 16/06/12.


 Caso não consiga ver o vídeo Clique Aqui

 

Fonte: www.sbt.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Rhys Thomas escreveu:
Caro Brian,
Encontrei isto na Internet e me fez rir muito –  bons tempos!!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=G-TEIht30-0]

“Ha ha ha ha! Eu tinha me esquecido disso!
Definitivamente, vale a pena assistir!
Obrigado Rhys … o gênio por trás da propaganda!

Bri”

Fonte: www.brianmay.com

O site Rachacuca realiza problemas de lógica, testes, quiz, etc!!

O site está com um Quiz sobre o Queen, segue abaixo as perguntas e opções de resposta, para participar Clique Aqui

O Quiz foi enviado por: Antônio Victor


1 – Qual foi o membro da banda que respondeu um anúncio para se juntar a banda Smile, que depois trocou o nome para Queen?

Freddie Mercury
John Deacon
Roger Taylor
Brian May
Tim Staffell

2 – Qual é o nome do único single do álbum Queen II, em 1974?

Resposta: (A mesma música apareceu no primeiro álbum, mas só o solo.)

3 – Qual foi o primeiro álbum da banda gravado ao vivo?

Live Killers
Queen on Fire
Live Magic
At the Beeb
Live at Wembley’86

4 – Qual foi a música que o Queen gravou para homenagear o povo japonês?

Ogre Battle
Good Company
Coming Soon
Let Us Cling Together
Fight From The Inside

5 – Qual foi o álbum que Freddie Mercury afirmou ter ajudado a manter a banda?

A Kind of Magic
The Game
News of The World
Jazz
The Works

6 – Qual era a música da banda que homenagiava Jonh Lennon?

Who Wants to Live Forever
Life is Real
The Miracle
Long Away
Jealousy

7 – Quem compos a música “Scandal” do álbum The Miracle, em 1989?

Brian May
Roger Taylor
Freddie Mercury
Jonh Deacon
Queen

8 – Qual das seguintes afirmações é falsa?

Freddie Mercury escreveu a maior parte de “Bohemian Rhapsody” em sua casa, em Holland Road, Kensington, no oeste de Londres.
As letras da música Mustapha consistem em inglês, árabe, persa e, possivelmente, uma série de palavras inventadas por Freddie.
Tanto o álbum Hot Space quanto sua turnê foram um fracasso.
O disco A King of Magic baseia-se na trilha sonora para o filme Highlander.
A Summer Gigs 1976 foi uma curta turnê da banda Queen que consistiu em apenas quatro shows pelo Reino Unido.

9 – Qual é o nome da música,gravada em 1991, que descrevia de um modo, como era o estado em que Freddie Mercury estava?

Resposta: (Faz parte do álbum Innuendo)

10 – Qual foi a música, na qual foi o último videoclipe de Freddie com a banda Queen, onde ele aparece fraco e abatido?

Heaven for Everyone
These Are The Days of Our Lives
Under Pressure
Headlong
I Was Born to Love You


para participar Clique Aqui

 

Fonte: www.rachacuca.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Bohemian Rhapsody e under Pressure estão na lista de músicas da Cerimônia de abertura das Olimpíadas 2012, em Londres.

A lista que contém 86 músicas, foi selecionada pelo diretor Danny Boyle, aparentemente vazou antes do evento, que ocorre em 27 de julho. Um porta-voz dos jogos olímpicos não quis confirmar se a lista está certa.

Há forte indício que o Queen está preparando algo para a cerimônia de encerramento.

A lista não confirmada completa é:

Captain Algernon Drummond/William Johnson Cory – ‘Eton Boating Song’
Elgar/AC Benson – ‘Land of Hope and Glory’
The Jam – ‘Going Underground’
Muse – ‘Map of the Problematique’
Big Ben Chimes
Sex Pistols – ‘God Save the Queen’
The Clash – ‘London Calling’
Simon May – EastEnders Theme
The Shipping Forecast
Sir Hubert Parry/William Blake – ‘Jerusalem’
Elgar – ‘Nimrod’
Handel – ‘Arrival of the Queen of Sheba’
Eric Coates – ‘Dambusters March’
Handel – ‘Music for the Royal Fireworks’
Monty Norman – James Bond Theme
Mike Oldfield – ‘Tubular Bells’
Mike Oldfield – ‘In Dulci Jubilo’
Vangelis – ‘Chariots of Fire’
BBC News 1954
Arthur Wood – The Archers Theme
Winifred Atwell – ‘Black and White Rag’
Sugababes – ‘Push the Button’
OMD – ‘Enola Gay’
David Rose – ‘The Stripper’
Lionel Bart – ‘Food Glorious Food’
Irwin Kostal, Richard Sherman, Robert Sherman – ‘Bedknobs and Broomsticks’
Rizzle Kicks – ‘When I Was a Youngster’
Eric Clapton – ‘Wonderful Tonight’
Colin Tully – Gregory’s Girl Theme
William Pitt – ‘City Lights’
The Who – ‘My Generation’
The Rolling Stones – ‘Satisfaction’
Millie Small – ‘My Boy Lollipop’
The Kinks – ‘All Day and All of the Night’
The Beatles – ‘She Loves You’
Mud – ‘Tiger Feet’
Led Zeppelin – ‘Trampled Under Foot’
The Specials – ‘A Message to You Rudy’
David Bowie – ‘Starman’
Queen – ‘Bohemian Rhapsody’
Sex Pistols – ‘Pretty Vacant’
Duran Duran – ‘The Reflex’
New Order – ‘Blue Monday’
Frankie Goes to Hollywood – ‘Relax’
Soul II Soul – ‘Back To Life’
Happy Mondays – ‘Step On’
Eurythmics – ‘Sweet Dreams (Are Made of This)
The Verve – ‘Bittersweet Symphony’
Prodigy – ‘Firestarter’
Underworld – ‘Born Slippy’
Jaan Kenbrovin, John William Kellette – ‘I’m Forever Blowing Bubbles’
Blur – ‘Song 2’
Dizzee Rascal – ‘Bonkers’
Tigerstyle – ‘Nacnha Onda Nei’ (contains Michael Jackson – ‘Billie Jean’, Queen & David Bowie – ‘Under Pressure’ and Ilaiyaraaja – ‘Naanthaan Ungappanda’)
Arctic Monkeys – ‘I Bet You Look Good on the Dancefloor’
Mark Ronson & Amy Winehouse – ‘Valerie’
Radiohead – ‘Creep’
Muse – ‘Uprising’
Kano & Mikey J – ‘Random Antics’
Tinie Tempah – ‘Pass Out’
MIA – ‘Paper Planes’
Coldplay – ‘Viva La Vida’
The Chemical Brothers – ‘Galvanize’
Franz Ferdinand – ‘Take Me Out’
Kaiser Chiefs – ‘I Predict a Riot’
Roll Deep – ‘Shake a Leg’
Adele – ‘Rolling in the Deep’
Oasis – ‘The Hindu Times’
Oasis – ‘Wonderwall’
Emeli Sande – ‘Heaven’
William Monk/Henry Francis – ‘Abide With Me’
Pink Floyd – ‘Eclipse’
The Beatles – ‘The End’
The Beatles – ‘Hey Jude’
David Bowie – ‘Heroes’
Eric Spear – Coronation Street Theme
Ron Grainer – Doctor Who Theme
John Philip Sousa – Monty Python Theme/’The Liberty Bell’
David Bowie – ‘Absolute Beginners’

Abaixo exibição da equipe canadense de nado sicronizado, mostrando suas habilidades ao som de Bohemian Rhapsody, em 06 de junho de, 2012, se preparando para as Olimpíadas de Londres.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=w1WJq83NSFk]

 

Fonte: www.brianmay.com

OK!
Nossas primeiras fotos com Adam ensaiando.
OK – não são fantásticas – mas foi divertido, e estamos nos saindo muito bem! Aqui você pode ver de perto como tudo está acontecendo.

Adam
Adam
Roger
Roger
Rufus Tiger
Rufus Tiger
Neil
Neil
Spikey
Spikey
Em reunião
Em reunião
E o meu novo brinquedo...
E o meu novo brinquedo...

Vejo vocês em breve!
Saudações
Bri

 

Fonte: www.brianmay.com

O meu primeiro disco de rock foi o “Live Killers” do Queen e que maneira melhor do que começar a gostar dessa banda – com aquilo que ela era melhor, suas performances. E foram eles, ao vivo, que sempre me encantaram mais – tive o prazer, inesquecível, de vê-los na noite de 18 de Janeiro de 1985 no Rock In Rio.

Apesar de ser uma das bandas que mais gostei, confesso que é muito mais fácil me pegar assistindo um DVD deles do que ouvindo suas gravações de estúdio – são maravilhosas, mas prefiro, sempre, as apresentações ao vivo. Acabei descobrindo o quanto eu poderia estar sendo injusto com a banda… Mas deixa eu entrar no assunto do show que fui assistir: Queen Extravaganza.

O baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May, são os únicos membros que aparecem na mídia – o baixista John Deacon, que era próximo ao Freddie Mercury, desistiu de qualquer outra possibilidade de tocar sem o amigo – e decidiram produzir um show, que foi transmitido em um website, que consistia em descobrir talentos que formariam uma banda tributo, não propriamente uma cópia, que reviveria parte do repertório da banda. Escolheram músicos excelentes: dois guitarristas de primeira linha, quatro vocalistas (sendo uma mulher), baixista, baterista (excelente) e tecladista. Apesar do primeiro conceito não ser o de imitação, um dos vocalistas, Marc Mandel, chega a assustar pela semelhança dos vocais e performance no palco.

O show começou um pouco gelado, os vocalistas vão se revezando no palco e aos poucos a banda vai se soltando – na quarta música, “Killer Queen”, a primeira que Marc participa, o show toma outro rumo e começa a impressionar. Os vocalistas, cada com um estilo distinto, quando não estão como voz principal, fazem o backing nas músicas e a direção musical se concentrou nas versões originais (gravadas) das canções – remetendo para o início do meu texto – ou seja, não era uma comparação direta com a performance ao vivo do Queen. Um exemplo foi “Love of My Life”, executada com coral e piano, exatamente como no álbum “A Night at the Opera” e não a versão que quase todo mundo conhece de voz e violão. Produção boa – nada fora do normal – com alguns vídeos mostrando o Queen original ao fundo, etc.

O Hard Rock Live não estava lotado, mas a platéia se empolgou logo – platéia, diga-se de passagem, que deve ter visto o Freddie Mercury nascer. Eu fiz um video com os melhores momento (embora, por estar sentando ao lado de um corredor de passagem, sempre tive alguém passando na frente ):

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=AX42MEmggRU]

Valeu a pena, impressionou e divertiu… precisa mais?

Por: Ado (http://adonaflorida.blogspot.com.br)

 

Fonte: http://adonaflorida.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen é uma banda de rock, formada em Londres, Inglaterra, em 1971, originalmente composta por Freddie Mercury (vocal principal, piano), Brian May (guitarra, vocal), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria, vocal). Brian e Roger ocasionalmente cantavam algumas músicas. O início da banda remonta a 1967, quando Brian May, Tim Staffell e Roger Taylor formaram o trio Smile, no Imperial College em Londres, onde todos estudavam. Após a saída do baixista e vocalista do grupo, Tim Staffell, em 1970, May e Taylor foram apresentados por Staffell a Farrokh/Freddie Bulsara, em abril do mesmo ano, o qual viria a ser o vocalista da nova banda com o nome artístico Freddie Mercury, batizando a banda com o nome Queen. Em 1971, John Deacon completou a formação do Queen como baixista.  A banda já vendeu mais de 300 milhões de cópias de seus álbuns no mundo inteiro e foi uma das mais populares bandas britânicas da décadas de 70 e 80, apresentando-se com magníficas produções em seus concertos e nos videoclipes de suas músicas. Mesmo nunca tendo sido levada a sério pelos críticos da sua época, que consideravam a sua música “comercial”, a banda tornou-se uma das mais famosas entre o público, graças à sua mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior, o vocalista Freddie Mercury.
Em 24 de novembro de 1991, o vocalista e líder da banda, Freddie Mercury, faleceu em sua mansão em Londres, vítima de uma broncopneumonia, decorrência da AIDS. Freddie tinha 45 anos de idade. Em 1997, o baixista John Deacon retirou-se do cenário musical. Em 2005, Brian e Roger iniciaram uma colaboração com o vocalista Paul Rodgers (ex-Free, ex-Bad Company), sob o nome de Queen+Paul Rodgers, que acabou em maio de 2009, tendo gravado apenas um álbum de estúdio, lançado em 2008.

O álbum de hoje é o ‘A Night at the Opera’

A Night at the Opera é o quarto álbum de estúdio da banda e foi lançado em 1975.

Canções como “Love of my Life” e “Bohemian Rhapsody” fizeram grande sucesso, sendo executadas em praticamente todos os concertos do grupo desde então. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Gravado nos melhores estúdios da época, é considerado a maior obra-prima do grupo, e é sempre citado entre os melhores álbuns de Rock. Sua produção é reconhecida como uma das mais perfeitas da história da música. Todos os instrumentos foram gravados em estúdios separados. Gravaram apenas a bateria em um estúdio, guitarra em outro e assim por diante. “Não é paranóia, é perfeccionismo” dizia Freddie Mercury na época.
O disco começa com “Death on Two Legs”, uma “não-homenagem” ao empresário da banda à época, afastado por conduta financeira pouco honesta. Em seguida de uma canção curta, de época, “Lazing on the Sunday Afternoon”. Todos da banda conseguiram fazer canções, seja o baterista Roger Taylor em “I’m in Love With my Car”, O baixista John Deacon em “You’re my Best Friend”, O guitarrista Brian May (“’39” e “Good company”) ou Freddie Mercury com “Love of my Life” e “Bohemian Rhapsody”. O disco fecha com “God Save the Queen”, um hino à rainha da Inglaterra, no qual May consegue reproduzir instrumentos tradicionais de corda.
Faixas:
Lado A
A canção foi escrita por Freddie Mercury e descreve o seu ódio ao ex-empresário do Queen, Norman Sheffield, que teve a fama de ter maltratado a banda e abusado de seu papel como gerente de 1972 a 1975.  A canção foi gravada e mixada no Sarm East Studios no final de 1975. Tal como acontece com “Bohemian Rhapsody“, a maioria das partes de guitarra sobre a canção foi inicialmente jogado no piano por Mercury, para demonstrar a Brian May como eles precisavam ser reproduzidos na guitarra. A música é considerada uma “carta de ódio” de Mercury para o ex-gerente do Queen, Norman Sheffield, incorporando uma vasta gama de letras ferozes, como descrito por Mercury

“É tão vingativo que Brian se sentiu mal cantando. Eu não gosto de explicar o que eu estava pensando quando escrevi uma canção. acho que isso é horrível, simplesmente horrível. ” (Freddie Mercury)

“Lazing on a Sunday Afternoon”  (Mercury)

“Lazing on a Sunday Afternoon” é outra canção de Mercury. Ele tocou piano e fez todos os vocais. O vocal principal foi cantada em estúdio e reproduzidas através de fones de ouvido num balde de lata em outras partes no estúdio. Um microfone pegou o som do balde, que lhe dá um som vazio de “megafone”.
“I’m in Love With My Car” está entre as músicas mais famosas de Roger Taylor no catálogo do Queen. A canção foi inicialmente tomada como uma piada por May, que pensava que Taylor não estava falando sério quando ouviu uma gravação demo. Taylor tocou as guitarras na demo original, mas eles foram mais tarde re-gravadas por May em seu Red Special. Os vocais foram realizados por Taylor na versão de estúdio, e todas as versões lançadas ao vivo. Os sons de aceleração no encerramento da música foram gravados por um Alfa Romeo, o então carro atual de Taylor.
Composta pelo baixista para sua esposa, foi lançada como segundo single do álbum em 1976 e chegou ao sétimo lugar no Reino Unido e ao décimo sexto lugar nos EUA. Nesta canção Deacon toca piano elétrico (já que Freddie Mercury não gosta do som do instrumento e por isso não toca), a partir do baixo, o som especial deste piano tem um papel proeminente na canção.
“’39”  (Brian May)
’39 Foi a tentativa de May para fazer “skiffle sci-fi”. A música relata o conto de um grupo de exploradores espaciais que embarcam no que é, a partir de sua perspectiva, uma viagem de um ano. Após seu retorno, no entanto, eles percebem que cem anos se passaram, por causa do efeito dilatação do tempo na Teoria da Relatividade Especial, e os entes queridos que deixaram para trás agora estão todos mortos. Como o “ano de 39” se assemelha a 1939, alguns têm especulado que esta é realmente uma canção sobre o início da Segunda Guerra Mundial, mas este não é o caso.
A canção ficou nas paradas “Hot 100” por um total de vinte e cinco semanas. O vídeo da música apresentou atriz Maia Campbell.
“Seaside Rendezvous”, escrito por Mercury é provavelmente mais conhecido pela seção de ponte musical, que começa em torno de 0:51 na música. A seção é realizada inteiramente por Mercury e Taylor usando sozinhos suas vozes. Mercury imita instrumentos de sopro, incluindo um clarinete e Taylor instrumentos em sua maioria metal, incluindo tubas e trompetes, e até mesmo um kazoo (tio Wikipedia, o que é um kazoo?). O parte de sapateado também é feita por Mercury e Taylor sobre a mesa de mixagem com sapatilhas em seus dedos. Mercury toca piano de cauda.
Lado B
No show no estúdio com Barba Ruiva, que protagonizou Uma Noite na Ópera, May explicou que ele escreveu a canção depois de um sonho que ele teve enquanto ele se recuperava de uma doença durante a gravação do “Sheer Heart Attack”, álbum e é a fonte de algumas das letras.
“Love of My Life”  (Mercury)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=sUJkCXE4sAA]
A música foi escrita por Freddie Mercury em homenagem a Mary Austin, com quem teve um longo relacionamento no início dos anos 70 e que manteve uma forte amizade até a sua morte, em 1991. Uma versão ao vivo, incluída no álbum Live Killers, lançado em 1979, alcançou o primeiro lugar na Argentina e no Brasil.
“Good Company” foi escrito e cantado por May, que proporciona todos os vocais. A canção é um conto de narrativa, contada por um homem que em idade jovem foi aconselhado por seu pai para “cuidar das pessoas que você chamar de seu, e manter uma boa companhia”. Em seus anos mais jovens, o cantor segue o conselho de seu pai, mantendo os seus amigos e se casando com uma garota chamada Sally. No entanto, após seu casamento, ele começa a perder o interesse em seus amigos, que desaparecem gradualmente. Enquanto ele cresce, ele fica cada vez mais hábil e dedicado a sua profissão, trabalhando longas noites e desprezando sua família. Eventualmente, os esforços do homem são recompensados​​, ele começa sua própria empresa limitada (que também é um trocadilho, já que todo o resto da música “empresa” é usado no sentido de companheiros). Ainda mais dedicada ao seu negócio, ele mal percebe que sua esposa o abandona. A canção termina com o personagem como um homem idoso, fumando seu cachimbo e refletindo sobre as lições de sua vida, que ele não tem mais ninguém para compartilhar.
“Bohemian Rhapsody” (Mercury)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=fJ9rUzIMcZQ]
Esta canção não possui refrão, e consiste de três partes principais: um segmento de balada que acaba com um solo de guitarra, uma passagem operística e uma seção de hard rock. Nela, Freddie Mercury, Roger Taylor e Brian May cantam respectivamente nas tessituras média, aguda e grave. May toca a guitarra, Taylor toca bateria, tímpano (pra você, que como nós, não sabe o que é isso, vamos ao tio Wikipedia) e gongo, e John Deacon toca o baixo elétrico. Quando foi lançada como single, “Bohemian Rhapsody” se tornou um sucesso comercial, ficando no topo da UK Singles Chart por nove semanas e vendendo mais de um milhão de cópias até o fim de janeiro de 1976. Ela alcançou o topo das listas em diversos outros mercados, incluindo Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Holanda.
O single foi acompanhado de um vídeo promocional, inovador para a época, e popularizou o uso de videoclipes para lançamento de singles, além de ter sido considerado o marco inicial da “era da MTV”. Apesar de a reação crítica ter sido inicialmente dividida, particularmente nos Estados Unidos, “Bohemian Rhapsody” continua sendo uma das músicas mais populares do Queen.. A revista Rolling Stone a colocou na 163° posição da sua lista “The 500 Greatest Songs of All Time“, e considerou o seu solo de guitarra como o 20° melhor solo de todos os tempos.

“God Save the Queen” (tradicional, arr. May)
É o hino da Inglaterra que May gravou em 1974 antes de sua turnê Sheer Heart Attack. Ele tocou um piano guia que foi editado mais tarde e adicionado várias camadas de guitarras.

Fonte: www.infodall.com
Dica de: Roberto Mercury

Hot Space: considerado por muitos como “o pior álbum do Queen”
Hot Space: considerado por muitos como “o pior álbum do Queen”

O último dia 21 de maio marcou os 30 anos do lançamento do décimo álbum de estúdio do Queen, o contestado “Hot Space”. Gravado em dois períodos (entre junho e julho de 1981e de dezembro de 81 e março de 1982) em dois locais, no Mountain Studios (em Montreaux, Suíça) e no Musicland Studios (em Munique, Alemanha).

O álbum trouxe uma sonoridade diferente do “padrão Queen de qualidade”. O habitual heavy/hard rock característico da banda deu espaço para um estilo mais disco – talvez pela influência do estrondoso sucesso de “Another One Bites The Dust” – e funk (por favor, não associe esse funk com aquele que é popular aqui no Brasil!), com algumas pitadas eletrônicas (não confunda com os “putz putz”).

Devido à mudança, o álbum não agradou a maioria de seus fervorosos fãs, que o considera como o pior álbum do Queen. Aliás, o direcionamento que foi tomado em “Hot Space” causou várias discussões, brigas e ameaças de saída de integrantes. Mas, para a alegria geral da nação, eles se mantiveram unidos. A “salvação” do álbum foi a faixa “Under Pressure”, que contou com a participação especial de David Bowie.

O álbum começa com as chatas “Staying Power” e “Dancer” (duvido quem consiga ouvir as duas faixas até o último acorde). Em seguida, aparece “Back Chat”, que é totalmente influenciada na Black Music por John Deacon, e para desespero de Brian May, que queria deixá-la mais “rocker”. A quarta canção é “Body Language”, com temática e videoclipe estrambólicos. Aliás, o vídeo foi filmado em um balneário onde atores, incluindo Mercury, se exibiam em cenas eróticas, o que levou a MTV a vetar o clipe na emissora. Mesmo desagradando os fãs “glam”, a música contribuiu para o surgimento de novos adeptos da disco. E a primeira parte de “Hot Space” termina com “Action This Day”, que mostra um Roger Taylor influenciado pela New Wave. A música chegou a fazer parte do set durante a “Hot Space Tour” e o refrão era cantarolado em dueto entre Freddie Mercury e o baterista.

A segunda metade do álbum começa com “Put Out The Fire”, uma canção “anti-arma” escrita por Brian May, que é um ‘hardão’. Freddie Mercury resolveu prestar uma homenagem ao ex-beatle John Lennon, que foi assassinado em 1980, com “Life Is Real (Song For Lennon)” e foi uma tentativa de deixá-la a cara do homenageado, ou seja, um tom melancólico e um arranjo para piano. Há um boato de que o próprio Lennon solicitou para que o Queen tocasse a sua famosa “Imagine” em turnê. Depois, vem a pop “Calling All Girls”, de Roger Taylor (aliás, nada contra o baterista, mas de todas as suas músicas, as melhores disparadas são “I’m Love With My Car” e “Radio Ga Ga”). Nela, Taylor toca guitarra rítmica. Em seguida, aparece a melosa “Las Palabras de Amor (The Words Of Love)”, que a banda homenageia os fãs da América Latina, que no ano anterior os trataram como deuses em visita ao continente. Curiosamente, na época do lançamento do disco, o “bicho comia solto” na Guerra das Malvinas entre argentinos e britânicos. O vídeo da música foi feito durante uma aparição da banda no famoso Top Of The Pops. Já “Cool Cat”, que leva a assinatura da dupla Mercury e Deacon, originalmente, teria David Bowie nos vocais de apoio, porém, o Camaleão do Rock ficou descontente com os resultados e pediu que eles fossem limados. E, para finalizar, aquela que é considerada a “música salvadora” do álbum, “Under Pressure”, que traz o famoso dueto entre Mercury e Bowie. A música foi resultado de uma jam session improvisada no estúdio da banda em Montreux. A faixa chegou ao primeiro lugar das paradas de singles no Reino Unido.

O Queen inspirou-se na capa de “Let It Be”, dos Beatles, para produzir a capa do álbum (excetuando a parte colorida). Mas, a capa de “Hot Space” também inspirou outros grupos, como a copilação “Blur: The Best Of” (2000), do Blur e de “Pop” (1997) do U2 (apesar de não gostar dessa banda, não posso deixar passar despercebido a coincidência da capa do referido álbum do segundo maior grupo de rock da Irlanda com o trabalho da “Rainha”).

Só uma curiosidade: os norte-americanos não sabiam, mas a turnê de “Hot Space” foi a última feita pelo Queen em seu território. Pois, dali em diante, a banda diminuiu a quantidade de shows e turnês em virtude da saúde de Freddie Mercury.

Concluindo, apesar de ser conhecida pelas suas excelentes canções, o Queen deu “um tiro no pé” com “Hot Space”. É um álbum recomendado apenas para quem quiser fazer a coleção da discografia da banda. Um conselho: deixe-o para comprar por último e, mesmo assim, em promoção. Não vale a pena pagar a bagatela de R$ 40,00, como muitos estabelecimentos estão cobrando atualmente.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist do álbum.

Álbum: Hot Space
Intérprete: Queen
Lançamento: 21 de maio de 1982
Gravadora: EMI/Parlophone (Europa) / Elektra (EUA)
Produtores: Queen, Arif Mardin, Mack, David Bowie

Freddie Mercury: voz, piano, sintetizadores, baixo synth em “Staying Power“, teclados
Brian May: guitarra, sintetizadores, piano, vocais, baixo synth em “Dancer“, vocais
Roger Taylor: bateria, bateria eletrônica, programação, backing vocais , teclados e guitarra rítmica em “Calling All Girls
John Deacon: baixo, sintetizadores, guitarra, bateria, piano elétrico, programação

David Bowie: vocais, percussão e teclados em “Under Pressure
Arif Mardin: arranjos e produção em “Staying Power
Mack: produção e programação de teclados em “Action This Day

1. Staying Power (Mercury)
2. Dancer (May)
3. Back Chat (Deacon)
4. Body Language (Mercury)
5. Action This Day (Taylor)
6. Put Out The Fire (May)
7. Life Is Real (Song For Lennon) (Mercury)
8. Calling All Girls (Taylor)
9. Las Palabras de Amor (The Words Of Love) (May)
10. Cool Cat (Deacon / Mercury)
11. Under Pressure (com David Bowie) (Bowie / Deacon / May / Mercury / Taylor)

Por Jorge Almeida

 

Fonte: http://culturaefutebol.wordpress.com
Dica de: Roberto Mercury

Sobre:
Espetáculo piauiense de clássicos internacionais que mistura Pop, Rock e Musicais!

Descrição:
SHOWTIME é um espetáculo de músicas internacionais que reúne vinte cantores do Piauí em interpretações únicas. Mais de vinte clássicos em aproximadamente duas horas de show, com interpretações e arranjos cheios de energia. SHOWTIME é para qualquer idade e, principalmente, pra quem gosta de inovação!

Abaixo apresentação de Bohemian Rhapsody

 

 

Fonte:  www.facebook.com/pages/Showtime/291354847622540
Dica de: Roberto Mercury

O vídeo enviado ao Youtube pelo Queen Net, da música We Will Rock You sendo executada após o jogo Inglaterra e Suécia, pela Eurocopa 2012, foi publicado no site Oficial do Brian May!

A notícia:

Muitas pessoas comentaram que viram os torcedores cantando ‘We Will Rock You’ na transmissão com cobertura em vários países. A dica deste vídeo foi enviada por Barbara Buono.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rWpCHfbJDmg]

Fonte: www.brianmay.com

Classical Queen


21/06/2012 – Mogi das Cruzes

O Buxixo Bar
Rua Capitão Manoel Rudge, 1708
Praça Norival Tavares – Vila Oliveira
Mogi das Cruzes – SP
Tel 11 4799.3010

Maiores informações:  www.classicalqueen.com.br   |   www.buxixobar.com.br


22/06/2012 –  de Volta ao ABC

Rock Club de S. Bernardo – participação Old 80s, tocando os hits dos anos 80
Rua: Rua José Bonifácio, 90
Centro – São Bernardo do Campo / SP
(11) 9194-0111
(Ao lado do colégio João Ramalho, e próximo da faculdade FASB)

maiores informações:  www.classicalqueen.com.br   |   www.barrockclub.com.br

 

Dica de: Roberto Mercury

DVD: Queen + Paul Rodgers – Live In Ukraine

Em 12 de setembro de 2008, o projeto Queen + Paul Rodgers fez uma apresentação na Ucrânia para mais de 350.000 pessoas. O show, realizado como campanha para ajudar no combate a AIDS, era parte da “Rock The Cosmos Tour” e foi transmitido via satélite para vários países e está disponível em DVD.

Certamente esse é um daqueles projetos que envolvem polêmica. A banda Queen é, sem dúvidas, um ícone do rock. Como não poderia deixar de ser, sua história envolve adoração, idolatria, na maior escala da expressão. E para muitos, o retorno da banda sem Freddie Mercury é um insulto. Mesmo quando seu substituto é outro grande ícone do rock.

Paul Bernard Rodgers, mais conhecido como Paul Rodgers, participou de dois grupos que são considerados clássicos. Conhecidos e idolatrados entre os fãs mais ardorosos do gênero, Free e Bad Company marcaram época com canções que hoje são consideradas ícones do rock. Podemos citar como exemplo “All Right Now”, “Fire And Water”, “Can´t Get Enough”, “Rock n´ Roll Fantasy”, entre outras.

Em respeito ao legado e à importância ímpar de Freddie Mercury os integrantes fizeram questão de deixar esclarecido que Rodgers não substituiria Freddie. Seria apenas um convidado acompanhando membros do Queen. Mesmo assim, os fãs mais fervorosos torceram o nariz. Isso, contudo, não impediu que os músicos seguissem adiante com o projeto e, o mais importante de tudo, fizessem bonito!


Nessa apresentação o grupo emociona os presentes com clássicos como “Tie Your Mother Down”, “Hammer to Fall”, “Love Of My Life”, só para citar alguns. O ponto alto, contudo, está em “Bijou” e “Bohemian Rhapsody”, ambas com a participação do antigo e falecido vocalista, Freddie Mercury, nos telões. Emocionante!

Outro grande momento é o solo de bateria de Roger Taylor onde a bateria vai sendo montada aos poucos durante a execução do mesmo. O número é simples, porém preciso. O fato de não ser muito longo ajuda para que mesmo aqueles que não são músicos apreciem.

Brian May e Roger Taylor atingem a expectativa mantendo a segurança e o profissionalismo de sempre. Destaque para as canções onde os músicos se lançam como vocalistas. Entre elas: “39” e “I´m In Love With My Car”.

O cantor Paul Rodgers segura a apresentação com maestria. Rodgers tira de letra as dificílimas canções do Queen. Consegue dar uma marca sua às músicas sem descaracterizá-las. Outro ponto certeiro deve-se ao fato do vocalista não imitar as performances de palco de Freddie Mercury. Característica que normalmente deixa o espetáculo com cara de “cover de si mesmo”. Não é à toa a fama e o respeito que o rapaz conquistou durante sua trajetória.

Os pontos baixos ficam justamente nas canções do Free e Bad Company. Nada contra! Sou um grande fã das duas bandas, mas acho realmente estranho ver Brian May e Roger Taylor tocando essas músicas. Ainda que façam bonito! Sem contar que Rodgers nunca saiu da ativa e essas faixas sempre estiveram presentes em seu repertório. Poderiam ter aproveitado a oportunidade para reviverem mais alguns clássicos de Freddie.

Mesmo com esse “defeito” o DVD é essencial na coleção de qualquer pessoa que se diz fã de rock. Espetáculo de primeira grandeza que conta com um dos mais criativos guitarristas que o rock já teve: Brian May. Compre de olhos fechados!

Fonte: http://r-nation.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Ao final da partida entre a seleção inglesa e a sueca, hoje – 15/06/2012, We Will Rock You foi tocada e cantada pela torcida inglesa.

Ainda contou com comentários de Luiz Carlos Jr (narrador) e Lédio Carmona (comentarista), da Sportv,  sobre o Queen e Freddie Mercury.

Abaixo o vídeo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rWpCHfbJDmg]

Até mesmo as piores tatuagens do rock podem lhe trazer algumas boas recordações. Lembra da época em você ficou tão impressionado com a grandiosidade das letras de Bob Dylan que abordavam profundamente aquilo que você estava passando em sua vida?

Ou quando você estava tomado pelo verdadeiro estrelismo de um rockstar – talvez igual ao Ozzy Osbourne? – E você até tenha impresso em sua pele? Bem espero que você não tenha chegado tão longe igual fizeram as pessoas que veremos abaixo.

Então, novamente, estamos contentes pelo que eles fizeram. De um jeito ou de outro apresentamos a 5ª parte das piores tatuagens  do rock. Lembre-se… pense antes de fazer uma tattoo em homenagem à uma banda! A pele em jogo pode ser a sua!

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Jim Morrison do THE DOORS não está mais entre nós e felizmente para ele, nunca terá que ver esta tatuagem. Presumimos que ele estava bem concentrado devido aos relâmpagos que saiam de seu cabelo, que se parecem mais com kiwis.

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Beleza, seja lá quem tenha feito isso, não importa! Esta tatuagem em homenagem ao falecido Kurt Cobain poderia ter ficado melhor em um braço ou em outra parte mais favorável do corpo. O cabelo caído no rosto, os olhos azuis, a barba mal feita… são características do cantor, mas alguém se lembra do vocalista do NIRVANA com um cavanhaque completo, uma cabeça alongada com tentáculos de polvo no lugar de seus cabelos e olhos que parecem que vão disparar lasers?

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Steven Tyler do AEROSMITH  pode definitivamente cantar alto, e você até saberia exatamente o que esta caricatura do vocalista da boca grande estava cantando se não fosse pelo “Seasons of Wither” escrito em cima da sua cabeça. E quanto ao título da música, parece que o tatuador ficou sem tinta vermelha e continuou em azul.

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O Demônio! O Garoto da Estrela! O Homem do Espaço!, O Homem-Gato! Uma Raposa! Um Mago! e…. um Lobisomem? Este último nunca foi um membro do KISS, mas sim uma tatuagem errada na tentativa do tatuador fazer o sanguinário Gene Simmons.

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Isso é um tributo a Ozzy Osbourne, ou para a atriz de “Cheers – Aquele Bar” Shelley Long, com um enorme catarro saindo entre os seus dentes de vampiro de fantasia de Halloween? Se isso ái for realmente o Ozzy, parece que ele fez as pazes com o morcego que mordeu.

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O tatuador fez aqui um trabalho respeitável… pelo menos pela metade… ao retratar o lendário cantor folk, Bob Dylan. Bem que este sujeito poderia ter feito uma boa ação, como por exemplo dar uma esmola para um mendigo (“throw the bums a dime”) em vez de terminar essa tattoo que tá parecendo mais um eclipse no rosto de Bob Dylan.

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Jimi Hendrix era um cara mau, mau, até aprender a tocar guitarra, mas na vida real não havia muita evidência de que o roqueiro era um tipo vicioso, que é o que deixa esta tatuagem um tanto perturbadora. O tatuador parece ter retratado a paz e o amor do guitarrista, em um dia especialmente… mau.

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Como você distinguiria os caras do ZZ TOP? Pela cor de suas barbas, é claro. Nesta tatuagem, há uma distinção bem evidente entre Dusty Hill e Billy F. Gibbons. Um ostentando uma barba com cores tipo folhas de outono, enquanto o outro fica com a mesma cor da pele. No meio de Hill e Gibbons está Frank Beard com seu rastafari.

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Meu Deus do céu! O tatuador se superou nessa versão bastante “fiel” da foto do Beatle George Harrison. O único problema aqui é o cabelo, o que faz com que pareça que uma prateleira foi derrubada em sua cabeça.

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Realmente ele tem os dentes tortos mesmo. Ha! Ha! Mas não estamos ressaltando isto em Freddie Mercury. A culpa foi do tatuador, que parece ter feito um trabalho decente com outros recursos, mas as proporções estão completamente mal calculadas, principalmente nos dentes e na boca. Como resultado, o vocalista do QUEEN parece ter saído de um laboratório, como o Frankenstein.

Fonte: http://whiplash.net

Vocês podem fazer isso?

Sim! Meu amigo Andrew Guyton realizou outro sonho!

Agora… como podemos usar isso?! ha ha.

Bri

 

 

Fonte: www.brianmay.com