Veja abaixo a lista de “100 melhores álbuns da história” de acordo com o site HardRockMagazine.hu

100 Rush: Roll The Bones (1991)
099 Thin Lizzy: Jailbreak (1976)
098 Scorpions: Crazy World (1991)
097 W.A.S.P.: The Headless Children (1989)
096 Nightwish: Dark Passion Play (2007)
095 Uriah Heep: The Magician’s Birthday (1972)
094 Edguy: Mandrake (2001)
093 Extreme: Pornograffitti (1990)
092 Running Wild: Black Hand Inn (1994)
091 Emerson, Lake & Palmer: Brain Salad Surgery (1973)
090 Bon Jovi: New Jersey (1988)
089 Masterplan: Aeronautics (2005)
088 Dire Straits: Brothers In Arms
087 Manowar: The Triumph Of Steel (1992)
086 Ark: Ark (1999)
085 Rhapsody: Symphony of Enchanted Lands (1998)
084 Def Leppard: Pyromania (1983)
083 Manowar: Louder Than Hell (1996)
082 Rush: Counterparts (1993)
081 Def Leppard: Hysteria (1987)
080 Pantera: Cowboys From Hell (1990)
079 Megadeth: Countdown to Extinction (1992)
078 Pink Floyd: Animals (1977)
077 Van Halen: I. (1978)
076 Hammerfall: Renegade (2000)
075 Marillion: Misplaced Childhood (1985)
074 Gary Moore: Wild Frontier (1987)
073 Stratovarius: Visions (1997)
072 HammerFall: Glory To The Brave (1997)
071 Journey: Escape (1981)
070 Gamma Ray: Land Of The Free (1995)
069 Mötley Crüe: Shout At The Devil (1983)
068 Bon Jovi: Slippery When Wet (1986)
067 Nightwish: Once (2004)
066 Rhapsody: Dawn of Victory (2000)
065 Twisted Sister: Stay Hungry (1984)
064 Accept: Restless And Wild (1982)
063 Yngwie J. Malmsteen: Rising Force (1984)
062 Stratovarius: Infinite (2000)
061 The Cult: Sonic Temple (1989)
060 Ozzy Osbourne: No More Tears (1991)
059 Jethro Tull: Aqualung (1971)
058 Ozzy Osbourne: Blizzard Of Ozz (1980)
057 Mötley Crüe: Dr. Feelgood (1989)
056 Gamma Ray: Powerplant (1999)
055 Megadeth: Rust In Piece (1990)
054 Bruce Dickinson: The Chemical Wedding (1998)
053 Led Zeppelin: In Through The Out Door (1979)
052 Nightwish: Oceanborn (1998)
051 Jethro Tull: Thick As A Brick (1972)
050 The Doors: L.A. Woman (1971)
049 Hammerfall: Legacy of Kings (1998)
048 King Crimson: In The Court Of The Crimson King (1969)
047 Manowar: Kings of Metal (1988)
046 Whitesnake: Whitesnake (1987)
045 Queen: Queen II. (1974)
044 Helloween: Walls of Jericho (1986)
043 Skid Row: Slave To The Grind (1991)
042 Bruce Dickinson: Accident of Birth (1997)
041 Motörhead: Overkill (1979)
040 Pink Floyd: Wish You Were Here (1975)
039 Black Sabbath: Dehumanizer (1992)
038 Yes: Close To The Edge (1972)
037 Uriah Heep: Look At Yourself (1971)
036 Queen: A Night At The Opera (1975)
035 Judas Priest: Defenders Of The Faith (1984)
034 Rainbow: Rising (1976)
033 Accept: Metal Heart (1984)
032 Metallica: Metallica (1991)
031 Jimi Hendrix Experience: Are You Experienced? (1967)
030 Rush: Moving Pictures (1981)
029 Queensryche: Empire (1990)
028 The Doors: The Doors (1967)
027 Guns N’ Roses: Use Your Illusion I-II. (1991)
026 Metallica: Master of Puppets (1986)
025 Aerosmith: Get A Grip (1993)
024 Motörhead: Ace of Spades (1980)
023 Judas Priest: Painkiller (1990)
022 Led Zeppelin: I (1969)
021 Dream Theater: Metropolis Pt.II: Scenes From A Memory (1999)
020 Pink Floyd: The Dark Side of the Moon (1973)
019 Metallica: Ride The Lightning (1984)
018 Led Zeppelin: IV. (1971)
017 Accept: Balls To The Wall (1983)
016 AC/DC: Highway To Hell (1979)
015 Judas Priest: British Steel (1980)
014 Rainbow: Long Live Rock ’n’ Roll (1978)
013 Dream Theater: Awake (1994)
012 Iron Maiden: The Number of the Beast (1982)
011 Queensryche: Operation: Mindcrime (1988)
010 AC/DC: Back In Black (1980)
009 Dio: Holy Diver (1983)
008 Dream Theater: Images and Words (1992)
007 Helloween: Keeper of The Seven Keys – Part II. (1988)
006 Deep Purple: Fireball (1971)
005 Guns N’ Roses: Appetite For Destruction (1987)
004 Iron Maiden: Seventh Son Of A Seventh Son (1988)
003 Deep Purple: In Rock (1970)
002 Black Sabbath: Heaven and Hell (1980)
001 Iron Maiden: Powerslave

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Washington, 6 jun (EFE).- O cantor Herb Reed, até então o último integrante vivo do grupo vogal ‘The Platters’, morreu na noite desta terça-feira em Boston (EUA.), deixando como herança a fundação de um dos grupos mais famosos dos anos 50 e canções como ‘Only You’.

O cantor e instrumentista, que estava internado em um centro médico de Boston por causa de uma doença pulmonar crônica, apresentou uma piora em seu quadro clinico na última noite e não resistiu, informou a imprensa americana nesta quarta-feira.

Reed, que morreu aos 83 anos de idade, foi um dos cinco músicos que fundaram o lendário grupo The Platters, que se transformaria em um dos mais bem-sucedidos da fase inicial do ‘rock and roll’.

A banda ‘The Platters’ conquistou fama e reconhecido com músicas que entraram para a história, como ‘Only You’ e ‘The Great Pretender’, composições que ganharam versões posteriores nas vozes de Ringo Starr e Freddie Mercury, respectivamente.

Nascido em uma família de classe baixa em Kansas City (Missouri), Reed se mudou ainda na adolescência para Los Angeles (Califórnia), onde fundaria o ‘The Platters’ em 1953.

O grupo vogal, que passou por algumas mudanças em sua formação nos anos 50 e 60, ficou na memória do público americano com Tony Williams, David Lynch, Paul Robi, Zola Taylor e o próprio Herb Reed, o último a morrer.

Considerado o mais fiel da história do grupo, Reed participou de mais de 400 canções. EFE

The Great Pretender-The Platters(1956)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_1oJuwkXr0E]
Freddie Mercury – The Gret Pretender
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1LyoQS0EvcE]

Fonte:  http://veja.abril.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Novo livro do Fã Clube Oficial Internacional do Queen, com a biografia e discografia totalmente atualzados.

Levou anos de trabalho duro pelos especialistas Jim Jenkins e Gary Taylor para assegurar que este livro ficasse totalmente completo. Possui tudo que a banda já fez, incluindo discografias individuais dos integrantes completas.

O design gráfico foi feito por Christoph Von Herrath, que levou meses para projetar e organizar os textos.

O resultado é um livro impressionante, veja fotos abaixo, que todo fã do Queen vai querer ter!

Preço, incluindo envio: £13.50 (aproximadamente R$ 42.00)

Os pedidos devem ser feito pelo e-mail: qfc@queenworld.com

PS: Como a forma de pagamento para o Brasil é através do paypal, é necessário acrecentar o valor de £1.00 (aproximadamente R$ 3.00) devido os custos junto ao paypal.

Maiores Informações e comprar: www.queenworld.com

Fonte: www.queenworld.com

Precession trata-se de um disco de heavy metal com pitadas de metal moderno, com linhas de vocais guturais e melódicos. É composto por oito faixas próprias – a maioria das letras e músicas são de autoria dos guitarristas Diego Bittencourt e Zeka Junior – e uma de cover da música Innuendo, do Queen (que seria a mais sombria da banda de Fred Mercury, mais ao estilo heavy metal).

Conforme Bittencourt, álbum de estreia é cantado em inglês, e as letras “envolvem os conflitos entre o homem em relação às guerras, religiões e ascensão das máquinas”. O mesmo conceito segue o simbolismo no layout feito para a banda. Na arte de Symbolica, o S seria um elo entre mundos, o Y é o tridente de Poseidon, o B seria a trilogia, o O é o concavo e convexo – significado quântico -, o I é o 1, de princípio, uno, o C tem a pirâmide, que representa conhecimento, sabedoria, inteligência, e o A é uma representação de yng & yang.

 Saiba mais – A Symbolica surgiu das raízes da banda Enforcer (2004). Em julho/agosto de 2010, os músicos decidiram gravar o álbum, mas não mantiveram a mesma formação e nem o mesmo nome. De janeiro de 2010 até a conclusão da pré –produção três mudanças ocorreram na composição da Symbolica, que foi “rebatizada” e definida com Gus Monsanto no vocal, Diego Bittencourt e Zeka Junior na guitarra, Lucas Pavei no baixo e Marcelo Moreira na bateria. Em outubro de 2011 o som de bateria foi gravado em São Paulo, e em janeiro de 2012 o disco foi concluído no estúdio da banda em Urussanga.

Para conhecer a banda:

symbolica@symbolica.com.br
facebook.com/symbolicabr
twitter.com/symbolicabr
youtube.com/symbolicabr

 

Fonte: www.engeplus.com.br

Com direito a uma queima de fogos de artifício e muitos aplausos eufóricos, o DJ Mr White abriu o line-up da festa ao som de techno e house. Ele soltou samples com frases “This is my house. I am the creator” e um remix com a voz da Donna Summer. Depois dele, o americano Dennis Ferrer assumiu o comando das pick ups e fez um set mais reto sustentado pelo techno. O momento mais marcante da sua apresentação foi quando ele tocou um remix da faixa “We will rock you“, do Queen.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5cPIkXpYMuk]

Fonte: www.obaoba.com.br

Por: Léo Freitas (twitter.com/LeoGFreitas)

Com edição impecável, documentário presta homenagem à altura ao grupo liderado por Freddie Mercury

Para começar este texto, peço licença ao leitor para uma confissão: cresci ouvindo muitas pérolas da música graças aos meus pais. Além de artistas brasileiros incríveis, na estante alguns nomes ganhavam a vitrola em alto e bom som. Eu, ainda sem entender inglês, balbuciava canções de nomes como ABBA, Supertramp, Elvis Presley, Beatles, Carpenters e, como não poderia deixar de ser, Queen.

Portanto, com a notícia que o Festival In-Edit, que chega à sua 4ª edição em 2012, ia exibir o documentário “Queen – Days of Our Lives” aqui na cinzenta São Paulo, minhas expectativas atingiram níveis altíssimos. Sensação arriscada visto que, na maioria das vezes, pode-se levar um tombo feio por não supri-las. Neste caso, ledo engano. O documentário feito para a TV em 2011 conta com a direção de Matt O’Casey, especialista no gênero que já contou na telona a história de artistas como Blondie, Fleetwood Mac e Beach Boys. E encanta.

Tietagem à parte, o longa (dividido em duas partes de 60 minutos), é um deleite audiovisual aos fãs (e não fãs) do quarteto britânico que conquistou o mundo nos anos 70 e 80 e, até hoje, não só continua encantando como conquista novos seguidores. Embora seja categorizado como um grupo de rock, o Queen nunca se restringiu a um padrão musical, passeando por acordes ligados ao funk e o pop, além de abusar do poderio lírico do vocalista Freddie Mercury.

Costurando, em ordem cronológica, o lançamento dos álbuns com incontáveis curiosidades da banda, acompanhamos o repentino sucesso que, em apenas três anos de vida, já havia desbancado o icônico David Bowie (então em seu sétimo álbum) da parada Top of The Pops.

Dirigido de forma convencional, com imagens raras (e muitas conhecidas) de arquivo, recortes de notícias da época e matérias de TV (incluindo a interessante cena em que assistem a si mesmos tocando na TV), “Queen – Days of Our Lives” tem seu mérito de registro magistral graças à edição, um mix caleidoscópico de gravações em estúdio da época (alternando com a versão final das canções), colocando o espectador dentro da casa dos integrantes, dos bastidores, camarins, tanto em arquivos desgastados pelo tempo como em imagens que parecem ter sido feitas recentemente.

E entre as subidas e descidas na carreira do grupo por questões financeiras, imprensa marrom e o chavão “o céu é o limite”, o documentário traz depoimentos do guitarrista Brian May, do baterista Roger Taylor, além do hilário jornalista Harvey Kubernick, do produtor Reinhold Mack (que trabalhou com a banda a partir de 1980) e John Reid, empresário que salvou o Queen da exploração da gravadora, só para citar alguns. Já John Deacon, que abandonou a banda em 1997, tem sua ausência nas entrevistas compensada por cooperações inestimáveis, como seus riffs inconfundíveis para canções como “Another One Bites the Dust”, além de acertar como autor desta, de “I Want to Break Free” e “You´re My Best Friend”.

Porém, mesmo com um trio tão talentoso e afinado, não há como negar que a alma do Queen era Freddie Mercury. E o documentário não se inibe em mostrar sua genialidade, um ser humano sem limites (e vítima dos próprios excessos) e que levava todo seu carisma e sensualidade para as apresentações, com uma presença de palco que enlouquecia o público. O documentário comprova isso, com sua obsessão em estreitar os laços dos gêneros musicais, suas apresentações com collant de balé ou a genialidade de compor uma canção durante o banho (caso da nostálgica “Crazy Little Thing Called Love”).

“Queen – Days of Our Lives” nos traz momentos inesquecíveis, como a gravação de “Under Pressure” (com Bowie e Freddie cantando separadamente o que lhes vinha à cabeça após o inesperado riff de John Deacon); a improvisada situação de batidas com os pés em tábuas que deu origem a “We Will Rock You”; a ideia do hino “Bohemian Rhapsody”, que une três músicas completamente diferentes e chegou a ser considerada uma ousadia fadada ao fracasso à época; e, especialmente aos fãs brasileiros, é impossível conter a emoção diante do primeiro show no Brasil, em 1981, no Estádio do Morumbi, para uma multidão de 200 mil pessoas.

Focando no trabalho do grupo que se tornou um dos mais queridos do público mundial e um dos pioneiros do videoclipe, o documentário mostra o vigor que o Queen manteve diante do nascimento do punk no final dos anos 70, de envolvimentos profissionais arriscados (como Paul Prenter, o assessor pessoal de Freddie, que queria mudar a identidade do quarteto) e o desejo do músico por uma carreira solo.

Porém, quando a banda estava na iminência da separação, o maior choque acontece diante da notícia da AIDS, que acomete Freddie Mercury. Sem explorar a sua doença (nem a sua homossexualidade, que já passava por uma rotina de sexo casual desenfreada há anos), o documentário mostra que é possível fazer um trabalho de qualidade pontuando, sem sensacionalismo ou drama apelativo, a vida pessoal de seus artistas. Assim, dá as mãos para o bom senso e toma o caminho da arte, mostrando um artista incansável diante da música até o último momento. Imperdível.

O documentário terá mais uma apresentação em São Paulo no Festival In-Edit 2012, nesta quinta-feira (07 de junho).

 

Fonte: http://cinemacomrapadura.com.br

Por: João Pedro Ramos (www.contraversao.com

Ontem,30/05/2012, não se falava em outra coisa: Wagner Moura, vulgo Capitão Nascimento (se bem que eu não consigo deixar de lembrar dele fazendo papel de mulher em “Sexo Frágil”) cantando em um tributo à Legião Urbana, lançado pela Mtv. Caça-níqueis? Homenagem? Tudo pelo ibope? Isso não vem ao caso. Até os fãs viram que Moura desafinou até dizer chega, compensando com seu carisma. Eu não consegui assistir por mais de uma música, mas tem gente que gostou desse auto-cover. (Nota do editor: Legião sempre foi cover dos anos 80! Qualquer música que vira hit em rodas de violão deveria ser proibida.)

Como vocês devem saber, não é o primeira coisa do tipo que acontece. Para ganhar um troquinho, muitas bandas aproveitam os integrantes que ainda estão afim de tocar e provavelmente com saldo negativo no banco para revisitar seus velhos sucessos e quem sabe ganhar mais alguns trocadinhos às custas dos fãs. Afinal, pra encher o bolso, ninguém é insubstituível. Veja alguns projetos recauchutados de bandas que já foram pro saco:

 Doors of the 21st Century

Jim Morrison bateu as botas em 1971, e desde então o The Doors entrou em repouso. Apesar das coletâneas caça-níqueis e de lançamentos póstumos, o legado de Mr. Mojo Risin permanecia intacto. Até que… faltou dinheiro. Pronto: estava criado o Doors Of The 21st Century, com Ian Astbury, do The Cult, no lugar do Rei Lagarto, além de Ray Manzarek e Robby Krieger endossando a palhaçada. O baterista John Densmore preferiu ficar de fora e graças à ele o nome da banda precisou ser mudado. Ian Astbury fez o possível para imitar a voz e até os trejeitos de Morrison no palco. (Nota do editor:Vergonhoso!)

 Creedence Clearwater Revisited

John Fogerty tá aí, vivão e vivendo, mas desistiu do Creedence faz tempo. Uma banda que tinha sucessos que todo mundo conhece como “Have You Ever Seen The Rain”, “Bad Moon Rising” e “Susie Q” dava uma bela grana, e Fogerty saiu fora deixando seus ex-companheiros desamparados. É lógico que logo que a bufunfa faltasse, daria-se um jeito: O Creedence Clearwater Revisited,  formado em 1995. Da formação original, sobrou só a cozinha: o baixista Stu Cook e o baterista Doug Clifford. Vira e mexe os velhinhos estão no Brasil. (Nota do editor: Tá voltando mais que a tia do Bátima!)

Queen

Esse caso é mais complicado. Assim como no caso do Doors e até da própria Legião Urbana, o Queen praticamente era seu vocalista, Freddie Mercury. O bigodudo foi pras picas (no pun intended) em 1991, e por um tempo a banda sossegou e deixou o cara em paz, lançando apenas algumas coletâneas e álbuns póstumos para garantir o leitinho das crianças. Porém… em 2004, Brian May anunciou que a banda se reuniria, com Paul Rodgers (ex-Free e Bad Company) nos vocais. O baixista John Deacon não quis entrar nessa. Chegaram a lançar até um disco (“The Cosmos Rocks”), que não fez nenhum barulho. Em 2009, Rodgers parou com isso. Porém (novamente)… em 2011, Adam Lambert (vencedor do American Idol) cantou com a banda no VMA, gerando boatos de que ele seria o novo vocalista do Queen. Será? (Nota do editor: Morte a Rainha! Vida longa a Rainha!)

Mutantes

Os Mutantes já tiveram várias formações, mas a mais famosa (e de maior sucesso) era com Rita Lee, Sérgio Dias e Arnaldo Batista. Depois da saída de Rita Lee, a banda chegou a ir em uma direção progressiva, que afundou. E desde que afundou, a banda permanecia parada, como deveria ser. Só que Sérgio Dias resolveu reunir os Mutantes em 2006. Rita Lee não quis de jeito nenhum, e Sérgio chamou Zélia Duncan para o lugar. Depois de um tempo, Arnaldo pulou fora (sim, outra vez) e os Mutantes seguem. Chegaram a lançar um disco que, apesar de acima da média, não chega perto do que a banda já fez. (Nota do editor: Zélia Nuncan será!)

Beatles

Sim, até eles. Não, eles não fizeram turnês ou shows depois da morte de Lennon, em 1980. Mas gravaram duas músicas usando a voz de John em alguns rascunhos de músicas solo, que acabaram se transformando em “Free As A Bird” e “Real Love”, lançadas para promover a caixa de lados B e raridades “Anthology”. Oportunismo ou uma boa ideia? Apesar de gostar das músicas novas, acredito que Lennon deve ter dado piruetas mais rápidas que qualquer patinadora consegue fazer em seu caixão.

E você, o que acha desses auto covers? Conseguiu aguentar Wagner Moura cantando “Será”? Paulo Bonfá toca pior que a Meg White? Acha que Renato Russo está dando kickflips em seu túmulo?

(Nota do editor: Como um maldito purista, acho todo e qualquer tipo de retorno sem a formação original quase completa uma pouca vergonha sem tamanho.)

Fonte: www.contraversao.com
Dica de: Roberto Mercury

O trio Roger, Adam e Brian fará três shows em julho
O trio Roger, Adam e Brian fará três shows em julho

Os integrantes remanescentes do Queen, Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria), se apresentarão no “Hammersmith Apollo”, em Londres, Inglaterra, nos dias 11, 12 e 14 de julho. No lugar do icônico vocalista Freddie Mercury estará o jovem cantor Adam Lambert, segundo colocado na oitava temporada do programa “American Idol”, realizada em 2009.

Segundo o site Blabbermouth, Lambert tem consciência de que é impossível substituir Mercury, porém, não quer decepcionar ninguém e pretende tirar uma lição da experiência. Em entrevistas recentes ele fez a seguinte declaração: “Nós queremos manter a música viva e dar a ela uma energia que deixaria o Freddie orgulhoso. Não dá para substituí-lo. Mas tocar com o Queen é a melhor coisa que já me aconteceu”, disse.

Apesar de ponderado, Adam não esconde o quão grato está pela oportunidade de cantar com o Queen. “Minha intenção é prestar um tributo ao Freddie. Estou ansioso para passar um tempo com Brian e Roger. Eu quero me familiarizar com as músicas mais obscuras deles e ouvir algumas histórias dos caras. Eu vou ter meu próprio documentário pessoal do Queen. Trabalhar com eles vai ser uma grande honra, mas eu também estou muito feliz das pessoas ouvirem minha própria música, então quem sabe o que o futuro nos reserva?”, acrescentou.

 

Fonte: www.cifraclubnews.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O britânico Aaron Savage recriou álbuns lendários em Lego. O artista de 21 anos deu aos bonecos de Lego cortes de cabelo diferentes, roupas e expressões faciais para deixá-los como as estrelas. Aaron disse: “Eu tinha visto pessoas recriarem outras coisas em Lego e eu queria fazer algo semelhante. Capas de álbuns foi uma escolha fácil para mim porque combina meus dois interesses. Muitas das capas são icônicas, mas algumas são de gêneros mais novos ou menos conhecidos.”

Para ver todas Clique Aqui

Fonte: www.brianmay.com

Muitas pessoas viram Brian e Anita no camarote real no show em comemoração ao Jubileu da Rainha, pela cobertura da TV.

Brian and Anita - Royal Box

Brian May - Royal Box at Queen's 60th Concert - close-up

Fonte: www.brianmay.com

Em terceiro lugar ficou o Rei do Rock, Elvis Prersley, seguido por David Bowie e The Beatles, ocupando a quarta e quinta posição, respectivamente.

Em comemoração ao Jubileu da Rainha, o site britânico GigWise promoveu uma enquete para eleger a melhor banda dos últimos 60 anos. Ironicamente, justamente o Queen levou o título, tendo conquistado o maior número de votos dos internautas. A lengendária banda liderada por Freddie Mercury lutou contra uma forte concorrência composta por bandas de diversas nacionalidades, como os americanos do Nirvana, por exemplo, que abocanharam a segunda posição.

Em terceiro lugar ficou o Rei do Rock, Elvis Prersley, seguido por David Bowie e The Beatles, ocupando a quarta e quinta posição, respectivamente. A má notícia foi para o Def Leppard, banda menos votada da enquete. Também não se saíram bem na pesquisa Bee Gees, Kiss, The Libertines e Bon Jovi, formando assim o time dos cinco últimos colocados.

Agora vamos curtir Crazy Litle thing called love

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=zO6D_BAuYCI]

 

Fonte: http://virgulaonline.com
Dica de: Roberto Mercury

Por: Luiz Santiago (www.planocritico.com)

Toda grande banda tem uma grande história, cheia de altos e baixos, brigas e amizade, uma fórmula que se tornou indissociável do mundo artístico, especialmente no meio musical, onde pessoas de formação e personalidades diferentes lidam com o que deve ser a “sua música”. Ironicamente, o sucesso sempre é a gota d’água para uma possível separação, um estágio onde os integrantes não conseguem dialogar sobre o que compor e gravar, além dos históricos problemas pessoais que acabam tendo influência sobre algum participante e afetando a todos.

Imagine o leitor o cenário descrito no parágrafo acima. Integrantes gravando discos solo, meses sem conexão musical, e de repente, por uma ocasião específica, o grupo volta a reunir-se. Mesmo com as inevitáveis divergências e discussões, parecem que se unem mais, e usam das adversidades para ir além de um patamar já alcançado… até que a morte de um participante adiciona uma reticência a todo esse processo, e salvo algumas gravações prévias e um show de homenagem, o grupo passa a não existir mais. Esta, caros leitores, essa é a história do Queen, banda inglesa composta por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, que recebem no documentário Queen: Days of Our Lives (2011), uma digna e obrigatória representação cinematográfica.

“A banda que dominava os Estádios” recebe no documentário de Matt O’Casey duas horas de homenagem, narradas de maneira linear, do encontro inicial entre os integrante até a morte de Mercury, em novembro de 1991, após hercúleo esforço para gravar o máximo de canções e vídeos. O último álbum em vida do vocalista foi Innuendo, lançado em fevereiro de 1991. Agrupando informações em duas partes, o documentário acompanha single a single a carreira da banda, evitando o uso excessivo de fotografias e trazendo o máximo de vídeos de apresentações em palcos e material de bastidores, a maior parte deles inéditos até então.

O diretor conseguiu transportar para as telas a inovação e diferença de uma banda chamada Queen e formada por quatro homens; uma banda de rock que lançaria um disco chamado Jazz (1978), uma banda que nunca teve medo do pop, do sintetizador, e sempre apostou na inovação e rigor musical de seu carreira, com exceção, talvez, do álbum Hot Space (1982), obra meio funk, new wave e disco music que eu particularmente não gosto, à exceção da canção Under Pressure, parceria de Freddie Mercury com David Bowie.

O que a montagem e a edição de som realizam na passagem dos atos e das entrevistas neste filme é um bom exemplo de como usar o máximo de canções de uma banda em um documentário sem ser excessivo, chato e despropositado. Sequências bem humoradas e cenas emocionantes de bastidores compõem o material de arquivo, que se unem ao processo de gravação das músicas e sua apresentação para milhares de pessoas, do Estádio do Morumbi em São Paulo à África do Sul. Matt O’Casey passou longe da técnica de um “documentário de preguiçoso”, não usando apenas uma avalanche de material interessante, apenas agrupando-os de maneira lógica para o espectador. A construção de uma cronologia é dada pelos depoimentos e citações de jornalistas, agentes e membros da banda. Ainda vale citar a sutil diferença entre os dois atos do documentário, com focos musicais diferentes, aumento dos números musicais em palco, supressão das entrevistas com jornalistas e críticos para uma abordagem mais íntima, apenas com os que estavam realmente ligados à banda.

Do first single do Queen, Keep Yourself Alive, ainda com influência de grupos como Led Zeppelin e dos Stones, ao verdadeiro Réquiem de Freddie Mercury, The Show Must Go On, última faixa do álbum Innuendo, temos uma caminhada de duas horas pela vida do maior cantor de rock de todos os tempos, e de uma das bandas mais incríveis que já surgiram. O documentário deixa isso bem claro para o espectador, e também mostra que a história do grupo não foi de concordância plena e harmonia a maior parte do tempo em que passaram juntos (1971 – 1991), mas também percebemos que na fase final da vida de Mercury, tanto essa união plena quanto o trabalho incansável se tornou parte da vida do grupo. Uma banda que trabalhou junto até o último suspiro de seu grande ícone. Uma bada que recebeu uma artística e humana obra documental, digna de sua importância para a história do rock e da música. Um filme que eu recomendo fervorosamente a todos.

 

Fonte: http://planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury

CD Thiago Correa mescla música brasileira com hits internacionais em uma mistura inesperada, dentre as misturas Queen com Cazuza – ‘We Will Rock You e Brasil’

Rihanna com Seu Jorge, Katy Perry com Sandra de Sá, Robbie Williams com o Rappa e Adele com Gilberto Gil, são algumas das combinações surpreendentes que estão reunidas no novo CD do artista Thiago Corrêa intitulado “Mashup”.

Unindo música brasileira com hits internacionais em uma mistura inesperada de Dj com banda ao vivo Thiago faz sucesso com Mashups, versões que mesclam musicas, artistas e ritmos distintos.

Esse trabalho inovador lhe rendeu prêmios internacionais: Lily Allen (UK-2010), John Legend (USA-2011), Amanda Palmer (USA-2011) e um contrato com uma gravadora britânica. Neste ano emplacou a música autoral Charme, na trilha sonora da novela Avenida Brasil da TV Globo.

Abaixo áudio de Thiago Correa no programa Pânico, da rádio Jovem Pan

[mp3j track="http://www.queennet.com.br/wp-content/uploads/2012/06/WWRY.mp3"]

E o vídeo oficial

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nIXyCrdGAE0]

 

Para ouvir e baixar o CD Oficial Clique Aqui

“Killer Queen vai a Londres….!!!”

Gravação do 1º DVD da banda, com um show espetacular no Órbita Bar, no dia 09 de junho de 2012, a partir das 23 horas, para fãs e admiradores do Queen!

O objetivo maior deste registro em vídeo, desta conceituada banda cearense cover do Queen, é para concorrer a uma viagem a Londres em 2013, para tocar na terra da majestade do rock, no maior encontro mundial de fãs do Queen.

Presença, à confirmar, de Brian May e Roger Taylor, neste evento internacional!!!

Compareçam e venham dar força para banda Killer Queen conseguir atravessar as fronteiras do Ceará para o mundo!!!

 

Serviço:

ÓRBITA BAR
Localização:   Rua Almirante Jaceguai 81, 60060-210 Fortaleza, Brazil
Aceita Reservas
Informações de contato:
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Fonte: www.facebook.com/killerqueenbr
Dica de: Roberto Mercury

Queen Extravaganzaa apresenta Bohemian Rhapsody na ‘FOX8 NEWS’.

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Fonte: www.brianmay.com

Os Beatles conseguiram emplacar 17 de suas canções nos primeiros lugares das parada britânicas e venderam 21,9 milhões de singles nos últimos 60 anos

LONDRES (ANSA)  – Os Beatles foram considerados o grupo de mais sucesso no Reino Unido dos últimos 60 anos, seguidos por Elvis Presley e Sir Cliff Richard, de acordo com uma lista elaborada com dados da Official Charts Company.

A empresa revelou hoje a lista “Diamon Dozen”, composta pelos 12 artistas que venderam mais de 10 milhões de singles nos últimos 60 anos da história do Reino Unido, correspondentes ao reinado de Elizabeth II.

Os Beatles conseguiram emplacar 17 de suas canções nos primeiros lugares das parada britânicas e venderam 21,9 milhões de singles.

Atrás de Cliff Richard aparecem Madonna, Michael Jackson, Elton John, Queen, Abba, David Bowie e Rihanna. Paul McCartney aparece em 11º lugar com suas músicas solo, enquanto o 12º lugar ficou com Kylie Minogue.

Lista Completa:
01 Beatles
02 Elvis Presley
03 Cliff Richard
04 Madonna
05 Michael Jackson
06 Elton John
07 Queen
08 Abba
09 David Bowie
10 Rihanna
11 Paul McCartney
12 Kylie Minogue

 

Fonte: www.oreporter.com

Fernando Tuma apresenta um especial contando tudo sobre a banda inglesa de rock Queen, liderado pelo saudoso Freddie Mercury…ao vivo..no Programa Baú do Tumão…todo sábado 13h… no www.clictv.com.br

PS: o vídeo demora um pouco a carregar
 

 

Fonte: www.uol.com.br

A banda sueca de metal sinfônico THERION  está comemorando seus 25 anos de carreira com uma turnê especial pela América Latina. O setlist conta com o álbum Secret of the Runes na íntegra e músicas que nunca foram tocadas antes, como Land of Canaan.

O primeiro show foi realizado no Uruguai, dia 31, e durante o Meet & Greet com os fãs, a banda mandou um cover do QUEEN, tocando Love of My Life. Confira esse e outros vídeos dessa noite abaixo:

Love of my life

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=OvFzLLptocQ]

O Fortuna + Ginnungagap + Midgard:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LRHJFxUxGEU]

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Relembrando o jubileu de 50 anos da Rainha Elizabeth II, em 2002,
Brian May toca no topo do castelo Buckingham God Save the Queen.

Dica de: David Neto

Por Amer H. (http://blogs.pop.com.br)

Eu pessoalmente acredito que a capa de um disco deve transmitir a mensagem que o artista que passar com sua música. Seja ela de amor, tolerância, amizade ou de cavalgar em um tiranossauro robô em um arco-íris espacial… muitos artistas pensam como alunos do colégio entediados na aula de história.

Dito isso, existem muitas capas em que o artista simplesmente perdeu a noção e criou a primeira porcaria que lhe veio a mente. Sem imaginar que tal horror o perseguiria pelo resto da vida.

Assim, decidi separar algumas das piores capas de discos com as quais já me deparei na vida. Fique claro que irei criticar as capas e não os músicos dos álbuns, pois acho que até eles ficaram infelizes com o produto final.

Assim, sem mais delongas, vamos em frente!

Manowar Anthology

Existe um momento na vida de todo guri, que ele entra numa loja de discos, vê um álbum que parece ter saído de um revista em quadrinhos machistóide de fantasia medieval, se apaixona no ato e desembolsa sua suada grana para comprar o dito produto. Ao invés de guardar seus tostões para gastar em algo mais produtivo como cirurgias plásticas que os façam parecer com o Sérgio Mallandro.

Nove em cada oito vezes que isso acontecer, o disco em questão pertencerá ao “Manowar”, banda que sempre teve um fetiche inexplicável em colocar machões besuntados em suas capas, como se isso simbolizasse algo.

Sinceramente, já vi acidentes com petroleiros que tinham menos óleo que esses caras. Se os membros do Manowar um dia resolver nadar no oceano, teremos uma tragédia ecológica de proporções inimagináveis.

Country Church

A primeira coisa que me vem a mente quando vejo esta imagem é: “o que tem de errado com essa família?”

Eles parecem felizes e tal, mas moram no meio do nada… e são quatro marmanjos que permanecem na casa da mãe. Eu sou o único a imaginar um verdadeiro cenário de filme de terror aqui?

Do tipo: os filhos são todos psicopatas canibais, que posam de membros honrados da sociedade, enquanto a noite sequestram e devoram as pessoas que os adoram durante o dia? E aquele celeiro lá ao fundo? O que tem nele? Aposto que são as vítimas desse bando de assassinos sorridentes!

Ok, talvez eu tenha visto filmes de terror demais… mas na hora que os membros do “Country Curch” aparecerem na porta de sua casa, com um serrote e molho de churrasco, vamos ver quem estava com a razão!

Queen – The Miracle

“The Miracle”? Eu vou te dizer o que é um milagre! Que essa capa tenha sido aprovada, pelo amor de John Lennon.

Ok, posso tentar entender a simbologia da imagem. O “Queen” sempre foi uma banda que funcionava como uma… “cooperativa”, por assim dizer. Apesar do que muitos pensam, Freddie Mercury nunca foi o líder do grupo, todos tinham voz ativa nas decisões e isso criou uma unidade e camaradagem entre os membros do grupo que pouco vemos no mundo da música.

E a capa tenta demonstrar isso ao colocar Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor como uma só pessoa.

Mas ao invés de nos passar a ideia de união, a imagem nos faz crer que a banda se envolveu em um trágico acidente com lixo radioativo e agora, transformaram-se no monstro que irá enfrentar Godzilla em seu próximo filme.

Village People – Renaissance

Passada a década de 70, o Village People já não era mais a banda favorita do mundo. Para recuperar seu prestígio, eles então decidiram se renovar.

Como? Aplicando uma maquiagem tão pesada que devia ser a prova de balas, vestindo calças tão justas que nem mesmo oxigênio passaria por elas e fazendo poses tão bregas que nem mesmo Sidney Magal tentaria duplicar.

Apesar da aparência “New Wave” totalmente digna dos excessos da década de 1980, a nova versão do Village People não emplacou. Arrisco dizer que é porque quando as pessoas escutam o nome desta banda, imaginam um índio, um soldado, um militar, um operário e um xerife fazendo dancinhas coreografadas que matariam sua avó de vergonha.

Qualquer coisa diferente disso… não é Village People.

Orion – Reborn

Quem é esse tal de Orion? “Reborn”? Ele ressuscitou? Quando foi que ele morreu?

E por que eu deveria dar a mínima para ele ter ressuscitado?

Não, sério! QUEM É ORION? QUEM SE IMPORTA COM A RESSUREIÇÃO DELE?

E que máscara ridícula é essa? É ela que permite que ele volte dos mortos? É preciso ser cafona para ser imortal? Por que estou perdendo meu tempo questionando algo tão imbecil assim? O que há de errado comigo?

 

Fonte: http://blogs.pop.com.br
Dica de: Roberto Mercury