Uma homenagem linda aos maiores nomes da moda britânica está sendo feita pela  Royal Mail, que acaba de lançar uma coleção de selos que ostentam criações originais de 10 designers britânicos. As fotos foram tiradas por Sølve Sundsbø, renomado fotógrafo de moda.

Acima você vê uma foto da coleção toda. Essa é embalagem para presente. Uma graça!

A criação escolhida para representar Alexander McQueen relembra seu trabalho desenvolvendo figurinos de teatro. Vale lembre que o designer foi quatro vezes ganhador do prêmio de Melhor Estilista Britânico, pelo Conselho Britânico de Moda.

Sir Paul Smith é um designer que começou pequenininho em Nothinghan, e hoje tem jolas pelo mundo todo. A extinta Club Chocolate (Oscar Freire , São Paulo) vendia suas camisas masculinas com as famosas listras que são seu símbolo. Hoje, a marca tem coleções masculinas e femininas.

Homenagem merecidíssima a Tommy Nutter, primeiro alfaiate da famosa Savile Row a abrir as portas de seu atelier para os passantes da rua. Antes dele, os alfaiates só atendiam com hora marcada. Ele impulsionou fortemente a popularização da alfaiataria inglesa. Vestiu os Beatles e fez o terno alinhadísimo que o Coringa, de Jack Nicholson usou em 1989 em Batman.

Com um estilo sexy e folk, Osie Clarck criou inúmeros looks para Mick Jagger durante os anos 70. Acriação acima tem estampa de Celia Birtwell.

Claro que Hardy Amies, estilista da Rainha, não poderia fiar de fora. Uma de suas criações com visual bastante tradicional foi a escolhida. Foi ele também quem fez o primeiro desfile masculino do Reino Unido, em 1961.

A criação escolhida para representar o trabalho de  Vivienne Westwood traz um de seus típicos xadrezes tipo tartan. A estgilista foi condecorada Dama pela rainha em 2006, por sua importância para a moda britânica.

Zandra Rhodes teve suas criações usadas pela Princesa Diana, Jackie Onassis, Elizabeth Taylor e Freddie Mercury…ufa! Em 2003 foi umas das fundadoras do Fashion and Textile Museum, em Bermondsey. Este é um dos meus selos preferidos, junto com o de Paul Smith.

Abaixo você vê algumas imagens do making-off desta coleção tão charmosa. Na primeira, a própria Zandra Rhodes faz o stying de sua peça.

Os selos podem ser comprados no site do Royal Mail. Corre! E se quiser ver outras fotos, é só clicar no site do Telegraph, parte do texto foi traduzido de lá.

 

Fonte: www.anavaz.com.br
Dica de: Roberto Mercury

~ I’ll top the bill, I’ll overkill, I have to find the will to carry on – on with the show ~

The Show Must Go On

Neste novo artigo do Inglês Com Rock, estudaremos uma das letras de uma das maiores e mais incríveis bandas de toda a história do rock: o Queen.

O Queen era uma banda de rock britânica, formada em Londres, em 1971. Seu vocalista, Freddie Mercury, era dono de uma voz fantástica, inigualável, e tinha uma presença de palco absolutamente incrível. O Queen era uma das poucas bandas que soavam tão melhores ao vivo quanto em suas gravações de estúdio e faziam apresentações muito emocionantes.

A música The Show Must Go On faz parte do álbum Innuendo, de 1991, e foi lançada um mês antes de Freddie Mercury morrer em decorrência da AIDS. Nesta letra, podemos ver como o cantor exteriorizava seu sentimentos e o que ele pensava, provavelmente sentindo que seu fim estava próximo. É uma música triste, mas também fortificadora, devido ao otimismo sempre presente no coração de Freddie Mercury, que desejava viver a vida, lutando com todas as forças até não conseguir mais.

Freddie Mercury é sempre lembrado com uma frase muito bonita: “Lover of Life, Singer of Songs” (Amante da Vida, Cantor de Canções).

Ouça a canção e depois continue a leitura para aprender com a letra!

Bom divertimento e bons estudos!

Vamos Curtir Um Som!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4ADh8Fs3YdU]

The Show Must Go On
Queen

Empty spaces, what are we living for?
Abandoned places, I guess we know the score
On and on, does anybody know what we are looking for?
Another hero, another mindless crime
Behind the curtain, in the pantomime
Hold the line, does anybody want to take it anymore?

The show must go on, the show must go on, yeah
Inside my heart is breaking
My make-up may be flaking, but my smile still stays on

Whatever happens, I’ll leave it all to chance
Another heartache, another failed romance
On and on, does anybody know what we are living for?
I guess I’m learning (I’m learning learning learning)
I must be warmer now
I’ll soon be turning (turning turning turning)
Round the corner now
Outside the dawn is breaking
But inside in the dark I’m aching to be free

The show must go on, the show must go on, yeah yeah
Ooh, inside my heart is breaking
My make-up may be flaking but my smile still stays on

My soul is painted like the wings of butterflies
Fairytales of yesterday will grow but never die
I can fly – my friends
The show must go on (go on, go on, go on) yeah yeah
The show must go on (go on, go on, go on)
I’ll face it with a grin, I’m never giving in
On – with the show

Ooh, I’ll top the bill, I’ll overkill
I have to find the will to carry on
On with the show, on with the show
The show – the show must go on

Go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on
go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on

Vamos Estudar A Letra!

The Show Must Go On (O Espetáculo Deve Continuar)

Empty spaces, what are we living for?
Abandoned places, I guess we know the score
On and on, does anybody know what we are looking for?
Another hero, another mindless crime
Behind the curtain, in the pantomime
Hold the line, does anybody want to take it anymore?

Empty spaces, what are we living for? (Espaços vazios, pelo que nós estamos vivendo?) / Abandoned places, I guess we know the score (Lugares abandonados, eu acho que sabemos o resultado) / On and on, does anybody know what we are looking for? (De novo e de novo, alguém sabe o que nós estamos procurando?) / Another hero, another mindless crime (Um outro herói, um outro crime sem sentido) / Behind the curtain, in the pantomine (Atrás das cortinas, na pantomina) / Hold the line, does anybody want to take it anymore? (Aguente firme, alguém quer aguentar um pouco mais?)

Para começarmos o estudo com esta fantástica música do Queen, podemos aprender uma regrinha importante com as frases what are we living for? e does anybody know what we are looking for?. Traduzindo a primeira frase, por exemplo, temos o que nós estamos vivendo?. Porém, repare que no final da frase existe a palavrinha for. A palavra for obrigatoriamente deve aparecer no final de perguntas desse tipo, depois do verbo. No caso dessa frase, o verbo live, que está no gerúndio, living. Repare que isso também ocorre na segunda frase que selecionamos deste primeiro trecho da música: does anybody know what we are looking for?. A palavra for aparece logo após o verbo look. Então, lembre-se dessa regrinha: sempre que quisermos fazer perguntas como essas devemos colocar a palavra for no final, depois do verbo. What are we living? / What we are looking? = forma incorreta. What are we living for? / What we are looking for? = forma correta.

Uma expressão que aparece em alguns trechos desta música e está no trecho mais acima é a expressão on and on. On and on é um expressão usada para dizer que algo continua sempre acontecendo, continua por um longo período de tempo. Sendo assim, essa expressão pode ser traduzida como, só para citar alguns exemplos, de novo, novamente, outra vez. Veja como podemos traduzir essa expressão em uma das frases do primeiro trecho da canção: on and on, does anybody know what we are looking for? = de novo e de novo, alguém sabe o que nós estamos procurando?

Outra palavra interessante que podemos aprender sobre ela aqui é a palavra pantomine, que aparece no verso behind the curtain, in the pantomine. Pantomine significa pantomina. Pantomina é um teatro gestual em que se faz o maior uso de gestos e expressões faciais e o menor uso de palavras possível. Em outras palavras, é um show de mímica. E é a isso que a música se refere nesse verso. Behind the curtain, in the pantomine = atrás das cortinas, na pantomina.

E ainda no primeiro trecho da música, temos mais uma boa expressão para descobrir seu significado: hold the line. Hold the line é uma expressão que significa manter uma posição ou um estado já existente, não ceder, resistir, manter-se firme. Na frase hold the line, does anybody want to take it anymore? por exemplo, uma boa tradução para a expressão hold the line seria aguente firme, resista, não ceda. E quanto ao verbo take que também está nessa frase, dessa vez seu significado é semelhante ao de hold the line: aguentar, resistir.

Vamos para o primeiro refrão:

The show must go on, the show must go on, yeah
Inside my heart is breaking
My make-up may be flaking, but my smile still stays on

The show must go on, the show must go on, yeah (O espetáculo deve continuar, o espetáculo deve continuar, sim) / Inside my heart is breaking (Por dentro meu coração está se partindo) / My make-up may be flaking, but my smile still stays on (Minha maquiagem pode estar saindo, mas meu sorriso ainda permanece).

Embora aqui mesmo no Brasil e em praticamente todos os países do mundo inteiro a palavra show seja usada assim mesmo em inglês, ela tem tradução, e a melhor que podemos usar é espetáculo. Show tem alguns significados diferentes e um dos mais conhecidos é o verbo mostrar, mas não é esse o seu significado nesse caso. Quanto à expressão go on, que aparece na mesma frase que a palavra show, seu significado é continuar. The show must go on = o espetáculo deve continuar / o espetáculo tem que continuar.

A palavra make-up, também presente no refrão, tem alguns significados e usos diferentes como inventar uma explicação, inventar um poema ou uma história, preparar algo, trabalhar por um tempo extra. Make-up também é usado para dizer colocar maquiagem ou pintura no rosto de alguém e o significado correto de make-up na frase my make-up may be flaking, but my smile still stays on é maquiagem.

Outra expressão que é interessante e podemos aprender é a expressão stay on. Stay on significa permanecer, continuar. Sendo assim, podemos traduzir essa expressão na frase my make-up may be flaking, but my smile still stays on das seguintes maneiras: minha maquiagem pode estar saindo/escorrendo mas meu sorriso ainda permanece; minha maquiagem pode estar saindo/escorrendo mas meu sorriso ainda continua.

Vamos em frente, para a segunda parte da música:

Whatever happens, I’ll leave it all to chance
Another heartache, another failed romance
On and on, does anybody know what we are living for?
I guess I’m learning (I’m learning learning learning)
I must be warmer now
I’ll soon be turning (turning turning turning)
Round the corner now
Outside the dawn is breaking
But inside in the dark I’m aching to be free

Whatever happens, I’ll leave it all to chance (O que quer que aconteça, eu deixarei tudo ao acaso) / Another heartache, another failed romance (Outra tristeza, outro romace fracassado) / On and on, does anybody know what we are living for? (De novo e de novo, alguém sabe pelo que nós estamos vivendo?) / I guess I’m learning [I’m learning learning learning] (Eu acho que eu estou aprendendo [Eu estou aprendendo aprendendo aprendendo]) / I must be warmer now (Eu devo ser forte agora) / I’ll soon be turning [turning turning turning] (Em breve eu estarei dobrando [dobrando dobrando dobrando]) / Round the corner now (A esquina agora) / Outside the dawn is breaking (Lá fora está amanhecendo) / But inside in the dark I’m aching to be free (Mas dentro da escuridão eu estou ansiando pela liberdade).

No primeiro verso da segunda parte da música, whatever happens, I’ll leave it all to chance, temos a contração I’ll. Esta contração é o mesmo que I will e é usada para indicar algo que você vai fazer, algo que vai acontecer ou como algo vai ser. Nesse mesmo verso também temos a palavra chance, que à primeira vista pode ser traduzida como chance mesmo. Porém, se traduzirmos esse verso ao pé da letra veremos que essa tradução não fará sentido. Veja: whatever happens, I’ll leave it all to chance = o que quer que aconteça, eu deixarei tudo à chance. Como podemos ver, não fica bom assim. A palavra chance tem como significados chance, sorte, acaso. Sabendo disso, podemos aplicar uma tradução bem melhor para a palavra chance nesse verso. Veja uma forma melhor e mais adequada de se traduzir esta palavra no verso em questão: whatever happens, I’ll leave it all to chance = o que quer que aconteça, eu deixarei tudo ao acaso / o que quer que aconteça, eu deixarei tudo à sorte. Ficou melhor assim, não ficou?

No segundo verso dessa parte da música, temos a palavra heartache. Heartache tem como significados melancolia, tristeza, sofrimento. Então, só por curiosidade, podemos ver como esta palavra é aplicada na frase another heartache, another failed romance. Veja: another heartache, another failed romance = outra tristeza, outro romance fracassado / outra melancolia, outro romance fracassado.

Ainda neste trecho da canção, há uma curiosidade sobre a palavra warmer, que aparece no verso I must be warmer now. Warm tem como significados quente, caloroso, ardente, entusiasmado, animado. Warmer é um adjetivo que podemos atribuir à algo ou à alguma pessoa. Assim, quando nos referimos à uma pessoa com a palavra warmer, como o autor da canção fez com ele mesmo dizendo I must be warmer now, queremos dizer que a pessoa deve ser forte, deve se sentir calorosa, animada, cheia de vida. Como o autor da canção provavelmente sentia que seu fim estava próximo, ele sabia que não podia se deixar abater por conta disso e que deveria ser o melhor que ele pudesse em tudo. Ele sabia que deveria se sentir mais vivo do que nunca. Logo, I must be warmer now = eu devo ser forte agora.

No verso seguinte ao que acabamos de estudar, podemos entender qual é o sentido da frase I’ll soon be turning round the corner now. O verbo turn tem como significados virar, girar, voltar. A palavra corner significa canto, extremidade. Levando em conta o que o autor da canção está cantando, sobre ele possivelmente estar sentindo que seu tempo está acabando, podemos traduzir esse verso para algo assim: I’ll soon be turning round the corner now = em breve eu estarei dobrando a esquina agora. “Dobrar a esquina” poderia ser interpretado como ele dizendo que em breve estará passando desta para outra, partindo daqui. Eu acredito que esta interpretação faz bastante sentido e está de acordo com o contexto da canção.

Outra curiosidade que podemos aprender está na frase outside the dawn is breaking. A palavra dawn tem alguns significados como por exemplo, amanhecer, aurora. No caso deste verso da canção, o significado correto da palavra dawn é amanhecer. A palavra break pode significar várias coisas, entre elas, quebrar, romper, violar, mas também pode significar uma indicação de modificação, de mudança. Como pudemos ver, a palavra dawn significa amanhecer, exatamente igual à palavra daybreak, que não está presente na música mas também é outra forma de dizer amanhecer. Para você compreender bem isto, tenha em mente que dizer the dawn is breaking significa dizer que está amanhecendo. A palavra break tem um significado raro nesta frase, pois ao invés de significar os verbos que normalmente associamos à ela, o uso dela aqui é para se referir à algo que está surgindo, acontecendo, entrando em cena. A manhã está chegando/surgindo, logo, the dawn is breaking.

Na última frase deste trecho ainda, temos but inside in the dark I’m aching to be free. Se traduzirmos ao pé da letra esta frase teremos mas dentro na escuridão eu estou desejando ser livre. Convenhamos que dentro na escuridão não faz sentido para nós, falantes do português, correto? Então, nesse caso, a tradução correta seria dentro da escuridão. Já a palavra aching vem do verbo ache, que significa desejar, ansiar, fazer questão de. Com essas informações, podemos traduzir a frase but inside in the dark I’m aching to be free dos seguintes modos: mas dentro da escuridão eu estou ansiando pela liberdade / mas dentro da escuridão eu anseio por ser livre / mas dentro da escuridão eu desejo ser livre.

E a canção chega ao seu segundo refrão:

The show must go on, the show must go on, yeah yeah
Ooh, inside my heart is breaking
My make-up may be flaking but my smile still stays on

The show must go on, the show must go on, yeah yeah (O espetáculo deve continuar, o espetáculo deve continuar, sim sim) / Ooh, inside my heart is breaking (Ooh, por dentro meu coração está se partindo) / My make-up may be flaking but my smile still stays on (Minha maquiagem pode estar saindo mas meu sorriso ainda permanece).

Novamente no refrão, vamos falar mais uma vez sobre a palavra break. Se mais acima aprendemos que na frase the dawn is breaking o verbo break foi usado para fazer referência à algo que estava acontecendo, desta vez o verbo break é usado com seus significados mais conhecidos. Na frase inside my heart is breaking, a palavra break significa partir (de quebrar-se ou dividir-se em várias partes). Sendo assim, inside my heart is breaking = por dentro meu coração está se partindo.

E a música continua assim:

My soul is painted like the wings of butterflies
Fairytales of yesterday will grow but never die
I can fly – my friends
The show must go on (go on, go on, go on) yeah yeah
The show must go on (go on, go on, go on)
I’ll face it with a grin, I’m never giving in
On – with the show

My soul is painted like the wings of butterflies (Minha alma é pintada como as asas das borboletas) / Fairytales of yesterday will grow but never die (Contos de fadas de ontem vão crescer mas nunca morrer) / I can fly – my friends (Eu posso voar – meus amigos) / The show must go on [go on, go on, go on] yeah yeah (O espetáculo deve continuar [continuar, continuar, continuar] sim sim) / The show must go on [go on, go on, go on] (O espetáculo deve continuar [Continuar, continuar, continuar] / I’ll face it with a grin, I’m never giving in (Eu enfrentarei tudo com um grande sorriso, eu nunca vou desistir) / On – with the show (Adiante – com o espetáculo).

No verso I’ll face it with a grin, I’m never giving in temos a palavra grin. Grin é uma palavra que significa um grande sorriso no rosto, um largo sorriso. Já a palavra face pode significar rosto, face, mas também pode significar os verbos encarar, enfrentar. Neste verso, o significado correto da palavra face é o correspondente à esses verbos, enfrentar ou encarar. Na parte I’m never giving in, a expressão give in significa ceder, entregar-se. Traduzindo normalmente I’m never giving in temos algo como eu estou nunca me entregando. Esta tradução não está correta, e podemos melhorá-la. Veja: I’m never giving in = eu nunca vou desistir / eu nunca vou me entregar. Então, agora podemos ver melhor como ficaria bem traduzido este verso completo: I’ll face it with a grin, I’m never giving in = eu enfrentarei tudo com um grande sorriso, eu nunca vou desistir / eu enfrentarei tudo com um grande sorriso, eu nunca vou me entregar.

E o otimismo inabalável de Freddie Mercury continuava:

Ooh, I’ll top the bill, I’ll overkill
I have to find the will to carry on
On with the show, on with the show
The show – the show must go on

Ooh, I’ll top the bill, I’ll overkill (Eu serei a maior atração, eu farei o que for necessário) / I have to find the will to carry on (Eu tenho que encontrar o desejo de continuar) / On with the show, on with de show (Ir adiante com o espetáculo, ir adiante com o espetáculo) / The show – the show must go on (O espetáculo – o espetáculo deve continuar).

No trecho acima, podemos aprender sobre a interessante expressão top the bill e a palavra overkill. Top the bill é uma expressão que pode ser relacionada com atrações de teatro e é usada quando se quer dizer ser a atração principal de um show, o centro das atenções. A palavra overkill pode significar qualquer esforço que pareça maior do que o necessário para atingir um objetivo. É uma palavra que transmite a ideia de excesso, de superação. Sabendo disso, I’ll overkill pode ser traduzido como eu farei tudo o que for necessário, eu superarei. Vamos ver as traduções mais adequadas de todo o verso agora: I’ll top the bill, I’ll overkill = eu serei a maior atração, eu farei tudo o que for necessário / eu serei a atração principal, eu superarei.

A palavra will, além de ser usada para expressar algo que vai acontecer, também pode significar vontade, força de vontade, desejo, determinação, disposição, além do verbo mais popular, querer. Na frase I have to find the will to carry on, o significado correto da palavra will é desejo, vontade, força de vontade. A expressão carry on tem como significados prosseguir, continuar, levar em frente. A frase I have to find the will to carry on fica corretamente traduzida assim: eu tenho que encontrar o desejo de continuar / eu tenho que encontrar a vontade de seguir em frente / eu tenho que encontrar o desejo de seguir adiante.

Para finalizar, uma última rápida curiosidade. A palavrinha on no verso on with the show, tem como significado adiante, em frente. Então, o verso on with the show pode ser traduzido simplesmente como adiante com o espetáculo, em frente com o espetáculo.

E esta fantástica canção do Queen termina assim:

Go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on
Go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on

Go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on (Continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar) / Go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on, go on (Continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar, continuar).

Your Show Must Go On!

Bela letra dessa música do Queen, concorda? No artigo de hoje tivemos a oportunidade de aprender várias expressões interessantes que não costumamos ouvir com muita frequência por aí. Por isso, estude bastante e claro, cante bastante também! Amplie seu vocabulário, treine seu listening, seu speaking e todas as habilidades fundamentais para você desenvolver cada vez mais e melhor seus conhecimentos da língua inglesa.

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Se desejar, envie um comentário também! Me pergunte suas dúvidas ou simplesmente me diga o que achou deste post. Eu adoraria ver a sua participação.

“Um grande abraço!

See you soon!”

 

Fonte: www.inglescomrock.com
Dica de: Roberto Mercury

Classical Queen dia 18 em São Paulo e dia 19 em Atibaia

Little Darling – 18/05/2012 – Sexta-Feira

Nesta sexta a Classical Queen abre a noite com a melhor performance de Freddie Mercury e etc. E para tornar a noite ainda mais animada a sequência fica por conta da Banda Revival.

Av. Iraí, 229 – Moema – São Paulo
www.littledarling.com.br
little@littledarling.com.br
Fones (11) 5542 9912 / 5096 4035 / 2501-5548


Pub Public House – 19/05/2012 – Sábado

Alameda Prof. Lucas Nogueira Garcez, 1.100
Vila Thaís, CEP: 12941 – 650
Atibaia – SP
Telefone:(11) 4411-4491
Celular:(11) 7729-6985
Site:  www.pubatibaia.com.br
E-mail: marcia@pubatibaia.com.br

Fonte: www.classicalqueen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O site Queen Online postou uma prévia do show realizado ontem, em comemoração aos 10 anos do Musical We Will Rock You.

E avisou que mais estar por vir!!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0fQ8wI8F_DA]

Fonte: www.queenonline.com

Hoje, 14/05/2012, o Queen tocará durante uma apresentação especial do `West End Musical We Will Rock You`, que se baseia em suas músicas, e Freddie Mercury vai estar lá também … Brian May disse à BBC que eles estão trabalhando em um efeito especial em que Freddie aparecerá no palco com eles.

May afirmou que não é um holograma, e sim “uma ilusão de ótica” e que as pessoas vão sair dizendo: ” Será que realmente vemos Freddie?”.

Tudo isso faz parte das comemorações do 10º aniversário do musical.

 

Fonte: www.brianmay.com

O apresentador Otávio Mesquita e o curador José Antônio Algodoal mostram alguns itens do Queen (do acervo do colecionador Antônio Henrique Seligman) na Exposição Let’s Rock (OCA, Parque do Ibirapuera,  São Paulo, SP, Abril/Maio de 2012).

 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FkPPLK1Kh70]

Fonte: www.youtube.com/user/Queenland
Dica de: Roberto Mercury

Beatles, Pink Floyd e Queen também estão na relação

A música “Mama I’m Coming Home”, de Ozzy Osbourne, quem diria, aparece no topo de uma lista elaborada pelo site “Ultimate Classic Rock”, em homenagem ao Dia das Mães, comemorado neste domingo. A equipe do site, especializado em classic rock, não atribuiu ordem de grandeza ou preferência na lista, apenas relacionou as canções em que a figura materna aparece retratada com “o amor e o equlíbrio” que merece. Além de Ozzy, aparecem na lista Beatles, com duas músicas, Pink Floyd e Queen, entre outros. Clique aqui para ler um texto da equipe do site para cada uma das canções (em inglês) e veja abaixo a lista com as 10 músicas sobre mães:

1- Mama I’m Coming Home – Ozzy Osbourne
2- Mother – Pink Floyd
3- Mother – John Lennon
4- Mother and Child Reunion – Paul Simon
5- Mother’s Little Helper – Rolling Stones
6- Julia – The Beatles
7- Mama Kin – Aerosmith
8- Your Mother Should Know – The Beatles
9- Mama – Genesis
10- Tie Your Mother Down – Queen

 

Fonte: www.rockemgeral.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Vídeo de divulgação do VI São Rock, festival que acontece todo ano em Brejo Santo, Ceará.

Esta é uma das grandes atrações, a banda Killer Queen, de Fortaleza, que faz tributo ao Queen.

O VI São Rock acontece dias 13 e 14 de Julho.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0ubnH1jIp9Q]

Em breve mais detalhes!!

Para maiores informaçõe Clique Aqui

 

Fonte: http://saorockbrejo.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O site oficial do Brian publicou foto do Guia de Programa Especial de 10 Anos do Musical We Will Rock You. É uma Edição Limitada e estará disponível a partir de segunda-feira, 14 de maio de 2012.

 

Fonte: www.brianmay.com

Depois do sucesso do programa de estréia Roger Lemos e a trupe do PROJETO MDS – CONFRARIA DO SOM proporcionaram aos web espectadores mais uma hora de rock, informação e diversão.

Tony Kleeberg, comentarista e apresentador do quadro Acordes Mophados estava literalmente ligado na tomada e seus surtos de bom humor botaram fogo no estúdio.

Além de se divertir bastante com essa “figuraça old school”, o programa também apresentou as novidades que vem por aí com Beto Bian comandando o “Sanguinho Novo”.

Porém, mais uma vez o destaque da noite ficou por conta do quadro “Momento Flávio Cavalcanti”, onde duas grandes bandas duelam para ver quem gravou o pior álbum.

Seguindo o princípio de escolher “os piores discos das melhores bandas” a produção colocou em votação dois álbuns quase esquecidos de duas “entidades do rock”: LED ZEPPELIN, com “PPRESENCE” e QUEEN, com “HOT SPACE”.

O resultado você confere no final do programa que se encerra com uma surpresa dos apresentadores.

O programa vai ao ar toda quarta feira, das 20 às 21 horas pela INFINITE TV, mas pode ser visualizado alguns dias depois quando a emissora disponibiliza todo o conteúdo no próprio site.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jmEtrbgYAJM]

Fonte: http://whiplash.net

O guitarrista do Queen, Brian May, anunciou na última quinta-feira que o cantor Freddie Mercury vai fazer uma “aparição” no palco durante uma apresentação especial do musical We Will Rock You, em cartaz em Londres.

May disse à BBC que a equipe de produção estava trabalhando há algum tempo para encontrar formas de permitir a presença virtual do vocalista do Queen, morto em 1991, na apresentação que comemorará o décimo aniversário do musical.

O guitarrista explicou, porém, que o efeito especial que permitirá a projeção de Mercury não será um holograma, mas sim “uma espécie de ilusão de ótica”: “As pessoas vão sair do espetáculo dizendo: ‘Será que realmente vimos Freddie?'”

Coachella

May deu a entender que o musical poderia utilizar uma técnica semelhante à usada para fazer o falecido rapper Tupac Shakur aparecer no palco do festival de música de Coachella, no mês passado.

“É um pouco chato que eles tenham se adiantado com a aparição de Tupac, já que temos tentado fazer o mesmo com Freddie há um bom tempo”, disse o guitarrista.

“(Trata-se de uma técnica que) chegamos a avaliar para o nosso show, mas, provavelmente, não seria muito prático utilizá-la em oito apresentações por semana.”

O espetáculo especial, no próximo dia 14, celebrará dez anos do musical no teatro Dominion, em Londres.

Além de todo o elenco original, o ator americano Robert De Niro – que é um dos produtores do We Will Rock You – também fará uma aparição.

“Há uma certa pessoa que estará aqui e que ajudou muito a viabilizar o musical desde o início – nosso amigo Bob, de Los Angeles”, May confirmou. “Chamamos (De Niro) de Bob para que não fiquemos muito intimidados por seu estrelato.”

 

Fonte: www.bbc.co.uk

Agora é oficial: Jimi Hendrix e Freddie Mercury terão suas biografias adaptadas para o cinema.

Há muitos anos a indústria cinematográfica tenta levar a história de Jimi Hendrix para a tela grande, mas desavenças com a família do músico, que se recusava a liberar suas canções, impediram que a ideia se concretizasse. Ainda não se sabe se a família vai liberar as músicas, mas as filmagens de “All Is By My Side” começam em poucas semanas na Irlanda.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o filme será dirigido e roteirizado por John Ridley, produtor e roteirista de “Três Reis” (Three Kings – 1997). Caberá ao músico Andre Benjamin, mais conhecido como Andre 3000, a responsabilidade de viver Jimi Hendrix, morto em 1970 aos 27 anos por overdose. Benjamin atuou em filmes como “Be Cool – O Outro Nome do Jogo” (Be Cool – 2005) e “Os Aloprados” (Semi-Pro – 2008).

Enquanto “All is by my side” já está pronto para ser rodado, o filme de Freddie Mercury tem muita coisa pendente. Pouco foi divulgado sobre a biografia do líder do Queen, sabe-se apenas que o roteiro está pronto e seu protagonista confirmado.

Mercury será interpretado pelo comediante Sacha Baron Cohen e o roteiro, assinado por Peter Morgan de “A Rainha” (The Queen – 2006), mostrará a formação da banda e sua trajetória até o palco do Live Aid em 1985, provavelmente evitando focar na morte do cantor em 1991 em decorrência do vírus HIV.

O título da biografia de Mercury e seu diretor ainda não foram definidos, mas Stephen Frears, e os roteiristas Stephen J. Rivele e Christopher Wilkinson estão cotados para assumir a direção do longa. No entanto, segundo a Variety, Frears é tido como favorito nessa disputa. Frears trabalhou com Morgan em “A Rainha”, filme pelo qual recebeu sua segunda indicação ao Oscar de melhor diretor – a primeira foi por “Os Imorais” (The Grifters – 1990). Morgan também recebeu uma indicação ao prêmio da Academia por “A Rainha”, na categoria de melhor roteiro original.

Ainda não há previsão de estreia para nenhum dos dois filmes.

 

Fonte: www.sidneyrezende.com
Dica de: Roberto Mercury

Com a novidade de ‘Hologramas’ que podem trazer artistas de volta aos palcos, resolvemos relembrar um vídeo, feito por uma TV alemã, em que Freddie aparece cantando “These are the days of our lives” no palco com dois músicos, o video se chama “Freddie Mercury back to life”.

Vídeo passado na TV

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=OVtjXMq2sTw]


Abaixo vídeo, de um fã, que o analisa com o original

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=OIsjDH0MBnI]

Fonte: www.youtube.com
Dica de: Cduza Baillo

O Queen lançará um livro ilustrado com todas as suas letras. Intitulado “Queen: The Complete Illustrated Lyrics” vem com centenas de imagens acompanhando cada uma das músicas, letras escritas à mão e fotos inéditas ao vivo e em estúdio.

O livro sai no dia 29 de Maio e teve o design feito por Richard Gray, diretor de criação da banda há muitos anos. É um testemunho a toda pompa, expressão e profundidade que o Queen personifica.

O livro já se encontra disponível em pré-venda na amazon.com pelo preço de $21.82 dólares.

 

Fontes: www.roadiecrew.com   |   www.amazon.com
Dica de: Roberto Mercury

O QUEEN  anunciou hoje que fará um terceiro show com Adam Lambert em Londres, no HMV Hammersmith Apollo, em julho. As duas apresentações da banda no local — 11 e 12 de julho — acrescentadas às pressas após o cancelamento do festival Sonisphere, tiveram ingressos esgotados instantaneamente.

O produtor Paul Roberts confirmou que os ingressos para os dois primeiros shows em Londres se esgotaram “em questão de minutos”.

A terceira apresentação do QUEEN e Adam Lambert acontecerá sábado, 14 de julho. Ingressos irão à venda às 9h da segunda-feira, 14 de maio.

A apresentação adicional em Londres será o último show de cinco que o QUEEN e Adam Lambert farão juntos nessa temporada. Além dos shows no Hammersmith, QUEEN  e Lambert também estarão no Moscow Sports Arena (3 de julho) e no The Municipal Stadium, em Wroclaw, Polônia (7 de julho).

Falando no momento em que o anúncio estava sendo feito, Brian May disse: “O Adam tem uma voz extraordinária — isso é inegável. Então vamos explorar novas formas de fazer as coisas. Então vai ser empolgante!”

“Estamos realmente empolgados” disse Taylor ao Billboard.com mês passado. “O Adam… é claro que ele tem esse alcance vocal inacreditável, assim como o Freddie tinha. O Adam realmente consegue dar cobertura. Ele é um cantor extraordinário e um verdadeiro talento. Sinto que ele se encaixa no nosso tipo de teatralidade”.

A respeito da possibilidade de atividades posteriors com Lambert, Taylor disse que “vamos apenas ver o que acontece, como vai ser, como vamos passar por isso.”

 

Fonte: http://whiplash.net/

O Blog Mente Aberta selecionou 10 bandas que encerram as atividades e depois decidiram voltar – e algumas que nunca deveriam ter se reunido.


Los Hermanos

Oficialmente, os barbudos mais queridos do rock brasileiro terminaram faz tempo. Mas de vez em quando juntam os instrumentos e partem para uma turnê pelo Brasil. Agora, estão comemorando 15 anos de existência. Já no site a banda diz que a reunião só vai durar dois meses. Todo esse clima de “agora ou nunca” faz com que os ingressos sejam muito disputados.

Black Sabbath

O Black Sabbath nunca terminou de verdade. Mas a saída de Ozzy Osbourne e sua substituição por Ronnie James Dio (que por sua vez também foi substituído por outros vocalistas) encerrou uma das formações mais sensacionais da história do rock, responsável pela criação do heavy metal. Por isso, quando eles se reuniram em 2006 os fãs foram à loucura. Agora, a história se repete. O baterista Bill Ward acabou ficando de fora por problemas com o contrato, mas os três membros originais remanescentes prometem levar milhares de fãs ao Download Festival e ao Lollapalooza americano, as duas datas confirmadas até agora.

 Queen
Com a morte do vocalista Freddie Mercury, a banda deveria ter acabado de vez. Mas o guitarrista Brian May decidiu se reunir com seus antigos companheiros outras vezes. O problema sempre foi a escolha do substituto de Mercury. Em alguns casos, eles recrutaram vocalistas talentosos como Paul Rodgers (do Free e Bad Company), mas em outros os resultados foram desastrosos, como você confere no vídeo abaixo.

Backstreet Boys

Essa faz parte do grupo de bandas que nunca deveria ter se reunido, para começo de conversa. Eles fizeram sucesso nos anos 1990 junto com uma leva de outras boy bands. Até dava para entender o sucesso quando eles eram adolescentes. Mas voltar depois que os integrantes passaram dos 30 anos, fazendo o mesmo tipo de música? Aí é forçar a barra demais.

Beach Boys

A história de separação dos Beach Boys é triste, mas tem um final feliz. Depois de lançar a obra-prima Pet Sounds, em 1967, Brian Wilson se afundou nas drogas enquanto tentava criar o disco de pop perfeito. Não deu certo. A banda acabou lançando uma série de discos irregulares, alguns muito melhores que outros enquanto Brian Wilson sofria de vários problemas mentais. Agora, anos depois da saída de Wilson do grupo, a banda se reuniu para comemorar 50 anos de existência e vai lançar um disco novo, That’s why god made the radio, e está viajando pelo mundo.

Guns n’Roses

O Guns entra na lista de bandas que não terminaram de verdade. Infelizmente. Sou fã do grupo em sua fase áurea, com a formação original. Mas o grupo que existe hoje não chega nem perto do poder devastador do Guns de 1987, quando lançaram Appetite for destruction, por exemplo. Enquanto Axl continua fazendo turnês com seu bando de músicos sob o nome Guns n’Roses, Slash mantém uma carreira solo de sucesso e prepara o lançamento de um novo disco. Os outros integrantes originais estão envolvidos em projetos de sucesso moderado.

Pink Floyd

As brigas entre os integrantes de uma das maiores bandas de rock progressivo de todos os tempos forma tão sérias que nem anos de separação curaram as feridas. Quando os quatro membros originais se reuniram para participar do Live 8, fizeram uma apresentação burocrática. Depois de 24 anos sem pisar no mesmo palco, eles mal se olhavam. Claro, todos os fãs do Floyd no mundo vibraram com o show (eu estava entre eles). Mas com a morte do tecladista Richard Wright, em 2008, qualquer chance de uma turnê de reunião acabou de vez.

Pixies

Uma das bandas mais influentes dos anos 1990, os Pixies terminaram em 1993, depois que as tensões entre o guitarrista e vocalista Francis Black e a baixista e vocalista Kim Deral ficaram insustentáveis durante a turnê de Doolittle. OS quatro integrantes originais se reuniram para uma turnê de sucesso em 2004, documentada no excelente filme loudQUIETloud, de 2006. Continuam na ativa e há rumores de que eles podem gravar um novo disco.

Faith No More

Depois de lançar uma série de discos incríveis e muito influentes, a banda liderada pelo talentoso vocalista Mike Patton encerrou suas atividades em 1998. Para a alegria dos fãs, eles voltaram em 2009 e desde então se apresentam pelo mundo fazendo um show impressionante atrás do outro. Se apresentaram duas vezes no Brasil nos últimos anos, sendo que a última delas foi no SWU.

Yes

O Yes teve um importante papel na consolidação do rock progressivo na década de 1970. Contou com músicos excepcionais em suas formações, como o tecladista Rick Wakeman, o guitarrista Steve Howe e o baixista Chris Squire, apenas para ficar em alguns exemplos. Mas as mudanças de integrantes e a queda na qualidade das composições fez o grupo acabar duas vezes. A primeira foi entre 1981 e 1983. O segundo rompimento, menos traumático, aconteceu em 2004. Agora, a banda está na ativa, divulgando o novo disco, Fly from here, de 2011.

Concorda com a nossa lista? Lembra de outras bandas que voltaram (ou que não deveriam ter se reunido)?

 

Fonte: colunas.revistaepoca.globo.com/menteaberta
Dica de: Roberto Mercury

Especial Queen: Don’t Stop Me Now Tributo – A Night at The Opera!

Sábado, 12 de Maio de 2012 em Londrina, paraná.

Serviço: Entrada Lounge: R$10 / Show: R$15. Aberto a partir das 21:00h
Maiores informações: www.vitrolabar.com.br

É preciso prender a respiração antes de enumerar todas as funções de Andrew Dost no trio de pop rock americano Fun. Ele é o responsável por vocais, guitarra, teclados, trompete, bateria, percussão, sintetizadores e baixo nos dois discos lançados pelo grupo. Foi o segundo CD, mais precisamente a música “We are young” (veja o clipe), que elevou o Fun de patamar. Em entrevista por telefone ao G1, o músico comenta o sucesso do grupo e explica as influências do Fun, que passam por música clássica, musicais da Broadway e Queen.

A banda americana Fun, que lança o disco 'Some nights' no Brasil (Foto: Divulgação)
A banda americana Fun, que lança o disco 'Some nights' no Brasil (Foto: Divulgação)

Abaixo parte da entrevista em que o Queen é citado:

 G1 – As pessoas dizem que vocês emulam bastante o Queen. Por quais razões tanta gente diz isso?

Dost – Eu sinto que é um elogio. Nosso cantor tem uma voz de ótimo alcance… A voz dele é um instrumento, é expressiva. Acho que por causa dele acontece isso, o comparam com Freddie [Mercury, do Queen] muito. Queen é uma referência. Assim como Beatles, Weezer. Todos nós crescemos ouvindo Queen.

Para ver a matéria completa Clique Aqui

 

Fonte: www.globo.com

O Queen estará completo no dia 14 de maio, data da comemoração dos dez anos do musical We will rock you. Efeitos especiais vão trazer Freddie Mercury de volta ao palco. Mas não será nada parecido com o “holograma” do rapper Tupac Shakur. É o que afirma o guitarrista Brian May, “as pessoas sairão do show se perguntando se realmente viram Freddie”, disse.

O show vai acontecer em Londres e ainda deve contar com a participação do ator Robert De Niro.

Freddie Mercury morreu de Aids, no dia 24 de novembro de 1991.

 

Fonte: www.pernambuco.com